TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXIV_Nº755_21_10_1985 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXIV_Nº755_21_10_1985Número da edição755Data de publicação21 de outubro de 1985Número de páginas8GeoCoordenada -22.118721619281263 , -56.51437339697145 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXIV_Nº755_28_10_1985 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto SURGEM NOVAS LIDERANÇAS Este jornal - sempre defendeu a par ticipação de jovens- - na política, até - esmo criticava, há 1 i<lcranças Jovc-ns, entusiastas, vihran tes, participativas. Sebastiao Za carias l·i lho, <lo - PMIJII, atual prcsi- .., • ~ d:1de é que Bela Vistn lllllclOIJ, L IIIIIUOU lllUÍto, Se antes havia o l'IJS como poder e o PMD} com alguns integran tes-hoje o eleitor - 1 1 o alguns anos, a falta de líderes políticos na comunidade. ,Sabemos,tambem , que o PMDB, a nível nacional, sempre pos tulou a volta de elei ções livres nos muní cípios considerados- de interesse da segu- ru RUBENS RODRIGUES dente do Diretório Municipal e Rubens Rodrigues ,do l'FL. Quem·não conhece~ "Nego e o Corujn"? Atuam cm cam pos.diferentes, Pª! tidos diferentes. , ás vezes até se cho cam no campo das -- . ·~ - . I . ,. rança nacional. isto representa justiça - histórica. Como lutou pela anistia e liber dade da imprensa. O jornal tem o compromisso com ave! dade. Nesta campanha política em Bela Vis ta, dois nomes desnon taram com força. sao NEGO ZACARIAS idiias, mas prome tem muito para o am1 nhã. 'E: a safra nOa - que vivifica a ativid.'.!_ de política em nossa - cidade. __ Pintam, desde ja como prováveis candid.'.!_ tos a vereadores ou • até mesmo porque não dizer, a prc fci to ou vice prefeito. A er- tem mais alternativas, não só o PDB mais forte , corno o PFL e o mesmo PDS. .Rubens e Se- bastião são fatos novos na política, entre tantos ou, tros. os .quais, se mana]mente,daremos· o mereciào âcstâ - que, deixando bem claro que .não se - trata de mat6rias pagas. E avisamos aos nossos "amigos" políticos: TRIBUNA DA FRONTEIRA é um jornal livre, abe! to ao debate e - não admitiremos - mais ataques gra tuitos ao nosso - jornal. - Havera respos ta, e um jornal - - que cresceu LIVRE, de 1972 para cá - GOSTJ DA BOA BRI GA e sabe comó nin güm ENFRENTAR DE slEie- (IP) Ivaldo Pereira. I.E . 14 ANOS COM A VOCE CLAUDIONOR: ~ 1 VITORIA DE DILLON ) vereador - CLAUIONOR RODRI Glll:S, 11111 dos mui s destacados líderes do l'FI.. <liSSC' on tem a reportagem de a TRIBUNA DA - FRONTE I Ri que " a vitória de DILLON E certa, o povo sa ber;Í escolher o me lhor e o melhor e ll 1 LLON". l'ara Claudio nor Rodrigues. "o PDB se perdeu nos MEANDROS de suas - promessas. feitas cm 1982, tambei - nos palanques. co mo o fa::em agora; as contradições do partido geraram irr clusive desconten tamento de lideres, exemplo de Corumi la, Adail, Rosita e blancco". O vereudor <lo PFL entende que - "as candidaturas de Abraão e Vete não são candidatu ras populares, 6 a -força do poder eco nõmico que está mo vendo essas candi daturas. Nós esta, J I / i UfGO Rol{a! mos lutando contra a· iotolcriincia cp radicalismo" . C:laudionor entende que "o povo. es tá acordado com as'promessas e as paJa- vras dos candidatos do PMDB, eles não prometem nadn de novo. nem trabalho,, ape nas querem o poder'. Finalizando . Claudionor disse ''peço aos homens de bem, aos que abominam a violência. aos que defendem a familia, a Pátria, a Liberda de, que meditem muito a respeito do atual quadro Dillon na Prefci tura ~lunicipal será a certcz.a rl::i moralidade na Administração. 'otem certo. Vote,-n p~ ln familia o MITOS, DIGNO O Prefeito de Antonio João. 0S'rl.DO DE ~LTOS •. tem procu rado resolver os problemas da comunidade. Hoje Antonio João estií ligada por Ui1~ãs principais -cida des do país, as obras de pavimentação asfáltica da avenida - Eugênio Penzo prosseguem, a situação <lo funcionalismo está - normalizada. Dentro de suas possibilidades o Prefeito está âdminis trando Antonio João com capacidade, honestidadee confiança no futuro. • • • Homem honesto, sensível ás críticas, _ficou magoado - quando leu uma crítica publicada em jornal editado n Doura dos. - com aquele- jeito, todo seu, disse. " acho justo receber críticas construtivas, mas atacar a minha pessoa não, faço o cara comer. '0 _iorna!''. Não, senhor Osvaldo, não funciona, mesmo porque j orna lista está acostull)ado a comer papel, tinta, fitas e até .·chuiii bo. Responda;ccvn a sun dignidade. de um homen com mais de 60 anos, de passâdo limpo e honrado. Podemos não concordarin teiramente com o seu candidato a prefeito (é um direito nossii mas longe disso não reconhecer que o prefeito moralizou a Admi_nistraçio Municipal.. Em tempo: O PREFEITO disse-.nos que a Prefeitura não es tá envolvida na campanha polítTca. LEIA - PÀGI:i INTERNA TUDO ISO E O CEU TAEM , Jtr ' 1. N 0A1O. () llr. ,hiiHl'S, Sec'J"t>t;Írio de ,Justiça de MS,co brou uma colaboração do Diretor da REDE. para os car did,1tos do l'~lllll ;Ís i'n·frit11ras da Fronteira. No dia logo informal, o diretor lembrou de velhos ami~os (Sério ru. Valter Pereira., Roberto 0rro, Rubens /1:tllH':, da C:11nliil e 0111 ros) disse q11e o qund10 est.i I!_! t1efi11ido. 111.1s as chmces do PFI, são maiores, Jua - nis, COhl ;1q11t'l:1 'l'l''l', 11poslou: _ -Ema Bela Vista ganha o Abrão, com SOO votos de vantagens. -Esti valendo u WISKY, dos hons. III_VISOU E o ORRO, amigão da pesada, também esteve - visitan<lo :i TF, só que foi una visita meteorica. Não dru para convers:1r. POIS E ---- 1.itlcrcs do PMDB, pessoas ilustres, quando visitam Ilda Vista não esquecem da TRIBUNA e do seu nedator-Chcfc. O "jornaleco" há 14 anos circulando, deu mui ta cobertura para esse pcsson l nn cpoca em que ser chamndo de cmc<lcbista eni temerário. Scrgio Orra, Valter, Jures,etc,ct. septe .mercenau- • ·,a Rde AC.rco y!9 1 e•·p·1i-o•· no· JOfll,IJS u,I Lei;. ' ,. ~- 1 í'l'''L ·' • "1 ·' • ·' . te » l censura imperava o lurn.ll _ 1bri:1 • 1 '• _· _·' .' . , (;j!)'J u fTAMl.N'I I. p:'í ra os entao emcdebi.st ,l s ' e lll r '... to que nunca será esquecido: Quando 1caçava en- 1 ·orn t)J'•·t·J 11·1 1,.·1 de S<'"'ll,ltl•·.i r,.;,1c1on.il qu:1t r;1r o J , ., , . 