TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº952_17_06_1989 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº952_17_06_1989Número da edição952Data de publicação17 de junho de 1989Número de páginas8GeoCoordenada -22.112360353002327 , -56.52815442720889 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº952_17_06_1989 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto ler /NO XVIII N 952 J EDi'fOR C!!El'T· lO ll amo, ln} nad rdan ,CJi.nns í esesp, o L rnr,' ocpnr : no de ·3ade!E, ·) oh o •. ntc u : • do rel: nencia : sua es: liit Opinião Ante da elefçôes de ov,•mhro d • 1988, cm co entár lo neste Jornal,a il rmóv,1nos que haver ln u renovação total nas Cã iras Munfe1pais não só le nossa refio, mas de todo o Drnotl. t:m nosso fetão, nas cfdades de e la Vista, Jnrdlm, Cnro ' ol, Porto Mnrt inho, llo nl to, Guin Lope-. e Anto nio Joílo, a rcnovaçilo, se nio foi total, rit lni;iu o , ais ele 70 . Falávamos que essa.re ~mur.e,,· novaçao ern um sintoma ente O dos "Sinais dos Tempos" erecie! a então classe política no poder, e, por que não, anos e: J Inda no poder. no cnso se. Era los Deputados Estaduais, arrec:: federais, Senn<lores e Go ',Hnndores. Em novemhro de 1990 te fetos novas eleições, pa ta Deputados Estaduais , :edernls, Senadores e Go sara IL' scnlac •. incur.!!. tos. minaci: a bio. ,·ernadores. O fen5meno Collor elo é o efeito de todas: adie- ·5ic° ' •1a.-n a 0F a su- de uma tausa. Esta causa, desde novembro de 1988, pres entimos e avfsan!os, aos "tienos avisados". A ntual classe pol!ti a, com excessão dos e leitos em nov,!mhro, está lesgastada. Cor raríssi s excessôes, um .iqu i, outro acolá ... são pou- 17 DE JUNHO DE 1989 ______ _,, _ BRÍINÕlÕ: ''RI O É UM OPO TUNISTI, N ~ O SERÍ· BENVINDO 110 PRI' MlTO GílotlSO DO SUL Ao tom,1r conhecimento, através da imprensa da cnpitnl, de que o Deputado Estadual Arl Rtgo, elo PFI., lado ao governador Marcelo Mlrnndo, vnl "col lorlr", ou sejn, apoiur Fernando Collor de Melo a' Prns ldentc cl,1 RepÚblicn, o ndvogndo Nelson llrandiío, Presidente cio Partido da Rcconstruç~o Nacional em 'ardim, solicitou que publicássemos a seguinte no tn: Nelson Hrnndio, Presidente do Pnrtido da Recons truç3o Nncionnl(PRS) ele Jnrdim. OPORTUNISTA, NÃO SERÁ BENINDO AO i'R',". :u.sos BRA::•),o - PRFS rIH NTE DO DIRETÓRIO DO PRN PARTIDO DA RECONSTRUÇÃO NACIONAL - DE JARDIM. Mordomias, snlcírios al Fernando Nunes Rondon tíssimos, marnjâs, polí= frente ao Sindicnto Ru - tica de perseguições, fa ral de llela Vista cnrre ,·orecimentos, apadrinha= ga hoje o estigma da ~entos, promessas I menti "marca da competência" , ras, negociatas, falta de prova disto é mais um su friedade, são vários os cesso alcançado pelo Si; fatores que provocaram o dicato Rural Belavisten rompimento desses políti se no dia 10 de junho,s:i cos com o povo. - hado pp. , quando da rea- E o fenõoeno Collor é lização do 129 LEILÃO A f~cil de expHcar.Collor P, CORTE já tradicional nao quer alianças, nem a na região sudoeste do n~ erros, fala a linguagem to Grosso do Sul. que o povo quer ouvir. É A chuva e o frio que Jovem. Diz que não adian se abaêeu sobre a Prince ta fazer olano num País sa do Apa não intimidou - pnde a corrupção grassa os criadores e pecuaris r todos os setores. Fa- tas que comparecem ao Ta :la unicamente em morali- tersal do Parque de Expo , sr. E é ±so o que o po siçÕes Rio Apa para mais l:,_;.,- o quer. - um grande leilão. Os atuais deputados· e Mais uma vez o dinâmi nadores, podem, desde co Leiloeiro Josias Vlto • 1 , colocar as suas bar- rino do Nascimento dÕ de molho. No ano que LElLOBOI esteve marc:rndo a "limpa" será ainda presença em nossa cida- 1.or. de. ' co!l ,·l !:': aos que se elegeram <oseh' "svebro, prefeitos e l)Ol • ,adores, aí est:Í a li as. s5 não vai aprender 1 •e:i nao quiser. "l~ O povo é um juiz radi L "»sn.g- 'J :~ente e inocente. Nao ::eios ci.• advogados pro 'a::em o contrário. - E o povo jâ deu o seu eredito: CULPAUOS. Do jeito que vai, fá cil, vai dar Collor tran s!lazente. E não adian a grita dos outros pre iéenciãveis, quanto ma CTiticare::i o "CAÇADOR E MARAJÁS", mn is o novo icará ao seu lodo. • Fenêzeno ou nio o ex vernador de Alagoas po Por que não, ser a luação do Brasil. (IP). A adminlstr.:1c30 Luís Gonznles. COMPRADORES Quem participou ativa mente do 122 LEILÃO APA CORTE, foram os pecuaris tas que levaram para su as fazendas o excelente rebanho comercializado. Foram os criadores: Ma noel Carlos Barbosa, Sô nia Romano '!arqucz, Fn - zenda Marangatu, Atana - sio Loureiro, Valter Oli veira Alves, Edson Mo= rnes (Prefeito de Bela Vista), Fazenda São Feli pc, Josê Carlos Miranda, Julio ~urano, ~•arcos Ron <lon, Alberto · Saraivn Rranco, Edgar ,unes e Ra ,-,,io llocirt.gues. 'OTA oe PROTESTO Protestamos veemente mente contrn o Ingresso do Deputado ArJ Rlgo nne fileiras de nosso parti do. Oemonstrnndo mnls u mn vez o se11 oportunismo o deputado resolve npoinr Collor de Melo, numa de monstrnção J.nequívocn ele seus princípios po!Iti - cos, que se resumem npe nas numa frase: "O PODER A QUALQUER CUSTO". Sabendo que o seu can didata, Ulisses Guimarã es, ou é Aureliano? não possui condições de sen sibilizar o povo brasi leiro, o deputado oportu nista resolve agora apoI ar Fernando C">llor.É co~ tra esse tipo de manobra, de princípios ,que estamos lutando,não queremos,nâo precisamos do apoio do De putado, fica aqui o nos so protesto, "RICO ~ UM VENDEDORES ·Registramos o noce dos criadores que leva - ram ao Tatersal do Par - que de Exposições bela - viseense um gndo Nelore de Ótima qualidade são eles: Josê Carlos Pache co, Antonio Carlos Pache co, Alcssandro Rondon,~Õ mo Godoy, Luiz Fernan éo Xunes Rondon, Candido Loureiro Pinheiro, Paulo iões, Antonio Maria "u 1.s Rondon, José Flávio Campos Nunes, Ramo Cani •a. Celso "ora e Linei Foi comercializado um total geral de ~czs 273. 930,00 sendo que 844 ant mais para cria, recria e engorda foram vendidos , ficando a mêdia de ven - das por onimal no monta~•· • 1 te de CZ$ 324,57. LUIS FERINDO X. ROO. DOAÇÕES Oswaldo nello NCZS 380, 00. Com estas doações o caixa da União Democráti ca Ruralista Jovem ficou mais "recheado" totali - zou o montante NCZS 3.320,00. O Pronav/LBA sob a direção da 1~ Dama Cecí- lia Moraes recebeu doação da Fazenda Paula no valor de 1.000,00. O pecuarista Antonio Carlos Barbosa fez duas doações, urna à Casa do fenor Abandonado no va- N uma Santa NCZS 1 l _ Depuc.,do ri R1go - O ·rendo "Collorir' lorde NCZS 500,00 e ou tra ao Asilo .'CZS 420,- 00. O Sindicato Rural de Bela Vista tambêm foi contemplado com doa- çÕes,dos pecuaristas:Li neu Gonzales doou NCZ 550,00; Edson ~. XCl5 600,00; Fazenda B. Vis ta NCZS 360,00; Joaquim de Jesus (TCPÉ) NCZS 420,00; Racão Godoy NCZS 330,00, totalizan do um montante de 3.010,00. LILE. tac,bér.1. ~VEREADOR PftUL O pecuarista Candido Loureiro Pinheiro doou ·classe e, sobretudo, à Paróquia de Santo Afon ~o povo de nossa regi, so NCZS 1.000,00 e- Jo:i;- ao. • Louret.ro Pinheiro CzS Liderança jovem,li 3 40,00 tambe·m a· p - i der emergente, Paulo aroqu.d· elo é filho de um dos A UDR jovem marcou 120 L.-YLÀO mais tradicionais lei presença no - tores de a TRIBUNA APA CORTE recebeu vartas p FRONTEIRA -_ doaçoe~: Pnu lo Si moes 1 • • • Atana "CZ~40000·"' d ,,_.s1.odel'llme1.aa Melo, tazn.a . o 1 ! . d vn NCZ$ 450, 00; Fazenda que mu. to_nos aJu!ou Pontal NCZ$ 500,00; Ade-~ p~r ocas1.a<? da fun~a mar Godoy Nc?' 350,00 cão deste jornal, is Pnn o Dantas :cz; 5on,<ro to ha mais de dezessg t:e anos. M l E ' XOTlFIC,ÇÃO E AGRADECI- ' ' :-IESTO. ,C ulpe da Cor!ssão Ora é±zadar.a da Festa.Juni::a da Pa- ró:ta de Santo Mono, not!t! ca o resultado da FESTA JN'À realizada dia l/Junho/yp. O valor IIqu!do arrecadado fo! de 9.830,57 'ove MLI. OI tocentos e Trinta e TrGs Cruza dos Novos e Cinquenta e Sete Centavos), que seri revertido e pró! da refora da Matriz de Santo Afonso. Aproveitaros para agradecer a artIc!paão e a colaboração do público e era!, das cou n!dades dos La!rros, do comer cio, das pessoas voluntirfas e que colaborara para o sucesso do evento, fazendo cor que as danças, barracas e demais atra ções oferecidas aos que se ±! zeran presentes, funcionassem na a!s perfeita orden e haro nin. OóRIGADO A TOOOS '.'OCES. .1 VALEU A COISSIO $SIM Bela Vista têm o seu Paulo já foi Agen os interesses de e representante na Asso te Regional de Educa la Vista. Sua pre ciação de Vereadores ,ção, é da ala jovem senca na Associação do Sudoeste, trata-se do PMDB, têm por prin àe Vereadores do Su de Paulo Melo, do PM- cipio dialogar, ate doeste representa ã DB, eleito 20 Tesourei mesmo com os adversã força e representa ra da referida Associa rios políticos, bus- tividade do-Legisla- ção.