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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº824_19_03_1987
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DELA Vl STA - MATO GROSSO DO SUL
TRIBUNA DA
A'.O: XVI 1 '· D
osse e arcelo
É PRECISO
Acreditar
-- 'ao sei o qu fao
ti e tende a plotar.
- E;toa des peralo, no bancos tso '
ao fazendo nnda a, duplicnatn s ja resto
'ardo, vao todas para o pau (car'rio).
- !-. ;1eor 7 r:r, LOII c!r Vl:r,do Jl1... lJ ,r ,'f/'l,
·om esse5 Juros vou quebrar.
-- Pois , nao nto dinheiro pata ta -
ta. Dvc e nao tnho onde arrumar aituhe [
'unto.
Esses 5ao alguns comentar io...; q,,,ll O'JV l
os nas ultimas sranao, fora:. de comerei
antes, pecuaristas, profissionais !Ihraí,
nfirr., da chamada classe média, dos produ
·ores, dos que forr.cntar.1 o µrc:..1,-·u;,;o c e<· -
r-:un empregos.
Concoraos plenamente, a situação no
•stá .:'ác1l. :,as, :!OJ2, i-<Al!S Dn QUE rlCCA,
;_ PRF..CI.SO ACRrniíl'AR, no Brusil, no Estudo,
a região, em sua cidade.
Cert.o <iuc nincu;:, pode fazer mi•' !f'()G.
.'as há algumas medidas que poderão :udu:--
;.()Sd(: sexl ·-'.,ir-c1 . ,uvcn,u<.Jur. que foi lla- lu Miranda. ...:0r pÚblico, abos no 'ar a snir da "crise. Não são regras nicas,
Ca:rpo Grande, cooo as ou- mez Tebct durante seus As solenidades àe pos- que dos Poàeres, o cen- m;:is ajudarão.
tras capitais do Brasil, 10 meses à frente do Es- se e de transmissão de tro administrativo do lP) - Acreditar, acreditar-, não dei,:cr·
já estava em pleno clima tado; e outra para rece- cargo, foram realiza.da!, Estado de Mato Grosso do que o p<:ssimi:;rro torc:e conta de voe;;. Pen-
de festa. com ruita gente ber seu novo Governador, no ensolarado do.'111ngo do Sul. sar positivamente;
se rroviircntando. tanto na (foto acima) eleito em dia 15 de março. Muita gente, pesE:oas _22) :._ Não parar: de tro.balhar, de prod.l,!_
cidade cano no parque dos 15 de novembro passado , Para as 09:00 horas es das mais diversas áreas, zir, cruzar os braços ni.i.o vo.l adiantar n:,.
Podere?, que era o centro com milhares de votos , tava prograwda a posse doutores, polÍticos, em- da;
das atenções. conseguidos pela bem en- na Asserrbléia Legisla ti- presários. diretores de 3 2) - Contenção de despesas ao :,,r,x1rno.
Era uma festa com du- gendrada campariha do PM- va, e por volta das 10:30 errpresas, prefeitos, re- Se comerciante, ;,recurar co:nprar o estri-
pla: finalidade: uma para DB e Aliança Derrocratica horas, a trdllS!Tlissiio do pÓrteres, etc... tamente necessario, não fazer "!!!ais con -
se despedir de un grande 'por todo o Estado: Marce cargo no Clube do Servi- ~A 2!:A ?Í~ 1i::11Ei?.<A. tas".
_ / } g) _ Procurar, de todas as maneiri:.S,
os CONSTITUINTES E o ·Moradia e Angústia '~º~~~ s~!~~redores "estão su:ocando"
PODER POLITICO
O
n;~tc~~s::~e:;c~~:a: :!v~::;as alter-
o problema da moradia nas grandes capi- nativas, criatividade ao máximo;
tais está se agravando dia a dia. • são algumas regrinhas, não vão solucio
Uma corretora que há três anos negocia- nar todos os seus problemas, nas ajudarã;.
vá 300 a 400 residências por mês, negocia Fora disso é torcer, torcer muito para que
hoje dez vezes menos, incluindo vendas e nossos ministros da área eco~Ômica·encon-
aluguéis. trem um "ca:::ú.r..h~.
E as transaçoes costumam atingir somen- Scyad ja cstrcu, coo exeplo, u ca-
Le as de elevado preço, geralmente para as ::úr.ho ...
grandes firmas. Outros deverão fazer o eso.
Casas ou apartamentos. de um, dois ou Zr.quant:o isso, vaos trabalhar e tor
três quartos para vendas ou aluguel, sao
raros e a preços inacessiveis.
Quando um casal de noivos procura una
moradia·para casar-se, sofre tanto, que é
comum aparecer depois no consultório do
psiquiatra.
(Veja ec O?INIÃO/DEBAYES. na
PÁGIW. 03).
Os constituintes de 1987 parecem per -
didos em seu próprio trabalho. Muitos não
são do ramo· outros não sabem ainda exata
ente porque foram eleitos; os realmente
conscientes da missão que o povo lhes con
fiou, estão se degladiando em torno dopo
der político.
Nota-se claramente a exis~ência de dois
grupos na Assembléia Nacional Consl~tu~n -
te·. o primeiro dos moderados, aue desejam
um regimento interno que lhes permita tra-
alhar e oue esteja voltado. apenas e tao
somente, para o disciplinamenco das ativi
dades dos parlamentares.
(V.::.JA Hi7É3IA ~ L.."'"i'A NA PÁGINA 03) •
mIVt PROENÇA liUA: AGORA SI!! !
EJA EN"CÁ ENTRE XS", EDIÇAO DE
SÁ:'iAf>O_.
PIVA E MO Ufro
HORÁRIO DE ÕNIBUS
VMÇJI CIIJZBIIO DO SUL
DE BEL VISTA l~ · CAMfO GIWlll(
5 Jtl. 11:00 • 15.1IO T- C/11111-11 • ,.._
DE BEL VISTA l CAl90 G1WC1E IIOTUIIII ZS:00 11s.
DE BEL VISTA l P. fORÃ • 1:1111 • IIZ:00 • 16:111111S.
DE BnA VISTA l lQJIWJOS • 6:00 C/ -.ao .. ANTÕNC) JOÃO li$.
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Rua ANTÓNIO JOIO S/N" BELA VlSTA MS..
A Carta de um Pai para um
Filho viciado em Tóxicos
Meu filho querido, mi~~a filha querida.
Como é que você e eu estanos encarando
desafio desta necessidade de tantas
t.ransf'or~ações?
Sabe, você sempre procurou esconder o
uso do tóxico que voe; fazia, mas co~o
sempre fomo amigos, é bor tocar.os nes:e
assunto, porque você, mais do que n~r.gué~.
e eu também, sabe7os que coisa que d zra
~alho e exige sacrifício é ~udar.
Mudar para você, vai te obrigar certa
mente, a encontar o desconhecldo, a~uilo
que você não sabe, não vê; o tem cere
za, r.-:.as r::ude.
Sei da sua situação atual, cheia de de
senganos, quando te usara=i. c:uar.:Jo :'.i.ze -
ram de ti sonente umn pacote. um cigarro.
um p ó . ( V e ! a m a t é r i a cop!e:a n a l : ! m a pi
g1na).
.hon:1 ,, .. ·o<l·
n±estivrem oul
não zs obrice,
4 urria, Tara
ts oo a rsnlnr-!
M ,,9 Mar f!'l, t~ f/)·C;<., !u-
J D , , u no :;;J 1 /,O d l,
Edital de Cclnvocação e mi ae
- Eiroor a rora u
la para o bn!o
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ATORIA RAL
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Um dcpuLudo f, ! :nl ,
ln::;crl to para flor na A;
sanbléin 11:.clon:il Con,1 í_:
tuin te, levou u::: r:us o
•· qi.wndo foi chrn:·cio. É cu,'
os ~ con::;titui nV'S i:n -
cri tos antes dele, n(Ío ii:1
vie<n respc-.,dido à ch.:r· ·•du.
Dcsistir-díl, por falta
de assunto.
Esse deputado, co·n<:,:o•J
:;im seu discurso
+!nmmn tis quer fa-
n::io
:J::;o ouvido::;.
H e c l im:i dr r.ran
dL' ~:•'11'(10.
E:,·.Õo Out:J"':ndo voL,11·
,., ir r.11bora.
. É cocrio di z1a un hure
c:s1:,: Tadir.ho <lo povo,
r, l!l ·dnov·
'ou dqurlg que da r
cr a na r;1 u!n,te.
drJ xá-ln e rJi;:c>r no po
v o que está acontecen
do aqui",
pp! as , ... ..:r>!. _e: tt:.:. e;,
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YundAdo o~ 20 de Fevereiro de 1972.
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REDE _BELAVISTEN5i:. DE JORNA!S LTLA
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INSCR. EST.: 28.219.00
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-
1
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• 'ocumentos N? 35
FILUDO À
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REl'RESXNTANTE EM SÃO PAULO:
ROO - Comunicação S/C Ltd
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Fone: (011) 290-9664 ' -
CEP 02010 - SANTANA SP
Telefone : 43 9 .10.25
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1 A
0PINIA0/DEB4
OS CONSTITUINTES E O
PODER POLITICO
Os e+: uns de 1987 parecem perdi.
dos em ea próprio trabalho. Multon no
flilO <.lo ré.trr.o: <.;J L roo não sabem ainda exna a
mente porque foram eleJ Lo:,; os rC'é!lmcnte
c:or.•1c1cntcs ela missão qu<.• o povo llies con
fiou ci;tiío :.ic dcr,ladiando cm torno do po
clt•(' pol Í Ltco.
~otn-se claramente u cxlst&ncla dr clots
1rupos na Auscmblbia Nacional ConnLituln -
,e. O primeiro, dos moderados, que desejam
um regimento lntcrno que lhes permita Lra
bolhar e que e~Lcja voltado, apenas e tão
somente, para o dlsciplinamento das alivl
dudes don parlamentares. O poder político
para estes existe, sim, mas na forma que a
futcra Constituição determinar.
O segundo grupo, Já denominado dos Xii
tas, craças ~ su~ agressividade e o deseio
de domÍnlo do poder polÍtiQo por intermé -
d1o da Constituinte, está realmente preocu
pado em {azer da Assembléia Nacional Cons
tituinte o centro efetivo do poder nacio -
nal, tal como ocorreu na revolução france
sa.
Dessa forma, se sairem vitoriosos, _pode
rio, por um golpe sujo de mão, determinar
a extinção até mesmo do Poder Executivo ,e
colocar em seu lugar, para gerir os negÓci
os pÚblicos do País, homens que integrem a
Assembléia Nacion&l constituinte.
Fsquecem não só a lição da história, co
mo repudiam a própria tradição brasileira,
que tem sido (com exceção do episódio de
1946) a de razer atuar, juntos, o Congres--, oara uma cidade do interior. t•ies:no que seja noutro
-~o e a Assembléia Nacional Constituinte. stado, desde que nesse lugar haja casa para morar.
foi assim com a Assembléia Geral de 12 O diretor, com muita boa vontade, diz que podera
de novembro de 1823, que aprovou a Cons- consee;uir-H1e, mas no território do Acre ou Rorai-
_tituição do Império em 25 de março de 1824 ma. O casàl c:caba acei tog
O fato repetiu-se com ::.. convocação, em 22 "Nova RepÚblica" certa· Ch-- 1 ·
de junho de 1890, do Primeiro Congresso'Na r.-ente vão ser mais i'eli aplin Calçados
clonal dos Representantes ào Povo, que vo zes que os angustiado~
,teu, com 300 emendas, texto de Ruy Barbosa recém-casa.dos dos cubíc
Para a primeira Constituição Republicana.a los das grandes cidades.
de 24 de fevereiro de 1891. E com certeza ta'!lbém
_ Em 1934, um Congresso Nacional, com fun felicíssimos se copars
_Çoes cc-nstituintes aprovou a Constituição rros com os que se neuro
de 16 de julho de 1934. Passado o pe rÍodo tizan vivendo com a SO-·
d~ Estado Novo, no qual vigeu por imposi - gra. Vida infernal, ser.1
Çao .do ditador a Constituição de 10 de no- poder sequer ::.."00,-'lr icJé-.
vembro de 1937, i'oi então convocada a Úni- ias pela presença cons-
1
ca Assembléia Nacional com funções exclu- • nmte dos parentes, tcs-
Sivamente· constituintes, que i'oi a que vo.-, te.!U"hanào sempre O que :
t • • deveria ser SÓ dos dois.
ou a Constituição de 18 de setembro de
19
46. Foi um Congresso Legislativo que a' quando vier um filho?
Provou· a Constituição de 24 de janeiro de Ele, coitado, será tam-
1967
a Emenda Constitucional n? 1, de 17 bém um futuro neuróticc ·
de outubro de 1969. e
05
inquilinos ans
Aos cons tiuines atuais cabe trabalhar tiados pelo despejo?
em função da Constituição.que o Pais quer, (Plana).
sem a preocupação de assaltar ·o Poder Poli •Jo:;é C. Ferraz Salles.
'!co da Nação. • l ~;
E' isso o que deles o povo espera. (?l'ari"') ~.edico Psiquiatra e
, b (Luiz Ferreira Lima - Jor-nalista e col_~ "'.'Ofessor Univcrsitári~ .
. orador da Agência Planalto), . -
LU·SO -· COIViERCIÂL. Í.TDA
. . . ·F-· . ·.. . ,
. AGRO ·PECUARIA LUSO LTDA. LUSO COMERCIO
• . .. . , - . - - .
E INDUSTRIA DE -MA_DEIRAS~sEcAGEM E ARMAZENA_
MENTO _ COMPRA E VENDA DE GADO_ MADEIRA COMERCIALIZAÇÃO_
Bons Negócios:Lucros Certos.Produtividade
Moradia e Angústia Dedicação e nmor
tal está se gravando d!
Uma corre ora que há +rê
v 300 a 40O residência or
1oje dez vezes menos, incluiu
luuéis. E as transações costumam atintr
somente, tu de elevado preço, pra]monto
para rances firmas. Casas ou par ameno.
de um, dois ou três uartos para venda ou
luuel ao raros e e procos inacesiveis.
Quando um casal dono!vos procura uma mo
adia para casar-se, sofrg tanto, que
.1,urn ~ parP-cer depois no consultório do
quiati·a.
O caal de noivos gasta sapatos nos
fins de semana; procura de mor-adia. Nao
a encontra nas'proximidades do trabalho .
