• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXIII_Nº1614_21_03_1995

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TRIBUNA DA FRO
DIÁRIO REGIONAL
--- -·-. _ ...
N. 1.614 BELA VISTA/MS 21 DE MARÇO DE 1.995 EDITOR: IVALDO PEREIRA RS-0,50
Rotary homenageia palestrantes
O Rotary Club de "
Bela Vista entregou ao
Deputado Waldcmir
Moka e no V crcador
Osório Miranda dos
Santos, Diplomas de
Participação no I Ciclo de
Palestras e Debates. Moka
e Osório falaram sexta­
feira próxima passada, na
sede do Rotary, sobre o
Porto de Exportação cm
Porto Murtinho e Zona de '
Livre Comércio na
fronteira.
Na pauta das
palestras consta os nomes
dos Deputados Waldir
Neves, Antonio Carlos
Arroyo, Zeca do PT,.
Osvaldo Possari, Elpídio
Reis e Vereador Roney
Moraes Simões.
as fotos, a
Presidente eleita do
Rotary faz a entrega do
Diplomaao Deputado
Yaldemir Moka;
garibaldi da Rosa Neto
entrega o diploma de
participação ao
Vereador Osório
Miranda dos Santos.
PIC
Ec
$lU1IL
INELLI CONSEGUE
r
RSO! ?ARA SAC 'DE
Deputado André Puccinelli em audiência com o Ministro da Saúde,
Adib Jatene (ao centro)
Ao ser recebido em unidades construídas pela
audiência pelo Ministro da Administração anterior.
Saúde, Adib J atene, o Disse que o Estado
Deputado Pucinelli necessita de RS 12
-- -- -- - . ..,
transmitiu a preocupação : milhões para tornar a.
do Governador Wilson • saúde acessível, funcional
Barbosa Martins com • e ágil às pessoas que:
relação a aquisição de buscam a assistência
equipamentos importantes gratuita.
pará o funcionamento das Foi
rica«lura
/ ,,
Pecuana
Páginn - OS
, A presente cana, que
escrevo e subscrevo como
• Vice-Prefeito da cidade,
tem caráter de
advertência, protesto e
. cobrança, cujo endereço
específico é a
representação política de
nosso povo na Assembléia
Legislativa e no
Congresso Nacional.
Temos observado
pela Imprensa a grande
preocupação de nossos
legisladores coro os seus
próprios salários,
nomeação de assessores e
outros assuntos que não
considerado proveitoso
uma vez que o Ministro
assegurou a liberação do
montante solicitado para
atendimento imediato das
necessidades do Governo·
peerp.edebista. Medida 1
que representa o início dei
uma nova era na área da
um encontro saúde pública. Página-0s
[ NFORMATIVO DO ROTARY....]
-
REUNIAO D0 ROTARY
E LA VISTA.
Moka e Osório defendem
o 'orto de Murtinho
O Deputado fronteira.
Waldemir Moka e o O Rotary de Bela
Vereador O::.ório MirJnd,. Vi·.ta que congrega
dos Santos participaram :,,:portantes lideranças do
de uma reunião no Rotary Município, está realizando
Club de Bela Vista, uma série de palestras e
reuniões para debater
assuntos de interesse, não
1
só do Município mas de
toda a região da fronteira
e Sudoeste.
proferindo palestras sobre
o Porto de Exportação em
Porto Murtinho, suas
perspectivas e a
implantação da zona de
livre comércio na Página - 06
ETEEAIDA
PRONUNCIAMENTO DO
DEPUTADO ARROYO
i
1
í / '
-----. Vice-Prefeito
Sydney uns Leite
vem em direção aos
interesses de nossa
população.
Foram gastos 5 anos .
para o preparo do terreno ' •
onde seria assentado o , :
MERCOSUL, no entanto ,
gastou-se esse período de
tempo sem nada
programar que viesse
beneficiar os residentes na
fronteira do País. Como
1
c o n s e q ü ê n e i a, .
especialmente nós os 1 :­
belavistenses, "ficamos no '
mato sem cachorro", ou
seja, fomos excluídos dos
benefícios que nos deveria
trazer a instalação do
MERCOSUL. Página -
08
P:gina-03

1Inscrição para o concurso
deAdmissão ao Curso de
Formação de Sargentos
em 1996 - CFS/96
o Comandante do 10o Regimento doe Cavgi
laria Mecanizado informa ao interes­
dos que estarão abortas no período de 06
de Março à 20 de abril 1995, 1; 1ni,cri­
cõor, p.lril o Concuruo de /dmi!J!;.'io ao Cur­
o do Formação de Sargentos funcionar
no ano de 1.996.
CONDIQõgs EXIGIDAS
l- Ser brasileiro nato - ser soltei­
ro, a0pnrndo judicialmente ou divorciado
sem encargos de família, descendentes ou
dependentes - ter naucido entre 01 de -
janeiro de 1972 e Jl dez de 1977, ou se­
ja ter no mínimo 18 e no máximo 23 anos
de idade no ano da inucrição - pousuir
bons antecedcntec e predicados morais -
que o recomendem ao ingresso no Quadro -
de Sargentos de Carreira do Exército -
ne praça, estar classificado, no mínimo
no comportamento "BOM" - se militar de -
outras Forcas Armadas ou Forças Auxilia­
res, posuuir autorização das respectivao
autoridades competentes - se reservista
ter sido excluído da última OM em que
serviu, na pior da hipótese, no comport~
monto "BOM" - não estar "Sub Judice" ou
condenado - ter concluído o ensino de 10
grau ou conclui-lo até a data da matríc~
la - pagar a taxa de inscrição se não e~
tiver dela dispensada(estão isentos os
filhos de ex-combatentes falecidos ou in
capacitados em ação ou consequência de:
participação na FEB ouem operações de guer­
ra na Marinha Mercante) - não ser aluno
de CPOR ou NPOR Aspirarte a Oficial R/2,
Oficial R/2 ou Oficial Temporário do
Exército.
2 - Os militares da ativa interessa­
dos deverão procurar o Serviço de Rela­
ções Públicas do 100 RC Mec para maiores
esclarecimentós e os candidatos civis a
Agência dos Correios de Bela Vista.
EDSON SOUZA RODRIGUES-TEN CEL CAV
Comandante do 100 RC Mec
LIVRO ClENTlER lL fflA
LIVROS: Técnicos, Esotéricos e Lite
rários, Inforn~tica, Engenharia, Admi:
nistraçâo, Economia, Psicologia, Educ~
ção, Direito, etc.
RUA: BARÃO DO RIO BRANCO 1 .'407 CENTRO
FONE: (067) 724 - 4397
'•P: 79. 002 - 174 CAMPO GRADE - MS
·Prefeltur
'l .
Municia! de Bela Vista/MS
COMUNICADO
A ecretarfa Municipal de Fazda, atrsvs de
seu setor de tr!butação comunica à população em
ral que fof alterada a d ta do vencento ds pare
la inlca e 1! Parcela do I.P.T.L/95, do d1a 10.0),
para o dla 30.03,95.
Comunica também que os contribuintes que opta -
rem pelo pagamento i vista, terão um desconto de
mal, 507 no valor a papar Impresso no carne, tota­
!Izando no 1n4l 70 de desconto, seno ve]mos;
1P05710 1,%2 t:?f X 6,76 ~ 2,
Df !.:C. 20 1,5ú PT X 6,76 10,
'n
'JOT,I. 6, 26 11Pt X 6,7 ,.: , 11
1
TAXA 1,5 t:T- : 6,76 ~
111 ,·· 7
/, PACA ATES 7,81 'v? X 6,76
m 2,79'
nFSc, 0 F'I RfAJS. -
26,)
1
TCYTAI. A PACAR E R5, 26,)9
IMPORTANTE: Estas condições sio válidas somente
:j,ar11 pagamento dh parcel.i Única atê o d.la 30.03.'95.·
Os contribu:í.ntc6 que optarem pelo pagamento per
celado, terão direito no desconto de 40~, se efét;
arem o pagamento dn lQ parcela até o d1a 30.03.95,
também sobre as demais, se pagas rigorosamente em
dia,
VE!CIMENTO DAS PARCELAS:
Dia JO.OJ.95 1a PARCELA
1
Dia 10.04.95 2a PARCELA
Dia 10.05.95
+
J!! PARCEL
ip{a 10.06.95 4!! PARCELA.
Dia 10.07.95 Si! PARéEL
DOS PAGAMENTOS EM ATRASO: Atrasando o pagamenro
J ,;ontribuinte perde o direito ao desconto de 40ií,
,'ém de multa de 10 sobre o valor do imposto a'té
30 dias de seu vencimento, e 20% sobre o valor do
imposto a partir do 31~ di..'.l. do vencimenlo, vem com
'a . cobrança de Juros à razão de lií ao mês, inc l • •
déntes sobre o valor do ±posto mais a muli:a., ·-:;;;
ato de efetivo pagamento.
Todos os carnês estão em U.P.F. (Unidade Padrão
,Fiscal), o valor de cada UPF, congelada desde Ja -
.neiro/95, é de R$ 6,76 (seis reais e setenta e se
1s centavos).
