TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXVI_Nº2005_06_04_1999 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXVI_Nº2005_06_04_1999Número da edição2005Data de publicação6 de abril de 1999Número de páginas10GeoCoordenada -22.105859637566244 , -56.530157239943904 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXVI_Nº2005_06_04_1999 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto ■ Ano: XXVI - Nº 2.005 - 06 de Abril - RS 1,00 - Fundador: lvaldo Pereira Porto ,.Ur tr,ho. [J .la v,st ga balanço da "Operação Semana Santa" Vários Barcos, Motores de Popa, Pescado e Petrechos proibidos foram apreendidos em patrulhamento no Rio Apa ai lk,t.1CJ1m:nlo P.11 lon:,LJI de Bela Vista divulgou na semana passada ota d 1 mprcn~.1 informando O resultados da operação denominada "Semana Santa", que foi dc!lagrada pela corporação em todas a, n.:giik, do Llado com o objetivo de coibir principalmente a pesca predatória nos rios durante o período qu.: anteccdcu a, cclcbraçôes religiosas da Igreja Católica. Como é do conhccimcntu geral. ncsst: período cresce ;ub,tancialmentc o número (m registro das diversos materiais e petrechos de pesca apreendidos pela Policia Florestal no Rio Apa de pescadores que Assembléia Geral Ordinária CONVOCAÇÃO t Dirc·toria da Sociedade Aerodesportiva Marechal do Ar Albato SJntos Dumont. CONVOCA todos os sócios fundadores, para uma Assembléia Geral Ordinária. que se n.:ali,ar,i :1- 09:00 hor,i., no dia 3tl'0-l 99, nas dependências da sede social Aeroporto Filhote b Rond.io. para deliberarem a matéria abaixo declarada na nr km do dia. ORDEi1 DO DIA: Eleição da nova Diretoria para o c:--crcicio de 99!2000. Bela Vi!ta/MS .• 06 de Abril de 1999 Oiomcdes Sandim de Avila Oir. Pres. da SAMAASO ido dos Trabalhadores A Assembléia do P] ( Partido do, Trabalhadores) realizada no dia 03 pp .. ckgcu componcntes da Comiss:io Partidária Provisória que rcprc,clllar.i o Pani<lu cm Bda Vista e junto ao Govcrno do Estado. A rcuniilo contou com a presença dc drios scgmcntos do Partido onde a particip.,çàn dos filiados e militantes contribuiu cm muito para o cxcrcicio da Dcmocrncia Participativa, demonstrando dessa íonna que rcalmcnle o PT é um partido aberto. democrático e que têm um ideal de luta. seguintes Presidente da Câmara Ailton apresentou rojeto de Lei para extinguir a Taxa de Iluminação Pública em Murtinho Seguindo a tradição do Sec de Ferio Politics ds PI r Sdi Partido de valorização do ser humano e dos militant ·foram eleitos por ampla maioria dos 'OtOS os a O V crcador e Presidente da Càmara ilunicipal d.: Porto ilurtinho/il .. Ailton anchcs. cm reunião da Cimara Municipal. apre cntou projeto de lei para extinguir a taxa de iluminação pública. na verdade pediu revogação da Lei Municipal nº 835 de 17 de Janciro de 1990. ilatéria completa na Pãi:ina - 02 Bela Vista o componcntcs Presidente. Prof. Valdir: Vicc-Pre11ideo1c, Prof. Joel: Sccre1,,rio de Formaçiio l'olilica, Dr. adi; Sccrct:iria de Organização, Prof. Gilca e Secretário de Fin,111ças, r. Custódio. Foram eleitos também os ,uplcntcs para os cargos da Secretaria. Detinida essa fase: de organização interna o Partido cst.i pronto para receber 110'as filiaçõcs e jun1amcntc com o povo belavistense contribuir com o dcsen,·olvimento da cidade e construção da ,idad:mia. ,, prm.ur ,m <h nn,. par,t de 1c extratrem a mator quantidade de pescado possivel, tendo em vista o aumento consideravel do consumo provocado pel 1 tradição de se comer pei» nos dias santos Pág/05 , AGUADOCE Críticas injustas do Vereador Cha orro Secretário i11111icipal de Obras• ,!arcos Barbosa Bela Vista - Na edição dc "Barbosa" Rios da CruL 1..-stâ sábado. o Vereador Israel desenvolvendo um excelente Chamorro (PMDB). na trabalho no conjunto. ou página do Lt.:gislati,o. disse seja. buscando atender a que a atual Administração todos os bairros dt: Bela niio está atcndcndo o bairro Vista e centro da cidade. Até da Água Doce. Respeitamos mesmo a Água Doce. qui: o o trabalho do vcrcador. mais vereador diz estar ainda. dos votos dos seus "abandonada" (não eleitores. mas a verdade é corrcspondc a verdade). que o Secretário de Obras do dentro do possívcl o bairro município. Marcos cstásendoatcndido. P:íg/03 Prefeita Myrian usou a Tribuna Livre da Câmara de Murtinho Na última reunião ordinári::i realizada no dia 29. o plenário da Câmara Municipal recebeu a Prefeita.. Myrian Conceição Sihcstre dos Santos. a qual solicitou para usar a Tribuna Livre (cspa,;o reservado por Lei às pessoas que repr.:scntam um;i class.:. digo. uma entidade de classe, seja·dt: associaçõcs ou coisa p:m:cida). • A Prefeita anunciou os assuntos a ser, tratados e o Presidente Ailton anches junto com os outros Vereadores cedeu o espaço. Na oponunichd; rdatou e prestou alguns esclarecimentos sobre a su.:t administração. resumiu o que foi feito até o momento. mas o que chamou mais a atenção foi o debate referente ao atendimento médico hospitnlar em nossa cidade. os Vereadores vinhum debatendo essa questiío h:i dias porque as reclamuções estm·am . . chegando continuamente e por isso esse assunto foi Prefeita Myrian Conceição S. dos Santos o mais abordado. Púgina-07 Atividade TUPistica irregular poderá se• embargada A parir desta semana, todos os empreendimentos turisticos do Estado estejam funcionando irregularmente, provocando graves impactos Estado, operando sem licença ambiental poderão ser embargados, ao meio ambiente. O órglo vai agir energicamente, princi; ±lmen:e no di:mol1dos o~ rtmO idos. E.st~o suJc11os às pt:.n:!.lid:1.dcs.. cmprctndi:nc.ntos Pl:?n:ilto d:i Sodoqucni. onde c.on)t:im os ~1unicipio~ d-- Bo~;·· J ··:d.·· ou obras de infra-estrutura para atividade turistuca em zona rural. áreas Poro Murinho e Miranda. A ComissI ora , i . . • • • • ... • , .. • 4 ss40 parao renumento lo urmo de proteçlo de mananciais ou cm unidades de conservação. A aplicação no Estado, composta por técnicos do Governo, universidades e de sanções. esta prevista na Resolução n 33l de 0l de Abril do ano organizações nlo governamentais. deve emitir nas próximas semanas passado, publicada pelo então Secretário de Meio Ambiente, Celso um parecer técnico com medidas emergenciais para o setor. O objetivo Martins. A Coordenadoria de Licenciamento da Secretaria de Meio daComisslo e facilitar pura oempreendedor.er t; b +, A b' • ( ) • • ,; .. • cm .ermos urô:t'r:i11c:o:s o mbiente >ema) estima que 80% dos empreendimentos turisticos do pedido de licenciamento para instalação de atividade turistica. da Frantln Ci p---• dente da camara Lei para extinguir a Taxa d O Vt1, ld ,r e l'rcs,rlcn1t da l,in1 ra Municipal de Porto Murtunha/M Alton Sanches, cm rclllHi d.1 e ll111Mu 1unu.,pJI. .1pr, entou projeto de lei ll"''' extinguir a 1.,xu d< ilu111ir..1ç~o puhl1c,1. 11, v, rd I P' d111 "'" ,,,ç,fo da Lei Municipal n• 835 de 17 d J,111ur,1 de 1990 1 .< pr1>JCI0 de lr1 l,t111bém fo, ílnllhldo pelo·, VcrcJd,,r,, Andcr ,1111 Alvarenga, Anol Garcia Neto, Fernando Cristaldo de M,111,h e Jot'I Aldrrclc, o l'IOJCIO de Lei n" 001/99, o seu conteúdo fiou assim redigido. Ar[-E«a revogada a Lei Municipal n" 35 de l7 de janeiro de 199 que intuiu e disciplina a cobrança da taxa de ilumina ão ,,,íb/crn no Muni ipio de P'oro Murtunho A, t r . 1) < ·1wj,· do Poder Exernti, n M,111idp11/ adutará. no prazo de 1 das contado da publicidade desta Lei, as providencias 114.'