TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXVII_Nº1920_03_04_1998 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXVII_Nº1920_03_04_1998Número da edição1920Data de publicação3 de abril de 1998Número de páginas8GeoCoordenada -22.104587291229723 , -56.53428475464969 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXVII_Nº1920_03_04_1998 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto CU'I A ÀS 3· I '» HADOS - ANO:XXVII- N. I9?0- BELA VISI fHUL OI~ l.fl'II! • .SI. f-1 f.lllJ ',.IIAOO· 1 l'."l1101<: 1 l IH) l'I Hl.lll • IH O, ,O moka dá demonstração de torça oolírca Deputados, Prefeitos e lideranças garantem aJJoio à candidatura à Câ111ara Fe,leral No dia dt1 fcslU politlcu de lançamento da pré-candi datura de Ricardo bacha ao Gm-crno do l:.swdo. o Dcpu tudo 7.ilclemlr Mol?u deu urna dcmonsrraçúo de força poli rica. reunindo para um almo ço cm sua resldêncln, liclcrnn ças esrc1dual.s e muni !pais. do PMDB e de outros pnrtldos. que npólam o seu projeto ele!· torai de disputar uma eudelrn na Cílrnma f-cderal O encontro que con tou com a presença do tuca no Ricardo l.lacha. reuniu o Prefeito de Campo Grande, André Pucclnelll. o ex-Prefei to Juvênclo César da Fonse cu e os deputados estaduais losne Esgaib, Moisés Nery. Jcrsé Euzéblo e Cellna litllad. todos aliados de Mola na próxima eleição. O Presidente da Câ- mora iunlclpal de Campo Grande, Antonio l.lraÇ?a. e candiduro a deputado tam- bém marcou presença O Prcfl'lto de M.ir..ic,1j11. íkirrnldo Azambuja (PMDI) reuniu-se aos colegas peemedebtstas dos municiptos que também vão colaborar com a candida tura de Mol?J. Júnior iochl (Coxim). José de Oliveira San tos (Rio Verde). Ialdo Medeiros ([lanclelr.inres). Dllmar Lclre (Cm<1col), Dlbon Deguti (Fátima do Sul). Jun !latiu (lloc!oque11<1) e Dàcio Queiroz (Antonio Jotio). Lideranças munlci· puis, vlce-Prcteitos. ex-Pre teitos e -Vereadores de l.lclu Vista. Nova Alvoraclíl do Sul. l.lüla?Uélssu, Jardim. Guia Lopes da LaÇ?unil. Porto iurrlnho complcrarum o grupo de lideranças que sus tentarão a candidatura de Walclemlr Mol?,1 à Cãrnara federal na próxlrnil eleição "Com o Mol?a cm Brasília não ganham ape- rfeito Dilmar 2.. e. ao·t d G I b ~ 1 e sobrcludo num forte espírito a O O em J ar a e()) de positividade vive: hoje a populaçfio de Caracol. um Municipio que evolui a cada dia. na batalha e no csforço de: um Prefeito cm , cr o dcsenvolvimcnto de seu Município. cm sua gestão o Prcfcito Dilmar Leite. vem trazcndo ao po, o um crcscimcnto dcntro de muita ordem e gigantescas soluçõcs. Estreante na vida política. o Prefeito tcm dcmonstrado a cada dia 11111 amadun:cimcnto administrativo muito grande. possuíndo entre seus inúmeros atributos. a força de vontade e a dedicação para com a popubçào cspecialmentc para com os mais carentes, participando de todos os movimentos de caráter assistencial bcncn:nte cm sua cidade. sempre empenhado cm mitigar o sofrimento de cus semelhantes. com uma atenção cspccial às c:imadas mais dcspossuidas da população local. Por outro lado a ação do Prcfcito articulada com o Governo Estadual através do atuante Deputado Valdcmir Moka. tcm trazido conquistas import:mtcs para o Município. ;luiore_s detalhes nu P:ii:ina/07 Deputado Estadual Roberto Orro Visando a importância do acompanhamento da propaganda eleitoral gratuita do Estado, que possibilita melhor ,vali:ição do desempenho dos candidatos às próxim.ts eleições, o Deputado Roberro Orro cnominhou no início da semana expediente para o gereme comerei.d da TV Morena. Ni omedcs. ih·J Filho, solicitando a viabilização de um convénio da Rede Sul Matogrossense de Rádio e_Televisão com o tunicipio de Caracol, para que a população re eb., o sin.d "'i.1 S.uélite" d.t Rede Globo. P.igin:i-02 Deputado Moka, Kicarda Bacha, André Puccinellie Juvéncio éar da Froneca na; o; seus aliados e com punhciro,. mas o próprio Estado que terá eleito um parlamentar Jovem. briÇ?õdor. que conhece os problemas do Estado e pode ujudar a resolvê-los". observou o Prefeito da Ca pital. Andre Pucc1nelll Farmácia de Planeio 0-1 e 05 • Farm:icia Moderna Dr. Solirnan (ao lado do Supermercado Rorn Gosto) Para o Prefeito de Ca racol. Dilmar Leite. se hoje o deputado Molw "colabora multo com a nossa adminb rração. maior será a sua con tribuição cm Brasília. atuan do junto aos ministérios que distribuem maiores recursos e gerenciam projetos de rnai- Caminhão/Pá Carregadeira (adquiridos com recursos próprios) e 02 veiculos escolares CONVITE ! A Liga Esportiva· liBclavistcnsc e a Prefeitura Municipal de Bela Vista tem a honr.i de ·convidar V. , e distinta familia a participar da solenidade de abcmrra do !campeonato Bdavisrcnsc Ide Futebol/98. /[Prggraagáí, !Local: Estádio Municipal Otávio 'Fontoura Data: os de Abril de 1998 Horàrlo: t3:30 horas 1 • Solenidade de abertura l t-1:00 horas 1".Jogo: Caracol X 21 de Abril * 2º Jogo: AABB X Palmeiras Realização: Prefeitura Municipal de Bela Vista Adm. José Garibaldi da Rosa i'icto Flagrante das varias autoridade preventes no Encontro para o lançamento da pré-candidatura de Kicardo Bacha or r.:kv.'.inc 1,i" Eleger Moa deputa do tederal sera uma vitória do rnun:-:1p<1!Ismo porqul: esru e a marca registrada deste deputado lutador efi cIenre e qu,: fldO se c.ontor ma cm discursur <.1penas mas quer rru:..:r pura asco- munidades os meros para vencer as diticuldades e melhornr a vida" atesta Reinaldo Azambuja. de Maracaju, assinalando que quem conhcc.e " ,ituüç.ío de ,loka "torce pelo seu sucesso porque é uma ação construtira e realizadora" Secretâri11 de Etlucaçà11 rrcehe chave do:r veiculos escolares. Caracol terá atendimento alternativo do Banco do Brasil O Depurado Orro recebeu. no último dia Jº. a confirmação do Superintendente do Banco do Brasil/MS. Lui.: Carlos Felipe. da abertura de um ponto de a rendimento altemmivo do Banco do Brasil. em Caracol. in ulado à Agência de Bela Vista. Página -02 secretaria de obras termina Hmneza do canal de Drenagem Com apoio do competente En_:. J::úlson de Azambuja Diretor Regional da 3A. E!SUL. a Secretaria Mun. de Obras pode zon luir Inicio du Trabalho: l 'ala rotalml!llte atulhada esta :mn±, o seni o de limpeza da Vala de Drenagem e istente no Centro de C':i.rJ oi. que x t::i c,r.t:-n,·n totalmente :itulh:irlo. Pigina -07 l()') ) )'-l'l ()'l ( J" [''l I>I.· 1.t•«1•.n'(,l""·O-' JONAL I H JIHí. ', J), FHO. '1 LIH.J - MA GR SS D -, . • , ~ ) , >.. ,1 a l E f Prefeitura Municipal de Caracol/MS Portaria Nº 025/98 Dilmar da Silva Leite, Prefeito Municipal de Caracol. Estado de Mato Grosso do Sul, usando da atribuições qu • lhe conkrc o G1l')!O ... Hl·SOLVI:: í • DI.Sl(iN/H a Servidora l 1.LN/ LOPl·S. Auxiliar de Enfermagem na Secretaria de Saúde, para exercer o cargo de Professora na Secretaria de Educação, Ci:I\C /, Padr, o l, com carga horária de 20(cinte) horas semanais, de acordo com o Estatuto do Magistério de Caracol/MS (Lei Complementar N° 301 de 08 de Junho de I '198). II- 'UMPRA-SE E PUBLIQUE-SE. laço Municipal, em 23 de Março de 1998 Dilmar da Silva Leite - !'refrito lunicipal o ii 0 026/ Dilmar ela Sih a Leite, !'refeito Municipal de Caracol. Estado de Mato Grosso do Sul, usando das atribuições que lhe confere o cargo ... RFSOl.VE: 1 - DESIG AR a Savidorn M/RI/ DO CARMO GU1 !ERRES GODOY, Tclcfoni~ta na SL-crctaria Geral. para exercer a Funçào de:: Profcssora na Secretaria de Educn~.io. Cl,1sse A, Padrão PL 1. com carga horária de 0horas semanais, de acordo com o Estatuto do Magistério de Caracol/MS, (Lei Complcmcntar N" 301 de 08/06/95). li - CllMl'RA-SE E PUBLIQUE-SE. Paço Municipal, cm 23 de ilarço de 1.998 Dilmar da Silva Leite - !'refrito ;lunicipal EXPEDIENTE Jornal lribuno do Fronteira ;" 1 rtJ~O,DO t:M 20 OE FI.IIDElllO DE 1972 _ 'ºi 1 Propriedade da Gr.