TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXX_Nº2216_19_01_2002 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXX_Nº2216_19_01_2002Número da edição2216Data de publicação19 de janeiro de 2002Número de páginas12GeoCoordenada -22.109040453197853 , -56.53324466826551 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXX_Nº2216_19_01_2002 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto ANO: 30 • l!dlçlo: 2.211 11 de Janeiro de 2002 ,olldadot IHldo ~.,..,. U[LA VISTA, JARDIM· CARACOL. AtHON!O J0/10 • CUIA LOPE~ DA LAGU'JA - NOUE • E.iO!,ITO E PO ro l!U, TI! O • JAíWIM Jardim é finalista do "Prêmio Mário, Covas" • ANTONIO JOÃO Prefeito volta atenções para a cidade A l {' 5 A necessidade de manter o equilíbrio cntrl.' a receita e despesa, como , cm fazendo desde o ,cu pri• me iro mand.tto ( incn:mc111ado com a necessidade de .-ncndin11:nln .-h exi gência, da Lei de Rc,pnn,ahihd.1de l'iscal). k,oll o prcfcitn de 1ntünio Jo:10. l>.kin Queiroz Silva (PMD) n prioriL.ir a ad111ini-,t1.1ç,io munic1- pal nesse inicto de ano PAC.· 06 _ ~ PORTO MURTINHO Vice assume prefeitura em P.Murtinho O , ,ce - prefc,10 Fl:h io Queiroz. csti, respondendo pela Prcfeitur., de Porto ~lurtinho. Ek ficará no cargo por dua~ ~cm:111as. na ausência do prefeito Abel Proenp. que ~oJicitou afast:tnH!nto <lc onh:111 panicular. Queiroz disse. que é dificil sub,tituir um homem público da cn, ergadur.i do prefeito Proença. ··mas o meu objetivo nesse espaço de tempo é atender o pi,blico dentro das regras estabelecidas pela administr:1çào..: d:tr continuidade lllh trabalhos cotidiano da 111:iquina administratia". O prefeito /bel Proença antes de pa.ss.1r a responsabilicladc :m vice. dirigiu pala, rns elogiosas ao comp;mhciro a Fiá, io. conceituado o como ··um companheiro político de gr:mUc, isão". ■CAMPO GRANDE Cruzeiro do Sul entrega Troféu Desempenho A emprc,a T r.m,ponodor:i de cargas Cruzeiro Jo Sul. cst:i hllscmdo para o ano de 2002. n c:cclênci:t no a1cm.limcn10 JO.> '>i:11,... clicnh.-s. Com 0 objeti,o de akanç.,r o ISO 9001 até dczcmbru dC">h: nno .1 cmpn."S:I , cm qualificando seus parceiros para que ch::guc a ecelncia na qu.tl,dacl.: do akndimrnto. PAG.-08 • BELA VISTA 1 a 4 3 .4e'..-. . , ·u ,_.- .. ,. ,.;,,1.-v· ,..,, . .R • !":.::-',,I"' ' ,,. População pede limpeza da cüda e Em pe,quisa rcalm,da, a populaç;io bela, istcn,c, pede ao prefeito municipal e aos ,ecrct:irio, que dê mais atcnç:lo à cidade. O g:ís de cozinha. de 13kg. cm ílcla Vista, cst:í quase unificad<>. conforme pesquisa feita pela reportagem, com variação cm apenas três estabelecimentos. enquanto que na maioria é pratica um único prcço. O gás está sendo ,endido pela maioria do comércio a preço de RS29,00. tanto entregando. quanto pegando na. revendedora, enquanto que cm outro três estabelecimento que revendem o gás de cozinha é praticado o valor de RS28.00. com a diferença de RS 1,00. Na cidade existem aproi..imadamente 20 pontos de rc,endas. onde. mais de 90% dos estabelecimentos praticam o preço uni ficado do gis de cozinha de RS29.00. o que corresponde a l /6 do salário mínimo. enquanto na llinasg:is de Carlos Cruz. ConveniCncia Guaicurus, Mercearia Central s.1o praticado o prc'ÇO de RS2S.00. PAG. • 05 principalmente na questão de limpeza, visto que a cidade está cm estado de abandono / pc~quis., confirmou cm primeiro lugar a limpeza da cidade. seguida de melhorias no setor de c:n-,mo. ClnlO a impl.1111aç,it, de uma l,1culd.1<k na cidade PAC.· 03 ■BELA VISTA Gás de cozinha e ga qua e unit·cad O gis no Brasil é praticado ,i RS2900em 90 das revendas, enquanto no araguay o gás é mau barato em turno J.: .Jlf' 1 •. 1 r ·4 " li; IJ · ~1 rr ---~-------, 1 1 1 ;_, ~ ■GOVERNO Governo repassou 8$312,4 mi às prefeituras Zeca diz que pela primeira vez o Estado mantém rigorosamente ém dia o, rep:,.,.,c, d,· IC:IS :i, pn:foitur.is. ~o mê:. dl.!' dL:b.:mhro o,; rêp.."1.SScs atb municipi0.::, c-hL:c;tnm a RSJ I.~ milh ·,. - No ano pl::-.,a.:fv t:,. municipios tiveram uma receita de R$3124 milhões de ICMS, IP e recursos do Fundo de Iestinentes Soci3i, (l'ISJ. pr.llic.amcmeo triplc, da arrecadação distribuída em 1998. Naquele ano, os repasses dt,·f:Ii:l.rn .1 RSl20 rnilhh.-s. O crcscirnc11tô d:i an,.:;JdJç.1o. ,t!.lund0 o Gorader Zeca do PI e reflexo <l.1 m.):-.:!1t...:,çJ'u d..1111.iquin:1 publi.:.1, 1::11.J d.t.S prin.:tp.ti~ :ru1 .:.b d .. · ::-,~u sdx.nista10 PA-OI 1 , .. ,1 ,,. J>,,!11 l.dl. tt,I o l !IJ .. fh,.' ,._· ... : tu!hoo, ptoestafado, olhando para o futuro com o olhos bru!hando de espera!Na. na e pata menos, muts uma ,.,:, ,1 !ade se dota. 1 ., nh d ruci,)n.d. Quando esta IRIB NA DA 11to, r EIA, o joral mars antigo d.1 h.'l.'1.)u. 111,h ~-..mr:1c rHH<', ,,. tnovando, du em suas puas que 11 prd..-,1,1 t I<( 10 lO/ 1 r 11<0 <' cemplo, de taba!ho, d+unidade, ompeténia, na esta"p :p !fl<..!íldo'" o prefeito, e»ti apenas transnutido a 01 cf,1 ' ru.h Du po, u 1. 1) J,IIJHl<lhC / llf 11l,lí Reelegeu Mirro Sem comentários Po1, 11.)t1 é <.jilt' o prc.·h.-110 1i1r, JO fo111c110 c.:l,t ..:ntrc o,;; c.·111co finalistas da repilo entro-Oeste da pnmc,r., cd,,Jo úa "l'rcrn,u IIJr,o (o,a,.. para o Prcle,to 11nprcc11ckdor. or~,1n11.1do pelo '>I.IIR/1 'ej.1 b.:m. k11nrdo Pedreir.1. não se trata do MS, mas sim. da RI(,/,() Cf / 1 RO or T l: I ,t.i c:nrri: os melhores do llrJSII ,u111i1 prnmoçJo séria, 1d<·•l11ad.1 por c,1.1 t:-.STI fl IÇÀO que 1:11110, bendie 10, , em prc,lando aos pequenos e médios empresários do llr.1>11. o SUIR/L Bata no peito, jardinense., pise firme no chão histórico, nosso povo, nossa ente, Ldc.:1110 e determinação Prefe,10 n:io é apenas para PAGAR cm dia os sal:írio; e fornecedores, isto é obrigação, prefeito n:io é apenas para construir csco/J,. posto de saúde. pa, irnentar ruas. urbanizar, manter estradas muuicipais cm condições. di,tribu,r remédios, cc5t.1s b.i.sica; (através de co11ê11io), gerar c:ondiçõc:s para instalações de novas empresas. gerando c:mpn:gos e impostos, tudo /. isso e muito mais. o MrRCIO fez e faz. PRHEIJ O E!tPREENDEDOR é aquele que atra,és de ações concreta;. pbncjadas. cria no seu mu11icip10 um chma de confiança. de otimismo, pés no eh.ão. proporcionando ALTO ASTRAL p:ir.1 lodo, que tr:iball,am. Assim foi, assim é. com o nosso prefeito 1ÁRCIO. ' ■BELA VISTA Ministério Público Instaura inquérito contra o município O Promotor de Justiça Roberto Polini, acatou as representações verbais feitas pelo presidente da C .. i.mar:i Luiz Alexandre Palmieri (Xande) e vereadores Ramo Paredes, Júlio Leite e Cic:1 Lino. c.:m que so?,;;it.J,:i :! intc:-cc::,.;;:in d.1 promotorb.. no ntido de apurar irr..:;ubrid.1C .. : e.: rc:spons:!bll1d::?d-;-. rio toc::intc .10 d,•pc,si1,, do ti,o cb cida:fc. PA!t-14 J(; '.tl/>L TH1íllJllf-, DAÍ f,Q!I rr''1J "J.lAl':Cô'.'i P!C,OLO'-' li o l !;r,l!tAJV. WW/1t,,•At,l,, t1f.!,!'}/," ,unb-01 t..,,n 1,, rv, ¾" t•.-l, •J'l' ,r.,. ,,_;._,i;,'14'Ít,,2,_;• Í( • r:1 " das 0Mera nt dada. te rateiro, +aura! de De/a Vo' t, te Ma! 0d. no Plmruru e La4na O.usuoz Por st4are 6atual d E'a Jtg MA /Na de Mal Pwrs Mrra l uc,ndJ Uo ,111n r• Se a/quem souber de algum apeamento 00 !,'! ci,,orih.i na tantra da Ltes IIJ + V+tMs, 09 de janeiro de 2 Oúl ANllltl.11 HO~II DA SILVA Ofo ,al,1~uh,( •GERAL ---------- ------- _,. -- LOIIAL DE l'HOCL/ltMS J/NILDC HOSA OOS SANTOS, Q!,00•,1 do RC9,WU Crv,I desta cidade de B9 V1/M3.'at saber a quantos o pente Ed'a de Pccarna vtetn, que apresentaram os douren!0s ex g dos pt:~ o ;irt,~o 100 co C6<J g? C1..,,I orns1l1.110, Ioosas 111· e rV pf'l.tené!.'n ... e e.asar. "ROSM~JLOO LOUV'C.IRA ,. CLEU!R cmSlALDO f[HRf..lltA .. emtos, braseiros. sotteros. dorvcolados e redentes na d9110 Nossa Sra de FAma, neste municipo, e!e, servo geras natura d" UclJ V1Sl.l-MS filho de Ad~o Lo:Jvc,:ra e de A'exandira Ben!es Louveira, eia hdes do 1ar, ni:1tur,1I de BelJ Vista-l/.S, t.11,a de Vens mo Ferreira e de Lconora Custaóo Fcm:ua Se a!goém soubet di! n 11)um ,mped mento que se oponha na IOHl.1 d1 tr, ílds Vr,u'M~, U2 de Jancuo de 2 U02 r_L .:;J'c::..~_;_I L:..lc..)::.cl..c.H...cl:...)'>_A_I X_>~_~_,_;_N_I_O_'>_l_)_1i_c_1a_l._1 __, L!!llli Ili C'O"O('( IDA+, YK'HL!CK TE IFTEk K DESAHPAAIG Dí. )1! LA ;TA,Tr Mi» Prender" n orfeto,ttA A; Ir,,/ Vel" C':.vM:ir '.::!.:>3 O:I 1>1::-J' :-éclu•>,1,art a A:.Stl'~tiIA r;t1rl-/ ·;Ã11!A '. ser r+lzdx no t r r l o 123 d .. ,,,..,.,,.'e 1 .. J;r-., i,s 11.e, ~• :-·,-; i ra tratar to serutnte assurt::LEI;k DA / U!~ncr.fA l:. ,.,,., nun r1·.~,1 r·H·, n ,..,.,.r-lrlc ,:. .. ,.:;:,;,, hela irta,4Jarelmo de 20)2 e «ta.q«+ FLA RA! p?ÀPrs:ru ,,. ' 5'SD3 - Pll'tlDO 01' XCtil D!::CCX:IA:'U 81U:ait1JU, :>ta?T'Ô!IO .t:'tlCIU.L DJ; ?lt"IA. Yl:TJ.-llS t::itu.L o:: r:ar.-01.a.c:to "º" r::~o.s 04 tt:itl!.AçiO n! vtOOII, P'IC.IJI C~'WOCA.:>o3. rca UTI s:nr.u., 1"000.J CJ nr.:.!JOS ! Pi":30 24 30CIAt D±M0Cu1A MA 311.Il!U. - P!l:>3 -· 1'~1 u,~.qcfrl(', 1)..JIU. A. CC'Yr-lçlo r-:11:n•.ü QUW ~ au.u:,.:u, l'fô DU )O ti'= 'J,1..'(rtRO Dt 2002, CCX Oif:10 h 9 ,oo (~o·n) RC"!.U r: !:iC?:t!"U.ll:s:"l'.TO l.3 !l ,00 (:>~?iSD.?) no.. lUl, JIIA. ilA &D.J.l."11.JC I'!ll.C'TO !CI l)~l,·?C!S-:J. ClDA:>S. O'w'll 00 -:)1.l al !LKlçlo, fO.:I vc--=-o D1"!."70 ! s~u.·:·c. DO !>ll?:t!'tlO •te1tr:lril, Ql'?: ~'?Ú ':CP-:71-:'"J::X:- bt 27 •SOJIC!I tl':'DUl!!I 1: Dt 09 J'Cl>U"'I tn1 .. - 'b) 1L!JÇA0, roa Ycr.-0 :)['1!:TC !: ~-!!TO. :>! Cl 0?11:!JA..:)Q ':'t':"01..U ! O Dn!').IJ>O SVPL1!'1fll l. CCJiW!:içÃo Z:~Al>UAL, e) SLtlçlc DO =~st!,ltO Dl t:-:c, E :JIXIl'll}(A. C(!{S:-ITC10C' J ! ~ •• ,3"E3 1:2 ±.- •Ulc UU:IJ?IY.l :CL"":ilClP.I.L I lTUl 3~7tf:'(t:u. g 03 GX!!II03 !7!-rt vos I SUPl .. ~Tt.S :X, C("nl'Zl,;.) n seu. Dt a~ilo DO DIRF.:'Ó310 11U: "M.," " + a«e nu+. a«a nu vu:A(X.S), l( ? J Niº D! 2tx;2 :mMt 7 Ptt?31D!:'trt oo ht-;du ■oncau EDITAL DE PROCLAMAS JANILOE ROSA DOS SANTOS, Of,oalo do Re<J•Stro 'cov,I desta odade de Bela V1sta/MS . fat saber a quantos o presente Edrtal de Proclamai virem. quo apresentaram os documentos exigidos pelo aru;o 18'l do C6d•go C1v.J Bras !elro. Inosos 1-11~ o rv . prc!cndem se casar l Assim era Tupv de 1 Almeida Mello i - 1 • LLL/ V1$TI •J0061 1 )1l •07 IJI 2 002 Muitas vezes me petuntt, potque me surpreenda sempre. esse homem mats espirito que matrit, qu fota + j» lhe move Que lucidez irei, que jowa!idade Que humild:u!t: JJlh: JO po<h:rtJ .... o Que rena.+o peru V,::J.h:'' E o Dom de Perdoar tio grande'' Como negu» ser u p,u 1:lo gJ.tr1t.k'> Como consegues er um pau to bom' Qu sogro e»e que se transformou num Jl.11 1 (}uc: ,IO to presente e que hi.,..,o 1.10 kli/ 1 Seu, p.1 ,n, kn1,,-, tu" cabelos branos num:,1 te fizeram 'velho". pelo contrário,te remoçaram os bisnetos L p.1r,1 a m1nlrn -,urp11,: .... 1 hl>Jl', com a tristeza mm, da sua partida. Mas com a certeza que a vida ,nntimu. dl.'ntrc Urtll, documentos que buscamos, anotações lembraras, fetos, descobrimos a maior herança que nos derou, e+ta.a c11trd111hJ,. um n.'l,1rtc, rnn prqu1.•no krnbrt:ll.'. qul.'.' eh: ,c111pr.: li.1. ~u,1nLiil ~, Í i,1. e i:-111.10 ohllC ,l rt",pO)l 1 qul' {lllfl 1 (h.al.i. ,o 1 up). nós ()fh'>.lllllh lr,Htmillr ,Hh nov-.l"h ni.:h>, e quem ,;1hc ao b1,nL·1oi... lOlllo -()te h: e ,t i1:l1uJ,!JL'. sutilmente e profu11d.1111t.·11t!' i111pn.:g11,1r cm not.-..i.... ,11111.1-o J ,er<laddr.1 herança para nossas das, O seu poema diario era o amor em todas as o.a»tis, em tudo que fa11a, cm tudo que falava, em tudt1 o <-1ui:, I 1.1 Assim era ,océ Tup}. a,-.im ele pc...1h, ,1... it,)tlll cll' ,,µia. Com saudade,; c,po'>a. filho~ nora, 11:lth e hi,ndth Assim ele pcnsa,a ... A"im ele agia. 1'1a111cnha o ,cu coração livre de ódio. Mantenha o ~cu c.oraçfm livre de nborn.:cimc11tos. VIVA COI SIMPLICIDADL E IIU11l.DADE. L 1 1E1'10R SEM ORGULI 10, SI.M !'RI CO!C. EITO'>. 