Par1 o contribuinte encontrar o valor em reais
a pagar, usa-se o seguinte método:
Pega-se a quantidade de UPF'S a pagar X o valor
,de 01 (uma) UPF, que é de R$ 6,76 (seis reais e se
·tenta e seis centavos), e chegando aos valores, s
_aplica a aliquota de desconto 50% ou 401. conforme
·o caso isto para pagamento da parcela única e paga
men to parcelado em dia. -
. ALERTA: Os carnes são totalmente impressos
,UPF'S e nao em reais.
1 -
Instruçoes para recebimento do imposto territo-
r1al/1.995 acima
- 4PRESENTAÇÃO: Idêntico ao Imposto Predial • -· •
DO VENCIMENTO DA .PARCELA ONICA: O vencimento
foi prorrogado do.dia 10.0J.95, para o dia 30.03.
1 95.
1.
DO VENCIMENTO DA 1ª À 5ª PARCELA:
se você está pensando cm publicar aquele livro, que
você j:i escreveu ou ainda e ·tá escrevendo, conte conosco. 1
Você t1Ítr.1 com o texto· e a edição fica por nossa conta:]
composição, paginação, cana e impressão éo_lorida, tudo
pelos mais modernos sist~mas ele editoração elctrônic_a e
c~mputação gr:ífica. Ainda orientamos a distribuição e
assessoramos a divulgarão. Realize si;u sonho. Publique
eu livro. Ligue iá: 751-674. 1ale cm Tânia ou Lucit. ,
em
1
A li! parcela
- tambem teve sua data de vencimento prorrogada do
1
dia 10.03.95, para o dia 30.03.95, quanto os dema •
is vencimentos são os seguintes:
. ) . ,
FJol, t
6,76
SECRFAIA cI
,·r •· ,...., .. TA ' n
BELA VISTA
NOVOS TEMPOS
t:'J-1.CFI;ITUlv MUN1CI P/L r LA vis
- - -- - -
j
1
1
Farmácias de Plantão no
mês de Março de 95
25/26- Droqasul...............Sr.Punhal
O0BS: As farmacias que não estiverem de ..I
P
lant5o · dever-o p~rmaneccrem fechadas n
I • -
as solicitações eventuais só poderao se-
rem atendidas ~e conütar nü receita a in
formação de que a de plantão não dispõe
da medicação citada.
Atenciosament!?
Dr.José de Ribamar Cruz e Silva
Sec.Mun. de saúde de Pela_Vista· I
INDICADOR
PROFISSIONAL.
FISIOTERAPIA E REABILITAÇÃO
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l RASIL, FAS I CRA, TELEM , FUSEX
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~ESIDÊNCIA: RUA DR. ARY COELHO DE OLI
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TRA, 880 - CE TRO - FONE: (067) 251 - 2563 1
JARDIM-MS
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1 •
ADVOGADAS
TRIBUNA DA FRONTEIRA
Dl.lrlo Resfon.:,I
Fundado em 20 ds Fsyreiro de 1.972
Prop,iedad3: Grilfico e Ed,tora Apa - CGC.MFOJ.201.26610001 '90
DIRETORES:
h..:
1
rjo PcrcirJ • Maria Estela V. Pdreira
REPORTAGENS:
- fJbaldino RodriqJe?j].
Jaõo Csrlas Velasquez
SUCURSAIS:
Anton•a João • Elia de uma P,n10 e Nor na Gonçalvea
Jardim - André Avalo
Cnracol • Kc"1l1 Lõp s Leite
·_?!!.~!..?CELA DIA _ _10.04.95
3ê PARCELA DIA 10.05.95
42 PARCELA DIA 10.06.95
Sê PARCELA.DIA 10.07.95
OBS: Se o vencimento de alguma ocorrer em fi~
na1 a. seana ou feriado, receber no 1g dia útil -
subsequente sem nenhum acréscimo.
, DAS CONDIÇÕES DO DESCONTO: O ':ontribu~nte que:
I optar pelo pagamento da parcela unica ate o dia -
,.30.03.95, terá ~ireito ao desconto de 207 sobre o
·nlor do imposto a pa
03r já impresso no carnê.. ,
ESTA CO!'IDIÇÃO .Sô t'. VÁLIDA PARA PAGA.'IENTO DA PAR
CELA "ONICA ATr-o·nIA 30.03.95.
DO PAGAMENTO PARCELADO: O Contribuinte que op -
tar pelo pagamento parcelado, não.terá direito· ao
desconto de 20%, sobre nenhuma parcela.
_, DOS PAGA."'IENTOS EM ATRASO: O pagamento em atra - .
t so, implica em multa de lOZ sobre o valor do impos
,I'. to, até 30 dias de seu vencimento, e 20% sobre o
valor do imposto a partir do 31!?, dia do vencimentõ
alémãa cobrança de juros de mora à razão de 1:ao
VILMA DA SILVA VERA LOUREIRO DE
1
OAB/MS 2574-B ALMEIDA OAB: 2573-
. CAUSAS CÍVEIS E CRIMINAIS
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OPIIIIIAO DO JORNAL· ORIGINAIS ENVIADOS À REDAÇAO N
SERÃO DEVOLVIDOS.
FJUAOOA:
O'CRI - Asso-cJc de Jamais do lnl~r ar
ABRAJO! saciaci E8sleira d: Jornais do Interior
R. MARCUS A. RUIZ - "KARA Y MBARETÊ'
CAUSAS CÍVEIS E CRIMINAIS -
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ONES: (067) 251-1012 e 21-2424 .
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Troca de Óleo, Borracharia e
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Informativo do Rotary
Em reunião realizada na última sexta-feira. dia I7.com
a presença dos companheiros Ivaldo, Roberval, Luis Carlos
Rabal, Renato Pereira. Flávio, Enoly, Tiki, Dazzano. Ivan.
Garibaldi, Cachito, Azaléa. Eduardo., Villasanti. Cláudio.
Renato Rosa, Luis Marques. Evilásio, Soliman e Geraldo
Boccia. Também com as ilustres presenças dos seguintes
convidados: o Deputado Estadual Waldemir Moka, o
Vereador de Porto Murtinho Oório Miranda dos Santos. O!.
Empresários de Porto Murtinho Félix Alves e Ramão Alves.
o Secretário Municipal de Educaç:1o Paulo Melo, Empresário
de Bela Vista Hermes Antonio Ore (Toninho da JAVET). o
repórter do Jornal Tribuna da Fronteira João Carlos Velásquez
e os estudantes Ivaldo Júnior e Victor Hugo V. Pereira:
Através da iniciativa do Diretor de Serviços lnlemos,
Renato Pereira e com a anuência do Presidente Ivaldo foi
iniciado um ciclo de palestras sobre temas relevantes que
envolvem Bela Vista e toda região Sudoeste. Dando início à
esses debates o Deputado Moka e o vereador Osório foram
convidados para falarem sobre a implantação da zona de livre
comércio cm Bela Vista e a construção do Porto de Porto
Murtinho.
PRESIDENTE IVALDO PEREIRA
Dando início à reunião o Presidente disse que o Rotary
de Bela Vista é um clube de idéias, sem cunho político que
busca servir. Enfocou também que algo precisa ser feito pela
comunidade, independente da procedência, pois há
necessidade urgente de mudanças, já que Bela Vista está
adom1ecida há muito tempo. •
RENATO PEREIRA
Como Coordenador do ciclo de Palestras o
companheiro disse que os dois (02) assuntos que serão
tratados na reunião, seriam temas palpitantes. .
VEREADOR OSÓRIO
Demonstrando ser profundo conhecedor de todas as
fases até o momento transpostas para a efetivação do porto
de Porto Murtinho, o Edil disse que tudo que iria transmitir
aos presentes era fruto de experiências vividas por ele nos
últimos 06 (seis) anos.
Começou dando a importância histórica e a dimensão
até mundial da utilização das Hidrovias e por conseqüência
do Pono de Porto Murtinho. Disse que o Projeto do Porto de
Murtinho era a materialização de sonhos das pessoas que
forjaram a América Latina como um todo e que na Europa e
nos EUA há o aproveitamento das Bacias Hidrográficas, após
a concretização de Projetos que de alguma forma trouxeram
prejuízo ao meio ambiente e que agora eles querem impor
condições para que haja aproveitamento das nossas Bacias
Hidrográficas, alegando entre outros motivos, pregar a
necessidade de preservação do Pantanal, que no entender do
palestrante não será afetado. .
Argumentou que o Porto de Conceição no Paraguai
possui um terminal com capacidade. para apenas seis (06)
mil toneladas e que o de Porto Murtinho terá capacidade para
vinte e cinco (25) mil toneladas além dos mais de duzentos
(200) quilômetros que os caminhoneiros terão que transpor
em território paraguai em estrada não pavimentada.
Disse também que a Hidrovia é uma dádiva que nós
temos que aproveitar e que o Rio é navegável durante todo o
ano e que não hà necessidade de nenhuma dragagem.
Citou que O transporte por litoral e 1/3 ~-ai_s barato que
0 frete Rodoviário e a metade do frete Ferroviário. Lembrou
que inúmeros interesses serão contestados, como dos
fabricantes de pneus e caminhões: e por isso ha uma certa
resistência à essa idéia por parte desses segmentos.
