• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº825_21_03_1987

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TRIBUNA DA
ArJO: XVI lf'l 825 21
FIGUEIRO QUER 8. VISTA NO PIM
Ronaldo Costa Couto, u necessidade da ir •
clusno de Br la Vista no Prorama de A;si­
t;3nc11.i ;io::; i•lunlcÍplos - !'Ai-!. O Parlamentar
Sul-1atopros..;enrn cxpi icou que SUi.l ~(•::tro
nc:-Le sentido se acve às condições "pecu­
llares de Bela Vist,•, cor.10 ·nunicÍrio .f:•on­
teiriço, onde há carência de recursos para
a lmplcmenLaç~o de uma infra-estrutura ur­
bana nara absorver a m~o-dc-obra local e~
atr.,íoa pevide à sua condiç;o dt• polo ele
conve r~êncla cconÔmi ~a". E 1 cssal tou: "A
injcç~o de recursos no PrefelLurc de Bela
Vista para criar condições de absorç~o de~
.sa mnao-de-obra dispcniv..1 é de extrema im­
o·ncia, porque a c.:,>ntinuar a si cuação
(Brasili do correspondente t al, pode surgir ur tumor de instaoili-
,Atendendo ao apelo ao prefeito Delavis- dade socal que afu~Pria, inclurive, a~
tense, Abraão Zacarias, o IJeputado Ruben condições políticas e econômicas da r,:
F!ueiró enfatizou ao tinistro do interiorllãó.
Mulheres Levam Carta à
Constituinte
.Figqeiró- intercede por flincio­
.ná·rios do Banco· do Brasil
rro
., ... '
... :. .. r -
Campo Grande-Lan
çado em todos es Es
L"dos da Federaçao,
através de suas As­
sembléias Legislat!
vas, o even Lo "C ar­
ta das Mulheres a
Assembléia Nacional
Const1 tuinte", ocor
reuna Última quar=
,ta feira em Campo
r.ronde, através da
representação de mu
lheres de diversos
segmentos. da socie­
aade, que fizeram
para alguns deputa­
dos estaduais e ple
nário a leitura oc
uma carta elaborada
pelo Conselho llaciô
nal dos Direitos d;
.., .;.._~~-;.;;;.-..:~------------------...1.. ·,,;.ilher. ?ÁGIHA 05.
. '
Br. 1la - uiparação salarial dos funciona­
X-::os do Banco do Brasi:l aos do Banco Central, es -
sa foi r.mia dl:S solicitRções que o deputado federal
Ruben Figueiró fez em telex enviado ao ministro
Marco Maciel, ct:e!'e do Gabinete da Casa Civil da
Presidência da RepÚblic~.
No telex o parlam<·ntar sul-matogrossense ex -
Pressou: "R~go ao eminente patrício lev~ à prese!:_
Çê de S. Excia. o Sr, Presidente da Republica r...u
apelo e favor da equiparação. salarial dos funcio-
narios do Banco do Brasil aos do Banco Central e,
n:~c sentido, a determ::.nação presidencial para
liberação irrx:diata pelo Conselho Interminesterial_
de Salários das Estatais (CISE) do processo que
funde o Adiei nnal de Fur.cão e Representação ao Adi
clcnaJ. de Dedicação Integral (ADT) que lá se encon
t:::a, há rrescs sem solução. Sei que Vossa Exce -
lencia tamtém reconhece a justeza da pre­
tensão do funcionalism0 do Banco do Brasil
f~cE à critica situacão financeira por que
Passa e que poderá l~vá-lo n posições rei-
vindicatorias radicais e, naturalmente em
prejuízo do processe econÔrr.ico do Pais',
• Aguardando uma breve manifestação de
Vossa Excelência a·respeito, seu agrade­
cido. Cordialmer.cc,
Deputado Ruben Figueirb.
Em sua resposta, o ministro Marco ha­
c iel afirmou:
"Acuso recebimer_to telex relativo equi
p:'l.raçãc salarial funcio::rios Banco do
Brasil e· informo, de orà::m do Sr. Presi­
dente da República, assunto retrans□itido
ministro Fazenda.
Cordial Abraço·•.
SECRETÁRIO QUER QUE
BA (0 DO BRASIL
AJUDE EMPRESAS DE MS
'a prx ma. 4s,
rio d Idüsri
st+ à recebendo vi.t' r ,v Superintendente
iegicnnal do Banco do Frasil, it nus Wouei-
ra, que foi enpos do dia 7! no caro. Ele estara
corparnudo em sua vivi'a a SIC/MS, do cx-superin
tendente, V!:mondes Lourenço Gonçalves.
E!,ta Lntr.-vi!"t • .. f'oi !.:olicl ada pio próprio Se­
crPú..rio i.'a!rJír Gü r ru. r,v· pl"'•t nade ±t.r do nevo
diretor rgimal do [unco d Brasil de que maneira
aquela institui;o firsneira pode ajudar melhor o
comércio e a instria sul-mnatogroseere, sobretu­
do a, microempresas. Segundo Guerra, esta é una
preocupação ja "ranifestada polo Governador Mar:c)o
Miranr:la, que já cJ
0
1,rnrilr.ou, incl>J.;.:.vn, ;i rco.l.iza.
o de estudos para a criação do B.mco de Deservol
virn-::·nto do Estado, como forma de melhor agilizar;;
"€passe de todo e qualquer r-::curso fin:_.nceiro des­
tinado ao Ma:.o Grosso do Sul.
De acordo com infomJçÕes veiculadas pela gran­
de Í!l1;:n::nsa nacioru-J., o presidente do Banco do Era
sil, Camilo Co.l.azar_,, rccent.e:r.ente solicitou ao J.li
nistérlo d~ Fazend ~ liberação de 12 bilhões de­
c1uzados, oriundos do F.co ilacional dt:! lJe::.envolvi
rr:ento, pura aplicar nas rr.:c:-cx·rr:presas de todo o
País este ano. Waléir- Guerra oisse c;t.;c. o Governo
Marcelo Mirar.da irá gestionur para que parte sig­
nificativa deEscs recursos sejarr. destinados ao Ma­
to Grosso do Sul.
BICHA ATENDE APELO
DO ROTflRY CLUB
Em l,l;l...t 1IOV<1 ~.;.se,c KO .,. _.
tary Club de Bela Vista
tem procurado ajudar r.a
solução de diversos pro­
blemas que assolan a nos
sa coounidade.
Sem fugir à sua linha
de clube de serviços, cu.
ja finalidaàe é SERVIR
DESENVOLVER O Ca1?AIIJEI=
RISMO, o Rota.ry está s
tra.ns:fonn;,odo mr:r Cé?l"lal
livre onde cidadãos le -
vam Süas queixas e recla
- -
maçoes.
