• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXV_Nº818_21_02_1987

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TRIBUNA DA
P
PREVENÇIO DO USO DE
Entorpecentes
-
PREFEI'rO ABRAÃO ZA
CARIAS
for inicial iva
do Prefeito Abraão
Zacarias e do Cmte
do 10º RC MEC, Cel
Ivar E. Rarroso,se
rá promovid em pé
la Vista o "PRlMEl
---
RO ENCONTRO MUNICI
PALPARA PREVEN­
CÃO DO USO DF
!:NTORPECEl'I-
"LACA--PERFUXE"
Abril
provavel_
mente.
A proposta é
nobre e demons
tra que as nos­
sas autoridades es­
tão sensibilizadas
para a gravidade de
um problema que nor-.
malmente atinge pes­
soas em plena mocida
de.
Leia a continua
deste interessante
assunto, na: coluna
"POR DENTRO-DOS FA­
TOS", na Página
- 04 -
Aniversário da Tribuna
da Fronteira
-------
-
,
CORTES DE ENERGII:
PROBLEMA NO HO'SPIJAL É GRA'Yf
0s corte de
enerIa elétrica,a
oim como os oocila­
çÕes no fornecirrc,n­
to, es 20 preocupon
do não 'só 03 comer:
ciantes, induslri -
ais e donas-de-casa
mas principalmente
os médicos e os di­
retores do Hospital
são Vicente de Pau­
la.
Por diversas ve
zes o Hospital vi­
veu momentos dramá­
ticos, isto porque,
os doentes lá inter
nades são obrigados
a serem-atendidos à
luz de velas. ·Isto,
quando os cortes ou
interrupções não
ocorrem em plena ci
rurgia. AÍ e um de­
sastre. SÓ Deus po-
derá salvar.
Ar: "!.l ri-; ln·,upu
racao da rede e1
rica de Jrubupuná
havia um motor esta
cionárlo no Hospi -
1 tal, transferido de
pois para cidade
1
de Aral Moreira.
Sexta-feira, o
assunto foi ventila
do no Ro o.ry Club de
nossa cidade, atra­
vés do presidente
Luis Carlos Rahal,
levando ao clube a
preocupação da dir~
toria do Hospital.
Várias idéias e
sueestões foram a­
presentadas e es -
tor Almada disse q/
poderíamos entrar
em contato com o Pa
raguai e solicitar
una rede especial,
ligando o nosso hos
bital ao de Bella
V f ., tu--ar vuil. Em
caso a pre no for­
nreinvento,seja no
U r; _ .; l 1 e:, J no 1 , r
ual, os serviços nio
sofreriam solução de
cont.inuld d•·.
Lembrou-5 tam -­
ém de enviar ofi!os
à Enersul, aos depu­
tados que obtiveram
votos cm Bela Vista
( Bach a, tíoka, R 130,
etc), e também da
possibilidade de so
fazer· wna call'pnnha.
para arredadar fun­
dos e comprar um rno­
t.or para o _Hospital.
nesta agora espe
rar providências das
autoridades, antes
que algum paciente
morra numa mesa de o
perações, ou senrn
.edicado, por FALTA
DE EflERGIA ELÉTRICA!
Banco do Brasil para
1 hora em todo o Estado
Um fato =·sui g~
neris ..
todo
No0 jornal
alvo de carinhosas ma
nifestaces de carinho
seja através de cartas .
~ja pesso:l.l:nente, relo
ranscurso desceu 15
2
.11'.:TVEFS,.'<IO.
Tlo Rotary Clube de
elz. Vista, Luiz Carlos
Fahz! flcu respeite
ra, traçando un brefe
pcl'f'i:. da luta do jor ·_
nal pela informação ob­
jetiva. descarpr.iss­
àa e servindo acs .i.nte­
resses de Bela Vista.
Já Garib:3.ldi· áa Ro
so r,eto le.:orcu os pri­
moiros ssos do jornal
?:ifocru o Seu e. ,:-se: .l.- .cn
o, a luta de seus dine
tores, e parabenizcu to
da a equipe. em seu nÕ
me, em nome de sua eso
sa e do seu sogro, Tibi
riça Làureiro de Alr:iei:
eis., um oe nossos lcito­
nes mais ilustres.
i,Jato
O Banco do Bra técnicas bancárias,
ocorreu em sil é o nosso ban ~as recebe~ salirios
o Estado de co. e éle que im não condizentes com
Grosso do Sul pulsiona o progres a responsabilidade e
inclusiye em Bela so, agiliza a pro capacidade de traba-
dução, incentiva a lho. •
indústria e ofere-
Vista, os f'unc io -
náriós do Banco do
Brasil cruzaram os
braços por 1 ho -
ra, em sinal de
protesto, pelas
atuais condições,
nao so dos pró
prios bancarios mas
de toda conjuntura
econÕmic2 que impe
de o funcionamento
regular da r:iais •
tradicional casa
bancária do ais.
Todos sabem
que no Brasil,nun­
ca o socialismo
avançou, tar. to t:uan-
to r.o
ri ta::-io
tares.
regíir:e auto­
dos nil: -
Com e cola
boração interessada
de burocratas ci -
vis, os governos
ce perspectivas aos. apoiou e apoia a pa-
pequenos e
empresários
médios
e: la.-.
voureiros.
Os seus ·zuncio­
nárjos sao todos
cidadãos conscien -
tes dos deveres e
obribações,são trei
nades e preparados
para atuarem den -
cro das mais mo -
cernas e eficazes
Privatizar a solução
Moderna
PIIRDBENS, TRIBUN
--- --
militares aumenta­
ra~ assus:adoracen
ce a participaçã~
do Estado na eco
nomia. As enpre..­
sas esta:ais in-­
charm, as custas
do Tesou::-o ~acio­
nal. i1u i tas. _ e::: -
presas estatais jul
A população
ralização,pols soas
sim, sensíveis (acre
ditamos nós) às aspi
rações dos bancários
as autoridades □odi­
•ficarão :êsse quadro.
O :JAtlIFESTO DOS
FU:fCIOfJÁRIOS ESTÍ,
?USLICADO NA PÁ
..54- 04
'err que quanto
ma!s gasavamn e
quanto c.ais funcio
narics tivessem
mais estaria co -
laborando pra pre­
servr a sobera
nia nacional.
LEIA :JA PAG!::r.-05
Por dentro dos Fatos
leia na página 4

, 1 1
Indicador Profissional
===--:-:::=---------------
DR. ANTONIO F. NASCIMENTO
ClC , U, 4/4,1, (0- Oi8 AS - 28109
UllSf.S LlVí.iS. CR1111M/lS, OlltSí/4) DE lFRR/S, OIRElTO
V . ILIA E IHISIA,
SBITRIO - M, RIO EM.CO 1" 193
RES, tv, RIO BN'CO VI- 197
RH.: 305 CEP- 79280
P('fffi} l!RTfl,m..1,s
r r:.
J ESCRITÓRIO CONTÁBIL BETEL
- ESCRITAS FISCAIS E COIHÃBEIS -
•• VANDEílLEY CASSAROTI CRO/ilT 3,857 ...
-Av.EuGÊNIO PENZO 570 AO LAJO DA EXATORIA }CEP: 79,910-
-CAIXA POSTAL 23-
A N T 0 M I O J O Ã O
• Escritório de Advocacia
DR, CARLOS À. NAZARI BORGJ::S
CAUSAS CIVEIS E CRIIHNAIS
-RUA DEPUTADO MÁRIO VAN DEN
-TELEFONE : 439-1382 ( PR6XIMO
B E L A V I S T A Vi s
BoscH
.
A
284
.
RODOVIÁRIA)-
-Advogadas­
v1LMA DA SILVA- E VERA L. TINOCO
ll'.
- CAUSAS
FAHILIA.
CIVEIS E CRUUNAIS.
