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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1524_12_07_1994
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RIB A ·DA f RONTEI
DIÁRIO .REGIONAL
A VI!TN/MS MIO: 2 NO: 1.524 I2 DE JULHO DE 1,9@4 - TERÇA-FIRA
ORMLDINO CONFIRMA WTTóRIN NA 4- ETP i mia Ristica
DO CAMPEONATO MUNICIPAL DE CICLISMO
I
Aniversário da Cidade
DIRETOR REPOSÁVEL: IV»LDO PEREIRA nJ o. r,
o 1eli, a oraldi
o Centurião Ferrei-
.,, ,,.1l rorinoclo p •lo
anco do Pra,il e
treinado pelo compu
·ate "é carioca" ,
oltou a vencer a 40
tapa do Campeonato
-:unil'i.p,11 ele Ciclill
o, realizada no do
inu0, dia 10, em
percurso de 40 quilo
,-clro:;, com 45 vol -
tas em torno do cam
po de Polo elo 100 RC
ec. Oraldino Ferrei
ra já havia vencido
essa etapa no dia 19
de Junho, mas ela a
cabou sendo cancela
da devido a desenten
dlmentos entre os d
rigentes do CiclismÕ
unicipa 1. O Campeo
ato Municipal de Ci
clismo é promovi do ::
pela Comissão Munici
pal de Esportes e De
putamcnto de Ciclii
.110 d.:i Liga Esportiva
!lelavistense.
Desta vez Oraldi
no Centurião Ferrei
ra não deixou dúv i -
das, deu um verdadei
' ro show na pista e
cruzou a linha de
chegada com mais de
dois quilômetros de
frente para o segun
do colocado, que foi
outro ciclista da e
quipe de "Zé Cario -
ca", Cleiton Reis de
Souza. O terceiro lu
gar ficou para outrÕ
jovem que ê destaque
no Ciclismo Belavis
tense, Valdir de Sou
za Lopes. Com mais
essa vitória, Oraldi
no Centurião Ferrei
ra lidera tranquilo
o Campeonato Munici
pal de Ciclismo, com
SINDICATO RURAL
DE CARACOL INFORMA
650 LEILÃO
ClRlCORTE
Dia 15/07/94
SEXTA-FEIRA
HORAS: 20:00
Realização:
Sindicato Rural de
Caracol e Porteira
Leilões Rurais
l. Participe!!
l 10 r,onloi;. Valdir
<lc Souzn Lopeu vürn
cm 20 lugar com 95
pontou, Adio Peralta
BrniLcu 6 o Lcrcciro
colocado com 70 pon
tos e Cleiton Reis -
de Souza o 40, com
50 pontos.
A 50 e última eta
pado primeiro cam -
pconato Municipal de
Ciclismo será dispu
tada no próximo dia
20 de Julho, como
parte das festivida
des ao ilniversário -
da cidade, para o ci
clista Oraldino Fer
reira basta pontuar
entre os três primei
ros colocados para::
ser o Campeão Bela -
vistense da tempora
da.
Por outro lado
Bento Peralla Beni
tes, também da equi
pe do "Zé Carioca" ,
já é o Campeão ante
cipado da Categoria
Juvenil, título que
arrebatou ao conquis
tar seguidas vitó -
rias nc Campeonato ,
Márcio Greike é o se
gundo colocado.
Para a quinta e
última etapa do Muni
cipal de Ciclismo, a
ser disputada no pró
ximo dia 20 de Julho,
estão sendo convida
dos os melhores i -
1
' GR.l::MIO PEDRO
' ~ RUFINO INFORMA:
1
1 Grandioso Baile
I
de Aniversário da
Cidade a rcalizar-
l
i_;e no ài.:i 19/07/94
as 23:00 horas na
Sede social do clu
e, anima;ão Con -
unto LOS TY'S.
PREÇOS DE MESAS:
se
Oc5os: R$ 20.00
iNão
1
Sócios: R$ 25.00,
!Ingressos: RS 5,001
Ciclistas Oraldino Ferreira e Bento Pe -
ralta "Bentinho"
.:;listas d; nossa re-
yiiio, qur LOm certe
: darão u: brilho
t.odo
prova com
ticipaç»os.
Brasil vinga 7 4 e está nas
semi-finais da Copa
Jogando a sua me
lhor partida nesta -
Copa do Mundo a Sele
ção Brasileira con::
quistou uma vitória
dramática· no sábado
contra a Holanda por
3 x 2 e está classi
ficada para a fase -
semi-final, o que
não acontecia desde
1978. Contando mais
uma vez com a veloci
dade de Bebeto e Ro
mário e com a raça
de Dunga e Mauro Si_!
va no meio campo, o
Brasil abriu uma
vantagem de dois
gols no segundo tem
poda partida, cedeu
o empate em duas bo-·
beiras da defesa mas
chegou a Vitória num
gol de falta cobrada
espetacularmente pe
lo lateral branco.
O triunfo do time
de ~arreira, parecia
definido após o se
gundo gol, mas os
Holandeses souberam
aproveitar as falhas
-----------------
d ,istoma defensivo
do escrete canarinho
e chegaram ao empate
com gols de Bergkamp
e Winter, esboçando
uma virada, mas o la
teral Branco estava
numa tarde inspira -
da, usando da sua
experiência de duas
Copas do Mundo, ele
cavou uma falta na
intermediária adver
sária aos 36 minutos
do segundo tempo,ele
mesmo bateu e fez ex
plodir de ale3ria
povo brasileiro acer
tando o canto csquer
do do goleiro Holan
des, a bola çruzou
entre Romário e o
seu marcador, tocou
na trave e foi mor -
rer nos fundos da re
de. -
A Seleção Brasi -
leira joga nesta quar
ta-feira contra a e~
quipe da Suécia, se
vencer ganha o direi
to de disputar a i-
nalíssima da XV Copa
C O M E N T R I O O P I N I Ã O
RECLAMAR NÃO 8 BRIGAR! ! '. . E: DI R&ITO !
Pavi men tacão
1
da
turisrno
especial
suas
à
par
c
1
o ''.undo contra o
vencedor do jogo en
t.re Bulgária e Itá -
lia, que também jo -
aam na quarta-feira
s 15:00 horas. o Jo
co do Brasil será as
Í9:30 horas, horário
do Mato Grosso do
ul.
Para este jogo o
técnico Carlos Alber
to Parreira, que de
vilão pode chegar a
herói, não deverá me
niciou o jogo contra
e Holanda. Para os
jogadores brasilei -
ros o melhor das oi
tavas de final foi a
0esclassificação da
toda poderosa Alema
rha, atual detentora
do Titulo Mundial e
ue acabou surpreen
çida pela forte equi
reda Bulgáriil, essã
sem dúvida a maior -
zebra desta Copa do
Nundo.
Vai pro tetra Bra
il!
estrada
na região
l
! •
'---------
ecológica vai incrementar;
de Aquidauana
Trorocio: Clube dos Corredores d. d
1 V'Ista; Secretaria Municipal de "duaio; Liga
portiva Belavfstense,
/polo: l!nncu do BrasII S/A; IO R "e; PoI!-'
ela c:ivll t l'olít!a )!ilit<tr. 1
Patrocfn!o; Prefeitura Munffps! de Rela Vista'
Regulamento
I- DAS flN/LIDAD[S
Art.le- A corrida Rú~tlcJ Anlv~r~~riu d I ti-1
dad", t-,m por objetivo desenvol vc r o ):O., L<• r~ 1" 1
esporte e buscar maior participação em ativfda
des físicas como um dos nefos de melhorar as
condições de saúde.
li- DAS INSCRIÇÕES
Art.2?- As fncriçoes poderão ser feitas pes
soalmente, por carta ou por telefone, nos postos
autorizados
- Secretaria de Educação, Prefeitura Munici-
pal de Bela VIsta, telefone 439-117.
- Ginásio de Esportes de Beln VlstJ
- Escolas Municipais e Estadudi6
Art.3~- Os atletas serão inscritos individual
mente, e concorrerão primios prevl&tos neste r~I
gulamento. _
Art.4g- Ao se Inscrevere, os atletas deveraoj
determinar a categoria de sua participação: 1
- Masculino: Infanto-Juvenil 14 a 18 anos; a
dulto 19 a 35 anos; sen!or 36 d 45 nnu~; vetera
no 46 a 60 anos.
- Feminino: Categoria Única ocl~a de !G anos.
Art.5g- Os menores de 18 ano~ deverão apresen
tar autorização dos pais ou responsavefs.
III- DA COHPETIÇÃO
Art.6Ç- Esta corrida, com u::-. total de 10 krn,
será realizada no dia 20 de julho de 1994, data
de aniversário da cidade d~ Bela Vista, com lar
gada em frente à Prefeitura, às 09:00 hs e, che
gada no mesmo local.
Art.7~- Todos os atletas deverao estar no lo
cal da largada is 08:00 hs, para rec<!her núc,,•ros
e senhas, estas deverão ser entregues em deterci
nados pontos do percurso. A não entrega da senha,
desclassificará o atleta.
Art.8g- A corrida terminará na entrada do fu
nil, onde serão tomados os tempos dos corredores.
'a vez no funil, nenhum atleta poder~ ultrapa~
sar o que estiver â sua frente, se o fizer, be
rá desclassificado.
Art.92- Serão classificados sooente os atle
tas que completarem o percurso.
Art.10- Os atletas que cometerem qualquer ato
de Indisciplina,perurbarem o bom andamento da
corrica ou prejudicarem os demais companheiros
ou ainda pedirem auxilio, serão desclassifici!dos.
Art.112- A Comissão Organizadora, atenderá os
atletas com serviço de emergência e primeiros
socorros na ambulãncia que acompanhará o percur
so. Haverá um médico para prestar atend!mento,se
for necessário.
Art.12~- Atrás do Ültico atleta virá uma via
tura, para recolher os desistentes da corrida.
Art.13~- A segurança do Percurso ficará a car
go do Pelotão de Polícia do :lunic:!.pio.
IV- DA PREHIAÇÃO
Art.14g- A premiação obedecerá a classifica
cão individual com medalhas, por categorias ,do
12 ao 5~ lugares, sendo que do 1~ ao 32 lugares
de cada categoria receberão ainda prêmios em di
nheiro. -
Art.15~- Na classificação geral os três pri
meiros colocados da categoria masculina e da fe
minina, receberão troféu e dinheiro.
Distritufção dos Prlos ena UKV
CatevorLa Masculina, ClassffIcaço Geral- 1! Lu:ar-
11O IR!'s; 22 Luar- 7O RI'; )2 Luar- 50 {Ra; teor!a
FeInIn.a, Classificação Ceral- 1' Lugar- 1I T!a; 29 Luar
«O (RI'g; J2 Luar- 55 RVs; Pr!ação por Fala Etirta 'ascu
Iino- 1 Lugar- 50 Rs; 2:- Luar 30 1Rs; 3 Luar-2o RV
Ar.l6?- A cateoria fr{nina, sra prefado apenas na
classificação ral, virtude de não hsr divise por a!
x.., ct!l:-1.:i. -
v- DPO ZOES CERAIE
Art.17!- A Colsis Ore.ar!zadra rio s rsronsat!lizari
pelo cstato era! de sai'e dos atletas nem por a!dentes rqu
por ventura venta a ocorrer durante a prova, -
Art.I!- Os casos omisss ao presente nrulmento serio
rsolvides pela Co!são r·anfater.a. - _
ORS: O aricza era responsivo! pela fiaao ts nuero
e ssu cm!seta, para taso sreri rececsirto ue cada u tra
·» l!{metes ou ales ee!!ente,
JOTAGE NOS BAIRROS
- • ' l Paaina 12
+,
»
TELEFONES UTEIS
Bela Vista
RE! EIIURA MUNIC l PAr,
C./r1Jlll t'rllN rc;1 PI!.
U/NCO DO nH/'.JIT,
ME+TV)IS
A.+300
:"",:I7 IE O!1CIA
·.'+;0 D0 SUL,
'0111M
HO'J'AH't cr.uo
IIOSPITJL s/'io VICI::NTE DE PlUJ.i l•)l'
CTÚ::MIO PEDRO llUPINO
CAIXA E_CONÔMICTI FEDERAL
RECEITA FEDERAL,
lCO RC M.E:C
PONTO DE TÃXI I - /V. TEODORO SA'l'IVI
PON'l'O DE TÃXI II - RUI BARl'iO DO L/DÃRIO
PONTO DE 'l'ÃXI III - RUI lNTONIO JOÃO
RÁDIO BEL/ VISTA.
CIR'l'ÔRIO lo OF!CIO
COPJGMl
POSTO DE SAODE
COh'SELHO TUTELIR DA CRIANÇA
41') - 1041
439 1101
)9 - 1421
419 144 1
439 - 1041
439 - 1279
439 - 1451
439 -
1495
43° - 1353
439 - 1'772
439 - 1222
439 - 1339
439 - 1261/1447
4)9 - 1151
439 1121
439 - 1351
439 - 1348
439 - 1333
439 - 1243
439 - 1302/1464
439 - 1387
439 108:J
439 - 1101
TUBON
Indicado!' Comercial
Bela Vista - MS
FÃBRICA DE TUBOS LTDA
TUBOS DE CONCRETO, CIBROCOS, LAJOTÃO, PALANQUES, MUROS
E ARTEFATOS DE CIMENTOS EM GERAL
ATENDE PEDIDOS D~ PREFEITURAS
<u 1-
3." (:-E:
RUA GAL. RONDON,215 - FONE: (067) 255 - 1202
BONITO - MS
TODA AS SECUNDA-FEITAS LEILOES NO
TATEAL DA SAVTA RITA DA PORTEIRA
ORCGNNI ZAOS, PROCRA!AMOS E O LUCRO E EU
----·--·-- ---
F'O!'!.f,:_J_Q,6_:"O 09 .. 1558
PORTEIRA LEILOES " O NOME CERTO +
BELA VISTA HS
HORÁRIO DE ÔNIBUS
Viação Cruzeiro do Sul
DE: BELA VISTA A AQUIDAUANA - CAMPO GRANDE:
, nt;:30 - 09:0( - 15:00 horas - Todas co:n baldeação em
tsardim
Tribuna da Fronteira ruNnADo EM=
1-------- DtliRlO R.E(arN,L --·-----~---20_/02/1972
lllRETOR-REDATOR CHEFE: lvalno Pereira EXE!-~l.All: R$ O, 5 O
GERENTE COERCIM.: Maria Estela Velásques Pereira l
SECRETÀRIO D', Rr.O,ÇÃO: Ubal<lir.o Rodrigues
REPORTAGENS: Jo Carlos Velásquez, André [valo e
Fin,.ino de Barros
tSSI:.,TIIR,S:
SEXESTRAL: R$ 4 5, O O
ANU/.l • R$ 9 O, O O
DE BELA VISTA A CAMPO GRANDE - NOTURNO: 23:00 horas
DE BELA VISTA A PONTA PORl'i: 06:00 - 16:)0 horas
DE BELA VISTA A DOURADOS: 06:00 horas - Com baldeação em
ntonio João
DE BELA VISTA A CORUMBÃ: 09:00 horas - Via Jardim/Boni -
+o/rodoquena e iranda
-
CRUZEIRO DO SUL
ENCOMENDAS
Entrega de encomendas com hora marcada.
Fone: 384-4008 - Fax: 384-4931 - Servi_ço de Coleta: 382-2472
Entregas a Domicilio em Dourados, Corumbá e Ponta Porã.
Cidades Atendidas: Água Clara. Antonio João, Aral Moreira, Amambai, Anastácio, Anaurilãndla,
Angélica, Anhandul, Aquidauana, Aparecida do Taboado. Bataiporã, Bandeirantes, Bataguassu,
Bodoquena, Bonito, Bela Vista, Caarapó, Camapuã. Cassilãndia, Campo Grande, Chapadão do Sul,
Corgulnho, Corumbá, Coxim, Costa Rica; Coronel Sapucala, Deodápolis, Douradina, Dourados,
• Eldorado, Fundação Bradesco, Figuelrão, Fátima do Sul, Glória de Dourados, Guia Lopes da Laguna.
Jguateml, ltaporã, Fazenda ltamarati, lvinhema, Jaraguari, Jardim, Maracaju, Miranda, Mundo Novo,
Nova Andradlna, Naviraí, Nloaque, Nova Alvorada. Paraíso, Paranaíba, Pontinha do Coxo, Pedro
Gomes, Porto Murtinho, Ponta Pera. Rio Brilhante,- Rio Negro. Rochedo. Ribas do Rio Pardo, Rio Verde
Selvlria, São Gabriel D'Oeste. Sidrolãndia Sonora. Tac:uru. Terenos e Três Lagoas
1------------------------<r------ - ·---
REDAÇÃO, DEP/RT/Mf:NTO COMERCltl. F. i'tRQUE GRÁFICO: OS ORIGINAIS EN -
• Avenida Tribuna da Froateira,564 - CMXA POSTAL - V!ADOS À REDAÇÃO NÃO
2'.l - FONE: (067) 439- I4IO - TELA VISTA - MS SERÃO DEVOLVIDOS. OS
ARTIGOS ASSIXADOS · NÃO
SUCL'RS/1S: J::irdicr, Po:-to :'lurtinho, Antonlo Joc.o, REf1.ETE'-'. NECESS/RlA.'fEll
Bonito, Caracol, Carpo Grande e Correspondentes TE A OPINIÃO DO JORNAR
ct· llr:iuÍlia e Sao Paulo
'·opricdade da Rede Belistense de Jornais - LTDA FILIADO À:
g/-1 - 15.51. 20} 0001 Q0 tDJORI n ABRAJO" •
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Retifica de Motores - Auto Peças e Acessórios
Regulagem de Bombas Injetoras e Bicos
RevendedorAutorizado das motos HONDA • í 1 .
. e ve cu os
importados MITSUBISHI
g ;%@'es19 - Fones:_(os7j 2s1-24sg 2s
1
-
162
s
79240.000- JARDIM - Mato Grasso do Sul
1 I .f,
(Francisco carpari Neto)
O plano Peca} tem a nosso ver, todas as
condiçovs de estabilizar a inflação em ni
vrei baixos e, consequentemun .e, melhorar
os condiçoes da economia nacional, para
que e promova uma melhor distribui;ao de
ronda, lwnollr;Lrndo a populnçüo.
Desde eu lançamento, o Real vem sendo
discutido por todos o, setores da socieda
de, iniciativa inédita, que denota estar -
moo numa drmocrncin madura. o fato preocu
pante, porém,é que,como os demais planos ,
existe um custo a ser paqo por algum setor
da sociedade. E, pelos indicadores presen
t:cB ate o momento, podemos afirmar que
quem pagará o custo da inflação baixa se -
rao os mutuários do Sistema Financeiro da
Habitação (SFH), os empresários que acredi
tam no Pais e que cr;táo gerando empregos~
riqueza por intermédio do investimento via
linhas do BNDES e, mais uma vez, o setor
agropecuário,
Agricultor paga o Real
A CORRE~ÃO DAS DÍVIDAS RURAIS PELA
TR LEVARÁ A UMA SUPERVALORIZAÇÃO
DO MONTANTE A SER QUITADO
o
Neste setor, inserem-D~ os agriculto
res, os pecuaristas, as empresas de imple
mentes e tratores, os fabricantes e forne
cederes de insumos e demais empresas que
atuam no fomento agropecuário de caráter -
cooperativo e não cooperativo. Em síntese,
todos aqueles que nesta época têm seus pas
sivos em TR.
CORRIDA AO CONSUMO
Com o objetivo de evitar a corrida ao
consumo. a equipe econômica mudou o cálcu
lo da TR visando auferir bons rendimentos
à Caderneta de Poupança e, dessa forma, e
vitar uma febre de saques.
Estamos lendo e consultando economistas
e especialistas em finanças de toda sorte
e os números que se apresentam estipulam o
valor da TR entre 5 e 7% neste mês de ju
lho. Com inflação estimada próximo a zero,
é a melhor notícia para o aplicador da Ca
derneta de Poupança e outros ativos indexa
dos na TR.
o reverso, porém, constitui-se no pesa
delo dos donos de casa própria financiada;
tira o sono dos empresarios, agricultores
e pecuaristas em geral pois, mantida uma
TR nestes níveis, em menos de seis meses
as dívidas estarão dobradas em termos
reais. Serão estes que pagarão a conta do
Plano.
A minha vivência empresarial, assim co
mo toda minha geração, tem mostrado as con
sequências e os estragos causados pelos di
versos planos economicos em nossos nego
cios e empresas. O tempo e esforços dispe~
didos têm sido em sobreviver aos planos e
conômicos em vez de nos preocuparmos com
o desenvolvimento de novos projetos, rein
vestidos, ganhos operacionais e, principal
mente, geração de empregos e produtividade.
ESTOQUE SEM SUPORTE
Particularmente, o setor agropecuário ,
no qual ?tuamos, vem sendo aniquilado pla
no após plano desde 1986. Poucas empresas
e emoresãrios conseguirao sobreviver neste
cenario, pois é impossível conduzir qual -
quer empreendimento com ativos estabiliza
dos em real (dólar congelado) e passivos -
corrigidos em TR de 78 ao mes.
como agravante, o plano vem justamente
na época em que os estoques, os quais de
veriam ter a garantia dos preços munimos -
por parte do Governo Federal, nao vem tendo
Os bancos agora estão
•
mais caros
o devido surorte por mio d E », +.
vêm u ilizindo as es ruturas das e presa
e cooperativas para exec ao da politic
de formaçao dos es oqae reguladores, apa
nhando a empresa agropecuárias em cu
auge de cn ividamento provindo da absorção
da maior safra já produzida no País. Ete
0toques vão durar ate próxima s fra. f
inútil, portanto, en ar vendê-los de uma
só vez, sem realizar prejuízos irrecuperá
veis.
