TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº852_18_07_1987 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº852_18_07_1987Número da edição852Data de publicação18 de julho de 1987Número de páginas10GeoCoordenada -22.121902144785466 , -56.51504506088162 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº852_18_07_1987 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto TRIBUNADA ll!'.tA VlSTA - MATO GROSSO 00 ,SUL - A .O XVI - , ~ O!>;> - 18 DF. JUU!O DY. 1987 Guerra anuncia verbas para Hotéis do Estado Bela Vista precis.a ser incluida na programação EEotel em Constnição no.l. • O Secretário de Es ado de Indústria e Conércio, Waldir Guer ro., esteve semana pas sada em DrasÍlia, on: de reuniu-ze com ou tros secretários da mesma pasta, de todo o território nacio Nesta ocasiao, o Diretor Presidrntc da EMBRATUR, comun! cou aos secret;rios a liberaçio das ver bas FUNGETUR e FI - SET pnra aplicaçio - cm infru-estrutura ho c-lc-ira nacionnl. agorn r::ai:; do qu•· Em Mato Grosso·do nunca, precisa de um Sul estes recursos ho c-1 que acnmp~~hL r•rnm 1111unrrJados pc - o Sf'u desr-nvolvi:~en los ·empresários do to. É bom lembrar a/ setor aue, ja com as nesta época d expo obras em andamento. s!cão todos oc hoté rncstrnva,, impaciên - is (4) encontram se eia com a morosidade lotados, sem nenhum do repasse do Minis- classificado pela MS tério da IndC1stria é TUR. ccntcce aue um Com~rc:o para a EM - hotel está sendo BRATUR, e esta para construido gr"'ç;,s a as empresas que assi iniciativa de ULl cre- naram o ccnvenio. prcsário, que- cst; O mcntante dos re lutando cbm muitas cursos par,, Mato dificuldades para Grosso do Sul gira dotar Bela Vista de 6m torno de czS 150 um hotel duas estrE mil cruza.dos. las (projcLo classi- Até agora quatro ficado pt·la. MS TUR hotéis no Estado, um em novembro de 85,p9 era Doura.dos, dois cm dcndo chegar a roxlm e um cm Corum- tr;s estrelas,dcpe~ bá jél apresentam a- d(•ndo do atcndimen- çn de vossa par·t diantado estado de to. [atenção neccs±ria. ccnsLruçao. i----~----------=-----------------.i E ô.ELA VlSTA? E a nossa cidade M rn Nesta data quando -· Nao podé!rÍamos nos calar neste e - vento e. por isto , vimnos trazer nosso abraça respeitoso~ ela Vista comemora o cada morador dc:sta cidade;a nossa Suu daçio á todos aque POBEL, os meus mais les que tt·a.bz.lham sinceros votos de pa- p~ra torná-ia cada ' dia maior. seu g aniversario, e realiza-se a 1a EX rabéns. Congratulo-me cem o povo desta histÓri-. ca cidade, alro~jando ao Senhor prefeito mg nicipal, Abraio Zaca rias, sucesso frente ao nobre ideal de ad- Sindicato Rural de Be]a Vista A significati va data da em2ncip~ ção politicc-acmi - nistrativa do Muni cipio é motivo de orgulho para um po vo que acredita na liberdade e no di reito de decidir se us destinos,de escg lher seus caminhos. Nós caro todos os belav:i stenses esta:nos e::, f<Jsta e OL:C!'eITOS t hoj o rpr ir.o RICARDO LF c ' ZA HúS/1. , :11' •i,h , :· não recebeu qulqu t tl pc ! • a,juta ou nancaren' o. Tentou por d'vt as vez s, utrv 1o BASA, LMAT, A!- CO DO BPSIL, na n da, e..;t!:i c0nstr1.11nr! J C..:C::l rt..•C"ur-:;o,s prr Í r•i o::. com muita lura. Es'á aí, Senhor Secr ário, BELA VIS TA P:-<ECISA DE U:,; H', TEL, está sendo conz truido un com pdr@o internacional, va7os ajudar a quem prc! sa.. Confiamos nu s-::.i bem senso, esp·•r:~~ s que ola Vista : r E;:?R.:-::S}._;,::_o E EliCE a E;IRC RICAEO DE SGU ministrar a Princesa do Apa. Aos organizadoresc , "' expositores os vo- 1 .:.os de bt. ns ncgóc ios ; e que a EXPOBEL seja,, mais uma vez, prenun cio de um novo tempo. i,-------------..11------------=!...,.,_=---=--------~ sempre junco com SCIEDE EVA:.GIC: :07E22 AS ESA<PARAS: Bela Vista, lutando Registro no SiiA - SOCIAL - DE UTILIDADE ?ÚBLIC, por seu povc, s:nto- 1 Rua Barão do Lactário - Bairro _Água Doce - BELA VIS me a vontade para di- TA. zer: "ESTAMOS NC C:AM::: HO CERTO, COM DEMO • vRACIA E. SERIEDADE FA RE~lOS DE MS UM GRANDE 1 • ----'-...o..---=~- ..... 'A EDSCN EEIROS DE MORAES - PRESIDE.:i<fTE tra::!j:tffi tir a todos o nósso rvccnhecimento e aplauso pela pujan.ça • desta cidade que caeno ra seus 69 ar.os. -?A'lA.BÉNS BELA VISí'A- i':STADO". DEP. YILOEMIR MOKR PMDB A Diretoria da Soc1edaàe Evangélica de ?roteçãc aos Desampa rados (As:lo dos Velhos). ~nforma que vem receoendo doações effi dinhe~ro a ravés da conta bancária ne 4.258-7 Agência o Banco do Brasil desta c.dade e/ou cem o tescurro da sociedade, Sr. NELVIDE MACHADO DE SOUZA. Para as doações feitas atravás da csouraria da soc:ecade,se ra fornecido recibo no ato da doação. O re:erido recibo é váli~ do como comprovante ~ara deduçio do impostc de renda. Para as doações depositadas na agência b~r.cária acima citada s~rá fornecido r~cibu median e apr-esentação do comprovante de depósito em nome da sociedade. (Publicação Co~ es:a ào Vi Sta). IDMINISTÍIIÇÍIO ABRIAD ARMOI ZACIRUIS PREFFI'TO " JIICIPA. ARAO A. TACAR AS pc: do te de Quando Abraão Zacartas reuniu sua qui- com a cons r·uçao de m,11i dois f'l•Sc'r·v·1LÓr, de assessores visando elaborar um plano I os. um no bairro Água Doce e outro ,.m fn·n argumentos para serem utilizados durun- te ao 102 RC MEc. n companhp eleitoral de 1985, a palavra ordem criada por exigência do próprio ' (CE:;;;JI'll'ÉRI'J condidolo era "nÕo prometer aquilo que não se pode cumprir", Para tanto, vi,rios conta tos foram mantidos Junto a órgãos públicos cm Campo G randr " Br·D:-: Í 1 ia, visando um pro grama feito com "os pés no chão". Esse meg mo programo tcrla quP sRir da pasta de uma campanha eleitoral par o gabinete princi pal do Paço Municipal de Bela Vista sem so frer o menor doa!o, p l o excesso de pro messas de cabos eleitorais e assessores eu fóricos. Surgiam então os primeiros traços do perfil do atual Prrfeito de nossa cida de. Hoje, quando o atual mandato do prefei to ainda esta pela metade, vimos que não será nRda difícil cumprir com todos os com promissos de palanque e ainda acrescentar alguma coisa. ESCOLIS Várias Escolas foram reformadas e todas receberam um aparelhamento melhor para fa cilitar seu funcionamento e oferecer mais conforto aos estudantes. 