ífica & Editora Apa (GC· 03.201.266/0001-90 • lnic. Eil 28.059.232-9 , Diretora: iluria Estela Vcl:ísquez l'crcir:1 Editor: lntldo l'crcirn 1 { Redator: Ubaldino Rodrigues ] Reportagens: André Árnlus, Toninho Ruiz, Nelson Fe res .Júnior e .loiio Carlos Vcltísqucz Redação e Administração e Parque Gráfico: A, eni1b Tribuna lia Frontciru,56-1 - a(067)439- 1 1-110 - FAX -139-15-1-1 - Cni:rn Postal 23 - CEP: 79.260-000 - Bela Vista/il As opi11i<i~s emitidas nas matérias assinadas não representam necessariamente a opinião do Jornal, seudo de responsabilidade de seus autores REGISTRO NO CARTÓRIO DE TÍTULOS F. DOCUME1'- TOS ;,;· 1.066 ASSl!14ATl!l!llAS: Exemplar: RS 0,50 Assinatura Trimestral: RS 25,00 Assinatura Semestral: RS 50,00 Assinatur:i Anual:RS 90.00 , I FlllADO À ADJORI e ABRAJORI 1 Orro intercede junto a TV Morena pela transm·ssão da Globo em Caracol 'Viso nclo il lrnportúnciu úo acompanhamento da propaganda eleitoral qratuítd do Estado. que possibilltn m ,111or il1tllloçúo do desempenho dos condidntos às proxlmus eleições. o Deputado Roberto Orro encurntnhou no início do scmanu expedlenre pum o gerente comercial da TV Morena. Nicomedcs Silva filho. solicitando a viabilização de um convênio da Rede Sul Matogrossense de Rádio e Televisão com o Município de Caracol. para que a população receba o sinal "ia Satélite" da Rede Globo. Com reivindicaçJo. essa Orro ilssocia-se as intervenções das Vereadoras Magaly da Silva Godoy e Doralina Rodrigues Leite. que levantarnm a bandeira pelo ampliaç.'.lo da comunicação d· seu Município. P,m1 que1n se dedica à vida pública, diz Orro. o acesso o informncão de assuntos regionais e de Interesse nacional é um priviléQio cxtr.iordlnárlo. "Primeiro porque permite chegar rapidamente í.lté os formadores de opinião e a milhares de telespectadores e. segundo. porque obriga à reflexão sistemática sobre temas relevantes e Induz à consignação e à clareza na exposição das idéias". Orro louvou a iniciativa das arac O Deputudo Orro recebeu. no último dia 1 º. a ESTRELA DO CEU Eslrela do Céu que cm seu peilo amamenlou o Senhor. libcnando os homens do pecado que começou já desde /dão e os primeiros homens. Digne-se agora a mesma Estrela dominar as forças do mal, que por suas disposições malignas costumam ferir o povo com doenças e miséria. Atendei-nos, senhora, porque o 'osso filho que Vos honra. nada nos nega. E Vós. Senhor Jesus salvai-nos alendendo os pedidos de Vossa l'vlãc Virgem. Rogai por nós. Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Oremos: Deus de misericórdia. Deus de piedade e amor, Deus de perdão que sempre Vos compadeceis da aflição de Vosso povo disseste ao anjo Castigador: "Suspende lua" por amor daquela Es1n:b Gloriosa. ~1iie puríssima de Jesus, no,so irmão, grande Salvador e Libcnadordo mundo inteiro, que nos livra de iodo o mal. concedei nos o auxilio da Vossa Graça para sermos com certeza livres c misericordiosnmcntc salvos de toda a peste. miséri:,, morte rcpcntin:i e de lodo o perigo de condenação eterna. por Je,us Cnslo, Rei da Glória que vive ressuscitada e n:ina por todo sempre. Amém. Oh doce eterna Maria dai-nos de Jesus doce companhia. ( .N.A) Não apenas uma LUZ . '/ [SCUI/IIJAO. e multo m<Jts é um l,'CllO que vai llumlnur corninhos indicando. compreendendo. é reflexo de esperança Deputado Estadual Rober/0 Orro Vereadoras pela sensibilidade em bem /T e [)) confirmação do Supcnntend.:nte do Banco do Brasil/;•IS. Luiz Carlos Felipe. da abertura de um ponto de atendimento altcrnati,o do Banco do Brasil. em Caracol. ,inculado à ~ência de Bela Vista. Este é o rcsulrado positivo de inúmeras gestões do Deputado Robeno Orro junto àquela Superintendência. depois do fechamento da Agência do HSBC "Bamerindus". naquele Município. Segundo Orro. o Gerente da Agência do Banco do Brasil de Bela Vista Informar o comunidade .. caracolensc. imento o Brasil deu a garantia para o tunLionamen10 do Ponto Altemaun) de Atendimento. tão logo o poder público caracolense de1ermine um espaço físico para o ~eu deido funcionamento. que será diariamente. no horário das 09,00 as 1 1.00 hors Segundo Orro. "es.sa é uma conquista da comunidade caracolense. que atra,és dos 'Çereadores Toninho e Dudu. ambos do PSDB. não mediaram esforços para rei,indicar Jun10 ao seu çabinete. a solução desta questão que tanto atligia os cidadãos caraco!enscs". T an«lo com rapidez por São Paulo, Paraná e deles eieu&ides ue Mato Grosso do Sul lgdieea (;11) 141.,n, -- .,..,,., leiais lta 4151713 ......... ....... 4u. 14t -· .,........,. Ql.11n ......... M2-1J07 ......... Jart.as 131-117 .........,,.. ..,_,,.,. - lperodida da tahaeda JU.17M te 1.-o.. 54)..1174, ... ........ 441-2 ._,_ legtdg ltl .. J,lo.l ........ 11-771 .......... - u.a..1111 .... ~ 2'1-Uot ...... JC-IOM teto 1-1u3 .......... U4-1Ml 11:t-.' .. ~ 47%.1 taro ih'ade Ul-1211 .......... .... , ... ....... 1»-1214 .... ,. .... , ... .............. 4&1-1411" - 1',1.1W - 4'1-170I tnnlaia J.M,.1W ........ 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Liderada 471-11% .......,. tr.-1112 r ...... • 74.119 - _,.,, heis da tl 447-112 ....... 73.t173 ................ _,.., .... ,_ J:21.J:.Sl las Lopes da Laa ,., __ ..... _,. lgeroei 71.1 - ara .., __ teus idades s cterdes 0dgo boda ti42, ato» re eris retires a depetlta a ddeda de hrtelha ela p417 Odacles atendidas em SãoPaulo .,.,._ 1011) '2 .. 2149 ...._......,_ (01IJ221_.,IJ tbeiris Preto (016) 424-11 Mo- (D11)6GWtlt ato Grosso do Sul. ddcdes ctidespor Presidente Dr dele - itpells --- -- .. - - - - - - - - - - -- ....... ta ...... ,.,, pela .... - - - - -- kebeilhal lndels - hedeis - Jilia - _..,, late , #lo ......... - .,....,. -. ... hdilhe - - - - - -- ,._,. -- - - -- he r biir -- -- .......... --- --- --- t. ui de te ·---- . ........ ·-· .._ . -- - .._ - - - --- .__ -- -- --- .... .._ --·· . . JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA - MATO GROSSO DO SUL- O3 E O4 DE ABRIL DE 10O8- PÁGINA-03 LUZ· NA ESCURIDÃO (Homenagem aos Diretores, Médicos, Funclonárlos e à todos aqueles que colaboram com o Hospital Sdo Viente de P'aula, de Bela Vista) Escreve Pedro Pedreira / Tenho o costume de dizer, na roda de tereré ou da cerveja, aos sábados. pel manha, na porto do Jornol 1 uns denominam de "Roda da TE", que Dela Vsta uma cidade com uma herança. divida. hármica, não no: cabe dizer o por quê. pois os misteriosos cuminlios da /espiritualldade nem sempre se utilizam da lógica. Essa divida hármtca ou herança coletiva só será extinta. Pílllíl. resgatada, através de vibrações positivas, de gestos de tolerância e compreensão, do estender as miios de todos cm benefício de todos. Assim como todo ser humano tem o seu "anjo da guarda", o seu guia, também as cidades possuem o, seus "protetores", Bela Vista não foge à regra. é por isto que sempre nos tempos de crises. nos momentos difíceis. quando a escuridão ameaça cobrir as atividades do llospiial São Vicente de Paula, surge uma LUZ N/ ESCURIDÃO. É só observar a história do llospltal. prá falar él verdade não me sinto bem nem cm llosplwls nem cm cemitérios. Interessante. ambos são porlills da vida e da morte. o nascer e o morrer e o morrer e o nascer. no ciclo ditado pelas Leis do Cosmos que ao ser humano não foi permitido conhecer na totallctude. !lá apenos resquícios. hipóteses. mas como Interpretar os misteriosos caminhos dos Senhores da Luz? Tenho uma admiração toda especial pelos rnédlcos(as) e enfermelros(as). nem todos. mas aqueles que conseguiram compreender a profissão (que para mim é missão). que souberam ouvir os suaves acordes da música do coração e d'alma. E. às vezes. apenas às vezes. nos esquecemos de que eles. os médicos(as). os enfermelros(as) são gente como a gente, são seres humanos, não divinos. são Instrumentos nas mãos de Deus. Sou grande pecador. não fuço o bem que eu quero. mas acredito que os grandes pecadores podem se tornar grandes santos. Esse dilema que existe nos recônditos de minha consciência. é a luta que todos combatem. é um bom combate. E pecado maior é o da omissão. Isto é para mim. para você, para todos nós em Bela Vista. Sim. urna das causas de nossos problemas é a OMISSÃO. se vibrações positivas. o pensar grande, pode ajudar Belo Vista. a participação de todos na solução dos problemas. é o princípio das mudanças que o resqate i:lármlco exiqe. Às vezes ando pela cidade. observando. nesse caminhar vislumbro entre os jovens a inquietude de uma geração. E conheço pessoas. Jovens e Crianças. Acredito nessa geração que aí está. São generosos. Se possuem defeitos é culpa exclusiva da sociedade. nós somos fabricantes de anjos e demônios. VOCÊ cria o seu anjo. E hoje. essa homena1iem. que não é minha. é de uma criança à todos aqueles que trabalham DIA e NOITE no