TERRAS H1VENTÃRIOS
TRABALHISTA. DIREITO
-RuA CutABÁ s/N ·- FoNE : (057).439-1290-
:.B l A VISTA R S
-··RONEI SILVA FUCHS-
-ADVOGADO-
-RUA V1crôR1o
·-CEP 79.910
• A N T O N J. O
CAUSAS CIVEIS E. CRIRIMIS -
PENZO 505 - FONE: 435-1203-
J. o Ão n s
Ciruraiãó Dentista.
DR, LAUCÍDIO VALDEZ DE BARROS
C.R.O, 340/MS -
-ÇONSULTÕRIO- RuA MAL·, RoNDON, s/N:- FoNE: 251-1757
-RESIDtNCIA- Av,CEL,CAMlsÃo.1039 - FoNE: 251-1224
J A R D 1 n : M S
POLITICI IGRf COLI
r l •
11 ,. r I t ! J. 1
le '{nez, lerei­
ir·nte da Sole:d
Rural Frasiluro ,
rurorhec·u o Óbvio:
"no há maia po!!-
1
ic urlc t1 ! '! ; n
que xist I foi
por pus abaixo!"
Para os trnadicio -
nais burocraas que
continuam
rio Ou
1
Vilf' (l:"' (•
tchtr-
f ccuncl:r
enpordam'
i ;l í - . ()
~ • • - "' l r':'
ri!i te+ -
ceitsr qur o'
resario ruri:
lt ;• P'"'br'l : t..:i
.•· 1 ..
! ern,ao to ru-
r! 1 po! '±n
'.vrrnmntai.
Os franco atiradores
de sempre
1embros da CUT
e da CGT não pode­
riam perder a opor­
tunidade de· ofere­
cer à opinião pÚbl.!_
ca mais uma demons­
tração de sua inca­
pacidade de se adap
ta'rem às regras de
um. regime democrát.!_
co. De um lado orga
nizaram um protesto
diante do Congresso
Nacional, ·vaiando o
Presidente da Re­
pública na pess·oa
do Presidente do Su
premo Tribunal Fede
curas, para mont&r
um poderoso lobb_y
para atuar cm defe­
sa das reivindica -
çÕes dos trabalhado
rcs. Realmen e,se
dinheiro gasto com
os lobistas se jus­
tificar, teréro
uma Constituição
hospedando as rein-
vidicaçoes de rraba
lnadores, ·mprea
dos, boias-frias,la
t!fundiários, zays,
mulheres, aposn a­
dos, etc. luém se
preocupa ainda com
o Brasil? Alguém
• ainda cstt1 intl!r' .;-
sado no ber geral
d;, f.laç:io?
(PLANA)
-------------------------
DE: N.A. DE OLIVEIRA
0 ·.l A'
C.u:'illl..Íl.:'DE:D.'l
.1«-AL ftXW DA '110WH1M
Fundado em 20 de Fevereiro de 1972.
Os produtores de So
a de NS encontr-ara'!l 1
saída corrpensadora pa­
ra os estoques encalha
dos da safra passada:a
venda clandestina para
o Paraguey. Os resoon:..
sáveis pela operaçiio si
gilosa são os plantado­
res brasllêiros e em -
pr-esários de ambos os
lados da fronteira:Pon
ta Porà e Pedro Juan.­
Nessa operação, o
produtor recebe, por.
saca de ôO quilos, 170
cruzados - 40 a mais
do que obteria no men- FILIADO À A B R A J o R I E
cedo interno ou na ex- A D J O R I - M s
portação oela via ofi- llPRESll'l'l""AKTE EM SÃO PAULO:
cial através do • ?orto RCD - Comuntcação S/C Ltd
de Para."~R-PR: •e. e:n Rua Voluntários da Pi, ">
oÓlarl Fone: (O11) 290-sss,""a, 154
4
cony .01
Jean Movi " » iwseio;e l
Cinematográficas e VI den J eane • Hotel
"JEAN._ HOTEL
DIRETORA : KARIA ESTELA YELASQUEZ PFREIRA
ll?DATOR-CHEFE: IYALDO PEREIRA
GER?NTE GILSON SILVÁ SANTOS
REPORTAGENS LUDGERO AUGUSTO SENHORINE
REDAÇÃO. ADMINISTRAÇÃO E PARQUE GRÁFICO:
Rua da República, 268 - Caixa Postal 23
Fone: (067) -439-1.ClO s·d P •
- e e ropria
JORNALISTA RESPONSÁVEL: IVALDQ PEREIRA
Propriedade da·
REDEBELAVISTENS DE JORNAIS LTDA
CGC-XF: 1S.S13,203{0001-S9
INSCR. EST.: 28.219.00
3
-
1
Reg. no Cartório de Ti, D
• e _ocumentos
N• 35
- TV. À CORr:S , ?Rl:.7'0 E BRANCO, GELADEIRAS,
FcX;Ôt:S, COLCHÕES, r-:DBÍLIA CCT·íPLETA PARA
G S.J.J l.All,
"VISrri:'......NOS"
foJA: DR. A.C.Y C0ill!O üE OLIVEIRA, 618
CEI': 79240
JARDIM-:-:ATO GROSSO DO SUL
JEANE REPRES...~AÇÕES CINEMATOORÁFICAS E v .1,1..14,
FIU1AGENS DE C.ASAMENl'OS, /l!'UVERSÁ,uO.."i E
R!:.llNIÕES S.X:lAtS EM GERAL.
SE VOCÊ N.40 TEJ.I O SEiJ VÍDEO CA:,-S.c.l~ ,NÓS
ALUGAMOS CU YEJ'!Di:Y.OS.
REVEJA A ALEGRIA DE Súi FF.STA EH
T".:li:V!SOR,
FONE:: 2.51-1115
(AO LAlY' é'' .J!=:.4:"" ,.··VEIS)
JAEDI-'AT O DO SUL
Sill
~. AN'Í'ÔNIO ~
- ' jQAQ HOS?EDE-S: ::o
ViEllivR HOTEL,
90'1 • A 1Th'D IMr.r,, 1'0
F. CC?ironTo
') jj
mui,
"os
Ser.er
"n
-·r·,n·
+1u..
Í;j

l
o' K! T JF! A D! ' «ATEI!AA
"DF. or. 0/:LA VISTA
Me
po Jeito que oovo gosta PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VISTA
"ATA N" _032/06"
ATA PNA • N·.a
091/86, 098/ e 9/8
os vnt • o um di/Ju do rr.,-:.; de novcrrbro do
ano de Mil Novec nto!J e Oitmtu e Seis, às 10
(dez) horas, reuniu-se nesta Prefeitura Munici­
p;J.l, n Comionno Munlcipol de LicilaçÕo, COIGpOS­
ta pelos ocnhores Dr. SIDNEY MONTEIRO MASCARE -
!,;!-IAS, Pn:oidcnte; JANETE FESTI, Membro e EDGAH
PlNHEiílO, Membro, pora receber, vis.ar e julgar
as propostro àc Fomecimctno de AlimcntéaçÜo a
12(dozci) pcssous almoço e Janta, a trabalhadores
cm terraplanagem, a serviço dessa pref'citura,do
período do 21.11,86 a 11.12.86. Propostas esta:.;
apresentadas mccliontc Cartas Convite Ngs 007/8G,
098/86 e 009/86, pelos Finnas BAR E RESTAURANTE
OBA LANCHES; BAR E RESTAURANTE GAUCHO e BAR E
RESTAURANTE SÃO JOÃC', as três respectivamente
com sede cm Bela Vista-MS. Dando início à reu
mão, foram abertos os envelopes e feita a vis
tagem dos mesmos por todos presentes. Feita a
leitura das propost:D.s, a comissão iniciou estu
do de viabilidades das mesmas. ApÓs o julgaen­
to das propostas, foi considerada vencedora a
Carta Convite ne 097/86 apresentada pela Fina
BAR E RESTAUR/N'l'E 0!3/ LANCHES, por entender a
comissão que o preço apresentado era o melhcr.