1 RESERVATÓRIOS DE ÁGUA A solução do problema de falta de agua ·~m B010 Vista está prcs es a ser resolvido Uma das obras em andamento e o necroté rió e capela que estão sendo construidos no cemitério de Água Doce, além do muro q/ • já foi levantado. R:A ----- A nova séde da Pronav, uma obra que fa- cilita o trabalho de uma equipe dinâmica e incansável, que não perde tempo e atua le vando apoio a população carente e tem como coordena'r a Primeira Dama do Municipio, Sra. Olga Blanchi Zacarias. CENTRO DE ATIVIKDES SÓCIO CUL' URAIS , f : • -». .oi.atlas.... l Funciona_no antigo Clube Paroquial e a tende a nada menos· que setenta criancas e vários adultos·com aproximadamente vinte cursos de preparação profissionaf. FA!lilNHEIRA c·o ÁGUA DOCE A Farinheira e Olaria do Bairro Água Do ce além de fornecerem emprego fixo a vári os moradores, tem um caráter comunitário visto que serão administrados pela Associa çao de Moradores do Bairro. SiliLu:n:ZAÇÃO As placas de sinalização deram um novo aspecto às ruas da cidade e ainda corrigi ram dúvidas auanto ao~rânsito e localiza çao. CIDADE LIRPA... ESPALHE ESSA IDEIA . ÚBL.C S Uma idéia criativa, e prÓ.tica do ::::1::creta rio de Obras Fernando Jorge de 3arros,r.:ui to bem ace1ta pelos moradores d0 alguns bairros onde forar:: implantadas. Uma das obras ma· • 1 • 1s importantes da sua administraçã c s < 0 ._o entro de Saude, foi con~ ruido em convênio com a Fundação SESP e devera diminuir o deficit que havia e termos de serviços de saúde. Bastante divcrsi-"icaaa - • ia d3 • -- . a rarmac Secretaria de s 'a , . aute do Município recebe medicamentos da CEM atr: d SE S - 1 ave5 a .. TRIBUNI N A r RASA. «TA, U R J T U I E ARAGUIL . O SCU O P A S S D 0 . 141E 0 S 3AS1 iiüS [li r- CO .. Cl or' to con! ln r ra suja, o nos, Vfetna', A definição do cineant Sylvio Back e o conflito é a Guer ra da 'Triplice Aliança contra o Pnraguui,a/ clurou ,t,· lB '1 fl 1fl70., qui ola é conheci'nu como "Guerra do Par uni'. Mas Sylvio Back deu, apropriadamente, o ltulo de "Gu •rrn do Bras!l' ao documnent rio 1onga-mc.trogr·m que realizou sobre o conflito, resultado de 4 anos de pesquisas no Paraguai, Argentina, Urupuai e Brasil, muitas en revistas e um l,·vnntom,·nLo llleLÓri co como .J:;mni, se fez obre o assunto. O que reu J Lou do f i lrn•: não foi a história do vencedor - c:sso. que a gene aprende nos livros com um desfile in- erminav' de nomes de heróis - num a histó ri:., do VC'r.cldo. "A vcrdud,: ;, concr.: n". A conLundênciu dessn frase de Heel, epigrafa de Guerrp do Brasi 1, 1~ug1camente condu.::iu-m<..: a um ponto· de equilibrio entre as versões e visões que cada um~~~ poises envolvidos procura ele - ger como sendo o absoluto - afirma Sylvio. Che~ur à essa verdade foi o mais difícil.Se do lado do vencedor é flagrante o "esqueci mento ofi.c l al", do J ado do vencido também é rara a literatura que procura reinterpretar os mnotivos e a tragedia da guerra que marca ram to profundamente o povo paraguaio. O que nao é de ~stranhar porque depois do tér mino do. góerra ~ Hros11 manteve durante ma is de 6 anos as suas tropas no pais, fazen do guvernus tlteres, obedientes aos intere~ ses brasiluiros. Na verdade:, só a partir dos anos 30 que Solano LÓpez foi resgatado como.herói nacional. Já na Argentina e Uru guai existe uma espécie de vergonha nacio - nal em se falar nessa "guerra suja". que re sultoa num verdadeiro massac!"e da população civil, embora a partlcipacão desses países nesse co~flito tenha sido bem menor que a do Brasil. ".O.. partir de 1966-67, diz Sylvio - a guerra passou a ser ussunto exclusiva - mente do Brasil. Na batalha de Curupaity,on de houve 4 mil mortos, a maioria era de bra sileiros. Não foi uma guerra da Tríplice A lianca ou do Pnraguai. Foi uma guerra do 7r3sl mesmo". ~~ impossibilidade de abranger todos os pontos desse conflito tão complexo, Sylvio procurou se ater a 20 nssuntos chaves, onde são feitas denúncias da incompetência, co vardia e selvageria dos brasileiros até a desmistificação . de alguns dogmas, como o de que o Paraguai era um país desenvolvido,po tincia de primeira categoria.· Outro mito é em relação à figura de Solano LÓpez, que sg gundo SylviQ, uma parte da esquerda tenta - aprese.ntar como um "déspota esclarecido". "LÓpez era um ditador, dono da maioria das terras do Paraguai, tanto que se usava a e~ pressbo ''Hacienda de los López", para desig nar o pais. Ele eia um ditador como o seu pai Carla Antonio LÓpez e antes dele, José Francia. Mas possuia um cari.sma enorme que envolvia todo o povo paraguaio e era inegá vel que lutava para qye.seu país se desen - volvesse e •ivessc voz· ativa na America ào Sul. LÓpez tinha uma personalidade fascinan te e eu o vejo como um personagen. sheakspe- are trágico. Nesta guerra para a qual foi empurraào polÍ tica e econcmicamcnte pa- ra o Brasil e Argentina, Solano LÓpez tinha que aese~penhar o difícil napel de chefe de Estado e Comandante das ?orças Armadas, ta to que as Vez fo! obrigado a deslocar o governo de A3Jnc1Ón pa,·a outras ciàades para esto.r 1:ais próximo das batalhas. O CEáIO" Em meados !elo nssado o Paraguai era um pais que tentava marcar presença na América do Sul. Pobre, bem menos desenvol - vide que o Brasil, Argenêina e Uruguai,come çavP. a militarizar-se para te-r voz ativa. A - 1 • Argentina nao perdoavà ao Paraguai o fato de ter perdido a Província de Missiones com a ir:dependênciz daquele pais. A!tás não per doava o fat ao Pararuai ter-se tornado lll"l nd•n'"· ou,· iruu. l, odiava a Ar,en ina e a t pemona do Cone-Sul, Acima de tado Isso, p irava a Inla rra, dominando economic mente os paises. "Os mo Ivo da urra o nebulosos-in sise Sylvio. É um reperário muito ran dr de motivos onde nenhum pode ser privi-. Jer,iado". Uma coisa porém, é certa, fir mna o cineas .a: a guerra não foi d senca de ada a purt ir de Londres, poir o•· lne;l• - ses não tinham interesse econômico nem po lltico na ocorr·êncin d,.. um cor.ili o no Prn n. "li Inp_l-1 r·rr•1 Já <lominnvri cconomi camene os países. Dizem que a d'vida ex- erna do Brasil começou com a guerra. Bo bagem, o Brasil já es ava endividado an es dela. Mas depois que a guerra estou - rou, diz Sylvio, a Inglaterra passou a ft nanciá-la e o .: r i :76mo inglês deitou que oz ingleses teriam forcnan!o ' __ •• ,,. ·.·:. • 'para dominar o Paraguai e, consequcnLtcrn,'!.: Lc, a sua produção àe algodão, base para a indústria tê~til da Inglaterra.que ha - via perdido o grande mercado do sul dos Estados Unidos depois a Guerra da Scces - são. Nessa época, a guerra já havia teri nado, o sul estnva plantando algodão e o comércio continuava. Além disso, 0 °~~? - guai produzia pouco algodão e os ingleses já. tinham um domlnio econômico do r::i.