1M- ' quando as "visitas'' ao quartel era frequentes • uma voz clava por liberdades., em Campo Grande: SE.RGIO CRI., Scnpre perguntamos: Por onde anda - v:un os peencdebistas de hoje? Sera que estavam no MDB? .',io. 1,111 i tos cs l av:111 n.1 ,RI.:,, u11 na doce quictlldt' dos indiferentes. FALANDO EM JORN'L[C() 0 candidato a Prefeito <lc Bela Vista, o nosso amigo /BHAAO Z/CARIJS, posso~ ~duca<la, tra halha<lor. gente fina, di:;sc cm corn1c10 que o EDI_ T/L llE J.ICIT/ÇM p:ira o asfalto de .JiRDI~I n l_lcl.1 Vista havia sido pubUcado cm jorn:il da cital e niio no "JOHN/1.ECO" 1 oca 1. RESPONDER /O /BIWiO? Não. Absolutamente não. Depois <lc 14 nnos responder as críticas _que fazem ao jornal nos P!! rccc infnntilida<le. Só achamos ciuc ha assuntos mais importantes pura se falar cm comícios,_ <lo - que criticar jornuis .. E, lcmbran<l? Levy Dia~. "devolveremos rosas aos que nos atiram pedrus , BONITO ISSO. Avisamos a l'OLiCIA, a PREFEITIJRJ Mtr.-.;ICIPAL e até ·agora NAD, FOI í-EITO. EXPI. I CAIOS: .'a esquina <la Hun da República com a Santo iíonsll, bem pc-rt inho tio jornal. motoristas temc- - :.;, ...;. .:.,._...,. ~_ 1 ~•~•:~~•~•~•~•~•~•=•=~ 1 ..,.._,__:_. ... r .. , i;,.;.; 10 ;,;".,· •• i,.r,.r.c,.si.10 111 ,.1:, 111111 ·.ín- is e malucos, es tiio colocan- do em risco a vida de - crianças.Ali é t'ajeto de estudantes do Vera Guim.1 riics e do Ester Silva, - sem falar nas crianças que brincam cm frente as suas casas. já presenci.i mos TRf:S. TRES "quase" - acidentes. com crianças e umas 'qqasei" DEZ RATIIAS Avisamos e nad:J foi feito. C..olocamos lUl1:l. TORA no meio da rua e. outros moradores. por suas pró prias contas. colocaram obstáculos. O que fizeram? - Tamparam os que bra molas improvisa<los. retiraram a :TORA e tu<lo continua como antes. Por enquanto o "·quase:: n:io e~ tá deixando acontecer um acidente, até quando? só avis:imos. Mais uma vez. se per infelicj <la<le uma CRrA'lÇA for & tropclada, mRT, por es tes MARGINAIS do volan te, algo de muito ruim vai acontecer e não c;c ra apenas um PROCE$.50. T5IPO O vereador IVAN MARQUES, ouviu o comício do JBIWiO e não gostou_dn lcmbrnnça, Para IVAN- n'V. ll m1.T·1 JC:_ - - - t• ·- --- Im ela lista o II!LO.N entrou ta nt.1 li nal. está visitado as+_POF_casa._·· 'le vando. juntamente com o Cachito. a Sua ensty de trabalho. de IA. de AR a causa piiblica. - Billon está distribuindo o seu PRURA de tra balho, que tem como aluas_prioridades a cons- t ruço do Matadouro. Rodovi@ria, Colégio_no Na ca Te '.i. usíalto. :1n:pl1:iç:10 <la rC'tlC' l'ltil'll. de água, urbanização da Praia do Apa e assisti eia mé<li ca e social• FiL.IX) !~! PRJl, LX) ,J>, Precisamos ;:clar pela Praia do Apa, um pr jeto de urbanização. como plantio de mais ár vores, colocação <lc bancos e mesas COI rntl<::irJs, :'CrÍil muito útil agora que a praia se tornou una alternativa de Ja:cr. CU! IJ;JX), l't:RIGO! noseu caminho. PARA TI . GOL. KOMBI. SEMPRE SAiHANA, VOYAGE, FUSCA ,· SAVEIRO, UM CARRO Existe -Kmpre CIJAL ,._ O KM A SUA ESPERA. i DE AUTOMÕVEIS LTDA RUA: .. 1° DE MAIO - 571 REVENDEDOR AUT-ORIZADO • VOLKSWAGEM A PROl'ÕSITO Nessa história de - trânsito está . na hora de· a Prefeitura e Cir~ tram sinalizarem as nos sas ruas. Mão e contra mão. PERIGO. Velocidade. máxima . etc . : . ClJIDAOO CRIANÇAS. ESCOLA, enfim DISCIPLINAR O TRANSITO, *** GASOLINA POST.O DIESEL BORRACHARIA TROCA DE ÔLEO *** ***** O SEU PONTO DE PARADA OBRIGATÓRIO NA RODOVIA JARDIM A PORTO ~RT.INHO***** ,., 'ATENDIMENTO' PERFEITO'• 1 ''' 'AGORA SUA VIAGEM MAIS TRANQUILA, , , , -------- --------------------- + I H!A! TRJBJ DA FFoii±li hti "3@-l P " ? E UIUE DE1.9ss CÂ-MIRI É NOT(CII 1- AI VEREADOR 1O'SEVEL'TE_1IO GARCIA Requeiro a mesa ouvido o plenário na for rg regimental para que o Senhor Prefeito Municipal etemine_a abertura da Rua Euébfo Martins dos - c±tos ate lua Barao do 'l'rlnf'o, eh 1nt,ign 1 txcl ra de ncssa cidade, Sala cla:i Sc•suoes, 15 de Outulwo ele l.9U5 ROSSEVELTE LIIIO GARCIA - Vereador p/ PD JlJl'OR VEREJDOH RO~,SEVELTE LINO G/RCIA Requeiro a mesa ouvido o plenário na for nu reeJmentnl para que o Senhor Prefeito Municipal de termine ao Secretário de Obras para que conclua o pavimcntaçõo ru.,fál tiea da Prnça Antonio João en tre os Ruos Duque de Caxias, Rua são Geraldo·, Rua Sonto Afonso ê Rua Aleebiades Bobedilha da Cunha. Sala das Sessoês, 15 de OJtubro de 1.985 ROSSEVELTE LINO GARCIA - Vereador p/ Pt'1DB JUSTIFICATIVA: Senhor Presidente, Senhores Vereadores: Tendo em vista que situa-se nessa praça o nosso glorioso 102 Regimento de Cavalaria, o Paço ~1lnieipal e mesmo a nossa Igreja Matriz, fato es - te que trará grande benefício can a pavimentação - asfá.l. tica dessa praça. Sala das Sessoes, 14 de Outubro de 1. 985 ROSSEVELTE UNO GARCIA - Vereador p/ PMDB A1JI'OR VEREADOR IVAN AFONSO DA COSTA MARQUES Requeiro a mesa ouvido o plenário na forma regimental para que o Senhor Prefeito 1-'.unic:ipal d~ tennine à abertura da Rua Alcebiades Bobadilha da CUnha. Sala das Sessoês, 15 de Outubró de 1.985. VEREADOR IVAN AFONSO DA COSTA NARQUES - Vereador p/ PFL. ENGENHEIRO CIVIL RRI€AAR D DE SOUZA ~OSA , CREA -667-D-1ICA-76/83/CR POJE TQs DE ExcuçÃo. sRv1cós TOPOGRÁFICOS, DESREWD?AMENTÓ , LOTEAMENTOS, MEDIÇOES DE FA- ZENDAS, ETC, ,- , . ·, RGUARI2Aço DE OBRAS- AVALIA ÇÕES- ORÇAMENTOS ESCRITO?1O: RUA MAR1O - VANDEN BOsc - 460 FOR!: (0673 439-1366 VISTA- H~qiJclro a r:xosa ouvldo o plcrÚ.r1o nn for ma regimental para que o Senhor Prefe!to Municl- p,,l, dctennine o pntrol<lmC·nto e n1vclome;nto do local reservado para "Arca de Lazer' no Loteaaen t,o Primavera a fim de proporcionar no::; morado~s do mencionado lot,comento a pr:itlcn de esporte. Sala das SessoCs, 15 ele Outubro de 1.985 IVAN AFONSO DA COSTA MARQUES - Vereador p/ PfL. AlJI'OR COMISSÃO ESPECIJl, DE DQJÉRITO Tendo ~ vista o que determina o Art.212 • e 213 do Regimento Interno desta Casa lr.gislati va, como Presidente da Comi::;sÕO Especial de In - quérito., convoco .no~ - Sr. Dr. Ildefonso Pi - nheiro DD Municipal, para cc:xrparecer a esta Ca sa Legislativa no dia 17 do corrente mês (quinta feira) à.., 09:00 Hs, para prestar. esclarecimentos relacionados a assuntos a sua Administração. Sala das Sessoés, 15 de OJtubro de 1.985 IVAN AFONSO DA COSTA MARQUES- Presidente da Canissão, IIARCELO CALVN-0- Relator da Comis sao, MARCELINO CÁSSIO B. ACIOLI- Membro da Comi~ sao. AllTOR VEREAOOR IVAN AFONSO DA COSTÁ MARQUES Indico a mesa ouvido o plenário na foria regimental dispensadas as formalidades para que o· Senhor Prefeito Municipal, informe a esta Casa Legislativa se o funcionário Dalmo Lobo, encon tra-se em gozo de férias ou está licenciado da - Prefeitura. Sala das Sess_oês, 15 de Outubro de °1.985 IVAN AFONSO DA· COSTA HARQUES - Vereador p/ PFL. JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA Editora de Jornais, Livros e Revistas, Serviços em OFF-SETT REDE BELAVISTENSE DE JORNAIS LTDA CGC.MF 15.513.203/001 - INSCRIÇÃO ESTA DUAL - 28.219.0c3-1 Registro no Cartório _de Titules e Documentos n 35. Diretora- MARIA ESTELA VELASQUEZ PEREIRA REDAÇÃO Redator Chefe.