Quando sure um apartamento, o prco é ab
surdo. Um apartamento de ur:i quarLu.!Jc1la,b:•
nheiro e 'Kitch!nete', onde a ca.r:1..i é tii.o
pequena que os pés ficam d·• fora e no ba -
nheiro só pode entrar um por vrz, sendo mn
p,ros, custa de 8.000,00 a 10.000,00 cruza
dos.mensais.
l1, 1
, .s wdo t /
rbl te.a?
(1ora).
ConsUtuição à Vista
Falou-se anto em mbléia Iaclona]
Constituinte, em nova Constituição, em
tantas coisas que, depois da Ins ala;ão
dos trabalhos constituintes, udo se tor
na desinteresse e desencanto. Se os anre
dos parlamentares que acompanham a elabo
ração e aprovação do Regimento Interno ,
puder servir de modelo então será um de-
O casal de noivos resolve procurar casa na per
feria da cidade, 30 quilômetros do centro. Ua ou
duas conduções, uma hora: e meia _de trânsito.se não sesperado Deus nos acuda. Teremos um t:cx
cnover. Nuna dessas "viagens", à procura de casa,o to constitucional prolixo, balofo, casuis
casal é assaltado! O caso é real ... entr.:=n cm de- tico. D"nt.ro de alguns anos!
pressão. Desiste da casa na periferia. A data corrr- r-----------=-------------1
binada p/ o casamento vai se aproxi::.ar.do; Fiz w.a
sugestêo. O noivo procura o diretor da fima onde
trabalha e indaga sobre lll'.a possível t:--:,,..nsfer:ncia
.1fi.s(f8J_ITY
CUASE ICSCIETE"
Em homenagem à 1em- gosto, teus seios, te
bança do teu corpo, us reios e me esqucu1
fiz da memória mu- minha memória-minha
lhcr e a amei: amada, quantas histó-
tinr.a teu rosto, teu rias a aprender?
mois do quo do móquinos,
PnKisomos da humónidada.•
C0IVIAROS VOCÉ PA?A VIR CCHEER"
-------- ----- - -- ------
A
FJNOS
LAS,
RUA:
ULTIMA MODA EM CALÇADOS
E ESPORTIVOS, CINTOS, MA
BOLSAS E LANGER!ES.
CONDE
.RUA OUDIJE OE CAXIAS SN _ Gil/A LOPES DA LAGUNA_ FONE:
251.1055 PARA RECADOS-~ RESPEITO -OE COMPRA
E VENDA ·DE GADO [URGENTE J. TRATAR PELO TE_
ERA
..... ESPERIJÇOS
DE
A
PORTO
VIST!HiS
SUA
ALEGRE, 185
VISITA ...
Com o Pé Firme na Moda
LEFONE: 2.51:.1364
1 POSSE E · IRCELO MIRINDI SOIRES
NOVO GOVERNADOR DE MS
1
5» ode sexta-feira, 'amp Grande, comc
o es outrn cp1ti do Brarll, ja estiva c'
onolleo cl!ma de fez,ta, com mu! .a pen e ;e
·mnlvomovimentando tanto na c!dade como no Par
b oupque dos Poder .J, qtll. ra O r ·n 1. C l) Cl<1.., /J 1. ".':
x Era uma festa com aupl, finalidade: una
pra se despedir d um /1.l'ónrJn Cc;v, :·n:,.dor,
que foi Ramez Tebet, durante cu 10 mee
frente do Estndo; c outra para receber
seu novo Governador, eleito em 1 de nover
br·o p,,:;.;r,c!o, C()tr. m1 ll1arei:; rJc voto:;, conse-
u!dos pela bem engendrada campanha do
PMDU e Aliança D<:mo<.:ritt.icu por· todo o Est.a
do: 'Marcelo Miranda,
A:s solenidades de possv e de transmis
~~o de cargo, foram realizndas no ensola -
rado domingo do dia 15 de março. Para as
09:00 horas estava programada a posse na
Asscmbl.'.:ia Lep,islativa, e,.por volta das
10:36 horns, a transmissão de cargo no
~lúbe do Servidor PÚblico, ambos no P~rquc
dos Poderes, o cenLro administrativo do Eg
taoo de Mato Grosso do Sul.
Muita ncnlc, pessoas das mais diversas
áreas, doutores, políticos; empresários,
diret6res de empresas, prefeitos, repbrte
rcs, se aglomeravam por to':los os PSPaços
do Palácio Presidente Tancredo Neves, a A~
sembléia Legislativa do Estado de 11.:-to
Grosso do Sul, esperando ur.siosos pelo lr:l_
cio_da solenidade de posse do seu novo C
vernador, o grande ido!o do povo sul-mato
grossensc, Dr. Marcelo Miranda Soares.
c!om um-certo atraso, e isa comum neste
Pais, foi feita a abertura dos trabalhos
pelo Presidente da Asscirbléi-1 , Lenislativa
Dcp. Jonathan Barbosa, sentado à mesa onde
se encontrava também o Sen. José Fragelii,
representando o Presidente da República; o
Prefeito de Campo t:rande, Juvêncio Cezar
da Fonseca, o 12 Secretário da.Assembléia,
Deputado Ary Rigo; o 22 Secretário, Depu -
tado Akira Otsubo; e Dom Vitbrio Pavancllo
arce-bispo da cúria arquidioce·sana de Cam
po Grande, além, é claro, de Marcelo Miran
da e George Takimoto.
O Senador José Fragelli trouxe a mensa
gem do Prcsidênte da República, José Sar -
ncy, que foi lida cm voz alta pelo lg Se
cretário, Deputado Ary Rie;o, e numa de -
as partes dizia que '
1temos a responsabili
dade. comum de consolidação.das instituicõ
.::-._ ~ior.oTur.dar o processo democrático • e
vencer as grandes dfficuldades sociais,
'com vistas a desenvolver harmonicamente o
nosso Pais. O êxito das propostás sociais·
e a prioridade dos programas defendem tam
bém a possibilidade de somarmos nossos és
forços, para que eles possam corresponder
plenamente às aspirações do povo de MS."
Logo em seguida, foi pedido aMarcelo
Miranda que 'fizés:;;e seu ju-ramerlto, repetiQ
do as palavras do Presidente da Assembléia
Deputado Jonathan Barbosa, que foram as se
guintes: "Prometo manter, defender e cum·-
prir a Constituição da.República e do Est~
do, observar as leis, promover o bem geral
e desempenhar honrada, leal e pat_riÓtic« -
1
mente o cargo de Gove·rnador do -Estado de '.
Mato Grosso do s,,1
11
•
A seguir, o Depu
tado Jonathan Barbosa
falou: "Em nome do P.2.
vo, que esta Augusta
Casa representa e no
uso das prerrogativas
constitucionais, de -
claro empossados nos
cargos de Governador
e Vice de Estado de
Mace Grosso do Sul,os
Senhores Drs. Marcelo
Miranda Soares e Geor
ge Takimoto",eles que
foram eleitos, legitl
mw.ente no grande e
disputado·pleito de
15
de novcnibro do
ps53d0.
O dircur_so de
Marcelo
Após ss declaração, o granue
público que superlotou ~s dep,ndêr.cia~ co
Plenário da Assembléia aplaudiu calorosa
mente, tomou conhecimento do Tero OfI-
cial de Posse. e ouviu atentamente o lon
go discurso de Marcelo i•íiranda.
'arcelo demorou cerca de 30 i
nutos para fazer seu discurso de pos$e,
con suas 20 laudas, que começou assim:'
"Inicio neste m6mento, ao lado de r.:éus
companheiros do P;DB e da Aliança Demo
crát.ica, e do povo de MS, r.iais uma impor
tante jornada na minha vida pÚb li ca".
Dei~ou bem claro que pretend•
fazer um governo éonjunLo com o povo, di
zendo que 'A comunidade está, desde já,
'convocada a engajar-se nesse esforço do
desenvolvimento atrav~s de suas entidades
representativas, associações, sindicatos,.
grêmios, instituições beneficentes, que
são os canais da participação popular
nesse importante mutirão".
, Foi austero quando declarou que
vai administrar os recursos financeiros
com muita atenção, dizendo que "àe . r.oss·
parte, zelaremos para que o Governo nao
agaste um só tostão em atividades supér
fluas. A outra face de cada cruzado arre
cadado, haverá dê se materializar em es
_tradas, escolas, . postos de saÚdé, redes
de água e energia. Esteja seguro,. contri
buinte, de que sua cota-parte na receita
do Bstado se transformará em mais criêJ1..-
9as em sala de aula, em um menor Índice
de mortalidade infantil, em um litro de
leite na mesa da_farrtÍlia carente, e'rn uma
carteira a IJ!.Bis nos cursos de profissio
nalização do menor abandonado, em ·um Km
de estrada para escoar a produção agrico
la, em.uma casa para abrigar UJ:la :famÍlia
favelada".
Essas são algumas promessas um
tanto "perigosas", mas o povo parece de
positar muita confiança em Marcelo Miran
·da,·esperando que ele faça realmente u~
bom governo, principalmete quando disse:
"Mais ainda: essas realizações não serão
centralizadas no Governo do Estado. Nosso·
prograr:ia e~volverá ação conjunta do Go-
de1a
.ho, Jardim. Boni o
o·e a' to, e pr ocupados
r :J<;on:1 UO YlO'J"; pav rnador, Ja que ] ,.
±o de mui o interesse para oda na
principalmente quando disse que "de
coI«a !quem certos: a aço d e meu Gov1
no se tar sentir em todo os rincô
deste E:stndo. No medirei! esforços por
que cada cidadão sul-matogrosensse inta
em seu dia-D-dla que ali onde vive o tra
balha, meu overno se faz presento' .
D todo seu longo discurso, pu
dcros ressoltar, as ,rinclpoJs propos1ac
o~ 1-larce 1 o Miranda, para seu overno:
- Incorporação de 1, 2 ml lhé;u;
de hectares à produção agrÍcoln·
Austeridade: Zelar paro que o
governo não easte ums~ tostão cm ativi
dades supérfluaaf
- Interiorização e dcscPntrall
zaçao do poverno, dando importância aos
municÍplos;
Industrialização incre~~nt&dc
pela ofer:a de incentivos ~lscals;
- Criação do Banco de Desenvol
vimento do Zstacto;
' - Criação do Polo 3iaerúre1co
de Corumbá;
Instalação de Ter:elétrica.
tendo coo combustível 'o gás boliviano;
-. Prograr:•a de ele tr·ifJ.cação ru-
ral:
Prin.cipaís
Propostas
Programa dos Cinturões Ver
des, em convênio com os mu~icÍp1os;
- Incremento aos setores de M:
mazenagem, Irrigação e de Rodovias;
- Educação: ão permitirei que
em meu governo fique uma sb c~iança for~
de sala de aula; • •
- Criação da Universidade Lt
dual de Dourados;
,, - Saúde: Combate is doenças de-
te:minadas pela pobreza e incre□ento ~
aes integradas, fundamentadas em solu
çoes comunitárias;
-. Segurança Pública: a prever
9ao_ocupara lugar de destaque no faros
binomio "prevenção/repressão·•.
- Pantanal: explora;o·turísti-
e as a
- Mulher: I:plantação
lho Estadual da uLhe..
- íao: cr±azo do
Estadual do~,D!reitos do Índio.
NOVI
do Cor.se-
Conselho
"OS IONS HHITOS DEVEI SEI CULTIVADOS"
• A CASA NOVA OFERECE O QUE H DE llEJ.Hon.
- t: II IS T . ! S , JIINQ EDIS, APARELHOS I» E SOM, LOIÇAS 1 D !.
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• • '" • ).Ili-. !· .. TENIMENTO
li
TELEFo "". • , .•
., "- - 1 3 O - J 3 O
MELA IIST M.ATO GOSso o spp
1 Posse de Marcelo-Conli
►t r l ..
o
plena con4
-:ov,, n:, n·:o f
J-:, ')!' 'J'1,• f
os do rclóg1o.
Foram marcdos pel
ce.. • nl< dos cor•, .,o, ~"
de gove rno. n c:ut.
Secretar!os de Estado
nresa servidores públicos.
lt•G quv pul ;,!'H'il"l
acrcdi aram nos d, .; ~; r.c.,
1S
ApÓ:; o encerramento dos trabr
l,,ur; e a execução do Hino de !,lato Grc,.
rlo S1...l pela Bando. da PolÍcia Milit.:
,iarcelo Miranda saiu do Plenário, segul ,.,.
de uma comi tiva de parlamentares que
accnpanhou ate a saidn da Asscmbl~i.
quando passou revista a tropa que est.v.
perfilada na rampa de acesso.
Dai, seguiu para o Clube dos
Servidores, onde o esperava o Governador
1amez Tebet para a solenid2dc de trans
mtssao de cnro.
i-!o momento em que !larcelo ':
anda chegou no Clube dos Servidores. no
Parque dos Poderes, o salio. enorme. es
tava completamente tomado pela impressio
nante quantidade de pessoas que se espre
miara. felizes por poderem ver de perto a
solenidade de transmissao de cargo.
Rru,iez Tebet. logo após ter fei~
to a declaração de transmissão de cargo.
fez um lon~o discurso. emocionado, tendo
SC:LJre a seu lado sua esposa Fairth a
uem agradeceu pelo seu apoio.
O discurs.o • de
Ramez
r /
AMH
. ser,ul r fo1 lida pelo Jo o
-~it.l. D car·tn do p,_p;,. Sr .. rn~y .:-t: --r·-.:c·-
.;1randri. à.., c:uãl ressul ttr· .. o:: e., t- rc-:r.o
"conhecedor das quali dociet· :,-:::,
o2is inciclicas e da capacidade dnin!s
(rativa do i luscre Govern<ldor. '""UC: ·o t~•:-, •
ém parabenizar o povo desse Estudo pela
posse de,
1
. Er.ci;;- .. f"orr:i•Jlando-lr,e: c..s vo•
os de êx!to político e de urs aCrinis
aço plena de realizacoes sincnizde
co-, as D.J~ ;,] .... !=': Dsni ~,,...,;r-::, ~JoÓul:·r·r•'''
Depois foi a vez de Marcelo i
randa se pronunciar. novamente com um
longo discurso. sempre entrecortado pelos
aplausos do grande público presente. Sem
pre com voz firme e segura. dirigiu-se a
Ramez. di:.:.endo: lli-íeu caro Governador ila
mez Tebet. receto de suas maos ? bastac
dos destinos deste Estado, a mim conferi:
do pelo povo nas urnas de 15- de t!ovembro
Comigo entra e:n campo o cime que ter,10 .ta
certeza.· pelo seu trabalho. fará c povo
vibrar durante a partida que agora se
inicia".