Hospital São Vicente de Paula. Não é apenas uma LUZ NA ESCURIDÃO. é multo mais. é um FACHO que vai Iluminar caminhos. indicando. compreendendo. é reflexo de esperança. Uma menina-criança. quase adolescente. jovem com os olhos da Sabedoria própria das crianças. soube VER. SENTIR. E 'TE, DER e com um pequeno bilhete MOTIVAR. MINHA VIDA 1 Eu me chamo IZABEL ESCOBAR B.4LTA. nasci em Bela Vista. no f/osplta/ São·íJicente de Paula. Bem. eu não estou aqui para falar de minha vida. mas sim. para falar do ffospltal São ílicente de Paula. onde eu nasci. O ffosplra! é ótjmo. ainda mais com essa direção que está trabalhando. bem. eu sei que mio sou nlnf?uém. mas cu acho que é ótimo mesmo. e essa direção merece parabéns. O Hospital estara para fechar mas aflora não vai fechar mais. Bem. é Isso. tchau. lzabel Escobar Bala lzabel. um homem. na Galiléia. caminhava pelas estradas, pregando o bem. o perdão e a tolerãn'cia. para os poderosos de então Ele era NINGUÉM. Com'o tempo o: homens compreenderam a Sua mensagem e de NINGUEM. Ele passou a ser o CRISTO. o Salvador. O seu pequeno bilhete. em•lado aos seus pais. {lzabel é filha do Celso Baita e da Mary) - minha amiga. liderança tipo tratar de esteira. luwdora. ao pessoal do lfospital é um fACliO DE LUZ. é a proa inconteste de que o caminho para Bela Vista é o da VIBRAÇÃO Sabe NINGUEM. quero ver Bela vi.ta inundada com as águas da sabedoria que só vocês. crianças, com simplicidade e ingenuidade, sabem transmitir, você é a /semente do bosque das realizações que quero ver l amanhã SHALON. Eu e o EU que mora comigo. /aprendemo: comn VOCÊ. Deus te proteia e pevedor emocional nossas vidas e tamítias? Elias Mattar Assad Todos os comportamentos humanos aceitos por unta sociedade pa,sam a i11tegrar um arcabouço denominado "usos e costumes". Todas as Leis devem estar ai assoalhadas. O Código de Direito C,u,ônico c5tabclece no Càn. 27: "Consuetudo est optima lepgum interpres" (o costume é o mdhor intérprete da Lei). Se Leis que contrariam "usos e costumes" anulam-se na pratica, podemos afirmar que o costume é mais forte, estando para a Lei como o esqueleto está para o corpo humano. Violar a Lei é uma grande preocupação, mas devemos voltar atenção maior para o rompimento com os costumes de nosso povo. pela gravidade. Preocupamo-nos com a "desobediência civil" enquanto a "desobediência moral" e a violação dos nossos costumes contém real. trogloditas ou primitivos. Invasão bárbara inquietava lhes o sono, aliás realizada e derrubando aquele império. Estremeço e temo ante a intocada questão envolvendo aqueles que a nossa sociedade está se encarregando de "barbarizar". Essi.:s excluídos absolutos que habitam as ruas e as prisões ... Enquanto nossos costumcs impõem respeito a vida de nossos semelhantes e Se um débito tnancetro pego. muito mais penoso é adis tonal Principalmente numa econos ·no nossa. na qual a cada "desembrulhado, as surpre sr para o devedor são enormes Pior ainda p ira o devedor rural O produtor rural vem arrastando há algum tempo um ónus financl'trO u11 grande parte ilegal Isso indica um futuro pouco esperançoso, Irmão gémeo do eu próprio passado A illlrlculturn po:;t,1 na condição de autêntico vlão. vem endo oçoltadél pelo ,crduqo dos plano; econômicos é como se ela fosse um segmento responsável por maus-tratos causados à Nação. Sem ir longa na história. basta trazer à memória o problemáuco Pluno Collor para mostrar urna da; multas ilegalidades dos débitos rurais. O Tribunal de /Içada do Paraná. em 1993. sob forte prova documental e sólida base legal. decidiu por unanimidade que a correção de 8,l.32% niio poderia lnlcldrr sobre os mútuos rurais lastreados em recursos da caderneta de poupança A 'decisão foi lançada porque a resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN). que Instituiu essa fonte de recursos para a a11ricultura. exiqla que o tratamento dispensado à produção fosse igualmente • aplicado ao financiamento rural A despeito disso. vê-se que até hoje o setor vem sendo molestado com esse acréscimo inde,tdo no saldo devedor dos contratos Para amenizar o desespero. e que para isso não se disseminasse. fazendo com que infinitamcntc maior e um desânimo incontrolável tomasse conta incontornável potencial lesivo. dos mais fones. foram lançados alguns . Os _antigos romanos~- paliativos. É o caso da securitização Mas ;em iam os barbaros que dicida ilegal não se resolve com simples abitavam "fora dos muros" prorrogação. pois ninguém está obrigado a tendo-os corno rudes pagar o que a Lei não determina As soluções buscadas em tempos de desespero são bem menos civilizadas do que aquelas tecidas ao longo de urna reflexão ordeira. A política a11rícola. em suas muitas faces. vem sendo mudada nos últimos tempos. Mas a questão do crédito rural. que está inserida nesse contexto. ,em resistindo a qualquer alteração. O sistema financeiro nacional não pode mais subtrarir do setor aquilo que ele mesmo não vem produzindo. Cumpre-lhe. isso sim. sob as ordens da Constituição Federal (artigo 192). contribuir para "promover o desenvolvimento equilibrado de suas famílias. que respeito podemos exigir daquelas pessoas que perderam o respeito pelas próprias vidas? Exigir que um homem nos respeite, ou a nossos filhos. quando já abandonou os seus próprios. nas ruas, ou querer. em verdade, obrigar alguém a valorizar outras vidas. quando nenhum valor atribui para sua própria, não é uma contradição? Sequer ousaria argumentar cm exigir desse "nosso bárbaro" valorizar bens alheios quando sequer pos ui algum, ou sonha possuir ... Estéril discutir "cidJd:u1b" ant.:s de superar o verdadeiro desafio, do próximo milênio. de previamente resgatnresses im1:!os. civiliz.á los. catequiz:i-los. fazer com que resgatem a auto-e tim::i. amor aos seus familiares. aos seus scmdh::int.:s. enfim. reprojetar luz cm seus caminhos ... Recordemo-nos que com "coutradiçõc,s internas" semelhantes. o 1mper10 soçobrou a rúo rest:ir pedra sobre pedra ... do amy oa postura de m do u o d a emnp s Com 1 opr blema ainda !rendo a idn ade duast a de Juros Os encargos financeiros do: contrato são hoje cobrados mediante a Incidência de uma taxa txa e outra variawl que é a T No entanto tomando-se varios pontos da Let que res o crédito rural do Código de Defesa do Consumidor e do Códli:o CJ 11, depreende-se com facilidade que a TR nao tem amparo legal como taxa de juros para incidir nesses financiamentos Mos o drama do setor nào reside somente ai Há. ainda. a vara,do cambial que apareceu sob as normas da conhecida "63 Caipira". que é totalmente ilegal Esse e outros pontos presentes nos financiamentos rurais há multo tem corroido os recursos patrimoniais de grande parte do setor Lamentavelmente. o produtor rural não é somente um devedor patrimonial l.:le é também um devedor crnoclonül S<io aqueles que. de alguma forma. vendendo bens de produçiio ou a própria produç<io para honrar compromissos. devotam uma dose excessiva de 11ratld.ío para com o financiador Têm o banco como o único e maior responsável pelo seu pequeno sucesso patnmonlal. Chcqam a pensar que o financiador ganhou pouco quando lhes emprestou com taxas de Juros menores. A agricultura está às voltas com uma nova rodada de negociação dos seus débitos No entanto. a boa prudência recomenda um grau elevado de desconfiança /final. para uma boa solução da dívida patrimonial é necessária uma solução da dí11lda emocional Uma neqoclilção é um ato eminentemente racional. comercial e não emocional. É também um aio Jurídico com enormes consequências. Asslnaruras de novas cédulas e. principalmente. das problemáticas escrituras de confissão de dívida. sempre prejudicam a pane devedora Assim. recomenda-se que. primeiramente. os documentos apresentados para recomposição dos débitos passem pelo crivo de quem detém conhecimento da matéria. Não logra êxito na solução do problema aquele que desesperadamente procura por ela. Se aprendemos com a história e tivemos multas lições dela. escrevamos urna nova história. A Terra não Prometida Deram terra a um "sem terra". Mataram-no e enterraram-no! Talvez Chico Buarque, na sua descomunal visão de mundo e de sociedade, tenha incluído em um de seus discos e interpretado a cantiga fúnebre dos lavradores, augurando