O último ato para selar a falência do
Do saque eletrônico à emissão de ex -
tratos, tudo será cobrado dos clientes
para lucrar sem a inflação
o serviço prestado pelos bancos aos
seus clientes devem ficar mais caros a9o
ra. Até a semana passeda, a inflação era
a principal fonte de receita dos bancos
brasileiros. Eles ganhavam dinheiro de
virias formas. Por exemplo: aplicavam no
mercado financeiro o <linheiro que ffcava
parado nas contas correntes ou do reco -
lhimento de impostos e> taxas. Dessa for
ma, recebiam juros e correção monetária
por recursos que não lhes custavam quase
nada. No ano passado, 30 do lucro dos
grandes bancos foi conseguido com esse -
tipo de operação. Agora, com inflação
baixa, o setor financeiro terá de ganhar
dinheiro com operações de empréstimo e
com a cobrança dos serviços que prestam
a seus clientes, como ocorre em qualquer
País de economia estável.
Os bancos começaram a cobrar por qua
se tudo· do cadastro para abertura de
contas e renovação do cheque especial a
té a emissão de extrçtos e saques nos
caixas eletrônicos. AF tarifas são bas -
tant salgadas. Na semana passada, o Ci
tibank cobrava pela renovação de seu
cheque especial uma tçxa de 4,17 reais -
ao mês. Isso signific, que, apenas para
ter o cheque especial sempre à mão, o
cliente do Citibank precisa desembolsar
50 dólares por ano. No Banco Econômico ,
o acesso ao extrato diário de conta cor
rente custa 12,4 reais por mês. A soma
dessa taxa, ao final de doze meses chega
a 148 reais, 20 reais a menos do que uma
passagem de ida e volta da ponte aérea -
Rio/São Paulo nos fins de semana. São
taxas pesadas para os padrões brasilei -
ros, mas compatíveis com o que se cobra
em outros países. Nos Estados Unidos, ca
da saque no caixa eletrônico custa 1 dó=
lar. No Brasil, a taxa pode chegar à 1,5
real, mas há bancos que não cobram nada
pelo serviço.
Existem formas de reduzir o peso das
tarifas. Uma delas é concentrar todas as
operdçÔes num banco e procurar obter van
tagens com isso. Os gerentes estão auto=
rizados a negociar taYas menores para os
clientes preferenciais. o uso do talão -
de cheques também deve ser feito com mo
deração. B melhor fazer o saque e pagar
contas na agência com o cartão magnéti -
co, que normalmente não tem custo nenhum.
O cartão de crédito também pode substi -
tuir os pagamentos com cheque. Para os
casais, não vale a pera ter contas em
bancos diferentes. A conta conjunta evi
ta despesas com a transferência de di ~
nheiro, que pode custar até 6 reais por
operação. (Fonte: Revista VEJA)
0
setor v io d Decr to d
no qual o Preid nte .ta ar Franco vota
equivalência das d'vidas d
eru4para;ão dos preço inimo. pela TR.
Ete descasamento de índices é que tor
nará a agropecuária inviável, pois nao
poível admitir que toros cs financiamet
tos bancários pendente sejam corrigidos
pela TR e, preços mínio», pela UREF
(mantendo-se conceladcs desde lo de julho)
ueremos deixar o alerta de qua ainda h
tempo para reverter este quadro.
Hábil s que v cê
terá de mudar
A inflação alta acostumou os branilei
ros a fazer mágicas para proteger o di
nheiro. O que antes era certo é errado -
com o Real.
Com uma moeda desvalorizada em circu
lação, era difícil avaliar o valor corre
to de uma gorjeta. Até a semana passada,
5.000 ou 10.000 cruzeiros reais não fa -
ziam qrande diferença na porta de um res
taurante.
DICA: Muito cuidado com o valor do
Real, uma moeda forte. Uma gorjeta de 5
reais equivale ao dobro da que se dá na
porta de um bom restaurante em Nova York.
Um real, igual a 1 dólar, é mais razoável
Até a semana passada, era aconselhável
receber o salário e correr ao Supermerca
do para fazer as compras do mês, antes
que o dinheiro se desvalorizasse.
DICA: Não tenha tanta pressa. Os preços
ficarão estáveis por algum tempo. Apro -
veite para planejar melhor os seus gas -
tos domésticos ao longo domes.
Numa inflação alta, era comum usar
cheque para pequenas despesas, como uma
corrida de táxi ou a conta do jornaleiro.
DICA: Economize seu talão de cheques.
Os bancos estão cobrando por ele. Use
cheques apenas para· pagar as contas maio
res e para sacar dinheiro.
Até agora, compensava andar com a car
teira vazia enquanto o dinheiro rendia -
no Fundão.
DICA: Calcule na segunda-feira o quan
to vai precisar e saque o dinheiro sufi=
ciente para a semana inteira. Dá menos
1
trabalho.
Como era quase impossível controlar o
saldo da conta pelo canhoto do talão de
cheques, o cliente retirava vários extra
tos do banco ao longo da semana.
DICA: Volte a anotar o saldo, ova ,r
e a data dos cheques no canhoto do ta
lão. Os bancos passarão a cobrar pela
maioria dos serviços, inclusive o extra
to.
Antes era vantajoso ter conta em vá -
rios bancos e aproveitar a taxa de inves
timento de um, a agilidade de outro e o
limite do cheque especial oferecido pe'o
terceiro.
DICA: Ter conta em vários bancos é
hábito desnecessário e oneroso com infla
ção baixa. Concentre suas operações nÕ
banco que cobrar tarifas menores e ofere
cer serviços melhores.
(Fonte: Revista VEJA) .J
NÃO ESQUEÇA:
1
OS PREÇOS EM REAL EQUIVALEM AOS EM •~OLAR!
J s Ciclo Eletros e Eletrônicos
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Edital de Primeiro e • Segundo (ei18a
com o Prazo :de 15 .dias
O Doutor !o€ Eduardo "der te+hell, Juiz d Direito ' tonar. de
bela VIta, Estado de Mato ,rosno do ul, na forma da Let, etc,,,
Faz aber à tolos que o presente Edital virem ou dele conhecimento ti
verem que foram de+lnados o d1as 02 e l de Monto de 1.994, respetiva
mente, as 15:30 horas, no átrio do EdIffefo do Fórum local, sito à Rua
Marão do Ladirlo, 323/91 de Execução que .doê Augusto Hanel de Aekuin ,
me contra Edson Mede lros de Hor:u•n, o leIloero nomeado levará a públi
co prezo de venda e arremataçao a quem mal der a maior lanço ferecer ,
porquanto val a leflo os bens que asfm descrevem: OI (um) trator de es-
tcirn, marca KO!ATSU AD)-50A, modelo 1979, cor amarela, sérte n? B 5685 ,
c.or1 bom c,,r.ado de• uso, corw<,rv.rçiio e funcionamento, avalfado em data de
12/0'J/1992, no valor de CR$ 35.000,000,00 (trinta e cinco ml.lhiu,c:; de cru
zelron) e 600 (e1centas) vacas de ) (tr~s) n 08 (oito) unos de idade• ,
todas d e b o a cruza e m defeito f!s{cou, e m 1x,m; cRtadun ,;an!t,idus, bem
rlçr:cnvolvld.i?J " hem n11trldar;, que se encontram em poder do executado nu
f'11,w111ln Prlmr,vr,ra, nc1,tc• Mun'lcíplo e Comarca de Dela Vista-MS., avaliado
o emoventes no valor de CR$ 75.000,00 por cabeça, no total de CRS ....
45,000.000,00 (quarenta e clnco milhões de cruuiros reais), avallado em
dnta de 22/02/1994 e ser~ corrigido monetariamente cinco (05) dias antes
do Leflo. No primeiro leilão os bens niio seriio 1
11ienados por preço lnfe
rlor noo.1ava.lJnçiio, !><'ndo que o segun:baó ternoportunldude se re1>ultar negativo
o prlmclro, os bens &criio vendidos cm frnnco Leilão, a quem mais der e
mnlor lanço oferecer ainda que por preço abaixo da avaliação. Niio haven
do expediente cm qualquer dos dias designados para os Leilões, estes rea
lizar-se-ão no mesmo horário e local dos dias imediatamente seguintes. Ca
so o devedor no seja cncontrndo, fica dei;de _j,í INTU1ADO por este Edltal-;
da dota para os Leilões dos bens penhorados, Dado e passado nesta cidade
e Comarca de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, nos vinte e sete
dia~ do mis de junho do ano de mil novecentos e noventa e quatro. Eu, Pe
dro Paulo Ceoturiio, Escrevente Judicial, o datilografei. Eu, Edgard !ba
nhes, rnrrlv~n .l11dlcial assino por detcrmlnaç~o.
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mencionada abatxo, o bem penhora(a ao ex4 . ., , 1·,vr.itl!.i-; di
seu!r descrito: 10O bc (cem hectares) de terras_P ,, uartin e Pen-
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. • !, 0·1ti l t,l._{),,t.,..l ._,lC. '
azenda Santa Luzia e Miragem, partes aa ' .
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t a d a n o M u n i -
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1 o " u. • '
samento, com denominação atual de Fazenda urna ''.
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,/ite,± Ao Sul' 'a
d
d seguintes m esi d ' a
pio de Caracol-MS nesta Comarca, tentro 1os e " N t
zeo
d
a são Sebastlào e. Fazenda Curralzlnho de• Ar,ll Podt'lr,w,~; no • or e: ~
: Fa da as[!La de Al t,llr R,, -
zenda Miragem de RovUio Siviero· A Leste: azen. • •
.' { D td ente matr'cu!ada sob
drigues e A Oeste Fazenda Sao Scb;;st uo. ev om .
ng 5.572, Livro 02 de RGI desta cIdade. A referfda irea é completamente
cercada e desmntada a qual foi avaliuda em 22/02/90 por 87.716 TN men
sal, e será corrigida monetariamente cinco dias Ante~ do prl~elra praça,
Na primeira prnçn o imóvel niio será alienado por pr.iço inferior no d,t <1v~
liaçio, sendo que na segunda praça, que só terá oportunidade e resultar
negativn a primeira, o imóvel será vendido n quem mais der acima e r.wlor
lanço oferecer, n{nda que por preço aboixo da aval lnçao. N a o havendo e x pe
diente em qualquer dos dias des{gnadoH purn as praças, entoe realizor-se
iio no mesmo local dos dias imediatamente seguinte&. Caso os devedores nao
sejam encontrados, ficam desde já intimados por este Edital com prazo de
15 dias, das datas designadas para as praças. Dos autos consta que o refe
rido imóvel possui dívida com o INCRA, no exercício de 1,985, 1987, 1988
e 1989. E para que ninguém possa alegar ignorãncia,fol expedido o [ditai,
que publicado e afixado na forma da Lei. Dado e passado nesta cidade e
Comarca de Bela Vista-MS., aos vinte e quatro de junho de mil novecentos
e noventa e quatro.(a) Edgard !banhes - Escrivão Judicial p/ determinaçnn
judicial.
o
OFICIO N: 1.093/94
Do Presidente da Federação de Clubes de Laço de Mato Grosso do Sul
ASSUNTO: Comunicação - Faz
Jardim-HS., 30 de Junho de 1.994
Tem esta a finalidade prec!pua de COMUNICAR aos nobres amigos que
dia 27 de Junho de l.994 foi Deferido o Pedido de Filiação do Cl b
Laço "BERNARDINO UONORIO ROSA", de Bandeirantes - MS. u e
que para o momento, subscrevemo-nos atenciosamente,
José Atanásio Lemos Neto Presidente
no
do
Assim, a partir desta data 27/06/94 nossos mais novos co-inn.ãos estão
autorizados a participar de todas as atividades da nossa Federação, com
direitos e obrigações estabelecidas no Estatuto.
Sem mais o
OFIIO N.
u~~~-----~
~~ ill
O ll<BID
O CP'uill
Suplentes:
MARTINHO BARROS
LUIZ CARLOS ORTEGA
1.311/94
Do Presidente da Federação de Clubes de Laço de Ha
ASSUNTO: Convocaçao pra POSSE - Faz to Grosso do Sul
Tem este a finalidade prec!pua de convidar p -
selheiro e todos os sócios de seu Clube para
O
ª
1
trao,
0
Delegado, o Con
d
- part ciparem d 1 id d -
e Posse e transmissao de cargos da Presidên i d _aso en a e -
':====::=~:====:================c=a::--ªl Federaçao de Clubes de r Laço do HS, que fora
filital de Proclama SE:±
Presidente: Luis car
los Burali
Vice-Presidente: Se -
baStiào Nunes da Sil
va
Secretário: Othon Ro
drigues Barbosa Sobri
nho -
Tesoureiro:. Sebastião
Homero Nagib Jorge
Orador: Paulo .Boeira
de Jesus.
A solenidade éc
POSSE será realizaaa
no Clube de Laço BE
LA VISTA, em Bela -
Vi
stª' is 18:00 hs ,
do dia 23/07/94.
José Atanásio Lemos
Neto - Presidente
Janilde Rosa dos Santos, Oficiala d
Cartorio ~e Registro Civil desta cidad~
de Bela Vista-MS., faz saber à todos _
quantos o presente Edital de Proclamas -
varem, que apresentaram os Documentos e
xi9idos pelo Artigo 180 do código Civ;1
Brasileiro, Incisos I, II, III e rv '
pretendem se casar: ' e
Carlos Ramão Britez e Iara de Souza
brasileiros, solteiros'. naturais deste -
Estado, 7
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genea Britez, Ja falecida ela b
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f'lh ' ' a canis
ta, i ia de Iber de Souza e de Dona
Fausta Cace:es de-Souza, todos residen _
tes nesta cidade. Se alguém souber de
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°' '' } a, 4,»g DG ;
de emoo atendido pelo Rigo. Como iam± ,a despenho 0e "-",, a uo eu continue
± • rcontivo pra 4 3, A
certeza que nossos problemas seriam enrc; i o a "; tca com ser da0e,ãig
nhados e solucionado:", d!se Queiroz. ercer função P?°;5. 1sso faz com quí
o prefeito Humberto Teleira, de Doura- n!dado e corpanhe1n i co", afirmou R!
dos, que se declarou "eleitor número-um de et me orgulhe de sr r "
Rigo", ressaltou o importante papel dosem- q0. ,, Ary Rigo em toda eia
1 O
i-c-t:1ovcrn10or • h
penhado por ele no tratamento dos prob emas v : -yhado n O quo e, ,Jr " l -
do interior."Esse é o reconhecimento à - capante tem ",,,{ para ele, "a polítt
quem sempre batalhou pelas nossas causas e "resgate da rol1.d' 4,, ggempenhada cois
I ' 'a .e ] quando d " o
se preocupou com os problemas dos prefei - ca, com maiüscu., ' bem comum, é u-
i d
., ando busca O " .«o "
tos, nesa época de vacas magras da econo- ser e(ade e q'ai gsões que o homem
.i d,,s ais nobres pro!1s 'u - •
miu nacionul. E ermo prcocupaç<10 do R go - ma tas m , « diz que todo clcJadc10 (•
em atender foi fundamenta1 iara que cose- pode ·Çf;"1j do cm sociedade, -
quíssemos adminintrar nossas cidades com um ser po '' dia" o somente -
i
· i " faz política 24 noras por ' , •.
certo equ libr o • d, lítica é que a sociedade ob
"Rigo já demonstrou conpetência políti- ~travez a po
ca quando chefe da Casa civil, como Sena - t6m conquistas~ avanços.
"Preciamos promover o reencontro da po
dor da Fep~blica que vai repetir, mais d° ica com seus valores morais e éticos, -
que nunca, seu trabalho pelos municípios e a b 11 i
d Se
ntido~ o povo ras oro -
traduzir os anseios das nossas comunida- em to os os "> • ido 1. 8
tem trat
,ao disso e Jd cata prov cnc anao
dcs", disse Ricardo Cândia, prefeito de C.9_ u d
rumbá. cândia afirma com convicção que "Ri um verdadeiro expurgo depura
nd
o os quatros
go vai continuar trabalhando por Corumbá e polit.icos nacionais. Esse trabalho_dever -
ajudando o município no Senado". Palavras ser permanente e as pr6ximas clciçoes r ~a
semelhantes foram pronunciadas por José Ba is um passo adiante na reconquiS
t
ª da PolI
tista, de Três Lagoao"Rigo trabalhou com - tica com a ética. Sou mais um soldado nes
competência no entrosamento governo-prefei sa guerra de ~oralização política porque -
turas, demonstrando grande habilidade polI confesso que tenho orgulho de ser pclítico.
tica, o que vai ser muito útil para MS no Se assim não fosse, não teria corno encarar
senado". de !rente a olhar nos olhos de minha espo-
Antonio Santoro, prefeito de Juti dest~ sa e de meus filhos", considerou Ary Rigo.
cou que "precisamos ter no Senado um compa
nheiro, um amigo, um político que nos aten
da a toda hora, sempre a gente o procura;
Por isso a candidatura de Rigo é bem vinda
e tem o reconhecimento da população de Ju
ti. Em Itaporã, Rigo ouviu do prefeito Os§
rio Nishimura sobre o Pacto Político inspi
rado por Pedrossian e trabalhado por Rigo
que possibilitou a união de 67 dos 77 pre
feitos, "e é essa a equipe que ele pode
contar para sua eleição".
l'c,rMn '10 r.-1niclpior. v I Itado em 30 di
, Te o saldo de programação estabe
leclda pela caravana Unfão e Trabalho, na
nrrancada par as eleiçóe 9A, Numa der»n:
traio clara d. vitalidade e de energia,os candidd
tos Ivy Dias, ao governo, Ary ligo,ao enado e
danais Integrantes que postulam cargos eleti
vos, pela collqação, cobriram toda qeo
qrafia política do Estado, mantendo conta
to com prefeito e demais lideranças reglg
nnin do Lodo Mato Grosso do Sul.
"f'echarnor; ()noa prim<lir.u caminhada com -
um .aldo oxtrcmomcntc ~avorãvel", manifeu
tou-e o vice-governador ry Riqo, "Mais -
que o simples prazer de rever oi; prefeiton
com ou quaiu trabalhei maio de dois anos,
qunndo chefn da Cuna Civil do governador -
P~dronuian, constatei'in loco', cidade por
cidade, o extruordintír io tn1ba 1 ho desenvo,!_
vido por Pedro Pedrossian em todos os cen
tros do l':otado. Hoje, onde você estiver em
Mato Gconeo do Sul, terá sempre ao seu la
do uma obra realizada por esse governo",ob
ser vou Rigo,
Segundo o candidato ao Senado polo PTB,
Ary Rigo, a hiet6ria de MS tem dois tem
pou: antes e depois do Pedro Pedroasian.
11
1!: notável poder comprovar no campo e
nas cidades a modernização acelerada do Ea
tndo - afimou ele - e seria lamentável pa
ra nós so essa marcha fosse desacelerada",
disse Rigo, o dá a sua receita de futurc,a
finrondoque "somente a continuidade dos pro
gramas, projetos e ações estabelecidos por
Pedrossian é que pode assegurar que Mato -
Grosso do Sul continue sua marcha nos tri
lhos da modernidade".
APOIO DOS MUNICÍPIOS
Quando chefe da Casa Civil do governo -
de Pedrossian, Ary Rigo exerceu o papel de
articulador entre os municípios e o gover
no do Estado. Em consequência desse desem
penho, Ary Rigo pôde também constatar o
•grande prestígio que desfruta em todo inte
rior. Em Maracaju, por exemplo, o prefeito
Rogério Posser foi categórico ao afirmar -
a decisiva contribuição de Rigo com o
desenvolviménto da região. Moacir Queiroz,
de Paranaíba, publicamente, destacou a cor
dialidade e atenção com que sempre ele, e
demais prefeitos foram sempre tratados,"se
quer precisávamos de agenda, era penas r
RESGATE DA POL!TICA
As palavras de Nishima traduzem a vonta
de de todos os prefeitos sulmatogrossenses
de se manifestarem favoravelmente ao acer
to da indicação de Pedrossian, para seu vi
ce-governador, para seu chefe da Casa ci=
vil e, agora, apoiando o nome de Ary Rigo
para o Senado. "Esse carinho com que fui
tratado em todos os _municípios do Estado é
AGORA, A CAPIT/L
Depois do período pelo interior do Est~
do, Rigo vai direcionar a sua campanha,co
centrando esforços em Campo Grande. A par
tir do que chama de "efeito pedra n'água",
o Senado pretende, da Capital, irradiar -
suas ações fazendo-as repercutir em todo o
Estado. "Sem me descuidar do interior, pre
tendo, a partir de agora, reforçar a minha
campanha em Campo Grande. Aqui, temos mais
de 37 por cento do eleitorado estadual. Is
so significa uma concentração de alta den
sidade, portanto não podemos nos descuidar
desse colégio", justifica Rigo.Rigo consi
dera que essa estratégia não prejudicará -
sua candidatura junto aos redutos interio
ranos."Tanto que os meus comícios já estão
sendo marcados para as cidades do interior
e começo por Três Lagoas, já nesse próximo
dia 15.