Explicou também que o Porto compreende: vias de
acesso, terminais graneleiros e sistemas de embarque e
desembarque.
DEPUTADO MOKA
Antes de falar sobre a implantação da zona de l!vre
comércio o Deputado mencionou que em tomo de
3
5% a
40
º' d p 'á ta' pronto e que ele é uma altematn a viável
,o o orto J es . . .
• . b'l'd- d • embasada em estudos senos, disse que o
poIs a vati1late e ··. .
Governador Wilson Barbosa Martins franqueou a m1crnt1va
. d
1
sã das obras do Porto e sua conseqüente
pnvala a cone u o .
exploração. Lembrou que com a privatização do porto havera
barateamento dos custos, enfatizando que o porto de
P
. tá nas mãos de Sindicatos, que acaba
aranagua es
proporcionando a elevação de preços.
Liki O +ri, Enoly Assis, EJávio Gribaldi e os
Empresários convidados, d e Porto Murtinho, Ramão.e
Flix Ales
_........::-:.. -
Rotarianos Eduardo Ocáriz, illasanti, Cláudio,
Renato Rosa. Luiz Marques, Esvilásio Miranda,,
Disse também que está marcado para o dia 20 de Abril
um encontro em Porto Murtinho com a presença de inúmeras
autoridades e empresários de diversos países para tratar do
Porto.
obre a zona de livre comércio argumentou que há no
Congresso Nacional um projeto do Deputado Federal Flávio
Derzi que reivindica a implantação de uma zona franca em
Ponta Porã e que ele já fez contato com os Deputados Federais
Puccineli, Mariza e peralico para que Bela Vista seja
beneficiada com esse Projeto.
CACHITO
Pregou a mobilização da sociedade para a efetiva
concretização do Porto de Porto Murtinho. independente de
partidos políticos. Conclamou todos a se unirem em tomo
desse objetivo e alertou que não adianta ficarmos só
reclamando e que devemos ter esperança e lutar para sairmos
do esquecimento. /
GARIBALDI
Falou da necessidade da criação da estrutura por parte
do Governo como o asfaltamento das Rodo viis da região.
Disse que o Sudoeste é talvez a região mais atrasada
do Estado, pois caminhamos a passo de tartaruga e que na
região somente se verifica a pujança de Jardim e ágora de
Bonito, que tem explorado seu potencial turístico
RENATO RO
Cobrou do Deputado Moka a conclusão do asfalto que
liga Bela Vista a Jardim e que se crie mecanismo de punição
de governantes_ ~ue endivid~ Estad9{ não que se fique
somente nas criticas. -
O Deputado respondeu que essa obra será terminada
com brevidade, não querendo no entanto fixar uma data,
lembrando que boa parte da obra ainda não foi paga.
TO NINHO DA JA VET
• Na condição de visitante, o Empresário Toninho citou
os inúmeros problemas que, . comerciantes atravessam como
a excessiva carga tributária. o entanto disse que na sua
opinião, o maior problema é a falta de asfalto, que acaba
elevando o preço no final do produto.
ROBERVAL
Abordou suscintamcnte os grandes problemas que o
País atravessa entre eles a política agrícola.
Solicitou ao Deputado Moka modificações na
declaração anual do pecuarista
VILLASANTI
Disse que há necessidade de maior seriedade na
condução do País, lembrando dos sete (07) bilhões de dólares
que o Brasil perdeu em uma semana por incompetência da
equipe econômica para manter a cotação do real no atual
patamar. Disse também que o Governo Estadu!ll deve dar as
condições para a efetivação do porto e que a classe política
deveria serrar fileiras nesse sentido.
LUIS CARLOS RAHAL
O Secretário disse que nesta semana estiveram em nossa
cidade dois (02) auditores da GM e um (OI) dos sócios da
Alfacar para verificarem possibilidades de reativação da
' concessionária Chevrolct em Bela Vista e que houve
aprovação por parte dessas pessoas e que após assumir a
gerência da APAVEL. uma das empresas do Grupo
ALFACAR, conseguiu demonstrar amabilidade e uma
Agência de Automóvel Chevrolet na nossa cidade. lembrando
que em pesquisa realizada comprovou-se que 70% dos
automóveis que aqui circulam são da marca Chevrolet.
(A. Villasanti)
COLUNA DO
EDITO
,, () f'() / () . li I (! ; : '" li • oi ' / ·"" li /, ,·.
ate sras do Deputado ia!demr Mae reder Oor o
dos Santos na Rotar luh alaram sobre o Porto de
Exportas@o em Parto Aurtinhw e sona de lre comer!o+
fronteira
O$SEGUNDO TEMA não foi mito debatido, haja
vista a situação de Ponta Porá que está hd vários ano
rl!Íl'Ínrlicundo e 11/é u;.:oru 1111tl11. 1'e11l111111 dr11 <l11i
1

conferencistas quiseram meter a mão na cumbuca, p
sabem que o povo está ando de romessas, Além do mai,
essa história de zona frana, em Bela Vista, é mais do que
sonho.
.JÁ O PORTO em P'orto Martinho é ma realidade.
grupos da imeiattva privada estão interessados. lodos
esperam que o Governo do Estado (leia-se Dr Wilson)
termine o asfalto de ardam a Porto Murtinho
• GARIBALDI DA ROSA, Carlos "Cachito" Ocáriz,
Renato de Souza Rosa e Ali rio Villasanti fizeram pergunta
aos palestrantes, motivando ma palestra din@mica e
altamente estimulante aos interesses da região.
•O ROTARY pode ser questionado sobre vários tema»
ou particularidades, mas nunca por omissão, na atual gestão
a comunidade aprendeu a admirar o Clube que não é perfeito.
mas integrado por pessoas que realmente estão preocupadas
com o futuro de Bela Vista.
PALAVRAS DE UM AMIGO, "o Rotary em Bela
Vista tr1111sfor111011-se n11111 foro de debates, houve
reciclagem de seus membros, respira-se 1111111 atmosfera de
diálogo e de respeito às idéias.
• PARECE-ME OUE a construção do porto em
Martinho é o UNICO caminho para redimir a região Sudoeste
do Estado. Fora disso . Murtinho, Bela V'ista e Caracol ficarão
mesmo como "fundoes" Fim de linha. Prá não dizer fim da
icada
OUTRO AMIGO estranha a ausência de Vereadores
no Fórum de Debates promovido pelo Rotary, "deveria
haver a participação de alguns Vaeat!ores, tio Prefeito, tia
Promotora, do Presidente tia Associação Comercial,
Sindicato Rural e demais Clubes de Serviços. Bem
lembrado.
QUANDO O Deputado Antonio Carlos Arroyo se
apresentar no Rotary. ele que se transformou no Deputado
da oposição que mais critica o Governo (e defende o ex­
Governador Pedro Pedrossian) evidentemente terá mais
subsídios para oferecer não só a respeito do porto mas
também sobre o futuro de Bela Vista e região.
* COM LIGAÇÕES NO PARAGUAI, o Vereador
Roney 1i1oraes Simões está preparado para falar a respeito
do MERCOSUL e suas implicflções em Bela Vista. Roney
acredita que o assumo ainda não foi ventilado corretamente.
Concordamos.
• FALANDO EM RONEY. ele é um dos jovens que quer
mudanças na política belavistense, junto com Renato de
Souza Rosa, Fernando de Barros. Geraldo Murano,
retendem mudar o centro de poder. a palavra é
RENOVAÇiO.
• PALAVRAS PESADAS: "Bela Vista precisa de um
Prefeito que não seja oriundo da classe dos fazendeiros. Está
na hora de mudar. Perdemos o bonde da história ao não
elegermos o Dillon, ainda está em tempo de pararmos para
ensar e começar tudo de novo". Eu entendi a mensagem.
QUANDO O Zeca rio PT vir à Bela Vista falar no
Rotary, teremos uma das mais produtivas reuniões 110
Clube, isto porque o Zeca tem sensibilidade para os
roblemas sociais. E Bela Vista, com raras excessães, acha
que dar sacolõcs, remédio:,, etc, é resolver os problemas
sociais.
1
I. Pereira
,.
MUITA GENTE comentando que Edson Morais, '
Fernando de Freitas Elias e Garibaldi da Rosa Neto seriam Í
os candidatos a Prefeito Municipal. E onde fica a a/ajm·em? 1 '·
O povo quer mudanças.

hrher Pro,i @en e, Sensors Jpu
nhas contidreraçüet até o pretente mmen­
to, for sm de natureza técnica, relativamen
e ano Projeto de Lei ora apresentado é ne-
ir1o não e confundir a Pesca Comer­
cal com a Peca Desportiva, Enquanto a
com f1nulidade comercial depreda, degrada
e diz1ma, a Peca Desportiva traz reulta­
do benéficos ao stado, com fluxo de tu­
ri+mo e possibilitando o surgimento de um
íl'"!rc.1r!o do 111,,õ de obra dos pilotc1roc, ca­
;adores de iscas, etc.
