TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1541_23_08_1994 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1541_23_08_1994Número da edição1541Data de publicação23 de agosto de 1994Número de páginas12GeoCoordenada -22.107271133355592 , -56.531184091967404 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1541_23_08_1994 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto TRIBUNA DA FRONTEIRA --- DELI VI8T// MS 23 DE AGOSTO DE 1.994 - TERÇA-FEIRA r oe a o . ao. ta teast e /N0:22 NP: 1.5'11 DIRETOR RESPONSÁVEL: IVALDO PEREIRA R$ - 0,50 ELEIÇOES 94 f ALINDO ft VERDI DE, O POVO SABE O QUE QUER l l Sen. Wilson Martins Depois do furacão "collorido", quedes truiu sonhos, mas não esperanças, o po vo aprendeu a sepa - rar o joio do trigo. Falando a verdade, o povo sabe o que quer. E está cansado de as sistir, via horário gratuíto, pela teli nha mágica, cenas dantescas de candida tos que falam, fa 1am, falam-e não di zem nada. Só criti - cam. Basta de críti- Sen. Levy Dias cas, queremos solucó es. Nóa e o povo. Respeitamos o can didato ao Governo do Estado, Senador Levy Dias, afinal, um ho mem que começou sua vida como caminhonei ro, depois sargento do Exército e hoje é uma das grandes for tunas do Estado mere ce elogios. um grande político da capital. Mas Levy é Levy , Pedrossian é Pedros- 1 Dep. Waldemir Moka sian. Não vamos mis turar as coisas, Pe drossian é um caso à parte, ninguém pode usar o seu nome, mes mo porque o Dr. Pe - dro lançou três can didatos, Rigo, Schi midt e Valdemar, e a tal da União ou Pacto não aceitou qualquer um dos can didatos de Pedros sian. Outro fato que vem sendo explorado pelo candidato Levy %# gjjpi% $fel1/1/i$%%% 2 a! "jfi)!l #« Antonio Carlos Arroyo Dias e seus compa nheiros, é a preten sa afirmação de que o Dr. Wilson fecha - ria a Universidade Estadual, é MENTIRA, reavaliar não é fe - char, e aperfeiçoar, melhorar, lembrando que a Educação sem - pre foi objetivo do Dr. Wilson. o povo já deci diu. Vai eleger Dr. Wilson Martins. E vai eleger Fernando Henrique Cardoso Pre Sen. Rachid Derzi sidente da Repúbli - ca. E Lúdio Coelho e Rachid Saldanha Der zi para o Senado. o povo não quer aventu ras. Quer experién= eia. No tocante aos candidatos à Deputa do Estadual, o povo sabe, MOKA e ARROYO, , de uma maneira ou de outra, SEMPRE estive ram colaborando com a nossa região. Arroyo desde os T .- M ELI o Governador do· Rotary Club, Distri to 4470, Gedson Jun queira Bersanete, em companhia de sua es posa Anice Rahal Ber sanete, visitou nos= sa cidade, dia 16 pp, numa visita de traba lho e congraçamento. Foi declarado hós pede oficial do Muni cipio, sendo recebi do na entrada da ci dade pelo Presidente do Clube, Ivaldo Pe- - I:.< - . Gov. Pedro Pedrossian tempos de Moraes, MO KA, este é o Deputa= do que carrega den - tro de si a chama do SERVIR, e sempre ser viu o Sudoeste. f': uma opinião. Basta de engana - ções. (PP) Página - 07 Moka e Sperafico visitam os Bairros da Cidade e==- ~ -' - . de u o s}. ~- .. O Governador Gedson foi recebido pelo Prefeito Abraão Zacari- a.triiceis O Rotary Club de Bela vista, com a co laboração da Prefei ura Municipal - Ad ministração Abraão Zacarias - da Gráfi a e Editora Apa e do Empresário Osval do Possari (leia -se Suplente do candida to ao Senado Rachid Saldanha Derzi) pro moverá no mês de se tembro Concurso Li erário com a parti cIpacão de estudan - tes do Município. k O tema desse Con- curso será "CONTOS BELAVISTENSES", cada participante poderá concorrer com até 3 trabalhos, no mínimo auatro laudas cada um, serão seleciona dos vinte contos os quais serão publica dos em livro. Os cinco primei - ros-colocados recebe rãa prêmios em di nheiro, a coordena - cão do Concurso fica rã a cargo da Profes sera Enoly Loureiro de Assis e do Profes ser Paulo Melo, Se= cretário de Educação. BELA VISTA GANHA SALA DE AULA PARA CAPACITAÇÃO A DISTÂNCIA DE PROFESSORES Centenas de pessoas e lideranç.as comunitárias prestigiara.-n reunioes nos bairros Os candidatos à Deputado. Estadual ·Taldemir Mok.a e à Depútado Federal Dil so Sperafico, acomoã nhados do Prefeito· Municipal Abraão a- carias, Vereadores,Pre sidente da Câmara MunT cipal, Secretário João Kalife, visitaram no ül timo sábado os Bairros Água Doce, Baixada Co rinthiana, Primaveras, reira, sua esposa Ma ria Estela e o PresI dente entrante, bie nio 95/96, Marco Rondon de Oliveira. as Parque das Primave ras, Itaboraí, Cos ta e Silva e Baixa da Fluinerse, man tendo reuniões co.a os oradores. Página - 06 2 !!lt s a 1 p PORTEIRI LEIL ES • RURIIS · ÇE·RftZI DE BONS NEGOCIOS UMA EQUIPE ESPECIALIZADA PAA SERVIR VOCT 'TODMNS AS SEGUNDA-FEIRAS LEILOES NO 'TATERAL, DA ANTA RI'TA DA PORTEIRA OHGANI?.IMOS, Pl30GH/MAMOS e o J.IJCHO r. sr.u PONP. 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Fore: 3844008 - Fax: 384-4931 - Serviço de Coleta: 382-2472 Entregas a Domicilio em Dourados, Corumbá e Ponta Porã. Cidades Atendidas: Água Clara, Antonio João, Aral Moreira, Amambal, A_nastácio, Anauriiãndia, Angélica, Anhandul, Aquldauana, Apareclde do Taboado, Bataiporã, Bandeirantes, Bataguassu. Bodoquena, Bonito, Bela Vista, Caarapó, Camapuã, Cassilãndia, Campo Grande, Chapadão do Sul, Corguinho, Corumbá, Coxim, Costa Rica: Coronel Sapucala, Deodápolls, Douradlna, Dourados, •.Eldorado, Fundação Bradesco, Figueirão, Fátíma do Sul, Glória de Dourados, Guia Lopes da Laguna, lguateml, ltaporA, Fazenda ltamaratl, lvinhema, Jaraguari, Jardim, Maracaju, Miranda, Mundo Novo, Nova Andrndlna, Navlrnl, Nioaque, Nova Alvorada, Paraiso, Paranalba, Pontinha do Coxo. Pedro Gores, Porto Murtlnho, Ponta Porã, Rio Brilhante,• Rio Negro, Rochedo, Ribas do Rio Pardo, Rio Verde Selvlria, São Gabriel D'Oeste. Sidrolãndla. Sonora. Tacuru. Terenos e Trés Lagoas FABRICA DE TUBOS LTDA TUBOS DE CONCRETO, CIBROCOS, LAJOTÃO, PALANQUES, MUROS E ARTEFATOS DE CIMENTOS EM GERAL ** ATENDE PEDIDOS DE PREFEITURAS** RUA GAL. RONDON,215 FONE: (067) 255 1202 BONITO.- MS .Casa de Carn.e Sadia DE: ANTONIO CASANOVA Carne de Suíno, Bovino, Frango, Linguiças mistas e de Suíno, queijos, banhas, geléia de mocotó, torresmos, etc ... •o AÇOUGUE NOMERO l DE BONITO" ATENDIENTO NOTA 10 E OS PREÇOS SÃO CONVIDATIVOS RUA LUIZ DA COSTA LEITE - FONE: (067) 255 - 1475 BONITO - HS Tribuna da Fronte.ira FUNDADO-Elf: H D6Rio REAL ?0/ 02/1972 DIRETOR-REDATOR Cill:FE: IvaJ.ào Pereira EXll!PLAR: R$ O ,50 GERENTE COMERCIAI.: !faria E11teL'l Vel.'1sques Pereira SECRETÀRIO D~ REllAÇÃO: Uhaldíno Rodrigues ASSINATURAS: , REPORTAGENS: Joi'io Carlos Velásquez, André Ávafo e SEMESTRAL: R.$ 45,00 Fin:úno de Rarros ANUAL: R$ 90,00 REDAÇÃO, DEPARl'AMÊNTO CO!ill!CIAL E PARQUE GRÁFICO: + OS ORIGINA'r.s D!_ Avenida Tribuna da Froateira,564 - CAIXA ?OSTAL - VIADOS Ã REDAÇÃO NÃO 23 - FONE: (067) 439- 1410 - tELA VISTA - MS SERÃO DEVOLVIDOS. OS r ÃRTlCOS ASSINAOOS , NÃO SUCURSAIS: JrdLr, Porto urtinho, Antonio João, REFLETE NECESSARIAMEN Bonito, Caracol, Carpo Grarde e Correspondentes n: A O?INIÃO DO JORNAL e Brasília e Sao Paulo Propriedade da Rede Belavistense de Joratu - LTilA 7C-F - 15.513.207 0001 90 • i FILIADO Ã: ADJORI E ABl!AJO!'! 6% CEREAIJSIA, MDBURIL. III. 7 {Compra e Venda de Cereais em Geral SOJA. MILHO. ARROZ. FEIJÃO. TRICA>. AVEIA. ETC.•.