• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXIV_Nº750_09_09_1985

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I
c:/'XP C'l'.FI ,~
MINECO MIRANDA E ADAIL FERREIRA ADEREM
, AIS EAIIIATURIS DE L Oi E €CiÍüio
a trnha..lr.::.r ror sua ci- :r:cl':ru-3n r:,x- e,r; e-~, d'
n.""cic f' pelo -:;c~·c r...c ~;'.! c.!-;!.C::. r--- .... -=-rc: :::P !.~h: -
chara e carirhosen.te ra2.
'1
r
Dr. FERNANDO DE FREITAS ELIAS, AFONSO DILLON NUNES LEI
TE, MANECO MIRANDA .. DR. CARLOS ALBERTO OCARIZ, Ver .. IVAN MARQUES
Sexta. feira
foi lJ'T: dia de decio -
~ara m:itos peemedeb!s­
tas que no ace 1 tar.vr o·
result;ic'o dR ConvençfÍo
rara escolher o cndtca
to àc partido a ?refei­
to ttcipa! e Bela V!
t2. Entre estes peemec'~
b!3tas, quatro ncrec se
<iesteca'l: 1'!ar.uel P.odri- _
Dillo~ e Cachito, do -
PFL.
&mores tambem
de c-L:e houvera L.'"1 inci­
dente corr. o vere<1Ccr -
Marcelo Calvane, ele ha
v:!.a ,,-irSC' a:neaçàdo, es~
va c:escor.tente e Rtreaç~
w, tazr.t-e.:: deixar de apo
iar as c-'!r.didaturas r.e
Abro e 'et-.e G.;rc1A.; -
Nirarda e ,dai2 Ferre.!:_
Fc r.a Frente !..ibera2,
1''.ar.eco intressou sexta
feira,-e Aóail no sáb~
de.
··+ANUEL RODRIGUES
rI 1-l!RANDA
"MANECQ r✓.lRANDA, AFONSO
DR. CARLOS ALBERTO OCÂRIZ
Un <: rn.ais tra
s:;1:es óe ~!1randa, Ad:ul
Ferrein, Corunil2 !..o~
reiro C:e Alireiri?. e o
"ere2.cor I',--.:-::!:' lc Calva­
r.o.
Durante tcdo o
&'a inforreCes chega­
,-.n: .; Red;,.c:W, J'..or.eco e
/c:úl dei~iarr. e Pi<'.D!3
e passarir. a apoiar as
~;;;o:c!ic'.f'::i:rr-:- de Kor.sc
q,·~..r.to a Co!UT'J.2a Lou­
reiro de Al.o:õeic'.a, ex -
c-resic'er:te do D1.retó -
rio t-~icipa.l, em tcl~
f'c-.r:er.-.a, ir~or,,.:;,.va " ja
não estou no Fl')D_B."
1''.as e xec-_1 ·e r.-.a-'"
te foi á ncite. Kossa
rerorta:;e.1! foi ccnvidg
da a cobrir o irçresso
de Nane! Rodri:es c:e
FERREIRA,
dicior.a.is ~olit.icos de
Bela Vista, sen.~or N!!
nuel Roàr:l.gues de l-11-
randa, t-.=e"c qL-e gal- •
geu todos cs degraus­
da vida pÍ:bUca bela­
vister.se, fci pre~eitc,
( O ~ltilr~ r-refeito -
eleito pelo povc),p~
sicente de~a.r-tido, -
er.fir:, u-a r-essoa que
"reus f!2hcs",
:•~r.ecc , r e! Í !: !. co
a'"' .iµo Ce todc!-- , c .. r: ✓..:'."' -
det.: C'l.F n !':ora é a!;si :r.:i ~
pcs!:1.::-rs crr:C'i~:-: .. ~s co.­
o rr.m,er.t.o rol! ::ice. ~ua
r?des:ãc ns ca-:d1Ca!:t;ras-
ce Afcrso D!!lcr e Ca -
c:,.1 to ~oi "meditada r.c.::-:_
Cereda e ccnsc!ente".
::a L:lti;a rexta
feira, ~!;;.r:ecc e sua es~~
!'a, D. ~:ice, receber=
eir. sua resic'êr.c !.a cs cr
tdatc: do P - D!2lcn
e Cchio- cor;anhadcs
por Garibaldi. ela Roe;a -
t?et.o, :!:van Marqt:es,
C!audionor Rodrigues,
FeIT'.é!lCO de FreÍt?..S
E.:ias, ~:1guel Celva2le,
?eMro Palr.ú.eri e Cás!o
/cioli. O resulta.é.e de~
sa visita fci obter ée!'1
rit:vamente o apoio olt
t:ico ~ara os car.d.idatos
::'.e !':-:', a dvel r.~""..ici,F.:'..
Assim que os arli­
r,cs e eleitores ào Sr.
!·Pr:uel R. de nra.-.cta f-OE_
scer agora ua defirtção
~'o !!der a respeito dos
Cãl1cidatos _a Prefe! te e
vice rrefei to de Ee!a -
Vista.
O PFL está er.ri -
CTL-ecido com esta ir;on­
t2nte 2.eesão, alén de -
votos, ~!zneco abrar~e -
tt:ào o que se refere a
cc.:-reção, lealdaé:e, oi
viso e particira;ão co
r:u- J.. t2ria. •
.ADAIL FERREIRA
Pecuarista,r.o­
mer. do trabalho, !
dos caididat:os a candt
dato a Prefeito ?i .. .ici
_pê.]., àis,:_utou r.a Cc::~
ção e obteve nove votes.
erre esteve á frente
éas decisões politicas.
Sir.cero, abe:-to,
àiz o que pensa e nao -
teme apontar erros qua
co·vê "que as co!E:as -
não ar.cia:n caro ceveria.:
andar". t;ão gostou, dos
1
'.:létodcs e· da estraté -
gia do partido". Quer o
me.lr.or- para a St:a cicla:b
é idealista e lut.:icor.
O seu apoio É.s :
candidaturas de ~!llo::
e_ Cachi to trará r.ucian­
ças profur.das r.c atual
quad."O, pois, ccr.: ele, •
~ tr:!:L4 sL.:··-,;11 :--?n f °' !,r-!"', -
rovos r:::i f:O~itÍ.c" 'tt'l&
vistense, Istc há ru
co :r _ :-:e::-· <";,;'' 7C. e~ ..,,.
das eletçss.
Ouartc ao vere­
C'cr Y.arce:!o Ctl.lv·!':o, o
Vereacr !s votado -
TONINHO: MOM TO
EXIGE M4JURIDAD
ANTONIO
e vereador Anto
nio Silveira Xavier, -
presiÍiente da câmar-a. -.
1-:uni.cipal de Bela Vis-
. ta, entende .. que a hor-a
é de rr.aturicb.d;. A co.=::
trlbuição que os poli­
tices pode::i àar pa--a a
norn"al 1 daje de::-.ocr-á t.i­
ca é :ruito fp.:1Ce,sob~
tui::l Eq.Ii en FeJa Vista~
do estacs ás vese
ras de 1.1..:a eleição".
Espero que todos os º8:::
diciatos entenda:;; que -
não pode h&vc~ radica­
lização na c1-:,panha e,
rito menos, pressr
ao povo que a.T.anhã r.ãc
ser2.0 ct....~ridas
11
• ''0 -
povo- diz Toninho-nào
merece mais ser engana
do". Curr.:o a a:a ra;!.l;à:,­
rolÍtica, o rresidente
da Cara d'z "s: PS,
o ... • :..r-c •rn no -
PD3, relo n-
denc!c r ar!to a.
"rÔo anotar a
'Idatrns ce jErc e
acho q,.;e precisa ha- .
ver- coel"êr._cia, ~i -
eleito por· este par­
tido e ficarel nele
até o fim. Crcsso
parido está.fe,
está r.:"is puro".