íb :;er.1 ser necessária uma guerra. Prefiro acrcd~ taro conflito mais a um imperialismo lo cal de. Drusil e Argentina, explica. Naquela época quP o Partido Blanco do Uruguai tinha uma posição extremamente na cionalista e, diante do ataque do Brasil a Montevidéu, pediu socorro ao também na cionalista Solano LÓpez. Para ajudar os g ruguaios, as tropas de LÓpez entraram em 26 de dezembro de 186'1 pelo Mafo Grosso e àepois Rio Grande do Sul. O motivo "técni co" para a guerra estava dado e é formada ent~o a Triplice Aliança, que na prática era extremamente difícil, dado os senti - mentas que Argcn:inos, Brasileiros e Uru puaios nutriam entre sl. Para SylviG• esta união foi poss'vel além dos motivos ex - pansionistas do Erasil e lrgentina, atra - vês da Maçonaria. Ela era fortissima no século passado, superando até diverginci as muito grandes. D ?edro II, Caxias, o argentino Bartolomé Mitre e o Uruguaio. Vg nancio Flores eram maçons e essa e uma hipbtese que deve ser levada em considera cão. Na verdade Solano LÓpez tambérr. erã Maçon e a Maçonaria Internacional fez for tcs pressões para que ele não fosse morto no final da guerra. ,.a tr.e chegou a acenar corn uma saido para que LÓpez aba:idonasse o Paraguai permitindo que levasse granàes somas em dinheiro. Mas LÓpez era um nacio nalista incorruptivel e recusou-se. A AO' O filme bota os r.~s no banco dos reus. Não inves:e em fofocos da história, mas através de do currentos tirado:- inclusive c!a "Biblioteca do Ex cito", "tira ,1 calça dos heróis, desmistifica-os", assegura Sylv.:.J. A guerra dlz ele, foi un festi - val de incapetência de par:<: a parte. Por mais 10 vezes os Paraguaios poderisn ter -error.ado os i.-umigos e obtido un acordo negociado como na Batalha de Curupai ty. "Qualquer rranual de guerra cnsir.;; que depois de infligir uma derrota ao ini migo é preciso sair atrase acabar cem ele. Os pa raguaios e brasileiros no fizeram isso, as vi• rias eram sempre parciais". De qualquer rroéo, a guerra foi um ensaio para um conflito de p!"oporçÕ es rrundiais envo1vendo vários países que foi a guerra de 1914, 40 anos depois. Am.as, equipamen tos e navios foram os rresrros utili:Í:aõos nas cruas guerras e l·'-= a ~usação sobre os aliados de u sa guerra bacteriológica no.front paragul?.io. A verdade é que a guerra começou cem ua deban dada. geral por parte dos brasileiros. Ao gri o de "os Pa.ragu.:;uos estão ch~gando" o Cel. Eerne.negil do Portccarréro, Comanc!a."'lte do For e Coi::- :-a, e.: Mato Grosso. fu u com toda a troa e foi levado <:_ .... dos "ar...gos' s • _ avam. "Esta urra, afirma o eines.sl , é o no r,o Vie n, não só porque resultou em u milho de mortos, não SÓ p::lo:, n ,•~t..es de selvageria de dot:; gran des paises sobre u pequeno país, mas porque nin - guém tinha ., cor.vieção d • que a guerra valesse a pena. Os Únicos que tin.hu:i e.: wn o..; ;:>LJl"'l,'}.l:ÚO:J qur•, corro o..; v1 e tm . .r,i tv.s. t t verem o SL'U pUÍ.:c invadi do e.. lutaram comn o desespero de quem defende a própria , • «.e do n::i.:; feric!:ls da hlsgia, o filme revela o Alnún.-,te Barrcso como un militar sinzularmente sujel,t:, :i. "crises ne:-vos2.5'' no rre1o das batalhas. Na do Riachuclo, por ex<:.mplo, o hcroisno do Alm1 - rante é '.lltarente conteste.do. Corria de boca em bo cano Rio da Prata que a vitória só foi possível - porque u:n prático argentino que estava num dos na vios c!a frota brasileira teve a idéia de jogá-los literalmente em cL7.a dos pcqucnoc. navios e barca - çes paraguaias, erqua:,to o Almirante tinha uma das sua:; c::-ises nervosas, ccnta Sylvio. t::::.;tn c!esmisti ficação de heróis nir.gué:r. esccpa: Caxias é ta±én contestado. Além da fa'l'.:i. àe ladrão de cavalos que obteve. com a· guerra rmli tas das vi tÓrias não~ de VC.'m a idéias suas r.as de a;tros. A tcnac.a do Forte de Euraita, por exlo, havia sido tcc:tliZ-3!:ia pe lo argentino Bartolo::-é ;.a tre. A guerra ia se tornando cada vez m::i.1s bra~ilei ra e os cm.batentes argenti.~os e uruguaios iam di m.inuindo muito. Para 40 mil soldados brasileiros, por exerrplo, havia mil uruguaios. Além das grandes batalhas, eram ruito freçuentes as escara.'11.lças,ur:ia , guerra de guerrilhas, onàe os paraguaios invadia'lt os aca.rnpa'l'cntos brasileiros e fazia.11 grandes baJ - xas. OSCE" O final desta guerra foi marcado por tristes e piSÓdlos onde estão ressaltados a selvageria e a crueldade dos b-"'Bsileiros. O conde D'u, por exem plo, LL'!l sanguinario jovem de 27 anos, :na.-rlcu fec!iar . as portas àe .?11 hospital paraguato e bo':.21· fogo, pa ra que todos morressem quimd5.O 3rui tendo perdido a maioria dos seus ho:~n::;, lu:,~·., cem meni nos de 12 anos que era rssacrzdos por cavalaria nos brasileiros. A ordem ura não c::a:Solano Ló pez v::.vo, evitar fazê-lo prisior.eiro :.. todo custo, porque poderia tomar-se herói. D. Pedro II, que nunca teve a '?.r· com :1..,'Je:a :'lgu..r-a bondosa. e pater nalista de barbas brnncas, se recusava a qualquer acorào. "Um !íf?erador não negocia cem ur:i simples cr..r..:-q ?residente", diz.ia ele. ?or is...."O, diz Sylvio, .é· "inexplicável" que apÓs 2oqs e a Bata.Lha de Lemas Va!.entinas, em 1868, • Sol= Ló- ~t&-2 pcz, com õO homens, -::er.ha ra:,,,ido o cerco de 25 ç.?':-.::>~ mil soldados brasilei:-cs e esc::!pado. A guerra du - ub fil:!' rou dois anos ainda e na atalha de Cerro Corá ma-.sm S'lo::J e tara Solano Lpez e Seu :'iL"lo ?a'1cJ1.1 to que, aos ·-"'~.ft! 12 anos de idade, era Connel do Sxériro Paraguaus « io. Depois de morto, ip2z teve cu corpo violado dnsôrv pelas brasileiros que cortarei sus oelhas para E"l.SQ 2.! levarere cerno souvenir. OSqe de Assunin foi • =' out:-a. obra prima da selva_zeria brasileira. Os sol- dados levar~ tudo o que pudera da cidade e os na vics de guer-ra quase não podie.11 sair do porto,pois estavan: abarrotacbs ccrn móveis, utensílios, jbias e ruro. Até os téulcs eran violados ponque corria a histÕr-ia de que os paraguaios era11 -ente::-r---acios é/ suas joias.