TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXX_Nº2227_06_04_2002 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXX_Nº2227_06_04_2002Número da edição2227Data de publicação6 de abril de 2002Número de páginas12GeoCoordenada -22.10917961224395 , -56.52598904047994 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXX_Nº2227_06_04_2002 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto BELA VISTA. JARDIM - CARACOL - ANTONIO JOIO - GUIA LOPES DA LAGUNA • NIOAQUE -E0 w GOVERNO Governo Zeca techa meta de 20 mil bolsas-escola ■GOVERNO Inauguração une Zeca do PT e deputados da oposição / innugurnç,,o do prédio do hospllnl regional de Dourados, cidndc a 2)0 quilômetro~ de Cnmpo Grande, reine, neste momento, o governndor Zccn do PT e alguns de seus ndvcrsirios pollticos. Os discursos, 110 cntnuto, sno nn dircçno dr, concllinçno. PAG. • 09 ■BELA VISTA Coleta de lixo abandonada!! Ili tempos a coleta de lixo domicilinr em nossa cidade vêm deixando muito a desejar, logo no inicio da ntunl ndministraçilo pública municipal esse serviço, nntcs rcnlizndo n contento pela Secretaria Municipal de Obras, foi terceirizndo mediante n contrataçilo da empresa denomi nada TERRASUL, cujo proprie tário é de outro munlclp10, se nno me nngnno da cidade de Marncnjú. PIIC.-10 ■CIOIMA Ollclo Queiroz presidiu encontro lntornaclonal om Bonito Campo Grande (Ms) -O Governo Popular completou ontémn a meta d inserir 20 mit familias no Bolsa- scola, atingido $2 mil estudantes esta ·xta-feira o programa era lan.ad ·m ltaporà e Vicentina. respectivamente s l4e I6 horas Com 80 bolsas cada, o dois municípios da Grande Durados do os últimos no Estado que ainda no tinham recebido o beneficio PAG. -09 ■CAMPO GRANDE Incra pode desapropriar terras da seita e Moon 'Bonito teve meu a evento do Cidema que reuniu organismos de bacia • / Rede . Drnsil de em pnrcerin com o Fórum Nacional Organismo de Bacias Hidrográficas de Comitês de Bacias Hidrográficas., (Rebob), presidida pelo r-rcfeito de realizaram no inicio da semana ( 1 e ~1l6nioJono,. D.lcioQueirozSilva, 2 de abril). no Marruà !-lotei, cm .. - Bonito, o I Encontro de Intercâmbio para o Fortalecimento dos Organismos de Bacias 1-lidrognificns. O Instituto Nacional de Coloniza.ão e Reforma Agrária (Incra) poderá desapropriar ter ras do reverendo Sun Myung Moon por serem improdutivas "Existe essa possibilidade", con firmou o superintendente regio nal do órg,lo cm Campo Grande. Celso Cc,tari "'<ós estamos fa. zendo um levantamento de toda a produção pecuária de algumas fazendas dele Tém algumas que correspondem e, outras, no Va mos dspomo+zar touas essa» ,nformaçõe> para a CPI", afir- mou P.IIG. • 10 1 a BELA VISTA Presidente da âmara Indignado com o custo da Banda que animou o carnaval ■BELA VISTA Na scssã~ ordinária dcstn semnnn, dn Câmara Municipal • o Presidente dnqucla Ca n d; · Leis, Vereador Luiz Alexandre Loureiro Pnlmiéri (PFL) infor mou que o custo da banda Mu . sical que animou o Carnaval deste ano ~m nossa cidudc foi • de RS 13.890,00 (treze mil, oi tocentos e noventa reais), sen do RS 13.000.00 pela contratação da Banda e mais RS 890,00 de hospedagcni para os músicos e demais integrantes cm um hotel da cidade. PA.- 03 : / .... .... - •. João Carlos Velásquez A Familia Avaré, com 0 slogan "Nós trabalhamos para que todos os dias você tenha uma Páscoa Feliz'', distribuíram no final de semana passada, mais de três mil ovos de Páscoa, as crranças belavistense. A distribuição deu-se cm vririos pontos da cidade. O idealizador do projeto Pedro Avaré, juntamente com sua esposa, Ester Barbosa e Flávio Barbosa (Pato), que h:i I Projeto varé: Distribuição de Ovos de Páscoa vários anos vem promovendo eventos dessa natureza, como O dia das crianças. atai e Ano ovo .• para as crianças carentes e este ano superou todas as expectativas e prometem que na próxima festa deverá ser melhor ainda. Com o apoio da locadora de carros e vans, transportes de gado e serviços. a BELURP realizou a entrega dos ovos de Páscoa em seu pátio, distribuiram ainda picolés. sucos. sorvetes e doces para todas as crianças e mães presentes. Para muitas mães que estavam ali presente a promoção da família Avaré "é muito importnnlc, há m:ies que não tem condições de comprarem para seus filho um chocolate sequer e o sonho de qualquer criança é de ter seu ovo de Páscoa. Projetos como este, que envolvem crianças merece nosso apoio e reconhecimento". finalizou a M:ie. JOPN,l. TÍ'18Jlil f)A f J<Ot, f í l_fl_A . _ Deixa eu dizer que te adorol íll 1lllllltl • 1 1 1/t;r lj'J 1 ,, 11 '- t uma f soa 1,11111, • 'Ih ctr:d ( 11<.t: "" ,· p ta de fiu ar olhando pata o la fo-, ( rrodll.Hh.ll) tlUlhl pc. 'l,0,l 111,HilVdhth,1, é com voe que eu quero falar, afal de t:.Olllíl , -rn,.l" e um,1 pessoa carinhosa, uma pessoa que não a cita a violéneia, fica horr.ir11.Hlo quílndo f H.n sabendo de Lrimc1 ho1101,1,m, fica sensibilizado quando sabe que uma pessoa está passando ncccSid11rlc,. e cu sei. n,a J11rn que 11110 c,palho pia 11i11gué111, que vo é chor,, pra c.1rnmb11 1111quck, filme, de ro111,111cc .. Você é do bem, você j:"i cslíl no caminho do bcrn, por isso é importante que eu te clig,1 que você é u11111 pcs;ou momvilho,a, que você merece tudo de bom que o universo, que Ocu I1ossn m1111dnr t,ara uma pc,son. l:u sei que u, IClCS você se 1cvol1a con1 c.ssa ou aquela situação dif1cil, ns veLCs 11c111 entende o que o ;cu nnjo anda fazendo que 11:10 te 111 10 t ),f,l que oce do bem' Por i ,o, e I tfltro te: dar um ahtJÇO bem apertado, dc,,c, que tra111111J1crn Cl1Lrµi.1'> pod,ro ,s ljllC ,e, 1 crtl.Hlc1rn umi111dc pode p,1')',,l(, V11I IOl t l CflCíj!IJ que cu te mando nL ,,e momento, respira bem lundo e pc111c no bem, no n,ul do céu, nn brisa que vem dom.ir, IH> pcrlumc tia, flores, no cheiro de tcn .1 111olhad.1. dd~c cnIr,Ir cnI todo o seu ser a vc1doclci1,1 p.11. a pat que cu IC dou 11110 é minha, nun lcrta 111111,1 pa1. par,I te dJr, Ca pa1. Cll pedi a Ocu, 411e ro,,e cnvrndo a você e pcc,nlmcntc pelo, mensageiro~ Dele, o, nnjos, que nesse 111umento lc ccrc11111 de cnrinhos mil, se qui,er churnr chore, se quiser rir, ria bastante, isso é Deus nn ,1i:1 111ais c.:ornplctn nw111lc1taçno de amor. Agora sim, agora que vocé compreendeu o quanto ,ocê é i111pona11te, dcixn cu lc di,.cr que tc adoro! Rene •GERAL ~-- EDITAL DE PROCLAMAS JANILDE ROSA DOS SANTOS, Oficia la do Registro Ci• vil desta cidade de llela Vistn.'1'IS. Fa2 saber n quantos o presente Edit'JI de Procfama.s virem, que apresentaram os documc11tos cxi• gidos pelo artigo ISO do Código Civil llrasileiro. incisos 1. li . Ili e IV. pretendem se casar. "'RONEY AUGUSTO PEREIRA e JULIANA LADEIA GIROTO" ambos brasileiros. solteiros; ele. cmpn:súio, nJtural de Caracol•MS., residente ncslJ cidJde, nJ rua 15 de No,·embro. 427, filho de Nelson Alves PercirJ e de ~bria Gregório Pereira; ela. cstudanic, n:uural dr: Bela Vista•MS, residente neste municfpio. na fazendJ Snnla Terczinha. filhJ de Orides Torres Giroto e de Maria Cannelitn Ladeia Giroto. Se alguém souber de algum impedimento que se oponho na forma da Lei. Bela VistJ/MS., 03 de abril de 2.002 JANILDE ROSA DOS SANTOS. Oficiala. furul.ado em 20 de Fevereiro de 1972 Euruiadoc lyaldo Pereira Diretores· lvaldo Pereira Victor Hugo Velasquez Pereira Mana EsIela Velasquez Pereira Redação, Aclnumstraçao e Parque Gráfico Avenida Tnbuna da Fronteira. 564 . Bela Vísla/MS Fone: (0"'67) 439-1410 • FAX (0'"67) 439-1544 S.U_G.UR.S.AIS Porto Murtinho. Jardim. Caracol. Antônio Joao e Bonito ASSINATURA ANUAL: RS 100,00 ~Ull Esttlll..Ycluq1.r_u Prtt.lrL!_C_Ne:J..01.zoJ.lHtVOOl.:,O oato mo antino Tito w Doce.a p vaga ti,torttt.Lr Filiado: ADJORI e ABRAJORI pua dr tone de f&t)dH ltlli!.olt XVIII t 1• • I ( ,.àJ.I rrn 1 ~ 11.,.1. í-' ,. ~-~J ~,. r P J 1~ .ie~,.i.. f• CJ li fidldd.l•~u s,,,t'J4f"AOUr ..... t... 1 ,a..A .. ~ radoâflJc d+ dor, ..rodr4 pr1'Ml U f,1J1N 00IU t r ,. ,.. os d >1-4"" -• 11~ , ir» Manopal, na fora desa La Ogiimia XX. ck t 1 '- lu • pr-JJ ck ,.,;.od.lu dr ereado, per ato abert pur 1b11,I.Jta.. r:•t h,Pl)ttKt pie, ,1J1 J>nO k1 Or1P',u. p.aias doa iria t li r 1 1 pud.a dr r,,undua vr6 drnd,d• JN'I• ( 1m,r1 h1nlt1p.i,I, por lt.!U.h1Cll r rulnrl.a 1bt.0lutJ, "'rdu,.,, 111-.10(1(1!) d• I .... J o• dr l',rflllo l'n4111t• HJ1tr,,n114ilt "' (.1u, ,,,r:,w1,d1 ,unrl11 drfu.a An 11 p lurnrnudo pala finara por motio dr dorna, ta pars tratar, rn trmunenarlo, de intrrae partiular, drdr gut, mestra»o, oafatmrnto nlo ultrapar a !!HRt] da por wlo 1rl»ta l,t• lc r 1 ' .... 1 11 '1• eI'e'e • a 'r-..rt Art. Jº. O t 1", do atl H, d lei Orla d0 Maapo, pau 1 "r.o.r ,,,.n, ,rt. 1 ( a-,,t~tr.:~, •)1•1 ! 1. tlJ lt, C , c.i ciJ M c·1 g w- unte redil XVI l'tch--'.,I rrta,k Art.l6.011roo:.,t.(,l,II.Ulr1':-,u1.a.h.o.rd :;1• 2'" i't-1,.!J&rt l 1 t!.al.t• ;rL .... O t~oi,1.!o ~co. d,J 1:1 .&O. dJ lttOrµA,u c.1J M1:n.,1pt->,, p,ui.a anau Orgia d»Mtrpa p.,u.11'1 a«utoezi ti •r, n .!.)~:,n tomllf't":1:-ltft..bç.lo An 40 Pigafo o Prestar3 cotas qualquer peta fia ou perda, putas u prata, que uthn, arade, guarde, rrne ou atraiste dnbeua, brn, r ulon, p . .h!or:01 0".J r,r:..,, quso Mripo troada, ou qut, nn nane dete, atueu onpa'de ratrrzu per4nu Ar , O an •.&$,é.a Lr1 0.-i,i::.u c!a M..r.. ... poo, J:.lu.1 11 ui;ro.t cnn 11 u-•"l.t.' ~, An ,, A.t'ri,.l.>d.Jl"lrfr,lor d.>'1c~F'11:frit.i,~am..uJ.l!;.1dti;-u:to.1n01,~ sn tttk.t.i1fW::111on1 urxo perodo seguente, fase-ameante p'to dreto r ,.-n.,!tlnro rtJ~11x!J no prrn(1ro d..••ff11n10 dr 011:1.bfu d.:> .a.---.:i itll("l''-" ao ittr.t~"'IO do r:un.!:Jo ~n t.'Ut d:s.mi ,ucN.!rr Art. 6·. Oan 51. u·,cuo XVll, da LeOrlos do Mripo, pato a pnat cm 1 Uf'=r.lc1td.t,;l.> Mll XVII - a1ffldn ron,oc..,ç6r-1 ou pedidos de formas da Ciruna Mtaipal, te rio puu dt 10 (dez) du1 proncgJ,al pot nua 10 (lkz) da.,, mtd:A.'t.t JUll1f"J:1,:11 por cscri:.o. protocolJ.Jo :att o 10" ~u d.:>pram ir~.;ul Art.. T. L arruntuaoant '$, tuLOirua do Mar«tpo, os e I r Vil. IUllfi'..llrlctr«!J,çõ,n M ll Vt • preta Lavramentos por enta, quando atem whc,u,&t pd.1 Ci.~.a d( "crr~ rcpniodr IO(dc.z)Q..U, prorrop•"' p0f nu:, IO(dc1lcbu, ITl('du.·.:c f-'~·("..:".a por uau • .-,. rmc,a;,!11~ 1:c o 10- d..a d.l pruo 1t"..o,J Art. s-. 0 ;s·, d,:, a."'1 60. c!.a Ln Orp....a do ~fa:1.-:ip.a, p.u~ J lf(nl' a:xn a 11:"V-,"7:Cftd.t,;lo M 60 Malquer tudo u e;is, redução de buc d: rJ.!rub. <:oncti..Joa d: an!.:o f'"CU..~ autua ou rrdo, rrlatvos a urptons,trai, ou crbus%e o poder3 ser concedd metarte le peafia mnpa! que rrp'r eut-.Jun.-.:ntt r:u.:mu ai:c-J ~ ou o toffn;,M-½'ilt l:l~O cu cor.mh..,~j,o. s=i prtJuizO do dupouo ~ a."'1 '"·ir.XII. r. é.t Cm~:.'U:ÇiaFrdoaJ Art. ,-. O ;ta.0'1 ll. I' t ~1•. art 61, d.i Ln Cq;l.-,.u dJ Mi::~~ p.u.u.-n • .-:cntton>tt"""°-:n.r~ • An. 61 -· 1 "' j "("" .t'IJH h, 1 ~ ,,, 1 , , •• ., t •.· 1 • • 1 1 eu»toe etletsrtozte.t Art.10". Ü :: l°t :",i!aJ..'1.61.é.l!Lc10ti,ir.:adJ!h..""11("',:Jl0,.p-.ll.'Cl:lJllp~ r ensuua rdo ¼r. N.t ~.ruçl.J d:: bc:i1 r t.C'-,çffl.. o 1~ f.bht:o ~!....:uc;i:al 6:1 r:=~ tardo para as erras de peqao pene cor:s: .. ..!;a, d :u leu twuik::-r.. e qx- ~..an tu:a,c.!cr.J.!.--nm.-,.:rlÇl.)n.,}k ... pro >.11',o, ttTr¼,:11n1,e.ha.!. •n-.., ,.;:t r ~un,,,:,.• i di , .. Ol lt' li XVI{Iu ,J'l .k e 1,11 • 1 4rt 14o d ae t ', h id Me pp ttgotare a •rr: • ·: tt 1 ",J A:11'1 An 101 AM 10 l-por ava.der penranete urdes prunta rrprorata.tempo ketonotr d nCttJ •..rtl:,:rnu::rér:ic.Jcn•r"nt.(T',~ •. ir, 'riiup-,f•c:r..tlN6,r"'--' cr••t ,:11!,1.t"""'°" metal tpfiatas rele, li• tompuhori,mmlir. •:it U1ffll.t •t1v• ,lir .J,.Jr, tllll:I prv,,1110. prr.poru, .. n11, 10 trmp,11 de tentn bailo, Ili• •tl...,....uumn ·r. J.:.Jc: i; ,c-- ,.~ ;•.J...11:, .. p..,m.,•;.•....,lll-.k, a Jc: r't',,('ru-u..ir to ergo publoto aos no auoefey rrn rr.:c •r d..:.1 :1 a;,. •~•.; !..n.a, l..t'""".a..!l.t l1 1:j"l:l'ICttMJ.Ç"ôel ai klM!.S anc, .!e- ..J.i..!: r rn,:, e o deontrhala, Me horea esnnpeta t Cw"ICJ J'IOI de l..ildc ttl'l .... 'JÓCtU.'nhl_,~l. 1-C"M..:.r. Ar. ICJ..I ~n.:.J,r.1;i.;,ott:i1&:l<"l(krfrt1•oe..=roou0xn,d.xnnomc;d"?lf"' u:.o d-t r-v,.tmtTlto r.eir,o r:n ,-ui:a.k Jc a-,,.u,lll P....~i..u - oerdr ptio mel eu Ju.!xu.le~--:•.iu.!.lcr.i1...!pd.•,.a~,l•ndt~,~~.J...~~;.aoc.v70.c::m~ dtw:-.1.~ defesa e, redante predeemto de iatu1 pen,,' 'renque lhe se,azucprtsap ttr.:;,lcr:cr.ur, :.