GELLI DESTÀCA~ .A CiRANDEZA
MORAL DE PEDRO PEDROSSIAN
Aos 78 anos dei- rito de compreensão, tou t~mbém que Pe
dade, dedicando-se - mas, sobretudo, sen- drossian não ficou -
atualmente às ativi- timentalismo. O ex- apenas nas realiza -
dados de pecuarista governador disse que ções concretas, em -
em Aquidauana, o ex- Pedrossian invocou - construções, mas to
governador e ex-sena não apenas a maneira mou a iniciativa de
dor Jose Fragelli de fazer política, - impulsionar o setor
voltou a cena políti desde seu primeiro - agropecuário e indus
ca, apôs cinco anos, mandato, por Mato trial, pesos fortes
para dar um testemu- Grosso, na década de da economia de Mato
nho sobre ação moder 60, mas também na a- Grosso do Sul e Mato
nizadora que o gover cão política e admi- Grosso. "Nossa regi
nador Pedro Pedros - nistrativa, chamando ão foi relegada por
sian implementa em - a atenção do país outros governos, mas
Mato Grosso do Sul. pelas decisões empre Pedrossian sempre va
. Num discurso emo- endedoras que condu- lorizou a nossa elas
cionado pela homena- ziu rumo à modernida se política e acabei
gem que Pedrossian - de. "Tudo que ele cano seu sucessor, em
lhe prestava, dando fez, em três gover- 72", destacou.
seu nome ao Centro - nos, elevou ao tri - Em entevista, Jo-
Universitãrio em im- plo em realizações sé Fragelli disse
plantação no municí- em todos os setores que faz o melhor jui
pio, Fragelli disse e hoje Mato Groso do zo da atual adminis
que somente um poli- Sul é esse Estado pu tração de Pedro P -
tico com este raro - jante e economicamen drossian, ressaltou
espírito de grandeza te forte, afirmou. - "a equipe de prini~.1.-
moral lhe concederia Fragelli lembrou ra grandeza" de seu
esta regalia após o governo de Pedro - Governo. Com a expe-
"algumas conturbadas Pedrossian, logo a- riência das duas ad
relaçoes politicas - posa Revolução de - ministrações anterio
tão comuns na vida - 64, e disse que o go res, segundo Fragel=
de um homem públi- vernador revolucio 1i, o governador con
co", nou Mato Grosso com seguiu priorizar as õ
Segundo Fragelli, uma ação pioneira de bras essenciais e
Pcdrossian demons governar, "onde sua prioritárias, lançan
trou, neste gesto, - palavra-chave era o do programas pionei
não apenas alto espi desenvolvimento". Ci ros .
..,. ....:... _ .. __ ·- - --- - --- -
Pavimentação da estrada ecológica
vai incrementar turismo na
• região de Aquidauana
A pavimentação de O governador Pe- D
4 4 d d i , . e acordo com o
Km a ro ov a dro Pedross2.an esta Der 1
25
- •
MS-450, conhecida co investindo R$ 5
4
mi e t~u O operarios
mo a "estrada ecoló= lhões nesta ob ' s ao trabalhando em
ra, duas fre t de
gica" do portal do - que atravessa uma b n es
Pantanal, vai dar no das resies mais bo- l,,"? que foram mo
vo impulso para o tu nitas do Estado. Se- _'s para a pavime
rismo na região de A gundo O diretor e ãaçao da.MS-450, teE
quidauana, além de - ral do Dersul Gilg= ~ sido investido a
beneficiar diretamen Vicente de Azevedo.a te
O
momento recur
te e as populações= estrada está sena' 2?s da ordem de
dos distritos de Pal pavimentada num tre- '$ l,2 milhão na PA
meiras, Camisão e Pi choque fica "espre- ~imentaçao_ de 9 K~
raputanga. A avalia- mido" entre a serra 'a rodovia.
çao_e do prefei~o de de Piraputanga e
0
A~uidauana, Jose He~ rio Aquidauana.Somen
rique Gonçalves Trin te neste trecho de=
dade, que acredita 44 Km serio const •
que essa obra.vai das cinco pontes~~
dar um novo perfil - concretos e deze e
'd d nas
para a c1 a e de A - de tubulações subt
quidauana, abrindo - râneas parà O esco!~
as portas para o tu- mento das 'águas lü~
rismo na regiao. viais. p
A estrada vai -
fazer a ligacão as
Lal_tica com a
BR-262, servindo -
nao só para o
turismo como ta
bém para o es
Camento da produ
cao agrícola da
região.
* G'OVERNO MS-
9 FC7u@ gso
8% HEM$A ' I0ri 1.
- , . ·Com_pra . e Venda· de Cereais em fera] " a o.ar. zoo. +e. AVEIA. ETC ...
{Comércio de Produtos Aricolas em Geral"=e.
« Mi
.TELEFAX: (067) 435 - 1285 e FONE: (067) 435 - 1336°
CEP: 79.910-000
HERBICIDAS, INSETICIDAS
(FAZEMOS A BASE DE • LUBRIFICANTES ,R!C
. . TROcA) DST •
ANTONIO JOÃO MS
- -·· - - -
P r e feitura Muni e ip a l d e C ar a e o l
BILINCETE FININCEIRO DO MES DE MIIO DE 1994
HLUITI
1 fTIJl.():J
Recelta Corrente,
ci n ri
Hcc·cl111 l'uLrfr1onf11]
Transferências Correntes
Outra Recetus Correntes
SVl'.1d • ••• • • •• •• • • .t. • • t •••• • • • .1. • ·'·
-- -- (.!{, ---- (,J(
.-11'.ill.JiJDll.. JJ.QJ1 '
Receltas, de Co!tal
oi de cr@te
Alienaçao de Bens
Trnn11[urênc 1 u d,, Cnp ltnl
Suma
llcccftn Trfb11t1Írl11
lleupcnas a l'agar(Contrnpnrtlda)
INSS
To lems
Convênio LHA
Saldo Excrciclo Anterior
Cnixa
lloncos Gontfl Movimento
Bancos Conto Vinculodo
Total Geral
63
__ .ó<.:J.'.L'J..LIJlA ,
[ "sP «@r. !
1/'J.'J'l7.1Jr7-,IO 24.J)ú,íl/i,,IJO 4/.61'J,2'>1,l01UJ-lr,! ,1 1Jve _
2.260.600,00 20.500,00 2.281.100,00403- Ah !ntsriso e PIa J·
161.'.>h5.'i7J,3:J 124,046.t,l.l,,D 2Wi.612.017,l',108- f.ó;c·,H;,,,,., CuJu,r..i
1.6.116.%42.2!7.11 ),66, 4.373.450,12 10- 1«!tas« • tratos
-rn~ol'i°:68fi,8/ 150.920.IJl,7/ J19.1JJ9.8l8,r,~ 13- 5,lL:.!,· e' ,r>t-. ,·r.to
1é,- Transporte
50::1.1.. • . ••...•..•••.••.....•.
170.000,00 170.000,00 Depesa Extra Orçamentária
I 28.099,001 1:79 .29,0912:423.2%.9 Dessas + Pa«sr+99P.
191:,000,00 11,.470.21:lt,,OO ll,.66J.2!ll,,Q_Q Her,,to'1 a pa;•llr(l9'JJ)
} --zt]2-n'-n-"l''-' qs
169.633,774,52 148.586,796,44 318,220.570,96 SaJ~rlo faMllln
3.194.504,98 2.650,149,2] 5.844.654,21 Tul~~s
1 1.144.592.871 I.04l.72,17, 2.886.291,04/ convinto 1.A
1174.92.297,971l92.71.643.1%41~ ci«sr+ »teta!
Soma •.• • ••..... •
Saldo p/mês seguinte
Ca1xa
4.594.1 l l ,4J flancos Conta lfov1mento
686.842.155,32 Bancos Conta Vinculadn
ITotnl Geral
1------------------"---------L--------'---------'---
4.060,76
1.376.663,43
3.213.387,24
368.736.095,69
4.060,76
l.376.663,43
J.21J,J87,2',
563.705.77,311
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1
11,•. -~02.
1
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U.Olíl. lOJ,l)
1.254.447,00 792.449,94 2.046.91,94
784. 2 Sb, 1 l J. t, l ! . 156,72 / . 1 'JS. , J'l, ô',
Jo1. 7J5,JI ,'IB.Y<io,ouj r,(;o. 7,:5, ,1
18.715.000, 00 10.260.000 ,00 21!. 975.000,00
.. .. .... ..:1:.::9:..:7..:.·..=2.::.6.:..7 .:..· <J:..:.6:..:.7_,~c::J:..:l..j..;..l =...5 0:..•:..;7c;:8:.::J..:.'..:.J.::.0..:..1.!.., 1:..::..0 p 11 fl-:-Í)? 1 :- 2 iÕ .~.
626,408,71 651.935,911
864.544,54 19.264.747,36
Jt.J.400,58 653.630,~S 20.570.lll,921
'J68.7J6.005,69j !686.842.155,JZ
5.040. 6,44
980.000.60
1
1
l),,·1,1
.'9'1.:: •. J. 1 ! ! ''1,)
12,990.103,4
Juvino Godo - Prefeito munici al Hudson Alves Cardoso- Contador Carlos Roberto !!es, orte- r,:soure iro
Câmara Municipal de Caracol
BRLINCETE FINDNCEIRO D E DE DE 19 4
1
RECEITA DESPESA 1
1
xJlfERIOR #8. eSt.o
CRS
·g$
CRS
TITULOS TlTULOS A:-ITERIOR DOM S ACL''IDL/P.O
l 1
-1
Orçamentárias Orçamentárias
Transferencia Corrente - - - - Legislativo 17.494.674,J) 10.081.493,80 27.576.168,JJ
Extra-Orçnmentária Extra Orçamentária
Duod. Recebido 18.704.281,88 10.200.000,00 28.904.281,88 Retos a pagnr/93 2.)42.176,79 - 2.)1.2.176,79
Desp. Capital 70.718,12
- 70.718,12 DeEp.pagar/94 6.952.402,63 263.155,45 7.215,558,08
1De.sp.(contra-partido) 7.215.558,08 2.274,41 7.217.832,49 Recolhimento IRRF - - -
IRRF 865.382,23 362.930,90 L. 228. 313, lJ Total 26.789.25),75 10.)44.649,25 )7.JJJ.90),00
Total 26.855.940,31 10.565.205,31 37.421.145,62 Saldo p/mês seguinte:
Bco.c.Movimento n'?00227-91 - 287.242,62 287.242,62
Total 26.855.940,31 10.565.205,31 37.421.145,62 Total 26.789.253,75 !O. 631.891 ,87 )7.421.145,62
Presidente da Câmaro-José Carlos Barcelos Washington Luiz Alves Leite-Contador Manoel Inácio de Souza-Tesoureiro
1 I
Prefeitura Municipal de Caracol
'
DECRETO NO 044 DE 17 DE JUNHO DE 1994
Dispõe sobre a implataçào do REAL_instituido p~
la Lei n~ 8880/94 e dá outras providencias.
O PREFEITO MUNICIPAL DE CARACOL-MS, no uso de -
suas atribuições legais e tendo em vista as dispo
sições de que trata a Lei 27 de_maio de 1994 e,
Considerando que a implantaçao do REAl, como -
nova unidade monetária, não resulta, simplesmente
na eliminação de zeros, como nos programas de esta
bilização econômica anteriores, implicando e ajus
tomento de valores às novas regras impostas pelo -
Sistema Monetário Nacional a partir de l'? de julho
prõximo vindouro, com reflexo em todos os componen
tes orçamentários, financeiros e patrimoniais do -
t:1unicipio,
DECRETA
Art.1g-- Os órgãos e entidades da administração
direta e indireta, bem como os fundos especiais
observarão as disposiçÕes_constantes deste Decreto.
Art.
2
g- Toda a licitaçao para compras, obras -
ou serviços, tnclusive as despesas que se enqua
d
O
se inexigibilidade de licitaçao,
rarfem nas espesacontêm na Lei Federal nQ 8666 de
con orme o que se • d 20 d
21.06,93, não poderá ser feita apos o ia e -
junho de 1994, exceto às que foremdotadas a par-
tir de lo de julho de 1994 • .
Art.3;- Nenhum empenho de despesa podera ser e-
mi - dia 25 de junho de 1994.
tido apos o entos de despesas orçamentárias
Art 4º- Os pagam _
e extra-orçamentárias não serão efetuados após o
dia 27 de junho de 1994. .
Art.
5
g- Os -,mpenhos não pagos ate 27 de junho -
de 1994, os ordinários, os globais e os estimati
vos, serão, imediatamente anulados, total ou par-
saldos deverao se incorporar
cialmente,e os seus a subelementos de despe
aos respectivos elementos ro ramas cxpllcitaros no or
sa, confome cada um dos P g
ra 1994.
<:"1llento-Programa pa d j lho de 1994 com base na
Ar.- 5 4+° "; 't a1 g 2ss 4e 1s 4e
Pennissao_contida -sito de recompor o
dezembro de 1993, eco o ProP%' inflação acomu
il b
tario e.o razao -
equ i rio orçamen d
19
94 serão corrigi-
lad. d cri.Clescre e •
~ a no segun o . i pós
O que os seus
dos os créditos orçJmentar os,
8
l
- reidos em REAL,
va ores serao conve - d Orçamento Programa
? - f 10 A corrcçao o
'rara1o -: cm Real, serão registrados nos
a sua conversa0 " sr Yue consignarão, em
anexos te 11 a este Dccr~co, q
cada um as alterações havidas no quadro de Detalha
mento da Receita e da DespeEa.
Parágrafo 2'?- Os anexos I e II, devidamente pre
enchidos, serão encaminhados ao Tribunal de Contas
do Estado, junto com o Balancete do mês de julho -
de 1994, a fim de que aquele órgão possa acompanhar
as alterações havidas no corparativo da Receita
prevista com a rcalizadn e ro-~nMparativo da Despe
sa fix,ada com a realizada. -
Art.7Q- A partir da data deste Dec~eto, nenhum
Suprimento de Fundos será concedido, sob qualquer
pretexto, e, os responsáveiE por suprimento já con
cedidos, recolherão, no máximo, atê o dia 28 de jÜ
lho de 1994, os saldos em seu poder e farão as res
pectivas prestações de contas até o dia 28 de ju-
nho de· 1994.
Parágrafo· Onico- Os responsáveis por Suprimento
de Fundos que não atenderem as disposições deste -
artigo, terão as suas contas impugnadas e os valo
res assim impugnados serão recolhidos aos cofres
do Municipio com as devidas correções monetârias.
Art.82- Os empenhos anuledos, conforme previsto
no artigo 5g deste Decreto, serõa reempenhados ime
diatamente após a conversão do Orçamento-Progra=
em Real.
Are. 92- Os ativos e passivos financeiros perma
nente e compensado, serão convertidos, no dia l'? -
de julho de 1994, diretamente de Cruzeiro Real pa
ra REAL, fazendo-se juntar 20 Balancete Mensal de
julho de 1994,o demo~strat!vo de conversão confor
me anexo III.
Parágrafo Onico- As diferenças que se verliica
rem, após a conversão dos valores ativos e passi
vos frações que ultrapassarem os centavos da nova
moeda o Real, serão transferidos para variações pá
trimoniais, ativas ou passivas, conforme o caso,pã
ra fins de fechamento do Balanco Patrimonial. -
• Are. 10- Os convênios de natureza extra-orçaren
târia, terão os seus valores em cr-uzeiroS reais -
convertidos diretamente para a nova. moeda o Real.
Art.11- Os co.ntratos, de qualquer natureza, que
não forao. convertidos em ORV, até a data deste De
creto, ficarão sujeitos as regras de que trata o
Parágrafo Onico do art.72 da Lei 8880/9.!..
Art.12- Fica atribuido a Secretaria Municipal -
de Administração o encargo d" p:-o:::ov.?r sestô"s pa
ra que os bens móveis da Prefeitura sejam arrola
dos, cadnstrados e reavaliados para a devida con
versão em Real e apropriação no Patrk.Õnio ~:unici-
pal.
Art.13- Fica atribuído à Procuradoria Juridic.1,
o encargo de promover gestões para que os bens
Imóveis do Patrimônio do Municipio sejam arrol.edos,
cadastrados e reavaliados para a devida conversão
eo REAL e apropriação patrimonial.
Art.14- Os casos omissos serão resolvidos pelos
Secretários de Planejacento e Finanças.
Art.15- Este Decreto entra em vigor na data de
sua publicação.
Art.16- Revo&am-se as disposiçêos em contrário.
Jl'VIKO GODOY- Prefeito }'unlci:,.ll
CÃI-IARA e Nl'I1 ClA E LUORHAC,,o - CAAACDL- HS
A Cazara Municipal de vereadores realizou a ültia Ses
são Ordinária do primeiro serestre deste .r.o no Ú.ltL::o d!d
29/06, cc as presenças dos vereadores José Carlos Barcelos
(Presidente), Dora!!na Redr!gues Le!te, TIrson Ferre!ra Let
te, Milton Luiz Bender, Pascul Pucheta e E.sun1sla.u S:.:..~s:
Desta scss~o foi dlsc:utido e ..:provado o Projeto <!e le.1 -
ng 0006/9, do Executivo Municipal, que dispõe sore a rIA
çao do Conselho Muntclp.il de Asslster.cia Social p.ir.a o M>.J
nlclplo de Caracol e d.i outras providências.
VIAnlRA PARA O Dl:51'.ACAl!ENID DA PN
O Vereador Milton Luiz Bender apresentou Indica;o no
sentido de que seja encaminhado expediente ao Prefeito Mun!
cIpal e ao Secretarto de Estado de Segurança PC!tla, des
barzaor José RLskallah, co cópia ao Deputado Estadual ai
dlr Neves, reforçando ped!dos anteriores à essas autor!da- -
.%'%.: .° o are • «ruo=j
O Vereador !!1ton Luiz Bender ressaltou que a falta d. I
ua viatura para o destacamento da P vê sendo o t ! v o !
oul~ y:-eocupaç5o por p.'lrtc de t:oda a s-ocied:1d~, tcn~c ,•
tsta quecanossa cidade vê se desenvolvendo tatnte no
ultLas tepes,_alé do que o nero de ocorrê!az re!s- ]
tradas pela Polleta tea crescido bastante, aluas inclusi-?
vc CC':l vI:..i.:.:15 f.:it..11:s. "Di.1:1t.c d~s:;;.,'1 r;!:-UJç.:i::,, :--.Jl.s lC.'l '-''-'-=-/
destacros a necessidade de ura viatura er t3as ccn!!çe;
para o destacamento da PI{eia Militar, arat!ndo u»ta.r
scgc:-nr.ç.a e trnnq;u.Illd.J.de p.1.r;1 a nos.5:i popul:t;.C'O" aflr.:cu
1
.
o ver3!sr MI9n Eerder.
QURIIRA-HOI.Sl:~;,.s 'RIJAS ASYALLDAS'•.
O vereador IIrsen Ferre!ra LeIte fel autor ds Lndteae
·ater5ada ao Pretelre unitetal,ss1tetrárá <o±éi
de vir1os quebra-molas nas nus ta c!date que estio sedo
pav!metadas, c o coloca;ã de plucas d e s i n a ! z a : s ±v!z.+!
d::, cs ccn~u:.or1i.~~ de- vc[culos. O ',;'Crc':!t'.!o:- !.Ol lcitou t.l::.!l~ - l,
que o pef!to rutc!pal entre e contato cc o enzene!r
repn.7veI d: fira codepav, para_que e2ses que!-1as '
g)an censtru!dos antes da conclusão das obras de pavinr:tal
~.;).O ;---=f:ilt.ic:i cn no_:::::1 c:ld.1dc. ytrc:.0:1 r(.rrclr-;i Lc.lt. _. -· =1
<as cse «e @yetvs e a coruéís «s que."{"?
ev!tar a ocorracla te per!rcsos acidentes na rua; py-.,,}
t-4:u, d r+tente o zstri7tas nis ré;eié, .[;]
tes de velocidade, colocando cr r!sco a vida ts · -
• • .., .. ~:-.:;.n::.€u~· 1
te.
•
J l
Com duas
para Melhor
Servir
Atendimento"
ie Primeira
Qualidade
DIOCIRII
S1110
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1 AV. DUQUE DE
1
CAXIAS, 505
1
FONE:"251 - 1091 .,
1
w#mm#
AV. 11 DE
DEZEMBR0,60
FONE: 251 - 1341
'1
_JIRDIM :
-·
'
OMBO IUTO PECAS
FORD - MERCEDES
BENS - CHEVROLET
FHAT E VOLKSWAGEN
ANEXO: OFICINA
rEOAS E ACESSôRIOS
EM GERAL
0 Alo Peças"
E ACESSÓRIOS
RUA ESPÍRITO SANTO, n,, ~:"''
ESQUINA COM CA.i'1PO
GRANDE - ','!LA
A.'IGSLICJ
FONE. 251 - 2484
JARDIM - MS
QUALIDADE -
ARRO_Z
SANTA ROSA
Cl
r• J« CO'IPílOVOU lfH,Ol~ :il'i;'l HOSA
/ DO!II Dr! .,n " •
NL, MUITO MAS ALI?TOI
RENDE MAIS, O SABOR É ESPECIAL ,
Atacado e Varejo
Compre hoje, e use
sempre o melhor
* MIURO EDUIRDO DEIRARI
* RUA 'l'UIOTtll, 5 O
* FONE: (067) 251 - 1291
Jardim MS
ARROZ UM ALIMENTO SAUDÃVEL 1
* ARROZ SANTA ROSA,
'
MUITO t'.AIS ALIMENTO!)
MARTINS MATERIAIS
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VIDRE
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Presenças dos companheIrcs Ivaldo(Presidente)
iahal(Secretário); Roberval(Tesoure!ro);Eduardo -
(l'rotocolo); 'IJL,11.rnti, HH!ito, !.,rlb11él,l'Jav1o,
Gerardo, Marco Rondon, Marcos André, Mur no, Eder
nel, l ~nnt<J Ce1<ar, C:i1,-,!o l' Cnchlto e éos c:rmvidil
dos Ivaldo Juntor, Diego, Carlinhos, Fel!pe,Cas. !a
no" da Stcretiirla LxecutJv-1, l'a1Jl,1r.a,
l'AI.ESTR,1
Dando lnfclo n sirle dP
palestras, o companheiro
Vlllasantl falou A respeito
do Seguran<;? Pública em RP
1 a Vista, cnf ocando també;
alguns nepcctos da justlçn
em nosso pais, destacou 0
problema da viol~ncla, dou
droga6 e o que pode ser
feito para ajudar as uutorl
dados. Foi muito aplaudido
e todos os rotarianos endn~
saram sun palavras.