< 1 1ndrlt1J w, dc•,fi1.11111tntu dos acordo.,. convh,fot ou contratos existentes entre o Município e a ENl:.'RSUl • Empresa Energética de ,1/u/u Grosso do Sul, que objetivam a cobrança da referida laxo Ar/ J'. /·/t1 lei entrará em vigor na data de sua publícaçiio, revogadas as disposições em contrário 'S.11.1 do, S, -.o,, du Cümurn Munirlpul de Porlu Murllnho/MS., 29 de Março de 1999 Abano assinam o ,eícrido l'rojc10 de Lei os Vercndorcs: Allron S:111chcs, A11dersun Alvarenga, Agnol Gareia Nrro, Fernando 1U)!tL•lo C. de lhtll0S, Jofi Alderclc JUSTIFICATIVA O prcsc111c projeto vem de encontro com ns ra.1-ões de interesse público, bcn1 con10 visa corrigir inconstitucionalidade insanável no ;111bi10 do ordcnnrncnlo jurldico de nosso Município. É de lodos conhecido, o faro de que a carga 1ribut6ria quepe a no ombros do co111ribui111e brasileiro é por demais vasla e pesada. Apenas s bn titulo de impostos, taxn.s, contribuições de melhorias. LJrifos coutms conlribuiçõcs de nntun:7.ll pamfiscal. suponnmos cerca de • 58 1ribu10s. que onemm sobremaneira as finanças de nossns empresas. pn:s1ndorcs de serviço , pessoas e, porque nilo dizer, fomllins, para. no mai das vezes, di,ponnos de tais serviços públicos. Inscrita entre as diversas modalidades de tributação que afligem no II população, cncontra•sc n 1axnde iluminação pública, que atinge, de maneira indis riminnda. pessoas fisicns e jurídicas. Para ns cn1presas, representa nrnis um ônus nestes tempos dificeis de proíu11da recessão económica por que atravessa nosso Pais. Para as pessoas fisicns. representa pesado e incontornável ônus. "muxime" para aqueles jogados pela recessão económica, no rol dos desempregados ou à margem da economia formal. Até parn aqueles que conseguiram man1cr•se empregados, a taxa representa, 11a prática, redução salarial. A p .. 11 destes foto . outro de interesse público se alinha. O fato de jil pagannos. sobre energia elétrica consumida o ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), e sobre a propriedade dos imóveis o 1 l'TU (Imposto Sobre Propriedade Predial e Territorial urbana), tributo cujo volume à toda evidência. são de aviar recursos sufucicnlcs a implantaçilo e manutenção e eficiente serviço de iluminnçilo pública. As im se "' que, do ponto de vista do interesse público, s.'io indispcns..ivcis os argumentos que propcndcm à aprovação do presente projeto. EnlMan10, outros, de ordem legal e constitucional, por igual irn:íuL·h eis, 111ili1um cm favor da extinção da famigcmdn taxa. vejamos: • Corutituição Federal "Art.145 • A União, os Estados. o Distrito Federal e os Municípios podcr.1o instituir os seguintes Tributos: li ·Taxas.cm ra.ziio do exercicio de poder de polícia ou pela u1ili2:1ç~o efetiva ou polcnci,1, de serviços públicos específicos e divisívci . prcst~dos ao contribuinte ou postos à sua disposicão; Pndgrnfo 2" - As taxas não poderão ter base de c:ilculo própria de impo los. em situa,à qut pruri. ,i1111.1I lltl 1 juridia dos rendm n IÃ ,IJ l11r111,t. r< possibilidades para a cobrar pelo exerciio do poder de po ,,,. . públicos especificos e diisiis pre u contribuinte A par de autorizar aquela o u que tivesse base de calculo prpna de 1111po,to Destas balizas constituonats que e etrat o coteito de taxa como obrigação tributaria a financiar a prestado de ser»o essencial especifico e divisível, utilizavel pelo cidadão e fiada ao volume da frurç;)o T ste, desde sempre foi o entendimento da mtlh,.r cluu1n11<1 01dir,1•sc Teotônio Moutl'iru ti~ IJ.1rro, 1 ilho '' faxu e qu:11111.1 Pªl'·' i10 Estado pelo particular, sempre que lenha pro, OC;tdt> de pesa cpecal e que, ta,4» 4o l011Ull10 l ,ltlllt .. tio ()li complil,óriu de um servo publ 1co, h,1Ja au kmlu 111<li, Hlu.drncmc unta vunti1gcm mcrhUf,l l"tAstaxas e cus principios teóricos, SJo l'Julo. 1941, l',tg. 1 X). Oílnc Pinto "Ainda na hipótese de estar estabelecida, na l ei, uma prestação, contraprestação da 1a,a. esta obrigação tributaria deve ser considerada inexistente, se o serviço especial não foi prestado" (Estudos de Direito l'úhlicn, 1953, l',11!. 164 ). Ora. em sendo, como efetivamente e na definio do precipitado Anigo 145.11 da CE/'8, pagamento pela utilização efetiva ou potencial de scn iço público di, i,h d l.t,1 de ilumação publica em nosso Município n.'o ~e amnld.t ., 1.11 <.ktin11,:.10. J,i qw:· A uma não é mensurável a utili,aç;io de tal serviço por cada um do ... contribuinte"'.·•. dada a sua natureza de serio indivisivel, a duas porque não se impõe à todos os que fruem de tal serviço, na medida em que é eigivel tão somente dos usuários de energia elétrica ou dos proprietários de 1errcno~ não edificados: a três porque o valor cobrado não guarda proporcion:,lidadc.: com o seriço tetamente utlzado De outra handa. o p;1r.1gr.1fo 2·· do nu: ... 1110 ,rttgo 1-lS d.1 CF 88 dispõe que a base de cálculo da taa não pode ser idêntica à de imposto, fcnõmcno 4uc ocorre.: com :i taa de ilumina;ao publica de Porto Murtinho, que é baseada em percentuais da Tarifa de Iluminação Pública. Nessa medida, a taxa de iluminação publica serve-se de base de c;ilculo próprio do Imposto sobre a Circulação de krcadonas e Serviços que. é cobrado juntamente com ,t notJ. fi....cal/f,11ura do consumo de energia elétrica Logo se,~ port:rnt,1. que 1.1111bcm ,ohn.: c ... h: pri,ma. a ta,a é inconstitucion:1I. Por último. encontr.1-,i.:. i.:11tn: a, limitaçtlc ... ao podc:r de tribular. a proibição de tratamento desigual entre contribuintes que se encontrarem cm situação equi,alcnlc (,ri 150, 11 da CF). Pela sistcmá1ica da lei municipal. um contribuinte que num dado mês consuma 502 kwh, pagará o equivalente a 20%, ou seja, valor corrcspondc:nte a 100,4kh, cnqu:mto um 1.:ontrihuinh: que no ITIC:!-,ITIO mês haja consumido 52kwh, pagara o equivalente a 5%a, ou seja valor corrcspondcnh: a 2,6 kwh. Ora não e pre» umi,cl que o primeiro contribuinte mcnc1ona<lo em exemplo, usufrua quase 50 vezes mais do sen·iço de iluminação pi,bhc~ hn , crJ.,dc. 11.,da h:i que indique. de maneira objetiva. difcn:nça. entre.- util11:u;:'m cfc:ti,a. por um lado do scn·iço público cm ques1Jo. Assim também neste aspecto, por servir-se de base de cálculo própria de imposto. a ll~J que o proj.: prctcn<lc extirpar é intcir.imcntc inconstitucion:1I. / 4/99 02 l'ere{lr/or A i/ro,r Sanchet - Pri-sidt'1tl~ t/11 C,1mart1 O 1nhun,d de Justiça do Estado de Mato Grosso do Sul. p r lllíil. J•I 1e, e nporlunidadc de se manifestar obre a matera e, t..:orrdJmeutc d1.:c 1J ir no C.nt ido da inconstitucionalidade de tais taras Entendimento, no mnats, inteiramente com reiterados pronuntamentos dll L~ccl,o ':ilJPRI 10 fRIBUNAL I l IJI RAl .':, 11 Em conclu-.ào. con-.tat.1-,c que o prc 1."IIIC: prOJl:IP e. nporl inu...t vista de atender grande anscio popular por redução da cara tributara e. ao mesmo tempo, por el1min:1r do urJcnJ111c11to JUndn..:o do Municipio, legrslação evidentemente inconstitucional Com esta justificativa, solicitamos o voto favorável de todos os pares Sala das Senões da C.lmara Municipal de Porto Murt1nho .. 29 ~e Março~• 1993 " Vereadores: Aílton S:rnches. nderson Ah .1rc11ç:a, A~nol Garcia Neto, Frrnondo ,ugustr, C. de ,Jult1l e .Jod Al,h r< lc Fundado em 20 de Fevereiro de 1972 Mana Estela Velasquez Pereira CGC 03 201 265/0001 ·90 Registro no Canóno de Títulos e Documentos n• 1 066 Oi retores lvaldo Pereira • Mana Estela Velasquez Pereira Editor Chefe lvaldo Pereira Redação: Ubald,no Rodrigues • João Carlos Velasquez • Bela v,s1a • Tornnho Ru,z • Porto M un,nho . André Avales. Jard,m . Kener Lopes Le,1e • Caracol • Geraldo Ferreira • Antonio João • Ferm,no de Barros• Bonito • Admi'1istração e Parque Gráfico: • Bela V,sta/MS • Av Tnbuna da Fronteira. 