~~~~ r:p!.a ddc-1.&. • -> 1 ..,"'.JI ~ drin,-;,c.:-.h0., ,u f.n-.J d.l lo -..."..:::2.%.7z a..""-•as«oc . +-· ui3de dreno»a aspas.», 1'.KO,çmdt'q.aL.r...tarur::tt::.1,. r.lo~ ~ n.':I_, l~'.11..C-ICO!':!Tl,.,.,J.o tr'lt_ r~. dcfinsdM ro l--i ~ ~. tJ•. St-m prquuo~ Jll'OP'r.w•~ IIUl!ff"NJ q,..c >cttb-r oa."t IS!. t•r. 1ncn0 II d:a Con,..-,11.3PO Fcd..-nl., o imposto previsto no l."'ltUD l pod,:n. mol,, " Atar± Lc, pia ds Mas eera en gr radies ta µ ela Va2'de Muro de2o.2 A Mea da Clara de vrestre sr Aleunte{ Ptrsen rodete Otau $ do salsa r.freudue JOHNAl Tf•irllmA DA FRONTllRA •BELA VISTA -------- Colocaram o carro na frente dos bois!!- E pois , no Inicio do més pas a tlo :dcrl lnl<>'> .iqui, t:rn no,- sa coluna, que ainda cra muito cedo para determina dos politicos come,arem a subir nos palanques, por que ainda tinha muita agua pata passar por debaixo da ponte. E agora, como é que fie am aqueles que, iludidos com os indices de pesqur sas, duvidosos por sinal, abandonaram os compa nhciro,, 1rocnr,1111 ele p.rni clo l' precipiiad11111e111e abraçara111 de corpo e alma a candidatura do peemedebista André Puceinelli ao Governo do biado? A ver nuvios ou no mato sem cachorro? como diz o ditado popular. Justificativa de André IIUO COll'CIICC'! - , justtli cativa do l'refcitu de Cam po Grande para n Jcsistên ciu da candidatura ao Go verno do E,rndo não con venceu muita gente. An<lrc! alega que a maioria abso luta da população da capi tal não quer que ele deixe a Prefeitura, o que teria sido o moti,o principal da sua renúncia à candidatura no Governo, somadas as 111deliniçõcs na legislação relacionada :s eleições do próximo dia 03 de outu bro Cabem as pergun tas: por que Puccinclli nào fez essa consulta â população de Campo Grande mais cedo e só deixou para fazer isso agora. quando o prazo para a definiçào do, can didatos está se exaurin do? Como frcnm as lide ranças políticas. prefeitos e Vereadores que jogaram todas as fichas na sua candida1ura? sem falar que nenhum outro compa nheiro foi preparado para urna eventual disputa do Governo do Estado. por q ue todos acreditavam que ele seria candidMo. os bastidores dizem que a desistêncin de André te, e um motivo mais for te. o cn.:scimcnto :iccntu ado da candidnlura :i rec lc içào do Go,ernador Zeca do PT. pr,ncipal mcntc nos municípios do interior. Pensando bem, essa especulação tem fun damenlo. a111da mais que o pelista de Murtinho já mostrou que é muito bom de chegada nos páreos eleitorais. Problema para Zeca! ''O primeiro problema que o Zeca vai ter que cnírcntar de imcdinto é a verdadeira debandada de políticos cm sua dire ção (,•crc:ulorcs, prefei tos, ex-prefeitos e líde res políticos de todos os tamanhos e grnmnturns). Nessa de sistência do André Puccinclli muita gente boa ficou com o pincel na mio outros pelcando só com o c:tbo da cspa da", sintetizou o nosso amigo João No1alicio de Oliveira, do Jornal da Praça, de Ponta Poril. cm ,ua coluna, o Informe JP. Licitado o asfaltamento Antonio Joio/bela Vis-. ta/Cara col/r n t ro nA mento da BR 267- Esta semana foi divulgado oi cmalmente o resultado da licitação para e ecuão das obras de asfaltamento da MS 384 ligando Anto nio Joiln/Ucl.1 Vi;ta/ orn col/c11troncarncn10 da BR 267 (Jorcli111/l'orto Murtinho), numa exten são de 184, 84 Kms. De ucordu co111 pu blicaç:ío do Diário Ofici al do Estado, a obra, or çada cm R$ 54 milhões, foi licitada em três lotes, Antonio Jo:1o/Dcla Vistu - 69 kms; Dela Vista/Cara col- 60,87 kmse Corneal/ cntronearncnto da DR 267 • 57,03 kms. As obrns de , c111 ser iniciadas cm bre , c e serilo executadas com recursos obtidos através de operação de crédito junto ao FO PL/ITA. com urna contraparlida do Estado de 30%. Zeca na históri:1 - Se tudo der certo e nenhum outro impccilho aparecer pelo caminho o Governa dor Zeca do PT pode ir se prcparanclP para receber muitas homenagens na região sudoeste, isto por que o asfaltnmcnlo da MS 384 até a interlignçào com a DR 267 é a maior aspiração da maioria da populaçilo que aqui resi de. Sem dúvida nenhuma o asfaltamento dessas ro dovias vai beneficiar e contriburr e111 muito para o desenvolvimento e o progresso dos municípios beneficiados, que a panir da sua conclusão estarão definitivamente interliga dos por asfalto com ores- 10 do Estado e do Brasil. É o frlho do seu Orcirio começando a registrar seu nome para sempre na his tória da rcgiilo onde nas ceu D:i lhe Zecari Emenda à Lei Orgânica ilunicip:tl acaba com o voto secreto dos Verea dores - Esta semana, após lramitar pelas Comissões Permanentes dn Câmara Municipal, foi aprovada por unanimidade uma Emenda à Lei Orgânica Municipal que acaba cbm o voto secreto dos Verea dorc s, inslrumento até en1ào utilizado nas vota ções para eleição da Mesa Diretora. nas propostas de puniçào e cassação de mandntos, tanto de Vere adores como do Prefeito e nn apreciação de vetos do Exccu1ivo à Projetos de Leis aprovados naque la Casa. O Presidente da Câ mara l'vlunicipal, Vereador Luiz Alexandre Loureiro Palmiéri, um dos autores da Emenda. rcs ahou que com essa mcd ida os aios e posicionamentos dos Vere adores, em todas ns situa· çôcs, lerão total trartspn rência. "como realmente deve ocorrer com nquelcs que siio eleito para rcprc• sentar os interesses e a von tade da população", assina lou. • LEGié,LAllVO Presidente da Câmara indignado com o custo da Banda que animou o Carnaval 1 se .10 ord11 1:1 desta emana, da( raMa nicipal, o Presidente daquela Casa de Leis, Vereador Lua Alexandre Loureno Palmer (i'f L) informou que o cus! da banda Musal que animou o Carnaval deste ano em nos sa cidade foi de R$ 13 890,00 (tre,e 11111, 01tou:n o, e 110,en ta reais). sendo R5 13.000.00 pela contratação da Banda e 111a1s R$ 890,00 de hosped:, gem para os músicos e demat integrante: em urn hotel da cidade. Xande disse estar in dignado com os custos dessa Banda que animou o Carna val em Dela Vim,, ele apre· sentou aos demais colega< Vcreadorc, cópia do contrato celebrado pela Prefeitura Mu nicipal com a referida Uand,t. Em , irtudc desse valor, con siderado por ele extremamen tc elevado, o Presidente da C:11nara Municipal infonnnu que no decorrer desta seman estaria entrando cm conlat, com as Prcl'cituras de Jardim. Bonito e Porto Muninho. que realizaram belíssimos carna vais. com Dandas renomadas. inclusive da Bahia, para saber ■LEGISLATIVO O,creadordo l'DT Jan Dispo, reivindicou na Cima ra Municipal que fosse ende reçado ao Diretor geral de De1ran José Donizelc Freitas. para que o mesmo encami nhasse equipes do Dctran para realização de curso sobre trân sito no município de Dela Vis la e região sudoeste, com ob jetivo da futura elaboração de proje1os educati,os sobre o lema. O l'arlamcnlar do PDT Dispo que reivindicou e foi realizado curso sobre 1rânsil<' no ano passado no municipic, de Oda Visla e cm outrns ci dades do sudoeste e novamcn le solicila a realiz.1çào do re ferido curso sobre tr:insito na rede de ensino municipal, es tadual e panicular. Vistoria no trJ.nsportc esco lar O vcrcadordoPDT que tem sido atuante em defesa dos interes es de Bela Vista e região sudoeste lambém rei vindicou ao chefe da Circlran a realização de cursos de for mação de condutores de vei cuias e de lr:mspones escola res e tambtm solicitou a com plcta vistoria dos veiculos que 1ranspona alunos. Segundo o vereador Dispo esta solicitaçào tem por objetivo "proporcionar uma melhor segurança aos rrlunos e professores que utilizam este meio de tr:rn porte e inclusi ve solicitei também vistoria nos ônibus que transpor1üm universitários que c;;:,tUdJm em outras locnlidndcs". concluiu o parbmcrllar. (A I p ) os custos das mesmas e fazer uma comp.arJç,lo 1.:0111 o que roí pago pela Prefeitura Mu nicipal de Bela 'i,ta O Vereador rc,altou que o Carnaval deste ano em Bispo: Curso so r Bela Vista foi reconhecido a nivel estadual de maneira ne gativa, "isso porque a anda contratada pela Prefeitura dei Oll 11111110 a desejar e em vez de animar acabou desarman- rânsito o f:;1 - == =::=-= =--== , 11 Jr .: () l'll' 1,l,111~ dr ( ,1111 ,. ra Mfumi ipal disse ter de seon fiansa em relação ao valot pay ode a[anda, < brvan d que na gestão passada a Prefeitura Municipal trouxe uma Banda renomada, da Haha, para animar três dias de festa m nossa dade, que custou aos cofres publicos R 5000,00 (cinco mil re JI) "Fsta custou R$ 1 J X<J0,00, 11 que nos dei ., dignados, por tsso quere mo saber como foi feita essa contrata±o e, o mais importante, qual foi o valor pago pelos nossos vinhos de Jardim, Bonito e Porto :-.tur1i11ho p.rra re,,l11arcm o Carnaval em seus municipi- 1"· 4ue !oi um , crdadeiro Show", assinalou (A1CM). ANUNCIE NO JORNAL DE SUA CIDADE TRIBUNA DA FRONTEIRA É MUITO MAIS JORNAL 1 11•1 • ti Aprn o la ' • 1 mplamente l ado , ,,, } ' l ntre aro pon- lencado o deputado Orro d cepa aber o valor papo a ada bolsa almen- requeri , e Mnrco íl. loureiro l'a/miéri JlDVOG/1D0 s: (a/1)35-1is T (7) 4%-1132 Rua 15 de 1/ovcmb,o, 505 • Ccnflo • Bela Vistn!MS 1(/eber Loureiro Jlcdeiros OAB MS 2697 • CPF 00&.824.Q31-72 Rua Barão do Laclário, 1&20 Bela Vista - Mato Grosso elo Sul ' Pra. Wilma d 'ilva OAB I MS 2.574B ADVOGADOS ]oelson .lar! i11c::; peixoto OAB MS 1036 Daniela Fernandes Peixoto Coinete OAB MS 7760 Causas Civeis, Criminais, Trabalhistas e Contratos Rua 1° de Maio, 431- Fone: (0**67) 251-1451 Jardirn/M S c-mail:danielapcixoto@zipmail.com.br o e li Ma rt ., Hranch' 1 I' ADVOGADO OAB-MS 7.891-B rr surita@portonet.ms ~(0**67) 352-4374/287-1460 Campo Grande/Porto Murtinho-MS o«« os t :e Psicóloga· CRP 1402007-1 Rua Cel. Stuck, 38 Sala 1- Jardim - MS c Ccl. 9986-5103 DR. ELDER LEMOS CRM 3151 CO: 'L'LTÓRIO: Rua Dr. Corra, 710 DISK> 287-1749 ~ CLINICA ODONTOLÓGr <CA Estética Dental - Implantes - Endodontia - Periodontia - Prótese . Ciru • 0 . . rg,a • dontoped,atna Dr. Laucidio V de Ban-os Cirurgião Dentista CRO MS 340 Rua Ten. Bernardes, 447 - Centro - Jardim F (o •• 67) 251 39 Mato Grosso do Sul 0ne; xs - 40 • C EP 79240-ooo Av. Brasil, 120. Tetfa: /0 67) 43 5 1163 Centre ·EP 19.270 000 ERACDOL MS D 1 'JlSSE DOR DE CABECJI OS CONCORRENTES. I., .. L - • DROGJJ.LIDER NÃO DEIXE A CASA C AIR. Av.Brasil-caracol g ..... Lyllyam Marques / entre, i,ta de hoje é corn a 1;11ti11ha an1011iojoa11cn,c l.yll)a111 il:irquc,, que 110 momento e,t:'1 curtindo ,ua vida na cidade de jo1 em, natural de Jardi111-MS, mora juntamente com ,cu, pai,. !.inda e mar.,vilho,a, sc11,,1cional ela é colírio para a rap.11iada. Jovem de IS alll», olho, preto,. cabelo, preto, e caracolados 1.65m de altura. -l'l quilo,. cintura 60. coxas 52. quadril (,O. I .Filiaç:111'! Frnlll:i,co 1. 13:irbo,a Olhei1a e Vánia L. 1--farquc, 2.Data tlc nascimc11to'/ 12 de janeiro de 1987 3.Terrn natal'! Jardim-1-IS -l.C rau tlc escolaridade'! 1 ° /no Cicntilico 5.0 que, ocê tem a di1.er a respeito dos amios de Jardim'! São pessoas 11111 pouco difrrentes, não sabem fazer amizades, são bem kgais ma!t não go~tarn muito <lc bater um papo legal 6.0 que quer ser no futuro'! Advogada e Bióloga 7.Costa de Antônio .lo:io'! Sim, porque é uma cidcidc bem calma 8.Quais seriam as q11:did:11lcs que uma pc,soa teria que ter para ser o pre,idenle da República dollrasil'! Ser uma pes,oa que tenha responsabilidaJc para melhorar 11osso Pais 9.Scu maior sonho'! /lcançar os meus obje1ivos e ser uma grande mulher 1(1.Cnr preíerid:1'! Venndho e rn,a 11.l'nllo prcícrido'? Lnsanha e Arroz carreteiro 12.Esportc'? Vóki 13.Canlor brnsilciro e internacional'! S:indy e Junior e Cri, Duran !,Ulúsiea br:isilcirn e internacional'! Quando você passa. 1 turn to you IS.Tem namorado'! im 16.0 que nm jovem tem que fazer para te conqnistar'! St.:r carinhoso, gostar de sair para se divertir e me a l'itar do jeito que ,ou 17.Qual o jovem mais bonito da cidade'! 11:í. são vários 18.0 que costuma fazer no, finais de semana"? Ouvir mllsicn. tom:ir ti.:rert com os :imigos e p~isse:ir 19.Sua mensagem final' A maior riquc1:1 do mundo nfio é s6 ter dinht.:iro. e sim alcunçar todos os objetivos da vid:i! Or • ANTONIO JOAO Bonito teve a que reu iu or anismo /1 Hc 1 1c 11,Jro •r.d,,D presidida pelo preta! J,,,. 11 ,J , (J ,1 C) _ r 1 ',d,,l, cm p l!Ccri.1 Cl> 11 l 1 < n: 111 ~ ,_.,, ,1 d, r r '. de IJ.,c>" 11,dr,,..r,>lll,h. ,cali1JrJm 110 1111,11, dJ ,cm.t11J ( 1 e 2de .rl ril). 