· - cando sempre defender tive belavistense. Segu nd o informacõ- PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VISTA és dos demais inteoran tes da diretoria,ove reador belavistense ja participou de diversas reuniões, sempre defen dendo os inte:::esses da ORE Comu-nicado . CONFOR~tE PORTARIA NO 208/89, DE 13/ 06/89, A PARTIR DESTA DATA OS ALVARÁS E CERTIDÕES NEGl'ITIVl'IS EXPEDIDAS PELA PRE F:_EITORA SÔ TERÃO VALIDADE SE POSSUIREM A ASSINATURA DO PREFEITO-OU DO SECRETA RIO MUNICIPAL DE FAZE"IDA. AS ANTERIORES A ESTA DATA CONTINUAM VÃLIDAS. BELA VISTA-MS, 16 DE JUNHO DE 1989.- EDSON MEDEIROS DE MORAES PREFEITO MUNICIPAL nform·e.T O JEITO QUE o LEITORES GOS -TAM NA Pfi.GINA 1 Policia Militar_- uma necessidade e quicemrten,ária, a Poli ia MI Groo d Sul, orguiht-te d [ I 1 1 • 1 p :tr., - , , r1 , : t t o hís- 1 ( 1 J O • Como e±te povo, for)ou para si um cara ter briv e libertar1o, esta Millcla culti va u pansad d lorJomar tradições bucat do1 premente, conservar tradiçoes coner var n miticna de def r,r t.!'u dor val<H'"!l c!,i socI < d:, 11•, , Com efeito,mlrado o advento da Sindro m, <l,t 111111g111·.i1,ç11, du v1o1Pncln lrroctonul como ro1111r. cl1• cc,n,J'OI' 111 .. ento, compromeen.do o Lei, 11 m:Lorltl,Hle ,. 11r: Jr.nL1Luiço1•n; mr,1- grado o juo e q,wrL mwmc•nLo pcpulnr, n Po- 1 ÍC'ln Mil 1 lill' do Estado d Mo Lo GrOCf'O do Sul, tem conscfên:da plen da expectativa n11 aLunçõo cmirwnl e mente profissional de flf'UG ir, LC'[sl'!ll1 LC'!>, cil, fll)CC'Ofl ldode d v 1 ven C1flr' os diversos segmentos dú pc,vo de quem ~ f1ulo e insLrurnrnLo. Supc rando l im~ Lnçõe s de me 1 os, adéop a-se npc.rfciçon-sc, procuro estar a per de seu lcmpú. Forrra su&s novas gerações no er,tendi mentc de que ume na;ãc não se faz por Decr~ uma nEcessidude? te, s~dimcnla-se no forLalcclmcnto de suas in:;tltuiçêes, nu visão projetiva de seus c! 2a 'Tér, PM. Daniel d,,ctãos, nc, compromisso construtivc. dos con- CrnL. do Nu/Pcl PM. DLV-MS. temporí',ncos, nc respcit<' as clãs de; conhec! lL/06/89 mento e na amalgama dos valores pc-si Li vos • - ...,. . E!::LC é o esplri to bus::olnr de' Policia M! .MUTIRBO n BDIXftD lilar de Mato Grosso do Sul, ao mesmo terrpo quer comunl cnr ao se1.: pÍib li co, o per sam€.nlo e a ação que norleiarn os profissionais nri f LUMINENSE sulvnpuorda da Lei e da ordem. Exi stimc>s não pelos fvores desse OL' d.:?.- quelE pc,vcrno; existimos sim por 1ntcgra- rnos as necessidndcs b;sicas da scciedade e por S(•rmos o insLrurn<nto fundamental. a h:: m~ostasia do sislcmú de convivêncin publi ca. Como pcç;; fundamental ac equilibrio de um sistema, é inperativo que·cristalizernoa 1 ( • ·, ,lnr ç • r dr· IJ 1 t:i , r. l prtnc cupri- l e . Quando ncs referimos a uma profissa pen± ando numa atividade da qual se tiI o sustento, fazer "Policia', em sua for m mais elemntar, exige do homem dedic çãc, abnegação, coragem e outra virtu - deu qu<> chc p:urr. n cc,nf ip,t.r•,,r um cerd - elo. E Em vc rc1 ~-de• com mr·cl 1 nn: 1 r rl J ,; ' ~ r ce dante do tc O rc s podemos ch gr,r II ç.lt•n,, oc,·p:,çi:io d< - e:;paço& a nó des inadcs no s,· lo d:, !.>(• - ciedcdP, fHIII o. nccp:;sidú<.le dt• "LOBBlf.S " junlos uqL'<"les que pr·ocesnrn hcje as mu dunçus sociais dú Pais. Esternos vi~cnd0 de favores pra cumprir nc;ssa mis!:UO ? ainda nno no!: Pr,contr2r.10E.? ou não scn,c. A Daixadu Flurnln1·nsc, recebe1; no Últi mo d~a OE,n equipe da Prefeitura MuFici: pal, qi;e p11trolou todas as ruas, real l - zou atc-rro, fez Bocas de Lcbo em diver- CAUSAS C1V I. E J " [)f, ;ov ,:-10 o ·rr:LEFO'J ; : 4 • 1 - l --~-·.···-. - .. a 2' ... ... . ... .. . .. JOR.'<AL TRIBUNA DA FRONTEIRA i. (Fm<"DADO ~l 20 DE F_EVEREIRO DE 1972). FUNDADOR: IVALDO PEREIRA REDATOR CHEFÉ: IVALDO PEREIRA GERENTE: GILSON SILVA SANTOS REPORTAGENS: UBALDINO RODRIGUES E LUIZ HENRIQUE NlJNES CORREA. . NOT1CIAS: ABnt, AE, PLANALTO E CORRESPONDENTES. REDAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E PARQUE GRÃFICO: Rua da República, 564 - Caixa Postal 23 - Fone:(067) - ' 439-1410 - Séde Própria - Re.gi~tro no - Cartório de Títulos e Documentos ng 35. fILtADô Á ÁDJORI E ÁBRAJORI. tJ:-t SEMA..liÃ.RIO DA REDE BELAVISTENSE DE JORNAIS. « ,, CGC MP - 15.513.203/0001-59 - INSCR. EST. 28. ' 219.0003-1. '1,:nTRETORA: MARIA ESTELA VELASQUEZ PEREIRA. sos cruzamentos de ruas par dr vzão à enxurradci que alagavam os terrcr,os mal s baixos.· Ao contririo do Presidcr.ce dé Assoei& ção dos moradores de Baixada Fluminer.se, "TOCO", como é ccnhccido, qve não parti cipou do mutirão. Os moradores, entusias mados, procuraram os funcionários da ad ministração Mur.icipé!l pnr& solicitar le nhh, orientação para plantio de horta, e levar su2s reivindlcações,mc,strando quv o maior problema do Bairro é aterro s ss near.ento basico, onde o mato contribui também ccm a Rrclifcração de mosqu.tos. As pe-squi scdoras de sz.Úde ccns ta taran; que é g1ande. o número de resid~ncias se~ sunitirios, muitas corr fossas correndo a céu abertc. A Prefeitura cadastrou todos os mora dores, para atender posteriormente a! so licitações de encanamento d€ água, s,.mi tários padrão e colocaçio de bueiros que fará futuramente. A Dr~. Azaléa, Secretária de Saúde, a tendeu uma midia de 50 pessoas por dia.: com consultas e medicamentos. A Prefeitura agradece a Dona Lúcia q/ cedeu si,lz. residên::ia pEra atenderem os moradorez do Bairro, e a todús aqueles que colabcraram com o· pessoal da Secre tarta de obras, bem como a Pastoral d Saúde. scritório Jurídic NELSjltl __ CHAGAS lDVOGADO FONES: 251 - 1721 - ESCRITÓRIO 251 - 1712 - RESIDtNCIA ESCRITÓRIO: Rua Tenente Bernardes no a· RESIDENCIA: Av. Ccl. Camisão no 65i JARDIM OTIH-MS 2.491-A. g CD DR. RENATO DE SOUZA ROSA MEDICO-CRM - MS - 2049-HORÁRIO: 17-21 DR. UBIRATà LEÃO S. TORRES ~--=-- -· -- ---:..=- --- - - - "- .;5i5 CIRURGIÃO DENTISTA - CRO - MS HORÁRIO - 13 - 21 HORAS. ENDEREÇO: Rua General Osório NO 660 BELA VISTA - MS, DR. _ LU l_l A _ NSEL!O DA SIYA crvnc±xo Eirsx co - s.5 HORÁRIO: 08:00 - 12:00 HORAS. : :a 'ist e:te estt TO TRABALHISTA . E_SCRITÓRIO: Rua Coronel e • - ar:iisao, FONE: 439-1302 QUESTÕES DE - CENTRO - CEP: 79,2( -Quando termina um sonho... Começa a realidade é s@ .quem.acfedita em sonhos sabe o que é melhor para si RELA V ISTA - 1ATO GROSSO DO ~ i.taente ar a popu, ,:e nossos e frente Í EC.iJre t : cliente Pessoal , coloca, retendia 'este feito ;:arenden -'ra, o -..:::e.s rea. ::jiDESPAC Z5LADO ~ós ácreditamos no progresso e temos o que é melhor ,para você o HOTEL POUSABA DA FRONTElRA tem Apartamentos qom ar ·condicionado o moderno Américan Bar - Lanchonete com um delicioso Chopp Avenida Teodoro Sativa - Bela Vista Mato Grosso do Sul Reservas: 439-1487 e 439-1366 TIP.f,A 'JJ'.;TA J 7 DE JU O DE TF [: Taça Cidade de Bela Vista Dono do melhor retrospecto ao longo do campeona- teve ainda o oleiro menos vazado(Gato) e o ar pero da competição(leto Mendonça), O Gremfo Es rtlvo Unfo fez Jus ao título de Campeão da I! TA CIDADE Ili'. IJILA VlSTA, promovida pela LIa Espor- 193 l!elnvistense e que teve St!ll têrmlno no Último la! de semana(dia LI/06), no Estádio Municipal Oc vlo Fontoura. ALGUNS DADOS DA COMl'ETIÇÃO Foram disputadas 15 partidos desde o BCU início, 2 .491-1 a 09/04, assinalados 76 gols, numa média de mais cinco gols por partida, sendo o principal art! - ~l:TÕR!O beiro o atleta Beto Mendonça do Grêmio Esportivo U tNCIA J!âo, com 11 gols assinalados. - ardes z n? E lespaclante Dinâmico Bela Vista na arca de escritórios de Despachante alente está muito bem servida. A cidade possui I • ês ou quatro escritórios do ramo com profissiona- lc n altamente éompetentes e conprometidos em bem a u tender a população belavistense. Um Despachante que lerece nossos elogios e o JJ DESPACHANTE, localiza- em frente ao Grêmio Pedro Rufino onde o Justino tâ sempre pronto para atender da melhor maneira os us clientes. Na semana passada Justino esteve com u pessoal prestando todo o atendimento, inclusive ROS~ a colocação de balisas para treinos do pessoal --=-=-- ~e pretendia tirar a sua carteiro de habilitação . 