1: CO:V1 FÉ! ESPERE POUCO E DÊ 1'1l.il10 DL: SI. Cerque sua , ida com o doce ,enlimenlo do Ai10R, poi,. "0:-.lDE HOUVER A:-.tOR. DEUS AI ESTARÁ" (Tol,toi). 'unca procure defe11os, procure soluções: quem critica. destróc; quem procura soluções. "SERVE. AuXILIA DIGNIFICA. ÃO FAÇA AOS OUTROS O QUE NÃO DESEJA PARA SI. Faça de DEUS o seu companheiro de todas as horas, deixe que ÉLE. guia suas ações e seus pensamentos DIGA TODOS OS DIAS ACREDITO que estou sempre guiado por DEUS; ACREDITO que estou seguindo pela estrnda cena: ACREDITO que DEUS abrirá sempre um caminho, Onde não hou,cr caminhos, Porque ÉLE disse. por um dos seu, maiores profetas. ISAÍAS, uo cap.XLI·• "Porque cu o senhor teu D[L'S lomo tc: pela tua mão direita dizendo: 1',io IL'm(~ll ft'._tli.udo __ .. Experimente isto durante uma H'IIWIW e n,n• ficurú .tJrpree,!dulo com os n..•.utftado s obtidos l i "'lOUAADO HO"t0u, eRANCO ftOOR1CU(S • M.UtQA. CMlST'lNA ~ WAA.tJrr ambos.. br.lsilctros.. solteiros. dom.ohados e resdentcs na ru.i Gu'-l 1 1 LopeS -n• aaa.-cenfro. nesta cidade: ele. motoruta. n.ilJral de Bela Ví$t.a-MS. filho de Hcnnque RodnQues e Hlda Branco, ela, Ades do lar, nr.turJI de Nioaque.MS; filha do.Vicente Manm e Fehpa Vogado Se alguCm souber de algum ,mped.men!o que se cponha na form.-1 da LO. , • Dei, Vist:,ll,.IS., 16 dcj:mc,ro de 2 002- JANH.DE ROSA DOS SANTOS - Oticinl>. o em e everelro de 1972 Fundador: Ivaldo Pereira Diretor Comercial: Victor Hugo Vel;uquc.t Pereira Ditttor-Editor·Chefe, lvaldo Pereira Rcçortogcns: Ub,ldino Rodrigues COLABORADORES K,nncr Leite• C.u.:1col P.utho•I Mitiditri - Bonito . Geraldo Ftrrcira (Gcgê) - Antônio Jo5o Toninho Rul:r • Perto Murtinho Eldcr Lemo,• Porto Murtinho Edír Tav.ires • Porto Murtinho Reda_ção, Administração e Porque Gráfico . Avenida Tribuno da Fronteira, 564 - Beta Vista/MS Fone: (0 .. 67) 439-1410 -FAX (0 .. 67) 439-1544 SUCURSAIS Porto Murtinho, Jardim, Caracol, Antônio João e Bonita ASSINATURAANUAL: RS - .. 100 00 pnoce ca e bei ter e d 4amncr. 0.?J 11..5t.l 20-::!~f-5-f ~ noce-rer,oce r:·~••Occ:---~ :=.l!e.bt.';'-..!=.~ 5coo'1' !Nd-1.J,roS • Filiada: ADJORI e ABRAJORI , • • crp.r.;ó_'..j.c,r."oo:; nc; rro·C::.:c;. c:.:.nc= rôo rco:-r-....:r;•:::.--:i l'OC~c·~ • Em=m m cm=r=ses ,1- ,- •., .. Tupy de Almeida ilcllo '10.06.1.914 .,.07 .o 1.2.002 7 J t!aroa li! 'td.1 1 l!fu; 1111,•;l .. 1;,1 1 ~,1,1,: {t,rn por»os , r, .. r!,n I h ,,. 1 ' , f!to elos+mn, !mi e I h D lido Atar l te eHa Dr ,«ra!do l+a tletti'+ l'reade te lo suhura! Pedro feita Ptet«to utpl th' l'rlllll 111111:,l <1 h, 11'1,1 111, 1'~'1 1 J.''I'> I' J!,1d11: 1 11' ktl.11· I r!i1u, os$0s SI III MOS D!_TI > MW os{ar+li.ates do St lup, de Mm,rela fello que aoafa'vi da ] de janeiro '1'10-. 1'H llf'1 11111·rt11,11111) d,"'l'""' 1:,11111, q1w ,.1111 1111111,-.,1 1,11 1t·,l1h11l.1r p.11.1 l .d.i< .1~.1<1 l1w .i <· 111.1ld11 (,1 11111n,11, q1w 1111 1l(HO ,ulo l'fll ()l'IIIH( .j Ft:I IUll Ili 'I {',li I' 1111111,1 S.!lldt· (' o q11,· d<",q.111111, "º 1)1 c.u lltlll pl'l,1 si·11 ,11111·1-,;m11 111 nr1 nl11 1111 d1.1 1 1 PI' 1 lllÍ-.,1 o Dr Renato d Souza kosa. que oo rt'II d1.t :JO d•• Dezembro, onde a fanula Sonza Kos,a estava tolos tvunHos. p,ir.i fl',tt•J.tl l'tll 1' ( l/llll'lllOl ,11 <'Ili .1 < h,•~,111.1 dr• 100:! ECONOMIA NA SUA LOCACÃO E AGILIDADE NA SUA ENTREGA. Rua Barão do Ladário Te/: 439 2122 I 9955 9170 "" e ( ,/., I " 'l ( . } ' ., - y •·- ... _...,_.,., JOíltlAI , 1UlU!~A DA 1-ROtHCIRA ---------------- • BEL/ VIS TA População pede limpeza da cidade . º11"':J, haao Carla la que- l mpquua realizada, a populaio belavstene. pede ao prefeito municipal e aos retatios que dê mais atenào à idade, principalmente na que tão de limpezas, »to que a está em estado de abandono. A pesquisa tonlinnuu r111 prÍ111l'lJU lugar ,1 limpeza seguida de melhorias no !,1.'tot de ensino, como a implantação de u111.1 faculdade Em terceiro lugar está a questão de desemprego que atine a cidade, tanto na área urbana quanto na área rural Também foi solicitada melhoria 110 atendimento médico. Outra ,olici1açlo !dia ao chofo do executivo foi à abertura das creches no linal de semana para que as mães possam trabalhar. [m quintu lug.1rc'>t: o incc:nti,o na vinda de empresas de grande porh.', pc:lo municlpio, p.tra gcr.iç:1o de emprego<. A seguir algumas opiniões de moradores da cidade: AI.ESSANDRO GODOY, 23. momdor no centro dn cid:uk. Em primc.:iro 1ugar deveriam manter a cida<.h: limpa. dando assim uma boa impressão e nlo deixar ficar como atualmente está. A cidade necessita ainda de mais asfalto o do melhorias nos asfalio j:i cxi!!ilcntc, llllC encontram cm pr<-c:lrias condições de u<o. Outra dificuldnde quo hojo a populaçlo cst.i p,LSsando, principalmente as mles que trabalham. é de nlo ter onde deixarem seus filhos no::, finai!, de semanas, visto que as creches focham e com i'!i)O encontra dificuldades para trabalhar. J:i é difo:il conseguir emprego, agora imagine faltar no serviço todos os íinais de semanas. , manulcnçào das creches abcrt:LS no) finais de sr;:manas pelo município é de vital importância para aquelas milcs que trabalham, somente assim pcxkr-Jo man1cr seus empregos e assim terlo onde deiar seus filhos. Aquelas pessoas que ocupam cargo de confiança deveriam pensar um pouco mais na populaç~o < deixar de pensar cm si proprio, beneficiando a comunidade:. ANTONIO GERALDO MEDINA, 36, lr:tbulhador rural. morador no bairro Antonio Jo:io. A prefeitura deveria manter os !>airros mais limpos... todos est;lo cm pêssimo estado de conscrv')ç.lo. Também de, cria gerar mais cmprc:gqs...j:í que no campo cs1:i dificil serviço e com a queda de serviços no campo lodos ,,(m para a cidade cm busca de melhorias, mas também n:lo conseguimos, porque na cidade também n:lo existe: cmprcgo. E necessário quc a prcfciturn incentive a geraçlo de empregos. A questlo de 53.Üde de, cria. ser melhorada, principalmente para aquelas pcs.soJS mc.:nos favorecidas.. GENESIO AYALA. 60, dcscnhistu arquitetônico :ipo entado. Sou bclJ.'ÍSten.sc. mornva no Rio de Janeiro atullmcntc estou residindo aqui cm Bela Vistn. ,qui precisa urp:nlcmcntc melhorias, na :Íf'l~ de sutidc. Há )omcnti: um médico plantonista, enquanto que, é necessário dois, sendo um p:ira .1.s él1lcrgl.'.nci:ls. Muitas vezes ao chegar um paciente no hospital e o medico plantonista estiver fazendo uma cirurgia, o paciente devera esperar para que possa ser atendido o que ao meu entender nlo e coreto. Be!a Vista é uma cidade linda, deveriam mante-la limpa e implantar o turismo macio e fazer uma di, ulf:-:SÇào maior. a ni, el de [nasal, mas também dar u11ur.., .• , ... r 1.1 tt.·, ... ·m tllil.l bo.l mfra- trututapta que os!un Tu» Ji,1111 d ,qui llHH .. illi.: r;: )Jl1-.ki10 Aqu preta maior numero de op0es de lazer, melhores restaurantes t a construção de uma toa rodoviária. JUSCELAINI CASAI.Ili. 25, comerti.J1i.1. moradora no cctntro. Dei., Vi')! 1 necessita urgentemente, uma escola de ensino superior, uma la('LiidJde, C i1.111du quo a, pessoas saia de sua cidade par.a estudar em outra. E necessária a limpeza das ruas, dando as im um melhor asp« to e 11111.1 boa ímprc.-:,..-,J0 para os visitantes. ISMACL ANTONIO LOPt:s. J<,, militar, morador no baino Antonio Jolo. lll'i,1 Vhi,1 precisa de um., faculdade. p.,ra que ninguém precise sair da cidade cm bu,ca de estudo e Jc mclhon,, condições. Limpar •" nu, e dos bainos, para que diminua o alto indice de mosqu110411t cs1Jo infeslando ,., cidade. Ê nc.-cc:~á,ia a visita doc; vereadores nos bairros, para que tomem conhecimento das necessidades e n:)o ir somente cm época eleitoral. Maior conscicnti1.aç:1o por parte dos motoristas. que n:o estão respeitando os pedestres e que estlo deixando muito a desejar. ~ IJis sinali,.,çõcs nas, ias publica da c,Jadc. DARIO MARQUES, 43. empr<s:lrio. morador no centro. Ucla Vista precisa urgentemente ser limpa, tanto no ccnlro quanto na pcri feria, para que as pessoas que vem aqui possam levar uma boa impresslo de nossa cidadr;: O município <lc, r:ria incc-ntivar a vinda de grandes empresas. para que proporcione n populaçao empregos.. é o que mais estamos neccssi1ando atualmente. Bela Vista precisa ainda incentivar o turismo. que se cncontr.i sem expectativa de sua implantaçJo, só assim poderemos dcscm oi, er. o exemplo está nas cidades vizinhas. como Jardim Porto Mur1inho e Bonito. Quatro jo,ens, cnrn, 14 a 18 anos de idade:, ainda fiz.eram uma analise da atual conjuntura, onde disseram que Bela Visla necessita urgcntcmcntr;: maiores opções de lazer e da impilntaç;)o do uma faculdade para que a juventude n!lo ncccs.sitc sair daqui para estudar fora.. KATIANE ARCE, 14. estudante, moradora no Oairro Distrito N.S. de Fátima.. Bela VistJ. precisa com urg~ncia de . mJioropç!lodc lazer, precisamos de teatro, parque de di><rs:lo. cinema.. enfim possuinnos uma grande vari«bdc cm lazer, para que pos.samos escolher e nos divertirmos. Precisamos ainda uma universidade em Bela Vist3.,, para que amanhl ou depois nlo seja neccssJri3 a saída da juventude da cidade. O distrito de Nosso Senhora de Fátima precisa de mais pos10 de saúde e que haja um médico plantonista para atender aquela comunidade. jâ , que é enorme o quantidade de moradores naquele bairro, ao atender com melhores condiçõ«::s. oquelc distrito, automaticamente di!'S.J.fog.J.rá o centro de SJ.(1dc e: o hospital aonde virá somente os atcndiinc:ntos emergenciais. D E L M A RODRIGUES. 15. estudante. moradora no distrito N.S. de F.lti111:1. Te-mos um cn~ino deficiente, onde falta a pnrticip~çJ.o mnior úo's professores e dos alunos. Precisamos ter um currículo mais forte, para que amanh.i ou depois., possamos estar equiparados com outras escolas do estado. A juventude necessita 1ambérn de "· . - ' r,,,,,, ,,,._ .• ,.,. ·S:, ,,, r· _. ·.',.,,- ..... ,·_, .; :...., .·• . .,,v. .,,,/' .•. · ." mo,ores opções de lazer, hoje estamos restritos a lazer somente no Grémio, apesar de ser um bom clube e ter um bom ambiente. JS festas slo comh dat1S longa; uma das outras. o que de.eri:1 ser com maior frequência e acima de tudo nossa juventude poderia ler maior numero de oportunidades do lazer, como exemplo. um cinema. um teatro. enfim algo que una prazer, lazer, cultura e dl ors.1o. GUIOMARCAMPOSGODOY, 16. estudante, mor.tdora no centro da cidade. Para a nossa juventude é neccs.sário maior numero dr;: opçôt."5 de: lazer, princ1palmcntc divertimento noturno, o que atualmente temos pouco. ou . quase nada. somcnle existi;:- o ; Grêmio, onde o ambiente é rrgular Para se ter um bom ambiente, é necessário ser mais seletivo, as pessoas pn:scntcs é que fazem o ambiente e para tomar agradável é necessária a seleção. Bela Vista necessita ainda de uma faculdade. para que possamos continuar morando aqui, S'cm m:cessidade de mudannos pa.ra estudarmos fora. Guiomar destacou ainda a quesl:lo do iluminaç:lo pública.. Bela Vista, (St;i ::h escura). pn:-cis:t ser mais iluminada, h:i mui las ruas que C'Sl3o totalmcn1e escuras. dificultando o tr.:msito de pessoas que estudam a noite e que por ali transitam. A limpeza éoutro fator imponanle e de, r;: sc::r frita. t: o básico que devemos exigir. parn que dC uma boa impn:s.slo aos visitantb qut: por aqui passam. JUSCILENE ARANDA E ILVA. 18. estudante., moradora no centro da cidade. O municipio deveria priorizar mais ainda a saúde. '( « + }2z· 3 3% + • .