Tonir.ho acha -
ce ainca é uio c
do para definiçes,
•':nú.tê! ~ va.1 col'­
rer, a caca dia ve:!D
novos fa::os, acredit
cn;e :ere::ios condiçõe
de venceras ele±çõe
O ve:-ea:io~ d1
t .. be-:: ":!'a.;o ;::oli tic
fora d:, câ:--.a.--a li.tnic'
;,:tl , .l~ i t..-:: Poder
pcvo ~= t ~ ve :-sas
dencl&s, -.:cr 1sto
•e .. r-~--...,,::io ·1eva:-
ei hid « á Se

<< CI ENTRE NdS >>
l .l dia l!<•l.1 Vir,
ta, A cola mís gosto­
a e a liberdade, do fa
Jnr, de ,,,.1m:1r e di:;cu-·
tIr, O brasileiro ana
n 1 !ll,•r'(l,'ldc. E o povo -
unir; lJv~ do rnundo. 'l'Ú,
Ludo bem, L<'mos oqu i -
nesta terra de Santa -
Cruz illp;unr; contra:Jtcs,
vemo:; r,enLc com mUharc:J
de 11rc tnl".''.J de Lerrns e
vcmoG ACntl.' sem tcrTa -
Polo Ú, ó r.r·•i
unlp,o Or1r1fldo, rfH'Cn­
t,c do D:-.úlCO do llr;,:ii 1,
car:1 fino, nérlo, r.i;x;
:;lncoro, d17., a todú
ln.1LMte, Qlll! Boln. -
VisL'l precisa dê'I' u ·•.a
nrrnnc0cJa. Acontcc:c -
quo os pequenos e -
médio empregar!os -
preclem se unir, e:v­
na Asoc!ao Ccrrer
.·! ó o·!reiro r+
para morar, quando nao
oora nos conjuntos da
COHAB, B:-.H, etc, e vi­
vem ás turras ,:,restacÕes.
pr-ofi:;•;ion,1i!J 111.,(,rai,;­
éldvog,'.ldo , r.,~dlcc::;, "te.
Quem entende do: prob] '.::'..
mas do coc-.écc !.e e da­
lnd&~ Lrt n, SÕo os ro­
rnerctrntc é os ndun­
triair,. 1ntDo, tcnl10 -
vir;to vÚrio::i canerc1n~
tcs o.flitos com a fal­
ta de verba'l, Hcr,O<'iO
é se oran!zar. de­
fender o comercio ru
terr,
so-r.a.da de Pastoril -
pros fazendeiros já
tem 03 Sindicatos Ru
ral- e nada ta~m -_
!-ia poucos -
dias tivemos o
0
xe~
plo do "arr.or" de -
um belavistense
Um distin­
to precisou du n-
1ões e mandou fa -
zor en Fá1m do
ul, é Isso remo,
e~ :-À'l'!i 1/, DO <:UL ,
prá lá de Dourados.
/1. diferença
do preço? ~espondo
5 30 mil cruzciroR.
Ele poderia
che,ar na gráfica
da cidade e ~P.dir
eRnA diferenço., º!
e desconto.i.as -
não, preferiu dar
o serviço parn um:a
ráfica que não p@
~n imoostos Aqui,­
não emprega nin -
~uem aqui e não in
veste nada aqui.
Problema do
cidadão e de al~uns
OUt!"OS,
1 i v: e n i e.!. et!v a
procurem ver o es­
p1rito do'l co1r~ ...
E Isto acon
tece cor:i :;ap,,to:,,
roupas, a.11:·.r:ntot,,
jÓiar;. etc, e!..c ..•
O povo (l1z
que au! não dá a
ra comprar, os pre
cos são alto e h
poucno ~ercudorioo
para cocolhcr.
Acont<:cc -
que se ficar o bi­
cho co~e, Ge correr
o bicho pena.
O comercian
te não àmplia o::;
estoques porque não
vende o suficiente
e quando vende, é
obrigado a vender F7A
DO e ainda brigar pa­
ro. recC'be::-. Ente!;der::?
Orlando. o cor na_
u.: se o rw!autag
Llb"!' ,! n1• ••• ,
+ e adio
Facil, Dr!+!
c!ação Co -
vé do T
co, ah!, Ar
entendam te .COERCLQ;
T:":, foç,r r<.:l:r.1 õ.? f. _:
riodica e d!scta
te..a: Melhorar o rogo
Corr:crcio e c!'i;:,:- r.'J't:-.;
al te IT1út i vru:; r, ,ro.
0
_
seu des.. r:vo 1 v!re..0. 0
B."'.lnco do .9:-a!'lil.ntmV'!
do Orlando, est a
do o possivcl :::é :-.iic :
dá para fze r!!egrvs
! '.as o pessoal do fü,nc-o
está lá, para s~<:rir,
orientar, a!inal, t~::;
quatros cabcç?..s, pen-
!S<"r.l r:ielhc,r c:ic r·:.e •:-.1.
Afinal, lJ
E O MOMENTO POLITICO ?
E os três cand!­
· datos, ou melhor, O!"l -
dois candidatos e ua -
candidata . Abrão, Dilon
e Al.:réa estão no campo.
Na boa briga.
Antes de mais na:
da, é preciso lembrar -
que, pelo menos aqui -
nesta TRIBUNA, r.in.,'11-lem
vai ofender a moral de ,
ru.neuem. Não aêrr.i ti reir.o~
ataques pessoais, Aqui
nir..guem vai f'azer suru­
ru, Nem caniaval,
Partidos a Parte.
Vamos falar a sério. -
Nesse negocio de parti­
do é melhor esperar a -
Constituinte. Do jeHo
que está não me ve:iham
falar de partidos. B.oje
n Curu!la ( que OJ:'l',ê
nizou, o Pf-IDR está :ro
ra da luta); um Ev1li­
s1o. (que era PDS roxo
está no PJ.!DB) ; outros
estão no PFL e ten ne-­
go aí doido prá entrar
no PCB. Então, dei::e­
mos de lado esse ne­
gocio de partido, E. -
além do mais, se o ~­
DB leva voce mais lon­
ge, o PFL quer voce -
pertinho dele e o PDS
quer as refomas já.
Não viu o Cal­
vano, do ~-IDB ( é do P1í
DB mesr.o?) quer a re- -
fotTI'a ~ ia 1-0 !-!UNI
CÍBIO. -
Neste caldeirão
fervente, é melhor o
povo colocar as barbas
de molho. O que vai -
da::' de praressas, PI'!:,
sentes, :t;apinhas nas
costas' ca:ipadres pra
cá e prá lá, não está
no nibi.
Respeito todo
o candidato: , A AURA
minha ccrnadre, ·esposa
de) meu amigo ELY ( cr-:e
deve estar lá er.i cir.ia
observando); o Dillon,
un cara sério e bem
intencfonado e o
Abrão, 1....--:: moço en~
siasta e cor. vontade
de oarticipar.
Mas cá entre -
nós- não está ra hora
ca ente pensar r..ais
em Bela Vista? Pensar
sério nesno. Vaos co
brar desse pessoal
l!wa platafcrn'a de tra
balho, um prograr:ia de
C-ovemo. Não precisa
!)Ublicar não, porr;ue
o chefe cobra caro.
Façam folhetos -
e distribuam ao povo
da cidade, Vou votar
no cara que me mostrar
o
1
que preter.de fazer.
SÓ 'não quero C,P.
?!AVJ4 só· em fevereiro-:
E er: festas, r.uito -
menos chu."'I'8Scos. Que­
ro ora situação tr~­
quila, cem e:ni:,re~o -
per:an:ente e que de
condições· de copran: -
car:ie todos os 'd.!as.
01.l-.a, o povo está VDlO
rara, ele vai :onder,
~-x.order me=, mas
ec:-edite.":'!, o V(Y;X) E
SEC'fü,,"?() •••
,-~------------------------------------..;_-- ...
ESCRITÓRIO .D1 AGRIMINSURA
NÉLIO D1óRrO i
i
}. REGISTRO CEA -NS 52.993/ T S.P. - VSO NS - 1.011 -°
l
)lD!ÇÕES D! Ti::RRAS, Li::VANTAME!TOS CII.DflSTR/1.!~ E :AZY.NDA~, D!'/:':<"ÕES ;)E !)!VER.NADA~.
1 j
?~tT!:!CAÇÃO JUNTO AO !NCRA - !"ERVIÇO Q{.!A!.!FICA;O- ~:C:SPON!"J'.V?, ~ TF.C~!CO.
ESCRITÕRIO: RUA ClJ:t.:ABÀ 180 .- FONE (Ó67) .439-1255'
RESIDÊNCIA: RUA GENERAL OSôRTO 1281 ·ONE ( ) , -n=. - - _ - F 067 439-!0_57
1
i[ k>'=is : Sã? 22 ll t]
1
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1
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TRIBUNA DA FROl'lI'EIRA
,,_, __ Editora.de.Jornais, L1vrose·
, Revistas - Serivços em OFF-SE'IT
REDE BEIAVISTINSE DE JORNAIS LTDA
CCC.MF. 15.513.203/0001- INSCRIÇÃO ESTADUAL- 3°
219. 003-1.