'O: 1•-. teste feito pelo DETRAN, no dia 09, entre mais de pretendentes a se habilitarem somente cinco con uiram, o que mostro a necessidade dos nossos Des chances realizarem esse tipo de trabalho. Para - • JJ DESPACHANTE. FALANDO EM CARTEIRAS DE IIABILITAÇ,i.O ... Clubes de Laço de Mato Groso do Sul. Oscar Corra les é um dos mais regularei laçadores do Clube de Laço São Geraldo, nos três últimos encontros real! zados em Sidrolandia, Gufa Lopes da Launa e Cara col, o laçador conseguiu excelente média de pro veltamento de armadas, ajudando ua equipe a con seguir excelentes classificações. Na entrevista, Corrales fez questão de desacar o apolo que vem recebendo do Patrão do Clube d La co São Geraldo, Victor Feltx Rojas, "ele oferece to das as condlçÔes paro que seus laçadores tenham um bom desempenho nas competições", disse Oscar. Lem brou ainda o laçador que "o dinamismo, a participa ão e o apol dado pela Sra. Jandlra Sena Ro[as,es poso do Patrio e que acompanha o Clube em todos os seus encontroa, cu1dnndo com carinho e atenção pnru que todos os laçadores sejam bem atendidos, não po de ser esquecido". Um fator que deve ser destacndo e n populnridode de Oscar Corrales, estivemos no encontro de Sldro lândia onde pudemos comprovar que o nome Corrales já virou folclore no meio dos participantes desse esporte equestre. De Corumbá a Rio Verde, laçado res de Clubes de Laço sabem quem é o CORRALES de Be la Vista, bom de laço e bom de papo! 1 Duque de Caxias Pista de Motocross_ ou Via Pública Já estava na hora dos políticos do PMDB, princ.!_ palmente os deputados do partido que se dizem nos sos representantes, desconfiarem e reivindicarem ao Governo do Estado o· termino das obras na Avenida D!:!, que de Caxias que foi iniciada no mês de setem))ro do ano passado, com a clara e evidente intenção de angariar mais alguns votos para o candidato do PDB a Prefeito Municipal nas eleições passadas e que o té agora não foi concluída. Já vai fazer um ano; o que estamos vendo, principalmente nessa época de chuvas e muito barro, lamas, buracos e lombadas, o que vem prejudicando sobremaneira os comerciantes que têm suas lojas localizadas naquela via públi ca. Ao que nos parece, nem os vereadores do parti do do "velho" Ulisses.estão esquentando com o pro blema, muito menos as autoridades governamentais . No nosso entender, o PMDB, sem querer, criou em Be la Vista uma-pista de Motocross na Duque de Caxi: as. Quem deve estar gostando é a Associação de Mo toqueiros da cidade, pois a continuar assim não pre cisará nem construir uma pista para participar do Estadual de Motocross ! ! O que existe de motoristas em Bela Vista que es cionam seus veículos cm qualquer lugar, pouco se reocupando se estão atrapalhando o trânsito ou a são dos demais motoristas, não está escrito. ~ co - encontrarmos nas esquinas da cidade carros e ca ~hões estacionados sem a mínima obediência à le: slaçâo de trânsito que exige o estacionamento,pa carros pequenos a mais de três metros da esquina 10 metros para caminhões. Depois acham ruim que a Hcia Militar realiza blitz e aplica multas nos i!l_ atores das leis de trânsito. Isso tudo sem contar eles condutores que ao virarem uma esquina ligam seca e esquecem de desligar, virando para a dire.!_ •ADI ou para a esquerda com o "pisca" ligado para o la 1 rio contrário. Quero ver a hora que esses motoristas feree dirtgir numa cidade maior e de trânsito bas- ·E l s:o1UE s CASAIS] llliro"lã de Bela Vista"!! .... 11NA15 , r------------------,----, - l LA,AD0R FOLE.L0RICO .g7±±EMA"E% todas as sextas feiras no clube a sociedade bela vistense está convidada a participar da "Discote - que dos Casais". Só entra quem estiver acompanhado do namorado(a) ou da esposa(o). Segundo a direto - ria do clube, "os jovens têm a sua tradicional dis coteque aos sábados, aos domingos e a vez da crian cada das quatro às oito e agora os casais terão a sua vez de curtirem as músicas que marcaram época, tipo tangos, boleros, valsas", etc. N E NÃO ADIANTA FALAR QUE SOMOS CHATOS!! "Contra fatos não hà argumentos", e a verdade é uma só. Para se ter uma ideia, a empreiteira que es cava fazendo os serviços em nossa cidade foi trans ferida quase que em sua totalidade para Porto Mur tinho onde já asfaltaram mais da metade da cidade, além do realização de todo o serviço de esgotos e saneamento da cidade. É mole!! são RALES, OU MELHOR,"ENGENHEIRO" OSCAR CORRALF.S ! ! Quem conhece o -'Engenheiro Mecani P' o 0scar Corrales ar!n como.um bom ecâ:tco, está qua erto; Mas que sa que ele só sa e consertar e 0 s está errado· ' Oscar corrales, ou Corrales é a- r (l tr:,, disso u~ gran (l de laçador, inte- • rante do Clube de co são Geraldo de la Vista, pelo al já venceu vá- ios torneios :le lo e ciaa de sua ua "Meia Noite". Esta secana cs- tve=e, ceveras-!2 _ __e' co Corrales(foto acima), a respeito do to ~e Club'es de Laço que será realizado no prxi es de julho, por ocasião da realizacão da EÀ"1'0 • Afirou a reportagem Corrales que "espero uma Celentc apresentação dos dois Clubes de Loco de la Vista, pois seus laçadores vei:- r't'<?inando com dnco para ficar co o título do Econcro". Lem Ramos que a disputa é promovida pela Federação de • Vara Miranda· - Dia 30 No proximo dia 30/06, a cantora Yara M.iranda es torá se apresentando em nossa cidade no r.inásio dê Esportes. A promoção e do Grêmio Estudantil da Es cola Castelo Branco. O-Show com a sensual cantora que e irmã de Sula Miranda e Gretchen terá início' às 19:00 horas com o ingresso custando apenas NCZS 3,00. Na oporturridade estarão se apresentando ain da vários grupos de danças alem de outras atraçÕ: es. Todos são convidados. Na semana passada foram realizadas as eleições pa ra a Presidenc:ia do Associaçao de '!oradores da vnã Cohab ec nosso cidade. O vencedor, ou melhor, a ven cedora foi a senhora Rosana, que derrotou o candi dato oponente por uma diferença de trlnta e três votos. Vale ressaltnr que, por incrível que pare ça, as eleições no Vila Cohab transcorreram senne nhum ainterferência política ou de políticos. Dese jamos a nova Presidenta que desenvolva todos os ei forços em prol do bem estar da comunidade da Cohob. ELE O FAZENDEIRO} Foi promovido pela UDR JOVEM de Bela Vista nes te sábado, dia 17/06-, no Clube Espo_rtivo Belavis - tense o Baile do Fazendeiro. Os que estiveram no Clube disseram que o baile foi sucesso total, o clu be esteve completamente lotado e o conjunto era de excelente qualidade. Parabéns UDR Jovem. Enquanto no Clube Esportivo Belavistense a UDR realizava o Baile do Fazendeiro, no Grê::iio Pedro Ru fino a CORPORE ACADEMIA DE Gl'.'<ÁSTICA E MUSClfl.AÇÃO promovia uma discoteque com a apresentação do GRU PO GINGA, um dos mais renomados grupo de dança do Estado. Informaram à reportagem que o clube tabém esteve com suas dependências completanente tonadas. J As reclamações 1 Todo nundo sàbe que a nossa cidade nao coporta duas promoções de bom nível ao meso dia. Isto por que boas promoções hoje em dia estão bastante ca ras e exige uma excelente arrecadação para não da rem prejuízos. Não entendemos porque realizarem o Baile do Fazendeiro e trazeren o Grupo Ginga na me-s ma data. Muita gente gostaria de participar do a? le no Belavistense, mas tacbem gostaria de ver Grupo Ginga, no Grêmio. Em resumo, uc acabou atrapalhando o outro, mes :no sem querer, e claro, sendo que se houvesse ue lhor entendi.cento ent~e as pessoas envolvidas, a caria escolher as datas e os dois sairiac ganhandÕ muito cais, não acham? Eu mesmo, para ninguém re clamar, não fui em nenhuma das promoções. Tchau ! ! RUA: FONE: DR, SALVADOR : LOUREIRO OAB/MS 3.369 CIC 029.875.191-20 ESCRITÕRIO 251 JARDIM FONE: 10 DE MAIO, RESIDENCIA: RUA OLAVO BILAC, 146- COHAB. 1410. MATO GROSSO DO SOL. 251 - 1451 341 l ·Sindicato quer Farmácia como Postos de Saúde Pr ra o 8 tr,cJl e, o elo:; l·nrm:,cc u icc,s rtc• Mnto Gro:,no de• !.:ul ('.:JIHAJll~S), 11~ fnrm,,cias d<'V<'lll runc 1011:- r e r,rnc, vr rdr d•· 1 ro!'l po:. Los de• aude e prestar primeiros-sccorros. O pr•• o!ckntc· c}[I lnt,til1.lç:10, A1y FPrrl'lra, c-n tregou à ccmisso de sistematização da s sembléia Estadul Corstituin e, tm nuclit·n oia pÍlbUc ,. 1m, dot'urncnto ql:t! rcl.:,cionP a sugestões d classe pra aprovei amnto nc, procc :.i:-o c,,n~· t.i t.uc i anal. Serunci1, t' Gl11clic;,to, a:..: farmncia ;1clqui r'iran., Cvla o I n.r,o. u,, c,,ri,ter comc·rci•,l provavelmente referindo-s aos estabeleci-' mr 11 t.oeo do pc·rn t'<►Jpv;,Jos Dl' l ns e i rcun!? tnr. c ias, a vnder artipos nos ccnvcnclon:.is, como ~lirnLnloP normrlmcnle ccmrrcializhdos cm mt..:rcuCuri;ls. A s) tLü.