- IVALDO PEREIRA ARTE E PRODUÇÃO AURORA FERNANDES E MARLEN~ MEDEIROS FOrCGRAFIA = JOAÕ_ CARLOS VELASQUEZ GRÁFICA-_GI.l.SON SILVA SANrOS (GEREl'lI'E) JOB MELO (FCYl'OLITO) • RUDEL MOTA (PRESSÃO) Redação, .Administração·.e Oficina Rua .da RepÚblica n2_ 268-.·BElA VISTA-NS CXA POSTAL 23 - FONE- 439-1410 1 IGIEII E 1 POLITÍCI Quando Deu cr!ou o mudo E!e ttha un - pl;o.no: qu,, todo:; v1v- ~-<Ll f"iir I ca,o r-r fo:-'·-1 u verdadeiro paraíso. Ms pelo rela!onnto - hum an o entrou o egoísmo, e pe lo polso, o pe ca do e a morte.E o mundo torrou- u rnane tor re de Babel, divid!do em ricos e pobres, sbios e analfabetos, esbanjadores e finos. A presença de Jesus no mundo, é ua pre sença proposta: recolocar a cola no eu luar Para loto. ele_ c.nunciou ur,"l Soc11•d..iti.: d,. Frat.('m~1 ele, de Justiça, onde todos mo que precisa - pr.Í viver dtgn;:;.ricnte; de igu.:i..ld,.:óe- onde todos - respeitados na sua dignidade huna;de liberdade onde todos pode:n viver sem ser escravos de nin - ~em. ·1 HoJe, nó:; queremos que o nosso mundo se- jn ma!s fratemo, mais Justo e mais cristão. Que] 1 remos u mundo de i rrnãos. • 0 MISSÃO 00 ESTADO E. DA IGREJA ••• 00 ESTADO- Org.mizar a sociedade, preer cupar-se coa o bem estar de cadá pessoa, defen der, respeitar, garantir, e pranovcr os direitos Elas pessoas: despertar.ª consci.ência dvica e po lítica do povo. DA IGREJA- Evangelizar a Sociedade, pro porcionar educaçao SÓCi~polÍ tica para o povo; -, Hunioar can a palavra de Ceus a vida das' coruni dades. 0 • MISSÃO DE TODOS ** • Precisamos de·organ1zação da sociedade- e da polÍtica. . • • O que.é pol1tica? Política Vel1) da pala - vra grega "PÓlls", que quer dizer cidade, cCJJ_IJ111 dade. Política é então, todo o trabalho-em favo . da tem.midade. Tudo o que a gente fala, faz ou - deixa de 'fazer, ajuda ou atrapalha a corrunidade. Se a.nossa atitude ajuda na organização do po:vo, então é una' boa polÍtica, se atrapalha a organi zação do povo, é una má polÍtica. PensandQ ass todo !ll.1!1do-faz política. só não faz política o - bÔbo ou o louco que não tem uso da razão, 'que - nao pensa. Muita gente quer ser neutra, não quer se meter em política e não percebe que cem essa ati tucte· está fazendo una -péssimâ polÍtica: está fa vorecendo o mais forte ou a situação. Não dá p • ficar em cima do muro. Ou se está do 1!3(lo de un ou de outro. U exemplo: se houver una briga tre duas pessoas, una grande e forte, a outra pe quena e f'raca. Se ficamos só assistindo a briga pensando não "se meter'', estamos favorecendo o - forte. Assim e na sociedade. Toda a polÍtica • -ti dá.ria que não está a serviço do povo é una ma política, ·é una "politicagem". Quando alguêm fá la que não gosta de pblÍ tica, que é coisa suja - enganar os outros, •. ; Ele está falando de POLITI CASEM. • POLITICAGE?>l É: enganar o povo, coprar votos, fazer pranessas falsas, abusar do poder e àinheiro para se prarover, desviar dinhéiro pÚ - bllco. . . . O maior repensável pela po1Ít1ca é o po - vo. • Porgue a força da política está no pavo. E- • se chama ''voto". O votei livre, secreto e sagrado . ANTES E CONSTRUIR, PASSE_ NA_.:.- • PILAR Qualidade e . preços baixos"" i me TUDO BP? SUA CO.53c: CAL.; CTT'/0; .T:!±A; n' !CU; OS; PVC EM ESCCTOS; AZULEJOS; CONU;O SAN7 Tiro AR!CES E; CM!: • -- ------- 1, /, ME N S li G·E M ~ DE 21 2[Ui'til.lar , ORCIMf NTÍRII- - Cumprindo preceito constitucional fazemos cheear às maõs de Vossa Excelência a presente Mensagem. • Vivenos ainda tempos difíceis, de-• recursos escassos e necessidades orescen - tes. O esforço que vem sendo desenvolvido através do Governo Municipal, e sua equipe de trabalho no sentido de solucionar os pro blemas mais urgentes de nossa comunidade, refletem a idéia e os anseios da população Belavistense. Um esforço constante tem sido fei to , no sentido de ajustar, no plano inter no os programas . do Governo para alcançar resiltados positivos.A austeridade, o rea lismo, a objetividade tem estado sempre - presente no nosso espírito, o que tempos sibilitado, ao Governo Municipal, bom de - sempenho. Novas Secretarias farão parte inte grante da· nossa estrutura administrativa tornando a administração municipal, mais atual, mais ágil e sobretudo mais eficien te. Nesse particular contamos com a contri buição decisiva do Poder Legislativo, pari aprovação do Projeto de Lei de Reestrutura ção Administrativa a ser encaminhado bre vemente. Restaurada· a credibilidade da ad- ministração publica, poderemos retonar o desenvolvimento, mercê de obras de infra estrutura e estimulo aos setores de produ çao. Teremos.o progresso, que não será sé crédito de Executivo, mas do Governo como um todo, soma de todos os Poderes. Com uma -nova e saudável relação entre os Poderes- é que se possibilitará um proficuo ambien te.de trabalho, de justiça e de segurança suficiente para restaurar, no espirito da população, o ânimo e a confiança, sem os quais não poderá haver progresso, eis que ele só vem do labor do povo. Ao lado da contribuição legislativa e em razão dela poderemos aprimorar, cmplementariamen- te , a mquina dhInlstrativa. inser;o de no va .ecr tarja ao unidade orçamnen urja pemn e. tr criada por Lei na rosg estrutura adiní31.a tiva atual, prendo-e a uiwvel relação entre os poderes coam a qual contamnos para o futura " prova;o de Projeto de Lei visando restaura;ao um!nlstrativa, Outrossim, entendemos