TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXIII_Nº1614_21_03_1995 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXIII_Nº1614_21_03_1995Número da edição1614Data de publicação21 de março de 1995Número de páginas8GeoCoordenada -22.107907295854336 , -56.529576820085296 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXIII_Nº1614_21_03_1995 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto TRIBUNA DA FRO DIÁRIO REGIONAL --- -·-. _ ... N. 1.614 BELA VISTA/MS 21 DE MARÇO DE 1.995 EDITOR: IVALDO PEREIRA RS-0,50 Rotary homenageia palestrantes O Rotary Club de " Bela Vista entregou ao Deputado Waldcmir Moka e no V crcador Osório Miranda dos Santos, Diplomas de Participação no I Ciclo de Palestras e Debates. Moka e Osório falaram sexta feira próxima passada, na sede do Rotary, sobre o Porto de Exportação cm Porto Murtinho e Zona de ' Livre Comércio na fronteira. Na pauta das palestras consta os nomes dos Deputados Waldir Neves, Antonio Carlos Arroyo, Zeca do PT,. Osvaldo Possari, Elpídio Reis e Vereador Roney Moraes Simões. as fotos, a Presidente eleita do Rotary faz a entrega do Diplomaao Deputado Yaldemir Moka; garibaldi da Rosa Neto entrega o diploma de participação ao Vereador Osório Miranda dos Santos. PIC Ec $lU1IL INELLI CONSEGUE r RSO! ?ARA SAC 'DE Deputado André Puccinelli em audiência com o Ministro da Saúde, Adib Jatene (ao centro) Ao ser recebido em unidades construídas pela audiência pelo Ministro da Administração anterior. Saúde, Adib J atene, o Disse que o Estado Deputado Pucinelli necessita de RS 12 -- -- -- - . .., transmitiu a preocupação : milhões para tornar a. do Governador Wilson • saúde acessível, funcional Barbosa Martins com • e ágil às pessoas que: relação a aquisição de buscam a assistência equipamentos importantes gratuita. pará o funcionamento das Foi rica«lura / ,, Pecuana Páginn - OS , A presente cana, que escrevo e subscrevo como • Vice-Prefeito da cidade, tem caráter de advertência, protesto e . cobrança, cujo endereço específico é a representação política de nosso povo na Assembléia Legislativa e no Congresso Nacional. Temos observado pela Imprensa a grande preocupação de nossos legisladores coro os seus próprios salários, nomeação de assessores e outros assuntos que não considerado proveitoso uma vez que o Ministro assegurou a liberação do montante solicitado para atendimento imediato das necessidades do Governo· peerp.edebista. Medida 1 que representa o início dei uma nova era na área da um encontro saúde pública. Página-0s [ NFORMATIVO DO ROTARY....] - REUNIAO D0 ROTARY E LA VISTA. Moka e Osório defendem o 'orto de Murtinho O Deputado fronteira. Waldemir Moka e o O Rotary de Bela Vereador O::.ório MirJnd,. Vi·.ta que congrega dos Santos participaram :,,:portantes lideranças do de uma reunião no Rotary Município, está realizando Club de Bela Vista, uma série de palestras e reuniões para debater assuntos de interesse, não 1 só do Município mas de toda a região da fronteira e Sudoeste. proferindo palestras sobre o Porto de Exportação em Porto Murtinho, suas perspectivas e a implantação da zona de livre comércio na Página - 06 ETEEAIDA PRONUNCIAMENTO DO DEPUTADO ARROYO i 1 í / ' -----. Vice-Prefeito Sydney uns Leite vem em direção aos interesses de nossa população. Foram gastos 5 anos . para o preparo do terreno ' • onde seria assentado o , : MERCOSUL, no entanto , gastou-se esse período de tempo sem nada programar que viesse beneficiar os residentes na fronteira do País. Como 1 c o n s e q ü ê n e i a, . especialmente nós os 1 : belavistenses, "ficamos no ' mato sem cachorro", ou seja, fomos excluídos dos benefícios que nos deveria trazer a instalação do MERCOSUL. Página - 08 P:gina-03 1Inscrição para o concurso deAdmissão ao Curso de Formação de Sargentos em 1996 - CFS/96 o Comandante do 10o Regimento doe Cavgi laria Mecanizado informa ao interes dos que estarão abortas no período de 06 de Março à 20 de abril 1995, 1; 1ni,cri cõor, p.lril o Concuruo de /dmi!J!;.'io ao Cur o do Formação de Sargentos funcionar no ano de 1.996. CONDIQõgs EXIGIDAS l- Ser brasileiro nato - ser soltei ro, a0pnrndo judicialmente ou divorciado sem encargos de família, descendentes ou dependentes - ter naucido entre 01 de - janeiro de 1972 e Jl dez de 1977, ou se ja ter no mínimo 18 e no máximo 23 anos de idade no ano da inucrição - pousuir bons antecedcntec e predicados morais - que o recomendem ao ingresso no Quadro - de Sargentos de Carreira do Exército - ne praça, estar classificado, no mínimo no comportamento "BOM" - se militar de - outras Forcas Armadas ou Forças Auxilia res, posuuir autorização das respectivao autoridades competentes - se reservista ter sido excluído da última OM em que serviu, na pior da hipótese, no comport~ monto "BOM" - não estar "Sub Judice" ou condenado - ter concluído o ensino de 10 grau ou conclui-lo até a data da matríc~ la - pagar a taxa de inscrição se não e~ tiver dela dispensada(estão isentos os filhos de ex-combatentes falecidos ou in capacitados em ação ou consequência de: participação na FEB ouem operações de guer ra na Marinha Mercante) - não ser aluno de CPOR ou NPOR Aspirarte a Oficial R/2, Oficial R/2 ou Oficial Temporário do Exército. 2 - Os militares da ativa interessa dos deverão procurar o Serviço de Rela ções Públicas do 100 RC Mec para maiores esclarecimentós e os candidatos civis a Agência dos Correios de Bela Vista. EDSON SOUZA RODRIGUES-TEN CEL CAV Comandante do 100 RC Mec LIVRO ClENTlER lL fflA LIVROS: Técnicos, Esotéricos e Lite rários, Inforn~tica, Engenharia, Admi: nistraçâo, Economia, Psicologia, Educ~ ção, Direito, etc. RUA: BARÃO DO RIO BRANCO 1 .'407 CENTRO FONE: (067) 724 - 4397 '•P: 79. 002 - 174 CAMPO GRADE - MS ·Prefeltur 'l . Municia! de Bela Vista/MS COMUNICADO A ecretarfa Municipal de Fazda, atrsvs de seu setor de tr!butação comunica à população em ral que fof alterada a d ta do vencento ds pare la inlca e 1! Parcela do I.P.T.L/95, do d1a 10.0), para o dla 30.03,95. Comunica também que os contribuintes que opta - rem pelo pagamento i vista, terão um desconto de mal, 507 no valor a papar Impresso no carne, tota !Izando no 1n4l 70 de desconto, seno ve]mos; 1P05710 1,%2 t:?f X 6,76 ~ 2, Df !.:C. 20 1,5ú PT X 6,76 10, 'n 'JOT,I. 6, 26 11Pt X 6,7 ,.: , 11 1 TAXA 1,5 t:T- : 6,76 ~ 111 ,·· 7 /, PACA ATES 7,81 'v? X 6,76 m 2,79' nFSc, 0 F'I RfAJS. - 26,) 1 TCYTAI. A PACAR E R5, 26,)9 IMPORTANTE: Estas condições sio válidas somente :j,ar11 pagamento dh parcel.i Única atê o d.la 30.03.'95.· Os contribu:í.ntc6 que optarem pelo pagamento per celado, terão direito no desconto de 40~, se efét; arem o pagamento dn lQ parcela até o d1a 30.03.95, também sobre as demais, se pagas rigorosamente em dia, VE!CIMENTO DAS PARCELAS: Dia JO.OJ.95 1a PARCELA 1 Dia 10.04.95 2a PARCELA Dia 10.05.95 + J!! PARCEL ip{a 10.06.95 4!! PARCELA. Dia 10.07.95 Si! PARéEL DOS PAGAMENTOS EM ATRASO: Atrasando o pagamenro J ,;ontribuinte perde o direito ao desconto de 40ií, ,'ém de multa de 10 sobre o valor do imposto a'té 30 dias de seu vencimento, e 20% sobre o valor do imposto a partir do 31~ di..'.l. do vencimenlo, vem com 'a . cobrança de Juros à razão de lií ao mês, inc l • • déntes sobre o valor do ±posto mais a muli:a., ·-:;;; ato de efetivo pagamento. Todos os carnês estão em U.P.F. (Unidade Padrão ,Fiscal), o valor de cada UPF, congelada desde Ja - .neiro/95, é de R$ 6,76 (seis reais e setenta e se 1s centavos). Par1 o contribuinte encontrar o valor em reais a pagar, usa-se o seguinte método: Pega-se a quantidade de UPF'S a pagar X o valor ,de 01 (uma) UPF, que é de R$ 6,76 (seis reais e se ·tenta e seis centavos), e chegando aos valores, s _aplica a aliquota de desconto 50% ou 401. conforme ·o caso isto para pagamento da parcela única e paga men to parcelado em dia. - . ALERTA: Os carnes são totalmente impressos ,UPF'S e nao em reais. 