Rec:!..stro do CartÓr!o de Ti".:c~os -
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Diretora: MARIA' ES':'EI.A VELASQüEZ PEREIRA
MÀQUINA
COMERCIO DE MÀQU!NAS DE ESCREVER, CALCULADORA,
ESTOFADOS E MATERIAIS PARA ESCRITORIO ••
RUA: .GULA LOPES FONE : 431 - • 2027 ..
Redator Chefe: "IV/!JIXJ PEREIPA
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GILSON SILVA SANTOS ( GERENI'E)
JOB !-!El.O (FOTOL!TO)
RUDEL ( !1!PRESSÃO)
ar
Redação, Aàminis':ração e OficinaS, pua d
República, ne 268 - Bela Vista-1'!s - caiY.a ?as-:,
tal 23 - FONE: 439-1410.·
E F.QUIPAMBNTOB PA'RA ESCRITÕRIO, I* CONCESSIONÀRIO EXCLUSIVO
OL!VETTI•
_ _
TELEX, MÕVEIS DE AÇO D E DE MADEIRAS,
PONTA PORÃ - MS
.,
·---- -.----~--
---------.


t
•• J •• :·
ONT IUAÇ: FRI !J
1; HOSPITAL. DE E+LA
~,r;JT/ ll/lJIJI!,O ()'JF. -
ao6 E +E....
--- - ------·
Militar, talrami no -
, r;culc;o m.J:, nodrt (•n­
contrarom. Em CARACOL
forum lnformadoG qur
o tal v•dculo fli.l.J!JOU
por aquela cidade.
Todo o :;int.<'­
r:n de comun1cnç;io tia
policin foi acionado
1• barre 1 ras foram -
montadas ~m todas nn
estradas que deman­
dam as cidades fron
teir!ças, rrstando-­
ngora a realização -
de urna operação "PEN
1'E FINO", visto que­
a estória sangrenta
é um tanto complica­
da.
A reportagem
da TRIBUNA DA FRON­
TEIRA, extra-oficial
mente, soube que
quando o bandido IVO
COLMAM estava lntftrna
do no HOSPITAL SÃO
VICENTE DE PAULA,
qur ti r leva--lo _
pra o PAPAGUA,
( f lrr.,! no d
A;,rro),
r 1
Conf 1 o t'í'1 -
DEUS cor., Lodao ns
minhas forçan, por
Isso peço a DEUS­
que me ilumine o
meu caminho e me
conceda a graça -
que Lante desejo
Mande publ~
car e veja o que
acontecerá no quar
to dia.
LEJ;A E ASSINE
TODOS OS JORNAIS
DA REDE BELAVIS­
TENSE DE JORNAIS.
----------------
PR FEITU
(j/ :• r;: :;._ l.
HEI1O EM
co·· 1 , DF
Il l : ! o
P!rheiro, Prof!­
to Municipal de -
Bela Vista, Esta­
do de Mato Gro::i ,c,
t!o '.õul. US'Jn'lo d· ..
tribufções que -
lhPB :..io conferi­
das, e dr:· ucorcJo
com disposto em o
Artigo 120 da Let
Complementar nR07
de 20 de Novepbro
de 1.985.
1!11'CRETA:
Artigo 1v - Nos­
termos da Lei Mu­
nicipal n2 750/8~
Artigo 4R, item -
111, fica aberto
um Crédito suple-
A
Existe scmpr
IJAL
caminho.
PARATI. GOL. SANTANA. VOYAGE, FUSCA . SAVE!RO,
KO/'IBI. •
srnPRE UM CARRO
CI JAL -CIA
O KM
JP.RDIMENSE
À
• .J ! .
, .'·
SUA • ESPERA.
EX+.'UI!V.:
----- ----
o.I06-Sc.'uni.
J• ,rJn.porc•·.
3.000-De pc34s cor
rentes.
3.100-Despesas de
Custeios.
3.132-0ucro• Sµr.
Encargo:..:.- .
. ··..$ 12.000.000,
EXECUTIVO
0.108-Sec. kunic. -
de Tr:..nsporte.
3.000-Despesas de
Custeies.
3.100-Despesas :01"­
rentes.
E •
l •J ,. , -:-cr-
do 1? Ar-
'igo 43, da !el n«
4,320 de 17/01/&4.
Artigo 3- st de
cre o entra.T em -
vigor m, d ,t,. d•. -
sua publicução re
vogudu n~ dispos!­
çôes em Contrnrio.
• ••
L/

eIr
RUA: 1° DE MAIO - 571
CE AUT-OMÕVEIS
REVENDEJ)QP.
LTDA
·AUTO I ZADO VOLKSWAGEM
Arc: d, dd!r Mire.
da de Brito, ac!ancu-
a Cxrd-naoria de -
Prcau;o e ap±terno
de In. pura a !m­
planta do prvgra t..
er Dou! s. Para /al
di r MI r.:nrh, o prori.r2_
r,-.a, tA.1 .• CCf o objt:t1VO
complementar e ennt­
quecer a alimentação
ds roradores da per!
feria e dos centros -
urtmr.os. garantindo -
verduras fre:::ca e ba
mta paro a po;:;ulaç¼o
urr.a vez que.,._; horta­
liças (:- verduras co.~':!
titucr.i fonte de ali­
mento para o hanem,
não SÓ pelos nutrlen­
teâ que contém, in­
dispensáveis para a
dieta bem balançada,
ccr:10 por sua ação. re­
guladora sobre a di­
gestão. Inforrr.ou ain­
da, que sua Indaga-­
çÕesdiária é aonse
lhavél por diversos
m:n:ivos.
Confon:,e Wal­
d.1r Miranda, o progra
ma de hortas caseiras
foi ilrplantado cem
a participação de 10
associações de morado
res que englobam vá-­
rios bairros e cen­
tros url:lanos do rrun1-·
cÍpio de Dourados, -
tais cerno: Parque das
:.:ações, João Paulo. I.!
Vila Industrial, P2I'­
que elas t.:açôes (J2I'­
d.1m Ifuia), Parque
das Nações (Jardim -
BrasÍlia), Vila Gua­
rani, Jardim Ouro Ver
de e Guanabà..-a. -
MINIRAÇIO BODOQUENA -S/A
CALCÁRE.Ó

_______ .;.. o
M
Pol
I
IVO COLMAM XIENEZ
Dizendo - "!•1•.:us -
corrp:mhciros vir-,,o r;,• vin
gar ", fal :-ceu qu:u-ta fl':.
a passuda, no Hospital -
SÕo VicenL•.• de P.iula, d ..
Bt'ln lista, o bci..'1:.:olcl:"o
paraguav Ivo Col: Xi:ne
nez, que juntaonte c0
mais. dois corpanh•·iro;;;, -
en pleno centro da cidaos,
enf'r'Cntou m.:us àc• vi11".1: -
llt:'l1,~ns das policias do
Brasil e do Parguay, béli
cunente armados co revol
veres, metralhadoras e mos
quetes.
Durante a refrega
• as paredes d!l;, Cc>!:i.i for-""11
rebocadas de estanhas ,.
ae una caixa d' ::i..,crua foi
at'!'.,ben tada ccn muitos ba
laces. Apesar do susto
provocado pela 'guerrinha
;,articular'', pois mais -
de ~rczentos disp:1r1Js fo­
ram efetuados, nen'1tm1 •·
particular- ressal ou feri
do, tois •• •!defira -
mul Lidno lomou conta -
da area, para não per
der os lances de una
iJ,:ilaria que durou -
mais de meia hora.
Na contenda, um
soldado da PM levou -
1.r:1 tiro na pema, um -
bandido tombou fulmi­
:i:,ndo, Ivo Colma11 le­
vou sete "castanhas" e
o tenceino elemento -
logrou fugirá pé, se
do alvo de m.a "caçada
Humana", por-que sua
liberdade representa -
intranquilidade para
os habitantes de toda
a regi.:io.
ONZE B/llDOLEIROS
F.:iziam três me
ses que policiais do
F.xcr,ci to Para.[,'1.layo do
quartel de Pedro Juan
Caballero, auxiliados
l nolicíe Dr gil ira
raeui: um bando d
Os perioos bnd1 1os
'' periclo,ida1e, -
rn veis por ru -
tos, estupros hmie1-
d1os e at' o fuzilun
l ,. d • um ofic l, l rio
Praguay.
las imediações
d Fenda Itsr«ti -
o bundo se dividiu e
e i n.:o dd e', run.ar·;,Hl P,'.;
r;.i &:la ViGlü.