também que qual - quer r+Jefçc na criação dessas secretarias, as dotações a senem aprovadas, neste Projeto de Lei Orçarentrla, poderão ser transferidas para as SPcretarü.13 dP atividades correlatas, de direi to e de fato, sem corr.prometer o orçomento municipal de 1.986, Senhor Presidente, Senhores Vereadores, na conjuntura atual, entendemos que estímul,os - devem ser dirigidos e conc,entrádos no sentido de desenvolvimento e promoção de nossas potenciali dades. Paralelamente devemos aperfeiçoar os me canisnos administrativos, can destaque para as áreas de saúde, COM a inclusão de atividades so ciais de inegável importância. Para tanto, elegemos as metas prioritá rias municipais, as constantes- dos anexos inte grantes desta Brooostn Orçamentária,onde evidên cia as codificações 'Projetos/Atividades", me tas e dotaçoes_ respectivas~ sintetizados na se - guinte forma: a) CÂJII/RA t-'.UNICIPAL Recursos na ordem de CR$ 765.900.000 (Se tecentos e Sessenta e Cinco MILIhoês e Novecentos Mil Cruzei.{'os), destinados ao Legislativo Munic.!_ palpara atendimento de despesas de custeio e ca pital. b) GABINETE DO PREFEITO Recursos na ordem de CR$ 873.317.125(01-· tocentos e Setenta e Três Milhoés, Trezentos e - Dezessete Mll, Cento e Vinte e Cinco Cruzeiros) para as atividades de poordenação da ação politi ca governooiental juntei a todos os segmentos da sâx::iedade, com a finalidade de proporcionar a poio às me tas a ,serem propostas pelas "Diretri - zes da Ação do Governo" no exercício de 1. 986. -Prcrnover a divulgação das atividades do - Governo Hunicipal e o aprimoramento das formas- e procedirnentos•no setor de canunicação social, buscando maior aproximação entre o Governo e a população. c) SECRETARIA DE P!.ANE.J/MENI'O Orçado em CRS 157 .031.000 (Cento e Cin quenta sete Milhoés e Trinta e Hum Mil Cruzeiros) -Entendemos, que o futuro Governo deve- rá adotar o planejamento como método de gestão dos negócios públicos, desenvolvendo esforços no sentido de efetivá-la sob os aspectos insti tu- . cional e instrunental, buscando para isso racio- » nalizar a aplicaçao de recursos em beneficio do desenvolvLr;iento SÓcio-econômico do"PlunicÍpio e da contínua elevação dos níveis de bem-estar de sua população. -Dotar o Município de um sistema de in fommação para o planejamento que pennita o me - Thor conhecimento da realidade SÓcio-econômica e a fornulação de progranas e projetos condizentes cana realidade municipal. • -Estabelecer uma política de desenvolvi- tento capaz d produzir técnicrs inova aptas a dar uorte ao d rvolvimento co e socinl do município. -Promover processo contínuo d z tinis'r tiva, a partir da racion de método, e procedirntos, co vfstas àn ' eficiência ericcta da aainistr;ão ti,l no Inter:se da melhoria da prestação do • ços públicos a população e do melhor d do processo de desenvolvimento do iunieipfe, -Dotar o planejamneto dos meios nee. rios ao aconporhmnto e aval!ação da pro3na cão do Governo e dos e;;istos publico. d) ASSESSORIA JURÍDICA CR$ 50.200.000 (Cirquena Milho& e u. znto; II Cruzeiros) visando a representas dici.al do unicipio, na defeso de :::-<?us dirc1Lc. e interesses na área administrativa, da con:-:u.1· ria jurÍdica dos Órgãos da Aministração Dine. colaborando, a.inda, can o.Prefeito no control" da legalidade dos atos praticados pelo Poder ;;ecutivo. e) SECRETARIA DE ADf,IINISTRAÇÃO ' --CR$ 1.624.317.125 (Hun Bilhão, Seiscen tos e Vinte e Quatro HIlhoês, Trezentos e Dezes sete Mil e Cento e Vinte e Cinco Cruzeiros)visar. do direcionar seus esforços no sentida te valor! zar o servidor pÚbllco, procurando dotar a Aà:ü nistração Municipal de elementos necessários ao seu melhor desempenho, dando, ainda, aos servido res oportunidade de participarem de diversos e scs específicos em diferentes áreas. r) SECRETARIA DE FAZENDA _ -CR$ 1.801.917.125 (Hun Bilhão, Oitocen- tos e H u MIIhão, Novecentos e Dezessete ;-ü l , - Cento e Vinte e Cinco Cruzeiros),. órgão encarre gado da efetivação das medidas necessárias à ob tenção de recursos financeiros, da aàr.inistração da receita, àa despesa, da execução oi:çamentária e financeira, do crédito pÚblico e dos procedi - mentos contábeis. _Deverá conduzir suas ações pa ra o aprimoramento dos serv_iços fazendários p~ curando dotá-los· de mecanismos financeiros e f1 cais cmpatíveis can o ritmo de crescdmento do - Município. g) SECRETARIA DE EDOCAÇÃO CULTURA E DESPORTO Can base nas prioridades detectadas, o - Govemo Municipal deverá atuar no setor educaci nal no sentido de pranover a expansão e melhoria do ensino . Procurar, sirnul taneamente, melhorar o nível de atendimento do corpo docente, propor clonando maior dinamismo à Rede Escolar, para - tomá-la mais eficiente na consecução dos objeti vos para a area. -Criação e desenvolvimento de mecanismos que possibilitem à canunidade detectar a identi dade cultural do Município. -Promover o apoio ao desporto amador e à capacitação de recursos humanos, visando a el ção das condições fiSÍcas individuais, de sorte que toda a população participe clãs atividades de port1vas. Para tanto, foi orçado em CR$ 2.258.451. 375 (Dois Bilhões Dt.lzentos e Cinquenta e Bito Mi lhes, Quatrocentos e Cinquenta e Hun fül Tre tos e Setenta e Cinco Cruzeiros). CONT:rNUA •• - • "-;.....:. «CASA BãZZÃNO» LOJA MIE WE COMPRA OS MEL MIRES PRIIAS PELAS MENORES PREÇO$ • • • •• • ··"·É REI BARATO·+s»• · • • ••••••••••• ***ROUPAS - ARMAR INHOS - PERFUMAR IAS - PRESENTES GIOS - WHISKYS DAS HELHORES MARCAS,""· **** CENTENAS llE ARTIGOS IMPORTADOS **** COMPRAR NA CASA BAZZANO E CERTEZA D~ BONS .NEGOCIOS RUA lOMAS VALENTINAS C/ YAYTY CORA BELLA VISTA RELO- PARAGUAI - TELEFONE:212 - 269 CONT. MENS y ±TENSA DE SE. E PS.:ECIAL • - c 576.017.12 (ulrhmo ,anta + SI MIlo )reto II, Cen o Vir e CIn. co Cru, , , pura paran ·: cua !dado do., ... •'cons de @·., ,ló. 