TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1456_02_02_1994 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1456_02_02_1994Número da edição1456Data de publicação2 de fevereiro de 1994Número de páginas8GeoCoordenada -22.113632629218035 , -56.514462533126775 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1456_02_02_1994 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto TRIBUNA ·DA , D/AR/O REGIONAL ,.. ELA VISTA/MAS ANO 21 N0 1456 02 DE FEVEREIRO DE 1.994 rnm.·ron: lVAr,00 l?LJIBlHA 10• RC MEC TEM NOVO COMINDINTE / I I / O Cel. Sérgio Pacheco Oliveira (esquerda) passou o Comando do B_egimento 1tonio João ao Ten. Cel. Edson Souza Rodrigues (clireftã) • , A exemplo do que ·aconteceu nas demais cidades do Estado, o Diretório Municipal do PMDB realizou no último dia 30, domin 9o, das 09:00 hs às 17:00 hs, a eleição Prévia do partido pa ra a escolha do PMDB ao Governo do Estado nas próximas elei ções de 03 de outu bro deste ano. A eleição foi rea lizada nas dependen cias da Câmara Muni cipal, o Presidente do Diretório Munici Pal do PMDB, Evila Sio Nunes de Miranda Presidiu os traba lhos, secretariado Por Geraldo de Almei da e auxiliados por Pedro Barbosa e Luiz Carlos Escobar,o Pre Q:eito Municipal ,'raãõ rroa Zacarias abriu a votação às 09: 00 s, no encerramento,. as 17:00 hs, foram Computados no total l02 votantes, o Sena dor Wilson Barbosa =·!artins recebeu 1 O 1 Votos, não teve ne Thum contra,sendo re Cistrado apenas um Voto nulo. A Vereado ~a de Aquidauana,Zil ete Rodrigues de Carvalho, que se ins reveu para disputar !s Prévias contra o -enador Wilson Mar ir.s, não teve ne hum voto dos peeme 0 ebistas belavisten:: ses. 1 Na avaliação do i y«-- 7 r i t -1 ~ t ~. ·•' ' ' l i 1 j Senador JUson M.1.rtins 1 1O0 dos votos e Bela Esta. Presidente do Diretó. rio Municipal, ex-ve reador Evilasio Nu nes de Miranda,a par ticipação dos filia dos do partido supe rou as próprias ex pectativas, pois não foram colocadas con dições ·a disposição dos filiados e todos compareceram espona neamente à Câmara Mu nicipal para votarem e escolherem o.candi dato do PMDB ao Go:: verno do Estado nas próximas eleições. O Secretário Muni cipal de Obras Nélio Diório e o Presiden te do Diretório Muni cipal fizeram a escr@ ··'---- ~-- .... - ~ E+Listo M!anda, res. do prFI LITIil ão7E. tinação dos votos, que teve a fiscaliza ção do Vereador Is• rael Chamorro da R2. cha, todos membros do Diretório Munici pal do PMDB, o resul tado não surpreendeu ninguém, todos tinham como certa a prefe rência da esmagadora maioria dos filiados do PMDB pela candida tura do Senador Wil son Barbosa Martins para ser o candidato ao Governo, a exem plo do que aconteceu em praticamente tg das as cidades do Mato Grosso do Sul onde o partido possui o seu diretório. (UR) Em bonita solenidade Militar realizada no páteo de formatu rs do 109 RC Mec na tarde/no! to do último dia 29, o Tenente Coronel do Cavalaria Edson R~ drigues assumiu o Comando do R@ gimcnto Antonio Joõo, em subi ui;ão ao Coronel de Cavalari Serio P checo Olivrlr , quo foi transferido para o CMO- Cm po Grande, por necessidade de serviço e obedecendo o reveza nento de Comando estabelecido pelo Exército Brasileiro. Páy. 04/05 te.reenegregegregneenteara.eeettra .asnas raatroa Polícia Militar dá Início a Operação Carnaval 1 1 t ' 1 L_ -~-~--- ~~---·----- Blitsz de Trânsito e barreiras volantes serão uma constante / VAMPIROS E CANIBAIS RELATO DE UM SOBREVIVEN'lE - OPttOI.O V Página - 03 periodo de Carnaval. 0 2 Pelotão de Polícia Militar de Bela Vista deu ini cio nesta segunda feira, dia 31, à cha no mada Operação Carna val que visa o patru lhamento e policia mento preventivo na cidade e nas vias de Pascoal Mitidieri Comunicamos ao público em geral que o Senhor Pascoal Mitidieri da DUENDES ART PROMOÇÕES não tem vínculo empregatício - com este Jornal, não é funcionário da Em presa. Através da DUENDE ele compra o es paço (1 página) que é de sua inteira res ponsabilidade, publica seu informativo , vende anúncios (para este informativo) , publica notícia, promoções de eventos,t~ do sob a sua responsabilidade. Repetimos: PASCOAL MITIDIERI não é funcionário de a TRIBUNA DA' FRONTEIRA. Informamos, outrossim, que o responsá vel pela Sucursal de Caracol é KENNER - ·(DUDA) LEITE e o reoorter destacado para cobrir a cidade ê JOÃO CARLOS VELASQUEZ. A DIREÇÃO acesso com vistas a coibir crimes e deli tos nesse período qu,e antecede os festejes car navalesc9. Página - 02 Polícia Recupera 1 nstrumentos de Comunidade Evangélica 1 * Veja a oatéria em RONDA POLICIAL sobre o furto instrumentos Igreja. PÃGINA - 02 de da SINDICATO RURAL DE CARACOL INFORMA: 55 Leilão Caracorte DIA: 09/02/9-4 Quarta-Feira HORAS: 20:00 HORAS Reall ·zar.a-o S~dicat':' ~ural de_Caraco.l e PO.!:l " "' teira Leiloes Rurais • PARTICIPEI caracol espera por você!/ VÁ E FAÇA BONS NEGÕCIOS!! RONDA POLICIAL Polícia Militar da Início a Operação Carnav,al 0 29 Pelotão d rol fdd i11 liL-lr (ln pela Vista dou iní • e lo nPnt .. '.ll'C)ur,d-J feira, dia )1, a cha mada Operação Carna val que visa o patru lhamento e policia - mnto preventivo na cidade c nas vias de acosso com vistas a coibir critnra 0 dcl_!. ton n !Jt:n pPriodo que ant cccl o:; fcG·· tojos carnavalescos, Srgundo in[orm,l - cÕc!i elo Coin,rnd,mtc - do 2P Pclotjo, Tcnen te Vlllas..inti, a opr r..icc'.io vui extendcr-ic t o final do Carna val, então programa da revitas no oni bus que saem e che • qam « cidade, harr i ra volantes nas - dovi,1:, de dC DGO dO r1uni.clpio, butid,10 - polici.ÜG .rn hurf'G , lunchonot e e simila rcn, blilzo diurnao- 0. not:urn..ic, choc.t genn de vcículon e de pcono<ln deoconhc cidas com reviotas - pconoaio e noo auto móvcio. Tamb~m a bar reira □obre o córre= go Entrelinha, ná R~ devia Dela Vista/An- tonio João terá dia riamente policiai - faz ndo a fiscaliza ção, todo o efetivo do 29 Pelotão, cerca de 20 hcm,•nn, srr,Í') mobilizodoa duran c a operação Carnaval. Segundo o Of lclal, também a 7 CIPM de Jardim já deu início aos trabalhos de po liciamento prcv nti vo pardo período de Carnaval com a reali zacdo de blitz, bar= reiran e rcvictaa tanto na cidade corno nas vias de cJcesso à aquela cidade, o po- !ic!