~~.1Lheres e cria"'lças eram violentadas (os soldados faziam filas), o~sf-rva Syl io 1; os homens passados pelo fio da es±... que os brasi leiros nao pudera rubar, que:Lrnaram ou arreben .;;: ra.. No final, o Paraguai era um pai~ e..rras:c.do onde só havia mulheres, velhos e crianças. De um país pequeno que queria se de±envolver o Paraguai se transforu num pals destruído, capo féril para as cii tacuras que sugira depois. EDITAL DE CITACAO COM PRAZO DE VINTE DIAS O Doutor DIVONCIR SCHREINER MAR, . hd;: dr Dtr-r ! to em Substlul;ão Legal da e ela Vista,Estado de Mato Gros so do Sul, C0rma ria lr:l, (:lc,, . l AZ. SABER aos que o presente Edital virem ou dele conhecimento tiverem,expe d1do nos autos n» 314/86 de USUCAPIÃO, re q111 1·tdo poJ· f)ll!TF.L FLOREIITINO e nua n,u lil"r' 111.TCE GUtMJ·,IIF.S DE Fl.0!1ENTIIW con ra o ESPÓLIO DE JOSÉ RITO ECHEVERRIA em tr m1 te· por rs tL' JuÍ:to e Cor Ó rio .JudiclonaJ Dionísio Serviun e Fda.Candinho-cu d Jo sé Carlos Delfim Miranda,3-De. quando 4 tem a posse do referido imóvel, o: requ- ren es vêm pagando regularmente .0dos 0s imposos que incidem sobre o mesmo,4 Face ao exposto, com amnparo nos dispositivos legas anes invocados,propõem a compeet te ação d usucapião,cuja sentença se cons tuirá em titulo hábil para ranscri ção no registro de Imóveis Compe ente.Re querem a V.Exa; a designação de dia e ho ra para audiência de justificação,ocasiâo em que seráo ouvidas as tes .emunhas no fim arroladas.Requerem mais, caso V.Exa; o quiser: _I- a citação dos confron an ·es assim relacionados,cujos endereços constarr de documentos acostado aos autos.a) Carlos Alberto do Amaral, b) Dionisio Scrvian, e) Orestes Godoy, d)Aurélia Echeverria, f'. Cândida Echeverria, g) José Carlos De! fim Miranda; II- intimação do douto repre sentante do Ministério PÚblico; III- Noti ficação dos representantes da Fazenda P blica Federal.Estadual e Municipal; IV-e! que em seu cumprimen o e atendendo mais que dos autos consta,pelo presente Edital, que será afixado na sede deste .Jufzo P publicado na forma du lei ,fica CI TIDO com o prazo de vinte dias, o EspÓll~ ele JOSt RITO ECHEVEílRIA e seus eventuais sucessores a tltulo singular ou universal, os réus ausentes, incertos e desconhecidos para responderem os termos da referida Açno,oob pena de se prosseguir à sua reve lia.PETIÇÃO: Exm~ Sr. Doutor Juiz de Di reito da Comarca de Bela Vista-MS, DANIEL FLORENTINO e sua mulher, Dn' ALICE GUIME - P edição de editais oara que tomem conhe NES DE FLORENTINO, brasileiros, casHdos, • - pecuaristas residentes e domiciliados ncs- cimento da presente ação os interessados ausentes, incertos e desconhecidos.Rcque- ao ta cidade à Rua Voluntários da Pátria n 660, porLadores do CIC sob o n 003.819. 851-72,por seu procurador infra-assinado, confoime inslrumcntc de mandato incluso, v m, mui respeitosamente, a presença de V.Exa, com amparo no art,550 do CÓdigo Ci vil Brasilclro, e art. 941 e sgts. do có: digo de Processo CÍvil,cxpor e requerer o que segue: 1- Os r"equerentcs mantêm, desde 1948, portanto, há mais de 20 (vin te) anos, a posse mansa e pacífica do imÓ vela seguir descrito,situado no Munici pio de Caracol-MS, no lugar denominado "SANTA ELISA", dentro dos -limites da Fda."SM'IA RITA" ,ora englobando 66 ha. e 0664 ms2 legalizadas por força da Matrículi n2 4. 627 do RI local e oriundas de Salvador Flo rentin e de Elisa Echeverria Florentin, pais do requerente varão, a saber: Partin do Marco MPl, cravado em comum com a Fda. Lagoinha de Dionísio Servian. DiÍ segue se em uma linha reta aramadà, confrontan do-se com a Fda. Candinh_o-Cuê de José ar los Delfim Miranda,dist. l.945,08 m, lz. _ 41° 26', até o M-II.Daí segue-se em uma linha reta aramada, confrontando-se com terras de cândida Echeverria,dist. 1.705, 07 m, Az.1322 07,até o M-III.Dai segue-se em linha reta aramada,confrontando-se com a Fda.Santa Rita de Aurélia Echeverria,dis tante 1.713,96 m, A2. 2188 52' até o IV. Daí segue em linha reta aramada, con - frontando-se com a Fda.Santa Rosa de Ores tes Godoy, dist. 1.477,31 m, Az.225 24' até o M-V.DaÍ segue-se em linha arámada,' confrontando-se com a Fda. Santa Rita de Carlos Alberto do Amaral,dist.982,13 m,Az. 3142 46', até o M-VI. Dai segue-se em li - nha reta aramada,confrontando-se com o mes mo, distante de 179,26 m, até o -VII.Dai scguc-se em uma linha reta aramada, dist. 1.524,40 ~. Az. 692 42, até o M-VIII. Dai segue-se em linha reta aramada,dist.1250, 82 m. Az. 3052 02', até, o MPI, também o ponto de fechamento.Do M-VIi MP-1, confrontando-se com~ Fda.Laguinha de Dionísio Servian, perfazendo um total geral de 438,9857 ha, sendo que,a área usucapindo e que é pleiteada pelos reque rentes,e de 372,9193 ha.Neste local,sem que_houvessem em tempo algum, qualquer opo siçao,os Requerentes, por delegação dos~~ primitivos proprietários e pais destes localizaram uma posse e construiram casa e demais benfeitorias onde vivem desde o ano acima. refe_rido e onde vêm, até hoje, crian do animais e pla~tação de lavoura de sub - sistência. 2- Conforme_mapa que instrui este pedido as terras (area) possui as seguintes con _ frontacoes: NORTE:Terras de Cândida Eche verria; SUL: Fda.Santa Rita de Aurelia • Echeverria,digo de Carlos Alberto do Ama ral e Fda. Lagoinha; LESTE: Fda.Santa Rita de Aurelia h i '. cnueverria e Fda. Santa Rosa de ,restes Godoy e OESTE: Fda. Lagoinha de cuG, dade P, T. da Car'sr' . r, 6,78-4%,pr < r r· i • • r1o5 de Fda. CANDINHO CU, par rem a V.Exa. a ci ação do acima qual ! ficados e r· 1 ,c que tomem conhecimento d Requerem mais, que, uma vez promovid c ta,ões na forma da lei,tenha prosseg i ment.o o feito »té final sen en;a qu • ju_!:. ue procedente a ação.Protestam, ainda P_ 1 a prÓdução de provas, e as requere, , por· todos os meios admi idos em direito,incla sive depoimentos pessoais.Rei eram, final men e,os demais requerimentos constantes da exordial; a juntnda do Mapa e Memorial Descritivo da área usucapienda contendo o roteiro e demarcação de limites e confron taçõcs (doe. anexo) , tudo, de acordo, d igÕ de conformidade com o art. supra citado e demais pcrtin1~ntcs a ação.rlestes termos pede deferimento.Bela Vis ·a, 19 de Feverei rode 1.987.(a) Oder Bozzano Rosa Advoga= do.Despacho de fls. 46,do teor seguinte: Proc.314/86.Dcsigno o dia 21.09.87,às 09:00 hs, para a audiência de justificação.Cite-se caro réus o EspÓlio de José Rito Echevcrria e seus cvtntuais sucessores a título singular ou u.,ivcrsal, os con finantes e o MP, sendo por edital, cem o prazo de vinte dias, os réus ausentes, incertos e desconhe cidos e por mandado os demais.Oficie-se à Fazenda PÚblica da Vnião e do Estado Mcnbro, bc:n cano ao INCRA,em sua regional de Jardl.lTH"iS.Intlme-sc.Bela Vista 26,0C,.87. (a) Dr. José Paulo Cinoti-Juiz de Direito.E para que não se alegu·e. ig.rrorâr.ci~,foi de tenninada a expedição do presente Edital ca pra zo de vinte (20) dias,através do qual ficam cita - dos: ESPÓLIO DC: JOSÉ RITO ECf-1.EVERRIA e seu.:; evcn - tuais sucessores e réus ausen:es, incertos e des - conhecidos.para contestarem a ação, querendo,no prazo de 15 (quinze) dias,a partir da Justifica - çao da Posse, designada para o dia 21.09.87, às 9:00 horas.O presente Edital será afixa'.:io na sede deste JUÍzo,no lugar de costtr.ie e publicada na forma da lei. Dado e passado nesta cidade e Ccrnar- ca de Bela Vista,Estado de Mato Grosso do Sul, aos dois dias do mês de julho do ano de mil novecen - to: oitenta e sete. Eu--------- (Petronio Leao) Escrevente Judicial,o datilografei. Dr. DIVONCIR SCHREINER MARAN - Juiz de Din::ito E, Subst.Legal. rem, ainda, que uma vez provida,digo,pro movidas as citações na forma da lei,tenha prosseguimento o feito até final senten ça que·julgue procedente,condenando· os constantes,se houver, no pagamento das ·custas processuais e honorários advocati cios calculados na base de 20% sobre o valor da causa.Protesta pela produçã_o de provas e as requerem, por todos os meios admitidos em direito, inclusive depoimen tos pessoais.Valor da causa: Cz$ 20.000 , 00. Nestes termos pede deferimento. Bela Vista, 02 de Dezembro de 1.a86.