~, ... , _, dando maior e melhores estruturas, apesar de 1er um bom atendimento, mas hà condiçc.'k'l de mclhori.c; O municipio tem condições de dar uma melhorJda no pon10 turbtico. dando uma infra•C'ltrutura com maior < mclhon:s condições J exemplo posso citar aqui o Lago Azul. que é um bc:lis~imo lugar, mas falta urna lanchone1c. umJ infr.i-estrutura b.l.sic:i para que possamos ir lá e.)cnt1rmos o quanto é agrad:loc:I e que c:sscs pontos turbticos que a c1dadr;: possuí possa envolver a nossa juventude Oulro ponto 1mpor1ante é o e, cnto que aconteceu na Praia do Pompdio. mas só aconteceu uma única , ez. ao meu ponto de vista deveria acontecer mais ,czc:s, porque 13 é um lugar maravilhoso e devera acontecer com m:tior freqüência. A Pª" 1men1açJo asfaltica de, eria ser complementada nas parte que falram e que de, criam ser recuperadas as áreas que cstJo em cst.Jdo criticas. todas css~ n~cessidadcs só , em J cmb<:le.ur a nos.s:i cidade. Outr.i necessidade é quanto ã urgl!nc1a da limpc:z:i ô ainda a -eriaçlo de uma faculdade no âre:i dr;: cic:'ncias humanas.. dando as.sim melhores condições pa.ra que :i ju.'cntude permaneça na cidade:. E nt:cessária .a criação de mecanismos parn :i gcr::iç:lo de empregos, o que csti cm faha hoje O que pm:isa ser feito é a criaç:lo de novas oportunidades par:i que nossa juventude lo abandone a nossa cic!:sde. • J , , :! ' z«A %_ , l ,. ., .... +'· "' ..... 'X...-:-:._ .... _____ L 5 . 2. . ' «g· .' w» ' ... -. .- ) JO'?NN TRIUNA DA #'JN+ +#A • BELA VISTA ----- n 0n,A, J I ! I' I 1 10 totoga a denx to d@vdas l'.urH c_.11111 ,' ... 111 avalo da p4ta ptd,a., lllt:!11r<,:i e meninas dvertiam un pendurados. outros sentados frente a lente, todos envolvido na bnin adira coletiva de fazer o mundo ptat a ui volta. As imagens mostrarão umas l2 rian,as em torno daquele brinquedo, enutre o quais dois parotinhos de era de trés anos de idade, seguros por meninas um pouco mais l,.' d.as provavelmente us irrls, O, meninos mais velho sdo visivelmente, JnJh nud.,ciO',o< Dois dele balançam-se como trapezistas, desafiando a gravidade e explorando os limites da própria destro, As fotos dos jornais, nlo deixaram dúvidas cm nossas mentes e em nossos corações: as crianças do Afeganistão sdo guaizinhas As nossas. 1: iguais, tambtm, ,1qucl.i, ,1uc 111orrcr.11n 110 alentado de 11 de setembro em ew York. iguais àquelas que ritaiam ,c111 os p.lis por cunt,t de uma hedionda atrocidade h11rt1,rn,1. 0111111 dia numa palestra, ouvi alarmado as palavras de um ho1111.!m que cm alto tom dizia: "nesta guerra que vem ai, só h~ duas ,tltc111ativas • ou vocês c;colhcm ser 1uld,1dos ou escolhem ser apenas alvos" Ora, nlo quero -.,cr ncnhum,1 dc,.J duJ roi,t~. Na verdade, nem quero que lrnja guerra alguma e, acrcditu que 11111i1a ge111c pens,1 como cu. Isso nJu 1cm nada a ver com simp,llbs pelo terrorismo ou antipatia por norte americanos. Nem com ingc11uidJúe. Todos queremo, justiça, que os verdadeiros respons:lvcis pelo a1cn1,1do sejam efetivamente punidos. Apenas, dcixo claro, que nosso belicismo de justiça como um casligo ao 1crror. nlo se torne ele mesmo um oulro terror e valha a vida de alguma daquelas crianps da praça cm Cabul. Os terroristas 11Jo poupam inocentes, é verdade. Enquanto estiverem livres e atuanh.:s, nossa'i criança.5 no estarlo seguras. Nem isso: porém, me convence de que possamos ou devamos agir como eles. Sei que parece fantasia, pregar sensatez e tk·frm..kr a paz num momento cm 4ut..": h:i. t:.rnta dor e passionali!>mos. O ódio está no ar. podemos sentir seu cheiro de sangue, h., desejo de vingança cm nossos corJçocs, há até mesmo um ,cntimento de que a justiça deva ser frita a qualquer preço Mas, por fa,or, senhoras e >enhorcs, alvos ou soldados: Haverá sempre pelo menos uma dilúa de crianç:i..s no carrossel daquela praça cm Cabul. Iguais às nossas. Ministério Públic inquérito co t a João Carlos lasque: O l'remotor de Justa Roberto Polim, a atou as representações verbais feita, pdo prc,1dc11tc d.1 C.'unara l.11i1 /lex,,ndre PalmieriXande) e vereadores llam,lo Parede,. Júlio Ltitc e Cica Lino. "" q11c ,ol1c11a, ., a intercessão da promotoria, no 1cntido de apurar irrqudaridade e r,·,pon,abilidadc, no toc,rntc nu dcpó,ito de lixo da cidade O Mi11i,téri,1 l'úhliw inst,111rou 1nquér110 (.,vil Público co11tr,1 o municlpiode Dela Vista. , is,mdo apurar fotos e 01 responsáveis, no tocante ao depósito de li,o da cidade que encontra-se exposto ao céu aberto e que vem prejudicando o, moradores das chácaras que circundam aquele depósito. O depósito de lixo que está localizado no perimelro urbano, na salda para Caracol recebeu n visita do promotor Roberto Polini e do; , ereadores Presidente d., Câmara Luiz Alexandre P:rl111icri (Xandc). Ramfo Paredes e Julio Leite para verificarem a situação in-loco Ê grande o número de proliíeração de mosca e existe um mau cheiro insuport:Í cl, que incomodam as pessoas que residem c111 111a proximidade. A prefeitura c,ta ,emana frz uma ,ala onde enterrou o lxo, mas pcnnanccc u111 furte od,.>r e uma enorme concentração de moscas. permanecendo incomodados todos o, moradores da rcgiJo. A empreiteira que , tnha explorando por concessão abandonou o local e por 1:i existe um grande numero de crianças t:m busca de objetos que possam ser vendidos e a pro, citados. crianças que não estilo estudando, mas que c,t:lo cm s aura m o·cíoio busca de alguns troados para ajudarem em caw. O Promotor de Jus11ça Roberto Pol1n1. expediu edital para a publ,caçJo no D1Jr10 d., Ju,1iça htadual. p:ira 1orn,,r publ1cl a presente· abertura de inquérito e noriíicou o secretario munictp,11 do Meio Ambiente, para comparecer a promotoria paríl prc,IJ.r pos•dvcis csclarcci111c11to. O milagre da reprodução dos peixes nos rios do Estado, conhecido como Piracema, garante o equilíbrio ecológico. Até o final de fevereiro e no rio Taquari até 15 de março. vamos deixar a natureza seguir o seu curso. O Governo Popular estará vigilante através da Polícia Militar Ambiental, portanto, não pesque durante a Piracema. Se fosse a sua época de reprqdução, você também não gostaria de ser incomodado, né? lffSPEJTI A VIDA I' / Governo Popular Mato Grosso do Sul fl r- p. CuL 11 fo :1 li::1-· 4, de L fi:., cee%. (b; P-----ir dd ri ti i ar:' JORNAL T KIOUNA DA FROtlT[IRA • BELA VISTA OPI1AO Terror às nossas ponas ■CONSUM:0OR O ás no Brasil é praticado à 1?$29,(JfJ em 90% das revendas, enquanto no P'arguo • gas Gás de cozinha e gasolina é auas age {I OU// I /0 OGvem»da olmbia d sinais de posshrhdade da ferina ão de uma rede Internacional terror±ta cm eu territro Crescem os temores de qur rl!'J,I ent form,,ç!'o uma rc:.dc terrorista internacional om 0s grupos LIA eparattst 1 UJ.,coque alU,l º" r,r,onhn). IRA(,.,, ''"" norte-+rlandés que atua no Hemno Unido) e rtboldcs marxistns colombianos, após a prisão na Colóinb111. de três supostos mcrnb.ros do IH.A, junto com 1nformr11;õcs do serviço de ,,.q;.urnnç,, d.1quclc pais. Agentes colombi,1nos disseram, que a extrema esquerda colombiana, mantém con1atos com g,rupq,s Jt,mrndos de IR palscs, mas .Ua maior pr<ocupoçfo é a de que os ~uerrilhciros do pr1Í passem íl concentrar HUS ataques nos centros urbanos, após terem aprendido tâlicn.s de terrorismo urbano com membros do ET Ae do IRJ. As forc (forças irrnodns Revolucionárias da Colômbia, maior guemlh• do pais) slo como uma esponja, absorvendo técnicas do terrorismo intcm:lcion:il TCm dmhc:iro e drogas suficientes plrn pagar pelas armas mnis sofisticadas, por trc:inamc:ntos cspccia1s e por sislc:rn:u, de comunicação considerados de alta tecnologia. O jornal colombiano, EI li<mpo,dissc que o lnlerpol busc-• na Colômbia, cerca de 200 terroristas internacionais que est.1riam ajudJndoos guerrilheiros daquele p>is. A firmou ainda que, a ln1erpol tem ordens de prisno e fichas de cada um dos tcrrori5ta.s estrangeiros ou mercenários, entre os qu:us estariam: croatas, __ iucosl:lOS, p.1quist:mcscs, turcos... esp3rlh~Cu6ãnõs,tiãlí :i nõs. o.mcric.1nos., irlnndescs e nlcmlcs, cntn: outras n:1cionalidadcs. ' Muitos cstnriam envolvidos com contrabando de ;mn:u e drogas e teriam vínaJlos com "crimes de guerra". O chefe da 5'. Origad• do Exército Colombiano. general M:utin Carrrio. di.s.s,c que. ~lém dos ni-s irlandeses presos, outros membros do IR, e do ETA entraram na Colómbb. P,ua o canal de TV NTC. de Bogotá, o general se recusou a dar mais detalhes, pois poderiam prcjudic:1r opcroçõcs em curso. l , , ' ., ./o,Jr, Cor/05 Vefti:qr1c•: 0 is de cozinha. de I3kg, em Bela Vista, está quase unificado, conforme pesquisa feita pela reportagem, com vanaç.ào cm apen,;, trê, c,tabclcc1rne11tos, enquanto que na maioria é pratica u111 único preço. O g;ís está sendo vendido pela maioria do comércio a preço d.: RS29,00, tanro entregando, quanto pegando na revendedora, enquanto que cm outro três estabelecimento que revendem o gás de cozinha(: praticado o valor de RS28,00, com a diferença de RSl,00. Na cidade existem aproximadamente 20 pontos de revendas, onde, mais de 90¾ dos estabelecimentos praticam o preço unificado do gás de cozinha de RS29,00, o que corresponde a 1/6 do salário mínimo, enquanto na M inasgás de Carlos Cruz, Conveniência Guaicurus, Mercearia Central são praticado o preço de RS28,00. o posto de revenda da Barão da firma Liquigás o preço praticado pelo seu proprietário é, conforme ele, entre RS 27,00 à RS29,00, onde não quis entrar cm detalhes e nào nos dando maiores informações, demonstrando insatisfação com a ida da reportagem, em pesquisar o preço de gás de cozinha de 13kg, cm seu estabelecimento. O comércio mais b:irnto cm que é vendido o gás, esta cm um açougue na Barão do Ladririo, onde o preço do gás de cozinha de 13kg. está sendo praticado à RS27,00, mas n3o faz entrega. GASOLINA Os postos, onde vendem gasolina na cdade também estão quase unifi<ando o preço de eu» combustíveis, onde na cidade i:xistc cinco postos d uri,,çto ele preço, pr,1t 1 .:do, pelos estabelecimentos estão entre RSJ,75 à R1,78. mantendo u111a d,fercnça irrisória no preço que é entre RS0,01 à RS0,03. O combustível mais barato vendido no município está sendo praticado nos postos Fronteira (Barão do Ladârio, no centro) e do Trevo, nn saída de Bela Vista para Jardim, onde o preço da gasolina cs!ÍI custando o litro a R$ I, 75. Nos po,tos de combustível, da cidade, o óleo diesel está sendo praticado à RS0,95. O álcool à R $1,22, no Posto Fronteira, da bandeira da Taurus, enquanto nos outros poslos estão sendo praticados à R$ l ,24. GÁ E GA OLlNA NO PARAGUAI ·!AIS BARATO Os postos de combustíveis do país vizinho, no Paraguai, estão sendo praticados com uma margem de diferença no preço de 25% mais barata que aqui cm Bela Vista-Brasil. O preço de gás de cozinha está sendo praticado à RS 18,00, de 13kg e verificamos que o peso está um pouco abaixo. De dez botijões que pesamos tiveram a diferença de peso de 500g. masmesmoassim,cstásendo RSIOS,60, mantendo uma compens:idorncomprndog:is economia de RS24,00. Na de cozinha em Bclla Vista 0 compra.de um bot1Jào de ga~ Parng_ua1. .. .!'