. Nesta cidade -
três deles, identIfí.a
dos por Iv,) Colr:1:.n, :.~­
r!lf'nez, l•íario NerI Car­
doso e /dre Ribeiro -
Del Valle, se apresen­
taram na· casa de Fran­
cisca Valdcz '(Rua Se­
rhor-ia Lopvs- S/N, Be­
la Vista), alegando -
que pretendiam assaltar
un banco nesta cidade.
TENTATIVA DE SEQUESTRO
Na ocasião, exi­
bindo annas de fogo, -
tentaram sequestrar M~
ria /tonia Veiga (22
anos), filha de Dna. -
Francisca, deixando -
claro que 1am manter -
relações sexuais com -
ela. A jovem,apavorada,
logrou fugir- para o Pa
ragúay relatando o fa­
to ás autor-idades da­
quele pais.
Dna. Francisca
e sua empregada Maria
Angela Spinosa (20 anos
solteira), ficaran á
mericê dos bandoleiros
que traziam a morte nos
olhos.
Depois de corver
sar um longo tempo com
as duas mulheres, obr
gara MARIA ANGEIA SPI
NOSA á acompanha-lós -
até a Penso Brasil,pg
pedido c terminou
u1do com os tr n l
n·f,:ricl 1 p :; .),
Na m:i.nhÕ. elo -
din seguinte, Maria -
Angel.:i fueiu dos as­
snsslnoo, foi pefse -
guida por u;n deles, -
identificado por fi.n -
dré Ribeiro Dcl Vallc.
De volta a ca
sa de Dna. Francisca -
Valdez, André Ribeiro
do Vallc conversou -
com o canpanheiro do
motorista de un "fus­
ca laranja' que esta­
cionou defronte a-rc­
sidencia, mas as teste
nunhas não souberam -
precisr o que disse- .
ra-n ..
Com o revolver
em punho, /dre Ribe.!_
ro entrou na casa e -
roubou de Dna. Francis
ca a importância de
quinhentos e vinte -
mil cruzeiros, retol'­
ngndo para a pensão -
Brasil, onde juntou-
se novamente com Ivo
Colmam e Mário Ner1-
Cardoso.
COMEÇO DA GUERRA
A essa altura ,
o delegado de Bela VIs
ta, Dr. Jair Evange -
lista, recebeu infol'­
me do Departamento de
Policia do Interior,
dando conta que peri­
gosos bandidos encon­
trava,n-se nesta cicia-
@
"'' "~ ÔN!BUS PARA EXCURSÃO E TURISMO-<"''•
----
' ' 'EFICIÊNCIA A ~i:;;w{ço l)O POVO DA FRON'!'E!PJ E SUDOESTE' ' '
i
{d± b
, pi r ·, :uz
s!sti:rira 'gu rrinh
particular", ond
llcia !.Lr·ro· ,u C'.'
diào.::.
de e já estavc:m vlr.do
para cá t'C forços de
J.'.ll'J.im e de Ponta Pera.
No decorrer das
investigações, desco­
briram que os refugia­
do::; se encontrav2m na
pensao Brasil e aquela
nutoridade mobillzóu -
vários pttliciais.e p~
rrov-:u u-n cerco no lo­
cal.
Quando receberam
voz de prisão, os indi
viduos que tentava tu
gir por Ll.7.3 pequena ja
nela, rrzs a porta foi
arranhada e um soldado
da PM receb-::u i.rn tire­
na perna.
SANGUE E EJ!-1
Dai por diante
tudo se trar.sfomou em
um campo de batalha,com
·Centenas de tiros desfa
chados por policiais e
bandidos, chegando na­
quele instante u:r. ca'lli­
nhão com una dezena de
soldados do Paraguay,
que annados CC'!ll r.iosqu~
tões fica:-am em ;:,osl.ção
de tiro. Dur-an te a COl'­
reria u:n policial do -
Paraguay desfechou q~a ..
tro tiroscontra .ana pes
soa que" corria e esta­
levantou os braços, gri
tando- "Soy amigo! "Soy
A'lligo".
Realmente, tra­
tgva-se de um policial
brasileiro, que por sor
te não foi at.lngido. -
Com intensa fu
zilaria, centep.as de
balaços spocavan nas
: s das casas •
una caixa d' agua foi
arrebentada. No fLnal
da guerra, o resultado
foi este: o bandidc 'a
rio!e:y Cardoso tom -
bou fulrnin:ido. S"U CL!
panhe!ro Ivo Colna!t
renez levou sete t!rs
e foi levado ás prs­
s.::;s par-::t o HJSF'I':'AL -
( r.o:-rcu quarta fe: M!
e o tercino elemento
Andre R!beiro Del 'al­
lt>, lo;:rou rug;r a -
pé e 2.gor-:1 e:; ta senéo
alvo de una movimenta­
da "C/1.Ç/IJ/ !-f.;:t.AX/",
UBERDADE PER!GCSA
Domingo passau·
a noite, o o.::,rnt'.? Oli­
veira ::ic2.":or aa W..".i:
foi procurado por u­
t2nente do exerci to -
que lhe relatou l.r;1 fa­
to que mui to tem a ver
com o fugitivo. O :--J­
li tar, dirigia seu veI.
culo pel:1 estra:b. <,:JI'.'
desma<1da á Caracol, -
quando teve que !Y~"'
por causa de U'!l pn::cu
furado. Ia oportuid+
de, passou por ele ui'
Corcel I L, rr:arro:1, es­
tacionou logo adiante
e dois elementos vie­
ramn em sua direçao.
Suspeitando dos indi­
vidues, que retornou
para Bela Vista se::i
falar com eles, e !"?­
latou o fato. Ato c­
tinuo, u..a pat:ulha -
composta por agentes
da policia civil e
soldados da Polici:i -
CONI'Th"dA. , • • • •
T
••• GASOLINA
+'ACOA
PO TO
BORHJCP.,'.lHA
AR
TROCA DE ô!.EO ·««
PARADA OBR!GJ'TÕ?.rn ,(! RODOVIA JARDil!
' ' 'ATENDIMENTO PERFF.ITO • , ,
/. P0770
TRNQUT,2+++

-------------
f1 l llOll.10
,:· ~ 1•.tl" pi 1did 1 .-
• ,, ( .11 1 'I .,. " • lI t. 1 11 -
1
l 1: 11 • 11 •. Í 'I il l ll ( r 1
1, !,,!, 1 •111i/.1 1-f 1 • 1
,.,p 1oil d Ili IUl•t'-
d1 l',·111L1. ,, <.·ti t.<npn
foi ntt 111t ,10 .. f .. 11Íl i-
res e entrralo no p
l,J t,Ah «do imdidy
Jip', l' ui.:,,ntr,1 f
111.1
rida.
.int:11c111 ",ii11d.1"­
deu uw in um:cio cor -
l''l,I. ,;l(l;i IUll fala llna
(1)IS:1 lii~I }l"'-;I,. 111'1 ili
divido óu indi iduos
que por Lr 11 a de tra
Malho e de teres e
cara, andou o1 andaram
cor,l'lt,mdC'I pe l:1" c-~qui
nns que o n,"so ,inn1a 1
havi :1 rcn•h ido d i nh.· io-
• d.1 polícia para n1:t11 tar­
os verdade j rns !'atos, r -
,ni,;1 hes t :1. 11u 1 :Í rios bes-
1 :1s. l'riml' iro por desco .­
nhL-ct-r ,, n•:1I t rab:11:,., -
da i 111preri,..-:1 .. e : 111;1 is­
lk:<t a ;rind., por pens:1r -
que o ,i o rn;11 possa rece­
hrr Jinlwirn-p:1r:1 oc11! -
t.ir r;1tos. E l'L,is besta
ai nd:1 por '[lL' Jesc·onhL'i.'e
;1 "n•;11 .. si t u:içi'io <la l'o­
l fria. 0ntle j:í !'e viu
imginar 1w1:1 coisa eles -
s:1s, a Pn!Ícia pagar a
h~prcnsa p:1 r:i ocul t :i ,·
í:11 os. Se 11:·10 tc111 LI i nhd ro
nem para gasolina.E
;1tlu I to e responsa-
1·cl 1·;Í sc Yentlcr nor
mi115:ua<los tostões· 011 l'ii­
Ihoés.BESTA quatro vezes
';Í t rabalhar vagabundo.
E SC' for macho ~IC'SIIIO.