'so, adquar e npli ar n Rede Bfea, pc-rn,l llndo a população maior a cego aos ·rviços de ande do Hunleip1o, -Pi-úmover o conlrolr• ,,,. <h•nc J r-cdi dvel:; sonemento e parantir os requ!si hiinl- co-anitarlos Imprescindlvels á defes da uude do con:-:umldor no que concerne pr-ocluloo e locnLJ dr. 1rtençsse da naude publica. : -Do.r pr·lorldl'lrl" à ITl<'dlcJn.,; --ObJcllvar melhor nlv'.11 de sade da mãe e da crianca, ntrnvéu de ações de controle de rito 1 G E-M O R Ç A M E _N I A: R 11 J 'l tnfa ' ra,o de pacientes qe n#o dinpe firo·iro Ificintv·. ._ ., 1) SECRETARIA DE VIAÇÃO,_OE.SA E SERVIS_U BAf i03 -CE 8,735.817.125 ( Oito BiIhos, te ccnlos e 'l rlnt.a e Cinco , 'IIhoh, Oi ocnt, • • - IX'zu;:;el< •:11, e, nt.o u VlnLr P C1n,.-o Cru~<·lro,) -03 trabalhos a serem desenvolvidos p, lo SVOSP, devem ser dirtidos, consones as dire trizes poveranentais, principalmente ara a !r-- INDICADOR PIFISSIOhhL -- - - -- - - - -- - ADVOGACIA DR, MITOil I O F, DO N/SC 1 MEIITO' /DVOGADO CIC, 005.474.38L-00 -OnBIMs 2809 - C/US/S CIVf.lS, CllllilNAIS, OUESTii.o DE TERRAS, DIREITO DE F/MlLIA E TR/BA LHIST/, ESC~ITÔRIO: /V, RIO BRANCO, 193 RESIDENCIA: AV. RIO BRANCO, 187 FONE- 305- CEP: 79,280 PORTO ~URTINHO-MATO GROSSO DO SUL ESCRITOR IO JUR 1D I CO t Díl, NELSON CH/GAS- ADVOGADO CAUS/S TRABALHISTAS, co~ •. MERCIAL , CIVIL ( PílOBLEMA DE FAMILI/ TER!lAS, 1 NVENTÁíl I O, CODíl/NÇAS, ETC, , , ) ESCRITORIO: RUA DR, /RY COELHO DE OLIVEIRA 660 JARDIM - MATO GROSSO DO SUL ...22.% · CAUSAS CIVEIS E CRIMHl/l!S., INVENIARIOS, DESQUITES, DIVOCIOS E LEGA LIZ/ÇAO DE TEnRAS, . ESCRlTÓnlo:·RuA ANTONIO MARIA COELHQ 42&- FONE: 439-1395 (057) RESIDENCI/: ~UA CUIA3Á 468 BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL ADVOGADO DR, NANOEL RODRIGUES NEGRAO OA&IMS. 113L! • f ESCR1TORIO: AV, DUQUE DE CAXIAS 788- CEP: 79,260- FOME· 251-18G7(ESCRI Tô10) 251-1646 (SIDCI) J4D1M-MS DR, DR, ADVOGACIA ADEMAR GODOY ITAMAR_DA SILVA OUTRA_ ESCr.ITOR!O; RUA CUIABA 350 FOf·IE: 439-1382 BELA VLSTA- MATO GROSSO DO SUL ADVOGADA • DRA, MARIA CELESTE DA C, SILVA ~ OABIMS 3281- cPr 141.490.101-10 ESCRIT6RIO: RUA CEL, CAMISÃO FONE: 439-1302- CEP: 79,260- CENTRO BELft VISTA - MATO GílOSS~ DO SUL As diretrl cu nor eoro e çes dr ta Secretaria, pra e ir!cultura Pecuária, tarso voltudas, stbor ao, para o pequenos o m d i o s produtors, cos v iu as eleve l h e s o n í vel de renda atrvé: do unto da produção e cb 1,ro<lut!v!d;:.I,·, e:,;, ol.>,Jvuvo ti,·:.,' obt,,,r tnillor d_l verificação de cultas. /1; are m indústria e Caérc!o, será - em busca da diversificação da e 5trulura r>ro<!uLi va municipal, da geração de err;:m·go e renda, de xnvolvu-:io no nt ido d • pC'CJTJCwr ~ pou:nctal! dacles do i-:urllcÍpio'" ·.ir.ulor· o::; lnvcm:ir,JC:n.o:,- nu !ndÚstria e- tur-irn10. . Paro t:-..nto foi orçado em C,<:.i 157.031.500 ( Ccnr.o e Cinquenta e ~te lii lhoc::;, Trinta e Hun i-111 e Quinhentos Cruzeiros). Isto Senhor Presidente e S<>nhorcs Verea dores, é o que pretenderros. ReaNrma= nossos prcpÓcl tos de, e:;peci alniente no plano político, continuarmos abertos ao dlálogo e ao ntendir.l(;nto, Cü!linho reconhcci clarnenl.e r~ais d.ifÍcil de percorrer, r.z.s sobcjarncn te mais proveitoso para a gestão dos negócio::;= públicos. No ensejo, os nossos votos da mais alta consideração, extensivos a todos os Senhores Ve readores. IIDEFONSO PIJJHETRO - Prefeito úuuoir al • ESCR IT.6R IO DE ADVOGAC IA 1- on, PEDílO PALM!ERI LEGALIZÃÇAO DE TERRAS, INVE ARIO E CAUS/1 CflltllNAL (Jurn) ESC~r,õn10: RUA 15 DE NOVEMBRO 160 FONE: 439-1132 BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL ADVOGACIA f JOS~ ATANAS!O LEMOS NETO- ADVOGADO OABIMS, 3,319/B CAUSAS ClVElS E CRlMINAlS - RUA MARE CHAL RONDON 638- CAJXA POSTAL 31- . CEP- 79,240- FO~E: 251-1245 )ESCRlTORIO) ·251-1~45 (RES'IDENCIA) JARDIM .NS· ClRURGIOÉS DENTISTAS D~. GERALDO DE SouzA RosA FILHO- C~o/Ms 504. .'1Tt:i!DE :i.5 .DI_AS E!; BELA .VIS:-i TA- SER/INAS ALTEflNADAS • D2, ADAUTO PIES AIA cr-o/i-1s 906 rr ,- } · -A TEr!DE D 1 Ar! rnt:E:;-:-:. -: . RAIO X _ -CONSULTOí:10: ~UA ANTONIO. JOAO s/i - o€ 3S-105 . . ' -ESIDRCIA: TUA A!TO!i0 J0ÃO. 1003 - Fa°t•IE: ~39-1323 • , . n:::LA VlSTA--liATo' G:iCSSQ DO SUL "REFLITA" " PAZ NA TERRA ÀQUELES QUE SE AMAM E AQUELES QUE TE!! BQJ VOl'Il'AIE. O QUE ETERNIZA O H<IíEI-l EN SU/1 PASSAGIB PELA TERRA É O SEU TP.A lilO E O SEU NoiOR". " Saúde - estado ccrnplet:.o de bem estar fisÍCo, mental _e social, e não apenas una ausência de doença ou e nfenJlidac!e" !' /lm::ir estado de liberdade" M.II DR. GERARDO JAVIER BOCCIA MEDINA CIRURGIAÕ DENTISTA [IA GERAL- AIO X- RESTAU?A - ÇOES A LUZ VISIVEL - ATENDE DIARJA .MENTE, CONSULTORIO •, 1 RuA, i-iAnro VAN DEN BoscH ·-464 FOr~E: <0$7) 439-1087- ..BE LA V1sTA- iro 6nosso bo SuL Ro • • ·01s1 E L Rôdrigues pistribuido- - ra de Bebidas Ltda. . : . . ENTREGA I BEBiuS E í·ESAS m-; CADE!xAS PARA FESTAS '"' CERVEJA ANTARCTICA A m ... HOR CERVEJ oo BRASIL .,. f.fiJRA • T /lJ>iBfll 81 PflA VI STA • • .. • AVENIDA: ºTEOD0:.0 s',TIV/1, AO I.JDú 00 /IJ{l'l-7.B·i U;;1Ão AmlCOI.A r- ----------- - .Jl)ílMI. 'fHJíllJ!IA li, IIW'.11.lH/ HLL/ VISTA-MS DE 21 26 DE ~:_~---------- OUTUBRO DE 1.985 10 FILHO DE ÍCDRO i voz do MES TRI.-DE-SALTO, par+que dista, que sempre te. rás, ainda que deixes 5 fardo, pois cstnrn nas'autorida<lcs, nos - teus familiares, nas pessoas carentes ..• Levanta- to so bre os pés da certeza, engancha a fita-de - abertura da tua vonta de, no cabo-de-ancora gem da tua experiência de vida, verifica o equipamento das tuas aptidões. e chega-te ã porta do cumprimento do dever. guarda que n luz vermelha da prcci pituçiio, dê lugar a·::: verde: do momcn to opor' tuno, e transpõe, o umbral, como no mágico momento da tua concep ção, cm que o criador te fez passar do nada á vida. E flutua no 1í qui<lo • amniótico do ar. 1: sente o mor no raio de sol cm ti, como sentias o calor das entra nhas maternas,quun do féto eras. E - escola o farfalhar do paraquedas, que te acalmarás, como te aculineyn o som do coração da san tn mulher que te gg rou. E vivo prcser vado estaris, com; alguém um dia já escreveu, pelo cor dão umbilical dos tirantes, que man terá unido á pla - centn do velame do paraquedas. E toca a mesa-de-parto da superficíe do ama do planeta-mãe, pa ra o nascer de ou tra missão pelo~ homem, e pela· vi da. E São Mi - guel Arcanjo, pa- VA E drociro de todos os paraquedistas, há-de proteger-te a cada salto. Re cébe esta singela homenagem deste - pé-preto que, hu mildemente, odmi ra-te em tua cora gem de "Filho de - Tcaro".. Assinado: Dr. J. R. Valdcris, médi co-clfnico cm no= la Vista- MS. Ex Oficial do 10° RC (Regimento de Ca valaría ... E POE TA). LEIA E ASSINE TODOS OS JORNAIS DA REDE BELAVIS TENSE DE JORNJ1.S. ••• FOUI'AS E EQUIPA'EITOS PARA ESCRITOI0 "" ••• CA.CESSIONIO EXCLUSIVO LITT}'·"· *!"CcrtRCIO II :tflQUINAS IX: ESCRE'{tR, CALCIJLAOORA, -TELEX, fÕVcJS C€ AO E FADE!