., de cozinha de 13kg. ,occ Outra diferença de cconomizarra RS 11.00, u preço, existente no país correspondente a 38%. e vizinho é quanto ao preço de daria para comprar 2kg de gasolina. O preço praticado carne de !', que atualmente naquelacidadechcgaaserde está sendo praticado crn RS 1,36, mantendo uma torno de RSS.50 o Kg. diferença de RS0,40. perfazendo o percentual de 25¾ em economia. Para se 1er uma idéia melhor, na compra de 60 litro, 1 d::: gasolina, no Paraguai OCê gastaria RS 81,60, enquanto ;· no Brasil OCC pagaria ; . ..._, Com a Cruzeiro do Sul sua carga chega rapidinho. O Exército de Libcrtaç!lo Nacional (segunda maior gucrrilh:a colombian:i cm a1ivid.odc)cheb'OU :i fazer contatos com especialistas cm c:arros bombJ. e explosivos do ETA. Os irl:mdescs, hmcs Monaghan, Martin MCauley e Niall Connolly, os tris supostos membros do IRA, capturados no Aeroporto de Bogotá. ao chc:g;u-cm no ,oo indos de San Viccnle DelCaguin, base dos Farc, dc:Cr:lo ~nn:inc:ccr cm prisJo d.: segurança máxima cm ogotá. As únicas cvid(ncias contra eles slo vcstlgios de c:.xplosh·os. cocaína c: anfctamin.1 encontrados em suas roupas e bagagens. 'rio h5.. no enlanto, prova mis concreta que os liguem ao terrorismo colombiano, apenas seus históricos de lignçõe:s com o IR. Como também nlo h. nenhum p<.-dido de cx1rndiçâo. os tn.½i que viajavam com p;llS,lPOf!C:S fahos. pronvclmentc sc:rlo depon-:idos. Niall CoMoliy. 36 onos. lider do trio. us,11.,1 o nome falso de O.wid Br.idcn, o nome ficticio do li'ro "O Dia do Chaol". Ele ficou 5 anos b.u:cndo cm Huv:m~ como rcprest.-nUtntc do Sinn Fcin l braço politico do IRA ) c:m Cub.l. Viajando com P~r1c: irl:mdês falso, viJ.juva de Begotü para Dublin, va Madri, cr:i o úmco que falava espanhol, C"ttl indicado como provável arranjador da vi:lgcm. até os ., c:impos de- trtinlmento das Fo.n:~ ~r="=======================--=---~---~--~ E agora vai ser coletada mais rápido ainda. Operando com exclusividade, a empresa Leva e Traz é a ünica autorizada a coletar suas Encomendas. Isso representa mais segurança e Tranqüilidade para você, que precisa de Agilidade, rapidez e a garantia de entrega em todo o MS, ~lém de SP e PR E para ter mais comodidade, basta ligar para o telefone 383-1717 que a Leva e Traz vai At~_vocé coletar a encornend_a. E em todo o MS você ainda conta com: •entregas porta a porta em até 24 horas •coleta gratuita "salda diária ás 21 horas , .. Grupo ruriro do Sul ------- --- Disque Coletas: 312-9700 ' ,. ; Cru:eire !e $u! J.17 i 1 1 ■HOMENAGEM unilic do Pedro Pedreira Da Reda;ão» A admini,tr.1ç,io do pn:fcito G«:ilJo lur.111n cm Bela Vista, esta deixando a desejar qu3nto j lirnpcL.l e conservação das ruas da cidade. tambJm no t(lc.1mc ao inicio de: ohr,h qw.: .1 população entende ser prioriJndc (c,tJ,;:io rodoviária., mercado 111u11icipal, b.lÍnCJrJO municipal. matadouro e pJvimcnuç,io asfaltic.1). n,, tocante à Si • DE merece nota DEZ. Ninguém discute que o povo de B<:la 'istn recebe um dos melhore atendimentos médicos da região, às vezes, ha problemas no hospital São Vicente de Pnuín. m.1s rq :irl:'.:1 ::idrnini"ltrJ.th J. atendimento i: pre::,t,1ç.Jc dl" serviços só merece el,>gio.=-.,. sobrctuáo nos Postt•. de Saúde. Ger3Jdo 1luranc1 cuida cem carinho desse setor, médico, conhece como ninguém as problemas e as 0lu;8s. Sem comentários. 1 1-loje. nosso jomal preta homenagem a um • ini:dico que h; dccJd., presta serviços em Bel± Vista (Brasil e Paraguai). lembrando que é po!itis, fo vereador. presidente da C3mura Mfuniip±! e Diz:r do !lo,pitJ!, i:!L,mos d DR CARLOS .·LBFRTO OC,RIZ. mJi, ~onhccict,, c,,m.> DR C,Clll1O. médico competente. era.ler entusiasmado quando se tr.H.1 d ... - .. !.:f :r:ler opoeees interesse de nessa idade, politio. ético espenoivei Buscando sempre o ±perfeiçumnteea bus.a d.a modernidade pura mih:sr atendreeriet.sr a ppuiaçi ... o _ür C :chite realiza e >1a realizando os mais dites isla D,: Car!m Alberto Ocari:: é homenageado a cursos na capita! dc estado, cont1JJ1dn p.1r.: i,~u corn o apoio e a colaboração do prefeito Marano O Dr C.trfv, /lb.rto participou eCarpo Grmnde, do, i:t!hll... Jt: CO'<STRl'I. 'l10 A 5 [Q' IPLl, DE S,LDi.. D: ' C IÍU,: Cl'RSO íl;.Sf( O DE 5 (,DE D, f..lí! !A; ESPECIALIZA, ÃO EM SADE DA FA,-IILJ .. : PL,-:,.;EJA;-..J['<TO !: PROGRAMA DE ,TE1'Ç ,O !:J,1.SIC < E:'-! ',A ( DF.. [LE.l f~ 1 OS :V!ETODOLÓG!CO~ P.KA ,CO:S:STRl ÇÂODHt !LTUDOLOG! l:'. S,t' 1 DE. .ILO!CII: H...5E D, i:.l LIDÉNCAS.CICLOS DA VIDA: '1GJLr,CJ El'lDElJOLÓGfCA, ~,.:,, outro,. Ne ült:mo final • ser21, os funin.ri ispit+, ter17, centrar:ande si " 'seio que teterne, tau'e: Camr Meniipa!, sua outra sa, onde s±a utelgnis, uriter e determina;ão sdo 11.."..:'l"''-..Líl t, ------------~--- • Allf. 1 1 :.,f, /IÇIO Preleito volta atenções para a cidade • SJUOE • INTONIO JOAO () ["'1 ... ·l" l11 d•/.• • ' 1) J1•,!<1, 1) •,1) (.) Jl 111•/ )Ili o (l'll>ll). lc•rrd,,!l I n, de Oliveira Santas (PH! ) attaés da ocrn1a Mumipal de Sede Remido Mfendona e o vetado Jacquelino Lino Arstimunho (1'lDIIJ. colPu cm funl i,,n..amcrillJ c.:111 Jl..'.J...:nbro nu fín.d d,> :1110 ck 2002 no Hospital Municipal o ap.,rdho úc lJhr.1-,0111. 1 11trc11,1.1 ,10 jornalista Geraldo Ferreira Geµê do j,,rn.il l r,huna da Frunteir,1 --:-;o, J,i .,tcndc1110, 25 pessoas, isso graça ao cur,o que for,1111 feito, cm Campo (ir,mdc. foi 11111 cur,o Jdic,1do, e que exige muito profissionalismo", enfatizou O 1101 o (icrc11tc de Saiiúc conta agora com m:us urna e11frrme1ra padrJo que o assessora e é responsável pelo PSF-U. Deisi de Cá,sia Uocaloa. O prefeito Di1cio Queiroz Silva e lone de Oliveira Santo> , cm dando apoio ao Gerente Municipal de Sade, que com grandes c,forço, já está o Aparelho de Ultra-,0111. •·E,sa é mais uma conquista para o meu 111u111cíp10. e a população est,í a INVASÃO Saúde de Antônio João em ação , O àp,,relho tle, Ultra-.fom jd está em funcionamento, na foto o Gerente de Salde Romlldo Mendonça, vice-prefeita lone de Oliveira e vereador Jacquelino Lino Aristimunho. de p.ir,1bct1', n;1o prc..:h.t 111.1h ,e deslocar para outras loca I idade, para f.11cr e"c tipo de e,ame··. folou Dicio diz que está muito contcnll." com .1 110,a adm1111,tr,1çào da Gc.:rêncu Municipal de Saúde que 1cm desenvol endo um trahalho muito !l.ér10 e muito criJtl o nas campanhas contra drogas, doenças, educativas. "O mais 1mportanlc é o meu povo que scyam bem atendidos, temos urna equipe de m<:dteo que e,tào trabalhando do melhor possível cada um Os nossos recursos são mutfo poucos, mas se Deus quiser para este ano t')l,í'./110 (OIT llLll"t recursos para dar o tratamento vip" finalizou o prefeito D.ic,o ()ue,ru,. Ai11da o Romildo di, que o prc:Íé1to ji conseguiu 2 m1cro-comput:1don.·'). sc.:ndo 11rn para otena e outro pata a coonknJ._:.1l, de lOl1truh.·. "fTI beneficio ao funcionamento dos trabalhos, dos progtata» e dar agilidade nos (1J1H:1tHLl111Cll10"', C j .. 1 , 1.1hil11ou 11111,t ,i:1111r,1 ,rn1hul[11a:ia p,ir.1 gen.·ru.:rn ,11ra,cs dJ '>ecretú1.1 de L,t.1do de ',iiúde, Gcr.i!<lo Resende que anunciou dur.,ntc contato. (Geraldo Ferreira - Gegé) t neces,it.lade de manter o equilibrio entre a receita e despesa, como cm fazendo desde o seu primei ro mandato (incrementado com a necessidade de aten dimcnto à.') c:ig!m::ia, Ja Lei de Re,po11,:1hil ui.ide!· iscai). lc, mi t' prcf1.:1h1 Jc A111l'l1110 Jo:10. D:icio Qucirol Sil.a (PllDll) a priorizar a admi nistração municipal ncs ... e inu:io de ano. Em Janeiro do ano pa,sado ele já ha, ia a<srna do decreto dispondo suspen dendo todo e qualquer tipo de despesa, 110 ümbit0 da prdeitura, medida que aca bou mantcnd0 a folha de p., ganH.:nto de demais compro• missos cm dia. D.leio Queiroz disse que vai puxar as rédeas da administração e pedir o apoio da sociedade para diminuir a inadimplência de impostos. "O municipio ~ó 11.:rã condições de manter cm di:. suas contas se houver a co- 1.ibor,,çi'o da ,ociedade e. principalmente, dos nossos sen 1dore, públicos". just i fica o prefeito O Departa mento de Administração e l'in:111ça, tc.:m a responsabi idade de fiscalizar e con rolar a eletiva aplicação da, dctcrm 1t1i1çõe, d0 pre f c-ito e, desta forma, o mu n icipio espera cumprir mais um ano com a s con tas equilibrada,. Ak111 de prefeito e pecuarista, Dicio Queiroz também é , icc-prc ... 1dcn1c regional Sul-Fronteira da Federação da Agricultura de Mato Grosso do Sul (Fama,ul). presidente do Cidl!m;-i Cornórcio Intermunicipal para O De scn,olvimcnto Intccrado da, Bacias dos Rios Mtiranda e Apa e da Rede Bra,il Je Organismos de llacia, llidrogrúficas (l{ebob). a CIDADE ® ffilUITõ [b] lill õ [IDU® ® co W/ ©IB.1ffi1® IB) al00F27 A p:irticipaçà,1 da so ciedade antoniojoanemse no processo de cquilihrio das contas pllhtic:i.s foi con siderada import:rnti,,im:i pelo prefeito D:icio Queiroz. que esta como cando os contribuintes a darem s 11:1 parcd:1 J~ cola• boração através da quita lo de suas pendências com tJ municipio. J jthtific:iti,a tam bém é um alerta sobre a in=idimplênci:t de contribu intes para com a Fazenda Públi-.:a ilunicipa1. , pr'---.__ fdtura con, ocou todos os 1.:ontribuintc.:, em débito para com .'l prcfoilura mu nicipal, inscritos ou n:o na divida ativa, p:ira " paga rem seus debitos o mai. breve possível TRIBUNA DA FRONTEIRA É MUITO MAIS JORNAL . . .:-; ' füUisnõça Federal determina que índios desocupam IFazeimfffla n11n,á1Hndan no mltllnõcipno de Antônio João Os J00 indios guarani-kaiowá que ocupam uma :irca de 30 hectares da Fuenda rrontcira 20 quilômctros de A11tonio Jo;o - t~m até sexta-feira para deixa; a fazenda ,ob pena de serem rcttrados à força. A dcterrmnaçào partiu da Justiça Federal. cm limitar concedida pelo Juiz Pedro Pereira dos Santo,. numa açào de rcrntc:graçào de , posse impetrada pelo pecuarista Pio iha e familia. .., Na sexta-feira. três oficiais de justiça infonnaram a decisão ao 111inistêrio Público e notificaram o escritório regional de Funai cm Amambai. Na manhã de s.íbado. pon oha das 11 h 1 0m. os oficiais de justiça, acompanhados de cerca de I O p0liciais federais. chcliados pelo delegado Eduardo 1'1auat, foram à área invadida cm tri:s viaturas (duas da PF e 1 uma da Justiça Federal). intimar as lideranças indigcnas. Um grupo de apro:,,imadamente 50 índios recebeu a intimação e foi informado sobre a decisão judicial que garante a reintegração de posse da propriedade. A Policia Federal alertou que O prazo par.1 desocupação pacífica da án;a é de 5 dias a contar d:a d:11a. dn intim:içüo. A sentença foi publicada no Di:irio Oficial da Uni:10 no dia 28 de dc1.cmbro Ultimo. O --capitilo"Lorctito fernandcs ViIhalva deixou claro que O.:i indios n:io vão deixar a área e que continuarjo pleiteando a posse da fazenda, onde esta situado um morro que. segundo eles, trata-se do :·cc-rro ~tarnngatú .. , que Julg:un ter perh:ncicln a ~i.:l:, ancestrais. A invasão ocorreu no dia 20 de dezembro de - - BEE i= . .. . ... . .,,.. . ·-,i.. 1998 e tem sido moti,o de freqüentes atritos entre os g.uarani-kaio,Ú e funcionários das tazcndas. ilATA-BURRO Logo npôs os oficiais de justiça e os federais terem deixado o acamp.,mcnto. os índios bloquear.im o acesso às fazenda retirando ns tra,·essas do mata-burro da entrada principal da propriedade. O pr:izo para saída do local ,cncc nc:st:J. sext:i-feira.. Se- os índios não sairem ..:s-pontancJmentr.: .. n Polícia Federal e os oficiais dcjustíçn terão de cumprir • a detcnninaç:o de d.:.socup.1r a ire1. Na mesma sentença liminar, o juiz fed..:ral dc1ermin;1 ; Policia Militar de Mato Grosso do Sul que coloque efetivo necessário à d:,posiç5o da Policia Fcdenl. que ficara responsável pela coordenação dos trabalhos. João, Dácio Queiroz Silva para desocupação da foLcnda. disseram que 150 aguardar~ A Funai já entrou com t d . ran~corrcr o prazo dado pe b recursos de agra,o junto no JU t s iça e esperam que a s:iída Tribunal de Justiça federal dos ind ' os seja pacifica em Süo Paulo para tentar .. A d • pesar os prejuízos que anular