1 - Instruçoes para recebimento do imposto territo- r1al/1.995 acima - 4PRESENTAÇÃO: Idêntico ao Imposto Predial • -· • DO VENCIMENTO DA .PARCELA ONICA: O vencimento foi prorrogado do.dia 10.0J.95, para o dia 30.03. 1 95. 1. DO VENCIMENTO DA 1ª À 5ª PARCELA: se você está pensando cm publicar aquele livro, que você j:i escreveu ou ainda e ·tá escrevendo, conte conosco. 1 Você t1Ítr.1 com o texto· e a edição fica por nossa conta:] composição, paginação, cana e impressão éo_lorida, tudo pelos mais modernos sist~mas ele editoração elctrônic_a e c~mputação gr:ífica. Ainda orientamos a distribuição e assessoramos a divulgarão. Realize si;u sonho. Publique eu livro. Ligue iá: 751-674. 1ale cm Tânia ou Lucit. , em 1 A li! parcela - tambem teve sua data de vencimento prorrogada do 1 dia 10.03.95, para o dia 30.03.95, quanto os dema • is vencimentos são os seguintes: . ) . , FJol, t 6,76 SECRFAIA cI ,·r •· ,...., .. TA ' n BELA VISTA NOVOS TEMPOS t:'J-1.CFI;ITUlv MUN1CI P/L r LA vis - - -- - - j 1 1 Farmácias de Plantão no mês de Março de 95 25/26- Droqasul...............Sr.Punhal O0BS: As farmacias que não estiverem de ..I P lant5o · dever-o p~rmaneccrem fechadas n I • - as solicitações eventuais só poderao se- rem atendidas ~e conütar nü receita a in formação de que a de plantão não dispõe da medicação citada. Atenciosament!? Dr.José de Ribamar Cruz e Silva Sec.Mun. de saúde de Pela_Vista· I INDICADOR PROFISSIONAL. FISIOTERAPIA E REABILITAÇÃO GLAUCELI FERREIRA GODOY FISIOTERAPEUTA CREFITO 8 - 8432- F 1~ CONVÊ 10 : UNIMED. IlANCO DO l RASIL, FAS I CRA, TELEM , FUSEX i ONSUL TÓRIO: RUA 1 DE JlAIO, • - CENTR FONE: (067) 251 - 1696 ~ESIDÊNCIA: RUA DR. ARY COELHO DE OLI 1 TRA, 880 - CE TRO - FONE: (067) 251 - 2563 1 JARDIM-MS 1 1 • ADVOGADAS TRIBUNA DA FRONTEIRA Dl.lrlo Resfon.:,I Fundado em 20 ds Fsyreiro de 1.972 Prop,iedad3: Grilfico e Ed,tora Apa - CGC.MFOJ.201.26610001 '90 DIRETORES: h..: 1 rjo PcrcirJ • Maria Estela V. Pdreira REPORTAGENS: - fJbaldino RodriqJe?j]. Jaõo Csrlas Velasquez SUCURSAIS: Anton•a João • Elia de uma P,n10 e Nor na Gonçalvea Jardim - André Avalo Cnracol • Kc"1l1 Lõp s Leite ·_?!!.~!..?CELA DIA _ _10.04.95 3ê PARCELA DIA 10.05.95 42 PARCELA DIA 10.06.95 Sê PARCELA.DIA 10.07.95 OBS: Se o vencimento de alguma ocorrer em fi~ na1 a. seana ou feriado, receber no 1g dia útil - subsequente sem nenhum acréscimo. , DAS CONDIÇÕES DO DESCONTO: O ':ontribu~nte que: I optar pelo pagamento da parcela unica ate o dia - ,.30.03.95, terá ~ireito ao desconto de 207 sobre o ·nlor do imposto a pa 03r já impresso no carnê.. , ESTA CO!'IDIÇÃO .Sô t'. VÁLIDA PARA PAGA.'IENTO DA PAR CELA "ONICA ATr-o·nIA 30.03.95. DO PAGAMENTO PARCELADO: O Contribuinte que op - tar pelo pagamento parcelado, não.terá direito· ao desconto de 20%, sobre nenhuma parcela. _, DOS PAGA."'IENTOS EM ATRASO: O pagamento em atra - . t so, implica em multa de lOZ sobre o valor do impos ,I'. to, até 30 dias de seu vencimento, e 20% sobre o valor do imposto a partir do 31!?, dia do vencimentõ alémãa cobrança de juros de mora à razão de 1:ao VILMA DA SILVA VERA LOUREIRO DE 1 OAB/MS 2574-B ALMEIDA OAB: 2573- . CAUSAS CÍVEIS E CRIMINAIS UACUIABÁ, - CENTRO ONE: (067) 439 - 1290 BELA VISTA - MS ADVOCACIA Redação. Adrriniatração • Parque Gráfico: Aven,da Tnbuna da Fr ra. 56-1 • Fone (0871439-1410-Fax (067439-1544 · ela V Mato Gros. o do Sul. TABElA DE PREÇOS As:.,nJlu--:, Anual R$ 100 Assinatura Trimestral.....,+.·+.·+.··+·+.+«+.+.··++«+·-+.44...,H$ 80 :.-e • OS A~TIGOS ASSINADOS NÃO RE'FLETEM r:ECESSARIAME OPIIIIIAO DO JORNAL· ORIGINAIS ENVIADOS À REDAÇAO N SERÃO DEVOLVIDOS. FJUAOOA: O'CRI - Asso-cJc de Jamais do lnl~r ar ABRAJO! saciaci E8sleira d: Jornais do Interior R. MARCUS A. RUIZ - "KARA Y MBARETÊ' CAUSAS CÍVEIS E CRIMINAIS - ·coNTRATOS - EXECUÇÕES ONES: (067) 251-1012 e 21-2424 . . JARDIM-MS '["QUEM FEM O IDEAL NAS ESTRELAS L :. __ISA NAS PEDRAS E NÃO SENTE". ABASTECEDORA AGROSSÓL DE COMBUSTÍVEL L TDA e, 251-1103 -Combustível Filtrado, Filtros; Troca de Óleo, Borracharia e Lanchonete Informativo do Rotary Em reunião realizada na última sexta-feira. dia I7.com a presença dos companheiros Ivaldo, Roberval, Luis Carlos Rabal, Renato Pereira. Flávio, Enoly, Tiki, Dazzano. Ivan. Garibaldi, Cachito, Azaléa. Eduardo., Villasanti. Cláudio. Renato Rosa, Luis Marques. Evilásio, Soliman e Geraldo Boccia. Também com as ilustres presenças dos seguintes convidados: o Deputado Estadual Waldemir Moka, o Vereador de Porto Murtinho Oório Miranda dos Santos. O!. Empresários de Porto Murtinho Félix Alves e Ramão Alves. o Secretário Municipal de Educaç:1o Paulo Melo, Empresário de Bela Vista Hermes Antonio Ore (Toninho da JAVET). o repórter do Jornal Tribuna da Fronteira João Carlos Velásquez e os estudantes Ivaldo Júnior e Victor Hugo V. Pereira: Através da iniciativa do Diretor de Serviços lnlemos, Renato Pereira e com a anuência do Presidente Ivaldo foi iniciado um ciclo de palestras sobre temas relevantes que envolvem Bela Vista e toda região Sudoeste. Dando início à esses debates o Deputado Moka e o vereador Osório foram convidados para falarem sobre a implantação da zona de livre comércio cm Bela Vista e a construção do Porto de Porto Murtinho. PRESIDENTE IVALDO PEREIRA Dando início à reunião o Presidente disse que o Rotary de Bela Vista é um clube de idéias, sem cunho político que busca servir. Enfocou também que algo precisa ser feito pela comunidade, independente da procedência, pois há necessidade urgente de mudanças, já que Bela Vista está adom1ecida há muito tempo. • RENATO PEREIRA Como Coordenador do ciclo de Palestras o companheiro disse que os dois (02) assuntos que serão tratados na reunião, seriam temas palpitantes. . VEREADOR OSÓRIO Demonstrando ser profundo conhecedor de todas as fases até o momento transpostas para a efetivação do porto de Porto Murtinho, o Edil disse que tudo que iria transmitir aos presentes era fruto de experiências vividas por ele nos últimos 06 (seis) anos. Começou dando a importância histórica e a dimensão até mundial da utilização das Hidrovias e por conseqüência do Pono de Porto Murtinho. Disse que o Projeto do Porto de Murtinho era a materialização de sonhos das pessoas que forjaram a América Latina como um todo e que na Europa e nos EUA há o aproveitamento das Bacias Hidrográficas, após a concretização de Projetos que de alguma forma trouxeram prejuízo ao meio ambiente e que agora eles querem impor condições para que haja aproveitamento das nossas Bacias Hidrográficas, alegando entre outros motivos, pregar a necessidade de preservação do Pantanal, que no entender do palestrante não será afetado. . Argumentou que o Porto de Conceição no Paraguai possui um terminal com capacidade. para apenas seis (06) mil toneladas e que o de Porto Murtinho terá capacidade para vinte e cinco (25) mil toneladas além dos mais de duzentos (200) quilômetros que os caminhoneiros terão que transpor em território paraguai em estrada não pavimentada. Disse também que a Hidrovia é uma dádiva que nós temos que aproveitar e que o Rio é navegável durante todo o ano e que não hà necessidade de nenhuma dragagem. Citou que O transporte por litoral e 1/3 ~-ai_s barato que 0 frete Rodoviário e a metade do frete Ferroviário. Lembrou que inúmeros interesses serão contestados, como dos fabricantes de pneus e caminhões: e por isso ha uma certa resistência à essa idéia por parte desses segmentos. Explicou também que o Porto compreende: vias de acesso, terminais graneleiros e sistemas de embarque e desembarque. DEPUTADO MOKA Antes de falar sobre a implantação da zona de l!vre comércio o Deputado mencionou que em tomo de 3 5% a 40 º' d p 'á ta' pronto e que ele