(a) Óder Bozzano Rosa- Advogado-OAB-MS, n? 2905-B. Rol de testemunhas: a) Francisco Duarte, b) Hipolito Godoy. c)Oscar AraÚjo,todos residentes nesta cidade e comparecerão à audiência de Justificação independente de intimação. Complementação de petição de fls.15 Exmo Sr. Doutor Juiz de Direito de Comarca de Bela Vista-MS. DANIEL FLORENTI NO e s/ mulher Dn~ Alice Guimenes de Flo= rentino, nos autos de Ação de Usucapião, feito n2 314/86 em que são autores e,em acatamento ao respeitável despacho de ris 13- ve:so, vem, através de seu advogado signatario,oferecer o esse MM.Juizo,os no mes, pronomes,estado civil,profissão domii---------~-----_; _j cilio e residência de seus confrontantes e réus, conforme o que dispõe o art. 282 do código de Processo Civil, e afinal re querer. Confrontantes: Conforme mapa e memorial descritivo anexo: 1- CÂNDIDA PESO. PARA ASSINAR LIGUE - 439-1410 ECHEVERRIA,brasileira,solteira,pecuarista~----------------=---~~.:.:.:2'...... _ _J residente e domiciliada nesta cidade à E X !? E:IE HT E rua José Bonifácio,465,inscrita no C~F sob o n 045.429.321-68,proprietária de parte do imóvel denominado de Fda.SANTA RITA. 2- AURÉLIA ECHEVERRIA,brasileira, solteira,pecuarista,residente e domicilia da nesta cidade, a Rua José Bonifácio,4s portadora da Ccdula de Identidade RG-- ne 150.254 SSP/MT, proprietária de parte do imóvel denominado de Fda.SANTA RITA. 3- 0RESTES GODOY, e sua mulher dn~ TEREZIN~! LOPES AJALA GODOY, brasileiros,casados, pecuaristas, residentes e domiciliados na Fazenda San ta ··Rosa, munic Ípio de Cara _ col(podendo serem encontrados naquela ci dade); ele portador da Carteira de Inden tidade RG- Nº 98.729-~SP/MT e inscritos no CPF, sob o n 076.711.34,proprietários do imovel denominado de Faz. SANTA ROSA 4- DANIEL.FLORENTINO e s/mulher; dn~ Ali~ ce ·Guimenes de Florentino,proprietário do imovel SANTA ELIZA e autores da acão 5. DIONISIO SERVIAN, brasileiro, vi~vo' pecuarista, residente e domiciliado n Faz. Lagoinha, município de Caracol-MS ~ inscrito no CPF sob o n2 048.651.541-04 proprietário do irióvel denominado de FAz. LAGOINHA. 6- JOSE CARLOS DELFIM MIRANDA · sua mulher d+ MARIA PEDROSO FERETTI MIRA!_ DA, brasileiros, casados, pecuaristas, • sidentes e domiciliados na rAZ. "CANDií!HL JOID!AL DA Av. Cj. Hio SDS 4C1 ONDE SUA MENSAGEM TEM MAIS J07AL TRIUMA DA FRC:TEIA fund:-clo cm 20 de Fever !'i iil)IRETOM· . e ro de 1972, - • rJIHIA ESTELA VELISQUEZ PEnEIRJ EDATC: UBALDIO DE OLIVEIRA RODRIGUES !Ri::.DAY.:m CHEFE: IVALDO PE . C=;;-. REIRA -::..-=...l.:_1r..: GILSON SILVA SANTOS REã"Oih,"G!EililS: LUIZ HENRIQUr. N. CORREA CCLARO?ADORES: Giovani Cesar, Marcos L •• nates. oris e Caio Bo- HEDAÇÃO, A~MINISTRAÇÃO E PARQUE GRÁFICO· Rua da Republica 268 C . • Fone: (067) 439 -1 410 ·a1xa Posta1 23. JORNALISTA Ri::SPONSÁVEL· I~ede propria: Propriedade da ' 'LDO PEREIRA. REDE DSLAVISTE~SE DE JORNAIS LTD/1. CGC-MF: 15.513.203/0001-5 INSC, EST. 28.219.003-1. Registro no Cartório de ' tos· N2 35. Titulas e Docui,:e_!'.! FILIADO À ARJOnI E ADJonr - REPRESENTAÇÃO NACIONAL: NS Rua Sete de abril na 282 Fones: (011) 255-2579 lo - SP. - 5 2 Andar Cj.5/l 0u 255-3492-5ão Pa± Presidente Varas n? gO 11, . ' 1-11? Indar - 09-rone (021) 263-1129 de Janiro -- RJ, Edificio Migul pndya - 45 Andar - c! - Fone (61) 226-3861-Brasília-DF. --------------~--------------- ___ .__,.,_. _ 1-------:----------------------- É A P~RTICIPAÇAO OU AZ A FORCA DE UM ,, COMUNIDAD . l mfl(cgn;ic1o nõt h1;tó11õ1 de Bota V1st; desde os idos dõt f1ct11 ada da Laquna, encontramos relatos dn esforços sobre-humm1os. 01zer11 tdr sido bravos os sertarnstas que aqui apor t.uarn, plõtnlando o pequeno núcleo , beua das águns crrstal,nas do 110 Ar,;i. Uma história de enrqa o participação, IOfça mlerror, qllO no pl,mo extcmo lc,-se mamilestar no espluto solidário e hospitaleiro que faz com quo o visitante esteja cm cas.:i. . Um povo alegro o quo gosta do lesta. roí corno presidente d;i Enersul (de 1903 a 1986), nos Ir ao.ilhes que aq1J1 d!'sen volvemos em conjunto com a cornu111dade, Qlle r,ude comprovar a gõtrrn dos bcla-v1sten· ses que ;i1ud;ir;irn õt tomar a cidade fllars ilumunada, dando-lho vida não apenas du mante o da mas também à note Pro'.t disso t:, ;i 1111õtqcrn aqui colh,cla no t.lul11;io dõt L11, que por s, :;ó lõtla t!o que é um trabalho de participação e que por sua IO<Ç:J IC'rtlOtl·Sn slrnholo ele lodos os MullfÓf'S que o Gove1110 de IAS r P:-tl+zou crn 81 e 8'> ern v;r,as c,dades do Est,1do. Our;mte a c.11llpanha 1•fe1toral do mo p;iss;ido, IPndo corno sloqan "/1 r orç.1 da Parl1c:tpaç;io", sont munlo de pnrto o a[lOtO dn povo do ílPla v,~ta qllf' culn1111ou na, tJt· nas em uma expressiva votação., Na oporlurudade do arn,orsàr,o d;i c1da· ele quero agradecer à gento bela-vstense to da a confiança cm num depositada e roalumm o com r,rorn1sso de, atr;i vés do meu tr;iba· lho n<1 Assumblé1a Leg,sla!tva, lazer jus à responsabih dado colocada em i l r cesa e ipa E t' .' L 0.l (jll' • .. r: rdi- ."'j 1 ;d 1 cr, nç, no TR13Ut!A DA Fi:Wi1TEIR/, CünREIO • fl')I:rs::s::, .iOR[;,,: n·: r-cm'ic, JORNAL DE ANTONIO JOÃO. TRTBUN ''RTI!HENS. 5 R;AI DA PECUÁ RIA E AGITICULTURA. ') l-:AIS :l.Ol'ER::o ?AROUE· GRÁ!""!:CO DA Rl::GIÃ0 - _ .. ?:i.,·S:,cs 1::i-: u:-1/, ou AIS CORES. OFF SETT E 'flP0GRÁFICOS Sl.R/lCOS DE EC7.1PAGEM. LIVROS, REVISTAS, JORNAIS , CONVITS. 'l . : ' _; J • re 1"' • • ... ' ' a h u .• ,.. ... !'' .... :,,:. ~1..: n ., l - 1 ADE 1 FOR·ça MOTIYIDO ~ST/1105 ti/ ÉPOC/ Di ATIV!DADt, Ü MOl'EM '.~ AÇAO E HOJ D' PRECISM10S ílE GEMTE OUE PErlSE Gf'Af D[, CO!ISTRWO,iE<, '~ ,', { FO:~çr. 0(1 P~OGRESSO CHAM/ SE i',OT I V/,ÇÃO, Parabéns Bela PIRIBENS EXPUS T IBER XIVIER - PREFEITO M iT - ~ OLE MELHO~ MOTIVAÇAO DO üUE O AMOR PlLA CIDADE FILHOS? ESA CIDADE OUE HOJE COMEMORA O SEU B6S' AN.V?S?10. - E A BELA VISTA DE TRADIÇÃO. DAS POLCAS E DO TE?E?E. É A BELA VISTA DAS FESTAS, DOS ~ODf!OS E ílA EXPOBlL. VAMOS, HOJE, T0DOS JUNTOS, ENTOR~/RMOS U~ H!MO DE TRABALHO A IIOSS/ . / , l CIDADE, ' DE NTONIO 101 DED Ê COM(RCIO E REPRESENTAÇ~E 1!