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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº853_20_07_1987
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TRIBUNA DA
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Abrem-se os Portôes
OMEÇII O ESPETÁCULO, INAUGURA O 1 16; EXPOBEL
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Vi t 1, l( v,, : t 11:; pn1·
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n1·i. 1o Brasil
li J 1ll I l,
'om prsnça do
,retorio t srieul
tura E·cu sri. W
:· 1 ·w i, n, r :· 1 1 , t , , , r
presentando o Goverr
dor Marcel, Mirando
i n:1uru ruu-s•
1 8, saboto.
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e ;1rnpo e; 1·,H 1<J.. . Mu rc,,
Att.on l o Hodon, Pre
:, i ril'n t•..: rJ.:i lJDR dt' Bc:
1,, Vlr,t.n; r:o Pn:f,·i-
1.o rk Puni a l'ul ?:n /ll
r•·.J 1-1-'.lt'ql>,",: do Pre
sident,~ J,1 Ft,·•l.'SUL ,
Ocu•i, D'Avi la; de
C'11 l tur··; ,1,, n,epllt,HlO
'.-1 , l <l•·rnl 1 1 ;inda l,lu
lc, <1-- Rritu; d,· a11tu
ri e: • ,J" s <I" fk l :.:i Vis
ta Paraguai; do Côn
::11 l ,.,(J P·,r 1guai L"ffi
H-:•lit Vi:·t.é~. Fdunrdo
Justo Qcnriz /lynla;
Jus V,·rc·adv1·,·-• Cas - ta em tpoca de expo
sio Acioly, Prcsidt•~ siçÕe-s
1 a abtJrtura
t ,_ "!:-t c:-,m tru r-tunj ci
p:il eh- ikl'--' Vis,a.An
:>· • 1 mo : . :)• • s, Ev i 1 ~ -
,;io >li.r:111r!·t
1 í'lé1lHiio_
nur
1
~udrj_r.u•·~. !van
qtH•r,; do Prc,sicJenl.e
do c~~drn Municipal
de /lntoniu Joio, /lr
n.:ildo Marq1H'S du SI.!_
vu, do PresJdente do
Po tary C I ubc d,, !!e],.
Vista, Jornalista I
valdo Pereira e ou
A "S<:mttna d<' .:mo
çÕes
11
, 1'rvmcl,:"' sur -
preendc:r a Lodos. O
footboi continua de
pert.andr> o intercsst
dos expectadores, "
upesar do frio, cos
tumeiro"~ Bc:la Vis-
da 16' EXPOuEL con
tou cort, a pr<·s"nça
d.t: inÚmPrns visilnn-
1 CS, 'l)s r',i:;.ci:"""'½S Ót' W
scn Hores e rao Zca
r
Liga por'iv Bclavis vnse ,
r<'dll~0u-su suxta feira no Gre
mio Pedro Rufino, o }t Concur
so ~iss ao ~nport~ d· Bela Vi!
ta. SR randc-~~ v~nce.ora ar~
pru::-uncantu do Clubu [sporcivo
Belavis ense, G!SLENE 9RU , em
seundo lugar DENISE MENDONÇA,
" u':1· ,--rcuiro KÂTIA DFDÉ, re -
Pru-unt~nte da AA3B.
O evento contou com a orga
niz,c-::;o d•~ léli.o DiÓrio; Pre
:i1 !• ute da Liga Esportiva Be
:3·,!::-L ns<.! d,· Fu <:bol.
O ... d:--.:ib~"'lS !!:·li"o D-!.Ório e
com
um i., tlho todo
espe:cial.
Sob todos os aspectos a pro
mcrão da Liga Esp rtiva Belavis
tense foi um sucesso: -
:a édi ç:io de qu rta fei r1-1. d,,
Tribuna d:.i Fronteira, cobert·i: a
completa do concurso.
Cká ta fasa ia liaie e Desfile de
M a riza Me tas ii um sr :ess
O d--·sfilt'.'.l ;""°!"O~T' ,' -
do pela f.íAM17'", ·.;on;,!;,
durante o chá da CASA
DA IZADE c;u,· con
grega <.:Sf,0S'1 d" !"'O'.:él
rianos) foi um suces
so absollito.
Realizado no Club,
Esportivo 3,!!~vistcn
se, com a coreografia
de Denize MLndonça ~
a produçio an Regina
Gonçalves, o c~sfil~
agradou as quase 500
p·soas presentes.
. :_ç, ' '....S '·
•• os 5:bl.ando algu-
22s fotos das mane -
qutns que desfilararn
e na quarta feira c
aremos publicando
uma a.7pla reportagem
sobr!2 o c:VL:nlo.
D,::sfil·1ram para a
A;ZA MAS as se
fuinLes manequins:
Adriana (Canpo Gran
de), Cristina (C,~po
Grand~), Crisci~n- ,
t:,~lva, r-~::i.ri l· r.-_-·, :_..u-
Grande), Nazaré, Re
giana, Caio, Luiz P½
ricles, Maikon, Oc -
tair e José Roberto.
Foi uma noite com
rito charmne, beleza
e elegância, e aqu
lc atcndir~er.to por
parte das senhoras
da CASA DA AMIZADE
oue :em co~o presi -
•1r-nte i•iari::i :::s:cla
V~lasquez PPreira.
De parabéns os or
~3niza~ores cto bor.1-
~ o : .... s f.::. 1 , .·
-Edição~
EXT.RA
..
---
IBRIIO ZICIRIIS: EST MOS f IIZ DO
MUITO MAIS DO QUE SUPÚNHAMOS·E EST MOS CUMPRINDO CO
- OS COMPROMISSOS A$SUMIOOS INlERIORMENTE -
me rcados.
Fxplor:ir , 1.1•rr ,
cultivar cera.r·"
scnvo t ver pecaria
é concor er pa1·a ,;:_:
tisfação d:is ::i.:,L· '
prerocnter- r.1•ce:- ,lna -
des do homem.
