TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXV_Nº1830_22_03_1997 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXV_Nº1830_22_03_1997Número da edição1830Data de publicação22 de março de 1997Número de páginas8GeoCoordenada -22.108265135998973 , -56.53841324025899 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXV_Nº1830_22_03_1997 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto Prefeitura entregou Carnês de IPTU à contribuintes isentos do Tributo Na semana passada, em solenidade realizada no P'aço Municipal, o Prefeito José Garibaldi da Rosa Neto, acompanhado de Se1:ret{1rios Municipais e Vcrcudorcs. procedeu a entrega de carnes de IPTU aos contribuintes isentos do pagamento do trihuto. de acordo com as Leis Números 866/ 93, de 23/12/93 e 981/96, de 13/03/96, que beneficiam mais de 1.000 proprietários de imóveis em nossa cidade. Pela Lei N" 866/93, de 3/12/93. são considcrados isentos do pagamento do IPTU os aposentados e pensionistas que percebem menos de dois salários mininos mensais e possuem um único imóvel do Município, bem como os expedicionários da FEB. ALei Nº 981 /96, de 13/03/96 concede a isenção do IPTU à todos os contribuintes q11e silo proprietários de um único imóvel na cidade e cuja área construida não excede os 60 metros quadrados. Um grande número d..: eontrihuintcs isentos do pagamento do imposto participaram da solenidade de entrega dos carnês. em frente ao Paço Municipal, conforme mostramos na foto ao lado. Festa da Páscoa para as Crianças das Creches Na última quarta-feira, Rosa, promoveu na sede da dia 19, o Fundo de /.çilo Associação dos Servidores Social de Bela Vista-FAS- Públicos Municipais uma presidido pela t • Dama bonita festinha dedicada às Dona Sucly Loureiro da crianças das creches municipais mantidas pelo órgão. em comemoração a chegada da Páscoa. que ocorre no final da próxima semana. . Página - 03 CPI não acaba em pizza, garante Franklin Mas•uha "A CP! da Previsul não vai acabar em pizza". Foi o que garantiu o Presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga irregularidades no Instituto de Previdência Social de Mato Grosso do Sul. Deputado Franklin Masruha. do PDT. "Essa é uma afirmativa indiscriminada contra todas as CPJs. mas no nosso caso posso assegurar que houve muita responsabilidade na apuração dos fatos", explicou o Parlamentar. Página-06 "Conviver" e»ce Ressurreição de .Je a última quinta feira., dia 20. na sede da ASPUBE, um grupo de idosas que integram o Projeto "Conviver", Programa mantido pelo a Cristo u PM desvenda furto de Motosserra que foi trocada por "Maconha" no Paraguai Fundo de Ação Social de Bela Vista e coordenado pela Sra. Maria Consuelo Almeida e.la Cruz. realizou a encenação da Ressurreição de Jesus Cristo. em celebração à esta que é considerada urna das mais importantes passagens bíblicas sobre a vida do filho de Deus cm nosso meio. Página - 03 Além de elucidar rapidamente o funo de uma Motossema. a Policia Militar de Bela Vista acabou descobrindo que o equipamento ln, ia sido trocado por uma boa quantidade de "maconha" em Bella Vista Paraguai e ainda prendeu em flagrante o autor do crime e um comparsa. que estavam de posse de aproximadamente meio-quilo da "erva" em uma residência localizada na Rua Antonia Vargas da Rosa. undo as informações logo pela manhã do último dia 2103, Sr. Oscar Mohr, 56 anos. proprietário da Serrania Prani k Fiada Rua.João Chamorro, sn", no Baino Agua Doce, comunicou a Policia Mi!ir que naquela madrugada havia sido furada dasuempn uma Motossera marcha Shil. modelo 076. Página - 08 JDl DIÁRIO REGIO, AL Você é um Doadorde Se você até agora não compareceu ao DE IRAN - Departamento de Transito, exigir que escrevessem em sua Carteira de habilitação "NÃO DOADOR DE ÓRGÃOS E TECIDOS", e nem compareceu ao Instituto de Identificação Civil para fazer constar na sua Carteira de Identidade esta observação, informo-lhe: "VOCÊ É UM OO/DOR DE ÓIWÃOS. SIM". Essa situação constrangedora de ir aos mencionados locais públicos, pedir o registro expresso desta manifestação, passou a ser obrigatória desde o dia cinco de março do corrente ano, quando entrou crn vigor n Lei n" 9.434, de 04.02.97, que dispõe sobre a removão de 6rg1ios, tecidns e portes do corpo humano para fins de transplante e tratamento. Considero constrnngedora, antipática e até de certa forma revoltante, medidas dessa na111rc1,1. Estílo obrigando, por força legal, que as pessoas tenham que se deslocar até um local público para registrar sua negativa no sentido de nua doar nenhum de seus órguos apó~ u declaração da morte. Isso vni fazer muita gente deixar como está e SER CONSIDERADA DOADORA DE SEUS ÓRGÃOS, POR F /L TAR A /NOTAÇÃO EG/ TlV / EM SEUS DOCUMENTOS, e cm conscqUCncia disso corre o risco de acabar sendo morta por interessar mais os seus órgãos do que sua própria vida. Com o devido respeito nos médicos e hospitais, que na grande maioria praticam com responsabilidade a sua profissão, que a minha opinião é mais importante para o ser humano porque tem como principio a recuperação da saúde e, em conseqüência, a preservação de qualquer vida, mas devo dizer também que não é uma, e nem duas. as noticias sobre hospitais irresponsáveis, dirigidos por profissionais despreparados, totalmente interesseiros. que deixam seus pacientes morrerem em filas na esperança de serem atendidos, como também não é um. e nem dois, os boatos de crianças raptadas e submetidas a cirurgias desnecessárias mas com a finalidade de retirada de órgãos para serem vendidos até no exterior. E é exatamente aqui. nas mãos de pessoas inescrupulosas. que mora o perigo para o cidadão. Essa Lei, embora tenha tentado criar uma segurança aos pacientes. não conseguiu e nilo vai conseguir nunca, evitar a prática ilegal da retirada de órgãos de que hoje temos noticia. Pelo contrário, é uma fonna de "legalizar" os abusos de que vai morrer muita gente "antes da hora". isso porque cm alguns locais. e parn alguns profissionais inescrupulosos. vai valer mais um órgão humano para ser utili:rado cm algum paciente abastado, do que a vida de qualquer paciente. mesmo o infousto. Não podemos deixar que essa nonna legal pcnnancça cm vigência cm nosso ordenamento juridico. e tivéssemos a certeza de que todos os médico, de que todos.os hospitais. são pautados pela sagrada ética que juraram obediência, tudo estaria perfeito e sem qualquer problema. No entanto, a prática dn realidade da vida nos ensina que, embora poucos, existem profissionais dessa área que fccharnm os olhos e taparam os ouvidos no dia cm que colaram grau e proferiram seu juramento. e que não teriam qualquer tipo de remorso cm declarar a morte de um pobre coitado. trabalhador e pai de familia, para dele retirnr órgãos úteis a uma clicntcla mais abastada economicamente. ó para citar um exemplo, nossa atual lei Penal proibc a prática do aborto. salvo cm certas e dctcnninadas exceções. 