Primeiramente foi
a questão do Posto
do Mir_istério do Tra
balho. O Rotary, ser.
sibilizado. levou o
assun;o a·imprensa e,
como de costum,,, a
repe~cussão ajudou
r.a solução.
Oucro problema q/
vem provocando criti
cas da comunidade be
lavistense é o da e=
nergia elétrica, o .
Rotary enviou cartas aô prefeito, vereado,. ..
res, Enersul e Gover
no do Estado. Envlo~
também um oficio ao
Depucado Ricrdo a­
cha,
Bacha, u□deputa-
DE? . s.rcJ..ano 3AC.:-iri
çÕes de servir ao po
vo da fronteira, so­
bretudo de Bela Vis­
ta, respcndeu ao ofi
cio, prometendo ime­
d:.atas providências.
Nesse sentido o
deputado encaminhou
reivindicaco direta
mente à Presidência
da Eners:! e brcve­
men te te rerr~os nc. ti-
. cias otimis:as.
7CJS CS LEITORES,
do engajado no con _ '
- CÁ texto regional e que
possue reais inter -
'ENTRE

,
71
REDE BELAVISTENSE
DE JORNAIS LTDA.
f
l)lJl O rovo SEJA 8( M JNíORMAod
Jornal Tribuna da Fronteira (Bela Yisti)
Jornal Comia Jardinense (Jardim)
Jornal O ugunense (Gula Lopes da Laguna)
Jorl1.II Tribuna Murtlnhense (Portn MUf1lnho)
Jornal de Bonito (Booilo)
Jornal do Antonio João (Antorirr.Jolo)
Hâ mais ele dez anos editando
1orna1s e fortalecendo o munlcip.1lismo
GRAFICA E EDITORA APA
PADRÃO OE QUALIDADE
',f'I•. "º 0( UNOTIPAGEM -CONFECÇÕES DE UVR0S E REVISTAS•
ILERTI I POPULIÇIO
«GREVE DOS BANCARIOS A PARTIR DE 24/03/87»
IMPRESSOS EM GERAL •
IMPRESSOS A CORES
UMA EMPRESA DO GRUPO REDE BELAVISTENSE DE JORNAIS
Fone: 439 - 1410
Rua da República, s/n? - Bela Vista - MS •
e
érobro - o álcool
mata as células do
cérebro. Se bem que o cor-
po pode reproduzir células
mortas, não pode, todavia,
reproduzir as células cere­
brais. Qualquer dano cere­
bral é permanente. O ál­
cool também ·provoca he­
morragias cerebrais e obs­
trul os vasos capilares. Fi­
nalmente causa contração
do cérebro, tornando-o es­
ponjoso. O beber costu­
madamente durante anos
causa grave deterioração
da memoria, do Juízo e da
capacidade de aprendiza­
gem. A estrutura da perso­
nalidade e a consciência
da realidade no alcoôlalra
também podem desinte­
grar-se, pelo menos alte­
rar-se gravemente.
Pulmões - o álcool
tem JJm eleito tôx1co SO·
bre os pulmões.
Ossos - o álcool c'rla
"células beberronas". as
quais formam ossos que-
bradiços. Pensava-se que
os alcoôlatras tinham mais
fraturas porque calam com
lreqOéncla Agora os inves-
tigadores sabem que que• _. --~
das que não provocariam
danos ãos não-beberrões
provocam fraturas nos al-
coôlatras. O álcool também •
reduz a quantidade de gl
. bulos brancos e verme­
lhos) da medula Ossea
Flgado • - A cirrose
uma óegeneração do tecido
do llg.clo alo em tecido c,­
catriclal, 1) oito vezes maior
em alcoôlatras que em nào­
alcOOlatras. Os que bebem
apenas socialmente. mas
com freq06nc1a. também ---­
lém aumentada a gordura
do ligado e preJud1cacsas as
0#)1 u l&S heQàllcas.
lntHtlno Delgado
- O kcool bloqueia a ab­
aocçào de VÜiu subslln
cis, tals como tamuna
kídO IOIICular, QOC'dura. v,
wmv9_ umuna B, e
mnocidoa. '
SaftCIUe - O Jcool
taz oa glbulos verrnelhos
que em nenhum momn.o rmnittr mm a ne /recurso no
lação éria, os bancá: brasileiro e o
foram obr lados a decre GREVE MACIO-
AL, por tempo indo rm1nado, a partir
do dia 24/03, par ter atenilaus ua»
Justas reivindicas. omos aproximada­
ncn tc 7SO r.Jl bum;, rio'; no :>,Í.·, "1--J•
no sistema !camente e achatam nossos
salários o são lesados dieltos que d1-
f'i cu ltar o a tcnd1mcn lo daa no•;:;u:.; n1•ce:;
sIdndes básicas. Fruto da cxpiora;ão dg
sumana dos seus func l on~ r los - na jorn,1
da de trabalho e no puamento de sala -
rlos miscr·Í,veis - e clu socic•dao" br;,ir;!­
leira - na cobrança de Juros e taxas a­
busivas - os bancos acumulam cada vez
mals. lucros exorbitantes.
Os func1oniirio!i do BB e da Caixa F.­
conômica Federal vive, hoje na mesma si
tuaçõ.o d_os demais bum:ários, o que tem
provocado in~meras demissões R pedido
naquelas duas empresas. O conceito da
comunidade de que s Primeiro dia do
são cheios de mordomias e privilégios
não condiz com a realidade cm que vivem.
Est·as informaçõºes distn.~c1das e na maio ~overnador no Parque
ria das vezes, provocadas e alimentadas
pelos próprios banqueiros, tem a preten
são de jogar a oplnir.n pÚo1icl' contra - Dlsposto a continuar acelerar a obra r:1od~rrJ-
--------------------.~rª::..:º~~-......::.:.:•::...· __ • __:, ....:.:. j
7
ªdora, inspirada no social - corr.pro.·:lisso do p;,íiJ3
•~ da ~iançé! D..:mocrática -: o govvmador l-larcdo 1i.:. j
~a.,da iniciou o seu primeino dia de jornada de tra
balho no Parque dos Poderes, para governar Mato 1
Grosso do Sul, durante os proxirr.os4 anos.O govcr
nadar Marcelo Miranda chegou be:n cedo ao Palácio -
(~h20), acompanhado do seu ajudante de ordem, cp!
to F Francisco Silveira Libório e de sua Sccrett
ria particular. -
Ao contrário dos governos anteriores, o gove!'­
nador Marcelo Miranda preferiu caninhar rumo à en
trada principal da Govemadoria, ao invés da en­
trada privativa, provima à aragem. O Governador
fez questão de cumprimentar todos os f.rncionários
por onde percorreu: secretárias, telef0'1i<;t"" e os
garçons. Antes mesno de tomar conhecimento de sua
e.genda, o Governador Marcelo Miranda encontrou !'la
sé.la de recepção uma comitiva de Paranaíba cons­
tituida pelo prefeito municipal Wilson Roberto; a­
lem de vereadores e a bancada do PFL local que es­
tivera acompanhados. do deputado pefelista Dala -
dier Agi.As 8h25, o Governador Marcelo Miranda foi
recebido em seu gabinete pelo chefe· da casa civil,
Londres Machado e pelo seu secretário particular,
Jose Rodrigues.