incontáveis.funerais na antiga luta pela terra. Eis a letra: "Esta cova em que estás com palmos medida É a conta menor que tiraste em vida ... É de bom tamanho. nem largo nem fundo É a parte que te cabe deste latifúndio ... Não é cova grande. é cova medida É a terra que querias ver dividida ... É urna cova grande Para teu pouco defunto Mas estarás mais ancho que estavas no mundo ... É uma cova grande Prá teu defunto parco Porém mais que no mundo te sentirás largo E urna cova grande prá tua carne pouca Mas terra dada não se abre a boca ... " (João Cabral de Mello Netto- Autor de Natal "Morte e Vida Severina") Nilo foi terra para mortos ou lotes cm cemitérios que a Constituição prometeu e sim uma reforma agrária. para pessoas viverem sobre, a terra. com suas familias e tirar dela seu sustento. Disto toda a sociedade brasileira est5 ciente. O movimento sem-terra foi eficientíssimo no de cortinar. no enfrentamento e na cobrança da ~,errn prometida". Nilo se pode. por outro lado. tirar a razão do proprietário de tem! invadida qu ndo diz não poder arcar. sozinho. com e> ônu.s d:1 reforma agriria protestando e buscando solução judicial para ser reintegrado na posse. Essa é a questão politica mais sensivel deste fina! de sé ulo no Brasil. inclusive com mártires. Justiça seja feita, não fosse o movimento sem-terra, jamais seria colocado esse tema na agenda das prioridades de nossa n ç:!o. estnri:i "descansando em paz..." (Elias Matar As«ad - Vi-Presidente da OAB subselo Curitiba) Pará iiõiã, ir áit ma111ém o emprego baixo" Deputado diz que o Governo deve começar a investir na produção nacional EDITAL Enquanto o Brasil adotar como política de sustentação do Real uma das mores taxas de juros do mundo (28% 210 no), a produção nacional não conseguirá ser eficiente para e ar os milhares de empregos/ano necewsários para dar, especial mente aos mais jovens, oportunidades no mercado de trabalho. O comentário foi feito esta semana pelo deputado Waldemir Moka, candidato a deputado federal nas próximas eleições, a respeito da taxa de desemprego m Jid,1 pelo IBGE que j:í chr l-1 aoi 7,40 por cento, indice mais alto dos últimos .32 .rnm. O deputado reconhece que o governo 11:io 111.111tém os juros altos simplesmente porque quer, mas assinala que está na hor.1 de correções urgentes no rumo d,1 politic.1 cconômic,1 p.1r,1 evitar que o agravamento das desigualdades sociais provocadas pelo desemprego "aumeme a tx.ade injustiça social no P+is". Moka assinala que o déficit nas contas públic.is é que dc termina a manutenção das taxas elevadas de juros, atraindo com isso invc tidores estrangeiros, complicando a pro<luç:io da agropccu.riJ e cb indú.stri., n.1cion.1Í1 que, p.,g.mdo os juros m.1is altos do mundo, não conseguem se modernizar no tempo e nas mesmas condições que exige .1 compctiç:io intrnucio1ul. A abertura dos mcrc.1dos, saud.ívrl e positiva para um país que deseja se candidatar a participar da economia globalizada deste fim de século, gerou grJndcs v.ícuos n.1 produç:io indus trial nacional, cujos produtos foram substituídos por importa· dos. Esse fato t.m,bém .,gravou o desemprego. " :ia se pode querer gerar empregos sem criar as condi ções ncccss.rias par.1 que .1 produç:io crcsç.1 e ganhe o mercado externo", avisa Moka, assinal.mdo que conhece as dificuldades dos empresários, urbanos e rurais, que se hoje naveam em uma economia estável, com regras daras e sem inflação, precisam arcar com o alto custo do financiamento de suas atividades, si tu.ação muitas vezes inviável e que determina as demissões. !EQUILÍBRIO DAS CONTAS O Deputado Moka acha razoável o apoio do Governo FHCaos Estados, estabelecendo a rolagem das dívidas dentro de critérios rígidos, ajustados à capacidade de pagamento de cada unidade. Vê um e,forço semelhante :i nível nKion.11 que cons1tlcr.1 positivo t.unbém. Insiste, cmrctamo, que o ritmo do crescimcmo econômi co t.'ld lento dcm.1is, t,11110 que • todas as boas notíci,11 na áre.1 vem, de investidores externos isoladamente ou associados a gnu pos n.1cionais. O cmpres.írio brasileiro viu sua margem de lucro minguar e sua capacidade de competir esmagada pelos juros altos·, ob serv.,. ., outr.1 pom.1 dessa situ,1çfo, quem pag.1 o preço maior é o tr.1ball1.1dor que vai para o olho da ru.1. O deputado observa que ,IS est.uísticas regi,tr.1m o fim de 750mil postos de trabalho na indústri.1 cm tr~s .mos, num P.,ís que cresce anualmente 1,3% ou 2 milhões de habit.1ntcs. Para Moka, o Congresso nacional precisa votar ur gentemente as reformas que forem necess.írias e "mexer logo na ferida, Jo.1 a quem doer, para estancar esse pro• cesso de desenvolvimento avesso, retomar de fato o cres• cimento que se mede pelo aumento dos empregos e da tranqüilidade das famílias brasileiras". o mnarad Jard. Ms - EDITAL DE CITAÇAO COMI PRAZO DE VINTE DIAS 1 O [X)l lr lR l l 1/ ( ,Ili 0'> LJL '-Ol /, ' l Ail>I. ll 1/ IJI Dllll 11 O 1). I VARA I 1 1 1) OMAR A DL JARDIM 1'>1 DOJJEilAlOGKO,O!Xl'>ll.,,IOR'vtADAl[J U( • (11 ANDO JORJAO l'I TRÚI I o I MAGAZINL.IDA. p« soa jurídica e GRA! FACTORING FOMENTO COMERCIL LI)A. pessoa juridia, com endereço à Rua Barão do Kio [rano, 1 538. Centro, Campo Grande-MS, (EP 79002-171, inserto no CGC sob n 33141 300/0002-40, atualmente em lugar incerto e não sabi do OBJETIVO para responder a presente, e acompanhá-la em t dos os trâmites OBJETO Referente uma Duplicata Mercantil de n' 3503/01, de emissão 241194e vencimento 2212.94, emitida em nome do 1cquerwrc, nu, alor de R$ 25640 (duzentos e cinquenta e seis reais e quarenta centavos), a qual foi protestada em 12 01 9$, couf 111,trumentn 11 76 95 PROC N' 004/98 - AÇÃO. MEDIDA CAU I ELAR INOMINADA COM SLUS rA(,'ÀO DL PRO I Lli 10. AUlOR· IIOSPJ 1/L IARLC.IIAL KO'<IJO . RÉU JORJO Pl:TRÓLLO E MAGAZINLTDA e úRA. f Al'I OKING f O1.1(.'I I O COMf.KCl/1. LTDA f JN/1 JfMIJI.· Par,1 querendo contesta rcm a presente ação, no pra,o de quinze dias, cujo prazo começaria íluir apó, c,got.idu o pruu do edital, não sendo contestada a a J,>, presumir-se-ão aceitos como verdadeiros os fatos narrados pelo au tor E para que chegue ao conhecirncnlt> de todos e ninguém p0s4 alegar ignorância mandou expedir o presente Edital que será publica do ua fonna da lei e afixado no local publico de co,turne. Jardim. Estado de Mato Grosso do Sul. aos 11 dé março de 1998 Eu. (Orlando Jorge Damasceno, Escrevente Judicial) que digitei GISI.ENL J,R, :S:F.VES • bcmJ da 1' Varaª'""ª por de• terminação judicial ~osne quer Polo Turístico Cultural em Ponta Porã Em indicação aprovada pela Assem bléia Legishtiva, o Deputado Estadual Hosne Esgaib, com apoio do seu colega Waldemir Moka, pede que a ecrctaria de Cultura e S-pones do Estado proceda os estudos necessários para instalar um polo turÍStico cultural na cidade de Ponta Pori, no prédio onde funcionava o antigo qu.ar tel do 4 ° B:llalh:io de Polícia Militar. A proposição de Hosne confirm:1 solicitação neste sentido d.1 Cânura Mu nicipal da cidade, uma vez que uma insti ui;ão semelhante servirá para resgatar a memóri.1 cultural, artística e histórica da cid:ide que faz fronteira com o Paraguai e, por i o mesmo, sofre a influência e inílu enci.1 a comunid:ide inn:i. o expediente dirigido à Secretária Idara Duncan, os deputados Hosne e Mok:i assinalam a importância deste pro jeto para o turismo na fronteira, tornan do-se um centro de visitação, de pesquisa e apresentação do folclore e da arte religi os:1. A valorização do :inesanato regi onal acabaria criando mais uma fonte de trabalho para :i populaç:io, desta· cou o deputado Hosne, salientando que hoje o prédio do antigo quartel está t!esativado, sem cumprir uma fun ç:io social. A criaç:io do Centro Turís tico Cultural criaria um espaço novo para a arte e a cultura de Ponta Por:i e da fronteir:i, afirmam os deputados. na deba A participação igualitária da mulher nas instâncias decisóri:is nos municípios brasilei ros é o tema do seminário par J Prefeit:is e Vereadoras dos Estados de Rondônia, T ocamins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, que vai acontecer nos dia 03,0-l e 05 deste mês no Hotel Janchia. A aber tura é no dia 03 :is 19 horas, no s:tlào P.iiagu:í.s, e contJr:i com a presença das deputadas fede rais air Lobo (GO), Maria