'o entanto. existem rumores da existência de inúmeras clinicas clandestinas especializadas no assunto. Não e demais lembrar que na prática tudo pode ser diferente. Relatórios, contas, balanços. contratos, enfim, tudo pode ser manipulado visando interesse e lucro de profissionais inescrupulosos. E a fiscalização disso tudo com o rigor e presença constante necessários é praticamente impossível cm um Pais de dimensão continental como o nosso. e que atravessa tamanha crise econômica. cujos funcionários não recebem salários condizentes com as responsabilidades e são em número infinitamente inferior ao mínimo necessário. Além disso, estamos cansados de ver que o "dinheiro" é que muitas vezes dá o poder. sobrepõe a moral. corrompe o justo. pisa na ética, deturpa o profissional. e até mesmo pode definir em manter ou em dar fim a uma vida. As seguranças ao cidadão, previstas nessa Lei. não vão conseguir impedir práticas ilícitas, anti-éticas e imorais por pane de profissionais inescrupulosos. Estamos correndo o risco de, cm breve, rir os jomais e revistas e deparar com reportagens dando conta da existência de quadrilhas e n,cks n iminosas especializadas cm obter órgãos para transplantes, cm total desrespeito a pcsso:: humana e deixando o cidadão completamente de ·proteg.ido. Podemos chegar ao abuso deu.na pessoa ser internada por"uma doença qualquer e de somenos importância, e sair mona. 1<:11Jo seus órgãos sido esparramados pelo Pais pa esses criminosos. E não é preciso fazer enhum fatigante exercício de imaginaçiio, pois basta lembrar que todos os dias incontáveis rzssoas analfabetas e sem instrução dão entrada nos hospitais do Brasil. e na grande maiors das vezes sem qualquer parente ou amigo para acompanhar seu atendimento: a presa é fácil e está ao alcance das mãos!! Esta Lei teria outra dimens:io se em vez de declarar todos os cidadãos como DOADORES DE ÓRGÃOS, deixasse a critério de cada um essa escolha. ou da família quando da morte, como em feito antes. • Tenho notado que ultimamente os detentores do poder. seja de qualquer segmento. conhecendo a indolência acentuada do brasileiro, está interferindo cada vez mais cm sua vida particular, porque sabem que não haverá movimento contrário. nem contestação, e assim o ilegal vira legal. o imoral vira moral, etc ... Acorda cidadão! Geraldo Escolar Pinheiro· Adi·. Presidente ela Associação dos Ad..-ogados d~ ,!aro Grosso do Sul - fone 726-4804- fax il6-3868. ADVOGADO IITON HORA OUREIRO MARCADA 1 • a I ---r- • 1f(0<7) ,,.,.,,,,o, RJN ANTONIO DIAS ADORNO, 93-TV MORENA U FAX. /41 6085 -CP 79051- 030 - CAMPO GRANDE S BRASL :. ;1,, 4-5 A, ·itar toda promoção, que aparecer pela Em tempo de crise so 1l uma solução. prove.a '» ' , • D, D, 1 somente li, você pasta frente. 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('sede Própria) ANTONIO JOAO: Rua Bela Vista. " FILIADO: BRAIORI- ADIORI Representante Slo Paulo/Rio de J:.inriro/Br.14-iJia: T:ibul:J Vciculos de C . ASSINATURAS: EXEMPLAR:. .RS-050 As5Ir,,"mira«ao ASSINATURA SEMESTRAL:RS-5000 A SIATR ., TRIMESTRAL:...RS- 25.00 Os urti~O'- :1~.sin::id mlo reíl rcm nCttSS.1n:amC"nte a opintlo doJonlrl~~L::--~ • 90 ~00 devolvidos. " 'rgInais enviados à Redação pio serio JH, AI TRIBUNA DA ERO.TEIRA DIARIO REGIOAI 22/23DE RC DE 19° PÁG1 1 Festa da Páscoa para as crianças das creche N,1 últim:i quu1.1• eira, dia 19, o Fundo de Ação Social de Bela Visa FAS - presidido pela 1' D.1111a Don.1 Suely Loureiro da Rosa, promoveu na sede da Associação dos Servidores Públicos Municipais uma bonita festinha dedicada às crianças das creches municipais mantidas pelo orgão, em comemoração a P.ísco,1, que ocorre no final da próxima semana. U rn grande e dei icioso bolo e, é claro, ovos de chocolate, regados ,l refrigerantes e sucos, fizeram a alegria das mais de 100 crianças até seis anos de idade, que foram trazidas dos mais diferentes pontos da cidade. Registramos as presenças d 1Dama Dona Suely; da Coordenadora das Creches e responsável direta pela organização da festa para a criançada, Tina Cardinal Rondon; Prefeito Municipal José Garibaldi, Chefe de Gabinete Marcos Barbosa, sua esposa Dona Consuelo, Sras. Olyrnpia Loureiro de Almeida, (mãe da 1 • Dama), Iná Pinto Cardinal, Edina Bianchi Cardinal e Léa ardinal Borges, e11tr • outro que foram prestigiar o evento. Don Suely Loureiro da Rosa usou a palavra para agradecer a boa vontade d JS professoras das quatro creches municipais (Irmã Angelina,' Zulmira Ossuna, Brinco e Aprendo e Cri.inça Feliz), pela confecção das belíssimas máscaras de coelhinhos que ornamentavam a criançada e desejou às crianças das creches da nossa cidade uma feliz Páscoa, que todas tenham muita saúde, muita paz e sejam muito felizes. A 1 J Dama também agradeceu a presenç.1 das crianças atendidas pela APAE dJ nossa cidade, que foram convidadas e também prestigiaram a festinha. O Prefeito Municipal José Garibaldi também parabenizou a criançada pela bonita caracterização de coelhinhos com que se apresentavam e desejou muitas felicidades à todas elas, logo em seguida foram feitas apresentações de cantos e versmnhos pelas crianças das quatro , rl'rlin m,llllld,t pelo Fundo de Ação Social de Bela Vista e ao final algumas crianças crecheiras que aniversariam neste mês de março foram homenageadas com o tradicional "parabéns". O melhor da festa, para as crianças é claro, foi a distribuição do gotoso bolo e depois cs deh ioso chocolates, aí então as máscaras e punturas de coelhinhos desapareceram rapidamente, dando lugar à rostinhos de muita felicidade e alegria. Nas fotos abaixo, de Ubaldio Rodragues flagrantes dafesta da Páscoa para a rançada das creches muntap1s. Idosos do Projeto "Conviver" encenam a Ressurreição de J e Na última quarta· feira, dia 20, na sede da ASPUBE, um grupo de idosas que integram o Projeto "Conviver", programa mantido pela Fundo de Ação Social de Bela Vista e coordenado pela Sra. Maria Consuelo Almeida da Cruz., realizou a encenação da Ressurreição de Jesus Cristo, em celebração à esta que é considerada uma das mais importantes passagens bíblicos sobre a vida do filho de Deus em nosso meio. A apresentação da peça teve como motivo a chegada da Semana Santa, período em que a Igreja Católica celebra a Paixão e Morte de Jesus, culminando com sua Ressurreição, que se deu no terceiro dia, após ele ser crucificado e mono na cruz. Vestidas com roupas tÍpicas da época e demonstrando toda a seriedade que uma encenação como essa exige, as idosas fizeram uma apresentação belíssima, prendendo a atenção dos colegas idosos que se fizeram presentes em grande número e também das demais pessoas que foram prestigiar a bonita iniciativa, como a 1 Dama Suely Loureiro da Rosa e coordenadoras das equipes do Fundo de Ação Social. Outro destaque da apresentação foi a caracterização do sepulcro de Jesus que, montado adequadamente, fez. com que transparecesse um realismo muito grande durante a apresentação da peça teatral, chegando a emocionar muitos dos idosos presentes, pessoas que possuem apresentaç5.o, os idosos uma religiosidade forte homenagearam os e que em sua maioria colegas aniversariantes nunca tinham assistido do mês, cantando o uma encenaç5.o como "parabéns" para d pois saborearem um a delicioso bolo om essa. Após Cristo suco, oferecido pelo Fundo de rçào Social da nossa cidade, como tradicionalmente acontece todas as quintJ-feiras. Nas fotos acima, flagrantes da reunião dos idosos e da encenação da ressurreição de Jesus Cristo, clicados por Ubaldino Rodrigues. "@. Paseaaff L/TER AruRÃ Armadilhas do Poder roa Mora Bstio r luas Poder absoluto é o primem> romance do advoado americano David Daldacc1, mas 11, o é nada modesto. A ir.una tra7. como ingrediente principal apenas o envolvimento direto e pessoal do presidente dos Estados Unidos num assassinato passional. O livro foi lançado 110 mercado americano em 94, já foi traduzido para 20 países. Ganhou as telas de cínema sob o cmnando do veterano Clint Eastwood ano pa ado e chega agora ao Bra. il pela Editora Rocco (544 páginas/R$ 35). Nao foi à toa que chegou n1pido ao cinema. A trama escrita por Baldacci foi feita para prende a atençao do leitor até o final. Além de intrigante, discute questões éticas, como reza a cartilha atual de Hollywood. O clima ten o e de suspense começa já nas primeiras páginas. Luther Whitney, um escrupuloso ladrao profissional que só rouba quem pode suportar o prejuízo, prc encia o a sassinato de uma mulher por comando direto do presidente dos Estados Unido , Alan J. Richmond, um bêbado e maníaco sexual - qualquer semelhança com os escândalos do Governo Clinton nrio é mera coincidência. Determ111aúo e11i de;smascarar o presidente, o ladrão só vé uma saída: pedir ajuda a Jack Graham. Ex-noivo da filha ele Luther, Graham, um cx defcn!