O Governador Marcelo Mirar,da adiantou
alguns despachos protocolares em seu ga -
binete e as 09·00 ho -
• ras, compareceu aso
l·enidade de posse da primeira dama do Es­
t~do, Mariita Cançaào Soares, na Presidên
eia do Fundo de Assistência Social Sul_­
latogrossense _ FASUL.
eumaGa
de da populaçio pr , C" ·: b
ncia e o radicalismo Io ex'
nação brasileira.
Campo Grande -- Ma, 19 de ar;o d 197,
SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE CAIRO GRADE M
SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE :JURADOS M
SI!DICATO LOS BANCÁRIOS TRÉS LAGOAS MS
SINDICATO DOS BANCÁ#OS DE IAVRAÍ MS
SINDICATO DOS BA!CRI OS DE CORUMBÁ MS
ASSOCIAÇÃO PROF 1 SS I01!AL DOS B/,llCÁH IOS !JE
P0IH A POHÃ !iS.
r.ssoc. DOS FUNC. DA C.E.F. MS
COMI SÃO DE MOBILIZAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS
DO BANCO DO BRASIL S/ A
M,.-,..
~
zoe
)tllffla ...,
lollt
J
I
-- J
-
se aglutlnafflf, detendo a
circulação e privando oo
tecidos de oxigênlo, Tem­
bém causa anemia, pela '
reduç4o da produçlo de
tais glóbulos. • .
lnfecçlo - o ilcool
reduz a 1"8$lsttncla do CO(•
po As enfermlda<SM, pela
-- decrescente produçlo do
glôbulos vennelhos e so­
bretudo brancos.
GIAndul11 End6·
crinas - o •1coo1 dese­
qulibra o funcionamento
de todas as gllndulas en-
dôcrinas.
Coração - o àlcool
tem um eleito tôxlco so­
bre o coração. causando
finalmente um dano lrre­
versivel ao müsculo car­
dlaco O beber diariamen­
te durante um perlodo cur-
./ to (dois anos) provoca 0
./ aumento da quantidade da
gordura que se depoatta
1unto ao coraçlo e entor­
pece seu normal metabo-
lismo. .
Mloa e Pg - O 4
coai causa pollneurlte ou
inllamaçlo doa nervos.' co­
mo result4dc, da deflclln-
ca de vitaminas, do que
inevitavelmente padecem
oa alcoôlalraa A pollneurl­
te provoca senaaçõea de
"??["oras mtos •no»
Plncreaa _ 0 ex­
cesstvo uso de tleooi cau­
sa a lnllamaçao do p&n.
creas. Uma -..ez inflamado,
nlo P<>de recuperar-se
.completamente e conti­
nua degenerando-se. Em
casos· de hemorragias do.
Plncreas oeralmente o be- •
berrao morre.
Glinclulas Sexuais
- . o alcoolismo Produz se­
n1l1dade pramatura. •
1

do disfu"""" me um-
• .,,...u e degenera-
.çào das glândulas sexuais.
Os e_sludos têm mostrado
consistentemente que Sha­
kespeare tinha razão q
do observava que
O
~
• provoca o desejo, mas 1
à impotência". 11: • eva
NOCD9
------------------------
.1«-AL ftDalA DA P1DftEllA
Fundado em 20 de Fevereiro-dei 1972.
DIRETORA :
REDATOR-CHEFE:
GERENTE
REPORTAGENS
MARIA ESTELA VELASQUEZ PFREIRA
IVALDO PEREIRA
GILSON SILVA SANTOS
LUDGERO AUGUSTO SENHORINE
REDAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E PARQUE GRÁFICO:
Rua da República, 268
Fone: (067) 439-1410
Caixa Postal 23
- Sede Própria
JORNALI_STA RESPONSÁVEL: IVALDO PEREIRA
Propriedade da·j
REDE BELAVISTENSt. DE JORNA!S LTtÀ
CGC-KF: 15.513.203/0001-59
INSCR, EST.: 28,219.003-1
Reg. ·no ·.cartório de Tit. e
Documentos NV 35
FILUl)O À A B R A J O R I ..
E ADJORI-S
llPftESINTAK.TE EM SÃO PAULO:
IICID - Comu~1cação 5/C Ltda..
Rua Voluntarioa da Pátria 1544
Fone: (011)
290
_
8664
• - ConJ.01
CEP_02010 __ S!J'ITANA
SP
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B:±sl oferecia a
lates de progree3
ancurscs intem0S
!m> que pcmútiam
l!ll li) 000 cruzados
0senadoria se ga!
re:s. "As outras br'
frn das profissóeõl;
Anr..idas e os-senr=
Morais Oliveira, b ,s
DO! do banco. HooH
116 000 funcionánic
rução é inversa.e
ir1lmos foram suswa
imos tempos, ogo.
fiaram abaixo do cp i
vdos.
O mesmo banco.,(
amira o ex-mini:ini
lliMas, o jurista e s:
to ex-ministro do PJ.
cm Reis Velloso é a
debandada de funcioi1
senta&s. "Tenhc
ll!inva .. • afirma o
Mwiezan, do PDS
• de 15 de novemg
b d assessor jurídit
Rro Alegre. "ll:.
ESE:
l'llüt;ll.V.J
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ruroo à e~
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nci or.ári os
,nistr,c; r os
,nto de sua
,,..nntrou n:i
cons-
. -ua,
Robertoi a­
.cal que es­
sta Dala
randa iol
casa civil.
,articula!'·
jantou
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ARI l -- orno cor tas
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n BunvdoBrz.duras 4 utr ia
crntnos de ar rtnprade adro tu
ncd-pede rzulas de taludem, o
freno pus:upnus 90cruzados
per um: ururtumxnta furna! em Brsla.