Essa é a razão a
nos leva a fixar-se
nessa atividade,nes
sa profissão,que ~
das mais altas e q/
cerLamcntc a q/ nos
dá o prazer de se
manter em cor.talo '
com a natureza ,que
A nossa pecuária é ainda a fcn te mal :J
produz • a mátéria- pura de onde emana
lorosos,que traba - ~omos,volLados sem - prima q/grandc par- a satisfação humna -
lham -pensarid0· no prc para O bem co- te das indústrias na.
futuro . mum,devemos reconhe- consomem,razão pela Amigos! A Expo -
Hoje
I abre , cm • • • i t d e
Expobcl e t1 Lulo ccr o mer o o ·ve qual devemos, a qada bel, neste momento
nossa querida B.Vlsta • • t 'dade de
de glorla,dc negoc~ ·o,a capac
1 dia que passa,cond_! deve ser encarada '
as portas de um acon- i dores
os,de vendas,de re- seus organ za • clonar nossa pecua- com aquele otimismo-
tecimcnto que,por si - d f 1 e
creaçao.Somos gra - @tuam/o se a a m ria bem mais orien- embora moderado . o
sÓ,t• mar·co de uma his b l ·
tos por isso. Cõrno Expo e ,um nome apa- tada por uma técni- que e uma caracte -
tÓria, de um povo, de • • Ed
homens publicos ouc rcce em acsLaquc: - ca e por uma ciên-- rística nossa, mas
uma raça de homens va M d i d M
g_:;.::,::.,~~•:,;;:,~;;_~;;:,:,;;.;,;.;;:...~i.A.----------~~ ~on •e e ros e o eia objetiva. um otimismo que nos
r· E X T E I EN T E raes .Independente - Não podemos vi - leva a progredir, a
ente de corrente ver de forma desor- avançar nos diver -
de pensamentos ou de de nada. Na época em sos.ramos da pecua -
polÍtica,cabe-nos e~ que vivemos,o plane ria.·
nal tecer a capacida_: jamento,a técnica-;- Somos cientes õJ
de deste cidadão be- vem substituir os· o momento não é dos
lavistense q/a fren~ métodos ··rótineiros mais propícios, mas
te do Sind~cato Ru- de antigamente. Há não somos homens de
ral,acreditou na Ex- toda uma ciência a desespero,nunca fo
posição e nela lan- serviço d~ Pecuária mos e nunca sere
çou-se de corpo e al buscando soluções • mos.
mo .É um dcverbon~ p/os problemàs que Vamos encarar a
oquel.es que por méri surgem.É Importante realidade tam como
tos fazem jus. à ad: estar atento a0s a- Se apresenta: acre
atracão e à sra",as't ll
de scus semelhantes.
...""..2 .""] Pediatria Clinica e Puericultura
mos homens afetos a
campo,à agricultura
e à pecuária.
Há em nós um ins
tinto natural q/ nos
leva a amar a terra
para dela tirarmos
nosso sustento.Não
pois,outro que nã
seja o fato, de~,. te
llm·cavalo ,um re,ba
nillo,um curral,um ro
deio;tudo isso fa·
parte de nosso dia
dia,faz oarte de no
-BELA".'!S"1:-:iiSF.S E VI
SITA. ES-
.JOJtNhL VRJDUHA DA FROln!'EllRA
Fnddo eI 20 de Fevereiro de 1972.
DIRETOR,,: l·lAIU A ESTELA VELJSQllEl PEílEiíl/1
aEDf,YOR: UD/LDitlO D'E OLIVEJ ílA ílODíl:IGUES
ED CIIE:FS: IVALDO PF..flEIHJ
GEff9ITE: G1LSON SILVA SANTOS
EEPOí!i',iCEHS: LUIZ IIENflIQUE N. COílflEA
CO!..AEOElADORES:
LÓris e Caio Bo- Giovani cbsor, Marcos
nn. tcs.
HEDAÇÃO, ADMINISTflAÇÃO E
• flua da República,· 268 -
: fone: (067) 439-1410
PAílQUE GRÁFICO:
Caixa Postal 23.
Sede propria;
JORNALISTA ílESPONSÁVEL: IVALDO PEílEiílA.
• Prop::-icdadc do
REDE DSLAVISTENSS DE JO~NAlS LTD/1.
CGC-MF: 15.513.203/0001-59
ISC. EST. 20.219.003-1.
ílcgisl:ro no Cartório de Tltulos e Docuen
lcs· NQ 35.
,. FE IADO À /131lAJOíll E /DJOR I MS
REPRESEKTAÇÃO NACION/L:
Rua Sete de abril n9 282 - 5° Andar Cj.5'1
fones: (011) 255-2579 ou 255-3492-São Pau
1 o - SP.
Av. Presidente Vargos n2 590-11 ~""7mdar -
CJ. 1109-Fo!1'e (021) 263-1129
Rio '·· Janiro - RJ.
SDS Eoiflcio Miguel Bndya - 4 Andar - c]
1
4Cl - Fone (061) 226-3861-Brasilia-DF.
'---'- -- r, __ .- '
so ganha pão.A no
:;o l.ndÚntrin-110;: f'
pecuár1,onde de
do cn º"
eligênc!a.
E com efeito,nos
empos modcrnos,urnn
série enorme de In
dÚs r!an existe que
nobrevive d pecuá
ria e uma outra se
ri que vive para
nuxiliar,pnro q/9eu
rcndimenLo seja mui
or.
Se é verdadC' que
a indÚstriallzação•
é a característica
da civillzação,tom
bém é verdade que a
industrialização se
baseia nos rrorrcs -
sos da Agricultura
e Pecuária,
D.E:
C R f:í SP Q2731
l u 1 ,, . • t,b r
téria.
E na Expob
gem oportuni •
de roer. <..l
I l D E F O I S O
CONSULTÓRIO: RuA Dr.,
AR COELHO DE O+ __ VE.IRA,
FONE: 251-1957
F. D O S
251-1755 (RESIDÊNCIA)
URGÊNCIAS- HOSPITAL MARECHAL R0NDON - FORE- 251-1131
J A R D ! fi - NATO RSSO
~ONCICONAND.o· JEM .NOVAS EM.ODER
NAS INSTAUL AÇOS: ÁLCOOL, DIESEL•
GASOLINA, L AVAGEM D CáRRos'
Rua Barão .. do- Lad~rio SN
o.· ccrnpro1.11.: o ·, __,,
r :!.do· rnu•riorr, nt,.