11eccbcndo visto de todos pN:1scntes, enca'llin.'1ou­
sc a proposta vencedora para posterior homologa
ção pelo Chefe. do Poder Executivo Municipal, N~
da mais havendo à tratar, foi encerrada a reu -­
nino, sendo lavrada a presente Ata que vai po_r
todos assinada.
SIIEY TEIRO RASCAEEEYAS
Presich"lte
JAETE FETI
e-bro
EDGAR PINHEIRO
e--bro
Homologo em todos os termos a Licitação rg
ferente a Ata n 032/86, que trata de Fomneci -
mento de Alimentação a 12 (doze) pessoas, almo­
ço e janta, a trabalhadores em terraplanagem, a
Serviço dessa Prefeitura, do perlodo de 21.11 .86
a 11.12.86.
BELA VISTA-1'-!S, 04 DE DEWIBRO DE 1986.
ABSRAGO ARA ZACARIAS
Prefeito Hriciral
=-~ =---=======
------ -------------
"ATA M? OCI/87
A PARA JULCAENVIO DE CATAS CCITE 1?s
001/87. CU2./87 e Cfi.3/frl
Aos cinco dias do mês de janeiro do Ano de
Hil Novccl.!ntos e Oitenta e Sete, às 10 ( dez) ho
ras,reuruu-se nesta Prefeitura Municipal a Canis
~ t-:unicipal de Licitação composta pelos se
nhores Dr. SIDNEY MIEIRO MASCA" HAS, PrIden- VIA'#
te; JANETE. FES.I, Membro e EDGAR 'IUEEL?o, Me br., Ia
para receber, vinstar e julr s prposts de cg
pra de 30 pç. Placa de sinal!za;ão V!iria (chapa
n 18), medindo 60x0 m em 2 tubos de ?"3,00 MD,
175 Pç. Placa de Sinal!zação Viária (chapa n 18)
medindo 5O cm de dietro mont. em tubo 23,D0',
e 44P~. Placa de Orientação Viária (chapa n° 18 )
diversas medidas mont, em tubo de 2'4,'O MD.Pro­
postas estas apresentadas mediante Cartas Convi ,.
n?s 001/87, 002/87 e 003/87, plas Firas W-NETA
WRGICA LTDA. ALFER ESQUADRIAS DE FERRO DE AlJJ.41-
NIO e AIITL/íl - !::SQUADRIAS E VIDROS ll/DUSTHIA f.
ca1. LTDA,às LN•s respectivamente com r:ec.l!! cr~ Co...,,
po Grande - MS, Dcndo início à reunião, fora";
abertos os envelope:, e feita a vistagem dos meS -
mos por todos presentes, feita a Leitum. das pro­
postas, a comissão iniciou estudo de viabllide.de
das mesmas, apÓs o julgamento das propostas, foi
considerada vencedora a Carta Convite n2 003/87,
apresentada pela Firma ARTLAR - ESQUADRIAS E VI_
IlIB rNDUSTRIA E ca-1. LTDA, por entender a cmis -
sêo que o preço apresentado era o melhor. Reccben
do visto de todos presentes, encaminhou-se a pro­
posta vencedora para posterior homologação pelo
Chefe do Poder Executivo Municipal. Nada mais ha-
vendo à trotar, foi encerrada a-reunião, sendo lg
vrada a presente Ata que vai por todos assinada.
Slll(EY W.1iEIRO P'.li.SCIL"IDF.AS
Prcsid=re
JJ.:.2'ü: FESIT
R?!::hro
·gptocuçie
Homologo em tocas os termos a Licitação refe
rente a Ata ne 001/87, que trata das compras de
30 pç. Placa de Sinalização Viária (chaoa n2 18),
medindo 60x60 mont. em 2 tubos de 2"x3,00 !!d, 175
pç. Placa de Sinalização Viária (chapa ne 18), me
dindo 50 cm de di2!1'.etro mont. em tubo 2"x3,00 MD~
e 44 pç. Placa de orientação Vária (chapa n 18)
diversas medidas mont. em tubo de 2"x4,50 MD,
BELA VISTA-MS, 9 DE JANEIRO DE 1987.
ARAã AHA ZACAIAS
Prefeito Rnicipal
----------=====
"ATA 2? C35/8"
ATA PARA JGA;E}TO DE CARAS CEVITE 1?s
01.0õ/6ô, 01.Ul/65 e 01C8/86
Aos quinze dias do mês de dezembro do Ano de
Mil Novecentos e Oitenta e.Seis, às 10 (dez) ho -
ras, reuniu-se nesta Prefeitura Municipal.a Canis
são 1-íurúcipcl de Licitação, composta pelos senho
res Dr. SIDNEY 1'iOITTEIRO MASCAREN:--iAS, Presidente;
JANE'fE FESTI, Mebro e EDGAR PINHEIRO, Membro, pa
ra receber, vistar e julgar as propostas de 140 -
pernoites. Propostas estas apresentadas mediante
Cartas Convite nes 0106/86, 6107/86 e 0108/86, pe
las Firmas HOTEL VITÓRIA; HOI'EL BRASIL e HOTEL DOS
fo! c « 4
6, rsnt. "!!! IA, por g
e n d e r a comissão que o pr iç o ep r u n t a d o e ra o
melhor. Recebendo visto d todus premes, nca
m!nhou-e a propo.,!.,<1 vencedora para posterior ho
pal. Nada mais havendo a tratar, fol encerrada a
reunta sendo lavrada a presente Aa que por to-
s:r:Jr3 i-'.i!r:lEIOO ~ .::.:.s
Prsidr::e
IDGA.'l P:U Eim
lisie::nro
Homo logo em todos os t.cnnos a Licita:;ão l"(' -
ferente a Ata n4 035/86, que trata de 140 pero!­
Les.
BELA VISTA-S, 19 DE DEZEMBRO DE 1986.
J..EP../J.D /,?;,'W,. ZJ.J:.A.f{VS
Prcf'ei t:o l-UI.Í.Cipal
A Espera do
Milagre
Os lobbies,ou grupos de pressao, an­
dam assanhados em razão da nova consti
tu1ção. Interessados exclusivamente em
caminhar e promover pretensões de cara-
ter corporativista, não podem inte~
ressar-se nos problemas . do País. Ga-
rantir vantagens e prerrogativas fun
cionais e, se possível, criar. novas.
Garantir novos planos de c ar ré i-
ra e melhores remuneraçocs para
funções pÚblicas. Acobertar erros e
falcatruas e possibilitar que possam
prosseguir indefinida~ente, Os pro-
blemas realmente· sérios, ou seja
uma definição clara e definitiva
das atribuições do Estado e dos idi
viduos frente a Nação só interessam
a muito poucos constituintes. Como dis
se alguém, •nesse voo, o piloto su-
miu • e os que sentaram na cabine
de comando nao sabem o que .fazer
com os equipamentos de bordo. Por
isso, • temos de aguardar por um
milagre!
(PLANA)
e as a
E

+?B' d LA
f ,
CIRTI DE ES--
, MA #4 Hi
e·,:: i1 rnLné,t ir.·•. p ,ru in
1,1 > tvo l• 11.•J ti-
mgquirhtu_e antiacionais d grupos mau ny 'i
f',J!J !h. articular enfraquece· 1 -,1,,,, ,. 1ci!