a decisão judicial. AGUARDANDO estamos tendo, optamos por O d1scu11r_o assunto naJ·ustiç• s pecuaristas Pio Sih a. Pio - Queiroz Silvl.. Sdma Queiroz P?r:i_ cv_,t.ir qualquer tipo de violência", disse o pecuarista Siha e o prefeito de Antônio p· 5• 1 e h L q d c:rn n: G D. JOR:11: r l<IOIJtlA OA F'ROf-H[IRA •BELA VISTA 19 d • •• Tribuna do Sudoeste l0III. .. OJ'IO[IA'l/0 ..OMHLHOIO po!tia ne fa!ndo, n4o é fi), af.na. por mais paradoxal que pareça, o ano que passou foi o "pior ano, do Govemsdor Zc, bel vai deslanchar ao mesmo tempo o melhor ano', nessa trajetória vitoriosa da PRO} IAM[os 1 nb1111.1 d, Frnn1cir,1 Sempre 1iv(1nch um., ml,11c.1 pdo "2001 ··, , 1,pnne111,.bJ, ;.;:;-d .. ;; ir u, lr..h.ilhm J., • 1 "' - r • 1I ilt J() desde "Odisséia no epao" até os livros de ficção cientifica (a AUGUS I O 1 Oltf(í ~ DL /Hill, DA, o homem além de maioria) que precavam randes mudanças neste ano, pois é, competente é um erelente rela,es pubhas e adepto ao dia!e to tmham razão os escritores, foi, realmente um ano extraordinário. para resolver pendências. Na area administrativa, é v n .. • 1 • l'.1r,1 O h.!m C p,H,I o mal (lembrando as explosões das torres cm que sabe como ninguém resolver os mars diversos problemas { Nova lorque, a tuerra no Afeganistão, ainda os dc,entendirncntos i;cnte de conliJr>ÇJ Ju Abel, do leitor e do/a, este sim ,,,.:,,e n'.I Irlanda, na i'alelin.1 e por ai vai ... ), houve avanços 'O1A 01.Z. cun,i,kr,hcis p.1ra outr.1 prc,is.lo dos futurbtJ, a implantJ ao F. NUNCA [SQlJFC[H de um gu,crno mundial. tudo indica que caminhamos para is,o. Que o trribJlho e a postura do vice-prefeito de Horto Mfurtinho, (; o dc,pertJrJ de 11111.1 nova conscirncia. FLÁVIO QUEIRÓZ. é de sum.1 imporLinci,1 para harmonizat as l',l{A NÓS correntes politicas e projetos de governo de Abel Lembrar que 1 oi um ano diíkil, de aju1tcs e rcvisõl"'I de alguns conceitos e Flávio é hoje um dos empresários (rurais) mais conceituados da planos. Obtivemos rlcno ,uccsso em nossas metas, alguns ,idade e com trúnsito livn: nos m,,is divcrw, sc-~J1wnw,. (),"""' prohlc111n, de ordem pcs1oal nos impediram de caminharmos elo1,ia o fl~,ío, a todo inst.1nte, é o p1ernkn1c do P r O,,;r,ll maiH,ípídus, é prccbo ter a "cabeça boa" par,, cnfn:nlílr doenças Mirando dos San1as. pJrn ele ··FJ1h10 é wmp.rnhciro, L t1Co e e situaçõe, inu,itJdas, mas nada que impeça o caminhar. O corajoso, na defesa de suas idéias. lenho orµull10 do d1.11n.-lu de projeto Tribuna avançou, estamos cm busca de melhores dias, amigo". não penas para nós, mas para todos os moradores do sudoeste e MEUS AGHAl>[,CIMENTOS da fronteira. Nc,,a busca tercrnoi que ser mais agressivos nas Nem é preciso dizer o porque, vocês sabem. fica aqui meu, rdvindicuçõcs, n;is cobranças aos prefeitos e vereadores, ' agradecimentos aos amigos de Jardim, pr.cfcito MARCIO. e., Governo do Estado e Federal. O povo conta conosco, pois est; prefeito JOELSON J>ElXOTO e RUrlNO KUl!!LM, na, hor,, rnnsndo de ver a realidade pintada com cores que n3o condizem , dificcis é que se conhece os amigos, apesar dos defeitos, falhas com o dia-a-dia da popul.tç~o. Otimismo sim, mas maquiar a : Inerentes ao ser humano. a GRATIDÃO é uma virtude que nJo n:Jlidade n~o. temos é que pisar noch~o firme e procurar resolver pode faltar nos homens que buscam o crescimento. Fiquem os problemas. sern fantasias e festas, não é hora de festa, é hora tranqüilos, havc ;! retomo, estamos pronto,. agora parJ ,olt.tr de trabalhar. com força total tender Jardim, com muito mJ1s presença. NO TOCANTE, DF.LA VISTA atuaçJo na comunidade, nunca esquecemos que foi JARDlf e Todos nós sabemos, nós e o povo, que o Dr Geraldo Murnno é sua gente, o alicerce para a construçfo dcslc jornal, desde 1972. médico compelente, altnilsta, ser humano sensível, mas está na que estamos juntos. Vocês podem contar conosco para o que der horJ (j:i se passou urn ano desde a sua posse) de mostrar também e vier, nJo pude abraça-los neste final de ano. mas faço de público suas qualidades de administrador e condutor de um processo meus agradc:cimenlos. Muito obrigado pela comprcens:io. que, todos esperam, transforme, realmente, nossa cidade. AO PRF.l'F.ITO f,RCIO Evidente, j:i falamos isto, que nJo cabe ao prefeito. unicamente Só urna palavra. M:ircio, você é a pessoa mais indicada para a ele, a responsabilidade de transformar a cidade, mas é ele o representar o Sudoeste na Assembléia Legislativa. ,occ: é decente, canal,omeio,porondedever.lconvergirtodososplanos,projetos digno, competente, um pai de familia exemplar, um amigo fiel, e idéias. PREFEITO deve ser GERENTE, liderando uma equipe I um exemplo de vida. com todo o respeito aos demais prefeito,. eficiente de colaboradores e afinados com todos os segmentos . .,__y~~...!_O D:icio, 1:1 de António Jofo, sJo referência guando se" O CO~lENT,RIO DE fala em administraçJo pública. Falando como empresário Um bclovistense, residindo cm Campo Grande, que veio passar (pequeno), nJ.o como jornalista e nem aprendiz de escritor, o o final de ano com os seus familiares, foi gratificante, doeu um único defeito (seria defeito?) seu e do D:icio, é aquele mesmo. e pouco, mas foi gratificante. Disse o seguinte •·Bela Vista é uma o povo gosta (foram n:eleitos). um tanto quanto "seguros" (viu, cidade bonita. talvez a mais bonita da sudoeste, ruas largas, bem mudei O termo), com relaç:lo as verbas para propagandas e traçadas, belas residências. asfaho, jardins. MAS ESTÁ FEIA. divulgação. Amigo:voc~ honra e dignifica a tradição da família Muito feia n~o vi nada de novo. muito pelo contrário, ouvindo MONTEIRO, o mesmo p;i.r.i o Joelson, que carrega com orgulho, as rádios, lendo os jornais que circulam na cidade, me deu_ª.. os sobrenomes MARTINEZ PEIXOTO. impressão que há duas Bela Vistas, a da imprensa e a do povo. A FALA DO NISSO Bela Vista da impn:nsa é uma cidade onde n3o há problemas. Nãoestánahoraderesgatarasmais'legíumastradiçõesdenossa todos estão satisfeitos, h:I progresso, harmonia. A do povo não O gente? Lembrar de nosso povo, dos pioneiros que construiram povo não est:i satisfeito, alguns até mesmo com baixo astral, JARDIM, BELA VI TA, BONIT,P. PORTO MURTIN!IO, frustados. arrependidos, í.ilando cm mudanças de cidade. Não homenagea-Ios com nomes de n,as, praças. escolas. postos de vi nada de novo. as mesmas promessas, ainda não temos o saúde? IH contradições e paradoxos no "batismo" de algumas mercado municipal, a estação rodoviária, um frigorífico, fala-se n,as e praças. cm turismo, mas não há avanços neste setor, muito pelo contr.irio, F.STF. RECADO É a maioria do nosso povo. sobretudo os jovens, procuram Jardim. Parn o Governador José Orcírio, o Zeca óo PT. nascido e criado Bonito e até fogem para as fazendas. E vocês da TRIBUNA DA nas barrancas do Rio Parnguai, muninhensc, com raízes cm Bela FRONTEIRA. que é o jornal de Bela Vi sta • grosso ou fino, feio Vista e Porto Muninho, senhor Governador, o -corredor Sofrido" ou bonito. não interessa. é O jornal de Bela Vista. nada fazem . só deixará de ser corredor e sofrido, se o projeto de pavímcnlaçJo para ajudar a mudar e st e quadro, ª culpa maior é de vocês, asfãl!ica da rodovia que liga Antônio João :i Bela Vista e Bela fonnadores de opinião e dos vereadores que foram eleitos para Vista à Carncol até Pono Muninho FOR CONCRETIZADO. E /DMINISTRAR JUNTO, cá entre nós, e st ou decepcionado". também o PORTO cm Muninho. Também a implantaç:lo de um; ' O CIDAl>,O FRIGORÍFICO em Bela Vista ou região de Muninho. Sem essas falo,i ludo isto na Redação da TRIBUNA, não aceitou nossos obras, continuaremos a sonhar c cada vez mais "sofridos". 1 argumentos, nem ajustificativa de que o Geraldo Murano, neste :',EI OUF. 0 REGl!IF. CAPITALISTA · primeiro ano de mandato ajustou a casa. tem projetos, planos, agora sim. a panir de agora vai dar a grande arrancada. Nós lhe demos um vo10 de confiança. olinal. no primeiro ano o pn:feito eleito merece esse voto, todos os prefeitos.já no segundo ano, a história é diferente. a cobrança passa a ser constante. faz parte do processo. l'OR OUTRO LADO A- fez do homem, um ser que sempn: busca o lucro, sei também que o lucro n:lo é pecado. desde que não seja abusi, o e não provoque a exploração do homem. pelo homem, entendemos que devemos buscar um regime que diminua o imenso abismo que existe entn: ns classes. Acredito num regime e chegan:mos. Já. onde não haverá tantos pobres e 11!0 poucos ricos. Isto não é apenas uma qucst1Io econômica. mas MORAL E ESPIRITUAL. Um ex-prefeito de Bela Vista. disse que o Murano tem até I FALANDO NISSO JUNI 10 para mostrar serviço. isto porque haverá impe<limentos Q quanto aos n:cebimenlos de verbas moti,,:,dos pela legislação ' ue me pe rd oem ª .. companheir:i d a" do PT, os que apoiam o Lula para presidente, mas com um pouco de bom senso. • eleitoral, até dezembro será a guerra da campanha. Para .esse I entenderemos que neste mundo globalizado, com Üliltas cri,cs, : prefeito, .. o Geraldo precisa. urgentemente, de um plano de , . go,cmo. de uma estratégia. de objetivos definidos, isto sem oscilações das economias., conílitos. guerras, sô mesmo um : lembrar da Lei de Responsabilidade fiscal, a panír deste ano PRESIDENTE como FERNANDO HENRIQUE CARDOSO mui10 mais rig.idu". : poderia levar o barco brasil a um pono seguro. Queiram ou não. CONVF.RSA~IOS l temos. hoje, um dos melhores presidentes de: nossa história. Tenho orgulho do nosso presidente, no Parlamento frJnccs, fala Sc,tn feira com o prefeito de Bonito, Geraldo Marques, ele d. . 1 . 1 · f . • d d d e gua para gua em rances com os líderes do país tambemprclcn e arumaarranca ,ncstc2002,npósocam,val ! id de ber a ' amos entrcvist:1-lo. saber de seus projetos. seus planos para a I cons, era O . "'.º ª cu lura; na O 1:1· folJ para os lideres do cidade que mais n.-cebe turistas no MS. T,mbém ló. em Bonito. ! mundo, em inglês e trata a todos de igual para igu,I. Nlo há as cobranças sJo muita..<, mas o Geraldo esti dando conta do ' du~1da. º. Brasil precisa c:ontmuar no mesmo caminho, isto só recado. . ! sera poss,vcl se elegermos o sucessor de Fcm:indo Henrique. e. CANDIDATOS A DEl'!JTADOS I provavelmente será o meu liderdos tempos de estud.inte cm S:!o • • . Paulo, li Serra. o nosso Ministro de aúdc, Jos' S •rra. ~Imita gcnle. o que 1cm de candidato a candidato a deputado I A VF.RDADF. e e estadual, com mn1ns prontas para invadir o sudoeste nl!o cstã • cscrilo. Silo mais de vinte, ê isto mesmo. VINTE. Chegou a hora I E que nno ~cmos culp:ir O go, cmo por noss:is crisc:s, tudo é da ,crdadc. que os eki1on:, saib;im separar o joio do rio, +2 Sues4o de ajuste, de encanar os no, o.; tempos. com 1alen10, • d • • • d ...,, d ·}. competência e criatividade. Evidentemente que h:i fal"··· 0 B:nsil c.11r no conto o gano, Ias promessas vàs, tos tapinlias nJS , é _ . . . •i...u.. • costas e dos ··acertos". TRIBU A DA FRONTÜRA j u~ CONTINENIT_. so precisamos mesmo e saber elc;cr . poht1cos compromet1dos com a ética 3 t.,. -· • :icompanhou os trabalhos dos deputados nestes tres nnos. o povo . . . . . . .a, no elegermos mais sabe quem ESTEVE AQUI, esteve conosco, lutou a nossa luta I co':lJptos e ,rresponsav«s. SCJ_ª parJ prefeito. deputados. rei, indicou cm favor de Bela Vist:i, Caracol. Porto Murimj, Vereadores, sena d ores, democracia é isto mesmo, cada cidodJo 1 • • • • . • e responsivel pelo lider que escolhe. Chcp.n:mcs 1 • l.lon1to. A111amo João. Guia Lopes. Rer,,;:umos chegou a hora da I NO DL, " verdade, nós n:ío podemos errar mais, um ba:sta aos aventureiros ! ~ d 1 • e catadores de votos. ' ive O prazer e almoçar, eu, Estela, Pol6 e Flor.1 tcun!,:1dJ.) O PREFEITO AIIEL na n:sidência de ANGELO e NATL. u:na pessoa maravilhosa, • . . . . dedicada .h CllSJ.