@unto o grodos empruhs luta com
ssmtas d»aluguel e do superer ado
Houve uma cpaa, me pesado, em que o
erente de uma agru d» Bino do Braal
r:~nu "J..J.: wr:1 11 11. ll K Je llll tU:l ~­
as tprsentava s unua potu de .A.'t'°":,.--.,,
{a ±osrui de elas e tradis­
....:u í'"-'<'r crJ J'<' m.lhlf Jo que,, J,, rn ter­
"' "l:,111111u,u, ,1J..Jb. ,, ~rf•1.'.<' <TJ .11,r­
eta autondade, lego depus d» jut ,. J,,
padre'. afira o deputado constituinte Au­
gu,w Je C.lfJlh,,. J,, l'C'B Jc Br.1,1lu. tun•
nino do bane com um onlennlo d
t, OC() cruz31J,,;; n,cn-.11 Hl>Jt'. <1u.mJ.• ,..,.
fC~n1,·, ...: n'llncm. é para relamar d.a -..,.
da. For o que ocorreu dias atras, cm iar-
que.a-e em S:io Paulo a íun,mniriJ R.1- ÇJ, a 42 quilómetros de São Paulo, ode
chel M,,nlla. 40 anos, há ses no banco, 31 funcionares estão submetidos a uma
4 000 cruzados de salário. Na baralha p..u-a siruaçào dr,m1.111,.1. l•r falr11 Je Jmhrrn1
11:forçar o orçamento, o~ funl·ionário, do para o aluguel. ,, b.111,·.in,, Edon Ftunn-
banco c,rão cuid:indo cada vez meno, de co da Silva prtfrrc m,•rJr ,·111 Marlhu, a
,cus 2 milhões de l'orrcntl'>las e cada vez 35 4uilômetros lle di,t:incia. Su.1 rokga
mais de eu próprio bolso. Todas a, !.txtas- no ~erviç,1, Helcn:i ln·nc Biatio. 11:i,, tem
P
•,•,· ·•1.ns J~ cinqüenta anos. o, jovens feiras. em Brasília, eles promovem uma fd- dinheiro para ah111,.;;1r e na h,>r:i Ja l'l'·
,,.,,savam no concurso do Banco rn de anc,:inaro depois do apedicntc. Em . feição .:ontcnlJ-,c n1111 ,-.111,l111d1t·,
do llt.. • 11vcr.tm seu futuro gar.intido. Rico São Paulo, peno de: 1 500 dos 3 000 c:mpn:- Recebendo Jc:LCIIJ> Jc Jc11u11,11i. Jcs)O
e $1Ílr1' ,1r11ulhoso de manter um quadro de gados da ag~ncia central transfonnaram o tipo a cada mês, dias atrás o presidente
SCl'td,1res mais competente e mais bem pa- local de trnbalho num pequeno superynerca• do banco, Camilo Calazan~. np111u J'('f
go do que o dos bancos privados, o Banco do - onde funcionários e clientes podem uma resposta drJmática e certamcnle inó-
do BrJ.,il oferecia a seus empregados possi• comprnr roupas, peças de cerâmica para de- cua. Incapaz de tomar uma pruvidtnda
bilidades de progresso na carreira atrnvés de corar a casa, bijuterias, peças de artesanato para melhorar a sorte Jc ~cu~ ,ut,i,nJina-
concwws internos e faixas salariais muito e doces negociados no mesmo balcão oridc dos; Calazans enviou umu cun·, Jrnund11
boas que penniliam a um bancário chegar se fazem depósitos e se retira dinheiro. No ao ouvidór Fernando C"é,ur Mc,4u1111 --
aos 60 000 cruzados mensais às vésperas da último final de semana, 6 500 funcionários a quem cabe apurar im:gulnridndc, nn~
aposentadoria se galgasse todos os parama- das agências da capital paulista promove- repartições oficiais e ndo di~ullr que••
rcs. "As outras boas opções de carreira, ram sua Feira da Miséria cm pleno Viaduto cõcs salariais. Camilo Calurans ah que
aMm das profissões liberais, eram as Forças do Chá, disputando o espaço com camelôs e é preciso "evitar a prolcturit;u;do do
Armadas e os-seminários", lembra Eduardo mendigos. "Não temos outrn alternativa", Banco do j3rasi1, que fatulmcnll' ,><:um:ii
Morais Oliveira, diretor de Recursos Huma- afuma Rosãnia Carvalho Abrantes, que or- cm função desse ach11an1Cntn ,.,lurial",
nos Ílo banco. Hoje, do ponto de vista dos ganizou a feira. confonne escreveu na ~un i:urta a fcllllll•
116 000 funcionários do Banco do Brasil, a do Cfsar.
situação é inversa e penosa. Os concursos Pelas 1nnsform11çócs que !lofn:u, u
internos foram suspensos há dez anos e, nos guarda-chuva gcncrow Jo B11n,11 du Hra•
últimos tempos, os salários <.aírarn tanto que sil desbotou, ganhou furot e dele rotou
ficaram abaixo do que pagam os bancos pri- apena., uma sombra do mito dc al'cn,àc,
vados. e escabilidadc que carrcgav11. Nu no pu-
O mesmo banco estatal cm que fizeram sado, melo milhao dc penou pre,rou
carreira o ex-ministro da Fazenda Emane concurso para lelllat uma na• num11 de
Galvêas, o jurista e senador Afonso Arinos suas agtnciaa. De•~ IOW, qua-e 4 711(1
e o cx-ministro do Planejamento João Paulo foram thlrnadu para ltlllllhat, ma,, de·
dosReisVeUoso~perscguidohojcporuma pois de conferir ICUI pnhot, apcnM r:-,eses, postergando o p!"ocesso· constitucio-
dcbaneadadc funcionários e por um coro de 2 000 accíwam o empreao- • d,m111 nal para as calendas, o que decepe ionaria
lamentações. "Tenho colegas cm situação preferiram ÍICII onde ac.tvam. "A, a opinião pÚblica nacional, que deseja o
aflitiva", afuma o ex-deputado Nelson chancndeumaprumoçioniuubecm", ,
1
uanto antes uma lei básica para a Ilação",
Marchezan, do PDS, que, dcrro<ado nas ur- IÍlllM Paulo BoJ,n. funclonúio dl bn acrescentou o parlamentar sul-matogrosseil-
nu de 15 dc novcmbro, n:assumiu seu~ deproceswnencoct.cbdoe,mlk»ília, ·e.·Ele destacou ainda, que a posição do
lo de assessor jurídico do Banco do Brasil onze 111CM de ,au e IÍtl1 aa!Mio de 9 íXJO
cmPortoAlcgrc. "Ptefiroscr~tica", crvudol. VtJA.,ót.iuià, ,--- Der>utado Pefelísta "se parece a um lance
_ah ;nagogico, apenas para ficar sob a lumino
IIESFIl'TE .S '.:'TAl11:::-iS JlO "l',SSAPOltTE BRASIL :'A P,LL DA ll,O". idade da grande imprensa, pois estaria
J>lOGHA~l.:-illO SU.S 'I.GE:-iS llE FtRI.S, USliFRUl:'UU DJ:: UESCO:'TOS E:f PAS· hovendo no molhado já que a at:ual Consti-
SAGE:'.S M~HEAS, HF.S'l'Al'.1.:-iTl•:S, SIIOPJ;G'S, ETC. tuição Já prevê um mandato Prezidencial de
ssagem Aérea [seis anos'.