1c11ha at0 .1qui 11;1 lk<la -
çiio e fak isto para o -
Di rctor. Dc-soc11p:1<los. 'ag.'..1
buntlos. p:írias e 1mlidi­
cc11tes.
1 ' ,' 1 '
1 jf.,J lt ! 1
l,t: (' 1 ) 1 ,lj' 1 1 , t • ! j
'• li ·h. 1 1 L'l 1~ l('j'
• . >t'lJil.U " 1 l f 1.1-
, ('! 1 d ( ' 11 t f" 1• l, 1 1
• ,irro r 1 1 J, no 1 l l' li 1 ,;
l f ll.J.i1(•~,,·,1,1"lJ
h:1ln~~ pi1Id tod11'i P: -
J.•dn,. 'li ,,.11 ,: ,1''"'ª -
ninyuér, mas ninai;
res"»explicou tM .
policiais (fardados)­
,
1
, l'l~Cfll ,ht'g.11.111-
·:1,1 l l:t í,.tn(H1.1~il)
111 dt·ni ,k ljll'l'l'.' t'l'rtO,
!'oi ,Íll.<[1>,Jll'l'"l'J'IIÍl' l'
trecnder os miryintis
no era ''santinhos"­
co11·v 1·:1 infn11
1.ido:- -
:111,l:i r:u11 d izendo.Se
"'h:Í coi,;i:'"por I r:ís -
, isso tudo. <lc-sconhc- -
cen1os .. 1~•1!'1!1.X'-i. n:io
pode 'fabricar'. n,io -
,1,ontL'l','ll 1u11 m:11 r.1inr
011 :<e_i a. a mnrt L' dt'
popula n.•,: que :11·oi,1 -
panhar;1m :1 ,·;iça,l:i".
IM TLIO
.: 1 }"
I:s ta é .<lo ·::1Ller
1iinho- "'ff.,1 policial -
paraguai o ao l'L'l' rn:1 -
l' i dadio sair correndo­
dc :11111;1 11:1 pi;io.11rn:Jou-
1~1la:l!:Ípido. o ci<lad:io
'Olto11-,-,• {' l'íÍtOII - .
~())' .\IJ(l.1,(1'~11'/.ut(l. -
Pois 6. qu:ise que ai-
pro tacho. J,
El.EIC()ES L't BEL 'l_~í_,
l'or enqu:1nto -
a ca11,p:mh;1 po I i t ica cm
nos51 cidade est ;Í t ran
.. ,,i l:1, o,- c:111di<l:1to:< ::.
DR; GERARDO JAV!~R BOCCIA r,;~!}JNA
CIRURGTÃO D~NT!STA
('LilC":'. ""'".· __ '>.'":C ''. -.lESTAl.RACÕ!::S •
CC:" c-;,:.'.TC'...,"'; ., -· -.--:::-· ;--!': .. e.-.'
1;° jnc 1 +· os; -
.r:-c: :-(Cf·"' l'.2:-
1
C'é'7
BE!.A.
.
PIO'
l :, , ~ 1.1 d l 11 •
1 11•• l ',., 1 O 11(!
1
(' n.·-
cche, mi +der ·s.de
1 fder • ,h 1 '1 i 1 1 Ll. t' -
1'<'111 e que qur 1 ,•- l 11 -
'PI tar à refei t 111 i.
l'or 011t ro J;i,io:
o '-d,.1··ti.1n
: ,1,·;1 I' l ,1,; J' i ] l10 l":' 1 Í
11.11, 1llrJ11do (e l•a.,1:111-
tvl pel.J c,,11J11bt:11.1 -
elo 11'.lllO .hr.10 ,11 J ''/l"
J,lf ,'t'1~() l,:,,:t:Í '-tl' r<."t(•-
1,lllJO im1 pol Ít irn dL -
111;10 cheia.
E EJ.A,JX) ~ISTO
. ; - - -
O di-<tinto chl'
go11 110 JlL'd:rço <' ,-:o l t m 1
-Este jornal não ai -
er a COI' <lo 11JL'll tli
uhci ro.
l'ono se depen­
de~,se111os Jc- •.c:1111p:11ih:1:,
ilO 1 Í t icas p;ll';I 111:111 t L' r­
:1 l H ! l~J:-,:. 011 :>a r:i í:i -
turar .
!'lica mate -
rias . l'l:llf!X) ( <lt· in
tC'i)"('~Sl")l[llÇ'J!l qui!--cr,St.'
achar que resulta algo
Caso cont r:íri o.tudo
bL'i'I. :-.:ós não preci ,-;ar•os
de 'P'..'Jrinhos poli ti -
cose nem prec i s:1r:os -
:111<l:1 r corre mie, ,1 t r:ís -
<lt· "'c:m<li<lato~ ou ani­
gos de ç;rn<l i d:lt os".!'::-­
se pessoal nunca vii -
,·ntl'ntlcr mesmo. o nos­
so jornal - ll~ QU, -
IUIC!: ,;-:(1S CIROIIAll(l­
:-,:;io prcds1 <lisso.
E sare- tle um;i coisa:
IBER SRIO.
E 0 MEU A'IIffi SERGIO -
õlFZ:
(',os te i de ver­
o l':.HC na 'hi.l a -110 Jeh:lt
pela ·1".'.cont11ua:< o ,~e.
mo. no é Sere i o·: l'r;í='
quem nio sabe o Serp.io
esr.í no l'IYJ'.:--t10 gostou
das ')1111cJ;_inças" ocorri­
'cla:< no P'111B.
l'RJ'CO
P!JR:
IJFSTE • f'E'!-
S 1.000.00
o
...,
l
' i " '
t· f t 1 ~l ÍI •

·r h r '
C· ri Federal. pt
ntu ma rel .. > _ -
::;1 pc :.u:i· ,Cll" ,.
1:11lit trt"-. qut·. ·--~,:1.
1
i•
do cle, estiveram e1 -
olidos com a ter tu -
t d de presos po 1 ios
m época de repressão­
;to lt.•J f"(ll l q 11. Jl -;t!­
fa. muito tapo.a'alou
país.o dia vete
;i'l "t'll f)l'í illll,ÇJ .... ll(ll,
r atéria paga.transeri-
ta 11n. prin, ip,1,,- _:nr­
is de Br.asila.lis -
t'lr:irn 11onin:1Jmcr.tt· n,
''acusados".entre os
qu:i is incluídos.:ln -
de fiuras insuspei -
t.1,-, 011tra,o j:í í.1]L,çi­
das c o1wi:1:•1ente i1011c•-
1lidus no sc-u di rl'i1o -
LÍc> Jcfes:1.
. IIIIL"l.ltÍ';J-
do indigitado nol Ít 1cc,
cor.o 11:iÕ poderia dei -
xar <le ,-er. rccelwu st•­
veras críticas por par
te- ele v:í ri os p:ir I ar.icn--
t a rcs . i nc l si t• <lo li -
der do govemo.Pcput;iclo
l'ir:enta tia 'ciga (l"l
l1H-'1C) .para que1•1 "re -
1·irer tais cpi$Ó1
1
ios -
n;io ~C'lTl' :i clenocr;:ic ia
pois estaríamos :ihrin­
clo feriuas que for:im -
mas jã cicatri:ar;m".
f: el'idc-nte.con
tuJo, que esta opini:ÍÕ
n:io 6 tm~nimc. pois
radicais tle toclo~ os -
matizes insiste em -.
desenterrar fontasm.1s.
c-squecidos. t:i 1 ,·e: ,que­
ta l atitude os fazem -
semelhantes ;:ios nrora­
gonistas daquelas !<Ur­
radas estóri:is em que­
o rolo fala mal do es-
___farr~pado. Este.certê -
mente.é o caso do Dcn11
tado Genoíno ~eto.ho·::­
je n testa de uma
facçiio de ul tra-esquer .
