TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº825_21_03_1987 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº825_21_03_1987Número da edição825Data de publicação21 de março de 1987Número de páginas8GeoCoordenada -22.117449388986444 , -56.52124037771965 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº825_21_03_1987 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto •do stc :.icm ·ra ·o, aram, ~ u- :,ei muo Jxi- cor ver que .fÍ- con- ::!nte juctnr nõ.o cue po. - for des- ião pára :, :r ªº 1da» num% Ias ds toam U 3 que e!. TRIBUNA DA ArJO: XVI lf'l 825 21 FIGUEIRO QUER 8. VISTA NO PIM Ronaldo Costa Couto, u necessidade da ir • clusno de Br la Vista no Prorama de A;si t;3nc11.i ;io::; i•lunlcÍplos - !'Ai-!. O Parlamentar Sul-1atopros..;enrn cxpi icou que SUi.l ~(•::tro nc:-Le sentido se acve às condições "pecu llares de Bela Vist,•, cor.10 ·nunicÍrio .f:•on teiriço, onde há carência de recursos para a lmplcmenLaç~o de uma infra-estrutura ur bana nara absorver a m~o-dc-obra local e~ atr.,íoa pevide à sua condiç;o dt• polo ele conve r~êncla cconÔmi ~a". E 1 cssal tou: "A injcç~o de recursos no PrefelLurc de Bela Vista para criar condições de absorç~o de~ .sa mnao-de-obra dispcniv..1 é de extrema im o·ncia, porque a c.:,>ntinuar a si cuação (Brasili do correspondente t al, pode surgir ur tumor de instaoili- ,Atendendo ao apelo ao prefeito Delavis- dade socal que afu~Pria, inclurive, a~ tense, Abraão Zacarias, o IJeputado Ruben condições políticas e econômicas da r,: F!ueiró enfatizou ao tinistro do interiorllãó. Mulheres Levam Carta à Constituinte .Figqeiró- intercede por flincio .ná·rios do Banco· do Brasil rro ., ... ' ... :. .. r - Campo Grande-Lan çado em todos es Es L"dos da Federaçao, através de suas As sembléias Legislat! vas, o even Lo "C ar ta das Mulheres a Assembléia Nacional Const1 tuinte", ocor reuna Última quar= ,ta feira em Campo r.ronde, através da representação de mu lheres de diversos segmentos. da socie aade, que fizeram para alguns deputa dos estaduais e ple nário a leitura oc uma carta elaborada pelo Conselho llaciô nal dos Direitos d; .., .;.._~~-;.;;;.-..:~------------------...1.. ·,,;.ilher. ?ÁGIHA 05. . ' Br. 1la - uiparação salarial dos funciona X-::os do Banco do Brasi:l aos do Banco Central, es - sa foi r.mia dl:S solicitRções que o deputado federal Ruben Figueiró fez em telex enviado ao ministro Marco Maciel, ct:e!'e do Gabinete da Casa Civil da Presidência da RepÚblic~. No telex o parlam<·ntar sul-matogrossense ex - Pressou: "R~go ao eminente patrício lev~ à prese!:_ Çê de S. Excia. o Sr, Presidente da Republica r...u apelo e favor da equiparação. salarial dos funcio- narios do Banco do Brasil aos do Banco Central e, n:~c sentido, a determ::.nação presidencial para liberação irrx:diata pelo Conselho Interminesterial_ de Salários das Estatais (CISE) do processo que funde o Adiei nnal de Fur.cão e Representação ao Adi clcnaJ. de Dedicação Integral (ADT) que lá se encon t:::a, há rrescs sem solução. Sei que Vossa Exce - lencia tamtém reconhece a justeza da pre tensão do funcionalism0 do Banco do Brasil f~cE à critica situacão financeira por que Passa e que poderá l~vá-lo n posições rei- vindicatorias radicais e, naturalmente em prejuízo do processe econÔrr.ico do Pais', • Aguardando uma breve manifestação de Vossa Excelência a·respeito, seu agrade cido. Cordialmer.cc, Deputado Ruben Figueirb. Em sua resposta, o ministro Marco ha c iel afirmou: "Acuso recebimer_to telex relativo equi p:'l.raçãc salarial funcio::rios Banco do Brasil e· informo, de orà::m do Sr. Presi dente da República, assunto retrans□itido ministro Fazenda. Cordial Abraço·•. SECRETÁRIO QUER QUE BA (0 DO BRASIL AJUDE EMPRESAS DE MS 'a prx ma. 4s, rio d Idüsri st+ à recebendo vi.t' r ,v Superintendente iegicnnal do Banco do Frasil, it nus Wouei- ra, que foi enpos do dia 7! no caro. Ele estara corparnudo em sua vivi'a a SIC/MS, do cx-superin tendente, V!:mondes Lourenço Gonçalves. E!,ta Lntr.-vi!"t • .. f'oi !.:olicl ada pio próprio Se crPú..rio i.'a!rJír Gü r ru. r,v· pl"'•t nade ±t.r do nevo diretor rgimal do [unco d Brasil de que maneira aquela institui;o firsneira pode ajudar melhor o comércio e a instria sul-mnatogroseere, sobretu do a, microempresas. Segundo Guerra, esta é una preocupação ja "ranifestada polo Governador Mar:c)o Miranr:la, que já cJ 0 1,rnrilr.ou, incl>J.;.:.vn, ;i rco.l.iza. o de estudos para a criação do B.mco de Deservol virn-::·nto do Estado, como forma de melhor agilizar;; "€passe de todo e qualquer r-::curso fin:_.nceiro des tinado ao Ma:.o Grosso do Sul. De acordo com infomJçÕes veiculadas pela gran de Í!l1;:n::nsa nacioru-J., o presidente do Banco do Era sil, Camilo Co.l.azar_,, rccent.e:r.ente solicitou ao J.li nistérlo d~ Fazend ~ liberação de 12 bilhões de c1uzados, oriundos do F.co ilacional dt:! lJe::.envolvi rr:ento, pura aplicar nas rr.:c:-cx·rr:presas de todo o País este ano. Waléir- Guerra oisse c;t.;c. o Governo Marcelo Mirar.da irá gestionur para que parte sig nificativa deEscs recursos sejarr. destinados ao Ma to Grosso do Sul. BICHA ATENDE APELO DO ROTflRY CLUB Em l,l;l...t 1IOV<1 ~.;.se,c KO .,. _. tary Club de Bela Vista tem procurado ajudar r.a solução de diversos pro blemas que assolan a nos sa coounidade. Sem fugir à sua linha de clube de serviços, cu. ja finalidaàe é SERVIR DESENVOLVER O Ca1?AIIJEI= RISMO, o Rota.ry está s tra.ns:fonn;,odo mr:r Cé?l"lal livre onde cidadãos le - vam Süas queixas e recla - - maçoes. Primeiramente foi a questão do Posto do Mir_istério do Tra balho. O Rotary, ser. sibilizado. levou o assun;o a·imprensa e, como de costum,,, a repe~cussão ajudou r.a solução. Oucro problema q/ vem provocando criti cas da comunidade