E mais uma vez. Marcelo assUI:liu
perante o povo o compronisso de trabalhar
mui to pelo progresso de MS. dizendo: "Va
mos arregaçar as mangas. muito trabalho
nos espera. Toda esta equipe está cons
ciente das responsabilidades ~ue recaem
em seus ombros. J.iS tem pressa. Chegou o
momento da redenção econômica e social
deste Estado. Kosso coração tem a respon
sabilidade histórica-de cons:ruir aqui um
grande Estado~.
Por volta de meio-dia. após seu
longo pronuncia7.ento. enquanto era cu~
. primentado por secretários. amigos. cor-
• religionários. autoridades e yessoas pre-
sentes~ forai":i serv:.dos !"c!'rige!"Z!ntes.
aliás oportur.a.-r._ente. pois es~ava r:.uir:o
calor. deliciosos salgadinhos e um sabo
roso vinho branco portugues.
E enquanto degustáva~os o vinho
branco. conversa7.os co::i. o Pre~eito Ab~aào
Zacarias, que estava presente à solenida--
1
de con sua esposa. bem coo ouras auto
ridades belavistenses co~o o Ver. Evilá-
Do seu aiscurso. semp!"e
~~~Pido pelos aplausos sinceros da multi
ªº· retiramos os seguintes trechos:
"Ao cransmitir a Chefia do Po
~e~ Executivo do Estado de Mato Grosso do
::,ul: !"aço -o com o mesmo sentimento. re
lembrunéo o di;; em cue assumi os destinos
ée MS. t,:ã.o assuml i~duzido. Assumi con
~enc1do. convencido das minhas responsa-
~l1daàes políticas e administrativas e
r.o transmitir agora o ctirgo. com prazer.
.fom alepria e co::-i sacisfaçõ.o'.· tar.:'bér.i
sio :ara."làa e esposa. o Juiz de 'Jirei:o .
José Paulo Cinori e Ayres Cafure.
Abra.ão
'revista E
J ,... o C-
·:·· .. e lo d
Ot ln ... '<...., .. - • _ J
'ar () o 1 r '.;r:o
:unciamsn, os fá (;IJ",/ l:J
p O V r , C ,J vir • " .. J . . ' n '..; ..
:· .. :v,:.." 1 • ,:~3 ',vc, .. o ..... ,--40 • :· 1:1..1.clpi<J,
11
•
; e..; J.. ;J:: 1:1 i r:v • dr t •·c:~J:.tlho com
o novo ovro Araão sr referiu a nodo
'. 1R.3 o fo aro t ·cho Pela VI
•-! rc... au cs'r r,rio como sento ",
[J:-"i ... ~ ... i'(t ;'ll OV ,r.ncf:.t .)' T' •
J2inici..:.r .. ~..: obr: .. -:;· ,.,.,_. forF•ri
.3 ituanao oeono"nica interno
'uul do Br+si1"
Quando per7untamos a Abraão so
interrompi
causa a pe
ex ternn
,ro t.":'I rJos
11
(-!::[')i.:i!'v:.,~'' :H ~arz;_n :.o do povo
lmvistenso. que o problema da energia
"'clétr i"ca, •.:lC' dis~e qu, "Jil ranLivemos
contato cc~ o Dep. Ricardo acha obre
3se assunto e cremos que dentro em breve
r.eremcs esse probira solucionado''.
e::. mais ur.a vez vmos esporar
O Secretariado
JUS7ICA: ROBERTO ORRO.
Ligado à Justiça e de !déies.
progressisas, sua capacidade leva a crer
que sera um Secretario a alura da expec
:ativa.
CASA cr·nL: Lc;:::;RES r-!ACHA!)O.
CASA MILITAR: GEL Jost. REIS POUSO SALES.
FAZH:DA: ..:oÃo LE:-:-E SCHH'.IDT.
03RA~: OLA 'O ::iE l,:DHADE "/ILELA.
ADMIN!STRACÂC: 'íH!AGO ?RA'iCO CAr:::;ADO.
P1.Ai.E5E5:zC. JORGE E OLIVEIRA MARTINS.
SAUDE: A~FREDO A?RUDA.
SEGU?..ANCP ?Ú3LICA: LEAL DE O'.JEIRCZ.
_EDUCAÇAO: ALE:xo PAPAGUASSU ::ETO.
CorfüNICAÇÃO SOCIAL: GUILi-iE:u,:E Ct.:::HA.
:AGRICULT';R;, E ?ECüÁRIA: FLAVIO DERZ:.
.TRABALHO: CA!U-iELH:O EEZE!:DE.
,rr:D'JST?.!A E co:-:ÉP.C.:O: ::A:.JIR ::;:JE?-~A.
,DES?ORTO: PAULO FALCÃO.
J-:EIO AM3:E:r:::::: HARRY A!-:(El:t-: ccs-:;. ..
AssUyre:::::_S: APARÍCIO DE
JUNIOH.
ASSU1'!'i'OS C:J:,:;;r:..:: ;..,ucs: c::Lr::A J'.A?CI::s J;.:.
Liill.
Dos enviados especiais creden
ciados, à posse de :,a:-celo :'.i:-=::a Sce.res
e George Tki:oro, no dia 15 de Mar;o de
'1987, e::: Ca-:-;:,o Gra--:de-::s, L"J:JSE'.,'.) SE:7:-l0-
!Ur;E e U3ALJ!:,o RCDR:c:.i.::s .
t
r(.
j í, ,: .:
Cl/1 LA VISTA
0. IA"C ,,,8 Ã /
D·o )e íto q "" a,,.,,.,., "º n•
PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VIST 1
ne::t:RE:70 fi8 0161/.87 - CA.B!r.n: _ DO
PREfl'.]TO E:t_l3 Dt HVF]ff.lf'O DT_L67
O Prcft:i o J.lunJr.1pnl de; Bela v1Bto, Es
tado de HaLo Gruoco de Sul, no uco de ::;ua3
tribiçóc leais, c tendo em vista o que
dlupÕu u Le! Mun1ciprl N2 751/0~, de 10 dt
dezembro de 1984,
llt··r.td·:T/1:
co-
não recolhido no przo regulr. r f1c
cujr•i rr, é,t.ü juros r:or,-t Ór·1o•, écdcul"tio.:
cobre o principcl, lncJ-p•·r.<J(.rt't..'~•~ntr
L.d,uali7açiío l":!",nt:tÚr.n c/u. µc•nollé;,dn cr,
pc,r ccr.lo {1½)
brançn don !1t..rviçon que tra o~ Lei Munici
r,1,1 n9 751/G-i, tem pr-r preço Gz$ ?.000,00 gor na dnt.a (l,:, suu p .1licnçi:io, r,vop,,ô:,:;
(doiê> mil cru:;;,,dor.,) o h1;ctarc• ou froç;iu , as dl!1pus1çÔet cr:. c<,nLrFú'lo.
mais dez. pc,r- cento (10,), cbre o valor, BELA VISTA MS, 13 de fpvc.rclrc CL 19B7.
Lit.ulo dú adrnJnl::it.r-açao. ABRAÃO Affi,;'.JA V,C'ARil'.S
AílTIG0 ?º - O pop,mcnto do~ serviços s~. Prefeito NunJcipa •.
rá dcvitlc, pcloi; propr;c•i;ár-io::; urbüno.o, de-~------------------------,
vidr,rncntn nutlf;cr.dor., todas as ve;zes qut
a Prefeitura cxecular os serviçoo de lim
pcza nas propriedades.
A~TIGO 32 _ os serviços dcverio ser pA- ''Autorize a sessic de cumodalo, entre
ias cm cota ~nica, atrav6E d~ documento de a Prefeitura Municipal de Bela Vista MS,
arrecadoçio m1..nicipal, no pruzo de trin.;;:- e a firma Auto Posto V~ tÓr1 ~ Ltd· ".
(30) dias oµÓE a ~xecuçio da limpeza. O Prefeito Municipal de Bela Vista, E~
PJRÁGRJIFO p _ o descumpr:!.mcr.to do pra- tado de Mato Grosso de., Sul;
zo dec que treta
O
"caput." deste flrtigo, su , Faço Si..lber· que a câmara Munjclpnl,apr~
jei tar·á o pr·oprie tári o infrator ao pagame; vou e Eu sanciono a. segu1 nte: Le l:
to de vinte e cinc<- por cento (25%) de mui ARTIGO 1° - Ficu o Exccut
1
;o ~u~icipal
ta. autorizado a part1clpar do rateio de dcs-
PARÁGRAFO SEGUNDO - A multa sra calcu pesas, até ovalor de Cz$ 80.000,0C (oi -
J.nda scbre
O
valor do serviço monc-tariomEn tenta mil cruzadoi:;), para a perfuração de Aos vinte e nove dias (i'o r.iês de j:mr·1ro
".t· atualizado. urr. poço P.r:-te!'.:
1
enc o imóvel • denominaclo do ano de r:iil novecentos e oic.enta " :;MI',
F=-----------------------l~------=--==-.,..,,.~}'u.:o Fo='to Vitória às· dez (10) horas, reuniu-se nesta PrC'f~J-
Ltda
11
,loc·a1izado· !'la tura Mun:clpal, a· Cor:ii::;sÕ.o MunJr.ipal dr• L1
Rodovia MS 354 Km 40. citação, composta pelos senhores SIUNEY
AR1'IGO 2Ll1a par- !10NTEIRO MASCARE!IHP.S, Presidvnte; ,JA!IETE
t1cipaçio do rateio, FESTI, Mcmbro;e EUGAR PINHEIRO, Membro, pa
u Municipio dever; ra receber, vistar e julgar as propoGtas -·
ser benefi~iado com da compra de 1,000 folhinhas ano 1987. Pro
água e energia elé - postas estas apresentadas mediante Cartas
trica na Escola Muni Convite n?s 016/87, 017/87, 018/87, pelas
e ipal Godofredo Gon: Firmas IMPRESSAO ESPECIAL EDITORA E PUBLJ-
çalves "'°' Silva, em C_IDADE LTDA.; LAMOIIIEP. CRIAÇÃO CftÁFICA; e
regime de c·c,:nodato, VELfüETH & VEl!DETl-! LTDA., trê:: r-especti-
pelo piriodo de 50 vame~te com_sede cm Go1in1M-GO. Dando lni-
( cincoen ta) ·anos. c_1o a rcuniao, foram abertos os cnvc lopes
PARÁGRAFO ÚNICO e feita a vistagcr.1 dos mesmos por todos 0
Pa1·a canto, fica au- presen_!:es. Feita a ~eitura das propostas.a.
torizado o Executivo comissao iniciou estudo de viabilidade das
l-!unicipal a assim,r mesmas. Apos o julgamento das propostac,
o termo de comodato, foi considerada vencedora e carta convite
pelo prazo mencionaCo n
2
,016/87, apresentada pela firma ESPECIAL
no •·caput" deste a~·ti EDITORA E PUBLICIDAD;;- LT!)A d
F
_ - ,, por enten er
go com a inna pro - a com1ssao que o preço apresentado era
0
prietár1a do imóvel. melhor, necetendo visto de t d
ARTIGO 3 2 - A Fi I'- o os os presen
tes, encaminhou-se a proposta vencedora a
r----------------------------------...lma A~to Posto Vitória" t i ta
.a pos er or homologação pelo Chefe do Pc-
Ltda, oferece os se - der Executivo Municipa'
11
d
guinteE_doct:111e!'ltos pa -· a a mais havendo
a tratar, foi encerrada a reuni- sendo
r;s-. provar o seu ctcaí.': lavrada a presente Ata que vai ao,
nio sobre aquela área assinadas. por todos
I - Cer-tidio de Trans SIDNEY MO~:TEIRO 11' se
crição do imóvel· no- • • 'A ARENHAS-Presidente
JAHETE FESTI - Membro
Registro· Geral de ImÓ EDGAR PINHEIRO _ Membro
vel, ex traído do Li- -
·vro competente do Car "
. H030I..OG./;.ÇÃCI"
torio de lQ Ofício
desta Comarca·, Ho~ologo em todos os
refe + . termos a Licitaço
II - Planta do imóvel :e erene a Ata n? 016/37
cor:ipra do 1
000
~ • que trata da
confeccionada em esca - • •Olhinhas ano ,087
la adequada, de formã BELA VISTA MS 10 d f' -~ •
_ • e .evereiro de l9ô7.
, a produzir ur:, desent,o AAO ARA ZCARLAS .,,
r.rezas +l.....- TE]
Assossiação Bras·ilei- DE:C."tETQ Ni
0164187
.
ra de Normas Técnicas ?EEFEJLTO D{• =- - GAS!NOE :!?O
ABNT; E: .27z%.. o p 19e7
<mi': 70200 JIE.L. "J~TA lfS Abraao A.-r.oa Z-2carias ;:, --. -· .,:..n,., ~ • "''.:.
a '.III - Certidão Neg;,.t.1. la Vista Esta. . • ±refeiro Municipzl e e
r· ..;....;.. --1. f - • ao de }o Gnose=. s. -, ·- -- -
_va ornecida pelo Car tr1bu1çÕes que lhe
00
., -=-~- n_o ;:;uJ., no u;,o ~
'tório de Protestos. d-e 20 m:ere o • -~-, -
. , da Lei Cor.role!':le."l- - -·-• • t, do Artigo
ee Tiu1os 1oea, re- e 1sag, é ""
7
,de zoas cerro
f'erente ao 1rve1. 1,o ruo ,"
0
que cc..":sta da Let~ e.
