TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXII_Nº688_30.04.1984 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXII_Nº688_30.04.1984Número da edição688Data de publicação30 de abril de 1984Número de páginas6GeoCoordenada -22.113632629218035 , -56.517806887345536 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXII_Nº688_30.04.1984 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto » I 'e I &; « '», i, 4, • li!l. d 4t13 A, É, ~ 'IIQ 1 lÍl ) -1)1 g ± $ 1-1 Ç' ,, e ,.r % V' ~ 4 .,, ,, ) rreço ,este Exemplar Cr$ 200,00 A Coordenação Estndual cio MOBRAL, es tá Jntogrn com (l Assoclnção Nac!onnl do; Vcter:mos dn Força EXpLdiclo·1ária Brosildra (fEIJ), com sédc no Ro de Janeiro no sent!- Corumbá • Ao lnnçnr o primeiro qullôme• lro pnvlmentado da BR-262 no trecho Corum bá-Mirandn. o Governador Wfü:,:m Barbosa Martins afirmou ser o conclusüo dn obra um ponto de honrn do seu governo. Juntamn'e com o prefeito de Corumbá, Fadah Gatass, o G.wernador decerrou uma placa comemom,i va ao marco inicial na localido.de do Tri!vo de Lampião Acesso, onde dezenos de múquinas e com!nhões dns flrmns empreiteiras estavam perfiladas juntamente com uma multidão e.e nproxlmadnmente 200 pessoas. O Prefeito Fadah Gatoss, cm pronuncia mento emocionado, reo,nbeceu n1 obrn a nos stbt11dnde da região transformar-se em um au têntico corredor de exporto ontre os 0on. nos Atlânticos e Pacífico. Para o Deputado Es tadual Armando Anache, d PDS. a BR-262 é o aspiração maior de todos os corumbaenses e lndarenses, acima de t-odos os interesses -oar- tldártos. • O Governndor Wilson Barbosa Martins comparou a BR-262 em importância M que xoi o Rio Paraguai em épocas de nwegaçüo. "Mais do que ligar Corumbá e Ladário o resto do Mato Grosso do Sul, frisou Wilson, estrada será o elo de ligação com o desenvolvimento cconômlco". Serão 206 ciullômetros de asfalto a serem executados em verdadeiro desafio para a cn• penhria. reconhecem os técnicos das cmnrei te!ras, em função das anormalidades c'imá Ucas dn região. Serão 34 pontes de concreto em um t:ital de 1.800 metros em direção à cor rente das águas para suportar as enchentes o Inundações. "Ela será paga por si mesma", afirmou o Governador, prevendo para um futuro breve a !unção da estrada no escoamento das riquezas mlnerais através do pólo siderúrgico de Co rumbá, além de permitir o acesso a,, coração do Pantanal para a exploração do turismo. Presentes à solenidnde os senadores Mar celo Miranda, Rachid Saldanha Derzi. denu,-a- dos federais Harry Amorim Costa (PMDB) e SaUlo Garcia de Queiroz (PDS), os deputados Estaduais R,berto Orro, Nelson Buainain, Jo- A situação não está fácil para os prefeitos dos municípios da faixa de fronteira, todos no. meados do ros, sem verbas para realizarem obras que as comunidades reivindicam e poli ticamente instáveis. Haverá ou não eleições nes tes municípios? Sendo o Governo do Estado do PMDB, mui tos dos prefeitos estão reclnmando da situação, nada conseguem junto ao Governo e O que é pi ,. or nos municípios da fronteira estão sendo cri- ados "gcverno~ parolzlos". • . Denúncia neste sentido foi feita por polí ticos do PDS, de Porto Murtinho, cnde, se gundo estes políticos, "O Dersul criou mn Go verno paralelo no município, O Diret6ri:, do 5 ' ,. -· ... C 0 r ri da R ú s t ca Leia "ª 1 1 ' l Página 2 Dcln vist-M, 30/04 a 07/05/81. e --·-· ~ . ------------- do de divulgar o Censo Nocional dos Vetero nos, ex-Combatentes e seus herdeiros; que cstú sendo realizado em todo Tcrrltlrio Nac!onal; com o objetivo de cadastrar todos aqueles que estiveram na Itália e também os que !icoram no Brasil, protegendo as nos!as fronteiras e li toral; dura:1le o segunda guerra mundial. A finalidade desse Censo é localizá-los e delectar sua atual situação sócto-cconômica, bem como de seu dependentes, r-LJ re Para o MOBRAL o envolvimento neste tra- i±irri±riu FM: RE ar Q . ' ' ' %e E;s ·, «..-l } !'.2, a: 1.à natban Barbosa, Altira Otsubo e Armando A nache (PDS), os Secretários Rosário Congro Neto, João Pedro CUthi Dias, Olavo Vilela de Andrade, Aleixo Paraguassu, Eraldo Moreira e Abdal!a Jalad (Particular), o Chefe da Cosa Militar, Carlos Moreira Soares, o Procurador Geral do Estado, Joiice Viegas de Araujo. Também entre os presentes, diretores de empresas, tais como do DOP, Le:mel Velasco de Oliveira, do Dersul, Arna!do Ferreira de Souza, do Codesul, Afredo Sulzer, da Sanesul, Frederico Valente, da Enersul, Ricardo Bacha, de Fomento da MS-TUR, Roberto Stoll. PlHH3 fci :,!çado à proporção de PODER EXE CUTrvG, cxecui:mdc obres à revelia da Prdei ttua Municipal; desrespeitando a própria Cons. füuiçã:, br:,_sibira Isto é o que se chama de Go verno r~r:.:itacfor, moralizador; etc; etc? Ou ~erá que o senhor Governador não sa• be c!'stc? -pergunta um murtinhense ligado ao prdeito Everaldo Alves da Rocha. Para os pedessistas murtinhenses, "ser pre feito :lo ?.?JS 1::sto Estado é uma brra, além de er a!ro pzmancnte de calúnias e denún ias infundadas, é obrigado aceittr fatos co mo cst2 do Dersl; administrando pralela mt'n!c os municípios". Niio é a primeira denúncia a respeito do Na madrugada do dia 1° de maio, por vol ta das 3 horas, o pedreiro Vicente Veiga foi re tirado de sua casa e assassinado por um grup de mis ou menos sete pessoas, segundo infor mações do filho da vitima, Miguel Veiga. Segundo Miguel, ele e sua irmã estavam retornando de um baile no Paraguay, em com panhia de Paulo Agullero e Alziro Cantero, atrás vinham outras pessoas, umas cinco, após passar a ponte do Ana, Paulo ameaçou Miguel com uma faca dizendo que o mesmo havia da· do parte dele no Polícia. Os dois irmãos cor reram ra sua casa pedindo socorro, quando o pedreiro Vicente abre a porta e sai para verl f'~nT o aue estava se passando, Naouele instM te chega o grupo e retiram o pedreiro de sua e.. eg€O Muitas criticas foram feitas pr pedessis tas a respeito de nomeações em Bela Vista. Se houve erros, sobretudo no setor Educação, em outros setores o Governo do Estado n:>m:?ou pessoas capazes e que estão trabalhando, me recendo o salário que recebem e a confiança dos líderes. Uma destas pessoas que vem merecendo aplaus:is da comunidade, não só pelo trabalho, O pecuarista Manoel Rodrigues de Miranda, mais conhecido por Maneco Miranda, pediu de missão do cargo que ocupava na Secretaria de Segurança Pública. Considerado um dos pee medebistas históricos de Bela Vista, há muitos anos militando na oposição; Maneco não concor dou com algumas demissões de policiais feitas em nossa cidade. Para o pecuarista, cujas funções visam "zelar pela ordem e segurança do povo b1!la• assunto, em Bela Vista também e fato aconte ceu, só que o prefeito Dilln disze que "tudo bem, que arrum:? as cst:adas, as ruas ms que pelo menos peçam licença pra isto", DIBETAS JA • DECEPÇAO EM PORTO lIlJil,TINHO Se é fato ou se é boato, nossa reportagem vai apurar, pois o que importa para o:; leitores é a informaç5o êorreta. Nós, do jornal; tam btm queremo!: clciçõ:is diretas j ... Sim, elei ções para Presidente da Repúb!ica, Prefeitos de Capitais, Fa.ixa de Fronteiro e eleições para tudo, segundo notícia enviada à nossa Reda- cutra entidade de atu ção nacional em aten dimento a um importante segmento da socie dade. Todos cs ex-Com!