TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXVI_Nº2104_06_11_1999 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXVI_Nº2104_06_11_1999Número da edição2104Data de publicação6 de novembro de 1999Número de páginas8GeoCoordenada -22.105577337684203 , -56.532900409158444 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXVI_Nº2104_06_11_1999 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto Prefeito de Antonio João ter a apoio do Secretário de Educação do Estado - O aporo do Secretano de Educação do btaclo. Pedro Kemp Gonçalves. foi pedido pelo Prefeito Dú 10 Queiroz Silva para conclusão de alumas obras que estão parali,ndas ou cm atraso por falta de liberaçiío de rccur sos. (Uma delas é a reforma e ampliaçlio da Escola Estadu al /ral Mon.:ira, que se arras ta desde o governo passado e <:stà inacabada. D;'1cio apon- vtou que citou o caso de pu blico "para que a sociedade saiba que se a obra não sai não e por culpa do Pedro Kemp ou do Prefeito". l·alou d,1 emenda d,i senador Kamez Tebet para ref'orma do Clube Social União e garantiu que quer a.abar com os muros da Eis cola /ral Morcirn para cri ar um mini centro estudan- 11I. com uma pra a para lazer, cultura e esportes. Dise de sua esperança de inaugurar a B1bliotcca Municipal ain da este ano e das di ficulda des que cst:'t enfrentando em bancar as Creches Mu nicipais O Prefeito fez. urn apelo veemente no sentido de se firmar parcerias com o governo para resolveres tes problemas. lante por cento dos reurso para hahta@ vão para mulheres arruo de família (Ufltt',t)U,ltr, a ,,u 1 t .. t li 1 sem be1a Lelatia, umproy to de leque de os teut os publcos adunss da hahau+o lhe sustentaculo de familia 0projeto loaptv tu tado Linho(PDI) Lleent de que apropotao de na t observada por oaao da drstnbuião das verbas destinadas à habitação, por faia de renda ou por qualquer outro entro 1 111✓:11ho .l!ir111,1u que"" r que 1.10 - ,111 otadia - .,d quire, no Pais e no E tado, aspetos dramaticos, reveladores de grandes desigualdades soias que se aravam e atmpem em profundidade e extensão, as mulheres amimo de familia Segundo dados dos Instituto Brasileiro de Geografia e E«atistica - IHGlemtorno de vinte por cento das era de 38 milhões de familias brasileiras são sustentadas exclusiva mente por mulheres Apesar desses cnatos, as mulheres sustentaculo de famiha, competem de forma igual no mercado habitacional que lhe-, oferece acesso testtto aos programas convencionais de financiamento O Deputado l uizinho lembra que o ro,cmo preci ... a criar mecanismos como a reserva de parcela das verbas habitacionais do Estado pata beneficiar mulheres que sejamo único ou o principal sustento da familia e por isso quer parantir através da lei essa parcela PEC para a saúde ainda não é ideal, ava • a Mo l e, Câmara apml'Oll v111c1ilação de recursos da Umãu. Estados e muncipos para o setor. ;á a par/Ir do ano que vem Pela proposta, os recursos da União ser votada cm dois turnos. tido de apressar a votação em segundo tut- para o sctorno ano que: vem scr.io acrcs- Moka diz que o valor que o go- 110 na Câmara e no, doi, 1ur111» 110 S.:na- cidosdc 5%. ESladosc 1mmicípios. por sua , cmo pretende gastar com o setor cm do". comc11tou ,·e1~vãorcscrvar 12°oc 15%des.:usor- 1000. estimado em RS 22,5 bilhões. é Coma,alteraçõe,i11trod11mla,pela çamentosâs.1údc.resp<.'Ctivamcntc. pequeno. O deputado defende a PEC. MoJ..a cntcndcquco,problcma,en- "Vamos lurar por mais recursos". dcstinaçii o de RS 24 bilhões, o que re- frentados pela saúde. especialmente na rede avisa o deputado, que começa a mobili- presentará um aumento de 6,6%. publica, serão. emparte. amenizados "Que- zar a bancada de seu partido para votar Ele admite. no entanto. que dificilmente remos ver nos,a população rcndo um atc'II· logo a matéria cm segundo turno. Se a PEC será aprovada a tempo de ser inclu- dimcnto digno, a altura do que ela rccollle aprovada na Câmara. a proposta segui- ida na proposta orçamentária da União do em imposto, e conrribuir,,i,~, aos cofiL-,, do rá para o Seu ado, onde também deverá próximo ano. "Serão feitos esforço no scn- goemo federal. estadual e municipal. a •. ·-· O vice-líder do PMDil na Cã1n.1ra. de putado Waldcmir Moka, considera Insuficiente a aprovação. cm primeiro tum o, da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que prevc a vincubção de recursos da União, Estados e mu nicípios para aplicação na saüde a partir de 2000. "Embora não seja exatamente o que o setor considera como ideal, penso que houve um avanço.já que o Governo se propõe a ne gociar uma solução para os problemas da saú de", a, aliou Moka. que intcgl"J a Frente Parla mentar da Saúde dn Càmara. Caso Reverendo Moon Começa apuração de denúncias (ô} TaEMS Urna empresa Tele Centro Sul , t é Prefeito de Antonio João, Drício Queiro: Sifra Projeto de Lei do deputado Luizinho beneficia mulheres COMUNICADO Informamos a Interrupção Programada no serviço interurbano de Porto Murtinho em decorrência da manutenção corretíva emergencial em sistema de transmissão, • a ser executada pela Ramez afirma que assassina to agride a Nação inteira operadora de longa distância. O Grupo de Trabalho instalado peb Comissão de Defesa do Conswrndor, ilao Ambiente e Mmonas da Cãm.1ra Federal 1ruaou mspcç:io na Fazenda New Hope, da Assooaç.io das Familias para a l..'rnfica ção e a Paz Mundial. cm Jard11n-MS O objetivo é verificar possíveis irregularida des na propncdade da Assooação dmgida pdo Reverendo i•foon Segundo o deputado Fl:ivio Dcrzi (PMDB-l'vlS), presidente da Comissão. o grupo irâ se reunir com o prefeito de Jar dim - uma das adades onde eustem pro pneddes do reverendo - our pessoas que moram n.1 região e 1Stonar pcssoalmcn1c o complexo onde estio as inst.:1- laçõcs da Assooação Segundo o sccra.-no de Mao Amb1cn1c do Mato Gros so do Sul. Egon Krakhecke, em entrcvist.:1 ao Jornal Folha do Povo, rentemente houve uma dmúnoa de que estana havn do dcsmat1m0110 as margens do Rio Perdido. dentro d:i pro pncdade do revcrmdo Moon. cm arca de proteç.io amb1mtal "E j:i csti correndo um mult1 diária de RS 6,8 n11I por dia por causa de irrcgubri dades na 1mpl:mraç.io do com plexo", dcst.:1cou A paralisação poderá ocorrer nos dias 07111199 a 08/11/99, das 23h00 às 05h00. Para maiores informações, está à disposição dos cllenres O serviço 800-1106 da Te/ems. • Além de vistoriar a fazenda. o grupo mvest1gar:i as ações do reverendo no Est.:1do, como a quantidade de terras adqu1 ndas, soncg.1- ção de impostos. entrada ile gal de cerca de 800 estran geiros no Pais e obras cm li cença da Secretaria de ;,!ao Ambiente ($ema) A Comissão, caso aponte 1rrcgulandadcs, pcd1- râ a mtcrvenção do Mirusté no do Trabalho. Receita Fe deral. lbama e Scma. Oco ordenador do Grupo, deputa do Fernando Gabcira (PV RJ), ressaltou que as rm-esti gaçõcs não estão sendo fe tas no mtwto de tolher a liber dade reiggosa Ao defender a aprova· ção do voto e pesar pda mor• te da Prefeita de 1undo Novc>'MS , Dorcdma Falador. assassinada a tros na scma na passada, o Senador Ramez Tebet (PMDB- MS) afinnou qoc ela fo vrtuma de wn ·as sa.iSmato covarde" Na op1mão dele. o cnmc contra "uma prefeita que unha mais de 80% de apoio popular representa, também, uma agressão à toda a população" Ramcz. Tcbct prosse gwu· "H;i unia onda de o lênoa no Pais e, o que é pior, acompanhada de 1mpun1da dc. Na CP! do Judio à no VCJO casos daqueles que têm a rcspoosabd1dadc de smtcn ciar se omitirem e ate tirar CA!IINHO DE Ll'Z Para os meus amigos Garibaldi e Suely Tenho um quadro na Redução que nos momentos IT131SdJfi. ce,sde mmhavich, teioe releio, é um bálsamo, alva e noscbespe rança E a hsténia de um caminhante, igual a nós. p..-u:i quem Jesus prometeu ayudar nas hor:,s de :i.flição, cammh:lr 3untos, "Pt.