$ da icrej:i. anfitri1 de mlo cl•ei, S:ibo • .• De Poro Murtmho. com muita competência, eti conseguindo aatel :h ,, , : . • • -- nc1 ::idministr.?r a cidade e harmonizar os qu.:dros políticos (Murtinho 22.g%E .. .!do por iguaria que só 2 NATI sabe 1 • uito o ngu o pe J t'.!ccpç..lo. me senti m:i r.:i. • Govern R! I2, pre ei pr • _ li) /. l d 1 1 o uno pss,ado os mtuntipios tiveram ama ,, . d. ll 1, li'., r,.ur , , do lundo de lv tumne 1 , Soais(HI) pritamente ) tr ,pie da arrecada, ão d1,tribufd,1 rr11 199' aquele ano, os tpa»e» chegaram a R${2o mdhóc,. u ~í(."'i.Cllllc."Jllt) d.1 arrecadação, undo o Go, crruJor /t~~a dc. 1 f> 1 e reflexo d.a moralização da maquina pública, uma das principais marcas de sua admrn i,tr,1,;.lo Scgund,, (;t {+ u hl li' j'll[ .trll 1 . !' f, tr,, j- 11 1 ( .l l ; p,i (} relatório da Superintendência de Gc,1..io Fin~in..:c1r.1. no mt':, de Dezembro as repasses as prefeituras. incluindo a cot3 parte do JCMS. ll'V, e recursos do FIS, somaram RS3 l.4 milltõc, ';omcntc de IC/1S, foram rcp."'"d'" au, 77 municipios RS29.04 milhões O, ma1ore, rccunos provenientes da arrecadação de ICMS foram repassados à prcfr1tur.1 de Campo Grande. <J!ie recebeu 110 mês passado RS6.5 milhões, scgu1d.1 das prefrituras de Dourados, Ks' $ 3mil Rs457 11 l ta tos d !z hto d 2001 )rpusee hrgu,ão do •, d.f.h !ti., 1 i I 1 ( 1 (1,1 ,.l,fT pud. IH ., _I\ c:r110, pa sados, hsera u ,,, i..: r1dr ta do PI e ande ele, da htansa desgoverno aterres ha um .1 d 1 d« de R12 ·11dln1i .. ,. J r,,H.111u11 .. de [({S nio 1spisados aos llltlllkljllll /eca lembra que o seu ['oto tão só restabeleceu o repasse r1_.:,·rn'-.1!11 .. nh.. c..!I) ,fi.1. m.1s permitiu que as prefeituras ,upt:í,l;'ll'fll :,IIJ!> dificuldades com o 111crc..·mc11to dr1 arn·cadaç.io. O governador menciona o caso de ampo Grande, que nu gm crn,, du PMDB, c111 1998. dc J,1ne1ro a novembro recebeu 22 milhõc, No rnc:,mo período de 2001, o, repasses chegaram a R$63 milhões 1o, 12 mncs de 2001. a ( ,1p1t.d te, e uma rccc11.1 de mais de l(S-o mdhéks. somando ICMS, IPVA e fJS. "É muito dinheiro. que pt:rmitc á prcfc:1tura executar obras e pagar os ser idores em dii,nota o govemador Zeca. i 1 J 1 I 1 "PREVENÇÃO !l h :"'--.'o f:n,tl d~:, .Hh1 passado foi ralz:do o c:.rso de.·. Bornhdro_.., i.1it111Lii.: .. '). onde contou o; participa0 de 23 2!:os, dentre eles uma mulher. Erontina Lenins. mais cohida com "TIA", a primeira malhe: nsi s:23° a ser Bmbeia eutiria e a participar do sele:rup •• sala Vidas' Ouro fo ministrado pele 8 3u .grupamento de rate.n • .,._ d e3ar!m. sbeemas!° .f, l 1:.:1 ..--.:..:í.1:1,,,:--..,l .. ")' Mesa, e dos is;rute;s Bem:beiras z1 I·a r.:,·. Ci..::n .. ·rr:.: '- l=- .. ··.J. Tina cera lataria de estudo ja ... • ,J..'. .. • p.,•t 1 1panas do ultm> t teulzudo a4 Visa. la c sua equipe. realizaram tr> sala:entes mn sue»so. Par. la fem !:7jhlt1: 1 .. ·:.,:-t"!:""..:( -1;rr.:-. de suandsdser-gs lo Clt:'"~◊.... li rt, ... Jt.7-":"' ~).!.;t:1r.t,.; Jh' li .:- .. •r:11'. ,_"':1 .. i'1 ,l()flfl/ 1 11 ',lJ'/A UI r; 1r.,;01. :,1. "' » LARGA Cruz-ti o d Sul busca melhorias aos clie tes e entrega rotéu Desempenho de 2081 kooartos Isque: empte a lransportadora de catas Cruzeiro«do u!e tabu«ando p .. 11,1 O ,1110 de 2002. eelenia nu ,11,11d111h. 111n d1h eu lentes (ont o objetivo de .dc,111pr 1l IV) 91)01 até dezembro deste ano a mpra em qual:fiando seus p.trceiro, p,ir.1 qtrc clicflle ,1 ,•xccll'llcia 11:i q11nlid:1<k du ntr11di111l'11to t .o dia 07 d, j,111cim pass.ido a c111prc,:, rc:di1011 UIH,l co11fr.11Ln1i, .. 1ç:ío (0111 (h J);'ln.::círo:-. d;1i... ci<Luk-.. do i11h!riur cio '-.1,11Jo e dos estados de s,10 1',111lu e i'aranú. Clll Can1po (ir,111,k, ,,11de o, dirctorc!ói d,1 l'111pn:o.ia mo.,traram a c!-ttrut11r,1 d., cmprc-,a e a 111.1111.:ira do all'11dimc1110. lanh.• no setor de trnnsporh.·s de carga,. c,)1110 no .1teml imcnto ao.-, consumidores, colocando a tli,p1hi,.lo o serviço de atcndin11:11t1.1 ,O con,11111idM·(SAC)· com ligaçllc, gratuita, p.1ra possíveis reclamações. O ubjeti, o da Cl1nt"rJtl·mi1..iç,1o ~- de m<htr.ir aos parceiros da empresa as 1m.·1.1,quc di.:,cr.10 .,.._.r atingitl.i... nc, ano de 2002 e a,,im pod,-r alcançar o objcti,o maior. que é a excelência na qualidade no ,,tcndim,·1110, ISSO 9001. que é um processo de ,11~rfciçoamcnh, <l.i t·mprl·,a. dando qualidade ao atendimento a ,ua chi..'11l·r.1 A empresa de cargas Cnuciro do Sul que h,i mai, tle um ano ,cu' <lirctnn:, , cm apcrfri1rn,111dll o ,1h:ndi1nent,1. agora p:""ª ,cu, C(,mhccimL'llllh ao, p.:H:ciro~ L' até o final do,111od1.:H·r..i atine.ir o ohjcti,o da c:ccl~n..:ia ~k qualida1k· no atendimento ao consumidor. l lnji: a empresa c'!11pn.·g;1 apm,imadamentc 200 pessoa, <lirctamc111c e 350 indin:tamcntc. Para a d ireçãu da empresa "' ali nfo cxi.-.tc aquele chefe com cstrda maror e sim com a mo<lcmidadc. todas as equipes ficam na ob:i.crviência de toda ª l"(JUiJX·. Íllncionandú cm uma só sintonia. onde pn.-dominain o comp,111hcirismn e a solm;:1o para os problemas sejam resoh iclo.i em conjunto com a L'(jllÍ[)C, C en:a de 200 p,"':cim, par1icip.1rnm d:,._, fc">ti, itlacks que inici:tr.un CC"do e findou a noite co111 a cntn.·g,a <k prl.:mio em dinheiro, pJrn os scti: parcc:iros que mais se destacaram durante o ano de :!001. alingindo maior indici: 1x·rccntu:1l dl.!' crc-.cimcnt0. A festividade cnnli)u com n p:lrticipnçào <lo..; dirctorcs do Con:-.elho Aclminiqr:ui,u . ...-ntrc de, Osvaldo César Possari. . Rodri~u t,s,,ui e ()(knir P:ml:i da Silva, além dos gerentes de ders áreas. Os participantes t.1t11lx:"111 pudcra1n conhi..-ci;;r a Ih) a v~r~.10 eh, Trofl'.u Desempenho de 2002 Pnrn o í'111jlrc::t:'tril Osw;ildo l1.s .. -,.nri ··e.:• ii11po11:tnic destacar, que entre os n:.·pn :sentantes da Cruzeiro do Sul cargas. todos são g;1nh.tdC'l'·, ~.).., "'lHHc·111c o, >Clli:' i.."'Nn 1rn.:llwr d .. -.,.:111r,--·nlll) s:..1o , L.'.IIC~Ori..·,. po,,, h.xilh 1,,1' parceiros io a razio do grande ~l 1. lt.tt j!,., ottrota [o IIJhl!.lt'd11 ,h lfll 1, U,1h,1ll111 , .. 1.1111,, di. Lotdi ,111.,,1 que hk.l,.., , t.'11> l.111..1:do. r1n 11Mnc.· d,t l'll'.Jll1,." .. ,1 Mm de conhecerem as dependenendrmpresa, 11., periods da 111.rn!i.1 .ipú, o alnoo hone torneio de f111 .. bul uHh.' "1-. p,1h.'Jhh d.1 t:"!11p11..' t.1 tk ldí.',I ( lllAºlfll d,, ~ui A nml· . .t prl·tní;u,,.,1,> c111 dinlente a s.'t l"lf ... ...-1T.1nd,, t1111 11111 J.1111:ir ck· onliaterz±si» ( ..:,,:r dL·,t.11,011 .1 11111l11tt111r1a do l'Jll."011110. d.111d1 d.:.,f:1q111.· :llh p.11l'.ci1i.h d.1 l'111p1l..',,1. "e µ1.111lk:111tl' ,:1hl'll1l1.l (Jlll' ;1 c1d,1 d1.1 c ... 1;111w, mdhornndo a qualidade dos nossos ser0s que o tosso objct110 de chegarmos a atingi, o ISO 900 l ,~b er;1 ,cr alc;111çad,, i1trHLI nc,IL' ano dl..' ::!UO:!. i,ttl !. atl.: dc,l.'.'mbn,". frisou César. ....:.u t 1 -.---li 1 l ( 1111 1 .. 1 1 Hl!O, , VISita ao tennianlde m,gas ~ "'- . • / I . ·,..· ... ~ __. .I:.~ ~..:., ... "'·~ --~ ' ' r • 1 ' - 1 ~- ( ' > as Ih = r ;, ~ -7 A - --- .,, 1 ' •. . .. -· ' -...::,_.,,,,. -:::-ê é:? t 1 r-0 O/avo exp!lt,na os objetivos de 20():l aos parrrtros da Cnc.riro 7 ,..., 1, ) 1 ,, ~ - , r t - 1 /, I 1 L Jornal Tribuna da Fronteira 19de Janeiro de 2? aderno l Caderno Tribuna da Fronteira Portas Filosofia --- Realismo Fantástivo - Ciência - Auto Ajuda -- Misticismo Apresentação / punir de hoje passamos a integrar o quadro de colaboradores desta TRIUUNA D/ FRONTEIRA, a qual nos cedeu gentilmente uma página. scmunalmentc, para publicar matérias, artigos, comentários a respeito dos mais diversos temas abrangendo Religiões, filosofia. Realismo Fantástico, Ciénciu; Auto Ajuda, Misticismo, enfim, uma PORTA ABERTA PARA O DESPERTAR. Noticias. comentários e artigos serão publicados desde que assinados pelos responsíl eis sob a hipótese alguma accitnrmos polêmica, pois o objetivo maior, nosso objetivo, é a 13USC/, somos todos 13USCADORES. lembrando palavras de Jacques Ucrgicr e Louis Pauwels no livro "DESPERTAR DOS IÁGICOS" - "uma vida de um homem só se justifica pelo • esforço, mesmo desafortunado, de melhor compreender. É melhor compree ler, é melhor aderir. Quanto mais cu compreendo. mais amo, pois tudo o que se compreende s·,a:i certo ... é necessário apalpar. examinar os frutos, annndithas, depois afaslanno nos com rapidez. .. opera se sob o nosso olhar, uma revolução, e há de novo um casamento inesperado da razão, no auge das suas conquistas. com a instiluiçào espiritual". Republicação por incorreção de data EDITAL DE CO VOCAÇÃO SOCIEDADE EVANGÉ LICA DE PROTEÇÃO AOS DESAMPARADOS DE UELA VISTA. por sua presidente em exercício, ELDA MORAES SIMÕES, vem convocar todos os sócios, para a AS SEMBLEIA ORDINÁRIA a ser realizada no próximo dia 06 de Fevereiro de 2002 às 17:00 horas para tratar do scguinlc assunlo: ELEI ÇÃO DA DIRETORJA E CONSELHO FISCAL. para o exercício de 2002. Bela Vi<ta 11 de Jnnciro de 2001- Elda Mor.tc-s Simões Depois que o cientista escocês Dr lan Wilmut apresentou o resultado de suas experiências a ovelha Dolly- as discussões sobre clonagem tomaram conta da mídia em todo o planeta. E, entre as muitas perguntas, fica uma em especial: os Clones têm alma? Gilberto Schoereder / clonagem ou duplicação de seres humanos, irá acontecer! Ao contrário do que muitos podem imaginar, isso é apenas uma questão de tempo. E não são unicamente os escritores de ficçiio cientifica que pensam dessa maneira. Segundo o Dr Michio Kaku, professor de física teórica de Nova York EUA, "Pura se clonar pessoas só é necessário Ter 10 mil dólares e um diploma de engenharia genética" Caso essa afirmação venha n se confirmar, as implicações scrào incatcuhíveis. O próprio Dr. Kaku adverte que existe um perigo potencial muito grande de as coisas fugirem ao controle, cspccialmcnle porque ainda não existe qualquer código de ética ou lei pum impedir a clonagem dos seres humanos. O mesmo Dr. lan Wilmut obteve, rcccntcmcntc, uma autorização do governo britânico e da comissão de clonagem para pesquisar e produzir técnicas envolvendo seres humunos. Em outrns palavras: se for possivel será feito. O pesquisador Jeremy Rifkin, autor do livro The 13iotcch Ccntury, também referiu-se aos tempos atuais corno sendo •.. o limiar de uma nova era. na qual poderemos ser os arquitetos de nosso próprio destino biológico. Quais serão as implicações ambientais, e as filosóficas. éticas e morais - e quais serão as consequências sociais e culturais de se brincar de Deus com o código genético da vida no pluncla?", Talvcl "brincar de Deus" seja a expressão-chave., o ponto central das discussões, principalmente religiosas, sobre a duplicação de seres humanos, Definindo a Alma inguém tem dúvida ele que as questões técnicas envol endo a clonagem serJo resolvidas em laboratórios, empresas e gabinetes políticos, de acordo com os interesses do momento. As questões filosóficas e religiosas, porém. são mais complexas. e uma delas de, e originar inúmeros debates acirrados num futuro próximo. Estamos falando sobre a alma dos clones. Quando se fala de alma, é inevitável que a discussão envolva os mais diversos conceitos filosóficos e religiosos, mas existem basicamente duas tinhas principais de pensamento, a cientifica e a esotérica ou espiritual. Sob o ponto de vista cientifico, a alma pode ser entendida coma a soma de todas