.l ",<1 l ,. l 1>1 "i ! n. t l t u l<"
111 cJ • r.: r I t o e .. 1 r ,..: : ; , t, r,­
l •,nt!O .,c,b ,irl," ,,. f'on:v~; " .J1'J' lJ, 111 .Jt" crxn o
maior patrinínio do !'/lliCO: .:•·U l'unclun 11 i:-:,...-1,
'.:u·,., a11 1 ,n: 11) p;ip ,r. e, .. n,ncior.-,ro:i um:.:.-
·-r--------"" - •
1,11 lo 1!•· l/'JI ,,, irrl1,01·lo;
b), Ili 111' r· qu•1i. ll"I' r1,11 llc;Õ{:, q•J•. f)C)!JS'•!TI f'rwo­
tvcer O r:011•·,I rJ •.,1 nr,, 1110 dos (rm.:lon;rio~ ur
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to n no:;na Dll~EÇÃO GFH/L o 1wp,11lnle:
1- fOR'f/1.F,CTlt.Ftll'O DO l!JlíCO 00 ílHASIL - C , l)·,nco
pode ,ljudar rr:ulLo o Ur:.i.sll, b:l!;Ln CJU" ll1c propi­
clun comliçÕOs para atvr, que possa influir r.:,
últimos aros;
3- li' / .. 1UE. MEIA. IS
».5 , ü»
()
peraçso, s Lar!f:° 5 'ME OS
~/IÁ!,lOS -;'iu •·rn.P. . ,. '? O (1'1 1
r 7o ·,ra !' nl 1.. v alta r)ornante to; pr .. < .. o •• [. L .. t
cesto de .obr vivênei a!
POR DENTRO
dos Fatos
/ i.'1.,A r:-.HJ'/,
A partir de janeiro de 87, os
comerciantes e Industriais fazem sua
declaração de ICM para a Secretaria
de Fazenda e não mais para o
Governo Federal. Desta man·e1ra o
Governo Estadual terá melhor
atuação sobre a economia
de Mato Grosso do Sul,
propiciando maior
participação financeira
a seu Município.
Preencha sua G.I.A. (Gula de lnfonnação e Apuração
do ICM), que você encontra em qualquer papelaria•
e entregue, depois de corretamente preenchida '
à Agência ou Subagêncla Fazendária do seu Munic'ípio.
EMPRESÁRLO, SUA .
DECLARACÃO DE ICM (G.LA.)
FORTALECE O MUNICIPIO, O
ESTADO ESEU
NEGOCIO.
r
RAEZ TEEET
SECRETARIA DE FAZENDA. MS
;., o!' ! r. ! e j [' l l. V;: l o )> r, f (· ,,
rao Zcaras é do Comandante do Jü
• (: ":..e;, Cel Ivar Ellery Barramo, ser:
,ro: ·ov1r•o <·r. 5~lr, 1/ l!,tr, u • f'ill1'.F:í pr,
:cO.l '•<0 ::;i dCIP/L PAfi/.1 1'H: _'L:CÁO JJ()
ólSO DE ::r.TC'•,'P-CFt:Tr.3
1
', do dir, ;.>O_ fl ?'>
de Abril, provvelr. ,:nt••. Cunnca que
este acontecimento é pioneiro nível
"C ,n:c1·1.or do E:str,do e 7.obillzarÓ. to­
ia a comunidade, serão orientados o
ouvidos os país, professores jovens e
• ntcress:!Mos, e t'tnda ~A1•i fÓrt:'lada u·r.r
0sa reàonda en-:.rc~ as au .. orJ.0ndc:s mu-
nicipels e, se po3slvel, de outras c1-
- des d reto.
proposta é nobre e demons­
• ~a qu,c, nossc.s é•utoridatl,:,s estão scn­
sibilizecs.para a eravidade de ur
probferra que ncr~almente ~tinee •pes­
socs em plen0 rucidade.
En 2elu Vista, toda vez que
se p1·01:,oveu algu:~u. palestr·a ou ativ1-
,lDcie neste sentido, foi apenas urr: pe­
ueno ulera, umn bate--papo rÓ.pido so-.
ore. o_assunto que, embora bem aborra.
do, nao entrava em maiores detalhe~
uma vez que o tempo n~o permitia • o
palestrante uase empre tinha
- - ove re-
i ornar na mesma de.ta.
O te:a.é polêmico e J ex.i-
l'ia uma aten,;ao maior d. •
1
,_ • e nossas ;:;ut.o-
.. c.~d:s. ,k,La-se que a fé'l ta de , -
~1caçao fanilia-- cor .. u
ont - • •
0
con;:; '-"n te confl 1 :;o
re eraçoes (pais e f' lh )
o ·ab l. os ' o medo
• u criado em cima do o e +
fDlta de consci _ ~ssunco, a
. . · · c11 tlzaçao sobre pre jui­
zo fisicos, morais e Sol'
· -~lo uso d . • - cüS causados
os coxlcos poc!
••r,s 2 sel'• t en ser .fato-
• em .cons ide rad
nfl - • os com rolativ•
uer.cia ao·consumo - - ~.
Alén de tzud
ude se apresent b ~• ª nossa juven-
opções -a vastance carente de
z~ como e.tivid«des 1=spor·i:lv2.s l;;:.-
r. etc, que desviam • •
certa c2.mada de j a ençao de
atividade •o ovens par·;.. o:::ue • e:,•
• esc.jam afastad -
nor- interesse em os e com me-
.. oxicos :, •
em Bela Vista LL-:i nún : - erceoerros
vsdo de jovens , ._ero bastan:e ele­
boas f • ' as vezes f'ilh a·e
amilias ai· , os
1 ' gu..ias ate
.nas de nossa cid do tradicio-
gas. na maior, ' Ge , consumindo dro-
a estudant:
notur-ncs _ !Ião
5
. es dos cursos
· e1 Se o-
demais em seus fi, "> pais confia.,
.::a:,a.,1 os pais . 'los ou os filhos en-
co.~ faci lid d
~ presençã de con: 'ate, mas que
·.· cada dia ma.,'um1dores de tóxicos
• .. "' r er.: B
adianta oi,e 'cla Vista, néc
·,eí ,...a ._ r tapnr o sol •
- , D o i v, c o : a p e -
•,;::;:,"• - .... ,.,,A-SE o-
"ivE'. 'E U:LA GRAIDE
Já. ficou
··ir- não é a
1
... provado 4ue !"'epri~·
so.ur-ao ;.
JE. al1:uma acii.o • ' - Pr-eciso que ha-
!'Jre,-arar n- • • preventiva c~_caz de
. - ao so !'Ja 1 .
as também, e ,' e pr-o-ressores,
vens, pois e, 'ncipalnente, ds 1-
7o mi es, undo
·, _ "Animo receio 4 toado na
-· unte outro d . e ingerir nada,
~•- O e SUA me
· ·=-· assunto de ,. - .. s:-ia faixa e:Ê!-
·:ebate de !'o~- .v_ ser· colOcado e ...
""rl- -a. livr-'-' •
·. ~, Para oue t _. • •
0
es1:1ibida c-
-iosca • • º"ª a
de sobreavj. sociedade' se'
' .. us2.êos ,elo "' - so so'brC' os :-ia1e:a
00 , t s tox I e -
" Aceitação • 'Os. spr-se u'
-VAZ.T CES;" pare da comunicece.
SILVA). ,,.

r
•!.---------------·----------------------------------------------------- --------·
C.Ã ENTRE~= ÕS.