be lavistense é o da e= nergia elétrica, o . Rotary enviou cartas aô prefeito, vereado,. .. res, Enersul e Gover no do Estado. Envlo~ também um oficio ao Depucado Ricrdo a cha, Bacha, u□deputa- DE? . s.rcJ..ano 3AC.:-iri çÕes de servir ao po vo da fronteira, so bretudo de Bela Vis ta, respcndeu ao ofi cio, prometendo ime d:.atas providências. Nesse sentido o deputado encaminhou reivindicaco direta mente à Presidência da Eners:! e brcve men te te rerr~os nc. ti- . cias otimis:as. 7CJS CS LEITORES, do engajado no con _ ' - CÁ texto regional e que possue reais inter - 'ENTRE , 71 REDE BELAVISTENSE DE JORNAIS LTDA. f l)lJl O rovo SEJA 8( M JNíORMAod Jornal Tribuna da Fronteira (Bela Yisti) Jornal Comia Jardinense (Jardim) Jornal O ugunense (Gula Lopes da Laguna) Jorl1.II Tribuna Murtlnhense (Portn MUf1lnho) Jornal de Bonito (Booilo) Jornal do Antonio João (Antorirr.Jolo) Hâ mais ele dez anos editando 1orna1s e fortalecendo o munlcip.1lismo GRAFICA E EDITORA APA PADRÃO OE QUALIDADE ',f'I•. "º 0( UNOTIPAGEM -CONFECÇÕES DE UVR0S E REVISTAS• ILERTI I POPULIÇIO «GREVE DOS BANCARIOS A PARTIR DE 24/03/87» IMPRESSOS EM GERAL • IMPRESSOS A CORES UMA EMPRESA DO GRUPO REDE BELAVISTENSE DE JORNAIS Fone: 439 - 1410 Rua da República, s/n? - Bela Vista - MS • e érobro - o álcool mata as células do cérebro. Se bem que o cor- po pode reproduzir células mortas, não pode, todavia, reproduzir as células cere brais. Qualquer dano cere bral é permanente. O ál cool também ·provoca he morragias cerebrais e obs trul os vasos capilares. Fi nalmente causa contração do cérebro, tornando-o es ponjoso. O beber costu madamente durante anos causa grave deterioração da memoria, do Juízo e da capacidade de aprendiza gem. A estrutura da perso nalidade e a consciência da realidade no alcoôlalra também podem desinte grar-se, pelo menos alte rar-se gravemente. Pulmões - o álcool tem JJm eleito tôx1co SO· bre os pulmões. Ossos - o álcool c'rla "células beberronas". as quais formam ossos que- bradiços. Pensava-se que os alcoôlatras tinham mais fraturas porque calam com lreqOéncla Agora os inves- tigadores sabem que que• _. --~ das que não provocariam danos ãos não-beberrões provocam fraturas nos al- coôlatras. O álcool também • reduz a quantidade de gl . bulos brancos e verme lhos) da medula Ossea Flgado • - A cirrose uma óegeneração do tecido do llg.clo alo em tecido c, catriclal, 1) oito vezes maior em alcoôlatras que em nào alcOOlatras. Os que bebem apenas socialmente. mas com freq06nc1a. também --- lém aumentada a gordura do ligado e preJud1cacsas as 0#)1 u l&S heQàllcas. lntHtlno Delgado - O kcool bloqueia a ab aocçào de VÜiu subslln cis, tals como tamuna kídO IOIICular, QOC'dura. v, wmv9_ umuna B, e mnocidoa. ' SaftCIUe - O Jcool taz oa glbulos verrnelhos que em nenhum momn.o rmnittr mm a ne /recurso no lação éria, os bancá: brasileiro e o foram obr lados a decre GREVE MACIO- AL, por tempo indo rm1nado, a partir do dia 24/03, par ter atenilaus ua» Justas reivindicas. omos aproximada ncn tc 7SO r.Jl bum;, rio'; no :>,Í.·, "1--J• no sistema !camente e achatam nossos salários o são lesados dieltos que d1- f'i cu ltar o a tcnd1mcn lo daa no•;:;u:.; n1•ce:; sIdndes básicas. Fruto da cxpiora;ão dg sumana dos seus func l on~ r los - na jorn,1 da de trabalho e no puamento de sala - rlos miscr·Í,veis - e clu socic•dao" br;,ir;! leira - na cobrança de Juros e taxas a busivas - os bancos acumulam cada vez mals. lucros exorbitantes. Os func1oniirio!i do BB e da Caixa F. conômica Federal vive, hoje na mesma si tuaçõ.o d_os demais bum:ários, o que tem provocado in~meras demissões R pedido naquelas duas empresas. O conceito da comunidade de que s Primeiro dia do são cheios de mordomias e privilégios não condiz com a realidade cm que vivem. Est·as informaçõºes distn.~c1das e na maio ~overnador no Parque ria das vezes, provocadas e alimentadas pelos próprios banqueiros, tem a preten são de jogar a oplnir.n pÚo1icl' contra - Dlsposto a continuar acelerar a obra r:1od~rrJ- --------------------.~rª::..:º~~-......::.:.:•::...· __ • __:, ....:.:. j 7 ªdora, inspirada no social - corr.pro.·:lisso do p;,íiJ3 •~ da ~iançé! D..:mocrática -: o govvmador l-larcdo 1i.:. j ~a.,da iniciou o seu primeino dia de jornada de tra balho no Parque dos Poderes, para governar Mato 1 Grosso do Sul, durante os proxirr.os4 anos.O govcr nadar Marcelo Miranda chegou be:n cedo ao Palácio - (~h20), acompanhado do seu ajudante de ordem, cp! to F Francisco Silveira Libório e de sua Sccrett ria particular. - Ao contrário dos governos anteriores, o gove!' nador Marcelo Miranda preferiu caninhar rumo à en trada principal da Govemadoria, ao invés da en trada privativa, provima à aragem. O Governador fez questão de cumprimentar todos os f.rncionários por onde percorreu: secretárias, telef0'1i<;t"" e os garçons. Antes mesno de tomar conhecimento de sua e.genda, o Governador Marcelo Miranda encontrou !'la sé.la de recepção uma comitiva de Paranaíba cons tituida pelo prefeito municipal Wilson Roberto; a lem de vereadores e a bancada do PFL local que es tivera acompanhados. do deputado pefelista Dala - dier Agi.As 8h25, o Governador Marcelo Miranda foi recebido em seu gabinete pelo chefe· da casa civil, Londres Machado e pelo seu secretário particular, Jose Rodrigues. O Governador Marcelo Mirar,da adiantou alguns despachos protocolares em seu ga - binete e as 09·00 ho - • ras, compareceu aso l·enidade de posse da primeira dama do Es t~do, Mariita Cançaào Soares, na Presidên eia do Fundo de Assistência Social Sul_ latogrossense _ FASUL. eumaGa de da populaçio pr , C" ·: b ncia e o radicalismo Io ex' nação brasileira. Campo Grande -- Ma, 19 de ar;o d 197, SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE CAIRO GRADE M SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE :JURADOS M SI!DICATO LOS BANCÁRIOS TRÉS LAGOAS MS SINDICATO DOS BANCÁ#OS DE IAVRAÍ MS SINDICATO DOS BA!CRI OS DE CORUMBÁ MS ASSOCIAÇÃO PROF 1 SS I01!AL DOS B/,llCÁH IOS !JE P0IH A POHà !iS. r.ssoc. DOS FUNC. DA C.E.F. MS COMI SÃO DE MOBILIZAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS DO BANCO DO BRASIL S/ A M,.