564 - 439-1410-Fax 439-1544 Cx Postal 23 - Cep 79 260-000 • Jard,m/MS. Rua 14 de Ma,o. 342 - (067) 251-1669 (Sede Própna) • Pot10 Mut1mho1MS . Praça Thomás Laranre1ra. s/n • 287-1239 (Sede Propna) • Bon,to/MS • Rua Monte Castelo. sln (Sede Própria) • Anton,o Jollo/MS. Rua Bela Vista. 660 - CaracollMS - Av Brasd, s/n - (067) 495--1198 (Sede Própria) Assinaturas. Anual: RS 100,00· Somcstrn1: RS 50.00- Monsa1: RS 15,00. as opiniões emitidas nas rnateras assinada no representar ressangrerte a op!nUo do Jornal. !l.ci-ndo do reapons11b1lw:boe de wus au!:,re-s Fíllado: ADJORI e ABRAJORI ••••••••••••••••••• {Atendimento Personalizado Responsabilidade _ Lavagem Lubrificação Abastecimento Rua Dr. Corrêa - Centro - Porto Murtinho/MS (067) 287-1238 Fax(067) 287 •1163 Diário Tribuna da front a 06/04/99 Pá a 03 Insulto aos Bras eiros pretensa estatiza,ao da l'ctrnbr(i-,. do llanw do llr,1 il e d,1 Caixa l'.confünica Federal representa o que há de mais negro e mais, innceit:ivcl no 1110111c1110 brasileiro. vindo em contrapartida. com veemência, dignidade patriotismo a palavra segura, firme e antusiástica que brotou do peito do valnro.,o senador da República. Ra111c1. Tcbct. nosso cmi11cn1c conlcrrfini.:o e rcprcsc11111111c do Estado no Senado da República. t Pena gde outras vozes nilo 1enha111 se junlado ainda 11 do senador para lonnar uma corrente dc valoroso vigor contra aqueles que de ejam vender os últimos patrimónios da nacionalidade. No chega a venda da Vale do Rio Doce que, ainda. por sorte dos brasileiros, caiu nas maos dos brasileiros da Sidm"1rgica Nacional, como poderia ter ido par,1 as mãos limpas de Antônio 1:nnlriodc Moracs. o excelente capitão elas indíislria Votoranlirn, como também para outras naçõe,??'? É preci o rebater. desde logo, a essas investidas, todas elas preparadas de 111aneira elada; armam o "bole" os prôprios homens que não acenam no caminho que deve 1rilhar a Pá1ria brasikira. São jogadas amargas e traiçocirns que se dcspn:ndcm cm cima , AGUA OCE Críticas injustas do Vereador Chamorro Pedro Pedreira (Da Redação) Bela Vista - a edição de sábado. o Vereador Israel Clrnmorro (Pl'v1DI3), na página do Lcgisla1ivo, disse que a atual Administração não está atendendo o bairro da Água Doce. Respeitamos o trabalho do vereador. mais ainda, dos seu votos, dos seus eleitores, mas a verdade é que o Secretário de Obras do município. Marcos "l3arbosa" Rios da Cruz está desenvolvendo um excelente trabalho no conjunlo, 011 scja. buscando atender a todos os bairros de l3ela Vista e centro da cidade. Até mesmo a Água Doce, que o vereador diz estar "abandonada" (não corresponde a verdade) dentro do possível o bairro está sendo atendido. Iluminação pública. ruas cascalhadas, extensão da rede elétrica. colocação de bueiros. limpeza de valas, o possível está sendo feito. acontece que são muitos os bairros. mui1as frcntes de trabalho, com os equipamentos que dispõe o Secretário. pode se dizer. es1á fazendo o que deve ser feito. - [ .s Secretário Municipal de Obras - Marcos Barbosa Outros bairros. moradores. todos os dias cobram do Sccrctirio. é limpeza de valetas, bueiros, patrolamento. colocação de luminárias. a todos elc procura atender. Louvável a preocupação do vereador. não só dele, mas também dos outros vereadores que reivindicam o ri1esmo. só que. entendemos. está na hora de PARCERIAS. iniciativa privada, políticos e Executirn. com sugestões pr.íticas parn e resolver reais problemas de Bela Vista que se arrastam há muitos anos. tais como geração de empregos, implantação de pequenas empresas. agiliznção do turismo. está na hor..1.. repctimos. de os vereadores se transformarem em PARCEIROS. política :i parte. para que possamos, realmente. transformar Bela Vista. Prcci amos mais de jovens com fé e determinação, isto o Sccrcl:irio de Obras é, um homem trabalhador e bem intencionado. das nossas cabecas, em menos esperar... As estatais vendidas até agora foram queimadas para tentar apagar a fogueira dos dólares que estamos pcrd.:ndo há quase um uno, sem cessar e de maneira dificil para no, ajcirnr para a grande caminhada. E ai está o Fundo Monetário Internacional (FMI), quando um dos seus chefes fala cm l':iri5 que .is n.:gociaçõcs para encampar o banco, o mais notável elemento de suslcntaçào da nossa lavoum e da inclúslria nacional. e por que nào di,i:-lo. do comércio dos nossos Estados, como da Petrobrás e da Caixa. estão bem encaminhados. para serem. cm breve. tragados por bancos Ínl<:macionais que cnlào passar.io a engolir o 13rasil. como nos tempos anteriores às denúncias de Gustavo 13arroso, no seu famoso livro "l3rasil, Colônia de l)anqueiros", cuja histôria. acreditamos. queiram repelir as rapinas estrangeiras que desejam somenle obslacular o ingrcsso do Brasi I no Terceiro Mundo. Por que fazem isso? Por que alardeiam essa marcha macabra contra o nosso querido Brasil? Temos que reagir ou iremos perecer? Vamos marcar a nossa luta '.0111 ,J11 , uc, suor e lágrimas" se preciso, como disse a alta bravura civca do gr.1ndc líder britiln1co no assalto aos fortins alemãs assentados na iormand1a. Vamos vociferar, vamos agir, vamos promover a luta indormida, mas precisamos, agora ou nunca, levantar a 110'>-'>,1 b.mdeira de luta civica e democrá1ica con1rn os embusteiros que no, querem massacrar. cm nov.1s e repetidas invasücs de franceses, holandeses e espanhóis contra o solo da nossa Pá1ria .. O senador Ramez Tebet levantou essa posição nacional da alta tribuna do Senado da República conlrn a imposturJ de muitos e a acomodaçào infeliz de outros, todos medíocres e esquecidos ctcmos dos seus deveres para com a Pútria comum. ôs temos, como agora fazemos. de aplaudir a palavra valorosa do scnador Ramez Tcbet pedindo o apoio dos filhos do seu Estado para fonakccr a sua vontade férrea de combaler os negocistas, fincando férreas cslacas no solo deste imenso pais, já de tantas tradições conquistadas. btarno, no, por pouco. sendo. como somos. a oitava economia mundial. eslando preparados para in grcssar no prôx.imo mil.:nio cm posições varonil e de vary la O próprio en dor Fogaça do Rio irande foi solidário com o orador, afirmando que tem notado a pressão de certos grupos nacionais e outro, internacionais para a venda de sas três estatais Bano do Br,ltl. Caiu l·conô111k,1 e Petrobrás. Vendidas essas crnpre as de alto alor de muita serventia para o nosso povo, passaremos a nos empobrcet'f lodo, o, dias, com o mandonismo que ir.í. imperar dentro das nossas fronteiras. Aqui também vai um apelo ao Congresso Nacional para que. junlo e forte. negue qualquer medida solicitada pelo Governo para essas venda.s ou negociações com elementos que con,ideramos suspcilos. O Congresso tem dado mui10 ao presidente e ao pessoal das finanças, mas agora devemos nos colocar cm oposição firme e podcrosamcn1e contrária a qualquer prctensào nesse sentido. O povo brasileiro no final de 1998 e neste inicio de ano ( 1999) tem dado demais ao presidente. sacrificando as classes obreiras e mais sofridas da população. Agora podemos dar um basta a isso que se proje1a conlra os interesses nacionais! As vendas fc:itas já Adib defende o DOF Discurso pronunciado pelo Ce/. Adib l.',fassad, vereador em Dourados, ontem a noite, na reuni<io do SALVE, em defesa do DOF Secretário de Segurança Pública. o Governador do Estado. a quem o Dr. Franklin Masrhua dizia falar cm nome. diz agora ju tamente o inverso. Desde as palavras do ecretano de Segurança Pública.. a AL VE que n:prcsenta a comunidade ficou mais tranquila, aguardando apenas os investimentos anunciados e prometidos ao DOF, os quais conforme pode-se deduzir pelo publicado nos principais jornais. nunca virão, havendo. ainda. a grande possibilidade do Sr. Governador do Estado