11c ;l.11n1,1 11,,tel. cm li ,n11,,. n 1 Encontro de Intercâmbio para o I or1alcçin1c11tn do, Organismos de Bacias l lidrngr,IÍÍLI> Omega e ,.:nlo cout,1 co111 o apoio do on,or. 10 l11ter11111n,c1p,li parn o l)c,c11oh imento Integrado das Bacias dos Rios hrand.a e Apa (Cidema), t,1111bé111 prc,idido por l),icio ()11eiro1. da Secret,111,1 de l(ccurso, lllctrico< e d,t igénci,1 .,ciorrnl de l'q:ua, do Ministério de Meio Ambiente É u111 dos 111aiorc, cncontm, j:íreah1.1dt>sc111 l.1t.,Gro"u do ~ui para d1,cu1ir o te111,1 "Esta iniciativa ha, ia sido :1cerl,1da duranle o IV Diálogo lr11er:n11erica110 de Gerenciamento das Aguas. realizado em setembro do ano passado na cid:ide de Ftll do Iguaçu". lembra l).ic,o Queiroz. Para <» organizadores, é a oponunidade de ,e prn111mcr a dbcuss:)o ,obre a estão ambiental em bacias hidrogr:ifica~ para integração da< diversas redes de of)!:u1ifimo de bacias. ··1-01 uma atuaçau c111 diversas escalas par:i cs1abclec1111ento de açõc, rcgiun:ili, adas, que pcnnita111 descobrir modelos adequado; à realidade regional para :i gc~t:io dos recursos hídricos". aponta QuciroL. O presidenle re,salia que /'.tato Grosso do Sul !lC credenciou a rcali,.ar este c,·t.:nto por se: locali1 ... 1r cm uma das rl!giõcs mai:,, importantes do planeta, por abrigar a maior área inundá, cl continua, o Pantanal. "Ao mesmo tempo e,t:i locali,ado cm uma bacia hidrográfica de importância ingular. a Bacia do Prata, que abriga um conjunto de ccosc;istl!mas regionais que merece atenção para a gestão integrada. compartilhada e ti.111sfronti.:iriç:i. tr.idulindo o pressuposto de que meio ambic:ntc e rccu~os hídricçs não cem frontcir:is". gar:rntc o presidente da Rede Brasil de Organismos dc Bacias. O e, cnto contou com o apoio fundamental da ccretaria de Estado de Meio Ambicntl!. Cultura e Turismo ( cmact), Prefeitura Municipal de Bonito e das redes internacionais: Red< Latino•amcricana de Organi mos de Cucnc3 (Rcloc), Rede Internacional de Orgnnismos de Bacias (RIOB). Rede lntcmmericarrn de Rccun,os 11 idrico, e Centro de Agua do Trópico • mido de Arnêrica Latina e Caribe (C,TI tiL,C). Alvo O objc1i, o princip:il é promover a gest:io ambiental e dos recursos hídrico de forma inh:gr.:ida. mr:dinntc o intc:rc:'imbio de informa õc:.. conhecimentos ..: compatibilizaç:io de açõc impla111adn por distinta ntod Cidema e bacia ........ • D6clo Queiroz prHldlú ,~, enc:ontro lntern■c:lon-', ,!" r-1 ,Bonito • • __ ',a..~k~ 1111cr11,H.:Hlll,II' Of~illll/:!Ç<ll' 1k h.11,.'.l.l"i hiJrugr.1fo.:;i.. po,,1hil11.111.I" ;1 idt.:r1tlln:.11r.lo clt .1,:ti.:, COIIJlllll,1"1 lJtll.' fW" ,!Ili fortalecer as redes ttcto.at e i11tn11,11.:in11,1l'I de t,,1,..1,h Possibilitou conhc-~1111cn1n d,.: e,p;.11(111..1.1, a respeito da participa,ao da ~ocic<l.1<l..: ti, il e 1i-,.11.1r11..,, d.1 ;igu,1 na gestão ambiental e dos recursos hídricos no a ENCONTRO auto atonal 1111u:i.h .. H 1; d i.: 1 unhL.1:1 d~ ddi..r .. 111,.:1, IIH.:(",1111 lll•l dt• 1111pL 111t.:11t.t1i,,111 do, Instrutent d !e 1 1 th.· lt:dJI ·s biltres. oro , 1 't f l, 1., I :.l,h, 1 11. 1 >lh l 1 ,!"ti.. pi.UI' dt.· ll'.ll(',I, h,dri .. ~- 1..n'r;. P'il'l, •. ati,111,1 D .. ,,,, () l'll1.."1lllf(l C'• I 1111l1!1 Ili .1 1" ,._. rad da ade I''""' ,, ,J.b pd.1 1(1 IHJII e'" f I fdlll '.,i..:1, ,u.d , 1 c < 11111!~ o ·10 definiu a enda que ida em maio, o adá / rcpr::Sl'Jlt::Inlc cl.1 écrcl3ria :-:acion:il de Recursos l liclrieo,, ~lnria Manuela e o presidente da Rc'tlc 13rasil de Organismo de Bn ias li idro;;rMic.h (Rcbob). D.icioQucirw Sil, J.. nbrir:1m ofici:ll111en1c u.1 noite d,: domingo p:L<;;.1d,, (31) o 1 Encontrodc lntcrc:imbiopJra o Fortalecimento dos Organbmos de Bacias l!idrogr.iticas. qu~ foi r"!iliz.1do no brru.i lloid. em Bonito. , abcrltrrn oficial aconteceu às 19h30m, com a prcscnç.1 de amorid.llk> do Brasil e pais :s vizinhos. Maria J1:uwd~l fel. confcrêni..:i.1 sobre "Participa.ao dos Organismos c1 .. [l.1..:i.1:> 11.1 Pol1iic:1 Nacional de Recursos li idrico,", iis 21Jh. 0 ento, uma parceria com o Fúrum N:icio1nl <lc Comit~ ... <le Beias Hidrografia . é um dos maiores ja realizados em Mato Grosso do u! CCntflll úr.t ,) .1p)I( dt1 C0nSl..1r.:h) lrn...-:murnr.:;p.11 p::r.1 o Dc'::o .. :n,_oh ,m ·ntv Integrado das Bacias des Rios JirJnd.1 e ,pJ LC1J,m:iJ. t:1.mb.:m r,r...:,1Jid,., por D..:i:1L, Qucih'l. c.1 '-c..-1..:t . .tru d_· Rezursos liidricos e da ;o;;:: :s::: :rrrs Agência Nacional de Aguas do Ministério de lci0 ,mb,entc. No dia seguinte a agenda foi cht:ia. com ,,lnos ,,ori-.~hop~ mesas redondas e palestras. D,1, Sh :'is I0h aconteceu a reun jjo do Conselho Diretor da Rcboh. sob coordenação do presidente da Red~. D,icio Qucirot (,,orl..shop 1). rrnni:.0 do Conselho do Fi>ru111, coorden:td0 por l'a11lo hei~! (workshop2) e a p3kstr.1 ··Rc<lt."s lntcrn..!cionais di.: Org3ni,mo, J • Baci.i.-, lliJrogr:ific:i ••. ·0111 IJin Bem.u-J (workshop?) 1 programação contou tJmbCrn :,i,:n1111.1riu.; ,ohr .. • Integração de Rudes de Organismo de Bacias na Amcri-:~ L.11in., - RrLOC •. ,ob r, pon,JbditJ.i.lc d~ Ra mundo Jo-.C: S.::nt1..h G...mdD \HH!.,h.>r .1 l e ·•Cidl> dLJ, gu.1:-.·· . .:1..1111 ,, ... nenheiro flores:l Muni Casar Barbosa {:reir +.onsulter da Rebob a ni..:I n cal e do .J.:m.1 em Mato Grosso do Sul. . 1 Uh ., m~,.1 r .,;J('lf;.l.1 ~nm o h:'m.: "Experénas na Implementação dos fn ... tr1;,'l..,l?lh r lí1 1 (.,.,..,! 1;'."I dos Recursos Hidricos", com t11(1,Ji,:h, 1n-.t1tu.:1011JI mpatielcetn a JL·.ilid 1,le e , dt1111 d,,.., d1tint.h t!anta'cs c também promover a aaltaçào dos resultados do alo das ,!,!11,l"+, Ili l!,1111/,jJO') pcfo ( 1dc111.1 p.1r.1 gar,lllt1r o fortalecimento da ergam/ades de banas L ,Ir .'Lili ... ,J l.'fll '1Jlt) (1t<''>'Kl d sul (Geraldo Ferreira Geg) ,1 CC'Ordcu.1,.10 de J,r 011 Ke!man, da Agência Nacional de Aguas e moderação do Dr Julio fhadcu Kcttcllw1. d., Secretaria de Reeur os Hidricos, dua autoridades de n..:ilomt: n:i .1r..:.t CO'ó Óf!CIO<; !'.:ri f lar obre o func,ori.,m..:nlo Jo.., Ct n~órcio.., uw:rmunil.:'.if}JI'),. , ReJ .:,,nviJc u I hmi'll.r,, de Campos, do Consorcio lnten11u11icipal d.,, 8~. ,,,. d<>, Rio> PinciL.:b.1.. C.1ph ... ri t,; Jundiai e a prefeita da cidade de l'cJri11hn, P.1uli.sta I SI'}. Ida I r.,nzC1,0 de . OUZ.!.. pre,idult: du C1,1n M,to lntcrmunic1r,t1 d,, 'JI <1", P;,ran~pancnu Cl'P ~ vice-presidente d.a Rebob COl!Tb O km r (l'lílJt .e.;, J-.: Bacias Hidrográficas foi Huroldo Ngueira, do Corte dJ B.,cu ,w R:o Bar~bu .. ~ Pirau::..,b.1. C-..p1,.1:i := Ju~dr.1i. Roosevelt Brasil, da Associação de usurios das guas do Medio Par.ub do Sul falou sobre funcionamento da Agência de 1gua Associação de Lusa±rios. O Crtlo das Aguas propo,u, p . .u..1 gestão dos recursos hidri:os em Mato Grosso de Sul, fei apresentado pelo pretente de Antnio J4o, Dcio Queirz-- presidente do CiJt.·111.1 (." pdo ~~~r.:Wri, de.. E,t::Jll de Meio Ambienta. C'ulturJ 1.: fun,m .. ,. ~Lr..:1.l Perto C'arr:· r('I , i 2h s participantes fiz_ram a pausa para o alie. que foi .:niJ, fü''I J,.:.' ([n, iado v,pcu . .al Geraldo Ferrira - Gg) •ANTONIO JOAO ------- JOl<t.t 1. TfiltlUNA 01 r ,>O'HH~A ■1/1',ITI Dáclo cebe 2ª autoridade do Brasil e compa heiros O preki111 de Antônio Jo.1o, JJ.,, 10 Q11, 1101 Silva, disse no ms passado nas festividades alusivas ao )k8 aniversário de emancipação politico ndl1in1,1r,1t1va do M1111icrpio, que o 1_,i:n.1<lor lt.11111.:.1. ·1 cbtt, "é llílld hderan a nacional que orgulha Mato Grosso do Sul e sua ente, usando seu pre~1lrio C !>llil forç.1 p,!l',I promover desenvolvimento e mrlhornr a qualidade de vitl,1 populnçílo s11l-n1,,10• grossense" O prcfcilo tlc lr11ô11iu Joio D,ício Queiro, . iv,1 (l'MDll), i111porl11n1l,sirnas dois cunju111os rc::tidcncini-.. o aterro sanitário, a Casa do lncsio e o Centro de Gernçno de He11d,1, levando ,1, autoridades para visitar as obras de ampli11çio do hospi1nl da Vila Nova, drenagem de águas pluviais e 11in:lsio de esporte na Vila Penzo. "Todos estes projetos sno fru1os ela capacidade ndministrativa dn nossa equipe e apoio da bnncnrla federal, cm especial do prcsidenlc do Senado RarncL Tcbet", assinalou D:icio Queiroz Silva. D.leio disse que a condiç'1o de presidente do Congn,sso Nacional projeto11 o senador Rarncz T,·bct nacionalmente, ampliando a nossa capacidade dos prefeitos de reivindicar com sucesso em 13rasllia. ··o senadc,r con1in11.1 o mesmo .. , diz D.icio "ah.:ndc os prcfoitos a qualquer hora, resolve os problemas e continua perto dn populaçJo, mostrando que mcrccc o ■DENGUE nos90 apoio para conta4f trabalhando pelo llr., d e r, lo I stado", () presidente do Senado disse para a população de /11101110 JoJo n.i -,olcníd,1<k ,tqui 110 rnts passado, que "minha prande alegra é estar aqui, com vos, ver os lutos do nosso trabalho transformados em casas que abriam as familias, em hospitais que ,1Ct>llmn os doentes, em quadras cobertas que ajudam o desenvolvimento sadio da juventude, enfim, em resultados concretos que melhoram o presente e as expectativas de íu1uro". Ramez pediu apoio p.ui1 "continu□r tMbalhnndo" e disse que n clciçfio de /1 ndrê Pul'inclli significa o aunwnto da parceria que hoje cxislc cntrl! os Municipios e íl União, através da h,u1c.1úa fcdcr,i. ·•se n parceria aumentar, íllll11l'lll.lm as ohra'!i, a gcr~u;:lo de empregos e as oportunidades de construção de uma digna, jm,l,l e mais feliz ... No mês passado participaram das festividades <los 38 anos de Antônio Jo:io, o senador Juvéncio César da fon,eca (l'MDB-~IS). o prcfci10 de Campo Grande, /ndré Pueinelli (PMDB), o dep111,1do federal 'alúe111ir Moka (PMDB-MS) e os tlepulados esrnduab Fl:ivio Kayalli e Cetina Jallad Martins e prefeito de /ntônio JoJo. D6cio Queiro, Silva (PM Dll) e os seu, vcreatlores da banc:-ida ni1 CámarJ Municipal. (Geraldo Ferreira Gegé) • [HCotlTPC MS obteve expe iê eia sobre ges -o das águas Escola ra! Moreira declara guerra contra deHMBlill® ; dircçao da escola .. /Irai Moreira .. buscou jrnuo a Fundação Nacional de Saúde (FUN/SA). infomrn e conscicntiz:1.r seus alunos obre o perigo proliferaçJo do mosquito do Aedes Aegyypti. Nos dins 11 :i 15 de março estiveram uma equipe da Fund:-içio e desenvolveu um projeto elaborado pela e,cola. Junto com profl'ssorc.s. :ilunos e direção. Foi lrab,lhado com maquctn exemplificando como pode evitar a dengue cuidando das casas e quin7ai; as criunçus observaram através do microscópio a larba do mosqui10, um criadouro controlado com mosquito. pnnílctagcm. canazes, palestras e para en i.:fr:lmcnto do mC.s p~do. as crianç.tS assistir:1111 um filme, e n:gisrrJram com um painel de fotos. Em t.!lltrcvista ao jornal Tribuna da Fron1eira de Anlonio lo"º· Ndi Garci11 de Almeida di e da importância da conscicnti1.açJo dos alunos e que os mesmos ~cr?to concicntizadort.!s na socicdadc, e disse mais que cssc projeto deve ser desenvolvido em todas escolas para que com isso estejam definitivamente livres do mosquito. Ela colocou que outros projetos virão e que uma escola democrática se constrói com a participação coletiva e que esta muito orgulhos:i dn sua equipe de lmbalho e ·seus nlunos. Para cc_>ncluir t:la que .. 