PROFESSORES: CRISE DE IDENTIDADE CHAPLIN CALCADOS
l}, no tu. tua--
findou, o profezso 'ro, tntomaticuren
,·nllo vjv,n...t tnornP11to: , ... , o P1•ofPf-i.Or Í{"Í-
'de, O conpelseni
de stlário, per
••l(•, 1ol r1··, v,,lcr:
o tk prvc;o,; nt•ru t:an
·,,,leio Fl c·url :,, r>r c-
7untou: 'Educar, p; -
ra qui'-?", :-.11 :,:·, 1 Í
t ulo de seu mai.s 1 e
ccnL!' lJvro, Cof
t.o. Dl•!,l,ncanLndo co111 r•lc, o i'Jt.o•· pr•, 1 "11-
falta de r('uonlH· nc lnnr;r:1· ' pn)VOco­
c I men to soe inl con.. coes', desafiar seus
·reto e prcssiont>.c;:, cornp,.m,1ciros clr• c0
pralils contur, cedi• • illlono docc:nttf. llâc
0cz maJs diflccls C• dulxu dr ser 1uspl
'H'.l/~&r, bon par te rlt. e 1 oso ,' no momcn to
categoria docenLP aruol, ver alpuém
questionou se vali,, expor cor:i honc•s Li d n­
a pen continuar n,.- de (e com certa sin­
q11l lo que mui tos Jr• r.clczn), não so n,;
.1cr-t·ai tr,rom ser urr,u mazelas sem plÓri::.'.
vocaçao. ílesullado: da prática do r·nsi­
os quartros dns csco• no. mas também s
les e esvaziorom e próprias utopias e
~roressores (ore Eonhos. Com freau~n­
locallzados vendendo cia a sala de aul
roupa, sanduichc nn foi comparada a ~~
,re.in. péwtindo parn confessionário, ou
, Uvdndcs m;-lR ren- (o que vem dar no
veis. • ..... Rmo) e t';í. clcovr:-
Pedradas
Discos de
• solamen to s;,.u ec;.ue­
.::.~ neças de vier-o
Versus
"adas. na linha aue ainda
liga Bela Vista .é:!
·al'acol.
l LViO,
braiiio
is5e
existe por
Por outro
o Prefeito A-·
Zacarias me
que j::1 for"'"'
'of,
1
o: n:u·
. ''I
eco.r buir paro um4
,, fJ, xê•o , ncn·r:~-
;,n.r·~ n
, <Íl'n t!da
p;l ,f;prn ! tl 1 º•> f)z'd-
fessore±s.
,'h v,r,
tenção para o cpi-­
tulo 1crc1•Ji·o, er.1
ue são arrocntadas
de furna r:Jlc~tlci.1
duas concepçoes di­
verncntc& cJ" educa­
eo - autoritária e
liberal - !' uir.<:1 tc•r,­
t ativa li llr:1·HcJor·;, ce
SU[)c>r·~•••i:;o. A etluca­
caso utorit+ria tem
nor olvo u novo e
or objetivo sua do­
tsicação. Já a
0ducaçc.o 1 iberal <'
'como diz uma peçél
n
r
e
Energia
Scgunr·,... ,..uals . fica:n preso: .ntdo de melhorar
1
nformaç;es recebi- us flós ou cabos do a linha de trnsms-
ctns de um func ion.'.,-
1
, alta tensão. -'' sno de enr-q, lil ck
rio da Enersul dP' Agora, •anta Pari a Rel0
Ilela Vlst~•. o fal r::- L)uebrn1· uma peçi
~e eneru~a el;trlct· dessns a pedrndas sb
ocorricta no Úl tirr.o pra prat, car tiro ao
c'ia 18, que foi até 2.lvo, É O FIM DA PJ­
s 11 hc da noite, CADA!!! O que a gen­
foi, pura e simples- te e obrigado
ente, devida a um ar.uent.ar graças a
disco de isolamento essa falta de cons­
quebrado' a estllin- ciência coletiva que
Vist .. ,.
rkfl cicn, e•.
hoje
·l
,·.
devi ,'o
,u é'.uric:nr~o dt carp:
dn rede, ~uc foi se
·~xpandindo aos pou­
cos. Com isso, qual­
quer probler:iinha f~z
com que as , c_h2vcs
automáticas de scpu­
rança se desliguem.
cauRando os frequen­
tes (e que jÚ estão
enchendu' ) corr.cs lft..:
energia. Ilo~. o jel­
to e cserar r
1 • r ' .
,.,tl • e
rcJj V 1'1' i .
para mau'?
nu"":( r. i x·• J •cr
d{ria ri r-- o .
1 udo toricos sbr
• r1os "0'pros f
os n•,•; 5" 1 í.l:; e;,
1ro1c:;sor·••:, •-· c•;rrl -
,, i-es dr.t.~ r.Ccnl;:· ...
com isso orfniu o
oDjc,t i vo .~ qu•-·
p r·opunh:,.
( .1 ore
'laudio Ribeiro a
Ptai<:OS cio
l v,o ''cduC"ac ;)tt'"
qu~?": t,v. Jorio Pi­
nheiro, 565 Cx
Postal 593 - 36400
Ubvl"lÂndio -:•:G.
Manhã de
. Prêmios
dia 15 de
no Grêmio
' .
(' tJI I
OQll ·!•
u alinha..
lil •
--
CJ,flclAVAL
J ✓
Concurso de Fan­
tasias no Carnaaa
val do Grêmio
r:rt;.. !JA
FROt:·:•;.:iRA, que: sn.rr
o carnaval do rio
deste no, haver u:
concur·so de Fan.e­
sias. promovido pelo
Jornal Tribuna d
êronceira e Grêiol
;,edro Ru:fir,o.
Serão orc­
~indos o ~ELHOR FO­
LIÃO, a :-íEL!-iOR FO­
LIÃ, AS ELHOEE
êA.ilTASIAS, o i:ELi-!OR
BIOCO, e ainda sera
fel.a a ELEIÇÃO f;A
4A E PRINCESA O
r./lP1!AVAL.
.,
ia nr
·;, entao. ?r•epr•:"
o e'n o olho.. O
1!__,11 '''J: e~ <:ri 'l'.ViJ·
iendo todos os aue-
ios, para preri!
os melhores. Pinte
no Grêmio e compro­
vt:
'.) CA-:U!/,VA'... ''AJS t,Cl•­
TN)Q, O CJ..P::,.V/,L .,,
A.. Ver pro GrCuc
voce twbr! Ve::..-
'Venha Enf renlar
Essa Fera.,
MUITA ANIMAÇAO SUOR E CERVEJA
NAS 5 .NOITES E 2 MATINES DO
GREMIO PEDRO RUFINO
Em Bela Vista
Dias 27, 28, ó1, o2 e o3
O ·Carnaval «FERA>>
da Fronteira

---·----------------7
aplin Calçados
"mai1 úo que cfa mcíqulno1,
rroc.i10mo1 do humonlcJ<ido."
"CO:,Vl!!i :os '/OU PA;!A V!l .rn .Hí.C.f r I
/ lJL T lr1/, •:r;[J/ 1 • C/LCfíJOr
~ 1110~ 1 L$POli 1 l VOS, C Jl/fO';, MM t,< ,
30L SAS E LA.Grt >,
~iSIT: A .. OSSA lOj -
r Ili: CONDE nr: Pon ro /LE G'lE, J 85
L,,, .. :1c;n1 THl''Uil/1 D/ FroNTFJ.1,
ESPERAfiOS A SUA ViSIT,
O S-,nado:-- Ro.chid
so:d3nha Der=i
( P: mB - ~iS) . ncompa­
nhado de poll icos
que i n t cgrar.1 a fren-­
t do Centro Oeste
oi recebido em au -
d ;i~ci3. pelo Pres.i -
dente da Repüb!iea
cara discutir os as­
suntos muis premen -
-· 1~·-' afc cn..., e. Rc­
" ;1Õ. Rachia ressal­
tu a imporcincia
estratégica de Cen
• ? o Oeste, aue hoje·
EY E I CUlE
ESY
Privatizar, a Solução
Moderna
.... .)r, ._..,J , ... d burocr ....
ta: civis, os oyen
fi(,.'l ~.Jli,ar~• ... i1ll Cr"
toram suste'ora -
rnre n participe -
o do
, ce,ncmin
representa a espe­
rança nacional pa­
ra enfrentar a c_r_!.
se de abasteclmen­
to e as carêncles•
alimentares da
crrscrntu µ0rula -
clo urba. bicu­
r iu-s"'. cnr,.bém, n«
ocasião as pinci-
pal~ reivindi-'
caçoes de Nato
Gre,~so do Sul e os
atuais entraves ao
maio!' tles<'nvolvi -
~enco auricola do
Brasil.