·. Comércio· de Produtõs Agrícol~s em Geral. TILEFAX:(067) 435-1285 E FONE: (067) 435-1336 SEMENTES, ADUBOS, HERBICIDAS, lNSETlC1DAS, LUBRU'ICANTES, ETC DST(FAZEMOS A BASE DE TROCA) DST ROA JOÃO NUNES, 200 CEP:79.910--000 .. "ACREDITADO NO HOMEM DO CAMPO" I, AI, TPIRUNA DA FOTEIA o BELI VISTA GINHI SILI DE IULI PIRI CIPICITIIÇÃO I OISTÍINCII DE PROFESSORES Atendendo a um ref?Indicação apresentada pela Vereadpra 0rlanda Freitas dos {Santos na Cara Munt c'pal, o refie!to Abraão Armou Zacarta e o Deputa do Estadual aldenlr Moka '1oram,a aquistção de j um antena parabólica para o núcleo Educnaclona! de feia Vista, destinada a equipar una sala espettal pra a cape1taço a distincl dos professore e - coordenadores da rede educcionn', tanto estadual, como pnrticuiar e munlcipil 1 • A aquisição da antena parabólica 1n!ctativa que teve total apolo da chefe do núcleo educacional de Hcln V!nta, profesHora Cleide Rodrigues, possibil! tara a transmt+não direta dos programas educativos da TV, do Rio de Jnnetro. ~ todos os educadores de Pnln VtRtU, [actl1tnndo e incentivando o exercício do prerder a ouvir, discutir, trabalhar em grupo e colaborando em mu!te para a elevação do nível de ensino em nossa ctdude e pra o crescimento profls s[onal e todos os nossos profissionais que mil1 = tam na rena educaciona!. 'lelhornr :, qunl_f,111,lc do ensino e encontrar solu coes adequadas para os problemas identificados são os prncipn!s objetvos da capacitação de recursos humanon a distincla. sala de aula para a c!tcio a distancia do professores, equipada com antena parabólica Sai Edital para Construção da Ponte de 1.700 metros sobre o Rio Paraguai 1 1 l Deverá ser publicado esta semana o edital de concorrência pública pa ra determinar a empresa responsável pela constru cão da ponte de 1.700 ne tros sobre o Rio Para guai. Financiada pelo Fundo de Desenvolvimento da Bacia do Plota (Fun - platn), a obra elimina o Ültimo obstáculo natural que ainda contribui para o isolamento de Corumbá e cumpre decisivo papel no processo de integra - cão latino-americana a - partir da ligação rápida e segura com a Bolv!a e com os demais países do Cone-Sul. À ponte será erguida em Porto Murtinho e aten de as necessidades de transportes sobre o Rio Paraguai. O projeto ori ginal foi modificado, re duzindo-se o vão princi pal de 147 poro 80 me tros de largura, bem co mo suprimindo-se um dos môdulos da estrutura, o que representou uma redu cão de 207 nos investi - moncos necessários para a execução da obra. Hoje mais de 300 carretas,por dia, carregadas com insu mos agrícolas e equipa: mentos utilizam o trans porte por balsas naquele ponto do Rio Paraguai, - onde o tempo de espera - para travessia chega a ultrapassar 3 horas. O volume de produção e das exportações vai ser aumentado acentuadamente a partir da conclusão da ponte, haja vista que o - transporte é caro e demo rado, além dos riscos que acarreta. As ferrovias da região não suportam ovo lume de cargas e o Rio P~ raguai, por sua vez, sô - suporta grande tonelagem a partir de Porto Murtinho o que inviabiliza o erans ,porte por hidrovia. Com ã ponte, o transporte fica rá mais ágil, seguro e e conômico, representando o surgimento de urna nova e ra no desenvolvimento de Corumbá e municípios viz! nhçs. O Governo do Estado es tá concluindo o processo de ligação de Corumbá ao restante do Estado e do - País com a pavimentação - do trecho de 30 quilõme • tros da BR-262 entre KM- -·-- -- 'ereadora Orlànda Freitas dos Santos 30 e o Rio Paraguai, trecho que não tinha co bertura asfáltica. A li gação em sentido contrá rio, ou seja, entre o Rio Paraguai (Morrinho) e Corumbá, num total de 60 quilÕmetros também - está tendo a sua restau ração concluída, assegu rando assim o acesso rÕ doviário confiável a CÕ rumbá. INTEGRAÇÃO LATINO-AMERT CANA A ponte sobre o Rio Paraguai cumpre um im portante papel no pro cesso de integração la tino-americana e, prin cipalmente por isso, a proposta do Governo do estado para financiamen to pelo Funplata fo z colhida. Vencido o Último bstáculo natural de o- ##tttt## ##»»#w hha, PANTANAL - No Pantanal de Aquidauana a vacina- ção já foi completada, mas o levantamento anda - não chegou atê a Secretaria, dada da distância e dificuldade de acesso. Quanto ao Pantanal de Co rumbã, a Campanha teve início no dia 15 e vai ntê Embora O projeto da o final do mês. P onte seja funda-ental O balanço total da segunda fase da Capanha de '" ************************ Multivaclnação de 94 em Mato Grosso do Sul deverá - ser divulgado depois do dia 24 de agosto, prazo - dado aos municípios para o levantamento da cober- FERIADO HENRIQUE: MIM E R$ 40 SO COM_ PREVIDENCIA RESOLVIDI a cesso a Corumbá, o Bra sil liga-se à Bolívia - por rodovia, aproximan do un mercado que tende a crescer com a 1plan tacão do Mercosul. no Mercosul, a venda de gás natural da Bolívia para o Brasil, com en trada do gasoduto a par tir de Corumbá é, sem di vidas, o·evento econo mico de ma!or repercus - são a curto prazo. O gás abrirá enormes perspectivas para um no vo mercado, tornando Co rumbá um dos polos míne ro-siderúrgico de promi nerais da reglão. O intercâmbio comer cial da Bolva com o maior centro industri al do ra!s (São Paulo) será muito maior com a - construção da ponte so bre o Rio Paraguai, si tuação que tende a conso l1dar as relações econô micos bilaterais e ln= tegrar Rrasil-Bol!via no mercado Sul-americano. GOVEPNO MS O FUTURO AGORA dqu!rfd , fi está une1onande na e ola 'era Gul ires Lourefro, oh a coordenação da professora lga Laranjeira, no horário das IR:O a. 2:0 Ho ras, com pro'essores de 1 à % séries e arde uadores, Nesta iltfma quarta-feira, dia l/,reens hori rio, aconteceu a aula inaugural, que cuntou cm á partfctpação da coordenadora, pro'erra Ola, da Vereadora autora da relvfndfcacio desse beneffcfo Orlanda Freitas dos Santos, que também' educado rn e atualmente diretora da escola Dr. Joaqufm Murtfnho e também dos professores Lufz, Mar1I ne e V!rginea, da escola Dr. Joaquim MurtInho, João Hnrcio e professora OlInpfa, ambos da rede muntct pal de ensino e n professora Expcdlra, coordennd! ra da escola Vera Cu[maries Loure!ro. Campanha de Multivacin é Prorrogada Durante rodo esta semana- de 15 à 19 de ao:. to a campanha de Mult!vacinação continua em to do o Estudo, pura garantir a meta de 957. de cober tura contra a poliomielite, o Harampo, a difterl= a, o tétano, coqueluche, a tuherculose e o tétano neo-natal. A prorrogação é de Inictativa do MI nistério da Saúde, paro todo o Brasil. Em Mato Grosso do Sul, os postos de saúde da Capital e do interior estarão atendendo, para completar estn - segunda etapa da Campanha de 94, realizada no sa bado, 13 de agosto. O balanço parcial de Mult!vacinação, em Mato - Grosso do Sul, divulgado pela Secretaria de Esta do da Saúde, já aponta o Índice de 79,987 da popu lação menor de cinco anos vacinada contra a poli~ mielite, principal alvo da Campanha. Este percen tual corresponde a 2ó0.050 cr1ancas 1muntzadas, - dentro da meta de 250.103, estabelecida pela Se - cretaria. Os outros dados preliminares apontam a seguín te cobertura na Estado: tríplice (difteria, téta no e coqueluche) - 18.6444 menores de cinco anos - vacinados; anti-sarampo - 9.940; BCG (tuberculo - se) - 2.23, lembrando que Campo Grande não ofere ceu esta vacina na Campanha, por ser sistematiza da nos postos e ter excelente receptividade, du - rance todo o ano. A toxôide tetânica, contra o tétano neo-natal atingiu 29.782 indivíduos maiores de 07 anos, 1n dependente de sexo. A técnica Kátin Barbosa Lima, do Programa de Imunização da Secretaria de Estado de Saúde, lembra que o baixo índice de gestante - vacinadas nesta campanha contra o tétano neo-na - tal não significa um dado negativo, mas sim o con trârio. Segundo ela, as gestantes têm, no acompa nhamento médico dos nove meses, recebido rigoros~ mente as doses vacinais necessárias~ segurança - dos filhos. Da mesma forma, destaca a técnica, a BCG têm - sido aplicada nos recém-nascidos, graças aos cui dados das mães, orientadas jâ no trabalho de por to. Da! o baixo número de vacinações nesta campa- O candidato Fer nando Henrique, da - coligação PSDB-PFL PTB, anunciou que pretende dobrar o va lar do salário míni mo, passando dos R$ 70 de 1 de setembro próximo para R$ 140 no quarto ano de seu governo. Para que isso seja possível no entanto, o Congresso Nacional deverá aprovar alguma forma de financiar a Previdência social, que paga hoje o sal! rio mínimo a 11,5 mi lhões de apQsenta dos. "Nunca fui contra aumentar o salário - mínimo para 100, 200 ou 300 doláres. O problema ê como a Previdência vai pa gar cs aposentados e qual o salário mini mo que a economia brasileira suporta" explicou Fernando - Henrique. . Ele lembrou que, para cada R$ 5 de - aumento no mínimo - há um custo adicio nal de US$ 450 mi lhões por ano para a Previdência So cial. Se o minimo - for elevado com mui ta rapidez,conforrne os economistas que - preparam o plano de - governo de Fernándo Henrique, poderá ha ver aumento do desem prego, por existirem empresas que não con seguiriam sob.revi ver. O Governo Itamar não elevou o salário mínimo, conforme Fer nando Henrique, por que o PT e o PDT o bstruíram a revi são constitucio - nal do primeiro semestre deste a no, impedindo uma tentativa de se re solver o problema de financiamento da Previdência o cial. "Não fosse a o bstrução, podería mos ter resolvido esse problema. E agora os parti dos que apóiam meu ai versãrio acusac o go verno de não ter au mentado o mínimo, sendo que eles impedirar.i a solução. Isso é demagogia. :E: hipocrisia. E tentar 0nganar os e oi+-, " ve o! ;_ s r ade • O Senador Pachid Saldanha Derzi disse que não haverá solu çio para os qraves - problemas económicos e ociai do País e de Mato Grosso do Sul em que haja um planejamento regiona lizndo dr dcnenvolvJ mr.uLo. O Senador, candi dato à reeleição, ex plica que, seja pela escassez de recursos, seja pela deficiente dotação dos fatores, ou por circunstünci as históricas e poli ticas, "o crescimen to econõmico não se dá homogeneamente , ou seja, o crescimen to é localizado e não disseminado por todo território. En tretanto, os proble mas de natureza só - cio-econõmica decor rente dessa falta de homogeneidade atin - gemo Estado, e o Pais, de forma gene ralizada", ressalta Rachid. Na opinião do Se nador, para minimi - zar todos estes efei tos o futuro governo deve formular politl cas (regionalizadas) que objetivem, funda mentalmente, a redu cão das desigualda - des sociais e a me - lhoria da qualidade de vida de uma ampla camada da sociedade, que não tem acesso - as condições mínimas de sobrevivência. "No Nordeste e no Noeste (Pantanal - Norte), em razão de especificidades re - gionais - lembra Ra chid - esses proble mas assumem uma di - mensão particular , que impede que sejam solucionados no âmbi to de uma política:: global e pelo funcio namento eficiente - dos mecanismos mercado. Por esta razão emerge a questão re gional e o futuro go verno deve formular políticas especial - mente concebidas pa ra a promoção do seu desenvolvimento". de alocação de recursos públicor..;". Com iuao, rcuumc Rachid, os Estados e Municípios, juntamen te com a iniciativa privada e o próprio sociedade civil, pas sam a ter um papel - importante e decisi vo no enforco para o desenvolvimento re - gional. Fundação que deixa de ser exclusi va das lideranças pÕ liticas. - SUGESTÕES SEM CLIENTELISMOS Diz o Senador que para tratar da ques tão regional, o Esta do não deve adotar posturas clientelis tas, assistencialis tas ou paternalistas, "baseadas na destina cão desordenada de recursos públicos e concessão pouco cri teriosas de incenti vos fiscais". Ele lembra que a Consti tuição de 88 transfe riu à Estados e Muni cipios parte signifi cativa da receita - tributária, o que im plica a necessidade de transferir, tam - bém, a responsabili dade por ações públi cas. "Na prâtica - res salta o Senador - a descentralização dos gastos tem o mérito de aumentar a capaci dade de ação no com bate aos problemas que lhes são própri os, além de conferir maior eficiência à Com o registro de que o objetivo final e o de obter melho - res condições de vi da pará a sociedade como um todo, da for ma mais igualitária possível e a partir de esforço concentra do e conjunto, o se:: nador sugere algumas diretrizes de desen volvimento regional, "pelas quais vou lu tar no Senado depois de reeleito". O primeiro ponto é a criação de condi ções para o cresci - mento integrado, au to-sustentado e espe cialmente equilibra do. O segundo ê o en caminhamento de a ções direcionadas pa O Vereador Edival do Luiz Outra Var - gas, o Luizinho, do PMDB, falou em Igua temi que o seu apoio à candidatura de Dil so Sperafico para De putado Federal faz parte de um projeto político comprometi do com a honestidade e a moralidade. "A candidatura de Dilso Sperafico re presenta a conscien tizaçâo da população sul-matogrossense na busca de políticos - sérios, honestos e competentes", falou Luizinho. No livro Telecomuni cacções-histórias para a história (1990}, o gal. Alencastro e Silva de· fende a tese segundo a qual não existe uma for tuna que não tenha vin do do esterco. Seu inte resse advêm do fato dê que o general foi o or gartizador da TELEBRÁS , tendo o seu nome asso ciado à recuperação do serviço telefônico bra sileiro_que, antes da - Revoluçao de 64, havia entrado en colapso. Tra ta-se, portanto, de um personalidade represen tativa do grupo militar que assumiu a hegemonia naquela Revolução. ~ - coisa, portanto, dos nossos dias. O general acha ainda que aquela o rigem escabrosa da ri- ra o atendimento das necessidades bási cas, erradicação da pobreza absoluta da miséria, asuegu - rando condições para uma distribuição ma is equitativa da ren da e da riqueza. Já o terceiro pon to é a elevação sele tiva da competitivi dade da produção re gional1 e, finalmen te, reverter tendên cias de deterioração dos recursos natura is e do meio ambien te. Por último, con - clui o Senador é con veniente fixar-se - que o centro de eS - tratégia de desenvol vimento regional fun damenta-se na expan são econõmica com de senvolvimento sociaC através da interação de ações resultantes de investimentos mul ti-setoriais locali zados (com aproveita mento de espaços po:: tencialmente rentá - veis), articulando - se projetos prestati vos à base econõmicã regional. Senador Rachid Saldanha Derzi - (fo to) Vereador Luizinho de Iguatemi