~ na Areia.em determinado momento, o caminhante so vê uma pegada na are:a, reclama para Jesus. "Senhor, sua promessa ena de me ayudar ~ ho~.s ci.;!:ó.11ç:l(). sempre esteve ccnug,o, m.1S na horamcisdi.fic1I. so vi :is mmhas pegad.,s, por qui me :il::!ndonasu,s? Jesus respon c:i?u: Filho, as pegadas que voce viu na areia eram mmtus nesse mome.nto difícil e.u te carreguei no colo" Pigina-03 Senador Ramez Tebet da cadeia os que devcnam mandar para la" O Senador por Mato Grosso do Sul disse que teve a opomm1dadc de conhecer a prefota e acompanh.1-la a dois mm1ster1os em Brasil1a. rendcadno verbas para seu murucrp10 "Era uma pessoa de bem. que tombou pela ação de cn minosos covardes. a mando do contr.ib:mdo ou do tráfico de drogas que tanto ela comb:rteu•. md1gnou-se o parlamentar PARA SUA COMODIDADE J Vendas de Bebi das quentes e geladas: Bnthma e Skol Entrega a domicilio NOTA DE FALECIMENTO 'oticíarnos o faleci mento do jovem Gustavo Lou.reiro da Rosa. no dia 05/11. ;os familiares nos- . 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'.IC fll ff / ' l)J ,Jdll 110 1)/ (OMAR_A D li ' I f·', l <lJOJJI '1.1 IOCJ(()',',() 1) l'-I 1. ;, 1 (iftl Ili 111, 1.1(' 1 //. ~ /dll I{ ,llh qtJ ll p1, l '1 c cdd . .! 11.i:1 1>11 Lltk conhecunento tiverem, expedido nos auto»n 43/ <J<J tl, iC,'iO IJI il>U(, ,() qu.: JOSI 1,1)1 l, D/ C'O~ 1 1vl/lH)l'I.S 1: 1/C 1,1{/ f IJ/1/ JII DIN/ D/ ( OS J i 1/l{()UI S p1,111llll' <.:Ili l.1.:1: de 1'.1Ji{li 111:1.1 / ( ,iRCI. 1 01'1 • /. L'lll 11,imitc por este J11i10 l' Crn tnnu Judí<:iul. que cm seu cumprimento e atendendo ao mats que dos autos consta, pelo presente edital, com pinto d<: 2(J (,1111<:) d,a,. lic.1 ('I 1/D.< a requcml.1 Mil{li lll.l.l:N1 G1J{C'li 1.01'1:S. p,1rn1•11ai,1. estando atualmente em luar incerto e nJo ,,1bi<lo. <lo, termos da presente ação. par J. (]lll:rcndn. cm11c,t,í-J.1110 prazo de quinze dias, ficando advertida de que não sendo contestada a aio, presumir-se-ão como verdadeiros os fatos 11.11n1clos 1111 cxn,diul. l para que ninguém alegue igm11.l11cia. li,i cxpc lido o presente cd11.tl que !>l'r,1 afixado na sede deste juizo e puhlic<1do n., lonn.1 <l.11ei. Dado e passado nesta cidade e Comarca de Ilda Vis1a. Estado de Mato Groso cio Sul. an, vintc diJ dn mê~ <lc 011111!,ro cio ano de ml novecentos e 11Cn rnt,1 e nm e. l·u. Eclgmd !banhes. Escrivno Judicial" digitei. Elizabete nache- Juira de Direito Edital de Proclamas J:mildc Rosa dos Santns. Oliciala do Rcgislro Civil tkst,1 cidade c comarca de lida Vista-1'1S .. faz saber a todos quantos o prcscntc Edital de Proclamas virem. que apn:sentar.1111 os documentos c,igidos pelo artígn 180 do Códigll Ci'JI Brasikim. inl'i,os 1-11-IV V prctcmkm se ca,ar: W,NDEHLEY DUARTE t' CI.EI DE ilAIUA ROl>IUGUES ROCII,. :unl,o, ,olteiros. residcntes <: domil'iliados nesla cida,.k: de. motorista. natural de Con11nh,i-1'1S. filho de H,·m:mlo Duarte e d,· Livrada Rccaldi: ela. funcionária pública. n:nural de Bela Vista- 1'.IS .. filha de /mando Rosa da Rocha e de Isaura Rodrigues Rocha. Se alguém souber de algum impcdimento quc sc oponha na fonna e.la Lei. Oda Vis1a-MS .. 03 de No'cmbro de 1999 Janildc Rosa dos Santos- Oficiala Fundado em 20 de Fevereiro de 1972 Propnedade de Maria Estela Velasquez Pere.ra CGC 03.201 266/0001-90 Registro no Cartóno de Títulos e Documentos nº 1 Oô6 Diretora Adin,nisl--aliva: Mana Estela Velasque1 Pereira Redator-Cl1efe: lvaldo Pereira Departarrcnto Comerc,al. Victor Hugo Velasquez Pereira Administração e Parque Gráfico: - Beta v,stéJMS. Av. Tnburia da Fronteira. 564- 439-1410 • Fax.433-15J4 Cx Poslal 23 • Cep. 79.260-000 -Jard,m!MS • Rua 14 de ~la,o. 342 • (067) 251-1669 (Sede Propna) • Porto Murtmho.lMS - • Praça Thomas Lararjeira, sin • 287-1239 1Scdc Própria) • Bonito/MS • Rua Monto Castelo, sin (Sede Própna) - Antonio João!MS • Rua Bela Vista, 660 - Caraco//MS - Av. Brasil, s/n • (067) 495-1198 (r Js, Assina: Anual: RS 100,00- Semestral: R::, ••. Mensal: RS 15,00 A1 op.lnlbu c:midci.n ns matenas assinadas na ieprsentara recessar.arte li oplnllo do Jom.d, ll'nda de ,~,.po•u.:ib!ltl!.1C!e e,, ~.a .:a.1:,re-.. Filiado: ADJORI e ABRAJORI lhe confere o aro I< 1 () 1 1 l-oneder ala tamente nw pra m ueip ' por Id (quatorze) mees, ao funionaro Sr JRDL t.rll r. (;OIJ() l ,1.,.J .. lll ,1 [1'11<,r11 ' 1 " continuo, a partir de I$ de outubro de 1999, om f('Ctftc, cm 1-1 de dc1<11,hru 1k: {1()1) II.Cumpra-e e publique·e Caracol-Ms., I5 de Outubro de 1999 l),lrnar d.1 '1,1,., Leite- Prefeito Muni+p. ,t PORTA RI • ., 072/99 1 () 073/99 D!mar da Silva Leite. Preteto Municipal de 11.,,nl. Estado de Mato Grosso do ul, usando das atnbçees que lhe co11kn.: o c,,;,1rgn RI·', O 1 11 • 1 · Dc1111t1r o r . .lOAQl 111 '1110'-10 JJC) SANTO!. dn L,1rµ,, de Â,!Cllk Jdr11111,-,1r.11,,, 1 . 11.1 '°,1,,"l ll'1,1t1J de I d11c:11.1o. eúdiµ,1 l';A 1 •I 05. p.,J,.h, I. l ,,t'< l,1 7. d" A11no 1. a p.rrlir de J Ide (Jutuhro de 19'19 li• C"urnpra-,c e p11hl1q11c-w C a,ae,il-~I .. 20 de Outubro de i'l'l'J Dilmar d., Sih a I eile • l'rcfrrlo f,1111.ip.d PORTARIA Nº 074/99 Dilmar da Silva Leite. Prefeito Munepal d ( ,,rawl. Estado de Mato Grosso do Sul, usando das atribuições que lhl.' confere o cargo ... R f: S O 1. V E: l-Conceder Férias Regulamentares aos funcionários nhai:o n:lacion,HJo,: • .JEL'1:'IIF. IH)IIEHTO li EIRICK. operador de iV1:lc.piina .... rctl·n:ntc 98 99: CARLOS .llJNIOH GODO'. i,:cnlc Admini,1ra11, "· rckrcnlc •)71'18. • IIONORIA OF. SOUZA. A1" cn C,cr.11,. referente 117•'18: . ',t.F.NIR DE .n:srs ESl'l;'l,'OS, 'EI(;,, 111~.dc /Icónico. rcfrrcotc 97 98. li• Cu111pra-sc e puhlrquc-,c Carnwl-:..1<; .. 20 de Outubro de l<J'l'l Dilowr da Sih,1 1 eilc • !'refeito> 11111,c1p.,I i c e=is> 1 GELO Dt _llA_'lR" E T,un 11,,no R 2,50 At.c 001. - R 0,68 L GA~OU:--..,-R 1,38 TROCA DE Óu:o - R 7,50 (3111os) LA',GE.I - RS 8,00 f"on,fux: (ll-. 67) 439-134.1 _: BEL+IST+-MS , ve e he agem] em heca desobru '-"-' '-llh. !r.!I.,, , e de um ahl 1.. q t:' as placas originais eram G! 9749 o Paulo P. constando contra o culo, resta» com alattne por toubo, om ootfte1d registrada na dade de Si» Paulo 2 ( ,·11Ju11dt> r.11., e te r>cr.,n.,mcldll. J,,r,.:Ju de oura(Chaves, afirmou que havia recebido o vexulo na manhã do dia 30 1099- sábado - na capital paulista. devendo entrega ln 11J uJ.,J, ,k (, rumh.1-'vl. pdo que 1c·,cJ,,11 I<' <(H).0(1 l oi autuado em Magrante delito. incurso no Amigo 18) do digo Penal «keeptas±o). c colocado à disposwlo do Pode udrearo da ««marca de orumba-S · lll JI t I kp.,rt.1111,·ntr> ,.k 011,:r.1,<i, de I r,ll!lc1r.1) • Locação de Motos - Vans & Automóveis Carros Novos e Segurados Aparelho de CD p/ayer Assistência 24hs 251-1401 - 986-5005 Produtos Agropecuários em Geral Vacinas - Sementes • Ferragens • Selaria TE EnER IMPORTADORA E EXPORTADORA Rua Dr. Ary Coelho de Oliveira. 190 - Centro CEP 79240.000 - Jardim - Mato Grosso do Sul Prcfritura '.-1unicipal de Bela Visla-M~ EDITAL • ", l'rdc1tur.1 J1111"1r.il uc !leia '1,1.1. 1orn;11: públiw que recebeu da Fundação Estadual de :·k10 ,mh,cnk • 1'.1n1:111.1l ',J :!,-IS. a Licença Previa n ()<J 1 9'/ p.1r.1 atrdade de l ,in.1 Jc lle,1..:l.q;cm e Compostagem de Lixo Doméstico, com capacidade para pro""·" l:i 1011 d1.1. co111 Jlid.,J<: de OI (11111) ,111u .