-,.. ~ zoe )tllffla ..., lollt J I -- J - se aglutlnafflf, detendo a circulação e privando oo tecidos de oxigênlo, Tem bém causa anemia, pela ' reduç4o da produçlo de tais glóbulos. • . lnfecçlo - o ilcool reduz a 1"8$lsttncla do CO(• po As enfermlda<SM, pela -- decrescente produçlo do glôbulos vennelhos e so bretudo brancos. GIAndul11 End6· crinas - o •1coo1 dese qulibra o funcionamento de todas as gllndulas en- dôcrinas. Coração - o àlcool tem um eleito tôxlco so bre o coração. causando finalmente um dano lrre versivel ao müsculo car dlaco O beber diariamen te durante um perlodo cur- ./ to (dois anos) provoca 0 ./ aumento da quantidade da gordura que se depoatta 1unto ao coraçlo e entor pece seu normal metabo- lismo. . Mloa e Pg - O 4 coai causa pollneurlte ou inllamaçlo doa nervos.' co mo result4dc, da deflclln- ca de vitaminas, do que inevitavelmente padecem oa alcoôlalraa A pollneurl te provoca senaaçõea de "??["oras mtos •no» Plncreaa _ 0 ex cesstvo uso de tleooi cau sa a lnllamaçao do p&n. creas. Uma -..ez inflamado, nlo P<>de recuperar-se .completamente e conti nua degenerando-se. Em casos· de hemorragias do. Plncreas oeralmente o be- • berrao morre. Glinclulas Sexuais - . o alcoolismo Produz se n1l1dade pramatura. • 1 • do disfu"""" me um- • .,,...u e degenera- .çào das glândulas sexuais. Os e_sludos têm mostrado consistentemente que Sha kespeare tinha razão q do observava que O ~ • provoca o desejo, mas 1 à impotência". 11: • eva NOCD9 ------------------------ .1«-AL ftDalA DA P1DftEllA Fundado em 20 de Fevereiro-dei 1972. DIRETORA : REDATOR-CHEFE: GERENTE REPORTAGENS MARIA ESTELA VELASQUEZ PFREIRA IVALDO PEREIRA GILSON SILVA SANTOS LUDGERO AUGUSTO SENHORINE REDAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E PARQUE GRÁFICO: Rua da República, 268 Fone: (067) 439-1410 Caixa Postal 23 - Sede Própria JORNALI_STA RESPONSÁVEL: IVALDO PEREIRA Propriedade da·j REDE BELAVISTENSt. DE JORNA!S LTtÀ CGC-KF: 15.513.203/0001-59 INSCR, EST.: 28,219.003-1 Reg. ·no ·.cartório de Tit. e Documentos NV 35 FILUl)O À A B R A J O R I .. E ADJORI-S llPftESINTAK.TE EM SÃO PAULO: IICID - Comu~1cação 5/C Ltda.. Rua Voluntarioa da Pátria 1544 Fone: (011) 290 _ 8664 • - ConJ.01 CEP_02010 __ S!J'ITANA SP us de ! suam rI: gulhosc ,, s!e' ..., m:us comi pdqus o dos bac B:±sl oferecia a lates de progree3 ancurscs intem0S !m> que pcmútiam l!ll li) 000 cruzados 0senadoria se ga! re:s. "As outras br' frn das profissóeõl; Anr..idas e os-senr= Morais Oliveira, b ,s DO! do banco. HooH 116 000 funcionánic rução é inversa.e ir1lmos foram suswa imos tempos, ogo. fiaram abaixo do cp i vdos. O mesmo banco.,( amira o ex-mini:ini lliMas, o jurista e s: to ex-ministro do PJ. cm Reis Velloso é a debandada de funcioi1 senta&s. "Tenhc ll!inva .. • afirma o Mwiezan, do PDS • de 15 de novemg b d assessor jurídit Rro Alegre. "ll:. ESE: l'llüt;ll.V.J $AGENS 3s llot Pas. T:T T lu ·AGn; FiNtt a Boi [,'} ,. LP .i rze, 11 'lu· + •. id 1· l ntra. 'n<torc ... dc 19#1 l'liDL ; • S l•IS ,/(jOJS r.; • , MS MS mros IJi: áR1Os ue .. ' ra modeni so do PE • Marcelo h:_ 1 da de tr irnar Mato s.O gow( lO Palácio ordem, cR! sua Secretz o govel" ruroo à e~ •és da rn- vem«d: nci or.ári os ,nistr,c; r os ,nto de sua ,,..nntrou n:i cons- . -ua, Robertoi a .cal que es sta Dala randa iol casa civil. ,articula!'· jantou seu ga • u à so do Es • ·dê presl al sul - 23 a A A ARI l -- orno cor tas ;,-- s do rprtutal M» g, hí n BunvdoBrz.duras 4 utr ia crntnos de ar rtnprade adro tu ncd-pede rzulas de taludem, o freno pus:upnus 90cruzados per um: ururtumxnta furna! em Brsla. @unto o grodos empruhs luta com ssmtas d»aluguel e do superer ado Houve uma cpaa, me pesado, em que o erente de uma agru d» Bino do Braal r:~nu "J..J.: wr:1 11 11. ll K Je llll tU:l ~ as tprsentava s unua potu de .A.'t'°":,.--.,, {a ±osrui de elas e tradis ....:u í'"-'<'r crJ J'<' m.lhlf Jo que,, J,, rn ter "' "l:,111111u,u, ,1J..Jb. ,, ~rf•1.'.<' <TJ .11,r eta autondade, lego depus d» jut ,. J,, padre'. afira o deputado constituinte Au gu,w Je C.lfJlh,,. J,, l'C'B Jc Br.1,1lu. tun• nino do bane com um onlennlo d t, OC() cruz31J,,;; n,cn-.11 Hl>Jt'. <1u.mJ.• ,..,. fC~n1,·, ...: n'llncm. é para relamar d.a -..,. da. For o que ocorreu dias atras, cm iar- que.a-e em S:io Paulo a íun,mniriJ R.1- ÇJ, a 42 quilómetros de São Paulo, ode chel M,,nlla. 40 anos, há ses no banco, 31 funcionares estão submetidos a uma 4 000 cruzados de salário. Na baralha p..u-a siruaçào dr,m1.111,.1. l•r falr11 Je Jmhrrn1 11:forçar o orçamento, o~ funl·ionário, do para o aluguel. ,, b.111,·.in,, Edon Ftunn- banco c,rão cuid:indo cada vez meno, de co da Silva prtfrrc m,•rJr ,·111 Marlhu, a ,cus 2 milhões de l'orrcntl'>las e cada vez 35 4uilômetros lle di,t:incia. Su.1 rokga mais de eu próprio bolso. Todas a, !.txtas- no ~erviç,1, Helcn:i ln·nc Biatio. 