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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1438_04_12_1993
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Fundador:
lvaldo
Pereira
20/02/1972
TRIBUNA DA FRONTEIRA
nlU,J VJ 5'1'1/HS
,
DIAR IO REGIONAL
Circulacão
FIA VISTA
CASACO
O !7 O
JAKDI
'IA L0P 3
11()NTfO
JNO 21 N0 1A438 - 04 DE DEZEMBPO DE 1993 -. 51ADO DIRETOR: IVALDO PEREIRA EXEMPLAR CS 100,00
DPOSENTIDOS PODEM TER 15l DE
DESCONTO NDS FIRMÍCIIS
2
11
Vereador Marcos Elias Rios da Cruz
VENDE - SE
Um fusca Jóia - ano 70 - azul,1.300
motor, cambio, a toda prova, conservado.
Interessados tratar na Tribuna da
Fronteira.
Fone (067) 439-1410
O garimpo de
ouro de Bonito já
está parecendo uma
novela, pois a cada
instante surge um
capítulo emocionante.
A estória já
vem se arrastando p/
um bom tempo, mas
Investimentos da FNS
no SAAE de Bela Vista
Em Requerimento
de autoria do verea
dor Fernando de Frei
tas Elias e assinado
por todos os seus pa
res, foi encaminhado
Requerimento ao
Diretor da Fundação
Nacional de Saúde ,
Antonio Urp Filho,sg
licitando medidas ur
gentes com relação=
a investimentos em
Bela Vista, através
do SAAE - Serviço Au
tonômo de Agua e Es
gotos, tendo em vis
ta as várias reclama
çôes dos usuários
conforme matéria Pu
blicada em Jornal de
nossa região.
Página/ 03
Uma importante
indicação de autoria
do Vereador Marcos
Elias Rios da Cruz,
Presidente da Camara
Municipal, foi apre
sentada na sessão ar
dinária de terça foi
ra, dia ·30, cndcrcçi
da à todos os farma
cêuticos e proprietá
rios de farmácias de
nossa cidade.
No expediente o
Vereador Marcos E
lias conclama os far
macêuticos belavis -
tenses a estudarem a
possibilidade de con
cederem um desconto=
de 158 (quinze por
Vereador Fernando de Freitas
---7
cento) nas receitas
médicas de todcs os
,•posentados de 1.ossa
cidade, citando como
exemplo as farmá
cias aa Capital do
r.stado que há tempos
praticam esse tipo
de desconto e com
isso atraindo até
mesmo um maior nume
ro de clientes.
Segundo o au
torda indicação,"tc
mos visto esta inR
ciativa cm outras cT
dades e inclusive na
Capital do Estado on
de ela é bastante IR
plementada, merecon
do até mesmo uma
como o precioso me
tal sô era encontra
do cm pequenas quan
tidades, os aventu
reiras desanimavam e
chegaram a abandonar
seus equipamentos.
Garimpeiro é o
pesquisador autênti-
publicidade ostensi
va, com faixas, car
tazes, etc".
O vereador pe
emedebista disse tam
bém acreditar que
essa medida não tra-
rá muitos sacri-
fícios aos amigos
farmacêuticos e, por
pouco que seja esse
desconto, em muito -
irá ser benéfico pa
ra aqueles aposenta
dos que muitas vezes
nao possuem recursos
para a compra dos
remédios que nccessi
tam, as vezes ate
fora de hora e nos
finais de semana".
Marcos Elias
disse ainda esperar
que todos os fJ., t
cêuticos, após rece
berem esta indicarão
encaminhada através
desta Casa de Leis ,
compreendam a incia
tiva e passem a dtcn
der os nossos aposn
tados concedendo es
se desconto, " pois
eles muito necessi
tar" assinalou o
vereador.
Comentando
PÁGINA - 12
(O) (ID
ECENOO CEL.
co, que, com sua
garra, "faro" e de
terminação, acaba en
centrando" o que
não perdeu".
Foi exatamente
º que aconteceu nes
te município. D fi
lão de "bambura_r" es
tá nos morros exis
tentes nas fazendas
Sofia e Estrela. O
que encontram nas
gratas que estão sen
do exploradas. nao
passam de fagulhos -
de"ouro ecorrido".
Página - 08
Suplemento
Cultural
MÁRIO FONTES: LIVRO QUE TEM
SEMELHANÇA COM O CRIME NA PA
RA1BA
Um caso de vingança patri
arcal, como o do governador da
Paraíba, Ronaldo Cunha Lima,con
tra o ex-governador Tarcísio B~
rity (guardando as devidas sem~
lhanças).
* Veja este e outros arti
gos na Página -10
Comunicado
'I
Nossa Terra,Nossa Gente
( PERFIS BIOGRÃFICOS DE ~lDERES REGIONAIS)
mos o livro NOSSA TERRA, NOSSA
GENTE, com esses perfis, as P
blicaçôes que faremos nesta
TRIBUNA são deco==entes de soli
citações de vários de nossos en
trevistados. Lembramos que não
se trata de BIOGRAFIAS comple
tas, mas de PERFIS BIOGRAFICOS,
onde ficaremos conhecendo um
pouco a respeito de nossos líd~
res, nos mais diversos segrnen
tos das comunidades. -
(PP)
A partir da próxima semana
publicaremos nas edições dia
rias deste jornal, perfis_bio
gráficos de lideres regiona1s.
Serão enfocados politicos,
vereadores, prefeitos, empresa
rios, comerciantes, produtores
rurais, profissionais liberais,
enfim, perfis de homens_e mulh~
res que trabalham em prol das
comunidades do Sudoeste e Fron
teira.
Em janeiro de 1994 -editar~
A Prefeitura Mu
nicipal de Caracol
comunica a população
que o sinal da TV
Ponta Porá, não está
sendo recebida devi
do ao furto do esta
bilizador pela 2a
vez e pede a quem pu
der dar alguma info
mação ê só ligar pã
ra o Telefone (067)
495-1107 e o número
do estabilizador é
BK Modelo l BK NO 08
F.4 série 30338201 ,
conforme a Cogetel -
só existe esse mode
lo de estabilizador=
não podendo outro
estabilizador ter o
mesmo número.
Prefeitura Muni
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Tribuna
Diário
da Fronteira
Regional
* FUNDADO EM 20/02/1972
Diretor-Redator-Chefe: Ivaldo Pereira
Diretora Adm.: Maria E. V. Pereira
Secretário de Rcdação:Ubaldino Podrigues
Reportagens: João Carlos Velasquez,André
Ãvalo, Firmino de Barros
Redação, Departamento Comercial e Parque
Gráfico - Avenida Tribuna da Fronteira-
564 - Caixa Postal - 23 - Fone - (067)
439-1410 - Bela Vista-MS
SUCURSAIS - Jard!r:i, Porto Murtlnho, Antonio João, Bonito
Caracol, Carpo Grande e correspondente e
Eras{1la e S1o Paulo.
Propriedade da Rede Belavistense de Jorrais LTDA
IC- MF 15.513.203/0001-90
1t- O Jornal não se responsabl llza pelos artigos assinados ou
de origem defIn!da.
* Exemplar - - •• - • - •• - - ••... - ----...100.00
Número Atrasado ...-.-.-----....200,00
* Assinatura Mensal·--····-···•-l.000,00
Assinatura Trimestral.........3.000,00
Assinatura Semestral. - .. ··- _ ... 6. 000, 00
* Assinatura Anual __ .17._000,00
Edital de Proclamas
Janilde Rosa dos Santos, Oficial.:,. do Carcó-'
rio de Registro Civil desta cidade de Bela Vis
ta-S., FAZ SABER à todos quantos o presente E
dital de Proclamas virem, que apresentaram os
Documentos exigidos pelo Artigo 180 do Código -
Civil Brasileiro, Incisos, I, II e IV e preten
dem se casar:
PAULO PEDRO LARROSA_e TINIA MAURA FRANCO CÁ
ERES. ambos Brasileiros,,natrais de l is
ta; ele, estudante, filho de Policarpo Larrosa
e Andresa RIvarola; ela, secretária, f1lha de
OdiI Ciceres e Aderecllda Franco Ceres. se al
·e souber de algum impedimento, que se o0nh2
na forma da Lei. ·
Bela Visa-MS., 24 de Novebro de 1993
Janilde Rosa dos Santos
Of!c1a!n
t
IO AL. 'TRIUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL
CâMIRI É NOTÍCII E INFORMICãO
FREQUÊNCIA OBRIGATÓRIA PRA_OS ROEISI O mercadorias aos Funcionários" actuou.
.!'lf.l[!i DA slOnP.
Fernando de Freitas Elias, vereador e
módico, apresentou indicação na Câmara Mu
nicipal pedindo o endereçamento de expedi
ente ao Secretário Municipal de Saúde, Dr.
Carlos Eduardo Nunes, solicitando à ele
que seja estabelecida a frequência obriga
tória aos profissionais responsáveis pelo
atendimento ao público, em todos os progra
mas da Secretaria Municipal de Saúde.
Fernando de Freitas Elias ressaltou -
que essa medida faz-se necessária para que
os pacientes, ao se dirigirem para con
sultas ou exames tenham a garantia do que
oorão atendidos, considerando também o
, grondc nGmero de reclamações dos usuários
"que as vezes ficam horas sem serem atendi
dos, ou que não são atPndidos devido a
falta deste ou daquele material" assinalou
o vereador peemcdcbista,
INVESTIMENTOS DA FNS NO SME DE BELA VISTA
Em requerimenro de autoria do vcrea
dor Fernando de Freitas Elias e assinado -
por todos os seus pares, foi encaminhado -
Requerimento do Diretor da Fundação Nacio
nal de Saúde, Antonio Urp Filho, solicitan
do medidas urgentes com relação a investi
mentos em Bela Vista, através do SAAE -
Serviço Autonômo de Agua e Esgotos, tendo
em vista as várias reclamações dos usuã
rios, conforme matéria publicada em jor
nal de nossa região.
Na justificativa do Requerimento o
Vereador Fernando de Freitas Elias destaca
que a "atual administração do SAAE em Bela
Vista, com seus funcionários dão mostra
de que bem orientados a autarquia tem con
dicões de prestar melhor atendimento, fal
ta apenas a sensibilidade dos senhores di
retores da FNS para melhorar os serviços ,
investindo não só na captação d'água, mas
também na construção de reservatórios e
implantação de redes".
Em anexo ao Requerimento, foi enviado
também um relatório de investimentos mini
mos e necessários para a melhoria e moder
nizacão do sistema de abastecimento de
água de Bela Vista.
INFORMAÇES__SOBRE AS 'TERRAS
PELA PREFEITURA
READQUIRI1AS
Em outro requerimnto de sua autoria
o vereador Roney Moraes Sim&cs solicitou o
envio de expediente ao Prefeito Municipal
no sentido de que ele informe à Ca a Muni
cipal a situação dus terras rcadquiridún -
pela Prefeitura Municipal e como está sen
do procPdido o pagamento da mesma ao ex-
proprietário. . _
No requerimento Roney Moraes Simoes -
considerou ainda que existe una promessa -
do Vice-PrPfPito de se construir uma Esco
la Agrícola, "gostaríamos de saber a res
posta do sr. Prefeito com relaçao a esse
assunto" destacou o vereador.
C1MORRO SOLICITA SERVICOS DA
DE OBRAS
SECRETARIA
VEREADOR PEDE ESCLARECIMENTOS AO DIRETOR
GERAL DO PREVISUL
urt''
+,
r .s
O Vereador Israel Chamorro da Rocha
do PMDB, em indicações ao Serretário ~uni
cioal de Obras, reivindicou a realizacao -
dos seguintes serviços:
l- Recuperação de bueiros e construção das
cabeças de bueiros, entre a Chácara da Sra
Guida Ferreira e Walmir Correa da Rosa no
Distrito Nossa Senhora de Fátima, o "Nunca
Te Vi";
2- Patrolamento e cascalhamente da rua que
passa entre as chácaras do Sr. Bernardo Be
nites Escobar, até a Chácara do Sr.
Anataleo Dávalo, no Distrito Nossa Senho
ra de Fátima;
3- Cascalhamento da rua Rosário Echeverria
no Bairro Itaboray.
ONIBUS PARA AS CAIEIRAS
o encaminhamento de expediente ao
Diretor Geral do PREVISUL, Antonio Carlos
Vasques, no sentido de que ele faca escla
recimentos à câmara Municipal de Bela Vis
ta com relação aos atrasos nos pagamentos
dos prestadores de serviços. nos meses de
setembro e outubro, foi solicitado atraves
do requerimento de autoria do vereador do
PMDB'Fernando de Freitas Elias.
No documento o vereador solicita ain
da que seja determinado um maior respeito
por parte dos funcionários do orgao, quan
do receberem chamadas telefonicas do inte
rior.
Na justificativa do seu Requerimento,
o vereador Fernando de Freitas Elias consi
derou que "os constantes atrasos fazem com.
que os prestadores de serviços se sintam -
desestimulados e desinteressados em manter
este convênio, no qual os direitos e obri-
gações só estão sendo cobradas por uma
das partes, ficando aos prestadores de
serviços a tristeza de nao recPberem os
seus direitos e, quando tentam buscar in
formações no PREVISUL em Campo Grande fi
cam sendo jogados de um lado para outro
de "fulano" para "fulano" ressaltou Fernan
do de Freitas. •
INFORMAÇÕES SOBRE O MERCADO DA ASPUB
De autoria do Vereador Roney Moraes -
Simões, do PSDB, foi apresentado na Camara
Municipal um Requerimento endereçado a Pre
sidente da ASPUB - Associação dos Servido
res Públicos Municipais - solicitando in
formações sobre os seguintes itens:
a) Qual
O
sistema adotado para a compra de
mercadorias para o Mercado da ASPUB?
b) se
O
mercado tem· feito o recolhimento -
do ICMS ?
e) Por que as diferenças de preços com re
lação aos mercados da nossa cidade ?
Na justificativa de se requerimenro-
0
vereador Roney Moraes_Simoes considerou:
"segundo nos informaram o mercado da ASPUB
tem vendido mercadorias aos_funcionarios -
bem acima dos precos do comércio local e
tambefi segundo as informacoes, o mesmo nao
to ft o recolhimento do ICMS, desta
!{ i a ser barateado e susto das
o Vereador do PSDB Geraldo Pinheiro
Murano, através de indicação ao Prefeito
Municipal, reiterou a indicação n? 304/93,
de 31/07/93, No sentido de que seja deter
minado o deslocamento de ônibus até a re
gião das caieiras, possibilitando àquelas
pessoas virem até a cidade, tendo em vis
ta a proximidade das fPstas de final de
ano quando muitas nec
0ssitam se deslocar -
até a cidade para fazerem suas compras e
outras necessidades.
(.'
PATROLAMENTO E CASCALHAMENTO
Luiz Alexandre Loureiro Palmiéri, ve
reador do PTB, em expediente endereçado ao
Prefeito Municipal, solicitou seja determi
nado o patrolamento e cascalhamento com co
locação de bueiros na rua Antonio Joao ,
abaixo da rua Sebastião Crispim do Rego ,
segundo Xande, "a referida rua encontra-se
totalmente esburacada, impPdindo até mes
mo os moradores da citada rua de chegarem
em suas residências".
O ervio de expedente ao Prefei o Mu
nicipal que seja de.erminaudo o Patrola
mnto da rua que dá acesso ao bairro
clarão da Lua, foi objeto de indicação de
autoria do ver ador Marco Rondon, do PP.
Sequndo o vereador, "o referido tre
cho está instransitável, não dando condi
coes do tráfego nem para bicicleta, muito
menos veiculo.
Os moradores tem que fazer o rans
porte de mudanças, mercadorias e outros -
materiais, nas costas, quando n cesitmn,
dovido ao péssimo estado do local.
ESTRUTURA PARA O SETOR DE LIMPEZA PCBLICA
CENTRO ODONTOLÓGICO COM ATENDIMENTO INTE
GRAL
Em indicação endereçada ao Prefeito
Municipal c/c ao Secretário Municipal de
Saúde, o Vereador Fernando de Freitas E
lias solicitou estudos no sentido de ser
implantado um Centro Odontológico com a
tendimento integral, nos tres períodos,pa
ra atendimento aos cidadãos mais carentes
de nossa cidade.
LIMPEZA GERAL NOS BAIRROS
A realização de uma limpeza geral nos
bairros Ãgua Doce, Clarão da Lua e Espíri
to Santo, foi reivindicada pelo Vereador -
Geraldo Pinheiro Murano, através de indica
cão ao PrPfeito Municipal, com cópia ao
Secretário Municipal de Obras. Segundo o
vereador, "esses bairros encontram-se em
total abandono, com ruas esburacadas, mata
gais, etc ...
Em indicação de sua autoria apr sen
tada à Mesa da Câmara Municipal, o Vera
dor Marco Antonio Rondon de oliveira rei
vindicou ao Prefeito Municipal que etru
ture o setor de limp€Zd pública du Secre
taria Municipal de Obras.
conforme as justificativas da indica
ção do vereador Marco Rondon, "atualmente
não há condições de realizar um trabalho
satisfatório, pois o estado de conserva -
cão dos 02 veículos utilizados na coleta
do lixo, é péssimo.
Esses veículos colocam cm risco d
vida de funcionários e da população, um.i
vez que um deles trafega, inclusive sem
freios, pela cidade.
Esse setor necessita de invcstimcn -
tos urgentes, tanto no que diz respeito
à veicules, quanto a equipamentos de
proteção e uniformes nos lixeiros e var
redores de rua", destacou Marco Rondon.
PATROLAMENTO DA FERNANDO DE NORONHA
COLOCAÇÃO DE VIDRO NA ESCOLA CLOTILDE DE
CASTRO PINTO
outra reivindicação de autoria do
vereador Garaldo Pinheiro Murano, feita
através de indicação ao Secretário Munici
pal de Educação. Paulo Melo, foi a coloca
cão de vidros na Escola Clotilde de Castro
Pinto, localizada no Bairro Espírito San
to bem como a colocação de portas no
l:>a~heiro da Escola Pedro Ajala. o vereador
afirmou que a posta lá existente encontra
se deteriorando e como a Escola não pos
sui auardas, podem ser furtados os mate
riais dos banheiros".
--------=====-----· ----------------::::1------
O patrolamento da rua Fernando de
Noronha. que liga o Bairro Costa~ Silva
ao Bairro Primavera, passando atras do
coléqio municipal e de muita utilidade -
para os moradores da rPgião, foi solicita
do através de indicação do Vereador Mar
co Rondon ao Prefeito Municipal.
No mesmo expediente, Marco Rondon re
forcou ainda o podido de abertura da rua
Fernando de Noronha, trecho entre as
ruas Geraldo de souza Rosa e Ricardo Lou
rPiro, "o quP. sem dúvida trará grandes be
nefícios ao~ moradores dos dois bairros".
enfatizou o vereador pepista.
MOÇÕES DE CONGRATULAÇÕES
o Vereador e Presidente da Cârrara Mu
nicipal, Marcos Elias Rios da Cruz, ar r~
sentou expediente endereçada ao Sr. ·l
fino Rodrigues, Diretor da Escola .Muni ·i
pal Jarbas Passarinho, com cópia ao Sr.
Adão Florentino, Presidente da APM da
referida Escola, apresentando-lhes Moço
dP Congratulações pelns gestos carinhosos
com que promoveram no Último final de
semana, um almoço de cnnfratPrnizacão pa
ra os professores e funcionários da
Escola, "gesto esse de muita compreensão
e carinho para aqueles que se dedicam à
educação de nossos filhos" enfatizou Mar
cos Elias.
Outra Moção de Congratulação apresen
tada na Câmara Municipal pelo Vereador
Marcos Elias Rios da Cruz, foi endereçada
aos proprietários do Hotel Pousada da
FrontPira, Ricardo de Souza Rosa e Tati ,
extensiva à todos os atletas participan -
tes, parabenizando-os pelo brilhantismo -
alcançado na realização da 7a Etapa do
IIIO Circuito Estadual de Voleibol de
Areia em duplas, "evento este que revolu
cionou Bela Vista nos dias 27 e 28 pp"
destacou o Presidente do Legislativo Bela
vistense.
LIMPEZA DA BARÃO DO MELGAÇO
Em indicação v~rbal na Tribuna da
Câmara Municipal a Vereadora Orlanda Fri
tas doe Santos solicitou ao Secretário Mu
nicipal de Obras, Nélio Diório, que deter
mine a limpeza da rua Barão do Melgaço e
a retirada dos entulhos existentes na
mesma.
Mantenha Sempre Limpa
a Cidade que Você Vive
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O J' « 6 ! TRIJ'A D A F R O N T E I R A
Comentário Opinião
t, CORDEIROS INDEFESOS NAS
GARRAS DE LOBOS VORAZES"
Jotagf Plõres 1
São muito poucas as excessões entre os
políticos para separarmos aqueles que tem
um pouco d dignidade e credibilidade pa
ra justificar a sua presença no Congresso
Nacional e nas Assembléias Legislativas -
como lídmos representantes do povo e exi
qir as providências e as medidas que o p
vo está a reclamar.
o trabalho da CPI do Orçamento, onde
.:iindil. reot.im alguns políticos que parecem
querer fazer e praticar justiça de verda-,
de, ~omcça a ser prejudicado pelo teor.
das leis, que concedem direitos de impunidade pra muita gente
1
que, acuada por acusaçÕC!' , dever iam ter a sua vida passada_a limpo
inteiramente, para que se possa concluir por sua inocencia ou
por sua culpa. A melhor prova de inocência é a averiguação
correta dos casos.
• Essa história de não se permitir e dificultar a presença
de governadores e ministros à frente da CPI é uma verdadeira
afronta ao povo. Voltam os políticos à prãtica do "corporati
vismo" que sempre foi o motivo da existincia dos corruptos e
dos ladrões, disfarçados de "nossos representantes".
Toda essa palhaçada, leva cada vez mais o nosso povo a Pen
sar ardentemente em acabar de uma vez por todas com os nossos
"comprometidos representantes", que ao se omitir perante um
inquérito mais apurado e justo, estão ao mesmo tempo salva
guardando a sua pele de um provãvel e bem possível futuro en
volvimento.
- Quem não deve, não temei ... Se aqueles à quem compete,l_!_
berar os governadores, ministros e outros envolvidos em denún
cias, para que se apresentem perante a ÇPI, não o fizerem, e
porque também tiro o "rabo preso" e não são dignos da confian
ça do povo.
O povo - "os cordeiros indefesos" de sempre, começam a se
sentir ameaçados. Ameaçados sim ... de mais um vez ver frustra
das a sua vontade de ver os ladrões e corruptos punidos devT
damente, protegidos por seus benevolentes companheiros, que
mais uma vez estarão com a sua ação, traindo a vontade popu
lar.
De nada adianta dizer que o poder emana do povo, ·se este
povo não tem respeitada a sua vontade. No instante em que o
seu representante não é digno de crédito, é justo que seja da
da a palavra ao povo através da melhor forma de se manifestar
-- O voto, seja plebiscitãrio ou qualquer outra forma democrá
tica de pesquisa.
É preciso acabar com essa maldita história de imunidade. O
politico, pela sua própria condição, deve estar mais sujeito
às penalidades da lei do que qualquer cidadão comum. Essa coi
sa de imunidade, que gera como consequência a impunidade e
urna vergonha.
Na hora em que "a coisa" apertar um pouco mais,não.vai.ser
estranho se testemunharmos Governadores, Ministros e Deputa
dos, dando tiro a "torto e a mocho" nos seus inimigos e adver
sários, pois essa "autoridade" é protegida pela lei da impunT
dade - leia-se imunidade! -
Um exemplo bem recente Ja foi mostrado e o "pistoleiro"
por ser governador está solto e tranquilo perante a lei!
A lei deveria estabelecer para o político uma determinação
mais simples, que se resumiria assim:
- Foi acusado ... se defendeu ... não convenceu ...