Hotéis
A Frira ela Miséria em São Paulo: disputando espaços com mendigos e camelós
EST,I IS
O mito desfeito
A bat ha da sobrevivência
no Ba11(0 do Brasil
MATERIALIZA-SE PIE·
VISÃO DE FICiU 1
.A
O0, +te
do prol o d
r tnt d­
Qa ir: pre -.
r ( , L 1 J •
,,.-r: te! m:., / Cl· < 1 nrn~:,ú
do Deputado · i (r}D.s ,,). /lC">
e e. • .. , n; 1 • o~, , , , r 1 "e I n. • n t o~ r, C1 :·, •• b , t o d . ,
•'onst1tulnL-.
'A idéia do Deputado Saulo Queiróz sem
,iúvirin c•vr• 1•r"1nd<· r- J,' r .u:.:,i:; pol it ica
que demonstrou qu ant0 os t,d:. proj,:t.os de
cJ cisão seriam danosos ao proceso de ela­
boraçii.o dn Crmstl Luiç?.io po!, to·nnr·i:im n
D ten Ç D, O d <l (' O ns 1 li til.e e .T [ r'' • J IJ 1 / .O ( ( ' i3 -
us trabalhos fundamentais. Nós ficaríamos
arranhando as areias fio li oral c0 os
• .,::.: projc' os de veci. 'to curante
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BE.LA VISTA YS.

A TFP mantém bem alto seu
estandarte anti-agro-reformista
Vo e avolumando dia a dia os pro -l gradualmente imposta, em todo territor1o
0stos levantado por prestimoso órgãos] nacional, pelo MIRAI.
da classe rural - ou surgidos espontanea- 3, O empenho explicito, desassombrado e
mn.nt do importantes zonas apricolas - constante em favor da pr-oprlc<:lndr pr1vad
ronL1"1 :i pol í ticn ào Governo f;;c,, ;~ a13ri- e da livre 1niclat1va cunotl r.ul o ponto -
c:ult.urn e à pecuária. Tais protestos in - chnve da defesa dos dire!tons da aricultu
cluem mais d uma vez a reivindicação de] ra brasileira contra o per!o aro-refor­
um l1·nLamt nto parLtn,•io <·nt rc· produ oru; mlnt.a.
:q1,rícolnr; <· Jndur;tr1:J1~ no conjunto day 4. Com efeito, e, por certo r.uito c~n!.,Uf'c..
1
ccot101ni;1 11;1clonc1l. vel que o Poder PÚbllco onern cori ur'•ét pc•-
Em vista de fatos, a Sociedade Brasin lítica aricola InJusta a produção arope
, '7
leira de Defesa da Tradição, Família e cuÚrio. Contudo rnols censur&vcl ainC:u e
l'roprl,•do.tk - 'I'rP, comunlco. riuc: confi::;car ele o prÓprla tcrra, da qur.d
1. NÕo oenrlo cmll1H·., um Órr,iio de, classe mercê do trnbaltro humono, nascem estas ri
mas entidade voltada á aprPcluçÕ.o da plu- quczas.
rirnÓrficn rf'alld,HIC nncionral com base nos 5. É o que facilmente: :.;e, conclui, dcGde
princípios tradlcJonais da doutrina catÓ- que se torne cm conto que onerar abuGiva­
llco, considern um dever <!eclarar seu a- mente os frutos pendcntc:J da laranjeirc.
polo à.o referidas relvin,dicações .agrope - de alguém Ó obviamente pr·ejudicar esse al
cuártas, as quais se lhe apresentam, de puém. Porém, muito mais prejudica a esse
modo geral, conformes à justiça e à equi- alguém a pessoa que lhe serre pela raiz a
dado. laranjeira.
2. Dentro da tormenta sócio-económica que 6. A TFP apela, pois, para o povo l.Jra::1
assim se vai cslcnd~ndo pelo paÍs, a TFP leiro no sentido de que, com a atenção de
não esquC'cc, cntrC'l.,nto a necessidade in- le desviada para os mais diversos assun -
dccl!nÚvl'l de manlt'r bem olto seu estan - tos por efeito dos problemas angustiantes
dart e nu lut.:i contra a Reforma Agrária so que vão emergindo a todo momento nos mais
c-1 a ·stn ,. <'<inf1 ;,-·i•11rii'I IH' vai sendo variados ontos do horizonte nacional, não
•! oml l:a de manter no
li ~ntro de suas preocu
N
N /1
11 t 3çÕes uma explÍcl ta-
a0 ; jISt0 .
qIte s $e enxergue o Brasil}±±;
jtrvés dos graides órgãos,±E±
.de
·1m 'prens-a.'' . :,:!~:~:l::~~!ª!si;:;=
tas para outras refor{
as que golpeiam su
1 __ :_._ esslvamente os de
.,._ :7· ,Ministro Aureliano Chaves ais setores da soei;
dade e da economia
rasileira: a Reforma
Urbana voltada contra
s proprietários de
imóveis urbanos, e a
o Ministro Aureliano Fctora Empresarial
oltada contra os pro
Chaves sabe que o jornal ri etários dos estabé
d
. . lecimentos industri
o interior exerce uma ,'is e comerciais.
força mui to grande J·untc É esta a trlpli-
à · , d d L ee reforma dirigida
sua comuni a e. á 'ontra a livre ir.leia
na pequena comunidade,
no pequeno ou ·médio
m unicipio;o jornal ·Iocal
soma mais, muito
mais do que todos os grandes órgãos· de
imprensa juntos. Por isso é impo:rtânte ver o·.
1922
• _
rasil também a través do jornal do interi<Jrl ------------- -
tiva, segundo os ve -
lhos anseios que o
,'artido Comunista do
Brasil (PCB) vem· di
fundindo em nosso Pa­
ís desde sua fundação
o long.Ínquo ano de
FORRE SUi casa•
1 Cerâ■ica • Já Te vi
abrloa L1J1-pr6 para Forro de Cau. ,Tijoloa a Furo,, !IJoloa Laminad;r para
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<. , , :lo r· .t
~,. do p::::,, i,cl. l
_ 1.. J 1 l , . r
»s molde s
Te . Seun1o,o
o m rel 1çao
quando do renal
G' agiu com rigor quan
dos trabalhadora da COSPA.