simplesmente extinguir o Depanamento de Operações de Fronteira. Nôs da SALVE não queremos acreditar que neste período em que a violência impera e a paz está se afaslando. o "Governo da Cidadania" vá contrariar a contade do povo que o elegeu. enfraquecendo o DOF levando º à extinção e por consequência fortalecendo a marginalidade que cresce diurumamente face às dificuldades quc todo pais atravessa. Ainda que se negue que o DOF não ser:i extinto. existem maneiras indiretas de extingui-lo, e mexer cm sua estrutura atual seria uma delas. O DOF é o modelo pioneiro no pais de policia única. sua estrutura e sua organização veio sendo aprimorada ao longo dos 1 O anos de su:i exist.:ncia. Tan10 é que já foi modelo para os Estados de Sergipe, Mato Grosso. Paraná entre outros. Qual seria a razão de se Coronel Adib ,1assad desestruturar. mexer, acabar com o que está funcionando? Diante da situação exposta. a SALVE através de sua diretoria pretende agendar uma audiência com o Senhor Governador do Estado. para que defina de vez o que se pretende com o DOF. pois se aproxima um período eleitoral e a população precisa saber qual a intenção do "Go,·erno da Cidadania". Ao.final o Cel. Adib como Presidellli? da SALVE e Vereador representante do povo faz seu comenrário sobre o atual Co1r.a,:dante do DOF. que foi por ele escolhido quando esteve no con:a,:do do órgão, denrrc' todos os oficiais da Policia .Hilitar do .S. que levantou, no momento oportuno, uT 1 hn 1 :.1 que se faz pela Pátria que adoramos e run amos e pela qual se preciso for, ainda como soldados do Brasil, nos quartes, prometemo derramar o nosso sangue por ela, se preciso for Viva o Hra]''' E àbwoEdr do santos osta tora pubho que recebeu da las da,do l tadual de fio Ambiente • Pantanal-H MA MS, Autoriza, ão Ambiental para captura de Organismos Aquatros com fins Cintfi«os n" (06071898 para as espees E'otamotry pon brachyara P' falinereP motoro, projeto de pe«qursa biologia de Raias de Agua Doe no Pantanal do Mato orosso do Sul, nos rios Paraguai, Negro., Mranda e Aqudauana, Muni ipios de Porto Murinho, Aquidauara e Jardim, sob responsabilidade do pesquisador F àbo Edr dos Santos Costa com validade de 2 anos, a contar de fevereiro de J 999 e fevereiro de 200l ynthia de Barros Mansur torna publ,co que recebeu dJ h,ndaçJo Estadual de Meio Ambiente, Pantanal EMA-MS, Autorzaç ão Ambicnial para captura de Org:uwimo~ Aquaucos com fins cienurico,,_ nº 06 07128 98 p.in as espécies Dlocarecuus papei page t. pro;eto de pesquisa Biologia e Cultivo dos Caranguejos Tr1codac1d1dco,; do Pantanal Sul-Marogrossense. nos rios Paraguai. Negro, Miranda e Aqu,duana. Municop,os de Porto Murinho, Aquidauana e Jardim, sob responsabolidadc da pesquisadora Cynthia de Barros .1ansur com validade de 2 anos. a contar de fevereiro de 1999 a fevereiro de 2001 Prefeitura Municipal de Guia lopes da Laguna,IMS CARTA CONVITE Nº 001/99 A Prcfeitura Municipal de Guia Lopes da Laguna, Estado de Mato Grosso do Sul. com endereço a Rua Adalberto de Menezes. nº 208, Vila Planalto. onde fornecerá os editais e informações. 1orn3 pública a realização da solicitaç:lo na modalidade Cana Convite nº00l/99, sob a au1orizaçào nº 001/99 que obedecerá o regime de menor preço e ou vantagens com o seguinte objeto: DO OBJETO: Reparação de todas as vias urbanas que dela necessitem compreendendo compactação e recascalhamento c.oaforme cronograma anexo que faz parte deste Edital. DAS PROPOSTAS: As propostas de, er:io ser entregues no Protocolo da Prefeitura l1unicip.:il de Guia Lopes da Laguna até o dia 16/ 0-l/99. acompanhada d.:i documentação exigida. na Artigo 29 da Lei 8.666'93. cup abertura e julgamento se pro ,sara na sala de reuniões da Comi,sjo Perman .. de Licitação no dia 190499 is 09:00 hor:is. Guia Lopes da LagunaM m OS de Abril de 1999 Elizeu das S:antos .Pttfeito '.luniciolll a t dá sobrando mulher R I»i..i ,_ - lu,a1r 11 devera Judado ± !'0-1 t(fl tt 111 1 n Alyum Hieou l1•01 }, JKll'> cu J 1 t L1'Jlt do Pense que as 4att /ta tontuntaniau «aurdo atme dep taro n 11111.1 1,., 1111 .1 du Hhae unida» Imame (ftH,' 1) )i ri í/ lfHh ljl1th!Jl J'fll~,1( 'illt' t r-(i ,h1, n lo malhr no mundo jJ !ll(h jp,. Oll!llt f tJn 11111, t't ti (l 1(,Jl .ufo J1, Ao homens a ado (fiéis), 4 e hbtaros (por opMo ou que tes rh+ u .,,,. 1'1"u homens on dessro de o data (bichas"), ) po problemas lllt ntais rnros, a omn dona h.:1 • llllll1d1, J"• Ul/1 JdJ, 1 ll l l fia que 0s 1mp,"1.h.Ulf.l.h.Jl1nul• 4"LOIIIU l.Oopt1~• 1oc4)" .. t11 f"-Hlht1· Mas acoa no para por at Dos 41%,"diponiveis", quse a metade et4 no grupo dos rios que no querem com ptomtsso ou bomicos alcoólatras vetetados, que as mulheres não querem (k,11t furm,1, 1l p.trti: "llll' i.uluJ e 1.',I.~ J,.,.. ponfvel pata omptomissos stos corresponde a apena, 1k do total Num universo de lorde mulheres- e os nu- meros corre ponderem à realidade, la ro- o negócio é h:ll,llllC 1.ompltt,!.Jo J; lllli.1~111:U.l!ll a ~lll'lrJ que pode nconlc1,..cr <l.1qui p.s.1.1 trcntç'! !-ic-1. 4uc .t perpetuação da espécie deve merecer m:i1s c:,,tlldo'! É lar» que no Brasil a rea hdndc IUOdJ ( J1r(1."1fü•. COllh.kr.mdo ., bcle,.:i. e emuahda!e da mulher braile1- ra Mas que isso musacia a ego de mui tos miJ111.mjo:,,,, IMl mo ~ pude rn:µ Americanos à parte, e de se perguntar por que O.) t,mncfü c":m,1111 se dc1nlc:n.-....s;.u1- do p<lo ::.c,o opn.-,10' P.ut1cul11m1L'11lc t.·u acho que a luta feminista por direitos iuais ç o r.uo das mulhc-ri.." ~turem ocup.md1.1 cpuoc cargos ::it1l1:' n-i,11110" .l(h homm, tCm ~ua r.,rccb dt t..ulpJ NJ Jl',pulJ J,, llll'rt.illo u mulhC'r d(tOU de ser ta pc- los homens como ühJcto de !tedlJo. J m.c d .. -J1cad.1., o '"se,o fruµil'" ou J.ll-,hd de domlnio O homem a ,e i:omo conçur n:nlc cm potencial fhl lllL''h . .ido de traba lho e cada vez maus lmtgc de "CU pl.U10, ,nJ11'1ndo do ponto Jc, 1~1,1 pr:-- ucu p<Xkmo,; afim1.1r que a mulher C"ll.Í conseguindo se igualar ao homem (d e. zcs tl!é u ~upcra). J)()r '1-Cr m.11~ ~nshd ;b mud:inça..ç e nmi'i <llcnt:i. i: a, 1tória d.1 lut:i pcln isu~ldadc. M:i., '.ler; IUC u Pfl..'O que elas ctlo pugando por io nlo é muno o.lto? Scr.'1 que a questão da luta pelo cspu ço n.1o de, cri.1 !>t4 Jt.'{)("lt.'-"ldo do J')<.nlo d::: , ista de se atingir o ohJCII o sem tr .. 1,mu..'' "J J..zy que endurecer-se, pero sn perder l,1 t,·mura;cur:Js•,di11.:iChGut."3..'1l. PW"'.1 agu.::-ilJJ' o ntmo a!it.·mldo de CJ::,.J e tra thllho. a mulher foi par.1 M aQdcmi:i..; fo. er exericios para preparar o corpo. GJ• nhou muscub.cura. t.n:jci1os m:isrulinos e muicas pcrJer.un contornos e cun a., fcm1• nin:!.'t Ro"lJhuJo: po;.km fic-:i.r cm de-,," .in L1.gcm nl horn de lut.ir por aqueles I ,Rº º de homens di..'qXX'lh cl, no mcrcai.!o. lro ni:i do destino. (Paulo Roaroe Gera!do Ferreira) d trate OS MOS OS VIZINHOS d uk-, ,, escolha para nova ede da '< J I A11 fva de movimentas ão com os for: ervol :•r:111dc J111t•u mqu,r,,u,·J,11ry cotL11l< 1 a, 1m. d,· uma hora para outra 1 EFEITO .EM ASSUNÇÃO - (!, r11or.rd1Ht' UJ (.:t • .1.•ur.1) pac lJ 1'..:t.!rn fo.1n ,. 1 1 torcendo pata qu.: tudo não se transforme numa bagunça "que dificilmente p,1,-..1 •cr ,,mcJ, I• tl.t'' Pouco acostumados com mJnil<:'1J1yi.:, de ru,t. th Jlt'ÚfllJU.JtHIIO'> tcm1.1m. no du 26 de 111,llly() ,1 l,mk lJUC O Í<llO tlc m,111ili:,t.Ullt'~ c,1.tr,·m 't' prcp,1r.111do P<líJ p.l\CJLh t' l!Ulr,r, .111vid des que culminaram em ato, a ,crcm lc,,Hlo) a ckllo cm A-.,unçJo. pude ''-' rc ult.ir 'cm cni,.1111u1to pior'. Para alguns., 'é coisa de gente desordeira, para outros, no entanto, "é cni,,. de quem gosta do Paraguai e já não aguenta mais tantos desmandos . UMA VERGONHA - Nc,1c, d1,1s atrás. um funcion,irin puhlirn rn11n"1p,d qu..: ,rn1 , :, R.:daçJo e me contou que lcntarJlll arrombnr a horta mun,t 1p.1I. J,10 é uma pouca vergonha, e,i,1c gcnlc ,.1 que não quer saber de IJabalh.ir. prCÍL'rcm rnub.,r do que 1r,1h.ilh.1r. DIRETORES - O Pn.:kilo de Anlonío Jo:io, D.