Essa firma;ao,nes
abertura da Exposi -
ca0,náo vem de der -,
gogia, mas de ·xmpl
de comparação,de pro
porção do quanto
pode fazer e ob er ,
quando se quer,quan
do se analisa fria -
mine todos o pro -
blemas e os enfrenta
com coragem.
Estamos aleres '
pela berrura de ma
is urr.;; Expob•:l.í·s·a
mos contentes com a
ap0ximcão de mais
um aniversario de
nossa querida Bela
Vi2ta. Essh alenria
e pura e permanente'
porque acreditamos
no futuro,acredi·, -
mos no ser humano e
acrediLamos em Deus.
-MUITO OBRIGADO-
Di se urso Pro -
ferice por Abraão
Armôa ·zacorias-Pre
feito Municipal-
S A { T O S
D O S U L
480
EOSON MORIES: O PLI D
elaborado pela Nova República d e· didam
•
a
,,
Com .
<' t.L
1 grárjas. Bem recen
xprfencia do méxico, que
1vr o pis para a imprody
,. ,,;,, 1. •·conôrr.Jc· ..
i . 0 '1Ut• r!1•:,l' jr,m f)/1. Stí'
r, trl.'..l calamidade e pe -
plano que aí está: vamos conj
t•l
1·,·t.,1 11nn
11?; ;1lt·!'.t.:.L',clii.!ril.t> de> Lo -
dos que qui estão pura prestipiar a inau
(lUl'Açao !,O J r ne da 16 EXPOBEL, os nossos
respeitaveis cumpr1menlor:.
Ab::-imos l'8J),"lços mui lo especial,
pnr::i tornar publico o nosso 1'cco11hecimcn
Lo de ratidão pelo apoio recr.l.licto d.1 co
munidaLle, o trabalho incansável dos copa
nlwiros c1,, di1Tloria de, Si.nrticato Rural,
ni:io m0clinclo esforços para que Luuo csti -
vcssc concluirto denLro do Lt'mpo preciso
ao alo ln:,up,ural.
A Prefeitura Municipal, através da
colab,,raç;;o f)!'c:-;Limos,1 do prPfci Lo AbraÕ.o
Zacarias, nos foi passivei realizar Lodos
os serviços necessarios para que o parque
{l,• ,•xposiçÜv!c> Riu Apa, ot'erc·c,•sse as conr .
diçôes ideais a realização da 16' Expobel.
O upoiu do ilustre com.:inJdntc do 10!
Regimento de Cavalaria Mcanizuda, Cel.
Ivar Elll'?'Y B-i1-roso, nos foi grallficantc.
Agradecemos L,1111b,: rn aos b.::irr:iquei ros, c,xp~
sitores,os peões,rfim, toda esta ente
humilde,c frm~os bclavistcnses que contr!
buiram com suns parcelas de otimismo e
muita garra, que ira proporcionar uma ver
dadeira sPmana J~ cmo~Ões, a partir de
agora, at~- u p1·Óximo dia 26.
O sucesso •·stá prat1camenle garanli
do, porque sempre acreditamos no Xrabalho
de cada um cm pa:·ticular.F toJos voces .
aqui presente, vieram para sowal' e da
Para Sela Vista, mais uma alegria a
exemplo Jc ou• r.::is cxposiç~cs,divulgando o
nosso ooL,ncial cconÕmJco e produtivo,
através desta f,·st:i já bem con!wcida em
odo Estado e até além fronte 1 ras, para
orgulho d0 Lodos belnvislenses. _
Ni:;o foi contratada nenhumna atraçao es
pecial.
Somente aLraGocs lig.::idas a festa agro
PCcuiria que ora se inicia, onde o povo
com suas LradiçÕes se faz presente, coSC~
rtes próprios, temas da terra. Alegria,so
mcn e a lcgri a, co.n;;;.taró da programaçao
elaborada oara proporcionar a todos in -
' • tl • • e des-
d is tin 001entc, mo1.""nLos a1;1-.o aveis
contra.Laos.
Nossos portões estorao abPrtos para
acolher carinhosamenle a todos que nos
» pe e assim se
Dres igiam com suas presença -
rá até o final do nessa mandato de presi--
dente do Sindica o Rural.
il Stres visi tan
Povo de Bela Vista, u
A hora é bem oportuna poro que em nos
so nome e dos demais classes produtoras
tio nosso município, seja dirigido uma men
• . so novernador
Gagem reivindicatoria ao no5. .
3, nda atraves do
-o Es ado flr Harcelo ,. ira •
, • • a·o solene, Dr.
;:.,J reorcsent.:int.l'-a-cste e • de
Flávio Derzi, digníssima secretario
·.'.a o d•· ogr•1cu'i··turo e pc•cu ria. -
- - 1 deste
A maior aspira@o da popu açao
municipio continua sendo o a..;féll L,,rn(•nto
da BR. GO, p1·ogromada r pro:n,-1 icrn p<>1'
governos passuclos, Espe r;,rnos l" com pa-
c i inc ia, agora no governo do Dr. Marcelo
Miranda, o rc1nic10 e concluso dessa
obra.Compreendemos o momc>nto de di ficul<'.,
de s, mas deposita mos um vo Lo <;P con f 1 :::11. -
ça no poverno pnra que vlab1llz~ recur -
sos para esse asfalto, realizando assimn o
sonho de nossa gente.
Pedimos ajuda do gov,• rno ao nosso
pr·e(eito, par·a que ele possa 1·.::oliznr
obras prometidas do mais nlLc inccreS8•
dos beluvistenses, como asf,lL-;;·:r-:-,ro b·.,:
co, tão impor tan Le para a hii
de de nosso povo.
É preciso corrigir distorçoes na atual
administração cta nação brasileir~. C po
vo está com Come e as coisas pr<·ci::;0:n rra . .:
dar. As cÍ:.· lebr,·s mudanças tÕ.o ;H'<Jf,.-i[.:: L!, .
mas que ate agora, ainda acha-s 1 ;e .. ,1. -
e ida.
Somos paciente e nossas sp u ;a5
tá no amanhã, que podE'ri, cr.<'f<élr r!, '·"·
alentadora e amiga. llunca ~ , .. ,
acreditar no que e nosso. ;:: ,, ··~:.:
de todos. Formamos umas~ ccr·r·
EFCEXA AGRÁRIA, PREOCUPA-S E EX:5--s •
'llf-.S.