• rnntJr de22de Ou1ubro de I l)<Jl/. locJ!J1~1u.1 n.1 llR Ucla Visl,L Cara..:lll • Dstrito Nossa Senhora de E atira, no municipio de Bela Vista MS" ilcc:1nica-Torno-Plaina e Soldas em ºfral rv. Brasil, 120 - Centro - Ccp:79270-000 Caracol - :IS e essas • • 1 • • • • • • 1 • J ) k.. tl _..:;S..t 1--~~ - H'4 , « te '7 vou ]Procuram-se Prefeitos, Prefeitos n ara 0s meu " • Gente que poste Ao deslero com mpresano Geores nu npano aml ·gos Gar1·- rloc11r:.:o,1,lio..se ~~:_~_·~ •. ,q:-~J-., hreg emele, mdo 'I o faça de trampolim• I b aldl • e Su ely /Ili/{' as cidades B oa f)Jrtc· dJ ,,f11- 1 ir,11 .. ro 1r .. n,pol1111 p. 1.1 ão dos brasle- ofederal Claro que 1sso Tenho um quadro na Redação que, nos; rosé municipal étão velho como a politi- momentos mais dificeis de minha vida, leio e] Eis uma verdade ca, mas aqui aparece em relero, é um balsamo, alva e nos da esperança frequentemente esqueci- toda sua crueza, E a história de um caminhante, Igual a nós, da, num pais rendido ao para quem Jesus prometeu ajudar nas horas de sonho (e à ilusão) fede- aflição, caminhar juntos. "Pegadas na Areia", ral Quase 80% dos bra- em determinado momento, o caminhante só vê, sileiros vivem em cada des Grande parte deles, em grandes cidades. E no entanto as questões mu nicpars, da limpeza das ruas i1 conservaç:1o do~ monumentos, das opções de transporte coletivo ao horário dos parques, pas sando pelo tr:ins1to, os bura os no asfalto e a co leta de lixo, para não fa lar na segurança e na po luição. questões que em parte também siio muni cipais, ficam rdcgadas ao segundo plano, esmagadas pela opção prcfcrenc1al pelos pom posos megatemas - as emendas con titucionais. as rcfonnas. as disputa das entre.: monetaristas e desenvolvimentistas Abrem-se os prin cipais jornais. e que.: se encontra na primeira pá gina? A dc.:cis.io de ontem do Congresso. A vagem do l'rcs1dc.:n1e. A menos que surja um caso de pro po rçõcs descomunais, como o cscândalo da Câ mara de São Paulo. os as suntos de politica muni cipal ão relegados às pá ginas 111tcmas. lá longe. O federal nos esmaga Resul tado. condenam-se as ci dades. o espaço ondc vcr dadetamente se vive, onde se come. se dom1e. se ama e se odeia. a afundar mais ainda pela desatenção, no processo de degradação uma pegada na areia, reclama para Jesus, "Se nhor, sua promessa era de me ajudar nas horas de :tlliç5o, sempre esteve comigo, m:is na hora rnai~ dil1cil, só vi as minhas pegadas, por qu2 me abandonastes? Jesus respondeu: Filho, as pegadas que vocc viu na areia eram minhas, nes se momento di11cil cu te carreguei no colo" A história é mais ou menos assim. ão há explicações e nem justificati vas para os atos do "enhor da Luz, só nos resta compreender, a cada instante de nos sa vida, de nossa caminhada, nos depara mos com situações inusitadas, recebemos golpes que nos derrubam, perdemos o equi líbrio e passamos a duvidar até mesmo da finalidade de viver. E questionamos. omos como folhas ao vento, mas é pre ciso saber escutar o suave murmúrio dessas fo lhas quando vagueiam de um lugar para outro, até . e acomodarem na relva suave. A linguagem do espírito é a melodia das mai~ altas esferas, é silenciosa, nós a podemos ouvir quando quietamos a alma, quietamos os brados e os reclamos do mundo da maténa 1 5o há palavras para acalmar o grito d'alma quando perdemos um ente querido, um pai, mãe ou filho. O filho, que não é o nosso filho, mas filho de todo um sistema, se assim podemos chamar, implantado pelo Senhor da Luz para caminharmos cm dire ção à eternidade, é carne de nossa carne, é sangue do nosso sangue. ós e ele, o fi lho. somos um, unos, ligados por laços cós mico que só Ele pode explicar, não nós. • E o Guto se foi, não há palavras, só sau dades, lembro palavras do Padre Marcelo na missa no Dia de Finados, "nada de tristeza, só audades" Repito as palavras, ADA DE TRISTEZA, Ó SAUDADES. Muitas vezes, Três? Quatro'' cm sei. Mas sempre cruzava com o prestativo Guto na ro dovia para Jardim, caminhantes, olha a palavra novamente, caminhantes, é o que somos, ele se foi, para uma nova caminhada, em outra dimcn- ão. não, não vamos perguntar por quem o sinos dobram, .eles dobram. nem perguntar o POR QUÊ, nossas mãos, nos os olhos, nos sos passo , não são meros processos mecâni cos, não, não são, nem sempre a imagem no espelho rcílcte a nossa imagem verdadeira, é pre ciso compreender. essa hora, meus amigos, façamos uma õração, não a repetitiva, mas a oração que o Pai vai ouvir cm silêncio. Eu estou orando, não o meu Eu mate ria'., passageiro, mas o Eu que sempre está cm contato com o Senhor da Luz, orando, compreendendo, perdoando e com a espe ranço de que a nova vida, a verdadeira vida, é o principio do entendimento. À Flávia, esposa do Guto, além de saudades, fica a missão educar, preparar para a vida a filha querida do casal, é sem pre assim. assim foi, assim será, fica sem pre a semente plantada pela energia cria dora de mundos. E a vida continua ... sem- prc continua. Nada de Shalon (PP) tristeza, mas de saudades. que ja as vitima Estas considera ções vêm a propósito de uma informação publicada pela competen te colunista Dora Kramcr. do Jornal do Brasil, na última 1crça fcira. Tratava-se de um plano do ex-governador Lc.:oncl Brizola. As prin cipais figuras da oposi ção, como Luís Inácio Lula da Silva. Ciro Go mes, Miguel Arraes, e o próprio Brizola, se candidatariam a prefeito no ano que vem - Lula cm São Paulo. Ciro em For taleza. Arraes no Recife. Brizola no Rio de Janei ro. Fom1ariam assim, nas palavras da coluni ta, tra duzindo o pensamento de Brizola. "uma base de po der estruturada para que. numa proxima etapa. a esqucrda pud,;. almej:ir com chance à Presidên cia da Republica". explicitado ate as visceras A cidade é pouca ots terntono das rudezas E o cargo de prefeito uma chateação a aturar enquan to não se consegue algo melhor a verdade Bnzola não esta sozinho Grande parte dos politi- cos pensa assm, e maus pensa assim quanto maus destacado e inlluente for Deseja-se outro exemplo? Fernando Collor de Mello Ele se diz candidato a prefeito de São Paulo. Que sabe Collor de São Paulo? Se o soltam na Avenida Pslista, não conseguirá dizer que lado vai para o Pacacmbu e que lado para o Paraíso. Que gosto, que paciência tem para as questões mumicipais? A má-fé começa na encena ção da suposto candidatu- • ra. Collor finge morar em São Paulo. Invoca o tes- tcmunho de um amigo. o é 1 . dara nem n. dção de morador A can- mo no de Collor, on- figura-se o desrespeito ás cidade lo entanto há ou ao menos houve, um tpo diferente de homem pu blco - um tpo que teve lava vova,ão para o cargo de prefeito Que parecia de outra, oport11111dadl!S ão por acaso, eles for mam a classe dos grandes prefeitos, aqueles dos quais as cidades não es- quecem l'c.:rc1ra Passos, no Rio, for um ddes. Pre- feito ao tempo do pres dente Rodn g11cs Ah es ( I 902-1906 ). !'cm ra Passos fo1 quem ra!>gou a Avenida Central. atual Rio Branco. e comtruiu o Teatro Municipal, entre outras inic1a11vas que de ram nova feição a cidade Prestes MJJa. cm São Paulo. fo1 outro Prefeito duas vezes (1938-1945 e 1961-1965),abnu avenidas. projetou monumentos e in- . E lastimável sob todos os aspcc- tos a situação que estamos vivendo. se encarannos a presença constante, fir me e irremovível até de grupos estran geiros, que vêm comprando de manei ra integral as estatais brasileiras, le vadas agora e ultimamente neste está gro a outros destinos. Pelo jeito que a coisa se manifesta teremos em breve que adotar uma políti ca nacionalista. tipo áquela que promove mos sob o lema "o petróleo é nosso". Estamos deixando o caminho aberto aos grupos estrangeiros, ampa rados pelo FMI que leva nossas divisas e nos compensados juros por alguns milhões ou bilhões de dólares, enfraque cendo de maneira brutal as economias dos brasileiro . cada vez mais enterra dos pelos desmandos de uma política sem base e sem motivo que nos condu a a melhores dias. aumentando o poder das forças vitais da nação. agora muito sacrificada por um processo corrosivo que arranca tudo do mais pobre e não estabelece esquemas de equilíbrio en tre as classes privilegiadas e as classes pobres e carentes. estas sempre trazidas para a rua da amargura .. Precisamos "ouvir" no Congresso Nacional a voz de senadores e deputa dos em defesa das classes mais sofri das. as quais precisam de amparo e de ,igilància constante. Não basta a imposição de s:i.lários minguados que já perduram há cinco anos; não basta os descontos que vem ai de inativos e ativos, com maior carga tn butária na Pre1 idência Social? No bas ta a tolerância dos poderes públicos com os banco que financiam, em épo cas certas. alguns candidatos reconhe cidos eleitos para a Câmara ou Senado. t' ll 11 tre os pretentos de capt. talvez eaknmelemr. que. ao longo de trés mandatos (1971-1975 1979.1983, 1989-1992), 1mpnmu a untha a fac que ostcnt.a hoje Lmer vwour povmad mascandt argatp.amante "o" pretato Aproxima-se o ano de eleições munt1pais, e mutto se vau ler eouvr que em São Paulo se travar uma preva da eleç.