>or público e atual ~ócio de uma das mais importantes empresas de advocacia do país, passa a ser o apoio de Luther na árdua empreitada. J partir claf, entra em jogo o poder dos grandes, onde os su peitos de um a sas ·inato circulam livremente nas altas esferas do gabinetes do poder e do serviço secreto americano. Baldacci le_vanta no livro uma questao que soa como ingenuidade infantil para um brasileiro, mas que para o americano médio parece válida: até onde um presidente é passível de ser acusado por um crime comum- de de, é claro, que não haja interesses políticos diretos no caso. Formado em iéncias Políticas e Din:ito pela Universidade de Virgínia, o escritor explora com perspicácia o mundo dos negócios escusos, as transaçõe su peitas do governo, a corrupçrio, o abuso do poder e a duvido a moralidade do políticos. Poder absoluto rendeu ao advogado e e critor um adiantamento de U 2 milhôe , fora os direitos para o cinema. Produzido; dirigido e estrelado pelo republicano Clint Eastwood. o filme deve ser fançado aqui cm maio deste ano. Além de Eastwood, que mterpreta o ladrão Luther Vhitney - o mocinho tia história-, o filme ainda traz no elenco nomes de peso, como Gene Hackmann, Ed Harris e cott Glenn. Antes de Poder absoluto. Baldacci. de 36 ano de idade.já e creveu quatro roteiros de cinema. a citlo cm Richmond, na Virgínia. já trabalhou como advogado criminal e depoi atuou como advogado de grandes firmas em Washington. Poder ab oluto foi escrito durante doi anos. poi , segundo o própno escritor, somente as noite cram reservada para e se trabalho. Durante o dia, Baldacci exercia a advocacia. O cenário do crime é uma mansão em Middlcnton, na Virgínia, a 45 minutos de Washington, de propried:1de de um do homens mais ricos do paí , o bilionário Walter Sullivan. O que Luther no havia planejado para aquele as alto é que acabaria sendo a te temunha do crime que mudaria completamente sua vida. A casa de Sullivan serviria para mai ; uma noite de orgia do presidente. Só que desta vez, sua amante decide fazer jogo duro e acaba sendo as assinada friamente pelos agente secreto do presidente. Apó o crime. Luther con egue fugir da man ão com uma prova do crime e passa a ser procurado pelo erviço secreto do poder executivo norte-americano. LivRO Viagem Filosófica roa tal la Pi O I tlcí oío Albert C1mu, 11:io podcn 1 mesmo ser um viajante comum. O olhar cntico que despejou sobre o mundo após a Segunda Guerra Mundial. quando passou a ser conhecido por livro como O estrangeiro e A peste, também esta explicito em Diário de viagem (128 p:'igrna1,/R$ 18). relançado agor.t pcl.1 Ed11or,1 Rccord. O livro é um relatóno das atividades de Camus durante duas viagens que tinham como final1datle realizar conferências e disseminar seu pensamento existencialista. A primeira foi cm 19-16. ao Estado, U111dm. e a segunda. :"l América do Sul. principalmente ao Brasil. cm 19-19. Ambas muito antes de Camu, ganhar o Prémio obcl de Literatura. cm 1957. Ou <,eja. três ano, antes de sua morte. O grande interesse do livro não está propriamcntc nos lugares e pessoas que Camus viu e encontrou durante a viagem - apesar do filósofo ter se encontra<lo com personalidades 11nportantes no contexto nacional. como Aníbal Machado. Manuel Bandeira. Murilo Mendes. Oswald de Andrade e Máno Pcdrosa. entre outros. Por causa da forma utiliza<la nos relatos. o mtcressantc e tá em desvendar o próprio espírito polémico e independente do viajante e escritor. Espírito este torturado por um mau humor sem fim. Camus chega até a pcnsar cm suicídio durante a viagem. Mas até o pessimismo é compreensível: Camus Já estava sentindo os sintomas da tuberculose que o perseguiria até o íinal da vida. -O curioso de algumas das observações do íiló ofo e tá no fato que podem er aplicadas à sociedade brasileira até hoje. uma de suas con idcrações sobre o trânsito já caótico do Rio de Janeiro. Camus observa: ··os moton'stas brnsileiros ou ão alc:gres loucos ou fn'os sádico ••. O füósofo também passou pela Bahia, Recife, Porto Alegre e São Paulo. onde igualmente não denou de ob rvar a mazelas da socredade Numa passagem por um presido paulistano, teprsta cm seu dano que o local era ate belo. como os presídios de filmes ameneanos. 'a não ser pelo cheiro, o cheiro ho d de homem que impregna todas as psoes Algumas dessas experiências das por Camus nessas vagens acabaram servmndo como subsidio para outras obras do autor. Como. por CCl11 plo, sua ,i<,11a a um centro de urnhand:1 no 1{10 que n:aparece em fonnJ de ficçJo e;m um dos contos de O exílio e o reino. O descaso de Camus em rclaç, o J vagem e as pessoas que encontra hca c.idcnte na própna grafia errada de vários nomes. ião fosse por umapéndi.e editonal. sena quase impossível identifica algumas das figuras que cruzaram o caminho do filósofo. O ha1rro c.le Madureira. no Rio. vira Madeidura. o musico Dorval Caymmi e chamado de Kaimi e o poeta Augu,to Frederico chmidt foi redu11do a S. ou Fedenco. pesar de todo o negativismo, Camus foi um jornalista combativo. Em 19-10. quando deixou scu paí natal. a Argélia. para trabalhar na França. virou editor do Jornal pansiense clande5tino Combat. onde defendia fcrreamcnte suas 1dé1a di: Justiça e princípios morais. Também foi membro do Partido Comunista. Mesmo as im, cm seu romance A queda. de 1956. Camus não poupa ataque violentos à hipocrisia da esquerda e à inconstâncias da burguesia. Camu traduzia para o papel sua, próprias angústias sentimentais e física-'>. Talvez por ter escrito o Diário de viagem sem _maiores preocupações de publicá lo - o livro foi lançado apenas em 7 . na França. 