Para Rachld.
J..
<~,,.pr-, ........ :derk..fY .. -:
e.:!<.:!:. A f1 ·_:_~1""'.._1....,,_ /tÇt.1.0
.a econonia,nes
n[ses,superou qual
c'.Jt.:r , .;··: - • .. t! v:.. po
, , :" t 1 )
/1':S ::ossos
seu
ASSI11M:7:':S
- - - ..
Colabore cor o
Jornal procurando
en t r-Pgador
qui t ·,r
•Jo
lmprescinctivel e
Aca; Govername~tal.
no curto prazo -
traduz:dn por pre -
ços justos,financ1~
.mento adequado c
invest~mcntos P"
infra-estrutura p~­
ra a agriculturL
brasileira lent1é
condiçoes efetivn~
de resolver os p~o­
blemas atuais.'·
Continuou o Sc­
nndor por Mato Gros
so do Sul, "Se o G~,
vcrno não priorizar
a ag, .~ultura bra­
silel.ra, teremos er.
as estais incha-­
rrm, i s custas co
Tt.souro nucional
Kuitao c,~rcscs c•­
ttl.::.'.JG jt.l2arnm qu(•
quante, r.',,.,1s fO'C.ita -
vnm e quanto rul~
funcionários 1vez.
-sem mais esEr.'
cclabornnào
assinatura mensal.
Receba.-o bem que o resultado
vI:--á. em ,r:u b,·n fÍcJo.
HNão ft justo . .
que sg se enxergu~ o ,Br~stl
atrpve dos grandes orgao
de I prensa."
Ministro Aureliano Chaves
O Ministro Aureliano
Chaves sabe que O jornal
do interior exerce uma
força muito grande junt
à sua comunidade .. Lá
na pequena tomunirlade,
no pequend ou inédio
m ~nicipio, o jornal local
tro Oeste manifes • SO · •
tc-,u. solido.riedar.r: • . ma mais; muito
[mais do que todos os gran·des ôrgàos de
..1..±.7g$,3 ]tos Por isso e importante ver
qur conS2guire□os ras1 am em a traves do jornal do interior
superar a atual· crl ,
se econômica rapida
mente.
breve p;-:,i:;lemas
abastecimento
cum o roverno
de
repercuss~es na·ta­
xa dn crescimentn
econômico do pai_,
muiores dificuld~
des nas condiçõis
de vida da popula
ção.
A fr·ente do c~r.
APOIO: REDE
i
IBUNCJIONANDO EM NOVAS E MODEPJ
NAS INSTALAES: ÁLCOOL, DIESEL,
GA§OJLJINA, JLA'VAGJEM D:E CA.lUlOS •
Rua Barão do Ladário SN.
3ELAVISTE;!SE D;:: o
JORNAIS
Telefone: 439 -1025 Bela Vista.MS
- • '
...
. .1

----------~
OPINIAO/DEBA
S PRISIONEIROS EM CUB
Quantos presos polític<)s
vegetam na URSS?
l!l11;:,u'r11 rh1vl•la dr•
llll·' ()•' dJr, l lU f•I)C,:·•
1. r,t·d, d, ::;o:tr1 !
r.,, J'o1 111 vl<>Lt-ntrulo:,
no Brasil, ma A cnti-
n:1, r.o Par;,pu,d, no
t'hll',110 llt!/~ni ",
(JU'"'' '..:Jbt'. 11<1 l-lolÍvi:,,
no Pr•ru , no ~urln.0!T:.
r nt,, por<.UC' na mnlor
parte dos casos nao se
tn.ou r.ein !:i0 l rata de
corviccoes anti-'ua
nistn, Na 1,:aior parte
dos cacos tratou-e de
burrice ou incoor,cLê~
cia dos agentes de se
eumnc;-a. Ocorre,' non.Ç,
que em outras . regiões
ào nundo a.s coisas a­
contecem de outra ma­
neira. Inútil ci ta.r es
sas rep,iÔC's onde os di
rei los humanos não são
respeitados. A grande
ll11[lrcnsa vive e prospc_
~ ca:i o engodo. Q, te
acontccerlt..• se todos
os presos polÍtlcos da
Russia, de Angola, de
Cuba, õa Polônia, e
sei lá qu.mt.as RepÚbJ ].
A A·mérica Latina
Segundo o Senador
Rooerto Ca'11!)0s a Améd­
ca Latina gost: de
três coisas: capitalis­
mo se.n lucro, socialis­
mo se.~ rlisciplina e di­
nheiro estranjeiro sem
dono. Gosta de . outras
coisas: a revogação pu­
ra e simples da lei ela
oferc- e
_da procura. ;·.J, ... ::c..1., .- por
que os produtores esca
ses custamn. mais e os
abur.dantes custa'11 me­
nós? Além disso, por q/
. os salários papos aos
-
cus Democrática ocia
l í .• 1 , .. , fo. , •. ,.. 1 i b r • ,
d,:,:,? l'íor qu • ,, . ;., di­
trneiaçíio entre o
pt'< •:10.1 po 1 i l ice•" d,• u,
lorJo e de outro lado/•
n dl rer,~nça •),,:, contli­
r_;oes eh .. • vid·t d! llPl 0
de outro preso po)íti-­
co. os pnos polit'-,
tl CX-C J Jb 'l ; r..CJ rí"' TT rpre;
dlu,•rdrun,rXL-::,:u,:m ,_, a C,
nn, • c:i.d1•iu, com >
d,1,; :e ben0:..;:..;«•s <lo.
t.mdicionals bancl!c!o.;;.
Da área. Os OUl.l'O!), li
bcrlados cm C.lb::i ou t
UílSS pé1Ssamm 20 01•
mais nos na c;,dein. '.
lr a p("na Lr1lrlscruvc1·.
nu:-,u rcnt.atJva ác r~­
clarcccr alguns inê -
nuos, o depoin:<énto c.i<
pacto cubano Fem:mdo
ValÓdares, cm ur. de
seus mais rPcentcs li­
vros: "· Um ]o,-.go corn
dor cinzento. Quarent:
porl :>.s de lcrror, sol­
dads placa de z::, .
de ·ve perdemn no!rs
cndeados russos. "[Jc•n~
Lr';
1
;• roit,... corruni'-=
:rgedos deva:n ser
custe? ,,'~o seria mar2-
vi 11,oso se não hotNes­
se cntresafra, se o
mo fosse feito dP
1
.?
rwses de primavera?
Quem invenl'Ou as esta­
ções do ano? Por que
um bezerro antes de
nascer, deve viver 9
meses na barri:;a da
vaca? Além disso tudó,
a América Latina con­
corda nu= coisa:se- o
Estado pode ga..r-antir a
vida e a ,';Obrevivência
o todos, para no t r-i
NOTAS
O DESASTROSO CRUZADO 1
O inegável f'racas­
!:O c.!o Plano Cruzado co­
r"t? tneàidu anti inflacio­
tlaria e a fa.l ta de ori
ntacão quando ao futu­
?'O da P<"lÍtica econÔnú­
ca, 'usti ficam o d, ·sol"­
.n1en.o com oue noós
período em aue estive
tn de fato congelados,
os rreos vê:·. sofrcndc:
o'«rm, D}oi ,
de npá:ti por
qualquer,
) .
11-H) e,, ')O'IL r,Unf' 'I
vr r ,, lu7 •Jo .;o l
O próprio ar, ele
rtP,Jfi:o, no•; /. r.u:io­
mando, A cela é nua:
n?io h11 um só n•Óv,• J ,
nemn mesmo um objeto
Ado!·nec;o
sinalmente, exau'o,
no frlo cimrnto rlo
c-h?io". (f'l:inn).
ba.ll1ar e con;petir? Pa.r::i •
urra boa parte dos int,­
ligentes no-nens que r~
vernan os países da
J,-:iérica La'tin.., a lei c;a
corrnctirão seletiva • ~
lnvenç3o dos rcacionárl_
os. F.nt.rc nós, o Estc'1rlo
ear<>..nte o trinfo dos
f'rzcassados. ua lei
colonial e r.erros que
continuar col0nias de
netro[)Oles . que já nao
existem. (Plana).