ão pre sdencal. que em Belo Honzonte estarão em jogo os pi.mo, do g(lCrnndor ou quc cm Porto Alegre se vão defimr as pretensões de sabe-se la quem A fe bre federal atacara com força, cont,irmnando, di mmnumndo e talvez engolmn do o debati.: mumapal E pena Só marginalmente se falara na limpeza das ruas. no, õrnbus. no~ par qus, ou no problema cruaal e dcos1 - embora pou cos se tenham dado conta disso - de como embelezar as cidades (Veja) O entreguismo parece total afora, as altas doses de d111heiro 111jeta• das nas campanhas presidenciais. que passam de rabo erguido para o caminho da vitória. deixando candid..1tos pobres na rua da miséna e scm ~ustcntac,;:io para uma mínima tentat11a de ele,çào'' E assim. chegamos ao 13NDf.S que "resolveu financiar grupos l!strangc1ros na ,enda da cncrgéuca paulista Tietê - depois que a Duke Energy (Estados Uni dos) desistiu de participar do leilão. mar cado par ao ultimo dia 27 Apesar do fi nanciamento que podera at111gir 50% do preço mínimo (RS 721.7 milhões) a Duke manteve a sua decisão. Os grupos habilitados são a none-ameri<.-ana AES, a belga Tractebel e a brasileira VBC Yotorantim. Bradesco e Camargo Corrê:a", confonne nos infonnou a Fo lha de São Paulo do último dia 27. O grupo brasileiro da maior qua lificação financeira foi praticamente banido pela política vesga que se prati ca no Brasil atualmente. Na Votorancim se encontra o nacional mais rico d te pais; temos o Bradesco. o maior banco privado brasileiro e exemplo de adminis tração bancária para todo o Mundo, se preciso e ainda. aCamargo Corra "a nos sa querida Camargo Corra" a quem mui to deve três Lagoas e o três lagoenscs na área das construções notavei. com o erguimento de Jupiá e Ilha Solteira aqui nas "barbas" do nosso Município eexem1- plo fiisame da capacidade realizadora em favor da pãnia querida Se nem esse grupo nacional foi respeitado. o que dizer dos outros bra sileiros que exercem atidades meno res e em áreas. também não menos im portantes como na pecuara a agricul tura e a indústria n:i ional Por que não querem reconhecer o v:1!or mcenó vo ate do homem brasileiro E11:--íR) ··MUN1clPAL DE CAR, coL t, . cxo I da Lei N" 325/99 dt. 22 c 1 .! Outubro de 1999 l'rt,.ri<l:11h ,1 ,trtm uh tn .11IJ, 11.1 d.ilinr.,,,,,, d<, Or1,11111 nto I i,c al para o I•:( 1 d1 i11 1111,lllll iro til' 2000 I- Educarão Elaborar programa de apoio a dstrbui, do de merenda esolar. Muni+pio I►) 1 n-,1111.11 11 11111(, Ldl11.,1<. 111nal no 1u1lh. •J•lll .1 mlu ob1 .. r .1 demanda de rians,a cm dade e«colar, o nmeto de analfabeto os inde l' l ,l'dU l 1rr1.:tlllll l, l l ,dul,H u•tlil pulf11<.,1 L'tilu..,n JOnJI que nseja a parte pado igualitária de pars, alunos, prole ores e a omunidade, h Promover a valando do mastro, atr ave du lll 111,11111._11111 d e doentes, tcnucos e admrstradores lados ao nsmno medo« fun<l.unc1t1:il. )Investir t4 a]ut+a tk 11M1LnJI diú.uc.u e tk apoio pedagogo, necessário ao êxito da alo educaca ale drstrbuião de módulos de materal escolar, 1 ) Dar continuidade e ampltaç.ao d.1 n:dc tisica, om implantado de novas salas de aulas, bl.'111 u11110 rcfo111rn e rep,1ro't d.1<i tentes, inclusive qursião de material para reposição e pata novas escolas. li - llahil:oçiio Popular .1l l{cdu,ír o déficit h.ib1tJ ion,il da pop11l.11i,,)o com rc11d.1 de até 3 !.,il,irio, min11110, 11H·di,111tt a con,truçao de 111orndiali c lolc> urbani,.1do~. mdhori.1 11.l) h:th1t1 tk" e rtpo10 ao uso de tecnologia habitacionais, desde que h.1ja 111.:omp.n1hnmcnto e estudo para liher,1ç:'o de recursos da Comissão de Obras deste Poder. h) lmplnntrtr infra-etruturn e ,tn 1ços publicos essenciais nos conjuntos habitacionais, l) ltnpkmcntJr ti progrJma Lk C)lllllulo para :111to•con!-itruçJo com forncc11ncnto de l111HCrt,1 Oll telTl'II0. 111 - Recuperação e Consolidação da lnírn-c,trulum llrli:111:1 ,1) D:tr !-il'quência ,,, ações di: recupcraç.1o de íl,l.) l' avenidJ.S. promovendo quando oportuno. a sua p.1, imcntaç:'lu, h) Conscn ar e rc,taurar a, E!-itradas !tunic1p.1i<i: , ) Inicio de obras que busquem assegurar a pans. ,,, urb.rna; d) lTo!.scguimos cm n:~ime pnor11:1rio. d.,s obras em Jt1d:1111L'nto; IV· Oulros Ohjcli,·os e iktas ,1) Rc-.:qu1p.1mcnto da C.imara ~1un1c1p:il patJ a::,ilizaç;o e modcrnizaç:1o dn procc,so Lcgisl.11i, o: h) Manul-.:n~Jo. c,p.msJo e rccqu1pamcnto dos serços essenciais do Municipo, inclusive n.:ordc11.1111cnto dJ. estnitma org:111ic.1 tl.1 Prcfritura: Implantar o sistema de proCC)li:-tmcnto de d.nJo, du municlpio, inclusive rcordcn:tmc:n10 da e'tn1tur.1 org:.i.nic:t d.t Prcfritura: d) Estruturar o cadastro de imóveis do municipio; "') Oc5cn,olcr l! imph:mcntar programas permanentes de valorização e capacitaç:1o dos récu~," hma,,no~ de aumenlo da cíiciCncia dJ 111.l4u1113 publica e de adequaçJo dos sen iços púhlicu" às ckmand.~ da 5ocic:dadc-. ANEXO li I'• inrid:ide~ a serem observadas na cl:•':>01~1çiin do Orçamento de Seguridade Social ara o Exercício de 2000. I-SI:de e saneamento ,1) Propii:i:tr J população carente do II- Assistnia Social a) Propar alternativas pana ll1rnt n11 r J 111011 l,t'k: Jrr1.. llllJJ.J rx,r pt I portadoras de needades e pt'.(1<11 h)I qmp,H e aparelhar oficinas alteratrvas de IOICIJ~:"lo e tJj1 ltll.1t,.a,, µ,1111 .,,on.,I. ~) Prorno,cr opi>rtunid.idt: p.1rJ o desenvolvimento de atividades ocupa1ona» produtivas e'ou de prestação de serviços para a popul.1çJo c.irrntc, n11nor,1ndo J qutsti'to de desemprego, gerando aumento de renda, atraves da 1mplantaç:lo de ccouo, dt: produç!o e co111crc1ah,,1 Jo tk ,1ll11u.·nhh. ben1, t prcstJ ~o de: :.c-r,•1 º" d) lmplc111c11tM o ;nt.·11dm1c-11to d.1 u1J11ç,1 de O a I O Jnos de 1d.1d<. A EXO Ili Oulrns meias e prioridades Ad111i11is1rnç:1o e l'l:111cj:1mc11to 0l- Supervso c apoio a Administração. 01 • Ampll,1çâo, rdorm:-t ~ melhoria, do l'aço Municipal. 03 - Con,truç;lo de unidade d< apoio a adminislrnçJo. 04 lnfonna1i1,1çJo das açôe, administr.llid'): 05 - lmplanoaç;ln do cadaslro unobiliârio e econômico: 06 - Aquisição de ,dculo p:ora apoio a adrninistraçJo: 07 - Apoio ao clube do Servidor Municipal. 08 • Elabornç.lo de programas de institucionali,açâo e: norm:itizaç~o na jrca administrativa. 09 - Aqui!liç.lo de moveis e cquip . .11ncntm, para o Paço Municipal. 1 O • Manulcn ;lo das a1i, idades do Gahmcle. 1 1 • Cu')tc:ir despesa com assessorias; 12 - Assist..:ncia a entidades íilan1r6picas: 13 • Custear despesas com o cerimoniJI; 14 - Man111cnçJo dJ~ a1ividades dimi1a1s: 15 - Manu1ençl'o d.ss ativid:idcs com o meio ambkntl': 16- Manutençilodc ª'" idades dadefosa civil: 17 • Prolcçfo a llora e a fauna: 18 • ;ções d~ proti: Jo ao meio :unbic:n1c. 19 - Manutenção e apoio e ass1stênc1a social: 10 - Defesa contra inundações: 11 • Custear dc:spcs:is com preca1ória: 22 • ManulcnçJo da As~cs.soria Jurldica: 23 - ~1anutcnç:lo Ja cobrança da divid:i ntia. 2.t • Manutcnç:lo de defesa do consumidor. 