Vabd:io (GO), Lidia Quinam (GO), Marisa Serrano, M.trilu Guimarães e da cmdu:tl Celina J :tlbd. o Estado, a participação feminina no poder público soma 99 vereadoras, cinco Prefeitas e cinco ,·ice-Prefeitas. "Estamos re lativamente bem representadas", analisa Ma ria lrma Frazeto, presidente do Coruelho Es tadual da Mulher. Segundo ela, o maior nú mero de irucrições feitas até agora, depois d.is representantes do Estado, s:io de Prefeitas e Vereadoras de Mato Grosso. Este é o primeiro de uma série de semi- ulher será apital nários que serão promovidos pelo Instituto Br.1sileiro de Administração Municipal (IBAM) e patrocinados pelo Banco lnteramericano de Desenvolvimento (BID), com apoio do Conselho Estadual dos Direi· OS da Mulher. Os próximos serão realizados em Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Florianópolis (SC) e Recife (PE). As palestras abordarão temas ligados :i representação feminina nas instâncias de Po' der: principais desafios da gestão democráti ca, aruculação entre o Executivo e LegislaÚ'O e apresentação de experiências inovadoras. , . Também serão discutidas questões praucas relacionadas à participação da mulher na sociedade, como abertura de linhas de financiamento específicas e cap- taçao de recursos para a solução de pro· blemas sociais. A socióloga Delaine Martms, diretora de Políticas Pública para a Mulher do IBAYI, é uma das palestrantes. Loja Anisa ão Fone ão Cão] ~ "" .. ..,,,.- Produtos Agropecuários em Geral ia.;_:i:.--~-.~ --:-: Vacinas - Sementes - Ferragens - Selaria Veterinário de Plantão. IMPO 'ADORA E EXPORTADORA ,... - . - • JORNAL TRIBUNA DA FROTEIR MATO GROSSO DO SUL- 03 E O D' ABRIL DE 1.008 - PAGINA-O PREFEITURA MUNICIPAL DE BEi A. VISTA/11S DE €HEYO M 96/9 GAHINEIE DO PREFEITO EM O2 DE ABRIL DE 1.99 l>ISCll'LINA A (HHIIRAÇ1ÍO DL' C<JlVJlf;N/0.S OU ./MllAHF S QUE E! VOLAMA TRANSFERÊNCIA DERE CURSOS FINANCEIROS DESTINADOS À EXECUÇÃO DES EN IRALIADA DE PROGRAMAS MUNICll'A IS Dl'A 7 L . I>IMF:Nro DIHlifOAO f'ÚIILICO, NA ;ÍUEA DL'ASSIS1 ÍN CIA SOCIAL O Prefeito Municipal de Dela Vista-MS, no uso de suas atri buiçes legais. DL REIA Art. 1° - A execução de ventralizada dos programas munici pais de assistência social de atendimento direto ao público, de natureza contimmla, que cnvolvant a transferência de recursos financeiros oriun clo de dotai es municipais e elos Fundos acional e Estadual de Assis tência Social, caracterizadas como serviços a sistenciais, será efetivada 111ccfüu11c a cclcbr:1çilo de oonvênins ou instrumentos similares, nos ter mos deste Decreto e observando a Lei Org;inica eh Assistência Social - LOAS (Lei n' 874293) e II lcgisloç!lo pertinente. P.1rógmfo 1" - Parn fins dete Decreto, considcm•!>C: I-Convênio ou similar - o instrumento que tenha como par tes, de um lado, a administração municipal direta e de outro, entida dcs pública ou organizações particulares; e porobjctivo. a cxccuçl1o descentralizada de programas de atendimento ao público na área de assistêncin social. crn regime de cooperação técnica e financ.:irn: 2 • Concedente - O Órgi.lo Municipal de Assistência Social. gestor do Fundo Municipal de AssiS1ência Social. fMAS. rcspon s.ivcl pelo comando único das ações da Politica Municipal de Assis tência Social e pela transferência ou descentralização dos créditos orçamentários, destinados à cxecuç;io de convênios na área de as sistência social: 3 - Convcncntc - A pessoa jurídica de direi lo público ou pri vado com II qual o órgào ou entidade concedente pactua a execução de programa social de atendimento ao público·. na án:a de assistên cia social; 4- Interveniente- Pessoa jurídica de direito público ou priva do que participa do convênio ou similar para mani fcstar seu consen timento ou P,'lr:l assumir obrigações cm nome próprio: 5 - Execu1or • Pessoa Jurídica rcsponsáwl direta pela execu ão do programa. caso o órgão ou entidade conveniente niio dete nha tal atribuiçào. Par:ígmfo 2º - O Órgão concedente estabcll-ccr:I os respecti vos regulamentos dos programas de assistência social de natureza continuadn fixando: 1 - Os padrões mínimos de eficiência dos serviços, com indi cadores de qualidade que pennitam a supervisJo e o controle de execução: 2- Participação financeira do Fundo Municipal de Assistência Social na cobcnum dos serviços prcstados ou colocados à disposi• çJo. sob a forma de unidade de serviços ou de valorcs "per capita", bem como a sistcmática de atualização desses valores. Dos Requisitos para a Cclcbraçào An. 2º • O convcnio scr:í proposto pelo interessado à Secrc taria Municipal de Assistência ocial. mediante a apn:sentação do Plano de At.:ndimento. que contera as seguintes infonnaçõcs: 1 • Cadastro do solicitante junto a Secretaria Municipal de Assistência ocial: 2- Justificativa da solicitação; 3 - Identificação dos serviços a sercm prestados e dos dcstina t:irios desses serviços: 4- fetas a serem atingidas, especificando-se quantitativamente os serviços colocados à disposição, por força do con'cnio ou simi lar. por atividade desenvolvida; 5 - Capacidade instabda. entendendo-se como tal. os rcur sos humanos devidamente qualificados. bem como instalações. re cursos materiais e tecnológicos necessários à fiel execução do obje to do convênio ou similar. 6 - Cronogmma de desembolso: 7 - ContrJpartida do convenente (financeira ou de recursos materiaias e humanos) quando for o caso: S - Previsão de início e fim de cx~-cuçào: 9 • Declaração do inlcrcssado de que não está cm situação de mora ou de inadimplência junto a qualquer órgão ou entidad.: de administração pública mun.icipal direta e indireta Art. 3º - Atendidas as exigências previstas no artigo anterior. o setor técnico do órgão concedente e o seu órgão de advocacia consultiva. segundo as su:.S n.'SJJ<-'Cti, 0 .is compe11:nc-i:is.. apn.-ci:irlo 0 texto do convênio ou instrumento similar e rcsp<.-ctivos aditivos, os quais poderio ser celebrados após a regular aprovação pela autori- . cladc competente. que levará em considcmçJo os pareceres lias uni dades referidas ne te artigo. acompanhudo de: 1 - Documentos comprob:ttórios d capacidade juridica do pro ponente e de seus representantes legais; :l. capocid:tdc técnica. qu..111do for o caso: e :l. n.-gularidadc fiscal. nos termos d:i lcgislnçfu) especifica; 2 - Declaração ou relatório pcrtinente à pe quisa do concedente, nos seus arquivos e demais cadastros a que tiver accs "°· demonstrando que Não há quaisquer pendências do interessado junto ao órgão ou entidade do govemo municipal. Parigrato 1"- As entid:ldes filantrópicas dewr:lo aprcscntar. além dos documentos citados nos incisos I e 2deste artigo, cópia de atestados de registros. fomecidos pelo Conselho Municipal de is sisténcia Social -CMAS, Conselho Municipal do Direito da Criança e Adoksccnte - CMDCA e Conselho N:icionnl de ,ssistencia Soei- a! - CNAS e documer to comproh devidas ao Ima itao de Se to, prove onamente, o com to cone ·lhos, acompanh 1- dos de cópia da documentação ei, pelos cit os cons lhos, sob condição express de que a indeferimento em caráter defenitivo ensejará a rescisão imediata do convênio. An 4.É vedada a celebração dos instrumentos reidos por este Decreto com quaisquer interessados que estejam em situação de mora ou inadimplência perante qualquer órgão da Administração Municipal direta ou indircta. Da Formalização Arl. 5º - O preâmbulo do termo conterá a numera o sequencial, o nome e o G . dos órgãos ou entidades que estejam firmando o instrumento; o nome, cndero, numero da carteira de idmticlade e o PF dos respectivos representantes indicando- rundJ.. os dispositivos kg;:ti5 de cn:xki inmento, e a li mi idade eu sujciç;'!o dos convenentes ás normas especifica que n.--gulamcnt.llll o programa An. 6º • O convênio conterá, obrignlóriamente, cl. usulas que cst.1beleçam: I-O objeto e seus elementos característicos, com a descrição ~ucinta. clar,1 e precisa do que pretende realizar ou obter; 2 - A participação dos oonvcn.:ntcs; 3 -A vigcncia que deve ser fixada de acordo com o prazo previsto JXU1l a execução do objeto expresso no pbno de atendimento; 4 - Que o plano de atendimento foça parte integrante do ter mo, independentemente de transcrição; 5 - A prerrogntiva elo Municipio, através da Secretaria Muni cipal de Assistência Social e do Conselho Municipal de Assistência Social. de conservar a autoridade nonnativa a exercer controle e fiscalização sobre a cxecuç:io; 6 - A classificaç;lo funcional• progr.:unática e econômica da despes.a; 7 • A liberação de recursos, obc.'