+tentes da FED e Vete. ranos do guerro devem procurar o sun Assocl ação para se ln!ormor quanto no referido ca· dastramento. residência levando-o a um mato I existente nas Jmcdiaçées. Ali o mataram co:n facadas e deixaram no lado do cadáver vm faca e um revólver calibre 38. Não satisfeitos, voltaram a ca<ia e destori, rnm vários tiros contra a mesm 1ém de trn tarem arrombar a porta para n<>gar os filhoc: e demais familbres, ni.o conse indo o seu in tento. Segundo informa;Ces colh' 'os pela repor tagem, o assassinato deveu r to'o deste gru po ter feito várias b<>".'ernas n, r:-<: 1 dêncla de Miguel, alguns dias atr?s, e o rpro ter reris trado queixa do fato, provoca io com isto a fdrie dos assassinos. mas pela maneira educada e nolft lca oue con duz o seu setor, é o iovem F7nP..O MEU:>. atual diretor do Ginfls:o de E-·,or'es. Pedro demonstrou a sua y,mtade e a sua dedicação por ocasião s jogos Copa Morena de Voleibol, quando deu mos! o- suficientes que é a pessoa cer,a para o Gir '~=~ r,antinue, precisamos de gente que TRABALHA, vistense, não é poseivel agir na fronteira comi sentimenklismo; islo não implicn em agir com violência, m?a om rigor". D'se ainda que caso houver um policiamento ':ando em Rela Vista, o idice de criminalid le tende a crescer; haja vista.< últimas ocorrências", Quanto ao a~:!cto político, Maneco disse que o PDB (Ia ma missão histérica, a de lutar pelas eleices diretas, é a vonta'e do po. vo b1asileiro". ção o vice govzrdor Ramez Tebet, o dep: lado Roberto Orro e o advogado Heitor 'Miran da dos Santos, junt.:.mente com o senhor José Orririo e outros inte~a:ites do PMDB; em reu r,i~o reolizada r>ri Clube Caiçaras, em Porto rvrurtinho, comzrrn:r:un arregimentar apenas f"-TTBNTA FF-S~')A S, para aebaterem o assun• to:cliretas j... -~ Sendo informações, "foi uma decepção rr> o vice rJcn'ar; e uma prova inconteste de' n•ie. em Porte 1urtinho o PMDB e; prinei-. malment3 a esoda pemedebista, tem que !-;<tir, Qem quiser s3 eleger ere: dor no mu-. nicípfo tem que dizer que é anti-Heitor e anti. José Orcírio. Os números provam", J • 1 ' r J f t te.r 0 TI,ar,'. , • . ' ... . ,...., ..... r:ultdo positivo dr aerd Denu'cU +Fa o comentada que irou-e nas últimos dls tntecc!ntc ( tu vota@io, vrdadira oh5e: rio do: politlcos da opcnlço ponto de inu tilmente mo}tll:arem Imensa parcela da popU· Iço brallelra (no a malori) para defendê la cm com{cln, pnsrts e tants mmnc!r3 outras mpregadas pura convencercm e pIe !cnar cz noo; parlamentars a prova·la con formo o tlllcmn: "cllrctns jú". A qucstfo tocln, é tlcvldo o lnconfo:mi:mo dos ndverrlos do Governo com n reallzço marco.da proximamente dn eleição lntllr~ta poro Preldente da Iblica, o que não lhes convinhn, julgando-ze captes de drrGtr o ADVOCACIA Eocrllórlo: Av Rio Drnnco l!l7 • Fono 305 nn. JNTONIO 1~. DO NASCIMENTO ADVOGADO OIC 000.'174.381-00 - OAB-MS ?.800 , Cnusns C(vels, Crlmlnals, qucstõo da Torras, Direito cio Fnmllla e Trab:ilhlsta. ncstdenoln1 Av mo Drrmeo 10:1 '19280 - Pot<to llurtlnl10, !fato O. do Sul ' •• 1 •• :: -A-W~N=S-O=D-,~C-'0-S-TA ....... !'I_IA_n_Q_un_, s-1 1 Advogndo ! 1 Causas Clvol11 e Crlmlnnl~ Invantdr1os, Dezautes, Divórcios e ] LegaUznr;;iio de Terras . Esorit.: Rua, Antonlo .faria Coelho, 428 Fono: 439-1395 Resldl!ncln: Rua CUlabá 468 BELA VISTA MS .-------- ---------. ESCRITôRIO JURtú1CO NELSON CHAGAS Advogado Causas Trnbalhistn, Comercial. Criminal. Clvel (problcrnas-!arnfl.!a) ·,Terras, Invcntdrlos, Cobranças, etc. Run Dr Ary Coelho de Oliveira ,660 Fone: 2,121 - JARDIM MS. DR. JOELSON JHARTJNEZ PEIXOTO • Advogndo • Escritório·: Run 1 ° de Maio, 357 JARDIM ·- MATO G...'R.OSSO DO SUL 'DR. ITAltlffi DA SILVA DUTRA ADVOGADO OAB·MS 2.509 • CPF 187.Gl0.030-34 Gcnernl Osório, 825 Res. Run. Gu!n Lopes nº 458 Fone (067) 439-1272 - Beln Visto. - liato Grosso do Sul . as. a. aatatar..a. ., t a t..a. a. ia2.a.e o.a"_'a f 1 t .; Trc'dente Fguelr<do a tu ncepçlo d d!s. ter,o pol!tia como planejed pzl Recluso cm mrch, bem como os dizpozit!vos cus!itu cionts to bem expli{tos cm tua fula Ncção nc: úlllrr.oJ dfi;,. Não cmprendrzm z la dinpc:!ç7o do Pre!dente com o eu aceno o entendimento que lcvorla o prblcma a um roluço satis.s tlrh, prcfc•ln<lo a rildlcnliz:iç.:o que culminou ma dccre!ação do e:tado de emergência no DIs trito Federal e Alumns cidades de Golas, to legal de que dlr6 o Governo pnrn prevenir o, emeréncla da subversllo da ordem pôbllcn. A pre;~5o der=dld!! d!sp11rou o tiro pela culo!rô, vlnclo n dcavnnccer a eprança da ma nobra ln.jl1.st!(lctwcl prntlc:idn pelo3 pollUco~ on. JOS!1 ATAN/SIO NETO Advor:ado OAD - MS - 1579 Avenida Duque do Caxias, 780 Cnll,ta Postal 31 - JARDIM MS - - ~ --~ TE ;ç ~l'.11111---------- DR. FIORt JfURANO Módico □!nica de Senhoras e -Crianças .Operador CRM 352 - Fone: 439-1204 CPF: 003020351. Rua 15 de Novembro, 75 TIF.LA VISTA MS Clínica I>opulnr: dns 7 às 11 horas ESCRITôRTO nE ADVOCACIA DR. PEDRO JOSE PALMIERI Legalização de Terras. Inventários e Causas Criminais (Jurl) Rua 15 de Novembro. 160 Fonc: 439-1132 - BELA VISTA - MS. 1 KLEBER T,OUREtnO 1-tEDEmos Advogado Causas Civeis: Terras - Divórcios - Invent..-1.rios. Criminais Trabalh!stns Rua Corone lCamlsão, 774 - Ao lado do Cartório do Dr. Ar? ino - i3cln Vlstn MS Advogado JiANOEL RODRIGUES NEGRÃO Av. Duque de Cnxlas, 788 PALACE ROYAL LTDA Jardim O Jl11i.."ni!O EM MODAS MASCULiNAS Tt:DG P.'."lA ESP03.TES E COLEGIAIS Fone: 624-2103 do PDB e !idos, qu'sz de cnu!trem pder cus!o. Em r!to ntrir, cu }via dito qu> o :1::~m:i. csl!.. :.úlitlo e tento. Ai ent a prova e o exemnp!3, m a derrota d rnd: "Dr!s j6.". Dzvem-ze cm derrota fulminn!s a!ucão elo líder tb FDS Nelson Marcheezsn a/, otra vé: lntcli:;cntc e fim.e, dl!;r,o•l,:~.o, ~•upt,m!~u o r.()•1c r :irlo • hora mai critica do pi+dia n cntagm dos ot, na rdrugaCx guita. J, Corlos. Ocorreu no dia 21 de A b r l 1 uma rnacinal co:zida rústica cm um percurso de 7.eoo metro:, tcnclo c.:n') p;;rtid!lO:-tkl Uli!l cqu'e de DOURADOS - EQUIPF ESTA QUE PERTENCE A ACADEMIA DE CULTURA FI SiCA BRASIL, c:--mnnc.!:i!l:I !'