11:i,, tem P •,•,· ·•1.ns J~ cinqüenta anos. o, jovens feiras. em Brasília, eles promovem uma fd- dinheiro para ah111,.;;1r e na h,>r:i Ja l'l'· ,,.,,savam no concurso do Banco rn de anc,:inaro depois do apedicntc. Em . feição .:ontcnlJ-,c n1111 ,-.111,l111d1t·, do llt.. • 11vcr.tm seu futuro gar.intido. Rico São Paulo, peno de: 1 500 dos 3 000 c:mpn:- Recebendo Jc:LCIIJ> Jc Jc11u11,11i. Jcs)O e $1Ílr1' ,1r11ulhoso de manter um quadro de gados da ag~ncia central transfonnaram o tipo a cada mês, dias atrás o presidente SCl'td,1res mais competente e mais bem pa- local de trnbalho num pequeno superynerca• do banco, Camilo Calazan~. np111u J'('f go do que o dos bancos privados, o Banco do - onde funcionários e clientes podem uma resposta drJmática e certamcnle inó- do BrJ.,il oferecia a seus empregados possi• comprnr roupas, peças de cerâmica para de- cua. Incapaz de tomar uma pruvidtnda bilidades de progresso na carreira atrnvés de corar a casa, bijuterias, peças de artesanato para melhorar a sorte Jc ~cu~ ,ut,i,nJina- concwws internos e faixas salariais muito e doces negociados no mesmo balcão oridc dos; Calazans enviou umu cun·, Jrnund11 boas que penniliam a um bancário chegar se fazem depósitos e se retira dinheiro. No ao ouvidór Fernando C"é,ur Mc,4u1111 -- aos 60 000 cruzados mensais às vésperas da último final de semana, 6 500 funcionários a quem cabe apurar im:gulnridndc, nn~ aposentadoria se galgasse todos os parama- das agências da capital paulista promove- repartições oficiais e ndo di~ullr que•• rcs. "As outras boas opções de carreira, ram sua Feira da Miséria cm pleno Viaduto cõcs salariais. Camilo Calurans ah que aMm das profissões liberais, eram as Forças do Chá, disputando o espaço com camelôs e é preciso "evitar a prolcturit;u;do do Armadas e os-seminários", lembra Eduardo mendigos. "Não temos outrn alternativa", Banco do j3rasi1, que fatulmcnll' ,><:um:ii Morais Oliveira, diretor de Recursos Huma- afuma Rosãnia Carvalho Abrantes, que or- cm função desse ach11an1Cntn ,.,lurial", nos Ílo banco. Hoje, do ponto de vista dos ganizou a feira. confonne escreveu na ~un i:urta a fcllllll• 116 000 funcionários do Banco do Brasil, a do Cfsar. situação é inversa e penosa. Os concursos Pelas 1nnsform11çócs que !lofn:u, u internos foram suspensos há dez anos e, nos guarda-chuva gcncrow Jo B11n,11 du Hra• últimos tempos, os salários <.aírarn tanto que sil desbotou, ganhou furot e dele rotou ficaram abaixo do que pagam os bancos pri- apena., uma sombra do mito dc al'cn,àc, vados. e escabilidadc que carrcgav11. Nu no pu- O mesmo banco estatal cm que fizeram sado, melo milhao dc penou pre,rou carreira o ex-ministro da Fazenda Emane concurso para lelllat uma na• num11 de Galvêas, o jurista e senador Afonso Arinos suas agtnciaa. De•~ IOW, qua-e 4 711(1 e o cx-ministro do Planejamento João Paulo foram thlrnadu para ltlllllhat, ma,, de· dosReisVeUoso~perscguidohojcporuma pois de conferir ICUI pnhot, apcnM r:-,eses, postergando o p!"ocesso· constitucio- dcbaneadadc funcionários e por um coro de 2 000 accíwam o empreao- • d,m111 nal para as calendas, o que decepe ionaria lamentações. "Tenho colegas cm situação preferiram ÍICII onde ac.tvam. "A, a opinião pÚblica nacional, que deseja o aflitiva", afuma o ex-deputado Nelson chancndeumaprumoçioniuubecm", , 1 uanto antes uma lei básica para a Ilação", Marchezan, do PDS, que, dcrro<ado nas ur- IÍlllM Paulo BoJ,n. funclonúio dl bn acrescentou o parlamentar sul-matogrosseil- nu de 15 dc novcmbro, n:assumiu seu~ deproceswnencoct.cbdoe,mlk»ília, ·e.·Ele destacou ainda, que a posição do lo de assessor jurídico do Banco do Brasil onze 111CM de ,au e IÍtl1 aa!Mio de 9 íXJO cmPortoAlcgrc. "Ptefiroscr~tica", crvudol. VtJA.,ót.iuià, ,--- Der>utado Pefelísta "se parece a um lance _ah ;nagogico, apenas para ficar sob a lumino IIESFIl'TE .S '.:'TAl11:::-iS JlO "l',SSAPOltTE BRASIL :'A P,LL DA ll,O". idade da grande imprensa, pois estaria J>lOGHA~l.:-illO SU.S 'I.GE:-iS llE FtRI.S, USliFRUl:'UU DJ:: UESCO:'TOS E:f PAS· hovendo no molhado já que a at:ual Consti- SAGE:'.S M~HEAS, HF.S'l'Al'.1.:-iTl•:S, SIIOPJ;G'S, ETC. tuição Já prevê um mandato Prezidencial de ssagem Aérea [seis anos'. Hotéis A Frira ela Miséria em São Paulo: disputando espaços com mendigos e camelós EST,I IS O mito desfeito A bat ha da sobrevivência no Ba11(0 do Brasil MATERIALIZA-SE PIE· VISÃO DE FICiU 1 .A O0, +te do prol o d r tnt d Qa ir: pre -. r ( , L 1 J • ,,.-r: te! m:., / Cl· < 1 nrn~:,ú do Deputado · i (r}D.s ,,). /lC"> e e. • .. , n; 1 • o~, , , , r 1 "e I n. • n t o~ r, C1 :·, •• b , t o d . , •'onst1tulnL-. 'A idéia do Deputado Saulo Queiróz sem ,iúvirin c•vr• 1•r"1nd<· r- J,' r .u:.:,i:; pol it ica que demonstrou qu ant0 os t,d:. proj,:t.os de cJ cisão seriam danosos ao proceso de ela boraçii.o dn Crmstl Luiç?.io po!, to·nnr·i:im n D ten Ç D, O d <l (' O ns 1 li til.e e .T [ r'' • J IJ 1 / .O ( ( ' i3 - us trabalhos fundamentais. Nós ficaríamos arranhando as areias fio li oral c0 os • .,::.: projc' os de veci. 'to curante DE?U'fM}() HlIBEil FIGaü:IR-0 P:Lsscios Trasl:ulo:1 Time Tour Turismo llua : 13 de Maio 2.310 TELEFOXE - 38¼ • 2303'e 38* • 250i CAllPO Gll:'DE - llS. E.llllt.. Tt:lt --N 00 li:í • 0012 • 7 __ .,..-_ ., CORUJÃO CONTABIL; Abertura e Encerramento de Firma.s rDecla~ção do lmpOffl> de Renda - Pessoa Flsica e .