- Afastado!
Só que, para que isso fosse possível, os homens da lei de
veriam ser mais decentes e acima de tudo deveriam ter o fir
me propósito de acabar com a safadeza de forma definitiva.
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CARGOS DE PROVIMENTO EFETIVO Tabela 4
Classe A EM r.R$ 1 00
REE. 01 02 03 04 05 06
I 10.085,81 10.483,24 10.908,81 11.345,17 11.298,97 12.279,93
I 10.549,53 10.971,51 11.410,32 11.866,79 12.341,46 12.835,12
III 11.508,58 11.968,92 12.447,68 12.945,59 13.463,41 14.001,95
IV 12.467,63 12.966,33 13.484,99 14.024,39 14.585,36 15.168,78
V 13.476,68 13.963,74 14.522,29 15.101,19 15.707,31 16.335,61
Classe B EM CR$ 1 00
REF. 07 08 09 10 11 12
I 12.261,77 13.272,24 13.803,13 14.355,26 14.929,47 15.526,64
II 13.348,52 13.882,46 14.432,76 15.015,27 15.615,88 16.240,52
III 14.562,03 15.144,51 15.750,29 16.380,30 17,035,51 17.716,93
IV 15.775,53 16.406,55 17.062,81 17.745,32' 18.455,14 19.193,34
V 16.989,03 17.668,59 18.375,34 19.110,35 19.874,76 20.669,75
Classe c EM CRS 1 00
REF. 13 14 15 16 17 18
I 16.147,71 16.791,62 17.465,36 18.163,98 18.890,54 19.646,16
II 16.890,14 17.565,75 10.260,38 18.999,11 19.759,08 20.549,44
III 18.425,61 19.162,63 19.929,14 20.726,30 21.555,36 22.417,57
IV 19.961,08 20.759,52 21.589,90 22.453,50 23.351,64 24.285,70
V 21.496,54 22.356,40 23.250,66 24.180,69 25.147,91 26.153,83
ATOS DO PODER EXECUTIVO NO 011/93 GABIENTE DO PREFEITO
RESOLVE: 1993. (Port. no 384/93 de 12/11/93).
NOMEAR
Pedro Barbosa, para exercer na Secreta
ria de Administração, o Cargo em Comissão
de Diretor do Departamento, Símbolo DAS-3,
com validade a contar de 10 de Outubro de
1993. (Port. no 380/93 de 05/11/93).
Robinson Echeverria Pinheiro, Assisten
te de Administraçao, para exercer a Função
Gratificada de Secretário da Escola Munici
pal de 1 Grau Jarbas Passarinho, símbolo
DAI-3, a partir de 10 de Outubro de 1993 -
(Port. no 382/93 de 12/11/93).
Oscar Leite Ribeiro, para o Cargo Efeti
vo de Agente Administrativo do Quadro Per
manente a partir de 12 de_Novembro de 1993,
em decorrência de aprovaçao no Concurso P~
blico de Provas e Títulos realizado em 27
de Junho de 1.993. (POrt. no 383/93 de
12/11/93).
Marta Gonçalves, Professora, para exer
cer a Funçao Gratificada de Secretária das
Escolas: Barra do Itá, João Cerápio Nunes,
santo Antonio do Piripucú, Bento Gonçalves,
Irmã Hildegarde, João Pessoa Braga, Santo
Antonio, Princesa Izabel, Mário Mendes Gon
calves, Panorama, João Manoel Rodrigues ,
~ímbolo DAI-3 a partir de 10 de Outubro de
Lucinete Leite Lino, Assistente de Ad
ministraçao, para exercer a Função Grati
ficada de Secretária das Escolas: Profes
sora Enoly Loureiro Assis, são Patrício e
Clóvis Marcelino de Oliveira, Símbolo DAS
3, A partir de 10 de Outubro de 1.993. -
(Port. no 385/93 de 12/11/93).
Ana Lúcia Pistori Lino, Assistente de
Administraçao, para exercer a Função Gra
tificada de Secretária da Escola Munici -
pal de 10 Grau e Pré Escolar Nossa Senho
ra do Perpétuo Socorro, Símbolo DAI-3, a
partir de 10 de Outubro de 1.993. (Port.
no 3 8 6 / 9 3 de 1 2 / 11 / 9 3) .
Diomedes Rodrigues, Professor, para e
xercer a Funçao Gratificada de Secretário
das Escolas: são Clemente, Erasmo Medei -
ros, José Maria Palmieri, Marechal Rondon
e Marcondes Nunes de Miranda, símbolo DAI-
- 3, a partir de 10 de Outubro de 1.993.
(Port. no 387/93 de 12/11/93).
. EXONERAÇÃO Ã PEDIDO
A Funcionária, leda Maria Loureiro, do
Cargo em Comissão de Assessora, Simbolo -
DAs-2, a contar de 10 de Novembro de 1993.
(Port. no 377/93 de 04/11/93).
·rvulo Pereira Bambil, Auxiliar de Ser
·io Divro , Lotado na Secretaria de A
m! istração, referente +o período de 92/93,
a par ir de 04/11/93 à 03/12/ 3. (Port. ne
379/93 de 04/11/93).
Sim1ão Martinez, Trabalhador Brava!, Lo
do na Secretaria de Viação e Obras, refG
rente ao período de 92/93, a par ir de
08/11/93 à O7/12/93. (Port. 381/ 3 de
08/11/93).
LICENÇA PREMIO POR ASSIDUIDADE DE 6 MESES
A servidora Emiliana Coronel Paredes,Rg
lativo à 02 (dois) quinquenios Auxiliar do
Serviços Diversos, lotada na Secretaria de
Educação, Referente no período aquisitivo
de 06/09/81 à 05/09/91. (Port. no 388/93 -
de 22/11/93).
LICY.NÇJ GES'I'JNTE
ROSALVA Brites, Auxiliar de Serviços Di
vcrsoe, Lotada na Secretaria de Educação ,
a partir de 02/11/93 à 02/03/94 (Port. no
389/93 de 30/11/93) .
Maria do Carmo Silva de Oliveira, Pro -
fessora, Lotada na Secretaria de Educação,
a partir de 24/11/93 à 24/03/94. (Port, no
390/93 de 30/11/93).
Cumpra-se
Gabinete do Prefeito aos, 30 dc/11/1993
Abraão Armoa Zacarias
Prefeito Municipal
Edital de Proclamas
Janilde Rosa dos Santos, Oflciala do Cartó -
rio desta cidade de Bela Vista-MS., FAZ SABF.R
à todos quantos o presente Edital de Proclamas,
virem que apresentaram os Documentos ~xigidos
pelo Artigo 180 do Código Civil Brasileiro, In
cisos 1, Il,III e IV e pretendem se casar: Ara
cildo Carvalho Vieira e Rosely Harin, ele divor
ciado, brasileiro, funcionário PCblico F.staduaT,
residente e dociciliõdo nesta cidade, filho de
Alcldes Vieira Aranda e Eva Ramonõ Carvalho Vfai
ra. Ela brasileira, filha de David M;;.rin e San:
ta Arce Mar1n.
Se alguém souber de algum impedimento, que
se oponha na forma da Lei.
Bela Vista-MS., 30 de Novembro de 1.993
JanIlde Rosa dos Santos - Of1c1ala e Tabelfoa ,
Edital de Proclamas
Janilde Rosa dos Santos, Oficiala do Cartó
rio de Registro Civil desta cidõde de Bela Vis
ta-MS., FAZ SABER a todos quantos o presente E
dital de Proclamas virem, que apresentar= os
Documentos exigidos pelo Artigo 180 do Código -
Civil Brasileiro, Incisos I, II, Ili e IV e pre
tendem se casar: Jorge Augusto Cunha TebichraIÍe
e Elaine Queiroz Paiva, ele brasileiro, soltei
ro, comerciário, residente e domÍ.ciliado nesta
cidade filho de Geraldo Tebichrane e Florinda -
Cunha Tebichrane, el..s. brasileira, solteira, re
sidente e domiciliada nestõ cidõde, filha de Be
nedito da Silva Paiva e Lucia Mari;; Queiroz de
Paiva.
Se algé souber de algum impedimento que se
oponha na forma da Lei.
Bela Vista-MS., 30 de Novembro de 1.993
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LEI N9 962, II. 9 DE NOVEMBRO DE 1993
DI+põe obre o 1tema de Claufffcacão de Car
p,o e alárlon do Poder Execat Ivo do MonfcIpfo de
Nela VIta e d! o,trens provldGncIts
O Prefelto Mnlclpal de Bela Vista, Estado
Mato Grosso do Sal, no uso de nuas atribuições
valo, Faço Saber qoe a Câmara Municipal aprova
o sanciono a s e u l n t e Lei.
de
le
e
Ci'P('l'ULO I
DO SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO DE CARGOS
Scçiio I
Dan Dis)'ou1çÕeu PrcHminarea
Art.IQ) - 0 S1tema de Classificação de Caros
do Poder Executivo Municipal de Bela Vista e cons
t I tu!do, c111 conjunto, por um subsiutcma de classi
[ Lcnçi:o, denominado Plano de Cargos, por um subai!!_
tema de avaliação, Intitulado Plano de Avaltação -
de Cargos e por um subsistema retributivo que con
siste no Plano de Retribuição.
Parágrafo Onico - O Sistema de que trata este
artigo, será Gnico para os servidores da Adminis -
tração direta, das autarquias e das fundações p~ -
blicas instituidas pelo Poder Executivo Municipal.·
Art.2Q) - O Sistorna de Classificação de Cargos
abrangerá os cargoR isolados de provimento cm co.
missão, as funções de confiança e os cargos de
provimento efetivo, constituindo o Quadro Permane
te do Poder Executivo Municipal,
Secão II
Do Qt,ladro Permanente
Art.32) - O Quadro Pennanente do Poder Executi
vo Municipal, ficará assim constituído:
I - GRUPO l - CARGOS DE PROVIMENTO EM COMISSÃO:
a - CATEGORIA FUNCIONAL 1: DIREÇÃO E ASSESSORAMEN-
TO SUPERIORES - DAS;
b - CATEGORIA FUNCIONAL 2: CARGOS DE ASSIST~NCIA -
DIRETA E IMEDIATA - CAI;
II - GRUPO 2 - FUNÇÕES DE PROVIMENTO EM CONFIANÇA:
a - CATEGORIA FUNCIONAL 1: DIREÇÃO E ASSESSORAMEN-
TO INTERMEDIÁRIO - DAI;
III - GRUPO 3 - CARGOS DE PROVIMENTO EFETIVO:
a - CATEGORIA FUNCIONAL 1: CARGOS DE ATIVIDADES
PROFISSIONAIS DA SACDE - APS;
b - CATEGORIA FUNCIONAL 2: CARGOS DE ATIVIDADES
PROFISSIONAIS DE NIVEL SUPERIOR - PNS;
c - CATEGORIA FUNCIONAL 3: CARGOS DE ATIVIDADES
PROFISSIONAIS DE APOIO TECNICO - PAT;
d - CATEGORIA FUNCIONAL 4: CARGOS DE ATIVIDADES
PROFISSIONAIS DE NATUREZA FISCAL - PNF;
e - CATEGORIA FUNCIONAL 5: CARGOS DE ATIVIDADES -
PROFISSIONAIS DE APOIO ADMINISTRATIVO - PAA;
f - CATEGORIA FUNCIONAL 6: CARGOS DE ATIVIDADES -
PROFISSIONAIS DE NtVEL ELEMENIAR ESPECIALIZADO -
PEE;
g - CATEGORIA FUNCIONAL 7: CARGOS DE PROFISSIO -
NAIS DE N[VEL ELEMENTAR - PNE;
h - CATEGORIA FUNCIONAL 8: CARGOS DE ATIVIDADES .
DO GRUPO MAGISTÉRIO.
Art.7Q) - Os Cargos Isolados de Provimento em
Comissão constantes do Grupo I, são de livre nomea
çao e exoneração do Prefeito Municipal e destinam-
se:
I - CATEGORIA FUNCIONAL l - DIREÇÃO E ASSESSORAMEN
TO SUPERIORES - DAS: ao atendimento de atividades
típicas e características de comando, coordenaçio
e controle, ou de aconselhamento técnico e adminis
trativo, sob a forma de pesquisa, previsio, plane~
jamento e organização, inerentes ás ações da Admi
nistracão Pública Municipal;
II - CATEGORIA FUNCIONAL 2 - ASSISTENCIA DIRETA E
IMEDIATA - CAI: à execução de atribuições e tare -
fas de apoio técnico e administra~ivo aos dirigen
tes dos órgãos integrantes da estrutura do Poder E
- xecutivo Municipal, prestando-lhes assistência di
reta e imediata:
§ lQ - Os Cargos de Provimento em Comissão que
só poderão ser criados por Lei, são privativos de
pessoal de nível superior ou de experiência e capa
cidade p~blicas notórias e são classificados con ~
forme consta das tabelas l e 2 do anexo I.
Art.82) - O servidor Municipal, de entidade ou
fundação ou Órgão integrantes da Administração do
Poder Executivo Municipal, nomeado para Cargo em
Comissão, poderá optar pelo vencimento e vantagens
'do seu cargo efetivo, fazendo jus, neste caso, à
percepçio.de 20% (vinte por cento) do valor base
fixado para o Cargo em Comissão, mais as gratifica
cões complementares. -
Parágrafo Onico - O anexo I desta. Lei contém a
relação dos cargos que compõem cada categoria fon
cional, com a cortlespondente codificação, nível
de escolaridade, padrão de vencimento, classes
funcionais e respectivas referê~cias salariais.
Seção III
Da Conl::.leituação
Art.42) - Para efeitos desta Lei considera-se:
1 - CARGO PÜBLICO, o conjunto de atribuições e
responsabilidades cometidas ao funcionário admit!
do para tal fim;
II - FUNCIONÁRIO, a pessoa legalmente investida -
em cargos de Administração Direta, das Autarq~ias
e das Fundações Pblicas;
III - CARGO EM COMISSÃO, o conjunto de atribui -
çÕes, deveres, responsabilidades e àtividades co
metidas, cm caráter temporário, as pessoas nomea
das para tal fim;
IV - FUNÇÃO DE CONFIANÇA, o conjunto de deveres ,
responsabilidades e atribuições cometidas, em ca
ráter temporário, a funcionários designados para
tal fim;
V - QUADRO PERMANENTE, o conjunto de cargos de
carreira, de cargos isolados e funções do Poder E
xecativo Municipal; ' -
VI - CATEGORIA FUNCIONAL, o grupamento de cargos
da mesma natureza, segundo o nível de complexida
de de suas atribuições;
VII - GRUPO OCUPACIONAL, referencial básico
DO PLANO DE CI.A!:>51PlCAÇÃO
E DA FINALIDADE DOS CARGOS
Secão I
Das Dposf;ões Gerfs
do
grupamento de categorias funcionais numa linha -
hierárquica definida;
VIII - REFERENCIAS SALARIAIS, os indicadores refe
renciais de retribuição pecuniária, segundo os
drÕes pré-definidos;
IX - PADRÃO, o referencial da importância hierár
qui.ca dos cargos, numa linha definida de carreira;'
X - CLASSE, graduação dos éargos com faixas pro -
gressivas de referências sálariais;
XI - E~QUADRA,'fil.'ITO, o ajustamento do pessoal, i· -
dcntif lcados as sua.s atribuições básicas e nível
de qualificação, nos cargos que compõem as categg
ri:i.s funcionais do sistema classificatório;
XII- TRANSPOSIÇÃO, a forma de enquadramento
que o ocupante de determinado cargo passa para um
outro cargo, idêntico ou de ~csma natureza, no no
vo sistema classificatório;
XIII - TRANSFORMAÇÃO, a alteração da titulacão e
.tr!balcões do cargo com seu ocupante
CAPlTULO II
em
e ferentes s atr!bates releicn da a r
técnica, administrativa, eco@fca e financeira_
desenvolvidas a nível de se oramento, de as
estruturantes, de ações fnstr,mentais e d a.
execat!vas que integram os diversos sistemas da Ad
ministra ão Mntc!pal. -
Parágrafo Cnlco - Os caros que coupõem a Cate
gorta Fanc!onal de qae trata este Art!o io clas-
1ficados confore dispõe a tabela 5 do anexo I.
Sub t<,;Üo IIT
Dos Caros de AtIVIdade
Profistionats d Apolo Tcnlco
Art.52) - 0 PLnno de Clasolflcação de Cargos e
estruturado em grupos e entes em Categorias Funclo
nafs, conforme consta do Art ,3Q dei;ta Lei:
$ I2 - As Categorias funciona1s são deodobradas
em classes e estas em car,ot.
$ 22 - As categorias funciona1s l e 2 do Crupo
1 e 2 do Grupo l, na for= do que dispõe as al!
ncau "a" e "b" do Inciso I do Art. 3g desta Lei
são constituídas de cargos de provimento em com1s- Art,A2) - Os Cargos de Atividades Profissionais
sao. de Apolo Técnico - PAI, Integrantes da Categoria -
$ 39 - A categoria funcional 1 do Grupo 2, na Funcional J, do Grupo 3, são de provimento efetivo
forma expressa no Inciso II do Art,32 desta Lei, é e relaciona-se com at!vIdades técnico-proffssfo -
constituída de funções gratl ficadas para provicien- nais a n[vel de 29 grao o corsos prof1sstonaItzan
to em confiança. tes nesta graduação escolar, cc::ipr2cndidoF: no
$ 4g - As categorias funcionais de la 8, do campo da Engenharia, da mcc5nica, de eletrotécnica
Grupo 3, constante do Inciso III do Art. 3Q desta e outros para cujo desccipcnho é exigido ccrt1flc:a-
Lci, compõem o conjunto de &tividadcs profissio - do de conclusão em curqo específico, _
nais de todos os níveis, identificadas, segundo a Parágrafo Onico - Os cargos que compocci a Cate
natureza e o grau de conhecimento exigido para o goria Funcional de que trata este Artigo são elas-
respectivo desempenho. sificados conforme consta da tabela do anexo I.
Art.6Q) - Os conjuntos de cargos que compõem c~
da categoria funcional, com os respectivos níveis
de qualificação, são os constantes das tabelas que
integram o anexo I desta Lei.
Seção II
Dos Caros em Comissão
Seção Ill
Das Funções Gratificadas
Art.9Q) - ·As funções gratificadas de preenchi
mento em confiança, que constituem o GRUEO 2, na
Categoria Funcional l - Direção e Assessoramento -
Intermediario - DAI, são criados para atender os
desdobramentos estruturais das unidades operacio -
nais do Poder Executivo Municipal, envolvendo ati
vidades de estudo, orientaçio, comando, cotlrdena -
cão e controle, relativos à execução de programas,
aplicação de normas e adição de critérios estabele
cidos em atos da Administração P~blica &nicipal.-
$ 1g - As funções gratificadas são originalmen
te criadas por Lei ou resultarão de transfonnacões,
por Decreto do Executivo, de funções gratificadas
anteriormente criadas, desde que não resulte em au
mcnto de despesa.
$ 29 - As funções gratificadas na Categoria Fun
cional de Direção e Assessoramento Intermediários~
DAI, são classificados conforme consta da Tabela 3
do Anexo I.
§ 3Q - São de livre designaçio e dispensa as
indicações para as Funções GratUicadas, sendo es
tas privativas dos Servidores Titulares de Cargos
do Poder Executivo Municipal.
Seca. IV
Dtis Ca-rg'ps li'e Provitdento Efetivo
Subseção I
Dos Cartos de Atividades Prof1sis1onais de SaGde
ArE.1O) - A Categoria retona1 1, que integra
o Grupo 3 -Cargos de Atividédes Profissionais de
Sade, é consequente do processo de municipaliza -
çào dos Ser:viços de Sa~de para implantação do Ser
viço Cnico de Sade, e está constituída de cargos
de provimento efetivo com atribuicões específicas
em atividades médicas, odontológicas, de saneamen
to e de vigilância sanitária•e âtividades auXilia
res na área de salde.
Parágrafo Onico - Os cargos de Atividades Pro -
fissionais de Sa~de - APS, são classificados con -
forme consta de tabela 4 do anexo I.
Sobsb;ão II
Dos Catt4os dtl-. Âd.vidades
Pi:bfissionais de H!vel. Supel:ti.ot1
Art.Il) - Os Cargos de Atividades Profissionais
de Nível Superior - PNS, que integram a Categoria
Funcional 2 do Grupo 3, s.Õ.o de provimento efetivo
Subseção IV
Dos Cargos de Atividades
Prof1ssfona1 de Natureza Fiscal
Art.13) - Os Cargos de Atividades Profissionais
de Natureza Fiscal - PNF, integram a Categoria Fun
cional 4 do Grupo 3 e são de provimento efetivo Pi
ra desenvolvimento de atribuições relacionadas com
a Administração tributária, obras, meio ambiente e
Posturas Municipais, no que respeita à fiscaliza -
ção do cumprimento de legislação e normas específt
cas pelos contribuintes e munícipes.
Parágrafo Onico - Os cargos integrantes desta
Categoria Funcional são classificados conforme dis
põe a tabela 7 do anexo I.
Subseção V
Dos Cargos d~ Atividades
Profissionais d~ Apoio Administrativo
Art.14) - Os Cargos de Atividades Profissionais
de Apoio Administrativó - PAA, qoe integram a Cate
goria Funcional 5, do Grupo 3, são de provimento!
fetivo, aos quais são inerentes as atribuições e
encargos relacionados tom a Administração geral
com a contabilidade e execução orçamentária, auxi
liar da secretaria, datilografia, recepção, comuni
cacio, registro, controle e trâmite de Documentos:
auxiliar de escrituração contábil, de atividades -
financeiras, de controle material e patrimonial.
Parágrafo Cnico - Os cargos de que tratam esta
Cat..egoria Funcional, sio classificados conforme
dispõe a tabela 8 do anexo I.
Subseção VI
Dos Cargos de Atividades Profissionais
d~ Nível Elementar Especializado
Art.15)- Os Cargos de Atividades Profissionais
de Nível Elementar Especializado - PEE, que inte -
grama Categoria Funcional 6, do Grupo 3, são de
provimento efetivo, aos quais são inerentes as ati
vidades e encargos profissionais de nível elemen •
tar qualificado, relativamente a obras e serviço de
recuperação e conservação de máquinas, equipacen -
tos, bens e instalações e o transporte de veca
los, máquinas e equipamentos.
Parágrafo Onico - Os Cargos que compõem a Cate
g~ria Funcional de que trata este Artigo, são elas
s ificados conforme consta da tabela 9 do anexo I.
Subsecàb' VIT
Dos Cargos de Atividades Profissionais
De Nível Elementar
Art.16 - Os Cargos de Atividades Profissionais
de Nível Elementar - PNE, integrantes da Categoria
Funcional 7, do ~rupo 3, são de provimento efet -
vo, aos quais sao inerentes as atribuições auxi -
liares de manutenção, conservação e recuperação de
bens e instalações, recepção e transporte de car _
gas, limpeza em geral, vigilância, elaboração e
distribuiçao de merenda escolar, atendimento acre
ches, bem como tarefas relativas a trabalhos semi
qualificados.
Paragrafo Cnico - Os cargos de que trata este
Artigo, sao classificados, conforme consta da tabe
la 10 do anexo I.
Subseção VIII
Dos Ca.rgos de Atividades do C...rso Magistério
A:t,17) ~ Os Cargos·de Atividades do Grupo Ma -
gisterio, integrantes da Categoria Funcional 8, do
Grupo 3, são de provimento efetivo, aos .-
i er t ."· » d qua s sao
n en es as atribuiçoes relacionadas com o i
de primeiro e segund . ens no
• - . o graus, a adultos e cri=nças
a execucao de atividades técnico pedagógicas, se
coo as tarefas relativas à Ad!ri - ·>
sao e ~nspeção Escolar. - n straçao, soperv!