~lo prc~e:::o;: D!o• nízlo Berto tln Silv:i, que na qu~c tctnlidaclc arrebatou todas as mzdalhs tendo alguns cle mcnl::s de Bela Vlstn destac!ldo. A corrida Rústica tcve C4 diviso2s por !ai• xn etúrla ele ldnde srndo que: pela faixa etária de 10 11 14 anos de lcladc sruu vencedor ela prova o goroto de 11 onos de !d:ide LUIZ VIRGILH!O DE CASTRO, com tempo de 37'33 de Bela Vis ta cm 2° lugar V ALDE111R SOARES; de 11 nnos de ídnde, com o tempo de 38,Hl de Bela Vistn e em 3° JEFFERSON HEUSY, com 11 anos de idade e com tempo de 40,25 d:i equipe de Dourados, esses garotos percorrerem o to tal do percurso, isto é, 7 .800 metros. Já na Faixa etária de 15 à 20 ancs de !da• Terminou dm, com nnmüsti deprezt4 n. r, re de atos inconsequentes que resultou n itria petaculr da legalidade. Tem.cs por diante, agora, o undo to d, nvela. A diusão da emenda do ovem, propcdo eligõ diretas pr o futuro. o, Par,. 1 tidos por nus sentes, vão sentar m torno d, mera pnra o tendimnto sugerindo, S 1 ho•,n r c.t.1 • ·1 o, L .' :, l' ·cr,to; "lln,·cr 'n 11 ~: vitrla do Governo c da legalidade, ·'a E.re: JO A 1OT . o ele Dourados robresslu-e, como crn de cspcrar ~c r,ols tU: equipe C5lo.va melhor prcpnr:idn f(. mente e psicologlczmcnte, tendo como ven. c,clcr WVAL!:O ELENS DE OLIVEIRA, com lG r,nu1 ele !'l:idc e com tempo de 29,0ll de Dou. ride~ cm <;,? fllIiIUNDO LOPES, cem 17 ~ no, de ld~clc e ccrn o tempo de 30,17 de Douro.. dcs e cm ç MARCIO DIAS, com 18 nnos do !ci~C::: e cem tempo de 31,07 de Bcln Vfota, Dos do 20 02 26 anos de ldade a equlpe do Dourados sobressaiu-se novamente, tendo em 1º lugar WALDC:vt!RO GOIS, com 22 nno~ d 3 idade e com tempo de 23, :7 de Dourodos; o 20 lugar i!ccu com o bclüvlstcnEc ODlLO PARE. DES, de 23 nnos de !do.de e com o tcmpa do 28, 31 e cm 3~ luear FRANCISCO RODRIGUES com 24 nnos de idode de Dourados. Nn faixa etária da 27, o 37 onos de !dnde, em 1° lugo.r JAIR JOS1': DA CRUZ, com 34 o. nos de idade e com tempo de 27, 28 de Doura dos e GETULIO LINO F1LHO, com 27 anos de idade r cou com o segundo lugar (Bela Vista) a em 3º LUIZ CASTRO MELLO, com 29 ano, de Idade e com tempo d~ 29,18 da equipe de Dourados . Na cla~silicação Geral tm 1° lugar ficou com douraderue W ALDOMIRO GOIS, em 2° lugar JAIR J, DA CRUZ, em 3° GETULIO LJ. NO FILHO e cm 4° ODILO PAREDES do (Bela Vista). &gundo as palavrc.s do Professor da equl• pe de Dourado, ProfO D!ON1S10 BERTO DA SILVA, o percurso fol ótimo o terreno é exce lente, podendo até mesmo ser corrido com os pés descnlços, "Eu ho~o cedo percorri todo o perctllõo com minha equlpe e go'i muito não ~é:ncnte ca mGS toda a equipe, <''~lxo aqui 05 meus paro.béns à Getulio Lino que é um des portista que já conhe~mos de vúiras corridas o Jorge de Souza :Rosa, que promoveram esto evento, (Fundado em 20/2/1972) C.G.C.M.F.15.513.203/0001 - Reg'.stro no Cartório de Titules e Documentos n.° 35 - i>lretor-Responsável: Ivo.ldo Pereira (Jorruillsta Profissional, Matrícula MTPS n. 0 140) Administração, Redação e Parque Gráfico - SEDE PRóPRIA - Rua da República s/n • Bela Vista • MS Fone: (067) 439-1410 - Caixa Postal 23 D'.retora: Maria Estela Velasquez Pereira Depto. Comercial: João Carlos Velasquez Depto. Circulação: Elainc L. Brum REDATOR-CHEFE: Ivaldo Pereira ASSINAT"uRAS Bela Vista: , . ., , .. 7.000,00 Demais Mu.'llcíplos 10.000,00 FUNDADOR: Ivn!do Pereira .. 1 Um órgão da Rede Bclavistense de • 1 l Jornais Ltdo.. 1•. 1 Representante Nacional: FUTURA ' _ 1 COiruNICAÇôES • SBN. Edifício Paulo •1 M1mrlclo, S::!.las 1113/1114/1115 • Tele.fo- 1 ncs 223.1055 • 223.1660 • Brasílla (DF). i ~ n_ADJ __ o_R~I_e--=f.BRA~.....,J-O_R_I__, __ 1 i 1 l 1 1 1 1 1 !924 - 59 Anos Servindo Mato Grosso do Sul . 19(::l. Rua Dom Aqui.no, 1447 • Rua 14 de Julho, 2222 624-0587 CA,":'iPO GfiANDE JUATO GROSSO DO SUL ENGENHEIRO CIV!t eg li E d; !J @ <..! DE SOUZA ROSA o [se [s CID CREA - 667-D INCRA - 76/83/CR-16 Projetos e Execução Serviços Topogniflcos Desmembramentos, loteamentos, r;;ão de fazencbs, etc. Regularizações de Obms /1.vdleções Orçamentos. Escritório: Rua Má.rio Van Den Boscb 460, - Fone: 439-1366. BELA. VISTA medi- MS. e AUtor: Mfoçi Co !eja eo decimer .. , tor rre do Sul A dispos uma se p:irl!cfp 'I !i ) RF,QUt Autor: • Rec fonna chefe do dJ mm tram d ~ cldaac,, • RF.OUE Autor: ' r Re 'ºrma t Fvmo, f de rnan de urat Escola' no Bair 'gzs a deiram .' tomm T:Sci) ali to. . . .. . . . ., -'- . .- 1 , « .,, ' !'J 1 ... , _,_, _ _,_ ..._.., _ Assine cinco .. Jornais .e pague o preço - de duas assinaturas PAA NOS, DA REDE BELAVISTENSE DE JORNAIS, o OBJETIVO PRl~CrPAI, :e ATINWll O MAXIMO DE J,EITOHES NOS MUNIC1PI03 DA HEGIAO. QUE O POVO REJA BEM JNJ<'OrtMJUO, O NOSSO LEMA, VISA, cOURETUDO, ATJl'iGJR TODO►; OS J,1ltES FllONTlfütJÇOS E DO SUOOESU:. }'J!f:f.NCU/ O CUPOI ABAIXO E RECEBA FM SUA CASA OS ,JORNAlG: 'fJUilUNA DA FltONTEIJtA, COitnP-ro ,J/TtDINENSE, JORNAL DE BONITO, Tm BUNA MUITINIENSE, JORNAL DE A, "TONIO J0AO • dentro em breve O LAGUNENSE, que vollnr: a clrcult r. l'RO!JOÇAO VALIDA P/HA OS J1E"3E3 DE MAIO E JUNHO !liOSSA META lt /TINOIJi llH, 11,; ºINA TE/i, PJIlTICIPE, -- AGSINATUHA ANUAL f 1 l'ngamcnfo: CrS 25,000,00 (vinte e cinco mil cruzeiros) Em 2 pagamentos: Cr$ 30.000,00 (trinta mll cruzeiros) , • ·, Anexe cl1rquc à Redr ncr:wlslcnsc ·Jc Jornals, procure o nosso escritórlo em sua cl [."-" ,,k : , .. • ' 1 ENDEREÇO ... , •. :· .. ,., .. ,,,1•t•t•'''I••····· ·••1t••··•·"''''''''IJlt••········ C;I.DADE .... , , . , .. , .. , . , . , .. , , t t , • • •• , , , •••••• ! ., -t,.SSINATURJ . , , .. , , , , , , , , , , , . , , , , , , . , , . , ... , , .: 1 J a « « • .. ,. ... ._e...,.,....,.....,..,_ _ _,_...,.....__,,-......,.....,..,...,.__,_,.--,. ...,.._ , de UNIIO va INATIVOS E O Governador Wilson Barbos Martins recebeu avis do Ministro Interino do Plane Jumento, José Flávio Pcora, sobre a concessio por pnrtc ela Unifio, ele recursos adiciunais pa ra processar o pagamento de inativos e pen sionistas do anigo Estado de Mato Grosso, refcrcnt:: uo més ele dezembro ele 1083. .... li •.,.. . 1 ~ ·Autor: Ver. Marcelino Cassio B. Acioll '$ , llloçiio de Aplausos a Osvnldo Possari all e • Com a presente, requeiro a Mesa para que l seja endereçado ofício de congratulação e agra • declmenlo no Ilmo. Sr, Osvaldo Possari, Dire . tor Presidente dn Empresa de ônibus Cruzeiro r . .,ihtdo Sul, pelo gesto nobre de ceder um ônibus •~1 ·à disposição da delegação de Bela Vist.a, por uma semana, aue Irá a cldnde de Corumbá, :, ,;,~_participar dn II Copa Morena de Voleibol. ,{3TE·0 , .l!.,'..REQUERIJ'IENTO , ~ Autor: Yer. Marcelino Cassio B. Acio!i ·{ti v. • LUJUNARIAS i;-. +q • Requeiro a Mesa ouvido ao Plenário ns. ·' 0 • 1;,'forma regimental, para que seja oficiado ao l o chefe do Escritório local da Enersul. solicitnn ~ -:p;; (!J manutenção em luminárias que se encon• tram danl!icadas em diversos oontos de' nos- sa cidade, principalmente nos bairros. t o t t 1 1 t ,., ~ 1 1 • 1 t 1 • 1 • 1 1 t O 1 • J t ... 