Comandante do 22 Pelotão
PH - Tenente Alirio Vil-
1:u;antl. (foto).
Não adianta prendr um rl !
depofs vê-!o olto, nas ruas d cldsd
entranhos ca Ln?os d Let. Iu r de b,
cadela. Noss Ju t!a (fudtclirío)
mais riorosa. f preciso mudanças ,
PRÔX I NAS PAI 1.:. OIA.,
Fisioterapia e
Reabilitação
0111 15/7- aro Rer:don -
PoI Í 1 ,, ela 'f«t«
r!e hoje (! d -- • !1t:â. desaffos.
Dia 29/7 - t:..:rlbalciJ- o p [,.r;.; r, ,, 1 ,,
: u 1 ,,11-
caçÕe :1<1 cociunidac:!e .
Dia 05/8 - Sad Pública em ela Vi tu-'urtu!+
e defeitos.
Dia l2/8 - Xurn110- Hed1c1nn Alt<•rnnt!• ,-·• nt< "
corpo.
FJC.PO!JEL
GLAUCELI FERREIRA GODOY
Fisioterapeuta - Crefito - 8 - ff432-F
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Villnsanti falou a respeito d:u, rwd Id ,,. !!•· "" u
rança que serão toadas durante a Epobl, a dis
trlbuiçio de folhetos explicativos JO& turi&tnn ~
visitantea, sob a coordenação da Policia MIItar e
Rotary Club. Cachlto &olicitou algu~as tolnborJ
çÕes para o restaurante do Hosp'tal São Vente de
Paulo(saca de arroz), Ivaldo coseufu 4 caias de
oléo comestível também para o Restaurante do 'lo6pi
tal, doaçio do senhor Osvaldo Possnrl. A rcur.J~o:
do dia 22 será no Restaurante do,Hospitul no Par
que de Exposições. lvaldo encaminhou a Marco Ron
don o pedido de U."ll.ól lente de contato para uma se
nhora que reivindiccu ao Rotary e&sa doaçnn.
VISITA COM_ JANTAR
Será er.1 agosto a visita do senhor Osvaldo Pos
sari, com uma equipe de Sete Estrelas Embri,ie:; pa
ra uma palestra no Rotary, com jantar.
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O Presidente transfomou a reunião ordinária em
Assembléia para tratar de assuntos internos do clu
be, Falou a respeito das palestras, que deverão :
ter no máximo 10 minutos de duraçao,cada companhef
ro terá direito a uma pergunta ao palestrante.Dt
tribuiu os objetivos de cada avenida de serviços:
sob orientaçio do Rotary Internacional. Roberval
falou a respeito da Tesouraria e da contratação de
uma secretária que dará expediente na sede, meio
período, todos os companheiros concordara□com n -
medida.
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!o No deves rir pouco...porque o ri,o
dável
•'" ,i:10 e], vr , r í r d<.rn<l i u, porque o riao de··
raiado se torna r J <1icu lo,
is e puderes das dificuldades do tu
·vida. Nssim mostrará que és mais que e--
la.
4
0 Não te rias dos defeitos,pois ninguém é
perfeito, nem tu mesmo.
,0 Não te rias dos teus gracejos, nem de -
poiu do tt•-lou Lorminnclo. Do contrário, t.!_
rt1rà toda grnça,
(,Q Aprendn à rir do coração, pois terá da
do um grande passo na ci6ncia.
7Q N3o deves rir cm tempo, inoportuno, po
ie ieuo já tem causado lágrimas a muitos.
80 Não deves rir muito alto porque as gar
gnlhadns causam má impressão.
~~ Ainda que tenha os dentes mais bonitos
do mundo, espere a ocasião para rir.
100 Deves rir somente quando o riso vem do
cornçãol Pois s6 antão o sorriso é verda -
doiro, saudável e cativante.
PÂRA - CHOQUE
-Antes éramos três: Eu, Você e a Felici
dndc.
-Agora que o perdi somos duas, Eu e aSau
dade.
-o amor não tom idade. Está sempre nas
ccndo.
-Enquanto a gente se prepara para vi
ver, a vida passa.
POL1TICA
No momento o Brasil pára frente aos te
l~os, aos aparelhos do TV, aos rádios para
vibrarem com a esperança viva nos corações
pela conquista do Tetra-campeão. Enquanto
isto vai ocorrendo naturalmente, eu já co
meço a imaginar o corre-corro que o pals -
s~ tra~sformará após o término da copa. t
que apos estes momentos do esperanças, de
~i~raçocs começa a luta corpo à corpo dos·
1numeros candidatos que diariamente esta
rao nas ruas, nas praças, na TV no rádio
nos jornais e até em nossas cas~s fazendo:
nos promessas faraõnicas cm troca de nosso
humildo voto. De uma coisa já podemos es
tar certos: esta eleição será uma verdadei
ra guerra fria. Verbalistica. Isto porque
neste pais Ja virou moda, cada candidato -
tenta: sua eleição valendo-se da palavra-.
todavia, mal empregado. Va1om-se dos w11i's
baixo vocábulos, tentando denegrir a ima
gem do adversário. f uma pena quesej a
rim. 'Um p ís de grandes poetas como Cas -
tro Alves, Fui Barbosa, Carlos Dru,ond de
l::ic.'radr,, ele.
Nossos representantes pars serem elei
tos precisam apelar esquecendo-se qus a -
poeia e o poema quando bem interpretados
.t•m um, poc1'!r; de conquista r:;ui to maior que
a ofensa. Fsta eleição não será fácil pa
ra o clcitor,uma vez que serão 05 votos:
Governador, Deputado Estadual, Deputado -
Federal, Senador e Prcuidontc da Repúbli
ca. Podem ter certeza de uma coisa: Scri
assustador o número de votos brancos e -
nulos. Mas fazer o quê? X!.ito é BRASIL! 11 l
MOME:-ITO POeTICO "MUL!lF.R"
-Mulher: mãe, amante, esposa
-Mulher: apaixonada, triste, alegre
-obrigado:
-Por mo amar
-Por lutar por mim
-Por so apaixonar por mim
OBRIGADO MEU D'S:
-Pela silhueta bonita e bem trabalhada
da mulher.
-Pelo bom humor que estava no dia em
que planejou esta linda criatura que vira
minha cabeça.
O9RIGADO MEU DEUS:
-Por ter cado à esta linda criatura a
mais bonita missão: a de ser mãe.
OBRIGADO MULHER:
-Por ser minha mãe, minha esposa, mi
nha amante e mãe de meus filhos.
-Por um dia apaixonar-se por mim.
-Por um dia ser minha companheira.
DESCULPE-}IE ...
-Por não haver te compreendido e ten
tar fazer de você um objeto descartável.
OBRIGADO MULl'ER:
-Você foi a coisa mais linda que acon
teceu em minha vida.
(tlio de Lima Pinto)
FATOS E FOFOCAS
Aconteceu dias 10, 11 e 12 de junho o
20 Arraiá Comunitário promovido pela Pre
feitura Municipal. Muita dança, muitos
comes e bebes rolaram por lá. E o que ti
nha de mulher bonita en~eitando a fes~a -
não estava escrito.
Nesse 20 Arraiá foi criada a sessão -
RFADOS. Muita gente surpreendeu-se com
os alõs. Sobrou até pra mim.
Nesse Arraiá a barraca mais agitada -
foi sem dúvida a da a A. da Escola Aral
'+o nisso. Du ate pra
Moreira. E bota a71 . c a da
Vdil esquecer a bicicleta na
e air gritando aos quatro vento que ht
viam roubado sua mgrela. •
rle i sabendo que ha 8 A. 'cola Ar!
r CU" ~ ~--· .
Moreira há um certo "boy" co o apolido d
"contrabandista de banha", o porquê eu no
:;c.:i. Sua colega não me expli :ou a razão. -
Cuidado com a fiscalização, garot •
llLC'A')O
De: Uma gzrot da Pan'aleão
Para: um garo o da nr J Morciru
"Todo nuncio sabe, todo nundo vê. Só vo
cê não sabe que eu amo você".
Tem um rapaz que por razões óbvi~s o :l
gou-sc à transferência da Escola Pantalcuo
(período matutino) para a Escola Aral_Mo
reira (noturno). Todavia, todas as manhãs,
no hor5rio do recreio. Nosso boy sempre es
tá nas i~ediações de sua ex-escola. Certa
mente matando saudades, não 6,meu amigo?
Eota eu ouvi, num rodeio:
A cachaça vem da cana, a cann vem da ro
ca.
Homem que tem duas mulheres uma é dclc,a
outra é nossa.
Numa rodinha de conversa animada,alguém
culpa alguim de algo ou julga que este sa
be de tudo. Eis a resposta: "Nio sei de na
da. Não venha querer colocar a sanfona no
meu colo que não sei tocar".
TOMANDO TERERr
Quatro amigos, todos casados, certo
dia resolveram quebrar a rotina. Ccmbina -
ram que ap6s o trabalho iriam os quatro pa
ra um boteco "enxugar umas e outras", sem
se importar para as espinafracões da mu
lher. Lá se foram. Beberam todas que ti
nham direito. Quatro da madrugada. o gar
çon os avisa vai fechar. Nio estando sati~
feitos com o grau da cachaçada levaram ma
is uma garrafa. Lá se foram os boêmios na
maior palhaçada, rua abaixo. Chegam à casa
de um deles. Com muita dificuldade aper -
tam a campainha. Sai uma mulher e dá a
maior bronca.
-Que lindo" O dia quase amanhecendo e os
senhores no maior porre na rua.
Um deles interfere:
-~em_bronca minha senhora! vê logo qual
de nos e o seu marido que os outros querem
ir embora.
BEM GF.NTE,
DO POR AQUI.
o l!?APO:-JGA VAI FICM'.-
TCHAU l ! ! ! ! ! ! ! !
ATE A PRÓXIMA
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16aUJulho/94 • _·~ _ ....,
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•s-V&ta
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09:0CII •
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14:<n, . P,,-,a,
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Dia 211117. Qulnla-f.,.
= . ~ do Parque de Ex;,csiçóes
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l 9:<n, Rodeio çrof..,;on,1
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Dia 22/'07. ~ --
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lJ:<n, - Bale. Sede do Clube do t.>ç:>
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de todo o m11ndn conlH•cc lodo mundo e onde reina
111 r,•,.p, lt,, rcc(proco, ucnnt~ce que ,, comerciante
l'I'.''' ",." r,,7. cl,, hÔho" e tlrn proveito dess<t situ~
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,.11,, d,• txan,J,, (jlli1He ,-empre o co111;umldor constra~
gldo, que às vezes por educação se deixa crvol -
ver, mesmo que,_consciente de estar i.endo lesado.
Nessas ocasfoes e o fregueR que ncnbn perdun
do pur ter o constrangimento e o receio de ser
1
tndellcndn pnrn com o seu fornecedor ou de estar
querendo - como dizem - "criar caso". l.cdo e"!ll
no! Qunndo insatisfeito com o produto ou com o
,~~rvl~" oferecido, o conHumldor deve por d!reito
1
c l"' r clcvcr, Rí.Cl.,'lAR, pn Is a sun rec 1 nmaçao ao
1
cumPrclante, d3rj neste o direito de EXIGIR do
1íubrlcnn~e qu~ tome a Iniciativa devida para_ a
1&ntlhíaçuo ~o consumidor, seja ele cm decorren -
ela de preços ou de qunltdodc.
1
Aclnn, muito nrlma do ínbrlcante e do comer
1
ct.:nte, deve prevalecer o íl!R~ITO DO CO~Sl'~tlílOR.
I Para os Ignorante~, que naJ querem respeitar
1
c~li<'K direitos, cxltstc um Código de Defesa do Con
,Humtd,,r e os Delegacias cspeclalizada!' e na fal
lta tkstas, as Dclegncl,rn de Policia. Aílnal, quem
,rã,, l.!ntende o 1 lnguo~em do diálogo precisa de
1
nr~um.,ntos mais convincentes! •.•
A partir do momento cm que o comerciante sen
tir a insatisfação dos seus fregueses atravis da
1
r,•clamaçào pondcrnda e justa, terá argumentos 6!_
uros para, de sua parte, exigir do seu fornece
dor.
1 Quem produz bem
n.i tem por que se
, .•tH.:,:,nosn6 ou fuv_l r
que reclama.
U outro Indo itlcu du problema, recomenda tam
bén ao consumidor que nio se}a sistematicamente
1
u-:1 r,.-1..:lamante, mas qut..• !--ól{bn. tambem e$.timular os
,,.,. rv 1 ,os dnqu-, t., que comcrc ia lisa com honradez e
·cem atençao, polis uma carne bem cortada e bem
1
1 h ., , no ~çou~ue, as,;im como um produto bem cmba
Lado e sa'utar do Supermercado, merece um elo -
,,:t,,. que de 11ni.1 ou outra forma, estimula l> comer
1
~ta,t-, a mclhurnr cn<ln vez mais.
1
,,; p<•ssoas dc,·en Ir a fundo na defesa• de
seus direitos de consumido, mas nen por isso de
vem«r de,', ·tese resmungonas buscando chamar a
,.,t~,,~60 par:, sf e parr1 a sua atitude, como que a
«querer servir de exemplo para os outros.
! . Hlrcito é cllrcil0. Xào é motivo para confu
s1!
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t'uandu um:i rcc lnm.,ç:lo se faz nccessãria, a me
,llt.'r t:itica qu" existe ;; a do respeito, d:i étl::
•l' ~ , ... oa d iscrccào !
! Recfprocam~nte, claro!
•
IOTIGE
e persc~ue o aprimoramento
cscond~r atrjs de propagandas
do contnto com o consumidor-,
ll<: quil lqu,•r fr,r ,1 •·
r-uito 1,nlutar, poc!enao.~
reconhecer que ' o-, nu-;,;~:.
cmerc[antes soubera se
comportar com mufta di
n l cl,,rle e mu I to c l v 1 ,;r,u ,
no~ ~ltJnoq dlns do cru
;:c, tro!
OS LEITEIROS
EXTRAVASAl!AK!
IIIRROS
~ mlst<!t snber que
existe um produto no
ncsso cotidiano :ujo pr,,
ço nunca foi rnzo:tvelc-cn
...
t• juNtn. EBte produto<:
,, LEITE!
Convenhamos entretnn
to, que se consid~rnrmo~
OF preços que vinhnm scn
d~ prntlcados até o diã
JO, devemos admitir, a
htm da verdade, que os
nossos produtores "exor
bitaram".
Esperamos que pelo me
nos esse "alinhamento" -
nos preços do precioso -
produto fique por onde
ri;tá. Amém!
A DISPARIDADE DA
_1'1 SCALIZAÇÃO SANITÃR IA
Engraçado. Os comer -
.: lantes estão reclimando
com justa razno .. - do
nçâo da fiscaltzaçào sa
nitária estadual que an
dou perambulando pl'lo
crmirc!o há poucos dlJs.
dou " ,; 1
reol! ndo pro
dl<·lcf',d, q·,
cados pelos peque
careiros, como que!)
farinha de mandioca, car
íll" dt.: bOl, ttlC. ftl, ,tll
gando a falta de Rels -
tro no Pir.1tl.
No concordam s om
,'s:1~ tipo d" ar !tuJ, •'·" 1
to cr..bora o::io de 1:-.,r.d,, -
de admitir (jUe »e (T,1t.l
de ur::n ir:ipo 'lç,;c, e un.1
e·dg~ncl a legal.
Pensamos que cob,• 11::.1
ju,tlficativil p,1r.1 •. f
, ·.J •ê111:IJ, po!,; ,-;c
Supem,•rcndo~ não pudc·
,oncrc!alizar esse~ pr~
dutos, então devemos
tiri», peofs a eselent
L.ri11.,1.1 cJp - .,.!101.. ! C
"·t«na-Te·i" : i d t1 -
«!hor e quo!fdsde,q
qu tl(,Ul'í , J r I f:1dt1ri,
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1
idtiJ .u.•j
!,,-n <-~b,1l11d 1 ,. t lwl I d,
irerc de reltros,
f. preciso considerar
qu..: º" qu,•i j,,,., " t.,rl
nh,i de mandioca, a a r
ne de sol e a rapadura
aqui produz{das, ão
prC1dut o,, da rn.1 l h 1 •
qual idade.
'-...z;"e..
teu Jesus, eu vos dres I tr 1 - ! • h, u .. f1a t, »» ·l»
tudo, Pa! e Senhor do nlsrse, ois "! 'e, ris, s ]
que fizestes o para!{fco andr, c norte voltar a vlr,
l<.'proso s.,r,ir, 'Ói, t,< ''ti•:.. ,,.;i: .,., •••• 1 !.11,, .i-. rlrt. ,,.i
).~'.•rli':',s,'c•n s:.:i t'S Olvlnv .• ' v l~ .... ,, r, .. r,..., .t!c,1·, r
'Ós 1...st.• 1•r1ndc· .!r.1,., <i"d~- ... , r•, • ..... ; ,;).,..e,., 1 l•:,
versa Convosco str di ax!o !', rli por.» for,
!
dr l.'Ôi ... s:,,, ru curn f,; ,~ c:u::(í.1•.,1 (·, .. iJ, -.a, .1 .•r,1, 1 <. f;). l
FaI D[ln lsui que ants de ter[ar ta cu,r 1 'se t
t..-·n•i COfl''V.>CO o~ <1Lt!o 1..'U ,11<.·,!nc,· :,f 1 ··r.1;, t ! 'H :·, ..,v nJ I• • 1
c.o rattdio tu'lIcarei esta 2raio ar ·ue os outro, '
]recisam de 'ó, aprntar 1
1
,' ,· t.Ol'!rl.1'1..,,1 d.1 •·,,,.,., 1 ··1., ri-
1
1
r<,',rc1t,1, -!p "cus rasos as,lz coo o sol flurfra r • .,., _;
!g dias o armnheccr, testemunha nasa contra. Asa« t. '
onfIana m 'ós. Cada vez rals aunta rfmt,« ! Ar
! r.11-',1 .-itc.rn··1d:t. (!?.tº,l{,)
TODO CIDADÃO TEN:
D I R E 1 T O E D E V E R
A Vl'.Z UA'i
PANIFICADORA'l ..•
A p-,nl fIadoras da
idade to sendo alvo
de muitas rei Lamaçuet
por parte d,., donas de
,s, 1, ']IH!,., cit ·pio d,•
outr,,:, t.!d,1dL't,, rrflitr:1.,_111
cln c.1 I tn c.:ix:1S!,f'T,!rh rlo P,io
zInho Franco, no ilt!
'""" cl fass da exlt@nela -
do Cruzeiro.
N.",o ;,cr,dit,amos, ,;al
vo Justa comprovação de
plnnilha~ do custos, que
tcnhn hovldo justlflcnt!
va para o aumento.
E chegnda a hora da
clnsHc de Pnnificadores
nc conHcicntizarcm da
suo influincia e do seu
peso nos n[vels Iníloclo
nárlos dn moeda, pois -
são eles os responsáveis
pela produção de um pro
duto que tem presença or.
segurada na mesa dobra:
sileiro.
Na próxima semana se
rá realizada uma PESQUI
SA DE PREÇOS em todas as
Panificadoras dn cidade,
não somente para seco -
nhecer as hases de pre -
ços do pãozinho francês,
mas também, de toda a 11
nha de produtos do gênc:
ro.
Calma gente!., mal~
consciência!
Estamos entrando numa
era em que os Ranancio -
sos ficarão no m~io do
caminho, pois o povoes
tá aprendendo a exigir e
reclamar com mais veemen
cio.
O EXEMPLO DOS
SUPERKERCADOS ...
• dJrf 11.
A nfve! n!anal, '
1 - l. 1 v :.: l! r r ,.. ,d • ; -
r, 1 no peços t r -,
dt Ih • '• .d:id, te
Ka pesquisa de preços
levada a efeito e publi
cada na Ültima edição ,
ficou amplamente demons
trada a bon Índole dos -
proprietârlos de Super -
mercados da cidade, onde
tivemos a oportunidade -
de mostrar, num trabalho
sér!o, que os preços se
mantiveram - com poucas
excessões - num patamar
bastante aceltâvel.
É opinlRo genernliza
da dos mercadistas da ci
dade, que nos próximos::
dias será registrada uma
considerâvel baixa nos
preços dos produtos, po
is os primeiros represen
tantcs e vendedores doi
atacadistas fornecedo
res, começam a aparecer
com preços bem melhores.
Parece que - até que
P11flm - as pessoas come
m a ucredltar que
ulto melhor mantermos -
usa moeda valorizada,mes
m, sabendo, que ganh5-w:
e terna um pouqu'n
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DE: ANTONIO CASANOVA
Carne de suíno, Bovino, Frango, Linguiças mistas e de
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.