Paragrafo Onico - Os c·rgos a'
Artigo são classificados ;e e que tratam este
Estatuto do Ma_gistério e gu
nd
º os postulados do
tinentes. - normas complementares per
CAPITULO III
DO PLANO DE REl'JUBUIÇÃO
Seco·I
Dos Venc1.mentos
CONTINu!! Ni! l'ÃGINA
» •
9
l
o
IN.«AI. TRIESMVA DA FRONL.IRA
llIÃfll') !<LCIO',AL
Prefeitura Municipal de
Art,IB) - A estrotor geral de retrfbalção sala
rtal do penol do Poder Eecot!vo Manfcfpal € a,
fInfda neste Capftalo, constituindo-se no PLANO DE
lU llIIIU[ÇiO, nbrangundo o Cargos de Provimento em
Comissão, as Funções Gratificadas e o Cargos de
Provlmcnto Efetivo.
Art,I9) - 0s vencimentos e vantagens dos Cargos
de Provl.mcnto em Com!no, so os constantes das
Tabelas ln 2 do anexo II dcAta Lei.
Art,20) - 0s valore dan Funções Gratificadas ,
preenchidas em caráter de confiança, ão os fixa -
dor; na tabela 3 do ancxo II denta l.ci.
Pnrá1,1rnfo On!co - O valor da função gratificada
é vantagem acesnórfa que se acresce ao vencimento -
do aervidor dcHinnndo para exercer qualquer dna
funções que compõe a Categoria Funcional l, do Gr
po 2 - Direção e Assessoramento Intermediárfo-DAI,
Art,21) - Os vencimentos dos Cargos de Provimcn
to E(etivo, que compõe o Grupo J deste sistema -
siio os fixados na Tabela 4 do anexo II desta Lei.
§ Jg - Não se incluem na tabela de que trata es
te Artigo os vencimentos dos cargos do Grupo Magia
tério que tem tabela própria consubstanciada nÕ
Estatuto do Hagistdrio.
§ 2~ - O servidor admitido cm caráter temporã -
rio, na forma regulamentar, perceberá o vencimento
fixado para a referência inicial da classe, também
inicial, do cargo para o qual foi contratado,
1
1
-à
do sfstem de carreira, serio compatad:
da.lente en dlas, confderzndo-se Lterr
no pegafntes casos;
I - licença com perda de verclento;
11 - nu&pcna:o d1scipllnat;
III - vfag para o exterior, sem ôna. para a re -
partição cuniclpal;
IV - disponfbfltdade para outros órgãos sem
para or1em;
- nos demais afastamentos em qoe o tempo de ser
viço seja considerado un1carente para aposentado -
CAPlTULO IV
DO ENQUADRAMENTO DO PESSOAL
Art.22) - Os Servidores P~blicos Municipais
constituem clientela destinarária ao presente sis
tema classificatório e serão enquadrados, prelimi- •
narmente, por transposição, nos cargos de mesma na
tureza, padrões e referências salariais, segundo -
dispõe os anexos I e II desta Lei.
$ 1g - SÓ poderão concorrer ao enquadramento
por transformação, cm sendo do interesse da Admi -
nistração Municipal, o funcionário efetivo no car
go atualmente oeupado e, que tendo a necessária qu~
lificação, esteja desenvolvendo tarefas típicas -
do cargo pretendido.
§ 2Q - Quando o salário atual do funcionário -
for maior que o valor atribuido à referência sala
rial em que deva ser enquadrado, a diferença ser~
lhe-à como vantagem pessoal a ser absorvida grada
tivamente, na proporção dos futuros reajustes sal!
riais.
§ )Q - Aos servidores não estáveis, e admitidos
cm caráter provisório aplicar-se-á a referência S.'.!.
larial e classe iniciais dos cargos cm que forem
contratados.
$ 4g - Todo ingresso de novos funcionários por
decorrência de concorso pblico de provas ou pro -
vas e títulos, se fará sempre, na referência sala
rial e classe iniciais dos respectivos cargos.
Art.2)) - A Administração Municipal, conjugado
o seu interesse com as disponibilidades financei -
ras do órgão, procederá posteriormente, a reclass
ficação dos funcionários efetivos, devendo conside
rar, para tanto: .
I - o desempenho do f,ncionario;
II - o seu tempo de serviço público e;
111 - a sua qualificação escolar.
CAPlTULO VI
00 SISTEMA DE CARR.EIRA
Art.24) - O Sistema de· Carreira do Funcionalis
mo Municipal se dará por avanços horizontais e ver
ticais, sob a forma de Progressao, Promoçao e As -
censao Funcionais.
Seção I
Da Progressão FuncionaW
Art.25) -· A Progressão Funcional consiste na
passagem de ama referência salarial em que se en -
contra
O
funcionário, para outra imediatamente su
perior, dentro da respectiva classe, conforme con~
ta do Estatuto dos Servidores Municipais.
Parágrafo Onico - Para os efeito deste benefí
cio observar-se-á um interstício mínimo de 2 (do-
is) anos.
Seção IV
Dos Procedimentos Complementares
0
Art.28) - Fica o Poder Executivo Municipal auto
rIzado a baixar normas regulamentando o sistema de
carreira, devendo considerar no ato formal;
I - a metodologia e crit&ric de avnliação de desem
penho para apuração do i::erccimento; -
II - o critério de desempate nos caoos em que haja
disputa de vaga;
III - outros vroccdimcntos que sejam necessários à
implementacão do Sistema de Carreira,
Art.29) - Serão benc ficbdos, respcc tivamente
com a Progressão e Promoção Funcionais, quando de
direito, os funcionários que vierem a se aposentar
ou vierem a fnlaecer sem que tenham sido contempl!
dos, no prazo regulamentar, com esses benefícios.
Secão II
Da Ascensão Funcional
Art.26) _ A Ascensão Funcional consiste na ele
vação do funcionário à classe imediatamente s~pe -
rior àquela em que se encontra, dentro do mesmo -
cargo. f -
§ lQ _ Para os efeitos deste Artigo, are eren-
cia salarial será a inicial aa. classe para_a qual
0
funcionário for contemplado com a_promoçao.
§ 2º _ Será de 2 (dois) anos na ultima referen
eia da classe superior anterior o interstício mínt
f
ncionário concorrer a Ascensao Funcio-
mo para o u - d d
1 bedecido
O critério de avaliaçao e esempe-
,á,,''{atracai rotsstoa1, canfore se d1se
nba em regulamento, observadas as disposiçoes con
tidas no Estatuto dos Servidores M..n!cipais.
$ 39 - O processaento da Ascensao Funcional,
está condicionado à existencia de vagas nas respe
tivas classes, observados os seguintes parametros:
1
_ na classe "A", 50I (cinquenta por cento) do e-
fetivo definido para o car.go; do efe
II _ na classe "B", 30% (trinta por cento)
tivo def:lnido para o cargo;
III - na classa "c", 207 (vinte por cento) do efe-
tivo definido para O cargo.
secão III
Da Interrupção de I.aterst!cio
Art.27)
Os interstícios definidos nos avanços
CAPlTIJLO VI
DA ADMINISTRAÇÃO DO PLANO
Art,)O) - Para cumprimento deste instrumento, o
órgão incumbido da Administracão de recursos huma
nos observará as regras de ~valiação de cargos e o
catálogo de ocupações que compõem os apêndices l e
II desta Lei.
Art.Jl) - O enquadramento do pessoal se dará em
Bela Vista Mato Grosso do
Abraão Armoa Zacarias
Be-la Vista
e tr!ra ervnt, ao d!s
d te !e!, !nls!v q. to
r o G.adro " tinente dos Ó±
:il.cl;, 1.
rt.32) - 0prov! to dos Cargos Isolados
Provimento em Cofio e as dvs!nades para
Fanções de Confiança, são da cooetênef do refef
to Manfcipal e observará as disponiçôes contidas -
em Instttotos e !astromento editados pelo Mnl{-
pIo q.e versar sobre a istérfa,
Art.33) - 0s Servidors de repart!çe Mun!ef -
paí, quando desf,nados para Caroa e Cor.dsáo
em sendo mais vantajoso, poderio opt·r pelos vencI
mentos de seus cargos sendo-lhes asegorado, t s
caso, como vantagem ace órfa, 20, (vinte por cen
to) do venc bento base do Cargo ea Comissão, ma!s
as gratificações complementares.
Art.34) - Os reajustes salarfas concedidos, n
fora regulamentar, fnc!d!rão sobre s tabelas qa
constam do nexo II desta Le1,
CAPlTULO VII
DAS DISPOSIÇÕES YINAIS
Art,)5} - O presente Plano de Classificação
Avaltação de Cargos e Salários é um instruriento
compleu:entar e 6ubsidiriío do Estatuto dos Funcion..:_
rios Públicos Municipais.
Art.36) - Os proventos dos funcionários aposen
tados e as pensões pagas pelos cofres das reparti
ções municipal serão revistos segundo a estrutura
deste Plano, a partir de sua vigência.
Art.37) - As despesas consequentes da aplicaci~
deste Plano correrão à conta de Dotações próprias,
podendo o Poder Executivo suplementá-las, se neces
sário.
Art.38) - Esta Lei entrará em vigor na data de
sua publicação, revogadas as disposições em contr~
rio, produzindo seus efeito9 a lQ de outubro/199).
Sul, 29 de Novecbro de 1.993
- Prefeito Municipal
e
PLANO DE CLASSIFICAÇÃO DE CARGOS
GRUPO 1 - CARGOS ISOLADOS DE PROVIMENTO EM COMISSÃO
CAilXXlRJA FUNCIONAL 1- DIREÇÃO E ASSESSORANENro SUPERIORES - DAS Tabela I
CÕDIGO S!HBOLO CARGOS EM (l)!i!SSÃO OUAl>TIDADE OUALIF1CAÇÃO
1.1.01 DAS - l Chefe de C.,blnete do Prefeito 01
1.1.02 DAS - l Secretário nunic lp.11 06 Superior Cotcplcto ou Capacl
1.1.0J DAS - l Assessor Jur{d1co 01 dade PÚbl1ca notória -
1.1.04 DAS - l Assessor de Planeja.cento 01
l.l.05 DAS - 2 Assessor 07
l.l.06 DAS - l Diretor de Departaento 12
IIJTAL 7a
CÔDIGO StHBOLO CARGOS EM COMISSÃO QUANTIDADE' QUALIFICAÇÃO
l.2.01 CAI - 1 Assistente OJ 22 Crau copleto ou Capa!-
l.2.02 CAI - l Sccrctá:rla l 02 d1Jde PÚblica Notória
1.2.0J CAI - 2 Secretária II 08
TOTAL ll
CATilX>RlA FUNClOMAL 2 - CAROS DE ASSisrt!ICIA DIREIA E DIEDIAIA - CAI Tabela 2
CRIJl'O 2 - FUNCOES DE PROVDIENID EH CD?fFIANÇA
CATECORIA ruNClOMAL 1 - DIREMO E ASSESSORAMEHTO INTERMEDIÁRIOS- DAI - Tabela J
CÕD!CO SIMBOLO CARDOS !:'I WIISSÃO QUANTIDADE QUALIFICAÇÃO
2.l.01 DAI - 1 Chefe de Divisão 15
2.1.02 DAI - 2 Chefe de Setor JO 29 Grau CÓ::plcto ou Capa!-
2.1.0J !'AI - 3 Enc:nrregndo do Altt0xnri fado Cernl 01 dode PÚblica t:un1dp.,l
2.1.04 DAI - L Encarregado de Serviço 15
TOTAL 6T
CRIJFO 3 - CAROS DE PROVIME!l1D EFETIVO
CATECORIA FUNCIOMAL 1 - CARCOS DE ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA SACDE - APS
CÕDICO CARGOS QUALIFICAÇÃO PADRÃO
Kt.r.
Ql:A.'<TIDAOE rtrrAI T
APS- J.l.01 Enfercclro N{vel Superior Co::,pleto V l 18 1
APS- 3.1.02 Médico 4 h Nlvel Superior Cc.:lpleto V l 1B 4
APS- 2.1.03 Médico Veterinário 4 h N{vel Supcr1or c/ CUrso Es;;u:!.fim V l 1B l
APS- 3. 1.04 Odontólogo 4h 12 Grau Completo V l 18 4
APS- J. l.Q.5 Snnltarist.a 22 Crou Co::pleto V l 1B .1
APS- J.l.06 Agente de Saúde III l 18 5
APS- J.l.07 FLscal de Vigilância Sanitário 19 Grau Completo IV 1 18 5
APS- J.l.OS Auxiliar de Engerage III 1 1B 5
CÕDlCO CARCOS OUALIFlCACÃO PADRÃO' Y;trG r"a QUAXTIDAOE
PS - 3. 2.01 Adrdnistrador V l 1B 11
PNS - J.2.02 Advogado V l 1B 1
PNS - J.2.03 Ass{strr'ltE Social V l 18 2
PNS - J.2.04 Contador Curso Superior Cotlplcto V l 1B l
PS - 3.2.05 Econo:alst.a V 1 1.8 1
PS - J.2.06 Engenheiro V l 1B 2
PNS - J.2.07 'Psicólogo V l 1.8 l
TOTAL 6o
CATEGORIA FUNCIONAL. 2 - CARGOS DR AIIVUlADES PROFISSlOPIAlS DR lltVEL SUPERIOR - PNS - Tabela .5
CAilXXlRIA FUNClOJIAL 3- CAROS DE ArIVIDADES Pl«>FlSSlO!I.US DR APOIO TÉCNICO - PAT
CÔDlCO CARCOS QUALIFICACIO PADRÃO % . '
1 QUA."TIDADE . ,.
ll
PAT - 3.3.01 Auxtl lar Iécnico 22 Grau IV l 18 l
PAT - 3.3.02 Desenhlst..1. Projestlst.'.l 22 Grau Profissionalizante ou
PAT - J.J.OJ Elettotécnlc:o Cap. Pub. NotÕria IV l -· 1.8 1
PAI - J.J.OJ Laboratorista 22 Grau Prof!sstonalizante IV l 18 l
PAT - 3.3.04 Mecânico especializado IV l 18 2
PAT - 3.3.05 TopÕgrafo IV l 18. 2
PAI - J.J.06 IV l 1.8 2
3-
CAIECDRIA FUNCIONAL 4 - CARCOS DE AnVIDAD!!S l'ROFISSlO!U.15 DE llllllRKZA FISCAL. - PNP - Ta be la 7
CÕOICO CARGOS QUA!.!TICACÃO PADRÃO
"
±}ar 1 QUA:mDAD?: J
PF - 3.4.01 Agente F1sc.nl de Obras e Posturas 22 Cru Ccpleto IV l 18
1
5
1
PIIF - J.4.02 Agc.ntc Fiscal de Tributos 2? Cru Ccapelo IV 1 18 s
Iõ
CAIECDRIA FIINCIO!W. 5 - CAROS DE ATIVIDADES PROFISSIONAIS DE Al'OlD AININISTRATIVO - PA
CÕDlCO CARGOS QUALIFICACÃO PADRÃO /R5E,$4]3115,,, Qtl.A.ffl!lADE
PPA- 3.5.01 Assistente de AdrIntstração 22 G'T'J.u ec::-picto IV l 18 2.5
PAA- 3.5.02 Técnico de Contabilidade 2Grau Profissionalizante IV l 1.8 10
PAA - J.5.03 AC. Acklinistt.'.lt.lv.:>
%%..
UI l 18 19
PAA - 3.5.04 Rcccpcionl&t.l n l 18 05
PA- 3.5.05 Tclcfonlstn ! Sêrle d8 1? Grau II 1 18 OJ
PM - 3.5.06 Cont {nuo 3 5Crie d3 12 Grau I 1 18. 03
s5-
Tabela 0a
J0AI, "T+HUNA DA FRONTEIPA DIÁRIO EGIONAL .. -- . __._ _
IRA DE BELA VISTA '1
Edital para Conhecimento de l erc_eiras
O Doutor José Ed,ardo eder Menehelll, Jfz de pIreIto da Comarca de
ela VIta, Estado de Nato Cror;:.;o do Sul, na (orra d1 Jct, etc ...
FAZ. SABER aos que o presente d[tal virem o, dele conhecimento t!ve
rem, expedido no autos n2 130/92, de Interdição proposta por Eduardo Ri
cardi contra Te6f lo Ricardi, que se proccnrrntn perante este Jazo e Cartó
rio .Judicial, que atendendo as provas constantes dos aatos, por sentença
prof'erid:i pelo MM, Juiz de Direito em 21l de netl'mbro ,lc 199), em seguida
Lrnn!,crit:i, declarou n intcrdic;iio de 'cóf.!lo Rlcardl, brnllilelro, soltei
ro, nnncido uoK 05.01,50, filho de Deloanto RfcardI e Cândida Martines ,
rer, t,lcnl<' nesta c Idade, por ser Julgado incapaz de reger a sua pessoa e
ele ndmlnlutrar Hcun hcns, pelo que scriio nuloH, de nenhum efeito todos os
contratos ou negócios realizados com o referido Interdito, nem • asáistên
cl11 ele: !ll!u curador e prévia autorização deste Juízo, "Sentença" - Vistos-;
etc, Eduardo Hicardl. qunllficodo nos autos, aforou o presente pedido de
lntorcltção conlrn TcÓ[llo Hlcordi ao argumento de que o lntcrditando.pos
nui d1nturbion mcntnln e que sempre morou e conviveu com o requerente. R~
quer interdição do réu, Anexa documentos. Citou-se o interditando sendo o
mesmo inqulrldo, Realizou-se n pericia, que concluiu não ter o interditan
do condiç~es lntclcctunis de gerir bens ou sustentar-se por melas pró=
pros, As partca tiveram viata dos termos da pcrÍéia. Instrui-se o feito
colhendo-se o depoimento do requerente e de duas testemunhas. Em alega
ç~cs o requerente pede a procedência e o M,P. opina favoravelmente, ~ ~
relatório, Trata-se de pedido de interdição formulado por Eduardo Rlcar
di. A per,ícin realizada confinna que o lnterdltando deve ser posto· sob c-:
ratela. No mesmo sentido as demais provas trazidas aos autos. Cm face a~
exposto, pelo que mais que dos autos consta, considerando o parecer favo
rável do M,P. julgo procedente o pedido para o fim de decretar a interdi
cão de Teófilo Ricnrdi. Considerando que não há nos autos nada que desabo
nc o r~querente, nomeio-o Curador do interditando, cabendo-lhe dirigir i
educaçao, defender o interditando, prestar-lhe alimentos conforme seus ha
veres e condições, observando as proibições da lei, não podendo praticar
qualquer ato envolvendo alienação de eventuais bens do interdito,· nem in-•
serir nos bens que eventualmente pertençam ou venham a pertencer ao inter
dito qualquer tipo de gravarne, salvo prévia autorização judicial, ofician
do-se oportunamente ao R. I. a respeito. Proceda-se à especialização em hi
pateca legal. Caso tal não seja feita no prazo previsto em lei, dê-se vii
tg ao M.P. para os fins do par~grpfo .'.;nico do art .1188, do CPC. Enquanto
nao for julgada n especiolizacao incumbirâ ao M.P. reger a pessoa do inca
paz e administrar-lhe bens que possua ou venha a possuir. Preste-se com:
prornisso no prazo legal. Às providências do art.1184 do CPC. Oportunamen
te arquive-se estes autos. Sem custas. Bela Vista MS, 28.09.93 (a) José
Eduardo Neder Meneghelli - Juiz de Direito. Para que a referida Sentença
produza seus devidos efeitos legais, e chegue ao conhecimento dos interes
sados e ninguém possa alegar Ignorância, mandou o}~!. Juiz expedir o pre
sente Edital que será afixado na sede deste Juízo, no lugar de costume e,
publicado no Diârio da Justiça e imprensa local, na forma da lei. Dado e
passado nesta cidade e Comarca de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do
Sul, aos dezoito dias do mês de outubro de mil novecentos e noventa e
três. Eu, Edgard Ibanhes,_Escrivão Substituto, o datilografei. (a) Pedro
Vergilio da Silva, Escrivao J,,-licial por determinação do MM. Juiz.
Ipanema Modas
* Confecções e Bijouterias
Adulto e Infantil, diretamente do Rio de
Janeiro, com os últimos lançamentos!
*Rua Conde de Porto Alegre,368
*Fone (067) 439-1846
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de Ouro de Bonito, iá está
Parec,end Novela
O ar fmpo de oaro de
Bonito Já está parecendo
ama novela, poi, a cada
Instante are uns capít.
lo cw.oc1onantc.
A estória J(, vc::i
arrastando por 0on
tempo, mas como o precig
so metal só 1•ra cntontra
do cm pcq-.aia., quantida ::
dcs, os nvent~rciros de
sanimavam e chftg•ram a
abandonar seus eqolpamet
tos.
Garimpeiro é o pcs4u_!.
sador autêntico, que com
su,. garra, "faro" e de
tenninaç~o, acaba 'encon-
'trando "o que não per
deo."
Foi exatamente o que
aconteceu neste ~unicí
pio. O filão de "bambur
rar" está nos morros
existentes nas fazendas
Sofia e Estrela. ·o que
encontram nas gratas que
estão sendo exploradas ,
não passam de fagulhas
de "ouro escorridos".
DI SPUfA ACIRRAD
* Os melhores preços da cidade!
* Faca-nos uma visita e comprove!
* A moda jovem!
Bela Vista - MS
"O sol nasceu para to
dos", diz um velho dita::
do. Porém, a sombra fi
cou somente para alguns
privilcgiados. Prova dis
so é o garimpo de oar
de Bonito. O Sr.Lidio Lu
bas, proprietário dar~::
zenda Estrela, onde aja
zida se estende pela ca
tiada de cascalho abaixo
da terra, apesar de ser
constantemente i~comoda
do pelos garimpeiros,nun
ca viu a cor do dlnhei
ro. Quando sua proprieda
de não é invadida ilegal
mente é "apo~sada .!.ndcvi
damente" por pessoas que
se dizem "autorizadas" -
pelo Governo para "pes
guisar mineral" naqocla
area.
Muitos quilos do "ama
relinho" já foram extrai
dos e, além da agressao
ao r·fo a bfent,
de[a par promover o de
envolvi nto de Bon!to.
Da nane!ra qoe as co!
sas vem acontecendo, evI
d@ncta que ama força s0
bria está por trás disso
tudo.
PEHSEGO! ÇÀO 1 iPIJCÁ VCL
Mais de dozentos ho
mens já estiveram revi
rundo o ch:io n.ls referi:
das fazendas para garan-
tir o sustento da famf
lia, considerando que
trabalho razoavelmente -
bem remunerado se torna
cada vez oais escasso e
o gari□po é ona forra ár
dua de ganhar o pão de
cada dia.
Para quem não sabe, o
ouro está cm "ma camada
de cascalho abaixo da
terra e a altura aumenta
a medida em que a frente
de serviço vai em dire
ção ao morro. Como no lo·
cal também não tem &gua:
esse cascalho é carrega
do nas costas por vários
qui!Õrnctros, para ser~
vado cm um rio Ou e□
qualquer lugar que tenha
água,
Os garimpeiros sempre
foram perscguiéos impla
cavelmente e muitos de
lcs reclamaram que nunca
tiveram notícia do ouro
apreendido no local e se
foi utilizado para algu
ma "finalidade social..'.'