çào é o.tribL•icta por !- l' r rc ira na falta dc po li ti cas adequ~ elas. Tnnto que a rrimlira sugcsrão do sin cliC'nlo ncs ccnsll tuint,·s é um arLigo que prece i tu,. o cl(•Vt' ,. de, !-.::; tudo de se: rcsron snbi 11 znr pelo atendimento F~rmncolÓgic~ "um c1i rei to º" t, dos". . qucr-li=io dcs í!H dic.1r.a:nto:,, t:.rnb.;-m mcrc cru dcs trmucuticcs amplos estudos. inu ci '.ldot~ que• cc.1,1rr0vflm os r-,,stos e o de sper dicic dn govLrnC' brasilc·iro otr·,vés a. Cg me:(Cerlral ctc t•lt>dic.im,·ntos), o Sinfar;;;::; criticou n pc.Jitic;-c do setor e [)<•diu aleu mrs pr·ovidências, c(,mo o camb.: te n· m:to - mcdict•c;n0 e n pn ibtç:;o dL publ icid::dP de remédios nos meios .te comuricaçio. Ferrci ra. disse que classe ex J gc t,,mhÍ·m, ni1 cc mreializaçáo de produtos tmeopaticos, ex clusividde acs Farmceuticos especializa.. dos, qu igualmente avem ser pr'cscnça obr·igPtÓria nc,s pcsto,; d<· saÚctc govern"mc.!:1. t.;is l' 11<. vigil3.nci a SC1ni tnri ?. DF.NTISTAS O prPsidcnl~ do Con~elho RC[ional cte: Odont0logia, PC1ulo Belchior dos Reis, crca minhou aos constituintes neve p0stulacÕes bãsicas. entr·c elas s::.1nl'ios cc~~µ.,dvc-i.9 carga horária oçcional, iscncmia salarial dos p!:'Ofi:,,sionais do Est.aao e Municípios cc.m os a,, unino, ins.:ilubridãde, ir.plar.ta çao de consul tÓrios cdcntclogiconas csco la:,, dQ 12 Grau e criaçao de programas ed caLivos, prC'vcnUvos e curativos, plenitu de dc,s pt·ogram,,s de fluo rc tação. U, tJnnoJ r.o Eu udo e propo ,. d< '1;J j1 insUtuido no En3lno rl• l Gr u. r.:~,Lcrl q1.c· dP oriPnl açÕ<'fl P,f ra1G ..,cbz•e <• tum. l o nor ,duro•:, rrt,lhcr·c•::; ccndiçÕes P• r, :w c:r - pn 3;•1; no qu,· r,<: rclc.c1c.nc fl pr·lorl<i de nns via urbnas principglmen e pra o Bi!'êf•r:l'• cc;I(• lvc e· t,1x;•çÍ:Ío dl' t, r1!'11r, ·,dr•qu,,rl;i". rtobcrlo fl1,r 1·0::i dr 01 iv,•J.r·1 p1·ccJ cl1-r.LP <lCJ "lnd1crto rJe,f· Dc•f·prchnntcn, 1·cliciL011 qt<· cejn insPr!da nt Cor::i ltuiçí:io o rrronhrcl - mcnLo cl1. allvtdr.clc da cc- egodl'.I pclr; <·uLrJ , r, sun justific.ilív,,, proveu oer c:,p,,z de e fr·t•t1 ·tr !-:oi t unçÕ<'!1 ndverCP:3, of(~rPCl•r br:., cr;t ar, t1aballi<·, dignid,,dc, nrrov••! ·,rnt-n <> dt M:io-d(• Obra dcsqunli.fJcad;. da N•ncll',<'Vi t:né.o n r.i;,rp1nnliz.:,ç;:Ío deste-. Foi p'<lldo qul' se discipline: o número Ul' prcris~ion·,!::; at.rnvi,s do Ínctlcc populaclon;,l d<. c;1da Mun! ciplo. O Sinclicalo cclhlu ~m tod0 o EsLado 4.789 a~sinaturas. Em n0me elo Sindicato des Médicos,dc Con selho Regional dC' Medicina e As~oriuçí:io.L~ cio M~rio DulhÕes(Prcsldcntc a Primeira E.!:1_ tlclcde), apzescnlou as scguintPs propostas básicl'ls: Mar.uter,ção dcs Dcr.efÍc1os g.:,r,->rt i dos pcln Cor.stltLiçio Federal, humanização dos Scrviçcs PÚblicos de saúde e cfctiv~çno imedia a do SUDS- Sistema Unifictdc e De centralizado de Saúde, isonomia Sõlarial além de outroE itens já artcriormcnLe er.cn m'nhndos na As!'c~bléia Estadual Constituin te. O rcprcsentnntc da Associação Profissio nais dê, Indústria de Cerâmica, LLiZ Clnudio Fornnri, destacou duas rcspost,,s uur a catg geria cr.tçndc cerno primordial nc • capitulo d~ ordem ccon~nica de Neva Constltuiçno:Pro tcçio as indústrias d,. ccncorrêr.cia dcslc-al qu,mdo c::cta fcr motivada per incPntivo fis c~is concedidos por outras urid&dcs dn Fede r,çio, e que proporciono nr comercializ~ç~; neste, diferença de carga tributária e, ai.!:1_ d~, , pr·efcr~ncin de bcr.s materiais OL scr vçcs da terra. Sfstema ização recebe proposta de instituir maté ria. de trânsito no t grau Mais uma .:lL'. 1e,icia publica foi realiza da no dia 08/0õ 'qL.:n.ndo ã Cor.il ssôo de is . Enatização, p 1 -es.ididapclÓ Dcç-utado Cícero de ouza.• re=cbcr.: r-. rescn antes do Sindi cato d·,s Emprc as de •rrwiEpcrle de Pasf..a - geiros, Sircicàto d s Despachar.tes, Cnse Iho R{;~lon9l:dc 4ec.ic nt, AssocJaçào M6di- • ca, As~oc1açào dQs Cirurgiões Der.tistas Sindicato dos ~~dices, Ccrs.lho Recior.al de ,!'ar:nácia e Associaç;::o Profi ssion,11 d::, IndÚ·triade Cerâ-:lica, que . ,,i:rescntr.r·am prcpo to.s r.:g stÕes p~ira a . "icvn Con:,,ti tuiçáo de Mato Grosso ac Sul. O Secret.'.,i-io ac inaicnto das Enp1·.:?s&s de T r an s p c r t e s de Passageiros, L u i z C a r l o s Spcr.cler, ~~!'.;e c;1:•• cx.::t :-- lõ E:r.-,prcsa- (en'.re Intermunicipais d transpcr e Aquímica ·não conveniente- (l a dquir!r o "Kr w-h quetei com o let 4 chg roc i'•• •, 1 , lo Ir ~ ., K ~ t•l1!,r' seus rproar'·nt la, qu t: • 1 e: l < Ur.1 Cu+ r'V r• f r• !'O! rio lar, r • ,ic, ! t,, l .. ,; pode mat:.r pel r ro 3,000 d prios ciddos nur nataqu Ca ;,r C,Jl 11 .. •. n ci0 d, di•,,., 11> .- 17 Vl::, fi u::a fir:. l d; Alc•rr;irir,-_ ,:; cj, r.· • 1 q,.,. v1·nd1 ,, loia pra a fatric,G u c . ases G.e os que uac" o estabelecimenta ,t ' ~., r·,o e a produção de ingredientes quimicos e tif,~ros. ur.i· bc,lctu:i r,•:;..Jl r·,:.:.E: d,, ;:.e. pomatica do encontro internacionsl t r ~ o g:'is vcr.cr.c::-"'i, :·r .. , 1 i z~ ,~,., r.:--. P'lr. rce ter impelia dc P,ises europeus bloql!Céi!"C·r:1 ::i fi,b1i:::, lÍbir, •·r• í<:.ibc.:. to pode ser ris significa:te do qu p l esrcnte ir, t '; r-rc ,;' p ( r • -, ü ,; ll j _; l ç ão d t vcn< n0s-o por urr: d i ._ ::C')!' 1 ns • :."✓t 1. Cc,;"" ataque .:.rrcricano e n T!"ipcl i, q~•· Jev'. quL·d,, cr• ric,i:c- trrçcs rlc. t<-·rror1srro :r: gado pelos llb:os, a dt=t<::rrr.i~1.:.ção ce U:r o::. plarios d Kaddafi de utilizar gás venc no.so nL m;:; eut- r r·1, isto pr,cen, presentar- tl:r. import,Jr.tt· cfci to d' cusão scb!"r- a 5iri;, <= o Ir2.qu,. ·Michael Da:by' osbacher culpa outrn~ aíses pelas atribuições~ omércio orie mericaíl lei ",F í E câ-ra ".;to r, .dr. c.: ::G0 1° - :, .c·s 1 A Rua : C;;.nberra- Nas primeiras semanas de janci ro, u~a investigcção realizada pela RepÚbli, e;;. Federal da Alemanh~ deixou claro que aC compcnhias dc produto!ã quimices de Pais não li Sct:r,_ ::.:..i"ic a::ljt..nto de. Tescuro cr:s s,!.~::..- estavam envc 1 vi das nn construção de uma fá- Mulforu • disse que as re:·orr:.;,.s , ccr.êrica5 br ic,, n;;. Lfbia, acusr:da de estar f'abricznclo ticas ccnsist<:en a ::h:.ve C.ér;r auc: u:- .. rals cê•-' gas venenoso. No fim de janeirc, o chance _ cnsiga tirrprcvito dc uz estratégica " ler Kohl acmi ti! que as firmes ::i.1er:rãs esta- auzir- a divida cc terceiro !urdo e seu ser# v.:m cr.vclvid2s né. coorden.;.ção oa construcão "Um Pais deve instituir pc,liticas cer:e=-~ ao rcrertd;;. fábrica. Gcrhard Vor Stotten- su?_economia, acelerar O c.:-esc::.rrert:o, n::i3~ bc·rg. m::.nistro dé.s Finanças da Aler:ré.nha Oci deficits fiscais, fazer b?.ixar a infl~ão, dc-nt~,, admitiu que a fábrica da Rebta for-;:; iZõ.r ª rep:rtição de c1:,piLal, incentivz..rc=· d • e i ,,, • xos àc- ir,ves '~n~- - ........... ,.. • !'OJ. ai'! pra pro UZ r gas vencnc SO. gcrz " " uo estrangeiro, privai ' 1 h O • d 1 • • b • t - ª"' sua eccn~u· __,,, a i man a c» cnta ira nir a expcr açao - -. •~.,a qt..e hojE P<'.SSc:.-:: e:,,t.ar e-,,,- de tecnologia pz:ra os países ré.clicais de tê.tais e S<::rem setores rr.uito si;bver.cic.,;;.:l~ r • t, Mies B ' ici a • • • sangria nc o>-c"'""' t d - ren.e Me@io,e 3onn ir..ou uma investiga- 'Vento e ngo zbrir seus V - r· 1 - t d ccrnerciai~ ad ; •· • • _.,. çao cm 14 1rmas a emas cxpcr a oras en; pô- • _.., Dtare.-:i poli~icas ==~ e · ter.eia! de competentes qu:imicos para os ex- • r:i um_!"tgir.e oe caxas ac· câ:~.bio"p;_ra c,.Y-c i' trem is as regimes árabes; além do Kaddafi. q~ali 1 car-se- às va,tage.-is da nc,v 2 es.:r.:i~é;- Esta sÚbida mud,,nça de atitude teve inicio o~vlda, disse i•:Ulford ac "orldne " a::&::: nas vésperas dz. i:-ecente ccnferênc a centra dlal de tEl'-visào - • ' 1·- '• / oe D· . 1 :: ~ per saceli te, a.;. USll-. 1>c·· armas ql:.Í.micas, realizada cm Paris, e refle .,1"':i g~ dos êl.JA) . te· a crescente preocupação de co. o Kadda:f' ,:,le:n a sso, creio aue per ser II' p. ;:rf uLilizaria sua fábrica d- orod1:tcs qliiraicos lu"ltar;c do qtal • ,. • ' •· os bncgs recisam pzr> feita pelo Alemães, em Rabta(60 krr ac Su otvta::iecce con,,- 1 ·t:u· - • •-e 1 ::'.I p,cble:na -é!"10 s.: d Tripoli). Provavelraente, est:e foi uns · • s E:~.:ivt:r -t - "' !"'c>Sa::'o rn Pé.gér."lCc., to de jur - dos mo i vos da rEcusa do ex-presidente Re_ acs ac bn.coa - ' pois is ccrrplica e~- gan cm não suspender um ataque a Rabca. vi-·r--------.:..