diz que Candidatura de Sperafico Representa Compromisso com a Moralidade número de votos. da segurança da re - Sobre a eleição- gião fronteiriça. de três de outubro , Proprietârios rurais, ele diz que o momen- comerciantes e traba to é de reflexão. lhadores em geral vi "Devemos votar em vem ultimamente ater pessoas que realmen- rorizados com a fal:: te estejan comprome- ta de segurança". tidas com a nossa re Como Presidente - giâo. Dilso Sperafi- da Câmara de Iguate co serâ o nosso re - mi, Luizinho informa presentante na Câma- tizou os serviços do ra Federal", disse. Legislativo, iniciou Na mesma oportuni a construção do pré dade, o Vereador rei dio próprio da câma vindicou maior segu- ra e desenvolveu seu rança para a popula- principal projeto , cão. "Os nossos re - como ele mesmo diz , presentantes preci - "a valorização do Ve sam dar uma atenção reador". Projeto de especial a questão - Lei que dá isenção NOSSO ÓDIO ~O LUCRO E À RIQUEZA O Vereador Luizi nho é o atual Presi dente da Câmara Muni cipal de Iguatemi e obteve o maior indi ce de credibilidade dentre todos os Ve - readores do Estado - em pesquisa realiza da no semestre passa do. "Sempre procurei fazer um trabalho - voltado à comunida - de, principalmente com a população mais carente", falou o Ve reador. Luizinho es tâ exercendo o seu segundo mandato como Vereador e foi elei to em 92 com o maior queza corresponde a "de terminismo do regime ca pitalista"(obras citadas pãg.133). • A aversão ao lucro e o Ódio à riqueza acham- se sedimentados em nosso país desde o século' XIIII.· Há aqui uma enorme con fluência entre o que es crevia os publicistas e a atuação concreta da ln qulsição, voltada prefe: rentemente parans pes soas bem sucedidas. No século XVII, notadamente no período filipino, o grupo de empreendedores que assegurou ao Brasil o predomínio no mercado mundial de açúcar podia agir com relativa desen voltura. Graças a lsto - chegamos a ser territó rio .lto mais próspero que os Estados Unido~ no resto período. Nosso de cl{no ocorre na prirei ra metade do século XVIII em que pese o surto mine rador(ouro), cujo lucro foi aplicado na constru cão do Convento de Mafra, em Portugal, e nas igre jas de Ouro Preto, no Frasil. Enquanto a.lnquisicâo mandava paro a fogueira os empreendedores que in genuamente se mantiveram ao alcance de sua mão,os principais puh!icistas - da êpoca ocu pavan-se de combater a riqueza. Tomo aqui o xeplo de Feliciano de Souza Nunes(1730/1808) , que era o líder da Acade mia de Letras do Rio d Janeiro, entio dencina da de Academia dos Sele tos. Nos discursos polf- tico-morais(l758) adotá o mesmo tom do gal. Alen castro e Silva"As maio res riquezas que pode lo grar o hme é a salva cão, a liberdade e a vi da. E se com a riqueza - excessiva a salvação se arrisca, a liberdade se perde e a vida se estra ga, como não virá o ho re a ser tanto mais ne cessitado quanto for ais rico"- é a tese geral de que parte). E, em rela cão à sua ore sórdida (na resma fora como o general associa riqueza a eserco), escreve Souza Nunes: "que penetrando -. os ricos no centro da t terra vão buscar as ri quezas à resa região dos mortos". t :o:uito an-: tiga e a arraigada a 1d&ta de que o inferno poderia do IPTU ao aposenta do, que reduz os im postos para as micro empresas e que auto rizam o Executivo a arrendar áreas para o plantio de cultu - ras de subsistência são os destaques do Vereador iguatemien se. Em plena campanha para Dilso Sperafico no Município de Igua temi e na região,Lui zinho tem a certeza de que o Estado esta rã muito bem repre - sentado na Câmara Fe deral. - encontrar-se no Centro - da Terra(Dante atri bui-lhe esta posicão,pre cisaente em baixo de Jê rusalé), onde haveria, labaredas incessantes( a fogueira da Inquisição - seria o comece dessa lon ga trajetória). O gal.A lencastro e Silva, uico provnvelmence, não tem - os discursos político-:o:o rais, de Souza Nunes, co mo livro de sabedora(e bora a Ac.de1a Brasilet ra de Letras ,o tenha - reeditado recenterente). A failiaridade (e a si tonia) que revela e ze lacào às suas teses pro vêr de outra fonte: a ro ral social contra-refor Dista que atê hoje cons- • titui a grande realidade. (Agência Planalto) l ' O R I ETA D O R • C O M E R C 11 L 1 • ·DIOCIRII' SINTO ;··1110110 ' L -Com duas para Melhor Servir Atendimento" de Primeira Qualidade .. ., ! AV. 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'g) ANO INTERNACIONAL DA FAMÍLIA 1 9 9 4 1 Realida·de do Casal ---·-----/ la da, renalidades mnfi belas do mundo é, sem - düv1da, o casl, O homem não existe para n oll - do. Deu, o Altíssimo e Criador, fez o ser humano como homem mulher, Não exitem, homem e mulher, pra n solidão, 'o feitos para formar uma unidade na d!ver+Idade, feitos para serem casais, A.J'DA MD'TUA No cessará nunca a peregrinação do masculino em d!reio do fenln!no, Há um apelo i uniao. Nin - uén se casa por cr@ncia, para fuglr de situnções Incomodar, por mera "fata!idade", Homem e mulher - precisam viver unidos para se ajudarem mutuamente, Um coloca à dlsposição do outro o melhor que tem - em seu Interior no sentido de renalizar o outro. Nesse Jogo de serviço hã ajuda mútua. Um comp)e menta o outro, e, nese jogo de complementação, há uma felicidade a dois e depois com outros. As r1que zs de um, os talentos do outro, as caracterfsti - cas de um e de outro se juntam e, nessa junçào,re~ llzam o belo serviço de mútua ajuda. Quando as pessoas se cnsom, visum dar o melhor de si que o cônjuge sej:i profundamente feliz e eh! ue à realização. Ninguém tira alguém de seu un!ver so para torná-lo medíocre. Há muitos aspectos nessa realização: ser esposo, ser esposa, ser pai, mãe, ser profissional, ser homem e mulher de Deus, ser cristão e cristã em profundidade. A ajudo mútuo se dá cm todos esses campos. A DURA REALIDADE Não poucas vezes, vemos casais ou pares que nao souberam construir sua conjugalidade. Vivem um ao lodo do outro, Alguns, depois de uma caminhado, se param-se e buscam novo companheiro ou nova compa - nhelra. 0.1trus vão rolando normalmente pelo tempo e pelo espaço. Vivem como estranhos, mesmo tendo cer tos momentos de união Íntima. Por vezes, alguns se dão conta de que vivem numa pensão, mas não soube - ram construir uma comunhão vital. Há casais que chegam i infidelidade algumas ve- zes. Há outros que, sem chegar no extremo de[a de ter respeito com a dignidade do parceiro. Há casais q vive solene Indiferença. Quando um homem e uma mulher se casam, parece - fundamental que tomem a decisão de construir sua u nlão. Sentimos dor profunda vendo casais que dei xarnm criar-se um abismo entre suas vidas e se ser tem impotenes para superar tal d!GtÕncia. CONl'IÇÔES PARA A CONSTRUÇÃO DA CONJUGAL IDADE -~tndamental será respeitar as diferenças: niio se pode querer nivelar tudo no casamento, porque a beleza consistirá na união do que é diferente; -0 casal existe para colocar-se um a serviço do outro; não se trata de uma postura subserviente, - mas de uma atitude de estar e disposição dns neces sidades mais fundamentais do conjuge; -Evidentemente, todn postura de machismo, de au toritarismo, de aniquilamento, de feminismo são pouco aptos para o construção de um casal maduro; -A partilha nos