O .'e r. l ~~ 0 f' )., l t'OtJ-. <' j'l
dizendo enprar que ae novas
cara.er económico não venham
sacrificar os salrtos, que, no
ender, continuam defa ado, e compela
dos em relação à inflação. seu ver
os trobalhedores, ' em vista de uma s!-
taaço tão adversa", podem optar tos
,,:n
1
•.rcv<: que, co·no acentuou, de t ,l·,
lizriu ainda mais o conjunto economc
e.o pais.
Professores apresentam
reivindicações e propos­
ias ao Governador
A Federação dos professores de Ma­
to Grosso do Sul-FEPROSUL-, apresentou
dia 19 ao governador Marcelo Miranda um
documento contendo as reivindicações cR
classe do magistério, além de: p!·ooosta,
para a melhoria da qualidade de ensino.
O Governador ouviu, conversou e discu -
t!u ponto por ponto do documento que se
rá enviado aos_secretários de Educação
e da area econqmica. A prcsident-: da Fc
. prosul, Elza Aparecid_a Jorge afirmou -
que o contato com o governador serviu
para início de um diálogo que será pro­
vc>_1 toso para proi'essores e para o Gove'r
no: Entre as principais reivindica -
ções do magistério constam o piso sala­
rial de tres salarios minimos à partir
de março e cinco salários mínimos à par
t:r de 1
2
de julho, uma urgente discus:
sao sobre o anteprojeto do Estatuto do
MagiS
t
erio e envio imediato a Assemblé-
. ia Legislativa, para aprovação das mu -
d~nça; reivindicadas pelo magistério
nao so no aspecto da vida funcional ,
mas tambem nas questões administrativas
A Feprosul reivindicou ainda a construção
do hospital do Servidor públi -
d co, e a inclus;,o
e servidores no Conselho de Ad-rú.nistração do
Instituto de Previdência-P i
ta reformula ão , rev sul-, para caple
ç na Poli tica de atendimento QY.:
tem deixado mui to a de j
da Feprosul: 2se ar segundo o docurrr-nto
' os professores querem tambén parti
cipar ativamente f •- . -
educacional na Onnulaçao de t.."'!la Poli tica
. . Para o Estado.
CG~ i'RA...t:A E SAWTA!i
Durante audiência •
sul evidenciou d • ª Presidente d.a Fepro -
indicação do
O
- escontetamento da classe pela
de Edu - - u:n·nao professor para a Secretaria
caçao, e lembrou i - -
1980 pela introc1u - . ª uta da classe des:Je
- 1çao de t:iuclanç _
cional. o Chefe da Casa • as no setor ea:.ic.::
considerou _ salutar Ci Vil, Londres r-lachaóo,
r, a conversa do da d
forma franca e le;
1
e recorri e
- -aJ. • O Gove
çao que quer diaJ.o ar mo deu a demnstr~
com todos os ~ g ' conversar e se entencer
• . enentos da .q
crescimento do Estado" di e asses que aj!;Jda::l o
Sobre a
1
' • sse Lond~s Machado-
nsa ti sfa -
res com O Sec'ret' . Çao dos professo -
ario de d -
dres .afirmou q· i:. ucaçao, Lon -
, ue Aleix o
penhara- uma polít
O
• araguassu dese
l ica volt ,
ver -os problema • ada para reso;.
s educaci
onais do Estaco-
No lugar por ond
vou semearido : eu Passo
amizade
Foi propagando •
0
amor
que ~ncontri feli .
, Cldade.
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MULHERES· LEVAM CIRTA A CONSTITUI TE
Crmpo Grande Lan- leitura de uma carta
;ado em tdon os Es- elabaradt pc:l o Canse
ados d Federação , lho llacicn:ll dos DI­
atrf.v<:!l ck rrna:j Au - n·l t.o~J ela MuH1cr, <.lc:;_
sembléas Leislati- tcumento este que :Je- rn Che:fe t1,,J.;,,:íé,t r,
vas, o uvc·nt.o "Cn:'ti ri. t'ntr-c311,:: aos com; eia Jurrtr:1.:ti'l •!o r,
d
:-1,· Mulltc•rc!1 à J~;:31~m tituintn~.., no r>ro'x;_·- t • ·, ,
"'" '· "'- G.CJO C fJI'C.,.,l''..( nt,_ e.:.
bl Óia tl;,ciorff·,l Conn-- mo dla 26. Fcc:er·,,r,no IJ::H .. lonal
tItuinte", ocorreu No plcnnrio, apre ele LJ0fcn~orc:; PÚbl1-
dia H•/OJ em Campo sença atenta de alu cos, queria ocupar a
Granrk, at.ravéo da mas autoridades go- tribuna para en re
rcprc-sentação de mu-- vernamentais mlstu- outrns den(rncias dJ
thrr,:r-; elo diversos rava-se à de mlhe - zer· que a inultir·r,quc 1
segmL,n Los da soc leda res comuns. O fato é reprcsen La mal o do
de, que: fizi•rAm parã que a majoria er;tava !:>0% da populaçiic br: .
algum; deput:ac.Jo::; cs- all na condição prl- ::ii I eir-a, ai nd,, en
t.aduo.is e pler,ár·io a melra de mulher, fol frenta sérios obsta-
__ .i..;;;..~:...::::.....:.;.;;_;.:.:.::..:..:~:....!....-=..::.=..J....:...::..:::..:..:..::.:;:....:..:.::...:.....:~_:::.:::..:;:.;:.:;:_~
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der. ao trabalho e i.1- f"·l: t•cr•3so dn r -
té mesmo ::i. un,n v_;_da
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não se suplica",afir·­
mou ela, ·•e so muda­
remcs esta situação
através da luta poli­
tica e da ação soci­
al".
Sucly acredita que
um dos passos para es
ta conquista possa e~
tar na criaçãc recen­
te do Conselho Está-
r 1 dacl e- d<·
Plano;; cJ.:: R· focn.a A­
nrÍ1ri;.1 r;u,,l,,ur·r- quc­
seja o scu cstado ci
vil; salário igual
pai·a função igual;<:'
tabilidade para a ma
lhr.r gestante; lic:
ça ao pai nos perio­
dos naral e pós-na­
tal: criaçio de um
sistema Único de sn~
de que deve sLr prr­
do e físcallzado pu­
la populaçiic org~i­
zaàa, que. atraves
de conselhos comuni­
tários, deverá part~
cipar das decisões
sobre progr:.unas e fI
r.• .·r ;:;.", p,•c tndo ;,ln­
da que se tetire cu
L< o c:r'
,, ele ,V·11 l -
EDITAL
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<·,,_; Sarr"ntos e Subt,,1nu1
1' s Pf'elro Rufino. currprir_!_
:o o di:;;,o.:Jitivo dos Ar-:.