1 o I o 1 t 1 1 1 1 O t t t t ', '· t O ~ 1 1 • 1 ' 1 1 1 O I O 1 1 1 t • t o REQUERIMENTO (9 1 •Autor:· Vereador Claudionor Rodrigues REPAROS NA PONTE DO ESTRELINHA • .» + » t "4 + , Requeiro a Mesa ouvido ao Plenário na fomz regimental, para ttte sa!a envia'e ex pediente ao Exmo. Senor Arnaldo Ferreira de SoU2'9, Diretor Geral do Dersul, da necessidade de manda.r fazer reparos .urgentes na ·ponte so• bre o Córrego "Estrelinha", na rodovia que demanda ao município de Antonio João JUSTIFICATÍVA; Considerando ao péssimo ·estado de· coll• servação a· qual encontra-se a referida ponte, tendJ seu assoalho e o rodapé completamen te d;intficado ,, .. •. Considerando que na citada rodovia tra fegam veículos de carga pesada, principalmeq _te nesta época de escoamento da produção agrí cola. • • -REOUERIMENTO · ·-• ) Autor: VereAdor Rvi!Rslo Nunes de Mirandn , ESCOLA MARECHAL RONOON 1 ".. , Requelro a Mesa ouvido ao Plenário na i Horma rel!imental, para aue seià oficiado ao' li 1a3. Sr. Prefeito Municipal. da necessiàade • '. de mandar fazer o imediáto reparo em caráter . 'de urgência na cobertura do 2° Pavilhão d Escola Municipal Marechal Rondon, loc9liz<1da no Bairro Nossa Senhora de Fátima, onde ns Indico a.Mesa ouvido ao Plenário na forma } vigas que sustentam duas das tesouras do ma- reimente' tensádns as formalidades. para / deiramento ameaçam a desabar, trazenào des- aue seia oficiado ao Exmo. Senhor Eng' Ar· { .ta forma graves consequêncl!ls, c()locando em :.'.!- ·ruudõ Eerieii:a• de .Souza. p!!dindo que cs~ude ! "risco alunos e zeladores daquele estabelcclmen a viabilidade de construir um terminal rodo- i to. viário nesta cidade. . . , .,_, . ..,._.,_ :· • Desta forma, segundo o comunic2tlo, no projeto de Aplicação do Excesso de Arrecada çúo, submetido a:> Congresso Nacion:11 atrn·é. V ela mensagem de 20 de março de 1984, ser± conslgnocfa a quantia de CrS U!l,4 milhões para dar atendimento à solicitação que vem sendo !eito pelo Governador Wilson Barbosa Martins há vários meses. ' 1 1 M ' Em sua viagem à Bras!llo, o Govern::dor deverá manter contabs no Minlst6rio do Pln nejamento, n !im de ter uma previsão da data de llbernção do recurso para o pagamento dos aposentados o pensionistas. - , .. 1 ,- .. ' .INDICI_ÇAO ... ~ .. Autor: Veresdor Marcelino Cassio B. Acioli ,· ..•• 'TERlUNAL·RODOVIAR!O ' . . ' .. ---------------- ------------~·-----~---~- •}' Fstritrio le ayri:sra Elia Registro CREAA - Número 52.903/TD da 6.n Região Medições de Terras - Levnntnmenlo, Cndastrals de Fnzcndns - Divisões de Invernnclas - Ratificação Junto ao INCRA. Serviço Qualificado - Responsável e Técnico Atende todos os Munlcfplos da Região 4 ' • Informações: FÓne 439-1258 (Escritório) e 439-1057 (Residência) Rua Cuiabá, 180 (Escritório) BELA VISTA Rua General Ozórlo, 1281 ('T?,.~frlc'nda)' .MATO GROSSO DO SUL , "0 bom servidor nada teme no presente, orgulha-se do passado e confia cegamente no 'rti'turo". • • Vende Lotes a prazo. Preços fixos, sem juros ou correção monetária. 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Cns•fo complementou ,.dizen do que se envlnssc clíclos, dccumentcs pr4 to• do mundo, negdcJo 6 o ;isln.lto !alr, Evlldslo cc.nUrmou n movlment:içlo do ldeltcnso, dl• ,:endo 4I0 hevla as!nado um documento, pe• dlndo n pavimentação nsI6ltlco, .CA ENTRE NOS Gosto dest n turmn, chomo_-os m!?US ,inenlnos dn Cbmnrn", todos homens cientes de seus de• vcrc7, lnd!?pcndcntcs de _p11rt1dos, lodos es!11o empnhados cm !ozcr d<: Belll Vista um11 c:ldll• SEMPRE PRESENTE NA CONQUISTA DE NOYAS ALTERNATIVAS PARA O PRO GRESSO DA REGIAO;. • . • • HORARIOS , Jnrdlm p/ Bela Vista: 2:40, 9:10, 10:40, 16:40,TB'élü"Vlsta P/ Campo Grande e ~~~l~~~nn : jiB:40 diáriamente. 5:30 hs, • I Jnrcll:n • Porto Murlinho: 15:00 h!j. .Bela 71lista - Cnmpõ Grande- 11 hs. Jnrc:llm • Bonl1o:··14:ôó hs. ,. Bela Vista - Campo Grande - 14 hs. Jardim • Aquldaua.'la: 8:30, 17:00 hs. Beln Vista . Aqu!daunna Dir~to • 15 hs. Jardim • Campo Grande, via NIoaque: 730, - • • 1'3:00,"16:0o;·'23'~0"hS'.'·''- •· • • .. , .. , .. ~- Bela Vista - Campo Grande Direto - 22 hs. Jardim . Campo Grande, via MaracaJü: 11:Q0 Bela Vista - Ponta Porá - 6:00 hs. Jardim a Dourados • 11:00 horas • •• Bela V.ista Ponta Para - 12:qo hs • Bela Visto P.ontn Por;i - 16:00 hs. nn apanha pelas diretas, Estas badernss quo Jc, n.nn O Prt.,illrull' li l11111hntnr n!I. rn~itl dM 1 1:- fl•Hr;.:nt.i,.._ LDtl' rw. 1. rtilnrle d,, l'r~ idnte", J'L: 'lNltl Emn nprt o vcrcJclor Pcnlnln diL~e qt.c (l. rOll 11bl~n1111fo, crm. o ,·r1crdor Vdr pr11lndJ • 111:i n,e(io <!e 1ir<t~•b ro l't<',i.kn'.,·, t>le (Tolo) qv» anlstiou Brlzola, s t Wilson, este Gor. ru::br que :-.l 1',11 J!Ovrtur ·nh o Fs!nd.i, li. far ruo no Estado e me Indlque UMA corrup lo no Gevero federal, ' Servindo e porticipondo de vinte Municipios . em rn0.1s MS 1 ae ôNIBUS PARA EXCURSAO - TURISl1O - EFICU::~ÇIA A SERYIÇO DO .POVO .DA FRONTEiiGOtSUDOÊSTE: - ~-as.,, •• , - ' •••• -- • de me!s prorreeu!tu, O a unto Bit. Qe'I 1kv.: ser do tespnsabilldzde de toda CAmara, a ri é toa, é de td;,. t D':b V:sta, . Va!T'.''n nntn p~s:90:t. o jor.ial <l5. e (l:ir., e·,. p:i-;o 3 n:1 p1imeira p6,.-;-r.a, prn todos u:; vct~' çlores que entrarem nesta guerra, ASFALTO JA, VETE Acs mals "duros" ,xr,Uco: o Vet-;i en?l mcu O prc:s!du'.c Jc.ic. dQ co..,!ilda r..or causa cln: medidas de emcqiõnclp, cá entr~ nós, tam btm n11o precisava Isto, ocontece que, realme te· dÍl Jrnoressõo do l:fTlor, rna, fÜO ncho o Jo.,a covarde, para mim; de;dc Hi64, ç o pre:-!dcnti: do pe!w; all rnl ele trouxe de volta Erlzol11, /~ Jílc.:: ,e Cla, Ltd11. ,Pata l~to .foi prc~l10 GOll/· GEM,. J3R. OQQ Vamc:; a Campo Oronde, Brn•Uio, seja ln c-ndc tor; mar a pnvlmcntaç!io do trecho Jlrd!m a Eel;i. Vis;i Tt.:M QUF. S/In, COMISS/Q A Comissão que vai no Governndor ser6. ln• tegrndn pelos vereadores Ivan Marques, Cosslo, Antonlo Xnvler, Evillslo Miranda, Marcelo C:ll· vno, Idelfonso Pinheiro e Claudionor Rodrl gue_s. Se erte pessoal falar "direitinho" cm Wilson, tenho certeza de que ele atenderá o pedido, CONJUNTO DO PREVISUL Ivnn passou a presidência ao Vete e lnscou: Providências qunto o mau chelro que rassa no Conjunto 4o Prevnul .e .CehAb. Problemas d11s fossas. Fede mais que a situação no Li'bano, Providenclas ao Dlretr e demais "responsá veis" .