Tem por objct1vo· o prcGcntc Projeto de
Lei , n proib1cJo dcf1nitiva da Pesca Co­
mercial om Mato Grosso do Sul, respeitando
Pesca Artesanal, como conta do própr1o
projto:
somente para se fazer um rctrocpccto
dou malc!fic1on da Pesca Comercial, é bom -
que se saiba, que a Policia Florestal efe­
tuou il!.l rJeguintcs apreensões:
em 1991 80.564 quilos de pescado
cm 1992 72.869 quilos do pescado
cm 1993 55.735 quilos de pescado
cm 1994 47.776 quilos de pescado
Observa-se uma dirninuicão da quantidade,
devendo-se a isto o melhor desempenho da -
Polícia Florestal, que foi devidamente
equipada e seus homens passaram por treina
rncntos. Mas o ideal, seria não se ter ne­
nhuma apreensão e que a conscientizacão
fosse urna realidade.
Deve-se ressaltar que, malgrado as difi
culdades, conseguiu-se efetuar fiscaliza-­
ções, mas não podemos nos iludir, a quanti
dane de peixes capturados para fim comer-­
cial, é infinitamente maior do que as apre
ensões. -
O pescador desportivo não degrada, não
usa redes, tem a atividade como forma de -
lazer, enqÚanto a pesca profiss1.onal usa -
de todos os meios ilícitos para sua fina­
lidade e o próprio pescador não é remunera
do devidamente, pois recebe uma miséria pe
los peixes enquanto os atravessadores e:
frigoríficos ficam com a parte do leão.
A pesca desportiva está regulamentaâa pe
lo Decreto no 8.133 de 10 de janeiro de 95,
estipulando as quantidades permitidas para
1
esse tipo de atividade, também chamada de
pesca amadora. Parece que o assunto está -
equacionado, inclusive está sendo objeto -
de estudos por parte da Secretaria do Meio
Ambiente e do Conselho Estadual de Contro­
le Ambiental-CECA.
Em 1994, mais de 120.000 turistas vie-
l rama Mato Grosso do Sul, praticar a pesca
1 desportiva e como consequência está haven­
do um incremento ao turismo. Em Porto Mur­
tinho, como exemplo, não mais existem pes­
cadores profissionais, pois foram aprovei­
tados para trabalhar como piloteiros nd -
area de turismo e consequentemente não hou
ve nenhum prejuízo aos então pescadores
1
profissionais, bem ao contrário, pois como
, 2.}
' . , ..
Pronunciamento do Deputado Arroyo
ploteuros estão recebendo em medi. R -
700,00 por mês que é muito maus do que re­
ccbiam como pescadores.
A pro1buçio da poca comercial está d­
retamente relacionada com um maior desen­
vo lv1monto da área do turismo, pois o Pan­
tar.l hoje é o principal local para pesca
cx1tente m nosso Pais, omente se rival!
zando com a Bacia Amazônica, que tem coo
inconveniente a distância e as dificulda-
Precisamos proibir a pesca com fim co­
rnerc1.al, para que o Pantanal não se torne
apenas uma lembrança. E nesta luta_estou -
acompanhado pela Aspadama-Assoc1acao dos -
pescadores amadores de Mato Grosso do Sul,
pela SODEPAN-Socicdade de -Defesa do Panta­
nal e pela ACERT-Associação Corunbaense
dos Empresários de Turismo, que pedem as -
providências que apresento no Projeto de -
Lc1.
1
v0, por certo, poder4 e.tib lce: cond1-
coes de regulamentação,_que ão venham a -
interferir na preservação do Mao Abrente
e dos recursos ambienta1s,
Espero contar com aquiescência de m us
nobres pares, para a provacio da presento
normv, que será uma pererazação de ed1das
preservac1on1stas importantes e que objetg
vamo término d degradação ambiental
atu. lmente existente em decorrência d. pes
ca com finalidade comercial.
,
JUSTIFICATIVA
o Presente Projeto de Lei objetiva esta
bclccer regras perene; relativo a pro1-bi­
cão da pesr.a com fim comercial,nos limites
de competência fiscalizadora do Estado de
Mato Grosso do Sul.
A proibicão da pesca com fim comercial,
tem como suporte estabelecer condições -
objetivas que asseguren a preservação do -
Meio Ambiente e o património ambiental.
A pesca com fim comercial em água inter
nacional; é uma excepcionalidade em nosso
país, pois no conceito Internacional prat!
carnente todos os países proibiram, permi­
tindo tão somente a pesca comercial em
oceanos e mares.
No Projeto de Lei, ora apresentado, to­
mou-se o cuidado da manutenção da pesca ar
tesanal, definindo-a e estabelecendo condi
cões de possibilidades. Esta permissão tem
por objetivo a continuidade de sobrevivên­
cia dqueles que até agora têm na pesca ru­
dimentar o seu sustento; limitando a comer
cializacão em pequena escala, dentro do -
território sul-matogrossense. Essa pesca -
artesanal é aquela exercida pela populacão
Ribeirinha, que tem no pescado o auto-su~
tento e'comercializam o excedente em restau
:-cu, ~es e hotéis da região. O bom senso, r~
comenda a manutenção ainda dessa permissão,
para que os pescadores que se enquadre ncs
sa atividade, não sofram com uma repentinã·
proibicão.
O Comércio de iscas vivas, deverá ser -
regulamentado, por ato proprio do Executi­
vo, no prazo de trinta dias após a publiç~­
cão da Lei. Não poderia ser esquecida estã
atividade(captura de iscas vivas) que re­
presenta uma fonte de renda a uma popula-
ção pré-determinada e, por estar diretamente
ligada a atividade.Na área de turismo, o rxecu
PROJETO DE LEI
Pro1be a pesca comercial g !ato Grog
so do Sul e, d outras provadénc1as.
o Governador do Estndo dn M:ito Grosso
do Sul, faco saber que • lc,::;embl '1-::l Le­
gislativa decreta e cu sancionou segui~
te Lei:
Art.10 - Fica proibida a pesca com
fim comercial em rios, lagos,reprcsa e
açudes, nos limites du competência finca
lizadora do Estado de Mato Grosso do Sul
Art.20 - Fica permitida a pesca arte­
sanal, com fins de subsistência a manu­
tenção, devendo seu produto ser consumi­
do em território su-mato-grossense, res­
peitado o período de piracema.
Parágrafo único - Para efeitos da prc
sente Lei, considera-se artesanal com -
fim de subsistência e manutcncão, aquela
exercida por .pescador, individualmente -
ou em regime de economia fam1-liar, não -
compreendendo serviços de terceiros, vi­
sando o auto-consumo ou comércio de -
subsistência.
Art.39 - Fica permitida a comercial1-
zação do pescado oriundo de psicultura,
da pesca marítima e de origem de outras
Unidades da Federação.
Parágrafo primeiro - A Secretaria do
Estado do Meio Ambiente e demais órgãos
de fiscalização, respeitarão os estoques
de pescado declarados pelos estabeleci­
mentos registrados.
Parágrafo segundo - O trãns1-to de pes
cado originário de outras Unidades da F
deracão, ficará sujeito à fiscalização -
dos órgãos estaduais competentes.
Art.40 - O Poder Executivo, no prazo
de 30(trinta) dias após a publicação do
presente Lei, deverá estabelecer normas
relativas à captura de iscas vivas, bem
como sua comercialização.
~Art.50- A presente Lei entra em vigor
na data de sua publicação, revogadas as
disposições em contrário.
Campo Grande-MS/1995
ITTLSON BARBOSA MARTINS - GOVERNADOR
Representante da .Cé~éiã/l'f·º 1 do
Mundo BUDWEISER (n lta e ara)


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Ator4pt
j
Pasto e Reforma Agrária
)llí1/ K.'IA'IA'!<l'IO
A
1
,1'1 8,629, <l<1 25 eh, fevereiro de
[993, determina que toda propriedade
rural que nao cumprir nua função no­
cfal e uno produzir dPntro do crit~­
rlo estabelecido para v micro-regi­
iio é passível de ato expropriatórlo,
estabelecendo-se daí o que comumente
chamam dl! reforma agr;Írin.
Els af mal uma razio, se outra
terra oferece e, no ntanto, nio exI
te modalidade aluma de crédito nos -
moldes oferectdos à produção agrícola.
Pena que nossos banqueiros não vêem -
com bons olhos tal financiamento.