MAIS PRISES
Depois do prende, sol
ta e espanca, semana re
trasada os soldados da
Polícia Florestal, Ivan,
Irineo, Gilberto e Viei
ra, sob o comando dos ca
bos Galeano e Calvito(de
Bonito e Jardim), fize
ram uma nova devassa nos
garimpos das fazendas So
fia e Estrela, onde pre:i!
deram os seguintes gari~
peiro: 'anoel Batist. 1 -
d s Santo, F!leeno Co
es, o "FIG", Ia[as P
tira de Andréa, Anton!o
de Fritas, !'Iael Men-
des Ferreira, Valdemar -
Alves de Ale!da, Manoel
Valentino de Souza,Pedro
Alves da Silva, Francis
co JOs da SIlva, José
Anchfeta Cir!os da SIlva
Adem!lson dos Santos e
Valdlr J.c..ltc Fir,,o. To
dos forma encarInhados à
Delegacia de Polfcta de
Bonito e indiciados e~
inq .. érito por "explorar
minério se aatorfzação''
Na oportunid:ide, tam
bém apreenderam uma car
tucheira "32", três ba
tilas, duas cuias, cinco
picDretas e quatro pás.
Rccordü-6C que hÍ. pou
cos dias, no mesmo 1o
cal, todo o equipamento
de "g,1rimpo mecanizado",
conposto de motores die
sel e bombas. foi apree~
dido.
CPI NO GARIPO
J está sendo neces
s.Írir,. uma CP! no garimpo
de ouro de Donito, nem
que seja realizada por
urna comissão de vereado
res, Dcompanbados de
perto pelas autoridades
do meio ambiente e judi
ciária, porque apeso~
das prisões e aprecn -
sões, o garimpo nunca
deixou de funcionar e es
tá prevalecendo a "lei
do mais esperto".
Enquanto não se torna
uma medida drástica e de
finitiva, Bonito conti::
nuari sendo despojado de
uma imensurável riqueza,
que poderia ser reverti
da em obras assisten -
ciais e Indústrias que
gerariam empregos.
(FIRMINO DE BARROS)
<;:,ração a querida mãe N. S. Aparecida
Querida Mãe Nossa Senhora Aparecida voz que nos ama e
nos guia todcs os dias, vós que sois a mais bela de todas as
mães e que eu amo com todo o meu coração eu vos peco mais uma
vez que me ajude alcançar esta graça por mais difícil que
ela seja, sei que vos rr,e aJudaras e me acompanhará sempre
até a hora de minha morte amém.
Rezar: 1 Ave Maria, 1 Pai Nosso 3 dias seguidos.
Publicar assim que receber a graça. Por muitas graças al
cancadas. L.'
lU
•,.
Concluídos os primeiras 56 k111 da
Rodovia Sidrolândia/Maracaiu
O Dersul (Departa
mento Estadual de E
tradas de Rodagem) já
concluiu 56 quilõmc
tros da rodovia que
liga Sidrolãndia a
Maracaju(Ms-162), A
prcvio5o é do que o5
86 quilõmetroo denta
rodovia estejam pavi
montados até o sequn
do semestre do próxI
mo ano. A empreitei
ra que venceu a con
corrência para cxecu
tara obra vem man
tendo cerca de 190
operários nas várias
frentes de trabalho
distribuidas ao lon
go da estrada.
A pavimentação da
MS-162 é considerada
pelos produtores da
região como relevan
te para o desenvolvi
mento da agricultura.
Os dois Municípios a
serem beneficiados
por esta obra estão
entre os cinco maio
res produtores de mi
lho do Estado.Na pro
ducão de soja, sidro
lãndia está entre os
10 primeiros, enquan
to Maracaju desponta
como um dos cinco
maiores produtores -
desta oleaginosa. As
culturas de inverno
preferidas dos produ
tores desses dois Mu
nicípios são o trl
go, o milho safrinha
e a aveia.
"Com a pavimenta
ção dessa rodovia Ma
racaju vai se trans
formar num eixo rodo
viário importantíssl
mo", afirma Antonio
Aparecido Volpe, ge
rente da Unidade da
Cooagri(Cooperativa
Agropecuria e Indus
trial) em Maracaju.
Ele acredita que a
MS-162 passará are-
ccber um fluxo qran
de de caminhões trans
portando grãos e Ln
sumos quando estiver
asfaltado.
Na avaliação do
gerente da Cooagri -
em Maracaju, essa
obra rodoviária nerá
importante para a
economia da região e
principalmente para
evitar que os agri
cultores tenham pre
juízos. "Com o asfal
tamente dessa rodo=
via os produtores
não vão mais ficar
com a produção reti
da por causa das chu
vas", comenta Volpe.
Segundo ele, a previ
são é de que a unida
de da Cooagri em Ma=
racaju receba na pró
xima safra de verão-
60 mil toneladas de
soja e 30 mil tonela
das de milho. -
"O escoamento da
safra será facilita
do e haverá redução
nos custos do frete
com o asfaltamento
dessa rodovia", assi
nala o produtor Gené
sio Nazzochin, que
deixou Paraná em
.1984 para se dedicar
à produção de soja ,
milho e arroz em· sua
propriedade, em Mara
caju. Nazzochin lem
bra que em épocas de
chuva, os produtores
enfrentam sérias di
ficuldades para trans
portar a safra.
Com a pavimentação
de rodovias, o Gover
no Pedro Pedrossian
cria condições tar
bém para que o inte
rior do Estado rece
ba indústrias,trazen
do novas perspecti -
vas económicas para
os Municípios. Em Si
drolãndia, esse pro-
censo já está em an
damento. A Agroelia
nc inaugurou ncn o
semestre frigorífico
d• franyon, onde cn
tão sendo produzidos
corte especiais de
tinadoG ao morcadÕ
externo.
An ações moderni
zadoras do Governo
Pedro Pedrossian na
quela porção de ter=
ras do Estado não se
resumem a pavimenta
ão da MS-162. Atra
vés do Programa de
Desenvolvimento do
Sudoeste, inserido
no "Fronteiras do Fu
turo", estão sendo
restauradas e pavi
mentadas 480 quilõme
tros de estradas e
implantados 310 qui
lómetros de linhas de
transmissão de ener
gia elétrica.
O Município de Ma
racaju faz parte da
área de influência -
dessas obras, e tam
bém do porto rodo=
fluvial que o Governo
do Estado vai cons
truir em Porto MurtT
nho. Antonio Apareci
do Volpe comenta que,
mesmo sem se conhe
cer os detalhes téc
nicos do projeto por
tuário, é possível
prever os benefícios
que virão com a sua
execução. "Haverá uma
redução considerável
no custo do frete,
pois a hidrovia é o
meio de transporte -
mais barato", comen
ta ele, acrescentan
do que no retorno as
barcaças poderão tra
zer insumos agrico -
las de outros Esta
dos, como o Rio Gran
de do Sul. -
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LITERATURA-- MATES - CIMA -- TELEVISO- MSICA - Pbl!cada tm,ltaneamente_noz_."omh" -
MÁRIO PONTES: LIVRO QUE TEM
SEMELHANÇA COM O CRIME NA PARAIBA
(Par: Patrlcia Lopes)
Um caso do vingança pa
triarcal, como o do Governa
dor da Paraba, Ronaldo Cu
nha Lima, contra o ex-Gover
nador Tarcisio Durity(guar
dando as devidas semelhan
€as). FoI o ponto de parti
da escolhido pelo nordesti
no Maria POntcs para sou
próximo livro. O escritor
cearense conviveu com histó
rias de violência a bala
desde a infância, o é a par
tir de um fato real, pareci
do com este, que inicia sua
obra.
Mário começou a traba
lhar neste livro no final
de 91 quando passou um mês
de repouso em casa depois
de sair do hospital, vitima
de infarto. Jornalista há
45 anos, 24 deles passados
no Caderno idéias do Jornal
do Brasil - importante jor
nal carioca-, o autor acos
tumou-se a escrever sobre
fatos do cotidiano literá
rio. Dai seus livros traze
rem sempre um acontecimento
verdadeiro entrelaçado aos
de ficção.
Dois anos depois, Mário
Pontes retira da gaveta. a
papelada e volta escrever o
livro. Segundo ele,são três
longas histórias: a primei
ra passada nos anos 20, a
segunda nos anos 60 e a ter
ceira nos anos 80. E um per
sonagem principal que vive
nestas três épocas(a princi
O DE LUCIDNO TRIGO
pio jovem, depois com cerca
de 50 anos e mais tarde aos
80 anos), unificando-as em
um só conto.
A história tem início
quando esse personagem, ho
mem simples que trabalhava
beneficiando algodão, se en
volve em uma briga de vin
gança(o fato real em que se
baseou o autor). Dessas que
acontecem aos milhares pelo
interior do nordeste entre
os manda-chuvas das peque
nas cidades. Na segunda fa
se o personagem se arrepen
de e quer virar santo, mos
trando o alto grau de misti
cidade que também se mantém
por toda parte. nesta re
gião. Na última fase da vi
da deste homem,o guarda pa
ra ele um fim trágico, qua
se como um conto policial.
Mário mostra que, mesmo sem
crescer, a cidade é atingi
da por outro tipo de violên
eia: a droga e a queima de
arquivo, por exemplo.
O escritor explica que
"a violência sempre exis
tiu, mas as mudanças na so
ciedade fizeram com que an
tes atuássemos como agentes
a ti vos em relação a ela, e
hoje, nos tornássemos agen
tes passivos. Ou seja avio
lência vem até você. Ela te
surpreende" . (Mas parece
que o Governador da Paraíba
continua agindo como se o
tempo não tivesse passado ,
Por:Antonio Puga
Aos 29 anos, o
Jornalista Luciano
Trigo está lançando
seu segundo livro e
o primeiro de roman
ce. VAMPIRO (Editora
Iluminuras) não é co
mo o título supõe
urna história de ter
ror, muito menos uma
auto-biografia, É o
retrato bem humorado
de um jornalista que
após fazer uma noite
de amor com a mulher
de seus sonhos come
ça a sentir estra
nhos sintomas devam
pirizacão.
Nesta narrativa ,
Luciano Trigo deixa
a marca de sua gera
cão, de pessoas que
atingem a casa dos
30 anos e quer mos
trar o talento e qua
lidade profissional.
Na verdade o livro é
a vivência de um pro
fissional de um gran
de jornal que obser
va o dia-a-dia de to
dos onde de alguma
forma as-pessoas são
vampiras de si mes
mas.
"Tudo na vida dos
seres humanos é urna
troca, um processo -
de vampirização rnes
mo", diz o autor."Se
ja nas relações amo
rosas, ou no traba
lho sugamos alguma
coisa de alguém".Mas
este .trabalho de Tri
go não é somente a
veia do escritor. Pa
ra ele, sua geração
precisava deixar mar
cada a presença na
vida cultural do Pa
is.
Consciente das di
ficuldades por que
passa o Brasil, prin
cipalrnente no campo
editorial, Luciano
Trigo acredita que
mesmo com toda a cri
se financeira e in
flacão é preciso que
se escreva, onde no
vos nomes ganhem pro
jecão no mercado. E
e lava sua honra com
gue).
-- A obra já está sendo lida
por um editor, no entanto, só
estará pronta para o próximo
ano. Mário faz mistério quan
to a editora que publicará Õ
livro e, ainda, sobre o títu
lo. "Digo apenas que é um tI
tulo irônico musical", reve
la. O autor garante que se
encaixa perfeitamente a
obra. O interessante é que
o tema parece também se en
caixar, sem querer, ao momen
to de reflexão sobre a vio
lência humana (e suas conse
quências) que tomou conta
do Pais depois do crime
paraibano.
seu talento foi reco
nhecido por nomes im
portantes como Rubeni_
Fonseca e Fernando -
Sabino que considera
ram VAMPIRO um ótimo
trabalho.
só no dia do lan
çamento foram vendi
dos 100 exemplares ,
o que mostra a boa
aceitação que a obra
teve. "O livro tem
como personagem um
jornalista, mas se
gundo o autor foi
uma consequência do
trabalho mas não que
tenha sido uma esco
lha. pessoal. Talvez
Trigo tenha optado
por um personagem
que por causa de sua
profissão mantém con
tato dia.riamente com
todo tipo de pes
soas, com as mais di
ferentes vivências e
experiências.
Fugindo ao padrão
do jornalista arroja
do, Luciano é bastan
te timido, mas aten-
san--
=================----------=
to ao seu redor. VAM
PIRO não é um livro
independente corno
muita gente vem fa
zendo. Segundo Lucia
no mesmo com todas
as restrições na
área editorial não é
ÍJ!lpossivel que os no
vos escritores consi
gam publicar seus li
vros por grandes edi
toras.
"Procurei opi-
niões sobre o livro
para saber se tinha
seguido pelo caminho
certo, onde poderia
consertar. Mas todas
as críticas que rece
bi foram favoráveis.
E os editores gosta
ram também do mate -
rial que entreguei".
Terminado VAMPIRO,Lu
ciano está preparar
do outro.livro, não
dá pista sobre o te
ma mas pelo que
tem pesquisado, diz,
supera este roman -
ce.
FALANDO COM ;
MANOEL DE BARROS
Clande Medeiros
Nas minhas horas de lazer, costumo
ler um pouco.
Leituras há cm quantid d• qualidade
(boas leituras).
Peguei do livro de Manoel de Barros -
Livro de Pré-coisas. ( roteiro para una
excursão no Pantanal - 1984).
Se quiser conhecer uma pessoa, leia o
que escreve ou o que lê, Jorge Luis Bor
ges já dizia -" Há os que se orgulham do
que escrevem. Orgulho-me das obras que
li".
conhecer Manoel de Barros no que es
creve, é e não é fácil é um privilégio.
Ele é um potencial de sabedoria, de
cultura.
tum encantamento!
Fala Manoel de Barros:
"Porque a maneira de reduzir o isola
do que somos dentro de nós mesmos, rodea
dos de distâncias e lembranças, é botan
do enchimento nas palavras, é botando
apelidos, contando lorotas. E, enfim,
através das vadias palavras, ir alargan
do os nossos limites."
Do texto - Lides de Campear - as suas
descrições são únicas: Falando de Corum
bá, Capital do Pantanal: "Arremeda uma
gema de ovo o nosso por do sol ao lado
da Bolívia .
A gema vai descendo até se desmanchar
atrás do morro(se é tempo de chover,des
ce um barrado escuro por toda a extensão
dos Andes e tapa a gema.)"
Qual um Guimarães Rosa, usa neologis
mos. No viajando de lancha: "Deixamos CE
rumbá tardeando empeixado e cor de chum
bo.
O rio Paraguai flui entre árvores com
sono..."
No vespral de chuva, escreve:" Caem -
os primeiros pingos. Perfume de terra IDE
lhada invade a fazenda.
O jardim está pensando ..• Em flore~,
cer". /
Em nossa garça: "penso que têm nostal ![
gia de mar estas garças pantaneiras - li
são viúvas dos Xaraiés?
- Alguma coisa em azul e profundidade
lhes foi arrancada.
Há uma sombra de dor em seus vôos. Ar.
sim quando vão de regresso aos seus ni
nhos enchem de entardecer os campos e os
homens.
O que faz a beleza desses pássaros
são as cores e movimentos.
Prooõem esculturas no ar."
Manoel de Barros, Poeta de muitas cai
sas que, existem fora e dentro de nós.
Vê com espírito, alma e coração. Poe
ta por inteiro - Poesia, sonho e realida
de. -
. Traz d.entro dele o imenso, o infinito
- céu, água, tudo na imensidão da Nature
za. Mergulha no Universo o seu coracão
de Poeta!
Gosto, quando ele diz: "Cada poema
meu é uma colagem, urna reunião de frag
mentos. Sou um Poeta da visãc, do olho
mas me impus um desafio - uma paisager
pobre, invariável, - a água e o céu: me
surpreende ter vislumbrado tanta coisa
nesse cenário limitado ... "
. Ser poeta é ser ninguém. ser tudo e
nada, nesse Universo tão perto e tão lc~
ge ao mesmo tempo.
Abraço o Universo com
maior em cores e flores!
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Vice <;=peno. Individual. Jnlr CL. Pé de Cedro Sldrol......... 010
Compeao Pa~rao : Alclndo •••.... CL Acrlban Bandeirantes...... 020
Vice 9ompeoo Patroo Rodrigo CL. 2 Irnáos Dolo I. Burlty.. 010
Cw,peao To,a de Bronze CL, Rio Verde de Rlo Verde.................... 040
Vice Çampeoo !aço de Bronze CL Porteira de Campo Grande......................... 020
Cn,:i'.eao da roço de Prata CL Rio Verde de Rio Verde............... 060
Equ pe Cameeii da Taço Prata, Antonio MaTIOOra; João Borracheiro; 1/olter;Levl Hlrandn;Joiio Dorna
Vice Campeoo da Taço de Prata CI. .. "Rio Verde" de Camnpuã........................ 030
Cqulpc Vice Campeã do Taça de Prata: Portela; Airea Junlor;Hario Medlna;Céllo Rodrigues, Ademir
V1ce Compeiio Taço_de ouro CL Liberato Haffissoni......................... 040
Equip~ Vice Campea do Taça de Ouro: Lnudlnei; Ivoney; Zezlnho; Tnrclso; Rodrigo
C,,mpeao da Taça de Ouro CL Rlo Verde Rio Verde................ 080
Equlpc Compea do roço de OURO: Lauro Horchczon; Etarcl; Bn!.xlnho; llelder Nel; Nallson Dorna
Campeão Toço Transitória Federação •••••••• CL Rio Verde Rio vérde......... 020
TOTAL 615
Jardim, 2S de Novembro de 1993.
José Ataná.s1o Leoos Neto • Presidente
KNIUA('.ÃO "OFICIAL" DA FEDERACO, FR CLUBE.
PONTOS
1- C.L. A.C.Q.M Campo Grande.:................................ 005
2- c.L. Cidade Branco Corumbii.. .. .. .. .. .. . . . .. .. .. . .. . .. .. .. .. 010
3· C.L. Portão Quebrado Nova Alvorado .'.............. 015
4· C.L. Dois Imoõs Dois Inniios do Burlty.......................... 020
5· C.L. Pé de Cedro Sldrolãndlo.................................... 030
6· C.L. Porteiro de Campo Grande Campo Grande ,............... 030
7- C.L. Acrlban .................•..•.•... Bandeirantes................................... O.!.O
8· C.1 .. Rio Verde de Camapuii Camapuã............. .. .. . .. . . .. . . . . . .. .. . 055
9- C.L. Liberato M.:ifflssonl Siio Gabrlel do Oeste........................... 090
10· C.L. Rio Verde Rio Verde de MI................................ J20
1'01:AL.................................................................................... ill
Jardim, 18 de Novmbro de 1993
Federação de Clubes de Laço do MS. José Atanãlo Leos teto - Presidente
KNIUACÃO 'OFICIAL" DA FEDERAÇÃO. P/CLUHE._ MÉS A MS. ATÉ l'OVEIBIO
l· C.L. Rancho A.C.Q.M ..
2- C.L.
3- C.L.
4- C.L.
5- C.L.
Estância Pan1aso .
Portão de <>uro .......••...••...•
Ov{dio Le::ics Correa .
Agro Rlo .
Costn Rlca .
Tcrenos ••.••••••••••••..••••..••••..•..•..•.••.•
Anhandui. ..
Rlbos do Rio Pardo .
&- c.L. rant,0neiro ....•.............•..• Aquidauann ...•...........••••....••.•.•••.••••.•
7· C.L. KM. 21 Anastácio ..
8· C.L. Porte ln de Crunpo Grande Cacpo Grande • ..
<J- c.L. Dois Iro.oõs ....•..••••.......•• Dois Irm5os Burity .
10- C.L. Nabllequc ••• ..• Bonito •·· •••••
11· C.L. Pé de Cedro SidroJ3ndia .
12- CL Cidade Branca»··»«+»..,, Coruba,,,,»»++«···+········+++·····++··+·····
13- c.L. Acriban ••.••.•••. •••••••• •••• Bandeirantes ••••••••••• •••••••.•• •••••••••••••••••
15· c.L. Rio Verde de Cru!>4puã • •· c.,..,.puã .. • • • • .. •· • :. • • • • • •· •· • .. • .. • • • • •· .
PONTOS
Campo Grande.................................... 025
005
030
030
OJO
050
085
010
095
115
010
m
100
025
125
l.10
OJO
140
170
060
020
75U
270
130
i;õõ
490
010
OJO
530
490
050
010
550
64S
070
Q!.O
755
14· c.L. Portão Quebrado .... : ........ Nova Alvorndd... ... • • • • • • .. • .. • • .. • • .. • • • • • • • • • • • ••• ~~~
015
770
660
060
055
775
16· C.L. Rio Verde .• • .•. ••• Rio Verde do KI.................. ~~~
320
950
17- CL. Lfberato Mafftssoni..····· são Gabriel do Oeste ~~~
090
1.145
Pontu11ç.io do 29 Er.conc-ro CL. Rio Verde de Rio Verde •• ••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 61.S
sã.i : E:E:E . ..
Jard1 25 de toverro te
José Atnna.:lo L,c::oa Neto ... Pttsidcnt.c:
42 IIIIIO CIH. DE IA "IOTO IA FTIT IA" CL. S FAIA -
18_A21 de NXT'RIO DE 1991. FOTO 'OrIc1L" D _'O
!r.;a ''f -!r,...:a'' ••••• , .' • ··,,"A,,I,",,..·········.,,,Beta ,l..soo··.++o , ,
T·,rt1~1 tL. '/.
1
-.- O. Ca :., ..
Carpe '!r!r,,,o.... etc Cart!ra1,...o.·s...,Ala Hsta,,........,Mel4 ! t,,,+o..
V!e Capeão Mtr!n.., ter ., C(. a l .. , ·.·....rrto da Fronte!ta , .
C pe ã o Barde!ra,..... sr t Al !, . . . . · . ' . . . . r l : !o...... A r (10
Vce Capeão Bante!ra....o·+..., Ale andre ar!! l....·.· a ·++·+,,'In ,,,o,.ll,,o»os O ,
Capei trarona 'Ir!n,,,···.··..,..trg .rs.....··..1,,, "Mt",,.à, Por,,,oss. 1a
Vice Carpeã Aazona MirLm,...+.+., Ana Paula....,,T..,,O r, da S» Msde-n....····+o.··., 6M
Campeã A«zona Adulta...··+.., C!da ara,,,,,,Cl.,,»....Partia da Fr.retro,,,+..., 1o
VIce Campeã Aazona A!u!ta........ JcIlee amargo..+.«T,,»....."ML"..«...,0P.... 00
Capeão Peão Letrado,,,·++....Dr. Serg!o Mascarentss-......±e!a tara.......±...···+·. 10
Vice Campeão Peão Letrado,,Dr,,,,0l!rio Crd1al- CL...+·.,,,Bela tta.,,+···+., 005
Capeio Pal/FIIha..,·+,,SI1V{no/ger!o Chaves....,,CI,~... Querirta ut,..o...o..., 0Ao
VIce Carpeio Pa!/FIo,,+.,,,Secun!!no Ara}......CD....,"A!or" ta, t ...o.·o,,,, t ,S
G!ar Armsu!o.....+..d.....,"~!o" Cri +l,...·.·.+o... 07,5
Capeio Mvo/Neto,,,·····«...0lIrp!o/e.o art!na1 .,C1...., "Bela !era....il....o.., 10
Vfce Campeio Avo/Neto,,,»,,,Raul/Andersen Pychs,«...Cl.....·...,"!1o±to,,...++o.+., 0"
Crur.pe.io 8a.~un.le..tda •.•••• , .•••• CMa/luís R trens...+..+ CL, ·,,'ela lfrta,,o·»+·+·· , ..... 0':0
Vice peão Bagualeada,,,,,Dai/Arnalfo Antunes.......,,,C....,"A",,,+...hn,,,+.., 010
Campeão Capitão de Equipe.......S!1v!no Chaves...a..CRG,,, Quererefa Sal......+····..·. 020
V!ce Campeão Captrão Equ!pe..++.. 1ãcto Rocha ,a. CL.,,...."A!meré",,.....Lar± +,,,,,, 00
Ca!':pcâo de Dupla ••••••••••••• Harot.do J.(r--1/Sr-cu.nHro ••••••• CL ·.,''{mar" tau 4,+.·o+o. fD
Vice Ca:-pe:io de Dupla NIJ•c~ Voli,ato/'r.c.~ CL P.lcc,,L'fl ll!O
Cpeão Preslha.,,,+····+.,,Adaberto Aras)a«..C1......'LIno Car@!na!".···++»... 00
Vi.ce ca.-,pe«o Presilha .. , ••.••••• nor.cy Az.,_-b.uJ.1 ••..... cr... ··«o,,'AS",,«··«o»..P,Tora,,,+++.