3 cducaç;lo so 5érô. verdn.dtií.l quando o homem :i.crt:dit:ir ,cr-cbdeir.im...:nte no homem·· finalizou Neli. ' (Gcrnldo Ferrdrn _ Gegê) (J [ nconlrn d,· lntcrc,,111bio pua o 1 0rt,dec imcnlo de Organismos de Bacias 1 lrrlro •rnliL,h. que 11<111,c un llonrlo, permitiu a M,110 C,ro,;o do Sul conhecer e d i,c111 ir dd u enle, modelo, Jc gestão dos rccur,o, hídrico,. através de depoimentos sobre experiências da Bahia, Minas Gerai , So Paulo, Rio Gmndc dú Sul. SJnl,1 ·marinn. Paran:, e Ceará. cnlre outros Estados "A comunidade sul mato-grossense teve a opor11111idadc de conhecer e 1c, modelo e aprofundar ne que é mais aplicável à nossa rcgi:1u. cm c;pccial na bacia do /llo Paraguai ... rc»allou o prcfci10 D:icio Queiroz. pre,idenlc da Rede Brnsil de Org,111i,mos de Bacia ( Rcboh) e du Con5Órcio l11tcrrn1111icipal para o Dcscnvoh irncnto lnlcgrado da, Bacias dos Rios Miranda e /p:i (Cidcma). l'ar:i o presidente da Rede, que reuniu consórcios intcnnunicipais e comit~s da grande maioria dos Eslados brasileiros, é real a oportunidade de conhecer as diferenças entre csles comitês, .igências. associações í' a EVENTO Lideranças e arnbienlalistas prcscn1cs ao Encontro de Intercâmbio para o Fortalecimento dos Organismos de Bacias, realirndo na cidade de 13onito (MS). fizeram 11111 paralelo sobre as ações desenvolvidas nos consórcios e comitês. explicando o funcionamento de cada 11111 dos organismos, sempre de acordo com sua região de origem. Nelson da Franca. coordenador nacional do Projeto /lto Paraguai e rcprcsentanlc da Agência Nacional de tgua (; 1 A). disse que a Organização dos Estados Americanos (OE,) avaliou componentes administrativos e políticos no recente relatório cstratêgico de recursos hídricos. divulgado pelo 13Jnco lnterameric,no de • Desenvolvimento (BID). consórcios, q11c na su.r opinião, devem atuar de forma cornplc111c111ar cm cad.1 bacia hidrogr:ifica. a mesma opor11111idadc foi discu1ída uma agcnJa nacional para as enlidadcs. .. / mela é fortalecer os organismos de bacias hidrográficas de forma a anicular uma atuação integrada entre o setor público, usu!irios e a sociedade civil e também garnntir n participação dcs1cs organismos na política nacional de recursos com c:1.perientcs estudos de bacias. Antônio Adolfo rcla1ou as experiências com o Seminário sobre a Bacia 11 id rogr:I fica do Rio Guandu, no Rio de Janeiro. oporlUnidade cm que discutiram os problemas e soluçôes para o organismo da bacia e as 1ções desenvolvidas a1ualmen1e no Rio pela Companhia iderúrgica acional (CSN), que trata a água do rio Guandu. Ou1ro tema importante quanto à diferença entre comitês e consórcios, abordado por Dalto Favcro Brochi, rcprcscnlante do Consórcio ln1errnunieipal das Bacias dos Rios Pir:icicaba, Capivari e Jundiai, que 1ambém preside o Comitê das Bacias llidrogr:ificas dos Rios Piracicaba. Capivari e Jundiaí. Ele disse que o consórcio faz papel de agência e focilila as ações do ~omitê. Cortes :sc.o-v;is . IPcnuancntt:s de Cí.lios Suportes e Permanentes ]p471 e ·M GI . - cpuaçao c aqui ..agem Banho de llrilho Manicure e Pcdicurc llcflcxos e Tinturas Representante da New Hannony Cosméticos hldrico,·. g,1r.u1tc o co11,111ior l-1:iuri Pereira. sccrc1.:1r10 executivo da Rede, que orga11iLou a rc1111i,1o do conselho diretor da r:nliJ.,dc Ele ressaltou a oportunidade de hu,car atuação integrada e. ao mesmo tempo, definir estratégias que po ... sibili1ct11 organi,ar 11rna arnpl.t capacitação de tl.:cn1cus e comunidades dos distintos sclorcs no sentido de dcscn, oh cr a gestão das águas de acordo a ... características locais e n m regionais, envolvendo e comprometendo estes setores na administra, ão das guas Para a implanta,ao deste pro rama a Rebb conta com apoto da Secretaria d . .: 1t,:ur,o, llrJr1L1l> Jo Mintéro do Meio Ambiente e da Agencia Nacional de Aguas, através do projeto Alto Paraguai nas regiões de Mato Gr, ,,o e '1.I llll (,ro, ,,>d,,""' Apoiaram o evento a 1'1dcít11r;r ,111111c1p.il de Bonito e a Secretaria de 1 ;t:rd,, de Mero Ambiente, Culwr:r e Tursmo, alem do 1I/, SRI I e /NA E m razão disso, teve ,, pnrl1'ip.,ç;1o do, representantes da Secretaria de Rcc11t><h llidrico, . .1.trra :V,.1nucl,1. d,1 /1':,. 1 n!dcrr ·o rrc1l,1' C O toordctrndor do Projeto Alto Paraguai, Nelson d., 1-rJIICa. O C ClllO é pioneiro com :i a pro, aç:lo da Agenda para Fortalecimento dos Org.ani,rnu, de Bacias, que devera ser apresentada na a»cmhléia da Rede lntcrn;ic1011al de Or!!.lílÍ,mode B.1cias (Riob), prc,-isla para o mC, dl. 0 m.1io, no C:mad,L (Enviado especial Geraldo Ferreira- Gegé) bre Rua Cândido Mana no, 1 i 5 - Centro Bela Vista/MS - Fone: (0**67) 439-252-1 As maiores au1oridades do setor de recurso hídrico do Brasil e do exterior estiram reunidas na mesa rcdondn que começou às 1 •Ih. com :t p.,rricipuç:io dos or,,ani,mos de bacias na Gestão dos Recursos H ídri os. 1 ·Pou1:1 vezes tantas autoridades desta irea estiveram juntas num só e,ento·:, dc.stncou o presidente da Rede Brasil de Organismo de Bacia, Dicio Queiroz. A coordena;:o esteve a cargo de Richard Megantk, pr • dente da Rede Interamerieana de Recursos 1-l"lrr,os. Ahin Bcrnnrd presidente do Instituto Internacional de Aguas e da Rede Internacional de Org.mi,m,,, de Baias(R '.,h) Raymundo Jose an6, ... IVO a EVENTO Grutas de Bonito com rio potencial hldrlco do Estados subterrâneos mostram do .... Gnrrido e Eduardo Mestre. dJ Rede Laiino Ameri anl de Organismos de .Bacin; (Rtloc). Na mcsrn:1 mc:sl esti,·cram tnmbt:m D:ício Queiroz e Mauri Cesar Pra Psreirs. d Rede rasil de Organismos d.: Ba ias (Rebob) e Paulo ;facicl, que preside o Fõnrm Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas. Às 16h foi rslizadá uma reunião ojunta entre Rebob, Relo: e Fórum. para definição de um plano de ação para Integração das redes de organismo de bacias. O encerramento do evento fo ~, 1 ih. com dehJtC>, conclusões e agenda. Enviado especial Geraldo F ,·rrcir,i - Ge,:e) JORNAL, TRIBUNA DA FRONTEIRA • BELA VISTA ------------------- ---- - ---------~ A 97 Cà ORMAÇ - Kande requer à Prefeitura cópia de 1111 nscal do Atacadão Através de requerimento aprovado por unanimidade na se slo ordinária desta emana o Presidente da Câmara Mumiipa! Vuc.,1dor L.u11 Ak;.,mdn: l .owt:1- ro Palmiéri (PIL), solicitou ao l'rcfello Munk,pal que c1111e ,qurl,1 C11J rlc l.ci, c6p1J d,t Nolíl I iscal referente ao empenho do da 14O1/02 em fo, or J,1 fir ma Mta ado Dist om e lndus tria, de Campo Grande-MS, no valor de RS 7.300,00 Xande observou que é preciso saber se os produtos ad quiridos do Atacadlo, em Cam po Grande, 11:lo ,no,e11cun1r,1dos no comércio locnl, cnfatl1ando que o po,kr publico munrc1p.1I deve valorar o comércio de Bela Vista, "que gera impostos, oferece empregos e contribui para o de<envolvimento do mu nicipio", assinalou. Dertara da ru llfil Ili ■elPÇI 111 1111m P11n11t1 J Cópia de contrato das obras de asfaltamento De 11111orin das bancadas do l'SDIJ, l'FL e PT, foi cttcanti nhado requerimento ao Prefeito Municipal solicirnndo o envio t C/umrrn de cópiu do contrato da Informações sobre leilões lle veículos da Prefeitura Os Vcrc:ndorcs i111eg_r.1111es da bancada do PSDU na C.inma Municipal, Julio Leite e Cica Lino, subscreveram requerimen to endereçado ao Prefeito Muni cipal solicitando a rclaç~o dos ,eículos que foram leiloados pela Prefeitura Municipal, o valor npurndo por cada veiculo leiloa do e o nome dos n:spcctivos com• pradorcs. bem como seja infor mado onde foi aplicada a receita arrecada com esses leilões. O Vereador Gctulio Lino Filho enviou requerimento ao Prcfoito Municipal solici1ando que inforn,c : C;im::ira o nome dos tl!cnicos agricobs nomeados para as duas vagas criadas no .iinbito da ccrctaria Municip=il de Desenvolvimento Económico. Obscr'OU que os cargos foram criados no ano passado, através de Projeto de Lei aprovado pela Câmara e até agar.,. nrto se tem conhecimento se houve ou nlo a Em indicaçao ao Secretá rio Municipal de Finanças, com cópia ao Secretário Municipal de P!Jncjarncnto, o Vereador Waldir Cardoso (PT) fez um apelo no sentido de que os valores do Im posto Sobre Serviços seja n:visM to pela numicipalidadc. cgundo Valdir, cm con• tato com di,•crsos proprietários dt: pequenos estabelecimentos prcst:idon:s de serviços, como biciclct:irias. por exemplo, obser vou que os vnlorcs do referido imposto, que antes variavam de RS 6.00 a RS 9,00, agora cstao custando cerca de RS 60,00. Prefeitura Municipal com a fir- 111.1 que." está cxc:culJndo as ubrns de asfaltamento nas ruas que cir cundam o Cc111ro de Saúde Mu nicipnl. Informações sobre nomeação de tecnlcos agrícolas ..... •a t• l'lll Ao Sccrcurio Municip:il de Obras e no SAA E local o Ve reador Waldir Cardoso reiterou indicnçl'lo solicitando a expanslo Também ao Secretário Municip:11 de ObrJ.S o Vcn::idor Waldir Cardoso solicitou que seja determinada a retirada das pedras cnonncs que ficaram soltas nns norm:ac;do dos h:cnicos ~1gricolas. Waldir quer revisão nos valores do Imposto Sobre Serviços competente da Prefeitura Muni cipal proceder essa rcvis!lo, até mesmo por uma qucst~o de Jus tiço. para com esses humildes 1r.i balhadores", assinalou. ~Nada m:iis justo que o setor Remoção do lixo acumulado na cidade pardo) foi ena inhado ep d nte ao Prefeito Mar pal ret vndiando a asertura da rua ba rao do Mtl ... ;,.o. que cruza oba r to Planalto l, com acesso pata a UK 061) Recuperação de lmninárias na Vila Nova Esperança Rmnao PJ,cdes. Vereador do PrL, encaminhou mndicação ao !:,ccrctário MunrcipJI de Obrus solic11,111do que seju prov1denci ada a tecuperoç:Jo das lurnmán as da Vila Nova Esperança. no bairro Água Doce. Reforma de Escola e perfuração de poço O Vereador Waldir Cardoso endereçou expedien tc ao Prefeito Municipal pe diodo provid~ncias com rclJ- (XpanSãO das redes de água e energia • çJo a rcmoç:lo do lixo domi ciliar que vêm se a.cumulan do em diferentes pontos d:t cidade. dns redes de água e energia para um:1 n:sidéncb. locnlizada na rua Guilhennc Pnredes. entre o.s bair ros CostJ. e Silva e Primo.veras. ReUrada de pedras das ruas cascalhadas nus ::i.pós a cxccuçJo dos serviços de casc.:ilh:im~nto e p:itrolamcnto, c::on.sidcr:indo que essas pedras , êm C?usando dnnos nos veículos e até mesmo ncidentcs. Ramo Paredes também foi autor de ind,caçao ao Prefei- 10 Municipal, com cópia à Sccrc- 1!ri:1 Municipal de Educnç,lo, so• licitando a rcfonnn., com urgên cia, da Escola Municipal Santo Antonio, bem como a perfuraç:lo de um poço na área da referida unidade escolar. Ele observou que o pré- Construção de Centro Comunitário no bairro ltaboraí Em indicaçlo ao Prefeito Municipal o Vereador Flavio Godoy (PT do B) reivindicou a construc;!lo de um Centro Comu nitário no bairro ltaborai. Ele in formou que os moradores possu• cm o terreno destinado a conslru• ç,lo do rcfrrido Centro Comuni t:rio. qul'. é 11111a :rntig.a rcivindi• caçáo daquela populaçilo. Ambulância para o Distrito Nª Sª de Fátima Ao Prefeito Municipal o Vereador Flavio Godoy solicitou a doaç~ode um:i ambul5ncia p.1r.i atender os moradon:s do Distrito N.1 s• de F:Stima que muitas ve zes nJ.o dispõem de uma condu• çlo para se locomoverem até o l lospital sao Vicente de Paula cm casos de doenças. "Sabemos Sr. Prefeito. 1 io da Escol:! t'.'ncontra-sc: tm precárias condições e o poço de água polávcl existente. que arcnde aos alunos. profrssores t: moradores próximos, muitas zes seca, com isso essas pes soas são obrigadas a pc:rcorrt rern mais de mil metros pJra pegarem água em uma mina". ressnltou. p:itio do Centro de Saúde Muni cipal que quase nJo < utilizada, pois o municipio conta com 1113is duas ambulâncias no, as . sendo que no Dis1rito N 1 s.1 de Fâ1im;i existem ,gentes comu n11jrios de Saúde que poderi• am perfcitamcnlc cuid.:ir dessa ambulância", afirmou Flavio Godoy na justific:itiva de sua que existe uma Jmbulância no indicaçJo. Arrumação de quebr a-molas Atr:ivés de indicac;~o ao rc ao supcrmercJdo SJo Geral• Chefe do Departamento Muni• do. Segundo O Vereador. os cipal de Trânsito o Vereador proprietários de ·ciculos recl.1- Flavio Godoy solicitou que seja mum que O quebra-molas estra• Jrrumado o quebra-molas da ga os veículos que por ali pas- ruJ BarJo do Ladário. cm frcn• sam. Outras reivindicações do vereador Bispo: /o Secretário Municipal de Urb:inismo o Vereador Jair Bispo reivindicou a limpeza do matagal da rua Barão do L.1dário. ao bdt> da :irca onde cst.:lo sendo construld:is as casa.s do Projeto "Xc Roga Mi", bairro Costa e Silva, retirada de galhos e entu lhos na rua Fernando Fcm:mdes Leite, cm frente a Igreja Lu1er:1na do Brasil e a limpeza e re1iruda de entulhos na rua Euzébia rvfartins dos San10s. próximo ao n° l .2.S-4. bairro Costa e Silva. Ao Sccn.:tário Municipal de ObrJS Jair Bispo solicitou a rccupcraç.ao da.s ruas Eduardo Peixoto, próximo à rua N 1 S 1 do Perpétuo Socorro, bairro Planal- 10 I; Rio Grande do ui, prôximo ao n° 33. Jardim Boa Vista e Manoel Jorge das Neves, proxi mo ao n° 21.t. bJirro Primavc.r.i L Indicações e ProposiçõP-i; verbaiS: Vereador Getulio Lino Filho • Enc:iminhou expediente: ao deputado estadual Pnulo Corra, em seu nome e também dns Vereadoras lsabclla de Mames Pinheiro Murano e OrlJndn Freitas do.s S:mtos, soli• cit::indo que o p:irlamentar • viabiliz.e junto Jo Governo do Estado mnis uma remessa de lama a.sfãltica dc:stin::i.da J recu peração de varias ruas asfaltadas da nossa cidade que se cncontr.1m cm precárias condições de tr.in sito. observ·.mdo que a conserva çilo do a.sfolt.:1mcnto j:1 existente leve ser priorizado. Vcr·tndor!I ls:1hella de Moraes Pinheiro i1urnno-So licitou a Mesa da C.inrnra Muni cipal o envio de uma foçlo de Repúdio ao Diretor Proprier:kio do Jornal "O Estado do Pnntn nal" por ter publicado matéria, na cdiçJo do dia 28 de Março do corrente :mo. cit::rndo-a como Vereadora "sem partido". Me :ldmíra n falt:i de inforn1:1-çJo d~ :,:: cidadJo. por isso quero que :sta Casa tnrnminhe essa MoçJo de Repúdio à esse jomol e que o mesmo fnç:t a dc-vid::i ca:rreçilo o 5 A serst. de [dura,Mo a V da ti»indicou ar S cola Agrie oh. e ',1 $'Series(Hnsn al) destinada prunipah ente aos fi lhos de pequenos produtores ru r ais, oferecendo à eles, alem do ensino fundamental, ursos vol tad s principalmente para as ire as d.1 llffllu'tur,1 e J,l pc-~u.i.n.1 / rF Lf ~1', .1 Vcrc.1d<>r.1 Orlan<l,1 pt'diu a mudança de lo ui de um 1dd<1ne puhl,rn. tipo orelhão", no barro Planalto, para .i frente- dJ CJJ do Sr Anselmo, considerando que o atendimento aos moradores está bastante de fiettàrio devido a locJl11,1çJo do rcíerrdo ap.,rclho AI'! I 1 .1,1, ,.1 ,.1 CaLino sob touacp ao da teu de cnra letra na ru 1 k arde oamanta, no Lotu nto Sao Dominyos, bairro laborai 4 Secretaria Municipal de ( rtanmo Cia l uno solicitou que ja feita a coleta de lixo domihar no Conjunto Erva M 1~. p,11...lcranJo qu, desde o d,J l 'J d, H,rço t ,e ser, i,o tr.l sico c essencial não realizado no rcfcnJo tun1untu Outra reivindicação da Vereadora Cia Lino, endereçada , ',euct.Hra Mun1t rp.il d, Obra,. foi ,1 rt'L.Up<.:r,1~!