+! ! r'ou 4 - ± qu - : o 1" • 1i olt ou v ..:. e '_.s .a. e r com Docur ntaçlo ir regular, a1m de por te ilegal de arma de fogo recerão aten do especial dos Po Jiciais, qum for fl gr«do dcn ro de qualquer uma dss irrcqulJrldtJ<lca, a - l"m de outrds previa tas em Lei, serão i m <li..it..irncntc dctldoa e cncaminhddos tl De Jegacid de Polícid - Civil para as dc vi<lao providên cias. E ital ~e Pr1cla Polícia Recupera Instrumentos • de Comunidade Evangélica Na madrugada do dia 23, sábado para domingo, a Comunida de Evangélica do Be la Vista, situada na Rua Duque de Caxias, no 1315, foi vítlma de furto mediante ar rombaroento, utilizan do uma picareta para arrombar uma das ja nelas da igreja, o "amigo do alheio" le vou um contrabaixo, uma guitarra e um te clado, instrumentos musicais usados nos cultos o louvores à Deus. A Polícia Civil - de nosso cidade do senvolvcu várias in vestigacõcs na tonta tiva de chegar aõ dutor (ou autorcs)do furto, numa dessas - diligências obteve - informações de que um rapaz, residente no Bairro das Prima veras, havia tentado vender alguns instru montas com caracte rísticas parecidas. Sob o comando do De legado Renato Cesar Pereira, os Pollcials passaram a checar as informacões e logra ram êxito na última sexta-feira, dia 28, chegando ao autor do furto. Segundo as infor macõcs do Dr. Renato Cesar Pereira, os instrumentos musicais foram subtraídos da Comunidade Evangéli ca pelo adolescente A.B., 17 anos, resi dente na Rua Barão - do Triunfo, s/no, no Bairro Primavera II. O adolescente já ti nha frequentado por um determinado perío do os cultos realiza dos pela Comunidade Evangélica, por isso tinha conhecimento - da existência dos instrumentos musi cais e do local onde se encontravam. Os instrumentos - foram recuperados pe la Polícia e devolvi àos à Comunidade E= vang6lica, o Delega ão de Polícia instau rou Sindicância que deverá ser concluída nos próximos dias e encaminhada à Promo toria de Justiça da Comarca de Bela Vis ta para o oferecimen t.o de denúncia con = t.ra o "mão ligeira". --============= NESTE CARNA V Al, BRINQUE, PULE ALECiRE-SE, MAS NÃO BRIN·QUE COM A AIDS 54:r, c rtórlo 1 e .. r :,..:. vi 'C1 O P=-· • ir, que apr .tar m o dr }gidos elo ar itgo l do C6d' [sile!ro, incisos I-II e IV e [se casar : ROSAL.VO MIRANDA DOS SANTOS SANTANDNL, brasileiros capaz s, sol! oiros, rosi!ente e d ciliados nes, cidad e ; ,~ 1 e, , e, • rciarte, fi1h do qul dos Santos Filho e Elz Mirande dos Sartun, la, scretária, filha de Patr -I cio Ramos Santando! Margarida Ibanhoz [ atando1. Se alguém soulr de algum impedimento,I qu sc oponh,1 na forma da Li. l Bela Vista-1S., 28 d Janeiro de 1994. 1 1 1 ---------------------- Junild Rosa dos Su.ntos Oficial.a Jribuna da fronteira .-Diário Regional * FUNDADO EM 20/02/1972 Diretor-Redator-Chefe: Ivaldo Pereira Diretora Adm: Maria E. V. Pereira Secretário de Redação: Ubaldino gues Reportagens: João carlos Velasquez, An dré Ãvalo, Firmino de Barros. Redação, Departamento Comercial e Parque Gráfico - Avenida Tribuna da Fronteira - 564 - caixa Postal - 23 - Fone - (067)- 439-1410 - Bela Vista - MS. SUCURSAIS - J'1rdt..c,, Porto Hurtlnho, Antonio Jruo, 11o nlto, C,,racol C.Wpo Crandc e Correpon - dente ec Brasf u.a e são P.auJo. Propriedade d.-i Rede llel.3vlstense de fomal.a UDA ex;-:; • l!Y lS.Sll.203/0001·90 • O .Jornal não se r".:!sponG..lbiliz.a pelos .artigos a!iSlnados ou de origeu dcflnldn. * Exemplar·............. . . . . . . 200,00 * Número atrasado 300,00 * Assinatura Trimestral 6.000,00 * As5inatura Semestral 10.000,00 * Assinatura Anual 20.000,00 * FILIADO A ADJORI E ABRAJORI Rodri- Farinha de Mandioca GRUPO FART.Nl:ll SECA 5IB-GRUPO FINA BENEFICIADA CLASSE AMAMLA FARINHA S1'0 Josg LTDA ROA SENADOR JOSCELINO KUBITSCHEK S/N - FONE (067) 251-2619 REGIS?RO NO MINISTtRIO DA AGRICULTURA NO 04000979 J A R D I M . M S I , .... casa E SILâO/VENDE-SE Vende-se urna casa residencial e salão para bafle anexo, terreno 30 x 30 todo murado, casa com 15 x 9 Mts, salão na frente para bar ou mercado, salão de baile com 18 x 15 metros, tudo em alvenaria, num total de 400 mts 2 de área construída. _ Localização: Rua Alvares Cabral no 1000 - Bairro Antonio Joao, tratar r.o local, com o Sr. Irgrãcio Benites. 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A.LI~ ! , , YIMPIROS E C Relato de um Sobrevivente Capitulo V - Meu nomo G ponlzete, narci na cIdade_de Capela Ata, na Bahia, ai de 1á junto com a m nha família, mulhr e cinco fy lhos, num pau de arara, fugindo da neca, dan, péiman condições de vida, qualquer coisa era moe lhor do que ficar lá, vendo o .(ilhoo, b,1rrigudoi:; de docnç,1 , morrendo diil.-a-dia. ~ d mulher, magra, olhos sem esperança, fa zendo milagres na cosinha para Dlirnentdr oo filho□, pelo mcnon uma vez por dia, De vez cm quan do ourgia um bico nas frentes de trabalho, onde oe ganhava 2 mil cruzeiroo por semana, dava para comprar farinha, carne de ool, um pouco de arroz e ia se vivendo. Melhor, oobrevivendo. Foi quando o compadre João , maio Virgulino, todoo de Cape - la, me convidaram para ir para o Sul, tinham proposta para tra balharem numa fazenda, ganhar:: bem, comer três vezeo ao dia escola para as crianças, viver com dignidade. Fiquei entusias mado. Arrumei as trouxas e em - barcamos no caminhão de Murilo, atê São Paulo. Mais de cinco dias de viagem. Foi um sofrimento. O cami nhão estava lotado. Olha, até fome passamos, mas estávamos contentes, e fome não era novi dade. Nem chegamos a conhecet São Paulo, só de passagem, até as - sustava, aqueles prédios, um mundão de meu Deus, de gente e casas. Fomos transferidos para outro caminhão, viajamos mais uma semana, só que a viagem me lhorou, tínhamos comida à vonta de, muitos até cantavam. Numa cidade chamada Campo Grande, embarcamos num ônibus , aí sim, a mcninada se divertiu, olhavam as paisagens como olhos arregalados, surpresas e mais - surpresas. Quanta água! E ma tas! Quanta fartura! Mais duas semanas. • Ning•1ém fazia perguntas, nin guém reclamava, obedecíamos a um homem que se apresentou como Reis, "o contratador". Em Sao Paulo ele deu a informação, sem muitos comentários: - Vocês foram contratados pa ra trabalharem na Agropecuária "Recanto do Sol", vamos fazer a seleção. Poucos ficaram para