-
1 ajustes. !::m realida­
de • ocorre um verda­
deiro salve-se-quer-pa
der econômico, no qual
os reajustes de preces
dei.X.cm de ser- mcr:,rr.en.;;
te corret1vcs para se
transrormarem = ele-
___ ..L...---~----
V3ÇCk:S preventivas, po.
con.a dos prognósticos
de una aceleração infl­
cionária absolut=nte
inco:,trolável.
(!'lam1).
Leia e Assine o J ornaJ
Tribuna da Fronteira
PARA FAZER O ANONCIO DEFINITIVO
O ItItO CGuv+ re a
há U'lo 6O "pris!on ·i
roa cl• cun: 1, ncJ ·•" • r . ..1
tJf!SS. O ti' rlu Í: eh crr:·­
zac::;o r,nhtfr, !nt.rrr.:i­
cl om,l. ?Jitos deCs
presos "nnimos" estio
se frendo mu, trato o
apre. .;c•n Lar raves pro­
bleras de szüde. Pren
Les e ;;.: lipos dos di:.;si­
d0nt.cs do coro exrl o
o iovem Serfin Eusikv, d di Idr : e ho.
PD D
"v;:1 i'.CTX:n r,Úblico
que deseja sobreviver­
politica'llentc, nãc po­
de ser o pato domésti­
co, qu,;: se contenta
cm os limites de u:
quintal, ddxando de
observar o vasto rr.undo
existente além dos mu­
ros". Esta • frase ser­
ve péU"'a alertar sobre
o dinamjsno do mundo
politico, que costuma
ser- ir.grato com aque­
les que ~do;;am o i::iob_!.
lis.110 e o comodismo co
mo ui padrão politico,
r..antendo-sc
das bases e das dcci
sões, deixando o'povo
sancnte rara o Úl tlrro
instante, como se fos­
se um objetivo desca!'­
tável (oue você usa e
.ioga fora). Observe o
seguinte: estamos
pouco· mais d,;:: un
das eleições de
a
ano
1988
qao serão definidos os
novos vereadores e o
prefeito de nossa cida
de.Que deve servir co­
ro un julgamento daqu~
lcs q/ ,iá t!•,er::::n essa
ooornrudade e lutarão
t.'.lr:-po ,'r't?ClCS,) q...:•2 .. :>­
rap·la janela tis
·ã L.i.Vt:r.. :.po:-~u...-..! "l-
• ' .
Mui to menos.[)( ;wverrc,r
Também nzo Deles? Aí
você responde,
É lico ce estas
palav,r,-..s niio ~.' ~ngil-i:Ío
aqueles que conseguiram
se manter em evdnc!a
eraçó:.S ao rpenho e a• -
dicãção a c.:iuS:l p•Íbl!ca
para estes, Justiça se­
a feita, quando aos c~­
mals , abr.:..~ alas pois,
o v.::nto d:, renevação d!:_
ve soprar com força tf'>­
tal cm 88, e pode ::-e,-,
br-nr pouca ente pl con
tar hiscÓri2 ntl ("â .... ..:L_,
Municipal. Al~).l.'1S ver-c,2
dores só cstivera:n cm
ação durante as caT.pa­
nhas eleitorais d~ 85 e
86, ficando sua partic_!,
pação restrita a u;r. '""-'­
ro cabo eleitoral de
seu partido. É bor
saibam que falar
cue
bon:.
to não resol vc par::a.cn
não ocnseguiu mell1orar
sua história poli;:!ca.::;
nos últimos nos, ter­
u bom desempenho en p
Ianque pode r.ão ajuC'c...:·
se fo::-a dele ruas a;:i ::,'­
des Tao O rode!!ar ,
=rap -ne. 9pi
rr, amo rtir oh1-
r•.: . , ·,q 1 ... t,r ... ; , "C,
u . n: liur,''1:.{ . lJ e..
5.o , f, oco+n-
·.i,..r-!os. ?!"V :,. n<
1cr·s..;i-
da±e c mudanças ra C@

1r:t corrv íil por • tOCJS
s recantos de Ela Vis
...... !.J;:,,.,c•.- qu-' os a' .. tJ--.-is
v,.Jr"".: "'·!or,"s naõ u:::-·i.r'lla
rarruiro tem a no -
":entuldad> sobre. a
atuaç2c poli tlcéi r::r. no.:!
!>03 a, as quar.co r:> r.0.,--r;::r.1
r.l.!bllco sci a carrpo, o.::
,'.:'1.'1i7~.do, particl !J.'...'1do
c sendo portaicr de
aval popular para concu
zir· ::.:.s :"t!..i.vln,licaçõcs,
sem fanatizo, sem pai­
xão ;xi.rt.:L!ária, portarr­
do-s caO o autên ice
intrédiário entre o
~--ovo '· o rc, .. ~!"', nC"'C'Cu-
: ~ n'JO !'.·Oro;{Í!r""'"' ':?=::.S-CS
, ::' •. n:--os. '.'er(:~dor n5.o
qule cue :frenta as
--: .
autoricdes aprxirar
t......:&.:s: s ::. ccr: Qiálor:o,
(.(!'J.11.ibr-lo.
r :é..S, cuco ,;,rri as
·a si esro e o jul .
;;a:-iento se-::-ii fei 7.o.;,:; f
final o que ontem er
nevo hoj_ é antigo . .--::.,
r.ova:-- é- a so:.uqã:,,_ ~
SP ,ni5:o!
com U'1has e d, n ~ p.3-
ra pemane~t'e'r.l. Per- • A vida e ccx-o L::, jo:o,ccr:, ,i-w ... ?..S f?-
unto:onde foi pararo ses:: risrezas,alegrias, decepces, surresa
seu v.oto êe 1982? Foi ·, e r • .,-o.~: merecido? O seu canàl- ,....,.. __,'"'===~
dato é dotarjo ae vir­
tudes suf"ientes p/ pe..:::
m:mec_er. por rr.3..is q.:s::·"
ou me= seis anos?ão
sei o ql o nre::.aõo le.:.
tor pensa.mas não vi -;;
pr-esenç.3 j:, Vf':-•r•a:!or
ras escolas, nos bir­
ros ou robili ::.s;nco 'l
pcpulnç::Ío ( isso r-=-t0 va
le p/ t:c,::::,s). ft~ra
é l es sairo nas ruas
A

p,, Cnrlor; Efluar
do e Roante Débora ,
rIIhos de arlo e A)!
ce lufes e de Andre e
Ronnly Mendonça ncon­
Lnccu no dia 19 PP•
COs< WãIVAS .
Fl.orcs natur Is.
tules e lnçaro.cs
azuis igreJa Mntriz
toda engalanida recebeu ,
mui tos corvidador para
assistirem a cerimonia
rellglosa e os elegantes
padrinhos e noivo espe
ravam no a1 tar a raci o­
sa noiva que fel levada
pelos braços de seu pal.
OCWiE
Belavistense também
com mui tas flores laça -
rotes e .tule, rL:ou to -
taimente lotado' com "'
presença de grande
número de convidados
(cerca de 600 pessoas)
que ,foram cunprimcntar
os •recénl·casados.
As vc1a5 S 1MER A
s
eo 1.ocadas nas mesas
a mesa do boio, um a'ima
do conjunto musical, tu­
do isso deram un colori­
do especial a festa.
rn cmVIDAim
De Carlos e Fosa -
nl r, foi no G::cmlo,d I:>
17 cnde o casal rce -
lY,u vário::i nrnip.,os pn.ra
um po::ito:.;o Jani.or e
mui tas brincadeiras.