•) d.1 ru,t Jusé oures Pires, om cascalhamento e patrolamcento, nas proximidades da residência de n" 96, no bairro Pnrna tr.1 li C:imar:t Municip:tl de fleb 'isfrt l'orecer N" 007n002 Autor Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final Os Vereadores que abaixo subscrevem, integrantes da Comissfo Pcrmanénte dé Lq;i1l.1ç,lc>. Jus1iç,1 e RedaçJo hnal, reunidos para analisarem o Projeto de Lei n 002O2 -Executi 'º Municip.11. que "Dispõe sobre abertura de Crédito [spccial para o Sc,.iço At11ôno1110 de Água e Esgoto - SAAE". O Relator, após análise, opina favoravelmente prla u:t Cn1micaç!io. to Pan..:cl.'r. Sala das Se,,õc;, OI de abril Jc 2002. Jair Bispo - Prc11d~nte. Gctulio Lino - Rel.110,: Ramfo Paredes - :vlcmbro. Parecer Nº 008/2002 Autor Comi,s;lo de Lq!hlaç:io, Justip e llcd,çflu Finnl Os Vereadores que abaixo subscrevem, integrantes da Comissão Permanente de Legislação. Justiça e Redação Final, rellnido~ parJ ;111.tli~1rcm o Projl!t0 de Lei n00202- _Vere:::dora 1,abella de MP Murano, Declara de utilidade publica a asso ciaç:lo de lloradorc, do bairro d.IS Primaver:15. O Relaror. npós :irülic;c. opin:1 favor:n elmente pela sua tramitação. E o Parecer. Sal.1 das Sessões, OI de ahril de 2002. Jair Uispo • Presidente; Getulio Lino• Relator: Ramão Paredes - Membro. l'arecer l'iº 009/2002 Autor Comissão de Legislaç:io, .Justiç:t e Hed:tç:io Fino! Os 'c:rcadores que abaixo subscrevem, integrantes da Comissão Permanente de Legislação. Justiça e RcdaçJo Final, reunidos para analisarem o Projeto de Lei nº 00i/02 - Vereador Luiz A lcxandrc L. Palmicri. que Dispõe sobre denominação de Gin:i.sio Policsponho, e dá outras providências. O Relator, após on:ílisc, opino f:n or:n dmcnte pelo suo tramit:ição. É o Parecer. Sala das Sessões, OI de abril de '.!002. Jair Bispo• Prc,identc; Gctulio Lino• Relator: Ram/!o Paredes - Membro. j. AJUDE SEU MUNICÍPIO vek$ DERROTAR A DENGUE A Sra ate(±atgsSuu3era li'- Como evitar nt od e»agSretare gt turca$ Me1acena tnzataea a dengue? eaenergat ta0rga a3 w u; diodo Sr As ~ ~ ..... ~ ;alp,a La pas4aos da atongprz od e.o p:;.a,--...;u • C:.'>l'.1i U'NI W;t :,O apene e taco%st-tau • .....,......-.>.n.rc:,r-co,,o,., se b ege.zetese tir a a0a aros ti)aportar aia3s asa ·a voe hggrta tetos e tara ± t.ou $gta pa tartas.at pau'aaugua .. ~ ç.r-.1:..U i4fN:l OI c;-..o.ç:,. Simomas ;:Y'Jea.;.::t •i.t:1,..-.tua:...n(t-,~ da dengue • gore ezt'rate hc.ta3ot •01>!>:::iit' ... ~~ ~ Dres o atea ena ota, eneta hhao e Me. hra po.e k3 roa cas enas patas mantas ~-,.,.,,. a s prt ro tuude ta«e eteta Me. a pattata.ata magoei aot ês < tu. peg o"anaet "-""'Ç'~-.r::::: e.J ga1•0,o • =.:rwt: por pesa"t atg.ata ca3as Se allfllSentar os r stntomasprocmea _ Ullilll!llfld!)~úde '= l!lfflUll• - llllllSPlOJIJDla ,.""" -•- ...,,,.. •. • BONITO Nercv Santos, esclarece a ver ade sobre o Aeroporto lnternacion I de B nilo Com a nótícias que as obrns do ncroporto v1lo iniciar fiquei muito con tente, porque tnnto o Esta do, através da Sccrctarin de Estado de Obras Públi cas, nossos parlamentares, n Administração de Boni to, os empresários e a co munidade num todo se s forçaram muito para que essa realidade viesse a acontecer, sem contar com os recursos financdros que fornm aplicados cm função _de projetos estudos, e que saiu do, cofres 11111nicipai Quando entrei na ad rninistraçfio da Prefeitura Municipal de Uonilo, OI de janeiro ck 1997, foi quan do fizemos os pri111eiros contatos sobre a possibili dade de se fazer um estu do sobre a "inclusão da lo calidade de Donito na Rede do Plano Acro, iário do Es tttdo, bem como sua con te111plaç:io no PROFAA ". Em setembro de 1997, o ecrcl:irio de Es tado de Obras Públicas Sr. l vandro Eurico Faustino Dia atendendo ao pedido da administração muntc+ pal. m 111dcstou o rcdad<J .111,na'.·, do OI n l lf,IJ/97- C,AIJ/.~O1'11. a,, e111.10 Digníssimo Ministro de 1 ,tado d,, Ae,on 11111ca. le nente Brigadeiro do Ar - 1.elio V1Jna Loho. wlit1- 1.111rlo a in lu,.io do Proje- 10 110 3° l'lano de l11ves11- 111c1110, l)i.,nual-PI 11 de 98/ 99. Em setembro de l .99X. fi11aln1cn1c 1<·ccbe- 1110 a noticia da Deputada Federal Marisa Serrano, ílUC ntravé, de, n,i~adeirn l:111a11ucl iugu 10 <le Ull· vcirn, a ,cssor pnrlnmentar do Ministro da iernn:íuti ca Tenente Brigadeiro Lélio Lobo. "O Mini,tro deve assinar ainda este ano o convénio com o Estado para con,truçilo do icro porlo de Uonito". Convénio assinado. a Licitaç:io foi reali,ada e a empresa Financial Cons trutora Industrial Lida, foi :i vencedora publicado no diário oficial nº 4867, Edital de Concorrência nº 02/97. A estimativa Global de Investimentos orçada pelos grupos de componcn- lt li I l C JJIICI I f1,or r1 assim dr trbu dos confr me Parecer Iéenuon O)l/ Di> J/0(). r, .il11 ,d, J cl,, Instituto de Avias,ao Ciil pcl.1 equipe lc.:t.ll!L,t d, IM. ( O1AR. IH R'-1 1, Dr.ão Aeroata, Arq Wilson Vilanova Filho, Eng Kazuhiro Uekane IJiol. C.:rrlo, Alberto F. de ouza Área de Momento !{$ 6.362400,00 Terminal de Passageiros R$ 1.026.595.00 Scn iço de Co111r.1 incé11d1u R 882.000,00 Protecão ao V6o 1{ 1 .U97 .UU!J.UU Sistemas Complementares R$ 265.870.00 Engenharia 1L 626.205,00 Total Gnal RS 10.260.070,00 O que esclarecemos acima, foi ús fases cn1 que se passou o projeto e como foi seu andamento, também para o povo de Bonito tirar suas próprias conclusões so bre as politicagens mentirosas que foram publicadas no dia 15 de março de 2002. no Jor nal o Progresso (Caderno dos Municípios). Antes de deixar a admi n istraçào cm dcLembro de :, H , h. .• ,11,J. r ,, 5 p .• - 1 "• endu ,1 prrntclfJ I<, 33 333.33em 30 07 2O01, e yunda de R 3333333 em 30.01.2002, a tereia d R 3J )} J. lJ Lrll ](I 117.2fl02. ,1 q11.HIJ de !{~ JJ J 1, 13 Clll )O OI 2003 e a ultrn, de RS 66 666.66 l'IJI ]() 07.20()1. logicamente que fiaria para a atual administração a obri gaão de pagar as parcelas, rspruri/anlr« !,!Ili Jcch,tr o 11t:g.oc10 dn com• praj,i er.1 outubro/2000, final da m1nh,1 adminisrroç,lo. Quero deixar aqu, rc gistrado, que :, matéria publicada no Jornal o Progre, so. e 1r1e1111rosa e calc11las1a. o eo111ra10 da aquisição d,1 áre., do aeroporto foi autorizada pelo l..egisl.11i, o conforme Lei Municipal n" 842/2000 de 08 de julho de 2000. (para quem quiser ,criticar é só se dirigir até o Lcgislati, o mu nicipal), quanto a prc, isão cm orçamento. está previsto no ORÇAMENTO ANUAL de 2001. página 156, plano de trabalho; 1500 - Secreta ria de Obras e Serviços Ur- ta esconder o o hsoutro" e uonde c ae raças ao trabalho de muitos admuni tradores qu guera tam esa cdade e tambem 1 ie povo que aredita, qu enquanto nossos admmistta dores perdem tempo e as- 1.,m , crha puhl,c.,; puhli cando desavenças. poderam IIIUllO cm tcstat pnsa-+u em como re,ol, cr J ,audc publica que esta caótica lOlll a saida de , ârro, medico, do nosso municipio, a escuri d,io crn que se encontra a ci dade. a m11nu1cnç.lo das ruas que e tão fechando de mato, a situaçJo do laxJo que fa. sorccc a criaçào do 1110,qua- 10 da Ol:.NGUE. o funciona mento da Usina de Compostagem de Li,o o Centro de Zoonoscs e 1am hém a grande e, a,Jo focal que e,1:i entrando pelos r,1- lo da incompeténcia. fionito-MS, l 9 de março de 2002 Nercy Soares dos Santos . Negócios, rodeios e os melhores shows, na feira da maior pecuária do país. Novidades ds indústria, comércio, ervice tnsmno. bxpos.tares internacionais. Leile shows, rodeios, diversão. Pepar+e para o maor evento que você jà vu. Et chegando a b<f>OSrande 2002 Uma f..;,o do lcmonho do pe<uémo de i\of.:, Grano Sul, o maior do Sra.d, E ma,,: julgcmento de animais, provas de hipismo e lo;o, acls de palestras t<nicas para o prohssonas da área de agropecuária comidas tipicas e a in d a a e «t eia do fetal de Música Reg1ono. um mcen1wo aos arta•m da nouo hmo hpogronde 2002 Lugar de diversão e bons negoic e aqu.. Shows 11 / t.. Sr uno e Marrone 1 VA. Alnm Scner t 3/ 4 Skonk 14/ d· i'orlon e Maion t 8/ 4 : Reberre Mi1anda 19/ 4: Cry,han e Ralf 20/4. Da«l 21/4. Rd e Rerne Rodeios Dia, 15. l6e 17/4 Leilões de 1 º a 23 de abril O 1 / 4 • 20h30 • 30' lc,lõo Doi, de Ouro 02/ J • 20h30 • 18' le,lõo lS Nelore a Campo 03/4- 20h30 • 27' le,lõo /.órro E 04/4- 20h30 • 7' leilão JW 05/4 • 20h00 • 1' le,lõa Nelo,e Svper 06/4 • 16h00 • 3· lo,lõo VR Campo Grande 07/4 • 16h00- ?- el3o Nele Mex MS 08/ 4 • 14h00 • t' lc,lõo Fêmec1 do Fvrvro OS/ 4 • 20h30 • 1 J' lc,lõo Top do Mocho 09/4• 14h00-1'lcolõoSóBczcrro,doMS 09/4 • 20h30 • leilêo Pró•N.-lo,e·MS 10/ 4 • 14h00 - 1°til3o Pecoce [S5 Cruzamnen'o Industrial) 11 / 4 • 14h00 - leilão de Corle Copi1ol,zo 1 t /4- 20h30 • 7' Leilão Rc,o Nele,,., 12/ 4 • 14h00 • le,!ao So Nelo,o 12/4- 1BkO - telao Caval Pen+anero t 2/ 4 • 20h30 • 26' le,lõo Nelo,e Ccmpo Grande 12/ 4 • 20h30 • Le,lõoWe,J Mocho 13/J • 18h00 • 6' le<lõo G,rolcndo do Fczcndõo t 3/ 4 • 20h30 • 2' G,onde loilêo un;õo do Reco Ne'are Especial 14/4 • 11h00 • I' Lc,lõo Mo,ler (),,;no, 14/4 • 14h00 • Le,lõo Terra Roxo 14/4 • 18h00 • 4' le,lêo Expcn1õo Mongolcrgc Morchcdor 14/J • 20h30 • I' Lcilõo E_mbriõe, b1,e 1 c, do &pogronde De 1la21é»abril Parque Laucido Coelho Campo Grande. MS Realizo«da howA "Reol,:utila rttgoonal 1 / I ./ ·- • / .-....._ . i ) _/ .. ~ _,,..• Brasitrelernm 15/ 4 - 14hO. 1 t»l3o Cor» rangus MS t 5/ 4 • 18h00 • 3· le,lõo Co,ocv. MS 15/4. 20h30 • 16' le,lõo Mcx OM 16/4 • l4h00- l•.lõo CFM 16/ 4 • 20h30 • 9· Leolõo Choro!ê.. MS 17 /4- 1 4h00 4 leilão Expoente do Pontes 17/4 • 18h00 • le,lõo IOono, Correo do Co,1 0 17 /4- 20h30 • Le.lõo de Reprodu1ere1 3,,:ngu1 . 2002 18/ 4 • 14h00 • t,,,lõo JM limou,in 18/4 • 18h00 • leolõo Chorolc, K/. 18/ 4 • 20h30 • t,,,lõo Brc'crd Ccn-..>êo Del:o G 19/ 4 • 1.t.hOO • J .1 Lc1lõo Pccuór10 vo Hor ;:onte 19/ 4 • 18h00 • t,,,lõo Slonde D'A!;uoro,ne t 9 /4- 20h30 • Lelo Haras Tece do Jacare Mor.goiargo/N.,lo,•-200 2 20/ 4 • 1 t hOO • 2' teilêo Ave,in,z 20/4 t 4h00 • ledõo Godo de Cente Mulher PW.Carpo Grande. 20/ 4 • 18h00 • ~o t.e;iõo He!io Coelho õ. Con,;dod 01 21/4 • 14h00- 19'LeilõoCanchmM5 21 /4- 18h00 • 3' lcilõo Scn'o Gerrrvd,, 21/4 • 20h30 • 2' leilõo Cerrpeces Canhim 22/. 