O Plano de Reforma Agrária elabora!
pela neva RepÚblJca, decidirinm-·nt~ r;o
deu certo. O Mirad com pouco ~a!E d~
dois anos, já teve 3 ministras e ~s pr0 -
gramas de assentamen tos de col ,..-:e::-,, • • 11
sido de forma desordenad,1 e 3L~ esck:~--~
da República, a quem o prÓpt·i0 p!·c·s!c,:: -
te confiou a execução do plano.
Este plano que ai est~, :ião prLser
vou o mais sagrado direito cons~i•ucionn:
que é o direito de propricdad,.
At~ os imóveis produtivos foram atin
gidos atraves de expedientes de interes
se pollt1co ou de grupos apadrinhados, 1~
vando ao desespero, pessoas que Lrabalhru.
e produ~ alimento.
Felicidades para uns a troco da in.e
licidade dos outros, não será o melhor
caminho paro quem pretende executar a ver
dadeira reforma agrária. NÕ.o via desa
propriação, o passo inicial par. reforma
agrária. A experi~ncia nos ensinou atr·a -
ves dos resultados obtidos nos mais diver
sos assen t:amen tos de colonos Já .:,xecu t;;, -
dos pelo INCRA e outros orgÕ.os dos GOv~1-
nos estaduais.
A pr-.:ocupnçÕ.o não i- somcnle nossa. /1. Ip:rcja.
os sindicatos dos trabalhadores o propr!o
goverro, cte fcndenL uma refor, a arria :c
mocrá tica e objetiva denLro d~ te~~11rl_j_
respei t"ndo-se os direi tos al' .. c-r. A e: -
cribuiç5o natur.::il de ·erro~, ~
ciativll. ou mesmo ur.i p!ano cv.,c n ·, •
í-x ,, 1· c,u, ro.· ·, Jo::: para que nao s
prjadiqu o ;.,ropr-l• t.Ór10 ruri.il, b·tstn o
c,r,v, rno l•,nç:.,r• •r::ic ·!éJ., t, r-ras improcluti -
v.s do podr público, verdadeiros latifur
dio: r,,11,,:0· rwlc! qualro cantos da
. ."• r l
rosa e sem onus, investindo-se
ss ntmentos.
":ÃO SE DEVE BICAR C
TER. E : SE INCA
ilo 1.oc-inv- étos pr·odulores
sts cst d fito ::.regendo odas as
nossas consideracs,pela resposta dada
atr vós da xprcssiva safra agrícola que
rtd a urna das r ires colheitas de toda
. . . 11·..1. ".lu .•cj;; ó4 milhões de•
J. 1 • - ..
rr • :·-.o u1·, r:i,•dida menos onc
.,., 1·· c•.n·-.,::; r.:c'éJd.:i,; anunciadas pelo
,-;x,·:0 . .:e :'",hu:· Pr•·S1drntc· dê! RepÚblica e
:···r,r::;c,rJ·i.~ pelo S· r.hor l-hnistro Iris Re
cnde, con'Iram que havera recursos sufi
e-.· ~.' .... ~ ., p:·1 ços cor.ipt:nsadores para os
! j' • rur·_1 i.~-
;.,;, •·., r rr·ços serão corrigidos mensal
n' .. cc,:ror:::, variação da OT!·l, como Pil_:'.
n w·c,,iv0 para o setor agrícola, prese!:'
, .•• :.e ~!":r,dc riut.irão da construção desle
::~o poir· .. os dnixar de ma:1i.festar o nog
so r conhecimento ao Exmo. Senhor Governa
~., ~,-cela Mirand:i, que tem prestigiado
,r hr~~ns do campo e a prova ai está: a
i· li:: "SCOlha co companheiro e ler;Í timo
i:-onr.··c·-dor de todos os problemas da agrÍ
cuJ o:ur=, e da pecuárL,, ,senhor Flávio Der-
7., r.osso secret;rio de Sstado de agricul
'ura e pecuaria.Suas origens como homem
•.r,~.b;.,,-_ vir.do do c::.r.:po, se identifica per
feita·nte com suas novas funções e Ma -
to G :--oss,, do Sul está de parabéns.
!. ·!nb r'1:nos também, para felicidades no:
s~. a r,·c~nte nomeação do Dr. Ney Maga
'lh~~-", agricultor da fronteira, e· um téc
nico conhecedor profundo das nossas neces
~ic!::.:!es '1 que:n re:-idemos votos de pleno .êxi
to a frente àa delegacja federal da agri-
cultura no nosso Estado.
Tanto o secretário de Estado Dr. Flá- •
via Derz1, como o Dr. Ney Magalhães, con
tarão com todo nosso apoio, ficando cer
,os vossas excelências que Bela Vista tu
ao fará para que a agricultura e a pecuá
ri3, bem co:no os de:nais segmentos da eco
nomia local, tenham seu destaque especiaT
na pr;dução àe alimentos para a me
sa do povo brasileiro.
A odas, o nosso muito obrigado.
Ma deva; te7
/
P!,i>, AS l :!AR LIGUE:
439-1410
ite Màaica no Belaviste
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,,; 1 no C'l1Jl,
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... JfJI (011 ()dd l , •• , j XíJ"C" (J. 1-
. 1,,111 lo., rnulr.o ,'.• nt • ,.legru1 .e
[ ctr, 1 f•J,ltl tÔ(J •J;d }P!1i. Mr.Jk I t.·
Abr. ao Z• rn, acompanhado de
rerpec Iva eipo
O Clube, atravé de eu pi· . !c:r•nt ,LJ
tz Carlos Rahal, pren ou izriific. tiva ho
!· •J-
<H1 Moro.e:J, r
1
n rc•s.i..;.ndo-Jn, .. s uma placa
prata por relevantns serviços prestdo
.....
y
DA.Ili DE_ .@ERYURA ri:0 BELVISll'ENSE = ADRL
:!i:;. :302GES E PI'lfY - FEESEXÇA JOVE.