O artio I2 da Lei B.629 dfz que -
não será passível de desapropriação ,
pura fino de reforma ;igrárlo, o imó­
vel que comprove estar sendo objeto
não querem ter, para se fazer aumen- de implementação de projeto técnico.
tnr n produtividade de sua terra. To- o proprietário cujo imóvel esteja
da terra parada ou explorada InefI- abaixo do índice de produtividade cs­
cicntemcnte niio produz, não traz benc tabelecido pela Lei, ou o imóvel Já -
ffcfo para ninguém, nem à sociedade : considerado improdutivo corre, portan
Consequentemente, "ex v I legis", a es to, sério risco de tê-lo desapropr 1a:
sa chama de improdutiva e, portanto: do para fins de reforma agrária. Em -
pas~!vcl de passar o outras mãos - às ambos os casos, um projeto técnico
do:i clwmados "sem-terra". Acredito feito por profissional habilitado e
que esta não deveria ser a medida , entendido no assunto, além de ser vál
pois, em se analisando a situação, es vula de escape de uma iminente desa­
taramos despindo um santo e cobrindÕ proprinção, é também a redenção de
outro, urna área, devolvendo o seu dono a pro
Ora, qunlquer pessoa que tenha a dutividade perdida e,• consequentemen:
mínima noção de exploração agrícola te, o ganho há muito esquecido.
sabe que essa atividade se apóia no- Para nós, agrônomos projetistas,es
tripé capital-terra-trabalho. Assim , ta é a melhor parte da lei, aumentan­
assentarem, por força de lei, pessoas do-nos nosso campo de trabalho e para
nas terras desapropria-- m m l le u===u os proprfetar1os ser
das sem oferecer - 1hes A PECUARIA ve como defesa para
o capital necessário não se perder a ter-
para o exercício da att PODE SER ra, ou a oportunida-
vidade agrícola, e ans- UTILIZADA PARA de de realmente tor-
nas deixar o tripé ca- nar seu imóvel produ
penga. Não basta só a TORNAR A tivo e ganhar dinhei
boa vontade ao trabalho, PROPRIEDADE ro com a-pecuária. -
quase sempre braçal; sem O Me rcosul vai
conhecimento tecnolÓgi- PRODUTIVA exigir eficiência e
co não se vislumbra mui ªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªª modernidade da pecuá
ta possibilidade de su: ria brasileira. Nos:
cesso dos assentados neste mercado - nos parceiros argentinos e uruguaios
globalizado de altíssima competitivi- conseguem produzir carne de melhor
dade em produção qualitativa e quant! qualidade por um preço menor. Na Ar­
tativa. gentina, por exemplo, a produção rela
Na exploração pecuária em particu- tiva é quase 507 acima da produção -
lar, ramo no qual estamos nos dedican brasileira. Com quase um terço do re
do totalmente, fazendo estudos e pes- banho brasileiro, os argentinos conse
quisas, 0 caso é mais grave ainda.Den guem produzir quase a metade da nossa
tre os proprietários de terra que nos produção. No Brasil o gado fica ern me
procuram, a maioria deles tem suas dia 50 meses no pasto, enquanto que ,
ter.~s ou adquiridas há tempos, por - na Argentina, vai para o abate em 30
preço bem barato, ou herdadas. Outros, meses. Somados a precocidade e o tipo
inda, adquiridas por meio de posse - de manejo, temos como resultante uma
longínqua. Esses proprietários, de mg carne mais tenra, macia e de melhor
do geral, não têm ou dinheiro ou tec- qualidade.
nica para tornar sua terra mais produ No Mato Grosso do Sul, o Governo -
tiva dentro do padrão estabelecido pe incentiva a produção de novilho preco
la Lei. Outra vez o tripé se nos apre ce, dando incentivo de formas diver-­
senta coxo, capenga. Vontade de traba sas como, por exemplo, isenções de
lhar, ânimo ou desafio podem até ter, tributos, mas a qualidade do produto
mas sem O capital para investir no - não vai depender do incentivo. e uma
imõvel, é impossível gerir os nego- exigência do consumidor. e preciso,
cios. pois aliar o manejo de gado, genética,
Outra incongruência gritante é o sanidade animal à formação e manejo -
governo financiar a produção agrícola. de pastagem. Este item, a nosso ver ,
e um financiamento de alto risco, de deveria ser prioritário. Não adianta
maquinário, de sorte, principalmente. a genética, sem comida no bucho do
Na pecuária há O risco, tombem, porem animal. O começo de tudo deveria ser
bem menor. o setor é mais capitaliza- a agricultura de pastagem.
do: tem-se a garantia que a propria -
INSS revisa benefícios rurais para
combater fraudes nas aposentadorias
No final do ano passado, os auditg
res do INSS/MS Identificaram fraudes
cometidas nas concessões de benef{­
cios rurais, no período de 93/94, co
cedidas através dos Correios.
Na maioria dos casos, as fraudes -
são feitas com declarações forjadas
de proprietários rurais. Os falsos -
trabalhadores rurais conseguem duas
testemunhas de que trabalham em deter
minada área rural e informam ao promg
tor de justiça.
Em Mato Grosso do Sul, os audito-
res do INSS levantaram 13 municípios
em que as fraudes foram observadas.Os
.- C ã com 42 casos:
municípios sao: 'amapu »
Bandeirante, 03 casos; Nioaque,
02
;Be
la Vista, 29; Mundo Novo, 25; Amambai
I4: Ponta Porá, 27; Miranda,OI; Navi­
ra1, II: Ivinhea, Ol; Aparecida do -
Ta6ado,04; e o Município goiano de -
ItaJá, que é atendido pelo Município
de Cassilância, com 12 casos.
En consequência co as diretrizes
i
'rio da Previden­
traçadas pelo Min.ste:
eia e Assistência Social relativas a
Revisão dos benefícios rur,ú.:;' ª Pre-
vidência Sucial efetunrj cobranças -
das contribuições sociais referentes
à relação de emprego consignadas em
declaracões que geraram pagamento de
benefícios.
Com a implantação do Projeto nO -
mês de abril próximo,todos os empre­
gadores rurais serão recadastrados e
notificados, no sentido do pagamento
das contribuições, acrescidos de mul
ta, juros e correção monetária a par
tir de julho de 91. -
Nessa operação serão revistos a­
proximadamente 14 mil e 800 proces­
sos no Estado sobre benefícios conce
didos no período de julho de 91 a
agosto de 94.
A Previdência Social está alertan
do aos empregadores rurais no senti:
do de sõ fornecer declaração para -
verdadeiros trabalhadores rurais. Ca
so contrário, além de ter de pagar:
as contribuições devidas, responderá
a processo criminal por falsidade
ideológica. Os beneficies rurais de
quem tenha direito serão mantidos.
Pecuaristas tentam
forçar alta
0 mercado de carnes entev be, ofertado na ter1
na passada, com os pecuarIs as m is capita!!zados
optando pela engorda do zado ns tentativa de for­
çar uma alta dos preços. lo quinta-f Ira passada -
fontes paulistas indicavam pre.s ao de venda a Rs
23,00 sem registro de negócios nesse nfve!s. "A -
oferta está pais expressiva por parte do Mato Gros
so do Sul e o Mato Grosso, rezfôs com talor dispó
nfbf1idade de anfaLs", observa Mar!z!lda Cuerrel­
ra, da Perdigão. Destaca que os fr!orificos estão
obastecidos com esc:.:ilnsfornadas até a próxima quar­
ta-feira. Em Santa Catarina a arroba fechou a sea
na a R$ 21/22,00 com registro de boa o f r t a de pró
duto do Paraná e RIo Grande do Sul. O mercado esta
ria, inclusive, comercializando carne orgcntina ,
adquirida a preços bem conpctltivos, informou o
Instituto de Planejamento e Economia Agdcoli:i-CF.P,.
Os analistns também consideram altos os n!vcis pra
ticados lembrando que, historicamente, a arroba C
comercializada a R$ 18.00/R$ 20,00 nesse período
"Além da proximidade <lo pico da safra o mercado en
frenta grande pressão de oferta de frango, favore­
cido pelos baixos preços dos insuoos", com.enta fon
te da CEPA.
Soja: Protesto
esfria mercado
A semana passada caracterizou-se por lentidão -
na comercialização da safra nova. Segundo traders
uma série de fatores está atrapalhando as negocia­
ções. As cooperativas decidiram paralisar as opera
çôes na última sama para protestar contra a pol!t~
agrícola oficial. Os produtores também estão evi­
tando negociar aos preços oferecidos pela indústr i.a,
em torno de R$ 9,10 em São Paulo. A elevação dos
preços em Chicago, na quarta-feira passada, re­
traiu os compradores,
A colheita se desenvolveu de forma satisfatória
na semana passada praticamente em todo o país. Os
produtores estão comemorando os rendimentos médios
obtidos, que deverão levar o Brasil a colher sua -
maior safra de grãos. Levantamento de Safras e Mer
cado indica uma supersafra de 25,S milhões de tone
ladas. O Último número do Departamento de Agricul:
tura dos Estados Unidos reavaliou a safra brasilei
rapara 2S,1 milhões de toneladas.
Cautela com Arroz
A seman foi de cautela para o mercado de arroz
com compradores à espera de uma queda mais acen­
tuada das cotações a partir da intensificação da -
colheita. Em Alegrete/RS indústria local indica
venda da totalidade de 107 da produção colhida,com
o arroz casca negociado entre RS 8,00/RS 9,00 de­
pendendo do rendimento de grão inteiro. "Tem produ
tor pedindo adiantamento pelo arroz que está por
entrar", comenta fonte da Pileco, destacando que -
somente o produtor mais capitalizado deve reter a
produção à espera de uma melhor remuneração. A ex­
pectativa, no entanto, é que cerca de 507 da safra
seja negociado aos níveis de R$ 8,00/R$ 8,50 ou se
ja, abaixo do ínimo. Na Pileco, por exemplo, as:
compras apesar de lentas totalizam cerca de 100
mil sacas nos Últimos IS dias. O mercado foi de a­
bestecimento também para São Paulo com estimativa
de que teria adquirido 37. da produção gaúcha.