<la. n Partido Revoh:c'í
onário ('.omunista --que
.se abriga nos frondosos
galhos do Partido dcs-
·trahalh..1dores onde tam
bém se àninham,stali. ::-.
nistas,trotskistas.rri­
litantes tio Clero pro
gressista e outros .ex-=­
tremistas.J)e acordo -
con seu próprio dcpoi­
mento--Guerrilha do
,rag11aia--O Deputado
confc!'sa que o grupo -
guerrilheiro do qual
teria participado''r.o -
tava e- até justiça
puhlicamcncc'"qucm cola ..
hor:is~e com as forças
l eg:i is que_ foram com -
oto
a
,,
' .• 11
h u
!") 1 íl lflO
cAzes" <lo ,1
1:·lÍlli--a[Í1.ll..J> l;I 'lll­
tO, "''-'t I t..: n·C'•: •
1
,, ,
1
c -
tplosios nutra ma­
uni~l ,J1· "l, 1 i Lir. 1,: l'l
do bar!ata ente tn 'o­
vem recruta-f clar que
o 'torpedo brasileiro
não tinha piloto.pois­
aqui ninouét é de fer­
TO.rena que 'o sc­
't~ oo..; no~~o:-; l"(>r
11111j: -
tas.apesar d sua hahi
tu.1l jactância.
colocacio
de bombas e loradot­
ros p,7,! icos. cuja t'.~­
nlosão causa tinas -
ili<ll':<c;-itnit1:i<l;11a·ntC'. t ·u,1
bém n'io 6 origiml 1d:1-·
<ll' dos "ecr('!:Írio,; ,l.1-
lirig:rtl., 'c-rr,,·lhct ILrli
:lll:t do gruno Baden
'!ein-Hoff _;1lc • rõ.011 ,1,,
1 R ir 1 :111<le:<. q11t· r.,
zn da violenia a sua
bandeira.Aqui no ir»si 1
una grande atentado
rc:rli3adrJ 1:os mold,•,; -
cl:roucl;is on::ini:a,,;e:-­
cstran:,ci ras .ocorreu -
no di:i 25 de iulho de-
1. 91>6 qu:m<lo ÍJn pet.1 r­
do c-xplo<l i u no s.r.!,,iin­
clo aerororto G11:ir:rnpe'.;
cm Rl'Cifc.t
1
t:ix:•nJo .:·1-
saldo de quat:v r,uno,;
--entre eles o iorna -
lista Edson "égis Cc
Can•alho--c q1;;itor:c -
feridos.A acão terro
rist,, visav.i o .i;:«a,;si
nato <lo ~brcó1:1l r·o;;t:'i
e Silva. que e dc.em­
bro de 1.968 ;i;:-;in:,ria
o .AI-5 que .por sina l .
até !:oje scn·c cono bo
de expiatório par:: jus·
ti[ic;ir os CXl't'CS:'05 ~
dn esquerda :im:icl:i
bmsikira.
'cm :ne:-no o
'"justiçar.tento". ti'io ::i -
gosto dos "brigadista"
italianos deixou de
ser aplicado aq-...i
pelo;: nosso~ cor.:c-r
ranl'OS, at.lpcto:' do
ma rxi ~.o-1 cni ,1 i S'lO. 0;:;­
algozes do Sr .. Aldo
Moro não . fariam in-.:
'ejo. JOS c~~CUtC'lres -
do industrio. 1 J.!crmir:~-
,;. '
if-­
'i
l
,1·1 n:·
onfortá-
1.L·i•: 1u, ·, rl<'" ,rn -
i·c•, d:r .. •rrra 511,111".
no Brasi 'Mitos bur
nIIQ1 rn: .( ,r c.,c .plti-
c o ostar}4rr»,
saber do dos in
dado à ia!alavel
fortuna ''crpri@dr''-
rc-L1 C-''•j'l'"',l l nr·:i
c!:t u'' l ... t.:._ll,C'-
lecineto. que po-
ikna :11C:: c:>.j']Jl':JJ-
.1 lfltt•;?.r, ;•t
1
.. ' IJ!"f"")~rc .i
rida!e de !gmns'
mue hoie t, t«eia4 -
tt·r pr,•.,1, o
:t::t.! l''!')r 1,,'• r1
so'rido exti com-
uls6rio.
Me tom; -
teto <lt ·'ÍJro -~o -
dt• e- jop:i r
110 tcl!·.1J0
pedras
:1) hCirJ.
B'ara qu w ida fosse
rc-licibJe
foi rrcci::o c:111inh.1r­
t·íJ. 1-""":-:,, ll
1
IS
espinhosas
cl>c•ia:- ,!e rcclra:-
1~ane.,: i ! r.os para que;;:•
quer vencer 11:1 V'id::!.
l'ar:1 consc;.:uir :nor.-
101 preci.:o ::r!:lr.
Foi prec i «o sonhar.
foi preciso sofrer.
,-r,;m<lo 'LJCê çonse)!UC
l:.'S(jllt'ccr a tn ~ leza
.:i<la. 1 oct conse;::uc­
scr fel i: ..
Tara depois d:Í-la-
r:ira :1lf?.1.!E:z.
q11c c~tc i:.i sofrendo
e precisando dela.
SILLRS PE NII A
• '"'''.?~:::- s:;:: ,::: i:;t.:F. e ::.t:CF:$<:O no
7c0 : O EU RESTABETCTENTO,
3::T 2M E±0=771 F. XP7SCTA

J' ,! 1-m, , ll il·'.;J!.[lv~
1 • • l. ' .
Câmara Municipal da Bela .Vista
(Inf r ativo ficial­
d,t ( d, )l,I dt· Lc·l.1 '1t,­
tii l .
O 'l' r1•;1<lor Hos­
see I tl' 1 ino C:11c:i:i, do
P)!flll, :1prl':-c•111011 1:l'(]UC'­
rinit'11l o li COI!';[ n1çan -
de• 11111 rnmpo dC' 1 til C'bn )-
11.1 ant ia invernada do­
Matadouro, no h:1irro -
Antonio Ioao.
IJI <lJ;t jlJ, -
ti ficativa o verendor
dis<.C' C(Ul' "i11ru,1cros -
1no1adon'> •,oi ici liira111
t •; ta ons 11 li', ,10, ll'J1-
do 111 'i'i s t.1 o local -
11:10 f)OS!,ll Í r um campo­
para a pnít ic1 dt•s -
porth:i",
~!JÇIIÔ Dli CONGl!A11Jl.flí.JO
(l 'c·1 t•,JJ•JI -
'relo alvano Apre
'.,t n to.. J 11cl ir :1~'iio 110-=­
S<'ll t ido de envia r -
uni 'n( ln Ili. CCN,lt-
11Jl.!'C1 a llc·n11taú:1 -
J'C'1.li-r:ll Bt·tt_- 'IC'n<lt"•­
"pc 1 ;i c:oragcr.1 com qut·
<l<'nunc iou o C:c1. -
Hrilha11tc lJstr::i.m.1is
conhcriclo 110s tempos
de violcncia do IX)J­
CODI como llr.TIIIJHl­
rA".
Segundo Cal-
ano ''nos cnti
1 n 111:,do, :io u ! rJ n
tu da Deputada e p 11 -
I "'º n'io po,k ríao • -
deixar de fo ·c·r t,t! -
j 11J.1•::1ç;!(),"
IUJ·OR'l/1 JG~JJ imI -
cJliAL: -·--- • --
Também de au -
tori:1 do vere:alor 'l:JI,
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TV!TiR!OS, DESUTT, O7VOCr e 1-
GAL"t:~.-:'!O !)E_ T'<'.RR..<:.
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''f'"'-7L'>C. I :-tQ?_ C'C' •
ANTONIO JOÃO ~/N2
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ll !.EVA ATE VOCE TODOS os T!PÇ)ê DE Ng
T!CIAS". , .. •.:
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J ' • ,, 1 1 ( l (. 1 l f
p I l l' li I q.,,
11
p roda o l ( · 11 t ,ipt­
de todo: o terreno5
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que seja providenciado.
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m.tndato <lcs..:;1s pn1p1 it -
cl:tdes li r,·e lo quer ' _u
inicio da reforma ara­
ria 110 lllllÍCÍpiu".
'IT:1.ffOKES POBJ~ÇOS
o 'en•aJor /nst•l1"ú
Lopes fllcninha) sol ici­
tou a implantaçiio ele -
dois telefones míhl icos
(orc.-Jhõcs)' lUll cm fren­
te ao Jtl9 nc e outro no
hai rro E:::píri to Santo.
l'C'll inha • enten­
de que "consídcr,1mos os
dois locais. imrortan -
tes. longe do centro -
da cidade. nada mais -
justo que reivindicar
tais melhoramentos. que
viriio facilitar a vida­
dos morndores dns ime­
diações".
,'lJ(,OR : rnllSSÃO DE LE
-GTSIA(JíO, .JlJSrlÇA E RÊ­
ilÃr.AÕT'INiL .