18 anos depois de sua morte - . a aspereza de suas observações estejam mais evidentes e crua .. Mesmo as im. são um convite explicito à reflexão sobre: a sociedade moderna, que parece pouco moctihcada quando vista pelos olho desse observador quase 50 anos atrás._ ESTANTEESTANTEESTANTEESTANTEESTANTEESTANTEESTANTEESTANTEESTANTEESTANTEESTANTE Faxina planetária Imago esta lançando O planeta Ami ( 156 paginas/preço não divulgado), do escritor Aminad,l' Palatnik. O h1 ro mo tra os al';:nço urprcendcntcs dos habnames ·de um plan.:ta dr tante - como fn:ar o ímpeto- egoístas dos ~acs pensante -. o que alva o próprio pbncta da de truiç!lo total. Para continuar m:1n1c11 lo o que con cguiram. os habitantes de, e plJneta pas :im a ter como objeti, o repa ar. eu conhcc1mcnto • para os outros mundos. limpando as im a impurezas morai do. outro planeta . Poesias de· um mestre. Anotações poéticas (96 paginas R' I ). da Ednora Globo. traz um:i cok1ànca de poesüs de Ma rio Qumtan:i. No livro, o consagrado escritor mo tra su:i hab1tu:il dchcadez:i e macstn:i na arte de escrever. Amor. Vida. llumor. Nostalg1:i e Saudade são o rótulos que o organizadores kram ao grupo de poemas de lbno Quintana sekcionados. de . o e cntor re, da mas angustuas, um romance mcsper.ido. a ~11nphc1d:ide da natureza e a lembrança da mí.l.nc,a. Conto de fadas pós moderno Novos títulos Arte pi: tica . cinema. fo1ograí1:i. lcn: C . pubhc1d:1dc se m, turam cm Meu amigo Marcd Esteira de ,;spuma, de Castro Ah lraccm:i. Proust Romance ( 92 p4gnaRS 15). nono lro de José de Alencar. Amostra bem-humor.ida. de de Judith Gros mann. M1!lõr Fem:md e Históras pitorescas, de Jooo • No romance. l::mçado pela Editora Record. a Ubaldo Ribeiro. !lo o mai recentes título ritora e crítica liter.lri:i mostra a obsessões. lançados pela Edouro na Colcçao Cl icos de surpresas, contradições e :ingústi:i ,obre o Ouro. A coleçào é fonnada por título; de auton:s nascimento de uma grande pardo amoros . Um cl1ssicos cl:i !iter:tturJ brasileira e intemaciona] Por shopping center serve de cenário para a maior 1eremfOTTnJ1odclr.mdebolso, !Ocmpor!S.Scm pane da narrativa de Gro mann., autora cm papel jommal, e turagem de 20 mil exemplares. tambem de A noite estrelada e Vana navegação. têm preço reduzido. Cada um custa R$ 1.80. mostra de poesia. De volta ao passado O prok sor Fausto Oliveira é um pesquisador de almas. Parapsicólogo há mais de 25 anos. fausto dcsenvohc um estudo, chamado por ele de Psicosofia. baseado em cpen&ncias com regrcssôc de mernôna t:into à vid:i mtr:i-utenna como a vidas passadas. Através dessas c,p.:n~nc1as. o proíc or tenta 1dcn11ficar traum:is de outr.is, 1da.s que se refletem nas vda pre entes do pacientes na form:i de fob1:is. rn:lgo:is. depressões e outro mtornas preJud1c1:i1 . O resultado desse estudo está no livro Meu anjo 01 O p5gmas/RS l ). l:inçado peb Editora ame. O preço do sucesso i hlxr.iç_jo ícmin111:1 trou,e a reboque urna verdadeira escalada das mulheres a J.Jto postos nas empres: . Muntas delas acabaram se arrependendo ao t.:rdc :ibnrm. ode elli ,:ileres e sennrncruos JO se lançarem n:i, carrc11:1s éecuu,. A e. cntora e Ph D. amencana Susan Wtig Albert for uma delas. Susan for a pnmeira mulher amencana a atingir a vuce-presidência de uma universidade. No Iro Mulher por conl:i propna 4 p4gmn RS24.50». da Editora Be t Seller. iusan demonstra. através de casos concretos, como e possível manter o espinto feminino e ter suce: so com empresas propnas. Perdidos • nà memória o . . neurologis1a Oi"cr Sacks ro, um grJndr Pqursador das atuvidades psiquicas e cerebrais. Entre 69 e 7 -. qua nd o trabalhava com , fumas de cncdali:t ltt:rg,ca. :icks testou um.1 no, a dro•a cm . cu, pacientes. Usando a levodopa. conseguiu que v4no pac,cmc:.., dcspcrt:bscm do estado de lclan!JJ cm q::n: am desde o fim da Primeira Guerra Mundial. qua n do ocorreu um uno da doença do sono. Em ".±; ao i«is e. s ». p;t a Letras, Sacls relata a vwvena desse pacientes que despertaram e suas dificuldades de se readaptarem 2 ida normal. O lnro enu de base pana o filme homónimo de Pnm Marshall. com Robert D Niro nu pele de um dos pacientes e Robin WIMm1 como o neurologrsta. Pecado atual O sociólogo italiano Francesco {Ibero! acredita que 'ntr .c ' os sete pecados captat. •1 IIICjJ é O que mais impregna a oéieduds moderna. B2se1d O- • O ne sa premi a. ele escreve s Invejosos I páginas/R$ 24). 1ançad pela Roco. AIberom te;t, na promover uma vu Jíl profunda e mmun d tosa a veja. :ara:tenzando- como uma processo lll:lh cornpk,o do que aparenta Algumas das pes ursas de AIbero podem er 'Ml' n:i I ntern::1 no enduc ú hllp wwwommtelxt/alberomy htm JORNAL IrulUJNA. DAUtONT.EIB.A VÍDEO EFEITOS a-.oPRADOS p()I( )tNl'l1 !)l 11111l'it, e, li Pai ,'S Apesar da tentativa de Ji111 Carrey de ser o substituto no reinado da comédia de Jerry Lewis, este papel acabou ficando para Eddie Murph . O co111ediante foi o c5colhido pelo produtor llrian Gra,cr, o mesmo de O prfncipc das mulheres, para refilmar O professor aluprado. A idfo de fazer uma versão anm 90 da obra de Jerry Lewis estava quase st:ndo colocada para csca111cio, se não fosse o próprio Eddic Murphy mergulhar no projeto. A nova vcrsno transformou o raqullico professor Shrnnan Klump de Jcrry cm um sujeito gordo e desengonçado. Mas a idéia do filme original foi mantida. O cientista Shc1111an Klump é o alvo principal da brincadeiras dos univcrsit1rios. em um pouco satisfeito com o físico obeso, ele descobn: uma porçào mágica para o emagrecimento. Ao tomar uma dose do oro experimental. o tímido professor acaba se 1ransfom1ando numa outra pc oa. Buddy Love, o alter ego dn Klu'mp. 6 um irresiqfvcl paqucrador. Ao' co111ráno de ,cu cnudor, ele se sai bem em todas as ituaçõc~ e con,egue rebater as brincadeiras dos colegas de trabalho. A confiança que adquire cm 1 me mo é tanta que começa a c iminuar para a bda professora de química, interpretada por .Jada Pmk..:11. o entanto, o professor não conta com os cfcitm colaterais da porção mágica. Quando ele menos espera., ela pode perda o deito e ek volla à fom1a física inicial. Para realizar estas mudanças tão rápido, foi preciso mais do que o bom humor de Eddic. Muitos efeitos computadorizados e o maquiador Rick Baker garantiram a ,·erossimilhança aos 180 kg do personagem. O maquiador já mostrou compcti;ncia desde o primeiro trabalho feito cm Um lobisomem americano. cm Londres. No ano em que o !ilmc foi feito, a Academia criou os Oscar de lclhor Maquiagcm e Rick abocanhou o premio. Para compor o profc sor dc Eddic, o maquiador usou um imensa annadura de 1:llt:x. RÇO DE 19897 P A O lado alegre da comédia Apesar dos incg{l,·e1s ri cos de recriar uma obrn considerada definitiva. Edde Murphy conseguiu se satr bem na pdc do professor. Diferentemente de Jerry Lewis. lurphy tem um humor mai agresvo. Entretanto não deia a desejar em 'crsatilidade cm n:lação ao mestre. As caras e bocas de Jery são relembrada quando Murphy se desdobra em sete papéis diferentes para vivera esquisita família Klump. O professor aloprado (Thi: nutty professor) - Direção de Tom Shadack. Com Eddi1.: Murphy. Jada Pmkell e Jame, Coburn. rrnrncano de 1996. 94 mim. [), .... d, " 01., dtr n r .,n,r d 1 homo uats pata sL confunddo om d ... Ri hard Iirr está otumo no papl .i .. li,! m tua sder entre osga pesar de A ramat tos, omode montou cm Ara. 0a! o ttah na! ma hão Pnt. lmstttambm adaptou bem as mudança»k h mpuramento do stu personam Adren tem um lado masculino qur e snt l, 1 wu.tli11trih.: .Jtr.uJn pc.l.1 ,tnll,.!,I 1 .1 O filme trata de maneira leve ngta,ada a vontade do homossexual de xupar o luar femurino Loucas notes de batom Whut a drag') Dr±ode GutrAuthwon on la trdant PatnI Imute khad Bar lan 'de 19 Io+ ma Velha história em nova ver ão o ontt±no dos filmes de romance que contam a hrstona de umu blu mulher cm husa do seu puntpe cantado Deu tudo errado. do dtetot +I Castle. mostra que c»ta lh.1 h1,trn1.1 pod..: ri:to J.tr t n,, O 1,ln r l.t✓ uma patoht ao cmnema romântro,mostrando quc o prinepe mutt.4 l"/ ' pode se transformar num apo Deu tudo errado conta a httóna de uma garota romantica que proura um bom partido e logo se apatona por um poeta c heiode conversa mole Aos poucos, o prinape se revela completamcntc o opo»to do dealzado. Entno c penoso, o a!