1
DE LEILAO
1
1
-
O fA '+;
o1 ·sior« -I
arca "" se desenrola- l
va nora!mente no Par l
ue de Expostçes ao
hAqu{d4usna, !
t 0s touros robustos,
divididos e m l o t e s h o -
mogéneos, eram arresa­
tados rapidamente pe­
los fazendeiros da re-
1
11 !~o. !
DPntr. CIP, º Joa- I
q u i n Carvalho e r a o -
'r a I s afoito. D e " Mr!
gar" por u lote que+
queria, e sair vitorio'
so, mandou que a pts-l
teira desse um recado {
aos presentes. l
Controlando o riso,
a moça cumpriu a mio- '
são, declarando com
voz pousada e 5egura , ,
ao microfone:
-- O Sr.Joaquim Car-!
valho manda dizer que
aqui no recinto pode -
ter homem mais bonito
do que ele, porém, com
mais dinheiro não tem!
Se o leilão já vi­
nha animado, após esse
desafio, esfourou. Nun
ca ~endi reprodutores:
tão disputados, como
nessa tarde em Aqui-
dauana.
O Luiz Otávio é um
bom leiloeiro.
Voz grossa, cadên­
c1a, conhecimento da -
mercadoria que oferece
à venda, fazem dele um
profissional disputado
pelas inúmeras firmas
especializadas em lei­
lões rurais. •
Naquela época, esta
va iniciando a nova
profissão.
O remate era em An-­
dradina. No picadeiro,
a égua alazã não conse
guia despertar o inte­
resse dos presentes .
Querendo esquentar 0 -
leilão, o Luiz Otávio
explodia elogios ao
animal sob pregão:
- Só 20 mil pores­
sa égua soberba? É uma
absurdo! Se ela esti­
vesse em Mato Grosso -
do Sul e eu não fosse
pagar frete e ICM, co­
mo voces.aqui não vão
pagar, a compraria, no
minimo por 80 mil!Acor
dem!
E o leilão prosse­
guia em seu ritmo len-
____________________________ ,to.
1 De repente, alguém, afastando o marasmo, deu o lance sugerido pelo lei­
[loeiro: 80 mil.
O Luiz Otavio, radiante,ansioso para saber quem fora o corajoso arrena­
tante, deu a palavra ao pisteiro, que fez o anúncio de praxe:
- O comprador do lote anterior foi o Sr.Luiz Otávio. O Sindicato Rural
vci pagar o frete e o ICM para que o nosso valoroso leiloeiro possa levar a
éua, tão gabada por ele, para Mato Grosso do Sul ...
Aquele leilão estava animado. Diferente. Variado. Era bicho de todas as
espécies. Bovinos, equinos, pequenos animais. O João Humberto de Carvalho,
dono da festa, em Uberaba, contente, rindo à toa.
De repente, chegou a vez de um jumento ser submetido à apreciação dos -
compradores.
Bonito, bem tratado, as orelhas em riste atestando a altivez do reprodu
tor. UE friso escuro, correndo lombo afora, principal caracteristica da rã
ça pega, terminava na cauda sedosa, escovada com esmero.
0 animal impressionava.
Os lances de sucediam num crescente avassalador até a oferta culminante, 1
feita por conhecido político goiano. 1
O leiloeiro, e;"ltusiasr.iado com o sucesso do recate, dando as três tradi- ,
1
clonais marteladas, divulgou o arrematante influente:
FUL
-ANTOeDmoEs a satisfação de anuncior que o comprador do último lote foi O Srl
TAL, governador eleito do povo goiano!
E, concluindo, sem se dor conta da gafe que cometia:
- Mais um iumento ara o Estado de Goiás! (Do Livro 3 Casos)

EUNIÃO DO ROTARY EM BELA VISTA
Moka e OsóriÓ defendem o Porto de Mortinho
1 ' I'IA - IO OMKE! P!EN r E)
O Deputado Valdemir Moka o o Vereador O
ório 'frand. dos Santos participaram de u
m reunião no Rotary CIub proferindo paloe,­
trat obre o por t..o de cxportr1çflo cm Por. to
Murtunho, suas perspectivas e a implanta -
cão da zona de livre comércio na fronte1
ra.
O Rotary de Bola Vista que congrega im
port:intcr. 11.dcrnnçilG do Município, catá
realizando uma ér1e de palestras e reu­
n1ões para debater assuntos de interesses,
no ó do Município lll:lS de toda a região -
da fronte1ra e sudoeste
Antes do início das palestras, o prcsi­
clcn t:c do clube, jornalista e escritor Ival
do Pereira falou dos objetivos do Rotary
de suas metas e da filosofia rotária onde
, o importante é o SERVIR, disse que "um clu
be de 1déias congrega sócios das mais di­
vercas tcndênciils, isto não implica cm an-
tagonismos, muito pelo contrário, das idé
ias aparentemente contraditórias, chega, se
a sintese num ponto comum, através dos de­
bates e do d1.álogo, o rotariano e a rota
r1.ana são abertos às novas idéias, à buscã
do aperfeiçoamento das comunidades onde
servem".
osório Miranda dos santos
Com uma platéia atenta ei interessada, o
Vereador Osório fez uma das mais brilhan -
tes palestras já realizadas no clube de
serviços. Fez um relato minucioso sobre a
evolução do aproveitamento das hidrovias -
na história do Brasil, Argentina, Paraguai
e Uruguai, citando fatos, documentos,dimen
sionando a real importância do aproveita
mento das vias navegáveis de nosso país e
dos integrantes do Mercosul. Por mais de
10 minutos Osório demonstrou a viabilidade
do porto de exportação em Mortinho que be­
nef_iciarâ toda tu região, com reflexos posi
tivos para b economia regional, geração de
~~pregos e a transformação radical do per
f1l do Sudoeste e fronteira. -
Disse que o porto em Mortinho não tem -
nada a ver com o porto de Conceição, são
objetivos distintos, para nós o que impor­
ta e a v1.ab1.l1.zaçao do nosso porto, isto
hoje' é uma realidade. Foram construidos vá
rios terminais e a iniciativa privada jã
se corrq:,rareteu a terminar as obras. Resta -
agora aguardar o término das obras de pavi
j mentaçao asfaltica de Jardim à Porto MurtI
j nho, a pavimentação da rodovia Antonio Jo­
.j ão - Bela Vista - Caracol. O futuro chegou
disse Osor1.o, nosso porto é uma realidade.
waldemir Moka
, ,
• 1 O 10 V1.ce Pre;idcn te da Assembléia Le -
'l gislat1.va, Deputado Moka, untes de se mani
festar a respeito do porto, falou de sua
participação da reunião em Pcnta Porã,quan
do_ surgir~ comentários de que ele seria­
mais favoravel ao Porto de Conceição. Moka
disse que participa de todas as reuniões ,
eventos, em_qualquer um dos Municípios do
Estado, e não poderia ser o contrário, mas
que houve deturpações de suas palavras.Não
sou contra o porto de Conceição, hoje a
produçao deve mesmo ser escoada por aquele
porto, mas isto não quer dizer que não de­
fendo o porto de Murtinho, como seria con­
tra se a idéia de construir o porto nasceu
na gestao do Heitor Miranda dos Santos
foi uma idéia nossa, Moka falou do interes
se de grupos em terminar as obras em MurtI
nho, do que já foi construido· e da certe­
za de que o Governador Wilson Barbosa Mar.­
tins vai continuar as obras do asfalto de
Jardim e Murtinho.
Brilhantemente, o deputado discorreu so
bre a implantação do porto, seus efeitos -
para a fronteira e o novo Sudoeste que vai
surgir. Disse que o seu maior compromisso
ê como Sudoeste e que agora não se encon­
tra sozinho nesta luta, temos os deputados
Aroyo, Valdir Neves, -Zeca-do PT, todos -
compromissados com a nossa região.
A respeito da zona de livre comércio Mo
ka disse que já contatou o deputado feaé -
~al André Puccinelli, todos nós temos 'que
batalhar, não é fácil, mas vamos batalhar.
Moka falou também à respeito de vários
temas, _comércio na, fronteira, influência -
do com
7
rcio de Bella Vista (Paraguai) .. em
Bela Vista (Brasil), a concorrência desi -
gual por causa dos impostos, foi profunda­
mente conciliador no tocante à temas poli­
ticos, como e de seu feitio, o deputado de
monstrou capacidade, inteligência e muita­
verve. ~ostrou que ~stá propenso a dialo­
gar com todas as lideranças para se deba -
ter e tornar realidade os sonhos do povo
fronteiriço.