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RIK - PRESENÇA DE UIT DES-
CC:.UES IS ESEE- EELA VIS
,- -
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l l t:-1 l, l . l I i 1 , •
n1·i. 1o Brasil
li J 1ll I l,
'om prsnça do
,retorio t srieul
tura E·cu sri. W
:· 1 ·w i, n, r :· 1 1 , t , , , r
presentando o Goverr
dor Marcel, Mirando
i n:1uru ruu-s•
1 8, saboto.
1-r ,· 1..
! f i. r irn
n l 1;;
• 1 ú
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e ;1rnpo e; 1·,H 1<J.. . Mu rc,,
Att.on l o Hodon, Pre
:, i ril'n t•..: rJ.:i lJDR dt' Bc:
1,, Vlr,t.n; r:o Pn:f,·i-
1.o rk Puni a l'ul ?:n /ll
r•·.J 1-1-'.lt'ql>,",: do Pre
sident,~ J,1 Ft,·•l.'SUL ,
Ocu•i, D'Avi la; de
C'11 l tur··; ,1,, n,epllt,HlO
'.-1 , l <l•·rnl 1 1 ;inda l,lu
lc, <1-- Rritu; d,· a11tu
ri e: • ,J" s <I" fk l :.:i Vis
ta Paraguai; do Côn
::11 l ,.,(J P·,r 1guai L"ffi
H-:•lit Vi:·t.é~. Fdunrdo
Justo Qcnriz /lynla;
Jus V,·rc·adv1·,·-• Cas - ta em tpoca de expo
sio Acioly, Prcsidt•~ siçÕe-s
1 a abtJrtura
t ,_ "!:-t c:-,m tru r-tunj ci
p:il eh- ikl'--' Vis,a.An
:>· • 1 mo : . :)• • s, Ev i 1 ~ -
,;io >li.r:111r!·t
1 í'lé1lHiio_
nur
1
~udrj_r.u•·~. !van
qtH•r,; do Prc,sicJenl.e
do c~~drn Municipal
de /lntoniu Joio, /lr
n.:ildo Marq1H'S du SI.!_
vu, do PresJdente do
Po tary C I ubc d,, !!e],.
Vista, Jornalista I
valdo Pereira e ou
A "S<:mttna d<' .:mo
çÕes
11
, 1'rvmcl,:"' sur -
preendc:r a Lodos. O
footboi continua de
pert.andr> o intercsst
dos expectadores, "
upesar do frio, cos
tumeiro"~ Bc:la Vis-
da 16' EXPOuEL con
tou cort, a pr<·s"nça
d.t: inÚmPrns visilnn-
1 CS, 'l)s r',i:;.ci:"""'½S Ót' W
scn Hores e rao Zca
r
Liga por'iv Bclavis vnse ,
r<'dll~0u-su suxta feira no Gre
mio Pedro Rufino, o }t Concur
so ~iss ao ~nport~ d· Bela Vi!
ta. SR randc-~~ v~nce.ora ar~
pru::-uncantu do Clubu [sporcivo
Belavis ense, G!SLENE 9RU , em
seundo lugar DENISE MENDONÇA,
" u':1· ,--rcuiro KÂTIA DFDÉ, re -
Pru-unt~nte da AA3B.
O evento contou com a orga
niz,c-::;o d•~ léli.o DiÓrio; Pre
:i1 !• ute da Liga Esportiva Be
:3·,!::-L ns<.! d,· Fu <:bol.
O ... d:--.:ib~"'lS !!:·li"o D-!.Ório e
com
um i., tlho todo
espe:cial.
Sob todos os aspectos a pro
mcrão da Liga Esp rtiva Belavis
tense foi um sucesso: -
:a édi ç:io de qu rta fei r1-1. d,,
Tribuna d:.i Fronteira, cobert·i: a
completa do concurso.
Cká ta fasa ia liaie e Desfile de
M a riza Me tas ii um sr :ess
O d--·sfilt'.'.l ;""°!"O~T' ,' -
do pela f.íAM17'", ·.;on;,!;,
durante o chá da CASA
DA IZADE c;u,· con
grega <.:Sf,0S'1 d" !"'O'.:él
rianos) foi um suces
so absollito.
Realizado no Club,
Esportivo 3,!!~vistcn
se, com a coreografia
de Denize MLndonça ~
a produçio an Regina
Gonçalves, o c~sfil~
agradou as quase 500
p·soas presentes.
. :_ç, ' '....S '·
•• os 5:bl.ando algu-
22s fotos das mane -
qutns que desfilararn
e na quarta feira c
aremos publicando
uma a.7pla reportagem
sobr!2 o c:VL:nlo.
D,::sfil·1ram para a
A;ZA MAS as se
fuinLes manequins:
Adriana (Canpo Gran
de), Cristina (C,~po
Grand~), Crisci~n- ,
t:,~lva, r-~::i.ri l· r.-_-·, :_..u-
Grande), Nazaré, Re
giana, Caio, Luiz P½
ricles, Maikon, Oc -
tair e José Roberto.
Foi uma noite com
rito charmne, beleza
e elegância, e aqu
lc atcndir~er.to por
parte das senhoras
da CASA DA AMIZADE
oue :em co~o presi -
•1r-nte i•iari::i :::s:cla
V~lasquez PPreira.
De parabéns os or
~3niza~ores cto bor.1-
~ o : .... s f.::. 1 , .·
-Edição~
EXT.RA
..
---
IBRIIO ZICIRIIS: EST MOS f IIZ DO
MUITO MAIS DO QUE SUPÚNHAMOS·E EST MOS CUMPRINDO CO
- OS COMPROMISSOS A$SUMIOOS INlERIORMENTE -
me rcados.
Fxplor:ir , 1.1•rr ,
cultivar cera.r·"
scnvo t ver pecaria
é concor er pa1·a ,;:_:
tisfação d:is ::i.:,L· '
prerocnter- r.1•ce:- ,lna -
des do homem.