ícin Queim, '.->ih a Wfl!Kou todos os ' uirdorcs do l),p,1namc11t,1 Municipal. pJr,1 um.1 rcun1:lo dc port.is kehaJ,1, . .1 1111prc11 l n.lo i teve acesso para saber mais dos detalhes. Geraldo Ferreira (Gegê) o / /99 04 24 horas ao : seu. dispor ,L -~ ..,.,__ .. _ .. ~ 251-2303 ': Rua Marechal Rondon 407 • Jardim- S • A11w1âe e Valorize o Jornal de .rna citlurle! Diário Cfribuna da Jront:eíra Dr. Gustavo Rafael M. Boccia Dr. Renato de Souza Rosa ===========-==~ Ultra-Sonografia Abdominal; Ultra-Sonografia Transvaginal; Ultra-Sonografia Mamária; Ultra-Sonografia Pélvica; Ultra-Sonografia Renal; Ultra-Sonografia Obstétrica. [#@fã@22%2%#% Rua Guia Lopes, 550 (067) 439-1363 Bela Vista - MS - Cep. 79260-000 Cirurgião Dentista Dr. Gerardo Boccia CRO MS 1255 Membro da Sociedade Brasileira de Reabilitação Oral (067) 439 • 1087 • Rcs (067) 439 1624 - Celular 975 - 81E1 lntemt;>t Jemrdoboccia@uol.com br ~ Clínica Odontológica $ Laucidio Valdez de Barros A Odontologia do 3° Milênio Estética Dental Implantes -Endodontia Penodontia - Prótese Cirurgia - Odontopedialria o o Táxi Exames Oftalmológicos Adaptação de Lentes de Contato Cirurgia Ocular Dr. José Maria de Ca!azans Ramos CR'J.'S 2i 53 • CPF • 017 i15118-85 251-1694 Fisioterapia e Reabilitação Ora. Elisabete Alcaide Torres CRE FITO 14003 • CPF 935220,:29-91 Convênios: FUSEX - Banco do Brasil· UNIMED - Saúde Bradesco -Top Saúd'e Pcvendedor Purina Representante Exclusivo da Lagoa da. <:" erra e Cerca Elétrica Peon Illédicos Veterinários: Dra. Carmen Aparecida Santiago Lima CRMV/MS ir 0911 Assis: 'ncia Clinica à p quenos animais com vacinas e consultas à domict?io; Banho e Tosa com hora marcada e Exame de Anemia lnfecciosa Equino.- Dr. Sérgio Augusto Loureiro Lima CRMV/MS ir 0947 Projetos para o aumento da produtividade· pecuária, Exame andrológico em l.Ouros e Exames Labor~toriais. Centro de Estética -Limpeza de pele -Rejuvenescimento -Acne. _ lanchas, Drenagem -_linfática corporal e facial Bia prure Rua do Contorno, 560 -Aplicação Do-ln -~lassagem -Depilação definitiva -Tratamento de celulite ' _.,,,·, -.._:.cr·. Fone: ~51-2024 _ Jardim I MS Diário T huna da f r • • 4Ca ooow balanço da Operação Vários Ba cos, Motores de Popa, Pescado e Petrechos proibidos foram apreendidos em pat ulhamer to no Rio Apa Aorestal divul Be:la Vi,ta O Destacamento PM I loretal de llcla Vi,ta divulgou n:1 semana passada Nota à Imprensa informando os resultados da operação denominada Santa", que foi deflagrada pela corporação em todas as rcgifü:s cio F,tndo com o objetivo de coibir principal111e111c a pesca prcdutória nos rios durante o período quc antcecdcu a, celebrações rcligiosas da Igreja Católica. Como é do conhecimento geral. nesse período cresce substnrn.:ialmcntc o número de pescadores que procuram • os rios, para dele extraírem a maior quantidad1.: de p..:scado possin:1, tendo cm vista o aumento 1.:onsiclcr;ivd cio consumo provocado pela tradição de se comer peixes nos dias suntm. um resumo geral das ocorri:n1.:ias registradas pelo Destacamento PM Forestal de Bela Vista. no periodo de 22 a 28 de Março. pode se dizer que a véspera da "Semana Santa 1.:111 Ilda Vista não foi nada boa para os pescadores que insisitiram cm inf'ringir a lcgblaçào ambiental, nada menos que seis barcos, seis motores de popa, 1,1nquc,. redes. tarral'ocs, mai, de uma centena de anzóis de galhn, 200 metro" d..: corda de espinhel, entre outros pctrcchos de utili1a,·iio proibiJa. além de bo.1 quuntidadc de pescado irrcgubr. Coram aprcendidn,. A operação de patrulhamcnto 1.: íiscalinçüo. desenvolvida cm toda a c:tcnsiio do Rio ;pa. d.: ·de as imediações do Município de Bela Vista até o "Cachocirào". di, isa com o Município de Porto Murtinho. cm olvc11 todo o efetivo do Dcstacamcnto PM Anúncios Populares 1 Anúncios Populares 1 Anúncios ~opulares Caravan 81-82 - Cor verde Marselhe, ano 1, Modelo 82, em ótimo c,1ndo.Tmtar pelo g 439-1 -l I O (horário comercial) ou 'a -l39-22S-I. Falar com Jo;o Carlos. Vende-se OI cofre 160x80 cm aço. Tratar no telefone -139- 2092. Com Jccp - por RS 400.00 podendo arcclar em 4 vezes Terreno - Na Vila Espi rito Santo, bem localizado. de es quina e cm lugar alto. medindo 25x12. Tratar pelo 'a-lJ9-1-IIO (horário comcn:ial) ou 'a-139- 225-1. Falar c,,111 Jo:io Carlos. , Preserve Assi l·lon.: tal loc,11 lodos os pescadore flagrados praticando pesca em descordo com ., I ei foram autuados em ll:wr.11lll' além de terem apreendido todo o 111.itcn,il e pctn.:cho, de pesca utilizado, também terão de responder a procedimento penal perante a Justiça. A maioria dos pcscadon.:, enquadrados, tanto na 1 ,ci " 1.826/98, i.:ottlll 110 Dt.:cr..:to 5.636, são turistas, alguns residentes no Estado e outros cm S;io Paulo e Paraná. sendo eles: L11is iliras. 1:omcr..:iante, residente em Penápolis-SP; Eduardo Garcia de Morais mregitro do diversos materiais e petrechos de pesca apreendidos pela Policia Florestal no Ria Apa pccuarisia. residcnto.: cm /raçatuba-Sl': Már1.:io Romero M oi i n,t. comerciante. ro.:sidcnt.: cm Pcnápol is-S P: N i lson Aparecido de Paula. residente cm F.:nix-PR: Valdemar Cardinal li. rcsidcntc c111 Tupi Paulisla S P: Carlos Roberto lkspportc. residente cm Caracol-:vlS: Jean Rodrigo Brasa Fcrrcira. agrnpccuari,ta. rc,id..:nt.: cm ,ntnnio João-MS: Odcval Lourenço Lemos. autônomo. rcsidcnto.: cm l 'muarama-l'R e Flúvio Satumino da Costa Barros. policial militar aposentado. residente cm Esteio Agroveterinária - Atendimento Veterinário a pequenos e grandes animas - Ass1slênc1a Tecnica à fazendas. - Grande Estoque de Sal Mineral: - Produtos Agropecuános em geral a a l )ourado,- :v!S De acordo com a nota divulada pelo Destacamento l'M ! lorcstal de Bela Vista. os Policia, tambt.:m encontraram ..:111 poder do., pcscudoro.:s autuados espécimes diversas de peixes ainda vivos. capturado, e: amarrados dentro d'agua. os quai, lora111 ltbcrtados e devolvidos a seu habitat natural. 11111 dos pcscadorcs 05 também tinha cm seu poder um,1 ca1:1..1 térmic..1 dt.: alurnin1t1. com capacidade para 310 litro,. a qual também foi aprccndid,J. juntarnrntc com os dcmais pctn:cho'> de utiliLaçào proibida nos rios do Estado. 1 odo o matcrial aprt.:cndido encontra-,..: deposiwdo na sede do Destacamento PM l· lorestal. a di,posição da Justiça J:mild.: Rosa dos Santos. Oficiala do Registro Ci,il dcsL'.I cidadc e Comarca de: Bela Vista'MS.. FAZ SABER à todos qili1J1tos o prcsc:ntc Edital de Procbmas, in:m. que apresentaram os documentos exigidos p,:lo Anigo 180 do Código Civil Brasikiro. Inciso, 1.11. lll e IV. e pretendem se casar: GIL'A:I DE SOUZA ANDRADE e Ll'CILE1'E PISSl'R:O, ambos brasileiros. sollc:iro,. residentes nesta cidade de U.:la Vista MS. ele. motorista. natural de: Deodápolis,MS .. filho dc Euclides de Souza Andrade e Maria Rita Ribeiro de Souza; Ela, estudante. natural de Bela V?ta MS .. filh:i de Estanislau Pissumo Filho. falecido. e Lucincb Maciel Pissumo. Se alguém souber de algum impedimento. que se oponha n:i onna da Lei. Bela Vista/t .. 