(aridica, Contratos - Recibos e JCorrespond~ncias em 1 Geral. .Betinho e Luiz TfCNICOS. Rua Antonio Jóão, s/n. - Em frente ao Sindica!Q Rural -' CEP. i9260 ;.;_. - LUSO COMERCIAL. LTDA . . . ~- . .. ' , AGRO PECUARIA LUSO LTDA. LUSO COMt=RCIO E'INDÚSTRI DE #MA.OEIRAS-SECAGEM E ARMAZENA_ • • MENTO _ COMPRA E VENDA DE GADO- MAOEIRA _ ~OM~RCIALIZAÇÃO_. Bons Negócios:Lucros Certos. Produtividade .RUA OUGUE OE'tJAXIAS SN_Gll/A LOPES DA LAGIJNA_FONE: 251.1055 PARA RECADOS -A RESPEITO DE COMPRA E VENDA··OE GADO [URGENTE}- TRATAR PELO TE_ • -~ ---~ - LEFONE: 251:-1364 BE.LA VISTA YS. A TFP mantém bem alto seu estandarte anti-agro-reformista Vo e avolumando dia a dia os pro -l gradualmente imposta, em todo territor1o 0stos levantado por prestimoso órgãos] nacional, pelo MIRAI. da classe rural - ou surgidos espontanea- 3, O empenho explicito, desassombrado e mn.nt do importantes zonas apricolas - constante em favor da pr-oprlc<:lndr pr1vad ronL1"1 :i pol í ticn ào Governo f;;c,, ;~ a13ri- e da livre 1niclat1va cunotl r.ul o ponto - c:ult.urn e à pecuária. Tais protestos in - chnve da defesa dos dire!tons da aricultu cluem mais d uma vez a reivindicação de] ra brasileira contra o per!o aro-refor um l1·nLamt nto parLtn,•io <·nt rc· produ oru; mlnt.a. :q1,rícolnr; <· Jndur;tr1:J1~ no conjunto day 4. Com efeito, e, por certo r.uito c~n!.,Uf'c.. 1 ccot101ni;1 11;1clonc1l. vel que o Poder PÚbllco onern cori ur'•ét pc•- Em vista de fatos, a Sociedade Brasin lítica aricola InJusta a produção arope , '7 leira de Defesa da Tradição, Família e cuÚrio. Contudo rnols censur&vcl ainC:u e l'roprl,•do.tk - 'I'rP, comunlco. riuc: confi::;car ele o prÓprla tcrra, da qur.d 1. NÕo oenrlo cmll1H·., um Órr,iio de, classe mercê do trnbaltro humono, nascem estas ri mas entidade voltada á aprPcluçÕ.o da plu- quczas. rirnÓrficn rf'alld,HIC nncionral com base nos 5. É o que facilmente: :.;e, conclui, dcGde princípios tradlcJonais da doutrina catÓ- que se torne cm conto que onerar abuGiva llco, considern um dever <!eclarar seu a- mente os frutos pendcntc:J da laranjeirc. polo à.o referidas relvin,dicações .agrope - de alguém Ó obviamente pr·ejudicar esse al cuártas, as quais se lhe apresentam, de puém. Porém, muito mais prejudica a esse modo geral, conformes à justiça e à equi- alguém a pessoa que lhe serre pela raiz a dado. laranjeira. 2. Dentro da tormenta sócio-económica que 6. A TFP apela, pois, para o povo l.Jra::1 assim se vai cslcnd~ndo pelo paÍs, a TFP leiro no sentido de que, com a atenção de não esquC'cc, cntrC'l.,nto a necessidade in- le desviada para os mais diversos assun - dccl!nÚvl'l de manlt'r bem olto seu estan - tos por efeito dos problemas angustiantes dart e nu lut.:i contra a Reforma Agrária so que vão emergindo a todo momento nos mais c-1 a ·stn ,. <'<inf1 ;,-·i•11rii'I IH' vai sendo variados ontos do horizonte nacional, não •! oml l:a de manter no li ~ntro de suas preocu N N /1 11 t 3çÕes uma explÍcl ta- a0 ; jISt0 . qIte s $e enxergue o Brasil}±±; jtrvés dos graides órgãos,±E± .de ·1m 'prens-a.'' . :,:!~:~:l::~~!ª!si;:;= tas para outras refor{ as que golpeiam su 1 __ :_._ esslvamente os de .,._ :7· ,Ministro Aureliano Chaves ais setores da soei; dade e da economia rasileira: a Reforma Urbana voltada contra s proprietários de imóveis urbanos, e a o Ministro Aureliano Fctora Empresarial oltada contra os pro Chaves sabe que o jornal ri etários dos estabé d . . lecimentos industri o interior exerce uma ,'is e comerciais. força mui to grande J·untc É esta a trlpli- à · , d d L ee reforma dirigida sua comuni a e. á 'ontra a livre ir.leia na pequena comunidade, no pequeno ou ·médio m unicipio;o jornal ·Iocal soma mais, muito mais do que todos os grandes órgãos· de imprensa juntos. Por isso é impo:rtânte ver o·. 1922 • _ rasil também a través do jornal do interi<Jrl ------------- - tiva, segundo os ve - lhos anseios que o ,'artido Comunista do Brasil (PCB) vem· di fundindo em nosso Pa ís desde sua fundação o long.Ínquo ano de FORRE SUi casa• 1 Cerâ■ica • Já Te vi abrloa L1J1-pr6 para Forro de Cau. ,Tijoloa a Furo,, !IJoloa Laminad;r para * Vtat■, L1Jot11 para Piso, Tijolo, Maolçot, ·TelhH ua José Lemes Bugre. s/n _ . Cep (06'7) 439-1829 ..... Bela Vista 79.260 MS. - JRATIMENJOS IGUAIS <. , , :lo r· .t ~,. do p::::,, i,cl. l _ 1.. J 1 l , . r »s molde s Te . Seun1o,o o m rel 1çao quando do renal G' agiu com rigor quan dos trabalhadora da COSPA. O .'e r. l ~~ 0 f' )., l t'OtJ-. <' j'l dizendo enprar que ae novas cara.er económico não venham sacrificar os salrtos, que, no ender, continuam defa ado, e compela dos em relação à inflação. seu ver os trobalhedores, ' em vista de uma s!- taaço tão adversa", podem optar tos ,,:n 1 •.rcv<: que, co·no acentuou, de t ,l·, lizriu ainda mais o conjunto economc e.o pais. Professores apresentam reivindicações e propos ias ao Governador A Federação dos professores de Ma to Grosso do Sul-FEPROSUL-, apresentou dia 19 ao governador Marcelo Miranda um documento contendo as reivindicações cR classe do magistério, além de: p!·ooosta, para a melhoria da qualidade de ensino. O Governador ouviu, conversou e discu - t!u ponto por ponto do documento que se rá enviado aos_secretários de Educação e da area econqmica. A prcsident-: da Fc . prosul, Elza Aparecid_a Jorge afirmou - que o contato com o governador serviu para início de um diálogo que será pro vc>_1 toso para proi'essores e para o Gove'r no: Entre as principais reivindica - ções do magistério constam o piso sala rial de tres salarios minimos à partir de março e cinco salários mínimos à par t:r de 1 2 de julho, uma urgente discus: sao sobre o anteprojeto do Estatuto do MagiS t erio e envio imediato a Assemblé- . ia Legislativa, para aprovação das mu - d~nça; reivindicadas pelo magistério nao so no aspecto da vida funcional , mas tambem nas questões administrativas A Feprosul reivindicou ainda a construção do hospital do Servidor públi - d co, e a inclus;,o e servidores no Conselho de Ad-rú.nistração do Instituto de Previdência-P i ta reformula ão , rev sul-, para caple ç na Poli tica de atendimento QY.: tem deixado mui to a de j da Feprosul: 2se ar segundo o docurrr-nto ' os professores querem tambén parti cipar ativamente f •- . - educacional na Onnulaçao de t.."'