trás. Só dois velhos, mais de 70 anos mas fortes ainda, foram deixa dos num albergue. .Em Cuiabá deixamos ônibus, e perdemos uma das meninas de Ca pela, durante a viagem se enfei tiçou por um dos auxiliares do "contratador", ficou la mesmo, não aidantou o choro da mãe. O rapaz disse que casaria; montaria casa num tal d» Várzea Grand . Viagem sem mortes, e acredi- t em , em doença. D e u s e P a d r e Cícero estavam proegendo a gen te. Até a chegada no "Rocnto - do Col". Sair do Serto de Capela ver o que vimoo durante d via - g m, parcc.ia um onho, mas a ourpreoa maior foi d chegada no "Recanto do Sol". Quanta linde - zal Era o Paraíso na terra. Ali era o céu. Ficamoo cm filao, o Dr. llon o e apresentou, era o Geren - te, todoo obedeceriam rigorooa mcnte ouas inntruçôeo o dotcrmi nuçÕc!J. - De longe aviotávamoo a sede, parecia coioa de cinema, e ou - víamos, divcrsao vezcn - puni - ção para quem se aproximar. Fomos alojadoo na Colônia por uns dias em barracões, de - pois tomamoo posse de nossas ca sas. Imaginai De material, ate banheiro com vaso! Ninguém cabia em si de feli cidade. Era muita sorte. Na verdade as casas eram pe quenas, cosinha e sala, o banhei ro ficava no quintal, pequeno - também. Mas tudo de material. Prá quem vivia em palhoça de chãó batido, sentia-se num pala cete. - Nos primeiros meses tudo foi muito bom, trabalhava-se muito, das 06:00 da manhã às 07:00 ho ras da noite, meia hora pro al moço. Não havíamos falado desa lário e o rancho era comprado~ na própria fazenda. Com 3 meses no Recanto eu já devia mais de 20 mil cruzeiros. Cobraram até as despesas da viagem. Tentei fazer um puxado, que serviria de cosinha, não, não - podia, era proibido mexer nas casas. O quintal era pequeno mas dava para criar galinhas plantar alguma coisa. Não, era proibido. Como cuidar, se todos na casa tinham que trabalhar? As crianças menores eram deixadas na "creche", um barracão, onde se amontoavam iguais a animais. Uma velha ê quem cuidava das crianças a base do porrete. Uma desgraceira. Sair da Fazenda era proibido, nem mesmo para passear em Rosei ra, a cidade mais próxima, nãÕ tínhamo: direito a nada, rece - bia-se metade do salário mínimo da região, descontava-se o alu guel da casa, luz, água e taxa de reserva - diziam que era uma espêci~ de Fundo de Garantia.Só não p,ssávamos fome, aprendemos a se virar, muitos.caçavam, es condidos, pois tambêm era proi bidr. eramas prisioneiros. fazenda tinha uma equipe de qur tç controlsva t+ao e a tod , 'e tre r uni± r certa. E s ç dinheiro - mult { rão do regulamento. Todo eram cbrqado a si nar uma csrécie de ccrtrato do trabalho, sem duração, com cláusula do quo seria obrigado a pagar os débitos ant s d 1 ... - dir demissão. Não inha coro pe (1.ir. Um grupo de sergipanos ten - teu fugir, numa noite d tempeg tade, sairam pro a o. Nunca mais se ouviu falar deles. To - das as estradas de acesso à Fa zenda tinham guardas armado. Os que conseguiam ir até Ro eira e lá dar parte na Poli cia, ficaram por lá mesmo, es - tão presos até hoje. Acusados - aos maio divcr::;os crimes. E todoo os dias levas e le - vas de migrantes chegavam, era~ distribuídos nas Fazendas do "Vale da Esperança". Na Casa Grande, como chanáva mos a sede, aconteciam coisas que nem o Demônio é capaz. Mi - nha menina mais velha foi arrom hada por um dos capangas, quan ao tentei reclamar, levei uma surra e multa. Depois ela se transformou cm mulher dama. A uns 10 km da fazenda funcionava o cabaré de Mimi, gente do Dr. Alonso, os lucros eram rachados, meio a meio, entre Mimi e Dr. Alonso. Ali se via meninas, mui tas filhas de trabalhadores, a té esposas abandonadas. Eram também prisioneiras. Consegui fugir, lá deixei mi nha mulher e os filhos, com a promessa de voltar. Ainda não consegui. Mas tenho fé. Vou bus car minha família, se Deus aju dar. FABRICA DE TUBOS LTDA TUBOS DE CONCRETO, CIBROCOS, LlJOTÃO, PALANQUES, MUROS E ARI'EF'ATOS DE CIMENTOS EM GERAL * ATENDE PEDIDOS DE PREFEITURAS* , . ;' _3É:jí755165 .:45+'4%4· ( LI PUA GAL. RONDON, 215 BONITO e quo o or. l,· - pcnizeto te muita cora gem, hoje é protegido da Iqre 3a, está Cuiabá, busca de toda as for as senslblizar as autoridades, na :!nqud lhe dá atenção, Apear da derüncias , ninguém faz nada, foi em alqun Jornais, não passou da porta. Os donos do Valo ão poderosos. - Mas como fqiu - repe iu - Luca. - Roubou u:r.<.1 ,!lnc!w-:t.r:'J:" 22, num domingo de folga, saiu pela mata. Passou o diabo, mas conse guiu chegar em Cufabá. Uma aven tura, Não é para qualquer um. Carlos continuou d 1 r, Ou - tros relatos, todos seelhant a, alguns terrificantes, pessoas - puras, ingénuan, trabalh dores, iludidos por promessas de empre goo, trabalho decente, foram pa rar num verdadeiro ca~po de con centração. - - só não entendo com1o as au toridades não tomam providên cias? perguntou Tonho. - A Igreja tem feito denún cias, acontece que os Padres ga nharam d fama de agitadores,nG~ mesmo a imprensa acredita nas - histórias que contamos, respon deu Padre Edinho. - Mas o quê podemos fazer? - Ora, Carlos, ir lá, formar mos um grupo, pessoal da pesa - da, entrarmos como migrantes e lá mesmo, prepararmoo o pessoal para uma grande revolta. Assim o Brasil inteiro fica rá sabendo, falou Lucas. 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Rodrigues, é oriundo do COTER-Draíl'a (Comando ele: o porações 'Terrestres) e por duas vezes ser v lu uo 100 RC MEC m Bela Vista, a primei ra I 74/75 como Aspirante a Oficial, vl tando em 1983 como Capitão e agora para c 1,1,11id,1r o hi !J tór lc:o Rcqim0nto. JU'l'ORJDl.DES PRESENTES Participaram da solenidade de passagem de Comando da Unidade Militar de nossa ci dodc o General de Divisão Francisco Ar nulpho Pumplona de Paula Pessoa - Comandan te Militar do Oeste; General de Brigc1da - Jorge Cardoso Nogueira, Comandante da 9a RM - "Região Melo e Cáceres"; Gene>ral de nrlqada Sérgio Pedro Coelho Lima, Comandan te da 4a Brigada de cavalaria Mecanizada - Goncral de Driguda Sérgio Ernesto Alves Conforto, Ch EM CMO/90 DE, além de autori dades civis e militares de> Bela Vista e Bella Vista-Paraguc1i, entre elas destaca - mos: Prefeito Municipal Abraão Ar.moa Zaca rias e esposa Olga, Vice-Prefeito Dr. Syd ney Nunes Leite, Prnsidonte