--.::.=..:::.:.::.:.::..::..... s,:ndc assim despertar a Alemanhé. Ocidental OE- SLa apatia sobre o assunto. A dcrrub,.da dos ci Migs: da LÍbia pelos norte-a::-eric2- nos fc.i uma m~nrira de arralr a atenção cun d!~l scbre seu Pnorme receio er. rulação ; aqt..'siç5o dr armas quimices feita PLlo ins távl regime de Kadcari. Err. contrastes à apar nt ind1:-erer.ç dr:. Alemanha Ocidental e de outros Países euro- LEIA E as~slNf "JORNAL Tf • ·:-;!!!,jCCr ':!D: Rua A ftUü :: "'frc.:-itar • /,lbuqLec ... = :-i:Ír io Ru e •arer, " ata Rua o zi-. tor'zado Gencmir cs3 G pt. contrr ::,_ êl Vi isso 4 Lei e e ,"ce e e,z 1 < ,Ti r 1 / ll L.A /!'.,TI M ]7 PREFEIIURI MUNICIPI DE Lei Municipal n! 856 /89 ,,1 ftll.'rl·.~ _t!!_l_':fl.l'lO l·.M 1'.l OI. _{l_!!,!tlO DE_l'I.!!.'.!_ -[Ji -;i-·,,.. ti( br'I n r'1 vov. ... c; 1c. rJ· Lei N 769/ 4e OE d Abril-de 19/6- "Doação", lo Fll, r.d, .or "imir.lp.d d, tJ.~ 'I 1:it ,,..{ 1 gases l nr1 ve; evrope. Rab: do . siçae • avel.' qt:,' : .... o risr~ .n::i.çao • utiJi: to po" to di C, pars' outr ç% erit o dos conêr-;·' P- até" seu° ~ C' ' O, » i n : eent" +vas" etar .se1° .; r - - ,. ea ar, m gulnt., ,., J: AITIC.0 19- Tt1rrH. :;ir <l<'llo II Lt·J fl~'/ú')/86. o a Ar d 196o, que autoriza O Ex, •11l tvo Mt1!1lt· i "" l ,1 dn;,r• urn lot, e]( lt rr·.,no rbno loc lizado nc Boi r·•·o Antt,niu '.JofÍl, b NA 38 d 1 Circunscrição, me'indo 1x 3G m?, ;', lpr,j:1 clu Evanp lho Qu, drang~ l ·•r. AHTICQ-22 - l·.:.1 il L., ! c,r t rara er vipor· nil d~ t· dt Su'1 publ ic-;,ç;-;0, nvopr1d·11· ar· d!src,si- cÕt ~- n, contrario, iWla Vi~:t:•-MS, l~• clr junho dr· 1.9(, 0 • t.osc-n Mt•dtií'l!' d Moraes-Pref, nicipal lei G DINFTE DO PREFEITO EM 13 DE JUNHO DE 1989 Dispô sobre a denominzço de vias Pübli cns ·e ctii outrt-~ pr·ovid('ncíns. A Ci°rnr1r,, Munic ipnl ck Bela V1!'1 n, Est;,dc, ae i•,dto Grosso de Sul ,,rrovcu e promulo a s gu i n te Lc i : ARTIGO 1- Fiem: aim denominadas a Vias PÚblic.-,s nc lt>1.;rn,pr.tl• Neve, Hori::c;ntL': A Ri.:a s<m d(•r,0n in:.ç:io na qu,•c'r!'I O~• cem rcmÚ1L'sccnlc elo Lot, 8::, fica as!:.i11 dcnomi n~dú: Rua Pro!'q Ct>r.Cl ição Ran.os. A Rua sc·m dcnonr.'.nr:ção né qt:adr::i 01 e O;,> ccnrronlando cc,w Chácara do Sr. Frznciscc de Albuqt..crquc Mnin, fica as~im dcnorn~nadé! Rua Mário B::it t.i l;-,ni. A Ru::. sem dcron,innção !'ln qu.c.dra .01 e 02 lotc::irn,r.to Novo Horizcnte, fic.:c. a$Sim dcno m:nada Rua N:c0medes Arcco Ortiz. APTIGO 22- Ficn o Chefe do Poder Ex~cutivo autorizRdo a mandar confeccionhr ª" plac&s de denominação para as cit&das Ru2s. ARTIG0-32- Esta L0i entrará err. vigc,r na da ta de publicação, revog2dns as disp0siç;es er; contrario. Bela Visla-MS, 13 d~ junho-de 1989. Edson Me~elros dL MorEes-PNf. Mur.icipcl lei M<•r'vlroi df' MoriPr, fl<•lt,1 VI t l a, Etado d P r, fr i o r1:, to GABINETE DO PREFEITO EM 13 DE JUNHO DE 1989 DiEp;c scbrc a rcgulorizaçic de Acadc - -:las C' e,,rid.c:des EsportivD.s. í I l {, j AHTlGO ;>L Í. cor.!1;11 ,., i',rrtlcl'lar, prcJ ,JJ7•,(JO e:,, I·npor-· , fqc,·t•1<;f<J. por inicl11tiv·• prlv1".l,,, r (l_rrJ:q•' :o volvlrnr·nlt, (l', .• ·;tivicJ•,d<:· cl·,'t,lf'i for r:, elo /, r i i-o '1 cJ1·'J a l ro cJ< Orien ação l·i!,IC . C.ub<~, Co:.rhni nior;, l!Ó <·ln, Cl lnic,,.; , • f '1 ic,,, ;:, c1, - ddes Civis de Caráter i-:5ptrl 1 vo cJ, '.i1r. 11~ res) . § 1•- No CUJO dnn CltlU(f'i, 110 toc:Jr: < n:· :d ividades no abranLdns pelas norr· Dr. ·pcrtivas estableciduus prlus· Federaçóet 1)1•:.port lv :,: Ecolintas, ulat ,.,. Glr ·1 t ! cns, Musculação e Similares; §?"- Em 11ipÓ1t :," ;-iJgumH podc•rÜo nL 1 .,•.·· bel·cimentos se dedicer a formçáo d• Pr-n fessoros, instrutores e Auxiliares d Ensi no, nem cnns<')'Ut·nt<'n.r•r,lc, rxpPdir· 01pJor:•;. cc..m e:sas d nomi nnçÕer. ARTIGO 3 - O:, e: t.,bclt,cirn<·nto:, p.11'1 ir•ul."l rcs <~pcci::ilizr,clo..; 1-;-~Edt.cac;rio F'Ísic-,, F.r; pcrt•· <· RPc1c·aç:Ío flcam sujeitos ·,e ficp!:::- 1.r·o r a oriPnt.,çio norm,liva d, C.M.f'.(Co miisi'io Municipal ct1.. Esr,ortc). ARTIGO 42-Para fins de organização e fun - cion,,m<'rto, 05 "sthbnlPcim<nlos r:-,r-ticL:la res ~o Educuç;c Fi:::lca, Esr,orle e Rccren çno sno classif'icados err: 0.1- De Ginástica ntividadP de Alaqur e Defesa . Mu:;.culaçZtc Dança Yoga Natnç:'io outras atividades compreerdidas no c~rrr.o da Educação FisicE, dos Esportes e Rccrcaçãc. ARTIGO-5°- Os e:;_t:cbelecimentos r:c.rt icula res especializados cm Educação Fisi~.1. Es pcrte e Recreação ficam sujeitos ao reis tro obrignlÓrio nc C.M.E.(Comissão,de Es - ·porte), desde que csteja~enquadrados em um Oü muis it6ns de rt. 4°.; § lº- PeriÓdicamcnte a C.M.E (Comissãc Mu nicipé,l de Esportes) deverá svpc·rvisionar o cumprimento das normas previstas no pre sente projeto. ~ - O Supervisor d2 C.M.E. d€:verá ser um Rrofessor licienciado em Edt.cação Fisi ca. fRTIGO 6º-A ccncessão do Registro do esta belcc!mento fica condicionado~ aprovação prévia d,.s respectivas instalnçÕes pt>r ins pcção Técnica procedida pela C.M.E.· ae Bela Vista-MS. ARTIGO 72_ Toco estabelecimento tera obri- ----- g8toriam<.:r.te, um Professor em Educação Fi- sica, 'd0vidamcnte_regist::-ado nc c·.M.E.(:.1- nistério de Educação e Cultura) como Dirc tor-Técnicc responsável pelo Registro e funcionamento do rLfcrido.estabclecimenéo, qualquer qt.:e seja a entidade o_u pessoê. ri si cê. m.:;n te dora .. § 12 - A vinculaçãc do Diretor-Técnico dos Professores ac estabeleci~ento é a • o. 2- De 0.3- De 0.4- De 0.5- De• 0.6- DP 0.8- De A câr:,ur2 Municip, 1 de Bela Vista, Estado <.:, Mato Gosso do Sul, decreta e cu pi·omul ·r• '1 seguinte Lei: A TIGO 1º-0s estabelecimentos pErticulares !:'J?Pcial: zados cn: Educnção Fi sicn, Esr,o'rte º~crcaçãc. sediados n0 ~uniclpio de e vista nas Leis Tr~balhista; §22- O propr,ietário do e!:tabelccim~nto se for profissional em Educação Fisica, pode- rn PODER .JtiDJCIÍJH') D(, E.TADO DE MATO GRO..,S DO SUL-Cu:-'./h';/, D·: r,H /, V fS'f'i,-'.1S, Edital n! 01 : • f ~ , 1 . I} z ri te , : i: f ·, ! :· or 1 J", . Á "r •• ? e '· 1.J' - 1e 'Vista, :.' : C Mo G:o «o do ul,1' for ·rr , ~, 1 _ • 1 , (. ' e ... lo, Prl'._1dt··.1, , . XI Concrsc, p:a n~~.:.· Co:. r rc: 1 .r j r .. ·tr·uç0 -~- • ":.., • f 1 , • l r, .. ( d v • • > • ) : r. ; ,·Jt; 1 i ' ( ' j t ' !" ·1 J { :.:. i 1 "/. coes das provas dc concurso supra-rferi do . l - DEZ E ± !· : .L ' d i :, 2'J • j ; •. ( 12:CC heras: : , ; ( : • ... t - 1 ( t ! : . f 1 "1 • 1 ( 2- LCC/,L !,!::i. proves sra taliz 3s i,• scci Estadual d i II Graus ±:tu o.iv tutt.d· ruu ,rãc d M.a ,..,,.., de. 3- Os cand.atos : vrruo Bela Vista. 13 e• VILsm:. BERTELLI (J t, l ~ .. • C l ') tar-Sl', r.o loc,,l ao cu:-:cu:·'-'c, cc r ;,: T cr d@reia, munias d lpis, bcrracna, can_ ta esferorátice azul ou preta, acure- to de: id-:ntlcadt: r• e•:·:.· j J:-;o '1C c;!r:;.· 1 r tr err. caso de al tt ração e, nví.t. ~- :-.c:r.. ;L..r as O:O0 horas serão ;ch+dos os p de ingr-.e..sso nc• lccél .. : .. 1s '< v'•s. 4- No será aamitidc sal- a ore o hcrário e abelecido rc item nter.or. 5- Durante as provas, no sru per tido o use de livros ou Códigos, de c al qver especie, c dc macuinz calculadora. d<: 1.389. JUIZ DE DIREITO. Quando termina um .sonno ... Começa a rea ida e e/só~ quem acredita em sonhos sabe o que. é melhor para si Nós acreditamos no progresso e temos o que é melhor para você o HOTEL POUSADA DA FRONTE1RA tem Apartamentos com ar condicionado o moderno Américan Bar Lanchonete com_ um delicioso Chopp Avenida Teodoro Sativa - Bela Vista Mato Grosso do Sul f,- Reservas: 439-14e7 e 439-1366 1 - - " " .. PREF EITURA MUNICIPAL OE CARACOL - CONCURSO • PÚ.fÍLICO - EDITAL • 001/89 Dr. Iro MArb a da Silva, Prefelto Municipal de Caracol i toado de Mate Cr o do Sul, faz publlo, para conhecl_nto, do Interes ado que e /tario abertat, no per[odo de 2$ a J0 de Junuh d 190, Inscrfçies para o concurso publico des! fna lo a lr tonar candidatos ao prof nto efetivos, rfado pe l I Ld ,., /01/>7 tl<- lij,()/,ij7, CAP[«/to 1 Do CAs O/LI0_1O 9CURSO O ,tos ob]e os do concurso, .,t'U!li 'IUdntll!Hlvos. t:10 o catantes do nexo l th•u,• l"dltal. N!RIO.II IA± CM4OE! I- A Inserções serio recebidas, dlarlaente, no Jwrfodo d<' JS ,l 10 c1• Junho de 199, no:t hor,Írlos d,,J 08:00 us 11:()0 d,,s )t,:00 na 17:00 tiorn11, nn AI/, l.lblndcJ F<•rrPlr,1 IRltt.•, nQ 251, e, nt ru - Cuacol -~1$. 2- São r -: d!iltf'ls por., o ln~n•i.so , .. , cnry.o <'Í••ttvo: 2. l- St.