ARTIGO 4 R - • iGQ • aa rr.e~ '·1 ocv-•"""
- ±a : 1-Fica dispe: .• a, ?Cilk:
Lei entrará em vigor se ·5em.sdo de Lici., , ses
. eren efetl.lad.."15 no IN: 'V ? s c0.p: e.=
na data de sua publi- r ser exclusi •
11
'll.7?o QlTii-lIC:l CA:·'.l"!i:AS.5°,'.
aç
- d va e::i todo o ter~
1
•
-~J.-------:'.""""--------------:;:::-----'-::-----------1 e ao, revoga as as r1cação dM • • : torio nacional r
e
. . O B A t ·, S t a. disposições em contrá }RT 7s renedios en anexo
1 r U r D I a O
_ .1.GO 2•-Este Decreto e.-.-,..,, •
0
•
, , rio· . - ua publ!caç3io revo . ·•--ara -::i vigor na da::a de
Bela Vista MS, 22 !o. ' gaoas as dis;,oSiçÕes e::, concr:Í
J}Ol'TOR Ut:CIDIO V.LDEZ DE IAnROS de dezembro de 1986, • Beia Vist:a !-:S 'Z'7 "'e ~ -
ABRAÃO A.~ •ZAC>.- ' V ... everei::-o de 1987_
CRO ~lO/)IS - f.ansu!tdrlo: Rua lfal. fedo /N -- Fane: 251-1757 REZAS
Resldi"ncial .v. Ccl,, Cllmlailo 10:19 - Fone: 2,'51-12:?l - .l.llDIM - llS ?REFEITO MUNICIPAL. ABRAÃO ARA ZACARIAS
.___A.,..,._..-;_ ,.... ...,._ ....__~4-,.- .... ~---....;?::.;?!tEF~-u:2;ro:,.::•:u:~,~:r~cI?~AL~--- j
biveis, no percentual d un
Lú mês ou fração.
ARTIGO 5 - Este Decreto
LEI M° 782/86 - GP!METE DO
PREFEITO EX 22 DEZ±X3C_D? 19SS.
Indicador Profissional.
ADVOGADO
DOl"TOII ,:"fO~IO 1-•. ~..SClllf'STO
1 1
~JC: 00íl47-l.&!l-OO - O.H/)IS - !?t!í1J
Causas Civeis. triminais, Questão de Terras, Direito <lc Familia e
Trahnlhista,
Escritório A. Rio Branco N 439
lesiMncia - Av. lio Branco X• tu7
CEP: 70280 ·Porto ).furtiuho - MS
Escritório Contábil Betel
. F.SCRlTAS FISCAIS E CO'."fABEIS
Ynndcrlcy C:u•aroti - CRO/).IT 3.1137
,h. 1-:ug~nio l'cnzo 570 (Ao 1:,do da F,x:,toria)
Caixa Postal 23
de
m:r:·;0010
Antonio Joilo - MS
-.Advocacia
AYA PA..>U! JlJLGJ..wC:lfi:'0 DE: CA.Ftl!'AS CO,IWI?r.
16/87, O17/87.E 018/67.
1'
DOUTOR CAIU.OS ,. ~AZAIU llOlfuES
CAl'S..S Cl"F.lS E CRUl1NA1S
Run llcputJulo llnriu "an Dei Bo1ch 28¼
Tclcfnnc: 30"1882 (Próximo 11 R0<lo,•iúria)
Advogadas
YIUL- DA S11.(A E 'ER. L- nxom
,';ousa• Cl"ci• c Criminais, •rmt,alhiota. llireito de Famtlia, Terras e
Jnvc.ntúrios,
lu11 CuiuM Sf, - Fone: (OOi) -'30-lí!!lO
R o n e i S j IV a Fuchs
ADIOGADO - (:US..S CIVEIS E Clll~L~..IS
CEP: iOOIO
,XTOX!O J0.'1:0
+CI TO • O1,62/87 - CA+ " DO
Priro x ?6 pi svmo p» 1os7
ABRAÃO ARNOA ZACARIAS, Prefeito Muntct-
Plll tlc n •l:1 V! • .. , E,stndo do Mato Gr so
1o Sul, no unuo da o'r!bul;os qu
r",•rc· o 1. rn 1, do /rtltn !2t,,,l, I • 1 r,, J
m+untar n? 7, de 20 de novembro d l l,'
da autoriza;ao contida na letra C, 1
Art!go 134, da mesm Mo,
Dl::CHET,i:
ARTIGO 1° f· IC'I 1lir.:p117
r . (', , 1.-
ção o Serviço Prestados pela F ,11· 1, l ,.
viscense de Jornal Ltda.. em razio is Em
presa congênere Gráfica Pape]ri e ±dito
ra Bel Vista Ltda., no ter interesse "
prestar serviços à Prefeitura Municipal d
Bela Vi!J./J J:S.
ARTGO 29 - Este Decreto entrará em vi-
2or nn (iar.a de .;un publlc11çi:o, rc,vog- rlnc
as disposições em contrário.
Bclu Vista M:i, 2Ei <l<' [l:Vi•relro rlr• l'lA'l.
/G'MÀO AH.J.l:M ZACA.l~ AS - PRF.lr r.I. -O Eff'. -
CIPAL.
BELA VISTA
llS
llS
t - .. -
CARTAS À REDA(ÃO
Prezado
J vul do
Dentre as inúm
ras relçôe pes:soais
ridas duran .e mi -
ntia g<•!J Lr.Ío, à frc n ('
do Emprcca d· Tur!crno
de Mato Grosso do Sul
S.A. - MS - Tllíl, noo
podurin deixar de a
gradecer a aLcnção e
colaboração com que
sempre me distlnguiu.
No cxercÍclo do
cargo de Diretor Pre
sidente da MS - TUR ,
Presidente do TUROES
TE e Vice- PrcsidcnLc
do CONITUR, procurei
desempenhar as fun
ções a mim delegadas,
calcado no trir.Ômio
lealdade, dedicação e
honestidade ao "tra -
de" turístico de Mato
Grosso do Sul, do Cen
tro-Oeste e do Brasil
no desenvolvimento
divulgação e promoção
do Turismo.
Deixo os cargos,
mas não sairei da lu
ta pelo fortalecimen
to das atividades li
gadas ao turismo, a
través da PANTANAL EX
PRESS Viagens e Turi~
mo Ltda., estabeleci
da à Avenida Afonso
Pena, n 2881, loja
31, em Campo Grande -
MS, que volto a diri
gir e onde estarei
sempre à sua disposi
cão.
Cordialmente
Lauro Quadros.
Ao findar a nos
sa gestão nesta Secr~
taria, colhemos a o
portunidade para ex -
ternac nossos agrade
cimentos pelo apoio e
acolhida com que nos
distinguiu.
Aproveitamos o
ensejo para reiterar
o nosso propósito em
continuar contribuin
do, naquilo que nos
for possivel, em bene:
fÍcio dos superiores
interesses de nossas
comunidades. •
Cordialmente,
Idenor Machado
Secretário de E~
de Educação. tado
Oficio Cire. n°
001/íl'I
D.: Associa;ão Bela
vister.e de Profe
:ore:;
A (O): DIRETOR DO
.JOIFliL TRIBUNA Oi
fíl011TEJ HA
À Direção e fun
cionários do Jornal
"TRIBUNA DA FRONTEIRA'
Prezado(a) Se
nhor(a)
Vimos por ente
comunicar V.s. ,
a posse da atual D!
retorla da Josocia
ção BclavlsLcnsc de
Profeosores, assim
composta:·
Presidente: Elder
Basso
Vice-Presidente:
Gilca -Lino
1. Secretária: cé
lia Maria Silva
França
2. Secretária: Fá
tima Kalil Rodri -
gues
14. Tesoureira: Ma
rilza·chamorro Mo
raes
2. Tesoureira: O!
ga Mendonça Faria
Suplentes: Lucas
Ajala, Maria Elena
Pagliosa Branco
Mariza Simões, L~
cia Franco.
Estamos imbui
dos do mais profu~
do interesse pela
causa da Educação.
E por acreditar
que v.sa., também
prioriza este as -
·sunto, desejamos
fazê-lo participar
te desta causa.
Colocamos-nos
a sua inteira dis
posição e espera -
mos poder contar
com seu apoio e
compreensao.
Atenciosamente
Prof2. Elder
Basso, Presidente
da Associação.
"LEIA JORNAL TRIBU
BUNA DA FRONTEIRA
PARA ESTAR BEM
INFORMADO"
=====------
Í'• : o
"rebanho'
católicos
()
o b,-.,.. p:·o·r
Os pastores, ou -
ja os Bispos católt
cos, poucu coisa
tem a fazer em suas
dioceses. Por isso,
tem empo para se
ocupar de problenus
nacionais. Proble -
mas políticos, eco
nomicos e sociais
ocupam as atenções
que deviam egtar
vollanas purn a Jl
tuação cspirltuul
dos fiéis. A confe
rência 1acional dos
Bispos do Brasil
(CNBB) criou um ru
pode ação - bispos
padres, leigos - pa
ra influir sobre os
constituintes. Reu
niões, almoços, ja~
tares, em vez dos
antigos retiros es
pirituais, procuran
do nas decisões d~
Congresso. Em rasf
lia, este grupo de
pressão é chamado
de LOBBY SANTO.
Constituiram
até uma ANA, que se
traduz: Agência de
Noticias Alternati
vas, com o fim de
transmitir informa
ções diárias sobre
a Constituinte. En
tre os clientes des
te boletim diário~
além dos jornais e
emissoras de rádio,
católicos, estão S~
cretarias do Gover
no, Assessorias qua
11ficadas do Senado
_g da çamara.
O Lobby
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11
' ,:oi··, q,i, ,,;',
1
•
domingo, dia 22/0/ [sentados foram os se-]balho e exige sacrifícios é mudar.
07, uma sensacional iguintes: Mudar para vocé, vai Lt• obr!p.il." C'• 1·
1
1•-
e inédita partida de Prefeitura LI X O Gr- ren e a encontrar o cJl:::ccnJ){'cl<w, :,,p,!lc,
:'uteol em nossa ci-[io União. que você nio sabe, no vê, não tem cort e-
doce, Estarão se de·- Baixada flunim:ns<' 1 za. f.j;J:; r:.uac.
f'rontanrlo GORDOS X X o Amieo•; do GlbÓiu. Sei da suo !tua;ão atual, cheia de d
líAGROS corr: irludP de X x snenos, quando te usaram, quando f!ze-
L .,
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d it nl t•la b<•lnvü,~c!:_ 'U-JffiEri .••
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Carta de um Pai para um
Filho Viciado em Tóxicos
Meo filo qu rido,
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,,11 • r 1
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De Pt·of<'flSOre,,; de: ik
ln V1:1ta, c-om novo Jcon:(•c;,·u nr ;t<·
PrPG1dentc-, Pro!'t·'>- dO'"llJ11'0, ri:~ 1r,;o:l/
• sor l!eldc,r- Basso. B/, na d •lo Seo-
Agora a Associa- /senta Esporte Clube,
çãobstá empenhada cluma p«rt,d a: is10»
levar o nore dos can]envolvendo a seleçao
didato::: à /gente de- de C:1racol X equipe
Educaç5o para ser e!do Posto IplranKU de
tudado e aprovado r~nossa cidgde. O jogo
lo Diretório, afinal(começou as 08:00 hs
quem melhor que o co:n um bem número de
professor para opi - c-spec Ladores qui.: fe
nar sobre • aquele q/ rar:i prestiriat· o <'-
será seu chefe? venlo, qu<' tc:nünou
com uma vlLÓriu dn
equipe de Car-acol pe
lo placar de 4 X O -
Muito breve esta- Apbs a parlida, o
ri acontecendo uma VereaJor Marcelino
palestra sobre Lbxi-cassio BigIia Acioly,
cos na Escola EsLC'r Pr-csidente c.i.. ,·3.mara
Silva, para pais, u-Nunlclpal de nossa
lunos e professores.cidade, o~!rc-ccu un
As pessoas que darã l0cuto churrasco aos
a palestra virão de pactlcipanu•~ do jo
Dourados e contam go, numa dernonstra
com a ajuda da Pre- ção dt? cai·i!'llo e a-
feitura Municipal prPço pelo esporte
Blk..-VE ...
Campo Grande, o~de o
a continuação do carn_. No '·ntan~ - -
Internacioné:l de ºor " ~o, quem nao muda, filJ-.o, n:10
peonato promovido pg Alegre levcu o caneco, cresce e para você crescer-, você ter., r,:.;.:
la Pref. Municipal. . , mudar. Se voe~ não crescer, você yai pc -
~===-=-------_;..;,.. ..;... ..;,; rar neste estaeio e você precisa ter for-
ças para crescer, largar tudo e ::;air des
sa. Quen não muda nac cresce. Quem rão
cresce não vive a vida: pára. E quem pár
:1orre.
Eu estou de mãos abertas para dar t;o::
vindas.!. para bater p_almas às suas tr3ns
for~açocs de agora para a frente.
Quero te abraçar e te aconchegar, re
1poiar e te dizer ue te amo e lutar 20
teu lado pela tua vida, pela nossa vic~.
;ela _nossa importante vida de seres ht,::::i,
nos. E isto_meu filho: vamos dar boas vind2.S â.õ
Parida rari~f'ormaçoes, ITleS!!O c;ue no inÍcio elas dc!!"l t::
pouco, pol'que c.!.iz U!Tl Pl'O".tÉ:rbio ""Oular· "0 cr.;e e:
de, Cura". ,~. • • -
Filho não queira
• • · . - ser um guerreiro 1u---.:io ::.
lado errado · ' -~
'. ven.1-Ja, me abrace e lute co !!'.eU J.E;::,
O sol esta lindo ...
(Mensagem escrita a todos os coxic&~r
r.os do Brasil e d
:.,rasileiro·
0
~ ~undo pelo escr:cor
desta cidade.
FO
' '
1 Ce
bel.>vis.:ensc,,
•10 anos acima.
As insc r içÕcs P!?, Aconteceu também
dcrão ser feitas no neste domingo pp, o
JornMl Tr-ibuna da J9 Torneio Incentivo
fronteira ouro reside duplo::i d<.' vÔlcy ,
ciência do ve1·eador - na Vila PrE--visul.