é uma altematn a viável ,o o orto J es . . . • . b'l'd- d • embasada em estudos senos, disse que o poIs a vati1late e ··. . Governador Wilson Barbosa Martins franqueou a m1crnt1va . d 1 sã das obras do Porto e sua conseqüente pnvala a cone u o . exploração. Lembrou que com a privatização do porto havera barateamento dos custos, enfatizando que o porto de P . tá nas mãos de Sindicatos, que acaba aranagua es proporcionando a elevação de preços. Liki O +ri, Enoly Assis, EJávio Gribaldi e os Empresários convidados, d e Porto Murtinho, Ramão.e Flix Ales _........::-:.. - Rotarianos Eduardo Ocáriz, illasanti, Cláudio, Renato Rosa. Luiz Marques, Esvilásio Miranda,, Disse também que está marcado para o dia 20 de Abril um encontro em Porto Murtinho com a presença de inúmeras autoridades e empresários de diversos países para tratar do Porto. obre a zona de livre comércio argumentou que há no Congresso Nacional um projeto do Deputado Federal Flávio Derzi que reivindica a implantação de uma zona franca em Ponta Porã e que ele já fez contato com os Deputados Federais Puccineli, Mariza e peralico para que Bela Vista seja beneficiada com esse Projeto. CACHITO Pregou a mobilização da sociedade para a efetiva concretização do Porto de Porto Murtinho. independente de partidos políticos. Conclamou todos a se unirem em tomo desse objetivo e alertou que não adianta ficarmos só reclamando e que devemos ter esperança e lutar para sairmos do esquecimento. / GARIBALDI Falou da necessidade da criação da estrutura por parte do Governo como o asfaltamento das Rodo viis da região. Disse que o Sudoeste é talvez a região mais atrasada do Estado, pois caminhamos a passo de tartaruga e que na região somente se verifica a pujança de Jardim e ágora de Bonito, que tem explorado seu potencial turístico RENATO RO Cobrou do Deputado Moka a conclusão do asfalto que liga Bela Vista a Jardim e que se crie mecanismo de punição de governantes_ ~ue endivid~ Estad9{ não que se fique somente nas criticas. - O Deputado respondeu que essa obra será terminada com brevidade, não querendo no entanto fixar uma data, lembrando que boa parte da obra ainda não foi paga. TO NINHO DA JA VET • Na condição de visitante, o Empresário Toninho citou os inúmeros problemas que, . comerciantes atravessam como a excessiva carga tributária. o entanto disse que na sua opinião, o maior problema é a falta de asfalto, que acaba elevando o preço no final do produto. ROBERVAL Abordou suscintamcnte os grandes problemas que o País atravessa entre eles a política agrícola. Solicitou ao Deputado Moka modificações na declaração anual do pecuarista VILLASANTI Disse que há necessidade de maior seriedade na condução do País, lembrando dos sete (07) bilhões de dólares que o Brasil perdeu em uma semana por incompetência da equipe econômica para manter a cotação do real no atual patamar. Disse também que o Governo Estadu!ll deve dar as condições para a efetivação do porto e que a classe política deveria serrar fileiras nesse sentido. LUIS CARLOS RAHAL O Secretário disse que nesta semana estiveram em nossa cidade dois (02) auditores da GM e um (OI) dos sócios da Alfacar para verificarem possibilidades de reativação da ' concessionária Chevrolct em Bela Vista e que houve aprovação por parte dessas pessoas e que após assumir a gerência da APAVEL. uma das empresas do Grupo ALFACAR, conseguiu demonstrar amabilidade e uma Agência de Automóvel Chevrolet na nossa cidade. lembrando que em pesquisa realizada comprovou-se que 70% dos automóveis que aqui circulam são da marca Chevrolet. (A. Villasanti) COLUNA DO EDITO ,, () f'() / () . li I (! ; : '" li • oi ' / ·"" li /, ,·. ate sras do Deputado ia!demr Mae reder Oor o dos Santos na Rotar luh alaram sobre o Porto de Exportas@o em Parto Aurtinhw e sona de lre comer!o+ fronteira O$SEGUNDO TEMA não foi mito debatido, haja vista a situação de Ponta Porá que está hd vários ano rl!Íl'Ínrlicundo e 11/é u;.:oru 1111tl11. 1'e11l111111 dr11 <l11i 1 conferencistas quiseram meter a mão na cumbuca, p sabem que o povo está ando de romessas, Além do mai, essa história de zona frana, em Bela Vista, é mais do que sonho. .JÁ O PORTO em P'orto Martinho é ma realidade. grupos da imeiattva privada estão interessados. lodos esperam que o Governo do Estado (leia-se Dr Wilson) termine o asfalto de ardam a Porto Murtinho • GARIBALDI DA ROSA, Carlos "Cachito" Ocáriz, Renato de Souza Rosa e Ali rio Villasanti fizeram pergunta aos palestrantes, motivando ma palestra din@mica e altamente estimulante aos interesses da região. •O ROTARY pode ser questionado sobre vários tema» ou particularidades, mas nunca por omissão, na atual gestão a comunidade aprendeu a admirar o Clube que não é perfeito. mas integrado por pessoas que realmente estão preocupadas com o futuro de Bela Vista. PALAVRAS DE UM AMIGO, "o Rotary em Bela Vista tr1111sfor111011-se n11111 foro de debates, houve reciclagem de seus membros, respira-se 1111111 atmosfera de diálogo e de respeito às idéias. • PARECE-ME OUE a construção do porto em Martinho é o UNICO caminho para redimir a região Sudoeste do Estado. Fora disso . Murtinho, Bela V'ista e Caracol ficarão mesmo como "fundoes" Fim de linha. Prá não dizer fim da icada OUTRO AMIGO estranha a ausência de Vereadores no Fórum de Debates promovido pelo Rotary, "deveria haver a participação de alguns Vaeat!ores, tio Prefeito, tia Promotora, do Presidente tia Associação Comercial, Sindicato Rural e demais Clubes de Serviços. Bem lembrado. QUANDO O Deputado Antonio Carlos Arroyo se apresentar no Rotary. ele que se transformou no Deputado da oposição que mais critica o Governo (e defende o ex Governador Pedro Pedrossian) evidentemente terá mais subsídios para oferecer não só a respeito do porto mas também sobre o futuro de Bela Vista e região. * COM LIGAÇÕES NO PARAGUAI, o Vereador Roney 1i1oraes Simões está preparado para falar a respeito do MERCOSUL e suas implicflções em Bela Vista. Roney acredita que o assumo ainda não foi ventilado corretamente. Concordamos. • FALANDO EM RONEY. ele é um dos jovens que quer mudanças na política belavistense, junto com Renato de Souza Rosa, Fernando de Barros. Geraldo Murano, retendem mudar o centro de poder. a palavra é RENOVAÇiO. • PALAVRAS PESADAS: "Bela Vista precisa de um Prefeito que não seja oriundo da classe dos fazendeiros. Está na hora de mudar. Perdemos o bonde da história ao não elegermos o Dillon, ainda está em tempo de pararmos para ensar e começar tudo de novo". Eu entendi a mensagem. QUANDO O Zeca rio PT vir à Bela Vista falar no Rotary, teremos uma das mais produtivas reuniões 110 Clube, isto porque o Zeca tem sensibilidade para os roblemas sociais. E Bela Vista, com raras excessães, acha que dar sacolõcs, remédio:,, etc, é resolver os problemas sociais. 