ÁS. ESTOE1OS E 'WTERIAIS PAM ESCRITÓRIO ·"· RUA: GUIA LOPES TEJ..ç:F-ONE: 431 - 2021 PONTA ?Oi1à :-s VAI COMEÇAR A DISTRIBUl(ÃO DE ALIMENTOS J t é a. p r i n e i r a quinzena d e ou t u 1 > r o se : ~ i n I e i a da a distribuição gratuita de direntos do Programg de. Supie mentação Alimentar (PS), dos Ministros da Saudc e Agrr_cul tura, que pretende atingir um público estimado e l0 milhêe de pessoas, entre gestantes, nutrizes e crianças de - três anos. A decisão foi tomada numa reunião dia l8 d serem bro no gabinete do Ministro Carlos Sant 'Anna, COO O Mi nistro Pedro Simon e os Presidentes do INAN, José Henrique Av ena e da COI.IAL , João f-eJ ício_Sciírdun. O lançamento do PSA estava previsto para a segunda - quinzena de agosto, mas houve uma serie de dificuldades na aquisição de alimentos, pelo grondc volume de compras. Segundo Avcna, alguns fornecedores chegaram a se com prometer a entregar os produtos. no entanto muitos falha ram. Com recursos da ordem de Cr$ 1,55 trilliaQ, somente par, este ano, explica, "enfrc,ntamos um natural aquecimento do - mcrtado, pois estaremos distribuindo mais de 350 mil toncla das de alimcritos ií população". - No m0 •rto,. tá>dos os produtos-que formarão uma cesta alimentar composta de arroz, feijão. acucar, leite on pq - farinha de mandiocà e fuhií de milho, num total de oito quilos para gestantes e nutrizes e 5.5 quilos para crianças de zero a 35 mcses-jií foram adquiridos. Entrqtanto, alerta Avena, no princípio da distribuiçãu podem fnltar um ou dois produtos em alguns Estados, mas.dentro dos primeiros quinze dias no início do Progrumn. a cesta estara completa em toc!J) o País Como oPSA bm po& objetivo diminuir os Índices de mor talidade infantil e melhorar a assistência á populaeão ~m - , gera 1. Para que.um município reccb~ os alimentos deverá ser capaz de cumprir um elenco miínimo de ações de saúde, que in cluem o tratamento de infecções respiratórias controle de - diarréias, vacinação e realizar parto simples, juntamente com o acompanhamento da gravidez. • Mi.nisterio da Saúde tem encontro com· idoso Trazer a Expc riência direta - mente da comunida de sem a criação de fórmulas forja das nos gabinetes. Este é o princi pio que ·norteia - o Programa NJCIO NAL dos idosos: que teve um encon tro com o grupo - dos mais Vividos no dia 23 de se· .. tembro, .no MinTs tério da Saúde,- dando prossegui mento á VLLL Se mana do Idoso, - promovido pelo - SESC, com o apoio da Fundação Cul tural do DF. O O CRUZEI@_ -SUL 1,.TDA.- ····+··· ÓNIBUS PARA EXCURSÃO E TJIS;I ••••••••• ""EFICIEICIA A ,SE3V1ç0 0 -P0V0_DA_FROTEIRA_E SUDOESTE •••• 1 .._;. RUA • LE N R E - S E MEDICO E DEPENDE DA DE SU BARÃO DO BELA encontro teve a par ticipação de mais - de 100 idosos, que,· além das reivindi cações por um me - lhor atendimento - pelo Governo, apre sentaram músicas e poesias sobre acha mada terceira ida- de. Apesar de o Brasil ser um País de população majori tariamente jovem , de acordo com o censo de 1980, o grupo de pessoas - com mais de sessen ta anos aumentou-: 4,6 vezes. contra um crescimento de· 2, 8 veze_s da faixa de até 59 anos. - Segundo técni cos da divisão Na cional de Doenças ,Crõ_nico-Degenera ti vas, há uma clara indicação de "uma profunda alteração n~ pirâmide popula cional em função do aumento da expec tativa de vida, prin cipalmente na regiãõ Centro Sul" .. Uma das· prin- cipais metas do Programa do Idoso é buscar a atua= ção integrada en tre os órgãos que jâ atuam no setor como a Legião Bra sileira de Assis= tência, "pela com plexidade e mul tiplicidade dos ~roblemas comuns á velhice". Deste modo, o objetivo é procurar evitar a ociosidade pre matura, ~ . ao lo do <le àções que-= procurem prevenir doenças'inerentes: a esta faixa etá ria, como o con trole da hiperten são arterial, da cegueira, junta - mente com a veicu lação de informa= ções que preparam as pessoas para - as alterações era sua estrutura fí sica. ************* ******* SILLRS? PEN DE QUE O SUCESSO DO O SEU RESTABELECIMENTO, HONESTIDADE E EXPERIÊNCIA FARMÀC!At JADÀRIO E/NA FONE: 439-1352 VISTA- ATO COSO. 0 SUL .... ( 1 l J !•• , l l .1 [(/ ----------------- fi ij ', l, 1 lt l l1J f 1 '· 1,1.-''., L Tudo- isso é o Céu lambem Tancredo pirou m porta do céu e aguardou que alguém viesse atcnde- lo , Alyun out r,, l' 1dad.111 que cheass l' 'llH'!'<• !l l r . XJ 1 • 1 J mça5se pel h ' anui' uval a pn tdencia ,ta + d i os o r r «d o r e s celestiais r e c l a m n d a o o r das tr om b e t a 6, • ,· I i.,1d.1 d~s 1 t1n 111111 1 11 U'.•.~-nr:r rJo s,•r,pn .tc·1c· n:1 <:Ji,vJ11· 1 ,ta:(• 1i,-;:i d,• ,•;;1'.; 1u1 ,,11.• rtudes Esperou o 1'0J'lt•i10 do u meter a cara na portinhola. -n SC'lliiOl (ftl(' r 1 alar comio- d se e Je, -) porteiro medir-o de alt a • [e , 1 ,1.11]0 • 11,IO Jlt>dl' :11, nd<•1· to,! I'.' ·1 -º, ·'.. •,1_1~0. '','"· J11:I}~ Jo (JUC' o~ d1L i(•~ de·- . , • , . _ . , • ... • D0s)1 que bem , !iUJ portiJ .. l.lc• •·o rt• ebe pessoalmente casos muito especiais. e aquele homem nada tinha de esne ial: baixinho modesto, ares de cidade omn. ão Pero não percebeu (nem oda: tatu-se de um pesador) que a grandeza de Tancredo esti er exatar#en t, ll,10 pnl'Cl'('l' rn·1lor- do <tllt' º' Ollll'ClS, _-l}lll'JII lliss~· <_llll' () S<>nlinr ljll('J' falar com VOl'Ô'.' laeredo limitou-se u sorrir sc11 sorriso 111:itn•iro. -ort• ucha que se ole 11iio quisesse falar coiyo cu estaria aqui'? C:011 tanta vou5u que cu tinha que fazer lá cm baixo... " . . San l'l••tro gostou tio jeito tl:1quclt• ho!llem, :-.Tio h:ivia 11111 mínimo de ares sividade nos seus estos; I 1nha 11111 ar toleranll•. gc110roso. conl'i l iador. Ao - n1•s1110 tcmpi; -"l' 11 S moJos, si mr i cs con funtl 1 ;1111 o pune iro uo ,·éu: t' se for 11111 vcn u..:<lor 1k tahuas'.' • - -Sinto, mas o Senhor est1Í muito ocup:i<lo. :-,;iio poJ0 atcndê--lo. -Preciso vê-lo- insistiu Tancredo- mostrando ta pi lha de boletins 111<' dicos - eja pelo que