#±#4±..22.21.0#...9.±.±.%.: 2
#.13138%5...2./5:±.:.:.2...:
Campe7io Patrão ••••••••• ~avnldo Cnl!tilhn CL ••• "Pvrt.Do da I'ronteir a",»w»»s»»+«·+·» 0?O
Vice Campeão Patrão.......Ru! França,,..····· CTG ·•q.;o,rncln do Sul".............. O!O
Vice C.1.:::ipe.ão raça de Bronze c.L.
11
B.cln Viat.a" , Bel,1 V1st11.... g__:~
Capeão Taça de Bronze......CL......,"Portão da Fronte!ra" ,.....CTL. Sapucata...+.·....+
Vice Cil:lpeao Taça de P:-at., •.••• CL "Portão fnw.tt·!ra'' C. Snpucaia....... .••• <.JO
Campcjjo Taça de Prata CL 'Jnfio kabaerse ···+»,,Anarbal,,·····+·+os 0O
Equipe ~1PEÃ IAÇA DE PRATA: Oa:1iel !scobor; C.Jrlc;; Rojn.s; A<1e-:r.nr de ?l.:t.t.os; tvandro l.scob:~1t;Adl
bes de Souza.
Vice QL-:;peão Taça de Ouro ••••••• CL "Ainoré de O, LLna" Laguna,,·····». •• • • • • • • •• C!.0
Equipe VICE CA!PEI DE TAÇA DE OURO: Inác!o Rocha, Har0Ido L!a; Secund1no ArauJo; Miguel L!na;
Luiz Brand.io.
Cawpeiio !AÇA_DE OURO CL ·......."São Geraldo" Bela V!ata...···············..... 0O
Equipe Cat:.yla da TACA OE OL"RO: Vitor RoJas; rrancisc.o Terra; Gregório Cantza; Vitor Junior; Po
p[llo ·rurtado. . .
Campetio Taça "T'r,1nsitorin" Fcderaçno CL Sao Cer.ildo BV ••••••• -º-2.2
TOTAL 615
Jordir., 25 de Noverbro de 1993
Federação de Clubes de Laço do MS
JoGê Atanasio Lecos Neto .. Presidente
1- crc. QuerCnc~ d.a S,1ud.1de ...••••..•.••• Ponta. Porá .
2- e. L. Florêncio José Percir.i, Antonio João .
3· C.L. Rancho do Laço Dourados .
4- C.L. Lino do A.::i.,ral Cardinal ?onta Porá ..
5- c.t. ºA.S.L. 3 Irnâos Ponta Porá ..
6· C.L. Querêncta do Sul Dourados ..
7· C.L. União Aruraba!cns• k:.1c:bal. ..
8· C.L. Bela Vista Bela Vista .
9- C.L. Alr:.oré de Oliveira Lfna,,,·o..Laguna Caarapa,,·····+·········+···········
10· C.L. são Geraldo Bela Vista ..
11- C.L. Portá.o da Fronteira...·······...Cel. Sapucaia,· : ..
TCYJ:AL .
Jardim, 25 de !overbro de 199:3 - Fedcrnç.âo de Clubes de Laço do !1S
José At,:masio Ler:ios Net.o - Presidente
1- C.L. Cl.lSSU ••• Dour.1dos ••• ••• • ••• •••••• ••• .
2- C.L. Adão Alves Corrca M..JracaJu .
J- C.L. Olinto tardlnnl de Jesus ......••.• Aral Hordra .
4- C.T.C. Quertncia da S.:iud.1de Ponta Porá .
5- c.L. Rancho do l.nço Dourados ..
6· C.L. Rancho Alegre J~rdl!:i ..
7- C.L. Por~o d.1 Fronteir.a ..••.•.•••••••• Cel. Sapu.c.a.ta ••••• ..
8· C.T.g. QuerencLa do Sul. Dourados ;., ..
9· C.L. Sentinela do A::,ar.,bnl A=l:bnl. •• •.•... • ..
10- e. L. Retiro Cn.r.1col .•...•.•.........•. Caracol .
U- C.L. Gula Lopes .CULa Lopes Lagc.~..1 .
12- C.L. São Cernido Bela Vista .
U- C.L. Aicorê de Oliveir.J Ll..!:la L.lguna Cõ.ao?.3 ~···• ••
14- c.t. Florêncio José Pereira Antonio João .
15- C.L. UnLlo A=::b.>Jense A::i=bal .
16- C.L. A.S.S. J lr:lÕos ?ont'.l Porõ ·•••••·•• ••.
17· C.L. Lino A. Cardlnol ••••••••••••••••• Pont'.l Por:i ·- •••• ••.• ····-- ••••.•••..•.
005.0
015.0
070,0
037. 5
050,0
Ofl-0.0
00.0
075.0
077 .5
100.0
115.0
615.0
005.0
010.0
020.0
030.0
OJO.O
0!.0.0
aos.o
C:.5.0
00.0
020.0
mr:ü
155.0
020.0
030.0
ll.5.0
TIT.õ
075.0
OJS.O
060.0
170.0
160.0
()!.O.O
il1õ.õ
245.0
010.0
253.0
JSO.O
275.0
OJO.O
100.0
105.0
J90.0
090.0
077.5
557.5
540.0
020.0
015.0
m:õ
595.0
070.0
060.0
1B:õ
;ss.o
uo.o
050.0
ib.o
815.0
lJ5.0
037.5
v37,3
16- C.L. Sela Vis:t..:1 Bela Vista l.005.0
025.0
Oi5.0
- - 1.15.0
Pontc.1ç.,,o 42 E:':'?co:itro C.t. Portao da F'r"ontcir~.... •• •• • • • •• • 615.0
Pontu.:!:ç;io . .r"Jtc.r1or 6.l.SO.O
TOIAL GERAL 6.763:õ
J2rd1, 2 de Novebro de 1993
José Atanas!o Leos Neto - Presidente
o LIÇO UNE!
J 'J
·; t ,l
Co11entando
POR KANCY
J
1
---··---'
N IVI lt'.:ÃHIWJ
() / 1 1 - I· 1 ,; v J ,. Oc.: r ! :..
comemoro, seus H, nt
nho com um reurlio pa
r. os ri;os em sus resl
dela.
03/12 - Uarolin:. 'felo de
oaz Ron., que rodeada
de mos festejo seus
10 ,>1t)'.J.
0/12- Mrlely Velás
quz, 9 anos e feste -
)ou , d.ta, cem os parem
l . 8,
À todos desejamos mtl
fel!Idades!!
O Presidente da Cara McnlcIpl de Bela VIuta -
Vereador Marcos Barbos, fez aniversário no dia JO
pp e reunfa m roa refdéncfa para ostoso jantar a
tamllÍu, Vereadores e Fnclonarlos
-----~-----
-------------
Moda
Nclo
sem
fonn.,s:
dcllni.c
o corpo,
com
duas
pcç:;s
bicolo
res,
cõs
alto
l'cqucno:
a meia
taça
destaca,
as
cavas
altas
valorl
znm
n
Magra
pouco
busto:
bojos
<lrapca
dos,
alc;;:,.s
finas
.
Vereador Marcos, su:. ma<'
I
cunhada Glsle
Engenheiro Cão e Prefeito Abraão ladeados pelo ca,;Jl l'auln e
Diretores da Fundcsportc
1
El~ :: M..os:,n/
Gordinha,
curvil{ -
ena:
as cav.'.ls
podem
ser
altas,
o decote
e
cl:issico
ho (12 luar Rank Estadual) Celso
J!! lugar no Ran(j Es tadua 1)
Quadris
cstrci
tos:
cor
lisa
e
escura,
cortes
anatô
micos
Quadris
largos:
st
coa
estrutu
ra,
(
par
realçar
! o busto,
1
CúVC..S
rct.s
li REALCE SUA BELEZA:
r- ilOCUllA}ffiO O
1
1
A Caravana da Cultura
D.:SEN1l0 C1:."RTO
P/1:A O SEU CO:li'O
Ua projeto da FO!S que viaja pelo interior do
Estado co~ aprcscntücÕes teatrüis e de dança - es
tar:i este mês cm Bela Vista (a 356 quilômetros de
Campo GrandQ), no dia 10.
O tema para a cidade é "Polca Paraguaia" e J
cst.i confirmada a presenca do Grupo Sombra no Muni
cfpio.
Doze cidades do Mato Grosso do Sul j:Í foram vi
s!tadas pelo projeto.
m.:.c Sr .. Av,• lia:.
lvaldo
Pereira
20/02/1972
TRIBUNA DA FRONTEIRA
nlU,J VJ 5'1'1/HS
,
DIAR IO REGIONAL
Circulacão
FIA VISTA
CASACO
O !7 O
JAKDI
'IA L0P 3
11()NTfO
JNO 21 N0 1A438 - 04 DE DEZEMBPO DE 1993 -. 51ADO DIRETOR: IVALDO PEREIRA EXEMPLAR CS 100,00
DPOSENTIDOS PODEM TER 15l DE
DESCONTO NDS FIRMÍCIIS
2
11
Vereador Marcos Elias Rios da Cruz
VENDE - SE
Um fusca Jóia - ano 70 - azul,1.300
motor, cambio, a toda prova, conservado.
Interessados tratar na Tribuna da
Fronteira.
Fone (067) 439-1410
O garimpo de
ouro de Bonito já
está parecendo uma
novela, pois a cada
instante surge um
capítulo emocionante.
A estória já
vem se arrastando p/
um bom tempo, mas
Investimentos da FNS
no SAAE de Bela Vista
Em Requerimento
de autoria do verea
dor Fernando de Frei
tas Elias e assinado
por todos os seus pa
res, foi encaminhado
Requerimento ao
Diretor da Fundação
Nacional de Saúde ,
Antonio Urp Filho,sg
licitando medidas ur
gentes com relação=
a investimentos em
Bela Vista, através
do SAAE - Serviço Au
tonômo de Agua e Es
gotos, tendo em vis
ta as várias reclama
çôes dos usuários
conforme matéria Pu
blicada em Jornal de
nossa região.
Página/ 03
Uma importante
indicação de autoria
do Vereador Marcos
Elias Rios da Cruz,
Presidente da Camara
Municipal, foi apre
sentada na sessão ar
dinária de terça foi
ra, dia ·30, cndcrcçi
da à todos os farma
cêuticos e proprietá
rios de farmácias de
nossa cidade.
No expediente o
Vereador Marcos E
lias conclama os far
macêuticos belavis -
tenses a estudarem a
possibilidade de con
cederem um desconto=
de 158 (quinze por
Vereador Fernando de Freitas
---7
cento) nas receitas
médicas de todcs os
,•posentados de 1.ossa
cidade, citando como
exemplo as farmá
cias aa Capital do
r.stado que há tempos
praticam esse tipo
de desconto e com
isso atraindo até
mesmo um maior nume
ro de clientes.
Segundo o au
torda indicação,"tc
mos visto esta inR
ciativa cm outras cT
dades e inclusive na
Capital do Estado on
de ela é bastante IR
plementada, merecon
do até mesmo uma
como o precioso me
tal sô era encontra
do cm pequenas quan
tidades, os aventu
reiras desanimavam e
chegaram a abandonar
seus equipamentos.
Garimpeiro é o
pesquisador autênti-
publicidade ostensi
va, com faixas, car
tazes, etc".
O vereador pe
emedebista disse tam
bém acreditar que
essa medida não tra-
rá muitos sacri-
fícios aos amigos
farmacêuticos e, por
pouco que seja esse
desconto, em muito -
irá ser benéfico pa
ra aqueles aposenta
dos que muitas vezes
nao possuem recursos
para a compra dos
remédios que nccessi
tam, as vezes ate
fora de hora e nos
finais de semana".
Marcos Elias
disse ainda esperar
que todos os fJ., t
cêuticos, após rece
berem esta indicarão
encaminhada através
desta Casa de Leis ,
compreendam a incia
tiva e passem a dtcn
der os nossos aposn
tados concedendo es
se desconto, " pois
eles muito necessi
tar" assinalou o
vereador.
Comentando
PÁGINA - 12
(O) (ID
ECENOO CEL.
co, que, com sua
garra, "faro" e de
terminação, acaba en
centrando" o que
não perdeu".
Foi exatamente
º que aconteceu nes
te município. D fi
lão de "bambura_r" es
tá nos morros exis
tentes nas fazendas
Sofia e Estrela. O
que encontram nas
gratas que estão sen
do exploradas. nao
passam de fagulhos -
de"ouro ecorrido".
Página - 08
Suplemento
Cultural
MÁRIO FONTES: LIVRO QUE TEM
SEMELHANÇA COM O CRIME NA PA
RA1BA
Um caso de vingança patri
arcal, como o do governador da
Paraíba, Ronaldo Cunha Lima,con
tra o ex-governador Tarcísio B~
rity (guardando as devidas sem~
lhanças).
* Veja este e outros arti
gos na Página -10
Comunicado
'I
Nossa Terra,Nossa Gente
( PERFIS BIOGRÃFICOS DE ~lDERES REGIONAIS)
mos o livro NOSSA TERRA, NOSSA
GENTE, com esses perfis, as P
blicaçôes que faremos nesta
TRIBUNA são deco==entes de soli
citações de vários de nossos en
trevistados. Lembramos que não
se trata de BIOGRAFIAS comple
tas, mas de PERFIS BIOGRAFICOS,
onde ficaremos conhecendo um
pouco a respeito de nossos líd~
res, nos mais diversos segrnen
tos das comunidades. -
(PP)
A partir da próxima semana
publicaremos nas edições dia
rias deste jornal, perfis_bio
gráficos de lideres regiona1s.
Serão enfocados politicos,
vereadores, prefeitos, empresa
rios, comerciantes, produtores
rurais, profissionais liberais,
enfim, perfis de homens_e mulh~
res que trabalham em prol das
comunidades do Sudoeste e Fron
teira.
Em janeiro de 1994 -editar~
A Prefeitura Mu
nicipal de Caracol
comunica a população
que o sinal da TV
Ponta Porá, não está
sendo recebida devi
do ao furto do esta
bilizador pela 2a
vez e pede a quem pu
der dar alguma info
mação ê só ligar pã
ra o Telefone (067)
495-1107 e o número
do estabilizador é
BK Modelo l BK NO 08
F.4 série 30338201 ,
conforme a Cogetel -
só existe esse mode
lo de estabilizador=
não podendo outro
estabilizador ter o
mesmo número.
Prefeitura Muni
cipal de caracol- S
80 Leilão Apa
Corte Especial
10 DE DEZEMBRO ( SEXTA-FEIRA)
19:00 HORAS - PONTUALMENTE
* Vamos comemorar juntos o 800 Leilão de
Corte do Sindicato Rural de Bela Vista
* A PRINCESA DO APA •
* Realização Sindicato Rural de
Vista
* Organização - Leiloboi Leilões Rurais
Bela
* Participação Especial: Haras canadá
(Quarto de Milha)
- 05 éguas mestiças paridas
- 01 Potro puro
- 0l Cavalo Mestiço 7/8 domado
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1
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Tribuna
Diário
da Fronteira
Regional
* FUNDADO EM 20/02/1972
Diretor-Redator-Chefe: Ivaldo Pereira
Diretora Adm.: Maria E. V. Pereira
Secretário de Rcdação:Ubaldino Podrigues
Reportagens: João Carlos Velasquez,André
Ãvalo, Firmino de Barros
Redação, Departamento Comercial e Parque
Gráfico - Avenida Tribuna da Fronteira-
564 - Caixa Postal - 23 - Fone - (067)
439-1410 - Bela Vista-MS
SUCURSAIS - Jard!r:i, Porto Murtlnho, Antonio João, Bonito
Caracol, Carpo Grande e correspondente e
Eras{1la e S1o Paulo.
Propriedade da Rede Belavistense de Jorrais LTDA
IC- MF 15.513.203/0001-90
1t- O Jornal não se responsabl llza pelos artigos assinados ou
de origem defIn!da.
* Exemplar - - •• - • - •• - - ••... - ----...100.00
Número Atrasado ...-.-.-----....200,00
* Assinatura Mensal·--····-···•-l.000,00
Assinatura Trimestral.........3.000,00
Assinatura Semestral. - .. ··- _ ... 6. 000, 00
* Assinatura Anual __ .17._000,00
Edital de Proclamas
Janilde Rosa dos Santos, Oficial.:,. do Carcó-'
rio de Registro Civil desta cidade de Bela Vis
ta-S., FAZ SABER à todos quantos o presente E
dital de Proclamas virem, que apresentaram os
Documentos exigidos pelo Artigo 180 do Código -
Civil Brasileiro, Incisos, I, II e IV e preten
dem se casar:
PAULO PEDRO LARROSA_e TINIA MAURA FRANCO CÁ
ERES. ambos Brasileiros,,natrais de l is
ta; ele, estudante, filho de Policarpo Larrosa
e Andresa RIvarola; ela, secretária, f1lha de
OdiI Ciceres e Aderecllda Franco Ceres. se al
·e souber de algum impedimento, que se o0nh2
na forma da Lei. ·
Bela Visa-MS., 24 de Novebro de 1993
Janilde Rosa dos Santos
Of!c1a!n
t
IO AL. 'TRIUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL
CâMIRI É NOTÍCII E INFORMICãO
FREQUÊNCIA OBRIGATÓRIA PRA_OS ROEISI O mercadorias aos Funcionários" actuou.
.!'lf.l[!i DA slOnP.
Fernando de Freitas Elias, vereador e
módico, apresentou indicação na Câmara Mu
nicipal pedindo o endereçamento de expedi
ente ao Secretário Municipal de Saúde, Dr.
Carlos Eduardo Nunes, solicitando à ele
que seja estabelecida a frequência obriga
tória aos profissionais responsáveis pelo
atendimento ao público, em todos os progra
mas da Secretaria Municipal de Saúde.
Fernando de Freitas Elias ressaltou -
que essa medida faz-se necessária para que
os pacientes, ao se dirigirem para con
sultas ou exames tenham a garantia do que
oorão atendidos, considerando também o
, grondc nGmero de reclamações dos usuários
"que as vezes ficam horas sem serem atendi
dos, ou que não são atPndidos devido a
falta deste ou daquele material" assinalou
o vereador peemcdcbista,
INVESTIMENTOS DA FNS NO SME DE BELA VISTA
Em requerimenro de autoria do vcrea
dor Fernando de Freitas Elias e assinado -
por todos os seus pares, foi encaminhado -
Requerimento do Diretor da Fundação Nacio
nal de Saúde, Antonio Urp Filho, solicitan
do medidas urgentes com relação a investi
mentos em Bela Vista, através do SAAE -
Serviço Autonômo de Agua e Esgotos, tendo
em vista as várias reclamações dos usuã
rios, conforme matéria publicada em jor
nal de nossa região.
Na justificativa do Requerimento o
Vereador Fernando de Freitas Elias destaca
que a "atual administração do SAAE em Bela
Vista, com seus funcionários dão mostra
de que bem orientados a autarquia tem con
dicões de prestar melhor atendimento, fal
ta apenas a sensibilidade dos senhores di
retores da FNS para melhorar os serviços ,
investindo não só na captação d'água, mas
também na construção de reservatórios e
implantação de redes".
Em anexo ao Requerimento, foi enviado
também um relatório de investimentos mini
mos e necessários para a melhoria e moder
nizacão do sistema de abastecimento de
água de Bela Vista.
INFORMAÇES__SOBRE AS 'TERRAS
PELA PREFEITURA
READQUIRI1AS
Em outro requerimnto de sua autoria
o vereador Roney Moraes Sim&cs solicitou o
envio de expediente ao Prefeito Municipal
no sentido de que ele informe à Ca a Muni
cipal a situação dus terras rcadquiridún -
pela Prefeitura Municipal e como está sen
do procPdido o pagamento da mesma ao ex-
proprietário. . _
No requerimento Roney Moraes Simoes -
considerou ainda que existe una promessa -
do Vice-PrPfPito de se construir uma Esco
la Agrícola, "gostaríamos de saber a res
posta do sr. Prefeito com relaçao a esse
assunto" destacou o vereador.
C1MORRO SOLICITA SERVICOS DA
DE OBRAS
SECRETARIA
VEREADOR PEDE ESCLARECIMENTOS AO DIRETOR
GERAL DO PREVISUL
urt''
+,
r .s
O Vereador Israel Chamorro da Rocha
do PMDB, em indicações ao Serretário ~uni
cioal de Obras, reivindicou a realizacao -
dos seguintes serviços:
l- Recuperação de bueiros e construção das
cabeças de bueiros, entre a Chácara da Sra
Guida Ferreira e Walmir Correa da Rosa no
Distrito Nossa Senhora de Fátima, o "Nunca
Te Vi";
2- Patrolamento e cascalhamente da rua que
passa entre as chácaras do Sr. Bernardo Be
nites Escobar, até a Chácara do Sr.
Anataleo Dávalo, no Distrito Nossa Senho
ra de Fátima;
3- Cascalhamento da rua Rosário Echeverria
no Bairro Itaboray.
ONIBUS PARA AS CAIEIRAS
o encaminhamento de expediente ao
Diretor Geral do PREVISUL, Antonio Carlos
Vasques, no sentido de que ele faca escla
recimentos à câmara Municipal de Bela Vis
ta com relação aos atrasos nos pagamentos
dos prestadores de serviços. nos meses de
setembro e outubro, foi solicitado atraves
do requerimento de autoria do vereador do
PMDB'Fernando de Freitas Elias.
No documento o vereador solicita ain
da que seja determinado um maior respeito
por parte dos funcionários do orgao, quan
do receberem chamadas telefonicas do inte
rior.
Na justificativa do seu Requerimento,
o vereador Fernando de Freitas Elias consi
derou que "os constantes atrasos fazem com.
que os prestadores de serviços se sintam -
desestimulados e desinteressados em manter
este convênio, no qual os direitos e obri-
gações só estão sendo cobradas por uma
das partes, ficando aos prestadores de
serviços a tristeza de nao recPberem os
seus direitos e, quando tentam buscar in
formações no PREVISUL em Campo Grande fi
cam sendo jogados de um lado para outro
de "fulano" para "fulano" ressaltou Fernan
do de Freitas. •
INFORMAÇÕES SOBRE O MERCADO DA ASPUB
De autoria do Vereador Roney Moraes -
Simões, do PSDB, foi apresentado na Camara
Municipal um Requerimento endereçado a Pre
sidente da ASPUB - Associação dos Servido
res Públicos Municipais - solicitando in
formações sobre os seguintes itens:
a) Qual
O
sistema adotado para a compra de
mercadorias para o Mercado da ASPUB?
b) se
O
mercado tem· feito o recolhimento -
do ICMS ?
e) Por que as diferenças de preços com re
lação aos mercados da nossa cidade ?
Na justificativa de se requerimenro-
0
vereador Roney Moraes_Simoes considerou:
"segundo nos informaram o mercado da ASPUB
tem vendido mercadorias aos_funcionarios -
bem acima dos precos do comércio local e
tambefi segundo as informacoes, o mesmo nao
to ft o recolhimento do ICMS, desta
!{ i a ser barateado e susto das
o Vereador do PSDB Geraldo Pinheiro
Murano, através de indicação ao Prefeito
Municipal, reiterou a indicação n? 304/93,
de 31/07/93, No sentido de que seja deter
minado o deslocamento de ônibus até a re
gião das caieiras, possibilitando àquelas
pessoas virem até a cidade, tendo em vis
ta a proximidade das fPstas de final de
ano quando muitas nec
0ssitam se deslocar -
até a cidade para fazerem suas compras e
outras necessidades.