25 - [laboraç3o e implcmcntaçao de proJelOS, 26 - [laboraç3o de programas de dcscn, olvimc.:n10: 17 - Custi:ar despesas com pc:squisas e estudos; 18 - Custear despesas com projetos: 29 - Recqu1pamen10 do CPD: 30 • ~tanu1enç3o d.1 Divis3o de Controle Orçamentária: 31 - Amortizaç:lo da divida com parcelamcn10 do F9I~ P~. EP. IN e outros: Em tempos ue real o negócio é econom,izar comprando com qualidade Ganhe 65% no pr_eço da gasolma (mais barato), e 35% no preço do óleo diesel (mais barato) É isso mesmo, abastecendo no Posto Dos Fronteras essa é a diferença do preço Seja inteligente, essa é a diferença POSTO DOS FRONTERAS Bella Vista-Paraguai J <J., ILU O.! "'.LtritJ!e"M!l lundJ' t< Ili li • ( < fl 1 -.1 nJc ◄ 'l tf 1 ( 04- Aporo a festas ll-ll 1 05. Aporo .1 Jdu n ,ult1.;r.1 0é6 Apoio en ir prof aonalante 07 • Construção implanta Ao d Ccniro ele I llu, ,~o ~ l ultura, 0. Aqurção de materas ddato» e pedagogos OQ - M~nulenç.lo de Lur,u, plt,1 C3pJllti.l !O rroJ1hlOllJl. 1 O - Cut .ir ,fr..,ftt'h lOOI ., mtrcnJ, l'lUf.1r, 1l- 1an@tenção da rede de ensino de 1 e, gr,tU, 12 - O~'fii.:',lli COIII ClH'iO J d1...i:ua1.1, 13 • A1t:11d1n1rntu e,prc1,iluJdü p.ir,1 cr1,1nç:t de Iº gr.111 1-l • 1,tnutcnç.lo de cur'io de rn: t'!:ICul,1. I5 - Manutenção de curso de suplência 16 - R<cq111par a b1~i<0lt'L.1 publocJ, Snúdt' e Saneamento Saúde l.!11 e 1 1 OI • lmplc111c:n1aç.1u e ma.nu1cnç.lo d.1 glãneia epidemiologica. 02 - Aqu1lç:lo de ~unbul:inc1.h. 03 - t.111111,nçJu do I undo lu111e<p.1l de Saüde. Caracol agora tem ... 038286 (Bella Vista-Paraguai) ·--+ Gasolina Super e Co11111111 - Filtrado Oleo Diesel - Filtrado CLIENTE AMIGO: Vamos sei- objetivos, vale a pena abastecer no Posto Dos Frontcras, vocc p:igar-;i menos 65% no preço da gasolina e 35% no preço do óleo diesel. Vale" pena 110 preço ena_qualidade POSTO DOS FRONTERAS - No Km 1 e meio - Na saída para Assunção - Pertinho do centro lt). lnlj lnTll'•' 1 ln em 111 l!tflio 1 1 ' ... tlJ l'- Treinamento e capa +ta.a dos teursos humanos, I -Oficinas de aparta.ao nstant r,· ... ur o, h111n.irw·, 11- Ofc.:tL"tllnr:nto de bolas a profissionais de saude. vrsando o aprmotare kCllJl(I Saneamento 0I- Drenagem de aguas pluvar» 2 - Programa4o de construo de lo's :anll,líhh, 03 - AmpltJç.lo da rede de ,,h l,l..:l1ffü:: t' de agua potável, () 1 - 1rnrl~1nlJÇ,)) de .11i:rro ,11.tnO, 05 - Keilagem do lo Dtlm.ir da ta Leite- Prefeito Municipal Som para festa, aniversário, propaganda de rua e som em geral Rua ilurilo Godo) - S.i - Tcl. (0xx67) 495-1204 - C:,racol-,VIS FALAR COM ROBSON (DJ BOLA) #2f,'E5 Fl?DNTEll?II Produção de rações para: . Bovi~os er11 semi-confinamento· . Vacas leiteiras; ' Bezerros mamote·s e desma d • . Equinos; • . ma os, . Aves de corte e de Postura· Concentrado para: • . ' Bovinos em semi-confinamento· (. ) Av. Brasil, 240 Caracol-MS CEP 79270-000 Fone: 0XX67 ""495-131'7 secretaria da « Inspetoria da H DECLA'AÇÃO DE ISENTOS 199 O prazo para entrega da Declara;ao de Isentos 1999, foi prorrogado para o dia 26 de 0vemhro de 1999, QUEM ESTÁ OBRIGADO? - As pessoas fisicas possuidoras de nu mero de inscrição no PE que ficaram dispen sadas da Declaração de Ajuste Anual do 1m posto de rend::t de 1999. - O dependente de declarante do imposto de renda, que possui numero de PF própno; - O residente no exterior que deseJar m:m ter ativa o seu número de inscrição no CPF Q EM ÃO ESTÁ OBRIGADO? - /s pessoas fis1cas que ficaram obriga das a entrega da Declaraç:io de ajuste anual do mmposto de renda de 1999: - O cônjuge ou companheiro(a) cujo nú mero do CPF houver sido informado na decla ração do imposto de renda de 1999 de seu côn Juge ou companheiro(a); - As pessoas que fizeram a mscrição no CPF no ano de 1999. COMO? Pela TER ET no endereço www.receita.fazenda.gnv.br - Pelo telefone 0300 78 0300. / ligação custa R$ 0,27* por minuto se feita por telefo nes lixos (convencionais) e RS 0,50* por mi nuto se a chamada vier de telefones móveis (ce lular): - Do Exterior: 55 78 300 78 300, (*) mais os tributos incidentes sobre ser viços de telefonia - Por boleto lotérico. nas casas lotéricas com cniadas com a CEF, ao custo de RS 0,50, - Pelos Correios, através de fonnulário próprio, ao custo de R$ 2,00. ATE ÇÃO: - Haverá a emissão de recibo. - A falta de apresentação da declaração de isento implicará cm suspensão e posterior cancelamento do número de inscrição no Ca dastro de Pessoas Físicas - CPF. - Caso a pessoa tisica não consiga efetuar a entrega da declaração de isento, procure uma uni dade da Receita Federal para maiores informações. QUANDO? Prazo final - 26 de Novembro de 1999 Receitafone: Ligue 0300-78-0300 24 horas no ar! familias antoniojuanen eberão Bolsa-Escola mmhas carentes de /Antonio João. selecionadas pela E un dação de Promoção Social de Mato Grosso do Sul (l'tomo. IJ. rct.tbcram no ultimo dia 26 a cadernetas de cadastro credenciando as a recebe, um salario mi nimo por mês do Govemo do Estado para manter seus filhos na f sola Mais de duzentas pessoas acompa nharam a solenidade de lan çamento do Programa Bol sa-Escola foi realizada as 10:00 hora . no salao paro quial da lg.,cja 0!.,'1 Sc11ho ra do Perpetuo Socorro Eaiv eram presentes o Secretario Estadual de Edu cação, Pedro César Kernp Gonçah e,. Prefeito Dácio Queiroz Silva, Presidente da Promo ui. Valdetc de Dar ros 1arins. Vice-Prefeito Juneir Marques e o Presi dente da Limara Municipal Era Ido Graciano. Prcstig.iaram ainda o evento os Vereadores Joãozinho franco, ciso Lozano. L.eony Ferreira ascimento, Wilsinho Gon çalvcs. Osvaldir unes e Jamir Fuch além do Presi dente do PT. Olmar Docira e Dr. Cario, "Carlinhos" il- va Direto es municipais de Obras, creu Dutkcvicius Nantes e de Educação, Pro fcs.sora Eva Luiza Echeveria também participaram da so lenidade. O Prefeito Dácio Queiroz ilva lembrou o tra balho da Promo ui em An tonio João. depois de cadas trar mais de 300 familias e 1ambém1 o fato de o Muni cípio estar arcando com 50% do total do programa para sua cidade. Etc infonnou ao c cretário Pedro Kcmp que o Municipio tem aplicado cor retamente os 25% destina dos à Educação, se propon do firmar outra parcerias com o Governo Popular de DROGARIA DANIFARMA ( LÍDER) -~ ~.=.i- "] Qualidade, bom atendimento e experiência Aplicações de Injeções; medicamentos; perfumaria em geral VOCE CLIE TE EM 1° LUGAR A.Brasil, 120- 495-1197 -Caracol-MS sortancia daquele momento na vida das pe o.<,ara, ,,,w:n:lllol -1 ressaltando que o atual ind e d de n prego, "pura a comumdade pobre te di nheiro será de grande valia. pois alem do incentivo financeiro, vai colo ar todas as cnan;as nas salas de aula" O Vereador parabenizou Pedro Kemp por ver cumpridos seus compro misso e afirmou que estas aoes" o dig na de um govemante" E concluiu asse urando que, para Antonio Joio, "a Bol sa-Escola representa muito" Também fizeram uso da palavra a Presidente do Promo ul Valdete de Bar fll!.. o Presidente do Pl. O!ruar Boetrn - que disse se :,c1111r realtndo con1 o lan a rncnto do programa em Antonio João "Mas para que dê certo. e prcci o que a comunidade panidpe". afim10u Boerr:r, que elogiou a p.1r1icipaçiio da Prefeitura Muni cipal no programa. "Com todos juntos a coisa vai melhorar". con tuiu Pedro Kemp con iderou o Progra ma Dolsa-Escola como "a obra mais im portante do Governo Popular", uma vez que investe na pessoa humana. "Com o dinheiro que e tamos gastando podería mos ter construido um grande ginásio ou uma rodoviária cm Campo Grande. mas a bolsa é muito mais imponantc que grande obras", assegurou O objetivo, segundo ele. cm primeiro lugar é tirar as famílias da miséria "Enqu.1n10 exNir urm farru1ia sem ali mento para dar aos seus filhos, o governo vai continuar trabalhando para aumentar o ílolsa-Escola. pois entendemos que pobre za é sinônimo de doença. de degradação Paulo Rocaro/Geraldo Ferreira A Presidente da fundação de Promoção Social de Mato Grosso do Sul. Valdete