da Cãmara Muni cipal Fernando do Freitas Elias; Comandan te do 20 Pelotão PM, Tenente Villasanti , General Médico da Reserva Rubens de Castro Pinto e Sra Clotilde, Cônsul do Paraguai - no Brasil, Luciano Cunhcte, Comandante do Destacamento de Exército cm Bella Vista Pa raguai, Presidente da Seccional Colorada= de Bcllc1 VIsta, Rosalina Gonzalcs de Rome ro, Secretários Municipais, Vereadores, en tre outros. Pl.SSAGEM DE COMANDO Após a leitura da Portaria de exonera - ÇtlO do Cel. Puchcco, do Comando do 100 RC NEC e da nomeação do Ten. Cel. Rodrigues , o General Sérgio Pedro Coelho Lima, Coman dante da 4a Brigada de Cavalaria Mecaniza da presidiu a cerimônia de passagem de Co mando do Regimento Antonio João, cm segui da os comandantes substituído e substituto se aprcsentc1ram c10 Comandante da 4a Briga da e rcceberc1m dele os desejos de felicida dos e sucessos cm suas novas missões na se quência da solenidade o General Lima foz a aposição do Distintivo de Comando ao Ccl. Pacheco, símbolo que identifica a passagem do oficial pelo Comando de uma Unidade Mi litar. PRONUNCIAMENTO DO CEL. PACHECO _Ao se despedir do Regimento Antonio Joao, o Comandante substituído, Cel. Sér gio Pacheco Oliveira fez o seguinte pronun ciamente, o qual transcrevemos na íntegra: "Regimento Antonio João, foram aois a - ~os inesquecíveis, onde a responsabilidade incessante e a luta por ver prosperar a virtude e a justiça foram uma constante e eterna motivação profissional,lembramo-nos muito bem do caminho percorrido, apesar da multicidade de tarefas e metas a atingi1 , ousamos dizer, a missão que nos foi legada pelo Exmo. Sr. Ministro do Exército foi cumprida, estamos certos que também- será pelo digno substituto, Ten. Cel. Rodrigues, cuja nomeução consideramos das mais feli - zes pelo conhecimento que possui do nosso Regimento. A missão foi fácil, pois contámos sem - pre com a atenção do Comando Militar c!o Oeste, na pessoa do Exmo. Sr. General de Divisão Francisco Arnulpho Pamplona de Pau la Pessoa e, em memória, do Exmo. Sr. Gene ral de Divisão, Lebarbechon. Também conta= mos com o apoio irrestrito do Comando da 9il Região Militar, na pessoa do Exmo. ·Sr. General de Brigada Jorge Cardoso Nogueira e seu antecessor, além da orientação crite riosa e franca do nosso Comandante de Bri gada, General Sérgio Pedro Coelho Lina. ES sas condições alt~~ente favoráveis que nos foram proporcionadas, aliada a_atenção dos belavistenses e ao apreço tambem dos nos - sos irmãos paraguaios, como também ao apoio da·parte de nossas famílias, fizeram com que, juntos, pudessemas dar continuidade à obra daqueles que nos antecederam: . Meu Regimento, o bom Deus permitiu intg arar-me a sua família e hoje sinto-me orgu Íhoso e agradecido por ter tido o privilé gio de estar a frente àe homens tâo cheios de amor profíarfonal, a qu deixo o ru - profundo agradecimento repeito. Ao qran de arquiteto do univerno, a minh epoa - Suely c aos meus filhon, o mu agradeci:or to todo especial, pela atenção e presença sempre marcante nos maus e bons momentos - do meu comando. Assim, ntrego a lança ao Ten. Cel. Rodrigues, corto que el os.ará em boa mão". Comandantes Substltu{do e Substituto aprcncntao se no Cmt. da 4g Brigada, Cen. Sêrgio Pedro Coelho Lilllll, no momento da passagem de Comando -<. . ... 17 l General Lima faz a entrega do Distintivo de Co mando ao ex-Comandante do 109 RC HEC ,t ! 1!- Cel. Pacheco em seu pronunciat:lento, tea!o aO lado os Oficiais Generais que participaram da cêrimõOia e o Ten. Cel. Rodrigues ELOGIO AO CEL. PACHECO Durante a cerirrõnia de passagem de Ccrnando do 10<1:R: MD:, um oficial do Canando da 4ij~Briga'da de cavalaria Mecanizada fez a leitura do elogio consignado pelo General sérgio Pedro Coelho Lima ao Cel. Sérgio Pacheco de Oliveira transcrito abaixo, na íntegra: "Cel. da arma de ca,·alaria QEMA Sérgio Pacheco Oliveira, afas1:a-se do Comando do 10 RC MEC após dois anos dedicados ao tra balho e ao cumprimento das diversas mis -= soes que lhe foram impc,stas. Neste perío - do, vencendo enormes dificuldades peculia res a situação conjuntural, conseguiu apre sentar sua unidade sempre em muito boas = condições, seja nas visitas às instalações como nas inspeções de instrução. O excelen te estado dos Destacamentos do 100 RC MEc demonstram o cuidado e a apresentação de seus efetivos. Sua uninade, como já tem si do tradição, prestou mais urna vez, impres cindível e eficiente apoio, em 1992 e· em 19 9 3 ao Exercício Coroarento do Coroo de Forças Especiais da Brigada Paraquêdista. Destacou-se ainda o Regimento Antonio - João, na montaqem e execução do Estágio de do n ;C.:o, l prn , . - ~ • • Unida!o blxvisr rs , citada. Scube mar.ter u no io da ccid4do local, c quem volveu um relac..on rento cordial e ,·,niao. Ao dvuspdir-m do cel. Pacheco, desejo- lhe nl no êxito ·m suas novas funções e vo tos de mui .a .o'icidades à sua ui diarG família". Quartel cm Dourados, 29/Ci./1994 General de briqada érqio Pedro Colho L i ma mt. 4a ida C Mcc. Oficial da 4ª Brigada faz a leitura do elogio consignado ao Cel. Pacheco pelo Comandante da 4~ Brigada C Mec DESFILE EM CONTINENCIA AO NOVO COMANDANTE Ao final da solenidado militar O novo Comandante do 100 RC MEC Tcn. Ccl: Rodri _ gues, acompanhado do Col Pach ram em revist • • eco, passa - d ªªtropa, o encerramento foi marca o pelo o~sfilc d R • - · J _ . ::, o egimento Antonio oao em continen~ia ao novo Comandante , passaram na sequencia, e Grupamento Mecani zado e o Grupamento Hipomóvel. A solenida de de passagem de Comando f • b plaudida por tod . ' oi dStante a- os os prosontes , uma vez a ora e a e1za iás,'j; racteristicas murcantrs. ca - • + .5{--- ee,,15.ai" 211! Ir- d " -- Tenente Cel. Rodrigues em revista a trooa e° Cel. Pacheco passa!:!