!la Poli tica . . Para o Estado. CG~ i'RA...t:A E SAWTA!i Durante audiência • sul evidenciou d • ª Presidente d.a Fepro - indicação do O - escontetamento da classe pela de Edu - - u:n·nao professor para a Secretaria caçao, e lembrou i - - 1980 pela introc1u - . ª uta da classe des:Je - 1çao de t:iuclanç _ cional. o Chefe da Casa • as no setor ea:.ic.:: considerou _ salutar Ci Vil, Londres r-lachaóo, r, a conversa do da d forma franca e le; 1 e recorri e - -aJ. • O Gove çao que quer diaJ.o ar mo deu a demnstr~ com todos os ~ g ' conversar e se entencer • . enentos da .q crescimento do Estado" di e asses que aj!;Jda::l o Sobre a 1 ' • sse Lond~s Machado- nsa ti sfa - res com O Sec'ret' . Çao dos professo - ario de d - dres .afirmou q· i:. ucaçao, Lon - , ue Aleix o penhara- uma polít O • araguassu dese l ica volt , ver -os problema • ada para reso;. s educaci onais do Estaco- No lugar por ond vou semearido : eu Passo amizade Foi propagando • 0 amor que ~ncontri feli . , Cldade. ------ ---- ----- ---------- ----------- ------- o IS t) , ,,, o 17 n4, " pre [4r·, Vr, ;x, - on4] das 1ente i:11 rn. qp lc1 .. 'l!'l' lHt G l Pur 2staby 1ôm1eG Mu ntou ,da um ies da ,osta!; tõino. .seu - ~ '! se ,açao. da F DOU •viu l pro Govet .ca· - sala- Utir à pa_:: _scus- do :mblé õ mu· - ·10 al ativas -rução usão ao do eopl -o que :u.inento n part}. 1ituca =-epr<> - t , pelél tetar 1ª 2esde educ} sr+ado» 3 de nnstr2 n.der rdBfflº achado° esso Lon aese2 esob :s tacJO• - ' .;1 MULHERES· LEVAM CIRTA A CONSTITUI TE Crmpo Grande Lan- leitura de uma carta ;ado em tdon os Es- elabaradt pc:l o Canse ados d Federação , lho llacicn:ll dos DI atrf.v<:!l ck rrna:j Au - n·l t.o~J ela MuH1cr, <.lc:;_ sembléas Leislati- tcumento este que :Je- rn Che:fe t1,,J.;,,:íé,t r, vas, o uvc·nt.o "Cn:'ti ri. t'ntr-c311,:: aos com; eia Jurrtr:1.:ti'l •!o r, d :-1,· Mulltc•rc!1 à J~;:31~m tituintn~.., no r>ro'x;_·- t • ·, , "'" '· "'- G.CJO C fJI'C.,.,l''..( nt,_ e.:. bl Óia tl;,ciorff·,l Conn-- mo dla 26. Fcc:er·,,r,no IJ::H .. lonal tItuinte", ocorreu No plcnnrio, apre ele LJ0fcn~orc:; PÚbl1- dia H•/OJ em Campo sença atenta de alu cos, queria ocupar a Granrk, at.ravéo da mas autoridades go- tribuna para en re rcprc-sentação de mu-- vernamentais mlstu- outrns den(rncias dJ thrr,:r-; elo diversos rava-se à de mlhe - zer· que a inultir·r,quc 1 segmL,n Los da soc leda res comuns. O fato é reprcsen La mal o do de, que: fizi•rAm parã que a majoria er;tava !:>0% da populaçiic br: . algum; deput:ac.Jo::; cs- all na condição prl- ::ii I eir-a, ai nd,, en t.aduo.is e pler,ár·io a melra de mulher, fol frenta sérios obsta- __ .i..;;;..~:...::::.....:.;.;;_;.:.:.::..:..:~:....!....-=..::.=..J....:...::..:::..:..:..::.:;:....:..:.::...:.....:~_:::.:::..:;:.;:.:;:_~ uma de ·' Plet± }der. que ap' OTIMAS OPORTUNIDADES PARA VOCÊ APUli'IAR SEU DUiliElRO VEIIDE-.=SE P.AR XANADÚ.vende-se o imóvel-melhor ponto da cidade, em frente ao Colégio Castelo Branco. 1 - YERR.Et-:0 30x6C, Rua Amélia Paim da Rosa, parte alta, local seco, Ótimo para· fina residência, Bairro Costa e Silva ... 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Ela explicou que a Secretaria de Justi lote de terreno 20 X 30. l - CASA RESIDE11CIAL, Rua Barão do Triunfo, 457, lote de terre no 20 X 30. 1 - CASA RESIDEi:CIAL, de material, Avenida Senador Pinheiro, S/N, lote de-terreno 15 X ~o. apema~ Cz$ 60.000,00. 3 - TERRENOS 12 X 24, juntos, Primavera IV, cada •••••••• Cz$ 15,000,00. 1 - CARRO CORCEL II LDO 78, motor riovo, bem calçado, somente Cz$ 60. 000, 00. TRATAR COM DR. K~EBER FONE 439-1176 - RUA CORONEL CAMISÃO, 774. BELA VISTA - MS táculos para ter, qu• mnes:na representativi- direitos e dever. dade no aces&o ao po- rlP cocicda~ conj~ der. ao trabalho e i.1- f"·l: t•cr•3so dn r - té mesmo ::i. un,n v_;_da mais digna-. "Direito não se suplica",afir· mou ela, ·•e so muda remcs esta situação através da luta poli tica e da ação soci al". Sucly acredita que um dos passos para es ta conquista possa e~ tar na criaçãc recen te do Conselho Está- r 1 dacl e- d<· Plano;; cJ.:: R· focn.a A nrÍ1ri;.1 r;u,,l,,ur·r- quc seja o scu cstado ci vil; salário igual pai·a função igual;<:' tabilidade para a ma lhr.r gestante; lic: ça ao pai nos perio dos naral e pós-na tal: criaçio de um sistema Único de sn~ de que deve sLr prr do e físcallzado pu la populaçiic org~i zaàa, que. atraves de conselhos comuni tários, deverá part~ cipar das decisões sobre progr:.unas e fI r.• .·r ;:;.", p,•c tndo ;,ln da que se tetire cu L< o c:r' ,, ele ,V·11 l - EDITAL ~ Dir,·!cr•,;:, elo Grêmio <·,,_; Sarr"ntos e Subt,,1nu1 1' s Pf'elro Rufino. currprir_!_ :o o di:;;,o.:Jitivo dos Ar-:. ~>4 e ôO do i::S atuto da e:2 !.ldndc:, ccr,vcc.:i. a todos r,s socos para una f..ssor.> oléla Geral Oroiné.ria,c;u" se realizrá.as oa: 00 ho r-.is do dia 12 de' abril éo corrente na sde do clube ,>:.,ro. deliberarem a maté ria abaixo decla."'<lda ne. r:r::.cM do Dia: Art. 65-SÓ terão di r-ei to de voto e só pedem.o ser vot.ac.'o:; os sócios ele nanciamen,tos; na eà~ ça, ouvindo as delibe cação, dar ênfse à giveis e quites com suas rações deste Conselho igualdade entre os mtnsalidaàes. deverá criar mecanis- sexos, à luta contra FE DO illli mos· e organismos que o racismo e todas as 1- Eleição da nova Direto farão cumprir as dec i fras de discrimine ria para o exercício de sões nas esferas es- ção: crim:n2Uzaç2.o 8~·/!J!J. tadual, municipal e de quaisqu<:: •· -atos 2- As ch&pas dev':'!rao ser· federal. que envolv.;;.;,, ;-~e;ressõ • ,.r.,,,scntaêas. na Secret'!.- Entre as principa- es· fisícas, psicolÓ- ria do Clube, 72 he;r<>.!; ~ is reivindicações que gicas ou sexuais à tes da eleição_ cor.stam do àocumento mulher. fora e der.- das mulheres, estio a tro do lar; será el. plena igualdade entre minada da lei a ex - os cônjuges no que preso 'rul'.·r ho- SUPERMERCADO .E PANIFICADORA MOREI ~~ +- IÇOUGUE E LINCHONETE A v. Duque de Caxias, 400 · - FONES· 251~1251, 251-1085 -- ·-PÃES QUENTES TODA HORA ··PAES, DO· CES, BISCOITOS E ·MASSAS EM GERAL _ Completo Serviço de Supermercado· Bela Vista, 19 de; f.''J:!'