Julião Godo)'. Val,! Sagrou-se car.pcã
lembN,r que as ins- a dupla formada pelos
criçÕes serão gratui atletas Eder Morais"
tas e haverão lindi~ Alemãozinho, ficar.do
:,!mos troféus pura
0.5 1 9, í=- 2
locados.
e 3% co-
1
x x
x x _
LEMBR/.MOS TAHBEM
Aconteceu na v.la '
do_ Ido Quadraneular- Ramc
Prévisul, neste d
Tcbet, realizado em
mingo, dia 15/03/87,
co a secunda coloc.:i
ção Othon PinhPiro e
nazzanc.,.
r-·.m rlc· tj .:õr1cn:.t·
umn pó, uma 3ílulo
ou voc;e mcLno, um
um pacote, um c!garro,
cu c-•1anoc l ht' 1 n,1 e t.P, :,, ,
lÍoo..udo nu,ilqu<:r J')OT ti-
r,,a scr·inza ... sei de tudo is o, mas el
que pa--a você mud.:ir !:iigníf Jcor·i.. tbrir ri;:o
daquilo qut' você e c,u .i::. :;;,:.,r:r;,o::;. O tóxi
co,
, :udar, para '/ocê, :.; J 1-1nl f icn rorr.p<' r co11
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- !-. ;1eor 7 r:r, LOII c!r Vl:r,do Jl1... lJ ,r ,'f/'l,
·om esse5 Juros vou quebrar.
-- Pois , nao nto dinheiro pata ta -
ta. Dvc e nao tnho onde arrumar aituhe [
'unto.
Esses 5ao alguns comentar io...; q,,,ll O'JV l
os nas ultimas sranao, fora:. de comerei
antes, pecuaristas, profissionais !Ihraí,
nfirr., da chamada classe média, dos produ
·ores, dos que forr.cntar.1 o µrc:..1,-·u;,;o c e<· -
r-:un empregos.
Concoraos plenamente, a situação no
•stá .:'ác1l. :,as, :!OJ2, i-<Al!S Dn QUE rlCCA,
;_ PRF..CI.SO ACRrniíl'AR, no Brusil, no Estudo,
a região, em sua cidade.
Cert.o <iuc nincu;:, pode fazer mi•' !f'()G.
.'as há algumas medidas que poderão :udu:--
;.()Sd(: sexl ·-'.,ir-c1 . ,uvcn,u<.Jur. que foi lla- lu Miranda. ...:0r pÚblico, abos no 'ar a snir da "crise. Não são regras nicas,
Ca:rpo Grande, cooo as ou- mez Tebct durante seus As solenidades àe pos- que dos Poàeres, o cen- m;:is ajudarão.
tras capitais do Brasil, 10 meses à frente do Es- se e de transmissão de tro administrativo do lP) - Acreditar, acreditar-, não dei,:cr·
já estava em pleno clima tado; e outra para rece- cargo, foram realiza.da!, Estado de Mato Grosso do que o p<:ssimi:;rro torc:e conta de voe;;. Pen-
de festa. com ruita gente ber seu novo Governador, no ensolarado do.'111ngo do Sul. sar positivamente;
se rroviircntando. tanto na (foto acima) eleito em dia 15 de março. Muita gente, pesE:oas _22) :._ Não parar: de tro.balhar, de prod.l,!_
cidade cano no parque dos 15 de novembro passado , Para as 09:00 horas es das mais diversas áreas, zir, cruzar os braços ni.i.o vo.l adiantar n:,.
Podere?, que era o centro com milhares de votos , tava prograwda a posse doutores, polÍticos, em- da;
das atenções. conseguidos pela bem en- na Asserrbléia Legisla ti- presários. diretores de 3 2) - Contenção de despesas ao :,,r,x1rno.
Era uma festa com du- gendrada campariha do PM- va, e por volta das 10:30 errpresas, prefeitos, re- Se comerciante, ;,recurar co:nprar o estri-
pla: finalidade: uma para DB e Aliança Derrocratica horas, a trdllS!Tlissiio do pÓrteres, etc... tamente necessario, não fazer "!!!ais con -
se despedir de un grande 'por todo o Estado: Marce cargo no Clube do Servi- ~A 2!:A ?Í~ 1i::11Ei?.<A. tas".
_ / } g) _ Procurar, de todas as maneiri:.S,
os CONSTITUINTES E o ·Moradia e Angústia '~º~~~ s~!~~redores "estão su:ocando"
PODER POLITICO
O
n;~tc~~s::~e:;c~~:a: :!v~::;as alter-
o problema da moradia nas grandes capi- nativas, criatividade ao máximo;
tais está se agravando dia a dia. • são algumas regrinhas, não vão solucio
Uma corretora que há três anos negocia- nar todos os seus problemas, nas ajudarã;.
vá 300 a 400 residências por mês, negocia Fora disso é torcer, torcer muito para que
hoje dez vezes menos, incluindo vendas e nossos ministros da área eco~Ômica·encon-
aluguéis. trem um "ca:::ú.r..h~.
E as transaçoes costumam atingir somen- Scyad ja cstrcu, coo exeplo, u ca-
Le as de elevado preço, geralmente para as ::úr.ho ...
grandes firmas. Outros deverão fazer o eso.
Casas ou apartamentos. de um, dois ou Zr.quant:o isso, vaos trabalhar e tor
três quartos para vendas ou aluguel, sao
raros e a preços inacessiveis.
Quando um casal de noivos procura una
moradia·para casar-se, sofre tanto, que é
comum aparecer depois no consultório do
psiquiatra.
(Veja ec O?INIÃO/DEBAYES. na
PÁGIW. 03).
Os constituintes de 1987 parecem per -
didos em seu próprio trabalho. Muitos não
são do ramo· outros não sabem ainda exata
ente porque foram eleitos; os realmente
conscientes da missão que o povo lhes con
fiou, estão se degladiando em torno dopo
der político.
Nota-se claramente a exis~ência de dois
grupos na Assembléia Nacional Consl~tu~n -
te·. o primeiro dos moderados, aue desejam
um regimento interno que lhes permita tra-
alhar e oue esteja voltado. apenas e tao
somente, para o disciplinamenco das ativi
dades dos parlamentares.
(V.::.JA Hi7É3IA ~ L.."'"i'A NA PÁGINA 03) •
mIVt PROENÇA liUA: AGORA SI!! !
EJA EN"CÁ ENTRE XS", EDIÇAO DE
SÁ:'iAf>O_.
PIVA E MO Ufro
HORÁRIO DE ÕNIBUS
VMÇJI CIIJZBIIO DO SUL
DE BEL VISTA l~ · CAMfO GIWlll(
5 Jtl. 11:00 • 15.1IO T- C/11111-11 • ,.._
DE BEL VISTA l CAl90 G1WC1E IIOTUIIII ZS:00 11s.
DE BEL VISTA l P. fORÃ • 1:1111 • IIZ:00 • 16:111111S.
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A Carta de um Pai para um
Filho viciado em Tóxicos
Meu filho querido, mi~~a filha querida.
Como é que você e eu estanos encarando
desafio desta necessidade de tantas
t.ransf'or~ações?
Sabe, você sempre procurou esconder o
uso do tóxico que voe; fazia, mas co~o
sempre fomo amigos, é bor tocar.os nes:e
assunto, porque você, mais do que n~r.gué~.
e eu também, sabe7os que coisa que d zra
~alho e exige sacrifício é ~udar.
Mudar para você, vai te obrigar certa
mente, a encontar o desconhecldo, a~uilo
que você não sabe, não vê; o tem cere
za, r.-:.as r::ude.
Sei da sua situação atual, cheia de de
senganos, quando te usara=i. c:uar.:Jo :'.i.ze -
ram de ti sonente umn pacote. um cigarro.
um p ó . ( V e ! a m a t é r i a cop!e:a n a l : ! m a pi
g1na).
.hon:1 ,, .. ·o<l·
n±estivrem oul
não zs obrice,
4 urria, Tara
ts oo a rsnlnr-!
M ,,9 Mar f!'l, t~ f/)·C;<., !u-
J D , , u no :;;J 1 /,O d l,
Edital de Cclnvocação e mi ae
- Eiroor a rora u
la para o bn!o
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V
Um dcpuLudo f, ! :nl ,
ln::;crl to para flor na A;
sanbléin 11:.clon:il Con,1 í_:
tuin te, levou u::: r:us o
•· qi.wndo foi chrn:·cio. É cu,'
os ~ con::;titui nV'S i:n -
cri tos antes dele, n(Ío ii:1
vie<n respc-.,dido à ch.:r· ·•du.
Dcsistir-díl, por falta
de assunto.
Esse deputado, co·n<:,:o•J
:;im seu discurso
+!nmmn tis quer fa-
n::io
:J::;o ouvido::;.
H e c l im:i dr r.ran
dL' ~:•'11'(10.
E:,·.Õo Out:J"':ndo voL,11·
,., ir r.11bora.
. É cocrio di z1a un hure
c:s1:,: Tadir.ho <lo povo,
r, l!l ·dnov·
'ou dqurlg que da r
cr a na r;1 u!n,te.
drJ xá-ln e rJi;:c>r no po
v o que está acontecen
do aqui",
pp! as , ... ..:r>!. _e: tt:.:. e;,
era : dlnte ;n' •
em carteira.4?-su:render
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YundAdo o~ 20 de Fevereiro de 1972.
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JFONACIONANDO EMI,_ NOVAS E MODNEIR
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1 A
0PINIA0/DEB4
OS CONSTITUINTES E O
PODER POLITICO
Os e+: uns de 1987 parecem perdi.
dos em ea próprio trabalho. Multon no
flilO <.lo ré.trr.o: <.;J L roo não sabem ainda exna a
mente porque foram eleJ Lo:,; os rC'é!lmcnte
c:or.•1c1cntcs ela missão qu<.• o povo llies con
fiou ci;tiío :.ic dcr,ladiando cm torno do po
clt•(' pol Í Ltco.
~otn-se claramente u cxlst&ncla dr clots
1rupos na Auscmblbia Nacional ConnLituln -
,e. O primeiro, dos moderados, que desejam
um regimento lntcrno que lhes permita Lra
bolhar e que e~Lcja voltado, apenas e tão
somente, para o dlsciplinamento das alivl
dudes don parlamentares. O poder político
para estes existe, sim, mas na forma que a
futcra Constituição determinar.
O segundo grupo, Já denominado dos Xii
tas, craças ~ su~ agressividade e o deseio
de domÍnlo do poder polÍtiQo por intermé -
d1o da Constituinte, está realmente preocu
pado em {azer da Assembléia Nacional Cons
tituinte o centro efetivo do poder nacio -
nal, tal como ocorreu na revolução france
sa.
Dessa forma, se sairem vitoriosos, _pode
rio, por um golpe sujo de mão, determinar
a extinção até mesmo do Poder Executivo ,e
colocar em seu lugar, para gerir os negÓci
os pÚblicos do País, homens que integrem a
Assembléia Nacion&l constituinte.
Fsquecem não só a lição da história, co
mo repudiam a própria tradição brasileira,
que tem sido (com exceção do episódio de
1946) a de razer atuar, juntos, o Congres--, oara uma cidade do interior. t•ies:no que seja noutro
-~o e a Assembléia Nacional Constituinte. stado, desde que nesse lugar haja casa para morar.
foi assim com a Assembléia Geral de 12 O diretor, com muita boa vontade, diz que podera
de novembro de 1823, que aprovou a Cons- consee;uir-H1e, mas no território do Acre ou Rorai-
_tituição do Império em 25 de março de 1824 ma. O casàl c:caba acei tog
O fato repetiu-se com ::.. convocação, em 22 "Nova RepÚblica" certa· Ch-- 1 ·
de junho de 1890, do Primeiro Congresso'Na r.-ente vão ser mais i'eli aplin Calçados
clonal dos Representantes ào Povo, que vo zes que os angustiado~
,teu, com 300 emendas, texto de Ruy Barbosa recém-casa.dos dos cubíc
Para a primeira Constituição Republicana.a los das grandes cidades.
de 24 de fevereiro de 1891. E com certeza ta'!lbém
_ Em 1934, um Congresso Nacional, com fun felicíssimos se copars
_Çoes cc-nstituintes aprovou a Constituição rros com os que se neuro
de 16 de julho de 1934. Passado o pe rÍodo tizan vivendo com a SO-·
d~ Estado Novo, no qual vigeu por imposi - gra. Vida infernal, ser.1
Çao .do ditador a Constituição de 10 de no- poder sequer ::.."00,-'lr icJé-.
vembro de 1937, i'oi então convocada a Úni- ias pela presença cons-
1
ca Assembléia Nacional com funções exclu- • nmte dos parentes, tcs-
Sivamente· constituintes, que i'oi a que vo.-, te.!U"hanào sempre O que :
t • • deveria ser SÓ dos dois.
ou a Constituição de 18 de setembro de
19
46. Foi um Congresso Legislativo que a' quando vier um filho?
Provou· a Constituição de 24 de janeiro de Ele, coitado, será tam-
1967
a Emenda Constitucional n? 1, de 17 bém um futuro neuróticc ·
de outubro de 1969. e
05
inquilinos ans
Aos cons tiuines atuais cabe trabalhar tiados pelo despejo?
em função da Constituição.que o Pais quer, (Plana).
sem a preocupação de assaltar ·o Poder Poli •Jo:;é C. Ferraz Salles.
'!co da Nação. • l ~;
E' isso o que deles o povo espera. (?l'ari"') ~.edico Psiquiatra e
, b (Luiz Ferreira Lima - Jor-nalista e col_~ "'.'Ofessor Univcrsitári~ .
. orador da Agência Planalto), . -
LU·SO -· COIViERCIÂL. Í.TDA
. . . ·F-· . ·.. . ,
. AGRO ·PECUARIA LUSO LTDA. LUSO COMERCIO
• . .. . , - . - - .
E INDUSTRIA DE -MA_DEIRAS~sEcAGEM E ARMAZENA_
MENTO _ COMPRA E VENDA DE GADO_ MADEIRA COMERCIALIZAÇÃO_
Bons Negócios:Lucros Certos.Produtividade
Moradia e Angústia Dedicação e nmor
tal está se gravando d!
Uma corre ora que há +rê
v 300 a 40O residência or
1oje dez vezes menos, incluiu
luuéis. E as transações costumam atintr
somente, tu de elevado preço, pra]monto
para rances firmas. Casas ou par ameno.
de um, dois ou três uartos para venda ou
luuel ao raros e e procos inacesiveis.
Quando um casal dono!vos procura uma mo
adia para casar-se, sofrg tanto, que
.1,urn ~ parP-cer depois no consultório do
quiati·a.
O caal de noivos gasta sapatos nos
fins de semana; procura de mor-adia. Nao
a encontra nas'proximidades do trabalho .
Quando sure um apartamento, o prco é ab
surdo. Um apartamento de ur:i quarLu.!Jc1la,b:•
nheiro e 'Kitch!nete', onde a ca.r:1..i é tii.o
pequena que os pés ficam d·• fora e no ba -
nheiro só pode entrar um por vrz, sendo mn
p,ros, custa de 8.000,00 a 10.000,00 cruza
dos.mensais.
l1, 1
, .s wdo t /
rbl te.a?