05 de Abril de 1999 aBe .. ' , Vista Construindo um futuro melhor. d..s c,o UNIAO E TRAUut<) 1 a da Frontera I / 9 06 C..f•1t!i,E■ AArtes De tampante Atendendo solicitas ão (e orentaao) de eu» dt também d ,Ulll o jornalta e e li ,toh. . o"or' ! ,r i f/ ·rn .. jornal ta laaldo Pereira ri o lan, ará o volume 2 d•' I ltifl , q M:' i! <)u Contam", ou melhor, o e.tu novo livro falar d.: "t 1ml .,, d u· 11 •,t'-1" 1111 tamnb /m de marginais, andarilhas das estradas, homens e mulheres da nove. ht h'l!S ,rno11111,11,. t 1,fim, 11111 l p.tkn.1 de personagens do cotidiano com uas espetanas, frustrações e sonhos, o titulo c!o 110 lllO, <j'lt' J ,. 1 endo preparado, verá HOJ>A.JIQ] 1,HI I lVolumt l) - '''""·" qw" povo conta nas rodas de terete Depois do suce o dos dois últimos livros, "Na Roda do I l:11.:rr.'-' 1 lVol 1) e' Estórias que as Quengas Contam", Ivaldo l't'rt ta resolveu unir os dois tem ,squc n 1 verdade lo um 6 "ESTÓRIAS" tt )dedo ollettages Dos leitores, algumas dessas estórias ,el'.lo puhlit,1J.1, 110 jorn,il. ,1 e cmplo dC!io'iJ. que publrrumo'» hoje"., republicamos, denominada, "E MISSAR1OS DAS SOMBRAS". Outro lfYro - J. 11.1 t.1•,c 1'111.11 011110 livro do h ,Ido ''0 l'ODf RDAS 11)1 IA~". ,~flt,ôt·, liin,ót1rn, .1 rc,pcito <1.1 vid.,. d., 1x11f11rn. do jornal1Smo. 11,11tr11.: de vender, um vcrd.,dri,o liv10 de "auto ajuda, escrito, sr ,une.lo o jornalista, "como se estivesse pensando em ,. oz alta". Nowos escritores e l::an~:amentos - O Dr. Sidnc) Nunc, Leite JJ elaborou o l:sttulo díl "Academia (ou <cr: /a.soc.iuc;!n?) BtL:n htl'nsc de 1.t:trn~. t.llt1bl!rn c,1, prcp11rn11do o seu novo Ih ro, falará a respeito dos bastidores do Fórum, histórias vivida-. no dl'correr de sun~ mugisuaturn. 1 amhérn o Dr. Danilo, Ocfcn,or l'úhliu,. o Dele ,,,do Dr. Jair Dispo e o Capillo Vibssanti. estão sendo cobrados. Para ingressar na AcndcmHt será preciso 1cr pdo 1111;:nos um li, 10 publicado. Devagar vamos chegar 1á. Rolury ~ Llvni< - Um rlos pwjctos do futuro prcsicknlc: do Rola'), foir l)isp<>. é envolver o clube cm projclos culturais. u1iliznndo-sc da sede para a reali,.,,~o de exposições. p.,ltstm.s e frims. Vamos dor Ioda a força. EMISSÁRIOS DAS SOMBRAS perguntas Para ele o prof 'IJ' VJ1 .tr q•j( i att bro< 1 li tflO -~i I VC'-1 1111.Yi 1c,pc:1to pelo hot11cm JJ 1 1JtlJ, Antes de sair -estavam«e no Hotqumm d . ek ftl Olltro tomtr:tino. teurindo o a6su ta . Um escritor, Stephen Km,,, sabe como n tum rnuHJ ,u1tleL.1, o que h~ ,iérn do qui: r.,,_ 01 um mundo invisivel, planos 1n1r:1.1 m. -..c~1 t!1 o,f vocês a lerem INSÓNIA. livro desse autor, vlo er pala»t4» Pediu licença e se foi J 1 passamos a discutir Ma Juro. JUW 1 • w na s11idJ do pro1tS'.t0t soprnu urn vento frio, gelado, por .ti,,,., l'1 t te Sentimos medo E fomos, um a um, saindo de mansinho, ada um busande o .!>CU canunho Anos depois lembrei para o Jesuino Vi"it: fato, ese e .. l•JJlro na da <.k ck Prau Grande Perguntei a de ,e u,mht.'t1.1.1ltum,J hhlt1n,1 JI ·um su,:,• tecimento que fugia a normalidade, algo <.ptc pudt ,e con11rn'.tr 1h.11r111.h1 professor, isso no tncanll' il 1, llLt notum.1~ 110 mundo cJ.t, quc.:111•.1, Ele me olhou, muto rio, éro mesmo, e lembrou dos, "Homens de Preto N:lo era um drn comum, havia ôllgo estranho no ar, todos estavam ncabnrnhndo , alguns alheios à conversa que rolava !!.Olta. comentávamo~ os últimos acontecimentos da semana, três morte) na Vila, duas na zona e o suicldio do Jono Pipoqueiro. sem ranio aparente. Na 1ona no casa de Maria Mon:n:1, a Ziu foi assnssirmda pelo Marcondes. mecânico da Viaç:lo Pro gresso. dl'pois de uma discussilo sobrt pJg.amcntos. O homem estava acos tunrndo a dar o cano nns quengas. Ziia recebeu quatro babços no peito. ~-1orrcu na hora. M,U'Condcs caiu no mundo Morreu 1:unbém a Tiar.1.. loura cobi adJ e adcpti dos 1em:iros de mncumb.J.. morreu depois de uma Ocrdosc de cocalna. Morte lmrrivcl. A mulhc:r grin.wa l' se babava ioda, um horror. Depois. ouvimos cm completo silencio as explicações do "Pro• rc,sor", conhecido e respeitado por seus conhccimcn1os esotéricos. Ele folava em vihrnçõcs. • Quem h:rn ouvidos que ouça, quem tem olhos que veja., estou cansado de dizer, nJ. zona, nas casas de qucnga.s. n=is boitcs onde as mulheres negociam o corpo, as vibraçkes lo negativas, pasto fértil para os animais do além ... . O que é isto, professor, por acaso no além vivem animais? A pergunla cn:tinil e dl'spropositada do Pict.iu, só mereceu olharcs. uns de deboche, o,11ros de gozaç~o. Só trocamos olhares. No fizemos co mentfuios. Nem c-r.1 preciso. • Peço à vocês que façam uma cxpcrii:ncia, na próxima vez que fre quentarem um bordel, boitc ou scj:i onde for, onde mulhcrrs se vendem, observem ntcnt:uncntc ao redor. n!!.o bebam. fiquem sóbrios. observem os olhi!irtS. as feições. as risadas, sintam no ar a vibraçO.o. ficar.o surpreendi dos. o MAL csl11 à cspn:iln ... - O demónio ... o, :imenti: o Piclu. · NJÓ, Pic~u. nao o Mal pcr;onilicado pelo Senhor das Tn:, as, mas o Mui na sua fom1> m,is pur:i. .. O Mal que objcliv, o c,os. 3 desordem, a quebra d;i ham1oni:i e do equilibrio. E.s!.c é o Ma! maior. E se obscn•Jrcm atentamente - prosseguiu - podcr:o ver pessoas diferentes, homens diforcn• L.i Nunc,, havia acontecido nada de extraordináno, fosse morte • rot.1- bos. v1olênciai, drogas, mas nada mesmo, n.1 Boite Afrodite, uma das me lhorcs que j~ c:onhec1, só alegria. mulheres lindas e músicas que nos leva ama dançar. wnhar ~ amar. Pur:t alegriJ. rrcqucnt:id.1 ,6 por cl1en!l'" .. ouro-. cinco estrela,, mesmo. Nc:sse tempo cu tinha urn dcngo 11.1 Bmtc, ,11111:n111.1 K.11t~. urn,1 tor mosura de mulher, meiga, suave, encantadora, estava na vda ha dois anos. dcpob de uma dcsius;lo ~unoro-.a. !!.ua '- ingança foi sl' tr Jmlonnar l"III 4ucn1!,1~ prostituta. E tizl'r,1 qucstJo de inunciar aos quJtro ventos sua decrslo l micia.ra na profisslo na própn., cidade onde nascera Depois fiara residén cia e 1rabalho na íloate Afrod1tl'. apropri.1di1 p,1ra a ,11.1111,lncir., de ser Nlo fa1J1,a do pMsado e o futuro. para ela. era a notle scµ.umtl·. Eu frequ,mtJ.va a cam.1 de Katt) nas horJs 1, agas. E nas notes Jc folgas.. sempre às segundas e quinta-feira'.li. Durou tempo o nosso caso foi num sàbado, no1h: de muilo mo,imento, l',1~1,.1 nJ Boltl'. l'nl companhia do Dl!putado, dois assessores e o vereador ma1s , OtJdn n,h ultimas rlciçõcs. o Zé dJ 1annlla. Fa11J companl11J. ~ peduJo do Prl'Íl'llo. meu amigo. As mi:ninJ.S disputavam o parlamentar, mas Katty (a minha) e quem ficou com ele. Toda mimo. Nlo OU mentir, dava uma pitada de cu mcs. mas é a lei do bordel. Sofrer em sih:ncio Vi quando o homem chl'gou. Chamou a mmha all'nçjo pl'o., tr,1Jc-.. todo de preto, 1cmo preto, canusa preta. sapJto, prl'to:,. l' o ch.1pl'u pr..:ltl l gr.n ata preta. Chama'a mesmo a atcnç:lo. Fiz o cornentlrio p;ira um dos assessores: -Aquele cidadJo deve ntar til' luto ou é algum c,cl:ntncn. '-CJJ ,o. rodo de c-:i;ro .. - Negro n~o. desculpe. a gcnlc fala prelo Olhei meio l'mburrado pro cara. Ondl! qul' ja seviu, me corrigindo' Fiquei de olho no sujeito. por n::id.1 nJo. só de olhar JJ me dJ'-J um., scns.iç:o. um n:'o sei o que. a mesma que sl'nliJ qu:mdo, 1_1:,tt::i1, a ~1Jc Torn.1:,.1.1 no terreiro na Vila Matilde:, quando Exu se mJnife-:,ta.1. 1unca menti p:irJ M:c Tomásia. sentia mesmo .1quela friagem esqu1!1ll.l. el.:i Jpl'na, !!.orr1..1 f naquela noitl'. na 8oi1c. tudo começou. ( · Depois eh: bebericarem por mJis de duis horas. dançarem, assistirem um show da morena Das Dores, o deputado e Katty (a minha Katt)) foram para o quarto. Em seguida um dos assessores tomou o mesmo rumo, ::tg.M rou a Das Dores, após muita ncgociaç.lo. foi assistir outro show, diziam que ;1: Escritório de Advocacia Ora. Vdma da Silva & Ora. Lucimar P. Veiga OA8 /MS 2 574-B OAB/MS 7.454 Rua Cuiabá, 458 • Centro • (067) 439 • 1290 , , Bela Vist • Mato Grosso do Sul li 1 ....:t; Escritório de Advocacia Dr_ Nelson Chagas OAB/MS 2491-A OAB/PR 7312 Causas: Civeis, Criminais, Administrativa e Trabalhista Esc::rit,: R Duque de Ca,oss 679 - 439-1173 • Sela VISla • MS ' R Tenenle S..merdes. 