<lcccndo cronograma de de sembolso, em compatibilidade com o Plano d.: Atendimento· 8 - A responsabilidade do executor por todos os encargos de-correntes da execuç:io dos serviços, não podendo ser atribuídas ao órgão concedente quaisquer obrigações, tais corno as de nature za trabalhista, previdcnci:iria ou fiscal: 9 • A obrigatoriedade do ex~-cutor de manter cadastro dos usuários do programa. assim como prontuários e/ou relatórios indi vidualizados por tipo de atendimento que pcnnitarn o acomp:unento. supervisão c controle dos serviços; 1 O- O compromisso do órgão ou entidade executora de apre sentar na periodicidade ajustada. relatório de atendimento e docu mentos comprobatórios da execução dos serviços efetivamente pres tados ou colocados a disposição do convênio ou similar, mediante os quais se procedera transferência dos n.-cursos na fonna pactuada; 11 - A possibilidade de atualização dos valores (unidades de serviços ou o per-capita) por ato de administraç;io: 12 - A obrigatorit'<lade, do órgão ou entidade executora. de manter registros contábeis especificos, para fins de acompanhamen to e avaliação dos resultados com o programa; IJ ·/faculdade aos participantes para denunciá-lo ou rcscindí lo. à qualquer tempo, imputando-se-lhes as responsabilidades das obrigações decorrentes do prazo e que tenham vigido e crcditando sc-lhcs. igualmente. os beneficios adquiridos no mesmo período; • 14 - O compromisso do convcnente de rcstituir o valor trans ferido atualizado monetariamente, acrescido de juros legais, na for ma da legislação aplicável aos débitos para com a Fazenda Munici pal a panir da data do seu rt.'Cebimcnto. aos seguintes casos: a - Quando não for executado o objeto de avença . b- Quando não for apn.-scntada. no prazo exigido, a compro vaçao de atendimento ou a prestação de contas. quando couber. e c -Quando os n.--cursos forem utilizados em finalidade diversa da estabelecida no convênio ou similar. 15 - A possibilid:idc de rcscisJo quando os serviços roo forem e.xccutados na conformidade com as normas que regem o programa ou pelo descumprimento de qualquer cláusula ou oondiçJo paclll:lda; 16: A in?icaç:io. quando for o caso, de cada parecia da des pesa relativa a pane a ser executada cm exercícios futuros. com a declaração de que cm tcnnos aditivos. ser.lo indicados os créditos orç:uncnt:irios para sua cobenura: 17 - As obrigações do interveniente, quando houver. . . . l 8 _- :' indicação do foro do Município de Bela Vista para dirimir dúvidas decorrentes de sua execução. Paragrafo 2º - Excepcionalmente. admitir-sc-:i a entidade exe cutora propor a reformulação do Plano de Atendimento. que sera prevuamente apreciado pelo setor técnico e submetido à aprovação da autoridade competente da Secretaria Municipald e Assistência Soem! e vedada. porém a mudança do objeto. Da Publicação Art. 7°-": eficácia dos convênios ou similares e seus aditivos. qualquer que SCJa seu valor. fica condicionada à publicação do rcs pectuvo extrato no Jomal de circulação no Municipio até o 5 (quin to) dia utd do mes seguinte ao de sua assinatura, contendo os se gumtes elementos; I-Espécie, numero, valor do instrumento, nome e CGCCPF dos participes e dos signatários; 2 - Resumo do objeto; . 3 • C:r!dito pelo qual COITCr.i n de:-ix-=: 4- Valor a ser transferido; 5- Prazo de vigência e data da assinatura. de dre con J> T • que orados a sol Par rafo2" -Noca rato a tenor a pe cela de recursos sera prcpo.to ao nhren o no ultimo período Art Ir -O epasse dos recur s d tinados ao cumprimento do objeto patudo obedecerá rigorosamente ao cronograma de de sembol o constante no plano de atendimento, vinculando se a hbe ra« o do Fundo ·acional de As@ténia bocal Ar.I1° As liberações :rão suspensas I - Definitivamente na hipótese de rescisão, 2-Provisoriamente, em caso de inadimplemento de qualquer cláu sub ou corll11 ·;io, ali: o cumprimento da obri ç.lo Da Compro ção do A trndirncnlo Ar.1? - A comprovação do atendimento será feta mediante a apresenta ão do Rcla1ório de Atendimento, bem como dos docu mentm fi'M ais. quando for o ca.so. e por ti lir.w,..lo no I J. qu..utli a Secretaria Municipal de Assistência Social entender convemente. Art. 13° • os convenentes e executores deverão manter todos os documentos relativos ao convénio ou similar, em arquivo à dis posiçàc da Secretaria Municipal de Assistência Social para os cxa me. de sua competência, pelo prazo de 5 (cinco) anos, contados da ap• o, ação das contas do órgão ou entidade conccdl..'nte ,1S.1m cn tc.ididos corno documentos o cadastro dos usuínos do progr.una. s.."US prontuários de atendimento. gwas de encaminhamento. ficlus de inscrição ou matricula e demais regü,tros indi,1dtuli1Jdo'i.. mclu- siH: os cont:íbc1s. com a indefinição dos progr.:unas e respectivo convênio ou similar Ar.I4- A unidade técnica da Secretaria Municipal de Assis cência Soci:tl. respons.h el pelo progrJJ1iadcver.í :mali=05docwn.:ntos de axnprov:Jçào do att:nduncnto. qwndo a efetiva execução e atingimento dos objetivos propostos e: emitir parecer conclusivo Art.'15º • O ordrnador de despesas, com base no parecer emi tido. orclcnar:í ou não J liberação dos recursos. Art.16º • Na hipotcse de impugnação dos documentos de corn provaçilo do atendimento ou de constatação de irregulancbde na sua-execução. será susl:lda a parcela a ser transferida. dilig<.:nciando se junto ao executor no sentido de sanar omissões ou improprieda des, no prazo máximo de 30 (trinta) dias. Art.17" • Esgotado o prazo referido ao artigo antt:rior e n:lo cumpridas as cxigc:ncias. ou ainda se existirem evidência de desvios de finalidade que resultem em prejuízo para o erário. a Secretaria Municipal de Assistência Social procederá a Tornada de Contas Es p,..-cial. comunicando o fato â Procuradoria Jurídica do Município para as providências de sua competência An.18º • O setor de contabilidade analítica do Fundo Murici pal de Assistência Social examinará. formalmente. os documentos de oomprovaçfu) do atendimento e adotar.í as seguintes provid.::ncius: 1 - Constatada a regularidade. procederá aos registros de sua com peténcia, 2 - Diligenciará no sentido de sanar omissões ou impropriedades formais. quando for o caso; e 3 • 1 a hipótese de existirem evidC'llcia de desvios de valores. desvios de finalidade ou qualquer outra irregularidade que resulte em preju iw para o erário, encaminhará â autoricbde competente a recomen dação para a instauração de Tomadas de Contas Especial. Art.19" - em prejuízo da prerrogativa da Secretaria Munici pal de Assistência ocial mencionada no J nciso V do Art. 6º, deste Decreto, o ordenador de despesas do Fundo Municipal de Assistên cia oc1al podem delegar competência para acompanhamento da cxecu~o do ~-mfoio. a dirigentes de órgãos ou entidades peren centes a Adrru111stração Municipal. Art.20"-Constitui motivo para rescisão do convênio ou simi lar. o inadimplemento de qualque.rdas cláusulas p:ictioms. p;!rticu- 1:umcnte quando consmtadas as seguintes situações: l - Descumprimento de qualquer das exigências fi.udas nas normas que regulam o programa especialmente quanto aos p;idrõcs de qua lidade de atendimento· 2 - Cobrança de usuários do programa de quaisquer valores pelo atendimento e objeto do convênio. ou similar: 3 • Fale de apresentaçiio dos comprovantes de atendimento e ouan- • do for o caso. dos Relatórios de Execução Físico-Financeira e da Prest:iç:io de Contas nos casos estabelecidos.. DAS DISPOSIÇÕES FINAfS Art.21º - Não se aplica as exigências dt.'St.c D<~ reto aos ins trumentos: l - Celebrado anteriormente à dara de sua publicação. que dever3o observar as prescrições normativas vigentes à época de sua celebração; Art22"- Ficam npro dos os fonnul:irios que constituem os Anexos I e íll. da lnstruçiio Nonnat:i'a- SNT nº03. de 19 de Abril de 1993, que serio utilizados pelos oonvenentes para fomuliz;ição do Pbno de Jrcndrmento e Rcbtôrio de ;rendimento. Ar.23-Este Decreto entra em vigor ra data de sua