à no demora a denar de lado as boas maneias que apresentou no mo do relacionamento. O conto de fadas as avessas, no entanto, não tem um fina! mfehz Dpor de aguentar as bruscas mudanças de temperamento do novo, a heroína sera raptada pelo propro namorado e levada ao Méwo O diretor ti Castle ya mostrou a facilidade para fazer oméh.as com o suco de Dcn111>, n p1mcnlinh.1 A cscolhJ do casal EIlen DeGnevc» ,. Bill Pul!m.an fot acertada Ellen yi cta acostumada com a comda de tua±o protagonista de Ellcn. uma sére de televrsio que far uso "'" b1:i<lo, L. n,Jo, ll,11 Pullm.111 ,e ,J1u h<m nu p.tpd de i!·•fj .1trap.ilh.1do. que a fez em flmcs como loucuras de amor Por ÍJOí mJtc.:m minh.1 mulher Deu tudo errado Mtr Wron)- Dtçlo de wiatle _amn E!kn DGcncre»e B!! Pullmun Ameran de 1996 9 m1:mn (tJJ{!/j@jjj fAIIO l)oaM TV P11L'U Com cara de anjo. pele muito branca. cabelo louros e olhos cast:inhos, ª amz l1icacla Góes sempre recebeu personagcn inocentes na tevé e no teatro. Agora. pela primeira vez, ela estará na pdc de uma p,1tricinhamau caráter da novela O a~orc tá no ar. A personagem Beatriz er1 1m1:l de Luiza. vivida por Natália Lage, protagonsta da ir.una. A inveja da im1:l. é o enumento que nutre o lado negro de Beatriz. "É muJ/o din:rtido fazer a vil.1'. apo ia M1cac!J. Além de a a e tréia da atriz corno vil:.. é 1ambém a primeira novela onde Micaela atua Junto com a irm:.I Georgiana Gocs. G.:orgi:rna. que j'.1 fez a Vara de A próxima v!lima. crá Cuca Chicornda crrtO amor está no ar. A111e de ua e tri:ia como malvada. Mic:id:i micrprctou a doce Maria Lua. ua personagem de estreia na teve na novela A hi tória ele Ana Raio & Zé Trovão. Ou1rn que faz pane d.: ua galeri:i d, mocinha é ~ina. de A idade da loba. As im como na teve, no balé. de de O oiio ano . Micada tambcm ó esteve do lado do Bem. Foi na dança que a atnz fi ou com famJ de eterna boazinha. "Sempre me davam o papel da fadinha. rcc!Jma. . Mcaela. no entanto. can ou doer boa.-.'! fácil enjoar de um personagem bom • assegura. A atnz acredita que o Mal é capaz de render melhores personagens. Como BcJtnz. d:i prome1c muito plano para atrapalhar a vida de Luiza. "A Luiza é muito certinh:i-. critica. O que Beatriz detesta na im1à é a hi tória do disco voadores. Luza cé raptada por ETs e comt:ça a ta c:1.periênc1a~ de outro mundo. - Para Bc:atriz. tudo ntJo p.1ss.1 de bobagem .explica i1icacla. Beatriz. contudo. n:1o é a,xnas má. Ela é também uma patricinha. Para compô-la. Micaela teve de excrci1ar o fútil. - Fui a lugares onde: tinha certeza dcencomrarpatricinhas". conta. A atriz frequentou bares e shopping cen1crs cóm um bloquinho e fa ano1açôcs sobre o componarne1110 das meninas mais afetadas. Ob ervou atentamente a fu1ilidadl! do _componarncr110 consumista da garo1a que e preocupam apena com a apar.:ncia. com o que e tá na moda e com a fc t:i . Depois de tama anotações. M icada 1ambém _a sumiu seu lado con umista. "Quando 1cjo um:i bijuteria ou algo qur: sr: pareç;i com a Bcaui?. ac:ibo comprando-. admite. St·gundo a atriz. e como e estives:e comprando algo para um parente .. Ma apesar de 1cradquirido algun h bno, do personagem. a a1riz jur:i que n:lo r patri inh,1 e 1rab:ilha de ·de o I2 anos. Segunda Mic:i.:la. su::i princip:i1 carac1erí ticas ao di iplin:i e: de1crmin:1ç:lo que adquiriu com o b:ilé. Detrrm1n:iç:lo que .1 levou até a Alemanh:i p:ira e. tudar dança duran1c do1 ano .. .. Fui so.t.inha. com a cara c a cor.Jt:,·nt. cnfa11z:i. Quando 1rrrninou o cur,;. rl.1 garante que podcn:i tc'r con11nu:ido llJ CornpJnh1a de B:ilt' de: Stuug.irt. "Decidi que nJo cr:1 aquilo que quad·. t· noba. A f:lm:i de p:itrici11h,1 11 o (: a tlni.:a n:pdid:i por li :id:1. A atriz também assegura que cu relacionamento com a itm Georgiana não é nem! um pouco p:ircc1do 0111 o relacionamento de Beatriz e Luiza. "Somo. muito amigas. afirma. Como Cuca Chicotada. Georgiana sera uma m:i!Jb:m,u de circo. - Fic:imos torcendo p:ir.1 termo:. c,·n.1_ juntas". enfatiza. A personagem de Gc rg,:in .. cntrct:into. f.1r:'i pJnc Jo nucko do, honzinho, de O amor e 1:'i no :ir. Por i,,o. não devem ter muitas cenas juntas. A fama de má da personagem não intim1d::i li ·:ida. Ela a segura que n:lo , ... 1mp n:ir:i r o publico na rua o!há-la de cara fea. "E um sirul dr: que mt'U tr:ih:ilho e_ ur.1 co111 cnccndo". analt a. El..i csta certa, nO l.'111.mto. de que não p ,Jr. por ncnhL.tTI incidente desagradavel por causa da p ·r on:igrn1 . .. O tdc.,pe t.1dor abe ddr as corsas . acredita. Afinal, Beatrz pode s« r r:1.1. m .. , n2o será nenhuma Odete Rotman JOI 1 1L 1RUHJNA JJA l-1 O~ 'l Ell' A Encontro com ·Ministro dos Transportes foi positivo, segundo Akira Otsubo ri T,i d• 1 rh, Jl,;ll!I /1' 1 JI/ OTSllf'O rot vo m Brasília no di1 19/03 acompanhado dos deput ados Rober to Orro e Noli o Cimr, in ,. qrando uma Comissão da Assomblá la Loqislativa, para uma audion cia com o Ministro clon 'fr rn,;po.r ts Alcides Jos 9ldmnha, Par - ticiparam ainda do encontro os nadores Lüdio Colho, Ramz - 'poho o os dopu ados federais - óncm: Golcloni ,.. Oilr,o Spnr,,fi - co. O assunto em pauta foram ,)S precárias condições das ostra da feder is de Ma :o Grosso do Sul. /KIR/ informou ao Ministro qun n malh vi rl ~ntndu,l, princip lm'lntr· nn R"giZio do Do}_ ono, "ncontra-sc intransitável oferecendo sérios riscos a ser gurançn dos motoristas que ng las trafegam além de ocasionar prcjuizos as Cinnncas do Estado e dos Municlpios da Rcgi5o, em rez5o da dificuldade para o es coomento da produç5o e da cl_cvE_ cão no custo aos transportes por causa do péssimo estado de conservação das rodovias. Os parlamentares enfatizaram no Ministro a importãncia das rodovias federais para Mato Grosso do Sul, um.; V"7. qu~ o Es tdo sti om franco desenvolvi niento econômico, princip1l~nntc com o .1dvento do MERCOSUL, 0 dil construção do GASODUTO, que fo mentam ainda mais as atividades industrial e do ecoturismo. "Pa ra quo ossas atividdos so do- CPI não acaba em pizza, garante Franklin Masruha "A CPI do Previsul não vai E. cabar cm pizza". Foi o que ga rantiu o Presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito que in vestiga irregularidades no Ins tituto de Previdência Social de Mato Grosso do Sul, deputado Franklin Masruha, do PDT. "Essa é uma afirmacão indiscriminada contra todas as CPis, mas no nosso caso posso assegurar que houve muita responsabilidade na apuracão dos fatos", explicou o parlamentar. No seu discurso, Franklin d~ssc_que o poder de investiga cao nao pode ser confundido com qualquer dos poderes de execu - ;;ão d~ L 7 i ! conferidos pela Constituicao ao Executivo e ao Judiciário. "As comissões par] a mentares de inquéritos não po dem invadir atribuições dos ou tros poderes, e não têm o papsj de policia ou de CY.ecutor crimi nal", ressaltou o deputado. - rvclu , qer ndo t iqu ? t t do, pwcno; rto uma vi iria qu irvs de uporte 1o fluxo de veículo qu trufar por nossns e rada " - salienta o í,i cJnr do PSOfl. IKl !VI OTSUBO retornou da au <1F•nc ia com o.Ministro dos Transportes bas ant otimisa • cqundo ele Alcides Saldanha, s" mos rou sensível o problema do Mto Grosso do Sul, o dtermi - 11011 ao Chofo do DNFR no Estado, f,lJ1Z /NTÔNIO F'. OE CIHVALl!O,l.J,!'