- .. ' IVAN DEFENDE O PRESIDENTE - .. "Ouvimos o vere.,dor Vete com ntenção, fo. lou de maneira muito pontiaguda, não é tar ta das mais fáceis administrar o Brasil. Foi um dsrespeito po Presidente as medidas ,de .c;mer: . gâpcias :foram nt:.t'~SSá~ pois está havendi;, n Infiltração PC badernciros e mnÜs brasileiros 4 • - • ,, ~. - - ..... a Onrvtlnho Pcnlnha se m.:1chucou, tamMm nào co:1cor<lo cm dlzcr que o Prcs.ldcntc ó CO• vnrdo, mnls t1 11flrmar que ni!o hií çorrup,lo 111 Oovnno fcd~ral é muito lei.e par o nend, el engasgn, Há sim, vereador, e nlo um; mas (lezc:ias, lcmbrornos o ''mnndlog11te, dcllimR~• te, polonetns, cstomo dos (lnlncelrns; capem!, ctcJ e! ç; ctq HA corrupçilo e os culpado~ dev~• rlnrn Eer pµnldos, Enquanto nós estamos na lu. ta, "brigando" com os Qercncs para pnnnr os pepinote, estes coros man!pulnm BILHOES E BILHõES de cruzeiros a favor de quem? Do povo? Ahhahahnhí1ho.ht1hnhnht1ho.ll? DmETôRIO DO PMDD C QUE ESTA ACQNTf.CENDO Semana prnidn c;teve no cidade n Dr, Ju. nrcz Marques Batista, Secretário de Justiça, em entrevista II rAdlo Beln Visto ele falou de seus planos .e de melhoria~ no ,setor de Segu .xnnça ,Pública . .Sei .não, &cgundo um "amlgo de !é', na reunião oom o Dlret;Srlo ele falou uma '• coisa, na rádio outra; isto descontentou (e· mui• .to) nlguns peemedeblstM. Entre "oÚtras" .e~tou i::ibendo que vários membros ,d~ Dtretórlo estão rcnsando em re .nuclnr, ,se isto acontecer o partido vai se dcsgu. tar. Queixas e mais queixa, muitas reclamações tô sabc.ndo, ah se tô, mas vamos dar t<:1!1.Pº co tempo; afinal tenho grande carinho pe)o ,Parti• do .dos meus amigos Valter, Orro, Sergio e Mar c_elo. N5o serei eu a pcr mais lenha na foguel• r.a;· cJ.~o ,Isto J.&ra ,os verer.c!ores mais agres sivos do PDS: Feninha e agora, o Ivan Marques ..c;.ue .está deitando e rola.ndo na Câmara·Munl• clpal, • SUPERMfRCADO _, ... _.. ......... a .. • .. •• ·- - va O Maior Centro de Abastecimento de Bonito. , O CLIENTE ESCOLHE NAS l'RATELEIRAS MILHARES DE ARTIGOS DE PR~l . . - . -. - ·. . --- . -- . - " - -------·- ~- --· ·- - -- - .- ~. RA NECESSIDADE Sprmercalo Zava • 0 {Campeão do bom ltendimenJi .FONE 369-308 BONITO 1S 0i ,r ( r:,.11 r.• ' 1 e+r C.l nCl e ,g o ti ó'••.,ntr. , is! ,1.ac cio r,:·t " o prornrtc r., f.'.)(10 er.o F que Jn para a er! 200 Jt,5cs se a cnco fe'creiro mpresas r,:1, pJrn '!J. No di: pois de~ forme h: !UldDr WI tratos dl em sole» presença da Costa poGram Waldlr 1 nos lan çáo de f.!t ro rel?lon "Ten - ------------------ ._e,-----------------:- HO APtt ctn L QUE MA. 4WExo . Aura . VENo; "_ _ --,------------------------- ... - ===-~- ~. -----------.-.-. -~-~--· O ME R C ti L LTDI -- ·--· -- - (_ampro • e Venda da "EMPRESA DO GRUPO ERMELINDQ MARTINHO GOMES" Cereais em 'Geral • em Especigl S • t'.'! ~91f3., e Milho RUA DUQUE DE CA~IAS S/N GUIA LOPES DA LAGUNA - J4Rnn n (/ ! 1 u IJ a. ~;) 1 & campo Grnndc • Ao nnunclnr o osColta. mcnto da Br-262, trecho entro Mlrnncla e Co rumb, num prnzo do m11 dlns, no enccrram~n fo dn 1nS!alnç1io do Governo em Corumbá, no di 26 de novembro, o Governador Wilson Bar• bosn Martins Irl~ou que não estava fozcndo umn promessa vã, mos ossumlndo um com promisso capaz do ser cumprido por sua ndml nlstraçl1o. Exatamente seis meses depois, elo parllclpn do lnlclo da ohrns, no loncnmento do umn frente de obros nnqueln cldacle da fron tclra. o Jnlclo da BR-262 marca ainda um outra proposfa do Che!e do Estodo que o trnta, con torme ele definiu no ato do instalação do seu Governo naquele município, do "uma mudan ça no dlclonl1rlo", ou sela, Corumbá dclxmi até o final de sun administração de ser lugar distante, Isolado, esquecld:>. A pavimentação do trecho em pauto permitirá de!iniUvamentc n Jlgaçiío de Corumbd com n Capital, no restan te do Estado e do Pars por via terrestre. Depois do anúncio, através do oual se com prometeu n viabilizar o obra, o Governo do Estado Iniciou vários Incursões junto no Go verno Federal, além dos primeiros contatos que já existiam, e à Asscmbléln Legls'nlivo, paro a aprovação do empréstimo do ordem de CrS 200 bUhões dos quais cerca de CrS 40 bl· )hões serão apllcados nos serviços. O Edital de concorrência pública publicado no lnlcio do fevereiro teve como resultado a indlcação d9,s empresas Mnpe/Constrnn e Andrade e Gutier rez para realizarem a pavimentação da rodo via. LANÇAMENTO DA OBRA No dla 15 de março· passado. um ano de pois de sua posse no comando do Estado e con forme havia prometido em Corumbá. o Gover nador Wils:>n Barbosa Martins assinou os con tratos dns obras de pavimentação da BRr262 em solenidade no Dersul que contou com a presença do ex Governador Fernando Correa da Costa, do historiador e ex prefeito de Cam po Grande, Demósthenes Martins, e o Ministro Wnldlr dos Santos Perelro, que há muitos anos lançaram mão de projetos para constnt• ção de estrdas no sentido de buscar o progrcs so regional. "Tenho hoje uma sensação de que vivo a salidação maior de um governo: cln que inlcl:i mos a realização de um grande i:onho outr:ira Jmposs!vcl nos administradores que me prccc dernm pela de!.lclêocla de recursos e condlçii~1 de encUvldamento", afirmou o Governador du rante o lançamento da obra. Completou afnd que "niío é apenas um sonho dos corumbaen scs o do povo de Lndárlo: é um sonho que é da popuJnção Inteira do Mato Grosso do Sul". Wilson Barbosa Martins lembrou também rua n concretizaç:io desse trabalho a!asla o dfvlslo nlsmo, consolida a estima de Corumbá com o Mato Grosso do Sul. DESENVOLVJME TO DO P TA AI, Com o lnlcio das obras de implantaco o oavlmentação da BRr262, entre os munlcfpio<; de Miranda e Corumbá, cula conclusão está prevista para o final de 1986, o Pantanal Sul matoprossense estará entrando na. sua. fase mais importante de trans(ormação desde o de sencndeamento no começo do século, do proccs so de ocupação da região. Com n nova rodovia, o comolexo pantanel ro estará sendo inte~ado polftlcn e econômf cnmente à realidade estadual de !onna glnbal abrindo, com isso, noves perspectivns de deson volvlmento do Mato Grosso do Sul, além de ocrescentar um dado novo no contexto sócio cultural de todo o Eslado A BRr262 romperá deflnitlvamente com o isolamento de Corumbá. maior município do Estado, com 62.561 quilômetros quadrados (ocupando 17,85% da área do Estado), com uma economia voltada basicamente para a ex tração mineral e criação de gado de corte (mai or rebanho estadual, com 2 milhões de cabe ças), representando, somente neste último se tor, 2,4% da arrecadação de ICM. No Mato Grosso do Sul, nos seus 64 municípios, a pecuá ria é resoonsável por 40% do total arrecadado desse tributo. Atualmente, Corumbá e outros·municípios da região têm como principal via de ligação com o restilnte do Estado a Ferrovia Nor:>este do Brasil, considerada carente e sem as rnln! mns condições paro atender a demanda de transporte existente. A integração regional oor rodovia asfaltada signüicará, neste sentido, um maior incremento dos setores produtivos regionais e um crescimento importante da eco- APARTAIIENTOS COlI A!l CONDICIOJTADO 'rELEVISAO, GELADEIRA. CIIU.Kíl.ASCARlA. ROD!ZIO. "A MAIS MODFRNA INSTALAAO DA CIDADE E A Qtro: llIBLHOR ATENDE ANEXO • ESCRITÓRIO DE CORRETAGENS - VENDA DE FAZENDAS BALTA - CORRETOR - REGISTRO CRECI NO l.250 <32 l'ACIFlCO AVENIDA CEL. PTLAD REBUÃ. 