í3 !!à~ SANCTOS & BRUM • L TOA engesa li ~ MONZA TRATORES BATOR FORD - GENUINAMENTE 3RASILEIRO D=E>t - C0·'1ÉRCIO E RE?RES:=:NTAÇÕES D;;: l·'.ÁOUII:J..S __ ... ? ~.:.!· . .:.:,. '):, AGRÍCOLAS , C:=:REAIS ~ IN;U~OS. AGORA ODO0UNA.BON!70.Po70 UIHC.CARACOL.ELA V:sr GUIA LoP~S DA LAGUNA ê: i'!!OAQU~ CONTA Cüri A í·lA!;:; NOVA EHPRESA DE co~~RC!O ~ R - ?527E5E174€05$ REGIÃO.. , - RE?RES.~~T.AA'TE DA· MONZ.~ TRATORES FOrEl , E1€5S; $E?AC RAÇÕES SOCII_ 4USOS AGACFEZ7:! SELAR.D BREVE#ENTE; Vicuos Fo !!! ~DÉ = CoMÉRCIO - R:P~ESENTAÇÕEs LTDA EM BONITO 'NA RuA Cê:L,P!LAD REBUà N~ ~520., - FoN::: 255 _ 1230 ' Jco , Rreio !H.: Vitor e . n IHa!1 "SEC0S e MOLHADOS - FRIO em Gf'H/d" Mercado Pionelr-o o preferido da City na Avenida PIIad Rebuá n 906 -- BONI "Pílf:C:O5 C O li G F. ', A D O S ! ! 1" CHI UM B primeiro Semestre no • • • o f nl do4, trabalho do primei ro e Lre na sm ll lés Le!s 1 n l l V a (' a entrada do rec o parl nm<'n lar, cllr gou a hora dos deputados Indicador Profissional A D V O G A O Q.· , f 1 MOHT D! AO} F. f' ir·: f)(J(,_,,,,,,_ 1111 .. (() )1E!1O M/M1- 2n0 111 111 'AI'A: 1 AIIÍl.l/1 1' Í VI 1 :; 'IHHINI:, QUESTÃO IE 'TERRAS,DIE+ T l l /li/ 1 11 1 !; ·1 / . J'!,('llllÚl'IO- /v, 1110 1111/lf('tl lll"~lllí'm:111- /v. ltlfl l11/ll('fl J ,, li.: . ()',-- l'Oíl1 1'EAy - ES ó ri o tontálil etel C:ll0/11'1' 3.n57 ' 7w {Ao 1lo ln Exntortn) CEP': 79910 1'1l'l'fll ('/1111.ll!; /. 11/7./111 llC11lt:ES 'NUMS CÍVEIS E CRIMINAIS. ' UA:. 5 E E )- ITO - TE!EFUGE.- 439-1382 'TI.Mi A ILVA E VEn, L TIM100. sr«s tveis e Criminais, Trabalhista, Direito de Famflia, Terras e lnnntArio,. nua CuiaM S/rt - Fone: (001) 431>-!200 CE P : 7trl.OO R o n e i 1. Jl)VOGJ 0 .._ l:,USiS UVF.JS E CRIMINAIS nua Victorio l'cnto 5<Xi - Fone: ,35-1203 CF:1': •i8910 Jll'.LA VISTA S i I v a • F uchs ,NTONIO JOAO Cirurgião Dentista not:ron LiUtlDIO V,U,E7. DE DAMOS A) 70/M8 - Consultórlo: fx Mal, nondon S/N - Fono: 2ál·l7,i7 lh•ldfotla: /1.,. C<I, (:.mlt~o 10,9 - Font: 251-1221 - l,lUIM -- MS criada, ~ 1 . 1 1 egi • 1 SvO ·n der m o- a dc::;inib1ç:Í.o para ocupar a trlbuna deba er, o conh ci - mento da maquina minis ra Jvn rcc6m ainda, das as ''manhas" üd o da aluaçao parlamentar. "NÜo vim para a Assembléia sabendo como ser deputado tinha algumas propos tas e cm geral me sinto realizado nes- !'-P ...... , wtir 'ro se - mesL:.·t, --.._,,_,..r1 sinto melhor povque acho que é uma ques tão que extrapola ao meu poder pessoal de deputado eleito, po is o Legislativo in felizmente é um po - der anulado ao longo dos 20 anos de dita dura; eu questiono se o Legislativo de fato é um Poder, po is ele é atrelado e dependente do Poder Executivo e sua auto nomia realmente nao existe, ou seja, en quanto o Legislativo -não recuperar de uma f'orma ampla os Pode res que de fato deve ter não dá muita sa tisfação a um cida - dão bem intencionado ser deputado", afir mou. Uma das maiores causas da atuação r~ duzida dus deputados se deve ao fato de que eles se limitam a algumas modifica - çÕes, mas não podem legislar em matéria financeira, e o que move a máquina admi nistrativa de um go verno realmente são os recursos e sem fazer pronunci' ·os qu , ' r,tro 1..m cc;n~,x·o, foi 1 F. lt:.. )•,í)Ol" :: peso, como por ex _ plo no caso da Vi i lência (a!n 26/0,); Divida Externa ( I 07/04); !;Obr ~. nas de Urucu 06) e por último o Concurso Público (24/06); outros tra balhos como F, ira - . •i:;eu e o folhe:+ o c.on -. história Tia Eva. rln Além disso Bacha fala sobre os gr r. des companheiros q/ encontrou dentro da Assembléia Legisla tiva, tan o na si t~ aça0 como na oposi ção, onde, segundo ele, "tentamos fa - zer uma política grande, sem ataques de ordem pessoal uma política que mg difique em alguna coisa a estrutura do poder que está ai e dar urna efeti- 1 va contribuição·•. _ Durante o Se7.es tre o deputado aprg sentou muitas indi cações dentro da Ag sembliia, atendendo a todas as reivindi sancuiches. caçoes que lhe fo -. -EFTE: 439 _ 1268 ram feitas peios prefeitos, vereado res, lideranças e também outras pes - soas que lhe procu raram. IIiiIDICI.ÇÕES O deputado fez a solicitação para q/ seja implantado de·, inediatoatendimento eles não existem o- de energiaelétrica bras, serviços novos não há possibilidade Luso COME'RCIAL LT-DA . , . . , . AGRO PECUARIA LUSO LTDA. LUSO COMERCIO, , ' .F. INDUSTRIA DE -MADEIRAS-SECAGEM E ARMAZE_NÀ_ MPHO _ COMPRA E VENDA DE GADO_ MADEIRA_ COM~RCIALIZAÇÀO_ • Bons Negócios.Lucros Certos. Produtividade .RUA DUQUE OE CAXIAS SN_GUJA LOPES DA 'LAGUNA_FONE: ~ ~.. 251.1055 PARA RECADOS A RESPEITO 'DE COMPRA , E VENDA· DE GADO [URGENTE]. tRATAR PELO TE_ FONE. 251 1364 .,. vista:e Carco , e posterior n e cong tra'da linha de 138 Km com subestação rebaixadora; projt to c·nch, na loc:ili dade de Itaboraí se ;,, arC'ndido c/crv. rg1a elé rica; inclusão de 3. 'lista no Plano de 0- bras da Cohab p/ a cons- r ·cão de no mínimo lSO casa.;; nsfal t.8mcn to da ER 060, ligando De la Vista a Jardim ; e encaminhou varias reivindicações para a área de Saneamen to Básico, MDU-Fre derico Valente- em íJr-asÍlia. 4D.AI inderela D""· ...A!UA CRc:;ÓR.LA ?EaEIRA Comunica aos prezados clientes que aceitaros c:-:ca:iendas para festas. Ace itaos de mar:ni tex, r;,.anni ta e sortidos. Te mos sucos, vitaminas e il!Dr:REÇ0: Rua XV de No verr.bro 399, em frente - no Banco do Brasil. i:>ELA '✓ISTA - l•:S Visite-nos e cr.pno vc a qualidade ce nos sos produtos e os me - lhores preços da cida de. () Cultura e Conhecimento ÓTIMAS 0 p O r t u ni d a d e _s 1l l 1 . • ,' ! r ve! :oa r, do. r,ut, ·, i p, qu••nln, 11:-ir r , 1 !rr,1r, .. ,, pc 1 o pu I rn,- o. F. l,• "1 , nhPC I rto o ll;ibl.Lo <h.l 1 . soas que ebe rt. m, ccnq: 1 ..r 1- 10 e saibn que o • h .r'<, depende mais das ubgtn .. cias vlaterais mistura - das i bebida,do que pro - prirm nt.,• do .'.1lcool . 