( ,/
f; -
1--
..<
DEBATES
Vár1o rotarianos par 1c1parar dos de
bates, fazendo perguntas, questionando é
sugerindo. Gar1bnld1 cln Ror;a tlet..o, Car -
los A. Ocar1z, Alír1o Vilasanti Renato
Pereira (Coordenador das palestras), o
convidado Chiquinho da Javet,, Renato Sou
za Rosa, Luiz Carlos Rahl, Roberval Bor
Jges, além de questionarem vários atpec-­
tos das palestras, criticaram medidas,fi
zeram sugestões enfim mais uma vez o@
rotarianos de Bela Vista dc.:nonstraram a
finalidde do clube, SERVIR, mas, acima -
de tudo, um clube de idéias,
VISITAS ILUSTRES
Além do Francisco (Chiquinho) da Ja -
vet, prestigiaram o evento, o Secretário
d~ Educação de Bela Vista, Paulo Melo,os
empresários Felix e Ramão Alves, ambos -
ferrenhos defensores do porto de exporta
cão e da integração dos Municípios da
fronteira.
Felix Alves, um dos candidatos a can­
didato a Prefeito de Porto Mortinho, dis
se que "todos os rotarianos de Bela Vis=
ta estão de parabéns, a reunião foi mui­
to produtiva e demonstra que o sudoeste
e a fronteira estão unidos em defesa de
seus interesses",
FLAGRANTES DO ENCONTRO
r/
Roberva, Moka e Paulo Melo
1
s
et
r- ..
: "' ;
. 4
-2. y
A

n r
Roberval cm seu pronunciamento.
Felix Alves c"Rfn;:ito Pereira
J
--
vai@ir a
Flagrantes da Reunião
Garibalde: da Ros::i Neto
..
Mesa Diretora dos Trabalhos
(SEJA AMIGO)

A - /j
ERAS TU SENHOR?!
Quaresma, tempo de Conversão
O tempo da quaresma vem estimular vor dos "pequenino" LC. 13,
ea necesfdade do mudança de vida 50 9s.
dons cristãos, Jesus em eu Evangelho A morte de Jesus ê o último ato -
ensina e dá c plo de eu amor pelo, de misericórdia, de serviço e per­
pequenos e uscltn gestos concutos dão. Jesus diste "não hã ma!or amor
de misericórdia da pensoa, do que dar u vida pclo:J::lir,o Jo 15,15 .
A Fraternidade como tal é a meta '' a solidariedade como o destino hu
de todas as Igrejas CrInts. E por - mano,., n h:irnonLa plenitude de uma
crer que> a fraternidade nos torna ma dedicação desinteressada à causa do
1 fl humano ri, r;p jn qual for a conflsgo homem, à verdade, ao amor", "Crer -
rcltcioKo,
0 convite de convcrsiio,mu no filho crucificado oignifica ver
dança interior é cr.terdido n todaÕ o Pai, significa que o amor está pre
as pessoas de boa vontade, que quel- ente no mundo e que este :JMor é n:.,­
ram abrir seus corações aos Irmãos, is forte do que toda espécie de r.~,l
Um primeiro pnsr,o é a "Co .. versiio cm que oh:xrcm,n huronidade e o mundo
do Coração", sentir a dor do outro estão envolvidos, Com Jesus muda a
como nc fonnc sua, Consequentemente lógica dou sistPmas existentes, há
ir l!lllis além do que pequenos gestor,: inverr.iio de valores e prioridade. As
mas realizar 1.im cHforço por uma orga proutitut:,s precederão no Reino dos
nização mais ampla 11 fim de modifi = Céus on religiosos e donos do poder
cnr ns condições que deixam tantos MT. 21, 31. Ao ladrão condenado e as
inníios n ITlllrgem das benesses que a sassino ao seu lado, prometeu o Par
vida proporciona. íso LC. 23, 39-43.
MILHÕES DE EXCLU!DOS A Igreja primitiva defende a uni-
versidade da salvação em cumprimento
da profecia de Isaias que diz nao rg
jeitar c0s que o procuram e "sua ca­
sa será casa de Oração para todos os
povos" IS. 56, 1-8.
Misericórdia segundo a Bíblia é
uma aciio-concreta provocada diante -
do sofrimento de alguém, ou seja, a­
tender e ajudar os necessitados,. os
Os documentos de Puebla e reforca pequeninos", e supor.tar, também com
do aos de Santo Domingo descrevem Õ misericórdia a perseguição e a exclu
retrato dos excluídos: são rostos - são. O objetivo é alcançar a realiza
desfigurados pela fome, desiludidos cão integral de todos e cada um: ã
pelas promessas eleitoreiras, aterro começar pelos mais necessitados.
rizados pela violência das ruas; ros
tos angustiados dos menores abandona Todos os cristãos são chamados a
dos, das mulheres desrespeitadas e solidarizar-se com os excluídos apo­
humilhadas: rostos das prostitutas , iando' suas lutas, suas organizações
dos migrantes sem a acolhida digna - e suas lutas, fiuas organizações e su
dos idosos sem condicÕes de sobrevi as as~ociaçÕes de base. Uma atitude­
vência, dos encarcerados, dos doen = fundamental do cristão é a de sempre
tes sem assistência, e outros tantos· usar de seu lugar social para benefi
que poderiam ser elencados dentre o ciar aqueles que mais precisam. Usar
povo que tanto sofre. de sua influência se necessário para
beneficiar a necessidade do Povo so­
frido.
JO;l,
São milhares as pessoa em situa­
cão de miséria ~bsoluta pelo Brasil
e pelo mundo, consideradas descarlá­
veis pela sociedade.
Por isBo, necessitam de nossa So­
lidariedade e Fraternidade.
RETRATO DESTES EXCLU1DOS
JESUS, A MISERICÓRDIA
A missão de Jesus revela a ternu­
ra e a misericórdia de Deus, princi­
palmente aos mais deserdados. E siio
os Evangelistas que mais falam sobre
Jesus, que diante do sofrimento dos
outros se comove, se compadece, MT -
9,36 e Jo 11, 33-38. Ele próprio diz
que as multidões lhe causam compai -
xào MC. 6, 34; MT. 9, 36; 14, 14; 15;
32. Os necessitados entendem isso:
eles clamam "tem compaixão de mim"
e são atendidos MT. 9, 27.
A própria vida de Jesus anuncia e
realiza um reviravouta total em fa-
,
Portanto é um tempo de mudança de
mentalidade e de comportamento em to
dos os níveis sociais; que Deus/Amor
nos ajude a enfrentar o Novo com co­
ragem e responsabilidade.
PAI NOSSO •.... ••'·•
Pe. William Gonçalves (Pároco)
PARÓQUIA
SANTO AFONSO - MS
Edital de· Proclamas
Janilde Rosa dos Santos, Oficiala do Registro Civil desta cidade -
de Bela Vista-MS., faz saber a todos quantos o presente Edital de
Proclamas virem que, apresentaram os documentos exigidos pelo rtig
180 do Código Civil Brasileiro, incisos I-II e IV,e pretenâem se casar:
1
'
! Brasileiros, solteiros, naturais desta cidade de Bela Vista-MS, residen
ltes nesta cidade; ele, vigilante, filho de Cas~iano Ledesma e de Evarista
IVilalba Ledesma; ela, telefonista, filha de Zeferino Herrera Mart!futez e de
Maria Ovidia Dias,
ADJ ARTE LEDESMA
e JOELY APARECIDA DIAS MARTINEZ
Se alguém
souber de algum impedimento que se oponha
BELA VISTA-MS, 20 DE MARÇO DE 1.995
. '
JANILDE ROSA DOS SANTOS
na forma da Lei.
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Puccinelli consegue recursos
para saúde sulmato grossense
o ,or recobydo -
em audiência pelo Mi
nstro da Saúde,Adb
Jat.ene, o deputado -­
André Puccincll1
(PMDB) transmitiu a
preocupação do Gover
na dor Wilson Barbosa
Mar t.1ns com relação
a aquisição de equ1-
pamentos 1mportantes
para o funcionamento
das unidades cons­
truidas pela admin1s
tração anterior. Di
e que o Estado no­
cessita de R$ 12 mi­
lhões pnro tornar a
caúde accsuivcl, fun
oional e figil fiu pei
soas que buucam a ao
siséncia gratuita.
Foi. um encontro -
considerado proveito
so uma vez que o Mi:
nistro assegurou a -
liberação do montan­
te solicitado para -
atendimento imediato
das necessidades do
Governo peemedebista,
Medida que represen­
ta o início de uma -
nova era na área da
saúde pública.
REALIDADE
SULMJTOGROBSENSE
O parlamentar fez
ver ao Ministro que
a realidade sulmato­
grossense não difere
de outras localida­
des do país. Disse -
que aqui a situação
da saúde também pre­
cisa de cuidados es­
peciais. Por isso so
licitou do Ministro­
Jatene o máximo de -
empenho na liberação
dos recursos que o -
Estado necessita pa­
ra fazer funcionar -
as unidades construi
·. -
A
d& na capital e no
interior. Destacou -
que o Governo do Ec­
tado definiu, entre
suas metas prioritá­
rias, a modernização
do atendimento 11 UêlÚ
de. -
No documento que
repaosou ao miniotro,
conota que nou últi­
mos oito anos foram
1nvectidos rccurcos
apenas na rede físi­
ca hospitalar, dotan
do o Estado com hos­
pitais de maior por­
te, unidades mistas
e hemocentros que,no
entanto, não estão -
funcionando por fal­
ta de equipamentos e
pessoal habilitado.