1,URIA W;t)fdBl '.A
--·---···--
• Mui to bem atendidos
deliciaram-se com .os go~
tosos cemes-e-be~s seI'­
vl,dos!
BCF.IH
Os anf1 trioes de
tio aconchegante fêsta ,
onde os anigos se encon­
trara'll para um animado ,
bate papo estão de para­
béns pela arte de bem
receber!
JD CA.'U.OS E rosAcllE
Desejanos núl feli­
ciàades na ida.q/ ora,
inicia'!l!
r:-::r. a ri. e da stur i
ra Caçula parans ,
retl.lm ·ntc c,5 :.i.v;,,n rui lo
lindos! Na ante sala do
clube estava Maria Mi
lena recebendo os convi­
dados Juntar nte com una
/ fc•:;La perfei t;i ,
de 15 anos de Marta tta
ela.lena teve lr,Ício!
qunndo fomn di:;tribu_1
dos os-convites dia 20
que rol . cc:mcmomdo cor.
una mlssn na Capela.D_1:.
vino Espiríto Santo e
1 ogo apÓs -cem un gosto
so jantar no Clube Bc­
lavistcnsc.
1A XI5S
CJndc muito jovens
fizera'!l-se presentes;
o Pe. Bento proferiu.
sie;iificativas pala­
vras que c~laram fundo
nos mesmos!
,'l...oás
A mlssa o· Belavis­
tense cem ITUi to som e
luzes, onde a mesa de,
doces e as lindas lcm­
brancinhas, cem leques
(o rrotivo foi igual P~
• ra o convite),coleta
ram a per-feição da fes
ta.
A VAISA Dffi 15 Nil:i
Foi dançada por vá
rios amigos. ·Dançara'!l:
Laura e Marcos Palmle­
ri, Cláudia e Flávio :
Kovinho e L61 cia­
na Ocariz e Eduardo,
Nelson e Rose, Piti e
Jorge, Sllvana e Lu.Ís,
wciene Proença e Guto
Poka e El'1)', Sora,ya e
Albenir, Josenith e
Anselrro, _Alessa"ldra e
Ama.rlldo, Badu dançou
com Mário Marcos.
AS iailliAS
Usava graciosas
rrodelitos branco e re­
vale
, . .:i.C,
"ibtiu"' vcsllu U'!l l 1n­
do vestido bronco, sendo
0 corpo cm rendn france­
S:l rv...:bordndo com ocrolas
saia longa em charalotte
NÓS 9 1A?
A graciosa ;vdalna
apagou velinhas so ,
npl .:usos e parabens vo
cê dos conviados pnen
tos! Ê depois a ncnln~
dê. ... curtiu~ sem :c.ui­
to anim:.iào e dé'J1çar.:: 1
pra valer.
sa ..
lembrar que o vestido,.
da aniversariante· e
oas nulta.s garotas que
O Sorriso, a felicic
de que demonstravas se -
jam teus comp2nheiros,
serpre. Dorinha,paraben
pela festê.,pelo carinho
c/que'recebcste g todos
que foram CLil1primcn,Er
tua filha.
E O PESS!l.'!,_
Preparando-se
com muita animaçao para
as s noites de folia ta
to no Grenlo caro no Be­
lavistense l Huitos blo -
cos preparando-se para,
uma disputa suila.
Um alerta aos Srs.
oais e responsáveis: ile~
ses dias não de carro pa
ra seu filHo policie su­
as atituddes: não o dei
xe ingerir rruita bebida,
alcOÓlica prlncioalmenté
lança perfume: Evité
õborn."Cimento futuros ,
pois haverá vigilância ,,
por autoridades corpeten
tes té..'1to dentro caro
nas imediacÕCs do cl,.be!
CARIi A
REOAÇAO
/
R·de Belavlstense do
Jornais.
ia sst!faço do ,
conhecer o crecien'
de nossa re'o e do
nosso município, zbe­
dor que sOClOS én lute
do dia e. dia: r. ·n
cer:.t:za e:u::: viver<'­
onde ?. econcmi do
pás está vrrasada,sen
óo corroldD- ,nevc:-,.:ntc,
nêlo té:.'1LC!l:1a da in-
1as7 Gire. satr
do na frente can rn.
de trunfo de una futu­
ra falencia, os juros,
exorbitantes alcan
cndo um dr' maio•
res índices de
crescimento de to­
dos os ter.pos.
Vlnos crescer cNTI
toda sue. hurJ.ldadc
alcançzndo sucesso f"Y'
recedor a R?ede Belavi
vistense de ornais
tronscri to há 15 nos
nos anals de Bela Vis
ta:dirigida e Editaóã
pelos errpresárlos Sr.
Ivaldo Pereira e sua
Esposa I!aria Estola V!!_
lasoucz Pereira.
A esta empresa
que ccxnpleta hoje ma -
is u ano de
tece
que
sua
existencia, nossos
parabéns e que vocês
continuem crescer.do,
nntendo assir; sem -
pre forte, para di­
vulgar, tudo .aquilo
que real!nente acon -
no un.do em
vive.rros ..
Cordialmente.
l"'ÍlVEIS COPAU,R LTDA.
Luiz Carlcs RahaJ.
Maruce de Oliveira
Rahal.
e
TRIBUNA
Esportiva
Ld;; /js:;.•, 21/02/c:7.
J!es:.e é=iíJ2.o rJia 22/ t!e Fcv.vaJ. nccn ecer ef'
Carocol u.., p;raide jogo entrv SELEÇÃO DE C/PJ,COL
X SELF.rÃO POSTO IPIRAr:GA rtprosc-ntando Eela Vlsta:
o joco-será. realizado a cardr cbs 08:00 hs,lo;;o
er,Ós este aconc.ec~-:-ento os ntleta.S Belavistcnses
sero ser!os cm um delicioso churrasco ofercf
do pel'él equi•.e <Je Caracol.
Acontf'ce•-á no dCtl•ir:i30 dia 22 na baixada Co
rinthiana u grande campeonao de futebol de cr
cnde estarão os cr.:oues da nossa cidade. Hauerá
lind.Íssimos troféus e redalhas para os vencedore!1,
vá e prestigie.mais este <:vento que tem coo b­
tiva desenvolver o es;Jor·t,~ Belcvistense.
Neste da:ilngo dia 22 .;contecerá a 1 CORRI
DA CICLÍSTICA em frente a Lanchonete Barril, par
ticipe e você terá rrais chance de gani1ar.
Receberão prêmios: ~
l? Lugar - 2? Lugar- 3? Lugar-4?Lugar - 5? Lugar-
6° Lugar.
Inscrições na Lanchonete Barril ou na L;,ncno-­
nete 2001 Lanches, até DEI!O pela marra. Esta ]
corrida conta com o apoio da Prefcitu.."'a D.micipal r
de Bela Vista, senpre de rr.ãos dadas co espor·
Bela Vistà '{r,;s), 20 de
C- • '<f -
ABRA A SUA PORTA PARA O REQUINTE E O BOM GOSTO
SERRISUL MOVEIS
Acontecerá no r.~s de Março o 1n rUTI-?!V.lA
em nossa ciC:l.d.e na farosa praia do Fio Aa, :ai­
res infore.ac;ões entrar em ccntat.o co::i e návio,:i0
jornal 'i'ribu:'1a da Frontei::-a ou com o Lucy.
suA RESID8iCIA OU ESCRITÓRIO iiEREcrn
,tlffE. REQUINTE. E BOR GOSTO:
GUA.'IDA --ROUPAS ERBUTIDOS.
cO
DE TUOO
APJtJ.RIOS.
COPA. COZIHA. FABRICAÇÃO
RIA S A! & R!a,
Serrasul Móveis
RUA DÀ REPÚBLICA N• 100
FO_NE: 439-1296 BELA VISTA - MS
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