_ 5 TE TIi / UCURAÇÃO DO RETRATO DO .X-COMADÃNT lr,Óo o encerramento da solenidade, o no vo co:n.:indc1ntc do 100 nc MEC convidou o:; resentes para a inauguração do Retrato do do cx-Corn,1nclantc, _rn ocu Gubinotc, apõe fp_ lar sobre a importanca da galeria de fo - tos de ex-Comandantes, principalmente para 0 ~ homcnugc,Hlos, o 'I'en, Cel. Rodriguco pe dlu ao General Pamplona, mais alta autori dadl) rnlli t<1r prcncntc, que fizcnac o deccr r,uncnto da foto do Ccl. Pacheco. O General, por nua vez, obedecendo uma ~ntiqa_ trudiçtlo do Exército, pannou a hon rnri~ a cnponu do cx-Comand~ntc, Sra. suc ly, quri d .nccrrou a fita inaugural sob os aplausos de todos. Em Pcguida todos forillTI convidadon a narticipa1.P1:, cJo um coquetel o fcrccido pc]:J Regimento intonio João. t í J L.. ~ · .. /esposado Ccl. Pacheco, Sra. Suely decorreu a fita inaugural do retrato dÔ !!X-Comandante 74 e 75 e coro Coito no ano de 1982. Foi condecorado com a Meda]h Milit.r Prata; e Mdalha do Pacificador. Corr.o Oficial Superior exerceu as fun çÕc!.l de: - Adjunto da Seção de i'l .:inr-j,1:-nn o d, são de Ensino da AMA; - Adjunto do E:icuLio Logio ico e Chcf-:- 20 Seção da )O RM; - Adjunto da 20 Seção e da Divisão de truçõcn Militar e Doutrin<l do Conando Operações Terrc5trcn, (Foton e Rcport.i9ec - Ubaldino nodriguc:J) Prefeito Abraão Zacarias e esposa Olga, entre as autoridades que preStlgiaram ª so knidade de troca de comando do 100 IC MEC QUESTÃO DE JUSTIÇA Por uma questão de JµStiça, ficam aquí • e 1 Pacheco por todo os agradec:unentos ao e • 1 0 trabalho desenvolvido em pro! ~a popu a ção belavistense durante o per1ouo em que comandou o nosso histórico 100 RC MEC. 1 d inúmeros serviços de cunho exemp o e • io d casei@rio realiza4os e ,ç;; ~.Ç? sa id d Ao novo coman an e, • • comun a e. filhos sejam bem (Rodrigues esposa Yeda e , Vindos e felicidades em Bela Vista, CURRICULUM DO Novo coMANDARTE e v QEMA - Edson Souza Ro- o Ten. Cel. ª • d de operações d.ria de do coman o ., .ues proce • . DF Nasceu em Jagua- ·grrestres - Brasil1d,, 08 de Marco de tao - Rio Grande do su A of de cavalaria l95o, sendo declarado )?F ,romovido a Ten 1!.111 15 de Janeiro de 197 e P . Cel em 31 de Agosto de 1991. Possui os cursos: , de la 'ia - Academia Militar das Agu- e- Cava ar1, }has Negras -_1° 7 ;;a ae Eaucacão Fisiea e Instrutor - s • do Exército -1976; . Ofº ..,_,_ da - Escola de Aperfeiçoamento de 1C1as- 1 9e • d 2: do e Estado-Maior, do ?_- Escola de coma" curso de Operações ?:ltercito - 1988/ 89 , eRAGC CAROLINA DO NOR Psicoisicas - For., e;via neste Regi 'te, USA - 1993_, ten Oficial nos anos de !:lento como Aspirante a Flagrantes do Jantar no Coraj CÕnsuÍdoParaguainoBras - • - nhete,éi.i-- berto, Federal e o te - Cmt esposa ., j ' --. 1. Cel. Pacheco, Suely, Sr. Yeda e Cel. Rodrigues Presentes as Sras: Elda Simões, Jurema Viana e Sandra Pereira Jatson Viana e Dr. Fernando J , ff ' I -----·•·-- / sJ I_ 1 Geei, Dr. Fernando, Hepher e Sra. Dalva t I --·-' Cel. Pacheco esposa randa, Olga Zacari.as. e AleFsandra Leice .1 É o ,llimento mais doador de vidas e saúde. Nãc é dpenas um alimento. E um,rei:iédio capaz de salvàr vidas. Tão completo, é que os macrobióticos fazem dele 60i de seu regime.?. arroz bruto, do qual somente foi retirado a àura casca de celulose. Conserva, pois a pardacenta cutícula, onde estão todas as suas virtudes. *ARROZ INTEGRAL?. VIDA E SAÔUEI DEVE-FAZER PARTE DE SUA ALIMENTA ÇÃO USE E COMPROVE VIDA NOVA: EM TODOS OS ASPECTOS! MAURO EDUARDO BEARARI RUA TUITM, 50 - FONE 251-1291 As em téia e, ça a eci r Mensaens d Governo n {ri r dágio e Autoriza Eiprésti ' 1SA· BELLE CffifTER a A C A D E M I A MUSCULAÇÃO AVALIAÇÃO FISIOTERAPEUT!CA TRATAMENTO A LASER * B O U T I ~ U E 2 L A N C R O N E T E PRODUTOS NATURAIS Uma à seu Loja de Dispor Brasileiros no Paraguai (A~~ DO CASSI"!O) FONE: RES. 439-1060 LOJA: 038 - 221 - 270 ISABEL? - LUCIFE E CECÍLIA Balia Vista Paraguai /• q1lf<'::7'.0 i':1'~ gen e:v'adas à embléia Legislativa pelo Coverrador Pg dro Pedrossian, pra votação em regime ex rordinário, começa ram a ser apreciadas pelos Depu ados. Uma mensagm ins titui a cobrança de pedágio nas ro'ovias Estaduais e outra au toriza o Estado a contratar empréstimo até o limite de US$ 90 milh6cn, dinheiro a ser aplicado na construção de ponte e porto fluvial e pa vimcntação de trêG estradas nas regiões Sul e Sudoeste de Ma to Grosso do Sul. OÜ o Coverno submete tras duas matérias - à apreciação dos De encaminhadas à AL putados ao mensagens são homologatórias: 051/93 ,que homologa ratifica os termos - acordo sobre o con do acordo sobre a· trole acionário das participação acioná-· Minas de Urucum;OOS/ ria do Estado na Mi- 94,solicitando auto neracão Urucum e re rização para emprés gulamenta a autoriz~ timo junto ao Fonpla cão já concedida pe- ta,até o limiete de lo Legislativo para 90 milhões de dóla pagamento, em condi- res;006/94, que dis ções excepcionais p6e sobre o pagamen (sem multa e corre- to de débitos peran cão monetária reduzi te a Fazenda PÜblica da) ,de débitos pera~ Estadual;e 007/94 te a Fazenda Estadu- que institui a co- al. brar.ça de pedágio O líder do Gover nas rodovias Esta no,Deputado Waldomi duais. ro Gonçalves, previu Nas exposições de uma votação tranqui- motivos que justifi la,sem muita contra- camas mensagens, o vérsia, baseado na Governador Pedro Pe "revelãncia" das ma drossian salienta as ·térias, "todas de in dificuldades finan teresse do Estado". ceiras do Estado pa Para o Presidente da ra desenvolver proje Casa, Deputado Cíce- tos de infra-estrutü rode Souza,as mensa ra portuária e via gens serão votadas= ria. A instituição= por acordo de lide da cobrança de pedá ranças,condição nor- gio nas rodovias,por mal em períodos de exemplo,é uma medida convoczção extraordi que o Governo preten nária,dentro do pra= de adotar para levan zo solicitado pelo tar dinheiro à manu Governo,ou seja, até tenção da malha viã o dia 4 de fevereiro. ria: "o pedágio e A votação antes de 4 uma das mais justas de fevereiro é uma formas de pagamento hipótese pouco prová a serviço público,po vel, já que regimen- is seu contribuinte dos têm o prazo d vistas. o rito de aprecia cão da men agens umoriu o pri ... iro passo:leitura e dis ±ribu.ção de avulso para vistas dos par Írm.cr.tarca. cU.,cu,:'.!