-
DIÁRIO .REGIONAL
A VI!TN/MS MIO: 2 NO: 1.524 I2 DE JULHO DE 1,9@4 - TERÇA-FIRA
ORMLDINO CONFIRMA WTTóRIN NA 4- ETP i mia Ristica
DO CAMPEONATO MUNICIPAL DE CICLISMO
I
Aniversário da Cidade
DIRETOR REPOSÁVEL: IV»LDO PEREIRA nJ o. r,
o 1eli, a oraldi
o Centurião Ferrei-
.,, ,,.1l rorinoclo p •lo
anco do Pra,il e
treinado pelo compu
·ate "é carioca" ,
oltou a vencer a 40
tapa do Campeonato
-:unil'i.p,11 ele Ciclill
o, realizada no do
inu0, dia 10, em
percurso de 40 quilo
,-clro:;, com 45 vol -
tas em torno do cam
po de Polo elo 100 RC
ec. Oraldino Ferrei
ra já havia vencido
essa etapa no dia 19
de Junho, mas ela a
cabou sendo cancela
da devido a desenten
dlmentos entre os d
rigentes do CiclismÕ
unicipa 1. O Campeo
ato Municipal de Ci
clismo é promovi do ::
pela Comissão Munici
pal de Esportes e De
putamcnto de Ciclii
.110 d.:i Liga Esportiva
!lelavistense.
Desta vez Oraldi
no Centurião Ferrei
ra não deixou dúv i -
das, deu um verdadei
' ro show na pista e
cruzou a linha de
chegada com mais de
dois quilômetros de
frente para o segun
do colocado, que foi
outro ciclista da e
quipe de "Zé Cario -
ca", Cleiton Reis de
Souza. O terceiro lu
gar ficou para outrÕ
jovem que ê destaque
no Ciclismo Belavis
tense, Valdir de Sou
za Lopes. Com mais
essa vitória, Oraldi
no Centurião Ferrei
ra lidera tranquilo
o Campeonato Munici
pal de Ciclismo, com
SINDICATO RURAL
DE CARACOL INFORMA
650 LEILÃO
ClRlCORTE
Dia 15/07/94
SEXTA-FEIRA
HORAS: 20:00
Realização:
Sindicato Rural de
Caracol e Porteira
Leilões Rurais
l. Participe!!
l 10 r,onloi;. Valdir
<lc Souzn Lopeu vürn
cm 20 lugar com 95
pontou, Adio Peralta
BrniLcu 6 o Lcrcciro
colocado com 70 pon
tos e Cleiton Reis -
de Souza o 40, com
50 pontos.
A 50 e última eta
pado primeiro cam -
pconato Municipal de
Ciclismo será dispu
tada no próximo dia
20 de Julho, como
parte das festivida
des ao ilniversário -
da cidade, para o ci
clista Oraldino Fer
reira basta pontuar
entre os três primei
ros colocados para::
ser o Campeão Bela -
vistense da tempora
da.
Por outro lado
Bento Peralla Beni
tes, também da equi
pe do "Zé Carioca" ,
já é o Campeão ante
cipado da Categoria
Juvenil, título que
arrebatou ao conquis
tar seguidas vitó -
rias nc Campeonato ,
Márcio Greike é o se
gundo colocado.
Para a quinta e
última etapa do Muni
cipal de Ciclismo, a
ser disputada no pró
ximo dia 20 de Julho,
estão sendo convida
dos os melhores i -
1
' GR.l::MIO PEDRO
' ~ RUFINO INFORMA:
1
1 Grandioso Baile
I
de Aniversário da
Cidade a rcalizar-
l
i_;e no ài.:i 19/07/94
as 23:00 horas na
Sede social do clu
e, anima;ão Con -
unto LOS TY'S.
PREÇOS DE MESAS:
se
Oc5os: R$ 20.00
iNão
1
Sócios: R$ 25.00,
!Ingressos: RS 5,001
Ciclistas Oraldino Ferreira e Bento Pe -
ralta "Bentinho"
.:;listas d; nossa re-
yiiio, qur LOm certe
: darão u: brilho
t.odo
prova com
ticipaç»os.
Brasil vinga 7 4 e está nas
semi-finais da Copa
Jogando a sua me
lhor partida nesta -
Copa do Mundo a Sele
ção Brasileira con::
quistou uma vitória
dramática· no sábado
contra a Holanda por
3 x 2 e está classi
ficada para a fase -
semi-final, o que
não acontecia desde
1978. Contando mais
uma vez com a veloci
dade de Bebeto e Ro
mário e com a raça
de Dunga e Mauro Si_!
va no meio campo, o
Brasil abriu uma
vantagem de dois
gols no segundo tem
poda partida, cedeu
o empate em duas bo-·
beiras da defesa mas
chegou a Vitória num
gol de falta cobrada
espetacularmente pe
lo lateral branco.
O triunfo do time
de ~arreira, parecia
definido após o se
gundo gol, mas os
Holandeses souberam
aproveitar as falhas
-----------------
d ,istoma defensivo
do escrete canarinho
e chegaram ao empate
com gols de Bergkamp
e Winter, esboçando
uma virada, mas o la
teral Branco estava
numa tarde inspira -
da, usando da sua
experiência de duas
Copas do Mundo, ele
cavou uma falta na
intermediária adver
sária aos 36 minutos
do segundo tempo,ele
mesmo bateu e fez ex
plodir de ale3ria
povo brasileiro acer
tando o canto csquer
do do goleiro Holan
des, a bola çruzou
entre Romário e o
seu marcador, tocou
na trave e foi mor -
rer nos fundos da re
de. -
A Seleção Brasi -
leira joga nesta quar
ta-feira contra a e~
quipe da Suécia, se
vencer ganha o direi
to de disputar a i-
nalíssima da XV Copa
C O M E N T R I O O P I N I Ã O
RECLAMAR NÃO 8 BRIGAR! ! '. . E: DI R&ITO !
Pavi men tacão
1
da
turisrno
especial
suas
à
par
c
1
o ''.undo contra o
vencedor do jogo en
t.re Bulgária e Itá -
lia, que também jo -
aam na quarta-feira
s 15:00 horas. o Jo
co do Brasil será as
Í9:30 horas, horário
do Mato Grosso do
ul.
Para este jogo o
técnico Carlos Alber
to Parreira, que de
vilão pode chegar a
herói, não deverá me
·er na equipe que i
niciou o jogo contra
e Holanda. Para os
jogadores brasilei -
ros o melhor das oi
tavas de final foi a
0esclassificação da
toda poderosa Alema
rha, atual detentora
do Titulo Mundial e
ue acabou surpreen
çida pela forte equi
reda Bulgáriil, essã
sem dúvida a maior -
zebra desta Copa do
Nundo.
Vai pro tetra Bra
il!
estrada
na região
l
! •
'---------
ecológica vai incrementar;
de Aquidauana
Trorocio: Clube dos Corredores d. d
1 V'Ista; Secretaria Municipal de "duaio; Liga
portiva Belavfstense,
/polo: l!nncu do BrasII S/A; IO R "e; PoI!-'
ela c:ivll t l'olít!a )!ilit<tr. 1
Patrocfn!o; Prefeitura Munffps! de Rela Vista'
Regulamento
I- DAS flN/LIDAD[S
Art.le- A corrida Rú~tlcJ Anlv~r~~riu d I ti-1
dad", t-,m por objetivo desenvol vc r o ):O., L<• r~ 1" 1
esporte e buscar maior participação em ativfda
des físicas como um dos nefos de melhorar as
condições de saúde.
li- DAS INSCRIÇÕES
Art.2?- As fncriçoes poderão ser feitas pes
soalmente, por carta ou por telefone, nos postos
autorizados
- Secretaria de Educação, Prefeitura Munici-
pal de Bela VIsta, telefone 439-117.
- Ginásio de Esportes de Beln VlstJ
- Escolas Municipais e Estadudi6
Art.3~- Os atletas serão inscritos individual
mente, e concorrerão primios prevl&tos neste r~I
gulamento. _
Art.4g- Ao se Inscrevere, os atletas deveraoj
determinar a categoria de sua participação: 1
- Masculino: Infanto-Juvenil 14 a 18 anos; a
dulto 19 a 35 anos; sen!or 36 d 45 nnu~; vetera
no 46 a 60 anos.
- Feminino: Categoria Única ocl~a de !G anos.
Art.5g- Os menores de 18 ano~ deverão apresen
tar autorização dos pais ou responsavefs.
III- DA COHPETIÇÃO
Art.6Ç- Esta corrida, com u::-. total de 10 krn,
será realizada no dia 20 de julho de 1994, data
de aniversário da cidade d~ Bela Vista, com lar
gada em frente à Prefeitura, às 09:00 hs e, che
gada no mesmo local.
Art.7~- Todos os atletas deverao estar no lo
cal da largada is 08:00 hs, para rec<!her núc,,•ros
e senhas, estas deverão ser entregues em deterci
nados pontos do percurso. A não entrega da senha,
desclassificará o atleta.
Art.8g- A corrida terminará na entrada do fu
nil, onde serão tomados os tempos dos corredores.
'a vez no funil, nenhum atleta poder~ ultrapa~
sar o que estiver â sua frente, se o fizer, be
rá desclassificado.
Art.92- Serão classificados sooente os atle
tas que completarem o percurso.
Art.10- Os atletas que cometerem qualquer ato
de Indisciplina,perurbarem o bom andamento da
corrica ou prejudicarem os demais companheiros
ou ainda pedirem auxilio, serão desclassifici!dos.
Art.112- A Comissão Organizadora, atenderá os
atletas com serviço de emergência e primeiros
socorros na ambulãncia que acompanhará o percur
so. Haverá um médico para prestar atend!mento,se
for necessário.
Art.12~- Atrás do Ültico atleta virá uma via
tura, para recolher os desistentes da corrida.
Art.13~- A segurança do Percurso ficará a car
go do Pelotão de Polícia do :lunic:!.pio.
IV- DA PREHIAÇÃO
Art.14g- A premiação obedecerá a classifica
cão individual com medalhas, por categorias ,do
12 ao 5~ lugares, sendo que do 1~ ao 32 lugares
de cada categoria receberão ainda prêmios em di
nheiro. -
Art.15~- Na classificação geral os três pri
meiros colocados da categoria masculina e da fe
minina, receberão troféu e dinheiro.
Distritufção dos Prlos ena UKV
CatevorLa Masculina, ClassffIcaço Geral- 1! Lu:ar-
11O IR!'s; 22 Luar- 7O RI'; )2 Luar- 50 {Ra; teor!a
FeInIn.a, Classificação Ceral- 1' Lugar- 1I T!a; 29 Luar
«O (RI'g; J2 Luar- 55 RVs; Pr!ação por Fala Etirta 'ascu
Iino- 1 Lugar- 50 Rs; 2:- Luar 30 1Rs; 3 Luar-2o RV
Ar.l6?- A cateoria fr{nina, sra prefado apenas na
classificação ral, virtude de não hsr divise por a!
x.., ct!l:-1.:i. -
v- DPO ZOES CERAIE
Art.17!- A Colsis Ore.ar!zadra rio s rsronsat!lizari
pelo cstato era! de sai'e dos atletas nem por a!dentes rqu
por ventura venta a ocorrer durante a prova, -
Art.I!- Os casos omisss ao presente nrulmento serio
rsolvides pela Co!são r·anfater.a. - _
ORS: O aricza era responsivo! pela fiaao ts nuero
e ssu cm!seta, para taso sreri rececsirto ue cada u tra
·» l!{metes ou ales ee!!ente,
JOTAGE NOS BAIRROS
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+,
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Bela Vista
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C./r1Jlll t'rllN rc;1 PI!.
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·.'+;0 D0 SUL,
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CTÚ::MIO PEDRO llUPINO
CAIXA E_CONÔMICTI FEDERAL
RECEITA FEDERAL,
lCO RC M.E:C
PONTO DE TÃXI I - /V. TEODORO SA'l'IVI
PON'l'O DE TÃXI II - RUI BARl'iO DO L/DÃRIO
PONTO DE 'l'ÃXI III - RUI lNTONIO JOÃO
RÁDIO BEL/ VISTA.
CIR'l'ÔRIO lo OF!CIO
COPJGMl
POSTO DE SAODE
COh'SELHO TUTELIR DA CRIANÇA
41') - 1041
439 1101
)9 - 1421
419 144 1
439 - 1041
439 - 1279
439 - 1451
439 -
1495
43° - 1353
439 - 1'772
439 - 1222
439 - 1339
439 - 1261/1447
4)9 - 1151
439 1121
439 - 1351
439 - 1348
439 - 1333
439 - 1243
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, nt;:30 - 09:0( - 15:00 horas - Todas co:n baldeação em
tsardim
Tribuna da Fronteira ruNnADo EM=
1-------- DtliRlO R.E(arN,L --·-----~---20_/02/1972
lllRETOR-REDATOR CHEFE: lvalno Pereira EXE!-~l.All: R$ O, 5 O
GERENTE COERCIM.: Maria Estela Velásques Pereira l
SECRETÀRIO D', Rr.O,ÇÃO: Ubal<lir.o Rodrigues
REPORTAGENS: Jo Carlos Velásquez, André [valo e
Fin,.ino de Barros
tSSI:.,TIIR,S:
SEXESTRAL: R$ 4 5, O O
ANU/.l • R$ 9 O, O O
DE BELA VISTA A CAMPO GRANDE - NOTURNO: 23:00 horas
DE BELA VISTA A PONTA PORl'i: 06:00 - 16:)0 horas
DE BELA VISTA A DOURADOS: 06:00 horas - Com baldeação em
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Selvlria, São Gabriel D'Oeste. Sidrolãndia Sonora. Tac:uru. Terenos e Três Lagoas
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REDAÇÃO, DEP/RT/Mf:NTO COMERCltl. F. i'tRQUE GRÁFICO: OS ORIGINAIS EN -
• Avenida Tribuna da Froateira,564 - CMXA POSTAL - V!ADOS À REDAÇÃO NÃO
2'.l - FONE: (067) 439- I4IO - TELA VISTA - MS SERÃO DEVOLVIDOS. OS
ARTIGOS ASSIXADOS · NÃO
SUCL'RS/1S: J::irdicr, Po:-to :'lurtinho, Antonlo Joc.o, REf1.ETE'-'. NECESS/RlA.'fEll
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162
s
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1 I .f,
(Francisco carpari Neto)
O plano Peca} tem a nosso ver, todas as
condiçovs de estabilizar a inflação em ni
vrei baixos e, consequentemun .e, melhorar
os condiçoes da economia nacional, para
que e promova uma melhor distribui;ao de
ronda, lwnollr;Lrndo a populnçüo.
Desde eu lançamento, o Real vem sendo
discutido por todos o, setores da socieda
de, iniciativa inédita, que denota estar -
moo numa drmocrncin madura. o fato preocu
pante, porém,é que,como os demais planos ,
existe um custo a ser paqo por algum setor
da sociedade. E, pelos indicadores presen
t:cB ate o momento, podemos afirmar que
quem pagará o custo da inflação baixa se -
rao os mutuários do Sistema Financeiro da
Habitação (SFH), os empresários que acredi
tam no Pais e que cr;táo gerando empregos~
riqueza por intermédio do investimento via
linhas do BNDES e, mais uma vez, o setor
agropecuário,
Agricultor paga o Real
A CORRE~ÃO DAS DÍVIDAS RURAIS PELA
TR LEVARÁ A UMA SUPERVALORIZAÇÃO
DO MONTANTE A SER QUITADO
o
Neste setor, inserem-D~ os agriculto
res, os pecuaristas, as empresas de imple
mentes e tratores, os fabricantes e forne
cederes de insumos e demais empresas que
atuam no fomento agropecuário de caráter -
cooperativo e não cooperativo. Em síntese,
todos aqueles que nesta época têm seus pas
sivos em TR.
CORRIDA AO CONSUMO
Com o objetivo de evitar a corrida ao
consumo. a equipe econômica mudou o cálcu
lo da TR visando auferir bons rendimentos
à Caderneta de Poupança e, dessa forma, e
vitar uma febre de saques.
Estamos lendo e consultando economistas
e especialistas em finanças de toda sorte
e os números que se apresentam estipulam o
valor da TR entre 5 e 7% neste mês de ju
lho. Com inflação estimada próximo a zero,
é a melhor notícia para o aplicador da Ca
derneta de Poupança e outros ativos indexa
dos na TR.
o reverso, porém, constitui-se no pesa
delo dos donos de casa própria financiada;
tira o sono dos empresarios, agricultores
e pecuaristas em geral pois, mantida uma
TR nestes níveis, em menos de seis meses
as dívidas estarão dobradas em termos
reais. Serão estes que pagarão a conta do
Plano.
A minha vivência empresarial, assim co
mo toda minha geração, tem mostrado as con
sequências e os estragos causados pelos di
versos planos economicos em nossos nego
cios e empresas. O tempo e esforços dispe~
didos têm sido em sobreviver aos planos e
conômicos em vez de nos preocuparmos com
o desenvolvimento de novos projetos, rein
vestidos, ganhos operacionais e, principal
mente, geração de empregos e produtividade.
ESTOQUE SEM SUPORTE
Particularmente, o setor agropecuário ,
no qual ?tuamos, vem sendo aniquilado pla
no após plano desde 1986. Poucas empresas
e emoresãrios conseguirao sobreviver neste
cenario, pois é impossível conduzir qual -
quer empreendimento com ativos estabiliza
dos em real (dólar congelado) e passivos -
corrigidos em TR de 78 ao mes.
como agravante, o plano vem justamente
na época em que os estoques, os quais de
veriam ter a garantia dos preços munimos -
por parte do Governo Federal, nao vem tendo
Os bancos agora estão
•
mais caros
o devido surorte por mio d E », +.
vêm u ilizindo as es ruturas das e presa
e cooperativas para exec ao da politic
de formaçao dos es oqae reguladores, apa
nhando a empresa agropecuárias em cu
auge de cn ividamento provindo da absorção
da maior safra já produzida no País. Ete
0toques vão durar ate próxima s fra. f
inútil, portanto, en ar vendê-los de uma
só vez, sem realizar prejuízos irrecuperá
veis.
O último ato para selar a falência do
Do saque eletrônico à emissão de ex -
tratos, tudo será cobrado dos clientes
para lucrar sem a inflação
o serviço prestado pelos bancos aos
seus clientes devem ficar mais caros a9o
ra. Até a semana passeda, a inflação era
a principal fonte de receita dos bancos
brasileiros. Eles ganhavam dinheiro de
virias formas. Por exemplo: aplicavam no
mercado financeiro o <linheiro que ffcava
parado nas contas correntes ou do reco -
lhimento de impostos e> taxas. Dessa for
ma, recebiam juros e correção monetária
por recursos que não lhes custavam quase
nada. No ano passado, 30 do lucro dos
grandes bancos foi conseguido com esse -
tipo de operação. Agora, com inflação
baixa, o setor financeiro terá de ganhar
dinheiro com operações de empréstimo e
com a cobrança dos serviços que prestam
a seus clientes, como ocorre em qualquer
País de economia estável.
Os bancos começaram a cobrar por qua
se tudo· do cadastro para abertura de
contas e renovação do cheque especial a
té a emissão de extrçtos e saques nos
caixas eletrônicos. AF tarifas são bas -
tant salgadas. Na semana passada, o Ci
tibank cobrava pela renovação de seu
cheque especial uma tçxa de 4,17 reais -
ao mês. Isso signific, que, apenas para
ter o cheque especial sempre à mão, o
cliente do Citibank precisa desembolsar
50 dólares por ano. No Banco Econômico ,
o acesso ao extrato diário de conta cor
rente custa 12,4 reais por mês. A soma
dessa taxa, ao final de doze meses chega
a 148 reais, 20 reais a menos do que uma
passagem de ida e volta da ponte aérea -
Rio/São Paulo nos fins de semana. São
taxas pesadas para os padrões brasilei -
ros, mas compatíveis com o que se cobra
em outros países. Nos Estados Unidos, ca
da saque no caixa eletrônico custa 1 dó=
lar. No Brasil, a taxa pode chegar à 1,5
real, mas há bancos que não cobram nada
pelo serviço.
Existem formas de reduzir o peso das
tarifas. Uma delas é concentrar todas as
operdçÔes num banco e procurar obter van
tagens com isso. Os gerentes estão auto=
rizados a negociar taYas menores para os
clientes preferenciais. o uso do talão -
de cheques também deve ser feito com mo
deração. B melhor fazer o saque e pagar
contas na agência com o cartão magnéti -
co, que normalmente não tem custo nenhum.
O cartão de crédito também pode substi -
tuir os pagamentos com cheque. Para os
casais, não vale a pera ter contas em
bancos diferentes. A conta conjunta evi
ta despesas com a transferência de di ~
nheiro, que pode custar até 6 reais por
operação. (Fonte: Revista VEJA)
0
setor v io d Decr to d
no qual o Preid nte .ta ar Franco vota
equivalência das d'vidas d
eru4para;ão dos preço inimo. pela TR.
Ete descasamento de índices é que tor
nará a agropecuária inviável, pois nao
poível admitir que toros cs financiamet
tos bancários pendente sejam corrigidos
pela TR e, preços mínio», pela UREF
(mantendo-se conceladcs desde lo de julho)
ueremos deixar o alerta de qua ainda h
tempo para reverter este quadro.
Hábil s que v cê
terá de mudar
A inflação alta acostumou os branilei
ros a fazer mágicas para proteger o di
nheiro. O que antes era certo é errado -
com o Real.
Com uma moeda desvalorizada em circu
lação, era difícil avaliar o valor corre
to de uma gorjeta. Até a semana passada,
5.000 ou 10.000 cruzeiros reais não fa -
ziam qrande diferença na porta de um res
taurante.
DICA: Muito cuidado com o valor do
Real, uma moeda forte. Uma gorjeta de 5
reais equivale ao dobro da que se dá na
porta de um bom restaurante em Nova York.
Um real, igual a 1 dólar, é mais razoável
Até a semana passada, era aconselhável
receber o salário e correr ao Supermerca
do para fazer as compras do mês, antes
que o dinheiro se desvalorizasse.
DICA: Não tenha tanta pressa. Os preços
ficarão estáveis por algum tempo. Apro -
veite para planejar melhor os seus gas -
tos domésticos ao longo domes.