passei untes <lC' chegar aq111. Sao Pedro dc11 tu11a ío I ht•adn nos holct i ns: -Puxa, você 1·c111 d(• onJc'! Qunn<lo Tnncredo .i 1 ''"'" llrasi 1. São l'c'dro levou um susto. -Isso toma_:1:-: n,is:1s mais difíceis. O Senhor anda muito triste com o Hrusil. Aquilo esta virnndo 1u11:1 cspél.'ic de Sa<lo111a e t:O.norr:1 da corrupção. iancrcdo tornou a sorrir. - Vo~ê sst:Í mt•io por fora,l'etlro . As coisas no Brasil estiio mu,hm<lo Quem sabe não é sobre isso (.jllt' o Senhor quc-r falar comigo? Sao Pedro lt-: um gC'~lo p:1r:1 'Juncredo aguar<l:1r. Jri:i consultar o Senhor ,J1tt•~ Jc- sair of(•r,·ccu Luna cadeira à Tancredo. Tancredo preferiu pennaneccr cm pe. -Você n;io ,•,;t:Í cansado da , i:!gem? -Um pouquinho- e completou com uma de suas frast•s prcferí<l:is- mas a - gora t rei tola e'riu par d li" , 1c.l.JJ.o .Jl 1 !.J 1 :Cll .!, l',l' f d li. l'il-'! - ; p11Ic·111 'I ·ta ruo ter r li ' cor cr o Senhor ter t ade d que qualquer um postaria de ter e-... 1 :1ll<:n.Jo r ,1 uu 11.t f'Ort.1 d, T/JilCl"('<.!0? - O pn -..i1.k11tt' Íl'. lj,I parece visto daqui de cima. sabe o q voe "tllTIIJ. () S1.·nhor t;1, J,ú, ltJO !!,' ,k-1::.1 r 1 .11 V .. que o Senhor me chamou? Deus falou alguns ins 'astc,:; l'Olllt( l'ÍI' 1110- il rc·,pl'l to"" :;-11., JJ ,. ',·1d -1 tos .IIIC)S. 11< li l 1 1 ho. ::10 pense que se trata ci• ul, ,lp,·1ws pc rcd1 • i it• dc,<l,· !-'cu:; ll'1 p!ll.~ d.· i,u, i no. , , , 'i;,11 J ,.1 , ,, , - sempre acrcdi' em mim, -Confesso, Scnhor, que ns lti sei ,1t·-.,·nnf1.1r ... - !'oi a vez do Senhor sorrir. p 1. ,. 1.1••:.1, t I l' o, 1 ,lOat com você hí mis de 70 anos. O problema é que eu quero trac-lo para o- j rlC'll !.ido .c•u pmo, l:Í é'rnh::iho. qucrJ.1 nanti:--lo .10 ,11 • 1Jo. l t ,,. 1r 1 1c J onado com a fora desse povo. Você poucas vezes sentiu uma corrente de f- I t.'io sólid:1 t'l'I t,,1110 <lc :ilguém ... - Por que o senhor,· o 1-1.' <lt 1,,,.1 r, 1) - : mc11 povo·: O Sl'11hor colocou a 11ao no mhro d, Tan,·n".:o. ott pt-r1 1111 . .c· ,t".11 o Sl'll povo. 'ocê> contim1.1r:Í sendo o Presidente. Scus dais to conduzir - 1 ~1,1-1 ).:<'Ili l' e seus companhc i to:, Lll' pa l.inquc. O po'O n.10 ~l' 1 .ii d i l'' r .. 1 r. 1 L lho. l:m vida ,, t; sempre foi convocado para as J'J.1L!'> espinhosas missoes, S 1 o rnnvoquci, !, 1 par;i l i.vrii-lo ,lc out rn. 'o;:ê _1:í nm1prill !'l'll _papt I junto a) seu povo. ,gora 1·ocê é 11:iis importante ao meu lado. - i'ur qu•·, 1.:l'u lli.-11<' - - Porq11c preciso de alguém que restabeleça minha crença no Brasil. IOt:l :-:, hc que cu :.u.loro o seu p::iís. Se você foi c.1pa: Je unir toe.lo :1quclc pc.;1·0 :1 sua volta. você é b homem indicado par:t r.K' rcco,1dl iar con o Brasil. Ou - 1 você queria q11t· <'U chamasse o Ielfim ou o rio Gmero? O Senhor pegou Tancrc'do pelo braço e levou-o até a janela cc-lcsti:tl que dá paro trasil-, -Quero ajudar o seu po,·o. filho, :--esses no'Os tcr,pos. 10<.:e que Ja foi um - farol para sua gente , dlga-mc: onde devo careçar ? Tancredo olhou para nõs Iii Jc cima. - ilcm , creio que antes de mais naJa o Senhor prcdsa <l:1 r j u111.1 maõ:inh:1 :iquelc homem l:Í -apontou- Ele ncccssi t:1 dc-:-:t·sper:iilii.,1c11t<' <lo- scu apoio . Senhor ... - Qual? Onctc? ' - Ali aquele bigodudo que vai suhintlo a raripa. mm.os I lltlll!'O ~O'.LS PAPAI LI: O • J(.)lt'W.·· T. F NATAL 1 • SEM INFLAÇAO PAPAI NOEL CHEGOU MAIS CEDO AQUI NO JORNAL... ,t >, PARA VOCE. 't = Voce sabo que este jornal é o mais Jido np_R~gi~o?S.1he que_possuimos LDna CC)uipc de colaho- ,.,-,·==,L radores que escrevem o que pensam, sem medo de represal ias?Sabe que não temos compromissos com grupos ou partidos e por isto est,unos ha mai.s de uma dccada ctrculan~o? Olha ,o l:(ATAL esta chegando e resolvemos dar-lhe lDll PRESENTE DE NiT/1.,l.Dll presente que estara junto com voce todas as semanas. Este presente o deixará feliz ,preencherá os claros <le. sua vida com mui ta LUZ .Sim,culturJ e in (ormaçÔes. As vezes este presente o_dcixarií magoado. mas o levará a pensar. A querer partici- par n1:1is dos problemas de sua comunidade. . !"ara nõs. qLie fazemos jornal há n1:1is de 1-1 anos VOCE'é a pessoa ma.is importante.Tão im- HAMÃE TAf•:BEM LÊ Q:JORNAL,.TF _ portante que é a própria razão de nossa exis;ênc.ia. Sim.vamos _lhe clflr ll!l'a ,SSIKt11JM A11,L. 1: isto mesmo. Cobraremos de voce apenas. os OISfOS.Nos queremos ser o seu companheiro qurante o ano de 1986.· .,,.,~ ...... ~,:,,o,_. Vamos lutar juntos. Vamos di.alogar,<liscord'.lr,viver a maravilhosa.aventura de colabor:ar p.:tru a criação de um mundo melhor. 1Th1HJ CONOSCO. 1: fÀClL. Basta preencher o cupon,abai.,o e enviar para o nosso escri tono seja cm Porto Murtinho,/tonio Joáo,Bela 'ista,Bonito ou Jardim. Junto com o cupon anexe um cheque de_Cr$ ,0o.. e daqui a 60 clias voce pagará o restante.ou sejà, S lJl.DflO· ... E isto mesmo, a ASSINATURA DESTE .JORNAL QUE 'ffi1 A VERDADE OOS fAmS CCl1O GUIA DE C01'DlITA está •cust:m<lo, ncsta·p;omoçiio, apenas S 60.000, em 001S PA~tg.•.ffOS. APROVEITE. SIM, EU QUERO ASSINAR ESTE. JORNAL POR LN PER1000 DF. UM AJ<rl. . .• ~IE: : : • .•. : -- ; • ENDEREÇO: •. _ : : : . CIDADE: .......................••....••... ANEXO OIEQ'JE. l' 9 : ••••••••••••••••• BA.,CO: ..•........ __ . OIS:- POOCO V.II APENAS PAR OS MAIc1PIOS DE BEi; IISTA.JARillM,l'ORTO Mrnm:-;llO.CiRACOI.. ~~~ Gil!. 1.,ll'l:S 11' l.(;tN,, J.'ffQ'l;IO JO~O E 80.:lTO. ~Ô.':::~ /l'fflftff1" ~E l;!>'A r.c<m.TIT.~ ('.A],Ãr':r:,., DO o. OllF. SE ?BTD! os HERJLTiIXY." ~F.P.AD08 l':A COIFF.!TA. o CALCAREO HODOOUENA, CCPO.O co:: TOl'lOS ~11mTFJ~ J'v'F~~MTOS A ll''A_PE!Ll;'f".ITA C0RRl'"'X'Ãa TO SOLO FA ZE'' CO:·' cw ~l'A LIVOURA ou pA,<;'T'J,CT-11! T ERSENO!VA SATSFATORMENTE. NA FOFA;O DE PATACE'. JÀ FICOU O "'AT''O O!":':::.~-~ cxr, o·tr.:-o r:o CÀJJ;AP.ffi ROOOO!e'::i. FO!.(lfl'l'TTX) (Yl'U-'.{) l'lf.~l'LTADC.C! liA F'OR?<'/1.ÇÃO DA ~P,!QlJ"TÀP..!A::: CQ !.O"'AfJ. FAC'/ O-~ ('O': ('I CÀI.CARF.Xl P.OOOQl,'F.N E VF.i•:!-1, CXl!IV:':R!"A.9 CC: e."' J'FJ"''.'"C-OS l'/1 r-r,,.:F:?.N'À". OBRE COO TIRAR PRCT"O NO LUSO ni:: F",'. CAf./.~EM F.FTCID:':'1': F: FX:CKOMTC-. CiICAREb) RODO"ENA, E! SITIAS MO ESTADO, R: O CAfl:.AR.'Ti.. . ,,.. F"CRT'!C:"TC1: 1'1º roti?.An().";, J1.1A.u'C/.n.: i:: PO.•~ POP.