PARECER N 011/85
' A Comissão de­
I.egi S lação. Justiça e -
Redação Final, da Câma­
ra Municipal de Bela Vis
ta-ms., reuniu-se na sã·
la das Sessões e usando
ele suas atrihuições que
lhes concedem as leis;-
• Máxima . Estadual .H.mi­
cipal e Regimento· Inter
no, e examinando aten =
tamente o Projeto de lei
n
9
007 /85 de autoria do­
'ert'ador Rossevelte.Lino
Garcia - -rransfere a :.
Associaç5o de desenvol~
vimento Comunitário do -
Distrito de N.Sa.de r:á -
tima, por Doação tuna ."-
5rea de 62.500 m2 de su­
perficie do patrimônio -
do ~tunicípio.
A Comissão de -
Legi s 13:ção, àpós estudo:·
individual dos seus mem -
bros sobre a matéria cm
parecer,onde submeteu-se
:i. aprovaçao, chegando-se
a seguinte conclus.io:que
o Projeto de Lei acima e
a. CDNSíITIJCJONAL •
b. LEGAL
9O0ISBEI resmice#og
11 • . . ra de Bebidas Ltda.
d.
pro)
Jl li 1.
do e
ii.1
tlt' ,1
rn, '! 1 ·, 1 r
mRQ(Ji '-.
l'rc,i<ltHtC'.
l11U.I.IO Lh~ ..
CIOI.J
'crc:1Jor lkl.11,;
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l(()S'>l:'l.l;J 1: 11(l r
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A Comi ss .
<le l,cgisl:,ç:io. l11,t;.
ça e Redaç5o ! in.
11 .
da Camara Municipal.
<le Bela 'ist;i,l•su~-:­
de Mato Grosso do S,
reuniu-se n::i sala i
sessões e usando de .
suas atrihuiçõcs qJ~
lhes concedem as ic.
Max ima .Estadual .M!­
nicipal e Regi~rntc
Interno e cxanirur.·
do atentamente o l'l"
jeto de Lei N7 00S]
85 do Excaitiro '.k:
cipal -Dispõe serre
as construções no r:
nicipio de Bela 'ii·
ta.Estado de M:1to •
Grosso do Sul .e d5 •
outras providencias.
A Comissão de l.cgü·
lação .após c~tudo •
individual <lc seus·
memhros sohrc a c:1 •
téria em parecer.e
de submeteu-se a •
aprov:ição.chC'pndo •
se a se!(Ui ntc c<:11·
clusão, que o i'roJe·
to de Lei acirr.J es •
peci ficado é:
a. coNSTITUc1o
b. LEGAL
c. JURIDICO
d .. mi COXCDRDA,',CL
GIWIATICAL. .
t-,, Comissão.o-
pina favoravelmente
a aprovação do reíe
rido Projeto de Lei
em pauta. não se O:
pondo em suq red
1ç.
1
IVAN /. DA ro.5Ti ~!.l..°:t·
cµs .
Presidente.~ ,
MARCELIOO c~B.ACIOI ••
Vereador Relator,
R0.5SEVELTE L.GARCI:
Vereador Membro-

I
1
GINDI: LEYY SE í VITORIOSO
r.
O Deputado í,andi ,Jnmi l
Presidente da Assel]l -
• hlêin Legislatiyn co .;
montou a visita do De-
tw---------------...
putado federal Levy -
Dins e ressaltou que-.
a sua candidatura e a
J11elhor do Partido e
:
,J,\11 L ~
ENGENHF.IRO C!VXL
RICARDO
DE -SOÚZA ROR.
CE5A-667-2- TC?A - 7/92/CP
PRO"TOS D! PC1;0, V!O
TOPO?FYCOS.
SN7PRANTOS, "TAMENTQ,
!E7;ÃO D FNTIDA,ETC...
:>r:r.UT,ARIZACÂO J-:; Ó:>R.'f'••
..V A',': AÇÕE"
ESCRITÓRIO: RUA MARIO, '.
VA!-JD'l:;~1 ROSCH -460
FON<:- ' 439-1366 ( 067)
BELA VISTA-
nio ter duvidas de qu
ccr:í itorio-~,, 111 e.· -
Ieição. Salientou que­
rq;o:ij:i1·,1-sC' r-ola
presença do visi t an t•­
"c-cwo '-'C'll correliJ?i<> -
nirio,companheiro que­
subirã. aos palanques
em seu nome, sobre
tudo, parabeniza Levy
pt' lo seu ato de alti
vez e espírito de -
mc,criitíco acima de tu­
do".
G:rndi c•x:i I tou-
o respeito do candi -
Jato do PFL. com as
nutoridades. procurando
apresentar seus pro -
JlOs i tos antes de de -
flagrar uma c:nnp:mh.1 -
ckitoral . "Levy mos­
tra mais uma vez o ele
vado espírito ativo e­
''r"<icrático, carncteris
ti co de tnn co,np:mhe i =
ro que reúne tod,1s as
condições para ser -
Prefeito da nossa Ca­
pital".
Também estive­
ram presentes ao encon.
tro. os Vereadores An­
tonio Braga e Giordano
Neto, do PFL, que la -
montaram a recusa do -
Presidente da Câmara -
Municipal em recehcr­
Levy Dias, Essa atitu­
de.entretanto, foi con
sider.:ida "Pcquenin:1":::
pelo DcJ?utado 'aldir -
Cardoso, ~o Pfl, p..1ro­
quem comportamentos -
maiores e dignos de -
inspiração foi o tido
pelo r.overnador e LÍ -
<leres do f':ll1B e do PDS
n.:i Assemhléi.:i Legisla­
tiva, ao recebcrrn a
visita do Presjdente -
da frente Lihcral.
Na reunião de
l.cvy com o Prc>sidente­
<l.1 Assembléia. C..-indi -
.Jami 1 .estavam presén - -
tcs,pela ar '4
'#I,os fput dos
Dia!+ + Bar (ídr
enábio d s Santo,10
I·idier •i. l,ddi1
Cardo.o, Londres ''ha
do e Arv 1im:o.
• !'cl.1 h.,nc J 1
do PT, Jomatan Far
bosa. elson Euainain
e Jesus Gaeta e pelo -
l'IJS .. Nelson Trad e
aind:i o 'l'rc•.idoT I ictor
f1111L1110, <;ccretano -
ral do FI..
, fo,·:(· é o-
csca nda ln no Irra
si 1 . Nosso País
tem condições de -
alimentar sua popu-
laç;io com f:irturo -
VaJ'lOs 1·cncc1 os ,,e
canismos sociais -
geram a fone cm
nossa gente". llê -
" p:ío parn quem
tem fome" - r.,rr:pa -
nha da fraternidade
- 1.985.
--·--------------------
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} ( l l ,I
(' ,1
r, .. ,.1,1
~..-tor ''t.:c "' • t~
conhecidos
('.,J't'mrt" o : t ni -t I n
esse fundo ser for ado
captação de recursos oriundos do
dutos agrícolas que obtives em rator -
rentabilidade comercial. a eplo da
soja na safra passada t· l u.111J.r ••
:1 tua 1:-ent e.
- Outro setor cha do a
tarhén colaborar com esse fundo :-cri.1
O cooper.tt l'J,:;rx1. Js l'< 'C'I rt !,h P"-
dertm destinar parte de seus lucro -
nesse fundo rota tivo. ao invés de A -
pi ic.ar no 1•c>n.:aJo fin:111cc1rn.
on esses rc os dis -
ponivéis no ministêr i o d;1 •,n i:u l tum -
Sinon acredita que ele, podcri:u, i-cr·
multiplicada a médio prazo, gerando
um volume considerável de verbas pare
a agropccunria .. co'ltuclo, o r•ini,,tro SJJ::on-
lembrou que a criação desse fundo, -
nao significa rií o confisco <lt• p:-cd:1
tos cono o governo passado chegou -
a fazer cort ;i soJ a. retendo parte -
da produç:io p:1ra o abastecincnto inter-
no, limitando a cxnort;içiio <lo produ -
to.