(1ora).
ConsUtuição à Vista
Falou-se anto em mbléia Iaclona]
Constituinte, em nova Constituição, em
tantas coisas que, depois da Ins ala;ão
dos trabalhos constituintes, udo se tor
na desinteresse e desencanto. Se os anre
dos parlamentares que acompanham a elabo
ração e aprovação do Regimento Interno ,
puder servir de modelo então será um de-
O casal de noivos resolve procurar casa na per
feria da cidade, 30 quilômetros do centro. Ua ou
duas conduções, uma hora: e meia _de trânsito.se não sesperado Deus nos acuda. Teremos um t:cx
cnover. Nuna dessas "viagens", à procura de casa,o to constitucional prolixo, balofo, casuis
casal é assaltado! O caso é real ... entr.:=n cm de- tico. D"nt.ro de alguns anos!
pressão. Desiste da casa na periferia. A data corrr- r-----------=-------------1
binada p/ o casamento vai se aproxi::.ar.do; Fiz w.a
sugestêo. O noivo procura o diretor da fima onde
trabalha e indaga sobre lll'.a possível t:--:,,..nsfer:ncia
.1fi.s(f8J_ITY
CUASE ICSCIETE"
Em homenagem à 1em- gosto, teus seios, te
bança do teu corpo, us reios e me esqucu1
fiz da memória mu- minha memória-minha
lhcr e a amei: amada, quantas histó-
tinr.a teu rosto, teu rias a aprender?
mois do quo do móquinos,
PnKisomos da humónidada.•
C0IVIAROS VOCÉ PA?A VIR CCHEER"
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1 POSSE E · IRCELO MIRINDI SOIRES
NOVO GOVERNADOR DE MS
1
5» ode sexta-feira, 'amp Grande, comc
o es outrn cp1ti do Brarll, ja estiva c'
onolleo cl!ma de fez,ta, com mu! .a pen e ;e
·mnlvomovimentando tanto na c!dade como no Par
b oupque dos Poder .J, qtll. ra O r ·n 1. C l) Cl<1.., /J 1. ".':
x Era uma festa com aupl, finalidade: una
pra se despedir d um /1.l'ónrJn Cc;v, :·n:,.dor,
que foi Ramez Tebet, durante cu 10 mee
frente do Estndo; c outra para receber
seu novo Governador, eleito em 1 de nover
br·o p,,:;.;r,c!o, C()tr. m1 ll1arei:; rJc voto:;, conse-
u!dos pela bem engendrada campanha do
PMDU e Aliança D<:mo<.:ritt.icu por· todo o Est.a
do: 'Marcelo Miranda,
A:s solenidades de possv e de transmis
~~o de cargo, foram realizndas no ensola -
rado domingo do dia 15 de março. Para as
09:00 horas estava programada a posse na
Asscmbl.'.:ia Lep,islativa, e,.por volta das
10:36 horns, a transmissão de cargo no
~lúbe do Servidor PÚblico, ambos no P~rquc
dos Poderes, o cenLro administrativo do Eg
taoo de Mato Grosso do Sul.
Muita ncnlc, pessoas das mais diversas
áreas, doutores, políticos; empresários,
diret6res de empresas, prefeitos, repbrte
rcs, se aglomeravam por to':los os PSPaços
do Palácio Presidente Tancredo Neves, a A~
sembléia Legislativa do Estado de 11.:-to
Grosso do Sul, esperando ur.siosos pelo lr:l_
cio_da solenidade de posse do seu novo C
vernador, o grande ido!o do povo sul-mato
grossensc, Dr. Marcelo Miranda Soares.
c!om um-certo atraso, e isa comum neste
Pais, foi feita a abertura dos trabalhos
pelo Presidente da Asscirbléi-1 , Lenislativa
Dcp. Jonathan Barbosa, sentado à mesa onde
se encontrava também o Sen. José Fragelii,
representando o Presidente da República; o
Prefeito de Campo t:rande, Juvêncio Cezar
da Fonseca, o 12 Secretário da.Assembléia,
Deputado Ary Rigo; o 22 Secretário, Depu -
tado Akira Otsubo; e Dom Vitbrio Pavancllo
arce-bispo da cúria arquidioce·sana de Cam
po Grande, além, é claro, de Marcelo Miran
da e George Takimoto.
O Senador José Fragelli trouxe a mensa
gem do Prcsidênte da República, José Sar -
ncy, que foi lida cm voz alta pelo lg Se
cretário, Deputado Ary Rie;o, e numa de -
as partes dizia que '
1temos a responsabili
dade. comum de consolidação.das instituicõ
.::-._ ~ior.oTur.dar o processo democrático • e
vencer as grandes dfficuldades sociais,
'com vistas a desenvolver harmonicamente o
nosso Pais. O êxito das propostás sociais·
e a prioridade dos programas defendem tam
bém a possibilidade de somarmos nossos és
forços, para que eles possam corresponder
plenamente às aspirações do povo de MS."
Logo em seguida, foi pedido aMarcelo
Miranda que 'fizés:;;e seu ju-ramerlto, repetiQ
do as palavras do Presidente da Assembléia
Deputado Jonathan Barbosa, que foram as se
guintes: "Prometo manter, defender e cum·-
prir a Constituição da.República e do Est~
do, observar as leis, promover o bem geral
e desempenhar honrada, leal e pat_riÓtic« -
1
mente o cargo de Gove·rnador do -Estado de '.
Mato Grosso do s,,1
11
•
A seguir, o Depu
tado Jonathan Barbosa
falou: "Em nome do P.2.
vo, que esta Augusta
Casa representa e no
uso das prerrogativas
constitucionais, de -
claro empossados nos
cargos de Governador
e Vice de Estado de
Mace Grosso do Sul,os
Senhores Drs. Marcelo
Miranda Soares e Geor
ge Takimoto",eles que
foram eleitos, legitl
mw.ente no grande e
disputado·pleito de
15
de novcnibro do
ps53d0.
O dircur_so de
Marcelo
Após ss declaração, o granue
público que superlotou ~s dep,ndêr.cia~ co
Plenário da Assembléia aplaudiu calorosa
mente, tomou conhecimento do Tero OfI-
cial de Posse. e ouviu atentamente o lon
go discurso de Marcelo i•íiranda.
'arcelo demorou cerca de 30 i
nutos para fazer seu discurso de pos$e,
con suas 20 laudas, que começou assim:'
"Inicio neste m6mento, ao lado de r.:éus
companheiros do P;DB e da Aliança Demo
crát.ica, e do povo de MS, r.iais uma impor
tante jornada na minha vida pÚb li ca".
Dei~ou bem claro que pretend•
fazer um governo éonjunLo com o povo, di
zendo que 'A comunidade está, desde já,
'convocada a engajar-se nesse esforço do
desenvolvimento atrav~s de suas entidades
representativas, associações, sindicatos,.
grêmios, instituições beneficentes, que
são os canais da participação popular
nesse importante mutirão".
, Foi austero quando declarou que
vai administrar os recursos financeiros
com muita atenção, dizendo que "àe . r.oss·
parte, zelaremos para que o Governo nao
agaste um só tostão em atividades supér
fluas. A outra face de cada cruzado arre
cadado, haverá dê se materializar em es
_tradas, escolas, . postos de saÚdé, redes
de água e energia. Esteja seguro,. contri
buinte, de que sua cota-parte na receita
do Bstado se transformará em mais criêJ1..-
9as em sala de aula, em um menor Índice
de mortalidade infantil, em um litro de
leite na mesa da_farrtÍlia carente, e'rn uma
carteira a IJ!.Bis nos cursos de profissio
nalização do menor abandonado, em ·um Km
de estrada para escoar a produção agrico
la, em.uma casa para abrigar UJ:la :famÍlia
favelada".
Essas são algumas promessas um
tanto "perigosas", mas o povo parece de
positar muita confiança em Marcelo Miran
·da,·esperando que ele faça realmente u~
bom governo, principalmete quando disse:
"Mais ainda: essas realizações não serão
centralizadas no Governo do Estado. Nosso·
prograr:ia e~volverá ação conjunta do Go-
de1a
.ho, Jardim. Boni o
o·e a' to, e pr ocupados
r :J<;on:1 UO YlO'J"; pav rnador, Ja que ] ,.
±o de mui o interesse para oda na
principalmente quando disse que "de
coI«a !quem certos: a aço d e meu Gov1
no se tar sentir em todo os rincô
deste E:stndo. No medirei! esforços por
que cada cidadão sul-matogrosensse inta
em seu dia-D-dla que ali onde vive o tra
balha, meu overno se faz presento' .
D todo seu longo discurso, pu
dcros ressoltar, as ,rinclpoJs propos1ac
o~ 1-larce 1 o Miranda, para seu overno:
- Incorporação de 1, 2 ml lhé;u;
de hectares à produção agrÍcoln·
Austeridade: Zelar paro que o
governo não easte ums~ tostão cm ativi
dades supérfluaaf
- Interiorização e dcscPntrall
zaçao do poverno, dando importância aos
municÍplos;
Industrialização incre~~nt&dc
pela ofer:a de incentivos ~lscals;
- Criação do Banco de Desenvol
vimento do Zstacto;
' - Criação do Polo 3iaerúre1co
de Corumbá;
Instalação de Ter:elétrica.
tendo coo combustível 'o gás boliviano;
-. Prograr:•a de ele tr·ifJ.cação ru-
ral:
Prin.cipaís
Propostas
Programa dos Cinturões Ver
des, em convênio com os mu~icÍp1os;
- Incremento aos setores de M:
mazenagem, Irrigação e de Rodovias;
- Educação: ão permitirei que
em meu governo fique uma sb c~iança for~
de sala de aula; • •
- Criação da Universidade Lt
dual de Dourados;
,, - Saúde: Combate is doenças de-
te:minadas pela pobreza e incre□ento ~
aes integradas, fundamentadas em solu
çoes comunitárias;
-. Segurança Pública: a prever
9ao_ocupara lugar de destaque no faros
binomio "prevenção/repressão·•.
- Pantanal: explora;o·turísti-
e as a
- Mulher: I:plantação
lho Estadual da uLhe..
- íao: cr±azo do
Estadual do~,D!reitos do Índio.
NOVI
do Cor.se-
Conselho
"OS IONS HHITOS DEVEI SEI CULTIVADOS"
• A CASA NOVA OFERECE O QUE H DE llEJ.Hon.
- t: II IS T . ! S , JIINQ EDIS, APARELHOS I» E SOM, LOIÇAS 1 D !.
l•J·: .RTIGO:- ))_ lll·:1.11011 )l"Al.11).)1(-'. -- TEMOS T · .
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MELA IIST M.ATO GOSso o spp
1 Posse de Marcelo-Conli
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os do rclóg1o.
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ce.. • nl< dos cor•, .,o, ~"
de gove rno. n c:ut.
Secretar!os de Estado
nresa servidores públicos.
lt•G quv pul ;,!'H'il"l
acrcdi aram nos d, .; ~; r.c.,
1S
ApÓ:; o encerramento dos trabr
l,,ur; e a execução do Hino de !,lato Grc,.
rlo S1...l pela Bando. da PolÍcia Milit.:
,iarcelo Miranda saiu do Plenário, segul ,.,.
de uma comi tiva de parlamentares que
accnpanhou ate a saidn da Asscmbl~i.
quando passou revista a tropa que est.v.
perfilada na rampa de acesso.
Dai, seguiu para o Clube dos
Servidores, onde o esperava o Governador
1amez Tebet para a solenid2dc de trans
mtssao de cnro.
i-!o momento em que !larcelo ':
anda chegou no Clube dos Servidores. no
Parque dos Poderes, o salio. enorme. es
tava completamente tomado pela impressio
nante quantidade de pessoas que se espre
miara. felizes por poderem ver de perto a
solenidade de transmissao de cargo.
Rru,iez Tebet. logo após ter fei~
to a declaração de transmissão de cargo.
fez um lon~o discurso. emocionado, tendo
SC:LJre a seu lado sua esposa Fairth a
uem agradeceu pelo seu apoio.
O discurs.o • de
Ramez
r /
AMH
. ser,ul r fo1 lida pelo Jo o
-~it.l. D car·tn do p,_p;,. Sr .. rn~y .:-t: --r·-.:c·-
.;1randri. à.., c:uãl ressul ttr· .. o:: e., t- rc-:r.o
"conhecedor das quali dociet· :,-:::,
o2is inciclicas e da capacidade dnin!s
(rativa do i luscre Govern<ldor. '""UC: ·o t~•:-, •
ém parabenizar o povo desse Estudo pela
posse de,
1
. Er.ci;;- .. f"orr:i•Jlando-lr,e: c..s vo•
os de êx!to político e de urs aCrinis
aço plena de realizacoes sincnizde
co-, as D.J~ ;,] .... !=': Dsni ~,,...,;r-::, ~JoÓul:·r·r•'''
Depois foi a vez de Marcelo i
randa se pronunciar. novamente com um
longo discurso. sempre entrecortado pelos
aplausos do grande público presente. Sem
pre com voz firme e segura. dirigiu-se a
Ramez. di:.:.endo: lli-íeu caro Governador ila
mez Tebet. receto de suas maos ? bastac
dos destinos deste Estado, a mim conferi:
do pelo povo nas urnas de 15- de t!ovembro
Comigo entra e:n campo o cime que ter,10 .ta
certeza.· pelo seu trabalho. fará c povo
vibrar durante a partida que agora se
inicia".
E mais uma vez. Marcelo assUI:liu
perante o povo o compronisso de trabalhar
mui to pelo progresso de MS. dizendo: "Va
mos arregaçar as mangas. muito trabalho
nos espera. Toda esta equipe está cons
ciente das responsabilidades ~ue recaem
em seus ombros. J.iS tem pressa. Chegou o
momento da redenção econômica e social
deste Estado. Kosso coração tem a respon
sabilidade histórica-de cons:ruir aqui um
grande Estado~.
Por volta de meio-dia. após seu
longo pronuncia7.ento. enquanto era cu~
. primentado por secretários. amigos. cor-
• religionários. autoridades e yessoas pre-
sentes~ forai":i serv:.dos !"c!'rige!"Z!ntes.
aliás oportur.a.-r._ente. pois es~ava r:.uir:o
calor. deliciosos salgadinhos e um sabo
roso vinho branco portugues.