de Darros Martins, disse cm Antonio Jo:io que a instituição vai implantar outros programas de atendi mento às famílias carentes do Município. dentro de parceria que pretende finnar com a Prefeitura Municipal Ela disse que no primeiro ano de governo os recursos ão limitados. "ma levaremo adiante até que todas as meta do Governo Geraldo Ferreira'Paulo Rocaro No encerramento da solerndac!e de implantação do Bolsa-Escola o pübltcoprc sentc pode ass1st1r à aprcsent;1ç:io do Co ral do Grupo de Jovens da Igreja Católica (Jl.,'l'IC) cá dança de polca paraguaia com a aluna Clediane, ao som da müs,ca "Pás saro Campan:i•. O jovem Eudêbcr da Sil va Oliveira. da Escola Novo lhlênio, t;1m bem fez uma apresentação musical. Secretario Estadual de Educação, Pedro César Kemp Gonçalves da familia" , afirmou Kemp I le derou claro que alem de dar condições dignas para a amilia so breviver, o programa vai tirar a cnam,a~ chs rua e das drogas Cada familia recebera por mês RS 136,00 para manter os filhos na I scola "A cri ança tem o dirci10 de ser criança". ponderou 40 MIL BOLSAS Pedro Kemp disse que a me1,1 é pagar até 40 mil bolsas até o final do atual Governo. lembrando que cada cri:mç.1 niio pode faltar mais que duas ve1..cs por mê, a aula. para não ter a Bolsa suspensa. "Educar e um compromisso do Governo Popular". afirmou. Segundo o Secre tário de Educação, Bolsa-Escola não é um fa vor ou um presente do Governo. "é um dever do Govemo Popular e um direito da, famílias carentes". concluiu PROMOSUL ANUNCIA OUTROS PRO GRAMAS PARA ANTONIO JOÃO Popular sejam concrctí1.ado,". afinnou Ela orientou as mães a participarem das reuniões do Doba-Escola para que ajudem a construir uma wciedadc melhor e maí justa O Govema dor Zeca do PT, segundo ela, "tem um compromis o muito grandc com, ocês e tenho certeza que aqui neste Município mui tas outras coisas boas no,, amo, construir cm parceria com a Prefeitura" Valdete de Darros garantiu que a equipe da Promosul e tará em Antonio João nos próximos dias implementando outros programas BANDA MUNICIPAL MIRIN FAZ APRE SENTAÇÃO "CIDADE MARAVILHOSA" r.- -- A Banda Meucapal Minn fez o encerramen to da solaucbde m1crprcundo as mUSJcas • Cidade Maralhosa" e • Arrugas para Sempre•. sob a ri> gnca do instrutor musical Franco Wllans dos Santos. O plaruão para mfonnaçõcs sobre o Bolsa Escola funaonar.i da.s 07 00 ás 17 00 horas na Es cola Estadual Pantaleio Coelho Xavier O progra ma Bolsa-Escola implantado pelo Govemo Popular de Mato Grosso do Su! tuaa-se de um cornpronus so de campanha do Governador 2cc:, do PT .' / a / p. - a1xao ............................ Nacional Vida - Viana Distribuidora Antarctica ---- ,IANA DISTRIBUIDORA ANTARCT'CA - Bohemio - Garrafa 500 mi e loto lançada 4 anos entes do geladeira Doto de 1853 e Antarctica Plsen Extra Cidades Atendidas: Aquidauana- 241-3833 Bonito - Jardim Bela Vista - 439-1369 Guia Lopes da Laguna Miranda - 242-1206 Nioaque - Bodoquena Anastácio - Dois Irmãos Caracol- Porto Murtinho Matriz: Praça Nossa Senhora da Conceição, 225 - (67) 241-3838 - Aquidauana , eranças partidárias repudiam as sassinato da Prefeita de Mundo Novo O assas.mato da Prefeita de Mundo Novo D)orcelmna lolador (PI) foi repudiado com veemên ia pelas hderança partidaras na sessão da Assembléia Lerlativa no ultimo dia 03 Em pronunciamento na tnbuna, os lideres dos partidos com assento na Assembléia Lerslatva exigiram a apuração ra pida do crime A continuidade ad ministratva for defendida pelo líder do PMDB, Deputado Onevan de Matos Segundo ele, cm reunião da Comissão Executiva Municipal do PMD11 em Mundo Novo, ficou de libcrado que o vice, Klebcr Corrêa de Souza, deverá manter a equipe montada pela ex-prefeita e dar con tinuidade as ações planejadas pela administração petista O líder do governo na Assem bléia. Deputado Laerte Tetila, apre sentou Moção de Pesar pela morte da Prefeita e fez um pronunciamen to crnocionado. "Caiu um baluarte das causas populares no Mato Grosso <lo Sul, disse Tetila, que foi confortado pelo Deputado clito Câmara (PMDB), que r_ccordou a atuação da ex-prefeita quando amn da era uma líder de movimentos populares apoiados pela Igreja. "Que o exemplo dela estimule nos sas lideranças, com as mesmas idéi as", pregou {elito Câmara O líder <lo PPS, deputado Ge raldo Resende, também manifc tou indignação pelo crime, seguido pelo líder <lo PSDB, Deputado Waldir cves, pelo líder <lo PTB, Deputa do Cícero de Souza e pelo Vice Lider do PDT, José Carlos Monteiro. "É preciso esclarecer o crime e acabar com a impunidade", observou o líder do PSDB, Cícero de ouza e Onevan de Matos ad vertiram, no entanto, que os boa tos e suposições sobre as causas <lo crime não podem se anteceder as investigações. "Precisamos agu' d:::- :i conclusão das investi ga-_s, para que as suposições não exponham pessoas inocentes", dis- e Onevan "ara Cicero de Souza cabe à Policia esclarecer o ~rime ~ nenhuma hipótese pode ser colo cada como fato· concreto. / fala mais emocionada, en tretanto, foi do líder do governo Laerte Tetila, observan' + no 1 lato Grosso do Sul, "i, en- te, ainda existem agentes políticos que não se furtam cm cultivar cos tumes da velha ordem colonial. Em pleno limiar do terceiro milênio, ain da conserva a mentalidade insana e atrasada que discrimina, explora, oprime e humilha. A invés de pre ferir a beleza da disputa pelo dilo go, pela democracia". Tetila lamentou que "ao invés do confronto elegante e sadio no cam po <las idéias, ainda há aqueles que sentem na boca o gosto de sangue e a ,-ontade implae:ível de matar a quem pratica a honestidade e se coloca em defesa do povo, alimentando assim uma tradição perversa, covarde. Mas, o que querem os covar des que encomendam pistoleiros e mandam matar? Querem o nosso sangue, mas não querem a nossa dor, porque a dor de quem tem ide al humanista e cristão, a dor de quem ama o povo, nenhum canas trfío, nenhum canalha, nenhum as saltante dos cofres publicos, amais irá sentir Sua admumistração vinha lummnando os horizontes da polit1- ca em nosso Estado A Prefeitura de Muni.lo Novo c:,tava entre as três melhores de Mato Grosso do Sul Sua aceitação estava acima de 90%, notou o líder do governo. Para Laerte Tetila, "não é con cebivel que alguém mande crivar de balas e matar uma prefeita de for ma gratuita Há, sim, profundos in teresses por tr:is desse assassina to, que precisa ser esclarecido. Dorcclina morreu porque contrari ava interesse . imbolo de resistên cia à corrupção, à bandalheira, ao assalto, aos cofres públicos, Dorcclina nos mspira a sonhar com administrações éticas. sérias e ver dadeiramente honestas, embora sai bamos que cm algumas cidades de Mato Grosso do ui o preço da ho nestidade é a morte. Mas, saibam os covardes, os canalhas, os mandantes deste cri me, que não há calibre que possa matar o ideal humamsta, tal qual o de Dorcclina. O humanismo para nós é muito precioso. Bem mais precioso do que a nossa curta exis tência. Dorcelina recebia muitas ameaças. Ameaças de morte e sa bia que corria risco de vida. Ela co nhecia seus inimigo e sabia do que eram capazes. Mesmo assim, egu rou a barra, suportou, enfrentou e avançou na luta, sendo fraterna e companheira do povo, até o fim. Ela foi espelho para o seu povo, foi a companheira dos sem terra, das gestantes humildes, dos Idosos desamparados, dos doentes, dos deficientes fiscos, dos analfa betos das cnanças sem escola, foi uma prefeita companheira no verda deiro sentido da palavra Uma com panheira com deficiência fisca, que não cursou faculdade, mas que su perou hmites, a ponto de figurar. bem antes de sua morte, e por duas ve zes, na capa da Folha de São Paulo, como exemplo de administração mu nucpal para o Pais Sabia que estava fazendo his tória, e que isso poderia cw,tar-lhe a própria