1.293 ·- CEP 7O9.290 -- FONE 394 295 BONITO - MS. nomla no que tange ao intcrcnroblo comn1 vá rios países d America atina- o que ru!tará, consequentemente, na crio de milhares d empregos dlrctos e Jnó.lrctos, TUTYSMO O n=faltamn!to da Rodovla pR262 trrf beneffc!os Imed!tos para tum setor as !1! mente no Mato Groso do Sul noz de rnda potcnclal ms & Inc!!onto m termos de ctr tura: o trimo. A conc'vso do·< tra! r!r nifica o Infc!o do tmn nova etn desse se! mcnto cconõmico no Estado. Haver{ "um crc7 cimento multo rando do !1uxo turl•t!co, ri avo, naturalmen'e, trairá z!nd ml no7os Investimentos para n roa!o. Outro nnocto 'm portanto da rodovia. cm rel:!ç!lo no tttri•mo, ( que ela travessar um das partes ma!s bon! tas do Pantanal, que 6 n relo do Nab!leauc. Outro ponto consldt>rndo re1ev:inte p:irn a economia estadunl consiste no fnto de mie P BR-262 provocar um aumen•o no chmdo turismo doméstico, ou saia, no turismo prat! cado por pessoos que residem em vária~ re<rt es do próprio Estado em func?o da tocllidd de acesso ao locnl. Ao lado dos fr:ib:ilhos de implantacão e p:wlm2ntricno rla rodovia deve existir um pl::tno consistente de preservação amblent-al, sem o oual se !nvlablllzarh qual quer projeto turístico que se quc!ra implantar naquela reglã:i. DESF.NVOLVJMF.NTO AGROPECUARIO O setor a ser beneficiado !'. curtíssimo nriv- 7o com PS obras da BRr262 é o !'!?l'onecu:1rlo. Para o Secretário Estadual de Al!Ticultur:i e Pecuá.ria. ,João da Câmara, a rodovia será a solucão definitiva oe.ra a reducão d:> -rebanho bovino no Pantanal. que a cada ano vem s agravando em íUnção do ciclo das cheias. "A estrada facilit.arin o esooamento do gado nessa éooca, resultando no aumento do efetivo bo vino em várias partes do Pantanal", assegura o Secretário. Além disso, con!orme garante .Jo:::o n,,_ Câmara, seria um passo Jn:ioortante no auc; tamre ao desenvolvimento da bacin leiteira de. região e o incremento da produção de horti .frutigranleiros (com ênfase esoecial " ei;te 111 timo, visto oue orinclpalmente Corumbá depzn de totalmente da imoorta.ção desses produtos). Para o Secretário João da Câmara, no aue se relaciona especificamente à sua área de atua cão, a BR-262 "é uma obra imoortantíssima para o crescimento da agropecuária do Mato Grosso do Sul". Os projetos que a SWI. Secre taria vem desenvolvendo naquela região seriam altamente beneficiados, "oroporcionando um retorno social maior do que estamos preven1o concluiu ele. OBRA COMPLEXA Segundo o Secretário de Obras do Estado, Olavo Vilela de Andrade, essa é a obra qu~ envolve o maior volume de recursos do atual overno (CrS 40,5 bilhées) e, no setor de es. tradas de rodagem, é a mais complexa do nonto de vista de montagem de estrutura. "Pelo grau de complexidade - diz Olavo Vilela - ela vem exercendo um certo fascínio nos técnicos envolvidos. bala vist:a aue essa é uma obra que rlesafia a imaginação". A rodovia. que atravessará. uma grande parte da região do Pantanal Sulmatogrossen se considerada desfavorável para a implant:J,.. cão de estradas desse porte, em função do ci clo das cheias, que provoca inúmeros oroble. mas de retenção de águas. transformando o eixo rodoviário numa verdadeira barra11:em exigirá "obras de arte" em quase todo o tr~ch; .E .. . . . .... " •• ·o;.° • . ~-. :· • :·· " ., 'i -·- . j ?2;-. . .$°± ·>+i ! -« s$ l ; i 1 l "A QUALIDADE DE SUA VIDA DEPENDE DA QUALIDADE DAS COISAS QUE VOGE i PôENELA. i PA.'Pfil'ICADORA CONFEITARIA, LANCHONETE, AÇOUGUE, LEITERL E VENDAS DE PRODUTOS VETERINARIOS POR ATACADO AVENIDA DUQUE DE CAXIAS Nº ~46 par+ prt!ir o {luzo normal da vazão., Pará i:, ct4 prclsta a ccstructo d 2500 metro% de pontes d correto em toda n estrada, pe for'o ums m'dl do 60 metros do ponte po ql'l'.O·nrtro cl:! rodov:a. O crtfr1o d Obras resulta que, devido 1 e ~,--~ n•r,"cto,:; a n!l-262 cx!rclrt' estudos pro◄ r» ' ten fundo; de engenharia com vistas h man_" cão do perfeito cuiibrlo do vazão das água A!C. dlso, ele 5b50rv que p!o fato de re· pl5 sofrer periódicamente grands checas, :e impedir1 o ndmento normal dos traba lho•; rh:; crnrireleirn;: cm diversos pontos, 0 -~ c:!zes do imp'ntaglo e pavimentaçlo da PR terão que partir de várias trentes simultd· rs, debando pr 3 final o trecho mals cri tuco, que compreende aproximadamento 5O oll0metros n serem concluídos na época da scca do Pantanal, ·--,----- «EC1URSOS «- A obtcnçüo rle rvcursos para n execuç= das obras da BR262, segundo o Secretdrio, está corirllclonndn i nprovaçilo da mensagem fl sr;r aprecl;,.da polo Poder Leglslntlvo nos pró ximo dias, ate concede nutorlzaç!1o no :Exe• cutivo por:i. contrnlr empréstimos externo e Intcro do até 200 milhões de ddlnre~. Mns, mczmo assim, Olavo Vilela garante n ntd o final d11 atual ndminlstração eh eslnm rnl"'" gue, partindo da premissa que vem nortenndo n política do Governador Wilson Barbos! t,/Int' tlns de só 1nçar obras depois de estarem ni'4◄ seguradas todns as condições n'!cessárlns po.rn. CX€CUtá-las. o Secretário de Obras do F~t.11110 conside ra-se "um entusiasta. dessa rodovia" porque ela representa a concretização e!etlv:i da ln· tel;l"ação política e econôrnlca ele uma das re r.tões mais importantes do País com o resto do Mato Grosso do SuL Além C,li,so. P.1n slttnl• ficará também a Interligação a nível lntemaelo nnl com países como a Bolívia, Paraguai, Peru e outros. Quanto às dillculdades que são MlocadM para a efetivação do projeto, o Secre~l'lo r1e Obras é en!átlco ao afirmar que "tenhn nrdens para isso e vou cumprir: até o !'nal de,;te P'ô< verno a BRr262 estará conclufck". su-, rnnflan ca de que a meta será atingld nrovm tam bém do !ato que o Ministro dns TT""l"l!iT>nrte'I. Cloraldlno Severo, "mostrou-se multo sensfvel à construção e pavimentação d.., rodoviR.. ouq tem um reconhecimento nacional, segundo suas próprias palavras". Por outro lado, explica Olavo VPela. a: obra "só foi lançada. porque o Govemr, tem absoluta certeza de que vai conclui-la". NAô existe nenhum impecilho, está turlo P.Ouado 4 nado para comer.armas a tocar a obra", tina.li• za ele. ARrnRIA PAR EXPORTAÇÕES A BR-262, rodovia que atraveS"A. uma ~ tensa área do Centro Oeste e Sudest.e b-rnsllP.I. ro. exerce. dentro do plano nacional ~P Vi:u-Jln. uma função integradora de várias regiões '-4 Ftados de São Paulo, Minas Gerais Eer(++ Santo e Mato Grosso do Sul, servindo tamh' como principal suporte do corredor d2 Mmort: ção oue o Brasil deseja manter com vá1os n'. ses da América Latina. Sua extensão 'é e nr ximadamente 2.300 quilõmetros, sendn ..,,,,.. desse total. 