Para atender a5 -
necessidades adminiss
trativas do novo go:
verno, disse que são
imprescindíveis a li
heração de R$ 12 mi:
lhões. O ministro
adiantou ao deputado
que parte do montan­
te sdlicitado já foi
inserido no orçamen­
to deste ano, com li
beracão imediata. Ga
rantiu que o Minist
rio pretende atender
o pedido colocando à
disposição do Estado
R$ 2 milhões para
treinamento e capaci
tacão de recursos hÜ
manos.
PRIORIDADE
ABSOLUTA
Além do montante
pleiteado, Puccinel­
li ouviu do ministro
que tudo será feito
rara que a saúde pú­
blica possa ser de-
envolvida com ef1-
c1enc1a, qualidade e
respeito ao cidadão.
Pucc1nell1. fLcou ua­
tisfe1to na condição
de nildico e político
que se preocupa com
a qualidade da saúde.
Ainda durante a -
audiência tomou co­
nhecimento da prcocu
pacão do Ministério
em colocar em práti­
ca um programa volta
do a difusão da medi
cina prevetiva. Recõ
nhece que investimen
tos na prevenção de
doenças é muito im­
portante para se al-
çançar o objetivo
proposto, ou seja,
oferecer o que exis­
te de melhor na qua­
lidade devida de uma
pais em desenvolvi­
nento.Aproveitõu pa-·
ra transmitir ao mi­
nistro a total confi
anca do povo de Matõ
Grosso do Sul,na efi
ciência administrati
va do Ministro Jate­
ne.
Segundo Puccinel­
li, o crédito de con
fiança está fundamen
tado no passado de:
um homem que em ne
nhum momento rele­
gou a segundo plano
o bem-estar da popu­
lação brasileira. Ao
concluir o parlamen­
tar comentou:"o Pre­
sidente Fernando Hen
rique Cardoso tem
consciência que não
existe Nação desen­
volvida sem que a
saúde seja prioridade
absoluta".
Men4em lo Ministro do Exército aos Rechutas de 1.995.
r
Minhas prlcciras palavras são de boas-vindas h todos voces que ora desfrutam a Impar
oportunidade de ombrear conosco nas fileiras da Força terrestre.
Dese)o, tarbén, cumprimentá-los por essa verdadeira conquista, que constitui 1.mportnntc
degrau na escalada de vida do cidadao.
Ao prestar o Serviço Hilltar, voces estão dell)OnstrandQ signUlcat1vo gesto de desprendi
menta, 'pois ofertarão alguns meses de suas e4,istênc1ns 'a nossn Pátria que aprenderão a cÕ
nhecer em maior oportunidade e a amar com mais intensidade. ' -
O E..'(ercito, ass1~ como a Marinha e a Aeroná.utic.a, é uma institui~ão nacional de caráter
pcrm.:inente, forjada no longo da nossa história pelo cnlor dos íeitos gloriosos da gente -
brnsilc1ro. ~rticulndo cm todo o território nacional, é destinado, com exclusividade, .Õ. de
fesa dos interesses do Brasil, dentre estes a soberania, a paz e o progresso do nosso pcvÕ.
Por algum tempo, voccs cstarao participando l:ltivruoente dessa nobre e grandiosa mi-ssao
envergando o uniforme verde-ollva; que devem honrar com o máxino fervor. • '
Con certeza, para muitos, a prestação do Serviço Militar significará o despontar de u
ideal. A grandeza da missao, Q surgimento de novas amizades,a sã camaradagem, a vidá sa­
lutar, a superação de desafios, as conquistas pessoais, as lições de cidadania. são alguns
dos ~spectos sil,n1flcatlvos dn caserna. ' '
Nao tenham duvidas _ nos quartéis voc:es estarão stfndo bem ~reparados não sõ para defen
der a Patria, mns ~.:imbcc para en[rentar com intrepidez os obstaculos que se lhes apresen­
tare no futuro, )a que passarão a conhecer as suas próprias ·potencinllc!ades. ~ • •
Trata-se de curta, porém muito importante, etapa na vida do cidadão. Aproveitem-na éom
todo o empenho, pois assln, experimentarão a recompensa da satisfação pessoal e farão par
merecer a distinçao de portar consigo o s[mbolo do Exército. Exerçam o direito de ph,atar
o Serviço Militar e sua plenitude e sejam credores do orgulho de seus familiares e do re-
conhecimento d.1 Nação Brnsileirn. • •
Assi.c procedendo, estarão 'cultuando as. tradições do ExércttO e honrando os exemplos le--.
gados por· nosso P.:1trono - o DUQUE OE CAXIAS - e por nossos heróis de todos. os tempos.
Sejam l!lUlto• felizes entre nós! • :·
General-de-Exército Zen!ldo de Lucena
Ministro de Estado do Exército
Gen.Bda Rôulo BLnI Pereira-Chefe do CCOMSEX
Carta de Bela Vista
A presente carte,
vo e ubcrovo com.o
feito da cidade, tem
de advertência, protesto e co­
branca, cujo endereço específr
co 0 ~ rcprccentaçfio política
de nossso povo na Assembléia
Legislativa e no Congresso Na­
c1onal.
Temo observado pela Impren
5a a grande preocupação de no
sos legisladores com os seus -
próprios salárioo, nomeação de
assessores e outros assuntos
que nao vêm em direção aos in­
teresses de nossa populaciio.
Foram gastos 5 anos para o
preparo do terreno onde seria
assentado o MERCOSUL, no entan
to, gastou-se esse período d@
tempo sem nada programar que -
viesse beneficiar os residen­
tes na fronteira do País. Como
consequência, especialmente
nós os belavistenses, "ficamos
no mato sem cachorro", ou seja,
fomos excluídos dos benefícios
que nos deveria trazer a ins­
talação do Mercosul.
Nos dias atuais, o comércio
belavistense e outras ativida­
des estão marchando para cer­
rar as portas, acompanhando -
aquelas empresas que já as cer
raram.
Mas porque tudo isso?Porque
os nossos representantes nos -
poderes executivos e legislati
vo fecharam os olhos, deixan-­
do-nos no completo esquecimen­
to, como se esta região não
existisse ou fosse como era an
tes da guerra do Paraguai, umã
terra de ninguém.
A população de Ponta Porã,
segundo notícias da imprensa,
está prestes a ser considerada
uma ZONA DE LIVRE COMERCIO, on
de os pontaporaenses lutarão;
no comércio internacional, em
igualdade de condições entre -
os povos brasileiro e para­
guaio.
E porque nós não estamos in
cluidos nesse projeto de ZONA­
DE LIVRE COMERCIO? Pela inape­
tência, pela inoperanca, pelo
descaso de nossos representan­
tes políticos, que nos procu­
ram atras de-nosso voto, ele­
gem-se, voltam a região, quan­
do voltam, dão palmadas em nos
que ·scrg
v1ce-pre
carater-
1
5'l!'i c~:..-t.1z, ,.i=;:- ~.:!cc -.. ,, de- l
pois... decorrem quatr anos e
regressam à terra a b u sca d [
votos com uma mala cheia de
promessas e outras coutas -
r:ws ...
Nó temos um Governador d
Estado, 24 deputados estaduais,
8 deputados federais o 3 sena-!
dores da Repúblca. ' os nos­
sos problemas ond estão? Es­
condido nos fundos de uma mala
de esqu cimento.
Esta é uma mens .gem de ad­
vertênc1a. O nosso povo está -
alerta e irá cobrar no futuro.
Esta é uma mensagem de protes­
tos, que será levada para o fg
turo e relembrada nas futuras
campanhas políticas eleitorais.
Esta é uma mensagem do cobran­
ça. O nosso povo cobra. Quere­
mos participar do Mercosul, e
não senaos mero expectadores -
da desgraça, do sofrimento,
da miséria de um povo.
Esta cobruncn vai mais além.
Exigimos participar da Zona de
Livre Comércio a ser instalada
em Ponta Porã. Como? Com uma -
emenda de nossos representan­
tes no Congresso Nacional. Com
a luta de nossos representan­
tes na Assembléia Legislativa,
com o apóio de nosso Governa­
dor do Estado.
Apelamos, ao final, às As­
sociações de classe(Sindicato
Rural, Sindicato dos Trabalha­
dores Rurais, Associação Comer
cial, Sinted etc), as entida-­
des de serviços(Rotary, Lions,
Maçonaria, etc), à Cãmara de -
Vereadores, ao Prefeito Munici
pal, aos Clubes Sociais, às en
tidades religiosas, às Associã
ções de Moradores, a Imprensa­
falada e escrita, ao povo em -
geral para que entremos nessa
luta na defesa de nossos inte­
resses.
Não façamos como o carnei­
rão que vai para o matadouro -
sem dar um berro, mas lutemos
como o bode que, ameaçado pela
morte, berra e esperneia na de
fesa de seus direitos a vida:
e a liberdade.
SYDNEY NUNES LEITE
Vice-Prefeito
POSTO· PORTE.IRA LTDA
Manoel Rodrigues dos San1oslMANECOJ
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Guia Lopes da Laguna, Jardim, Bela Vista, Caracol e Porto· Murtinho