•r hrnni l1•lro; },'}- St.r I dor de 18 e to das Inscrições; 2J- Estar qu!te com as obrfgçôes eleitora!s e nIl!tares; 24- Cotar de boa saúde; 2,S- lt••HH.:lrnJ ,1at.1 rio C'l1Cdr:t~l•nto d,Vi lnr.crtçÕes, o n(vc-1 dt• l'SCOlJrld,1dp l'/ou h:th!tlli,..lo pruítt.slonll e dC"r.:ials quallfl caçoes ex!g!das para o exerelcfo do c:tn•o a que concorrC"r, 11 S,lbrr: 2.S. l- l',1r,1 ,,.. caros do grupo I- Ma!stérto- Classe Especial 2.';.1.1.- rroíl·r.t•or r-1, curso dt.' hnbiltti1çJo C'O na81Stirlo - cor: duração de 3 anos, e/ou Logos; 2.5.l.2.- Pro(P1iwr t1-tl, curso dr hnbllttaç:io C'Cl r.in~lst~rlo, cor duraio de 3 nes e Especialização; 2.5 .1. 1. - l'r..,h: •:or P- l 1 I, curi:o t:up1.•1· lor con 1 icl•nc laturn curta; 2.5.1.4,- Profesor P-V, curso superior coa licenciatura ple n.,; 2.5.2.- Para os aros do rupo II- Apolo Adzin!stratIvo 25.2,l- nico em contabilidade, curo d.1 h,tbllltnç,io t!::I contabilidade e/CRC; classe "G" 2.5.7.2.· sistente ad!nfstratIvo, curso de 2? grau conple to, e 1.1!- ,, "f''; 2.5 . .>.J.- ,u~Ui:u de contabll1d11de, AlLlllnr de tributação , Au.."Í.ilLn Jdi:llntr.trativo, Au~ilt.,r de• tcsournrl.1, curso de 2~ ;:rau co:.pltto, c1a6sl" "D"; 2.s.2 . 4.- Secretária, curso de 22 grau copleto, classe "E" ; 2.5.1.- 1'.1r,1 os cargos do grupo lll- Serviço de Natureza ris· cal. 2.5.J.l.- FIscal de Obras e Postur,,s e Agente Fiscal, curso 22 ~r.1u CC'..,plcto, clnsst! "D"; 2.S.4.- rarn os cars;os do Arupo IV- Apolo T~cnico 2.5.l.,l,- lTifcmeir::i, curso 2r gr.,u co:ipleto,clnsse "D''; 2.S.S.- Par,1 0:1 cnrgor. do ~rupo ' - Serviço;, Ata.xill.:ares. ela~ se "A'e " 2.S.S.1.- MotorlstJ., Operador de ~t.lqulnn, Rcct.•pclonlstn, Tele fonlstn, Au.,illar de Enfel'T.'.1gcc, Continuo, Auxiliar d~ Scrvt7 os Gerais, Servente, Auxiliar de Operador de Máquina, tecan! co, A1.L,lliar tle H;:-cÕnico, Zelador, ~:1:rcndclr.1, ttlf.1betlz~ctõ co:n hnb! llt.1ç~o profisslon.1t. 2!6.- O servidor público federal, estadual ou r.:unlcip,11 1 que nao pretender ncunul.1r o cargo a que concorrer co:i outro de que Ji srj, ocupante, n.:io t:st.i suJ<"lto Jo llr.iltc :.ii."<.ir," de 1- d,1dc qul! tr.1t.1 o sub-Itcn 2.2 3.- Para nscreverse, deverá o candidato preencher e .,sslnnr :i fich.1. ~e ln.;crlç,10, que lhe ~er..1 fornccid.1 no locnl, qual dêcl:ir:,ra pvsc;utr todos os n·qulsitos cxlgidos pana a investi dura no caro .1 qul.' conc<;rrcr, bt:•:'l assin que conhece e accttã coo val!das as dispos!ções deste Edital que rege o concurso coo n:- .lltcr.:ições posteriores, que reger.lo o co:icurso. J.1.- A inscrição deverá d feita pelo porto candld.1to,•Tlão sendo ad"1ittda procur.1ç.10; 3.2.- ~o '!to da inscricão, o ca:1.didato dever.ia.presentar: 3.2. l.- Cedul:t de ldentid.1'1c ou C.1rteir,,1 Proflssionnl no seu ort~inal, que após conferêncin scr-lhe·.i devolvld.1; ' 3.2. 2- Co=pro,•a.nte do rccol~l.::ento da t.u.,,1 de: inscrtçâ.o, :-e: diante original dil via do DAR.:!, fornecido pela Prc(eltura. :ru nleIpal de Caracol-MS,_no valer de NCZS 5,00 (eLnco cruzados novos) correspondente a refercncin d,1 classe "D" "E" ''fº 11r;• 1 e clnsse ~spccla!, e SCZS 3,00 (três cruzados novos), cor:-cs pondentc a referc..nc1n da cl:1ssc "," e "B". 4.- !lo ata da lnscrlç.io o c.:1n..!l~.1to receberá, r.ratuit.1oentc , Junto CO"'.l o comprovante dn ii1scriç:io, u;::a folheto contendo o texto deste edital e o prograa do concurso, Co:l descriç.1o das r:,.atcri.1.s dl! cado rro,·a escrl !·" que ~everá prestar. 5.- Encerrado o prazo de inscriç::io, sera publicndo co Edit,11 ., r<!lo.;-Jo nominal dos ;nscritos, c:i ordco n.lfo.bêtlc,1. 5.1.- O c.:mdidatc podera recorrer, no prazo de OS (cinco) dl.H a contar da data da publlc.:u;.10 1 no Prefeito ~~nlcip1l contra a omssao do seu nome da Ustn de inscritos. 5.2.- O rt.!curs~, n nc-r ,1presentndo por escrito n;.1 S{'cretarln de Adntnistração, situada no Paço Municipal, à Av. LI!ndo Ferreira Lette ng 2Sl, e-: Ca!.ocol-~, nos 'horiirios das 08:00 n~ 11:00 horas e das 14:00 :1s 17:00 hor,l!i dos dlns úteis se ra dí'cldido e:, igu.1! pr.1::!o ãO ir.dtcndo no sub-{tt:n 5.1. ' ·- 5.3.- A_data, o horario e o local ondt! se renliz::irão ns nro "?2Z?"!""as+, +rravs e ·atnt, +s d«certas ·'ira CAP !n;LO l ll DOS VALOR!:S_1'~ RE 'l'l.E:lAÇÃO 1:.- Os valo:-e, e!..: v~nci::t.>nt.>s ccn~.11,, corTcspondcnte à rcfe: [;"Z,l", " aressrta tunetens1 o»teta ás concurso, is s se- l. I .- P.tr:t os cargos do grupo I- Magistério- C1asse E.spccin! L l. l. • J>r-,fcssoc P-1 • 'CZS 170,9 t.1.2.- ?rt,iessor P-TI - ~CZS 2!.!.,2:J 1.1.J.- ?ro!'essor P-III - .C2$ 252,3!. l.l.t..- Pro!'essor ?-· - !CZS 4SS,L.0 l.2.- Par.,:os corsos do grupo ll- Apolo ndn!nlstr.:ittvo l.2. t.- Classe 11 C" - NCZS t.8 ,40 1.2.2.- Classe "F" NCZS 201,50 1.2.3.- Cl.,ssc "D" NCZS 162,80 1.2,.t..- Clnss-c "E" - NCZS 187,22 ~;t- P:i.r,'l os cnr;;os do gru;,o lll - Serviço de Natureza F!s - 1.l.!.• Clo~se "D"· '.;cz5 162,80 1.:. • - ?ar.J e~ c..irgos do ·rupo rv - Apolo Técnico l.Z.,l. Clr:!i::e ":>" - ;;-czs 162,SO 1.5,-Para os cargos do grupo V - sc:-viço :au.'(illar ;3;7 risa, sera&r &e iáuta - c1asse "F" - czs l:5• 2 •- Rrc.cec.tcni:tta, t~lcfon!st.1, ::ru:,,1l!nr rlc. o cr.t1do .. iqu!na, ecinteo - classe "B"- Mz 122,1 P r r de 1.5.3.- A7xiliar i.!! c:,.!'e~_<::J, c:.ont!nuo au.xilinr <h.• sc:-vt - Ç0!3 t)cr.a .. #, servente, auxt!tar de zeZnfe 13 ... deira - classe "" - kczs 105,82 , zelador, reren- CPITO I DAS t ,t!J"•,5 f3CJ,.[üS r DOS Tí::t.1.05 1.- 0concurso cri de provai e título para todas as ca:ego- rfa funcional. 2.- MA provas r!tas, a que erio sut t!dos os c!dato "'' pt vierrtto tios cart,'.10 relactc.·.1..!ot ; ,,., ') l, e- ""YfE.•(• .-t, • rio as seguintes matérias: 2I,- Para o caros do grupo I - Mgltérfo 7,l.1.- hovn 1•• e •11.,cta«•nto J,'l!r.tl• E:•v,J,., .. ndo 11.1tPrins e 1 ncntlc1Js r1J ,Jf(!,I fr.c·rf'lllt 11 catr·.• r1 .. fu.,clonJl. 2.2,- Para os cargos do grupo II • Ap d·1 A! Jnl,cra Ivo 2,2,1,- Prova de prática em dat!logra!ta; 2.2,2,- Prova elementar de portugues; 2.2,3,- Prova elementar de matematfca, 2.),- Para os caros do grupo III - Servlço de Natureza Fiscal 2,3,1,- Prova de noções da área de atuação especlfla de ca da categorta funcional; 2.),2.- Prova elementar de português; 2.J.3.- Prova elementar de matematlca, 2.4.- Purj1 01 coqtos du Kfupo lV - Apolo lt'cnico 2.44,1, Prova de noções da área de atuaçio especffea de ca- da c.ttPporla functon,11 i 2,4,2 ... Prova t•lt>l"lent,ir 1 . .t..J.- Prova C'l,~""t•ntnr 2.S.· P.1ro os caros do 2. 5. 1 . - Prov n de noções <l,t c,,tt .. ~orin func!onnl. J. - As provas escritas versarão sobre o conteúdo da& o.1tP rfas indicadas no programa do concurso, que será fornecido no c,rndidnto no ato dn fnscrlç,qo 4.- A provn de prática e~ dat! logrnfln scrii prestada so:,-ente pt•lo'i candld,1tos aprovados nas provas escrltns para os cnr - ~oq do grupo 11 - Apolo Ad111Ínistrativo. 5.- , ,1vnllaçâo da prov.1 prática en dotllo~r11fia for-se-.i na f'~c11 l., d,• lC'ro 11 cera pontos e s ricnte serã hnbl ti tildo o can dld,1to ê;ue --obt tvcr o n(nlno de cinquenta por cento. 5,1.- Será cón~lldc•rndo hnbllttado, por nproxl:noção, o candl d,1to que depender de ::ité O,S (rtelo) ponto ptlra corpletnr o 1:dn!r.o exljtido pt1r.1 a h:1bl l lt,1ç,io. 6.- As provas serão avnlt.1d.1s pela l'Cpresa prestadora de ser vtços contr,1tnd,1 pnra n rc,1111.nçÃo do concurso. 7.- A av:ilJnc;:ilo d,15 provas cscrltn.s far-se-ii nn escala de ze ro ., Cí'::l pontos cada una, - 7. 1.- As prova!:. ('sci--lt:-is só.o clininntórtos no seu conjunto e r. ... ente será h~!lllltado o candidato que ot>tiver de cinquenta por cento dn r:wdia <10s pontos atribu{vcis l1 esse conjunto . 7.2.- Ser.1 considerado hnbllltado, por aproxtação, o cnndi d,'lto que depender de nté O,S (melo) ponto paro corapletnr o r:lnl~o <•x!gldo para h,ihl 1 ! taçiio 7.3.- Não será admitido recurso contra o resultado da prova ou do concurso. 8.- Os cnndidatos prcstnrão provas na cidade de inscrição e data, horário e locols que ser.Jo publlcodos ern edital. 8.1.- t>urnntc- n rcallzaç,Ío d.1 prov.1 não será pcr:iitidn cctn - r.ult.:t de qualquer espécie ., livro, caderno, folheto, revista apostlln ou outro tipo de nponta:::cnto, be!!l. COC'o o uso de oâ quinn calculador.,. 8.2.- O candid,1to que dci;,car de co::iparecer a qualquer prova ou p.irtc d"ln est.1rii nutom,1tlcni:cnte cll:iinodo do concurso. 9.