E enquanto degustáva~os o vinho
branco. conversa7.os co::i. o Pre~eito Ab~aào
Zacarias, que estava presente à solenida--
1
de con sua esposa. bem coo ouras auto
ridades belavistenses co~o o Ver. Evilá-
Do seu aiscurso. semp!"e
~~~Pido pelos aplausos sinceros da multi
ªº· retiramos os seguintes trechos:
"Ao cransmitir a Chefia do Po
~e~ Executivo do Estado de Mato Grosso do
::,ul: !"aço -o com o mesmo sentimento. re
lembrunéo o di;; em cue assumi os destinos
ée MS. t,:ã.o assuml i~duzido. Assumi con
~enc1do. convencido das minhas responsa-
~l1daàes políticas e administrativas e
r.o transmitir agora o ctirgo. com prazer.
.fom alepria e co::-i sacisfaçõ.o'.· tar.:'bér.i
sio :ara."làa e esposa. o Juiz de 'Jirei:o .
José Paulo Cinori e Ayres Cafure.
Abra.ão
'revista E
J ,... o C-
·:·· .. e lo d
Ot ln ... '<...., .. - • _ J
'ar () o 1 r '.;r:o
:unciamsn, os fá (;IJ",/ l:J
p O V r , C ,J vir • " .. J . . ' n '..; ..
:· .. :v,:.." 1 • ,:~3 ',vc, .. o ..... ,--40 • :· 1:1..1.clpi<J,
11
•
; e..; J.. ;J:: 1:1 i r:v • dr t •·c:~J:.tlho com
o novo ovro Araão sr referiu a nodo
'. 1R.3 o fo aro t ·cho Pela VI
•-! rc... au cs'r r,rio como sento ",
[J:-"i ... ~ ... i'(t ;'ll OV ,r.ncf:.t .)' T' •
J2inici..:.r .. ~..: obr: .. -:;· ,.,.,_. forF•ri
.3 ituanao oeono"nica interno
'uul do Br+si1"
Quando per7untamos a Abraão so
interrompi
causa a pe
ex ternn
,ro t.":'I rJos
11
(-!::[')i.:i!'v:.,~'' :H ~arz;_n :.o do povo
lmvistenso. que o problema da energia
"'clétr i"ca, •.:lC' dis~e qu, "Jil ranLivemos
contato cc~ o Dep. Ricardo acha obre
3se assunto e cremos que dentro em breve
r.eremcs esse probira solucionado''.
e::. mais ur.a vez vmos esporar
O Secretariado
JUS7ICA: ROBERTO ORRO.
Ligado à Justiça e de !déies.
progressisas, sua capacidade leva a crer
que sera um Secretario a alura da expec
:ativa.
CASA cr·nL: Lc;:::;RES r-!ACHA!)O.
CASA MILITAR: GEL Jost. REIS POUSO SALES.
FAZH:DA: ..:oÃo LE:-:-E SCHH'.IDT.
03RA~: OLA 'O ::iE l,:DHADE "/ILELA.
ADMIN!STRACÂC: 'íH!AGO ?RA'iCO CAr:::;ADO.
P1.Ai.E5E5:zC. JORGE E OLIVEIRA MARTINS.
SAUDE: A~FREDO A?RUDA.
SEGU?..ANCP ?Ú3LICA: LEAL DE O'.JEIRCZ.
_EDUCAÇAO: ALE:xo PAPAGUASSU ::ETO.
CorfüNICAÇÃO SOCIAL: GUILi-iE:u,:E Ct.:::HA.
:AGRICULT';R;, E ?ECüÁRIA: FLAVIO DERZ:.
.TRABALHO: CA!U-iELH:O EEZE!:DE.
,rr:D'JST?.!A E co:-:ÉP.C.:O: ::A:.JIR ::;:JE?-~A.
,DES?ORTO: PAULO FALCÃO.
J-:EIO AM3:E:r:::::: HARRY A!-:(El:t-: ccs-:;. ..
AssUyre:::::_S: APARÍCIO DE
JUNIOH.
ASSU1'!'i'OS C:J:,:;;r:..:: ;..,ucs: c::Lr::A J'.A?CI::s J;.:.
Liill.
Dos enviados especiais creden
ciados, à posse de :,a:-celo :'.i:-=::a Sce.res
e George Tki:oro, no dia 15 de Mar;o de
'1987, e::: Ca-:-;:,o Gra--:de-::s, L"J:JSE'.,'.) SE:7:-l0-
!Ur;E e U3ALJ!:,o RCDR:c:.i.::s .
t
r(.
j í, ,: .:
Cl/1 LA VISTA
0. IA"C ,,,8 Ã /
D·o )e íto q "" a,,.,,.,., "º n•
PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VIST 1
ne::t:RE:70 fi8 0161/.87 - CA.B!r.n: _ DO
PREfl'.]TO E:t_l3 Dt HVF]ff.lf'O DT_L67
O Prcft:i o J.lunJr.1pnl de; Bela v1Bto, Es
tado de HaLo Gruoco de Sul, no uco de ::;ua3
tribiçóc leais, c tendo em vista o que
dlupÕu u Le! Mun1ciprl N2 751/0~, de 10 dt
dezembro de 1984,
llt··r.td·:T/1:
co-
não recolhido no przo regulr. r f1c
cujr•i rr, é,t.ü juros r:or,-t Ór·1o•, écdcul"tio.:
cobre o principcl, lncJ-p•·r.<J(.rt't..'~•~ntr
L.d,uali7açiío l":!",nt:tÚr.n c/u. µc•nollé;,dn cr,
pc,r ccr.lo {1½)
brançn don !1t..rviçon que tra o~ Lei Munici
r,1,1 n9 751/G-i, tem pr-r preço Gz$ ?.000,00 gor na dnt.a (l,:, suu p .1licnçi:io, r,vop,,ô:,:;
(doiê> mil cru:;;,,dor.,) o h1;ctarc• ou froç;iu , as dl!1pus1çÔet cr:. c<,nLrFú'lo.
mais dez. pc,r- cento (10,), cbre o valor, BELA VISTA MS, 13 de fpvc.rclrc CL 19B7.
Lit.ulo dú adrnJnl::it.r-açao. ABRAÃO Affi,;'.JA V,C'ARil'.S
AílTIG0 ?º - O pop,mcnto do~ serviços s~. Prefeito NunJcipa •.
rá dcvitlc, pcloi; propr;c•i;ár-io::; urbüno.o, de-~------------------------,
vidr,rncntn nutlf;cr.dor., todas as ve;zes qut
a Prefeitura cxecular os serviçoo de lim
pcza nas propriedades.
A~TIGO 32 _ os serviços dcverio ser pA- ''Autorize a sessic de cumodalo, entre
ias cm cota ~nica, atrav6E d~ documento de a Prefeitura Municipal de Bela Vista MS,
arrecadoçio m1..nicipal, no pruzo de trin.;;:- e a firma Auto Posto V~ tÓr1 ~ Ltd· ".
(30) dias oµÓE a ~xecuçio da limpeza. O Prefeito Municipal de Bela Vista, E~
PJRÁGRJIFO p _ o descumpr:!.mcr.to do pra- tado de Mato Grosso de., Sul;
zo dec que treta
O
"caput." deste flrtigo, su , Faço Si..lber· que a câmara Munjclpnl,apr~
jei tar·á o pr·oprie tári o infrator ao pagame; vou e Eu sanciono a. segu1 nte: Le l:
to de vinte e cinc<- por cento (25%) de mui ARTIGO 1° - Ficu o Exccut
1
;o ~u~icipal
ta. autorizado a part1clpar do rateio de dcs-
PARÁGRAFO SEGUNDO - A multa sra calcu pesas, até ovalor de Cz$ 80.000,0C (oi -
J.nda scbre
O
valor do serviço monc-tariomEn tenta mil cruzadoi:;), para a perfuração de Aos vinte e nove dias (i'o r.iês de j:mr·1ro
".t· atualizado. urr. poço P.r:-te!'.:
1
enc o imóvel • denominaclo do ano de r:iil novecentos e oic.enta " :;MI',
F=-----------------------l~------=--==-.,..,,.~}'u.:o Fo='to Vitória às· dez (10) horas, reuniu-se nesta PrC'f~J-
Ltda
11
,loc·a1izado· !'la tura Mun:clpal, a· Cor:ii::;sÕ.o MunJr.ipal dr• L1
Rodovia MS 354 Km 40. citação, composta pelos senhores SIUNEY
AR1'IGO 2Ll1a par- !10NTEIRO MASCARE!IHP.S, Presidvnte; ,JA!IETE
t1cipaçio do rateio, FESTI, Mcmbro;e EUGAR PINHEIRO, Membro, pa
u Municipio dever; ra receber, vistar e julgar as propoGtas -·
ser benefi~iado com da compra de 1,000 folhinhas ano 1987. Pro
água e energia elé - postas estas apresentadas mediante Cartas
trica na Escola Muni Convite n?s 016/87, 017/87, 018/87, pelas
e ipal Godofredo Gon: Firmas IMPRESSAO ESPECIAL EDITORA E PUBLJ-
çalves "'°' Silva, em C_IDADE LTDA.; LAMOIIIEP. CRIAÇÃO CftÁFICA; e
regime de c·c,:nodato, VELfüETH & VEl!DETl-! LTDA., trê:: r-especti-
pelo piriodo de 50 vame~te com_sede cm Go1in1M-GO. Dando lni-
( cincoen ta) ·anos. c_1o a rcuniao, foram abertos os cnvc lopes
PARÁGRAFO ÚNICO e feita a vistagcr.1 dos mesmos por todos 0
Pa1·a canto, fica au- presen_!:es. Feita a ~eitura das propostas.a.
torizado o Executivo comissao iniciou estudo de viabilidade das
l-!unicipal a assim,r mesmas. Apos o julgamento das propostac,
o termo de comodato, foi considerada vencedora e carta convite
pelo prazo mencionaCo n
2
,016/87, apresentada pela firma ESPECIAL
no •·caput" deste a~·ti EDITORA E PUBLICIDAD;;- LT!)A d
F
_ - ,, por enten er
go com a inna pro - a com1ssao que o preço apresentado era
0
prietár1a do imóvel. melhor, necetendo visto de t d
ARTIGO 3 2 - A Fi I'- o os os presen
tes, encaminhou-se a proposta vencedora a
r----------------------------------...lma A~to Posto Vitória" t i ta
.a pos er or homologação pelo Chefe do Pc-
Ltda, oferece os se - der Executivo Municipa'
11
d
guinteE_doct:111e!'ltos pa -· a a mais havendo
a tratar, foi encerrada a reuni- sendo
r;s-. provar o seu ctcaí.': lavrada a presente Ata que vai ao,
nio sobre aquela área assinadas. por todos
I - Cer-tidio de Trans SIDNEY MO~:TEIRO 11' se
crição do imóvel· no- • • 'A ARENHAS-Presidente
JAHETE FESTI - Membro
Registro· Geral de ImÓ EDGAR PINHEIRO _ Membro
vel, ex traído do Li- -
·vro competente do Car "
. H030I..OG./;.ÇÃCI"
torio de lQ Ofício
desta Comarca·, Ho~ologo em todos os
refe + . termos a Licitaço
II - Planta do imóvel :e erene a Ata n? 016/37
cor:ipra do 1
000
~ • que trata da
confeccionada em esca - • •Olhinhas ano ,087
la adequada, de formã BELA VISTA MS 10 d f' -~ •
_ • e .evereiro de l9ô7.
, a produzir ur:, desent,o AAO ARA ZCARLAS .,,
r.rezas +l.....- TE]
Assossiação Bras·ilei- DE:C."tETQ Ni
0164187
.
ra de Normas Técnicas ?EEFEJLTO D{• =- - GAS!NOE :!?O
ABNT; E: .27z%.. o p 19e7
<mi': 70200 JIE.L. "J~TA lfS Abraao A.-r.oa Z-2carias ;:, --. -· .,:..n,., ~ • "''.:.
a '.III - Certidão Neg;,.t.1. la Vista Esta. . • ±refeiro Municipzl e e
r· ..;....;.. --1. f - • ao de }o Gnose=. s. -, ·- -- -
_va ornecida pelo Car tr1bu1çÕes que lhe
00
., -=-~- n_o ;:;uJ., no u;,o ~
'tório de Protestos. d-e 20 m:ere o • -~-, -
. , da Lei Cor.role!':le."l- - -·-• • t, do Artigo
ee Tiu1os 1oea, re- e 1sag, é ""
7
,de zoas cerro
f'erente ao 1rve1. 1,o ruo ,"
0
que cc..":sta da Let~ e.
ARTIGO 4 R - • iGQ • aa rr.e~ '·1 ocv-•"""
- ±a : 1-Fica dispe: .• a, ?Cilk:
Lei entrará em vigor se ·5em.sdo de Lici., , ses
. eren efetl.lad.."15 no IN: 'V ? s c0.p: e.=
na data de sua publi- r ser exclusi •
11
'll.7?o QlTii-lIC:l CA:·'.l"!i:AS.5°,'.
aç
- d va e::i todo o ter~
1
•
-~J.-------:'.""""--------------:;:::-----'-::-----------1 e ao, revoga as as r1cação dM • • : torio nacional r
e
. . O B A t ·, S t a. disposições em contrá }RT 7s renedios en anexo
1 r U r D I a O
_ .1.GO 2•-Este Decreto e.-.-,..,, •
0
•
, , rio· . - ua publ!caç3io revo . ·•--ara -::i vigor na da::a de
Bela Vista MS, 22 !o. ' gaoas as dis;,oSiçÕes e::, concr:Í
J}Ol'TOR Ut:CIDIO V.LDEZ DE IAnROS de dezembro de 1986, • Beia Vist:a !-:S 'Z'7 "'e ~ -
ABRAÃO A.~ •ZAC>.- ' V ... everei::-o de 1987_
CRO ~lO/)IS - f.ansu!tdrlo: Rua lfal. fedo /N -- Fane: 251-1757 REZAS
Resldi"ncial .v. Ccl,, Cllmlailo 10:19 - Fone: 2,'51-12:?l - .l.llDIM - llS ?REFEITO MUNICIPAL. ABRAÃO ARA ZACARIAS
.___A.,..,._..-;_ ,.... ...,._ ....__~4-,.- .... ~---....;?::.;?!tEF~-u:2;ro:,.::•:u:~,~:r~cI?~AL~--- j
biveis, no percentual d un
Lú mês ou fração.