20h30 - Mga Lelãs Smete! Fazenda Chaparral 23/- 20h00 Mega Corte fxpogrcnds Cruzamento Industre! JG lf• H•fülHl/1 D/ r ;?C,tlT[IR/ •GERAL Não haverá Conlederação Coreana em MS los da Cruz Mandira li sem nenhuma preocupa,a0, a tquteta ão dos nossos ilustres deputados, com ,l llUIC rias publicadas no Jornal correio do I «tado "Moon quer criar nova Coréia em Ms" (2 I O3.02). "Deputados rr,·ot11pad1h 1:0111 () ri,co da soberania nacional" (22.01 .02) Nao há possibilida de nenhuma de SUBMIS ~/ cio, i11lerc,sc, cco ni>mico, e comerciai, de Malo Gro,so do Sul, que s e i a m incxplicúvclmcntc" im postos pelos Coreano, do Sul. sob a varinha admi nistrativa do Reverencio Moon. Entendo, salvo ou tro melhor j11l10. que n ocupaç:1o legal e passifica de krras cm nosso Esta du por trabalhadores Coreanos. n:1o INTEIU)I TAl-1 quaisquer relações cconúm ica-fin:incc ira-co- 111 e rc ia 1- c i e n t I fie a técnológica-cultural, que tanto COll Cm ao llOS!,O Estado. principalmente, agora, que Mato Grosso do Sul, se ala anca com a ahcnura de 11111 grande le que comercial. com pai se, membro da 1-IERCOSUL. Vamos abrir pequc n nrertrco a fim «de conhecer a visão do escri tor nacional CARLOS ALOER ro MO TANER. quando tratou da COLO- IZAÇAO. por pessoas que traziam valores e cul tura semelhantes aos dei xados cm seu solo pútrio: "A América Latina n:1o progride porque olha para tr:is e quer trilhar cami nhos alternativos e. por isso, ela é mais atrasnda que outros côntincntcs, com exceção da A frica. E a cnusa mais importante cst:i cm própria história. Trazemos a vis:1o econô mica, a cultura e a educa ção distorcida e ATRA SADA de Portugal e Espanha. potencias euro péias que criaram a Amé rica Latina. Portugal e Espanha, os l'alscs mais atrasados da Europa do ponto de vista cientifico e técnico, reproduziram na América 1nodclos chei os de problemas e vícios. O mais tr:igico é que a cultura que herdamos ê estática. enquanto que as outras, da Europa Central e lnglo-saxõnica, v:1o cm direção ao futuro. buscam mudnnças. Seguimos olhando pnra o passado. ao pnsso que os outros olham para frente". En fim. o Sr. 1-IANT; ER cita a Austrália, Nov:i Zclii11dia. Estndos Unidos e a11adá. oode a colo11i- • z;iç:io foi rea1iznda com pessoas que rrnzi:un valores e cultura semelhantes nos deixados na Europa. (Ycj:i., 23.03.2000). Orn. nfio tenhamos dúvida. que a Coréia do Sul, é um País ele PONTA. quer tl·cnica ou cicn1ifico. Os Coreanos não adotam o ,1l11r1 ma do "I il',',J [ 1( H AIRE", is o é. deixar passar, deixar acontecer Com sua democrata so cial organizada e profun damente comprometida lOIII .1 ju,tÍ'.11 ,oc,.il. irn poe ao Go, crno, prnrno ç ,1 u d., estabilidade lllf!Cto•CCOIIÚlllica: o dc en, oh imi:nto de politi- cas fiscais' e de cgurida<lc que encurag,111 a INDEPI: • DÍ: Cli e 11ilo a DCl'E - Df:NCIA. ( 111n Pais que nilu prccha de cirurgia, portanto, não cst,i doente. Todnvta, desejo deixar !'ATE TEADO que. hipótc,c alguma, es tou insurgindo-me conlrn a Ci'I criada pela Assem hlcia Lcgi<lati, a no 110, so Estado, que tem por fi. , nalidnde, apurnr po,sil eis irregularidades praticado pelo Rverendo Moon. E por nl mesmo. Entilo, tudn hem. O que 111c chama a atcnç:1o é o desígnio da CP!: preocupação com a soberania nacional, etc., etc ... Eu prcjulgo que o Rc, crendo 1-luon c5tcja. possivelmente, embaraça d com o que se segue: 1) Ocorreu subvalorinç:1o no ato das escriturações das aquisições imobiliarias?: 2) Os dóla- res ingressados n t.«ei' sflo do conhecimento do Oa11co Central?; 3) Exis tiriam as famosas CO ' TAS CC-5. permitidas pelo Oanco Ce11tral ato: 1.998, promovidas por meio de abertura de con tas banc:irias de FACII/ DJS por pessoas fisicas ou jurídicas, que poderi nm , iabilizar ,crdadcira lavanderia de dinheiro? -1) !lá clandestinidade na imigração dos coreanos?; 5) O Reverendo Moon etá de bem com o Fisco Estadual. Municipal e Fe deral?. lntcressr111tc que 0 meu ponto de vista é CO INCIDE. TE com o Líder do PDT. deputado Loestcr Nunes: "C bobagem, não vejo risco nenhum no au mento da população de coreanos na região (Jar• dim)" (Cor. Estado 22.03.02). • e cu vivesse no tempo do Brasil colônia. não me importaria com a permanência definitiva do "governador, cnpil:io e ai• mirantc•gcncral" MAU RÍCIO DE A AU, o Ho landês que chegou ao Reci fe a 27.01.1637. Como. ain da, também, 11ilo importa mc-ia que a colonização da Brasil fosse feita pela Coréia da Sul. ,gora. pelo Amor de Deus. não me falem de KIM JOG li. senhor absoluto na CORÉIA DO NORTE, pais mai isolado do mundo e também, um dos mais mi e: r:h eis. Estima-se que nos úl timos 5 (cinco) anos, mai de 2 milhões de none-corcnnos morrcmm de fome:. Auditor Fiscal da Receita Federal, aposenta do e CX•"Cn:ador de Cam po Grande/MS • BOLSA L'.',COLA Governoz de20 mil ta a C.11npu (.r,111d<· ('I'>/ - (, Governo Popular completou ontém a meta de ferir 20 mil familias no Bolsa c,culn, ,1!111,udo 52 1111 estudantes Neta sexta-feira o prog_r,tm,l cr,J l.1nç.1 c:n ltaporá e Vicentina respectivamente às I4e It horas. Com 80 bolsas cada os dois município, d, Grande Dourados s,1o n• últ11110, no btJdo que aind, 11:lo tinham rccch1du ,. hcncfícw Cum , lançamento nessas dua unidades administrativas famíli,,- do1 77 m11111cip10• sul-mato-grossenses passan n ter, cada uma mensalmente, o hcncfic.:iu d, R 136,00 , alor bem acim, do Bol,a-c,cob da União, qu sJo RS 15,00 por aluno limitando-,e ao 111:himo d, trés filhos por familia, ou SCJil RS •15.00. O htado e seu· parceiros Departament Estadual de 1 rân,ito ( Delran) Missão Criança Pantanal Telems Brasil retcco111 e prefeitura, - passam :• desembolsar mensalmente R' 2.72 milhilc, para pagar o beneficiados do progrnrna. / maioria dos recursos é oriumfa do Fundo de Investimentos Sociais (FIS). criado pelo Go, crno Popular A bolsa-escola estadual foi implantada n..JC' Governo lcca cm primcin de maio de 1999, quatn meses após o go, ernador te assumido o Estado. Foi o pr11nciro programa soci:il govcmo. que serviu de ponto de partida para várias outras iniciati, as sociais. Os primeiros municipios escolhidos para implantação do programa foram Paranhos Caracol e Japorii. por ser, na época, os com maiores problemas sociais. Naquele ano, essas unidades administrativas ocupavam as últimas colocações nc índice de desen,oh imcnto Cento e cinqüenta familias de cada um desses municípios foram incluidas no programa. O compromisS< atingido hoje. de chegar a 21 mil familias. foi assumido cm maio de 99. O ex sccrct:irio de Estado de Educação, ;ntõnio Carlos Bi ffi. destacou o esforço dos 1 S-1 profissionais rcsponsàvcis pela cxccuçàC' do programa. "Nós cumprimos a meta que foi estabelecida pelo Governo Popular. . pelo nosso governador. Trabalhamos para isso." Ontem à noit1.:. cm seu Ultimo ato· como secretário de_ Estado de Educação - a ampliação do programa na região do Oandcira, cm Campo Grande -, Bint lembrou que o Bolsa-escola cumprc com a função de um programa de renda minim. "A familia tnmbém participa. porque RS 13 6.00. não é só pnrn comprar material t.'!>COl:ir: é para ajudar no orçamento da familio. É parn ajudar cm cttsn u comprnr o lci1c, o pJo, o nrroz e o feijão.'' o coordenador nauguraç edep ---O ' prol, de D seu adversantes polt Os diur os, no ent nte, são na direcao da • AL - ça Com a deststéneMa do prefeito tn<lre P11cc1ndl1. alguns nomes em sendo discutidos para disputar o Go,erno do J~-.t:uln co111 o provável candidato à reeleição Zeca do I' í Ontem, 2. na primeira sessão após o pronunciamento do prefeito, o liMr do bloco d:t np,,,1,.1t• deputado "aldir :e,c, (PSDllJ dcfcndcu. na Asscmhlci:1 LeJ.!1'.'!l.lfi,a .1 candidatura do presidente do Senado Ramez Tebet Waldir Neves afinnou que Ramez" como:! força nacional t.:r;i que assumir o Go,crno" o parbmcnlardi~~ ainc.b qm: ··.1 nova cena politica - Andr • fora da di,pula - nJc, diminui a dctenninaçJo de,tc hlocu'" afirmando que os oito deputados que complk a oposição continu,1111 unido,. Para o deputado tuca110 Robenu Orro n.1" impona o nome: "seja André, Ramczou ~bri-...1 tcn.:mo; um c;rndid:tto que representara nos;o projeto de desenvolvimento para o Estado'". J:i o depurado do PI. Antonio C:trlos Arro,o concord:1 com o lançamento de Ramez na dispur:, pelo c.'lrgo m:hirno do F...,tado. ··[~ grande nome .. afirmou. Porém, assume que a candidatura só .1 ontc e: ~e houver "disposição pessoal" do senador. 'aldir 'e, cs fc, varias criticas ao Governo atual que, segundo ele "ontem defendia a eti ., e a transparência e hoje se cal" O lidcr tb opo.,iç:,h> tt.i Assembléia considerou as ses! tG rett·uh' ' ' ' - ' adat 1.a antes p+ I 'I o;', Uilílj'í !111h,,I 1, _. 1 » # z cado T ' ,, 1 r-..: .1 ·r 1 11 O nça no tucano delatou que o candidato e Ihido para disputar o <, ... :-- n r ,1.uLu 1 ,dc,rnçar.i t m indce de ceita,as" do que teria o prte' Ande Puccinelhi se t 1 .... , rrese ao cargo P'ara o ',; ,., 1 1 • I o ooerno /eca t.se candidato". f h1'tJrit1 tlt' lmpre11H1 /1,,r/,1111,•nfllf) • /li rro empr ih+- se [a:a ie±guiarizai o 0feameml /0 utl. 0deputado l sr Orro deu entrada nesta tera-feira, dois de abrl, 11; ,,cmhlc:i.1 J.c..•J..!i,f.1ti .1. fl.l 111 . ,1 ~ , CJlh." :-,di..:il.t .l1,,1 !.'. t:'IOJ dor José Oreiri dos San tos, ao Secretario do Es tado de Habitação e Infra Estrutura, Deicidto Gome;: d(1 maral c ao Diretor do Instituto de Desenvolvimento Ararío e Etenção Rural. Sandro Fantine, o estudo e poste rior rcgul.!ri,aç.to d~ ,:n.:a pertencente ao c,tintu PREVISUL situada no Jardim São Fran isco. municipio de Aquidauana, dando-se os dornmio definitivos aos posseiros ali existentes. O Jardim ão F r,111- cisco, localizado entre a Vila Quarenta e o 11<>,pi tnl r unrur .. l. prl>'-.imo aJ 1 1 , ( lubc. ~ hahitado por cerca Je 300 fumili as Segundo informou Urrt1. • c,-,J, fnrnilias re dem neste local há mui tos anos. onde já efetua ram algumas benfeitorias n;1 lt:nt:itia de criar con dtç,ic, ac.kqu:idus de mo radia. Hoje, vivemn em si tu:iç:1o de insegurança constante e receosos cm perJer o teto. por nào ter p.irJ onde ir". Em consequéncia disso é que o deputado Roberto Orro. sensÍ cl as suas rei indicações e so rn.1ndo c,íorços ri luta lo .:al do vereador Pau lo Rei, (PTO). rei, indica a oficialização da posse para garantir o direito de cidadania aqueles que ji süo os dono, ele fato. Maria Br.rncheri. 1 P Hl'iert3 JOFII' TfilllJ'l/í)Al[Olf(lllA •GERAL ------------- ■O1-'i'IIAO / IH t AVJ'HA Coleta de lixo abandonada!! 1 ! t l 1111•• d l .1,1 de lxo domar em no a dade vem deixando muito a rJ .rp,, logo no rnlLl<J d 1 atual administração pública municipal esse servi,o, an fes realizado a contento pela Secretaria Municipal de Obras, foi tereerizado medi nntc a contratação da empre sa denominada l J•l{I(/~ L,CIIJOJllllprÍll,Í· rio é cic 0111r,1 1111111idp10, "-C não me anano da cidade de ~ 1nr,,cajit. Desde o começo asre cl,1111,11,oc, ,ob,c n cukta rle lixo, alhos e entulhos na ci dade t·r:1111 con11.J11tc,, 1,1do, e lcmhr,1111 que 11111 ro111u11i- cndu foi di;trib11lclo 1111 cid,1- de pela empresa informando os dia, de coletas do lixo, po rém, essa programação nun ca foi cumprida. Lembro ain da que II l'refritur,1 Munici pal cedeu, cfculos e foneio nllrios à empreiteira TERRiSUL, n:1o sab,•1110, em que condições, a C:i111a• rn Municipal chegou a con , ocar o propriettio da refo r ida empresa para dar npli eaçôe. naqucln Casa de Leis, mas ele só enrolou e 11:10 deu explicação nenhuma, nem mesmo o contrato celebrado com a Prefeitura esse cidn dao se dispô~ a apre cnlar aos Vcn:ndor..· . Esta semana tomei co nheci 111cnlo que n empreiteira TERRASUL evaporou-se cln cidade dei ando vários funcion:lrin, a , cr navios, de acordo com as informações a rcfrriúa cm- presa teria dera«lo de a i- 11 r arteira de trabalho e de efetuar o pagamento de in salubridade e horas-extras aos funcionários Sabemos também que esses funcioná rios trabalhavam sem os equipamentos necessários, como botas de borracha, lu as, etc .. que inclu,i, e ,,10 exigidos por I ci Por que ,cr,'1 que ,1 empreiteira IRRASUL foi embora? será que ela não re cebeu da Prefeitura Munici pal (administração Gover nando com o Pmo)'! E ago ra'? o Pessoal da l'reícitur,,, q11c llôllC CSlíl crnprcikira para llcla Vi;1a, logo eles, que p1cgam 1,11110 amor e so lidnriedndc, sem que não tem piedade dos pobres funcio nário, (lixeiro,) que ficaram nessa sit1111çilo dificil? S,1o fato, corno esse, que n:lo lolcrnmos e fazemos questão de denunciar, doa: quem doer, tmnhém notamo, que até agora ninguém liga do; atual administração, res ponsá, cl por esse serviço h:lsico e essencial. de direi lo drt populaç,io que paga seus impostos, deu alguma explicação. Bons de papo para propagandcar e alardear o amor e a solidariedade do atu al administrador eles s.io. Es pero que :l Cámara ~tunicip.11, 011 melhor, os Vereadores que n;io , ivem dizendo Amém à todos os atos da municipalidade, atentem para essa situação e procurem es. clarecer o que esta navendo. (Flaio Henrique l'Lstonho). Dúvidas sobre serviços da ENERSUL J:i que estamos falan do em investigar, descobri mais um fato intcrcssanh.:, a ENERSUL sempre exigiu dos consumidores o ramal (fio) que liga o Padrào residencial até o poste da rede de energia elétrica. as sim como os concclorcs. Esta semana, ao fa1.cr a liga ção de u111 padr.1o bifásico na rua Dinarte dos iantos, mais precisamente cm fn:ntc a minha residência, no bairro ltaborai. notei que os elctrccistas da ENERSUL fome(:crnm esse materia 1. Ao perguntar ao pro priet:rio da residência fui in formado que inicialmente os fios e os conectores foram solicitados por um funcion:i rio da E ERSUL, mns, ele tcrin cntrndo cm contato com 11111 Sr., de nome llaloso,que seria um dos Chefes da ENERSUL parn nossa re giílo, o qual lhe infonnou que es.sc~ matcriai !!