Numa inflação alta, era comum usar
cheque para pequenas despesas, como uma
corrida de táxi ou a conta do jornaleiro.
DICA: Economize seu talão de cheques.
Os bancos estão cobrando por ele. Use
cheques apenas para· pagar as contas maio
res e para sacar dinheiro.
Até agora, compensava andar com a car
teira vazia enquanto o dinheiro rendia -
no Fundão.
DICA: Calcule na segunda-feira o quan
to vai precisar e saque o dinheiro sufi=
ciente para a semana inteira. Dá menos
1
trabalho.
Como era quase impossível controlar o
saldo da conta pelo canhoto do talão de
cheques, o cliente retirava vários extra
tos do banco ao longo da semana.
DICA: Volte a anotar o saldo, ova ,r
e a data dos cheques no canhoto do ta
lão. Os bancos passarão a cobrar pela
maioria dos serviços, inclusive o extra
to.
Antes era vantajoso ter conta em vá -
rios bancos e aproveitar a taxa de inves
timento de um, a agilidade de outro e o
limite do cheque especial oferecido pe'o
terceiro.
DICA: Ter conta em vários bancos é
hábito desnecessário e oneroso com infla
ção baixa. Concentre suas operações nÕ
banco que cobrar tarifas menores e ofere
cer serviços melhores.
(Fonte: Revista VEJA) .J
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Edital de Primeiro e • Segundo (ei18a
com o Prazo :de 15 .dias
O Doutor !o€ Eduardo "der te+hell, Juiz d Direito ' tonar. de
bela VIta, Estado de Mato ,rosno do ul, na forma da Let, etc,,,
Faz aber à tolos que o presente Edital virem ou dele conhecimento ti
verem que foram de+lnados o d1as 02 e l de Monto de 1.994, respetiva
mente, as 15:30 horas, no átrio do EdIffefo do Fórum local, sito à Rua
Marão do Ladirlo, 323/91 de Execução que .doê Augusto Hanel de Aekuin ,
me contra Edson Mede lros de Hor:u•n, o leIloero nomeado levará a públi
co prezo de venda e arremataçao a quem mal der a maior lanço ferecer ,
porquanto val a leflo os bens que asfm descrevem: OI (um) trator de es-
tcirn, marca KO!ATSU AD)-50A, modelo 1979, cor amarela, sérte n? B 5685 ,
c.or1 bom c,,r.ado de• uso, corw<,rv.rçiio e funcionamento, avalfado em data de
12/0'J/1992, no valor de CR$ 35.000,000,00 (trinta e cinco ml.lhiu,c:; de cru
zelron) e 600 (e1centas) vacas de ) (tr~s) n 08 (oito) unos de idade• ,
todas d e b o a cruza e m defeito f!s{cou, e m 1x,m; cRtadun ,;an!t,idus, bem
rlçr:cnvolvld.i?J " hem n11trldar;, que se encontram em poder do executado nu
f'11,w111ln Prlmr,vr,ra, nc1,tc• Mun'lcíplo e Comarca de Dela Vista-MS., avaliado
o emoventes no valor de CR$ 75.000,00 por cabeça, no total de CRS ....
45,000.000,00 (quarenta e clnco milhões de cruuiros reais), avallado em
dnta de 22/02/1994 e ser~ corrigido monetariamente cinco (05) dias antes
do Leflo. No primeiro leilão os bens niio seriio 1
11ienados por preço lnfe
rlor noo.1ava.lJnçiio, !><'ndo que o segun:baó ternoportunldude se re1>ultar negativo
o prlmclro, os bens &criio vendidos cm frnnco Leilão, a quem mais der e
mnlor lanço oferecer ainda que por preço abaixo da avaliação. Niio haven
do expediente cm qualquer dos dias designados para os Leilões, estes rea
lizar-se-ão no mesmo horário e local dos dias imediatamente seguintes. Ca
so o devedor no seja cncontrndo, fica dei;de _j,í INTU1ADO por este Edltal-;
da dota para os Leilões dos bens penhorados, Dado e passado nesta cidade
e Comarca de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, nos vinte e sete
dia~ do mis de junho do ano de mil novecentos e noventa e quatro. Eu, Pe
dro Paulo Ceoturiio, Escrevente Judicial, o datilografei. Eu, Edgard !ba
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seu!r descrito: 10O bc (cem hectares) de terras_P ,, uartin e Pen-
F
. • !, 0·1ti l t,l._{),,t.,..l ._,lC. '
azenda Santa Luzia e Miragem, partes aa ' .
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t a d a n o M u n i -
- • J ral d n
1
1 o " u. • '
samento, com denominação atual de Fazenda urna ''.
1
,/ite,± Ao Sul' 'a
d
d seguintes m esi d ' a
pio de Caracol-MS nesta Comarca, tentro 1os e " N t
zeo
d
a são Sebastlào e. Fazenda Curralzlnho de• Ar,ll Podt'lr,w,~; no • or e: ~
: Fa da as[!La de Al t,llr R,, -
zenda Miragem de RovUio Siviero· A Leste: azen. • •
.' { D td ente matr'cu!ada sob
drigues e A Oeste Fazenda Sao Scb;;st uo. ev om .
ng 5.572, Livro 02 de RGI desta cIdade. A referfda irea é completamente
cercada e desmntada a qual foi avaliuda em 22/02/90 por 87.716 TN men
sal, e será corrigida monetariamente cinco dias Ante~ do prl~elra praça,
Na primeira prnçn o imóvel niio será alienado por pr.iço inferior no d,t <1v~
liaçio, sendo que na segunda praça, que só terá oportunidade e resultar
negativn a primeira, o imóvel será vendido n quem mais der acima e r.wlor
lanço oferecer, n{nda que por preço aboixo da aval lnçao. N a o havendo e x pe
diente em qualquer dos dias des{gnadoH purn as praças, entoe realizor-se
iio no mesmo local dos dias imediatamente seguinte&. Caso os devedores nao
sejam encontrados, ficam desde já intimados por este Edital com prazo de
15 dias, das datas designadas para as praças. Dos autos consta que o refe
rido imóvel possui dívida com o INCRA, no exercício de 1,985, 1987, 1988
e 1989. E para que ninguém possa alegar ignorãncia,fol expedido o [ditai,
que publicado e afixado na forma da Lei. Dado e passado nesta cidade e
Comarca de Bela Vista-MS., aos vinte e quatro de junho de mil novecentos
e noventa e quatro.(a) Edgard !banhes - Escrivão Judicial p/ determinaçnn
judicial.
o
OFICIO N: 1.093/94
Do Presidente da Federação de Clubes de Laço de Mato Grosso do Sul
ASSUNTO: Comunicação - Faz
Jardim-HS., 30 de Junho de 1.994
Tem esta a finalidade prec!pua de COMUNICAR aos nobres amigos que
dia 27 de Junho de l.994 foi Deferido o Pedido de Filiação do Cl b
Laço "BERNARDINO UONORIO ROSA", de Bandeirantes - MS. u e
que para o momento, subscrevemo-nos atenciosamente,
José Atanásio Lemos Neto Presidente
no
do
Assim, a partir desta data 27/06/94 nossos mais novos co-inn.ãos estão
autorizados a participar de todas as atividades da nossa Federação, com
direitos e obrigações estabelecidas no Estatuto.
Sem mais o
OFIIO N.
u~~~-----~
~~ ill
O ll<BID
O CP'uill
Suplentes:
MARTINHO BARROS
LUIZ CARLOS ORTEGA
1.311/94
Do Presidente da Federação de Clubes de Laço de Ha
ASSUNTO: Convocaçao pra POSSE - Faz to Grosso do Sul
Tem este a finalidade prec!pua de convidar p -
selheiro e todos os sócios de seu Clube para
O
ª
1
trao,
0
Delegado, o Con
d
- part ciparem d 1 id d -
e Posse e transmissao de cargos da Presidên i d _aso en a e -
':====::=~:====:================c=a::--ªl Federaçao de Clubes de r Laço do HS, que fora
filital de Proclama SE:±
Presidente: Luis car
los Burali
Vice-Presidente: Se -
baStiào Nunes da Sil
va
Secretário: Othon Ro
drigues Barbosa Sobri
nho -
Tesoureiro:. Sebastião
Homero Nagib Jorge
Orador: Paulo .Boeira
de Jesus.
A solenidade éc
POSSE será realizaaa
no Clube de Laço BE
LA VISTA, em Bela -
Vi
stª' is 18:00 hs ,
do dia 23/07/94.
José Atanásio Lemos
Neto - Presidente
Janilde Rosa dos Santos, Oficiala d
Cartorio ~e Registro Civil desta cidad~
de Bela Vista-MS., faz saber à todos _
quantos o presente Edital de Proclamas -
varem, que apresentaram os Documentos e
xi9idos pelo Artigo 180 do código Civ;1
Brasileiro, Incisos I, II, III e rv '
pretendem se casar: ' e
Carlos Ramão Britez e Iara de Souza
brasileiros, solteiros'. naturais deste -
Estado, 7
le, g~:çon, filho de Dona He
genea Britez, Ja falecida ela b
1
~o
f'lh ' ' a canis
ta, i ia de Iber de Souza e de Dona
Fausta Cace:es de-Souza, todos residen _
tes nesta cidade. Se alguém souber de
gum impedimento que se oponha na f al
da Lei. arma
Bela_Y'Sta-Ms., o8 de Ju1no ae
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°' '' } a, 4,»g DG ;
de emoo atendido pelo Rigo. Como iam± ,a despenho 0e "-",, a uo eu continue
± • rcontivo pra 4 3, A
certeza que nossos problemas seriam enrc; i o a "; tca com ser da0e,ãig
nhados e solucionado:", d!se Queiroz. ercer função P?°;5. 1sso faz com quí
o prefeito Humberto Teleira, de Doura- n!dado e corpanhe1n i co", afirmou R!
dos, que se declarou "eleitor número-um de et me orgulhe de sr r "
Rigo", ressaltou o importante papel dosem- q0. ,, Ary Rigo em toda eia
1 O
i-c-t:1ovcrn10or • h
penhado por ele no tratamento dos prob emas v : -yhado n O quo e, ,Jr " l -
do interior."Esse é o reconhecimento à - capante tem ",,,{ para ele, "a polítt
quem sempre batalhou pelas nossas causas e "resgate da rol1.d' 4,, ggempenhada cois
I ' 'a .e ] quando d " o
se preocupou com os problemas dos prefei - ca, com maiüscu., ' bem comum, é u-
i d
., ando busca O " .«o "
tos, nesa época de vacas magras da econo- ser e(ade e q'ai gsões que o homem
.i d,,s ais nobres pro!1s 'u - •
miu nacionul. E ermo prcocupaç<10 do R go - ma tas m , « diz que todo clcJadc10 (•
em atender foi fundamenta1 iara que cose- pode ·Çf;"1j do cm sociedade, -
quíssemos adminintrar nossas cidades com um ser po '' dia" o somente -
i
· i " faz política 24 noras por ' , •.
certo equ libr o • d, lítica é que a sociedade ob
"Rigo já demonstrou conpetência políti- ~travez a po
ca quando chefe da Casa civil, como Sena - t6m conquistas~ avanços.
"Preciamos promover o reencontro da po
dor da Fep~blica que vai repetir, mais d° ica com seus valores morais e éticos, -
que nunca, seu trabalho pelos municípios e a b 11 i
d Se
ntido~ o povo ras oro -
traduzir os anseios das nossas comunida- em to os os "> • ido 1. 8
tem trat
,ao disso e Jd cata prov cnc anao
dcs", disse Ricardo Cândia, prefeito de C.9_ u d
rumbá. cândia afirma com convicção que "Ri um verdadeiro expurgo depura
nd
o os quatros
go vai continuar trabalhando por Corumbá e polit.icos nacionais. Esse trabalho_dever -
ajudando o município no Senado". Palavras ser permanente e as pr6ximas clciçoes r ~a
semelhantes foram pronunciadas por José Ba is um passo adiante na reconquiS
t
ª da PolI
tista, de Três Lagoao"Rigo trabalhou com - tica com a ética. Sou mais um soldado nes
competência no entrosamento governo-prefei sa guerra de ~oralização política porque -
turas, demonstrando grande habilidade polI confesso que tenho orgulho de ser pclítico.
tica, o que vai ser muito útil para MS no Se assim não fosse, não teria corno encarar
senado". de !rente a olhar nos olhos de minha espo-
Antonio Santoro, prefeito de Juti dest~ sa e de meus filhos", considerou Ary Rigo.
cou que "precisamos ter no Senado um compa
nheiro, um amigo, um político que nos aten
da a toda hora, sempre a gente o procura;
Por isso a candidatura de Rigo é bem vinda
e tem o reconhecimento da população de Ju
ti. Em Itaporã, Rigo ouviu do prefeito Os§
rio Nishimura sobre o Pacto Político inspi
rado por Pedrossian e trabalhado por Rigo
que possibilitou a união de 67 dos 77 pre
feitos, "e é essa a equipe que ele pode
contar para sua eleição".
l'c,rMn '10 r.-1niclpior. v I Itado em 30 di
, Te o saldo de programação estabe
leclda pela caravana Unfão e Trabalho, na
nrrancada par as eleiçóe 9A, Numa der»n:
traio clara d. vitalidade e de energia,os candidd
tos Ivy Dias, ao governo, Ary ligo,ao enado e
danais Integrantes que postulam cargos eleti
vos, pela collqação, cobriram toda qeo
qrafia política do Estado, mantendo conta
to com prefeito e demais lideranças reglg
nnin do Lodo Mato Grosso do Sul.
"f'echarnor; ()noa prim<lir.u caminhada com -
um .aldo oxtrcmomcntc ~avorãvel", manifeu
tou-e o vice-governador ry Riqo, "Mais -
que o simples prazer de rever oi; prefeiton
com ou quaiu trabalhei maio de dois anos,
qunndo chefn da Cuna Civil do governador -
P~dronuian, constatei'in loco', cidade por
cidade, o extruordintír io tn1ba 1 ho desenvo,!_
vido por Pedro Pedrossian em todos os cen
tros do l':otado. Hoje, onde você estiver em
Mato Gconeo do Sul, terá sempre ao seu la
do uma obra realizada por esse governo",ob
ser vou Rigo,
Segundo o candidato ao Senado polo PTB,
Ary Rigo, a hiet6ria de MS tem dois tem
pou: antes e depois do Pedro Pedroasian.
11
1!: notável poder comprovar no campo e
nas cidades a modernização acelerada do Ea
tndo - afimou ele - e seria lamentável pa
ra nós so essa marcha fosse desacelerada",
disse Rigo, o dá a sua receita de futurc,a
finrondoque "somente a continuidade dos pro
gramas, projetos e ações estabelecidos por
Pedrossian é que pode assegurar que Mato -
Grosso do Sul continue sua marcha nos tri
lhos da modernidade".
APOIO DOS MUNICÍPIOS
Quando chefe da Casa Civil do governo -
de Pedrossian, Ary Rigo exerceu o papel de
articulador entre os municípios e o gover
no do Estado. Em consequência desse desem
penho, Ary Rigo pôde também constatar o
•grande prestígio que desfruta em todo inte
rior. Em Maracaju, por exemplo, o prefeito
Rogério Posser foi categórico ao afirmar -
a decisiva contribuição de Rigo com o
desenvolviménto da região. Moacir Queiroz,
de Paranaíba, publicamente, destacou a cor
dialidade e atenção com que sempre ele, e
demais prefeitos foram sempre tratados,"se
quer precisávamos de agenda, era penas r
RESGATE DA POL!TICA
As palavras de Nishima traduzem a vonta
de de todos os prefeitos sulmatogrossenses
de se manifestarem favoravelmente ao acer
to da indicação de Pedrossian, para seu vi
ce-governador, para seu chefe da Casa ci=
vil e, agora, apoiando o nome de Ary Rigo
para o Senado. "Esse carinho com que fui
tratado em todos os _municípios do Estado é
AGORA, A CAPIT/L
Depois do período pelo interior do Est~
do, Rigo vai direcionar a sua campanha,co
centrando esforços em Campo Grande. A par
tir do que chama de "efeito pedra n'água",
o Senado pretende, da Capital, irradiar -
suas ações fazendo-as repercutir em todo o
Estado. "Sem me descuidar do interior, pre
tendo, a partir de agora, reforçar a minha
campanha em Campo Grande. Aqui, temos mais
de 37 por cento do eleitorado estadual. Is
so significa uma concentração de alta den
sidade, portanto não podemos nos descuidar
desse colégio", justifica Rigo.Rigo consi
dera que essa estratégia não prejudicará -
sua candidatura junto aos redutos interio
ranos."Tanto que os meus comícios já estão
sendo marcados para as cidades do interior
e começo por Três Lagoas, já nesse próximo
dia 15.
GELLI DESTÀCA~ .A CiRANDEZA
MORAL DE PEDRO PEDROSSIAN
Aos 78 anos dei- rito de compreensão, tou t~mbém que Pe
dade, dedicando-se - mas, sobretudo, sen- drossian não ficou -
atualmente às ativi- timentalismo. O ex- apenas nas realiza -
dados de pecuarista governador disse que ções concretas, em -
em Aquidauana, o ex- Pedrossian invocou - construções, mas to
governador e ex-sena não apenas a maneira mou a iniciativa de
dor Jose Fragelli de fazer política, - impulsionar o setor
voltou a cena políti desde seu primeiro - agropecuário e indus
ca, apôs cinco anos, mandato, por Mato trial, pesos fortes
para dar um testemu- Grosso, na década de da economia de Mato
nho sobre ação moder 60, mas também na a- Grosso do Sul e Mato
nizadora que o gover cão política e admi- Grosso. "Nossa regi
nador Pedro Pedros - nistrativa, chamando ão foi relegada por
sian implementa em - a atenção do país outros governos, mas
Mato Grosso do Sul. pelas decisões empre Pedrossian sempre va
. Num discurso emo- endedoras que condu- lorizou a nossa elas
cionado pela homena- ziu rumo à modernida se política e acabei
gem que Pedrossian - de. "Tudo que ele cano seu sucessor, em
lhe prestava, dando fez, em três gover- 72", destacou.
seu nome ao Centro - nos, elevou ao tri - Em entevista, Jo-
Universitãrio em im- plo em realizações sé Fragelli disse
plantação no municí- em todos os setores que faz o melhor jui
pio, Fragelli disse e hoje Mato Groso do zo da atual adminis
que somente um poli- Sul é esse Estado pu tração de Pedro P -
tico com este raro - jante e economicamen drossian, ressaltou
espírito de grandeza te forte, afirmou. - "a equipe de prini~.1.-
moral lhe concederia Fragelli lembrou ra grandeza" de seu
esta regalia após o governo de Pedro - Governo. Com a expe-
"algumas conturbadas Pedrossian, logo a- riência das duas ad
relaçoes politicas - posa Revolução de - ministrações anterio
tão comuns na vida - 64, e disse que o go res, segundo Fragel=
de um homem públi- vernador revolucio 1i, o governador con
co", nou Mato Grosso com seguiu priorizar as õ
Segundo Fragelli, uma ação pioneira de bras essenciais e
Pcdrossian demons governar, "onde sua prioritárias, lançan
trou, neste gesto, - palavra-chave era o do programas pionei
não apenas alto espi desenvolvimento". Ci ros .
..,. ....:... _ .. __ ·- - --- - --- -
Pavimentação da estrada ecológica
vai incrementar turismo na
• região de Aquidauana
A pavimentação de O governador Pe- D
4 4 d d i , . e acordo com o
Km a ro ov a dro Pedross2.an esta Der 1
25
- •
MS-450, conhecida co investindo R$ 5
4
mi e t~u O operarios
mo a "estrada ecoló= lhões nesta ob ' s ao trabalhando em
ra, duas fre t de
gica" do portal do - que atravessa uma b n es
Pantanal, vai dar no das resies mais bo- l,,"? que foram mo
vo impulso para o tu nitas do Estado. Se- _'s para a pavime
rismo na região de A gundo O diretor e ãaçao da.MS-450, teE
quidauana, além de - ral do Dersul Gilg= ~ sido investido a
beneficiar diretamen Vicente de Azevedo.a te
O
momento recur
te e as populações= estrada está sena' 2?s da ordem de
dos distritos de Pal pavimentada num tre- '$ l,2 milhão na PA
meiras, Camisão e Pi choque fica "espre- ~imentaçao_ de 9 K~
raputanga. A avalia- mido" entre a serra 'a rodovia.
çao_e do prefei~o de de Piraputanga e
0
A~uidauana, Jose He~ rio Aquidauana.Somen
rique Gonçalves Trin te neste trecho de=
dade, que acredita 44 Km serio const •
que essa obra.vai das cinco pontes~~
dar um novo perfil - concretos e deze e
'd d nas
para a c1 a e de A - de tubulações subt
quidauana, abrindo - râneas parà O esco!~
as portas para o tu- mento das 'águas lü~
rismo na regiao. viais. p
A estrada vai -
fazer a ligacão as
Lal_tica com a
BR-262, servindo -
nao só para o
turismo como ta
bém para o es
Camento da produ
cao agrícola da
região.
* G'OVERNO MS-
9 FC7u@ gso
8% HEM$A ' I0ri 1.
- , . ·Com_pra . e Venda· de Cereais em fera] " a o.ar. zoo. +e. AVEIA. ETC ...
{Comércio de Produtos Aricolas em Geral"=e.