1/;, ·, porLc é elimin'1da ,·,·lo.s rl ns, variando na propor - c;Üo entre 2% a 10 da do se tomada.De qualquer for ma,a C'liminoçÕo toLal do álcool não passa, em re - . gra ,de l~.Os oulros 9 ;'. fican no organimno, e são por ele oxidados. A ox!d~ ção do álcool rctl do no organisrTXJ não se faz i.r::e diatamen Le; é fcnÔ!n·~no q/ se vai processando com vagar, queimando-se, por ilo ra,de sete a det: ccntÍn.c: tros cúbicos nu~ adulto de setenta quilos:.Assim, um individuo que haja be bido cem centímetros cÚbi cos de álcool absoluto. (200 cc de .:iguardentc por exemplo) perderá 10 cc peles pulrrões e rins. Os outros 90 cc serão inuti lizados em nove cu dez ho ras. Ern 1.902,nos Estados~ nidos ,Atwater e Ruth Peng di.ct pralicar~~ expcriên cias,q/sc tomar:::n cé·lc - bres,pois através das mes mas ficou aprovado q 1, na produção de energio,o Í:11- d tiur: "O álc • r ! rrb,rstmru li tr ,1111 • htutvl alirntn AUOCL. E 'TEMVPERATU w i covo?sunião a crença vular,o alcool Plt v J. 1 U·ll.fJl'•r;:it.uru tb co:-po: 11'11 c:11 ice d,, "cnIrha" pnr "esqucn lar", rll: 1 . <i rn:1Lutu.Ou~ se todos utores,no en Lant.o,cp1c:r· por c,xp0rl ~nCiél cm nnlm;lis, • quer por cb.c;crv.ic;Õcs no ho mem ,cu:-icluem om senti do contrário. i posso~ que bebe senle de fato cillor,cm virtude da vc1sodi l ... taçÕo cut:âne.:1, qus traz mais sangue para a superfície do corpo.Ma:, a trn:peratu ra central desce,pouen do sofrer .:t baixa 'de ali,1U11s g:--aus. Em indi. vi. duos crrbriagad<'s , Pu che t viu a temperatura cair n 2ô graus.Ésa bido que o ,mu.so do á_l cool diminui· o poder de resisLência do Ot'- 5an470 e n:laço as infecções .s grandes dvses inibem as rca - Ç<X's fagociLárias ké lul '.15 orgânicas capaz de digerir m!crÓbios orgânicos) e hu-:iorais. A conclus3o rcsul ta de investigações nume rosas,prosseguidas de~ de Rubin,e:n 1.94 ,até 'ut rculose".Hoje,a ten , -; nc i u. do!.> '...ü orc!J <~ r;, r,o!, afl rmaLiva.Em surr.:i, 1 • r,•:nrando o conjunlo da::; dv n;a:· i nfec Luos.:l.'.J , as rondes doses de alcool !no S<:n.pr prcjudlcioL,' l - Ir r r. ótimo par TE 4PLIC 5 4 DI o ir'v r r ,. o. f l - ,urr rio !'x', jn o ao . p,·c lal • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • .z 1 - T •, r, !,O l , ,50x30 no a fa!t, í r , • J ·tl tnm,-n r- v,:iJ ri z:Jdo ......• • . • • • • • • • • • • • • "r Terr no 13,f;Q,c2$ .JO netr• •lfl; ilS pequens do- :; z '5 1 ,, . 000 , 00 es,se não causun prejut ZO.L'lllh'..·" n'.Ío lr1um VJ:'1 tagem.É bem conhecida a[ 3 - Terrenos 12x24, frase de Las·ue: "A de- Cz$ 15,000,00 ' ) Tr·rreno J2x2', - Lotem:,cn o t: t.or· y r.:?$ juntos, 1 r l / ! .. . •.•.•••••.•.••• ! '1 , e q J ~ - • - . sigualdade existe peran, _ Chácaras no Nunca Te Vi, curcad., formada cm parte , ca te o álcool";Há indivfdu] C,R 7O 0O os d" cxl.remn suscclibi- ,orua, Vt.:r paril comp!',H'. • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • /,: J. ' lidade,aos quais o sim- 'J - Chácara no Nunca Te Vi, formada, braquiária, aguada Lva, ples cheiro do álcool fios farpados. Acei tn carro como parte do nepÓcio. foz mal ,parecendo dcpen- der o seu esLodo de con dições absolutamente pes soais. Por outro lado,c~ 1 - Casa resid"ncial, Rua i3ara_, nhecem-se casos de notá- no 20x30. vel tolerimcia,uns naeu- rais,out!'Os adquiridos' por moléstia ou pelo há b1to.Pidoux cita a estÓ ria d~ u~ poliÚrico(se - cr-eção abundante de u:--i na)que bebia 20 litros de vinho p/ dia.Boll me~ ciona un dipsónano (im - pulso irresistível q/lc- via 24 litros de vinho nas vinte e quatro horas . o q/significa um litro p/ hora.A maior tolerân eia da célula nervosa d viciado,à ação do Ólcool nio é limitada. Hansen, cts s..m exp2riô-cias, jJlg3. p::,±r o:rcluir q/ o crgnism h:bi tum a l1tera:;êes fre - q.a,tes tnlcra nnis trinta a cinµ:nta p/o:nto eh cl::re rror Lal. • - 1 - Casa r·:.:n1dc.ncial corn 01 tu peça., Fua Barão do I riunfo, lote de terrt:no 20x30. va a ingestão de bebi - • TRATAR COM DR. KLE3ER des ulcolicos) q/ abso('- lua - Coronel Camisio 774 Fone: 439-1176 457, lo' . ( .J do terre- 1 - Cnsa n:sitJe-ncial de :nut"'r1al, f..v,,n1óa Scn,:idor Pinheiro, S/rl lote de t•~r-rt:no 15x60, apenas : r:zs 60.0CO,OO 1 - Carro Corcel II LDO l8, motor novo, b~~ calcado, sa~en:c ... ••.•..................... Cz$ 60.000,00 1 - Colheiladeira SLC 1.000 em bom estaJo • . ................ CzS 250.000,00 1 - Freczer Vertical marca CLIXAX, apenas , •••••••••••.•....•..... 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VISITE A CASA NOVA E COMPROVE PREÇOS, QI ALI»ADE E ATENLMEN T ' • --PONTO DE VISTA- 1 FESTIVAL. DE FRIAS Na última sexta-feira p.p;aconteceu o 1" Festival de Férias da CIdade Sorriso. O evento conLou com D p,~•r;<•nça <IP un grande numero de Jovens e cn.:ois qu,• vlbr.,r;,m '-' contai armn-se com o som do 'll lE IHN IH! íl7. O Grêmto PNlro Hufino fo1 o pnlco da feg Livid;idc que con ou com a ap scntnç?io dç Gl10't1 de Calouros;apresenLaçiio do Grupo d<> /rl<' NaLiva f'os tc!ros de Dcln Visto e show do NJU'1AR PIVET/,alérn de• DiscoLeque cem a Máquina Quente do Grêmio. /u~ llI'J'J;Af) 00 FES'i'IV;U. Ficou a coreo dos gnrotinhos organizndo res do Festival de Fér!os,que foram incansáveis no agito jovem. /rmancto e Lile demm um show a parte no entusiasmo e otimismo,contagiaramn à todos ... "Ideal do estudante" de auLoria de LuÍ.s Henrique foi a música que abriu o festival e os g~ ratinhos da Radio Dela Vista comandaran can ener- gia. Nilmar Piveta SHO DE CALOUROS Som alto.força de vontade ... erros,acer- Los ••. cnfim tudo pronto e lá for= os seis jovens que fizeram da noite de sexta inesquecivel. A Canissiio julgadora canposta por: {MARCUS LRIS - Co1mista do Jornal da Pecuária e 1/gricultura; LUDGERO Sf.NHOHtNF: - 1'Pcnico de Som; AILCAR FERNANDES - Musico Profissional dn Banda Bliss de Caracol; VANDUIL CABR,'L - 13anda do lOQRC Mec ; MARIO VARGAS - Presidente do Grêmio indica r'dll O clintieiro cc::;>ra woo inLerpreLaclo por Leo- cir e Jo::ccd.r cano a vencedora ào 12 Feslival de Férias de Bela Vista. O segundo lugar ficou para a rrúsica_mais popular da noite,interpretada por PITER : "Meu rrel!' Em terceiro lugar ficou CAPACHO interp~ t---------------.-.-~-------4 te da rrúsica "Trem do Pantanal". Caio Bonattes (Knife);Nilson Candia (Por causa de você) e ºNilson Roberto (Amigo do sol e ai0 da lua) também foramn premiados por participa çao. Gru?ô E ARTE NATIVA PuSfrl-iUi DE Er:IA VISrP. No intervalo,quando foi efetuaào a conla gem da pontuação dos calouros.surgiu no pique to- - tal. . . pilthados e com disposição para embelezar à noite o Gnço àe Arte Nativa Pcsteiros àe ela Vis ta ... alegria no salão,chote e vanerão,era o Rio Grande do Sul e sua tradição. Na composição do Grupo de Arte Nativa Posteiros•de Bela Vista,os élll'a~tes do folclore: Dejair Barreto Silva.Sandra Maria Talline,ElLon S. Femandes,Emilia Talline,Jorge Mareco,Marivete 89E ges Lazarim,Dejair Martins da Silva,1-laria /pared da ca Silva, Elizete Borges L:iza.rir:1 e Alcir MendÕn- . 'Ça ... que dera11 um espetáculo de elegância. ' • Palmas aos promotores da trndicão! ! 