~>4 e ôO do i::S atuto da e:2
!.ldndc:, ccr,vcc.:i. a todos
r,s socos para una f..ssor.>­
oléla Geral Oroiné.ria,c;u"
se realizrá.as oa: 00 ho
r-.is do dia 12 de' abril éo
corrente na sde do clube
,>:.,ro. deliberarem a maté­
ria abaixo decla."'<lda ne.
r:r::.cM do Dia:
Art. 65-SÓ terão di r-ei
to de voto e só pedem.o
ser vot.ac.'o:; os sócios ele nanciamen,tos; na eà~
ça, ouvindo as delibe cação, dar ênfse à giveis e quites com suas
rações deste Conselho igualdade entre os mtnsalidaàes.
deverá criar mecanis- sexos, à luta contra FE DO illli
mos· e organismos que o racismo e todas as 1- Eleição da nova Direto
farão cumprir as dec i fras de discrimine ria para o exercício de
sões nas esferas es- ção: crim:n2Uzaç2.o 8~·/!J!J.
tadual, municipal e de quaisqu<:: •· -atos 2- As ch&pas dev':'!rao ser·
federal. que envolv.;;.;,, ;-~e;ressõ • ,.r.,,,scntaêas. na Secret'!.-
Entre as principa- es· fisícas, psicolÓ- ria do Clube, 72 he;r<>.!; ~­
is reivindicações que gicas ou sexuais à tes da eleição_
cor.stam do àocumento mulher. fora e der.-
das mulheres, estio a tro do lar; será el.
plena igualdade entre minada da lei a ex -
os cônjuges no que preso 'rul'.·r ho-
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Câ■ara é Noticia e lnlor■ação
BUEIPO_.E_.f.JIC~ ~
H<·qur,rlrr."nto <10 Vcrr :,,Jor· r;,Í:;nlo Acio
J l , presidente da Cmura Mun l e J pn.l , p::;r,1
q11•: :;r:.)(1 ,,nv!a!lo <·xpc•JH:nt<' llO prc.,fpit.o
municipal uolicitando a colocação de buc!
, 'l .. <: c:nc::i:;c:d l1iJ!W'llt.O ela rua l orn::indcr;
1,.-1 t,·, P:.,qu1nri catn n Unrãu do Triunfo; no
'rin i rro Eop frito Santo.
Em Ju.:t.lfic:>tlv,1 o Vereador alegou
<]li<· "o buri ro existente nn Avcn da Todo­
ro SoLlva, no loc;d ncirrn citfllo, nno r11
vazão :.;uficien<', vindo <'om i:;tu • 1 , ·I
as residências próximas.
RESIDÊNCIA DO DERSIL.
"Gonsldcrando que a lmplanlúç:Ío ri,, O Vr:r•a..:cor ulcp,ou (1UL' " a u u~,l ::.1Lu--
Hcsidêncla do DF.HSlJL 1·m no:;:;a ci11ade ,,. çõo clrlG mencionadas pontes vem colocando
umn ncccusidadc, pr,1·:i a "íl1muL,~nc;n.o dns ro em ri:Jco a integridade fÍ::;ica c1c cC'ntcnns
dovias que Ugrun o munlclpio de Bela Vis:: de pessoas que por al Í ransitam, sem fa
ta à Caracol, Antônió Joio, Jardimn e tam- lar nos danos materiais que poderão ocor
bém a rodovia paro o Calc~rio ItamaraLJ , rer nos veiculas automotores, bem co~o ~~
Apaporé e estrados vicinnis, sol!cllo de den es nos animais que siio conduzido~ e
V. Excia a unanimidade de apoio para o ·àqueles que servem de montaria nos mo;ra,i
nosso requerimento, urna. vez que o mesmo res do Distrito".
só trará benerlcios a nossa região."
~--- Esta _!oi.ª. ~_u_stificativa do Vereado[. FAL'i'A D'ÁCUA
VEREDA DO APA
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Construção Civil L TOA.
CRECI 395 - J
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AGt:S'flX A. s. ,VAI.OS cm•:: H/llS.
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llS.
Escritório Despachante
BELA VISTA Ltda.
de Enio Oviedo
Ivan.Marque ao pre»ett s
licJl;,nlu ()'J'" •r•Jl •rv1,.•Ju
Governador "arcolo Mirar! :.,r,,,r
pia ao diretor to DEH!SUL t
dou pllrtlc;n; -lo, -~Jl,,, ;>i'J, <J
Legislativa solicitando a criação e impi n
taço da Hc:;j dê ncie do DER?UL «m nos 1 Cl •
dade.
O Vereador Ivan Marque solicitou ao
prefcito municipal através do oficio, pro­
vidências para a recuperação das nossas
pontes na rc,t!ovia iJc,J;, Vl;;to - Car,:.c:ol, r:•i
OisLdto li.Sé dt' f;1Urn,L
Faça a documentaçiio de seu veiculo, da manei
r:a mais PIA E AIA T..
SEl'IÇOS m: DFSl'.(ll.:"TE EM GER:L
.Jtua Conde de l'orto • Alegn, ~:I f.ep 792611
BF.1.A 'ISTA MS. __ _.-➔
Ivan Marques quer também saber o po"­
quê da constante falta d'àgua cm nossa cl
dadc, principalmente na Vila Nova. A cim~­
ra Pndereçou oficio ao Sr. Jairo Viana
chc>fe do SAAE.
ENEHGIA fil.ÉYBICA
Marcelo apresentou requerimento sol -
. citando que seja enviado expediente a0 •
·Diretor Regional da ENERSUL em Ponta Por,
corrt cópia ao Esc'ritÓrio local, solicitarv:i
informações sobre as·constantes interrup
çÕes no fornecimento da energia alétrica
em nossa cidade.
MOÇÃO
Ivan Marques requereu que seja envi •­
da a MOÇÃO DE CONGRATULAÇÃO a nova diret, -
ria da Associação Belavistense de'Profes~o
res, na pessoa de seu presidenta ELDER BAS
S0, desejando lhe feliz e prof'icuo traba.
lho frente a essa tão importante associç -
çao.
• -
FUNCIONANDO EMA,_ NOVAS E MAO.DER
NAS INSTAIL AÇOS: ÁLCOOL, DIESEL, 1
GASOLINA, LAVAGEM DE CáRROs'
. . . .