826 • 251-1721 -Jardim- MS ROl!lid0nc::ia: Run Campo Grande, 657 - Vla CamisAo FonetFex251-1721-Jard~-MS , da al, o h 1 1 tM' aJ , medi d h. r m 'I J 1 ~UI: r 1 '-' 1 1 " !r;u(Gí.1 ~e n t:l..j't .. açao .. 1 pre fora ale zre. r lÍ • .11 dl' t 'li e H!I 1 J 1 un c,r, c.._ã.., < ,· r,r,1 1 g: ... , n .. ,k L , 1 ti! , í l.to Pi ra eosmses, volt+a lote, a ora mamiha Katty,V d ja estava de olho numa recem-heada, a Vanusa, ma!hrao de bunda ;zrande e seios pequenos Num )bado, fui assistir a um show dos mas por1 com dt to a tt' l i..r. -..: he que de e l I' r..lt 1 Ili h I O iJ1 l'f 1 "º pa:zr.1 ativar os dentes os anincos feitos datante a mana. nlo correspondi a vrdade, arroz, frios e peru à moda não ser do que. mas o show foi d bons, dta qu .. rh. e ,,itorJ'i-, ,Jh:u mr mo l qu..:rn ; l.tJ !.l r-o 11H. mo lu ar, zsstindo ao show, cor os m smos trajes, o homem de preto Solha do. parecia não me ver, mas eu sim, eu o a, urosdade danada d .. lhC' aproximar, conhecer o ara Alo me impeda l as mesmas sera,ô E não que aconteceu novamente Outra tragha . Numa das mesas um rupo de jovens bebia e ntava, festeja4nT anvcrsaro de um deles, todos embriagados. mas sem incomodar mnuT Jl!.!llrll.l" d.1-. mu!herc-. p.1r!1t.,f am da testa quando o homem de preto )t;rnu, 0lh.11,J pJr,1 mim e ,.,,.rn.1. meu Deus, que sensação horrivei o ,orrt ,o do hmnc.:m t:rJ at:in1co. o!h.1,J pHJ rnan i: pJr.1 J mi: .1 do JUH:n, lk tepente inicia-se uma dtcusslo. pm r.,l.!.1. ,n vozes se alteram, um dos Jo vens pega uma garrafa de wsky e a quebra na cabeça de uma mulher Ela CJI. dc.,1;1.11JJ.1 Ou:ru ~JI l'm ,u 1,.!c.:!c:-.,l. u tc.rr.po fc1,.l1.t l' pc.,ruJ.1 por lu,fo., o-, lados, garrafadas, cadeiradas, o tutu esta formado 1 uJ01t cnlr Jfll 11.1 briga. Uns saem correndo, gritaras, consegui segurar um cara que c»ta»d pero de mim, pronto para me acertar, pulei com ele no hão, a ouva II tiros e a sirene da Policia Os poli:ais entraram na boite batendo, sem do nem piedade, todo mundo levou cacetadas No final três corpos estavam c-.tcndu.1o, no c.h.1u. tré'.) nwrtu,. um.1 mulhu e <lo,, do, jo, cn,. lu1l.i gente: ferida foi parar no Hospital Alguns na cade:a A PJ,rllf dai o-, lk~trl':. ~ ,uci.-du·.!r.i. duc:ru;a,.,. bng.h. mulhert:!> wn trairmn o nus 111'. tod.b dJ u._11t.: , lrnJ1!1:. por m,n,. l·l 4ue p ircç..1. J!.: u dono da bote teve problemas, pressionado com os incidentes, processos nas 05tu pn:jUIIO') tin.uKClrth. o homem nlo a;ut:ntou ()it.:hrou J ed10u ,1 bmte l o 111Jl!'I c,tranho. o prcd10, ar1lt.'S uma construçlo modera, projeto arquitetónico do mJ1'> conh«1do :u-qulldo da cdade. .....- ddcr1ornu. ,e.: tr.m,formou cm CY combru"I. Ate hnjc 1."tJ l.i. mor.1d.J dr: r:i.lo. b.!!J!.i._, o pm o. n.1 vumh:l!lç.t., dt1 que o lug.& é a~,ombrJJo. ou1,e-~ nJ no1ti:s. l.1:ncnto-, e gemidos As quengJ., oriund.b dJ AtrndJte. contJm hi-,tor1Js. pre~cnci~d.i) nas noites de festas, luxo, alc:g.r1J. todl!I ')t:: lembrJm do JI01L 1 [H PRETO. nunc.1 ma 1, o, i, aqu,dc homem. mas" 1 ~1m. 1, 1 outros homcn th: pr-:to e 5cmprc que 05 1. cm Boitc!lo. cas.1<i dt.' qucng.;is, ocorrcr.im de,:i.,1rc,, tragedi.:is. a.s quc.:ng.1'.li 5abern d15!tO. qu.!ndo clc-5 )urgt.'m ni.1, no11cs. elas acendem velas para os seus santos preferidos e cl,HT1Jm pd..i proteç~o do sous An;os (Do U, ro '-a l<oda do Tereré) _::j'-_ Escritório de Advocacia - Heron dos Santos Filho 0.11 ~l'i iO:!:I Juan Paulo A1edeiros dos Santos O MS 718 Shei.la Regina lopes Dutra OAB-/MS 6449 Causas Civeis, Trabalhistas, Direito de Família Fone/Fax (067) 251-2194 Advogados Dr. José Atanásio Lemos Neto Ora. Luciana Branco Vieira Atanaslo@jardim.menthor.com.br Jardim • MS • Rua Mal Rondon.638 Esc. 251-1245 • Res ;,c,1 11'74/ 986-5042 Campo Grande - MS - Av Mato Grosso. 3283 • Sta. F6 726-2503 / 91 "397 ~Advogado Sidnei Escudero Pereira OAB/MS 4_908 Comerc,al· R Tenent11 Bernardes. 602 - Centro 1067) 251-1501 · Tc,lo,fax 251-1685. Cel 986--5353 Res1dcnc1,1I R J-•de. 101 - Vila Brasil - (067) 251-1653 Cep 79240-000 • .13,<1un - MS Rua Ary Coelho de Oliveira, 201 Jardim = Mato Grosso do Sul Advocacia Dr. Marcus Antônio Ruiz Causas Cíveis, Criminais, Contratos (067) 251-1012 Rua 14 de Maio, 470 - Jardim -MS - lá T Le I I 7 Notícias do Legislativo urtinh nse ro,,,,w 1H 11 Reunião Ordinária da Camara Municipal, realizada dia 29 J, março de 1999, sob a presidência do Vereador Ailton Sanches (PDB), vários assuntos foram debatidos ne sa oportunidade mas o destaque foi a presença da Prefeita Municipal. Myrian Conceição Silvestre dos Santos, ela usou a Ihuna Livre para slatecer vários assuntos referente a sua administração, pre ena mata dos Secretários e Assessores direto da Prefeita nessa oportunidade. Recuperação total da quadra de esporte do Parquinho da Florestal O Vcrcndur Joel Alderete, solicitou o envio de cxpedicnl<: ,1 l'rcícil,1 Muníl ipal para que providencie a recuperação total da praça de esporte localizada no bairro Florestal, precisamente a recuperação da sua quadra de esporte, que se encontra bastante danificada pelo tempo e pelo seu uso constante pelos desportistas daquele bairro. Outro motivo importante para a sua recuperação e que atende a solicitação dos desportistas daquele bairro, onde podemos afirmar que., rckrida quadra tem o !amanho oficial exigido pela Fcdcraç~o Brasileira de Futsal, além de proporcionar lazer aos desportistas e inccn1i vo ao esporte aos jovens daquele bairro. Solicitação do CGC de Frigorífico O Vcrc.1dur Adolfo /gu..:ro (l'f!Díl), ,olici1ou que a Prcfrila Munic.:ipal cnvie oficio para solicit.1r informaçô..:, cem ·.crncnlc ao número do CGC da empresa Frigorifica Frigardo SIA visando constar da instruçüo do processo de aposentadoria especial do segurado Ramào Doa, cntura Gonmks. essa infor- 111,,çilo é junto da Receita Federal de iquidauana/MS. Política de Habitação Outra importante reivindicação do Vereador Atlolfo Agucro é com rcspeilo a habitaç:lo para os menos fa,orecidos. de solicitou que seja encaminhada a sua indicaç.1o ao Executivo tunicipal, objetivando solicitar a adoção de medidas. visando estabelecer uma política de habitação l'oltada a prioridade à po pulação mais care111c. Em sua justificativa ele disse que: "não pockmos nos esquivar do assunto em tela, usando como instrn mento u ig.norância, pois é 1101ório que trata-se de uma realidade in ontestávd tanto cm nosso município como no Pais dc urna maneira genérica. É um problemu social crônico dado .ao au mento desordenado tln população e conseqüente clcvaçiio do ín dice de excluídos. face a ausência de proposições e decisões que propicie gradativamente possibilidades de resgate da cidadania com todas as letras vivas. Contudo porém, convém enaltecer que tal scgmcnto mu ni ·ipal inccssantemcntc invoca o seu clamor via os Edis, na eminência de ver emcrg.ir a oportunidade que tomc menos dra m:itico o impac10 da falta de moradia. Tenho cen.:za, que esta preocupação não tem dimcnsõcs p;inicular. mas sim. emana de todos os cidadãos conscientes e humanos. que abraçam e companilham com a defesa das causas dos mcno· favorecidos. Limpeza na área da Capela do Km 09 da BR 267 O Vereador e Presidcnle da Càma,.1 Municipal. Ailton S:inches (PSDD). solicitou ao Executil'o Municipal prol'idc:ncia urgente da limpeza do setor compctcnte do município a limpeza da área da Capela do km 09 localiwda na beira da DR 267. Em suujustificativa ele disse que:"<! de