70% encontram-se paviment:>dos. No Esoírit:> Santo, São Paulo e Min~ G<! rais, a BR-262 é uma obra praticamen' cor clida, faltando pavim.entar apenas 12) os 1.393 ouilõmetros que cortam esses Est-iõo~ No Mato Grosso do Sul, a BRr262 tem m extensão de 740 quilômetros, dos quais ?O!'I encontram-se pavimentados, íaltand~ 535 ou!◄ metros de implantação de obras de as!alta mento nos trechos que compreendem, ao leste, o Morro no A:>eite até as margens do rio Pa - .,.n,.,,1ai <> "º sudoeste entre os municípios de Tr;}:: T -:ii,;o-.s e Campo Grande. Nc conlexto estadual, a BRr262 tornou-se " "-incl.-"1 rs.ivindlcação daS comunidades das õ,,.,, raplões tendo em vista o isolamento em ro o ccniram em relação ao resto do ter r1 6rio s7matogrossense, sobretudo da Capital. / F<'~rMh ele Ferro Noroeste do Brasil, único falor de ligação das duas regiões, não conse. 'n "Tom;ver nos últimos 20 anos uma inte. ---5o reicnal que atendesse suas reais neczs idades - A BR-262 tem seu infcio em Vitória (F..$) NSS:' nor Belo Horizonte (MG) e em seguidá a/ravea uma vasta área do oeste paulista nclos municípios de Icém. Nhandeara, Pereira B:u-reto e Andradina, entrando no Mato Gros so do Sul pelo município d.e Três Lagoas em direção a Corumbá. , , 2/4A 07 '« Melo de 1.%34. ~ .. ----~--------- A Frmcço feita cm conjunto do T· ta E.C. com Prefeitura Munlclpal, través de seu Deprtameato de Exportes, sob o comn do de Jorge de Souza Roa na dm. A(on:a Nu n.a Leite, foi o maior ucc4o, Tendo em vista o melhor pta o E:porte de Bela VI:ta duas entldades elma d'ado» no mediram efor@os em levar o nome de no" a cldade, cda vez ma!s alto ao futebol ma dor do nosso Estndo. Finir.i etia: "lutar r.are do iircáti É é um ioi te Iria" EA, Multo; de na não poderemos Ir Corum bá, mas da daqui fiearemos torcendo p/ q/ tanto se!cço feminina como a masculina, represen- tem com dlgidde no±za querida Bela Vi% Parabéns os promotores da fase de De!a VIsta, da 2 Copa Morena, foi maravilhoso ver toda a torcida de pé gritando e cantando o tem· I V • t, mocão igual po todo o nome de Bela '1sta, €! 'S '' " no me lembro de ter sentido em qualquer competlção q/ qul se realizou, e O q/ mnL i11c imprezstonou foi que a emoção estava presente cm todos que l estlvzram, nu última rcdad do Copn, Pzrlns Sesenta e Prefeitura, e prin plmete, a voc' Jorge de Scuza Ri, pela pzs. m.ocã ralizada. A vocês, menlnos e meninas de nossa eh. lo, o noso multo obrlgodo; pela grande ah. gr!a qus nos proporcionram e estamos tore. do para que saim muito bem em Corumb4, Flicidsds para voc, Falando da 'Tribuna da Câmara dos Dpu tados disso o Deputado Ruben Figueiró: "Vez por outra, wrgcm no horizonte not! clns de quo o Caverno Federal Iria autorlzur n lmportaçao de carne bovina, ora do Uruguai e da Argentla; ora dn Espanha; e agora do M!:r• cada Comum Europeu. Do Urugunl, da Argentina o da Espanha, negócios !cttos nns cn.lndos da noite (pois no dio reguinte foram anunclndos) aconteceram, sob a jusUClcnllvn dç terem sido realizados no S's tema DRAW-BACK!.., A. grande desculpa pa ra essas operações, cujos resultados para o Pa(s poucos ''privilegiados" ccnhccem! Agorn; o asunto volta a balia justamente no Plenrlo da Com!ss!io de Economia d.i Câ mara dos Dcputndos, qurndo dia 11 pp, o Se. nhor João Carlos de Souza Meireles - Presiden te do Ccnsolho Nacional de Pecuária de Cor te - denunciou a intenção do Governo em auto• rlzar n Importação de 120 mil toneladas de car ne a US} 800 a ton, durante cinco anos, de a cordo cm proposta apresentada pela CEE • COITI.IDk'.ade Econômlca Européla. s .. ,ia o Supro Sumo do absurdo, A impor'ação de carne bovina é desncz: sárla no Er:isil, ngora e sempre. A pecuária br11sllelra começa estratificar se economlcnmente. Há lndic!os fortes nesse sentldo, As pastagens artificiais, sobretudo com o advento dos vários tipos de brachniar!a, aumentaram ns fronteiras aproveitáveis das fa zendas e com Isto a produção e a produtivida de ganharam expressões significativas. Há de sejo consciente de melhoria nos padrões de ra ça visando a precocidade e o peso por animal, os investimentos na in!rn estrutura das i:ro prledades rurais está se inte.'lsiiicando. Esse ''rusch'' para os campos da pecu:íria está demarrando a economia do setor com b:me ficos reflexos para o processo do dernvolv tnento ciêonôm!Co e rocbl, neste ressnlta:ido-sc a fixação do homem nô campo, ou sua volta a ele após ~ decepção da vida urbana. Estes aspectos económicos e sociais, devem estar atentos nas decisõ::s do Goveno. Impcrtar carne d9. CEE, mermo subsiada - com $c reo no nronosta • é introduzir no Bra sil um verdadeiro BOT DE TROTA ln'-'rdo~'i me o trocadilho, Senhore Deputados) ;pois dentro dele estão. os grandes interess:?s dos ma nobristas lnternac'onals que já enxeram o grande perigo que há de o Brasil - Já estrutura do em toclcs os setores da came: nroducão. aba te e i!Ídustriafüação - entrar firme no Merca do InternecJonnl e desbancá-los. • A Intenção da Comunidade Econêmica Eu ropéla _é clara como à luz do sol. O Governo, e sobretudo o Mblstério da A gricultura, estejam alertas na de!csa de nossa pecuária e de nossa Indústria de carnes, a me nos que queiram, como in!cfümente já fizeram nutras vezes, desestruturar a grande economia de noss3 caos: A. 7T'APTA. Daqui o akrla às Autoridades Federais e principalmente aos homens da produção e da btlústrla de carne bovlnl o Pai3. É o meu pcnto de vista". COME&A RECASTRAMENTO DE CONTREGUJNTES O MM Campo Grande • De 2 de maio a 31 de .u lho será feito o recuaastramento empresarial do Estado. A partir desta quara feira, estu• dantes que participam do projeto Rondon co meçaro a visitar os estabelecimentos, depois do que os cmpresár!os t1:lríio cinco die, :oera procurn.r n Exatorla e providencbr o recados tramento. O trabalho dos rondon1stas, alrav~s de convt:nio com a S2cretaria da Fazenda. será basicamente de 01ient:cf o :10,; contribttintcs. Fara aqu'es que já estão cada5'Ta@z, 0: 0s tudan.es preencherão um2 noção 3 n/a lizaro n FAC FIch de Atvli7oco C3os tral, além de fornerm 1m m1»l 'o ori entação. Quem ainda não for dtrado {er que preencher a FAC, cujos dados serão ccm plementactos na ;EY.atoria, e preench:ir a :::n:i~ ma· mtlflcação dos demais. Fei o isto, Se cretnria estipulou o prazo de cinco cfüs )J!!l'-:. procuro.r a Exatorla. A Eecretaria de Fazenda lembra, uorém. que não há necessidade de que o empresáro espere a visita do rondonista para fazer o seu recadastramento. Ao tomar o.mhecimento do trabalho, o contribuinte pode, por conta pró pria, procurar a Exatoria e tomar as provid,1n clas necessárias. Com isto, seria facilitado o trabnlb do rondonista, que disporia de mais tempo para outras visitas. e recadastramento é umn das etapas de um projeto de nrocessamento de dados, chn mado "Projeto Receita", que visa obter maior