(.'
PATROLAMENTO E CASCALHAMENTO
Luiz Alexandre Loureiro Palmiéri, ve
reador do PTB, em expediente endereçado ao
Prefeito Municipal, solicitou seja determi
nado o patrolamento e cascalhamento com co
locação de bueiros na rua Antonio Joao ,
abaixo da rua Sebastião Crispim do Rego ,
segundo Xande, "a referida rua encontra-se
totalmente esburacada, impPdindo até mes
mo os moradores da citada rua de chegarem
em suas residências".
O ervio de expedente ao Prefei o Mu
nicipal que seja de.erminaudo o Patrola
mnto da rua que dá acesso ao bairro
clarão da Lua, foi objeto de indicação de
autoria do ver ador Marco Rondon, do PP.
Sequndo o vereador, "o referido tre
cho está instransitável, não dando condi
coes do tráfego nem para bicicleta, muito
menos veiculo.
Os moradores tem que fazer o rans
porte de mudanças, mercadorias e outros -
materiais, nas costas, quando n cesitmn,
dovido ao péssimo estado do local.
ESTRUTURA PARA O SETOR DE LIMPEZA PCBLICA
CENTRO ODONTOLÓGICO COM ATENDIMENTO INTE
GRAL
Em indicação endereçada ao Prefeito
Municipal c/c ao Secretário Municipal de
Saúde, o Vereador Fernando de Freitas E
lias solicitou estudos no sentido de ser
implantado um Centro Odontológico com a
tendimento integral, nos tres períodos,pa
ra atendimento aos cidadãos mais carentes
de nossa cidade.
LIMPEZA GERAL NOS BAIRROS
A realização de uma limpeza geral nos
bairros Ãgua Doce, Clarão da Lua e Espíri
to Santo, foi reivindicada pelo Vereador -
Geraldo Pinheiro Murano, através de indica
cão ao PrPfeito Municipal, com cópia ao
Secretário Municipal de Obras. Segundo o
vereador, "esses bairros encontram-se em
total abandono, com ruas esburacadas, mata
gais, etc ...
Em indicação de sua autoria apr sen
tada à Mesa da Câmara Municipal, o Vera
dor Marco Antonio Rondon de oliveira rei
vindicou ao Prefeito Municipal que etru
ture o setor de limp€Zd pública du Secre
taria Municipal de Obras.
conforme as justificativas da indica
ção do vereador Marco Rondon, "atualmente
não há condições de realizar um trabalho
satisfatório, pois o estado de conserva -
cão dos 02 veículos utilizados na coleta
do lixo, é péssimo.
Esses veículos colocam cm risco d
vida de funcionários e da população, um.i
vez que um deles trafega, inclusive sem
freios, pela cidade.
Esse setor necessita de invcstimcn -
tos urgentes, tanto no que diz respeito
à veicules, quanto a equipamentos de
proteção e uniformes nos lixeiros e var
redores de rua", destacou Marco Rondon.
PATROLAMENTO DA FERNANDO DE NORONHA
COLOCAÇÃO DE VIDRO NA ESCOLA CLOTILDE DE
CASTRO PINTO
outra reivindicação de autoria do
vereador Garaldo Pinheiro Murano, feita
através de indicação ao Secretário Munici
pal de Educação. Paulo Melo, foi a coloca
cão de vidros na Escola Clotilde de Castro
Pinto, localizada no Bairro Espírito San
to bem como a colocação de portas no
l:>a~heiro da Escola Pedro Ajala. o vereador
afirmou que a posta lá existente encontra
se deteriorando e como a Escola não pos
sui auardas, podem ser furtados os mate
riais dos banheiros".
--------=====-----· ----------------::::1------
O patrolamento da rua Fernando de
Noronha. que liga o Bairro Costa~ Silva
ao Bairro Primavera, passando atras do
coléqio municipal e de muita utilidade -
para os moradores da rPgião, foi solicita
do através de indicação do Vereador Mar
co Rondon ao Prefeito Municipal.
No mesmo expediente, Marco Rondon re
forcou ainda o podido de abertura da rua
Fernando de Noronha, trecho entre as
ruas Geraldo de souza Rosa e Ricardo Lou
rPiro, "o quP. sem dúvida trará grandes be
nefícios ao~ moradores dos dois bairros".
enfatizou o vereador pepista.
MOÇÕES DE CONGRATULAÇÕES
o Vereador e Presidente da Cârrara Mu
nicipal, Marcos Elias Rios da Cruz, ar r~
sentou expediente endereçada ao Sr. ·l
fino Rodrigues, Diretor da Escola .Muni ·i
pal Jarbas Passarinho, com cópia ao Sr.
Adão Florentino, Presidente da APM da
referida Escola, apresentando-lhes Moço
dP Congratulações pelns gestos carinhosos
com que promoveram no Último final de
semana, um almoço de cnnfratPrnizacão pa
ra os professores e funcionários da
Escola, "gesto esse de muita compreensão
e carinho para aqueles que se dedicam à
educação de nossos filhos" enfatizou Mar
cos Elias.
Outra Moção de Congratulação apresen
tada na Câmara Municipal pelo Vereador
Marcos Elias Rios da Cruz, foi endereçada
aos proprietários do Hotel Pousada da
FrontPira, Ricardo de Souza Rosa e Tati ,
extensiva à todos os atletas participan -
tes, parabenizando-os pelo brilhantismo -
alcançado na realização da 7a Etapa do
IIIO Circuito Estadual de Voleibol de
Areia em duplas, "evento este que revolu
cionou Bela Vista nos dias 27 e 28 pp"
destacou o Presidente do Legislativo Bela
vistense.
LIMPEZA DA BARÃO DO MELGAÇO
Em indicação v~rbal na Tribuna da
Câmara Municipal a Vereadora Orlanda Fri
tas doe Santos solicitou ao Secretário Mu
nicipal de Obras, Nélio Diório, que deter
mine a limpeza da rua Barão do Melgaço e
a retirada dos entulhos existentes na
mesma.
Mantenha Sempre Limpa
a Cidade que Você Vive
::::_==--=====~=========-·==·=-·=- • --====·=-=--==
O J' « 6 ! TRIJ'A D A F R O N T E I R A
Comentário Opinião
t, CORDEIROS INDEFESOS NAS
GARRAS DE LOBOS VORAZES"
Jotagf Plõres 1
São muito poucas as excessões entre os
políticos para separarmos aqueles que tem
um pouco d dignidade e credibilidade pa
ra justificar a sua presença no Congresso
Nacional e nas Assembléias Legislativas -
como lídmos representantes do povo e exi
qir as providências e as medidas que o p
vo está a reclamar.
o trabalho da CPI do Orçamento, onde
.:iindil. reot.im alguns políticos que parecem
querer fazer e praticar justiça de verda-,
de, ~omcça a ser prejudicado pelo teor.
das leis, que concedem direitos de impunidade pra muita gente
1
que, acuada por acusaçÕC!' , dever iam ter a sua vida passada_a limpo
inteiramente, para que se possa concluir por sua inocencia ou
por sua culpa. A melhor prova de inocência é a averiguação
correta dos casos.
• Essa história de não se permitir e dificultar a presença
de governadores e ministros à frente da CPI é uma verdadeira
afronta ao povo. Voltam os políticos à prãtica do "corporati
vismo" que sempre foi o motivo da existincia dos corruptos e
dos ladrões, disfarçados de "nossos representantes".
Toda essa palhaçada, leva cada vez mais o nosso povo a Pen
sar ardentemente em acabar de uma vez por todas com os nossos
"comprometidos representantes", que ao se omitir perante um
inquérito mais apurado e justo, estão ao mesmo tempo salva
guardando a sua pele de um provãvel e bem possível futuro en
volvimento.
- Quem não deve, não temei ... Se aqueles à quem compete,l_!_
berar os governadores, ministros e outros envolvidos em denún
cias, para que se apresentem perante a ÇPI, não o fizerem, e
porque também tiro o "rabo preso" e não são dignos da confian
ça do povo.
O povo - "os cordeiros indefesos" de sempre, começam a se
sentir ameaçados. Ameaçados sim ... de mais um vez ver frustra
das a sua vontade de ver os ladrões e corruptos punidos devT
damente, protegidos por seus benevolentes companheiros, que
mais uma vez estarão com a sua ação, traindo a vontade popu
lar.
De nada adianta dizer que o poder emana do povo, ·se este
povo não tem respeitada a sua vontade. No instante em que o
seu representante não é digno de crédito, é justo que seja da
da a palavra ao povo através da melhor forma de se manifestar
-- O voto, seja plebiscitãrio ou qualquer outra forma democrá
tica de pesquisa.
É preciso acabar com essa maldita história de imunidade. O
politico, pela sua própria condição, deve estar mais sujeito
às penalidades da lei do que qualquer cidadão comum. Essa coi
sa de imunidade, que gera como consequência a impunidade e
urna vergonha.
Na hora em que "a coisa" apertar um pouco mais,não.vai.ser
estranho se testemunharmos Governadores, Ministros e Deputa
dos, dando tiro a "torto e a mocho" nos seus inimigos e adver
sários, pois essa "autoridade" é protegida pela lei da impunT
dade - leia-se imunidade! -
Um exemplo bem recente Ja foi mostrado e o "pistoleiro"
por ser governador está solto e tranquilo perante a lei!
A lei deveria estabelecer para o político uma determinação
mais simples, que se resumiria assim:
- Foi acusado ... se defendeu ... não convenceu ...
- Afastado!
Só que, para que isso fosse possível, os homens da lei de
veriam ser mais decentes e acima de tudo deveriam ter o fir
me propósito de acabar com a safadeza de forma definitiva.
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10
T6
CA 't E (X lR I A YIJ N C IO ,U. t, 7 e CAruXJ S D R ATIVIDADES PROFISSIONAIS D E NIVEL ELEMENTAR- P N E - T abe l a 10
CARGOS DE PROVIMENTO EFETIVO Tabela 4
Classe A EM r.R$ 1 00
REE. 01 02 03 04 05 06
I 10.085,81 10.483,24 10.908,81 11.345,17 11.298,97 12.279,93
I 10.549,53 10.971,51 11.410,32 11.866,79 12.341,46 12.835,12
III 11.508,58 11.968,92 12.447,68 12.945,59 13.463,41 14.001,95
IV 12.467,63 12.966,33 13.484,99 14.024,39 14.585,36 15.168,78
V 13.476,68 13.963,74 14.522,29 15.101,19 15.707,31 16.335,61
Classe B EM CR$ 1 00
REF. 07 08 09 10 11 12
I 12.261,77 13.272,24 13.803,13 14.355,26 14.929,47 15.526,64
II 13.348,52 13.882,46 14.432,76 15.015,27 15.615,88 16.240,52
III 14.562,03 15.144,51 15.750,29 16.380,30 17,035,51 17.716,93
IV 15.775,53 16.406,55 17.062,81 17.745,32' 18.455,14 19.193,34
V 16.989,03 17.668,59 18.375,34 19.110,35 19.874,76 20.669,75
Classe c EM CRS 1 00
REF. 13 14 15 16 17 18
I 16.147,71 16.791,62 17.465,36 18.163,98 18.890,54 19.646,16
II 16.890,14 17.565,75 10.260,38 18.999,11 19.759,08 20.549,44
III 18.425,61 19.162,63 19.929,14 20.726,30 21.555,36 22.417,57
IV 19.961,08 20.759,52 21.589,90 22.453,50 23.351,64 24.285,70
V 21.496,54 22.356,40 23.250,66 24.180,69 25.147,91 26.153,83
ATOS DO PODER EXECUTIVO NO 011/93 GABIENTE DO PREFEITO
RESOLVE: 1993. (Port. no 384/93 de 12/11/93).
NOMEAR
Pedro Barbosa, para exercer na Secreta
ria de Administração, o Cargo em Comissão
de Diretor do Departamento, Símbolo DAS-3,
com validade a contar de 10 de Outubro de
1993. (Port. no 380/93 de 05/11/93).
Robinson Echeverria Pinheiro, Assisten
te de Administraçao, para exercer a Função
Gratificada de Secretário da Escola Munici
pal de 1 Grau Jarbas Passarinho, símbolo
DAI-3, a partir de 10 de Outubro de 1993 -
(Port. no 382/93 de 12/11/93).
Oscar Leite Ribeiro, para o Cargo Efeti
vo de Agente Administrativo do Quadro Per
manente a partir de 12 de_Novembro de 1993,
em decorrência de aprovaçao no Concurso P~
blico de Provas e Títulos realizado em 27
de Junho de 1.993. (POrt. no 383/93 de
12/11/93).
Marta Gonçalves, Professora, para exer
cer a Funçao Gratificada de Secretária das
Escolas: Barra do Itá, João Cerápio Nunes,
santo Antonio do Piripucú, Bento Gonçalves,
Irmã Hildegarde, João Pessoa Braga, Santo
Antonio, Princesa Izabel, Mário Mendes Gon
calves, Panorama, João Manoel Rodrigues ,
~ímbolo DAI-3 a partir de 10 de Outubro de
Lucinete Leite Lino, Assistente de Ad
ministraçao, para exercer a Função Grati
ficada de Secretária das Escolas: Profes
sora Enoly Loureiro Assis, são Patrício e
Clóvis Marcelino de Oliveira, Símbolo DAS
3, A partir de 10 de Outubro de 1.993. -
(Port. no 385/93 de 12/11/93).
Ana Lúcia Pistori Lino, Assistente de
Administraçao, para exercer a Função Gra
tificada de Secretária da Escola Munici -
pal de 10 Grau e Pré Escolar Nossa Senho
ra do Perpétuo Socorro, Símbolo DAI-3, a
partir de 10 de Outubro de 1.993. (Port.
no 3 8 6 / 9 3 de 1 2 / 11 / 9 3) .
Diomedes Rodrigues, Professor, para e
xercer a Funçao Gratificada de Secretário
das Escolas: são Clemente, Erasmo Medei -
ros, José Maria Palmieri, Marechal Rondon
e Marcondes Nunes de Miranda, símbolo DAI-
- 3, a partir de 10 de Outubro de 1.993.
(Port. no 387/93 de 12/11/93).
. EXONERAÇÃO Ã PEDIDO
A Funcionária, leda Maria Loureiro, do
Cargo em Comissão de Assessora, Simbolo -
DAs-2, a contar de 10 de Novembro de 1993.
(Port. no 377/93 de 04/11/93).
·rvulo Pereira Bambil, Auxiliar de Ser
·io Divro , Lotado na Secretaria de A
m! istração, referente +o período de 92/93,
a par ir de 04/11/93 à 03/12/ 3. (Port. ne
379/93 de 04/11/93).
Sim1ão Martinez, Trabalhador Brava!, Lo
do na Secretaria de Viação e Obras, refG
rente ao período de 92/93, a par ir de
08/11/93 à O7/12/93. (Port. 381/ 3 de
08/11/93).
LICENÇA PREMIO POR ASSIDUIDADE DE 6 MESES
A servidora Emiliana Coronel Paredes,Rg
lativo à 02 (dois) quinquenios Auxiliar do
Serviços Diversos, lotada na Secretaria de
Educação, Referente no período aquisitivo
de 06/09/81 à 05/09/91. (Port. no 388/93 -
de 22/11/93).
LICY.NÇJ GES'I'JNTE
ROSALVA Brites, Auxiliar de Serviços Di
vcrsoe, Lotada na Secretaria de Educação ,
a partir de 02/11/93 à 02/03/94 (Port. no
389/93 de 30/11/93) .
Maria do Carmo Silva de Oliveira, Pro -
fessora, Lotada na Secretaria de Educação,
a partir de 24/11/93 à 24/03/94. (Port, no
390/93 de 30/11/93).
Cumpra-se
Gabinete do Prefeito aos, 30 dc/11/1993
Abraão Armoa Zacarias
Prefeito Municipal
Edital de Proclamas
Janilde Rosa dos Santos, Oflciala do Cartó -
rio desta cidade de Bela Vista-MS., FAZ SABF.R
à todos quantos o presente Edital de Proclamas,
virem que apresentaram os Documentos ~xigidos
pelo Artigo 180 do Código Civil Brasileiro, In
cisos 1, Il,III e IV e pretendem se casar: Ara
cildo Carvalho Vieira e Rosely Harin, ele divor
ciado, brasileiro, funcionário PCblico F.staduaT,
residente e dociciliõdo nesta cidade, filho de
Alcldes Vieira Aranda e Eva Ramonõ Carvalho Vfai
ra. Ela brasileira, filha de David M;;.rin e San:
ta Arce Mar1n.
Se alguém souber de algum impedimento, que
se oponha na forma da Lei.
Bela Vista-MS., 30 de Novembro de 1.993
JanIlde Rosa dos Santos - Of1c1ala e Tabelfoa ,
Edital de Proclamas
Janilde Rosa dos Santos, Oficiala do Cartó
rio de Registro Civil desta cidõde de Bela Vis
ta-MS., FAZ SABER a todos quantos o presente E
dital de Proclamas virem, que apresentar= os
Documentos exigidos pelo Artigo 180 do Código -
Civil Brasileiro, Incisos I, II, Ili e IV e pre
tendem se casar: Jorge Augusto Cunha TebichraIÍe
e Elaine Queiroz Paiva, ele brasileiro, soltei
ro, comerciário, residente e domÍ.ciliado nesta
cidade filho de Geraldo Tebichrane e Florinda -
Cunha Tebichrane, el..s. brasileira, solteira, re
sidente e domiciliada nestõ cidõde, filha de Be
nedito da Silva Paiva e Lucia Mari;; Queiroz de
Paiva.
Se algé souber de algum impedimento que se
oponha na forma da Lei.
Bela Vista-MS., 30 de Novembro de 1.993
Janilde Rosa dos Santos - Ofic1ala e Tabelioa
Cometa Dei
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LEI N9 962, II. 9 DE NOVEMBRO DE 1993
DI+põe obre o 1tema de Claufffcacão de Car
p,o e alárlon do Poder Execat Ivo do MonfcIpfo de
Nela VIta e d! o,trens provldGncIts
O Prefelto Mnlclpal de Bela Vista, Estado
Mato Grosso do Sal, no uso de nuas atribuições
valo, Faço Saber qoe a Câmara Municipal aprova
o sanciono a s e u l n t e Lei.
de
le
e
Ci'P('l'ULO I
DO SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO DE CARGOS
Scçiio I
Dan Dis)'ou1çÕeu PrcHminarea
Art.IQ) - 0 S1tema de Classificação de Caros
do Poder Executivo Municipal de Bela Vista e cons
t I tu!do, c111 conjunto, por um subsiutcma de classi
[ Lcnçi:o, denominado Plano de Cargos, por um subai!!_
tema de avaliação, Intitulado Plano de Avaltação -
de Cargos e por um subsistema retributivo que con
siste no Plano de Retribuição.
Parágrafo Onico - O Sistema de que trata este
artigo, será Gnico para os servidores da Adminis -
tração direta, das autarquias e das fundações p~ -
blicas instituidas pelo Poder Executivo Municipal.·
Art.2Q) - O Sistorna de Classificação de Cargos
abrangerá os cargoR isolados de provimento cm co.
missão, as funções de confiança e os cargos de
provimento efetivo, constituindo o Quadro Permane
te do Poder Executivo Municipal,
Secão II
Do Qt,ladro Permanente
Art.32) - O Quadro Pennanente do Poder Executi
vo Municipal, ficará assim constituído:
I - GRUPO l - CARGOS DE PROVIMENTO EM COMISSÃO:
a - CATEGORIA FUNCIONAL 1: DIREÇÃO E ASSESSORAMEN-
TO SUPERIORES - DAS;
b - CATEGORIA FUNCIONAL 2: CARGOS DE ASSIST~NCIA -
DIRETA E IMEDIATA - CAI;
II - GRUPO 2 - FUNÇÕES DE PROVIMENTO EM CONFIANÇA:
a - CATEGORIA FUNCIONAL 1: DIREÇÃO E ASSESSORAMEN-
TO INTERMEDIÁRIO - DAI;
III - GRUPO 3 - CARGOS DE PROVIMENTO EFETIVO:
a - CATEGORIA FUNCIONAL 1: CARGOS DE ATIVIDADES
PROFISSIONAIS DA SACDE - APS;
b - CATEGORIA FUNCIONAL 2: CARGOS DE ATIVIDADES
PROFISSIONAIS DE NIVEL SUPERIOR - PNS;
c - CATEGORIA FUNCIONAL 3: CARGOS DE ATIVIDADES
PROFISSIONAIS DE APOIO TECNICO - PAT;
d - CATEGORIA FUNCIONAL 4: CARGOS DE ATIVIDADES
PROFISSIONAIS DE NATUREZA FISCAL - PNF;
e - CATEGORIA FUNCIONAL 5: CARGOS DE ATIVIDADES -
PROFISSIONAIS DE APOIO ADMINISTRATIVO - PAA;
f - CATEGORIA FUNCIONAL 6: CARGOS DE ATIVIDADES -
PROFISSIONAIS DE NtVEL ELEMENIAR ESPECIALIZADO -
PEE;
g - CATEGORIA FUNCIONAL 7: CARGOS DE PROFISSIO -
NAIS DE N[VEL ELEMENTAR - PNE;
h - CATEGORIA FUNCIONAL 8: CARGOS DE ATIVIDADES .
DO GRUPO MAGISTÉRIO.
Art.7Q) - Os Cargos Isolados de Provimento em
Comissão constantes do Grupo I, são de livre nomea
çao e exoneração do Prefeito Municipal e destinam-
se:
I - CATEGORIA FUNCIONAL l - DIREÇÃO E ASSESSORAMEN
TO SUPERIORES - DAS: ao atendimento de atividades
típicas e características de comando, coordenaçio
e controle, ou de aconselhamento técnico e adminis
trativo, sob a forma de pesquisa, previsio, plane~
jamento e organização, inerentes ás ações da Admi
nistracão Pública Municipal;
II - CATEGORIA FUNCIONAL 2 - ASSISTENCIA DIRETA E
IMEDIATA - CAI: à execução de atribuições e tare -
fas de apoio técnico e administra~ivo aos dirigen
tes dos órgãos integrantes da estrutura do Poder E
- xecutivo Municipal, prestando-lhes assistência di
reta e imediata:
§ lQ - Os Cargos de Provimento em Comissão que
só poderão ser criados por Lei, são privativos de
pessoal de nível superior ou de experiência e capa
cidade p~blicas notórias e são classificados con ~
forme consta das tabelas l e 2 do anexo I.
Art.82) - O servidor Municipal, de entidade ou
fundação ou Órgão integrantes da Administração do
Poder Executivo Municipal, nomeado para Cargo em
Comissão, poderá optar pelo vencimento e vantagens
'do seu cargo efetivo, fazendo jus, neste caso, à
percepçio.de 20% (vinte por cento) do valor base
fixado para o Cargo em Comissão, mais as gratifica
cões complementares. -
Parágrafo Onico - O anexo I desta. Lei contém a
relação dos cargos que compõem cada categoria fon
cional, com a cortlespondente codificação, nível
de escolaridade, padrão de vencimento, classes
funcionais e respectivas referê~cias salariais.