Essa é a razão a
nos leva a fixar-se
nessa atividade,nes
sa profissão,que ~
das mais altas e q/
cerLamcntc a q/ nos
dá o prazer de se
manter em cor.talo '
com a natureza ,que
A nossa pecuária é ainda a fcn te mal :J
produz • a mátéria- pura de onde emana
lorosos,que traba - ~omos,volLados sem - prima q/grandc par- a satisfação humna -
lham -pensarid0· no prc para O bem co- te das indústrias na.
futuro . mum,devemos reconhe- consomem,razão pela Amigos! A Expo -
Hoje
I abre , cm • • • i t d e
Expobcl e t1 Lulo ccr o mer o o ·ve qual devemos, a qada bel, neste momento
nossa querida B.Vlsta • • t 'dade de
de glorla,dc negoc~ ·o,a capac
1 dia que passa,cond_! deve ser encarada '
as portas de um acon- i dores
os,de vendas,de re- seus organ za • clonar nossa pecua- com aquele otimismo-
tecimcnto que,por si - d f 1 e
creaçao.Somos gra - @tuam/o se a a m ria bem mais orien- embora moderado . o
sÓ,t• mar·co de uma his b l ·
tos por isso. Cõrno Expo e ,um nome apa- tada por uma técni- que e uma caracte -
tÓria, de um povo, de • • Ed
homens publicos ouc rcce em acsLaquc: - ca e por uma ciên-- rística nossa, mas
uma raça de homens va M d i d M
g_:;.::,::.,~~•:,;;:,~;;_~;;:,:,;;.;,;.;;:...~i.A.----------~~ ~on •e e ros e o eia objetiva. um otimismo que nos
r· E X T E I EN T E raes .Independente - Não podemos vi - leva a progredir, a
ente de corrente ver de forma desor- avançar nos diver -
de pensamentos ou de de nada. Na época em sos.ramos da pecua -
polÍtica,cabe-nos e~ que vivemos,o plane ria.·
nal tecer a capacida_: jamento,a técnica-;- Somos cientes õJ
de deste cidadão be- vem substituir os· o momento não é dos
lavistense q/a fren~ métodos ··rótineiros mais propícios, mas
te do Sind~cato Ru- de antigamente. Há não somos homens de
ral,acreditou na Ex- toda uma ciência a desespero,nunca fo
posição e nela lan- serviço d~ Pecuária mos e nunca sere
çou-se de corpo e al buscando soluções • mos.
mo .É um dcverbon~ p/os problemàs que Vamos encarar a
oquel.es que por méri surgem.É Importante realidade tam como
tos fazem jus. à ad: estar atento a0s a- Se apresenta: acre
atracão e à sra",as't ll
de scus semelhantes.
...""..2 .""] Pediatria Clinica e Puericultura
mos homens afetos a
campo,à agricultura
e à pecuária.
Há em nós um ins
tinto natural q/ nos
leva a amar a terra
para dela tirarmos
nosso sustento.Não
pois,outro que nã
seja o fato, de~,. te
llm·cavalo ,um re,ba
nillo,um curral,um ro
deio;tudo isso fa·
parte de nosso dia
dia,faz oarte de no
-BELA".'!S"1:-:iiSF.S E VI
SITA. ES-
.JOJtNhL VRJDUHA DA FROln!'EllRA
Fnddo eI 20 de Fevereiro de 1972.
DIRETOR,,: l·lAIU A ESTELA VELJSQllEl PEílEiíl/1
aEDf,YOR: UD/LDitlO D'E OLIVEJ ílA ílODíl:IGUES
ED CIIE:FS: IVALDO PF..flEIHJ
GEff9ITE: G1LSON SILVA SANTOS
EEPOí!i',iCEHS: LUIZ IIENflIQUE N. COílflEA
CO!..AEOElADORES:
LÓris e Caio Bo- Giovani cbsor, Marcos
nn. tcs.
HEDAÇÃO, ADMINISTflAÇÃO E
• flua da República,· 268 -
: fone: (067) 439-1410
PAílQUE GRÁFICO:
Caixa Postal 23.
Sede propria;
JORNALISTA ílESPONSÁVEL: IVALDO PEílEiílA.
• Prop::-icdadc do
REDE DSLAVISTENSS DE JO~NAlS LTD/1.
CGC-MF: 15.513.203/0001-59
ISC. EST. 20.219.003-1.
ílcgisl:ro no Cartório de Tltulos e Docuen
lcs· NQ 35.
,. FE IADO À /131lAJOíll E /DJOR I MS
REPRESEKTAÇÃO NACION/L:
Rua Sete de abril n9 282 - 5° Andar Cj.5'1
fones: (011) 255-2579 ou 255-3492-São Pau
1 o - SP.
Av. Presidente Vargos n2 590-11 ~""7mdar -
CJ. 1109-Fo!1'e (021) 263-1129
Rio '·· Janiro - RJ.
SDS Eoiflcio Miguel Bndya - 4 Andar - c]
1
4Cl - Fone (061) 226-3861-Brasilia-DF.
'---'- -- r, __ .- '
so ganha pão.A no
:;o l.ndÚntrin-110;: f'
pecuár1,onde de
do cn º"
eligênc!a.
E com efeito,nos
empos modcrnos,urnn
série enorme de In
dÚs r!an existe que
nobrevive d pecuá
ria e uma outra se
ri que vive para
nuxiliar,pnro q/9eu
rcndimenLo seja mui
or.
Se é verdadC' que
a indÚstriallzação•
é a característica
da civillzação,tom
bém é verdade que a
industrialização se
baseia nos rrorrcs -
sos da Agricultura
e Pecuária,
D.E:
C R f:í SP Q2731
l u 1 ,, . • t,b r
téria.
E na Expob
gem oportuni •
de roer. <..l
I l D E F O I S O
CONSULTÓRIO: RuA Dr.,
AR COELHO DE O+ __ VE.IRA,
FONE: 251-1957
F. D O S
251-1755 (RESIDÊNCIA)
URGÊNCIAS- HOSPITAL MARECHAL R0NDON - FORE- 251-1131
J A R D ! fi - NATO RSSO
~ONCICONAND.o· JEM .NOVAS EM.ODER
NAS INSTAUL AÇOS: ÁLCOOL, DIESEL•
GASOLINA, L AVAGEM D CáRRos'
Rua Barão .. do- Lad~rio SN
o.· ccrnpro1.11.: o ·, __,,
r :!.do· rnu•riorr, nt,.