as sensações e memórias de um individuo. Essa teoria km grandc accitaçào no meio acadêmico e vários pesquisadores se identificam com ela. Seguindo esse pressuposto, a alma se formaria juntamente com o corpo fisico e seria tão mortal quanlo ele, deixando de existir no momento <la monc. As religiões já vêem a alma de modo bem distin10. Mesmo utilizando termo, diferentes, cm linhas gerais ela é entendida como uma particula individualizada do Criador. portanto etcma, que anima o corpo e o utiliza para experimentar o universo sensorial. Os hindus e outras correntes religiosas que acreditam na reenc.1rnaç.lo. dizem que antes de assumir a forma fisica, a alma escolhi: a família e as situações que n,clhor lhe darào condições de aprender o que ela precisa, vinculando-se ao corpo no exato instante da concepção. Após a morte, essa mesma alma retorna ao plano astral, onde fica aguardando outro corpo para dar inicio a um novo ciclo de vida. Isso se repele indcfinidamcnlc. ate sua e,olução cspirllual retirá la do ciclo de nascimento e morte para reintegrá-lo ao Cnador. A alua! religião católica não aceita a reencarnação. Segundo os dogmas romanos. cada alma emana diretamente de Deus e se une ao corpo no momento da concepção - mas, com a morte do corpo fisico, ela é enviada ao Paraíso, Purgatório ou Inferno, dependendo de suas ações em vida, sem qualquer possibilidade de reabilitação. No entanto nos primórdios do catolicismo. a idéia de reencarnação era aceita por todos os praticantes, lendo sido abolido cm 533, durante o Quinlo Concilio Ecuménico ou Concílio de Constantinopla. Os muçulmanos também rejeitam a transmigração de alma. mas acreditam que esta permaneça presa ao corpo mesmo depois da morte, e só ressurgirá no Juízo Final. quando seu destino será decidido pelas ações que realizou em vida. A Kab:Jttahjudaicaj:í explica que alma na verdade se compõe cm três forças distintas: Ncphesch (corpo fisico), Ruach (sede da vontade e personalidade) e Naschamah (espirito. a naturcz.a divina do homem) principios que emanam d I retamente do Criador e cada ser os adquire durante a concepção, ilarri, X C.ípi:i Mesmo diferente cm aspectos básicos. ciência e religião concordam que a alma de um ser humano é única c, portanto, jamais poderá ser copiada. A Ora ancy J. Duff. Ph.D. professora de É1ica Teológica nos EUA, entende que a questão é relativamente simples e que a controvérsia só existe por uma interpretação errónea. -Acho que as pessoas não estão compreendendo o que é a clonagem" ela explica "Um clone jamais se tornará uma exala cópia mental ou espiritu:il de sua matriz porque não teri a mesma alma. Nem sequer fisicamente. porque não teri o mesmo cérebro. os mesmos podrõcs ccrcbra is ou as mesmas experiências" Mesmo sendo um consenso que a alma do clone será diferente do individuo-matnz, ainda fica uma pergunta no ar. quando a cópi:1 g;mhar-.í ,ua alma? Como determina o momento de sua concepção ou nascimento? De certa forma, isso entra no mesmo terreno de discussões sobre o aborto. A partir de que nomento um feto humano já possui alma? Para a ciência. desde que ela sai do , enlre da m,ie e desenvolve seus padrões de comportamento, Para a religião, desde que um óvulo é fecundado. O processo de clonar homens pode criar aberrações'/ Sem dúvida. Mfuitos clones serão usados como reservatórios de órgãos? Tah ez. Caberá única e exclusivamente ao próprio homem. j:í chamado de "a coroa da criação", definir seus limites para não acabar se tornando "o pesadelo da criação". um mestre notável LEILÃO 150° Apa Corte 24,/01/2002 às 20:00 hs Tatersal do Parque de Exposição Rio Apa O primeiro leilão do ano Fugaz: Porteira Leilões Rurais - lnf.{tel) 439-1558 Paramahansa Yogananda.nutordocllissico espiritual Autobiografia de um Yogue e considerado uma das mais proeminentes figuras espiritunis de nossa época, teve um papel muito importante na sabedoria oricnllll no Ocidente. Nascido no Norte da lndia Yogananda chegou nos Estado Unidos ainda jovem, cm 19:?0, convidado a participar do Congresso lnlcmacional de Religiosos Liberais como representante da india. No mesmo ano fundou o Self-Rcalizntion Fellowship com o propósito de disseminar seus ensinamentos sobre ioga e a milenar ciência de meditação. Em 1925. fixou residência cm Los Angeles. onde estabeleceu a sede intemocional de sua organização. Na década seguinte, viajou intensamente e mm,strou inúmeras conferências, falando para auditórios superlotados em várias cidades da América e Europa. Param ah ansa Yogananda nasceu com o nome de Mukunda Lal Ghosh cm 5 de janeiro de 1893. rui cidade de GoralJipur. Índia. Desde os primeiros anos ficou evidente que sua percepção e experiência do mundo. espiritual eram incomuns. Na juventude ele procurou s.ibios e santos esperando encontrar o Mestre que o guiaria em su , busca intera. Finalmente er 19 IO. com 1 7 anos. conheceu o 'encrado sábio inJj:,,, Swami Sri Yukteswar. em cujo eremitério passou a maior parte dos dez anos que o seguiram, Em 1915, após ,diplomar-se pela Universidade de Calcutá, 1 tomou-se monge da Ordem dos Swamis, ocasião cm que : recebeu o nome de Yogananda 1 (que significa bem aventurança, ananda, por meio da união divina, ioga) Em 1917, Yogananda fundou uma escola onde modernos métodos educacionais eram combinados à ioga e a uma educação nos ideais espirituais Paramahansa conheceu Mahatma Ghandi uma década mais lnrde a pedido do próprio Ghnndi, iniciou-o na ciência da Kriya Ioga Em 1946, a história de sua vida foi public.rula no livro Autobiografia de um Yogue. Reconhecido desde o inicio como um marco literário, a obra permanece até hoje como uma das mais importantes sobre o pensamento espiritual do Oriente. Paramahansa Yogananda faleceu em 7 de março de 1952, em Los Angeles, durante um banquete cm homenagem 110 embaixador indiano nos Estado Unidos. Diante de dezenas de pessoas. assim que concluiu seu discurso com o poema Minha Índia. o grande Mestre deslizou no chilo. Seu corpo ficou sendo velado em um retiro espiritual durante quase um mês, até a chegada dos devotos indianos. Durante todo esse período ele permaneceu imutável, sem o menor sinal de decomposição, fato que causou grande admiração em toda a comunidade médica. Jf)I '1/1. 'HIC;UflA lJI r r, ,_,·nt::n/ 1 ADVOG.~'D0 Surit47Jr. OAD-M6 7.U !)·l·B suritalf1:r,o rtonet.mn ~(0""67) 352-• 1374/287-'J460 Campo Grande/P<l 1rto Murti1nho-MS AIO CGJID)!L Joelson Martinez peixoto OABIMS 1036 Daniela Fcrnawles Pt ·ixo10 Coi11ete OABIMS 7761) Causas Cíveis, Criminais, Tral 1alhistas e Contratos Rua lº de Maio, 431- Fone: (0**67) 2!il-1451 Jardirn/MS e-rnail:danielapeix oto@zipm,1il.corn.br •CADERNO B ----- • CARTA A rrc;.ÇA0 '-',,r111.1 V:u,·110 l eromunto,o ti de ler«e conh+mitos poetas, tu!s. através de suas obras, mas num da d~,:.:'J c-,l!H" nu llot.l C'.inJ). aqui em Porto Murtmnho. hotel d-: prupr1td1Jc do H"ft:Jtfor Owrt.J M1r.in<l.1 dth Santos e de tua s P"'-' D ljtkll,l Vl'lh<I Uni liHO ck prC)t'Otc, ~ch:-1 tnJrJilbthll. "Contos, ausos e crônicas, de h,1tdo i'L·tc1rJ, A1é rnt,lo tu co- 11h1..·c1 c~,c..· senhor corno jotr.Jli,;~ r.1, do yomal de Pnno Muninho. ., 1 Rlllll~A DAI Rmd I lllA LtH·t o livro para liJ'IJ e oh., 1· ªJ'-'1110, CU~ co1110.., n,t'i su,1 h1' wn.1s e UÕOICll'} t' 4u1, muno CO· 11lwcrr o autor pC\0,1lmé'11t("., .: lo dt: IH.'rto. con er,.ir com ,.:k .N1."il:l 111i11h.1 'id,1 humilde, JIC COl,lu. ntllll..,l li e O pr,11er de co nlu.:cer J)C<ii"I0,1lmcr11c um 1.·,cn1or. um [)OCIJ 5,·mprc 1dol,1tre1 o, po· • ct,1,. cscnturcs. J,un,11 1magmd ' que numJ bela tarde c.k ver.lo cu conhc:ccna pcsualmcnte o meu au1or pn:frndo. Quando o conhe ci. pt'!.oalmc:nh:, a cmoç;.lo fui muito grande, calou a rninhJ vnL. Marco A. Lo, 11reiro Pa 1/miéri ADVOGADO F.l l!: (G'J:1:61} i!J:ç).fr~ ªª ~ (Gm:67} il'W-1132 Rua 15 de Novembro, SOS• Cen ,tro - Bela Vi:;ta/MS t110 0A MS-4 90m Dra. Vilma d!a Silva OJIB/MS 2.574-B o escritor - poeta que· sonhei ser r,. 1) J .. :;:.,.., 1 o r ~ li rele· _ ~\C/.C- 'J'!l'•ll • trasobras d me ver como talmente su so quanto precoser, na rdud o poeta e esntot qu mpr o hei ser ele. o ,c-- ... 1.,,r h.i!Jl, 11: rcird L,;,!ou orrulho 1..,. pu-. .o l.1- 1t:r p:irtt di: wn d"·d,nho dJ t11 • 1on.1 dt:, uJ.:i d .. ·,:: .,~h>r. H"J'' < e')t..'ritor..:~ crnno p..:,~0..1-, p111k· ;tud.1, e •rnprtlf:P tk,Jr rnco:1- 1rc1 o TTlêll ncr:!or. p(t1C1 OU controlar ;i mmh.1 c:11h1Ç.lll. 11.io !>ti lomo, tenho tr,wJ..: ,H.!m:r.: ào, repeito. hoje maus ainda, m cmoc1011c1 com ..1 c.11.1 S!IT plic.u!.1- di:, 1..UITI O scu jeito de ser Sem pte penei que eles, os escritores, eram in1oc.tt:I~. frclud,h. on. 1 11- lho">Olí. m..t't o meu nunur é wn hnm(m sunpk. com u111J bclc- 1.-1 mti:r,or f,101<tlc,1. por n"l,l ra,.110~ fJk1 p.1r.1 c:k • o ,cnhor e o cscntor que ,c..-mprc.• ~onhc1 wr Na minh.i opin1.lo n ,cnhor lvaldo e." urnJ grandl' almJ a fon- J(leber Loureiro Medeiros OAB/MS 2697 - CPF 006.824.031-72 Rua Barão do Ladário, 1620 Bela Vista - Mato Grosso do Sul CRIANÇAS • ADOLESCENTES • ADULTOS ORIENTAÇÃO VOCACIONAL Rua Ccl. 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'ec tt 1Ao l'!,jl(,t: 'ur1to,ti Mo , d .• .- P' ~ '-l ., h.(,111 ,, lj 1,,' i.: ,, f ',ll' 'n·/ 1'.(lf h.1!J,1. ,1, 111'1,·, datam poun tas o pertume tia p :r .. emptetat que tepratos as4m sio seus dites, as Ade s jl-i. rrn trn.dil lique sabendo, nos a[u' de Porto Murunho, temos o mor c,1:,.,ulho l' .... 111 f.1._.,io ,rn ou.;r Uo snhor (+a ouvi) ot murtunhen PS Por favor pablquc no seu Jornal desculpe. por 1, r11br.1-I,,. m.1, l.!t1,ur1.1 <.h.• ru. ... hc.·r O"l •"- t~ Jlfllil.'lfl),/Jflh.J,tltll._·-.. izza PROPRIETÁRIOS: Ricardo Melo e Rosana Melo --. --,.w-., ..... --- ··--· Porto Murtinho - MS . ... ..... .. - ---- . _,.,._._._.,_ DR. 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Sabiamos que 11111 dia o cavalo seria roubado., Teria ,id,, 111dl111r , -,ndê-lu. Que cle,!(r,1çn! O ,clho dis,c. • Nlio ~hcgucm a 1:1111<>, Simplesmente digam que u c,1,alo n;lo e,1:i na. cocheira. Este é o falu. o resto é julgamento. Se trata de uma desgraça ou d..: uma bcnçào, não sei, porque este é apenas umjulg,,mento. Quem pode saber ll que, ai se seguir? As pessoas riam Jo ,clho. Elas sempre souba:1111 que ele cmm um pouco louco. ;la,. quinze dias depois, de repente, m1111a noite, oca, alo voltou. Ele nlo havia sido roubauo. ele ha, ia fugido para n ílorcsta. E n:1o apenas isso, ele lrouxcra uma dúzia de cavalos selvagens consigo, Novamente, as pessoas se n;uniram e disseram -Vdlh), 'OCO c,ta, li certo. Nilo ,e traia de uma Jc,g,raça. ma, na verdade provo ser uma 1,c,Íçào. O 'dito Jis,c: Vocês estão se adinntantlo mais umn, cz. Apena; digam que o ca'alo c,tá de , olta ... Quem podcr:i ,alxr se é urnn beriçilo ou nüo? Este é npcnns um fragmento, Se vocé· I~ uma únic.1 pala'r.t de 1111111 sentença, corno poderá julgnr todo o livro? Desta 'eZ as pcSS0i15 nio podiam dizer' muito. mas intcrionncnh! s..1biam que de estava errado. Doze lindos cavalos tinham 'indo ... O velho tinha um único filho, que começou a treinar os cavalos selvagens. o'amnnle. lot uma de raça eu ino tlho perdeu ou oda·peta, €na »ta lhuc rd tu unto amparo. Aora oé está 111:th pobre Ju que 111111c.1. O elho disse. - 'o-..t:"i {.