- O candidato .1prcscntará, no local de inscrtçâo, no per{o do de OS à 10 de Julho de 1989, os respectivos t!tulo9 aco::l-= panhndos de relnçao co que est.1rá descrito cada uni. 9.1.- A relnç,;o n que r.e refere este {ten constará de for-=.a- 1.;rlo próprio, que será fornecido ao c.1ndldnto no loc,11 de fnscrlç.io, no ato dcstn, n ser prcenchldo coe cópia, corbona da, que lhe será devolvida, cor.:o recibo; - 9.2.- Os tftulos de Mestre e de Doutor, para que possai:i srr aceltos, devl'r.io estar aco::.panhados d.1 lndlcaçâo do .ito de rccon~v•cir.-.~nto do rcspcctl•o curso. 10.- Os títulos serão avaliados na escala de zero a cem pon tos. 10.1.- A m•,1ltaç~o ser:Í efctunda pela err:presa prestadora de serviços contr.1t.1d.1 para a renl!znçiio do concurso. 11.- A pro,•,1 de titulo scr.1 classlflcatória, sõmente tendo os respectivos títulos avaliados os candidatos aprovados nas provas escr 1 t::is. 12.- São considerac'')s ::{tulos: 12.1.- 0s adquiridos: er f.lcc de conclusão do curso, publica ç.10 de trabalhos e cinistr.ição de cursos. 12.2.- __ Os decorrentes de ter.ipo de serviço. 13. - ao serao adoitidos co::.o títulos os que constitue::1 pré requlsito ao c~crc{cio do cargo n que concorrer o cand1d.:ito7 Il..- A pontuoçao dos títulos obedcccr.i aos seguintes crlté - rios: 14. 1.- T[tulos adquiridos, valendo até 50 pontos: 14. l. 1.- Título de Doutor: qunntldadc, um; valor unitário 20 pontos; valor ::i.'Uii::o, 20 pontos; l.t.. l.2.- Título de !-!estrc: qu.1ntid.:ide ur,; ,•alor unitiirio 15 pontos; 'ãlor o.i:d:io, 15 pontos; , 14. 1.3.- Certiflc::ido de cortclus,;o de curc;o de pós-gn1duoçâo a n{'cl d~ t::l'stra.do ou Doutorado, qu.ando não obtido o tfru lo de !estre ou Doutor, beo co.~o curso de pôs-graduação a nível d1! e~pêcf::iliznç.lo ou apcr!cÇi;:oa.I:icnto: quantidade, u.'!l; valor unitnrlo, S pontos; 'Olor c;ixino 8 pontos· ll..I,4.- Certiflc.:1do de conclusão de c~rso de cs~cciàlização ~!)erfeiço,11:ento, atu.:illz:iç.âo ou trelnaoento na .ire.). inerente a categoria fi.:nc ional ,- êott carga hor.iria de: :~;~•l.,1.- 601 a 800 hor.1s, 4 pontos por curso; cáxlr.o 8 Pº!! lt..Í.4.?.- )51 .:i 600 hor.:1s, pontos por curso; c.áxic.o 6 Pº!!. tos; li.. 1.1.. '. de português; de matematfca, rupo V - serviço Auxilar do án•a de ntu.iç,io cspí'cÍ!lcn de cn- tos; ll.. l.4.4.- 40 a 120 horas, l ponto por curso; c;á..'(i::o 3 pon tos. 121 a JSO horas, 2 pontos por curso; c.ix.l:io 4 Pº!! 14.1.5.- ~!.plc~o. de conclusão de curso superior de gr.:idu.nção co::, dur.1çao c{nlr:UJ de oito scocstres, qu.,ndo o.ão for pré- re quisito para o exerc!cio do cargo n que concorrer o candlda-= to: quantldnde, ur:; v:1.lor unltârlo, 4 pontos; valor CÍXL:::o , 4 pontos; 1 4 .1.6.- Co-::provante de .1provaç.;o e= concurso pGbltco fede - ra.l, c.st.ldu.:11 ou cun!cipal~ .nn área inerente a cat.esoria fun cion.11, re.Jli~ndo. ha, no CMi::o cinco anos: quantidade, at'e 2; v..1Ior unlt.ario, I ponto; valor cjxit:o, 2 pontos; I4.1.7.- Coprovante de publlc.nçâo/de llvro e/ou revist.J, so bre a ~rea_inc.rente a categoria funcional: quantld.1de, atC) vnlor unltorlo: livro, 2 po:-itos; .,rtlgo, 1 ponto; ,•.:iler :~l ::o, S pontos; • - 14.1.8.-_Cocprovoç.io de- clnistração de curso de extensão, a tualh.~1çao ou treinn:ento, co::: cnr-gn hor.ãrln o.{nic.1 de 20 horns ef~tiva::cntc ci:11str::idns: Quantid.-idc, ntê 2 po:i.tos; v!!. lor unitnrio, 1 pont.0 1 valor ::i:Í.X1N> 2 pontos. !â~-d~:coop;ovação dos títulos ínr-sc-:i oedl.1:i.tc aprese:1t..1 - 15.1.- Orlglnal e fotccôptã do respectivo <!iplo~ ou cert!f!_ cndo nos casos de conclusão de curso; 15.2.- E)te~plar do Uv·ro e/ou rcvlstn, no caso de publicaç.1o di! trnbnlho; 15.3.- Fotocópi.1 <fa p.igtna do Oiâr[o Oficial que ten.>ic1 publi e.ado o result::tdo !lnal do concurso pÚbllco, no qual o co:,;di-: dato, concorreu, e que conste seu r.o::!e entre os aprovados ; 15.:..- Orlgin:11 e fot.ocópia do docu=.ento pc.lo -qual tenha si do o cnndlt!.1to dcslgn.1do p.1r.1 :inistrnr cur~o co:.:pr-cend.!do no sub-!tec: 14. 1.8; , 16.- So c.nte ãer:i ~doitidn, de:cl.1r.1ç.1Õ, eo suhstitultâo de dl.pl :::u ou certificado de conclu:,.lo de cu:-so, que ainda nãs tenh.1i:: :::tdo e.xpcrlldo, qu.'lnt!o aco:p,1r:h.-id.1 do hlstÕric.o do respectivo curso. li.- S~io serão recebtdos t(tulos f r:i do pedodo oc. dos 1,..- CAI>!. 'ti) V DA NOTA FINAL F DA_CLASSIFICA t.· A nota ftna! de classificação de cada candidata e r dera a midfa dos pontos por ele obtidos nas provas esr' acrescido tos pontos dos respectivos títulos, o t C:r.s candic!iHOA para os cargos d rpo polo A t !t•ra que seria mdla das notas obtidas mas provas escritas e pro·,;:a de prit!ca em datilograffa. 2- A lasstftca;ião dos candidatos habilitados eri r tada pela respectiva nota final, e ordem decrescente r , ,. J nto1. ),- F aso de epate da nota ftnal, o desempate dar-se·j ln ona·r-, '"" fayor de ca ... did'lto: '). L - Ot' r:; J hor nota na prova de conhec l r.-E-n to e s:p ).?.· Do servdor munfc!pal da rea espeelflea; 3.J.- Do scrvlt!or nunicfp.11; ).4.- De ma!or 1date; 1..- o deaer:ipntP e11i relaç.ao aos sub-{tens ).1. ô 3.l.. tuac'o JW}õl co~t1s.io do cCJncurso. CA>!TIJLO 'I DAS 01 SPOS!çCE~ GERAI~ I.- O conêulao terá valld•1~e por 24 meses, :1 contar da tau publ1caçno do ato de: honolozAçâo do SPU rf'SUltodo ffn4l, s•·r expedido pelo l'Tefeito >'•:niclpol. 1.1- O ato de homologação, a ser publicado em ed!tal, copanhado das relttçoes n.cr:-in..1ts dos aprovado,, por de classificação r~ cada categoria fur.cionnl. 2.- Ournnte o prazo de validade do concurso alia dos u:i rel,tcionodos no Anexo I t1esce edital, poderão ser pr(#"i-"'. dos, por candidatos hobllitado5,osqu~v1E'rPr.i o v3gar nGjllt• r!odo, bt-~ coco os que !orer.i criados por l.ei. 3.- F.o hl.,Õtese nenhu.-:i..:J será de·,olvlda a. to1X3 c!e inscrlç.Í.:, aind,1 que esta venha a ser anul;:ada. 4.-:,jo serão adc:itidos ped!<:os de ir.!K:rlç,~ fora dos Joca:1 lr.dicados no fte::i l do capitulo II, nem fora do perfoto 25 ã JO de Junho de 1989. S.- Sa. ocasião d-! possP do candid.:ito hat>Uitado que vfer ser no=.endo, tera ele que co:J.provar possuir º'"' req11i1!:r1 indicados no !ter., 2 do capitulo li. S.l.- A verlflcaçâo, er.i qualquer época, de dE:-claraç..io falu ou do uso de docurento falso, pelo CJndi<!ato, no ato de 1"! crlç~o ou nn posse, lwport.ara r..a anulaçõ.o da1~el:i e, e: e-;: sequencia de todos os atos d<'la decorrentes, se-:: prej .. {:~ de outros proccdi:'lcntos leg.1.i~ c.,!){-.·eis. 6.- A 1:0.~eação dos aprovados ot>edecerá rigoro,a e exclr.uf~! mente a ordec de classificação dos concorrentes a. cacfa u: go. 6.1.- A posse deverá ocorrer :,o prazo c1e 30 (trinta) dfa a contar da no~açao. 6.2.· O candidato que_não se aprêsentar, no erazo inr:Hu!-;. para tomar posse e nao requerer I em teo~ habi 1, pror:-c;..i· {"?./""t prazo. terá a reipettva nea;ão toradi se= ° 7.- Os casos oolssos sc-rão rcsolvlr1o5 pelo PC'e!'elto ~-::~d· pal, <;?bse.rvndas as norn.1s let,tais e regul.::1.=entml!S aplL::,Ío;th ,1 espcc1e. CAR.COL, 08 de junho de 1989 PRSFElTIJRA 'l!P.,lCIPAL DE CARACOL· MS DR. CIC!:1!0 RAR.~OSA DA SlL'A PREFEITO XUN!C!PAL ANEXOS "1' QU,UiTll:ATIVOS DE CARGOS GRl:?O l - MAGISTÉRIO Hn.gistério GRUPO II - APOIO ~NtSTRAI1VO ~ Técnico de Contabilidade • Auxiliar de Contablll~ade - 1ssi.stente Ad~lnlstrativo - ,lL,illar de T-r1butaçno • Awtll!nr Ad:::lnlstrattvo - Aux!11ar de Tesoure!ro Secretaria GRUPO 111 • StRV1CO DE NAI1REZA FISCAL - Fisc.J.1 de Obras e Posturas • Agente Fiscal CllL1'0 LV • APOIO ttcxrco - Enferneir-a C;tlJ?O V • SERvtcos AUXTLU,u:5 - Motorlst.:,. • Operador de !'Gqulna . Recepcton!st.a - Telefonista • Auxiliar de :.'.,~fo:-:.,oe::, - Contínuo co Awt ll!ar de Se • - Servente 'Tv!ços Gera! I1ar de 0peradr lecnnlc.o de. H.1.quina AgÍI!ar de " " Zelador-.. ec.1n1e:o Merende!- Oó OJ OI Ol Ol O) 0 5 Ol 1 c: O! ,;!!:!!ORADO MINI HllÊI. füil ~ ~ ~ CERA!lo. AIE1''DD!EN'l'Q cai CJ,ft t'-l t ~ VAS D! AQIJ!llAUAliA FQ . • • :ili. l4l • li.Só". .... lttl.10 ,U.vts Oi! Al;!UDA • DiPREsA.,uo E PECUAR! S'L· ,- RUA 1 -61,. COAAi:A S . 5 D! FRIJm: A SA.'-Ssm.. :, os esta ,!s!ca, Ee O! OI 0!- 01 01 01 Ol OI Ol 02 lH I.A Vf';TA s. e. â-m ar a é l 7 ot o DE LEI NO _005/9 _VEREADOR 1oGE_ nE_SOzA ROSA ., )'/lr. <'.