publicação. Ar24" - Revogam-se as disposições em contrário. Bela Vista/Ms., 02 de Abril de 1998 Josc' Garibaldi da Rosa Neto - Pn:fcito Municipal ra e ortom e Educação mbienta J1(•111 dP lllÚIJJl'Td atividades que vem sendo d• , mo!, lei,, cIn Porw Murtunho pela atual A!yi! traao em todas as orcas, a Prefeita Myrian Concelc;no Sllvcs1rl' dm Santos (PT), preocupa-se com as questes ambtentais Pesa Predatória na baia do AltCJ PMll!llill pr,1llrndo, por pescadores 1111 sei upulosm onde süo l< Ili Mio, mllhnrt·s de toneladas de pescado tem dllicultado o desenvolvimento do Tu!sino na reglão A Preteita f)C'tist.1 tem l 1 cllllnCl,1do junI0 ílO Ministério do Meio JrnliirnIe, bem como. junlO ao Itamaraty e outros órgãos, p, r que seja coibido a pesca irregular do lado paraguaio na la-:<1lidllde do Nabileque. Neste mcs de ilbrll. do dia 06 ao dia 08, a Bióloga Simone Mil mede. contrntada pela Prcteitura Munlcipnl de Porto Murnnho. estar ó minbtrando Curso de Educação Ambiental através do Lúdico, tendo como local .i Cimdrn ,\unli.:lpal de Porto Munlnho Envolvimento da Sociedade JIu,1!i, JI. !l'CIJ rnulorl das pe soas, tem-se preocupado COTl1 () avanço tecnológico ewnrn1du produç,mlndu:trial. esquecendo-se de algo luncl,111 cnt,1I pMíl qu,1lqucr desenvolvimento. "a natureza" J preocupncJ10 com o avanço tecnológico deve ser UlllCOmlt1llllC n prcocupt1ÇJO com d prc,er1:,1cao do i\clo Jmblente. pois o; dois se(!u,·m linha, c,otut1,·as dite rentes e que não devem ,cr intl'rrompid.:is Podemos dizer que para obtermos bons resultados tecnológicos clc1:cmos lntcrtcrlr nil naturcw. ,cm cInrc1ctn10 molestá-la. entendendo os 111cc<111 i,mos e procc,so, naturais de sua c,·oluç,io. A Tecnologia. segundo a Bióloga Simone Mamede. vem superando alguns llmi1.::s. enquu1110 11 educ.:11çóo pl'rln<llll.'.(C enrolida ainda com procedimentos arcaicos Cada vez mais. na educação. o ensino é tratado com indiferença e com pouco lllll'rlliH> flM<I O CU d, l'm·ol1:11ncr:10, ton,uu••~ desacreditado, estático e o ,1prrndlz.ido resumiu-se basicamente à memorização e n lnforrnuçuo Atividades Lúdicas /1 partir destas observações surgiu a idéia de drsen1:ol1:lme1110 de atl1:iclacles lúdica,. l'<iU(ill lOílill' 1:0lt<1d<.JS <lO melo <1mblente. onde os p11rticlrantcs professores. alunos e até mesmo a comunidade poderiam ,ipren<lcr de o.:orclo com a vivência em prática de campo através das experiências que os Protessores serão submetidos nas aundades de con,ultoria. de c,unro e no jogo de paciência. inteli11ência. educação/ ecologia. denominado "Tnllw cio Conhecimento". 111formaçóes e atiridades que posteriormente poderc.io ser aplkadas pelos Prote,,or.::s e /lunos. explica a Biólogia. Objetivo do Curso Para a Prdc11, pct1>liJ. promover e apoiar ações de preservação e conservação, defesa e recuµernr,5o ,lntblent,ll com prlorldildt· aos recursos naturais da regido. é de vital lrnpor1Jrn:1a, pois wrnente assim poderemos realizar um trabalho nesta área que n curto prazo proporclonarú resultados positivos. Promo1:er at11:1dadc, lúdicas. ,isando o bem-eswr ela populaçc.io do Munlcírlo. elevando o ní,el de qualidade de ida. através de práticas que contemplem o uso racional e sustentado dos Recursos Naturais. Comunicação eOrganização O Curso a ser ministrado. irá contribuir no processo educacional. o Prefeita Municipal Myrian Silvestre dos Santo desenvolvendo cursos de importância da conservação Educação Ambrcnral e' do desen,ol1:1mer110 da direciona dos Educação Ambiental exclusivamente para os Professore, ele 1" e'.:'" Gr..:u,. para lapidar e c1prirnorar ,ua ,l;.:io i.llllbiental. u11ll:ando• se técnicas alternam;a, de ensino Despertar a comunidade para a , <.l I U d 1 ,dmrn1,traçao quer prror1zar a d1scu,,ão dos di,cr,o, problemas ambientais da região e desperrar o I111eresse para a comer,acão do meio (A.C) f Tarifcs Pra:azia2is "Sen:ara! º filuus de Senuu,,a, ✓Con,sulte preços tl"re11,Sai,s ✓fa,tu.,re,m,er.,to pa,ra, e1,-i,presM ✓fltüi.ze seu CfU'tM d.e cridito ✓oculte scu cgerte de viagens ✓forifa,s fS(JUÜU.S ~ra, nu;1-Mistas e.xeC4dwt,s e óüút,giies '--------1 CRUZEIRO DO-SUL nt?ll A CAn grupo A B e l) 1-: F G H " F1e.sh, " F:.ilio .. Uno • Corsa ind • Gol t000 i • Uno (ur) • corsa GI • Gol CL • Su1 ciru CL • Tipo • Palio (Ar) • Tempra " Santana (Ar) "'SilvtrJt.lO • Kombi • Bluzcr siris: 0e/97 diária ROTEçÃO TOTAL km 150km rodado Livres i.írias por A e n IS 35 U,Jl 50 Grupo C.D.E.F,G e li 20 45 0,45 55 52 0,45 77 Telefone/Fax 65 0,55 125 (067) 721-8797 130 0,85 155 130 u,ss 155 6.5 0,60 100 160 0,96 215 Governo concede abono de RS 50,00 a Servidores Estad • ans O Governador Wilson Martins determinou um reajuste salarial linear. em forma ele abono. no valor de RS 50.00 à todos os ser,ldores públicos estaduais. a rartlr ela data de publicação da Lei no Diário Oficial. prevista para o inicio ela próxima semana. O Projeto ele Lei instituindo o acréscimo no vencimento foi en,lado no último dia 02 à Assembléia Le11lslatl,a. com pedido püru ser ,otado em regime de urgência. Os principais beneficiados são 32.ó9 I scr1:idores que recebem até quatro salários mínimos. Eles terão um reajuste entre 41,õôó para os funcionários que 11anham Rs 120.00 e 10.4% para aqueles que recebem RS 480.00. "Seria muito cômodo para o Governo, num ano político a atípico. conceder um aumento e depois não ter condlçôe.s de pa1iar·. afirmou o Secretário de Administração. O Go1:ernador. ~ecrctários. car1ios equi,alentes a de Secretário,. Defensores Publ1cos. Procuradores Gerais cio Estado e os Policiais Militares não receberão o i.lbono O Goerno tomou a decrs.ío no último dia 02. após urna reunião entre a comissão nomeada pelo Gon.:rno e representantes do Fórum cios Senndores O abono vai representar um aumento de cerca de RS-: milhões mensais nos cofres estaduais e a folha liquida do pagamento do funcionalismo passa de RS 24 milhões para 28 milhões. aproximadamente De acordo com o Secretório de Administração. Jor11e Martins. o ,ator repassado não poderia ser superior a Rs 50.00 porque comprometeria o pagamento em dia dos salários "Não é o ideal. Não é o que o ser,tdor 11ostaria de receber e nem é o que o Go1:erno gostaria de oferecer. Estamos dentro da dispombilidade financeira do tesouro e ainda saindo dessa disponibilidade". explicou Jorge Martins. e Produtos Agropecuários em Geral Vacinas .. men e$ Q Ferragéns .. Selaria Veterinário de Plantão IMPO T D E EXPORTADORA JOHNAL TRIUN DA IRO TEIR A LATO GROSSO DO SUL- O3 E O4 DE AR DI Prefeito ilmar da Silva ite Semeando o Fu•uro de Carac 1 Por Godoy Num clima de confiança e sobretudo num forte espírito de positividade vivem hoje a população de Caracol. um Município que evolui a cada dia, na batalha e no esforço de um Prefeito em ver o desenvolvimento de seu Município. em sua gestão o Prefeito Dilmar Leite. vem trazendo ao povo um crescimento dentro de muita ordem e gigantescas soluções. Estreante na vida política. o Prefeito tem demonstrado a cada dia um amadurecimento administrativo muito grande, possuindo entre seus inúmeros atributos. a força de vontade e a dedicação para com a população especialmente para com os mais carentes. participando de todos os movimentos de caráter assistencial benerente cm sua cidade. sempre empenhado em mitigar o sofrimento de seus semelhantes. com uma atenção especial às camadas mais despossuídas da população local. Por outro lado a ação do Prefeito articulada com o Governo Estadual através do atuante Deputado aldemir Moka, tem trazido conquistas importantes para o Município onde podemos destrcar: Secretaria de Segurança Pública • Ern recente visita à esta Secretaria. o Prefeito Dilmar Leite sensibilizou o Secretário de Segurança Pública Dr Joaquim de Assunção "Souza", conseguindo a assinatura de convênio para a construção de um IML (Instituto Médico Legal) que já se encontra em acelerado estado de construção. Secretaria Estadual de Educação - A Prefeito Dilmar da Silva Leite Secretária de Estado de Educação Maria de Lurdes Maciel. reconhece no Prefeito Dilmar Leite um homem ptblio empenhado numa luta árdua à valorização da Educação. tendo cm vista que esta é uma das prioridades do governo do Prefeito, junto a esta Secretaria o Prefeito Dilmar Leite conseguiu a assinatura de convênio, que