O ministro Simon ,·oi tou a
criticar os juros :1ltíssímos cobrados pelos
h.1ncos c·financeiras pri'auos aos agricultorC's
descapi ta I i ::idos. l ,emhrou que os y.:i lo rcs J'.;Í ~ i :os
de Custeio - vnr•s - para a proxir:ia safra vao
beneficiar principalr::cnte os produto<. de
consu:no interno "protegendo os agricultores­
que qu::isc niio terão que recorrer aos ban­
cos particulares para a captação de e,,prcs­
timos a juros cxorl>it:inte:-". E ucu co­
mo exemplo a. mandioca. que cobrirá os -::
custos de pro:.luçiio crn 9fl'!.. ate ,~esmo p~
ra o grande produtor rural.
los debates,Sir.JOn disse
que o ministério da Agricultura ,·ai lc':lr -
ainda este ano, ao Presidente José Sar-
ney. um program:i de clctrrficaçno rural
a nível nac icmal . . ~bs lai:icntou que
o GEER- Grupo Executi'o de Eletrifi
cacção Rural, ligado ao m1111steno
nao d i swnha de .nenhur. tipo 'de
recursos . para : investimento nesse setor.
n 1 l
----- ----------------------------------------
Qualquer irregularidade na entrega
deste jom:il. favor-. comunicar o Dcpa.!:_
tamento de Circulação
TFJ.EFOXE:-139- 1-H0.
PARA CONSEGU1R . AXt.R •••
Para consegui~ anor •. foi preciso amar.
Foi preciso sonhar. foi'preciso sofrer.
Amando você consegue esguecer a tristeza.
Amada. você consegue ser feliz.
( R. C. )
PILAR MATER!A!S PARA
TRUÇÃO.

11111.11 11 nam,u
#1
S E a R A SUL MOVE IS A P R E SENT A
. .
COMEN'T ANDO
-
E, o pessoal -
<la Casa da 1m izade -
vendendo mui tos
i 11)!rc,-:-:os para o Ch:Í­
Sl'l :Í rca 1 i ~aJo no Cl o
-- T» a... DO -
próximo dia 7 de se -
tl·111b1 o a partir das -
19:00 horas.Compareça
para um agrad:ÍvC'l ,ba­
te papo com i1s am1gas
<' sahorci e del iciosos
bise.oi tos com C:hii: /­
penas S 5.000 o In­
gresso.
Os clcl idosos snl
·'
'.
1
• Flagrante:Professor inton io l.opcs .prt•:-: idente
da Associação de professores de Rela 'istn e o
Dr.,Carlos Alberto (Cachito)candidnto a Vice -
prefeito, Antonio está coeso com as candidatu­
ras de Dillon e Cachito. *
TRENZINOO DA ALEGRIA
Foi o motivo -
do convite e decoração
do aniversário de José
Gustavo da Costa Mar -
qucs. ocorrido no dia-
28 p.p.,na Escola Cas-·
telinho Encantado. •
GUGU
t
~ ,,
Como e chamado
o filho do casal Dr .. -
tvan e Graça. Na oca-·
sião comemorava seu -
5° aninho.
'
t-- --- - ·
E criativa -
decoração, as Jcmhran
cinhas distrrhuidas::
faz iam a alegria e <li
vert imcnto do grande=
mímcro de convidados­
mi rins presentes.
APóS
gadinhos servidos. foi
cantado os "Parabens a·
você" e servido gosto-•
so bolo.
NJ GUGU
Felicidades -
aos anfitriões nossos
parabens pela bonita-
festinha. •
ULINRLA
BROINH. DE_Rffif~
5 xícaras de fuh:Í
4 xícaras de farinha­
de trigo
5 1/2 xícaras de acu­
car
. 1 ovos
l xícnra de banha
I colher (de sop4)de­
sal amon foco
lC'i te até o ponto de­
enrolar.
Misture todos os ingre
clientes e deixe desci'i!!
sar por uns 5) minutos
Faça assar cm fomo 1110
dera<lo (180
9
) por uns-
45 minutos.Dí umas 0
hroinhas.
FRANGO COM PIMENTO E
TQIATE.
1 kg de pedaços de -
Ír.tll)!O.Sem pelç
sal e pimenta-do-reino
a gosto
2 ct;lheres {de sóp.i)­
de olco
l 1/2 xícara de cebola
picada
l colher {de sopa) de
olco
2/3 de xícara de nimen
taõ verde picndo • -
l dente de alho espre­
mido
l xfcara de tomates
sem sementes e sem cas
cas picados
3 co 1 heres ( de sopa) -
de salsinha picada
Tempere os pedaços de
frango com sal e pi -
menta-do-reino.Numa-·
frigideira grande so­
bre fogo médio.doure-
º frango com a cebola
no Óleo.Junte o pimen
tao e o alho e frite­
-por mais alguns minu-·
tos.Acrescente os toma
tes. a salsinha e sal­
a gosto.Tampe e co:i­
nhe lentamente até -
que o frango esteja -
macio acrescentando -
água conforme se faz­
necessario.Antes de -
servir retire a gor -
dura que se fonna na­
sup_erfície.Dâ para 4
pessoas.
DICA
Festiyl de no
vidades, e preços a­
ccess1ve1s, . ·e o que­
o tradicional casa No­
va estará oferecendo -
a partir de Sl'IC111i•ro­
p:1ra sua . vast:I
clientela Exemplo:'o­
ce quer. fazer suas -
compras de AI 1 :Lº.' Tu­
do bem, vá lá escolher
(' fl:l)!lll' ('Ili ~ ,·c:<•s SCIII
juros. Não fica mais
f;Ít' Í ( '! ':Í 1 :Í C' COI! fi -
ra a Casa ova @tá -
dando "uma de Papai -
l'ocl" desde sctcmbro­
serpre pensando cm
seus clientes:
=============-------
MORTE
A tarde cai.
Soh um monto de estre­
las brilhantes,
um ser humano pensa.
/ morte é uma vida que
leva ã outra vida.
J morte é um sonho que
acaba como num sono -
do qual niio se tlcsper­
ta mais.
O ser humnno pensou em
tudo isso e viu
Que até as estrelas -
ncab:un. quando o sol -
aparece:Elas morrem.
Será que a morte pode­
levar alegrias?
Ou será que ela só
traz tristeza?
llm ·J:iude.lhn punhadc.,
de terra fria.
E 'é o fim de tudo? -
llaverú Deus?
Porque as estrelas Bri
lham'? -
Porque uma planta vive
apenas dias. porque -
uma rosa murcha. tiio de
press:i? .
É morte ·que chega.lo- 1
va as alegrias.
e deixa as tristezas.
a morte que leva a
vida.Fica um cadáver.
Urt-m:irmore frio .Gelo.
... Somos feitos do nó-
e ao pó voltaremos:
Morte,cinco letras que
significam tudo e na -
da. •
A escuridão total.
Qser humano pensou em
tudo isso,
e viu uma estrela cair
A Morte é uma vida -
que leva à uma outra -
vida" •
F.,lDl cadaver a sete -
palmos de terra fria.
Este ser que está pen­
.sande.este ser que
tem medo da morte.
Este ser que não sabe­
se Teus existe.
Lste '-l'f, •.
Srn, l'II ...
Quisera ser alguén c1•1
sua vida
tas não sou nada
Quisera poder ucarici-
ar seu rosto .
Mas voc está tão longe
Quisera cont:rr-Jhc tan
tas coisas -
Mas vOce não me Ouve
Quisera sorrir com -
• sc11 sorriso
Mas a triste:.., mora cm
mim .
Quisera.voltar ao
passado e viver
MIs O passado niio rnl­
ta.
E eu não vivo
Quisera fazer de mi
. nhas l:Ígrini.is.estrclns
Quisera olhar seus o -
lhos e di:er "Amo 'ocê
'bs jií niio tenho co -
,. 'ERl:.-OOR CI.AUll!O~OR ROílRIGlll~">{l'r:t.JE IJl!Plrf.!1
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I.F.'Y lllAS~üi'-lDU1,'TO A PREFE!m J)E 'CJ!-!?0 c;R.]L
E'I RBJNlÃO REALIZADA EN CAMPO GRt.TIE ...
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Mas ... eu amo você.
TECl00.5 PARA DECORA
_®.
ar
GORGJRÃO
__ .. • t enco_rpado
com cordo q
« S =a 1e, .
e texturas turil
fode ser de puro,'
dão ou de seda sint'
tica.f usado ar }.
vestir estofados.pan­
des.fazer cortine
t"okhas. •
l;ste tecido .
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grosso.que pode ser -
rús t ico ou com íris
texturas e desenhos -
como hol inhas.listr.1,
pespontos .quadriculado
ou xadrezes.Serve mar
forraçiio de p:1rcdc,,r,
to! a dos.colchas,xales
para cortinas.
ruJSTI COS _ PESAOOS _
São grossos.c
varas texturas e pa -
<lronagcm.mas sempre •
5spcros ao toque.ln,.
corpos icio.costuma-se-
-usar vários fios iié
tarados.coo gl%#;
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téticos.Siio usodo:' c::1,
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