attillzcção e maior aperfeiçoamento r controle da arrecada,:;ão do ICM. A partir do cadastro, a Scretaria de Fazenda uode saber exatamen :e- o ntlmero de contribÚintes, a natureza do :;11:,. ctivldade, e com a lmplantacão do sistema do rccessamento de dados, terá condições de nabcr. em cada caso, o1l a contribuição cm termos ds imostos, além de outras in!crma cões. • Pera es'e trabalho, houve a ureocupaçií.o nor nerte de Secretaria em simplliicar as exi· rc?as de documentação. Além disto não vai ser cobrda qualquer txa de cacbstramento. ..ssim n 1i.nicn preocupação elo contribuinte ~ a regularizzção da sua situação como empresá rio. 7n?1e"e ,,. " :., ' • . .. ,, ' #lte letsd»as Em discurso dlrlgidJ n Univc~ltiirtos, no dia 28 de março passado, 0 Vice-Presidente da Unlo Naclcnál de Estudantes, Sr. José Edu a rd o Utzlg (da Universidada Federal de Pelo tas/RS), pronunciou-se cm !nvor da estatiza çiio do ensino. Nilo é a primeira vez que representantes dessa entidade bntem nessa tecla. Os dirigentes da UNE estão dist.anclndos do pensamento moderno dos grandes democra elas sobre a educação. Na França, por exemplo, 800 mil pessoas dlrigiram-se a Versallles, no dia 4 de março passado paro clamar pela so brevivência do ensino particul:lr. Os pora-vozes da ilegal organu.ação mos tram desconhecer a rea!ldade Internacional a confundir ensino de livre iniciativa com ensi no pago. Exemplifico novamente com o uals governado por Franç6is Mitterrand: lá, faz 25 anos, o poder público assume os gastos das anuidades das fnmflias que optam por mtricu lar os filhos nas esco'ns parâculares de pri meiro e segundo graus. Naquela ru~'io existe, Durante a votação da Emenda Dante de Olive'rn, do"v"o 3070, E:'0 27010, Ca3 medidas de emergêncb, nenhum comunicado podia ser transmitido pe!os meios de comuni• caçl1o sem a prévia autorizaço da censura Se dera 1. Por um lápso dos censores, a única nota dlvulgada sem maiores preocupações foi a nomlnata dos analistas politicos japoneses, as sim redigida: DELEGAÇAOJAPONESA Analistas Junto ao Congresso 1) Comessnro Falando 2) Dlskutlro Bastante 3) Novotaro Naemenda 4) Sarrumnro Navlda 5) Ficaro Numuro 3 II. DEVE o Cachoeira do Sui, RS (EBN) • O Mlnlstl'.> Carlos Atua, em conversa com jornalistas du rante o encerramento da VI Feira Nacional do Arroz (28), disse que é necessário que as mo dllicações institucionais e a complementação da legislação partidária sejam feitas de manei ra equilibrada, ponderada e madura. S6 assim as eleições diretas pdem ser incorporadas à constituição, como instrumento de estabilidade para o país. Sobre a campanha das eleições diretas dls se o porta-voz da presidência que "a. proposta oferecida aJ Congresso pelo Pres. Figueiredo é de realizarmos eleições diretas em 1988", pois é necessário um prazo mínimo e um mandato presidencial com uma duração mínima de qua tro anos para que as modificações sejam feitas com ponderação. ENTREVISTA COM O lIIN!STRO CARLOS .ATILA Repórter - Queremos saber sua opini.ão sobre a posição do pró-diretas e também a 00- slção des oposições pelas eleições diretas já. Ministro - Nós achamos que a questão já foi superada pela. votação do dia 25. E o que está em discUSsão agora é a proposta of recida ao Congresso peb P:.esldente Figueir:! do, de. realizarmos eleições diretas em 1988. ir: necessário um prazo mínimo e um mandato presidencial com uma duração mínima d~ qua tro anos, para que todas as modificações ins titucionais e a complementação da legislaçã:i partidária possa se fazer de uma maneira equi librada, ponderada, madura, p'.lra que nós pos cfeUvnmcnte, a posslbilidt1dc de escolha entre 0 ensino oílc!n.l e o cnsin:i p:i.rtlculor. O foto t devido Lel Debré e a Lcl Cucnncur, as qunt, constituem o coroamento das lutas pe.a ef!e llbcrdade de ensino dcsenvoh ,das pclu União Nacional das Assoct:.çõcs d~ Pllls de Alunos do Ensino Livre da França, creb que, por uma quost11o de coerdnela, os partidários da~ eleições cllrctas parn Prc;i, dente da República devem ser os primeiros n exigir a Hbcrdade do ensino, o conscqucnt-(!. mente, a escola o[lclal e a esco'a particular trabalhando harmoniosamente. Decididamente, os ld<!ins dos dirigentes da UNE sobre o ensino não são cerentes. Poderá haver escolha - eleição - se nllo exidlr o ensino partlculnr? Caberá prlnclpalmcnte aos pollt.icos tomJ1 realidade concreto a opçiio entre a rede o[lcllll e a rede particular de ensino. Tomara que n União Nocional de Estudn tes deixe o seu faccionismo fetrógado e adote ;i dis:,:ioslcf,o libertária do bravo ]?:OVO tranc'.s. E! 11E4RI 6) Sacanaro Anação 'i~ ·,::.;:__; .1 Bastante 8) Noperdero Amamata Anclkt~1 Junto ao Planalto 1) Kis:ro Demais 2) Pensara I{c:J.r.-;-n Anz'lstas Jun'z ao Gnblnete Militar 1) Skecero Da!or<;.a 2 Táoquerendo B:.gunça Analista Junto ao Gebinete Civll 1) Tokuntigo Noabro Analista Junto no Povo 1) Novotoro Novorta 2) Nosflzero Debobo 3) Nosdecharo Noma'.o NR: Colaboração de um leitor qu.e também quor Diretas Já, 1 1 ..._,, .. ,.. ,... ... I' 1 i 1 : .. r •• 1 • o ,,,,; ,t ra " ,-cr• rr : ri d E t.l ., cus!o ' rm tr pc-CÍI umt rrd P cultura - rnr (lf samos ter a incorporação daS eleições diretas à constituição de forma que seja instrumento de estabilidade para o País. . Repórter - E como é que o G:>verno viu t. aque'es incidentes em Brasflla? +eed JIinlstro - Achamos que foram acont. • • - rt]a mentos localizados, de pouca expressao, d• que a UNE tem um corpo descente de maiS • dez mil alunos, no entanto !oram 300 ou 4 00 pessoas que participaram. Inclusive os eoor· denadores, os agitadores que levaram grupo de estudantes às ruas, seque são alunos ~~ UNB. Na verdade são agitadores proflsSionaiS- Repórter - Ministro o Sr. não acha qll! as medidas de emergência devem ser levan"? das para que haja negociação entre a oposição e o Governo? Ministro - Em primeiro lugar, s6 que pode achar alguma coisa é o Presidente e ele não me disse nada ainda, sobre este assun; Em segundo lugar eu lembraria que as J1l . • das de emergência em nada cJagem ou restrill em a capacidade de negociação dos po'itic0é Tanto que a votação do rua 25 provou que <:5 narlamentares puderam exercer com toda a li berdade o seu mandato, porque as medidas d emergência foram ad:>tadas na verdade, pa!i gnrantir o livre exercício do mandato popul@ Rer,órter - Por que o Rádio e a Televiss? foram tão atingidos? lIinlsno - O Rádio e a Televisão tive~ a permissão de noticiar de acJrdo com os crr térios estabelecidos pelo Dentel. No for1"?: atingidos, tanto que a população inteira c? nheceu o resultado da nta:;ão. Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXII_Nº687_22.04.1984 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXII_Nº689_18.05.1984 Voltar para a lista de itens