à - USINA: ROTOVT JAnn; Popó 1z{3no 54 f:<:'T/1 rr "e-T3pro E L,: NE;;TDj DOTE DE CAIAS, -=.sg .- .r ,11 i:; :n r • - ~ • • • 41' • - .A~ ·r ' _ IDDDQUEN - • -------------------------· ~ - __, _ Zerinho,Zerinho 1 você está o. nr.1 de un ? t CÓ fruor com o lianocl na Ccsa Nova, Fone: 439 •• 1304 'ou 429-1446, I ' E A !'RAIA 00 /PA Está necessi tnndo com urnênoin de umn "arrumada" pois e mesma está abundo nndn e ncotes diao de intenso calor está bastante frequentada. AlÔ .. Sr. Pre feito ... Providênci as! SORVETE DE ABACAXI -INGREDIENTES 2 xicaras (chá) de abacaxi. 1 xicara (chá ) de a çucar. 2 xicaras (chá) de a gua. Suco de 2 limoes 1 folha de gelatina branca. '- l/2 xicara de cree de leite (opcional) ?IODO DE PREPARAR I-listure a águe com o açucare ferva du~~ rante 10 minutos. Ti re do fogo e adieto ne o smco de limão, junto com a gelatina já dissolvida com um pouco de água fria. Deixe esfriar e bata bem, com o batedor de ovos ( ·ou batedeira) Coloque numa tigela e ieve ao congelador Quando endurecer, ba ta novamente até car cremoso. Se qui, ser junte 1/2 xicara de chá de creme de - leite. Sirva gelado. ALGUrlAS DICAS -Charnalote- É um teci do sintético· ( visco- - se) em que a posição dos fios produz um - aspecto ondulado. Po de ser listrado com cetim brilhante e é usado para revestir estofados, almofadas colchas, na versão - simples ou em matelas sê. Não deve ser la vado. -Blackout-Tecido com posto por três e- e 1 •a-· 1 : 1 1 • SER.AS.UL MO'Vf S APRESENTA lemenos. Isio e, urna camada de alo dÕo flno de cor branc, uma ellcu la preta e uma cana da de borracha brun ca. É usado como forração de corti - nao cn locuin onde oe deoojc vedar to talmente a entrada de luminosidade. Não pode ser lavado. 'IXXAJil.SNI'OS P.:::ílDIOOS .QOr volta c:w.s 8:ÇX) horas da manhã, -. tendo cor'.:)~ido nesta Deleaacia de PolÍciâ de Bela Vista-t:S o senhor JOSÉ_P,EREIRA FILO, co municando un fato ocot" rido con o mesmo cm vi agem de rearesso de Co runbá-ilS, à Aquiclauana i'-B, o mesmo· disse, que conduzia os docanentos pessoais, nua pasta - grande e dentro havia lllla pastin."la pequena - cem os documentos pes soais, disse o cem.mi~ cante, que viajava de - regresso de Corumbá pa ra Aquiclauana-r !S, que' vinha da Convenção Est2. dual da Igreja Assenblé ia de Deus de liS, pois- o senhor José Pereira - Filho é fünistro da I greja acima menc.ionada Q..ie disse que estraviou os documentos sendo: cé dula de Ident.idade Civil CIC, Titulo Eleitoral exarado em Bela Vista- MS e Credencial da Igre ja AssembÍéia de Deus= de Bela Vista-MS , umn - talão de cheque c:Ío Ban co do Brasil, cheque ou ro da Ag. de B.V, que ccmJnicante veio até es ta Delegacia de Polícia Civil, ccmJnicar o fato ocorrido, e solicita a •• ·. primeira Via do B.O Boletim de Ocorrência para apresentar ao Banco do Brasil de Bela Vista ?-IS para fins de cancela mento do referido che- - que que não foi usado- e posterior requerer a segunda· via dos doeu - mentas estraviados. Na da mais, ... • ROQUE OCA POS ESC. DE POÚCIA. t#ti$t##%% ti# i41 A camprnia comuni ár1a re, li- zada durane ese mês e Já er fr.e - de encerrmeno ob teve sucesso. sta campanha, descnvol vida por alguns e presárlos, bnncá- rios e profissio - nais liberais, vi sava adquirir uma antena parabÓlica para que pudésse - mos captar, atra vés de satélite, as imagens do TV Bandeirantes e unaa outra, talvez a SBT. Nos primeiros quinze dias fornm a Desde o 1nici6 de suas ativid2.des na Cara Inicial o Ve reador Vete Garcia 1 ) prll Ante. abólica t.recadados quase- :; &O nllhÕes de cru e!ros, sendo envia do para a fi a- - primeira parcela, - no valor de 50 mi lhoês. O total é de :'i 110 milhocs. Depois da assinature do contrc. to, o que foi fei to, em nome da Pre feitura Hunicipal, a erivresa determinou que os trabalhos de regularização os sem Iniciados e o prazo para o insta lação é até o dia- 30 deste mês. Bela Vista EIVINDICDÇOÊS TE GDRC.18 • • to ~- a cid/:l,de, re fomas de esc9las e de fendendo intransigente mente a pavimentacão vem se destacendo na da BR 060 • , trecho Jar--- reivindice.ção de cs:é'~ dim a Bela Vista. ---- ~_J _-· ~. - -- -- nunca negou a - colaborar com ccis iniciativas, e o - grupo responsável pelos rbalhos deu u110. ôer:ionstro.çÜO de garra e muita res ponscb!l!d ade. Segundo Ln fornaçõcs o prefei to Ildefonso cola: borou com D 15 mi lhões de cruzeiros e a Prefeitura en cc.regara de pagar taxa de menuten çc.o. A cru,1panha cont1.nl:e., e.inàa fal i:z.r.1 e.136.ns ni - lhÕes, mas e Comis A reforma da _ Escola Vera ~., '.:'._ "'U-Ulk:Uc.ES Loureiro é ~érito de - duas pessoas, ROSITA - ROSA GCEES ex diretora _d.ac!uela Escola, hoje- ace o final do 4.o possa pagar o ree' cante. Fc.zen r,.:,r. te da Comissão, o Senhores Noelson _ Le.:anjeira, Néllo Diorio, José Penzo Orlando V. 1le.rc,ue~ Reinaldo Azevedo : !elington D.iiello Selrns t!ão Zacarics Filho, Antonio Sll veira Xavier, nu: bens Rodrigues, An selmo Lopes, Cels Antunes e na Asses soria Técnica, Tel no da Silva. no PFL e do Vereador Rossevelté Lino G1a • • • - 1 A pavi..mentaçeo , asfálctca de Ra aro [ do Ladario tambern foi indicação do vereadol'- i Vete, se estão. eecu - i tando esse trabalho a [ gora, antes ds ele1çoeE cem pressa, ;:a.o nos 1!::Í porta, importa sim, é- 1 que es'êão asi'cl tando a mesma. E que vephr1 ou tras indicações e asfel -tos. A propÓsito: o vereador Vete àisse em canicio que este TRIBU NA criticou o asfalto- da Barão do Ladário.Is so iião corresponde a - verdade, esta TRIBUNA quer o asfalto GRAruI'l'O para todas as ruas. RUA DA REPÚBLICA 1? 10O - F'Oi'IE: 4..19-1296 - BF.!.A 'f' .S':' A - MATO GROSSO DO SUL Mesmo que voce esteja triste, estampe ern seu lindo rosto 1.1tr sorriso, pois mais trist que um sorriso é a tris teza de não saber sorri ••' t.- $ERRSL M6VEIS SUA RESIDÊNCIA OU ESCRITÓRIO MERECE QUALIDADE ACIA DE TUDO BOM GOSTO: ARMARIO, GUARDA ROUPJS B-!BUTIDOS COPA C:07.INHA !'.O • ARTE, RE'QlJINra DE LEI E FORMICX+« DURABILIDADE ' _ ' • • ' ., VEIS FABRICADOS COM MADEIRA H<H.i:SERRASUL·Í:.ÓVEIS'" .. ' Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXIV_Nº754_12_10_1985 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXIV_Nº756_28_10_1985 Voltar para a lista de itens