1 I. Pereira ,. MUITA GENTE comentando que Edson Morais, ' Fernando de Freitas Elias e Garibaldi da Rosa Neto seriam Í os candidatos a Prefeito Municipal. E onde fica a a/ajm·em? 1 '· O povo quer mudanças. hrher Pro,i @en e, Sensors Jpu nhas contidreraçüet até o pretente mmen to, for sm de natureza técnica, relativamen e ano Projeto de Lei ora apresentado é ne- ir1o não e confundir a Pesca Comer cal com a Peca Desportiva, Enquanto a com f1nulidade comercial depreda, degrada e diz1ma, a Peca Desportiva traz reulta do benéficos ao stado, com fluxo de tu ri+mo e possibilitando o surgimento de um íl'"!rc.1r!o do 111,,õ de obra dos pilotc1roc, ca ;adores de iscas, etc. Tem por objct1vo· o prcGcntc Projeto de Lei , n proib1cJo dcf1nitiva da Pesca Co mercial om Mato Grosso do Sul, respeitando Pesca Artesanal, como conta do própr1o projto: somente para se fazer um rctrocpccto dou malc!fic1on da Pesca Comercial, é bom - que se saiba, que a Policia Florestal efe tuou il!.l rJeguintcs apreensões: em 1991 80.564 quilos de pescado cm 1992 72.869 quilos do pescado cm 1993 55.735 quilos de pescado cm 1994 47.776 quilos de pescado Observa-se uma dirninuicão da quantidade, devendo-se a isto o melhor desempenho da - Polícia Florestal, que foi devidamente equipada e seus homens passaram por treina rncntos. Mas o ideal, seria não se ter ne nhuma apreensão e que a conscientizacão fosse urna realidade. Deve-se ressaltar que, malgrado as difi culdades, conseguiu-se efetuar fiscaliza- ções, mas não podemos nos iludir, a quanti dane de peixes capturados para fim comer- cial, é infinitamente maior do que as apre ensões. - O pescador desportivo não degrada, não usa redes, tem a atividade como forma de - lazer, enqÚanto a pesca profiss1.onal usa - de todos os meios ilícitos para sua fina lidade e o próprio pescador não é remunera do devidamente, pois recebe uma miséria pe los peixes enquanto os atravessadores e: frigoríficos ficam com a parte do leão. A pesca desportiva está regulamentaâa pe lo Decreto no 8.133 de 10 de janeiro de 95, estipulando as quantidades permitidas para 1 esse tipo de atividade, também chamada de pesca amadora. Parece que o assunto está - equacionado, inclusive está sendo objeto - de estudos por parte da Secretaria do Meio Ambiente e do Conselho Estadual de Contro le Ambiental-CECA. Em 1994, mais de 120.000 turistas vie- l rama Mato Grosso do Sul, praticar a pesca 1 desportiva e como consequência está haven do um incremento ao turismo. Em Porto Mur tinho, como exemplo, não mais existem pes cadores profissionais, pois foram aprovei tados para trabalhar como piloteiros nd - area de turismo e consequentemente não hou ve nenhum prejuízo aos então pescadores 1 profissionais, bem ao contrário, pois como , 2.} ' . , .. Pronunciamento do Deputado Arroyo ploteuros estão recebendo em medi. R - 700,00 por mês que é muito maus do que re ccbiam como pescadores. A pro1buçio da poca comercial está d retamente relacionada com um maior desen vo lv1monto da área do turismo, pois o Pan tar.l hoje é o principal local para pesca cx1tente m nosso Pais, omente se rival! zando com a Bacia Amazônica, que tem coo inconveniente a distância e as dificulda- Precisamos proibir a pesca com fim co rnerc1.al, para que o Pantanal não se torne apenas uma lembrança. E nesta luta_estou - acompanhado pela Aspadama-Assoc1acao dos - pescadores amadores de Mato Grosso do Sul, pela SODEPAN-Socicdade de -Defesa do Panta nal e pela ACERT-Associação Corunbaense dos Empresários de Turismo, que pedem as - providências que apresento no Projeto de - Lc1. 1 v0, por certo, poder4 e.tib lce: cond1- coes de regulamentação,_que ão venham a - interferir na preservação do Mao Abrente e dos recursos ambienta1s, Espero contar com aquiescência de m us nobres pares, para a provacio da presento normv, que será uma pererazação de ed1das preservac1on1stas importantes e que objetg vamo término d degradação ambiental atu. lmente existente em decorrência d. pes ca com finalidade comercial. , JUSTIFICATIVA o Presente Projeto de Lei objetiva esta bclccer regras perene; relativo a pro1-bi cão da pesr.a com fim comercial,nos limites de competência fiscalizadora do Estado de Mato Grosso do Sul. A proibicão da pesca com fim comercial, tem como suporte estabelecer condições - objetivas que asseguren a preservação do - Meio Ambiente e o património ambiental. A pesca com fim comercial em água inter nacional; é uma excepcionalidade em nosso país, pois no conceito Internacional prat! carnente todos os países proibiram, permi tindo tão somente a pesca comercial em oceanos e mares. No Projeto de Lei, ora apresentado, to mou-se o cuidado da manutenção da pesca ar tesanal, definindo-a e estabelecendo condi cões de possibilidades. Esta permissão tem por objetivo a continuidade de sobrevivên cia dqueles que até agora têm na pesca ru dimentar o seu sustento; limitando a comer cializacão em pequena escala, dentro do - território sul-matogrossense. Essa pesca - artesanal é aquela exercida pela populacão Ribeirinha, que tem no pescado o auto-su~ tento e'comercializam o excedente em restau :-cu, ~es e hotéis da região. O bom senso, r~ comenda a manutenção ainda dessa permissão, para que os pescadores que se enquadre ncs sa atividade, não sofram com uma repentinã· proibicão. O Comércio de iscas vivas, deverá ser - regulamentado, por ato proprio do Executi vo, no prazo de trinta dias após a publiç~ cão da Lei. Não poderia ser esquecida estã atividade(captura de iscas vivas) que re presenta uma fonte de renda a uma popula- ção pré-determinada e, por estar diretamente ligada a atividade.Na área de turismo, o rxecu PROJETO DE LEI Pro1be a pesca comercial g !ato Grog so do Sul e, d outras provadénc1as. o Governador do Estndo dn M:ito Grosso do Sul, faco saber que • lc,::;embl '1-::l Le gislativa decreta e cu sancionou segui~ te Lei: Art.10 - Fica proibida a pesca com fim comercial em rios, lagos,reprcsa e açudes, nos limites du competência finca lizadora do Estado de Mato Grosso do Sul Art.20 - Fica permitida a pesca arte sanal, com fins de subsistência a manu tenção, devendo seu produto ser consumi do em território su-mato-grossense, res peitado o período de piracema. Parágrafo único - Para efeitos da prc sente Lei, considera-se artesanal com - fim de subsistência e manutcncão, aquela exercida por .pescador, individualmente - ou em regime de economia fam1-liar, não - compreendendo serviços de terceiros, vi sando o auto-consumo ou comércio de - subsistência. Art.39 - Fica permitida a comercial1- zação do pescado oriundo de psicultura, da pesca marítima e de origem de outras Unidades da Federação. Parágrafo primeiro - A Secretaria do Estado do Meio Ambiente e demais órgãos de fiscalização, respeitarão os estoques de pescado declarados pelos estabeleci mentos registrados. Parágrafo segundo - O trãns1-to de pes cado originário de outras Unidades da F deracão, ficará sujeito à fiscalização - dos órgãos estaduais competentes. Art.40 - O Poder Executivo, no prazo de 30(trinta) dias após a publicação do presente Lei, deverá estabelecer normas relativas à captura de iscas vivas, bem como sua comercialização. ~Art.50- A presente Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Campo Grande-MS/1995 ITTLSON BARBOSA MARTINS - GOVERNADOR Representante da .Cé~éiã/l'f·º 1 do Mundo BUDWEISER (n lta e ara) # » t · ----=.-... Jogos de copos Aperitivos # l " -li Jogos de Isopor Wisky,Cervejas, Licores, Vinhos, Tequila, .J Eletrodomésticos 50j0j a7ses a r&· • Ç -==--==--= Refrigerantes, Refrigerantes Diets Artigos de Perfumaria, Massas Italianas Bolos, Chocolates Brinquedos, 1f para -contato 439 - 1568 - (Bela Vista-Brasil) 1 RUA LO MAS VALENTINA, 402 - BELLA VI-STA/PARAGUAI Ator4pt j Pasto e Reforma Agrária )llí1/ K.'IA'IA'!