-~t.io obcecado"' por julg,llll<'lll(h, :S:,JQ ,e adi.111tn11 1:11110. Di)!lllll apenas que meu filho fraturou as peras. Ninguém sabe se isso e uma desgraça ou uma benção, A ili., cm em fragmentos; mais (Jlll' isso, nunca e dado. Aconteceu que dcpoi, de algwna~ ,i:111.llltl, o p.1í, en1ro11 cm t!lléITTl, e todo, os jovens da aldeia foram forçados a ali,tar-se. Somente, o filho do clho foi deixado para triis, pois recuperava-se das fralura.,. A cidaui: inteira c,tava chorando, lamcntnndo-se porque aquela cm a luta perdida e ,abiam que n maior parle <los jovems jamais , ollaria. Ela, vicrJm até o , e lho edis crum: -Você tinha razão, velho. Aquilo se revelou lllli:t benção. Seu filho pode estar aleijado: mas está com , ocê. Nosso li lhos foram para sempre. O ,clho disse: -Vocês continuam julgando. Ninguém sabe! Digam apenas que Sl!llS filhos· foram forçados a· entrar para o exército e que meu filho não foi. Mas ,omentc Deus sabe se isso é uma benção ou urna dc,grnça. ão julgue, porque dessa mancirajumais tomará uno com n totalidadc. Na 'Crdade. ajomada nunca chega ao fim. Um caminho termina e outro cornc-ça: uma porta se focha. outrn se ubrc. Aqueles que não julgam estão satisfeitos simplcsml!ntc cm , ver o momento presente e nele crescer ... Somente eles são capazes de caminhar com Deus. (Autor Desconhecido) "Morrer ou enlren1ar um doloroso A lição da processó de renovação?" Bor o.teta pesar de estarmos permanentemente em processo de renovado e mudara. ainda, temos dificuldades para lidar com esta necessidade O teto abauro exempl,jica, com m11ita pn,pricdadl! o , olor , 1 e Iir1111 r, no'r:ç,iu A Águia A águia a ave que po»ui n m.11or long.,:viJJtk J.1 espécie. Chega a viver 70 anos Mas para chegar a essa idade, aos 40 anos ela km que tonrnr uma série de decsão. Aos 40 anos ela está com. as unha cumpridas e flcxÍ eis. não con,cguc ag..1rrar us )ua prc,a, das quais se alimenta, o bico alonpdo e pontiagudo sc curva Aponlando contra o peito estão as asas, envelhecidas cm pe,atlas cm função Ja grossura Ja, penas e voar já está estupidamente dificil. Então, a águia só tem duas ahemauva,: morrer ou enfrentar um doloro,o processo de renova,à que td durar L50dius I sse proeso constste em voar pata o alto de umn m Jn1anh;L e :,.e recolha cm um ninho pr6;,..i1110 a um p.Ht',!Jn 011tl~ ela nJo O.:Ct"li.ltc ,txu E111ào. Jpó, cnwntrar esse lugar, a ia com,a a bater com o bico l'JO um.1 parede até conseguir atranca lo. Apó, arrancJ-lo, c,pa.1 na,cer um no, o bico. com qual depors vai arrancar a» unhas. Quando as no, as unh.,, começam a nascer, ela passa a arrancar as penas velhas E só após cinco meses sai para o famoso ,ôn ele renovação e vive. então, mas 30 anos. Em nossa vida, muitas vezes, temos que nos tespuardar por algum tempo e omsar um proessodre rsao Para qu untais a ear um óo de tora, demos nos desprender de lembranças. costumes e de outras trad,os que nos çausatam dor . 1 nrim. ,,t!'.r pcrJP,tr' Somente lres do peso do passado e com a prc,ença do 1di, 10 du perdão, podemos aproveitar o alroso resultado de um "renovação" Percebemos que nJo C"lli!rrw, 'iOllnho, 110 mundo Dores dificuldades e <lc,.1fio, e uma re,1l1d.1Je IIJ , 1d.1 de todo. Com a leitura do tc~lo p<><.lcmm percchcr que todos que pagam um preço por dcc1,õcs e c-,colhJs. ■ENTREVISTA A entrevista de hoje é com a gatinha nntoniojoanense Luciknc !arques da Silva. Linda e mara, ilhosa. sensacional ela é colírio para a rapa71atla principalmente para este colunista. Jovem de 18 anos, olhos pretos, louromel. 1,67m de al1ura, 55 quilos. cintura 50. coxas 55. quadril 80. Filiaç:io'! _ Bernardo !forques e Amélia Vargas tia ih a Data de nascimento? 19 de dezembro 1983 Terr:i natal? Antônio Joào-M Grau de cseolaridatle? 1 ° grau O que você lem a dizer a respeito dos amigos de Antônio João? ão amigos que d:i para confiar e se di,ertir numa boa. O que quer ser no fu1uro? H:i sei lá. primeiro quero fazer para direito e depois promotora pública. Gosta de Antônio João? im, é uma cidade tranqüila para se morar e sair a nóite com segurança. são pouc.'lS violências. Quais seriam as qualidades que uma pessoa teria que ter para ser um deputado estadual da cidade? Primeiramente ser simpático, honesto. competenlc e sem corrupção. Seu maior sonho? Atender em minha profissão de promotora os mais necessitados. muil.'lS vezes fica pt:SSoas que não 1cm condições de pagar um advogado e os processos acabam serem arquivados. Cor preferida'! Vennelha Pr.110 preferido? Massas e verduras Esporte? Vôlei e basquc1e Cantor brasileiro e internacional? Brunno e Marrone, Bcet Boys Música br.isileira e internacional? Vida vazia. Amor de J Carnal. Pais e Filhos Tem namor-.i<lo? J:i ficou noh·a'! No momento ainda não. Nem pensar. primeirQ quero concl-uir os m~us estudos e me formar. O que um jonm tem que fazer par.1 te conquL<tar'.' cr sincero. honesto. in1digente e que seja fiel e que me compreenda. Qual o jovem mais bonito da cidade? 1 loje em dia não existe pessoa feia. mas tenho que n:vclar, Fernando??? Têm L'.l.nlos n.'io só ele. O que costuma fazer nos finais de semana? air corn nmi!?OS e se di,ertir - Sua mens-.:igcm final'! Vamos todos de mão dada comb.11er ns injustiças que existem nesse mundo. t: começar um ano cheio de paz, saúde, e muito amor ao pró>.imo. e dizer qu.: ningutim pode fazer justiça com suas próprias mãos só DEU. "I r: d1.1, 1111.1 apatiumnasalo Um homem sentou observou a borboleta .i J 1,1 ~ ,• 111.jllJllt,1 cl.1 C esferaa para fazer COlll que eu corpo passasse através daquele pequeno burao, l:rll.io Jlílll.'CCll que ela parou de fúcr qualquer progresso Parecia que ela tinha ido m:1i; longe poS>Í cl. [ntJo o homem dct·iJiu ajudar a borbolctJ, ele pegou um.1 tcso11r.1 e cortou o restante do ca,ulo. A borhokt.1 cnt,1o aiu [Jctlmcntc. Mas seu corpo estava murcho, pequeno e ttnhJ a, asas amassadas. O homem continuou a observar a borbokt.1 porque ele esperava que, a qualquer momcn10, a, asas dela ,e abri;;cm para saem capazes de suportar o corpo, que iria firmar a tempo. Nada Jcontcccu na , crdade A borbokla pas;ou o resto da vida rastejando com o corpo murcho e asas encolhidas. Fia nunca foi capa, de ,oar. O homem. cm ;ua gent,kza e vontade de ajudar, não compreendia que o casulo apertado e o esforço necessário á borholeta para passar através da pequena abertura era o modo com quem Deus razia para que o fluido do corpo da borboleta fo,sc para suas asas e, deste modo ela estaria pronta para voar uma vez que também estivesse livre do casulo. Algumas vezes o esforço é justamente o que precisamos cm nossa , ida. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem qualquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderbmos Ter sido e nunca poderíamos voar. Eu pedi força e Deus me deu dificuldades para me fazer forte. Eu pedi sabedori:i e Deus me deu problemas p:tr:i resolver. Eu pedi prosperid:idc e Deus me deu o circbro e músculos para lr:tb.:ilh:ir. Eu pedi coragem e Deus me deu perigo p:ir:i superar Eu pedi amor e Deus me deu pessoas com problemas para ajudar. Eu pedi favores e Dc:-us mi: oportunid:ide . Eu nJo recebi nada do que pedi, mas recebi 1utlo deu que ,Tr --- •CADERNO B ers E:, 1'111pn·,:ri.1 .Ju,ta uma das mais competentes de l'orlo M1111i11ho. e uia1iv.,.j.'1 está se preparando para te.a lizar o mais badalado desfile de nossa cidade, belas mode los, charme, classe, produção desse colunista. é JlJ', 1'1 MOD/ ', ,,·mpr, na I rcnlc. Mguardem. Cansei de dizer lenho uma piina neste jor- 11,il. ""11c,po11,.'il cl por ludo qu,· ,. puhlic,ido. n.lo adia111,1 lig:or p.lí,l '1 Hcd.u;Jo se quci ando disso ou daquilo, a co luna PF RV>N, 1.1 D/ DLS é de mi11h:1 i111eir,1 rc,pon,abi lid:nlc. ',emprc .O>'llllli crll e acertos, respeito, "deslum hrado, e Jcsl11111br,nJ,i," a rn luna é de minha responsabi lidaJc, promovo quem mere ce promoçJo. l'.ilci e dis,c. E o nosso .Jornal agora com no, a~ i.:ultrna,. no , o, coh1horndor-·,. de c.1r;1 nova, ' o que é mdhur. cir l·ular,l maÍ', ,c,c,_ ,guankm as novidades. Nesta edição ji temos alguma, muJ.1111·:L,. te- f n:mo, também horóscopo,. Jica, de hde,a. ,.1úJl·. entre •• , vistas com gente que t: noti ciJ no Sudoeste 'am," me lhorar ainda mai,. minha gcn- ,·. h:. Rei viciamos as Atividades Depoi, Jc 15 Jia, de férias. o pessoal da gr.'ilica , oltou a trabalhar. c,ta,;o n.o h,>r.11111- nha gente, leitores sentem a falta do jom;,I (e. ,cm faba modéstia) de nm,a coluna. Quanto a eJitar o jornal co lorido, terceirizando os ser ' iço,. o sr laldo deu o n:ca do curto e grosso "ao invés de cores. vamos melhorar o conteúdo c circular mai, C· ze," Entendi. Cm, Credo! O jom:ol Corn:ío do Esrndo, de Campo Grande, na colu na DIÁLOGO. ne,ta semana lembrou de l'ono i luninho cm duas l-diçôc,. e não lem brou bem. Numa fola do Por to (criticou a morosidade) e na outra, da ancsul. mais criticns. No gosto disso, ma.s muita gente adorouooooouuuu.! !! !! !.. Fiqul'i ronkntc liquci sabendo que o filho do sr lvaldo, o VICTOR I IUGO. um dos dirctol'l.-i. deste jornal, vai aprO citar o prédio do "chefe" lá cm Bonito parn construir uma Pousada. se tudo der certo, a inauguração será este ano. Muitos jovens de l'orlo il11r1inho e_ !lo aguardando a construção des sa l'ou.sad:i. amigo, do Victor l lugo, tenho certeza será um sucesso. Aproveito a oportu nidaJe para aquele "pedidinho", bem que o che fe poderia emprestar o seu apartamento l:í cm Santos pana este colunista passar uns dia, descamo, cu também mereço. Minh:t Gente Por hoje. é só, l.'.Sti, e i.:-m Guia Lopes dn Lnguna.. bem. aí é oulra história. dcpob cu con to, adianto que terei que fa.zcr a coluna pelo menos duas ve zes por semana, atendendo Pono Muninho e Guia Lopc.s.l J:irdim. Atê, me queiram bem. paz e muil;i saúde p:1r.1 todos. l Também d.cscjando um FELIZ ANO NOVO aos cliemcs e amigos. a emprc.snria CLADIS FERES. uma mulher guerrdra, dct.:r rninada, uma luz que brilha nu comunidade murtinhensc. Pa rabéns amiga. vocc merece o sucesso. -~ ------- . . fi t . '1 L..:1 A2,- / ( / !--, Dc..,;t:lquc CSpl'<'inl . Para o brilhante Senador Ramcz Tcbct, presidente do Sena do, orgulho de todos os sul matogros,,enscs. Na foto o nosso 5.cnudor cm companhia de sua csposn Fairtc Na.ssar Tebct. !-rase do Senador .. , ·"não se sou um bom ca'alciro, mas nun ca cai do ê:lalo". Lrmhr:rndo que os jovens de Pono Murtinho participam e .,poiarn tod,i, ;" oni,i.,tlJs. c,cnlm. que vi sam a cultura e o lazer Registro, lembrando do Concurso Garoto Imprensa, que ocorn.·u cm 2.001, dos, cnccdorcs ELÀDIO RA !OS e (',RI.OS ROG[.RIO. na foto com c,tc coluni,1a · . d &"f 5z ;p;' ..:r ~-- • ' - - .::,;·~· .~_ ·~ /,; Fnbr do prefeito de Jardim, :IÁRCIO MO:-.'TEIRO, é lembrar de um homem cujo ideal é a mdhoria das condições de vida de seu P°' o, de talento, cducaçJo e compt'.lcncia Apoiando todas as inici ativas em sua cidade. o prefeito Márcio (grande amigo do nosso dirc1or) adquiriu v;írios exemplares de seu novo li, ro (PE SÃO DA ZEFA) para distribuir na, escobs e bibliolL'CJS de Jardim). a foto, o prefeito Márcio cm companhia do Pn:sidcn:e Fernando Henrique. Valdir Nc,·es e Felipe Orro (Prefeito de Aquidauana) . } / D<"vemos sempre pre-stigiar quem nos prcstigi:i. nos in::cnti,:1. folar do casal '.'ELSON cr,TR, e !!ARI, LUCIA é lembrar. de talento. classe, finesse e simplicidade. Empr~rio e produlN rnrul de sucesso .. 1'elson C: uma pessoa que nos orgulha em tê-lo como amigo, e Maria Lucia, mulher cult:t e c.1tivJnt1C .. sJbc como ninguêm fazer amigos. Sô estou t.~per.mdo o n torno deles dos Estados Unidos para entrevista-los ;"'1' -- -- . - l', __ ..... a E% é ,.l ~- • - ' . .., i . ,·. . ~.- Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXX_Nº2215_22_12_2001 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXX_Nº2218_02_02_2002 Voltar para a lista de itens