possibiliwu a compra de dóis veículos escolares do tipo Besta. com capacidade de transporte de doze alunos, além da assinatura de convênio para a compra de Merenda Escolar. ainda não liberada devido a inadimplência do Município ocasionada com a falta de prestação de contas de convênio. semelhante na gestão anterior. Recursos Próprios • Cumprindo Caminhão/Pi Carregadeira (adquirido com recursos próprios) e 02 veiculas ecolares Secretário de Educação João italba, Prefeito Dilmar Leite e o Secretário de Obras Eyde Leite. promessa feita em Janeiro de 98. o Prefeito Dilmar Leite adquiriu semana próxima passada, uma Pá Carregadeira que junto com o Caminhão Basculante também adquirido com recursos próprios. dará condições para o competente Secretário de Obras Eyde Leite. demonstrar sua enome capacidade de trabalho. Esse é mais um compromisso cumprido do Prefeito Dilmar. que corno diria Jonatan Barbosa "Mata a Cobra e Mostra o Pau", os próximos compromissos do Prefeito assumidos publicamente são: Secretaria obra: termina limpeza do Gana] de Drenagem Com apoio do competente Engenheiro Jailson de Azambuja Diretor Regional da SANESUL, a Secretaria Municipal de Obras Pode concluir esta semana, o serviço de limpeza da Vala· de Drenagem existente no Centro da Cidade, que se encontrava totalmente atulhado tendo em vista que o mesmo não recebe serviço de limpeza desde 1.992, a parceria Sanes ui/ Prefeitura segundo 0 Inicio do Trabalho: Vala totalmente atulhada. Secretário de Obras Eyde Leite possibilitará aos moradores da Rua Maurilio Godoy entre as ruas Pnncesa Izabel e Ponta Porâ, segurança e tranquilidade tendo em vista que as residências eram alagadas pelas enxurradas em dia de chuvas. Canal de Drenagem novamente limpo. Prefeito Dilmar Leite, entrega ao Secretario de Obras Eyde Leite, a chave do Caminhão e Pá Secretário de Educação recebe chave dos veiculo ecolares. 1 1 ( Deputado Mfoka sempre ao lado do povo de Caracol. • Construção de uma Quadra Coberta com Parceria da Secretaria Estadual de Educação. - Juntamente com o Deputado Moka. Iluminar o Estádio ,\unicipal. A saúde é direito do cidadão e um dever do Estado A saúde anda não representa, de fato, um dreto da socedade brasilera, mesmo com a mplantação do SUS, que pareca ser a solucção, mhões de brasileros tm pouco cu nenhum acesso ao a:end men:o med:co e Caracol não é excecão. Hã muto sabemos que o a,end.men o méd co com o Dr. Arastáoo é cobrado da população, porém 'inhamos esperança que com a cnacão do Conselho Municipal de Saúde esse quadro podera mudar, podera, mas Não mudou, de repente, quando a nca saida para garantr atendimento médco para os carentes, sena a cração de un Fundo Assstencal sob a coordenação do Conselho de Saúde, cuos recursos vnam da promocão de eventos como ales, bingos, leilões, etc. surge uma luz no fm do tne!, umn exemplo a ser seguido, umn exemplo que não vem do extenor não, mas srm da nha cidade de ela Vista, onde um grupo de aguemndas mulheres, com muta Ata e sabedora, t ou em pouco tempo o Hospital Beneficente São Vicente de Paula do caos em que se encontrava colocando-o em pouco tempo como Hiosptal mode,o em a:end.men:o, e o que e rn:eressanre sem cotxar consulta medica, mas u exemplo de Saúde e a drecão do Hospital de Caracol, que analisem a possibilidade de mplantar atendimento semelhante ao do Hospital de Bela Vista, dretone nova, novo a end1mento, novas esperanças, sabemos das enormes despesas que Sdo necessarras para o bom funcionamento de um Hosp tal, por ISSO reco:r.endJ:nos o Hospital de Bela Vista, cujo atendimento é o mesrno de um Hospital modelo da cidade de Santos-S .JOHNAL 'J HTBt';'-lt DA FH()''TJ~Jlt, ,,,,,.. o º@lJ11 Desfile fashion No <lia I de abnl, acontece na danceteria H lash Dance, da cidade de Antonio foào, 11111 sensacional Desfile Fa,hion com a participaç,1o ,k 1na1s de 20 modelos pr,lla dn casa e também de outras localidades. Na ocasião será escolhida a Garota Fla,h l)Jnce e logo após acontcccrú uma super di,co teca. Os organizadores contam com o apoio da Mity Propaganda e do Deputado l losne Esgaib. O apoio jomnllstico é do grupo Tribuna, a1ravés dos seus vc!culos de comunicação. • lmpcrdivcl! Deputado Hosne Esgaib recebe lideranças de Bela Vista • 8 e D E I' e 1 ·,.,,cador l~rael Clwmorro, empr!'.tÍrto Moacir Paredes (proprietário do Supermerca do Arco-lris). ,·x-l'reft'ito de Bda l 'i.Ha .-l hrwio Zacarias. D,·p111ado l los11-,, 1 ·,.,,eador ,'J/w Diório, ,larcdo Ca/1'11110 e o Sr Paulo Melo No ~ia 31 de março, o parlamentar Esgaib. recebeu cm seu gabinete o ex-Prcli:ito de !leia Vista ibrJ:io Zacarias. juntamenlc com as de mais lideranças expressivas do nrnnicipio. Abraão foi l'rcti:ito por dois mandatos. onde desempenhou com afinco a.s suas funções. sempre, oltado para a classe dos menns fa, ore cidos pela sone. Deputado l losnc foi muito feliz por esco lher ..:ssc grande líder político. Abraão 7...acarias. para liderar sua campanha cm Bela Vista. ·Abraão~ o único politico que é capaz de fazer o povo andar a pé levando sua handeim. como .1contcceu na sua última campanha. onde , t:nct.:u o ::ilivcr.cirio com uma vantagem esma gadora. .,J, f O C,HO',',() IH) Sl L - 03 E 04 D j l)cputado ~oldir l'(evcG reúne lideranças de todo parte do tado para apresentar aba No dia J Ide 111t1n,;o do corr,·ntc """ o Depu tado Estadual Waldir Neves, reuntem sua residen cia, várias lideranças de grande parte do l tado, pata declarar o seu apoio a candidatura do Dr Rrardo IJncha, parn o governo do Estado Para Waldir, Bacha é o ,imlmlu d.1 rcllll a,Jn potitica, que poder.'! fatcr do IS. o orgulho do, Dr Ricardo acha. Deputado aldir Neves, Prefeito de luatemi, Sr Darn Hui/, L' o S,·c:retúrw de Sade, Nelson Tavares l't!rl'mÍOr .'ahatt'I c!t• ( 'orwnhú l 'ert.•ador 4dolo de Corumba. Dr Reardo Bacha t.' o Depu tado aldr Neves n Do di:icono da éomunida de E angéli ca ·am Nossa Terra. Marcos Pcrci m. pro pri c t j ri o da 13 la D.11a (cur- sos !.! Sl!r• viços de informática). uo lado do Dr. Ricardo Bacha. Marcos é o r!.!spons:i• vel pelo de p:irtam ·nto de inform:ítica da Mity Propa ganda. :i qual assessora o Deputado Hosnc Esgaib no Sudoeste. Para Pereira, Ricardo Bnch:i ê o nome de maior expressi!o politica para adminis trar o Estaco. Deputado aldr Prefeito de laporã Sr Se bastião. Dr Ricardo Bacha e o empresário Datar D..:purado ll'a/J,r t' sua nova Alesandra, o vice Prefeito de Mranda Pedro Masud.a e L'.5pruu Kcirw Grondc p:utc dJS mai ri:, lidcr:tnça, politicn., do Est:tdo, reuniram-se com Waldir 'c,cs. que mostrou- e um -Crd:tdciro :1nfi1rião •. a ocasião foi servido um suculento churrasco. acompa nhado de saladas. regado a wiky e cerveja. rn::i bo:1 mú_sicn foi o que n:'10 faltou om ani ma :lo de uma duplo pr ta da cas Dakota Elite Model Neste s.íb.1do, di.1 -t de abril, acontece em Dourados, o t.'io npera <lo Concurso de BelezJ da Dakota Elite Model, onde as classific:i<las ido participar do Concurso na Capital do fata<lo, em maio deste ano. Modelos de Bei.l Vista, Antonio João e Ponta Porã estado mar cando presença neste evento, com o apoio da Mity Propaganda e do Deputado Hosne Esgaib. ENSAIO FOTOGRÁFICO -. - na é a modelo 1 Gislaynnc l Moreira, que j cstar,i p.1r11c1- pando do curso de Manequim e Modelo, na Casting Agén cia. cm Ponta. 1 Porà. 1 Também foi COl1 idada para fazer J Jberlura d,, Dc,tik Fashron, na Flash Dance, no P"'""'º dia IS de abnl. onde estarão c,colhcndo a Garota I la,h Dance --- -======- _- __ lHUL Dt: l ,{)tJS - p ( J 1 - 1 Quem desejJ fazer frete por um ótimo pre ço, é só entrar em cont:i to com Luiz Carlos Co ronel, pelo Fone: -139- 1031 ou à Rua Guia Lopes, 9-18, Centro, na cidade de Bela Vista. o da u de abrl a Sra rler telma. Secretara do Deputado Hone Fgab, e tara colhendo mas uma rosa no jardun da eténa Deve jamo muta fel idades e que esta data e repita por longo UIJO }llf/((} t/(I t'll parcnlL' l' (lllltj.!U Agarre-o agora com perfeição, porque ele é o seu futuro! ela Da Cursos e Serviços ru;o.o-vnrs: A acoção o Fones: 439-1176 / 1803 / 1495 CWZQCI% cem,s Bazar e More 0aJ1lCQGJ Scco5 o molhados, confocçõcs, calçndos e lataria5 cm geral EEE&II3 lfopresontanto da H rmoa., 4 Estações e Christian Cray R. 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