<l'IO A 1 ,1'1 8,629, <l<1 25 eh, fevereiro de [993, determina que toda propriedade rural que nao cumprir nua função no cfal e uno produzir dPntro do crit~ rlo estabelecido para v micro-regi iio é passível de ato expropriatórlo, estabelecendo-se daí o que comumente chamam dl! reforma agr;Írin. Els af mal uma razio, se outra terra oferece e, no ntanto, nio exI te modalidade aluma de crédito nos - moldes oferectdos à produção agrícola. Pena que nossos banqueiros não vêem - com bons olhos tal financiamento. O artio I2 da Lei B.629 dfz que - não será passível de desapropriação , pura fino de reforma ;igrárlo, o imó vel que comprove estar sendo objeto não querem ter, para se fazer aumen- de implementação de projeto técnico. tnr n produtividade de sua terra. To- o proprietário cujo imóvel esteja da terra parada ou explorada InefI- abaixo do índice de produtividade cs cicntemcnte niio produz, não traz benc tabelecido pela Lei, ou o imóvel Já - ffcfo para ninguém, nem à sociedade : considerado improdutivo corre, portan Consequentemente, "ex v I legis", a es to, sério risco de tê-lo desapropr 1a: sa chama de improdutiva e, portanto: do para fins de reforma agrária. Em - pas~!vcl de passar o outras mãos - às ambos os casos, um projeto técnico do:i clwmados "sem-terra". Acredito feito por profissional habilitado e que esta não deveria ser a medida , entendido no assunto, além de ser vál pois, em se analisando a situação, es vula de escape de uma iminente desa taramos despindo um santo e cobrindÕ proprinção, é também a redenção de outro, urna área, devolvendo o seu dono a pro Ora, qunlquer pessoa que tenha a dutividade perdida e,• consequentemen: mínima noção de exploração agrícola te, o ganho há muito esquecido. sabe que essa atividade se apóia no- Para nós, agrônomos projetistas,es tripé capital-terra-trabalho. Assim , ta é a melhor parte da lei, aumentan assentarem, por força de lei, pessoas do-nos nosso campo de trabalho e para nas terras desapropria-- m m l le u===u os proprfetar1os ser das sem oferecer - 1hes A PECUARIA ve como defesa para o capital necessário não se perder a ter- para o exercício da att PODE SER ra, ou a oportunida- vidade agrícola, e ans- UTILIZADA PARA de de realmente tor- nas deixar o tripé ca- nar seu imóvel produ penga. Não basta só a TORNAR A tivo e ganhar dinhei boa vontade ao trabalho, PROPRIEDADE ro com a-pecuária. - quase sempre braçal; sem O Me rcosul vai conhecimento tecnolÓgi- PRODUTIVA exigir eficiência e co não se vislumbra mui ªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªª modernidade da pecuá ta possibilidade de su: ria brasileira. Nos: cesso dos assentados neste mercado - nos parceiros argentinos e uruguaios globalizado de altíssima competitivi- conseguem produzir carne de melhor dade em produção qualitativa e quant! qualidade por um preço menor. Na Ar tativa. gentina, por exemplo, a produção rela Na exploração pecuária em particu- tiva é quase 507 acima da produção - lar, ramo no qual estamos nos dedican brasileira. Com quase um terço do re do totalmente, fazendo estudos e pes- banho brasileiro, os argentinos conse quisas, 0 caso é mais grave ainda.Den guem produzir quase a metade da nossa tre os proprietários de terra que nos produção. No Brasil o gado fica ern me procuram, a maioria deles tem suas dia 50 meses no pasto, enquanto que , ter.~s ou adquiridas há tempos, por - na Argentina, vai para o abate em 30 preço bem barato, ou herdadas. Outros, meses. Somados a precocidade e o tipo inda, adquiridas por meio de posse - de manejo, temos como resultante uma longínqua. Esses proprietários, de mg carne mais tenra, macia e de melhor do geral, não têm ou dinheiro ou tec- qualidade. nica para tornar sua terra mais produ No Mato Grosso do Sul, o Governo - tiva dentro do padrão estabelecido pe incentiva a produção de novilho preco la Lei. Outra vez o tripé se nos apre ce, dando incentivo de formas diver- senta coxo, capenga. Vontade de traba sas como, por exemplo, isenções de lhar, ânimo ou desafio podem até ter, tributos, mas a qualidade do produto mas sem O capital para investir no - não vai depender do incentivo. e uma imõvel, é impossível gerir os nego- exigência do consumidor. e preciso, cios. pois aliar o manejo de gado, genética, Outra incongruência gritante é o sanidade animal à formação e manejo - governo financiar a produção agrícola. de pastagem. Este item, a nosso ver , e um financiamento de alto risco, de deveria ser prioritário. Não adianta maquinário, de sorte, principalmente. a genética, sem comida no bucho do Na pecuária há O risco, tombem, porem animal. O começo de tudo deveria ser bem menor. o setor é mais capitaliza- a agricultura de pastagem. do: tem-se a garantia que a propria - INSS revisa benefícios rurais para combater fraudes nas aposentadorias No final do ano passado, os auditg res do INSS/MS Identificaram fraudes cometidas nas concessões de benef{ cios rurais, no período de 93/94, co cedidas através dos Correios. Na maioria dos casos, as fraudes - são feitas com declarações forjadas de proprietários rurais. Os falsos - trabalhadores rurais conseguem duas testemunhas de que trabalham em deter minada área rural e informam ao promg tor de justiça. Em Mato Grosso do Sul, os audito- res do INSS levantaram 13 municípios em que as fraudes foram observadas.Os .- C ã com 42 casos: municípios sao: 'amapu » Bandeirante, 03 casos; Nioaque, 02 ;Be la Vista, 29; Mundo Novo, 25; Amambai I4: Ponta Porá, 27; Miranda,OI; Navi ra1, II: Ivinhea, Ol; Aparecida do - Ta6ado,04; e o Município goiano de - ItaJá, que é atendido pelo Município de Cassilância, com 12 casos. En consequência co as diretrizes i 'rio da Previden traçadas pelo Min.ste: eia e Assistência Social relativas a Revisão dos benefícios rur,ú.:;' ª Pre- vidência Sucial efetunrj cobranças - das contribuições sociais referentes à relação de emprego consignadas em declaracões que geraram pagamento de benefícios. Com a implantação do Projeto nO - mês de abril próximo,todos os empre gadores rurais serão recadastrados e notificados, no sentido do pagamento das contribuições, acrescidos de mul ta, juros e correção monetária a par tir de julho de 91. - Nessa operação serão revistos a proximadamente 14 mil e 800 proces sos no Estado sobre benefícios conce didos no período de julho de 91 a agosto de 94. A Previdência Social está alertan do aos empregadores rurais no senti: do de sõ fornecer declaração para - verdadeiros trabalhadores rurais. Ca so contrário, além de ter de pagar: as contribuições devidas, responderá a processo criminal por falsidade ideológica. Os beneficies rurais de quem tenha direito serão mantidos. Pecuaristas tentam forçar alta 0 mercado de carnes entev be, ofertado na ter1 na passada, com os pecuarIs as m is capita!!zados optando pela engorda do zado ns tentativa de for çar uma alta dos preços. lo quinta-f Ira passada - fontes paulistas indicavam pre.s ao de venda a Rs 23,00 sem registro de negócios nesse nfve!s. "A - oferta está pais expressiva por parte do Mato Gros so do Sul e o Mato Grosso, rezfôs com talor dispó nfbf1idade de anfaLs", observa Mar!z!lda Cuerrel ra, da Perdigão. Destaca que os fr!orificos estão obastecidos com esc:.:ilnsfornadas até a próxima quar ta-feira. Em Santa Catarina a arroba fechou a sea na a R$ 21/22,00 com registro de boa o f r t a de pró duto do Paraná e RIo Grande do Sul. O mercado esta ria, inclusive, comercializando carne orgcntina , adquirida a preços bem conpctltivos, informou o Instituto de Planejamento e Economia Agdcoli:i-CF.P,. Os analistns também consideram altos os n!vcis pra ticados lembrando que, historicamente, a arroba C comercializada a R$ 18.00/R$ 20,00 nesse período "Além da proximidade <lo pico da safra o mercado en frenta grande pressão de oferta de frango, favore cido pelos baixos preços dos insuoos", com.enta fon te da CEPA. Soja: Protesto esfria mercado A semana passada caracterizou-se por lentidão - na comercialização da safra nova. Segundo traders uma série de fatores está atrapalhando as negocia ções. As cooperativas decidiram paralisar as opera çôes na última sama para protestar contra a pol!t~ agrícola oficial. Os produtores também estão evi tando negociar aos preços oferecidos pela indústr i.a, em torno de R$ 9,10 em São Paulo. A elevação dos preços em Chicago, na quarta-feira passada, re traiu os compradores, A colheita se desenvolveu de forma satisfatória na semana passada praticamente em todo o país. Os produtores estão comemorando os rendimentos médios obtidos, que deverão levar o Brasil a colher sua - maior safra de grãos. Levantamento de Safras e Mer cado indica uma supersafra de 25,S milhões de tone ladas. O Último número do Departamento de Agricul: tura dos Estados Unidos reavaliou a safra brasilei rapara 2S,1 milhões de toneladas. Cautela com Arroz A seman foi de cautela para o mercado de arroz com compradores à espera de uma queda mais acen tuada das cotações a partir da intensificação da - colheita. Em Alegrete/RS indústria local indica venda da totalidade de 107 da produção colhida,com o arroz casca negociado entre RS 8,00/RS 9,00 de pendendo do rendimento de grão inteiro. "Tem produ tor pedindo adiantamento pelo arroz que está por entrar", comenta fonte da Pileco, destacando que - somente o produtor mais capitalizado deve reter a produção à espera de uma melhor remuneração. A ex pectativa, no entanto, é que cerca de 507 da safra seja negociado aos níveis de R$ 8,00/R$ 8,50 ou se ja, abaixo do ínimo. Na Pileco, por exemplo, as: compras apesar de lentas totalizam cerca de 100 mil sacas nos Últimos IS dias. O mercado foi de a bestecimento também para São Paulo com estimativa de que teria adquirido 37. da produção gaúcha. 