ÇO d~ 1987.Dicr.:edes Rodrj gues - 1~ Secr-etário ;.;, ric, S. Va.rpé:.S - Pres. - JARDIM MS-- Câ■ara é Noticia e lnlor■ação BUEIPO_.E_.f.JIC~ ~ H<·qur,rlrr."nto <10 Vcrr :,,Jor· r;,Í:;nlo Acio J l , presidente da Cmura Mun l e J pn.l , p::;r,1 q11•: :;r:.)(1 ,,nv!a!lo <·xpc•JH:nt<' llO prc.,fpit.o municipal uolicitando a colocação de buc! , 'l .. <: c:nc::i:;c:d l1iJ!W'llt.O ela rua l orn::indcr; 1,.-1 t,·, P:.,qu1nri catn n Unrãu do Triunfo; no 'rin i rro Eop frito Santo. Em Ju.:t.lfic:>tlv,1 o Vereador alegou <]li<· "o buri ro existente nn Avcn da Todo ro SoLlva, no loc;d ncirrn citfllo, nno r11 vazão :.;uficien<', vindo <'om i:;tu • 1 , ·I as residências próximas. RESIDÊNCIA DO DERSIL. "Gonsldcrando que a lmplanlúç:Ío ri,, O Vr:r•a..:cor ulcp,ou (1UL' " a u u~,l ::.1Lu-- Hcsidêncla do DF.HSlJL 1·m no:;:;a ci11ade ,,. çõo clrlG mencionadas pontes vem colocando umn ncccusidadc, pr,1·:i a "íl1muL,~nc;n.o dns ro em ri:Jco a integridade fÍ::;ica c1c cC'ntcnns dovias que Ugrun o munlclpio de Bela Vis:: de pessoas que por al Í ransitam, sem fa ta à Caracol, Antônió Joio, Jardimn e tam- lar nos danos materiais que poderão ocor bém a rodovia paro o Calc~rio ItamaraLJ , rer nos veiculas automotores, bem co~o ~~ Apaporé e estrados vicinnis, sol!cllo de den es nos animais que siio conduzido~ e V. Excia a unanimidade de apoio para o ·àqueles que servem de montaria nos mo;ra,i nosso requerimento, urna. vez que o mesmo res do Distrito". só trará benerlcios a nossa região." ~--- Esta _!oi.ª. ~_u_stificativa do Vereado[. FAL'i'A D'ÁCUA VEREDA DO APA 1 mobi I iária, Projetos e Construção Civil L TOA. CRECI 395 - J - ~':cnnpra, 'cncb e .clminis1rnrão clr lnnhcis - l.otcan1rntos - F:lahornçii11 clr Projetos r Con•lrn~iio r.i,·il AGt:S'flX A. s. ,VAI.OS cm•:: H/llS. K~IO O'IEDO CTIECI tG:íl llua Conde de l'orto Al,gre, .3 BF.L, 'IST , Gep 792611 llS. Escritório Despachante BELA VISTA Ltda. de Enio Oviedo Ivan.Marque ao pre»ett s licJl;,nlu ()'J'" •r•Jl •rv1,.•Ju Governador "arcolo Mirar! :.,r,,,r pia ao diretor to DEH!SUL t dou pllrtlc;n; -lo, -~Jl,,, ;>i'J, <J Legislativa solicitando a criação e impi n taço da Hc:;j dê ncie do DER?UL «m nos 1 Cl • dade. O Vereador Ivan Marque solicitou ao prefcito municipal através do oficio, pro vidências para a recuperação das nossas pontes na rc,t!ovia iJc,J;, Vl;;to - Car,:.c:ol, r:•i OisLdto li.Sé dt' f;1Urn,L Faça a documentaçiio de seu veiculo, da manei r:a mais PIA E AIA T.. SEl'IÇOS m: DFSl'.(ll.:"TE EM GER:L .Jtua Conde de l'orto • Alegn, ~:I f.ep 792611 BF.1.A 'ISTA MS. __ _.-➔ Ivan Marques quer também saber o po" quê da constante falta d'àgua cm nossa cl dadc, principalmente na Vila Nova. A cim~ ra Pndereçou oficio ao Sr. Jairo Viana chc>fe do SAAE. ENEHGIA fil.ÉYBICA Marcelo apresentou requerimento sol - . citando que seja enviado expediente a0 • ·Diretor Regional da ENERSUL em Ponta Por, corrt cópia ao Esc'ritÓrio local, solicitarv:i informações sobre as·constantes interrup çÕes no fornecimento da energia alétrica em nossa cidade. MOÇÃO Ivan Marques requereu que seja envi • da a MOÇÃO DE CONGRATULAÇÃO a nova diret, - ria da Associação Belavistense de'Profes~o res, na pessoa de seu presidenta ELDER BAS S0, desejando lhe feliz e prof'icuo traba. lho frente a essa tão importante associç - çao. • - FUNCIONANDO EMA,_ NOVAS E MAO.DER NAS INSTAIL AÇOS: ÁLCOOL, DIESEL, 1 GASOLINA, LAVAGEM DE CáRROs' . . . . Rua BarjodO Ladário SN . ,: - • • . • ·'- · . Telefone: 439 .10-25 !' j) partir começar a funcionar t a bri' ,·11·, 1, :'tr:·., ITiJ1/H, :-;., 'aieiras, aumentara con is rvelmnte ;1ux0 de caminhes c.rre1ao: oda .·urt • eh ,~:,qu 1 r·, p, .,. 1u •. r'm f,lf' !, tais circunstâncias a mera reforma em t •l!•lra .::C'i:, l!'Wflc:,z, f'Jl'(.jl1'1íl'O r·· ,) t., .. i sustentação, durabilidade, t r·•nçu nrcc·"sari n. HOAARIO DE ÔNIBUS v1AÇAo C11UZB110 DO SUL OE BUA VIS TA l AOUt!WJAHA • CAMPO CAAHOI: 530 • 11 00 - 1500 TadHs C/ baldfl;ltlD"" JarGfl OE SUA VrSIA 1 CAMPO CIWIOC ll()TURNO 23 00 hs OE SUA VISTA 1 P. PORà • &'00 • 02.00 • 15,00 ls. O( BaA VISTA 0OUROS-6 00 t/ ~ n AHTC>IJO lOÃ.O IAS tl>NF.: 439.1495 R1UtANT'ÓNlOJOÃO SIN." BELA VISTA MS.. Jbrarde •• anuncuuJJ!U(I, • econorrumr dinheiro é como para,, o relógio para ciconomizar ·tempo. Lcmbre:sc disso todas as vezes que voce pensar em cortar sua verba de propaganda. REDE 8ELAVISTEHSE DE JORNÃIS LTDA. _. QUE O POVO SEJA BEM INFORMADO- GRAFICA E EDITORA APA - PADRÃO DE QUALIDADE - ,I~ EM GERAI. """"""' CONFEa;Oes e uvo " ...., OE UIIOTIPAGEM E REV1ST AS • BOLETINS IIIPRESSOsACOREs ....._ ~ DO GlUPO ltot lllAYISllHSf OI .10.......S RUA A ROSCA S-9A VSTA-S " • lj In m w o ar - n cortar Por Dentro dos Fa CAMPANHA DA FRATERNIDADE 1987 _POR _QUE. CAPANHA SOBRE E AOR? !' r imeiro, porque f <·: nor ±ó! de carro. A amparha dr, cada br .l iro conte;a t.: his ri. ea .. undo. u que a d coberta dos valore poderá corv rtr r a cr ur 1 f, .... D9 Oa ro motivo ara esta Indicador Profissional. ADVOGADO 11(1( "fOll .:T(J,:I() 1•º, :',SCllmii·o (;((:: IIIJil-li,:lllH);J - lJ.11/)lS - :!titll) l:au,as Cf ,·eis, lt :rimiuai,, (Ju~•lliu <lc T,rrns, )) irei to de Fam!lia e Trahalhí,ta, l':,critllriu - .\', lliu llrnnrn :'' 1:.m llt'si<ll'ucín - ,,·. lio llranrn :'' !Ili Fone: 305 CEI': i0:!80 Porto :lurtinho - )rn Escritório Contábil Betel ESCIUTAS FISCAIS E CO'."f,81-:IS anderley Uassaroti Cl /:!T 3.85i Av. E111:"1'11io l'cnzo ~,ifl (,o lado da Exnturin) C:nixn Postal :rJ Gl•:P: i0!llO Antonio Joio - MS Escritório de Advocacia HOL'TO!l CAIU.OS A- ~AZ..IU nolltES A'S.AS CIVEIS E CHIMTNAIS lna llt'pnta<lu ~lnriu Ynn llen llo,ch 28i Tcdonc: ~:JU·l:lX2 (P{{,ximo n llo<lo,·i1iria) REI., 'l!