vida porque a sua ó11ca era a dos excluídos e o seu cami nho era o da justiça social Dorcelina foi morta não só pela quantidade de obras, programas e projetos que realizou, mas pela ori entação que dava ao povo, para que tomasse consciência de seus direi tos. Direito de se organizar, de de cidir, de viver, de progredir, de as sumir o seu próprio destino, porque Dorcelina sentia na alma a chaga da injustiça que o povo lascado sentia entia porque foi uma lascada tam bém, porque tinha orgulho <la sua origem, a qual Jamais traiu. Sabia de onde veio e por quem deveria lutar. E isso incomodava. Apesar de não ter cursado ne nhuma Universidade, a não ser a Univcrsidadc da vida, Dorcclma ti nha a persuação nos lábios Foi uma oradora que não perdia o fio da meada. Até os mais humildes en tendiam a sua mensagem E isso in comodava! Dorce foi uma líder do povo, tal a capacidade que tmha de argumentar, convencer, denunciar o opressores, o preconceitos. os desmandos, o assalto aos cofres públicos. E isso incomodava' Em nosso Estado, infelizmen te, amnda existem pessoas ou gru- pos de pessoas fanatcas ela vo lênca e que a todo custo buscam e impor pela matança, pelo terror' Os a iassmno da Dorce estão enganados ao pensar que calando a voz dessa lider estarão sufocando a luta popular Sua morte não surtira o efeito que os covardes assassmnos desejam O efeito sera contrato. Scu nome sera mas um referencial de luta, como são os de Chico Men des, Santo Dias, João das leves, Marganda Alves, Pe Josino, Marçal de Souza Sada detera esse projeto novo. de transfonnaçilo e bond::idc. O Governo Popular tudo fara para que aquele pistoleiro que cei fou a vida de Dorcelmna e os man dantes cruéis do crime scpm pum dos conforme o que a lei ordena, pois o assassinato dessa prefeita, que teve rcpercussiio nacional, ag.re<lru não só o povo mundonovense, mas a toda a imensa parcela dopo, o sul matogrossense e brasileiro que luta cm prol da honestidade na at1v1dadc política e contra a violência Sabemos que a morte de Dorcclma não será suficiente para saciar a sede de sangue e de dor Para os opressores, é preciso conti nuar oprimindo, aurando, matando, pois é assim que percebem o mun do, pois são esses os seus valores Assassinaram Dorcclma e, certamen te, beberam, fcstcJaram, porque con seguiram o que queriam Mundo ovo não terá mais a Prefeita Mas, será que os vagabundos que perpe traram o cnmc não pensaram que, mais doloroso que o povo perder a prefeita, é <luas crianças ficarem sem mãe, um esposo perder a compa nheira e um pai e uma mãe terem que sepultar a própria filha? Dorcelina está morta, e nela, cu perdi uma gran de companheira". Atividade de Mo n e er investigada esta As atividades do Reverendo Sung Myung Moon, em Mato Gros o do Sul começam a ser ;:1 cstigadas nesta semana, quando a Comissão Especial da Câmara dos Deputados, criada para este fim, estará visitando o Município de Jardim, dardo inicio aos traba lhos de coleta de dados com o ob jetivo de conhecer os empreendi mentos na região e analisar as de núncias contra a organização co mandada pelo coreano. Os Deputados que integram a comissão - Flávio Derzi (PMDB-MS), Pedrossian Filho (PFL-MS), Ricardo Izar (PMDB SP), Jorge Tadeu Mudalen (PMDB./SP) e Fernando Gabeira (PV /RJ) - estiyeram visitando a Assembléia Legislativa no último dia 03, quando pediram ó apoio dos parlamentares para reforçar os trabalhos de investigação. Os deputados federais foram recebidos no gabinete do presiden te da Assembléia, Londres Macha do (PDB), que deixou a Casa à dis posição para auxiliar nos trabalhos de investigação. Os deputados estaduais An tonio Carlos Arroyo e Paulo Correa (PTB), Reginaldo Ferreira (PL), Antonio Braga e Celina Jallad (PMDB), Loester Nunes (PDT) e Mauricio Picarelli (PSD), vão acompanhar a Comis são Especial da Câmara que es tará logo mais em Jardim. Na parte da tarde, reuniram-se no Ibama com o objetivo de tratar de questões ambientais, já que há denúncias de que as propriedades de Moon estariam trazendo proble mas de degradação e poluição para a região onde a. atividade: do Re verendo estão in:taladas. De acordo com a programa- emana ção, o Prefeito de Jardim, Márcio Campos Monteiro (PMDB), recepcionará os parlamentares. Ain da no Município, o assunto será am plamente discutido com universitá rios., entidades ambientalistas e vári os segmentos da sociedade. Os deputados que integram a comissão especial foram unânimes quando disseram que primeiro é preciso levantar dados e detalhes obre as acusaçõc de que Moon estaria sonegando imposto, entre outros que estariam sendo come tidos por ele no Brasil. "Estamos na fase de coleta de infonnações. Se hou er problema fi cal, encaminharemos o caso para a Receita Federal Se houver problemas trabalhistas e ambientais, encaminharemos para os órgãos competentes", disse 0 Deputado Fernando Gabeira, co ordenador da comissão. J ) -T Escritório de Advocacia llero11 dos Santos Filho 0AB/ MS 702.$ Juan Paulo Medeiros dos Santos OD/ MS 718! te. Duque de Caias, 607. Cetro - Tele ta (067)251-10 tr7""0o-Jerem!! C JIJ51l~ c,vr s, t,,. ,li, /!f Con:rt'0$ (067) 251-1012 Rua 14 de Maio, 470- Jardim -1- Es~ritório de Advocacia Oro V,lma d Silva & Ora Luc,mar P Veiga 00 M52574B 0AS7 44 Rua Culabi, 458 • Ctl'ítro • (067) 439 • 1290 , - Bela Vista • Mato Grosso do sul ffiAd gado Comereist R Tet!Mll lhffl.t ..... lOI • e.nuo totf) 151-1111 - Teietan 2$1-t68 Cel 906 $3s ldellClal: lt, Jade, 101 • Via rast-(0 47) 291-18$3 Ce 7930-00o- Jardim .iui -1;Advogados Dr .Jo At~nús,o Lcrnos Noto Ora Luc ana ümnco V, lfiJ ta.e, e,nimm» +ar om te Jardim • MS - Run w.,I Rondon,638 Esc. 251-12"5 • Rea. 251 •18741 91)6.(i°'42 Campo Gran!le - MS-A. Mato Grosso, 3283.Sta. ré 726,250J / Wl1-IIJ117 José Gregório de Barros O,ll n"G 1>1'1 Ana L,ída Gomes dos Santos Causas Cíveis Criminais Trabalhistas e Contratos rv. Duqu<:> de Caxias, 221 - Fundos • Centro Jardim. MS • Fone (0o67) 251-3494 ~Advogada 5l«l Rina lopes Dhutra OA0 ,15 6.d4? 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"' . a11a Da Esate'e ka'3e Tces -E'':: +722:3' Convénios: FUSEX • B.anco do Brasil; UNIMED • Saúde Bradesco • Top Saúde Membro da Swe<!ade Brasileira de Pebt;+ Oral ira. :05±ç4 a » t; ver;to.a z ts suaiario Van De Bh -253 - c:r92so.o@d la vsta /!,IS - .. .; .. Cruzeiro do Sul ,; Mato Grosso do Sul São Paulo e Paraná Campo Grande - MS Rua Santa Amélia, 104 CEP 79.005-240 Fone: (0xx67)721-4008 Fax: 724-9190 Home page: hltp://vww.v1acr-uz.com br E-mail: viacruz.@zaz.com.br ·e_* • Jf- * - Cruzeiro do Sul "Boi manso" e a pescaria lvaldo Pereira (Do livro 'Na Roda do ferer", Volume 2) ) apelido surgira na inflei, mais precisamente na Escola Muni ipal Padre Gusmão, uma das professoras, 'mia, carioca de Vila Izabel, rritada com a indiferença do me111no. ,1t111clcjcitocle n,ioestou nem aí, uma mansidão que, às Vl''l,l'"· R11perava o limite da calma. aquilo niio ern culma. até parecia doença, mas o menino era forte até demais, foi quem num momento de raiva gritara • voce até parece 11111 boi manso - a classe toda caira na risada. E o apelido pegam. A partir daquele dia o filho de D.Lurdes e do Sr.Aristimunho passara a ser "Boi Manso". E o cômico na história é que a profes ora Cinira só viera a ver um boi vivo na pequena cidade ele Riacho Verde. E o Luizinho, ou melhor. "l3oi Manso" nem aí para o apelido. Só ria. Só ria. A mãe não gostara nem um pouco, fizera queixa da professora para o diretor, não dera cm nada. Luizinho cresceu. tornou-se um homem. mais de 1.80 de altura. 90 kilos. Sua vicia não tinha nada de ext rnordin(u·io, estudou. fez curso de mccànico no Senai, casou-se com a Rulinha e. depois de casado. muclou-se para o Mato Grosso do Sul. Profissional competente. responsável, progrediu, tinha carro. casa própria. t •·ê;; filhos, um deles com a sua cara. jeito e manias. 