1 DE LEILAO 1 1 - O fA '+; o1 ·sior« -I arca "" se desenrola- l va nora!mente no Par l ue de Expostçes ao hAqu{d4usna, ! t 0s touros robustos, divididos e m l o t e s h o - mogéneos, eram arresa tados rapidamente pe los fazendeiros da re- 1 11 !~o. ! DPntr. CIP, º Joa- I q u i n Carvalho e r a o - 'r a I s afoito. D e " Mr! gar" por u lote que+ queria, e sair vitorio' so, mandou que a pts-l teira desse um recado { aos presentes. l Controlando o riso, a moça cumpriu a mio- ' são, declarando com voz pousada e 5egura , , ao microfone: -- O Sr.Joaquim Car-! valho manda dizer que aqui no recinto pode - ter homem mais bonito do que ele, porém, com mais dinheiro não tem! Se o leilão já vi nha animado, após esse desafio, esfourou. Nun ca ~endi reprodutores: tão disputados, como nessa tarde em Aqui- dauana. O Luiz Otávio é um bom leiloeiro. Voz grossa, cadên c1a, conhecimento da - mercadoria que oferece à venda, fazem dele um profissional disputado pelas inúmeras firmas especializadas em lei lões rurais. • Naquela época, esta va iniciando a nova profissão. O remate era em An- dradina. No picadeiro, a égua alazã não conse guia despertar o inte resse dos presentes . Querendo esquentar 0 - leilão, o Luiz Otávio explodia elogios ao animal sob pregão: - Só 20 mil pores sa égua soberba? É uma absurdo! Se ela esti vesse em Mato Grosso - do Sul e eu não fosse pagar frete e ICM, co mo voces.aqui não vão pagar, a compraria, no minimo por 80 mil!Acor dem! E o leilão prosse guia em seu ritmo len- ____________________________ ,to. 1 De repente, alguém, afastando o marasmo, deu o lance sugerido pelo lei [loeiro: 80 mil. O Luiz Otavio, radiante,ansioso para saber quem fora o corajoso arrena tante, deu a palavra ao pisteiro, que fez o anúncio de praxe: - O comprador do lote anterior foi o Sr.Luiz Otávio. O Sindicato Rural vci pagar o frete e o ICM para que o nosso valoroso leiloeiro possa levar a éua, tão gabada por ele, para Mato Grosso do Sul ... Aquele leilão estava animado. Diferente. Variado. Era bicho de todas as espécies. Bovinos, equinos, pequenos animais. O João Humberto de Carvalho, dono da festa, em Uberaba, contente, rindo à toa. De repente, chegou a vez de um jumento ser submetido à apreciação dos - compradores. Bonito, bem tratado, as orelhas em riste atestando a altivez do reprodu tor. UE friso escuro, correndo lombo afora, principal caracteristica da rã ça pega, terminava na cauda sedosa, escovada com esmero. 0 animal impressionava. Os lances de sucediam num crescente avassalador até a oferta culminante, 1 feita por conhecido político goiano. 1 O leiloeiro, e;"ltusiasr.iado com o sucesso do recate, dando as três tradi- , 1 clonais marteladas, divulgou o arrematante influente: FUL -ANTOeDmoEs a satisfação de anuncior que o comprador do último lote foi O Srl TAL, governador eleito do povo goiano! E, concluindo, sem se dor conta da gafe que cometia: - Mais um iumento ara o Estado de Goiás! (Do Livro 3 Casos) EUNIÃO DO ROTARY EM BELA VISTA Moka e OsóriÓ defendem o Porto de Mortinho 1 ' I'IA - IO OMKE! P!EN r E) O Deputado Valdemir Moka o o Vereador O ório 'frand. dos Santos participaram de u m reunião no Rotary CIub proferindo paloe, trat obre o por t..o de cxportr1çflo cm Por. to Murtunho, suas perspectivas e a implanta - cão da zona de livre comércio na fronte1 ra. O Rotary de Bola Vista que congrega im port:intcr. 11.dcrnnçilG do Município, catá realizando uma ér1e de palestras e reu n1ões para debater assuntos de interesses, no ó do Município lll:lS de toda a região - da fronte1ra e sudoeste Antes do início das palestras, o prcsi clcn t:c do clube, jornalista e escritor Ival do Pereira falou dos objetivos do Rotary de suas metas e da filosofia rotária onde , o importante é o SERVIR, disse que "um clu be de 1déias congrega sócios das mais di vercas tcndênciils, isto não implica cm an- tagonismos, muito pelo contrário, das idé ias aparentemente contraditórias, chega, se a sintese num ponto comum, através dos de bates e do d1.álogo, o rotariano e a rota r1.ana são abertos às novas idéias, à buscã do aperfeiçoamento das comunidades onde servem". osório Miranda dos santos Com uma platéia atenta ei interessada, o Vereador Osório fez uma das mais brilhan - tes palestras já realizadas no clube de serviços. Fez um relato minucioso sobre a evolução do aproveitamento das hidrovias - na história do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, citando fatos, documentos,dimen sionando a real importância do aproveita mento das vias navegáveis de nosso país e dos integrantes do Mercosul. Por mais de 10 minutos Osório demonstrou a viabilidade do porto de exportação em Mortinho que be nef_iciarâ toda tu região, com reflexos posi tivos para b economia regional, geração de ~~pregos e a transformação radical do per f1l do Sudoeste e fronteira. - Disse que o porto em Mortinho não tem - nada a ver com o porto de Conceição, são objetivos distintos, para nós o que impor ta e a v1.ab1.l1.zaçao do nosso porto, isto hoje' é uma realidade. Foram construidos vá rios terminais e a iniciativa privada jã se corrq:,rareteu a terminar as obras. Resta - agora aguardar o término das obras de pavi j mentaçao asfaltica de Jardim à Porto MurtI j nho, a pavimentação da rodovia Antonio Jo .j ão - Bela Vista - Caracol. O futuro chegou disse Osor1.o, nosso porto é uma realidade. waldemir Moka , , • 1 O 10 V1.ce Pre;idcn te da Assembléia Le - 'l gislat1.va, Deputado Moka, untes de se mani festar a respeito do porto, falou de sua participação da reunião em Pcnta Porã,quan do_ surgir~ comentários de que ele seria mais favoravel ao Porto de Conceição. Moka disse que participa de todas as reuniões , eventos, em_qualquer um dos Municípios do Estado, e não poderia ser o contrário, mas que houve deturpações de suas palavras.Não sou contra o porto de Conceição, hoje a produçao deve mesmo ser escoada por aquele porto, mas isto não quer dizer que não de fendo o porto de Murtinho, como seria con tra se a idéia de construir o porto nasceu na gestao do Heitor Miranda dos Santos foi uma idéia nossa, Moka falou do interes se de grupos em terminar as obras em MurtI nho, do que já foi construido· e da certe za de que o Governador Wilson Barbosa Mar. tins vai continuar as obras do asfalto de Jardim e Murtinho. Brilhantemente, o deputado discorreu so bre a implantação do porto, seus efeitos - para a fronteira e o novo Sudoeste que vai surgir. Disse que o seu maior compromisso ê como Sudoeste e que agora não se encon tra sozinho nesta luta, temos os deputados Aroyo, Valdir Neves, -Zeca-do PT, todos - compromissados com a nossa região. A respeito da zona de livre comércio Mo ka disse que já contatou o deputado feaé - ~al André Puccinelli, todos nós temos 'que batalhar, não é fácil, mas vamos batalhar. Moka falou também à respeito de vários temas, _comércio na, fronteira, influência - do com 7 rcio de Bella Vista (Paraguai) .. em Bela Vista (Brasil), a concorrência desi - gual por causa dos impostos, foi profunda mente conciliador no tocante à temas poli ticos, como e de seu feitio, o deputado de monstrou capacidade, inteligência e muita verve. ~ostrou que ~stá propenso a dialo gar com todas as lideranças para se deba - ter e tornar realidade os sonhos do povo fronteiriço. ( ,/ f; - 1-- ..