serviços domésticos parece 1m - portante, para que um não se sinto "empregado" do outro; Mesmo não se reclamando atitudes românticas exa gerados no longo do vida, será preciso sempre pen sar em manter vivo o chama da amoroso atenção, da - delicada vontade de auscultar os desejos e as ne cessidades do outro; -Fala-se muito da necessidade do diálogo: ess~ não é apenas uma conversa mais ou menos constantes mas uma postura de descobrir o novo que irrompe na vida do companheiro ou do companheiro; -Momentos haverá em que será fundamental também pedir ou conceder perdão: o vida de um casal não é apenas tecido de acontecimentos positivos, mas ne la há também a presença do pecado e do mal; -Ninguém é feliz no casamento, quando não se sente valorizado pelo cõnjuge, quando sente que os seus empenhos e seus esforços não são devidamente levados em cqnsideroção; -Importante se dor conto de que a vida passa e que o amor também passo por diferentes e novas for mas: não se pode conservar um amor adolescente,mas transforar-se-à ao longo do tempo da vida, rInho terno e sereno e entrepa delicada no d1a. ma cna da-a- TER UM PROJETO DE VIDA CONJUGAL E FAMILIAR Muitos casamentos fracassa, porque homem e mu lher não tê, propriamente falando, um projeto €o mum. NIngué se casa simplesmente por contingenci o, por uoa atração veemente ou por motivoa peque - nos. Costura-se falar em três projetos fundamerta is: a) PROJETO CONJUGAL - O casal saberá o que está fazendo ao tirar alguém do seu universo. Certamnen te procurarão os dois a pleno realização do conju ge. Delicada e persistentemente, haverão de quest~ onar-se a respeito da ajudo mútua o que já aludi mos, b) PROJETO DOS FILHOS - Há uma vocação para ser pai e ser nãe. Os casais sabem que os filhos fazem parte de seu· projeto de vida, Saberão quantos f1 - lhos terão, procurarão revestir-se de responsobill dade no sentido de serem pai e mãe, formar-se-ão - para serem educadores da mente e do coração dessas crianças que surgirão da fecundidade de seu amor. Ser pai e ser mãe é tarefo alegre, mas também - missão revestida de grande tesponsobilidade, Será necessária. a presença do pai e da mãe dos filhos. Ambos saberão que suas energias e seu tempo to do serão desses filhos e filhas para os quais do rão, por toda a vida, o melhor de seu amor. e) PROJETO ESPIRITUAL - Mar1do eMlhér,u cristão e uma crista,q/se asam deverão ainda ter un projeto espiritual comum. Sua vivência do Evangelho, sua - oração, sua vida de partilha, sua experiência de - renúncia é comum. Vivem uma espiritualidade conju gal, não apenas individual. Um chora a dor do Ou - tro. Um se coloca a serviço da construção espiri - tual do companheiro ou da companheira. Quando ca sais recebem o matrimônio simplesmente por tradi = cão, por costume, não conseguem atinar com essa co munhão de vida espiritual. (Pastoral Fnmílitrr - Pi róquia Santo Afonso) 1 Ili ICO VISIIAM OS BIIRROS DA CIDADE Os candidatos à Deputado Estadual Waldemir Moka e à Deputado Federal Dil so Sperafico, acompa nhados do Prefeito - Municipal Abraão Za carias, Vereadores - Marcos Elias Rios da Cruz, Orlanda Frei - tas dos Santos, Is - rael Chamorro da Ro cha e do Presidente da Cãmara Municipal Fernando de Freitas Elias, além do Secre tãrio de Promoção So cial e Desenvolvimen to Econômico, JoãÕ Kalife, visitaram no último sábados os Bairros Ãgua Doce , Baixada Corinthiana, Primaveras, Parque das Primaveras, Ita boraí, Costa e Silva e Baixada Fluminen - se. A coordenação de campanha do Deputado Waldemir Moka, candi dato à reeleição e de Dilso Sperafico , em Bela Vista, optou pela realização de reuniões com os mora dores dos Bairros da cidade, em vez de promover um grande - comício, para propor cionar um contato ma is direto dos candi datos com as comuni dades e para que os eleitores possam co nhecer melhor o pos tulante à uma vaga na Câmara Federal , Dilso Sperafico, que disputa um cargo ele tivo pela primeira= vez, formando uma do bradinha com Walde - mir Moka, que concor do que com Wilson Go re à reeleição para vernador, Moka Depu a Assembléia Legisla tado Estadual, ele tiva. - como Deputado Fede - Um dos pontos ma- rale o Prefeito ·A-: is importantes desta braão em Bela Vista, 1 cados pelo Deputado- muito poderá ser feil Moka em seus Pronun- to em prol da nossã1 ciamentos aos morado cidade, "mesmo por - res dos Bairros da que o próprio Sena - nossa cidade, foi o dor Wilson Barbosa fato de que ele é o Martins já assumiu o único representante compromisso de, sen legítimo do Sudoeste do eleito, ajudar o à disputar uma vaga Prefeito Abraão Zaca na Assembléia Legis- rias à administrar - lativa, já que o ou- Bela Vista, como for tro Deputado da re - ma de agradecer o gião, Alberto Ron seu apoio e o seu en don, é candidato à gajamento à sua cam Vice-Governador na panha desde o início chapa adversária e do pleito eleitoral" fica sem mandato es- lembrou Sperafico. t te ano. Abraão Zacarias•, t • "O que não pode - que foi um dos pri l i ' mos deixar acontecer meiros Prefeitos .o Dilso_Sr _Marcos_Barbosa, Moka, Dona_Lurdes é que estranhos, que Estado a assumir a feito Abra, pediu apoio aos dois cand d - - - .. . __ . ~ atos só aparecem aqui em candidatura do Sena épocas de eleição , dor·wllson Martins - levem os votos da ao Governo do Estado, nossa cidade à custa chegando a sofrer re de muito dinheiro taliaçôes por isso~ porque essa gente pediu aos .moradores não têm compromisso dos Bairros da cida com o povo de Bela de que ajudem a ele Vista" enfatizou o ger Moka e Sperafico Deputado nos Bair porque Bela Vista ros. tem muito a ganhar Por sua vez, Dil- com isso, "não pode so Sperafico, que mos mais dispersar - foi muito bem recebi nossos votos, temos do pelo grande nüme= de dar uma boa vota-· rode moradores que cão à esses dois com participaram das panheiros, para que reuniões nos Bair -,eles sejam fortaleci, ros, e que vêm sendo dos e possam viabili apontado pelas pes - zar benefícios para' quisas como um dos Bela Vista,•tanto ã prováveis eleitos pa nível de governo de ra a Câmara Federal, Estado, como junto - assumiu de público o ao Governo Federal" seu compromisso com ressaltou o Prefeitor O Bela Vista, lembran- belavistense. oka I.taboraí foi um dos seis Bairros visita e Spera. ico, acopa os e .ideran;as m ..... J • 1 • ,JOJlt!/!, 'rfl f l!lHli D/ FPO/ITi.!HA DIÁRIO HEGIO'llL 07 GOVERNIDOR DO ROTIRY EM BELA VISTJI O Cov<'rnndo.- <lo Rotary CJub, DIstr!to 4470, Gedon Junque Ira Wersanete cm compnnhln de- ,.un cr,posn Anlcc Rahal Bersanete, visitou nossa cidade, dIa 16 pp., num vfslta de trnbalho e conraçamento, Fol dccl.1rndo hó~pede oflci,,L do Munfc[pfo, sendo recebido na entrada da cldndc pelo Prculdcntc do Cluhe, Ivaldo Pereira, sua esposa Marla Estela e o l'rcsfdcntu entrante, b lênio 95/96, Marco }{ondon de Ol 1v1: irn. ~m seguldu, em companhia do Presldcntc e de Marco Rondon, foi feita uma viulto de cortrula oo Prefeito Abrnio Zncorias, quando o Governador colocou o Clube h dluposlçio do Prefeito para colaborar nas Iniciativas comunitárf - ~n. "O Rot11ry está pronto poro aervir, senhor Prefeito", disse Ge-:lson Bersa netc, Ahraiio Zacarias fnlou dn integraçiio Rotary-Comunldnde e disse que tam bém est,i ã dispo,dçiio do noi:ary. Presençn também do Vice-Prefeito, Sydney Nu neH Leite. , . Após o nlmoço, no Restuuronte dn Verinha, onde foi servJda gosto1,o peixa da, o Governndor reuniu-se com os rotnrionos no Hotel Pousada da Fronteira. No mcmno loccl reunirom-se LIH integrantes do Casa do Amizade. Reuniões de trabalho. Digno de registro na prcnençaa de 90% dos rotarianos, segundo o Governa - dor, "frequência digna de registro, uma das maiores nesta minha percgrinnção". Ã noite, na sede do Clube, foi renlizado o jantar festivo, tendo feito uso da palavra o Presidente Ivaldo Pereira e o Governador Gedson, ambos enfo cando o lema do Rotory lnte!"'lacionol para este ano: SEJA AMIGO. FLAGRANTES DA VISITA Vice-Prefeito Sydn"y Leite, Iv.