.l b+m presente ao encon ro, que dote providências imediatas no sntido de restaurar as nossas princip:iis rodovi.1s f,-.dcrais,,'m r•r;p,,ci l o sub - trecho Garcia - Trs Lagoas e o sub - trecho - qun intPrliga n BR-262 à BR-158 passando pelas Avenidas Clodoa_l do Garcia e Filinto Muller, o bra iniciada o paralisada por f1lta de rcpassP de recursos ao ONER. O Ministro alegou aos parla mentaros do Estado, que a maio ria das rodovins brasileiras se nncontram na !TY'Sma situação e que o Governo F'lderal VPm trah~ lhanclo arduamnntc com o objeti vo de viabilizar os recursos no cessários para a recuperac5o de todas elas, pois é do entendi - mcnto do Presidente Fernando Henrique que a melhoria da ma lha viária nacional~ de funda mental importãnciu para o desen volvimcnto sócio-econômico do Ilr,,sil. Sngundo Franklin, como o par lamento não podem confiar a uma cntidadP mais poderes do qu~ ele tem, a compet~ncia das co missões de inquérito não abran ge senão assuntos de esfera da ação e vigil5ncia. O trabalho final da CPI do - Previsul apresenta 13 volurres e seis mil páginas e. ficou todo o dia em exposição á aprcciac5o - pública no Plenário da Assemblé ia Legislativa. "Fizemos o m lhor ao nosso alcance", enfati zou o Presidente da CPI. Sobre a proposta de transfe rência de recursos financeiros para o Previsul, a partir dos poderes, com o fim da centrali zação na Secretaria de Estado - de Fin .. ncas, o deputado Masruha admite que pode ser uma boa al ternativa. "O dinheiro sairia - direto da Assembléia para o r '!' tituto'', exemplificou. A idéi;. é de f-:-nd ida pelos membros d CP. [IN ORME TF] Aterro Sanitário já está em funcionamento No ar pot mform, o que o A pela Prefeitura lu, metros da HR-o), ipo o en a Rodovia Apupore. j+ € l t: 1 recebendo todo o lxo col danamente. que é separado e distribuído em alas especificas para o lixo oreinico. mnorgamco e hospitalar No local, devidamente Lcr<.:,1Jo e sir1Jl11 .. Jo. wmbcm e fc1t.1,1 "-'P.'f,1~âo de latas e garrafas, que são materiais recicláveis O JlCITO. construido sob a supervisão do Secretário Municipal de Obras, Engenheiro Marcos Câmara de Moraes, era também um compromisso de campanha do Prefeito José Ganibaldi e do seu Vice, Dr C,craldu Pinhcm, !urano, quc. a exemplo do que pen~1 a m,1iona d,1 nossa população, não concordavam de maneira nenhuma com o despejo de todo o lo domiciliar coletado na cidade às margens da Rodovia-060, na entrada da cidade. o que além Jo péssimo aspecto e a má impressão que da, a, principalmcnle as pessoas que visitavam Uda Vista. ainda representava séria agressão ao meio ambiente devido a enorme poluiçJo causadJ. Paraguaio alvejado à bala veio a falecer Na Coluna Ronda Policial. publicada na Edição passada da Trihuna da Fronteira. foi 1101iciado que dois paraguaios, lclciades t'abrcra Achar. 21 anos e Veríssimo Caballcro l'ortilha. '27 anos. haviam sido alvejados à bala na Avenida Teodoro Saliva. no último dia 15/ 03. por l'olta das O 1 :-10 horas da madrugada. A 111a1éria afim1ava que os aulorcs dos disparos !<iram lrês elementos que se evadiram do local logo cm seguida e nilo foram identificados e que os dois paraguaios foram feridos cada um com um tiro. mas sem gravidade. lnfclizmenle houve engano. um <los parJguaios. Verissimo Cabalkro Partilha. foi ferido na cabeça e depois de dois dias veio a falcccr em Assunção. para onde tinha sido levado cm virtude da gravidade da lesão sofrida. ó nos resta encaminhar nossos senlimentos de pesar à familia cnlurada, da vizinha e co-im1à cidade de lklla Vista Paraguai e esperar que o autor. ou aulon:s. do crime. sejam identificados e punidos com o rigor da Lei. "Painho" condenado há 15 anos de reclusão Em 'julgame1110 realizado nesta quinta fcira. dia 20, no edificio do Tribunal do Júri da Comarca da nossa cidade. o corpo de jurados c,rndcnou Argileu Lopes de Souza. 27 anos. mais conhecido por "Painho". há 15 anos de reclusão. Argiku é acusado de participar do homicidio de Genivaldo 1 onato de: llcnezc:s. de 24 anos de idade. ocorrido no dia 2-1 de dezembro de 199-1. no Bairro Boa Vista. acima do Conjunto PREVI SUL. crime do qual ramb<'m teriam participado outros familiares de "Painho" após a vilima ter aplicado uma tremenda surra no pai dos acusados. Genivaldo Nonato de Menezes foi mono com três tiros e v;írias facadas pelo corpo. Argileu permanecerá "Tapa-Buracos" e Recapear. ento ! , 1 1 d d, -.( 1 J.,, a execução do servo ctá sendo utilizado o material adequado, produzido em usina própria da Prefeitura Municipal montada recentemente e. segundo informações qu recebemos com exclusividade, dentro dos próximos dias deverá ser iniciada a cobertura por lama asfaltica da venda Teodoro Sativa onde o asfalto existente jà se encontra bastante d.:lcnoraJo 1'0~1cnormente c,,e 1mpor1.1111,· serviço de recapeamento asfaltico devera ser estendido ás demais vias publicas da cidade que se encontram com o asfaltamento comprometido. Devagar. com os pés no chão, a administração "União e Trabalho" vai executando serviços importantes e ha multo reclamados pda no,,.i popul.1ç.lo. As mortes na Barreira da PRF Ale agor:1 n,1o c,tj muilo hem explicado o acidente que provocou a morte de duas pessoas dias alr.i~. dur.mle o período noturno. na BR- 060. há 13 kms da vizinha cidade de Jar<l,m 1'.'o acidente perderam a ida brutalmen1e Lddio Pcralta. 53 ano,. ca~do.: Dilmar dJ Sih a Porto. 29 anos. após o ,eiculo que conduziam, um Volkswagen Gol, ter colidido violentamente na traseira de uma camione1e F--1000 que algum minutos antes havia sido parada pelo, patrulheiros da Policia Rodoviária Fcdcml. que mon1a, am bam:ira no local. Segundo as informações. apó~ o acidenle e o socorro às vitimas. prestado pelo Corpo de Bombeiros de Jardim. o, pa1rulhe1ros da PRr reliramm do local os ,dculos envolvidos no acidenlc. dificultando o trabalho pericial. o que é. oo mínimo estranho. pois em casos dessa natureza, com vitimas fatais. o que mais deve s.:r prcser. ado é o local do acidente. Sempre é bom lembrar que existem testemunhas desse acidentc. l)<."SSOas que também estavam sendo abordaJas pelo, patrulheiros rodoüirios federais na hora do fato. as quais de, cm ser ouvidas pelas autoridade., responsáVt:is pelo caso. para que.: todas a, responsabilidades sejam apuradas. É inadimissívcl sob todos os aspectos que dois seres humanos. um pai de familia que trabalhou a sua vida inteira e um jo, cm de '.!9 anos. percam suas vidas de maneira Ião brutal como essa. Havia a sinalização adequada e obrigatória? A barreira estava sendo fei1a em local apropriado? Era possível os motoristas reconhecerem a distância que se tratava de uma Barreira da PRF? Caso contrário. de n:pente. poderiam suspeitar de uma abordagem tão repe_ntina. São perguntas como essa que precrsam ser respondidas pelo comando da Policia Rodoviária Federal à toda a população da nossa região. que é acostumada com a caJ ma e a tranquilidade das nossas Rodovias e até agora esta chocada com essa ocorcência be tial. A Loja-Amiga do Homem do_ Campo· em - AGROPECUÁRIA Produtos Agropecuários em Geral -- Vacinas - Sementes - Ferragens - Selaria Veterinário.de Plantão IMPORTADORA E EXPORTADORA Wfax:(067)439-1234 • Res.1ir(067}439-1933 Rua Barão do Ladário, 1755 • Centro • Bela 'Jista/MS JORNAL TIUBUNA.DAl'RO~'/Il:lRA PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VIST A/MS Portaria Nº 159/97 Gabinete do Prefeito O i'HJ:ITJ'f() MlJICl PAL, DE BELA VISTA, ESTA t){) f)t: Ml'rO GllOSSO DO SUL, NO USO DE SUAS A TRIBUIÇOES LEGAIS; RESOLVE: l)Lnr,r, a Cominn3o Municlp l d~ Alirnn~ tação, visando a distribuição de qneros limont [cios, par as famílias carentes des to Municipio, em cumprimento a de.rmina - ção do x00lentíssimo Presidon e da Repü - blic,1, vinculnd,, no PRODEA-II, composta dos membros abaixo, sob a Presidencia do primnirn: c6lio Alves dos Santos Profei ura RG 216. 790 SSP/MS Municipal ClC 157. 147.991-00 Márcio Dias (Membro CPF 322.149.951-53 rsra 1 Chamorro da Rocha Membro CIC 141.462.231-72 RG 330.608 SSP/MS Agnnor Martins ~Gnior Hembro CPF 390.737.501-72 RG 325.558 SSP/MS Maria Rita Caniza Membro CIC 141.490.281-81. RG l:>~.457 SSP/MS Nelson Luis Matoso Membro CIC 175.237.371-53 RG 154. 