_ são do mérito e anca minharento de vota ç5o só deve ocorrer na segunda semana de convoc.ação,sc o rito normal foi seguido.A votação ainda cota semana vai depender de acordo de lideran ças e velocidade na discussão. é u s. o dirto d rodovia, ponte ou obre e are integra n à malha vi ria" , oh:s rva o Go rnador na exposição do roti vos que acompanha o projétodu-lei. se a ratéria for aprova d ,através de medida i:JC'"t°l'rior o Gov0rno definirá os trechos onde a cobrança será efetunad. Quan o no cmpré!1!:.i1r.o junto no rundo rinnncciro pn ra Desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonpluta) ,o Governo rcsaa:tt_a as facilida des de obencão dos recursos cxterr.os,co no prazo de carência de dois anos e amor tização em cinco_ynos. com US$ 90 milhocc, acqunclo o Govcrno,Mn to Grosso do Sul po derá desenvolver pc lo menos cinco pro= jatos.Entre eles deg tacam-·se os de cons trução de uma ponte sobre o rio Para guai, cm Porto Murti nho,e das rodovias MS-14l(Ivinhema-Navi raí,de 107 qui1me - tros) ;MS-178,dc Bod~ quena a Bonito, num trecho de 70 quilÕm~ tros;MS-384/474, li gando Antonio João, Bela Vista a Caracol e Porto Murtinho,com 16 2 quilõme_tros. Nas mensagens ho mologatórias, o Exe cutivo pede aval da Assembléia para rati ficação do acordo com Mato Grosso acer ca do controle acio nário das minas de Urucum,em Corumbá.Ma to Grosso do Sul de ve ficar com 40% das ações.Na outra mensa gem,o Governo pede nova ap~eciacão da anistia parcial dos débitos com a Fazen da,em virtude de cor . reção técnica para manter a modalidade . de parcelamento. d fllSTORIA CONCISA 00 BRASIL f RftNCISCO M. P. TEIXEIR4 A História do Bra sil sob um ponto de vista diferente .. ~ desse modo que Fran cisco Maria Pires Teixeira quer que seu livro "História Concisa do Brasil" - (Editora Global) se ja encarado. Deoois de quase vinte anos ensinando e escreven do livros didáticos de História oara alu nos de 1? e 2o graus o autor coneçou a pensar em escrever - um livro oara o lei tor comum, dotado de alguma instrução e uma certa curiosida- de. "História Concisa do Brasil" é un =~a balho que o autor usa sua experiência didática para esc=e- (Wagner Carneiro) ver sem o compromis so do didatismo esco lar, produzindo. u texto_compacto, de bom nível de informa cao, de leitura agr davel e estimulante como os grandes bes sellers. Mas ao re digir as primeiras - paginas ele viu quanto era difici1 k empreitada. "Desco - bri que unir o saber. e o sabor, o rigor - da análise e o pra - zer do texto é um de safio e tanto", rev la rrancisco Tei:t:ei:: ra. Esse desafio tal vez não tenha sido vencido plenamente segundo ele. ' Mas a tentativa ~ resultado, com to: casas suas deficiên cias e qualidade, es tão aí. "Nâo é um livro para especia - listas - acadêmicos i ou escolareE. t um livro para os cida - dãos brasileiros, so bre a história de - seu País, r.o qual a 7 nforrnação pretende induzir à reflexão e ao debate. sobretu do um livro sobre - nosso passado que num momento ~uito de licado do nosso ore= sente", conta. "Eistória Concisa do Brasil" já está nas livrarias. Fran cisco Teixeira, co~ esse trabalho, está inovando a literatu ra, mas acrescenta que 'à histiiria racional não precisa ser arada. Preci sa ser conhecida". - Prefeitura I • 1 E,CE'TO NO TI/9J-CAINETE LO PREFEITO EM J4 DE DEZEMBRO D 1.993. ABPAO AMOA ZACAPINAS, PREFEITO MJNICI L. DE BELA VISTA ESTADO E MATO GROSSO DO »ML, unando das atribuições que lhe ao conferidas e d acordo com o disposto do Artigo 68 S 80 da Lei no 886/90 de 05 do abril d. 1990 Artigo 43 da Lei Fed ral r,CJ 4. 320/G-1. DECRETA: Art,IQ - Nos termos das Lei Municipais rog 936/92 do J0.1?.92, 943/!3 de 01.03.93 e de acordo com a nova r daçao dada pela r,d no 957/93 de 22.09.93, fica aberto um crédito Adicional Suplementar no valor de CR$ 29,827.000,00 (Vinte e novo milhooo e oitoc:ento~; o vlnta e octo mil cruzciro!'1 realo) a oerem designt1dos nao oeguinteo Do tações Orçamentárias. 02.00 - EXECUTIVO 02. 04 - SECRETARIA DE ADMINISTR/ÇÃO 03,07.021.2.06 - Secretaria de Administra cão Geral J.1.3.2-0utroo Servicoo e Encargos . 150.000,00 02.05-SECRETARIA DE FAZE~ 03. 08. O 32. 2. 10-/morti zacao da DÍ vida /tiva 4.3.5.1-Amortização da Dívida Ativa . 350.000,00 , 02.06-SECRETARIA DE SAÚDE PROMOÇÃO SOCIAL 13.75.428.2.11-Servlços de /drninlstracao - Geral J.1.2.0-Material de Consumo .... 125.000,00 J.1.3.1-Remuneracão dos Serviços Pessoais. 150.000,00 3.1.3.2-0utros Serviços e Encargos . 1.010.000,00 4,1.2.0-Equipamentos e Mat.Permanentes .... 20.000,00 02.07-SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CULTURA E DES PORTO , 08.42.187.2.15-Man.Desenv.Ensino do 1 Grau 3.1.1.1-Pessoal Civil 2.405.000,00 3.1.2.0- Material de Consumo 4.900.CXXl,OO 3.1.3.2-0utros Serviços e Encarg:,s790.CXXl,OO 3.2.5.4-Apoio Financeiro ao Estudante..... 267.000,00 02.08-SECRETARIA DE VIAÇÃO OBRAS SERVIÇOS POBLICOS 10.57.316.1.13-Construção da Casas Popula res. 4.1.1.0-0bras e Instalacões .. 8.000.000,00 13.77.451.1.17-0bras de Gal., Aguas Plu viais, Rec.Pav.Asfáltica 4.1.1.0-0bras e Instalações ...4.840.000,00 16.88.534.2.22-Manutencão dos Serviços da Secretaria 3.1.2.0-Material de Consumo ...5.300.000,00 3.1.3.1-Remuneração dos Scrv.Pessoais ..... 1.300.000,00 3.1.3.2-0utros Serviços e Encargos ..... •·· 200.000,00 02.09-SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO. ECO - NôMICO ~ 111.2.23- Coordenação das Atividades 3.1.3.2-0utros Services e Encargos . 20.000,00 . Art 20 - Para cobertura do Credito Su plementar fo cancelada a importância de CR$ 29.827.000,00(vinte e nove milhoes oi- tocentos e vinte e sete mil cruzeiros reais) das seguintes Dotações Orçanentárias. 01.00- PODER LEGISLATIVO 01.01- CÂMARA MUNieIPAL 01.01.001.2.01 - Unidade Legislativa 3.2.1.1-Transferências Operacionais . 14.745.600,00 01.01.001.1.01- Aquisição de Móveis e Equi pamentos 4.3.1.1-Auxilio para despesas de Capital .. l.638.400,00 02.00- EXECUTIVO 02.01 - GABINETE DO PREFEITO 03.07.020.2.02-Assessoramento Superior 3.1.1.1-Pessoal Civil ·...... 1.500.000,00 3.1.3.1-Remuneração dos Serv. Pessoais .... 148.000,00 3.2.3.1- subvencões Sociais 42.768,0_0 4.1.2.0-Equipamentos e Mat. Permanentes... 46.307,82 . . 06.28.166.2.03-Serviços de Alistamento Mi- litar • 3.1.2.0-Material de Consumo .. _ .•. 21.384,00 3.1.3.1-Remuneração dos Serv. Pessoais •••• 42.768,00 3.1.3. 2-outros Serviços e Encargo_s • • • • • • • • 104.229,58 02.02 - SECRETARIA DE PLANEJAMENTO 03.07.021.2.04-Manutençao da Secretaria 3.1.1.1- Pessoal Civil ...