~ld<> P ... reira e «e!scn bersanete Estela, Anlce, Gedson ....=. convidados. Da esquerda para o direita: Rubcn Garcc te e Sra, (Intendente de Belln Visto Paraguai); Syd ney Nunes Leite (representando o Prefeito); Estela, 1valdo, Gedson, Anice, Dr. Robcrval Mngalhàes, (re presentando a Loja Haçonicn), Tenente David Tebich- rani (representando o Comoodao<e do •.,::~ Mee) ' 1 . ,. -=-- ... :-~ ... -',-~. '';-_;;"' • ...~J -f . _; .. ' à Governador hor.ienageia Ival o, Presideite do o tary, com o distintivo - SfJA A~!GO - lema do Ro la e Marquinhos CQStas, eliane, Villasanti, Renato, KIka, Y!kir' EaeGGT ;;J i I ., ' E - a,"- • - • > a.a " Eduardo, Ana Xaria, Elpfdia, Evilásio, Ivar. Graça + l o- - - =--- ,, ' ' r Tiki, Célia e filha, Liv~rsinda, ~~chado e G ribàldi rio Luiz Carlos Rahl e o Presidente dos à Comunidade Seliman li lt s cr ade Rafeiro C@inercial João Antonio : .. A 'JNC: [ r. V/ll(ll~: fr O .J lRPlfiL DE SUA e; :JA JORNAL rn: DUNA DA FR('HTE l !l/l , w SAPATARIA E~ SELARIA DO POVO ~ ~ 1ª llim;@ llififmI Fi'lbric0-se Botlna!l, Sapatos.Calcados de couro, Badana e Arreios em geral Aceit. -:se Encomendas @2(BS -1I39l Rua Campo Grande 656 - Antonio Joao CENTRO EDUCACIONAL DE ANTONIO JOAO Convenio com Ensino de Materiais Didaticos Positivos de Curitiba -PR Horarios: Matuti,no e Vespertino Rua Bela Vista 180 ex ps 08 lfurr@ ~ Antonio Joao - ws [ - - ' MMECADO CISMAL ; Secqe e Molhados, Verduras, Mini Lqja de Roupas, Arma- ~. rinhos exn geral, " l Eugenio Peno 740 Fone 1135-1310 ;ntonio Joan AS • . ,3 FRggEJFIEg, ,ARAPó 'ltK, REPRESENTANTE Loidimar 'feotonio da ~ilvi:l Compra e vcnd,1 rJc hovinos cm ncr.:il 17 ANOS DE Tl'lADIÇÃD VISITE OU ser. Av, Eu~nlo Pen:i:.o b7S es. lu:a Ma!o Grosso 7bS Fone 4JS-ll)fl Fone 4JS·!!! 'IT LANCHONETE E (· RESTAURANTE DO PAPAI,. Servimos Comida Casei ra, Marmitex, X Salada, Refr. e Cerveja Gelada. 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GIL MARCUS SAUT VILMAR DE ÃVILA CAUSAS CIVEIS CRIMINAIS Escritório: FONE:, (067) 255 - 1313 Residência: FONE: (067) 255 - 1228 RUA CEL. PILAD REBUÃ,663 BONITO - MS Mais de trinta pessoas, cstivcran na v~ cinação do último dia 13, empenhadas o dia todo, durante a realização da segunda eta pa da Campanha de Multivacinação,' levada a efeito no Centro de Saiide, uma vez que, há dias, o mesmo trabalho beneficiou toda a população da zona rural. Equipes de vacina ' cão insta).aram postos volantes nas escola é.nos principais redutos populacionais. "CIRCO DO ZÉ CGOTINHA" Para descontrair a petizada, à unidade sanitária foi transformada no "Circo do zé, Gatinha", decorada com motivos circenoes • Uma mulher e uma simpát.ica garotinha, est_Q vam caracterizadas de-palhaços. Na entra da, cuidavam da recepção, distribuindo ba lÕes multicoloridos e grande quantidade de balas. O som ambiente proporcionava um clima de alegria,"aliviando a picada da in jeção", que é temida até pelos adultos. GRANDE MOVIMENTO Advócacià ... . 'JOS!=: APARECIDO DE OLIVEIRA OAB (MS) 4?.59 RUA 24 DE FEVEREIR0,2.101 - C. Pst 32 FONE: (067) 255 - 1456 FAX: (067) 255 - 1402 CEP: 79.290 - 000 -BONITO - MS VlCfNIS Ã DISPOSIÇÃO Todas as vacinas continuam à disposiçi:ío no Centro de Saúde, para serem aplicadas - durante o expediente normal, cm crianças - de zero a cinco anos, mulheres cm idade fértil e adultos que ainda não foram imuni zados contra febre amarela. Os retardatá- rios serão atendidos prontamente. Firmino de Barros O Prefeito José Arthur Figueiredo e sua esposa Dna.Vera Lucia, acompanharam os tra balhos, que atingiu·um volume supreendentc.,-----~---------------- Forarn aplicadas 2.668 vacinas anti-pa- lio, 637 trlplice, 177 contra sarampo, 66 jBCG, 517 anti-tetânica e 410 contra febre l ~nilde Rosa dos Santos, Oficialu do - Agropecuária [trili sa±..± r... li MS:, faz saber a todos quantos O presente Edital de Proclamas virem que, apresenta ram os documentos exigidos pelo Artigo 180 do Codigo Civil Brasileiro, incisos I-II III e IV, e pretendem se casar· Vidal Paredes e Antonia Louveira, bri sileiros, solteiros, residentes neste Mu nicipio, ele, trabalhador braçal, filho - de Henrique Paredes e de Dona Paulina Es cobar Paredes, ela, lides do lar, filha de Miguel Louveira e de Dona Alberta Coe-j ne Louveira. Se alguém souber de algum impedimento que se oponha na forma 'da Lei. Edital de Proclamas Advogado: AGROPECUÃRIA E AUTO PEÇAS BURITI COMtRCIO DE PRODUTOS VETERINÃRIOS Peças para máquinas e implementos agrícolas e Tratores MF - Massey Fergu son i<!LEVERSON AUGUSTO R. ARAMATSU CREA-MG 513/92 RUA 14 DE MAI0,320 - CENTRO FONE: (067) 251 - 1818 JARDIM - MS Bela Vista., 22 de agosto de 1.994 Janilde Rosa dos Santos- Oficiala Eital ie Frokamas Janilde Rosa dos Santos, Oficiala do Cartorio de Registro Civil desta cidade - de Bela Vista-MS, faz saber a todos quan tos o presente Edital de Proclamas virem ' · LAIRSON RODRIGUES BUENO [ IMPRESSOS GRÁFI [que apresentaram os documentos exigidos , t TIPOG ICOS PARA TODOS os FINS pelo artigo 180 do Codigo Civil Brasilei- , ~ OABVIMS 3. 050 ro e pretendem se casar: Estevão Ramão Rodrigues e Braulia Lou- CAUSAS C!VEIS E CRIMINAIS AV. DUQUE DE CAXIAS, 183 - CENTRO ve7"ra ambos brasileiros, solteiros, natu- l - 1' FONE· 251"1555 rais deS t e ES t ado, ele, pedreiro filho j { RUA DR. CORREA, 380 - CEP: 79.280-000 k, cEP 79 .2 40 - 000 [de_Generosa Rodrigues, ela, lides dos lar [ roe. os» zs7 - 129 {_ ! ig,de Roa=ige tosveia.e aeAe!onia ,_ ~ F7 rreira Louveira, ambos domiciliados e re Advocacia a cidade. - Bela Vista., 22 de agosto de 1.994 Gráfica -e Editora Jardim Ltda: PORTO MURTINHO - MS Advogada T VILMA DA SILVA OAB/MS 2574-B CAUSAS ClVEIS E CRIMINAIS RUA CUIAB, S/NO CENTRO FONE, (067) 439 - 1290 BELA VISTA - MS DR. MARCUS RUIZ KARAl MBARETS DR. HÉLIO RUIZ KARA TUJHA ROA 14 DE MAI0,470 FONES: 251 - 1012 OU 251 - 2424 Janilde Rosa dos Santos' Oficiala CEP: 79.240 - 000 Loja fylajuju Calças Jeans, Camisetas, pecas ínti mas, vestidos, conjunto de moleton, adulto e infantil. Brinquedos em Geral 'I Empresas do: Posto Shel Jar.dun "COMPROVE A QUALIDADE DE NOSSOS SERVIÇOS" AV. DUQUE DE 'CAXIAS, 693 F0NE: 251 - 1920 Auto Posto, . _._Lagunão l ~ EM GUIA LOPES DA LAGÚN.A, O .MELHOR ATENDIMENTO - • 1 'AV. SANTA TEREZINHA, S/NO FONE: 251 - 1359 , . i;Aµto .Posto l iaeuná6 ií (Antigo Posto Rubão) - "DESFRUTE DE NOSSOS SERVICOS 1 ESPECIALIZADOS" RODOVIA BR-267 - KM" 23 • JARDIM/PORTO MURTINHO . ' J0MAL, TRIUNA DA FRONTEIRA DT flP.Hl PC 1,10'..lf, Tempos de Ira ... E Esperança Capítulo XII #li klk kl k ttk