« Mi
.TELEFAX: (067) 435 - 1285 e FONE: (067) 435 - 1336°
CEP: 79.910-000
HERBICIDAS, INSETICIDAS
(FAZEMOS A BASE DE • LUBRIFICANTES ,R!C
. . TROcA) DST •
ANTONIO JOÃO MS
- -·· - - -
P r e feitura Muni e ip a l d e C ar a e o l
BILINCETE FININCEIRO DO MES DE MIIO DE 1994
HLUITI
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Recelta Corrente,
ci n ri
Hcc·cl111 l'uLrfr1onf11]
Transferências Correntes
Outra Recetus Correntes
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.-11'.ill.JiJDll.. JJ.QJ1 '
Receltas, de Co!tal
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Alienaçao de Bens
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Suma
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lleupcnas a l'agar(Contrnpnrtlda)
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Convênio LHA
Saldo Excrciclo Anterior
Cnixa
lloncos Gontfl Movimento
Bancos Conto Vinculodo
Total Geral
63
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1/'J.'J'l7.1Jr7-,IO 24.J)ú,íl/i,,IJO 4/.61'J,2'>1,l01UJ-lr,! ,1 1Jve _
2.260.600,00 20.500,00 2.281.100,00403- Ah !ntsriso e PIa J·
161.'.>h5.'i7J,3:J 124,046.t,l.l,,D 2Wi.612.017,l',108- f.ó;c·,H;,,,,., CuJu,r..i
1.6.116.%42.2!7.11 ),66, 4.373.450,12 10- 1«!tas« • tratos
-rn~ol'i°:68fi,8/ 150.920.IJl,7/ J19.1JJ9.8l8,r,~ 13- 5,lL:.!,· e' ,r>t-. ,·r.to
1é,- Transporte
50::1.1.. • . ••...•..•••.••.....•.
170.000,00 170.000,00 Depesa Extra Orçamentária
I 28.099,001 1:79 .29,0912:423.2%.9 Dessas + Pa«sr+99P.
191:,000,00 11,.470.21:lt,,OO ll,.66J.2!ll,,Q_Q Her,,to'1 a pa;•llr(l9'JJ)
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169.633,774,52 148.586,796,44 318,220.570,96 SaJ~rlo faMllln
3.194.504,98 2.650,149,2] 5.844.654,21 Tul~~s
1 1.144.592.871 I.04l.72,17, 2.886.291,04/ convinto 1.A
1174.92.297,971l92.71.643.1%41~ ci«sr+ »teta!
Soma •.• • ••..... •
Saldo p/mês seguinte
Ca1xa
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686.842.155,32 Bancos Conta Vinculadn
ITotnl Geral
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1.376.663,43
3.213.387,24
368.736.095,69
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18.715.000, 00 10.260.000 ,00 21!. 975.000,00
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626,408,71 651.935,911
864.544,54 19.264.747,36
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5.040. 6,44
980.000.60
1
1
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.'9'1.:: •. J. 1 ! ! ''1,)
12,990.103,4
Juvino Godo - Prefeito munici al Hudson Alves Cardoso- Contador Carlos Roberto !!es, orte- r,:soure iro
Câmara Municipal de Caracol
BRLINCETE FINDNCEIRO D E DE DE 19 4
1
RECEITA DESPESA 1
1
xJlfERIOR #8. eSt.o
CRS
·g$
CRS
TITULOS TlTULOS A:-ITERIOR DOM S ACL''IDL/P.O
l 1
-1
Orçamentárias Orçamentárias
Transferencia Corrente - - - - Legislativo 17.494.674,J) 10.081.493,80 27.576.168,JJ
Extra-Orçnmentária Extra Orçamentária
Duod. Recebido 18.704.281,88 10.200.000,00 28.904.281,88 Retos a pagnr/93 2.)42.176,79 - 2.)1.2.176,79
Desp. Capital 70.718,12
- 70.718,12 DeEp.pagar/94 6.952.402,63 263.155,45 7.215,558,08
1De.sp.(contra-partido) 7.215.558,08 2.274,41 7.217.832,49 Recolhimento IRRF - - -
IRRF 865.382,23 362.930,90 L. 228. 313, lJ Total 26.789.25),75 10.)44.649,25 )7.JJJ.90),00
Total 26.855.940,31 10.565.205,31 37.421.145,62 Saldo p/mês seguinte:
Bco.c.Movimento n'?00227-91 - 287.242,62 287.242,62
Total 26.855.940,31 10.565.205,31 37.421.145,62 Total 26.789.253,75 !O. 631.891 ,87 )7.421.145,62
Presidente da Câmaro-José Carlos Barcelos Washington Luiz Alves Leite-Contador Manoel Inácio de Souza-Tesoureiro
1 I
Prefeitura Municipal de Caracol
'
DECRETO NO 044 DE 17 DE JUNHO DE 1994
Dispõe sobre a implataçào do REAL_instituido p~
la Lei n~ 8880/94 e dá outras providencias.
O PREFEITO MUNICIPAL DE CARACOL-MS, no uso de -
suas atribuições legais e tendo em vista as dispo
sições de que trata a Lei 27 de_maio de 1994 e,
Considerando que a implantaçao do REAl, como -
nova unidade monetária, não resulta, simplesmente
na eliminação de zeros, como nos programas de esta
bilização econômica anteriores, implicando e ajus
tomento de valores às novas regras impostas pelo -
Sistema Monetário Nacional a partir de l'? de julho
prõximo vindouro, com reflexo em todos os componen
tes orçamentários, financeiros e patrimoniais do -
t:1unicipio,
DECRETA
Art.1g-- Os órgãos e entidades da administração
direta e indireta, bem como os fundos especiais
observarão as disposiçÕes_constantes deste Decreto.
Art.
2
g- Toda a licitaçao para compras, obras -
ou serviços, tnclusive as despesas que se enqua
d
O
se inexigibilidade de licitaçao,
rarfem nas espesacontêm na Lei Federal nQ 8666 de
con orme o que se • d 20 d
21.06,93, não poderá ser feita apos o ia e -
junho de 1994, exceto às que foremdotadas a par-
tir de lo de julho de 1994 • .
Art.3;- Nenhum empenho de despesa podera ser e-
mi - dia 25 de junho de 1994.
tido apos o entos de despesas orçamentárias
Art 4º- Os pagam _
e extra-orçamentárias não serão efetuados após o
dia 27 de junho de 1994. .
Art.
5
g- Os -,mpenhos não pagos ate 27 de junho -
de 1994, os ordinários, os globais e os estimati
vos, serão, imediatamente anulados, total ou par-
saldos deverao se incorporar
cialmente,e os seus a subelementos de despe
aos respectivos elementos ro ramas cxpllcitaros no or
sa, confome cada um dos P g
ra 1994.
<:"1llento-Programa pa d j lho de 1994 com base na
Ar.- 5 4+° "; 't a1 g 2ss 4e 1s 4e
Pennissao_contida -sito de recompor o
dezembro de 1993, eco o ProP%' inflação acomu
il b
tario e.o razao -
equ i rio orçamen d
19
94 serão corrigi-
lad. d cri.Clescre e •
~ a no segun o . i pós
O que os seus
dos os créditos orçJmentar os,
8
l
- reidos em REAL,
va ores serao conve - d Orçamento Programa
? - f 10 A corrcçao o
'rara1o -: cm Real, serão registrados nos
a sua conversa0 " sr Yue consignarão, em
anexos te 11 a este Dccr~co, q
cada um as alterações havidas no quadro de Detalha
mento da Receita e da DespeEa.
Parágrafo 2'?- Os anexos I e II, devidamente pre
enchidos, serão encaminhados ao Tribunal de Contas
do Estado, junto com o Balancete do mês de julho -
de 1994, a fim de que aquele órgão possa acompanhar
as alterações havidas no corparativo da Receita
prevista com a rcalizadn e ro-~nMparativo da Despe
sa fix,ada com a realizada. -
Art.7Q- A partir da data deste Dec~eto, nenhum
Suprimento de Fundos será concedido, sob qualquer
pretexto, e, os responsáveiE por suprimento já con
cedidos, recolherão, no máximo, atê o dia 28 de jÜ
lho de 1994, os saldos em seu poder e farão as res
pectivas prestações de contas até o dia 28 de ju-
nho de· 1994.
Parágrafo· Onico- Os responsáveis por Suprimento
de Fundos que não atenderem as disposições deste -
artigo, terão as suas contas impugnadas e os valo
res assim impugnados serão recolhidos aos cofres
do Municipio com as devidas correções monetârias.
Art.82- Os empenhos anuledos, conforme previsto
no artigo 5g deste Decreto, serõa reempenhados ime
diatamente após a conversão do Orçamento-Progra=
em Real.
Are. 92- Os ativos e passivos financeiros perma
nente e compensado, serão convertidos, no dia l'? -
de julho de 1994, diretamente de Cruzeiro Real pa
ra REAL, fazendo-se juntar 20 Balancete Mensal de
julho de 1994,o demo~strat!vo de conversão confor
me anexo III.
Parágrafo Onico- As diferenças que se verliica
rem, após a conversão dos valores ativos e passi
vos frações que ultrapassarem os centavos da nova
moeda o Real, serão transferidos para variações pá
trimoniais, ativas ou passivas, conforme o caso,pã
ra fins de fechamento do Balanco Patrimonial. -
• Are. 10- Os convênios de natureza extra-orçaren
târia, terão os seus valores em cr-uzeiroS reais -
convertidos diretamente para a nova. moeda o Real.
Art.11- Os co.ntratos, de qualquer natureza, que
não forao. convertidos em ORV, até a data deste De
creto, ficarão sujeitos as regras de que trata o
Parágrafo Onico do art.72 da Lei 8880/9.!..
Art.12- Fica atribuido a Secretaria Municipal -
de Administração o encargo d" p:-o:::ov.?r sestô"s pa
ra que os bens móveis da Prefeitura sejam arrola
dos, cadnstrados e reavaliados para a devida con
versão em Real e apropriação no Patrk.Õnio ~:unici-
pal.
Art.13- Fica atribuído à Procuradoria Juridic.1,
o encargo de promover gestões para que os bens
Imóveis do Patrimônio do Municipio sejam arrol.edos,
cadastrados e reavaliados para a devida conversão
eo REAL e apropriação patrimonial.
Art.14- Os casos omissos serão resolvidos pelos
Secretários de Planejacento e Finanças.
Art.15- Este Decreto entra em vigor na data de
sua publicação.
Art.16- Revo&am-se as disposiçêos em contrário.
Jl'VIKO GODOY- Prefeito }'unlci:,.ll
CÃI-IARA e Nl'I1 ClA E LUORHAC,,o - CAAACDL- HS
A Cazara Municipal de vereadores realizou a ültia Ses
são Ordinária do primeiro serestre deste .r.o no Ú.ltL::o d!d
29/06, cc as presenças dos vereadores José Carlos Barcelos
(Presidente), Dora!!na Redr!gues Le!te, TIrson Ferre!ra Let
te, Milton Luiz Bender, Pascul Pucheta e E.sun1sla.u S:.:..~s:
Desta scss~o foi dlsc:utido e ..:provado o Projeto <!e le.1 -
ng 0006/9, do Executivo Municipal, que dispõe sore a rIA
çao do Conselho Muntclp.il de Asslster.cia Social p.ir.a o M>.J
nlclplo de Caracol e d.i outras providências.
VIAnlRA PARA O Dl:51'.ACAl!ENID DA PN
O Vereador Milton Luiz Bender apresentou Indica;o no
sentido de que seja encaminhado expediente ao Prefeito Mun!
cIpal e ao Secretarto de Estado de Segurança PC!tla, des
barzaor José RLskallah, co cópia ao Deputado Estadual ai
dlr Neves, reforçando ped!dos anteriores à essas autor!da- -
.%'%.: .° o are • «ruo=j
O Vereador !!1ton Luiz Bender ressaltou que a falta d. I
ua viatura para o destacamento da P vê sendo o t ! v o !
oul~ y:-eocupaç5o por p.'lrtc de t:oda a s-ocied:1d~, tcn~c ,•
tsta quecanossa cidade vê se desenvolvendo tatnte no
ultLas tepes,_alé do que o nero de ocorrê!az re!s- ]
tradas pela Polleta tea crescido bastante, aluas inclusi-?
vc CC':l vI:..i.:.:15 f.:it..11:s. "Di.1:1t.c d~s:;;.,'1 r;!:-UJç.:i::,, :--.Jl.s lC.'l '-''-'-=-/
destacros a necessidade de ura viatura er t3as ccn!!çe;
para o destacamento da PI{eia Militar, arat!ndo u»ta.r
scgc:-nr.ç.a e trnnq;u.Illd.J.de p.1.r;1 a nos.5:i popul:t;.C'O" aflr.:cu
1
.
o ver3!sr MI9n Eerder.
QURIIRA-HOI.Sl:~;,.s 'RIJAS ASYALLDAS'•.
O vereador IIrsen Ferre!ra LeIte fel autor ds Lndteae
·ater5ada ao Pretelre unitetal,ss1tetrárá <o±éi
de vir1os quebra-molas nas nus ta c!date que estio sedo
pav!metadas, c o coloca;ã de plucas d e s i n a ! z a : s ±v!z.+!
d::, cs ccn~u:.or1i.~~ de- vc[culos. O ',;'Crc':!t'.!o:- !.Ol lcitou t.l::.!l~ - l,
que o pef!to rutc!pal entre e contato cc o enzene!r
repn.7veI d: fira codepav, para_que e2ses que!-1as '
g)an censtru!dos antes da conclusão das obras de pavinr:tal
~.;).O ;---=f:ilt.ic:i cn no_:::::1 c:ld.1dc. ytrc:.0:1 r(.rrclr-;i Lc.lt. _. -· =1
<as cse «e @yetvs e a coruéís «s que."{"?
ev!tar a ocorracla te per!rcsos acidentes na rua; py-.,,}
t-4:u, d r+tente o zstri7tas nis ré;eié, .[;]
tes de velocidade, colocando cr r!sco a vida ts · -
• • .., .. ~:-.:;.n::.€u~· 1
te.
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Com duas
para Melhor
Servir
Atendimento"
ie Primeira
Qualidade
DIOCIRII
S1110
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1 AV. DUQUE DE
1
CAXIAS, 505
1
FONE:"251 - 1091 .,
1
w#mm#
AV. 11 DE
DEZEMBR0,60
FONE: 251 - 1341
'1
_JIRDIM :
-·
'
OMBO IUTO PECAS
FORD - MERCEDES
BENS - CHEVROLET
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ANEXO: OFICINA
rEOAS E ACESSôRIOS
EM GERAL
0 Alo Peças"
E ACESSÓRIOS
RUA ESPÍRITO SANTO, n,, ~:"''
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JARDIM - MS
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/ DO!II Dr! .,n " •
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SAJA
~ ~ABtl: 251-2181 FONE/FA.'1 - 251- •
~ "'
41º - FONE.'RES. 251 - 2879
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JARDIM - MS
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Tábuas, Comércio üe ,1at1ciras em geral .
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INDUSTRIALIZAÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE MADEIRAS BRUTAS E BENEFICIADAS
.RUll MDRCIONILIO IUIRllNS LEITE S/N:
Fones: (067) 495-138 e 495-13g
r--..:-=------------·
Caracol - M
f
.!O ,,
Indicador
Profissional
Advogada
$
RAM.ONG GOMES JARA
nuA M/nlC:A,JU, 1 on
FON8: (OG'I) fSl - 1354
...
VII,/ JNGRLIC/ C8P: 79.240-000
J/HDIM MS
'
t
Lab. Galeno
1,AFOMT61O F ANÁLISES CLINICAS
F:.ner:de 'o, ur!rs , e sngue
OR, A~TOXIO CEZAP PATROCÍNIO
CRF-óJO
, ;!J'l,r.,tório:
Rua !º de Mnlo,60R
ç.:tro- Jard!r - !S
Fone:25I,183%
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ROTIRY EM ação •
"!>!'.JA A>flGô"'
-----
·-··
Advogad_,o
LA1RSON RODRIGUES DUENO
0AB/S 3.050
CAUSAS ClVE1S E CRIMINAIS
Rua Dr. Corrêa,)80 - FONE: (067) 287 - 1129
CEP: 79.280-000
PORTO MURTINHO - MS
l<UJNIÀO 01A /
Presenças dos companheIrcs Ivaldo(Presidente)
iahal(Secretário); Roberval(Tesoure!ro);Eduardo -
(l'rotocolo); 'IJL,11.rnti, HH!ito, !.,rlb11él,l'Jav1o,
Gerardo, Marco Rondon, Marcos André, Mur no, Eder
nel, l ~nnt<J Ce1<ar, C:i1,-,!o l' Cnchlto e éos c:rmvidil
dos Ivaldo Juntor, Diego, Carlinhos, Fel!pe,Cas. !a
no" da Stcretiirla LxecutJv-1, l'a1Jl,1r.a,
l'AI.ESTR,1
Dando lnfclo n sirle dP
palestras, o companheiro
Vlllasantl falou A respeito
do Seguran<;? Pública em RP
1 a Vista, cnf ocando també;
alguns nepcctos da justlçn
em nosso pais, destacou 0
problema da viol~ncla, dou
droga6 e o que pode ser
feito para ajudar as uutorl
dados. Foi muito aplaudido
e todos os rotarianos endn~
saram sun palavras.
Comandante do 22 Pelotão
PH - Tenente Alirio Vil-
1:u;antl. (foto).
Não adianta prendr um rl !
depofs vê-!o olto, nas ruas d cldsd
entranhos ca Ln?os d Let. Iu r de b,
cadela. Noss Ju t!a (fudtclirío)
mais riorosa. f preciso mudanças ,
PRÔX I NAS PAI 1.:. OIA.,
Fisioterapia e
Reabilitação
0111 15/7- aro Rer:don -
PoI Í 1 ,, ela 'f«t«
r!e hoje (! d -- • !1t:â. desaffos.
Dia 29/7 - t:..:rlbalciJ- o p [,.r;.; r, ,, 1 ,,
: u 1 ,,11-
caçÕe :1<1 cociunidac:!e .
Dia 05/8 - Sad Pública em ela Vi tu-'urtu!+
e defeitos.
Dia l2/8 - Xurn110- Hed1c1nn Alt<•rnnt!• ,-·• nt< "
corpo.
FJC.PO!JEL
GLAUCELI FERREIRA GODOY
Fisioterapeuta - Crefito - 8 - ff432-F
C"onviinios: UNIMED, '31 CO DO J'IRAS'IL
TELfil-'S, FASSINCRA
COUL.TORTO: Rui 1! de 'talo,S/! - FOE: 251-169
REI2ENVIA: ''u2 Dr. Ary Colho de O1'weLra,880
iOT. • ~St-'>1:i63
Jl'.RDI!-1.
l.
---------- --
··Labo·ratório ,·
Louis .Pasteur
·Análises Clínicas
DR. LUIZ GOMES BEZERRA
FONE: 251 - 1321
RUA TENENTE BERNARDES, S/NO
JIRDIM MS
1.:.
Ad.vocacia
DR. MARCUS RUIZ
KARAI MBARETE
DR. HtLIO RUIZ
KARAl TUJHÃ
PUA 14 DE MJI0,470
FONES: 2591 - 1012 ou 251
JARDIM
Villnsanti falou a respeito d:u, rwd Id ,,. !!•· "" u
rança que serão toadas durante a Epobl, a dis
trlbuiçio de folhetos explicativos JO& turi&tnn ~
visitantea, sob a coordenação da Policia MIItar e
Rotary Club. Cachlto &olicitou algu~as tolnborJ
çÕes para o restaurante do Hosp'tal São Vente de
Paulo(saca de arroz), Ivaldo coseufu 4 caias de
oléo comestível também para o Restaurante do 'lo6pi
tal, doaçio do senhor Osvaldo Possnrl. A rcur.J~o:
do dia 22 será no Restaurante do,Hospitul no Par
que de Exposições. lvaldo encaminhou a Marco Ron
don o pedido de U."ll.ól lente de contato para uma se
nhora que reivindiccu ao Rotary e&sa doaçnn.
VISITA COM_ JANTAR
Será er.1 agosto a visita do senhor Osvaldo Pos
sari, com uma equipe de Sete Estrelas Embri,ie:; pa
ra uma palestra no Rotary, com jantar.
ASSEMBU:IA
24_24
GIL MARCUS SAUT
VILMlR OE ÃVILA
CAUSAS CIVEIS - CRIMINAIS
ESCRITÓRIO - FONE: 255 - 1313
Resioência - FONE: 255 - 1228
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JOS~ IPIRECIDO DE OLIVEIRA
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RUA 24 DE FEVEREIRO, no 2.101 cxa P.32
FONE: (067) 255 - 1456
FAX (067) 255 - 1402
CEP: 79.290-000
BONITO MS
l'
O Presidente transfomou a reunião ordinária em
Assembléia para tratar de assuntos internos do clu
be, Falou a respeito das palestras, que deverão :
ter no máximo 10 minutos de duraçao,cada companhef
ro terá direito a uma pergunta ao palestrante.Dt
tribuiu os objetivos de cada avenida de serviços:
sob orientaçio do Rotary Internacional. Roberval
falou a respeito da Tesouraria e da contratação de
uma secretária que dará expediente na sede, meio
período, todos os companheiros concordara□com n -
medida.
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Araponga na Escuta
ANTONlü
JOÃO
V5';MI 'TO
O l mpos[ve! é não ter tonta'o o possí
v e· l .
!o No deves rir pouco...porque o ri,o
dável
•'" ,i:10 e], vr , r í r d<.rn<l i u, porque o riao de··
raiado se torna r J <1icu lo,
is e puderes das dificuldades do tu
·vida. Nssim mostrará que és mais que e--
la.
4
0 Não te rias dos defeitos,pois ninguém é
perfeito, nem tu mesmo.
,0 Não te rias dos teus gracejos, nem de -
poiu do tt•-lou Lorminnclo. Do contrário, t.!_
rt1rà toda grnça,
(,Q Aprendn à rir do coração, pois terá da
do um grande passo na ci6ncia.