772 SSP/M'r' Luiz Carlos Rahal Membro CIC 091.030.661-34 RG 6.448.396 SSP/SP Celso Balta Membro CPF 089.259.331-87 RG 125.521 SSP/MT Pedro Martins Pires ombro CIC 256.965.301-25 RG 319.674 SSP/MT Carlos Robson souza Corrêa - Membro· CPF 272.144.861-72 RG 099. 788 SSP/MS Associação do Moradores cimara Munic i pa l ( Op;)s iç.:io) Loja Maçónica Gra nele Or ien te. SINTED (Sincli_ cato dos Tra ba lhadorcs em Educaç.'io) Loja Maçónica Estrela do 1 pa. Rotary Clube Lions Clubn - ele Bela Vista câmara i-.unici pal (Situilçiio) Banco do Bra sil 5/11 CUMPR/-SE Bela Vista-MS., 05 ele Março ele 1•997 JOS!': GARIBALDI DA ROSA NE'l'O profoito Municipal iiiii' falPR iiir#g mal#2@Vil[Ir! j e-e» PR OMIO}AO 1 Linha completa spare[os @elo[lares e::> o e @e@s3@1@s Farmácias de Plantão Mês de Março de 1997 22nJ- HARMALA MODE R A. ... .Dr. 'aliman 28-DROGARIA DROGALIF...... .Sr.Carl 29/30- DROG RIA DROGA0A........r. Jair OBS; As Farmácias que nio estiverem de Plantao deverão permanecer fechadas e as solicitações eventuais ó poderão ser atendidas se consl.lr n:i Re- ... eit,1 J i,,foruu;-:i > d que a de PbnLJo não dispõe da medicação citada. J)ra. ,f✓Jll/l/A PISIIURO C,1.//A d««itt la arretaria da faul» Uma variedade de Sabores Rua Barão do Ladário, S/Nº (Jircotc 110 l'osto Nucionnl) Dr rnlz cnr/os Poltevi11 Prrdr,r • Campa-se €Cana. (a, %ado de 'Cata e ada dele Avenida Brasil, 1.046 li495-1240-CARACOL/MS , 1 'Aparelhos. J ano de Garantia 1 TELE BOLSA SEMPRE LIGADA EM voe( Rua Eulalia Pires,1995/ ltendendemn tada re1iãa 1it 421-2528/f AU22-5700 - Nesta cidade! Jornal Correio Janfinense Rua 14 de Maio,345 - Centro 1'251-1669 r • ~ Ir 1 ,,, "' Gnu«colo9a- @tsuetsue« CtaGeate QUtaassono9ala Rua C 1. Ju CDCIO 78 1-2960 - ilhe. Ru Esc 1 DR. ANTONIO F. DO NASCIMENTO i Advocacia Criminal e Cível G OAB/MS 2809 Residência: Av. Rio Branco,193 Escritório: Rua Dr. Corrêa,706 i f;í{07) 287-1181 - Porto MurtinhoJMS V!LMA DA SILVA VERA LOCJREIRO or ALMEIDA OAB/MS 2574-B OAB • 2573 • B (CAUSAS C_ÍVEIS E CRIMINAi§) · [RUA CUJABÁ, S/N • CENTRO / E (067) 439 - 1290 BELA VISTAIS_ DR. HÉLIO TADEU RUIZ @_sAS CÍVEIS E CRIMIN!@::) Rua 14 de Maio, 470 - CE.:'lTRO (067) 251-1736 JARDIM/MS Rua Lomas Valentinas,367 11038-221 - Bella Vista./PY co,ifecções yarn homrns, m111lreres e crimtf íl5 WHAALDREN LEECOOPER DR. HÉLIO RUIZ CgusAS CÍVEIS E CRIMINAjD [ R~A 14 DE MAI0,470 - CIUTRO ] (067) 251-1012 - 251-2424 JARDIM/MS • R·epresentante•· JARDIM/MS JüRNALIIUílUNADAJ·Rü.1. l(UtA. DIA.RlülU:C.Jl > 21./'].i..2 'LIRÇOI.2E l ' GL'.. PM desvenda furto de Motosserra que foi trocada por "Maconha" no Paraguai ilém d· clu icl,u i.1p1d~mcntc o furto de 11111.1 Moio,'>Crr,1. a l'ullcia Mil1i._1r de ela Vista ,it.,lx,u ck~cohrindo que o C<jllip.unenll> havi,1 i,ido troc.,do por um,, bo.1 q11.111tidadc de ''maconh:," c111 ella Vista Paraguai e ainda prendeu em fl.1gr.mtc o autor do crime e um comparsa, que estavam de posse de aproxi111. damente meio-quilo da "erva" cm uma 1esidênci11 locnliT.1da na Rua Anto11ia Varg.1s da Rosa. Segundo as infonnaçõcs, logo pela manhil do último dia 21103, o Sr. Oscnr Mohr. 56 anos. propri<.'.lório dn Scrrariu P11rnn:I, locnliwda a Rua João Chnmorro. slnº, no Bairro Água Doce. comunicou n Policia Militar que naquela mudrugnda havia sido furtada da sua empresa uma Motoss..:rra marchn Sthil, modelo 076. Imediatamente os Policiais saíram em dilig~ncias, comandados pessoalmente pelo Comandante do 3° Peloti1o PM, Tenente Alirio Villasanti Romero. que também solicitou o apoio do serviço rc crvudo da Corporação. Logo nas primeiras dili •ência, o l''.b levantaram informJçõcs que apontavam u ckmcnto de nome Martin11,m<1 CentunJn 1.:01110 o nutor do furto, pJS'>:lndo ent.lo n procura-lo pela cid,1dc. O elemento foi rncontr,1do nl['.Ull1 tempo depois 11.1 rcidência do amigo /ntonm Vilalba <los Santos. lo ali1,1d,1 n Rua /ntonía Vargus da Rosa. onde, para ~urprcs.1 dos próprios Policiais. também !'oi cncontr.ida aproximadamente meio quilo de "m.1 01111.1". Mnrtintinno e Antonio rccdx:ram ,o, de pris:1o cm flagr,1J1tc por trofico de drogas e foram conduzidos à Delegacia de Policia Civil onde. ao serem interrogados pelos Policiais Muniminno acabou confessando a autoria do funo da Motosserra e contou que havia trocado a mesma por uma certa quantidade de "maconha" cm 13clla Vista Paraguai. com o elemento identificado como sendo i':lvio Antonio Amarilha Mornlcs. que seria proprietário de uma pista de bailes na vi,inha cidade lmcdiat,.m1entc n i'olt,u Mtl.i t ~1!'1t11u o .1po10 d,, Polk1.1 '.i.:1011.11 do PJI,l •LI.li p.,rJ checar a ,e Jo Jprc cn1ad.1 rx- lo .1t.tur ,fo 11.rto. em diligência na residência de Ih 10 Antu:iio a, autor1d.1de~ do ,i;inho J>an cunfinnJr,1111 u cn,·ol~imcnto eh, propm:t.,no <l.1 p1,tJ <lc h.1d:,. cncontrnndo cm seu po<lcr a Motosserra furtada da Scrrnria Pur.111:1 11Jqucl,1 madrugad.1. De .,corJo com Js infom1a_,õec-, lchllll.ld.1., pdu Pulíci:i hr:1,ilcir.1, 1lartim1.mo cnlUriJo. 26 ano,. já curnpnu p.:11,1 por homicidio na cadci.1 púbhca local, sendo que a, ítin1.1 crJ !>CU tio. ele i; apontado t,Hnbém como autnr do funo de uma hiciclct.i ocorrido no último diJ 21 e também possui inúmeras jJJ'.>Sagcns pcl,1 Delegacia de Policia. por agn:s-,;1o e Jesordcm. além <le ser viciado cm drogas. A Policb apurou ainda que por ocasiào do furto da llotos~erra lartimiano também ameaçou com uma ÍJca o próprio innão, que.: deficiente füico e teria visto ele ur t! ' r . n 1 .. tt t 1~,1, ~t tot~ r-rr., para que ele nuda contas e sobre o furto M TIH ,1 JhJ 1 , nt m o l' ,n:n: ,., J d . .!h, J,. '- nk" J, r.rnt .,ut 1 ,J,J , 111 11 1 ante pelo Delegado de Poll ia Civil Jair D po 1 , ""t:d• 11. J'< 1,, u ll ,t'~ J,· tralllO d • dr,· • tst· lunv. e l ndo sujeito a reclusão de até 1$ no t.i ,() ,c1am tondcn:111 J><•r e e UH1tc,. d wrJo com o Cúd1 o Penal A Motos serra recuperada pela Policia do 1'.tr..1gu.11 em poder do p.ir,1~u.110 1 I.11> ;11101110 1111.,rilha .lur:ik . fui u,tr,t·u,· ,1 Policia brasileir. que tara sua devoluto ao proprietário. Nas diligências desenvolvidas durante tod,1 .i ~c>.t.1-f.:1r.1. J1,1 21. JIH.I eluc1dJr o lurto JJ Mnto,scrr.,. 1" l'tJl,u.t1' Militares levantaram informações que os dois elementos preso,. ~Jartim,.1110 e Antonio. wmbém podem .:st.ir ernoh idos com uma "boca de fumo". locult,ndn na l1.11,,1<lJ Corinthi,rn.i Estatuto do conselho de Integração segurança Pública e comunidade - ISECOM CAPfTI'LO 1 DA CXJ~STITI'lÇÃO E Fl~ALlílADF.S >.rt.l'J - _O Co1rnclho d1• lntt~~r.1.çtio Sl.'i;:t1rnnç.1 f'Úhlic,1 '-' C«'lu- nldndc - TSt.C0'-1 do thmlc{plo t.lc Bcln Vl!lta, Estndo de Mato C"rosRo do Sul qut• podC'r:i us11r n sl}:lil tSECO-t. entidade clvl t de dlrclto prlv,,do :.cri ílns lucrativos, de 5~blto local, fund.1 dn c.n 10 de m.,rç.o de 191)5! tcr.i por flMlldndc, colnbornr coo :i Secrctnrla d!! Se~urnnç.'.1 Pubtlc.1 do Et-t,1do de Mato Grosso do SUl, :.ug.::.•rlndo-lhc '! ~lhor :ipllcabl tfd,1ch.• de recurso:: r::r..r1tl•rl.1 ls, oforêct•r su~l.':1tocs sobrf• oR questÕ<>s dt' S.:-i::urançn PÍbllc.i-; lncluslve, ~fcreccr subs[dioc; r.Hcrlnls coo o <'Scopo de u:i.., ~~!~~.eflclcncln M dcfct.n dn ordc:::i e eurança da co:::Jnidndc Art.2~ - P,:trn cu.-,prll"'lcnto de ::.u.,s flrulldad,•s o JS[C'O'l te:J CO!'"'O objct tvo: ' ' l - lncn.