-.'lo de rcs pon sa b i l idade dn ENERSUL e que iria ligar para o é-s<:ritório local da em presa detcnninandon ligaç:lo do padrão mediante o forne cimento, gratuito, dos fio e conectores. o que realmente foi feito. Aí vém a düvida, • hú quanto tempo a ENERSUL fornece esse ma terial? afinal de contas, até agom. pelo que temos conhc cimc11to. os consumidores scn1prc ti i.:ram que adquirir os fios e conectores e a E ERSUL apenas fazia a ligação na rede elétrica. Também a respeito da ENER UL, h:i alguns dias atrás moradores da rua projetada. no Loteamento ão, Domingo, tiveram que pagar um poste para que fosse feita a expansão da rede de energia, benefici ando três residências, dian te dos fotos narrados acima fica tambêm a dúvida: será que os usuários são obriga dos a pagar pelo poste de energia. afinal de contas vão pagar pelo uso da ener gia. É preciso que as auto ridades competentes cobrema explicações sobre esses fatos, previstos inclu sive nn Resolução 4561 2000. Yale lembrar que al gumas determinações le gais também não são cum pridas pela ENERSUL, corno por exemplo o aviso ao consumidor sobre os moti vos do corte no fornecimen to de energia. l>so sem folar numn série de direitos esta belecidos pelo Código de Defesa do Consumidor, nor malri,cntc essas empresas prestadoras de serviços à po pu lnçi1o fozcm vistns gross:is e vão passundo por cima en quanto alguém nilo abrir o bico e exigir que a Lei seja cumprida. Corn a pnlnvra as nutoridndcs competentes. (Flavio Henrique Pistonbo) • CAHPO CRJl'i!Jf' Incra pode desapropriar terras da seita de Moo Uln ttuto Ns na! de Colonização e keforma Agra ria Incra) poderá de sapropri ar tu ras do reverendo San Myuny Moon por serem mn produtivas "Existe esa pos ibildade", confirmou o supe rintendente regional do órgão cm Campo C,rnndc, Celso estani "Nós estamos fazen do um levantamento de toda a produção pecuária de algu mas fazendas dele. Tém algu- 1na1 que co11e1ponde111 e, ou tras, não. Vamos disponibilizar todas essas in íormoçõcs p.trn a CPI", afir mou. / Comissão Parlamen tar de Inquérito (CP!) da As scmbléia Legislativa de Mato Grosso do Sul que investiga a1 nçôes do coreano no Esta do j;i recebeu um do,siê so bre us .IJ propriedade, que sua seita, abrigada na Associação da, Familias parn Unilicaçõo e l'ru fundia!, adquiriu nos ithi1110s três anos cm JJ mu niclpios. O levantamento da pro dução pecuária cm 26.480 hectares de propriedade de Moon - corresponde a 29,97% dos 88.386 hectares. está cm fa:,c final, ,cgundo Cestari, e servirá de base para as visto rias que serão reali:z.,das a par tirdc>te mês pelos técnicos do Incra. Essas informações se rão encaminhadas não só an, deputados Jerson Domingos (P L) e Maurício Picarell1 (PSD), presidente e relator re,pecti, umcnte d., CPI, como também à Receita Federal além de outros órgãos envol vidos com a segur,mçn e so berania nacional, conforme explicou o dirigente do lncro1. Produçílo / Cl'I recebeu mapa detalhado da localização das terras do reverendo Moon. A maioria de suas propriedades está situada no Pantanal • 28.718 hectares equivalentes a 32.50% do total - e Serra da Dodoquena • 33.131 hectares correspondentes a 3 7, 48% • inclusive boa pane no Parque acional da Dodoqucna cria do por decreto do presidente da República, além de peque no percentual cm áreas urba nas. Mas não são essas áre as ve estão na mira do Incra CohlDI dl Edllor • Reverendo driblou legislação para compra de lazendas Pela legislação brasilei ra que disciphnn as atividades de estrangeiros no País, o coreano Sun Myung Moon cst:I impedido de comprar ex tensas áreas de terra e princi palmente na faixa de frontei ra, conforme explicações de Celso Ceslari. para driblar a lei, porém, o reverendo criou inicialmente a Associação do Espiiito Santo para o Cristia nismo llundial que se trans formou na Associação das Familias para Unificação e Paz Mundial, com sede na Rua Cardeal /rcovcrde. 928 • Pinheiros, cm São Paulo. cujos diretores s.1o bra..silciros. com exceção da tesoureira Kciko Nagahatn de Souza, de nacional idade japoneza. Um dos "braços" da as sociação est:i situado cm Jar dim e vem sendo rcspons:ivcl pela aquisição de diversas propriedades cm todo o Esta do, entre as quais cm Corumb:i (divisa com a Boli vin) e Pono Muninho (fron teira com o Paraguai). "Ele (reverendo l1oon) propric::imcntc estaria impedi do de fnzcr essas aquisições. Nilo pode comprar terra na faixa de fronteira sem pcnnis s.io da Uni:lo. Só que nesse caso específico, ele criou essa empresa, a Associação da Unificaç:lodas Famílias e Paz Mundial, e que por ser brasi leira nilo depende de aulori ·;z.,çào". explica Ccstnri. O superintendente do Incra frisou que na faixa de fronteira tem limites estabele cidos, inclusive por naciona lidadc, p>ra nquisiçilo de ter ras. Por isso. segundo ele, para burlar a lei o reverendo, que é coreano. criou a empresa bra silenra "O foco da questão mes mo é sobre a permissão legal. Como foi pcnnilido a ele com- e por uma explicação lógica as do P,rntanal e da zona ur bano nJo se dc,trn.un .1 ,ch•r• rna agr:iria e a, d., ~erra d.1 Bodoqnena até podem ser de sapropriadas para fins da constituição do Parque da Bodoquena cabcodo, porém. a inic1,11i, a ao lb.,ma (Institu to Brasileiro do Mero Amb cnte) "J,í ,Jbcmo que ha cn aç,1o do parque e n;io h,1 ne cessidade de reforma agrária Por que se formo, l.i, , JIIII>> acabar por bcndici.i-lo. l'cr quê'' Porque vamos fazer a desapropriaç,io, p:t!!,Í•lu. quando estas terras vão estar destinadas ao parque", disse Ccslari. Em , inudc dcs ... , situa ção cque o Incra direcionou seu trabalho. "biamos batendo nesse restante de 30%distrbu ídos em municipios como üo nito, Jardim, Nioaque", expli cou o superintendente do órgão. prar? / nossa lei é benevolen tc com isso? É claro vai ser apu rada a origem do dmhc,ro, por quanto comprou. quando de d,. nhciro entrou no Pais", questi ona e opina Cebo Cestan.(f[3) CPI preocupada com localização das áreas / CP! da Assembléia Legislativa que investiga os negócios do reverendo Moon no Estado quer saber por que a seita adquiriu 61% de terras cm área de preser vação. O cri1ério para esco lha das terras pela associa ção estava nitidamente liga do a questões ambientais. O ex-braço direito de Moon, Luiz Ribas, no seu depoimento, explicou que a maior preocupação do reve rendo Kim - que seria pós graduado cm Agronomia na Coréia - era saber se nas ter r:1s "tinha ca,·crna, :irvorc grossa e de que tamanho era o rio". Essa preocupação, de acordo com o ex-empregado de Moon, fez com que o pri meiro negócio depois fosse feito apenas seis me es de intensa procura. "Na cnbeça do reve rendo Kim, o Pantanal era do Governo e não de fnzcndei ros". Essndcc!Jraçno de Luiz Ribas, durante seu depoi mento na Assembléia, des pcnou a atenção dos dcpu tndos integrantes da CP! que investigam as ações dos core:mos em Mato Grosso do Sul. Quando prestou depoi- ltl ' ,ll r, TI t.1 mcnto no mês passado, Ribas disse que era incum bido de lc,·ar o reverendo Kim. então rcspons:i, cl pelo Projeto New Hope - Fazen da Nova Esperança, situada em Jardim, para conhecer as propriedades rurais que se riam adquiridas. Celso Ccstari, do Incra_ infonnou que todas JS fazendas de Moon estão lo calizadas próximo ao ,quífero Guarani, envolven do Ioda a extensão do Pnnta nal que compreende Serra da Bodoquena, Bonito. Jardim. "H:i suspeitas de que ele veio até o Estado cm rai.:io desse potencial aquífero, que é a rnaiorrcscna de iigua doce"'. informou. Segundo Cestari, a a.s sociaçiio de 1'1oon adquiriu wna:ire:, que esti"integralmen te no Parque da Dodoquena. uma outra que se encontra par ci..1lmentc no p:trquc e outr.1.S que circud:uno parque". O su perintendente do Incra expli cou que essa localização é que preocupa as nutoridndes. "Por que a aquisição de terras em área de prcscrvaç:io e cm cim:i de nossos aquíferos?". quei rionn. (FB) • pr r .. r11 lurtmnho Sen . Murinhense é m:mo o jor n.±l de MAIOR areu! ão na c.:1d.1J .... •. e 11111 Ltd. Devagar, mas firme estamos retorando com tod ,,, J<>rtu" du C,KLl'U IR! Ul ':S.A, o 111,·11 ,ouhn. de eúi tar um DIARIO, fica o no sonho, é assim mesmo, quem "manda" agora é o ICT(JR I IUGO, assim foi, as sun será, os "filhotes" vão assumido e nós, os "velhos" ficme com os lvros e as recordações, só que o espanhol aqui vai tra- balhar ate o, 80, se a luz per rflitir. 61Jocirc11!, n:Jo ., TRl BUNA DA fRONTI.IHA. oriAi. DA vÉc Ri t ,GRICL:I:ll.JR, e,, 1 Rll.lli NA MURTIHENSE, tudo i,to , i ·ando fortakccr o muni.:ipJli<mo. C:,dJ cid:uk com o seu jornal. E está che gando outro jomal F'al:indo em Jornal Esta semana recebi uma pro posta, ou seria sugestão'? que, )Xlr.J nós, é implesmente I DECORO A. Lógico que não aceitamos. Se em 2.001. ano brabo, chegamos a trin car e soubemos vencer TO DO os de fios, hoje. nos damos ao luxo de E, 'CO LI IER os nossos clientes, so brcllldo se for politi.o. André Bem. não , ou nplicnr. nem comentar, mas, sem qu n:r s.t:r rep<titivo. EU sabia que o Puccinclli n:Jo renuncbria. muita gente estava iludida, o italiano sabe o que faz. Com i l.o, fica para outra portuni dade ver o amigo Possari na Prefeitura de Campo Grande. Para enfrentar o "trator di! 1.:$tt:ir.1" chJ.111.Jdo Zec.,. o candidato ideal é o MOKA, isto mesmo. o dcp11- tudo MOKA. será uma briga bo:i. de primo . - Mas., olha, se o Pedrossian acertar um equema financeiro para !;U2'nt:tr 1:1 CJmp.!nh:i ,.: ter o apeio do PFL. PMDBePDB (e outros pés), gente, o Dr PEDRO ida e sempre (será) o Dr PEDRO. ',11110, aQt:.tr• <l.tr. - Porque ser.i Os jomais que circulam na tão deram pouco destaque as notas envolvendo o Re-. verendo Moon, mo o Cor- reio do Estado distribui, pou -os exemplares no s d teode maior itcul iria) transcrevem l, t. .. • - J(J •GERAL ------ • IMPHí N'1AlOPltHAO 0 Jomalista é, de fato, a peça «have das empresas de comg. nicado Por isso, o reconhecimento do ou potencial e sg utuhraão em niveis adequados 4 tarefa primordial da direção das empresas. A torça do Jornal Carlos Alberto Di Franco Iradlee, o carismático ex-diretor do The Washington Post, é uma marca do jorna. lismo norte-americano. Do alto de seus quase É0 anos, sut visto sobre o papel do joral é 1empre enriquecedora. "U111 grande editor", sublinha, "é algnfo1 capaz de atrair bon profissionais para trabalhar no jornal. É alguém que sabe como encorajar talentos, e dc,pcrti o melhor nas pesso as. como um 1écrico de 11111 tlme."O comércio, apoiado na for1.a persuasiva du bom sen so. ,csumc todo um progrnmn de recursos humanos para os redações. O jomallsta é, de foto, a peça-chave das empresas de comunicação. Por isso, o rc conhecimento do seu potenci al e sua utilização em niveis adequados é tarefa primordi al da direçno dos empresas. O tempo e o dinheiro gastos em atrair, formar e aperfeiçoar os melhores profissionais sno tim investimento extremamente rentável. O gercnciamcn10 de uma rednçno é muito mais do que uma atividade de coorde nnçno editorial. É a fascinan te capacidade de promover ta lcn1os. Bons editores, llSsim como experientes maestros, sabem que n beleza de uma sinfonia nno depende de um gl'nio soli1Mio. mllS de uma ha,monia solidariedade de ta lentos. !Jcn !Jradlee percebe que o jomal pode ser imbatl vel na cobertura local. Segun do ele,a ealeeicstao bastante "ausente no notici:1- rio local, sobre