Essa firma;ao,nes
abertura da Exposi -
ca0,náo vem de der -,
gogia, mas de ·xmpl
de comparação,de pro
porção do quanto
pode fazer e ob er ,
quando se quer,quan
do se analisa fria -
mine todos o pro -
blemas e os enfrenta
com coragem.
Estamos aleres '
pela berrura de ma
is urr.;; Expob•:l.í·s·a
mos contentes com a
ap0ximcão de mais
um aniversario de
nossa querida Bela
Vi2ta. Essh alenria
e pura e permanente'
porque acreditamos
no futuro,acredi·, -
mos no ser humano e
acrediLamos em Deus.
-MUITO OBRIGADO-
Di se urso Pro -
ferice por Abraão
Armôa ·zacorias-Pre
feito Municipal-
S A { T O S
D O S U L
480
EOSON MORIES: O PLI D
elaborado pela Nova República d e· didam
•
a
,,
Com .
<' t.L
1 grárjas. Bem recen
xprfencia do méxico, que
1vr o pis para a imprody
,. ,,;,, 1. •·conôrr.Jc· ..
i . 0 '1Ut• r!1•:,l' jr,m f)/1. Stí'
r, trl.'..l calamidade e pe -
plano que aí está: vamos conj
t•l
1·,·t.,1 11nn
11?; ;1lt·!'.t.:.L',clii.!ril.t> de> Lo -
dos que qui estão pura prestipiar a inau
(lUl'Açao !,O J r ne da 16 EXPOBEL, os nossos
respeitaveis cumpr1menlor:.
Ab::-imos l'8J),"lços mui lo especial,
pnr::i tornar publico o nosso 1'cco11hecimcn
Lo de ratidão pelo apoio recr.l.licto d.1 co
munidaLle, o trabalho incansável dos copa
nlwiros c1,, di1Tloria de, Si.nrticato Rural,
ni:io m0clinclo esforços para que Luuo csti -
vcssc concluirto denLro do Lt'mpo preciso
ao alo ln:,up,ural.
A Prefeitura Municipal, através da
colab,,raç;;o f)!'c:-;Limos,1 do prPfci Lo AbraÕ.o
Zacarias, nos foi passivei realizar Lodos
os serviços necessarios para que o parque
{l,• ,•xposiçÜv!c> Riu Apa, ot'erc·c,•sse as conr .
diçôes ideais a realização da 16' Expobel.
O upoiu do ilustre com.:inJdntc do 10!
Regimento de Cavalaria Mcanizuda, Cel.
Ivar Elll'?'Y B-i1-roso, nos foi grallficantc.
Agradecemos L,1111b,: rn aos b.::irr:iquei ros, c,xp~
sitores,os peões,rfim, toda esta ente
humilde,c frm~os bclavistcnses que contr!
buiram com suns parcelas de otimismo e
muita garra, que ira proporcionar uma ver
dadeira sPmana J~ cmo~Ões, a partir de
agora, at~- u p1·Óximo dia 26.
O sucesso •·stá prat1camenle garanli
do, porque sempre acreditamos no Xrabalho
de cada um cm pa:·ticular.F toJos voces .
aqui presente, vieram para sowal' e da
Para Sela Vista, mais uma alegria a
exemplo Jc ou• r.::is cxposiç~cs,divulgando o
nosso ooL,ncial cconÕmJco e produtivo,
através desta f,·st:i já bem con!wcida em
odo Estado e até além fronte 1 ras, para
orgulho d0 Lodos belnvislenses. _
Ni:;o foi contratada nenhumna atraçao es
pecial.
Somente aLraGocs lig.::idas a festa agro
PCcuiria que ora se inicia, onde o povo
com suas LradiçÕes se faz presente, coSC~
rtes próprios, temas da terra. Alegria,so
mcn e a lcgri a, co.n;;;.taró da programaçao
elaborada oara proporcionar a todos in -
' • tl • • e des-
d is tin 001entc, mo1.""nLos a1;1-.o aveis
contra.Laos.
Nossos portões estorao abPrtos para
acolher carinhosamenle a todos que nos
» pe e assim se
Dres igiam com suas presença -
rá até o final do nessa mandato de presi--
dente do Sindica o Rural.
il Stres visi tan
Povo de Bela Vista, u
A hora é bem oportuna poro que em nos
so nome e dos demais classes produtoras
tio nosso município, seja dirigido uma men
• . so novernador
Gagem reivindicatoria ao no5. .
3, nda atraves do
-o Es ado flr Harcelo ,. ira •
, • • a·o solene, Dr.
;:.,J reorcsent.:int.l'-a-cste e • de
Flávio Derzi, digníssima secretario
·.'.a o d•· ogr•1cu'i··turo e pc•cu ria. -
- - 1 deste
A maior aspira@o da popu açao
municipio continua sendo o a..;féll L,,rn(•nto
da BR. GO, p1·ogromada r pro:n,-1 icrn p<>1'
governos passuclos, Espe r;,rnos l" com pa-
c i inc ia, agora no governo do Dr. Marcelo
Miranda, o rc1nic10 e concluso dessa
obra.Compreendemos o momc>nto de di ficul<'.,
de s, mas deposita mos um vo Lo <;P con f 1 :::11. -
ça no poverno pnra que vlab1llz~ recur -
sos para esse asfalto, realizando assimn o
sonho de nossa gente.
Pedimos ajuda do gov,• rno ao nosso
pr·e(eito, par·a que ele possa 1·.::oliznr
obras prometidas do mais nlLc inccreS8•
dos beluvistenses, como asf,lL-;;·:r-:-,ro b·.,:
co, tão impor tan Le para a hii
de de nosso povo.
É preciso corrigir distorçoes na atual
administração cta nação brasileir~. C po
vo está com Come e as coisas pr<·ci::;0:n rra . .:
dar. As cÍ:.· lebr,·s mudanças tÕ.o ;H'<Jf,.-i[.:: L!, .
mas que ate agora, ainda acha-s 1 ;e .. ,1. -
e ida.
Somos paciente e nossas sp u ;a5
tá no amanhã, que podE'ri, cr.<'f<élr r!, '·"·
alentadora e amiga. llunca ~ , .. ,
acreditar no que e nosso. ;:: ,, ··~:.:
de todos. Formamos umas~ ccr·r·
EFCEXA AGRÁRIA, PREOCUPA-S E EX:5--s •
'llf-.S.