11:eio Limido ... cheio de emoço,com torça de um eigante ... vi ressurgir naquele jcvem o::; Lempos de outrora;cmeçou devagar - Beatl s ... John Lennon •.. seus sucessos,por UfU~.c;, inrlês, italiano... e assim foi de una em una musica;co mandou um espc táculo que emocionou os espectado res. Sua esposa e· filho cst.avéXn pr:sd-:l,'S e fora-n até o fim, acreditando no sucesso St. :=r;:..;,?. PI,TIA ,então senti o jovem gignntc qu•. 1.:i. re nascia para não mais parar. Parabéns llIU•1AH,r.osso sir.c ono aradeci mento e esperaros você no 2? Festival de Férias. ô A S i." I iJ ORES Equipe 407 em açao,·ra muita azitação; co:r.eçou cc~ o aquecime:-ito d,:, quinla-'..:tra no Clu be 13elavistcnse cc.n, discoteque.Depois de un mês de divulgação,de trabalho,aconteceu.Ss valeu... só quem sabe é você! Espaço Livre Cidade sorriso Do meu querer .És n princesa do Apa Do alvorecer -Recadinho.s- gino c indo !e unas .. : r o I t -~------------------------------ ARA:'obra iI "Eu na. resinha Baiana,nem tão pouco i t l ,r, , ... , -, ho um m do danado de cobriJ DI .i r 1th . i I 'MA:CiJ 11 ;. '! 1 d1 para compc r í r RA:F1avio ·-_ niio _, ,-_pr:,;c ! "_:i:-:: L<:i la _ ARA:i. nh,a '' Juonctc, • ,..J ". idade para casar,quero que voe seja a no e...enquanto isso,va- Criança tão bela Hospitaleira e ·angelical. Trarist.'onna em verdade A tradição maternal No abraço anigo O recado iro Mos versos ào poeta Tua história é cançao PARA: IzL.da Po:-_qu,,_:;-~u_:;cor·t_niio_é_ -✓erde?"_DE:Millco_ ·PARA:João "Sintonize! ?n,cisa:,,os fazer amor por tele p:)'"""!.a 11._DE::E3trr:-la _ PARA:0ç0 Compro:issado "Eu fico no lugar dela pagando aluguel ... :c,pas? "_DE: Tê . _ 2ARA:5ague! "Você é j rna! 6. ont•·::.; já 1 i, a55i..· 5ozuci PARA. (Sogra) ,,ur nr;:J BV) Jf pouc ·, chuv,.,". re 11 ... no lixd. - DE: Caio. ---------------------- "Vê se CC!Scc:-üio. e ceixc sua filha mals a vontade' úi'::/,1 ta.ir --------------------------------------- PARA: Rosi J ,-ne "i!ão G.Che1 que c•stá de:rorado esses nossos enccn lros". D2:Ch:-,.r:-:ioso /. (Grafica Apa) -------------------------- ----- PA;lA:Luls P.cnriqi..:e (Bela Vista) "Hoje r.o•~i que você estava se afastando de mim, Sentinela natucha . é·spe rno ter acordado tão tarde ... continuo a De rena sr igual te ar se: me declarar". DE:Cristiane (Guaiba) Em tu3.3 ru"-5 e- :~crac:.,sJ-------------------------1 O abraço fraternal lile P,E1o o=-· Vitor Gces Dias "Si::COS e 'MOLr!ADOS - FRIOS em GERAL" Rercado Pioneiro o preferido da City na Avenida Pilad ebuá ns 986 - BONITO ''?REÇOS e o N e E :... A D o s ! ! ! " e Pegamos o Elcon com sua [a 1nha no Grêr.1io ... e V I D x.. O R NA 15 ÔE NOVEMBRO r·10 CENí RO DE Bel a V;i s ta fale com a L-e1tizia _ -ran.o e !Rana pelo telefone 432 - 1022 ••• LÁ ~ocf ENCONTRA : " Calças Jeans = Fitas (Marina,Milton Nascimento,Fag ncr,Co.pi~~l Inicial,Sting,Elton John,U 2 - Boy) • TE ·CS: A =:an::.ã s.egu.inl:e(Policial) Con Jane ?onda e Jeff Bridg~s A ccsta do csquito (Aventura) Co:~ Harrison Ford (Ator de Indiana Joe) ••• PARASiNs BELA VISTA POR MAIS UM ANIVERSÁRIO ! !! 1 t IDMINISTRICID IBRIID IRMDII ZACARIAS Uma n la reivindicn,ao dos motor1s ns dr t, x I era a cons I rução de novos abr1os para taxistas e usuário. SECRETARIA USICIPAL DE ED:CAÇÃO O novo prédio onde funciona a Secreta - ria de Educação demonstra a preocupação da atual equipe em oferecer melhores condiçõ es de trabalho, melhorando também o espaço onde o servidor atua. Af.AHBRA.00 DA RECE.I::TA FEIDIERAL • 5bm dúvida a maior prova de crinho da e u ln•· do l'flOl/AV para s mães que trba - lham fora de casa e não tem onde ou com quem deixarem eus filhos, fo1 a criação • de creche em locai corno o Bairro Cr1GlR •e Silva. r.• C•:ntro. Deu um visual tais apreciávele acalçada maior segurança aos pedestres. A arborização das ruas e avenidas ~ nossa cidade é uma iniciativa louvável e P.>HAÇA CJS'JCRO AlLY'ES Urn verdadeiro cartão de visitns, a Pro ça Castro Alves foi completamente remode loda, passando a contar com um lindo par que infantil, um rclbgio, banheiro p~bli co, lJxciraG c arborização. i50RTO FLOflESYAL Uma ntjvidadc desenvolvida pela equipe da administração municipal com o cultivo d frutas, verduras e lcgumes,o horto flo restai era necessário em nossa cidade e todos apoiaram o inlclntiva. -, Em plena atividade o Centro de A iv da des sbcio-Cul urais. As prbximas obras a serem in1 ciadas pela equipe de ABRAÃO ZACARIAS de: ve ser a delegacia, forum e reforma do E~ tádio Octávio Fontoura, o Clube do Servi dor P~blico e ainda as Escolas Pedro Aja la (Água Doce), Itaboraí, Bento GonGalves, Princesa Isabel, na estrada paro Jardim e Godofredo Gonçalves na estrada para Ponta Pora. As obras citadas cstao para serem lançadas ainda este ano, enquan o que pa ra 1988 ainda restariam a nova Rodoviária e o Matadouro Municipal. Se todas essas o bras. aliadas ao asfalto da avenida Duqut de Caxias forem lniciadas e concluídas, a Administração ABRAÃO ZACARIAS poderá pas sar para a histbria como uma das poucas, que se tem notícia, que cumpriu-com nada. mais nada menos que ccm por 'cento de seus compromissos, o que daria, com toda tran quilidade, ao atual pprefeito, o aval po pular para indicar e eleger o seu Suces - sor sem muito esforço. dignO: de elogios. pois atualmente a nossa,CE.X-E"=ê;EIA x. xgcr2. .U. cidade se encontra mais bonita. com um vi - - sual alegre . Em algumas oportunidades esse trabalho desenvolvido por uma equipe que procura o melhor para a cidade auase foi por água abaixo, pois alguns elementos, que, no mi nimo não tem noção do que representa um; cidade arborizada, ou por não ter o que fazer, quebraram e destruiram várias pal meiras ao longo da Rua Conde de Porto Ale gre. Mas isso não desanimou a equipe da administração municipal. que teve muito..-- serviço para embelezar a nossa cidade. s.,.._ _ to PRA E CSS CIADE 1F EIFEL _9E_18/4 2 .DE JULHO T0111.dôS Dt LAÇO,. BAILtS, PENCAS, PARQUE DE DIVERSô~S, LEILÕES~ OS 1-'iAI , · • . MACIO#IS. VEMA PARTICIAR CONOSCO DA RAIO FESTA DA FRorE1a, ,R#os ANAIS E! EX?OS1CES MC10M41s : 1rR- ÇD'"S R1"' 'PA B. • • • .• t, • ri ... AVISiA n~ 18 Ar o- JULH t ' Y A • ELA VISTA ESPERA POR VOCÊ PARA PARTICIPAR A MAIOR : , ''' " t O flO PAAQ!.fE DE EXPOSI- • i ' ... 11POS l ÇAO AGROPtCUAR IA DO CENTRO - ÓESTE_, , ,E ffltP11TlCIPIILCONOSCO_QA MAIOR fES.11 OI FROITEIRi~ Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº851_11_07_1987 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº853_20_07_1987 Voltar para a lista de itens