1unca. mas nunca mesmo. ninguém vira Luiz oi Manso" sair do sério. ne1 • 10 quartel. soldado da oif':t.it:iria. suportava as gozações os amigos rs era querido pelos oficiais. calme:. sempre sereno. era o de melhor pontaria e o que mais aguentvu as marchas. Sem reclamar. ó uma vez. apenas uma vez. "Pi Manso" saiu do sério. 1 ·á vnlc"'. quem contou essa '.a fo, o Adão Antune , da cic1 ... 1e de C.,racol. ele presenciou o ocorrido, testemunha dos fatos. Estií lá para confirmar. Foi assim que ncont ceu. ' Logo que chegrn na cidade de Bela Vi ta. "l3oi Manso" se in talou com a sua oficina e fez muitos amigos. Nunca havia participado de uma pescaria, um de seus amigos, o Jotacê, pescador de final de semana. o convidou para "ir pegar uns dourados e uns pacus" no Apa. - Mas e tá dando mesmo? perguntou. - Precisa ver. coisa de louco, é jogar a linha e puxar uns baila de dez. até quinze quilos, respondeu o Jotacê. Tudo cascata. O máximo que ele conseguira numa pescara fora uns piavuçu, piraputanga e touxe para casa dois pacus, comprados na boca da pescaria de uns ribeirinhos. Ruim <le pesca o ,Jot aci•. Mas Boi Manso se empolgara, apesar das bronca da mulher, compram IH> armazém do Ricardo linhas, anzois, chapéu, bota. até uma faca, dessas de Rambo. Entusiasmadissimo. Arrumaram as traias. pegaram a camionete de Jotacê, que só pegava no tranco. nem Boi Manso dera jeito e se foram para o Apa, lá para a Cachoeira. A realidade era diferente da fantasia, mosquito à beça. até parecia que haviam combinado. formavam a esquadrilha e dá lhe ataque, o alvo preferido era Boi Manso. Ficaram lá um dia inteiro e uma noite. mal dormida, os incidentes com o mecànico superaram tudo o que se po sa imaginar. picadas de mosquito. um quase afogamento (ele não sabia nadar), o arroz queimado. o anzol que se enroscara no dedo, a térmica de estimação que caira no rio, o susto com a cobra (Jotacê garantia que era sucuri) que aparecera na folhagem bem perto da rede onde dormia. A pescaria do Jota cê estava se transformando num desa tre. E os peixes? Nada. Nem uma fisgada. No dia seguinte, à tarde, o "lucro" da pe caria eram dois piavuçu (cios pequenos). dois bagres e un lambaris que Boi Manso pegara quase que à unha. "para a frit.ada" - dizia ele. Meno de dois kilos de peixes. Levantaram acampamento. a camionete só pegara depois de Boi Manso trabalhar meia hora. remendando aqui e ali. improvisando peças e mais duas h-..:·a~ Pmpurrando µrá cá e prá lá. li.Manso sem reclamar. Nadica de nada. Pegaram a estrada. Jotacê explicando que era a Lua, na .outra semana •·nltariam. aí sim. pegariam peixes e dos grandes. E falava. Boi :llanso quieto. Só resmungava. Já perto da cidade, viram, numa curva. um carro amarelo, parado. ao lado trê homens. armados. Jotacê se assustou. Falou, quase gritando. - vamos atropelar, pode ser um assalto. Boi Manso nem aí. A camionete tinha freios, só que para funcionar era preciso centenas de bombadas, foi parar quase cem metros à frente. Um do homens. colete da Polícia Florestal se identificou. e deu a bronca,· por quê não pararam. Jotacê deu as explicações. • Documentos do carro. dentidade e desçam para a revista. Foram uns 15 minutos de discussão, ·Jotacé discuta. Boi Manso quieto. Os policiais apreenderam os peixe, os anzois, isopor. linhas, at'• a foca Rambo ele Bor ..'.lan<o. Pegaram tudo e ainda ameaçaram, na próxima vez. m ulln e apreensão do ca rro. Jotacê. d sconlrolado. poss sso. a meaçava mundos e fundos, até chegar a cidade. l3oi Manso calado e ,Jolacê reclamando. Mandaria uma carta até para o FHC, para o Zeca do PT. para o Presidente da Chcchênia. E reclamava. a porta da casa de Boi .Manso, eslava o Adão, e perando o mecânico para leva-lo a Caracol consertar um Gol que há muito tempo vinha dando problemas. Adão viu Boi Manso descer da camionete, pegar o resto das tratas. Jotace desceu Junto - sempre reclamando- ouviu. também, quando Bor Manso falou um palavrão - ·Jotacé, assustado respondeu algo, e Boi Manso, 90 kilos de peso, acostumado a levantar motor de carro no muque, dar lhe uma porrada, daquelas de derrubar cavalo, uma só, seca, ouviu o berro de ·Jotace que• desabou. 'ariz quebrado, espirrando sangue, Adão correu pegou o coitado C' o levou para Hospital. m io desacordadr antes deu urna dura no mecanc e am1go. - O que é iHlO 1301 .lanso? - Esse cara me fez perder a mmha faca. Adão, depois. quando soube da história, caiu na gargalhada. nunca mais Boi Manso e Jotncê se falaram. E nunca mais o mecânico quis saber de pescarias. Quando quer comer peixes compra no .ferca<lo do Ricardo. VELHICE 1 _Mde Medeiros -Aninolis_ Goiis- Velhice. página da vida onde se ,·e o desfilar das rccordaçik, mais queridas transformadas cm saudades; onde estão gravados os momentos que se foram sucedendo, formando um encadeamento de fatos. a que se dá o nome de vida. ão etapas que se sucedem num emaranhado de contrastes. os risos. ora lác.rimas: às vezes vitórias. outras vezes fracassos: glórias e decepções: akgri;s.: tristezas; colhe-se rosas. fere-se nos t:spinhos: alguns momentos de felicidade. quase sempre a dor. Mas. s,1o i:slt:S contras1es que se fundem e se equilibram na luminosa passarela da experiência. por onde caminha o ser humano. Feliz dc quem consi:gue superar os embates e desencontros da caminhada e. ao chegar o crepúsculo de sua existência. pode contemplar a bandeira de suas conquistas. tremulando. vitoriosa no altar de sua consci.:ncia. fazendo crer que: • os espinhos que lhe feriam os p.:s. i:nsinaram-lhe a prosseguir com cautela: • os desenganos que lhe batiam à porta, trouxeram-lhe sabedoria. - as lágrimas que tanlas vczc~ lhe rolavam pela face, banharam de luz seu espíri10; - com a dor que lhe dilacerava o coração. aprendeu a olhar para o alto e buscar cm Deus. fc.: i: consolação: - se injustiças causavam-lhe revolta. o discernimento lhe fcz confiar na Justiça Divina e crer que "as pedras atiradas voltam ao ponto de partida": - ingratidão e calúnia não Ih.: atingiram. por saber que o perdão é a mais sublim..: vingança; Há também o idoso que o destino inclemente atirou na sarjeta. Trôpego. sujo. esfarrapado. doen1c. rasteja-se pelo becos tonuosos da vida. São cria1uras que caem e ficam estiradas no caminho. sem tentar erguer-se. 1 a pobrcza de sua infãncia. sen1iu frio. fome. faltou-lhe carinho. escola. religião. a ju, cntude. não teve orientação. oportunidade. educação. nem trabalho e nem amor. E. a perambular pelas ruas. tortura-lhc a mágoa de saber-se vítima de uma estrutura social desumana e injusta. Cerca-se de maus companht:iros. Entrega-si: ao vicio. Bebe. fuma. torna-se um viciado cm droga . um delinquente. Chega a velhice. sem amigos. sem ideal. sem esperança, sem saudade e. sem Deus. tropeça numa sucessão de miséria e sofrimentos. EDITAL DE PROCLAMAS J:milde Rosa dos Santos. Oficiala do Registro Civil desta cidade e comarca de Bela Vista-MS .. faz saber a todos quantos o presente Edital de Proclamas virem. que apresentaram os documentos exigido pelo anigo 180 do Código Civil Brasileiro. incisos 1-11-III e IV prclendem se cas:ir: EDSON ARECO e KATLANE PEREIRA LOPES, ambos. brasileiros. olteiros... resiJentes e domiciliados nesta cidade; ele, militar, natural de Bela 'ista MS .. filho de José Areco e de Damiana Candia Areco: ela, lides do lar. natural de Bela Vista-MS. filha de Ademir Lopes e de Helena Rita Pereira Lopes. Se alguem souber de algum impedim.:nro que se oponha na forma da Lei. Bela Vista-MS.. 05 de Novembro de 1999 Janilde Rosa dos iantos - Oficial.a 1 • Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXVI_Nº2103_30_10_1999 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXVI_Nº2105_10_11_1999 Voltar para a lista de itens