ARTIGO 5 - Este Decreto
LEI M° 782/86 - GP!METE DO
PREFEITO EX 22 DEZ±X3C_D? 19SS.
Indicador Profissional.
ADVOGADO
DOl"TOII ,:"fO~IO 1-•. ~..SClllf'STO
1 1
~JC: 00íl47-l.&!l-OO - O.H/)IS - !?t!í1J
Causas Civeis. triminais, Questão de Terras, Direito <lc Familia e
Trahnlhista,
Escritório A. Rio Branco N 439
lesiMncia - Av. lio Branco X• tu7
CEP: 70280 ·Porto ).furtiuho - MS
Escritório Contábil Betel
. F.SCRlTAS FISCAIS E CO'."fABEIS
Ynndcrlcy C:u•aroti - CRO/).IT 3.1137
,h. 1-:ug~nio l'cnzo 570 (Ao 1:,do da F,x:,toria)
Caixa Postal 23
de
m:r:·;0010
Antonio Joilo - MS
-.Advocacia
AYA PA..>U! JlJLGJ..wC:lfi:'0 DE: CA.Ftl!'AS CO,IWI?r.
16/87, O17/87.E 018/67.
1'
DOUTOR CAIU.OS ,. ~AZAIU llOlfuES
CAl'S..S Cl"F.lS E CRUl1NA1S
Run llcputJulo llnriu "an Dei Bo1ch 28¼
Tclcfnnc: 30"1882 (Próximo 11 R0<lo,•iúria)
Advogadas
YIUL- DA S11.(A E 'ER. L- nxom
,';ousa• Cl"ci• c Criminais, •rmt,alhiota. llireito de Famtlia, Terras e
Jnvc.ntúrios,
lu11 CuiuM Sf, - Fone: (OOi) -'30-lí!!lO
R o n e i S j IV a Fuchs
ADIOGADO - (:US..S CIVEIS E Clll~L~..IS
CEP: iOOIO
,XTOX!O J0.'1:0
+CI TO • O1,62/87 - CA+ " DO
Priro x ?6 pi svmo p» 1os7
ABRAÃO ARNOA ZACARIAS, Prefeito Muntct-
Plll tlc n •l:1 V! • .. , E,stndo do Mato Gr so
1o Sul, no unuo da o'r!bul;os qu
r",•rc· o 1. rn 1, do /rtltn !2t,,,l, I • 1 r,, J
m+untar n? 7, de 20 de novembro d l l,'
da autoriza;ao contida na letra C, 1
Art!go 134, da mesm Mo,
Dl::CHET,i:
ARTIGO 1° f· IC'I 1lir.:p117
r . (', , 1.-
ção o Serviço Prestados pela F ,11· 1, l ,.
viscense de Jornal Ltda.. em razio is Em
presa congênere Gráfica Pape]ri e ±dito
ra Bel Vista Ltda., no ter interesse "
prestar serviços à Prefeitura Municipal d
Bela Vi!J./J J:S.
ARTGO 29 - Este Decreto entrará em vi-
2or nn (iar.a de .;un publlc11çi:o, rc,vog- rlnc
as disposições em contrário.
Bclu Vista M:i, 2Ei <l<' [l:Vi•relro rlr• l'lA'l.
/G'MÀO AH.J.l:M ZACA.l~ AS - PRF.lr r.I. -O Eff'. -
CIPAL.
BELA VISTA
llS
llS
t - .. -
CARTAS À REDA(ÃO
Prezado
J vul do
Dentre as inúm
ras relçôe pes:soais
ridas duran .e mi -
ntia g<•!J Lr.Ío, à frc n ('
do Emprcca d· Tur!crno
de Mato Grosso do Sul
S.A. - MS - Tllíl, noo
podurin deixar de a
gradecer a aLcnção e
colaboração com que
sempre me distlnguiu.
No cxercÍclo do
cargo de Diretor Pre
sidente da MS - TUR ,
Presidente do TUROES
TE e Vice- PrcsidcnLc
do CONITUR, procurei
desempenhar as fun
ções a mim delegadas,
calcado no trir.Ômio
lealdade, dedicação e
honestidade ao "tra -
de" turístico de Mato
Grosso do Sul, do Cen
tro-Oeste e do Brasil
no desenvolvimento
divulgação e promoção
do Turismo.
Deixo os cargos,
mas não sairei da lu
ta pelo fortalecimen
to das atividades li
gadas ao turismo, a
través da PANTANAL EX
PRESS Viagens e Turi~
mo Ltda., estabeleci
da à Avenida Afonso
Pena, n 2881, loja
31, em Campo Grande -
MS, que volto a diri
gir e onde estarei
sempre à sua disposi
cão.
Cordialmente
Lauro Quadros.
Ao findar a nos
sa gestão nesta Secr~
taria, colhemos a o
portunidade para ex -
ternac nossos agrade
cimentos pelo apoio e
acolhida com que nos
distinguiu.
Aproveitamos o
ensejo para reiterar
o nosso propósito em
continuar contribuin
do, naquilo que nos
for possivel, em bene:
fÍcio dos superiores
interesses de nossas
comunidades. •
Cordialmente,
Idenor Machado
Secretário de E~
de Educação. tado
Oficio Cire. n°
001/íl'I
D.: Associa;ão Bela
vister.e de Profe
:ore:;
A (O): DIRETOR DO
.JOIFliL TRIBUNA Oi
fíl011TEJ HA
À Direção e fun
cionários do Jornal
"TRIBUNA DA FRONTEIRA'
Prezado(a) Se
nhor(a)
Vimos por ente
comunicar V.s. ,
a posse da atual D!
retorla da Josocia
ção BclavlsLcnsc de
Profeosores, assim
composta:·
Presidente: Elder
Basso
Vice-Presidente:
Gilca -Lino
1. Secretária: cé
lia Maria Silva
França
2. Secretária: Fá
tima Kalil Rodri -
gues
14. Tesoureira: Ma
rilza·chamorro Mo
raes
2. Tesoureira: O!
ga Mendonça Faria
Suplentes: Lucas
Ajala, Maria Elena
Pagliosa Branco
Mariza Simões, L~
cia Franco.
Estamos imbui
dos do mais profu~
do interesse pela
causa da Educação.
E por acreditar
que v.sa., também
prioriza este as -
·sunto, desejamos
fazê-lo participar
te desta causa.
Colocamos-nos
a sua inteira dis
posição e espera -
mos poder contar
com seu apoio e
compreensao.
Atenciosamente
Prof2. Elder
Basso, Presidente
da Associação.
"LEIA JORNAL TRIBU
BUNA DA FRONTEIRA
PARA ESTAR BEM
INFORMADO"
=====------
Í'• : o
"rebanho'
católicos
()
o b,-.,.. p:·o·r
Os pastores, ou -
ja os Bispos católt
cos, poucu coisa
tem a fazer em suas
dioceses. Por isso,
tem empo para se
ocupar de problenus
nacionais. Proble -
mas políticos, eco
nomicos e sociais
ocupam as atenções
que deviam egtar
vollanas purn a Jl
tuação cspirltuul
dos fiéis. A confe
rência 1acional dos
Bispos do Brasil
(CNBB) criou um ru
pode ação - bispos
padres, leigos - pa
ra influir sobre os
constituintes. Reu
niões, almoços, ja~
tares, em vez dos
antigos retiros es
pirituais, procuran
do nas decisões d~
Congresso. Em rasf
lia, este grupo de
pressão é chamado
de LOBBY SANTO.
Constituiram
até uma ANA, que se
traduz: Agência de
Noticias Alternati
vas, com o fim de
transmitir informa
ções diárias sobre
a Constituinte. En
tre os clientes des
te boletim diário~
além dos jornais e
emissoras de rádio,
católicos, estão S~
cretarias do Gover
no, Assessorias qua
11ficadas do Senado
_g da çamara.
O Lobby
l!Al. . ft i ' tli
DA FRONT IRA - PA A AI'A LIGUI
q0. 410,
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E A ASSOCI/ICÃO, . . • • " sempre fomos amipots, e bom ocarmo» ne1si'
55unto, porque voe, m, is do ue ninué
Não percam neste Os resultados aprg,' eu 1.nrr,br'.:1, ., ,b, 11""' <
11
' ,:oi··, q,i, ,,;',
1
•
domingo, dia 22/0/ [sentados foram os se-]balho e exige sacrifícios é mudar.
07, uma sensacional iguintes: Mudar para vocé, vai Lt• obr!p.il." C'• 1·
1
1•-
e inédita partida de Prefeitura LI X O Gr- ren e a encontrar o cJl:::ccnJ){'cl<w, :,,p,!lc,
:'uteol em nossa ci-[io União. que você nio sabe, no vê, não tem cort e-
doce, Estarão se de·- Baixada flunim:ns<' 1 za. f.j;J:; r:.uac.
f'rontanrlo GORDOS X X o Amieo•; do GlbÓiu. Sei da suo !tua;ão atual, cheia de d
líAGROS corr: irludP de X x snenos, quando te usaram, quando f!ze-
L .,
v i r·
ny r
•(']íL/
.t s+
r • 11 <W : i 1 cJ 1 ,
. i e; J'..ll'ü 'er.d r a
d it nl t•la b<•lnvü,~c!:_ 'U-JffiEri .••
'f
'' 1 .[ti
Carta de um Pai para um
Filho Viciado em Tóxicos
Meo filo qu rido,
ti, 1 U I :;t f.,)f
1nlli : ll1
,,11 • r 1
1 i n .
De Pt·of<'flSOre,,; de: ik
ln V1:1ta, c-om novo Jcon:(•c;,·u nr ;t<·
PrPG1dentc-, Pro!'t·'>- dO'"llJ11'0, ri:~ 1r,;o:l/
• sor l!eldc,r- Basso. B/, na d •lo Seo-
Agora a Associa- /senta Esporte Clube,
çãobstá empenhada cluma p«rt,d a: is10»
levar o nore dos can]envolvendo a seleçao
didato::: à /gente de- de C:1racol X equipe
Educaç5o para ser e!do Posto IplranKU de
tudado e aprovado r~nossa cidgde. O jogo
lo Diretório, afinal(começou as 08:00 hs
quem melhor que o co:n um bem número de
professor para opi - c-spec Ladores qui.: fe
nar sobre • aquele q/ rar:i prestiriat· o <'-
será seu chefe? venlo, qu<' tc:nünou
com uma vlLÓriu dn
equipe de Car-acol pe
lo placar de 4 X O -
Muito breve esta- Apbs a parlida, o
ri acontecendo uma VereaJor Marcelino
palestra sobre Lbxi-cassio BigIia Acioly,
cos na Escola EsLC'r Pr-csidente c.i.. ,·3.mara
Silva, para pais, u-Nunlclpal de nossa
lunos e professores.cidade, o~!rc-ccu un
As pessoas que darã l0cuto churrasco aos
a palestra virão de pactlcipanu•~ do jo
Dourados e contam go, numa dernonstra
com a ajuda da Pre- ção dt? cai·i!'llo e a-
feitura Municipal prPço pelo esporte
Blk..-VE ...
Campo Grande, o~de o
a continuação do carn_. No '·ntan~ - -
Internacioné:l de ºor " ~o, quem nao muda, filJ-.o, n:10
peonato promovido pg Alegre levcu o caneco, cresce e para você crescer-, você ter., r,:.;.:
la Pref. Municipal. . , mudar. Se voe~ não crescer, você yai pc -
~===-=-------_;..;,.. ..;... ..;,; rar neste estaeio e você precisa ter for-
ças para crescer, largar tudo e ::;air des
sa. Quen não muda nac cresce. Quem rão
cresce não vive a vida: pára. E quem pár
:1orre.
Eu estou de mãos abertas para dar t;o::
vindas.!. para bater p_almas às suas tr3ns
for~açocs de agora para a frente.
Quero te abraçar e te aconchegar, re
1poiar e te dizer ue te amo e lutar 20
teu lado pela tua vida, pela nossa vic~.
;ela _nossa importante vida de seres ht,::::i,
nos. E isto_meu filho: vamos dar boas vind2.S â.õ
Parida rari~f'ormaçoes, ITleS!!O c;ue no inÍcio elas dc!!"l t::
pouco, pol'que c.!.iz U!Tl Pl'O".tÉ:rbio ""Oular· "0 cr.;e e:
de, Cura". ,~. • • -
Filho não queira
• • · . - ser um guerreiro 1u---.:io ::.
lado errado · ' -~
'. ven.1-Ja, me abrace e lute co !!'.eU J.E;::,
O sol esta lindo ...
(Mensagem escrita a todos os coxic&~r
r.os do Brasil e d
:.,rasileiro·
0
~ ~undo pelo escr:cor
desta cidade.
FO
' '
1 Ce
bel.>vis.:ensc,,
•10 anos acima.
As insc r içÕcs P!?, Aconteceu também
dcrão ser feitas no neste domingo pp, o
JornMl Tr-ibuna da J9 Torneio Incentivo
fronteira ouro reside duplo::i d<.' vÔlcy ,
ciência do ve1·eador - na Vila PrE--visul.
Julião Godo)'. Val,! Sagrou-se car.pcã
lembN,r que as ins- a dupla formada pelos
criçÕes serão gratui atletas Eder Morais"
tas e haverão lindi~ Alemãozinho, ficar.do
:,!mos troféus pura
0.5 1 9, í=- 2
locados.
e 3% co-
1
x x
x x _
LEMBR/.MOS TAHBEM
Aconteceu na v.la '
do_ Ido Quadraneular- Ramc
Prévisul, neste d
Tcbet, realizado em
mingo, dia 15/03/87,
co a secunda coloc.:i
ção Othon PinhPiro e
nazzanc.,.
r-·.m rlc· tj .:õr1cn:.t·
umn pó, uma 3ílulo
ou voc;e mcLno, um
um pacote, um c!garro,
cu c-•1anoc l ht' 1 n,1 e t.P, :,, ,
lÍoo..udo nu,ilqu<:r J')OT ti-
r,,a scr·inza ... sei de tudo is o, mas el
que pa--a você mud.:ir !:iigníf Jcor·i.. tbrir ri;:o
daquilo qut' você e c,u .i::. :;;,:.,r:r;,o::;. O tóxi
co,
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