ttkktkttttk##ti##tt###t# tt t t t t t r kit + t i ti t## # t # twt t titt t i #t t i # t t t # « t t t a t s k ESTA SÉRIE SERÁ PUBLICADA EM LIVRO NO MÊS DE SETEMBRO ktkttkkkttktrttkkkkkkttkkt ttktttk #tt#tt#kttittt# k ttttt t t# # ti ttt# tt tttt t t tt t tt t t t# t tt t # t « t t t t t e - llumbcrto, faça um relató - rio a respeito da situação, mi nucionnrnentc, nu nci de tudo o que se passa, mas muitos dos nossos amigos aqui presentes não estão a par. - Poiu não Dr. Martinez. O Administrador relatou tudo o que se passava, au presoõcs - dos trabalhadores agora organi zados no Sindicato, a formação dos cornitõu nao fazendas, o tra balho nas cidades da região, a chegada de fiscais do Ministé - rio do Trabalho, urna verdadeira revolução estava ocorrendo, até a formação de uma Pastoral da Terra, tendo a frente um Padre jovem que, segundo comentavam, viera de Porto Alegre só para pregar a invasão de terras e i niciar a reforma agrária, na marra, cm toda a região. Depois do relatório de Hum berto, Martinez fez uso da pala vra. Brilhante orador, empolgou os presentes ao falar do Brasil novo que estava surgindo no Va le, era preciso combater os ar ruaceiros, os que defendiam a luta armada, a revolta. - Não é só aqui não, nas grandes cidades, nas portas das fábricas, nas indústrias, eles iludem os trabalhadores com pro messas e procuram desestabili - zar o regime. E o pior de tudo, aproxima-se as eleições e o candidato deles está liderando as pesquisas. Se não fizermos algo, podem até ganhar ... Um dos fazendeiros presen tes, Augusto, proprietário Fazenda Rincão, interrompeu orador. - Desculpe Martinez, falar? da o posso - Evidente, evidente, nossa reunião é democrática. - Os trabalhadores estão cer tos, não exigem nada mais do qu2 os seus direitos, trabalho de oito horas, sábados livres , bons salários, casa para morar, comida, saúde e educação para os filhos. to mínimo que pe - dem e além do maia, não sei por quü tanta preocupação, - Mas Auqusto, basta você an dar por aí, verificar pessoal - mente, todos os trabalhadores - tem carteira assinada, possuem suas casas, recebem seus alá - rios cm dia, tratamento médico, o que é que você quer, que divi damos as nossas terras? - -- Não é isto, temos mais de 30 milhões de brasileiros pas - sando fome, aqui mesmo, a maio ria das fazendas possuem lavou ras, gado ã vontade, mostre-me uma família que come carne to - dos os dias, ou que não seja o brigada a racionar comida. O problema é que nossas elites se esqueceram do povo, desculpe , mas vou me retirar, é muita hi pocrisia de vocês ficarem discu tindo o sexo dos anjos, a realT dade está aí, do jeito que as coisas vão, ainda teremos uma guerra civil neste País. com 1i cença. Augusto falou e saiu da sa - la. Pisando forte. Após um si - lêncio constrangedor, Martinez, aos brados, fora de si, exclama va: - Pô, qual é a desse cara , está do nosso lado ou contra nós? Safado! Todos falavam ao mesmo tem - po, junto com Augusto sairam também alguns comericantes Roseira e o grupo dos paulis tas, pequenos fazendeiros que implantaram uma gleba no antigo campo dos índios. - Todos safados, gritava Mar tinez. A reunião acabou ali, não houve jeito de controlar a si - tuação, só ficaram na sala os maiores proprietários de terras na região, uns dez e mais os donos das serrarias e das mine radoras. Divisão no grupo do poder do Vale da Esperança. - Afinal, o que está aconte- -:-·-------------------------------- Blocart Fábrica. de Blocos e Bloquetes LI.JOTINIIA PARA CALÇADAS de Alexandre Ferreira e Carlos Henrique Ferreira BLOCOS DE 10Xl9X39 e 20Xl9X39 o cendo? Eu não vou permi ir ar - ruaças em minhas terras. lava Glaucy, proprietário de 20 mil hectares de terrs, qanhos num negociata política, depois que vjudara a eleger o Governador - de seu Estado, com ele era na base de jagunços, de tradicional família nordestina. Em.pregados em suas terras cg miam mandioca com carne uma vez por semana. Registro? Direitos trabalhistas? Nem pensar. - Acontece Glaucy, que depo is da criação doo Sindicatos , do Partido deles, da ação da I greja, criaram asas e estão que rendo voar alto, peão é peão tem que saber o seu lugar, não sabem o quanto custa manter uma propriedade. Quem respondia era Alcânta ra, tido e havido como um dos homens mais ricos de Ribeirão - Preto em São Paulo. Alcântara continuou: - E têm mais, o programa do partido deles prega a reforma a grária, taxações de grandes for tunas, uma série de medidas que, se implantadas, vão acabar com os nossos privilégios. Não demora muito de patrões vamos passar a empregados, seremos di rígidos por eles. Entendeu? - E o que podemos fazer? - Por aqui nós sabemos o que fazer, respondeu Martinez, no Vale da Esperança quem manda somos nós, vamos acabar com to aos os movimentos deles ... - Violência, Martinez? - Lógico que não, Humberto, foi-se o tempo, eles não querem comida, roupas, remédios, esco las, tudo bem, vamos agir a e xemplo deles, conquistaremos to aos, certo que gastaremos um pouco mais, ma dpois tudo ol ta a ser como era, varo: lança um Plano Ererqencial. O ipr - tante é qanhar as eleições, não podemos sequer perder uma Pre - feitura no Vale, na capital 4a nhareios cil. Puen .es, a é então calado deu sua opinião. Tudo bem, nada de violen - eia, mas um pouco de pressão sim, vamos ter que fazer, cui - dar dos líders, e Ierbrar, mi nha gente, se fizerem uma inves tigação rigorosa aqui no vale teremos problemas, não ~ó nós , o Senador, o Deputado e vamos ter de explicar muita coisa. - Como, Puentes? - Bem, Dr. Martinez, estamos em casa, podemos falar a vonta de, a verdade é qµc a nosua preocupação maior são com os ne gócios paralelos, tudo o que a contcce aqui está ligado à capi tal e à São Paulo, Brasília, en fim, onde vocês possuem fábri cas, indústrias, suas cmnpresas, com essas histórias de CPis se resolvere~ investigar tocros , mas todas mesmo, nossas ativida des, teremos problemas. Não se trata aqui de brigar com meia dúzia de líderes sindicais, im pedir reforma agrária, aumentar salários, tudo isto não passa de fachada, e temos mui ta • gente grossa no Governo envolvi da conosco. o que acontece e que o movimento sindical aqui no Vale está chamando a aten cão. - Sei disso Puentes. Mas onde você quer chegar? - Vamos dar nome aos bois.Fa lar francamente. Estou cansado dessa ladainha. Continua na proxima Ediçao. LAJOTAS DE 20X20X06 Para calcadas, pavimentação de grandes ou pequenas áreas CONSULTE-NOS PELO FONE: CONFECÇÕES DE BLOCCS E BLOQUETES, TUDO EM PRODUTOS DE MASSA DE CONCRETO AV. BRASIL, S/NO CENTRO CARACOL - MS Mato Grosso do Sul precisadeAry igo no ienad0g3a Suplentes: MARTINHO BARROS LUIZ CARLOS ORTEGA ANTARCTICA VIANA - DlstriDuldora Antarctica DISTRIBUIDORA DE BEBIDAS SÃO JOSt: LTDA ARTUR/ MONICA . Fraca N. Sra. Imaculada Conceição,225 FO!ES: 241-3480/241-3838 - AQUIDAUANA/MS da DISTRIBUIDORA ANITARCTICA PRA BELA VISTA E CARACOL CERVEJA, GUARA:Ã, T!HICA, SODA, GUARA'VÃ DI ET, _ POP LARANJA E ÁGUA MINERAL .VINHO (CO!AOUE, PIGM , Av. Teodoro Sativa. 305 Fone 439-1369 ETC, 1 • ' Bela Vis'ta ....... '() . ,._ •r ' . 1,. e 1 l q_,. 1 lên . 