o que est:1 acontecendo na comunidade em que as pessoas vivem. E esse é um mcn:ado importan tíssimo parn nós." Tem razão. A globalizaçao cs1:I produzin do um fenómeno curioso: quando tudo é (ou pretende ser) 1rnnsnacional, o local ga nha enorme importtncia. As pessoas estJo carentes de vin culos próximos. O leitor quer saber o que acontece na sua cidade, no seu bairro, no seu quarteirao. O consumidor real, nao o concebido no am biente rarefeito das redações, quer saber cm que medida o global pode afetar o seu dia a-dia e, como é lógico, ~ seu bolso. Fonnado numa época de ouro do jornalismo impres so, !Jradlec, no entanto, n5o consegue captar as reais con seqüencias do avanço da Internei. Intui as ameaças da rede mundial ao mercado de jornais. mas nlo vai ao cerne da questdo. ao percebe, por exemplo, o tamanho do estra go que n Internet pode provo car no setor dos classificados. Nicho tradicional da midia impressa, os classificados pre cisam ser repensados com uma ousadia muito superior. No se trata de uma rcforntn cosmética, mas de uma trans fornrnçdo radical. A culturu virtual. queiramo ou nlo, é uma realidade. Os jovens, nossos leitores de amanhl. sno navegantes compulsivos do cibcrcsp:tço. Os jornais só conquistnrJo essa fatia do mercado se. de fato forem ca pazes de oferecer algo mais do que a simples rcproduçJo vir tuJI do seu conteúdo impres so. Na verdade, o jornalismo na lnt.:rnct pressupõe umn pTofunda rc.voluçno nos con ceitos, na forma e no contt:U- do díl iníormaçao. Lxigc, além disso, equipes especializadas e bem forma das na cultura do jornalismo on-line. Ocn Dr.dice, formado na escola dos antigos editores, guarda excessiva distância dos seus leitores. NAo acredi ta nas pesquisas de opiniões e imagina que a postura verti. cal é a mais recomendável para o relacionamento do jor nal com seu público. •·os lei tores podem nno querer ver no jomnl o tipo de informa-. çno da qual precisam. E po dem nlo querer o que voce acha que eles deveriam rece ber', sublinha. Um bomjomal, por óbvio, n~o pode ser refém do mercado. Preciso, freqttentementc, snbcr tomar interessante o que é importan te. Mns umjornnl de qunlida de, sobretudo nos dias que correm, nno pode viver de costas para o leitor. Tal atitu de é autista e arrogante. Os jornalistas precisam escrever para os leitores e nao pJra os seus colegas. O jornal precisa ter a s:lbia humildade de mol dar o seu conceito de infonna çlo, ajustando-o às autênticas necessidades do público a que se dirige. Quando jornalistas e editores, en1richcirados e hipnotizados pelas telas dos computadores, nlo saem à luta. as redações se convertem cm centros de simples processamento de informaçao pasteurizada. O lugar de re pórter é a rua, garimpando a informaçao, apurando, pres ado servo 4o onsum1dor. O consumidor, cada vez mais critico e seletivo, cobra qualidade informã1iva. Por isso, o futuro está perfi lando um profissional que sai ba pensar com lógica, inves tigar sem preconceitos, escre ver com elegância e informar com clareza e iscnçao sobre a verdade dos fotos. Impõe-se uma rcformulaçao profunda nos conceitos e na própria operaç:tÔ informativa. A revalorizaçao da reportagem. teimosamente cscameada pelo comodismo do jornalismo declaratório, deve ser uma das prioridades estratégicas. É preciso estimular o consumi dor com matérias que rompam com a monotonia do jornalis mo de registro. Menos oficialismos e mais vida real. Menos aspas e mais apuração. Menos overdose de macro e mais realismo de micro. O jornalismo de quali dade n.-clama atualizaçllo, 1rci namento, invação, ética, tra diço e modernidade. O que vai agregar estavelmente no vos consumidores nlo é a con cessno acrítica aos aparentes apelos do mercado. O que vai atrair novas audit:ncins é umn ágil e moderna prestaçl0 de serviços, é a informaçno que nllo traz o gosto requentado da noticia do telejornal da véspe ra. é a matéria que ullrapassa a superficialidade, é a denún cia fundamentada, é a pautn ousada e criativa.. As empresas, no que diz respeito à utilização dos recursos tecnológicos, esta rllo crescentemente padroni zndas. Os únicos elementos capazes de diferencii-las, os fatores decisivos parn deter minar a liderança no merca do, scrt1o os recursos huma nos, o talento e a ética. Quem assumir o desafio, vencerá. ■covumo Zeca quer bancada f ed r I afinada com FHC Governador diz que vai r correr à amizade com FHC para pedir a liber. çfo de roe ursos consignados no Orçamento através de emendas da bancada federal Dourados, MS O pedm seu#l governador Zeca do PT disse O governador e hoje em Dourados, durante a com4 ror• •. uma deputada solenidade de inauguração do Marisa Serrana (PSDB) e prédro da Santa Cn· J, que o deputado Marçal l Ilho novo ,nornen10 do Estado. (PMDB) a li r GlnJr,hl no conquistado através d: presidem pura solicitar eu credibilidade, permite empenho nn J,1,;;, , > d também uma relação recursos para o aparelhamento produtiva cln bancada federal da Santa Casa "Estou me com o presidente Fernando comprometendo a ir em llcnriquc Cardoso. O !Jrnsllia, na quarta-feira, e prcsidentp, disse Zeca, '·tem nmanhJ mesmo I ou tdcfon.tr nos ajudado sempre que pura a casa do presidente ■DOURADOS Santa Casa de Dourados atenderá 3 municípios do inte no Glaci Toniasso A Santa Casa de Dourados, inaugurada hoje (sexta-feira) pela manhã, pelo governador Zeca do PT, vai atender 34 municipios da região de Dourndos. O complexo hospitalar será o primeiro hospital-escola do Estndo. disponível para acadêmicos do curso de medicina da Cidade universitária, onde esta instalada n Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul. A obra foi classificada pelo prefeito de Dourados, Laerte Tetila, como uma iniciativa de "grandc,a cxtraordin.ir,., ... ressaltando o empenho do governador Zeca do P f e o trabalho articulado da bancada federa 1. espt.-cinlmcntc dos deputados Marçal Filho (PMD!l) e Joilo Grnndào (PT). Tctila anunciou a aquisição de três ambulâncias. compradas com recursos conseguidos através de emendas parlamentares do deputado João Grand,lo. Flavio Haes t ' O prcfoi1,, Andra Puccicdli dcm.i11>1r.,u hoJc que Jh:m de rcnun.:i,u a pré-candidatura ao Governo, renunciou ao estilo light no relacionamento com o Estado. Puccinclli. nu i entrevista que concedeu à FM Cidade, soltou farpas e direção ao Parque dos Poderes. O pr.:feiro cobrou maiores investimentos do Estado na area de saúde. somos auxiliados per rcrnnndo Hcmiquc, que é meu amio e me atende sempre que ligo, para pedir que atenda a bancada federal do nosso Estado Tenho certeza que ele vai nos atender, porque sabe que aqui em Mato (nosso do Sul o dinherrn ~ murto aplicado, centavo por centavo E por isso que o presidente confia em nosso governo c já esteve no! «tado oito vezes" te.adisse que a obra da Santa asa, que ficou parad.1 qu., .e 1 () ano,, é"uma prova de e quando se quer. quando ,~· lt"m , onladc: politica, e possivel superar desafios" Para o governador, o estágio alcançado pelo seu governo demonstra a capacidade politica de se construir parcerias Nesse sentido, defende a parceria, cada vez mais estreita. entre o governo du Estado, n bancada federal e o presidente Fernando Henrique Cardoso. "Quando se conquista esse l e 1· CAMPO GRANDE Prefeito abandona · discurso ligth e critica Governo E03 8% dos recursos investidos na saúde A ativação do Hospiml Regional (Campo Grande) e do Hospital da Mulher (Dourados) são referêodas tisicas da seriedade com que o Governo Popular tr.tta a questão da saúde da população. Os recursos próprios, que não passavam de 1,4% antes do Governo Popular, salaram para 8% em 2001. ConYênlos para OJSteio permitiram a re:ttivação de vários hospit.tis. Estão sendo construídos hospitais em Coxim, Costa Rica. Porto Murtinho, Nova Alvorada do Sul, Sana Casa de Dourados e .Anastácio. 21 unidades de Saúde-LN foram conduídas. Nove estilo em construção. São mais de R$ 16 milhões em Investimentos para levar também a saúde pertinho de e.isa. A gente faz. estágio como o que nós conquistamos, três anos e quatro meses depois, com numeras dificuldades, temos consciência de que é possivel construir um futuro cada vez melhor. Pnrn isso, é preciso dialogar com as autoridndes, corn nossa bancada e, sobretudo, corn o nosso povo, Temos que ter, portanto, a humildade de reconhecer que momentos como esse é preciso socialimr, nós que estamos em partidos diferentes, repartir os frutos de um,1 obra tJo mngnffica como a Santa Casa de Dourado,. Agradeço a bancada federal, nas pessoas da deputada Marisa Serrano e do deputado Marçal Filho. Esse é um momento que precisa ser repartido, principalmente com o governo federal, cuja generosidade agradeço na pessoa do presidente Fernando l lenriquc Cardoso, do contrário nJo teríamos o dinheiro para dar continuidade n essa obra", ressaltou Zeca. '-....) = 0Progresso acontece, -- ler Pelar Mato Grosso do Sul A • BELA VISTA ----- () P10Jin111111 do d111 02 tlc 11br1/, q11t' d,f,11111 ,, ,,,.,,. atlor do n,i: /11111/,r, /Jras1/, foi de risos choros, A emo- I 1io 10111011 C{)///tl dos finalistas André, Vanessa Klber. O piblo entregot ao r-vendedor de coco o prémio de 500 mil e o trans formou na nova celebridade Naconal. !fria l'ir1,, .. raeberil II presena do De putado Estadual, l't111lo Cu11r11 r do l'rnidrntr lt'JiÍ· 01111/ do parido PL, Bernardo Lado, para reali zar a convenção, que tem como proiden1r do partido 11111111tipe1f o l'ar,1dor Gt'IIÍ· lo Lino, que será realizado o 11111 fili111ório 110 Clube Belavistense às J 'J:00/is. '{)llt'/11 1110/'l't'? quem ,uio via;a, quem não lê, 'flt< m n,1o lzot1l't' m1ínci1, quem não encontra rua cm SI lllc'J/1lf). lr111c1111n1/t' tlurr,· !t-11tt1111r111r J,1ri11 Ju/i1J que rw dia 05 de rna,'o co111pletard maiJ um ano dr vida, r'!alizar4 ma fest/J que será om t c1'r1<.u um luxo, 110 Clube Grtmio /1(1/ro Rufino e toda a deroraçüo 1er4 faita pela Xary Marim Puchta que csá trabalhando para que a festa Jeja 11111 10nlw para Maria Julia e seu.J ronvitladm. <JllC:111 Jt fJú1ISforlllrl 011 (J· cravo do hábito, repetindo todos os das os mesmos tra jrtos, tf//U/1 11,i11 11111d,1 dr 11/tll'Ctl, ,:,iíJ ff 11/TUfi/ (1 l't'S- 1 ir 1111111 1101',I (OI Oll 11,io ("Olll 1CIStl CíJlll 'flH'111 11ciO C0- nhece. More lentamente tfll<'l/1 (l'lfcl ll/'111 f'1ll.,l(}, tjllC'/11 prefe re o ncgro sobre o br,Incn,: os po11101 10!11c os ",s" ,:m dcu, mt:1110 de um ,olc-motnlw de: c111o~·c)('S jllSlcllllt'!llc' ,u tfllt' 1't'S g11tum o bnlho dos olhos, som sos dos bun1uJ, airaç6c-s ,wJ iro peços ,· ro111mc111os. ,forre lc:111i1mr11tt' qu,·m mio mr,1" mesa <Jtwndo csrâ tn feliz com seu trabalho, quem nüo cJn11ca u cerro pelo 11ucr10 paru ir,ur,ísdc um sonho, lfllC'/11 mio se pn111itc- pelo 111r11us 1111111 vez na vida fugir dos comdhos Sl.'ll.SU/0S. .forre· louamnue quern abandona um projeto ,m1t·s de i11iâ,l-lo, 11,io pag1111111 mbrt' u1n usnmto que: d,·sconhnt: ou mio rrspo/1/le quando lhe inda gam sobre algo que sabe. Evitemos a morre cm do ses suaves, recordando sonpre que: t'.SUr ,,itlO rxi t: um esforço muito maior que o simpfrs jiuu de respirar. ' t ,1r.iLrr,Jriou no lumo da (H4 a um- 1 rlf1t,l11J Gabml.i l'tl.1I,pir1 f'r:rr11.r A trJjetón·a de 111/JJ m 1111 tr.i bnuileira Ela queria sr apenas uma garotinha, calada com as 111r11 me,111 trh quarrus a espera do ónibus para ir à escola ... Em busca de um príncipe que virou 11m chato ... Os 11erso1 de Cazuza e do Frrja1 cafram como uma 111110 na definição da roqur1ra qoe foi a Cdssia Elia. Je110 simples r muitas veze1 deixando a timidrz falar mau alto, ela frz da verdade sua marca registrada. Cássia morreu no ilumo da 29, 0+ 19h05, na cidade do Rio de Janeiro (Rj). Presramo1 aqui 11111/J home11agem a cantora que serd sempre lembrada como uma braJileira autêntica que tinha como objetivo pri11cipal o desa feliz. Em breve "Copa fr1t 2002" Vrnha torcer para o Brasil durante os jogos da Copa com tdiio e muito dance para quem go1ta. Lembre-1e que os jvgo1 do BraJil serão de madm;;ada, por isso mio perca a Copa Fcst 2002. Co11toto com este colunista por __ --5:mai/ ou pdo fone: 9999 3568 Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXX_Nº2226_02_04_2002 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXX_Nº2228_13_04_2002 Voltar para a lista de itens