Seção III
Da Conl::.leituação
Art.42) - Para efeitos desta Lei considera-se:
1 - CARGO PÜBLICO, o conjunto de atribuições e
responsabilidades cometidas ao funcionário admit!
do para tal fim;
II - FUNCIONÁRIO, a pessoa legalmente investida -
em cargos de Administração Direta, das Autarq~ias
e das Fundações Pblicas;
III - CARGO EM COMISSÃO, o conjunto de atribui -
çÕes, deveres, responsabilidades e àtividades co
metidas, cm caráter temporário, as pessoas nomea
das para tal fim;
IV - FUNÇÃO DE CONFIANÇA, o conjunto de deveres ,
responsabilidades e atribuições cometidas, em ca
ráter temporário, a funcionários designados para
tal fim;
V - QUADRO PERMANENTE, o conjunto de cargos de
carreira, de cargos isolados e funções do Poder E
xecativo Municipal; ' -
VI - CATEGORIA FUNCIONAL, o grupamento de cargos
da mesma natureza, segundo o nível de complexida
de de suas atribuições;
VII - GRUPO OCUPACIONAL, referencial básico
DO PLANO DE CI.A!:>51PlCAÇÃO
E DA FINALIDADE DOS CARGOS
Secão I
Das Dposf;ões Gerfs
do
grupamento de categorias funcionais numa linha -
hierárquica definida;
VIII - REFERENCIAS SALARIAIS, os indicadores refe
renciais de retribuição pecuniária, segundo os
drÕes pré-definidos;
IX - PADRÃO, o referencial da importância hierár
qui.ca dos cargos, numa linha definida de carreira;'
X - CLASSE, graduação dos éargos com faixas pro -
gressivas de referências sálariais;
XI - E~QUADRA,'fil.'ITO, o ajustamento do pessoal, i· -
dcntif lcados as sua.s atribuições básicas e nível
de qualificação, nos cargos que compõem as categg
ri:i.s funcionais do sistema classificatório;
XII- TRANSPOSIÇÃO, a forma de enquadramento
que o ocupante de determinado cargo passa para um
outro cargo, idêntico ou de ~csma natureza, no no
vo sistema classificatório;
XIII - TRANSFORMAÇÃO, a alteração da titulacão e
.tr!balcões do cargo com seu ocupante
CAPlTULO II
em
e ferentes s atr!bates releicn da a r
técnica, administrativa, eco@fca e financeira_
desenvolvidas a nível de se oramento, de as
estruturantes, de ações fnstr,mentais e d a.
execat!vas que integram os diversos sistemas da Ad
ministra ão Mntc!pal. -
Parágrafo Cnlco - Os caros que coupõem a Cate
gorta Fanc!onal de qae trata este Art!o io clas-
1ficados confore dispõe a tabela 5 do anexo I.
Sub t<,;Üo IIT
Dos Caros de AtIVIdade
Profistionats d Apolo Tcnlco
Art.52) - 0 PLnno de Clasolflcação de Cargos e
estruturado em grupos e entes em Categorias Funclo
nafs, conforme consta do Art ,3Q dei;ta Lei:
$ I2 - As Categorias funciona1s são deodobradas
em classes e estas em car,ot.
$ 22 - As categorias funciona1s l e 2 do Crupo
1 e 2 do Grupo l, na for= do que dispõe as al!
ncau "a" e "b" do Inciso I do Art. 3g desta Lei
são constituídas de cargos de provimento em com1s- Art,A2) - Os Cargos de Atividades Profissionais
sao. de Apolo Técnico - PAI, Integrantes da Categoria -
$ 39 - A categoria funcional 1 do Grupo 2, na Funcional J, do Grupo 3, são de provimento efetivo
forma expressa no Inciso II do Art,32 desta Lei, é e relaciona-se com at!vIdades técnico-proffssfo -
constituída de funções gratl ficadas para provicien- nais a n[vel de 29 grao o corsos prof1sstonaItzan
to em confiança. tes nesta graduação escolar, cc::ipr2cndidoF: no
$ 4g - As categorias funcionais de la 8, do campo da Engenharia, da mcc5nica, de eletrotécnica
Grupo 3, constante do Inciso III do Art. 3Q desta e outros para cujo desccipcnho é exigido ccrt1flc:a-
Lci, compõem o conjunto de &tividadcs profissio - do de conclusão em curqo específico, _
nais de todos os níveis, identificadas, segundo a Parágrafo Onico - Os cargos que compocci a Cate
natureza e o grau de conhecimento exigido para o goria Funcional de que trata este Artigo são elas-
respectivo desempenho. sificados conforme consta da tabela do anexo I.
Art.6Q) - Os conjuntos de cargos que compõem c~
da categoria funcional, com os respectivos níveis
de qualificação, são os constantes das tabelas que
integram o anexo I desta Lei.
Seção II
Dos Caros em Comissão
Seção Ill
Das Funções Gratificadas
Art.9Q) - ·As funções gratificadas de preenchi
mento em confiança, que constituem o GRUEO 2, na
Categoria Funcional l - Direção e Assessoramento -
Intermediario - DAI, são criados para atender os
desdobramentos estruturais das unidades operacio -
nais do Poder Executivo Municipal, envolvendo ati
vidades de estudo, orientaçio, comando, cotlrdena -
cão e controle, relativos à execução de programas,
aplicação de normas e adição de critérios estabele
cidos em atos da Administração P~blica &nicipal.-
$ 1g - As funções gratificadas são originalmen
te criadas por Lei ou resultarão de transfonnacões,
por Decreto do Executivo, de funções gratificadas
anteriormente criadas, desde que não resulte em au
mcnto de despesa.
$ 29 - As funções gratificadas na Categoria Fun
cional de Direção e Assessoramento Intermediários~
DAI, são classificados conforme consta da Tabela 3
do Anexo I.
§ 3Q - São de livre designaçio e dispensa as
indicações para as Funções GratUicadas, sendo es
tas privativas dos Servidores Titulares de Cargos
do Poder Executivo Municipal.
Seca. IV
Dtis Ca-rg'ps li'e Provitdento Efetivo
Subseção I
Dos Cartos de Atividades Prof1sis1onais de SaGde
ArE.1O) - A Categoria retona1 1, que integra
o Grupo 3 -Cargos de Atividédes Profissionais de
Sade, é consequente do processo de municipaliza -
çào dos Ser:viços de Sa~de para implantação do Ser
viço Cnico de Sade, e está constituída de cargos
de provimento efetivo com atribuicões específicas
em atividades médicas, odontológicas, de saneamen
to e de vigilância sanitária•e âtividades auXilia
res na área de salde.
Parágrafo Onico - Os cargos de Atividades Pro -
fissionais de Sa~de - APS, são classificados con -
forme consta de tabela 4 do anexo I.
Sobsb;ão II
Dos Catt4os dtl-. Âd.vidades
Pi:bfissionais de H!vel. Supel:ti.ot1
Art.Il) - Os Cargos de Atividades Profissionais
de Nível Superior - PNS, que integram a Categoria
Funcional 2 do Grupo 3, s.Õ.o de provimento efetivo
Subseção IV
Dos Cargos de Atividades
Prof1ssfona1 de Natureza Fiscal
Art.13) - Os Cargos de Atividades Profissionais
de Natureza Fiscal - PNF, integram a Categoria Fun
cional 4 do Grupo 3 e são de provimento efetivo Pi
ra desenvolvimento de atribuições relacionadas com
a Administração tributária, obras, meio ambiente e
Posturas Municipais, no que respeita à fiscaliza -
ção do cumprimento de legislação e normas específt
cas pelos contribuintes e munícipes.
Parágrafo Onico - Os cargos integrantes desta
Categoria Funcional são classificados conforme dis
põe a tabela 7 do anexo I.
Subseção V
Dos Cargos d~ Atividades
Profissionais d~ Apoio Administrativo
Art.14) - Os Cargos de Atividades Profissionais
de Apoio Administrativó - PAA, qoe integram a Cate
goria Funcional 5, do Grupo 3, são de provimento!
fetivo, aos quais são inerentes as atribuições e
encargos relacionados tom a Administração geral
com a contabilidade e execução orçamentária, auxi
liar da secretaria, datilografia, recepção, comuni
cacio, registro, controle e trâmite de Documentos:
auxiliar de escrituração contábil, de atividades -
financeiras, de controle material e patrimonial.
Parágrafo Cnico - Os cargos de que tratam esta
Cat..egoria Funcional, sio classificados conforme
dispõe a tabela 8 do anexo I.
Subseção VI
Dos Cargos de Atividades Profissionais
d~ Nível Elementar Especializado
Art.15)- Os Cargos de Atividades Profissionais
de Nível Elementar Especializado - PEE, que inte -
grama Categoria Funcional 6, do Grupo 3, são de
provimento efetivo, aos quais são inerentes as ati
vidades e encargos profissionais de nível elemen •
tar qualificado, relativamente a obras e serviço de
recuperação e conservação de máquinas, equipacen -
tos, bens e instalações e o transporte de veca
los, máquinas e equipamentos.
Parágrafo Onico - Os Cargos que compõem a Cate
g~ria Funcional de que trata este Artigo, são elas
s ificados conforme consta da tabela 9 do anexo I.
Subsecàb' VIT
Dos Cargos de Atividades Profissionais
De Nível Elementar
Art.16 - Os Cargos de Atividades Profissionais
de Nível Elementar - PNE, integrantes da Categoria
Funcional 7, do ~rupo 3, são de provimento efet -
vo, aos quais sao inerentes as atribuições auxi -
liares de manutenção, conservação e recuperação de
bens e instalações, recepção e transporte de car _
gas, limpeza em geral, vigilância, elaboração e
distribuiçao de merenda escolar, atendimento acre
ches, bem como tarefas relativas a trabalhos semi
qualificados.
Paragrafo Cnico - Os cargos de que trata este
Artigo, sao classificados, conforme consta da tabe
la 10 do anexo I.
Subseção VIII
Dos Ca.rgos de Atividades do C...rso Magistério
A:t,17) ~ Os Cargos·de Atividades do Grupo Ma -
gisterio, integrantes da Categoria Funcional 8, do
Grupo 3, são de provimento efetivo, aos .-
i er t ."· » d qua s sao
n en es as atribuiçoes relacionadas com o i
de primeiro e segund . ens no
• - . o graus, a adultos e cri=nças
a execucao de atividades técnico pedagógicas, se
coo as tarefas relativas à Ad!ri - ·>
sao e ~nspeção Escolar. - n straçao, soperv!
Paragrafo Onico - Os c·rgos a'
Artigo são classificados ;e e que tratam este
Estatuto do Ma_gistério e gu
nd
º os postulados do
tinentes. - normas complementares per
CAPITULO III
DO PLANO DE REl'JUBUIÇÃO
Seco·I
Dos Venc1.mentos
CONTINu!! Ni! l'ÃGINA
» •
9
l
o
IN.«AI. TRIESMVA DA FRONL.IRA
llIÃfll') !<LCIO',AL
Prefeitura Municipal de
Art,IB) - A estrotor geral de retrfbalção sala
rtal do penol do Poder Eecot!vo Manfcfpal € a,
fInfda neste Capftalo, constituindo-se no PLANO DE
lU llIIIU[ÇiO, nbrangundo o Cargos de Provimento em
Comissão, as Funções Gratificadas e o Cargos de
Provlmcnto Efetivo.
Art,I9) - 0s vencimentos e vantagens dos Cargos
de Provl.mcnto em Com!no, so os constantes das
Tabelas ln 2 do anexo II dcAta Lei.
Art,20) - 0s valore dan Funções Gratificadas ,
preenchidas em caráter de confiança, ão os fixa -
dor; na tabela 3 do ancxo II denta l.ci.
Pnrá1,1rnfo On!co - O valor da função gratificada
é vantagem acesnórfa que se acresce ao vencimento -
do aervidor dcHinnndo para exercer qualquer dna
funções que compõe a Categoria Funcional l, do Gr
po 2 - Direção e Assessoramento Intermediárfo-DAI,
Art,21) - Os vencimentos dos Cargos de Provimcn
to E(etivo, que compõe o Grupo J deste sistema -
siio os fixados na Tabela 4 do anexo II desta Lei.
§ Jg - Não se incluem na tabela de que trata es
te Artigo os vencimentos dos cargos do Grupo Magia
tério que tem tabela própria consubstanciada nÕ
Estatuto do Hagistdrio.
§ 2~ - O servidor admitido cm caráter temporã -
rio, na forma regulamentar, perceberá o vencimento
fixado para a referência inicial da classe, também
inicial, do cargo para o qual foi contratado,
1
1
-à
do sfstem de carreira, serio compatad:
da.lente en dlas, confderzndo-se Lterr
no pegafntes casos;
I - licença com perda de verclento;
11 - nu&pcna:o d1scipllnat;
III - vfag para o exterior, sem ôna. para a re -
partição cuniclpal;
IV - disponfbfltdade para outros órgãos sem
para or1em;
- nos demais afastamentos em qoe o tempo de ser
viço seja considerado un1carente para aposentado -
CAPlTULO IV
DO ENQUADRAMENTO DO PESSOAL
Art.22) - Os Servidores P~blicos Municipais
constituem clientela destinarária ao presente sis
tema classificatório e serão enquadrados, prelimi- •
narmente, por transposição, nos cargos de mesma na
tureza, padrões e referências salariais, segundo -
dispõe os anexos I e II desta Lei.
$ 1g - SÓ poderão concorrer ao enquadramento
por transformação, cm sendo do interesse da Admi -
nistração Municipal, o funcionário efetivo no car
go atualmente oeupado e, que tendo a necessária qu~
lificação, esteja desenvolvendo tarefas típicas -
do cargo pretendido.
§ 2Q - Quando o salário atual do funcionário -
for maior que o valor atribuido à referência sala
rial em que deva ser enquadrado, a diferença ser~
lhe-à como vantagem pessoal a ser absorvida grada
tivamente, na proporção dos futuros reajustes sal!
riais.
§ )Q - Aos servidores não estáveis, e admitidos
cm caráter provisório aplicar-se-á a referência S.'.!.
larial e classe iniciais dos cargos cm que forem
contratados.
$ 4g - Todo ingresso de novos funcionários por
decorrência de concorso pblico de provas ou pro -
vas e títulos, se fará sempre, na referência sala
rial e classe iniciais dos respectivos cargos.
Art.2)) - A Administração Municipal, conjugado
o seu interesse com as disponibilidades financei -
ras do órgão, procederá posteriormente, a reclass
ficação dos funcionários efetivos, devendo conside
rar, para tanto: .
I - o desempenho do f,ncionario;
II - o seu tempo de serviço público e;
111 - a sua qualificação escolar.
CAPlTULO VI
00 SISTEMA DE CARR.EIRA
Art.24) - O Sistema de· Carreira do Funcionalis
mo Municipal se dará por avanços horizontais e ver
ticais, sob a forma de Progressao, Promoçao e As -
censao Funcionais.
Seção I
Da Progressão FuncionaW
Art.25) -· A Progressão Funcional consiste na
passagem de ama referência salarial em que se en -
contra
O
funcionário, para outra imediatamente su
perior, dentro da respectiva classe, conforme con~
ta do Estatuto dos Servidores Municipais.
Parágrafo Onico - Para os efeito deste benefí
cio observar-se-á um interstício mínimo de 2 (do-
is) anos.
Seção IV
Dos Procedimentos Complementares
0
Art.28) - Fica o Poder Executivo Municipal auto
rIzado a baixar normas regulamentando o sistema de
carreira, devendo considerar no ato formal;
I - a metodologia e crit&ric de avnliação de desem
penho para apuração do i::erccimento; -
II - o critério de desempate nos caoos em que haja
disputa de vaga;
III - outros vroccdimcntos que sejam necessários à
implementacão do Sistema de Carreira,
Art.29) - Serão benc ficbdos, respcc tivamente
com a Progressão e Promoção Funcionais, quando de
direito, os funcionários que vierem a se aposentar
ou vierem a fnlaecer sem que tenham sido contempl!
dos, no prazo regulamentar, com esses benefícios.
Secão II
Da Ascensão Funcional
Art.26) _ A Ascensão Funcional consiste na ele
vação do funcionário à classe imediatamente s~pe -
rior àquela em que se encontra, dentro do mesmo -
cargo. f -
§ lQ _ Para os efeitos deste Artigo, are eren-
cia salarial será a inicial aa. classe para_a qual
0
funcionário for contemplado com a_promoçao.
§ 2º _ Será de 2 (dois) anos na ultima referen
eia da classe superior anterior o interstício mínt
f
ncionário concorrer a Ascensao Funcio-
mo para o u - d d
1 bedecido
O critério de avaliaçao e esempe-
,á,,''{atracai rotsstoa1, canfore se d1se
nba em regulamento, observadas as disposiçoes con
tidas no Estatuto dos Servidores M..n!cipais.
$ 39 - O processaento da Ascensao Funcional,
está condicionado à existencia de vagas nas respe
tivas classes, observados os seguintes parametros:
1
_ na classe "A", 50I (cinquenta por cento) do e-
fetivo definido para o car.go; do efe
II _ na classe "B", 30% (trinta por cento)
tivo def:lnido para o cargo;
III - na classa "c", 207 (vinte por cento) do efe-
tivo definido para O cargo.
secão III
Da Interrupção de I.aterst!cio
Art.27)
Os interstícios definidos nos avanços
CAPlTIJLO VI
DA ADMINISTRAÇÃO DO PLANO
Art,)O) - Para cumprimento deste instrumento, o
órgão incumbido da Administracão de recursos huma
nos observará as regras de ~valiação de cargos e o
catálogo de ocupações que compõem os apêndices l e
II desta Lei.
Art.Jl) - O enquadramento do pessoal se dará em
Bela Vista Mato Grosso do
Abraão Armoa Zacarias
Be-la Vista
e tr!ra ervnt, ao d!s
d te !e!, !nls!v q. to
r o G.adro " tinente dos Ó±
:il.cl;, 1.
rt.32) - 0prov! to dos Cargos Isolados
Provimento em Cofio e as dvs!nades para
Fanções de Confiança, são da cooetênef do refef
to Manfcipal e observará as disponiçôes contidas -
em Instttotos e !astromento editados pelo Mnl{-
pIo q.e versar sobre a istérfa,
Art.33) - 0s Servidors de repart!çe Mun!ef -
paí, quando desf,nados para Caroa e Cor.dsáo
em sendo mais vantajoso, poderio opt·r pelos vencI
mentos de seus cargos sendo-lhes asegorado, t s
caso, como vantagem ace órfa, 20, (vinte por cen
to) do venc bento base do Cargo ea Comissão, ma!s
as gratificações complementares.
Art.34) - Os reajustes salarfas concedidos, n
fora regulamentar, fnc!d!rão sobre s tabelas qa
constam do nexo II desta Le1,
CAPlTULO VII
DAS DISPOSIÇÕES YINAIS
Art,)5} - O presente Plano de Classificação
Avaltação de Cargos e Salários é um instruriento
compleu:entar e 6ubsidiriío do Estatuto dos Funcion..:_
rios Públicos Municipais.
Art.36) - Os proventos dos funcionários aposen
tados e as pensões pagas pelos cofres das reparti
ções municipal serão revistos segundo a estrutura
deste Plano, a partir de sua vigência.
Art.37) - As despesas consequentes da aplicaci~
deste Plano correrão à conta de Dotações próprias,
podendo o Poder Executivo suplementá-las, se neces
sário.
Art.38) - Esta Lei entrará em vigor na data de
sua publicação, revogadas as disposições em contr~
rio, produzindo seus efeito9 a lQ de outubro/199).
Sul, 29 de Novecbro de 1.993
- Prefeito Municipal
e
PLANO DE CLASSIFICAÇÃO DE CARGOS
GRUPO 1 - CARGOS ISOLADOS DE PROVIMENTO EM COMISSÃO
CAilXXlRJA FUNCIONAL 1- DIREÇÃO E ASSESSORANENro SUPERIORES - DAS Tabela I
CÕDIGO S!HBOLO CARGOS EM (l)!i!SSÃO OUAl>TIDADE OUALIF1CAÇÃO
1.1.01 DAS - l Chefe de C.,blnete do Prefeito 01
1.1.02 DAS - l Secretário nunic lp.11 06 Superior Cotcplcto ou Capacl
1.1.0J DAS - l Assessor Jur{d1co 01 dade PÚbl1ca notória -
1.1.04 DAS - l Assessor de Planeja.cento 01
l.l.05 DAS - 2 Assessor 07
l.l.06 DAS - l Diretor de Departaento 12
IIJTAL 7a
CÔDIGO StHBOLO CARGOS EM COMISSÃO QUANTIDADE' QUALIFICAÇÃO
l.2.01 CAI - 1 Assistente OJ 22 Crau copleto ou Capa!-
l.2.02 CAI - l Sccrctá:rla l 02 d1Jde PÚblica Notória
1.2.0J CAI - 2 Secretária II 08
TOTAL ll
CATilX>RlA FUNClOMAL 2 - CAROS DE ASSisrt!ICIA DIREIA E DIEDIAIA - CAI Tabela 2
CRIJl'O 2 - FUNCOES DE PROVDIENID EH CD?fFIANÇA
CATECORIA ruNClOMAL 1 - DIREMO E ASSESSORAMEHTO INTERMEDIÁRIOS- DAI - Tabela J
CÕD!CO SIMBOLO CARDOS !:'I WIISSÃO QUANTIDADE QUALIFICAÇÃO
2.l.01 DAI - 1 Chefe de Divisão 15
2.1.02 DAI - 2 Chefe de Setor JO 29 Grau CÓ::plcto ou Capa!-
2.1.0J !'AI - 3 Enc:nrregndo do Altt0xnri fado Cernl 01 dode PÚblica t:un1dp.,l
2.1.04 DAI - L Encarregado de Serviço 15
TOTAL 6T
CRIJFO 3 - CAROS DE PROVIME!l1D EFETIVO
CATECORIA FUNCIOMAL 1 - CARCOS DE ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA SACDE - APS
CÕDICO CARGOS QUALIFICAÇÃO PADRÃO
Kt.r.
Ql:A.'<TIDAOE rtrrAI T
APS- J.l.01 Enfercclro N{vel Superior Co::,pleto V l 18 1
APS- 3.1.02 Médico 4 h Nlvel Superior Cc.:lpleto V l 1B 4
APS- 2.1.03 Médico Veterinário 4 h N{vel Supcr1or c/ CUrso Es;;u:!.fim V l 1B l
APS- 3. 1.04 Odontólogo 4h 12 Grau Completo V l 18 4
APS- J. l.Q.5 Snnltarist.a 22 Crou Co::pleto V l 1B .1
APS- J.l.06 Agente de Saúde III l 18 5
APS- J.l.07 FLscal de Vigilância Sanitário 19 Grau Completo IV 1 18 5
APS- J.l.OS Auxiliar de Engerage III 1 1B 5
CÕDlCO CARCOS OUALIFlCACÃO PADRÃO' Y;trG r"a QUAXTIDAOE
PS - 3. 2.01 Adrdnistrador V l 1B 11
PNS - J.2.02 Advogado V l 1B 1
PNS - J.2.03 Ass{strr'ltE Social V l 18 2
PNS - J.2.04 Contador Curso Superior Cotlplcto V l 1B l
PS - 3.2.05 Econo:alst.a V 1 1.8 1
PS - J.2.06 Engenheiro V l 1B 2
PNS - J.2.07 'Psicólogo V l 1.8 l
TOTAL 6o
CATEGORIA FUNCIONAL. 2 - CARGOS DR AIIVUlADES PROFISSlOPIAlS DR lltVEL SUPERIOR - PNS - Tabela .5
CAilXXlRIA FUNClOJIAL 3- CAROS DE ArIVIDADES Pl«>FlSSlO!I.US DR APOIO TÉCNICO - PAT
CÔDlCO CARCOS QUALIFICACIO PADRÃO % . '
1 QUA."TIDADE . ,.
ll
PAT - 3.3.01 Auxtl lar Iécnico 22 Grau IV l 18 l
PAT - 3.3.02 Desenhlst..1. Projestlst.'.l 22 Grau Profissionalizante ou
PAT - J.J.OJ Elettotécnlc:o Cap. Pub. NotÕria IV l -· 1.8 1
PAI - J.J.OJ Laboratorista 22 Grau Prof!sstonalizante IV l 18 l
PAT - 3.3.04 Mecânico especializado IV l 18 2
PAT - 3.3.05 TopÕgrafo IV l 18. 2
PAI - J.J.06 IV l 1.8 2
3-
CAIECDRIA FUNCIONAL 4 - CARCOS DE AnVIDAD!!S l'ROFISSlO!U.15 DE llllllRKZA FISCAL. - PNP - Ta be la 7
CÕOICO CARGOS QUA!.!TICACÃO PADRÃO
"
±}ar 1 QUA:mDAD?: J
PF - 3.4.01 Agente F1sc.nl de Obras e Posturas 22 Cru Ccpleto IV l 18
1
5
1
PIIF - J.4.02 Agc.ntc Fiscal de Tributos 2? Cru Ccapelo IV 1 18 s
Iõ
CAIECDRIA FIINCIO!W. 5 - CAROS DE ATIVIDADES PROFISSIONAIS DE Al'OlD AININISTRATIVO - PA
CÕDlCO CARGOS QUALIFICACÃO PADRÃO /R5E,$4]3115,,, Qtl.A.ffl!lADE
PPA- 3.5.01 Assistente de AdrIntstração 22 G'T'J.u ec::-picto IV l 18 2.5
PAA- 3.5.02 Técnico de Contabilidade 2Grau Profissionalizante IV l 1.8 10
PAA - J.5.03 AC. Acklinistt.'.lt.lv.:>
%%..