• 120.000,00 3.1.2.0- Material de Consumo ..42.768,00 3.1.3.1-Rernuneração dos Serv. Pessoais •••• 35.244,56 02.03- ASSESSORAMENTO JUR!DICO. 03.07.020.2.05- Servicos Juridicos 3.1.1.1- Pessoal Civil 73.091,23 3.1.2.0-Material de Consumo 21:034,00 3.1.3.l-Remuneração dos Ser. Pessoais ....• 24.073,84 3.1.3. 2-0utros Serviços e Encargos 200. 000 ,00 Municipal de 1. J . ',. 02.04-7 C1 03.07.02.2.6-: c ral 3 . 1. 1. 1 - cal Civil....·....235.000,00 3.1.3.1-r.. roc o do rv.Po i..... 170.000,00 ).2.5.l- Inativos..............499.000,00 3.2,5.2- Pnsionis ..........220.000,00 3.2.5.3- Salário Família....... 64.132,00 03.07,021.1.03- Aquisição de Müvis rqui pamento 4.1.2.0-Equipamentos e Mat. Permanentes... 32.785,35 15.02.494.2.07- Contribui;o ao Pasep 3.2.8.0- Contribuição ao Pasep............ 2.600.000,00 02.05- SECRETARIA DA FlZE '!)/ 03.08.021.2.o6- anutencão da Secrtari 3.1.1.1- Pessoal Civil 450.000,00 3.1.2.0-Material de Consumo...200.000,00 03.08.021.1.04- Aquisicão de Material Per manente 4.1.2.0- Equipamentos e Mat.Permanents... 13.840,00 03.08.032.2.10- Amortização da Dívida Con tratada 3.2.6.l- Juroo da Dívida Contratad<1 . 21.384,00 _ _ J.2.6.7-Correção Monet. s/operuçoeo de cr ditos por Antec. da Rece ..... 42.768,00 02.06- SECRETARIA DE S/ÔDE PROMOÇÃO SOCIAL 13.75.428.2.ll- Servicos de ãdninfsracao Geral 3.1.1.1- Pessoal Civil 330.000,00 3.2.5.9-0utras Transferênciao a ~essoas ... 20.000,00 / 13.75.428.1.05-Aquisicão de Ambulância P oetor 4.1.2.0- Equipamentos e Mat. Permanentes .. 41.520,00 13.75.428.2.11- Construção de Postos de Saúde 4.1.1.0- Obras e Instalações .... 132.160,00 15.81.483.2.12- Assistência ao Menor 3.1.3.2- Outros Serviços e Encargos . 85.536,00 15.81.485.2.14- Auxílio ao Idoso 3.1.3.2- Outros Serviços e Encargos . 13.840,00 02.07 - SECRETARIA DE r.DUCAÇÃO CULTURA E DESPORTO 08.42.187.2.15- Manutenção do Desenvolvi mente do Ensino 1o Grau 3.1.3.l- Remuneração dos Serv. Pessoais ... 1.500.000,00 08.42.187.1.07-Aquisição de Equipamento p/ o Setor 4.1.2.0-Aquisicão de Met. Permanente . 19.975,00 08.42.187.1.08-Construcão e Instalações de Escolas 4.2.1.0-1quisição de Inóveis . 27.680,00 08.42.187.1.09-Ampliação e Reformas Unid. Escolares 3.1.2.0-Material de Consumo ..... 65.470,47 3.1.3.1-Remuncração dos Serv.Pessoais ..... 138.000,00 3.1.3.2-0utros Serviços e Encargos . 61.580,00 4.1.1.0- Obras e Instalações . 192.000,00 08.46.228.1.10- Construção de Quadras .... • - • ,, t • I -. , das Es portivas 4.1.1.0-0bras e Instalacões ..... 53.600,00 08.48.247.1.11- Ampliação do Acervo da Bi blioteca Mun. 4.1.2.0-Aquisicão d~ Mat.Permanente . 19.682,44 08.48.247.2.16- Manutenção da Casa do Arte são 3 . 1. 2. O-Ma teria! de Consumo · . 85.536,00 ' 08.41.185.1.12- Construção de Creêhes 4.1.1.0-0bras de Instalacões ... 50.ooo;oo 8.42.188.2.18 - Ensino Regular 3.1.2.0- Material de Consumo .... 150.000,00 3.1.3.2-0utros Services e Encargos . 640.000,00 02.08-SECRETARIA VIAÇÃO OBRAS SERVIÇOS PO- BLICOS . . 03.07.025.2.19-Reforma do Paco Municipal 3.1.2.0- Material de Consumo.....5.360,00 3.1.3.1- Remuneracao dos-Serv. Pessoais ... 27.680,00 3.1.3.2- outros Serviços e Enc~gos . 1.533.000,00 _ 10.57.316.1.13 - Construçao de Casas Popu- 5.o-as±siso ae m6veis.....27-680,00 10.58.025.1.14- Irnplantaçao e Renovaçao de Calçadas e passeios 4.1.l.O- Obras e Instalacões .... 19.432,00 10.58.328.1.15- Const. de Ãreas e Lazer e Arborização Urbana 4.1.l.O- Obras e Instalacões ... :··26.800,00 10.60.325.1.16-Aquisição de Equip. p/cole ta de Lixo 4 .1. 2. o- Aquisição de Material Permanente.. 128.800,00 Bela Vista 10. +.326.2.2:-° 3.1..0-Matrii! ' 31..2- Carro 12.4,00 13.77.42l. 7-0rase l. 1w+ viai e Recap. Pav. A filtiea 4...9.2-Despesa d Ercíeio A triore )3.0I.C,00 1 (. . H . "i .l4 . 1.18- Aqui!ç o d l.,1 ,d 1 , " ntos Rodoviários 4.1..0- Aquisição d t. Per aente.,..· 126.7)0,00 . 02.09- SECRETARA DE DESENQLVIN;OS ECO NO1CO õê.TI11.2.23- Coordenação das A!vid4d 3.1.1.1-Pessoal civil....·...351.175,0 lr .30 - Este Decre o cn rarã om vigor, na data de sua publicação, revoqad as disposições cm contrário. Rola Vista/Ms, 14/12/93 Abraão Armoa Zacarias Prefeito Municipal DECRETO NO 777 /94 - GJIHNETE DO PitHPCl'fO - EM 11 DE JANEIRO D8 1994 ABRAÃO ARMO/ ZACARIAS, PREPF.ITO 1✓.UNICI PAL DE BELA VISTA, ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL uoando das atribuiçõco que lhe"ªº conferidas e de ucordo com o dispooto do Artigo 68, parágrafo 8 da Li 86/90 de 05 ãe abril de 1990 e Artigo 43 da Lei Fo deral no 4320/64. DECRETA: Art.10 - Nos termos da Lei Munícipul no 961 de 10 de novembro de 1993, fica aberto um crédito Adicional Suplementar no valor de CRS 6.000.000,00 (seis milhÕAs a~ cru zeiros reais), ao Orçamento Programa do Mu nicípio para 1994, à saber: 02.00 - Executivo - 06.01 - Secretaria Municipal de Promoçdo - Social. 15070212.012 - Manutenção das Atividades da Secretaria 3.1.3.1 - Remuneração de Serviços Pessoais 2.000.000,00 15814832.014 - Programa de Assistência dO Menor Carente 3.1.3.1 - Remuneração de Serviços Pessoais 2.000.000,00 _ 07.01 - Secretaria Municipal de Educaçao - Cultura e Desporto 08421882.019 - Manutenção do Ensino Iegul.a.r. 3.1.3.1 - Remuneração de Serviços Pessoais 2.000.000,00 Art.29 - Os recurros para cobertura do Crédito Suplementar 'e que se trata este Decreto, correrão à conta da seguinte dot cão Orçamentária: 02.00 - Executivo 08.01 - Secretaria Municipal, Viação Obras e Serviços Públicos 16885311.020 - Aquisição de Equipamento R~ doviário. 4.1.2.0 - Equipamento e Material Permanen te 6.000.000,00 Art.39 - Este Decreto entra em vigor a partir de 11 de janeiro de 1994, data de sua afixação no quadro de avisos desta Prg feitura. Bela Vista/MS, 11 de janeiro de 1994. Abraão Ar.noa Zacarias Prefeito Municipal • ·Edital de __ Proclamas. 