Rua BarjodO Ladário SN
. ,: - •
• . • ·'- ·
. Telefone: 439 .10-25
!'
j)
partir
começar a funcionar t a bri'
,·11·, 1, :'tr:·., ITiJ1/H, :-;.,
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;1ux0 de caminhes c.rre1ao: oda
.·urt • eh ,~:,qu 1 r·, p, .,. 1u •. r'm f,lf' !,
tais circunstâncias a mera reforma em t
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1 •
llS
o probl ' 1 do i-: r o:·.
Menor é visto cc 1o
ameaça à tranquilia
de .;oc: ia 1 . i: r l - o. S'
t.orna um ca, zoe po-
1 Í c la, qut_• c!evc !;"r
vigiado e punido.
Não vêem o menor co­
mo vitima indefesa
de uma Sociedade o­
missa e desumana.
Procura ajustar o lif'
nor à r.ociedadc. pn­
ra que nao pert.urbP..
tão procuram dir1nu­
ir a miséria e a in­
justiça social que
produ?cm o menor.
A Campanha da
Fraternidade deste
ano chama u atençÃo
para os direitos do
menor em si e não pa
ra as conveniências­
da sociedade.
Um terceiro mo­
tivo para esta Camp~
nha, é o novo posi -
cionamPnto da Igreja
diante do menor, por
causa de sua opção
preferencial pelo pg
bre. A Igreja busca
·1·uar, agora nas ca~
MARCHE r. SETOR SOCIAL
E PRIORITARIO
j,l' 1 ,_; d
.... • •r-.
11,n.ri;_, di. F"'!uc:
'rh+ n' f"l'
.. •. 1 • , e ( m 1; ·,r
se-Fa.u', para que a a;ao d Gov rno Etadul ch
,:u, • d · forma mais h r ar r • , • • • eftiv 1 • _ popu l ,-
c rI,ctL; e .1..!"< nt:< ;j i: ii!1 e n !. !"" .1 • • ·oc 1 d .,. Q. re-­
o, ao final de nosso mandato, ver ua socie.±, 'o
rais justa em Mato ir.so do ul, frisu o Govr­
r,acor·. Our:;..'lt.c.: o primeiro dia de atu: o o c,_,vc•r-­
no errpossou na Presidência d FAUL a 1 dena do
Estado, Mariita Soares, ocas[ão em qu- afirmou
sucl int<;nçao de ajudar a erzuer e erguer os que
reclrr.<;ntc necessita.
Marcelo explicou que a cn .:.e;? o ª" :.1.c:v1 ar-la
r:le Ação Soe 1 al e Comum t.iu- i:l n20 dlr:iinul r.:t o c.:.,n­
po de ;;:.tu:Jção do FA'.:UL, rrus sim, f1c=á (•nqu;1d,a­
da den'.;ro dos prograrr.as dos projE'tc:; do Covcrr,o
Federal para o setor. "A ex ·rr,?lo do President..-:·
Sarney, disse o Governador, o social será priori­
t2.rlo em nosso Governo". A ceI'i!:lÔnia de r.:ms::ii!:;­
são de cargo no F/SUL foi sirrples e contou cem :•
presença dos pals do Governador, Jo::;é Sevr:rlno !!:_
to e Diva l•liranda Soares. rairt.e TebE:t, quc· condu
2-iu o FASUL nos Úl tirr,os 10 meses agradeceu o .ra-­
balho desenvolvido pelas voluntárias. Mariita So~
res eloaiou o trabalho fei t.o pelo FASUL à par -
tir de 1983 sob o comando de Nelly Martins e ga -
rantiu que dara contir.uidade ao t:-abalho em prol
d:-· '1"Sf'•Jas carentes do Estado.
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Bela ~ista Sinalizada
Puxa vida Saí dia destes na rua e
nem rcconhccl minha querida Bela Vista.
ÉI As coisas devagar estão mudando.
Não é que nossas ruas estão mais bonitas
e coloridas!
Nos comentamos sobre a falta de sina
lizução de trânsito em Dela Vista. É uma
coisa necessária, pois mesmo os motoristas
mais "desligados" ncabum se acostumando e
dirigem com mais cuidado e atenção. é só
falta de costume ..
Parabéns, Prefeitura! Prometeu, cum­
priu e al pst.:=io: L1xr.il'ns e Sinalização! 1
JPMDB
o1na aí uh dtca
~
para os Jovens 1nte-
ressado em poli Ics
princlpalm<'nU• a r('­
lucloriada con o ~cio
<'Otudanlil.
Voi acontecer e~
28 e 29 de Março, na
C J d ade de MNi'ÃO-SP •
o "1 o f.lKOMTflO NAC fQ
NA!. nos JOVEt/5 UNr -
VEH~l'l'ÁRIOS DO Pt-!UO".
Muitos assun os
deverão ser aborda -
dos nesses 2 dias de
Encontro, sempre re­
lacionados com o meio
estudantil.
Entre os temas a
serem discutidos,dc~
tacamos os que ser!
ferem à Reforma Edu­
cacional, uma coisa
importantíssima, que
deve ser rstudada e
aplicada com muito
carinho; e a maior
participação do jo -
vem no Movimento Es­
tudantil.
Maiores_ informa­
ções você poderá ob­
ter com o APARÍCIO,
nos fones 389-8163 e
384-2699/R.225, em
r~,npc, Grande. MIITÊ: INESQUECIVEL!
Uma das coisas
mais belas e sensí -
veis presentes na na
tureza, que traz em
•si existência de um
toque que só pode ser
considerado Divino,é
a MULHER! Mulher, es
te ser que com a meg
ma força e energia
com que gera vidas,
nos dá carinho, amor
e proteção, e faz
parte integrante de
nossas vidas, de nos
mesmos.
MAITf PROENCA,aÍ
está! Pro:zeti e cum­
pri. Uma homenagem à
Beleza e sensualida­
de da mulher brasi -
leira. Por outro la­
do, um delicioso vi­
sual de, senão a ma­
is bonita, pelo rrenos
uma das mais bonitas
atrizes desse meu
Brasil "véio de rreu
Deus"!
Maitê foi foto -
qu<: 0.steve mister!~
sarnente fechado,mas
poucos sabiam que
abrigava o charme e
a beleza inesquecí­
veis de rtiaitê.
n.irr.a edição e:;pec!
a1 de PU>.YBOY, ccxn f:; -
tos de J. R. DtJR.AJ,f e c
urr roteiro e direção e~
an;e de que a própria
Mai t& Proença par·tic1 -
pou, foram publicadas•<
imagens e as cenas da
grafada num velho ar deslumbrante nu<lez da
mazém em são Paulo, - _estrela:G:::Siru5 D:: JJ==:5-
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