•:,('nt.,r o bom rcl.,cfonnr.icnto e coop'1rnçiio mútun cn re cntfdades, Itderanças loca!s, e denals rebros d.l co:-;untd.t C coo os n!SOn!-n'ch: p~lor.: serviços d .. , SegurançA ?Übllc., nÕ Hunlclplo e • or; P-nlrrO:li 11 - Aco·,p.mhnr o trnbnlho de 5.:J,.-uranç,, P1bl lcn loc.il o e-.• cepo de contrlbuir para una o.1lor t:'flctCncln n.., dcfcs., de or - de e scgur.1m;n dn co=unldndc no 'tunlc[pto ou oo B:1lrro· e _111 • P'rc- •..• .cw~r debãtcs, J).'.llcstr:1s, confrrCncl.is, rcu~lÕcs e ., .• panhas educativas, co o objetivo de dê5pl'·rt.u no seln da ~cr.unldildc ! nccc:rnlJ~dl" d.1 p.,rtlclpaciio e.- coopcr.,ção p.,r., i:;;1- ",,% 8e+tão d+ vto!nela e Proporetonar Sesurana Pi1tea - b lV • - Ofr.rt!cer :;us::estôc::. sobre n:-. quc:.tõc::. de Scgur.,nça Pú- 1 !~~~, •podendo lncluslvc coordenar subs[dlos scdlndo:i n.1 loc.,- ArL)~ - O 1$[C0'1 tem :carn r,cdc e foro n:, clcbdc de Scln Vl~ h.{Ç,"; "s rssss 4s sa. no aros5s ir t«=s Mrt.42- vedado ao 1SECO envolver-se, dlrct,1 ou indlrctn "· assuntos re1!x!oro ou poHtlco-p.,rtldÃrlos. - rt.S. - O ISECO! sera intcgr.1do por autorldade.i; , d(::'l.1{- ~d~rnnç.1s de :iz=blto rnunlcipol, rer.ldcntcs ou dooiclllndos. n~ d n cIplo Interessadas en colaborar na soluçio dos problcr.i.1s - .1. CO::l;!lld.'.ldc rolaclon.odt1s co: Sl'~rnnçn pÚbltc:a. _""jprat 1 - io_ri pcrmltldo n funcloniirloi- rollclnis c=i .1t ~ d~des, pnrtlcrp,orec 1'10 tSECO't. ' P.1.rngrõlfO 2Q - t vcd.:1d.1 n p.irtlclp.'.lçâo no ISEO, daquele - que .iprcscntnr :mtcccdcntc~ c:rir.llnals. • d A~t.69 - O patrlr:Õnlo e a rcnd:i da cntlc.!.,d,· ~er3o constltu[ 0 º ~ bens e dlreltos, co.,tribulçÕcs c&pontãr:c.,s, Jonntlvos--:- u ci,:;.1do!l, qut: rcverteriio cr.i bcnc{lcios de .!m.,s finnlld.ndes. CAP!Tu'Ul 11 DA AD't1 ~1 STRAÇÃO 1rt. JQ • Sii':? órgãos dn Ad!:linlstrnc;Õo do lSfCOH: +%:#:.v III - Conselho Ff«cal: ""??_ %os ák rerta • as 'reis nsen! 4s «ri g""";;{ç" ntwr resto, r=wrasis rts ?"ç";{ P48: o serefeto 4s« e+rs? ta ptrerrto.e to nl_<!~~e. gc,i. Sera coneldcrado como serviço relevante à cog -.;1Ao 1 ll-1 ASSC'Hl.tlA CT:,l. Art.9. 1 - A As:.e:-:tJh':f.1 r"•r.11 p1.1c 1 l':"Í !>,·r ccr., ·oc.1cL1 ,·-...tr.,or·!l n.irl:t'.""l'Tll°', U':1.:t v-:r (''oOr .,no, t·:-: <l ta convocada pelo Pres!dente d) t<=F.CO'l, coo nntl'Ct·dt'ncla r:[nJ-..1 ,:,• <h·~ (lOl c!l.i,;:. Art,10 - A Aser!tla era! poderi ser convoca'a extraordI n.1rlnr.:cntc- 1 por !-Ol lc l t:ic;,;o: 1 - do Co:i.s,•lho Fi::c:ll i4",," tare«sra«s as 1sr0w, «@tas rrs+atas» Art.11 - A Ar..s .. ~:::.bli':[a G,•r,11 co"".fH.•t4.•: I - Eleer a Dln.:tort.1 <' o C<,nsêlho Fhc.,1; 11 - Jul~nr o relntcÍrlo .:tpn·::cnt,1do .'l:111.11~1..•r.t,· ;:iel:1 Dirt•to rla; 111 - Refoni.,r o E!ot.1tuto 011 dl!-:;olv,•r a c-:itld.1d1.· nc.·dL1nt,· -~e- dois terços (2/3) dos ~Óc los; I' - R!'solvcr o.s de:ais assuntos de Interesse da t:nt[<!,1dc • Inclusive aprovar por_maior[a sirples, a acclt.icilo dt! ~Ócloi.. Art .12 - A A!--sc:ribl,· la C"•r.1 l sor. .. •nt,• podcr.1 reunir-se cor ,'l prt'scnç,.1, d1.; U.';1 t!'rço 0/3), no r-.fn[r.o dos ~Ócios do l~ECD~1 ou 2",}?"" iro • «und+ ovo-as is ur .. , hor.1 d,•r,o[ s d. 1 pr! Art.11 - ,;;e, s,•r,i .h!-{rl •u n:,to ;'C"r "1",~1:r.1c.io srç,lo 11 DA OtRETORlA At't.14 - A DlrrtorL, ~ o Ôr~Ío C:<.'Cutlvo do ISECCl! t:' co::-pÕ<• Sf' <!e P:rcsld~nt.'. Secr .. ·t.1riu " TL·sourdro. l'klto'- .1nu.,l':lC'nt4.• rctn A!:!!<"O:':>lct., C(•rnl. Art.lS - O r.i.,nd.,to d,1 Dlr .. •torl., (' ,'l.-plo l' illr.ilt.ido lncu~- blodo-lhc prh•,,tlv,"l.""''-':tt,•: ' • 1 - R('prcscnt.1r o l~~cr,: p.1r.1 tcdos oc; t~fcttos 11."i,..:J{.r.; 11 - Cui:iprlr e f,izcr Cu:"iprlr :a:1 d1:;poslçÕc$ dér.L• F.!<t.ituto; 111 - Realizar, dentro das l"Os:;lbllld:adc:., .1:- ftnalld::tc!i..•s - prcvistns no ArtlE;o 2Q destt.• Est,ituto; 11 - Ci!rlr os intcr("SSL'~ eccnõ;Jco~ e ftn.,nc(.'lro-. do ISECC"'~ prt~s; R~glstra::- a tnscrlçno c!e sacio!'. do ISECO e IIvros pr§ II - Dcsl~n.nr co::lssÕ•s d~ ntlvid.,d!'5 1 p.1.r.1 r.!f•lhor fur:clona tento do ISECO'I; - VII - .. Dc!lbcr.,r sobre doações de bens e geral ao Estac!o pnr.1 os org:ios poltclnl:1 !l."dl,1Jo5 1;0 '!u:tlcfplo. Art.16 - A Dlrctorln ~u'"llr-sc-~ co::1 :s. pn:!::<.-OÇ.:J de r::.,torill de seus erbros, mediante convocaçao do Pl-e:.ldcntc oo seu subs t t tuto lcctal. - Art,17 - Deverio corparecer is reuntes da D!retorta, na qu.11ld'nde de convidados especfals, os responsivels no J:ilc[ - pio, pcl:i rolfcSil Clvll <' ou 'II!tar, para de!Iberaren e anal! ,,, ... .,,? jl,tuc'<'i:: ,, orlnrld,,dt:.::. ,· s órgão, policials, segundo o crltl'rlo~ ckflnlrl(.; no Artl· ··n d - ri» sitets cn 1,{"";,,"pts..os «ssfet« designar seus_represennes feto a is,"icI!o, poderão - Çon:.:clhclro !4."cnlco c=i dlrclto .i voto. ·, p..:1r., :i .. u.'lr .. -:i co::-o Art.18 - Ao Prc:itfdentc CO:lJ)l.-..CC: I - Supcrlnti:ndcr a-. ;1t{'id.1.dc-1t do ISEO- 11 - Con,·oc.,r e presidir .:rn Z'•uniõc-r. da o;rctorLt· II! - Convocar e presIdIr as Asseb!&tas certa.' - Representar ativa e pas/ 1vier. s 1ri, todos .'feLals e e«tra- u'fta! , r plos to r!- o, {rclu !e o de e, ·!t:!r procura«ter; ' - A.<llr..ir-, (l)"' Tt' ~r,frCI, d, rts 'uw rrre «tr t.rLações para o Ea, Inclusive ' e; vt - Autorizar o taearnto de de.up as e contas «ta ert[dade; '.'li - r,cti.!1r se. r,· ·1. •;·,,o l-r~·•·:.rc·, •!.1 - 1 , '- r t'C'!,...;,•, • tn•r)1rt.1 +·:'! 5u,1 pr1·,( lrJ r,•::,!,Ío. An.ll - Corpete ao S,·cn t.irtn ,1~1·"1<'•!" ,-. •-;,~d!,··•c, r ..J'~lr e asirar co o Pre{dente, Atas orne:pondenctas urprf to ou tro: encares correlato:s, e etst!tu!r o Pres!dente em suai au - ncfase fpe!lentos. Arr.:'O - Ao 7,•:.cr:r,•fr('I ccr.;w':,• .1 resp+.«a{Idade do per[G rlo e do controle fInanelro do Iro't, arrecadação de fundos, a2a0te de despesa:, elaboração de balancetes e a as{natura, e.: no P:'"'t•s!·!t·:1:,· de cheque t. e [s doce"tos corre!atos Sç!O II :-X-) cr,· (:::"!_i'.(' r ISCAI. Art.21 - O cnn-.,•!~n t:'!«11 c<..r::,or-·:••-.í d•· tr•·". ,..~~ro lt,tf- ·vos e u uplente, ele!tos anua!entre la As!fa Cera! Art.2':" • V'-:p..•t1• .v, Co--:·1•H.., F{ ,,11: I - exalrr a escrta do [sEot, ItIndo parecer, que ra .1'lt•'<.,do .,n n•l1tcirfo d.1 :>lrr~od,1: TI - dar parec quando sol!c[tato, ±obre de=a! untos !nanceiros. CA?1T !,O flI DAS DISPOS1COES CERA! E T517101AS Art.:.!3 - Os r.ÓClc:- do Jsrco·• -,i:, r,•,;~-,c!,•rlo tolit1~rl.t, rA· -..ubi-ldi.:,r!.1""V:ntt• por .,ro-. d.1 Dlr• tora e o'r!ações a Ida p !.1 ,•ntlcfadc. Art.1.'.. - O ISECO'~ atuará ger e com enrfdade de apoio e as - sessoraento, sendo-I!e vedado InterferIr a'qualquer t[tulo na ,~1nlstr.,ç3o d,, .. n•p,1r:.l.:Ô.'" -nllci:1h. Art.25- Qundo a doais 'e mator!ais perarentes, révefs, n quinas e outrol'i ,,p.,r,:lho.,;:, o JSF.00 .. for.'i consulta rrv!a á Ser ·ara de Seurança P?ileu, vIsando a padronização e torbaento Jo:::. cludns. Art.26 - A renda referida no Arti .:n S..-J e!(.· te E ,t..'.ltuto. ;,t'râ deposttada em conta baniria e rov!tentada exclusivaente p-•lo rr<'~ld<":lb.• do !SECO'_~ cC':ij,mt...1::c"'?>:e ~ o 7'~~ocre1ro. 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NACIONAL VIANA - Distribuidor Antarctica i • CIDADE_S ATENDIDAS: Aquidauana, Anastácio, Miranda, Bodoquena, ~mUJ, Nloaque, Dois Irmãos do Buriti, Guia Lopes da Laguna, Jardim, Bela VISta, Caracol e Porto Murtinho Anexos TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXV_Nº1830_22_03_1997 Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXV_Nº1829_20_03_1997 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXV_Nº1831_25_03_1997 Voltar para a lista de itens