7Q N3o deves rir cm tempo, inoportuno, po
ie ieuo já tem causado lágrimas a muitos.
80 Não deves rir muito alto porque as gar
gnlhadns causam má impressão.
~~ Ainda que tenha os dentes mais bonitos
do mundo, espere a ocasião para rir.
100 Deves rir somente quando o riso vem do
cornçãol Pois s6 antão o sorriso é verda -
doiro, saudável e cativante.
PÂRA - CHOQUE
-Antes éramos três: Eu, Você e a Felici
dndc.
-Agora que o perdi somos duas, Eu e aSau
dade.
-o amor não tom idade. Está sempre nas
ccndo.
-Enquanto a gente se prepara para vi
ver, a vida passa.
POL1TICA
No momento o Brasil pára frente aos te
l~os, aos aparelhos do TV, aos rádios para
vibrarem com a esperança viva nos corações
pela conquista do Tetra-campeão. Enquanto
isto vai ocorrendo naturalmente, eu já co
meço a imaginar o corre-corro que o pals -
s~ tra~sformará após o término da copa. t
que apos estes momentos do esperanças, de
~i~raçocs começa a luta corpo à corpo dos·
1numeros candidatos que diariamente esta
rao nas ruas, nas praças, na TV no rádio
nos jornais e até em nossas cas~s fazendo:
nos promessas faraõnicas cm troca de nosso
humildo voto. De uma coisa já podemos es
tar certos: esta eleição será uma verdadei
ra guerra fria. Verbalistica. Isto porque
neste pais Ja virou moda, cada candidato -
tenta: sua eleição valendo-se da palavra-.
todavia, mal empregado. Va1om-se dos w11i's
baixo vocábulos, tentando denegrir a ima
gem do adversário. f uma pena quesej a
rim. 'Um p ís de grandes poetas como Cas -
tro Alves, Fui Barbosa, Carlos Dru,ond de
l::ic.'radr,, ele.
Nossos representantes pars serem elei
tos precisam apelar esquecendo-se qus a -
poeia e o poema quando bem interpretados
.t•m um, poc1'!r; de conquista r:;ui to maior que
a ofensa. Fsta eleição não será fácil pa
ra o clcitor,uma vez que serão 05 votos:
Governador, Deputado Estadual, Deputado -
Federal, Senador e Prcuidontc da Repúbli
ca. Podem ter certeza de uma coisa: Scri
assustador o número de votos brancos e -
nulos. Mas fazer o quê? X!.ito é BRASIL! 11 l
MOME:-ITO POeTICO "MUL!lF.R"
-Mulher: mãe, amante, esposa
-Mulher: apaixonada, triste, alegre
-obrigado:
-Por mo amar
-Por lutar por mim
-Por so apaixonar por mim
OBRIGADO MEU D'S:
-Pela silhueta bonita e bem trabalhada
da mulher.
-Pelo bom humor que estava no dia em
que planejou esta linda criatura que vira
minha cabeça.
O9RIGADO MEU DEUS:
-Por ter cado à esta linda criatura a
mais bonita missão: a de ser mãe.
OBRIGADO MULHER:
-Por ser minha mãe, minha esposa, mi
nha amante e mãe de meus filhos.
-Por um dia apaixonar-se por mim.
-Por um dia ser minha companheira.
DESCULPE-}IE ...
-Por não haver te compreendido e ten
tar fazer de você um objeto descartável.
OBRIGADO MULl'ER:
-Você foi a coisa mais linda que acon
teceu em minha vida.
(tlio de Lima Pinto)
FATOS E FOFOCAS
Aconteceu dias 10, 11 e 12 de junho o
20 Arraiá Comunitário promovido pela Pre
feitura Municipal. Muita dança, muitos
comes e bebes rolaram por lá. E o que ti
nha de mulher bonita en~eitando a fes~a -
não estava escrito.
Nesse 20 Arraiá foi criada a sessão -
RFADOS. Muita gente surpreendeu-se com
os alõs. Sobrou até pra mim.
Nesse Arraiá a barraca mais agitada -
foi sem dúvida a da a A. da Escola Aral
'+o nisso. Du ate pra
Moreira. E bota a71 . c a da
Vdil esquecer a bicicleta na
e air gritando aos quatro vento que ht
viam roubado sua mgrela. •
rle i sabendo que ha 8 A. 'cola Ar!
r CU" ~ ~--· .
Moreira há um certo "boy" co o apolido d
"contrabandista de banha", o porquê eu no
:;c.:i. Sua colega não me expli :ou a razão. -
Cuidado com a fiscalização, garot •
llLC'A')O
De: Uma gzrot da Pan'aleão
Para: um garo o da nr J Morciru
"Todo nuncio sabe, todo nundo vê. Só vo
cê não sabe que eu amo você".
Tem um rapaz que por razões óbvi~s o :l
gou-sc à transferência da Escola Pantalcuo
(período matutino) para a Escola Aral_Mo
reira (noturno). Todavia, todas as manhãs,
no hor5rio do recreio. Nosso boy sempre es
tá nas i~ediações de sua ex-escola. Certa
mente matando saudades, não 6,meu amigo?
Eota eu ouvi, num rodeio:
A cachaça vem da cana, a cann vem da ro
ca.
Homem que tem duas mulheres uma é dclc,a
outra é nossa.
Numa rodinha de conversa animada,alguém
culpa alguim de algo ou julga que este sa
be de tudo. Eis a resposta: "Nio sei de na
da. Não venha querer colocar a sanfona no
meu colo que não sei tocar".
TOMANDO TERERr
Quatro amigos, todos casados, certo
dia resolveram quebrar a rotina. Ccmbina -
ram que ap6s o trabalho iriam os quatro pa
ra um boteco "enxugar umas e outras", sem
se importar para as espinafracões da mu
lher. Lá se foram. Beberam todas que ti
nham direito. Quatro da madrugada. o gar
çon os avisa vai fechar. Nio estando sati~
feitos com o grau da cachaçada levaram ma
is uma garrafa. Lá se foram os boêmios na
maior palhaçada, rua abaixo. Chegam à casa
de um deles. Com muita dificuldade aper -
tam a campainha. Sai uma mulher e dá a
maior bronca.
-Que lindo" O dia quase amanhecendo e os
senhores no maior porre na rua.
Um deles interfere:
-~em_bronca minha senhora! vê logo qual
de nos e o seu marido que os outros querem
ir embora.
BEM GF.NTE,
DO POR AQUI.
o l!?APO:-JGA VAI FICM'.-
TCHAU l ! ! ! ! ! ! ! !
ATE A PRÓXIMA
L..
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cu
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~- J ,,.,,,
a.
se {@ -
16aUJulho/94 • _·~ _ ....,
Agauaea
1
·, ~ ~~ /
5
•s-V&ta
cultura de nossa ~~~ - Prefeihlra-:,
gente em uma ~., ' a- V&ta
semana de _ «--.
a f
I ff . i 1
__ Programação da 23ª Expobet
Expos,çao Agropecuária e Industrial de Bela Vista
16 a 24 de julho/ 1994
01a I607 - Sibsdo
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a presença de Acordades Governamentais
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Escici.ial Mtndpol • do P,npl
Vaia a, P,,quo do Expas;çõa
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Dia 171117. Domô,p
08.-0C,, - Aberun do P,,quo do &pc,s.;óa
h- Corridas
IS:!XJ, • foocBol
,a.oa,. Rodeiolvruóar
20.00 - Bale- Sedo 0.bo do 1..iç,
Dlall/ffl•~
08.«tt • Aben,.,a do P,,quo do &pc,s.;óa
09:(XJ, • Dia u.r. pn o c:::r.w,;io
1 a<xh • Fooc Boi
23.00 - Bàle • Sedo do O.O. do Lao
Da 19/7. Terça feira
08.«tt - Berrado P,,quo do &pc,s.;óa
Ih Fot Bai (ful do tornes)
1900 Ladio as Cor (ths e limes
para ra, reria e engorda
f'cnahUil6oo Rinis)
m:u. - Bale- Sede do o. cio Liç,
(Ar,1,,en;no da Ododt,)
16.-()Q,
18.-()Q,
19:!XJ,
08.«II .
09:0CII •
Aberunclo hrque da Espuz,5es
l'ooapndm-
14:<n, . P,,-,a,
l);(X), - Bale- Sede d dbe do Lo
Dia 211117. Qulnla-f.,.
= . ~ do Parque de Ex;,csiçóes
Meno dos Animas e Errega
dos Ptim;c,s
17:<n, _ lrsrio dis equipes e medo de L,ç:,
l 9:<n, Rodeio çrof..,;on,1
2):<n, • llo:1e -Sedo cio Cltbe do uç,,
Dia 22/'07. ~ --
06.-0C,, • ..___.
06:30,. - "':""'"" do P>rq- ... de Epcçes
19:0a, - lioo do tor.,.;o de bç:,
l..,J,o Es;,to:,I Ap. Ccn.,
(Leiloboi Le'es Raras)
Íl<,de;of'r,:,r"""""
lJ:<n, - Bale. Sede do Clube do t.>ç:>
Dia2ll07.Sõbado,
? rude rasa o
"""'"' Renódodos --.--,..,..
99a - saR"
N, {"aroeEquns-
orei , Reprodutores das Rs
tropéis e Eaunes para Rrsd,ao
• Trabalho (Llob Leles Rras
R<>d,e;o pn,f;,,ion.1 )
dule de enrrameno .
Sedodo o.._ do uç,,
Da 207.Dalgo
06ctQ,. Abenin
030a. do P,,-q- e de EpçSes
09-.Ja, ~ T aço de s.-c..,.
lll)Q, = ~ Í>ç:adePnz,,
11:!n, . ~ Ta;:, "-o
14:<n, •. ~ T >,;:a do 0...,,
IS:<n, =
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quando atingidos por alguma reclamaçao do eu4
frui rei ela com rela,ao a preço, elevados {
!"" ,t,• , p •l:i ,p,,11 tcl ulP do ,,eu produto '"'I
do ou vlco, .l
l 1 ,1,,11 .nl.tll• ,d••, íH .. lt,1n qu..:' quem ruc111ua (•hl"I
<p11 r ,•ndl, ,r h1 1 i.1 d1~,t11 c1a;a, <1unnúo níl verd.1<._h-· l,!!
do pede er reolvfdo da manelra mals racional e
huno.mn. respeitando-e, cada qual, r •t.lprocnm(•n-
te o 'I d l !'"t' ito,
!'u'ta., empresas vêem na reclamação corretamen
1
11• d' :, ld1, 1w1 '-'xcet,-ntc.? meio para o aprimora -
1
1t'h•11t .t d,,., ,., tl'·l hl'TV t (;on, AH grnnctc!i empresas man
,té departamentos especializado para tratar do
1
-,,,,.untn, ,,alwnclo dn lmportnncln que ,. o rc,;peitu
ao consuldor chepando mesmo a ganhar grande con
1
,·,•11<' ,•i,1 vi, t ude desse comportamento,
'lendo, como vivemos, numa cidade pequena on
de todo o m11ndn conlH•cc lodo mundo e onde reina
111 r,•,.p, lt,, rcc(proco, ucnnt~ce que ,, comerciante
l'I'.''' ",." r,,7. cl,, hÔho" e tlrn proveito dess<t situ~
1
,.11,, d,• txan,J,, (jlli1He ,-empre o co111;umldor constra~
gldo, que às vezes por educação se deixa crvol -
ver, mesmo que,_consciente de estar i.endo lesado.
Nessas ocasfoes e o fregueR que ncnbn perdun
do pur ter o constrangimento e o receio de ser
1
tndellcndn pnrn com o seu fornecedor ou de estar
querendo - como dizem - "criar caso". l.cdo e"!ll
no! Qunndo insatisfeito com o produto ou com o
,~~rvl~" oferecido, o conHumldor deve por d!reito
1
c l"' r clcvcr, Rí.Cl.,'lAR, pn Is a sun rec 1 nmaçao ao
1
cumPrclante, d3rj neste o direito de EXIGIR do
1íubrlcnn~e qu~ tome a Iniciativa devida para_ a
1&ntlhíaçuo ~o consumidor, seja ele cm decorren -
ela de preços ou de qunltdodc.
1
Aclnn, muito nrlma do ínbrlcante e do comer
1
ct.:nte, deve prevalecer o íl!R~ITO DO CO~Sl'~tlílOR.
I Para os Ignorante~, que naJ querem respeitar
1
c~li<'K direitos, cxltstc um Código de Defesa do Con
,Humtd,,r e os Delegacias cspeclalizada!' e na fal
lta tkstas, as Dclegncl,rn de Policia. Aílnal, quem
,rã,, l.!ntende o 1 lnguo~em do diálogo precisa de
1
nr~um.,ntos mais convincentes! •.•
A partir do momento cm que o comerciante sen
tir a insatisfação dos seus fregueses atravis da
1
r,•clamaçào pondcrnda e justa, terá argumentos 6!_
uros para, de sua parte, exigir do seu fornece
dor.
1 Quem produz bem
n.i tem por que se
, .•tH.:,:,nosn6 ou fuv_l r
que reclama.
U outro Indo itlcu du problema, recomenda tam
bén ao consumidor que nio se}a sistematicamente
1
u-:1 r,.-1..:lamante, mas qut..• !--ól{bn. tambem e$.timular os
,,.,. rv 1 ,os dnqu-, t., que comcrc ia lisa com honradez e
·cem atençao, polis uma carne bem cortada e bem
1
1 h ., , no ~çou~ue, as,;im como um produto bem cmba
Lado e sa'utar do Supermercado, merece um elo -
,,:t,,. que de 11ni.1 ou outra forma, estimula l> comer
1
~ta,t-, a mclhurnr cn<ln vez mais.
1
,,; p<•ssoas dc,·en Ir a fundo na defesa• de
seus direitos de consumido, mas nen por isso de
vem«r de,', ·tese resmungonas buscando chamar a
,.,t~,,~60 par:, sf e parr1 a sua atitude, como que a
«querer servir de exemplo para os outros.
! . Hlrcito é cllrcil0. Xào é motivo para confu
s1!
1
t'uandu um:i rcc lnm.,ç:lo se faz nccessãria, a me
,llt.'r t:itica qu" existe ;; a do respeito, d:i étl::
•l' ~ , ... oa d iscrccào !
! Recfprocam~nte, claro!
•
IOTIGE
e persc~ue o aprimoramento
cscond~r atrjs de propagandas
do contnto com o consumidor-,
ll<: quil lqu,•r fr,r ,1 •·
r-uito 1,nlutar, poc!enao.~
reconhecer que ' o-, nu-;,;~:.
cmerc[antes soubera se
comportar com mufta di
n l cl,,rle e mu I to c l v 1 ,;r,u ,
no~ ~ltJnoq dlns do cru
;:c, tro!
OS LEITEIROS
EXTRAVASAl!AK!
IIIRROS
~ mlst<!t snber que
existe um produto no
ncsso cotidiano :ujo pr,,
ço nunca foi rnzo:tvelc-cn
...
t• juNtn. EBte produto<:
,, LEITE!
Convenhamos entretnn
to, que se consid~rnrmo~
OF preços que vinhnm scn
d~ prntlcados até o diã
JO, devemos admitir, a
htm da verdade, que os
nossos produtores "exor
bitaram".
Esperamos que pelo me
nos esse "alinhamento" -
nos preços do precioso -
produto fique por onde
ri;tá. Amém!
A DISPARIDADE DA
_1'1 SCALIZAÇÃO SANITÃR IA
Engraçado. Os comer -
.: lantes estão reclimando
com justa razno .. - do
nçâo da fiscaltzaçào sa
nitária estadual que an
dou perambulando pl'lo
crmirc!o há poucos dlJs.
dou " ,; 1
reol! ndo pro
dl<·lcf',d, q·,
cados pelos peque
careiros, como que!)
farinha de mandioca, car
íll" dt.: bOl, ttlC. ftl, ,tll
gando a falta de Rels -
tro no Pir.1tl.
No concordam s om
,'s:1~ tipo d" ar !tuJ, •'·" 1
to cr..bora o::io de 1:-.,r.d,, -
de admitir (jUe »e (T,1t.l
de ur::n ir:ipo 'lç,;c, e un.1
e·dg~ncl a legal.
Pensamos que cob,• 11::.1
ju,tlficativil p,1r.1 •. f
, ·.J •ê111:IJ, po!,; ,-;c
Supem,•rcndo~ não pudc·
,oncrc!alizar esse~ pr~
dutos, então devemos
tiri», peofs a eselent
L.ri11.,1.1 cJp - .,.!101.. ! C
"·t«na-Te·i" : i d t1 -
«!hor e quo!fdsde,q
qu tl(,Ul'í , J r I f:1dt1ri,
trL:ltz,1d1, t· ..
1
idtiJ .u.•j
!,,-n <-~b,1l11d 1 ,. t lwl I d,
irerc de reltros,
f. preciso considerar
qu..: º" qu,•i j,,,., " t.,rl
nh,i de mandioca, a a r
ne de sol e a rapadura
aqui produz{das, ão
prC1dut o,, da rn.1 l h 1 •
qual idade.
'-...z;"e..
teu Jesus, eu vos dres I tr 1 - ! • h, u .. f1a t, »» ·l»
tudo, Pa! e Senhor do nlsrse, ois "! 'e, ris, s ]
que fizestes o para!{fco andr, c norte voltar a vlr,
l<.'proso s.,r,ir, 'Ói, t,< ''ti•:.. ,,.;i: .,., •••• 1 !.11,, .i-. rlrt. ,,.i
).~'.•rli':',s,'c•n s:.:i t'S Olvlnv .• ' v l~ .... ,, r, .. r,..., .t!c,1·, r
'Ós 1...st.• 1•r1ndc· .!r.1,., <i"d~- ... , r•, • ..... ; ,;).,..e,., 1 l•:,
versa Convosco str di ax!o !', rli por.» for,
!
dr l.'Ôi ... s:,,, ru curn f,; ,~ c:u::(í.1•.,1 (·, .. iJ, -.a, .1 .•r,1, 1 <. f;). l
FaI D[ln lsui que ants de ter[ar ta cu,r 1 'se t
t..-·n•i COfl''V.>CO o~ <1Lt!o 1..'U ,11<.·,!nc,· :,f 1 ··r.1;, t ! 'H :·, ..,v nJ I• • 1
c.o rattdio tu'lIcarei esta 2raio ar ·ue os outro, '
]recisam de 'ó, aprntar 1
1
,' ,· t.Ol'!rl.1'1..,,1 d.1 •·,,,.,., 1 ··1., ri-
1
1
r<,',rc1t,1, -!p "cus rasos as,lz coo o sol flurfra r • .,., _;
!g dias o armnheccr, testemunha nasa contra. Asa« t. '
onfIana m 'ós. Cada vez rals aunta rfmt,« ! Ar
! r.11-',1 .-itc.rn··1d:t. (!?.tº,l{,)
TODO CIDADÃO TEN:
D I R E 1 T O E D E V E R
A Vl'.Z UA'i
PANIFICADORA'l ..•
A p-,nl fIadoras da
idade to sendo alvo
de muitas rei Lamaçuet
por parte d,., donas de
,s, 1, ']IH!,., cit ·pio d,•
outr,,:, t.!d,1dL't,, rrflitr:1.,_111
cln c.1 I tn c.:ix:1S!,f'T,!rh rlo P,io
zInho Franco, no ilt!
'""" cl fass da exlt@nela -
do Cruzeiro.
N.",o ;,cr,dit,amos, ,;al
vo Justa comprovação de
plnnilha~ do custos, que
tcnhn hovldo justlflcnt!
va para o aumento.
E chegnda a hora da
clnsHc de Pnnificadores
nc conHcicntizarcm da
suo influincia e do seu
peso nos n[vels Iníloclo
nárlos dn moeda, pois -
são eles os responsáveis
pela produção de um pro
duto que tem presença or.
segurada na mesa dobra:
sileiro.
Na próxima semana se
rá realizada uma PESQUI
SA DE PREÇOS em todas as
Panificadoras dn cidade,
não somente para seco -
nhecer as hases de pre -
ços do pãozinho francês,
mas também, de toda a 11
nha de produtos do gênc:
ro.
Calma gente!., mal~
consciência!
Estamos entrando numa
era em que os Ranancio -
sos ficarão no m~io do
caminho, pois o povoes
tá aprendendo a exigir e
reclamar com mais veemen
cio.
O EXEMPLO DOS
SUPERKERCADOS ...
• dJrf 11.
A nfve! n!anal, '
1 - l. 1 v :.: l! r r ,.. ,d • ; -
r, 1 no peços t r -,
dt Ih • '• .d:id, te
Ka pesquisa de preços
levada a efeito e publi
cada na Ültima edição ,
ficou amplamente demons
trada a bon Índole dos -
proprietârlos de Super -
mercados da cidade, onde
tivemos a oportunidade -
de mostrar, num trabalho
sér!o, que os preços se
mantiveram - com poucas
excessões - num patamar
bastante aceltâvel.
É opinlRo genernliza
da dos mercadistas da ci
dade, que nos próximos::
dias será registrada uma
considerâvel baixa nos
preços dos produtos, po
is os primeiros represen
tantcs e vendedores doi
atacadistas fornecedo
res, começam a aparecer
com preços bem melhores.
Parece que - até que
P11flm - as pessoas come
m a ucredltar que
ulto melhor mantermos -
usa moeda valorizada,mes
m, sabendo, que ganh5-w:
e terna um pouqu'n
Casa de Carne Sadia
DE: ANTONIO CASANOVA
Carne de suíno, Bovino, Frango, Linguiças mistas e de
suíno, queijos, banhas, geléia de mocotó, torresmos, etc •.•
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