< DEBATES Vár1o rotarianos par 1c1parar dos de bates, fazendo perguntas, questionando é sugerindo. Gar1bnld1 cln Ror;a tlet..o, Car - los A. Ocar1z, Alír1o Vilasanti Renato Pereira (Coordenador das palestras), o convidado Chiquinho da Javet,, Renato Sou za Rosa, Luiz Carlos Rahl, Roberval Bor Jges, além de questionarem vários atpec- tos das palestras, criticaram medidas,fi zeram sugestões enfim mais uma vez o@ rotarianos de Bela Vista dc.:nonstraram a finalidde do clube, SERVIR, mas, acima - de tudo, um clube de idéias, VISITAS ILUSTRES Além do Francisco (Chiquinho) da Ja - vet, prestigiaram o evento, o Secretário d~ Educação de Bela Vista, Paulo Melo,os empresários Felix e Ramão Alves, ambos - ferrenhos defensores do porto de exporta cão e da integração dos Municípios da fronteira. Felix Alves, um dos candidatos a can didato a Prefeito de Porto Mortinho, dis se que "todos os rotarianos de Bela Vis= ta estão de parabéns, a reunião foi mui to produtiva e demonstra que o sudoeste e a fronteira estão unidos em defesa de seus interesses", FLAGRANTES DO ENCONTRO r/ Roberva, Moka e Paulo Melo 1 s et r- .. : "' ; . 4 -2. y A -· n r Roberval cm seu pronunciamento. Felix Alves c"Rfn;:ito Pereira J -- vai@ir a Flagrantes da Reunião Garibalde: da Ros::i Neto .. Mesa Diretora dos Trabalhos (SEJA AMIGO) A - /j ERAS TU SENHOR?! Quaresma, tempo de Conversão O tempo da quaresma vem estimular vor dos "pequenino" LC. 13, ea necesfdade do mudança de vida 50 9s. dons cristãos, Jesus em eu Evangelho A morte de Jesus ê o último ato - ensina e dá c plo de eu amor pelo, de misericórdia, de serviço e per pequenos e uscltn gestos concutos dão. Jesus diste "não hã ma!or amor de misericórdia da pensoa, do que dar u vida pclo:J::lir,o Jo 15,15 . A Fraternidade como tal é a meta '' a solidariedade como o destino hu de todas as Igrejas CrInts. E por - mano,., n h:irnonLa plenitude de uma crer que> a fraternidade nos torna ma dedicação desinteressada à causa do 1 fl humano ri, r;p jn qual for a conflsgo homem, à verdade, ao amor", "Crer - rcltcioKo, 0 convite de convcrsiio,mu no filho crucificado oignifica ver dança interior é cr.terdido n todaÕ o Pai, significa que o amor está pre as pessoas de boa vontade, que quel- ente no mundo e que este :JMor é n:., ram abrir seus corações aos Irmãos, is forte do que toda espécie de r.~,l Um primeiro pnsr,o é a "Co .. versiio cm que oh:xrcm,n huronidade e o mundo do Coração", sentir a dor do outro estão envolvidos, Com Jesus muda a como nc fonnc sua, Consequentemente lógica dou sistPmas existentes, há ir l!lllis além do que pequenos gestor,: inverr.iio de valores e prioridade. As mas realizar 1.im cHforço por uma orga proutitut:,s precederão no Reino dos nização mais ampla 11 fim de modifi = Céus on religiosos e donos do poder cnr ns condições que deixam tantos MT. 21, 31. Ao ladrão condenado e as inníios n ITlllrgem das benesses que a sassino ao seu lado, prometeu o Par vida proporciona. íso LC. 23, 39-43. MILHÕES DE EXCLU!DOS A Igreja primitiva defende a uni- versidade da salvação em cumprimento da profecia de Isaias que diz nao rg jeitar c0s que o procuram e "sua ca sa será casa de Oração para todos os povos" IS. 56, 1-8. Misericórdia segundo a Bíblia é uma aciio-concreta provocada diante - do sofrimento de alguém, ou seja, a tender e ajudar os necessitados,. os Os documentos de Puebla e reforca pequeninos", e supor.tar, também com do aos de Santo Domingo descrevem Õ misericórdia a perseguição e a exclu retrato dos excluídos: são rostos - são. O objetivo é alcançar a realiza desfigurados pela fome, desiludidos cão integral de todos e cada um: ã pelas promessas eleitoreiras, aterro começar pelos mais necessitados. rizados pela violência das ruas; ros tos angustiados dos menores abandona Todos os cristãos são chamados a dos, das mulheres desrespeitadas e solidarizar-se com os excluídos apo humilhadas: rostos das prostitutas , iando' suas lutas, suas organizações dos migrantes sem a acolhida digna - e suas lutas, fiuas organizações e su dos idosos sem condicÕes de sobrevi as as~ociaçÕes de base. Uma atitude vência, dos encarcerados, dos doen = fundamental do cristão é a de sempre tes sem assistência, e outros tantos· usar de seu lugar social para benefi que poderiam ser elencados dentre o ciar aqueles que mais precisam. Usar povo que tanto sofre. de sua influência se necessário para beneficiar a necessidade do Povo so frido. JO;l, São milhares as pessoa em situa cão de miséria ~bsoluta pelo Brasil e pelo mundo, consideradas descarlá veis pela sociedade. Por isBo, necessitam de nossa So lidariedade e Fraternidade. RETRATO DESTES EXCLU1DOS JESUS, A MISERICÓRDIA A missão de Jesus revela a ternu ra e a misericórdia de Deus, princi palmente aos mais deserdados. E siio os Evangelistas que mais falam sobre Jesus, que diante do sofrimento dos outros se comove, se compadece, MT - 9,36 e Jo 11, 33-38. Ele próprio diz que as multidões lhe causam compai - xào MC. 6, 34; MT. 9, 36; 14, 14; 15; 32. Os necessitados entendem isso: eles clamam "tem compaixão de mim" e são atendidos MT. 9, 27. A própria vida de Jesus anuncia e realiza um reviravouta total em fa- , Portanto é um tempo de mudança de mentalidade e de comportamento em to dos os níveis sociais; que Deus/Amor nos ajude a enfrentar o Novo com co ragem e responsabilidade. PAI NOSSO •.... ••'·• Pe. William Gonçalves (Pároco) PARÓQUIA SANTO AFONSO - MS Edital de· Proclamas Janilde Rosa dos Santos, Oficiala do Registro Civil desta cidade - de Bela Vista-MS., faz saber a todos quantos o presente Edital de Proclamas virem que, apresentaram os documentos exigidos pelo rtig 180 do Código Civil Brasileiro, incisos I-II e IV,e pretenâem se casar: 1 ' ! Brasileiros, solteiros, naturais desta cidade de Bela Vista-MS, residen ltes nesta cidade; ele, vigilante, filho de Cas~iano Ledesma e de Evarista IVilalba Ledesma; ela, telefonista, filha de Zeferino Herrera Mart!futez e de Maria Ovidia Dias, ADJ ARTE LEDESMA e JOELY APARECIDA DIAS MARTINEZ Se alguém souber de algum impedimento que se oponha BELA VISTA-MS, 20 DE MARÇO DE 1.995 . ' JANILDE ROSA DOS SANTOS na forma da Lei. ORIENTADOR COMERCIAL -- - Casa Veterinária,CRIAÇAO ' armen A. Santiago Produto Agropvuario - laboratório de Anemia Inf isa !quina e Brucelose - Isisténia à Fazendas - Assistncia à pequenos Animais Srgio A. 