UI l 18 19
PAA - 3.5.04 Rcccpcionl&t.l n l 18 05
PA- 3.5.05 Tclcfonlstn ! Sêrle d8 1? Grau II 1 18 OJ
PM - 3.5.06 Cont {nuo 3 5Crie d3 12 Grau I 1 18. 03
s5-
Tabela 0a
J0AI, "T+HUNA DA FRONTEIPA DIÁRIO EGIONAL .. -- . __._ _
IRA DE BELA VISTA '1
Edital para Conhecimento de l erc_eiras
O Doutor José Ed,ardo eder Menehelll, Jfz de pIreIto da Comarca de
ela VIta, Estado de Nato Cror;:.;o do Sul, na (orra d1 Jct, etc ...
FAZ. SABER aos que o presente d[tal virem o, dele conhecimento t!ve
rem, expedido no autos n2 130/92, de Interdição proposta por Eduardo Ri
cardi contra Te6f lo Ricardi, que se proccnrrntn perante este Jazo e Cartó
rio .Judicial, que atendendo as provas constantes dos aatos, por sentença
prof'erid:i pelo MM, Juiz de Direito em 21l de netl'mbro ,lc 199), em seguida
Lrnn!,crit:i, declarou n intcrdic;iio de 'cóf.!lo Rlcardl, brnllilelro, soltei
ro, nnncido uoK 05.01,50, filho de Deloanto RfcardI e Cândida Martines ,
rer, t,lcnl<' nesta c Idade, por ser Julgado incapaz de reger a sua pessoa e
ele ndmlnlutrar Hcun hcns, pelo que scriio nuloH, de nenhum efeito todos os
contratos ou negócios realizados com o referido Interdito, nem • asáistên
cl11 ele: !ll!u curador e prévia autorização deste Juízo, "Sentença" - Vistos-;
etc, Eduardo Hicardl. qunllficodo nos autos, aforou o presente pedido de
lntorcltção conlrn TcÓ[llo Hlcordi ao argumento de que o lntcrditando.pos
nui d1nturbion mcntnln e que sempre morou e conviveu com o requerente. R~
quer interdição do réu, Anexa documentos. Citou-se o interditando sendo o
mesmo inqulrldo, Realizou-se n pericia, que concluiu não ter o interditan
do condiç~es lntclcctunis de gerir bens ou sustentar-se por melas pró=
pros, As partca tiveram viata dos termos da pcrÍéia. Instrui-se o feito
colhendo-se o depoimento do requerente e de duas testemunhas. Em alega
ç~cs o requerente pede a procedência e o M,P. opina favoravelmente, ~ ~
relatório, Trata-se de pedido de interdição formulado por Eduardo Rlcar
di. A per,ícin realizada confinna que o lnterdltando deve ser posto· sob c-:
ratela. No mesmo sentido as demais provas trazidas aos autos. Cm face a~
exposto, pelo que mais que dos autos consta, considerando o parecer favo
rável do M,P. julgo procedente o pedido para o fim de decretar a interdi
cão de Teófilo Ricnrdi. Considerando que não há nos autos nada que desabo
nc o r~querente, nomeio-o Curador do interditando, cabendo-lhe dirigir i
educaçao, defender o interditando, prestar-lhe alimentos conforme seus ha
veres e condições, observando as proibições da lei, não podendo praticar
qualquer ato envolvendo alienação de eventuais bens do interdito,· nem in-•
serir nos bens que eventualmente pertençam ou venham a pertencer ao inter
dito qualquer tipo de gravarne, salvo prévia autorização judicial, ofician
do-se oportunamente ao R. I. a respeito. Proceda-se à especialização em hi
pateca legal. Caso tal não seja feita no prazo previsto em lei, dê-se vii
tg ao M.P. para os fins do par~grpfo .'.;nico do art .1188, do CPC. Enquanto
nao for julgada n especiolizacao incumbirâ ao M.P. reger a pessoa do inca
paz e administrar-lhe bens que possua ou venha a possuir. Preste-se com:
prornisso no prazo legal. Às providências do art.1184 do CPC. Oportunamen
te arquive-se estes autos. Sem custas. Bela Vista MS, 28.09.93 (a) José
Eduardo Neder Meneghelli - Juiz de Direito. Para que a referida Sentença
produza seus devidos efeitos legais, e chegue ao conhecimento dos interes
sados e ninguém possa alegar Ignorância, mandou o}~!. Juiz expedir o pre
sente Edital que será afixado na sede deste Juízo, no lugar de costume e,
publicado no Diârio da Justiça e imprensa local, na forma da lei. Dado e
passado nesta cidade e Comarca de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do
Sul, aos dezoito dias do mês de outubro de mil novecentos e noventa e
três. Eu, Edgard Ibanhes,_Escrivão Substituto, o datilografei. (a) Pedro
Vergilio da Silva, Escrivao J,,-licial por determinação do MM. Juiz.
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*Fone (067) 439-1846
Mais Prisões no Garimpo
de Ouro de Bonito, iá está
Parec,end Novela
O ar fmpo de oaro de
Bonito Já está parecendo
ama novela, poi, a cada
Instante are uns capít.
lo cw.oc1onantc.
A estória J(, vc::i
arrastando por 0on
tempo, mas como o precig
so metal só 1•ra cntontra
do cm pcq-.aia., quantida ::
dcs, os nvent~rciros de
sanimavam e chftg•ram a
abandonar seus eqolpamet
tos.
Garimpeiro é o pcs4u_!.
sador autêntico, que com
su,. garra, "faro" e de
tenninaç~o, acaba 'encon-
'trando "o que não per
deo."
Foi exatamente o que
aconteceu neste ~unicí
pio. O filão de "bambur
rar" está nos morros
existentes nas fazendas
Sofia e Estrela. ·o que
encontram nas gratas que
estão sendo exploradas ,
não passam de fagulhas
de "ouro escorridos".
DI SPUfA ACIRRAD
* Os melhores preços da cidade!
* Faca-nos uma visita e comprove!
* A moda jovem!
Bela Vista - MS
"O sol nasceu para to
dos", diz um velho dita::
do. Porém, a sombra fi
cou somente para alguns
privilcgiados. Prova dis
so é o garimpo de oar
de Bonito. O Sr.Lidio Lu
bas, proprietário dar~::
zenda Estrela, onde aja
zida se estende pela ca
tiada de cascalho abaixo
da terra, apesar de ser
constantemente i~comoda
do pelos garimpeiros,nun
ca viu a cor do dlnhei
ro. Quando sua proprieda
de não é invadida ilegal
mente é "apo~sada .!.ndcvi
damente" por pessoas que
se dizem "autorizadas" -
pelo Governo para "pes
guisar mineral" naqocla
area.
Muitos quilos do "ama
relinho" já foram extrai
dos e, além da agressao
ao r·fo a bfent,
de[a par promover o de
envolvi nto de Bon!to.
Da nane!ra qoe as co!
sas vem acontecendo, evI
d@ncta que ama força s0
bria está por trás disso
tudo.
PEHSEGO! ÇÀO 1 iPIJCÁ VCL
Mais de dozentos ho
mens já estiveram revi
rundo o ch:io n.ls referi:
das fazendas para garan-
tir o sustento da famf
lia, considerando que
trabalho razoavelmente -
bem remunerado se torna
cada vez oais escasso e
o gari□po é ona forra ár
dua de ganhar o pão de
cada dia.
Para quem não sabe, o
ouro está cm "ma camada
de cascalho abaixo da
terra e a altura aumenta
a medida em que a frente
de serviço vai em dire
ção ao morro. Como no lo·
cal também não tem &gua:
esse cascalho é carrega
do nas costas por vários
qui!Õrnctros, para ser~
vado cm um rio Ou e□
qualquer lugar que tenha
água,
Os garimpeiros sempre
foram perscguiéos impla
cavelmente e muitos de
lcs reclamaram que nunca
tiveram notícia do ouro
apreendido no local e se
foi utilizado para algu
ma "finalidade social..'.'
MAIS PRISES
Depois do prende, sol
ta e espanca, semana re
trasada os soldados da
Polícia Florestal, Ivan,
Irineo, Gilberto e Viei
ra, sob o comando dos ca
bos Galeano e Calvito(de
Bonito e Jardim), fize
ram uma nova devassa nos
garimpos das fazendas So
fia e Estrela, onde pre:i!
deram os seguintes gari~
peiro: 'anoel Batist. 1 -
d s Santo, F!leeno Co
es, o "FIG", Ia[as P
tira de Andréa, Anton!o
de Fritas, !'Iael Men-
des Ferreira, Valdemar -
Alves de Ale!da, Manoel
Valentino de Souza,Pedro
Alves da Silva, Francis
co JOs da SIlva, José
Anchfeta Cir!os da SIlva
Adem!lson dos Santos e
Valdlr J.c..ltc Fir,,o. To
dos forma encarInhados à
Delegacia de Polfcta de
Bonito e indiciados e~
inq .. érito por "explorar
minério se aatorfzação''
Na oportunid:ide, tam
bém apreenderam uma car
tucheira "32", três ba
tilas, duas cuias, cinco
picDretas e quatro pás.
Rccordü-6C que hÍ. pou
cos dias, no mesmo 1o
cal, todo o equipamento
de "g,1rimpo mecanizado",
conposto de motores die
sel e bombas. foi apree~
dido.
CPI NO GARIPO
J está sendo neces
s.Írir,. uma CP! no garimpo
de ouro de Donito, nem
que seja realizada por
urna comissão de vereado
res, Dcompanbados de
perto pelas autoridades
do meio ambiente e judi
ciária, porque apeso~
das prisões e aprecn -
sões, o garimpo nunca
deixou de funcionar e es
tá prevalecendo a "lei
do mais esperto".
Enquanto não se torna
uma medida drástica e de
finitiva, Bonito conti::
nuari sendo despojado de
uma imensurável riqueza,
que poderia ser reverti
da em obras assisten -
ciais e Indústrias que
gerariam empregos.
(FIRMINO DE BARROS)
<;:,ração a querida mãe N. S. Aparecida
Querida Mãe Nossa Senhora Aparecida voz que nos ama e
nos guia todcs os dias, vós que sois a mais bela de todas as
mães e que eu amo com todo o meu coração eu vos peco mais uma
vez que me ajude alcançar esta graça por mais difícil que
ela seja, sei que vos rr,e aJudaras e me acompanhará sempre
até a hora de minha morte amém.
Rezar: 1 Ave Maria, 1 Pai Nosso 3 dias seguidos.
Publicar assim que receber a graça. Por muitas graças al
cancadas. L.'
lU
•,.
Concluídos os primeiras 56 k111 da
Rodovia Sidrolândia/Maracaiu
O Dersul (Departa
mento Estadual de E
tradas de Rodagem) já
concluiu 56 quilõmc
tros da rodovia que
liga Sidrolãndia a
Maracaju(Ms-162), A
prcvio5o é do que o5
86 quilõmetroo denta
rodovia estejam pavi
montados até o sequn
do semestre do próxI
mo ano. A empreitei
ra que venceu a con
corrência para cxecu
tara obra vem man
tendo cerca de 190
operários nas várias
frentes de trabalho
distribuidas ao lon
go da estrada.
A pavimentação da
MS-162 é considerada
pelos produtores da
região como relevan
te para o desenvolvi
mento da agricultura.
Os dois Municípios a
serem beneficiados
por esta obra estão
entre os cinco maio
res produtores de mi
lho do Estado.Na pro
ducão de soja, sidro
lãndia está entre os
10 primeiros, enquan
to Maracaju desponta
como um dos cinco
maiores produtores -
desta oleaginosa. As
culturas de inverno
preferidas dos produ
tores desses dois Mu
nicípios são o trl
go, o milho safrinha
e a aveia.
"Com a pavimenta
ção dessa rodovia Ma
racaju vai se trans
formar num eixo rodo
viário importantíssl
mo", afirma Antonio
Aparecido Volpe, ge
rente da Unidade da
Cooagri(Cooperativa
Agropecuria e Indus
trial) em Maracaju.
Ele acredita que a
MS-162 passará are-
ccber um fluxo qran
de de caminhões trans
portando grãos e Ln
sumos quando estiver
asfaltado.
Na avaliação do
gerente da Cooagri -
em Maracaju, essa
obra rodoviária nerá
importante para a
economia da região e
principalmente para
evitar que os agri
cultores tenham pre
juízos. "Com o asfal
tamente dessa rodo=
via os produtores
não vão mais ficar
com a produção reti
da por causa das chu
vas", comenta Volpe.
Segundo ele, a previ
são é de que a unida
de da Cooagri em Ma=
racaju receba na pró
xima safra de verão-
60 mil toneladas de
soja e 30 mil tonela
das de milho. -
"O escoamento da
safra será facilita
do e haverá redução
nos custos do frete
com o asfaltamento
dessa rodovia", assi
nala o produtor Gené
sio Nazzochin, que
deixou Paraná em
.1984 para se dedicar
à produção de soja ,
milho e arroz em· sua
propriedade, em Mara
caju. Nazzochin lem
bra que em épocas de
chuva, os produtores
enfrentam sérias di
ficuldades para trans
portar a safra.
Com a pavimentação
de rodovias, o Gover
no Pedro Pedrossian
cria condições tar
bém para que o inte
rior do Estado rece
ba indústrias,trazen
do novas perspecti -
vas económicas para
os Municípios. Em Si
drolãndia, esse pro-
censo já está em an
damento. A Agroelia
nc inaugurou ncn o
semestre frigorífico
d• franyon, onde cn
tão sendo produzidos
corte especiais de
tinadoG ao morcadÕ
externo.
An ações moderni
zadoras do Governo
Pedro Pedrossian na
quela porção de ter=
ras do Estado não se
resumem a pavimenta
ão da MS-162. Atra
vés do Programa de
Desenvolvimento do
Sudoeste, inserido
no "Fronteiras do Fu
turo", estão sendo
restauradas e pavi
mentadas 480 quilõme
tros de estradas e
implantados 310 qui
lómetros de linhas de
transmissão de ener
gia elétrica.
O Município de Ma
racaju faz parte da
área de influência -
dessas obras, e tam
bém do porto rodo=
fluvial que o Governo
do Estado vai cons
truir em Porto MurtT
nho. Antonio Apareci
do Volpe comenta que,
mesmo sem se conhe
cer os detalhes téc
nicos do projeto por
tuário, é possível
prever os benefícios
que virão com a sua
execução. "Haverá uma
redução considerável
no custo do frete,
pois a hidrovia é o
meio de transporte -
mais barato", comen
ta ele, acrescentan
do que no retorno as
barcaças poderão tra
zer insumos agrico -
las de outros Esta
dos, como o Rio Gran
de do Sul. -
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I . (NONIN!O)
TRIBUNA DA FRONTEIRA, COI EIO JARDIM SE " TE'MA MRTIENSE '
LITERATURA-- MATES - CIMA -- TELEVISO- MSICA - Pbl!cada tm,ltaneamente_noz_."omh" -
MÁRIO PONTES: LIVRO QUE TEM
SEMELHANÇA COM O CRIME NA PARAIBA
(Par: Patrlcia Lopes)
Um caso do vingança pa
triarcal, como o do Governa
dor da Paraba, Ronaldo Cu
nha Lima, contra o ex-Gover
nador Tarcisio Durity(guar
dando as devidas semelhan
€as). FoI o ponto de parti
da escolhido pelo nordesti
no Maria POntcs para sou
próximo livro. O escritor
cearense conviveu com histó
rias de violência a bala
desde a infância, o é a par
tir de um fato real, pareci
do com este, que inicia sua
obra.
Mário começou a traba
lhar neste livro no final
de 91 quando passou um mês
de repouso em casa depois
de sair do hospital, vitima
de infarto. Jornalista há
45 anos, 24 deles passados
no Caderno idéias do Jornal
do Brasil - importante jor
nal carioca-, o autor acos
tumou-se a escrever sobre
fatos do cotidiano literá
rio. Dai seus livros traze
rem sempre um acontecimento
verdadeiro entrelaçado aos
de ficção.
Dois anos depois, Mário
Pontes retira da gaveta. a
papelada e volta escrever o
livro. Segundo ele,são três
longas histórias: a primei
ra passada nos anos 20, a
segunda nos anos 60 e a ter
ceira nos anos 80. E um per
sonagem principal que vive
nestas três épocas(a princi
O DE LUCIDNO TRIGO
pio jovem, depois com cerca
de 50 anos e mais tarde aos
80 anos), unificando-as em
um só conto.
A história tem início
quando esse personagem, ho
mem simples que trabalhava
beneficiando algodão, se en
volve em uma briga de vin
gança(o fato real em que se
baseou o autor). Dessas que
acontecem aos milhares pelo
interior do nordeste entre
os manda-chuvas das peque
nas cidades. Na segunda fa
se o personagem se arrepen
de e quer virar santo, mos
trando o alto grau de misti
cidade que também se mantém
por toda parte. nesta re
gião. Na última fase da vi
da deste homem,o guarda pa
ra ele um fim trágico, qua
se como um conto policial.
Mário mostra que, mesmo sem
crescer, a cidade é atingi
da por outro tipo de violên
eia: a droga e a queima de
arquivo, por exemplo.
O escritor explica que
"a violência sempre exis
tiu, mas as mudanças na so
ciedade fizeram com que an
tes atuássemos como agentes
a ti vos em relação a ela, e
hoje, nos tornássemos agen
tes passivos. Ou seja avio
lência vem até você. Ela te
surpreende" . (Mas parece
que o Governador da Paraíba
continua agindo como se o
tempo não tivesse passado ,
Por:Antonio Puga
Aos 29 anos, o
Jornalista Luciano
Trigo está lançando
seu segundo livro e
o primeiro de roman
ce. VAMPIRO (Editora
Iluminuras) não é co
mo o título supõe
urna história de ter
ror, muito menos uma
auto-biografia, É o
retrato bem humorado
de um jornalista que
após fazer uma noite
de amor com a mulher
de seus sonhos come
ça a sentir estra
nhos sintomas devam
pirizacão.
Nesta narrativa ,
Luciano Trigo deixa
a marca de sua gera
cão, de pessoas que
atingem a casa dos
30 anos e quer mos
trar o talento e qua
lidade profissional.
Na verdade o livro é
a vivência de um pro
fissional de um gran
de jornal que obser
va o dia-a-dia de to
dos onde de alguma
forma as-pessoas são
vampiras de si mes
mas.
"Tudo na vida dos
seres humanos é urna
troca, um processo -
de vampirização rnes
mo", diz o autor."Se
ja nas relações amo
rosas, ou no traba
lho sugamos alguma
coisa de alguém".Mas
este .trabalho de Tri
go não é somente a
veia do escritor. Pa
ra ele, sua geração
precisava deixar mar
cada a presença na
vida cultural do Pa
is.
Consciente das di
ficuldades por que
passa o Brasil, prin
cipalrnente no campo
editorial, Luciano
Trigo acredita que
mesmo com toda a cri
se financeira e in
flacão é preciso que
se escreva, onde no
vos nomes ganhem pro
jecão no mercado. E
e lava sua honra com
gue).
-- A obra já está sendo lida
por um editor, no entanto, só
estará pronta para o próximo
ano. Mário faz mistério quan
to a editora que publicará Õ
livro e, ainda, sobre o títu
lo. "Digo apenas que é um tI
tulo irônico musical", reve
la. O autor garante que se
encaixa perfeitamente a
obra. O interessante é que
o tema parece também se en
caixar, sem querer, ao momen
to de reflexão sobre a vio
lência humana (e suas conse
quências) que tomou conta
do Pais depois do crime
paraibano.
seu talento foi reco
nhecido por nomes im
portantes como Rubeni_
Fonseca e Fernando -
Sabino que considera
ram VAMPIRO um ótimo
trabalho.
só no dia do lan
çamento foram vendi
dos 100 exemplares ,
o que mostra a boa
aceitação que a obra
teve. "O livro tem
como personagem um
jornalista, mas se
gundo o autor foi
uma consequência do
trabalho mas não que
tenha sido uma esco
lha. pessoal. Talvez
Trigo tenha optado
por um personagem
que por causa de sua
profissão mantém con
tato dia.riamente com
todo tipo de pes
soas, com as mais di
ferentes vivências e
experiências.
Fugindo ao padrão
do jornalista arroja
do, Luciano é bastan
te timido, mas aten-
san--
=================----------=
to ao seu redor. VAM
PIRO não é um livro
independente corno
muita gente vem fa
zendo. Segundo Lucia
no mesmo com todas
as restrições na
área editorial não é
ÍJ!lpossivel que os no
vos escritores consi
gam publicar seus li
vros por grandes edi
toras.
"Procurei opi-
niões sobre o livro
para saber se tinha
seguido pelo caminho
certo, onde poderia
consertar. Mas todas
as críticas que rece
bi foram favoráveis.
E os editores gosta
ram também do mate -
rial que entreguei".
Terminado VAMPIRO,Lu
ciano está preparar
do outro.livro, não
dá pista sobre o te
ma mas pelo que
tem pesquisado, diz,
supera este roman -
ce.
FALANDO COM ;
MANOEL DE BARROS
Clande Medeiros
Nas minhas horas de lazer, costumo
ler um pouco.
Leituras há cm quantid d• qualidade
(boas leituras).
Peguei do livro de Manoel de Barros -
Livro de Pré-coisas. ( roteiro para una
excursão no Pantanal - 1984).
Se quiser conhecer uma pessoa, leia o
que escreve ou o que lê, Jorge Luis Bor
ges já dizia -" Há os que se orgulham do
que escrevem. Orgulho-me das obras que
li".
conhecer Manoel de Barros no que es
creve, é e não é fácil é um privilégio.
Ele é um potencial de sabedoria, de
cultura.
tum encantamento!
Fala Manoel de Barros:
"Porque a maneira de reduzir o isola
do que somos dentro de nós mesmos, rodea
dos de distâncias e lembranças, é botan
do enchimento nas palavras, é botando
apelidos, contando lorotas. E, enfim,
através das vadias palavras, ir alargan
do os nossos limites."
Do texto - Lides de Campear - as suas
descrições são únicas: Falando de Corum
bá, Capital do Pantanal: "Arremeda uma
gema de ovo o nosso por do sol ao lado
da Bolívia .
A gema vai descendo até se desmanchar
atrás do morro(se é tempo de chover,des
ce um barrado escuro por toda a extensão
dos Andes e tapa a gema.)"
Qual um Guimarães Rosa, usa neologis
mos. No viajando de lancha: "Deixamos CE
rumbá tardeando empeixado e cor de chum
bo.
O rio Paraguai flui entre árvores com
sono..."
No vespral de chuva, escreve:" Caem -
os primeiros pingos. Perfume de terra IDE
lhada invade a fazenda.
O jardim está pensando ..• Em flore~,
cer". /
Em nossa garça: "penso que têm nostal 