de todos conheci do. que a Capela do km 09, n:'lo é simplesmente um cemitério e que é muito visitada, pelos fiéis, principalmente nos fc:nados. Durante a Semana Santa, nossa cidade recebeu muila visita e conseqüentemente a Capela. É do conhccimcn10. que a referida localidade encontra-e tomada pelon e L, raio pela q dimos a intervenção do l xeutivo Mumcpal .Abertura da Rua €Capitão Cantalice () Vere: dor Anderson Alvarenga (Pi ), solicitou eno expediente a Prefeita Municipal para que seja realizado estudos no sentido de viabilizar a continuidade da rua Cap Cantalice. nas proximidades da Enfermaria da 2 Cia ' ron. cuja hgaçdo mas rápida com a outra parte da Rua e da cidade. Vala a céu aberto Outra providência que o Vereador Anderson solicita do Executivo fumeipal, solicitou estudos no sentido de viabilizar soluções com referência a vala a céu aberto, localizada na rua 15 de Novembro, pelos motivos: a vala a céu aberto exala mau che ro. colocando a saúde da população residente naquela localida de, a mercê de inúmeros problemas, a vala a céu aberto vem aglomerando resíduos de óleo da antiga usina da Enersul e pos sivelmente esgoto de alguma residência localizada próxima a vala. 4u..: po<ler.i a qualquer momento causar doenças e acicknlt·, irreparáveis. Em sua justificativa, o Vereador disse que essas duas ,oli ci1.1çôes são na, erdade para melhorar a vida dos murtinhenses re,idente nessas localitlades. mas que sabemos os problemas de e~casses de n:cursos financeiros. rn.1, são obras de pequenos in , e,tirncutos é por isso que estamos preocupados com a nossa c.:omunidadc. Vereador Agnol Garcia Neto (PL) - Reivindicações - Moção - Indicações O Vercatlor que csta subscreve. requer. após a Oitiva do Cokndo Pknúrio dos Vereadores. que seja encaminhado um cs pediente ao Secretário Estadual do Meio Ambiente, bem como a Assessoria do Governador, para estudar medidas no sentido de não baixar a quota cs1adual p.:rmitida para captura e transpone de pescado, 25 kg por pcs oa. mais um exemplar. Rcfcridaju,ti licaliva vem dc encontro com o pensamento de todo scgmento 1urístico. haja vista. que o problema não reside no Pcscado ima dor. e conscqüentcmenle l..:gal. mas sim. ao pescado clandesti no. irregular. predatório. que, cm sendo pra1icado há muito 1c:mpo na, águas do Rio Paraguai. prccisamcntc por pescadores paraguaios. com recep1ação nos comércios brasileiros. Falar c:m redução da quota legal. sem conhecer rcalmcnte o problema. nos causa uma profunda indignação. vcz que a causa de diminuição do pcscado é outra; salicntanJo também. que o turismo dirccionado para p.:sca esportiva, além de trazer divisas para o 1unicípio. atende uma neccssitladc social. gerando empregos. proporcionando assim. uma fonte de rcnda e de sobrevil'c:ncia. Fiscalizar sim. baisar a quota. n:io. O Vereador que esta subscreve, requer, após a Oitiva do Colendo Plenário dos Vereadores. que seja encaminhado expedi ente ao Diretor da TELEltS. com cópia a Prefeita Municipal. a fim de que providcncie a instalação de um ordhão püblíco na Creche Laura Vicunha. ou que o Executivo Municipal instale uma linha telclõnica ou ramal. para alcndcr as reil'indicações d<! int.:ressc da comunidade. Quc seja encaminhado Oficio à Prefeita Municipal. b..:m corno. Secretária ição Soci:11. f Moção de Elogio -Ovcreadorqueestasubscrc vc. requer. após a Oitiva do Colcndo Plenário dos Vereadores. que seja cncaminhada uma 1oção de Elogio ao João Carlos da Colônia Cachoeira, tendo cm vista a postura tomada frente ao Govemador deste Estado. bem como aos Secretários Estaduais presentes no evento. no sentido de realçar a fiscalização no Rio Apa, como também criar alternativas para o desenvolvimento dq tafor a 1p o J'1<•1 1 t .. Solidtacócs de infor da Prefcitr1 Hun ·ci O Vu, !, r r 1 ( ,. l l 1 s quer. apó a Otiva do Cole que seja encaminhado e:pedente a Prefeita Municipal a fim d in formar as seguintes solita I-O valor gasto com a folha de pagamento dos ·rvidores municipais no mês de janeiro'fevereiro de 99, 2-Os valores destinados ao pagamento dos for cedores de servos no petiodo supramencionado, 1 - Os valores arrecadados com impostos, Laxas, contnbui çdes de melhorias municipais, referente a janeiro-fevereiro99, 4-Os valores repassados pelo Govemo Federal e Estadu al, atraves dos convémios, referente aos meses de janeiro-feve rciro 99. mormcrae ao~ rernr'><,, oriundo, du funJo de id pação dos municipros Qu.: ..eja c:ncammtudo oficio a Prefeita Municipal, bem como. Sccret.irio de I inunÇJ$. unlicipal usou ibzun: 'iv'e ta última e,s3o ordiniria realiz,J.da dia 29!0)/9<1. o plc n.imi d-1 Cjm.i.ra rcccbcu a Prefeita 1unicipal. que solicitou para u.'>ar a ·1 ribun:i Li, re, esse espaço é reservado por Lei as pessoas que rcprcscnlJ uma classe. digo, uma entidade de classe, seja de associações ou coisa parecida. A Prefeita anunciou os a.,,suntos a serem tratados. o Prc:si dente Ailton Sanches junto com os outros vereadores cedeu o espaço. nessa oportunidade a Prefeita rclalou e prestou alguns csclarcc1mcntos sobre a sua admini,traçào. resumiu o que foi feito até este momento cm sua administraçiio. mas o que mais chamou a atenção foi o debate referente ao atendimento médico hospitalar em nossa cidade, os Vereadores vinham debatendo essa qucstJo há dias porque as redamaçõcs eram contínuas e por isso esse assunto foi o mais abordado. Ela nessa oportunidade. comparou que na cidade Carãêol o Prefeito co11trJtou um m0d1co só para atcndcr na sexta-feira. isto é. somente uma ,·cz por semana. enquanto que a nossa ad ministração tem dois médicos residindo em nossa cidade e esuí para chegar uma médica para exercer "o médico de família", essa médica cstá vindo de Cuba.. então praticamente estaremos sendo scr.•rdos por três médicos e mais. atendendo grntuitamen tc. Vereadores reclamaram muito foi o critério usado para se interpretar o que quer dizer enraJ!.ênciu? porque segundo a sua maioria os enfermeiros só chamam o médico m caso de emer gência. e essas emergências são scmprc fora de hora. isto é, a maioria na parte noturna. Os Vereadores também se preocupa ram que tem recebidos muitas denúncias de mau atendimento por partt: do corpo médico e enfermeiros do hospital e Posto de Saüde Municipal. esse ponto a Prefc:ita solicitou que quando hou'er denúncias desse tipo. que se tomc:m providfocias ofi ciais. isto é, fazer a denúncia por escrito e: enviar a ela. dessa forma a nossa admini tração tomará as pro, idências cabíl'cis. O Vereador Fernando l-.lattos usou da pal:!vra para dar nome da pessoa que denunciou o mau atendimento, por seu lado a Prefeita prometeu tomar as devidas providências cabíveis. Por fim ela ag.radeceu e se colocou à disposição dos Vereadores para qual quer esclarecimento sobre a Sll.'.l administnção, também agrade ceu o espaço cedido para poder expliear esses assuntos de inte resse da comunidade murtinhense. 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A c.mtür.1 alu3 cm 1 1 5o Paulo, com a:na bonita performance e 1 estilo akgrc que vcic> pr .1 1icar. Foto Bolar Po,1u L=====-==---=----=-=c. KATÍU 'CIA 'OTOMA YOR apresen tadora de TV cm Campo Grande. 1 010: Oohvar l'ono '1:!Yrt?J.balho . fotográfico Js imJgens d.IS fotos que ilustram esta página levam a .1ssinatura do fotógrafo 13olivar Porto/MS. Bolivar Porto trabalha cm um bem e equipado studio no centro da Capital/MS. O fotógrafo auxilia csu.! colunista para diversas colunas "Destaque", informações do stúdio, font 721-2556. 1//JmOJ boa. viagem Registro nesta coluna as opções para un1J. excelente viagem. 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