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Estrela que lírilha na· _Constelação- de Mato Grosso do • Sul RAPIDEZ, CONFORTO, SEGURANÇA E TRANQUILIDADE· 1.994 gito na A61T0 19T- L±t Ive no }lech Dance no dfa I de aposto e ve rtflque! o agito t o t a l d i a lera, O 11 m h l c n t c multo hom , povo anfmado e embalado - no rltnm gostoso de Odc ar Som. tando mesmo estava Euntzeth, Taquara Kely, - H n l n n o e Alexandra, que deram seu show de balanço e nnimação. Entnvn hlpcr lcgnl, vn lou o n g l t o ', FATOS E BOATOS Que anda tendo morce os em nossa c Ldade todos sabem que é boato. tias o que Valdecy(cy) e o llaia no andnm marcados todos - sabem que é foto. *** Que o boca cstnvn de - namorada nova todos sabem que é foto. Mas que já está pensan do cm casamento nunca se sobe se é boato. *** Que o pai da Mareia (Carlos Gaucho) tem uma bicicletnria todos sabem que é foto. Mas, que a e!! sa dele virou oficina to dos sabem .que é boato, t# Que o Marcos é noivo - todos sabem que é fato.Ms que ele não sai da Vila Nova não sabemos se é boa to. l'.IIIVERSIRIAIITES DO l!Bs Quem jé esteve e esta rã •rocando idade este mês: Maria Eleuza, Roque, Zeneida, Edmar, Bafo e Cleiton Nunes. À ele; nossos votos de felicidades e realizacões desta coluna. Parabéns. QUEM ESTÁ VISITANDO A nossa cidade é a ami ga A'essandra. Esperamos que tire bastante provei to e que volte tMis vezes. 1JÁ Al..'GUNS ALUNOS Do Aral Moreira que saem da Escola e ficam na frente da casa de certa - pessoa, são eles: Magui nho, Adr'el e Claudio. O que será que eles fazem tanto lã? Se cuidem, estamos de olho cm voccs. ,1 1 Meu nome é Clarice Gomes Corra Idade : 1 3 anos Hàe: Cristina Pai: Augusto Colégio: P.C.X. Série: 52 série Melhor amiga: Sula e Ana Flâvia Nas horas vogos: Ouvir músicas Pretende ser: Manequim Seu cantor: llarce lo Augusto Cantora preferida: Corona Sua otriz preferida : Elizandra Souto Signo: Touro Que tipo de roupa gosta de usar: esporte Uma ndmiracão: Leomar Quem voce levaria para uma ilha deserta: as omi guinhas do Leomar. RF.CADllíllO PL1ra: Janldcs Junior Apesar de estar longe de voce não te esqueci, Te ano - muito. Ass: sua naorada Para: Adllson Vocc é responsável por t do que conqu t sta V'oce re con qu!atou agora aguenta. Ass: Clnrk.c e Sul a Pnra: S.,0011 Ata não é aquela que exg a uas 1irias, as sLn - quela que não as detxa cair. Ass: Valeria Para: Ana FLãvfa A amizade um pó iglco - que ne o vento pode. lcva.-l.1. Ass: Tat.1 PESAMENTO Qu."Uldo seus olhos se enche-. rcn de lágrts e o seu cora çio ficar grande de tristeza - restando-lhe so:::ientc uma vonta de grande de chorar,não chore,, ru estarei do seu lado para que em seus olhos brilhe sonen te fc li cidade. ~de- vocc sentir vontade de gostar de alguém e seu cora ão desejar ser rado de verda de, não temas, lebre-se que meu coração scr.i todo seu .. E quando precisar de compa nhia n.lquclas horas. trlstcs,pg; de me procurar, pois podes ter certeza de que sempre estarei ao seu lado, Quando quiseres ouvir pala vras bonltn!., êncontrc-r:e e estarei pronta para te dizer - te ao. O homem. da linha-de-frente. "A Associação Nacional dos Veterano. da Força Expedfefanirta iras!letra (ANVFEB) é uma sociedade civil que congrega ex-combatentes do Exercito e da Força Aérea que lutara no Tçatro de Operações da Europa, durante a 2a Gran de Guerra Mundial, O grande objetivo dos Veteranos é não defxar cair no esquecimento das v lhas e novas gerações os gr3odcs feitos da Forçn Expediclonaria Dr3911 Jrn (FEB) e do l!? Grupo de Caça da Força Aérea Brnsilcira(FAJl), n,1 C.1,:ipanh,1 da itália, Nio deixam, entretanto, de reconhecer os esforços e acrIfIcfos dos herót os ex-combatentes da Marinha de Guerra; dos abnegados marujos da Mar Inha ercante; dos contingentes militares, que, em dura vigília guarnecera nos sos ,ilhas e lltorol e dos avjadores incansáveis que, dia e noirc ate o r11;jfo.r. a vitória, velaram pela nossa segurança territorial. Nas guerras modernas, deixa de ser privilégio dos soldados d,1 l!nhn-d -f :.· te o sinônimo de combatente. A amplitude dos meios bélicos envolve a nação um todo, transfonnando sua população, virtual.Jnente, co combatentes na causa omum. O sacrificio atinge militares e civis, inocentes que morrem sob a rui a dos bombardeios, na retaguarda, ou o marinheiro que, de sua nave rnada u em pacífico barco mercante, paga com sangue o preço da batalha; o aviador ue ataca o inimigo ou garante as linh'ISde co~unicacõcs vitais para o suces o. Enfim, todos lutam, todos sofrem. Mas, de nada adiantarão essa luta e esse sofrimento se o soldado da linha de-frente fol incapaz de derrotar o inil:ligo. Se lhe faltar ânimo, r.oragem e espirito de sacrificio. O esforco de um povo inteiro e a amrgura a que foi. suhneti.d.:l teci o sido em vã se os seus gene rais e canandantes forem inap tos para CXll'lduzir as Forcas no carinh o da glÕr e.- pois, no homem que combate de arma na mão, que se encontra a chave ti nol da vitória ou da derrota. Para honra da nossa história, sempre tivemos excelentes chefes e magnifi cos soldados nas horas em que cobi.cosa;olhos estrangeiros atentaram contra a nacionalidade brasileira. Os veteranos da FEB são os remanescentes desses rijos homens de linha-dc frente, que conquistaram para o -Brasil seu último grande feito militar. Já marcados pelo peso do tempo, eles ainda marcham garbosos, como garbosos fo ram nos penosos dias de Monte Castello, nas jornadas gloriosas de ontese ou na arrancada vitoriosa do Vale do Pó. A boina azul do Veterano da FEB não identifica como um ex-combatente me lhor que outros, nem pretende discutir a ação ou o desempenho de seus irmãos que lutaram pela mesma causa. A boina azul é apenas um símbolo do soldado da linha-de-frente que lutou na lama e no gelo, que enfrentou a mina infernal e o bombardeio impiedoso, que venceu a astúcia do inimigo e tratou com bondade e o adversário vencido, O veterano da FEB luta hoje para não ser esquecido, assi.l:l como ele não esqueceu o sangue de muitos companheiros, derramado no campo de batalha, ou dos amigos queridos, tombados na linha-de-frente". Maj Lourival Lopes de Freitas Presidente * * * N da R - O texto acima foi elaborado pelo Presidente da As sociação Nacional dos Veteranos da FEB - Seção Regional de Flo rian6polis, Maj R/1 Lourival Lopes de Freitas, e lido por oca sião da formatura comemorativa a Batalha de Monte Castelo, no . Quartel do 63Q BI, em Florian6polis (SC), no dia 21 Fev.94. Exército Forte Nação Soberana íl COMETI JEL 4M "-· - . - IMBII A EMPRESA COMETA DEL AMAMBAY oferece aos seus passageiros o máximo em CONFORTO, SEGURANÇA e RAPIDEZ. ônibus novos, com ar condicionado, velocidade atendimento de primei=íssima (serviços durante café, refrigerantes, sucos e lanches). Saída diariamente para são Paulo às 16:00 horas no Termi - nal Rodoviário de Pedro Juan Caballero·. Também ônibus direto todos os dias em dois horários para Campo Grande - às 17:00 horas e às 11:00 horas. Fones:436-2736/436-2445/436-3247 Viaje Tranquilo, Viaje" ·Cometa.Dei Amambaf controlada, a viagem: * COME'!'A DET, AMAMBAY - LIGANDO PEDRO JUAN CABALLERO AS MAIORES CI.DADES DO BRASIL!* ** QpNFORTO, SEGURANÇA E RAPIDEZ** ., Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1540_20_08_1994 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1542_24_08_1994 Voltar para a lista de itens