1( e JANILDE ROSA DOS SANTOS, Oficiala do Cartório de Registro Civil desta cidade de Bela Vista-MS., PAZ SABER a todos qar. to o presente Edital de Proclamas virem, que apresentaram os documentos exigidos pelo artigo 180 do Código civil rasilei roe incisos I-II-III e IV, e pretende.n se casar: ALTEMAR GUTl:RRRES DE OLIVEIRA E ELISE TE MARQUES CLARO, brasileiros, solteiros, domiciliados e residentes nesta cidade , ele, comerciário, filho de João Meireles de Oliveira e Daicyra Gutierres de Oli,_ veira, ela, estudante, filha de Silvio Claro e de Ercu Marques Claro. Se alguém souber de algu~ inpedi::-:ento que se oponha na forma da Lei. Bela Vista-Ms., 31 de janeiro de 1994. Janilde Rosa dos Sa:1tos Oficiala OMOSUL DE REF , ' , VII PRODU O I EDITO ESTIME TO li BONITO Um proj to poi1-- i J i r, l J co do r , . f J r , n · . - tamnto e recomporei ;ao vegetal inédito no Hra;il e±,tá sondo rl0: 1Jnvolvl.do C'r1 Honi to(01s), a 249 qu11o metros do Campo Gran de, pela Fundação do Promoção ocial de M,t o C:rn!;r,o <.ln Sul - (l'rürno::ul). Dozr mr noros carentes, intG qrantes do Nücloo d Plantas Nativas do ór<J,io, DC' revc'z,1m dor;cle nov-.::rnbro do ano passado no plan tio de árvores orna mentui:::;, frutífer<ls c medicinais às mar gens dos sete mil me troe de rodoviu que ligam a cidade ao Rio Formoso. Em janeiro do ano pussado foram intcr ditudas pelo lhama , por danos ao meio am 1 1 ' J.....-l Ciro-leste Bise Prioritlaes ara Assistência iérira e a ião {'iltoral a Para discutir as principal~ dçÕes que srrão desenvolvidas junto a produtores e comunidades rurais , cstfio reunidos, na EMPAER, 16 represen t~ntcs dos Estados do Centro Oeste (Dis trito Foderal,Goiás, Mato Grosso e •Mato Grosso do Sul). São pessoas ligadas às áreas de operação , planejamento e finan ceira, que atuarãÕ em conjunto para tra çar o plano de traba lho do ar.o de 94. - Procurar fontes de recursos para fi nanciar ações de as sistênci<l técnica e extensão rural foi o tema principal da reunião. o Banco Mun dial e o Ministério da Agricultura são os órgãos que devem liberar a maior par te da verba para os Estados do Centro Oeste. Segundo o Di retor de operações - da EMPAER de Mato Grosso do Sul, Ivo Busato, dS diretri - bint, as obra da ·mpresa Construmat Cjl1,•l Lro r.ol,r,, o Hlo r• Jnh11r1-1::. Como puniç3o a firma fica ria responsável por opor no local os prrjuizo!:; ~ n..iLurcza causados pela obru. A partir de ·ntão,em p,trc riu, o Núcl00 - de Plantas Mativas da Fundação de Promo ç::io Social foi con trutado para idc..ili zar e executar um projeto paisagístico de reflorestamento na região. De acordo com in formações do coorde nador dos trabalhos cm Bonito, Fernando Dorges, as atividades nos rios Formoso e Anhumds fazem parte da terceira etapa do Projeto Paisagistís co de Reflorestdmen- zes dos Governos Fe deral e Estadual dis cutidas nessa reu niâo, serão levadas ãs comunidades para serem adaptadas jun to aos produtores , dependendo das neces sidades de cada um. Em Mato Grosso do Sul as grandes li npas de atuação se rão: capacitação de produtores rurais nas áreas de tecnolo gia de produção; di:: versificação da pro dução e, manutenção dos recursos natura is existentes. Essas orientações já esta vam sendo desenvolvi das durante o anÕ passado e o trabalho será de continuidade em 94. "Estamos nego ciando com as Prefei turas Municipais uma participação no pla nejamento e nos cus tos de assisttncia:: técnica e extensão rural. O retorno des se trabalho é perce-= bido através do au mento da produtivida de cm ativid.-.des que to, Dedo novembro , !Ili primeiro ostãgio do projeto, os mono rt e ão se dedican do a reflorestar ac margens da rodovia qur dá acesso a cida dn com 6 mil e soij muda:. - das 4 Mil e 500 j::í foram planta das - de bocaiúvas , caraguütcÍn, mbaÚb:.1!J, c0dros, jenipapos , ingás e outras dezc nas de espécies. As margens da ro dovia foram dividi:: das cm onze paradas e nove canteiros que contam uinda com ade reços de pedras retT radas do próprio lo:: cal. Num jardim de cerca 50 metros qua drados que também es tcÍ sendo cultivado será usada proteção de arame farpado pa ra que seja garanti- ainda não eram descn volvidas em larga es cala como a sericul:: tura, suinocultura , avicultura e apicul tura", afirma Ivo Bu sato. - O consultor da Co ordenação Nacional de Extensão Rural junto ao Ministério da Agricultura,Nival do Estrela, veio de Brasília para estabe lecer novas normas da relação dos Govei nos Federal e Esta dual na área de as sistência técnica e extensão rural. "O objetivo é nortear os projetos prioritá rios para o CcntrÕ Oeste e definir as estratégias. O im portante é estabc:: leccr uma parceria dos Governos Fede ral e Estadual" , enfatizou Nivaldo Estrela. GOVERNO MS O futuro agora do o croci n, o dai ruda• A rodovi t ar!m chamada d ro <'ceie 1istíca devido s divió para ci clistas que coçaram e ser construidas - inda contará com um canteiro com ãrvor s 'e porte maior onde serão instalados bar c•o!J mc:ioc. Segundo Borges, é intenso o lrab..tlho c'.os menores no local. J:lcs cstâo dlojados no acampamento da em presa e trabalham pi la manhâ e à tarde , com intervalo pura <llmoço tamb~m ofere cido pelu Construmat Cilveletro."São me nores que jcÍ integr:i vamo Núcleo cm Cam:: po Grande e que têm rostado da experiên cia cm Eonito por ser um trabalho dife rente, e pels opor+u n idle (!._ conhcrt novo lugares", ava lia Borys. O:; ,~ :-:or•·'.1 r,,IJ - Iham cm Pb:.ito em istora de rodízio se revzardo a cada quatro quinzenalmen t.r. 7écnico:; ,;r r.f--'OÍO do Pror. osu l e .. C,.:".'.;)O Grande também ormam a quipc do Projc·o cm Bonito. A previ r;Jo é de que at6 ài<l 30 clc janeiro, <lS nargens da rc<loviu o plüntio esteja con cluído, e segundo Fernando "cm doi!; anos as mudas já se rão árvores de gran de porte". FORMOSO E PRAÇA A Praça Bocaiúva, localizada no cen tro de BÓnito, tam- e +; P roe+ ? • .... 1 1 do Pr 1 l' .. , d p' ri.. da orar«ntaia local, Ara c- cluir o proj••to, ,.i ,;,i Íl'V< rc-iro mn0 s CONOçP reflorntar o metros de mata lruíd, :1 !J proxi"': dades do Rios c moso e Anhum s, o de serão planta4G 500 mudas em apro xiradamente 15 ,IT u s. Preserve a Natureza! S u p erm e r e _a d .O ão Jo ,. e Aonde Vender Barato se Tornou Tradição NO SUP~RMHRCADO SÃO JOSÉ EU COMPRO '---.,,;;,~---,MAIS GASTANDO MENOS lJ. DE DEZEMBRO,7 TELEFONE: (067) 251 - 1161 os r.rnLnORES PREÇOS DA CIDADE! 24 A UI A DONA DE CASA ·ENCONTRA TUDO QUE PRECIS4 .:, o. JORNll DE sua CIDJIÜÊ- do ·sul Lida; Cruzeiro do Sul, uma Estrela que Constelação do Mato Grosso do· sur ONFORTO, SEGQl(INÇI E TRINQUILIDIDE· Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1455_29_01_1994 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1457_03_02_1994 Voltar para a lista de itens