--'TA 1 • llS o probl ' 1 do i-: r o:·. Menor é visto cc 1o ameaça à tranquilia de .;oc: ia 1 . i: r l - o. S' t.orna um ca, zoe po- 1 Í c la, qut_• c!evc !;"r vigiado e punido. Não vêem o menor co mo vitima indefesa de uma Sociedade o missa e desumana. Procura ajustar o lif' nor à r.ociedadc. pn ra que nao pert.urbP.. tão procuram dir1nu ir a miséria e a in justiça social que produ?cm o menor. A Campanha da Fraternidade deste ano chama u atençÃo para os direitos do menor em si e não pa ra as conveniências da sociedade. Um terceiro mo tivo para esta Camp~ nha, é o novo posi - cionamPnto da Igreja diante do menor, por causa de sua opção preferencial pelo pg bre. A Igreja busca ·1·uar, agora nas ca~ MARCHE r. SETOR SOCIAL E PRIORITARIO j,l' 1 ,_; d .... • •r-. 11,n.ri;_, di. F"'!uc: 'rh+ n' f"l' .. •. 1 • , e ( m 1; ·,r se-Fa.u', para que a a;ao d Gov rno Etadul ch ,:u, • d · forma mais h r ar r • , • • • eftiv 1 • _ popu l ,- c rI,ctL; e .1..!"< nt:< ;j i: ii!1 e n !. !"" .1 • • ·oc 1 d .,. Q. re- o, ao final de nosso mandato, ver ua socie.±, 'o rais justa em Mato ir.so do ul, frisu o Govr r,acor·. Our:;..'lt.c.: o primeiro dia de atu: o o c,_,vc•r- no errpossou na Presidência d FAUL a 1 dena do Estado, Mariita Soares, ocas[ão em qu- afirmou sucl int<;nçao de ajudar a erzuer e erguer os que reclrr.<;ntc necessita. Marcelo explicou que a cn .:.e;? o ª" :.1.c:v1 ar-la r:le Ação Soe 1 al e Comum t.iu- i:l n20 dlr:iinul r.:t o c.:.,n po de ;;:.tu:Jção do FA'.:UL, rrus sim, f1c=á (•nqu;1d,a da den'.;ro dos prograrr.as dos projE'tc:; do Covcrr,o Federal para o setor. "A ex ·rr,?lo do President..-:· Sarney, disse o Governador, o social será priori t2.rlo em nosso Governo". A ceI'i!:lÔnia de r.:ms::ii!:; são de cargo no F/SUL foi sirrples e contou cem :• presença dos pals do Governador, Jo::;é Sevr:rlno !!:_ to e Diva l•liranda Soares. rairt.e TebE:t, quc· condu 2-iu o FASUL nos Úl tirr,os 10 meses agradeceu o .ra- balho desenvolvido pelas voluntárias. Mariita So~ res eloaiou o trabalho fei t.o pelo FASUL à par - tir de 1983 sob o comando de Nelly Martins e ga - rantiu que dara contir.uidade ao t:-abalho em prol d:-· '1"Sf'•Jas carentes do Estado. Advogadas 'li.li.. 1), SIL'. E 'Ell. I; TlXOCO ~:insa~ Cl"cis e (.;rimiuai,, 0 'l'rnhnlhistn. Jlircito tlc 1-"nm!lia, Terra~ e 1 n'cn ui riu,, lnn Gniahú S/~. - Fone: (OOi) -131)-12!)0 OEP: 70200 ELA VISTA MIS R o n e 1 8 j IV a Fuchs ADIOG..HO - c.u:s..S C:1IEIS E cnnn~AIS lun "icto:-io l'c111.o ~,i'..i -- Fone: 43."i·l203 CEI': i!llliü ,:'Ttl:'10 .IIHO. )IS Chaplin Calçados ,.,,,,.. 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Nos comentamos sobre a falta de sina lizução de trânsito em Dela Vista. É uma coisa necessária, pois mesmo os motoristas mais "desligados" ncabum se acostumando e dirigem com mais cuidado e atenção. é só falta de costume .. Parabéns, Prefeitura! Prometeu, cum priu e al pst.:=io: L1xr.il'ns e Sinalização! 1 JPMDB o1na aí uh dtca ~ para os Jovens 1nte- ressado em poli Ics princlpalm<'nU• a r(' lucloriada con o ~cio <'Otudanlil. Voi acontecer e~ 28 e 29 de Março, na C J d ade de MNi'ÃO-SP • o "1 o f.lKOMTflO NAC fQ NA!. nos JOVEt/5 UNr - VEH~l'l'ÁRIOS DO Pt-!UO". Muitos assun os deverão ser aborda - dos nesses 2 dias de Encontro, sempre re lacionados com o meio estudantil. Entre os temas a serem discutidos,dc~ tacamos os que ser! ferem à Reforma Edu cacional, uma coisa importantíssima, que deve ser rstudada e aplicada com muito carinho; e a maior participação do jo - vem no Movimento Es tudantil. Maiores_ informa ções você poderá ob ter com o APARÍCIO, nos fones 389-8163 e 384-2699/R.225, em r~,npc, Grande. MIITÊ: INESQUECIVEL! Uma das coisas mais belas e sensí - veis presentes na na tureza, que traz em •si existência de um toque que só pode ser considerado Divino,é a MULHER! Mulher, es te ser que com a meg ma força e energia com que gera vidas, nos dá carinho, amor e proteção, e faz parte integrante de nossas vidas, de nos mesmos. MAITf PROENCA,aÍ está! Pro:zeti e cum pri. Uma homenagem à Beleza e sensualida de da mulher brasi - leira. Por outro la do, um delicioso vi sual de, senão a ma is bonita, pelo rrenos uma das mais bonitas atrizes desse meu Brasil "véio de rreu Deus"! Maitê foi foto - qu<: 0.steve mister!~ sarnente fechado,mas poucos sabiam que abrigava o charme e a beleza inesquecí veis de rtiaitê. n.irr.a edição e:;pec! a1 de PU>.YBOY, ccxn f:; - tos de J. R. DtJR.AJ,f e c urr roteiro e direção e~ an;e de que a própria Mai t& Proença par·tic1 - pou, foram publicadas•< imagens e as cenas da grafada num velho ar deslumbrante nu<lez da mazém em são Paulo, - _estrela:G:::Siru5 D:: JJ==:5- WEciva EEüZA! ! Consultório- Médico - 1 llR.JO~t OE RIBAMAR CRUZ E SILVA 1 Clínica geral. l:inccologi:i. l'a.rto< Pre,·~n· Consultório Rua Ant' Maria Coelho 325 " Fone 439 • H30 BJ-lclaella.Vi1'sitsata'.IS. Paragu~~'- 1 tivo cio 1'..â·n~er, l:irurg"ias _ Res. : Calle General Dias n" 802 li • • esidneia : Hua Duque de Ca.-sias. 5íi fone : 29$ Cirurgiüo Dentista DRA ANGÉLICA A7.U.CA 0:VlEDO CRO 1240 Odoniológico . -- ··- -··-,...qr-- --~==--- --:--::-:~:--:-~--::--=----:::-:-:-::=------------:i ABRA A SUA PORTA PARA O REQUINTE E O BOM GOSTO SERRISUL MOVEIS ....._ ..... .,.....,,. • SUA RESIDE?CIA OU ESCRITCY3 TECER. ARTL REQUIITTE. E BOI GOSTO. C3A --ROUPAS ERBIUTIDOS. COPA. COZIA. FI3RICACIO IE TOEIS II HAEIA E LEI E FRIA. ACI! ARRI OS. DE rmm Serrasul Móveis RUA DA REPÚBLICA N' 10o FONE: 439-1296-BELA VISTA - MS ee= ':':)( tr.t a.s ?así "re, ,t:.,.....,.17-o ""' ••1' a!1= Gz-3 si Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº824_19_03_1987 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº826_25_03_1987 Voltar para a lista de itens