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REALIDADE SULMJTOGROBSENSE O parlamentar fez ver ao Ministro que a realidade sulmato grossense não difere de outras localida des do país. Disse - que aqui a situação da saúde também pre cisa de cuidados es peciais. Por isso so licitou do Ministro Jatene o máximo de - empenho na liberação dos recursos que o - Estado necessita pa ra fazer funcionar - as unidades construi ·. - A d& na capital e no interior. Destacou - que o Governo do Ec tado definiu, entre suas metas prioritá rias, a modernização do atendimento 11 UêlÚ de. - No documento que repaosou ao miniotro, conota que nou últi mos oito anos foram 1nvectidos rccurcos apenas na rede físi ca hospitalar, dotan do o Estado com hos pitais de maior por te, unidades mistas e hemocentros que,no entanto, não estão - funcionando por fal ta de equipamentos e pessoal habilitado. Para atender a5 - necessidades adminiss trativas do novo go: verno, disse que são imprescindíveis a li heração de R$ 12 mi: lhões. O ministro adiantou ao deputado que parte do montan te sdlicitado já foi inserido no orçamen to deste ano, com li beracão imediata. Ga rantiu que o Minist rio pretende atender o pedido colocando à disposição do Estado R$ 2 milhões para treinamento e capaci tacão de recursos hÜ manos. PRIORIDADE ABSOLUTA Além do montante pleiteado, Puccinel li ouviu do ministro que tudo será feito rara que a saúde pú blica possa ser de- envolvida com ef1- c1enc1a, qualidade e respeito ao cidadão. Pucc1nell1. fLcou ua tisfe1to na condição de nildico e político que se preocupa com a qualidade da saúde. Ainda durante a - audiência tomou co nhecimento da prcocu pacão do Ministério em colocar em práti ca um programa volta do a difusão da medi cina prevetiva. Recõ nhece que investimen tos na prevenção de doenças é muito im portante para se al- çançar o objetivo proposto, ou seja, oferecer o que exis te de melhor na qua lidade devida de uma pais em desenvolvi nento.Aproveitõu pa-· ra transmitir ao mi nistro a total confi anca do povo de Matõ Grosso do Sul,na efi ciência administrati va do Ministro Jate ne. Segundo Puccinel li, o crédito de con fiança está fundamen tado no passado de: um homem que em ne nhum momento rele gou a segundo plano o bem-estar da popu lação brasileira. Ao concluir o parlamen tar comentou:"o Pre sidente Fernando Hen rique Cardoso tem consciência que não existe Nação desen volvida sem que a saúde seja prioridade absoluta". Men4em lo Ministro do Exército aos Rechutas de 1.995. r Minhas prlcciras palavras são de boas-vindas h todos voces que ora desfrutam a Impar oportunidade de ombrear conosco nas fileiras da Força terrestre. Dese)o, tarbén, cumprimentá-los por essa verdadeira conquista, que constitui 1.mportnntc degrau na escalada de vida do cidadao. Ao prestar o Serviço Hilltar, voces estão dell)OnstrandQ signUlcat1vo gesto de desprendi menta, 'pois ofertarão alguns meses de suas e4,istênc1ns 'a nossn Pátria que aprenderão a cÕ nhecer em maior oportunidade e a amar com mais intensidade. ' - O E..'(ercito, ass1~ como a Marinha e a Aeroná.utic.a, é uma institui~ão nacional de caráter pcrm.:inente, forjada no longo da nossa história pelo cnlor dos íeitos gloriosos da gente - brnsilc1ro. ~rticulndo cm todo o território nacional, é destinado, com exclusividade, .Õ. de fesa dos interesses do Brasil, dentre estes a soberania, a paz e o progresso do nosso pcvÕ. Por algum tempo, voccs cstarao participando l:ltivruoente dessa nobre e grandiosa mi-ssao envergando o uniforme verde-ollva; que devem honrar com o máxino fervor. • ' Con certeza, para muitos, a prestação do Serviço Militar significará o despontar de u ideal. A grandeza da missao, Q surgimento de novas amizades,a sã camaradagem, a vidá sa lutar, a superação de desafios, as conquistas pessoais, as lições de cidadania. são alguns dos ~spectos sil,n1flcatlvos dn caserna. ' ' Nao tenham duvidas _ nos quartéis voc:es estarão stfndo bem ~reparados não sõ para defen der a Patria, mns ~.:imbcc para en[rentar com intrepidez os obstaculos que se lhes apresen tare no futuro, )a que passarão a conhecer as suas próprias ·potencinllc!ades. ~ • • Trata-se de curta, porém muito importante, etapa na vida do cidadão. Aproveitem-na éom todo o empenho, pois assln, experimentarão a recompensa da satisfação pessoal e farão par merecer a distinçao de portar consigo o s[mbolo do Exército. Exerçam o direito de ph,atar o Serviço Militar e sua plenitude e sejam credores do orgulho de seus familiares e do re- conhecimento d.1 Nação Brnsileirn. • • Assi.c procedendo, estarão 'cultuando as. tradições do ExércttO e honrando os exemplos le--. gados por· nosso P.:1trono - o DUQUE OE CAXIAS - e por nossos heróis de todos. os tempos. Sejam l!lUlto• felizes entre nós! • :· General-de-Exército Zen!ldo de Lucena Ministro de Estado do Exército Gen.Bda Rôulo BLnI Pereira-Chefe do CCOMSEX Carta de Bela Vista A presente carte, vo e ubcrovo com.o feito da cidade, tem de advertência, protesto e co branca, cujo endereço específr co 0 ~ rcprccentaçfio política de nossso povo na Assembléia Legislativa e no Congresso Na c1onal. Temo observado pela Impren 5a a grande preocupação de no sos legisladores com os seus - próprios salárioo, nomeação de assessores e outros assuntos que nao vêm em direção aos in teresses de nossa populaciio. Foram gastos 5 anos para o preparo do terreno onde seria assentado o MERCOSUL, no entan to, gastou-se esse período d@ tempo sem nada programar que - viesse beneficiar os residen tes na fronteira do País. Como consequência, especialmente nós os belavistenses, "ficamos no mato sem cachorro", ou seja, fomos excluídos dos benefícios que nos deveria trazer a ins talação do Mercosul. Nos dias atuais, o comércio belavistense e outras ativida des estão marchando para cer rar as portas, acompanhando - aquelas empresas que já as cer raram. Mas porque tudo isso?Porque os nossos representantes nos - poderes executivos e legislati vo fecharam os olhos, deixan- do-nos no completo esquecimen to, como se esta região não existisse ou fosse como era an tes da guerra do Paraguai, umã terra de ninguém. A população de Ponta Porã, segundo notícias da imprensa, está prestes a ser considerada uma ZONA DE LIVRE COMERCIO, on de os pontaporaenses lutarão; no comércio internacional, em igualdade de condições entre - os povos brasileiro e para guaio. E porque nós não estamos in cluidos nesse projeto de ZONA DE LIVRE COMERCIO? Pela inape tência, pela inoperanca, pelo descaso de nossos representan tes políticos, que nos procu ram atras de-nosso voto, ele gem-se, voltam a região, quan do voltam, dão palmadas em nos que ·scrg v1ce-pre carater- 1 5'l!'i c~:..-t.1z, ,.i=;:- ~.:!cc -.. ,, de- l pois... decorrem quatr anos e regressam à terra a b u sca d [ votos com uma mala cheia de promessas e outras coutas - r:ws ... Nó temos um Governador d Estado, 24 deputados estaduais, 8 deputados federais o 3 sena-! dores da Repúblca. ' os nos sos problemas ond estão? Es condido nos fundos de uma mala de esqu cimento. Esta é uma mens .gem de ad vertênc1a. O nosso povo está - alerta e irá cobrar no futuro. Esta é uma mensagem de protes tos, que será levada para o fg turo e relembrada nas futuras campanhas políticas eleitorais. Esta é uma mensagem do cobran ça. O nosso povo cobra. Quere mos participar do Mercosul, e não senaos mero expectadores - da desgraça, do sofrimento, da miséria de um povo. Esta cobruncn vai mais além. Exigimos participar da Zona de Livre Comércio a ser instalada em Ponta Porã. Como? Com uma - emenda de nossos representan tes no Congresso Nacional. Com a luta de nossos representan tes na Assembléia Legislativa, com o apóio de nosso Governa dor do Estado. Apelamos, ao final, às As sociações de classe(Sindicato Rural, Sindicato dos Trabalha dores Rurais, Associação Comer cial, Sinted etc), as entida- des de serviços(Rotary, Lions, Maçonaria, etc), à Cãmara de - Vereadores, ao Prefeito Munici pal, aos Clubes Sociais, às en tidades religiosas, às Associã ções de Moradores, a Imprensa falada e escrita, ao povo em - geral para que entremos nessa luta na defesa de nossos inte resses. Não façamos como o carnei rão que vai para o matadouro - sem dar um berro, mas lutemos como o bode que, ameaçado pela morte, berra e esperneia na de fesa de seus direitos a vida: e a liberdade. SYDNEY NUNES LEITE Vice-Prefeito POSTO· PORTE.IRA LTDA Manoel Rodrigues dos San1oslMANECOJ hssi .--~.... .- .. - ! ---~. ·- - Lubrificantes Filtros Troca de Óleo Atendimento corclíall Transporte próprio } Av. Brasil, s/nº Fone: 495-1146 CARACOL-MS ----- ---·. . --- -ANTARCTICA UMA PAIXÃO NACIONAL . 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