O Plano de Reforma Agrária elabora!
pela neva RepÚblJca, decidirinm-·nt~ r;o
deu certo. O Mirad com pouco ~a!E d~
dois anos, já teve 3 ministras e ~s pr0 -
gramas de assentamen tos de col ,..-:e::-,, • • 11
sido de forma desordenad,1 e 3L~ esck:~--~
da República, a quem o prÓpt·i0 p!·c·s!c,:: -
te confiou a execução do plano.
Este plano que ai est~, :ião prLser
vou o mais sagrado direito cons~i•ucionn:
que é o direito de propricdad,.
At~ os imóveis produtivos foram atin
gidos atraves de expedientes de interes
se pollt1co ou de grupos apadrinhados, 1~
vando ao desespero, pessoas que Lrabalhru.
e produ~ alimento.
Felicidades para uns a troco da in.e
licidade dos outros, não será o melhor
caminho paro quem pretende executar a ver
dadeira reforma agrária. NÕ.o via desa
propriação, o passo inicial par. reforma
agrária. A experi~ncia nos ensinou atr·a -
ves dos resultados obtidos nos mais diver
sos assen t:amen tos de colonos Já .:,xecu t;;, -
dos pelo INCRA e outros orgÕ.os dos GOv~1-
nos estaduais.
A pr-.:ocupnçÕ.o não i- somcnle nossa. /1. Ip:rcja.
os sindicatos dos trabalhadores o propr!o
goverro, cte fcndenL uma refor, a arria :c
mocrá tica e objetiva denLro d~ te~~11rl_j_
respei t"ndo-se os direi tos al' .. c-r. A e: -
cribuiç5o natur.::il de ·erro~, ~
ciativll. ou mesmo ur.i p!ano cv.,c n ·, •
í-x ,, 1· c,u, ro.· ·, Jo::: para que nao s
prjadiqu o ;.,ropr-l• t.Ór10 ruri.il, b·tstn o
c,r,v, rno l•,nç:.,r• •r::ic ·!éJ., t, r-ras improcluti -
v.s do podr público, verdadeiros latifur
dio: r,,11,,:0· rwlc! qualro cantos da
. ."• r l
rosa e sem onus, investindo-se
ss ntmentos.
":ÃO SE DEVE BICAR C
TER. E : SE INCA
ilo 1.oc-inv- étos pr·odulores
sts cst d fito ::.regendo odas as
nossas consideracs,pela resposta dada
atr vós da xprcssiva safra agrícola que
rtd a urna das r ires colheitas de toda
. . . 11·..1. ".lu .•cj;; ó4 milhões de•
J. 1 • - ..
rr • :·-.o u1·, r:i,•dida menos onc
.,., 1·· c•.n·-.,::; r.:c'éJd.:i,; anunciadas pelo
,-;x,·:0 . .:e :'",hu:· Pr•·S1drntc· dê! RepÚblica e
:···r,r::;c,rJ·i.~ pelo S· r.hor l-hnistro Iris Re
cnde, con'Iram que havera recursos sufi
e-.· ~.' .... ~ ., p:·1 ços cor.ipt:nsadores para os
! j' • rur·_1 i.~-
;.,;, •·., r rr·ços serão corrigidos mensal
n' .. cc,:ror:::, variação da OT!·l, como Pil_:'.
n w·c,,iv0 para o setor agrícola, prese!:'
, .•• :.e ~!":r,dc riut.irão da construção desle
::~o poir· .. os dnixar de ma:1i.festar o nog
so r conhecimento ao Exmo. Senhor Governa
~., ~,-cela Mirand:i, que tem prestigiado
,r hr~~ns do campo e a prova ai está: a
i· li:: "SCOlha co companheiro e ler;Í timo
i:-onr.··c·-dor de todos os problemas da agrÍ
cuJ o:ur=, e da pecuárL,, ,senhor Flávio Der-
7., r.osso secret;rio de Sstado de agricul
'ura e pecuaria.Suas origens como homem
•.r,~.b;.,,-_ vir.do do c::.r.:po, se identifica per
feita·nte com suas novas funções e Ma -
to G :--oss,, do Sul está de parabéns.
!. ·!nb r'1:nos também, para felicidades no:
s~. a r,·c~nte nomeação do Dr. Ney Maga
'lh~~-", agricultor da fronteira, e· um téc
nico conhecedor profundo das nossas neces
~ic!::.:!es '1 que:n re:-idemos votos de pleno .êxi
to a frente àa delegacja federal da agri-
cultura no nosso Estado.
Tanto o secretário de Estado Dr. Flá- •
via Derz1, como o Dr. Ney Magalhães, con
tarão com todo nosso apoio, ficando cer
,os vossas excelências que Bela Vista tu
ao fará para que a agricultura e a pecuá
ri3, bem co:no os de:nais segmentos da eco
nomia local, tenham seu destaque especiaT
na pr;dução àe alimentos para a me
sa do povo brasileiro.
A odas, o nosso muito obrigado.
Ma deva; te7
/
P!,i>, AS l :!AR LIGUE:
439-1410
ite Màaica no Belaviste
,.
V
' f.
:l, 10 'J<) • nlv r .. ·,rlr,
,,; 1 no C'l1Jl,
1 F: f 0r lvo
... JfJI (011 ()dd l , •• , j XíJ"C" (J. 1-
. 1,,111 lo., rnulr.o ,'.• nt • ,.legru1 .e
[ ctr, 1 f•J,ltl tÔ(J •J;d }P!1i. Mr.Jk I t.·
Abr. ao Z• rn, acompanhado de
rerpec Iva eipo
O Clube, atravé de eu pi· . !c:r•nt ,LJ
tz Carlos Rahal, pren ou izriific. tiva ho
!· •J-
<H1 Moro.e:J, r
1
n rc•s.i..;.ndo-Jn, .. s uma placa
prata por relevantns serviços prestdo
.....
y
DA.Ili DE_ .@ERYURA ri:0 BELVISll'ENSE = ADRL
:!i:;. :302GES E PI'lfY - FEESEXÇA JOVE.
i
1
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1.
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CC:.UES IS ESEE- EELA VIS
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