()flkl· / IH'GIILJRl Z/Çi'ÍO J)f. /CJDEMl/S li l'N s ESPORTIVAS". j iara Munfelpal de bela VIsta, Estado de Ma- r0osso do Sul, Decreta e i'l1 promu1 go n nt•r,d.ntc 1~ On ~ntnhclcclmcnroo pnrtlculnrca enpccJn los em Educação Ffsfen, esporte e rucreaçao,se ± no Munfc[pfo de Bela VIta, nó poderão fun- r e oranfzado d acordo com as normas pr tas neta Lef. , 22 - f, confd rado Estabel cimento Particu - Especializado em Educação Ffsfca, eport e re çiio, rodo uquolo quo, por JnlciatJvn pr!.v11d11-; led1que no desenvolvimento das atividades clos- lctHlns nu fonun do /ln. 1,~ dcntn Le1. (/cndemio, tro de Orientação F{sfca, Clubes, Condomfn1os , Clln!cn11 de Estéticn, Sociedade Civis de esportivo e similares). $ 1! - No caso dos Clubes, no tocante uu otivi ,s não nbrongJ dns pelos nonnas desportivas esta lrcldns p •lns Federações Deaportivas: EGcoli-: , Aulnn de Ginástlcas, lusculação e similares; l 2g- Em hipótese alguma poderão tais estabclc entoa se dedicar à formação de professores, Lns tores e auxiliares de ensino, nem consequente - te, expedir diplomas com essas denominações. notar ±, ART. 32 - Os Estabelecimentos Particulares espc icddo 11,;1, µlizados em Educação Física, esporte e recreaçãÕ ·•t ra:n sujeitos ao registro e a orientação normati- 1 --.. tal, 1 - por ,. da C.M.E, (Comissno Munlcipol de_ Esporte). :. ART. 4? - Para fins de organizaçao e funciona - .. ~ do, '-tto, os estabelecimentos particulares em Educa - """"l FIstca, Esporte e Recreação são classificados de Isr;' 0.1- de ·Ginástica 1 dos :· 0.2- de Atividade ele ataque e defesa per{:; 0,3- de Musculacão O. 4- de Dança que v!: 0,5- de Yoga r t,· 0.6 - de Natação ra;is h 0.8 - de outras atividades compreendidas no cam tio ato!!. da Educação F!sica, elos esportes e recreação. - ART. 59 - Os Estabelecimentos Particulares espe llizados cm ~ducacão Física, Esporte e RccreaçãÕ an sujeitos oo registro obrigatório na C.M.E lssão Municipal de Esporte), desde que estejam tr1ntal , quadrados em um ou mais Itens do /rt. 4!!; ! Onico - Periódicamente a C.M.E. (Comissão Mu o Jndl. l'lc!pal de Esportes) deverá supervisionar o cumpri 'd~~~-, nto das normas previstas no presente Projeto. - 1a " ART. 6? - A concessão do registro do Estabeleci feito.· Jtnto fica condicionada à aprovação prévia das res •• tl!s ,pJicr )te tivas instalações pôr inspeção técnico procedi-: lpela C.H.E. de Bela ViGta- IS. ART. 7!! - Todo estabelecimento terá obrigatorio ntc, um Professor cm Educação Física, dcvidamen-: registrado no M.E.C. (Minist6rio de Educocio e ltura) como nirctor-Técnico responsável pelo rc stro e funcionamento do referido cstabclecimen - , qualquer que seja a entidade ou pessoa física ntcncdora. § l!! - A vinculação do Diretor-Técnico e ofcssorcs ao Estabelecimento é a prevista is Trabalhistas; § 2Q - O proprietário do Estabelecimento se for ofissional cm Erucação Física, poderá atuar como retor-Técnico. :: DO FUNCIONAfltNTO t, AAT. 8Q - Urna vez concedido o registro, o cstn heleciento poderá funcionar enquanto satisfizer e: 11 normas baixados pela C.M.E. de Bela Vista-MS. •' ART. 9!! - li pnrtir da vigêncin da presente Lei, :· li::entc os profissionnis registrados na C.M. E. de :' ltla Vista, poderão ministrar as atividades previs no Art. 4!!. - ART. 10!! - Os Professores dos Es'tnbelecimentos : ~rticulares em Educação Física, E'sportes e Rçcrea 0 poderão ter auxiliares em seu trabalho, desde ~e os mesmos sejam registrados pela e.X.E. Are. 11!! - Esta Lei entrará em vigor na data de illi. 1 publiêoçào, revogadas as disposições cm contrã tio • Salo das Sessões, 08 de Maio de 1. 989. ,--.---------·----------·-•r--·-------------------- .. !U:CER N!! 005/89 OR: COMISSÃO DE FINANÇAS E ORÇAMENTO r A Cocissào de Finanças e Orçamento da Câmara Mu .• licipal de Bela Vista, Estado de Mato Grosso d ': 1111, examinando atentamente o Projeto de Lei n!! "?- Executivo Municipal - "Dispõe sobre auto- i. zacao ao Poder Executivo a adotar a contratação Pessoas por tempo determinado e dá outras provi netas".. - A Cocissão, após estudar atentamente concluiu - • que o referido Projeto fere a Constituição Fe ral, e seu ART. 37, item IX. Considerando ao exposto, opina contrário à sua rovação. Sala das Sessões, 29 de Maio de 1.989. JOÃO KALHE Presidente. dt4da , 'tova o tu,, ecrtt,, à dos nas A."ISELMO LOPES Relator. MARCELINO CISSIO B. ACIOLI l'!embro. PROJETO DE 1.1 l ,o 00"}/ll'J /1IJ TOR: VEREADOR MARCELIN "pISP E. OBRE A DENOMINAÇÃO DE VIAS PLICAS DÁ OUTRAS PIHlVTOrncrAS". A Cara Municipal de Bela VIst, Estado de la- to Groa.o do Sul, aprovou e promulgo a seguinte Lei: ART, I? -- Ficam assim dunom!nadas as vias piblt cas no loteamento Novo Horizonte: J !lua sem denominaçüo no quadra 02 com rer-anes ccntc do lote 85, fica apsfM denoml1111d11 hu Profs oora Conceição R11moG, - li Ruo sem dcnomlnnçÃo na quadra 01 e 02, con frontando com a chácara do Sr. Francisco de Au - qucrquc Ma in, fica assim denominada Rua Mário Hat- tiloni. • li Rua sem elenomJnncio na quadra 01 e 02 - Lotea menta Novo Horizonte, fJca assim dcnominndn Run Ni comedes Areco Ortiz, - /RT. 2Q - Pica o Chefe do Poder Executivo auto rizado a mandar confeccionar as plncns de dcnoulnn cão para as citadas ruas. /RT. 3!! - Esta Lei entrari cm vigor na aaca de sua publicação, revogadas os disposições cr.i contrá rio. Sala das Sessões, 22 de Maio d~ 1.989. 'PROJETO DE RESOLUÇÃO N!! 007 /89 !. CRIA lJl,!.A COMISSÃO ESPECIAL DE ESTUDOS SOBRE A DENOMIWAÇi'íO DE LOGRADOUROS P0BLICOS E OUTRAS PROVI Dl:'.NCIAS. O Presidente da Cãmara Municipal de Bela Vista, F.stndo ele Mato Grosso do Sul, FAÇO SABER que a CÃM/RA MUNICIPAL DE BEL/ VIS - TIi, ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, no uso de suas a tribuiçÕes lcgais,~aprovou e eu promulgo a segutn te RESOtUÇÃO: IIRT. l!! - Fica criada uma Comissão Especial de Estudos sobre a denominação de Logradouros PÚbli - cos destn cidade, composta de três membros. ART. 29 - /pós 'a nomeação a Comissão terá o pra zo de 60 (sessenta) dias para apresentar o re~ult; do de seu trabalho, inclusive com a indicação de nomes'de logradouros públicos, modificações de no mes, substituição destes, e tudo o mais que setor nc necessário a regularização e normalização da m; téria. /RT, 3~ - Fica suspenso o andamento de os projetos de lei cm andamento e referentes a de nominação de logradouros públicos. ART. 4!! - Ficam nomeados os Vereadores JORGE DE SOUZA ROSA, PAULO DE MELO e SYDNEY NUNES LEITE co mo Membros da Comissão prevista no art. l!! desta Resolução, que, entre si, escolherão o Presidente e o Secretário. /RT. SQ - li presente Resolução entrará em vigor na data de sua publicação revogadas as disposições cm contrário Sala das Sessões, em 08 de Junho de 1.989. JUSTIFICATIVA: Há necessidade de se normalizar a denominação logradouros públicos de nossa cidade, uma vez que existem muitos sem nomes, com nomes em duplicata,e nomes que nada representam. todos ------------------------------------------------ PORTARIA N!! 009/89 - CÃMARA MUNICIPAL CARLOS ALBERTO OCÁRIZ, Presidente da Câmara nicipal de Bela Vista, Estado de Mato Grosso Sul, usando das atribuições que lhe confere Leis; RESOLVE: Concedér ao Funcionário HAROLDO BRAGA CAVALHEI RO, 03 (três) dias de licença para atender intcres ses particulares, a contar de 14.06.89. CUMPRA-SE Sala das Sessões, 13 de Junho de 1.989. RONEY MORAES SIMÕES lQ Secretário ---------------------------------------------- PROJETO DE LEI NQ 001/89 Mu do CARLOS ALBERTO OCÁRIZ Presidente AUTOR: VEREADOR MARCELINO CÃSSIO BIGLIA ACIOLI "DISPÕE SOBRE MODIFICAÇÃO DE DENOMINAÇÃO DE VIA POBLICA". A CÃMARA MUN,ICIPÀL DE BELA VISTA, ESTADO DE MA TO GROSSO DO SUL, APROVOU E,EU PROMULGO A SEGUINTE LEI: ART. l!! - Fica assim modificada a denominação de via pública: A Rua Ricardo Loureiro, localizada no Rairro Primavera I e IV, passará a denominar-se Rua José SimplÍcio da Costa Marques. ART. 2!! - Esta Lei ~ntrará cm vigor, na de sua publicação, revogadas as disposições eo con trário. Sala das Sessões, 03 de Abril de 1.989. data ------------------------------ ~----- PARECER NQ 015/89 ' AUTOR: COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO, JUSTICA E REDAÇÃO FINAL. ~ omissão de Legislação, Justiça e Redação Fi nal da Câmara Municipal de Bela Vista, Fstado de Mato Grosso do Sul, examinando atentru:iente o Projc to de Lei nQ 001/89 de autoria do Vereador Marcel! no Cássio B. Acioli - "Dispõe sobre modificação d;; denominação de via pública". A Cocússão após estudar atentamente concluiu-se , FH!AL. e ART. 12 - I lc ,lSfl l ! ,1 A Rua sem denominação, paralela con nndes Rodrigues e Rua Ala[de da S!lva quorl ras 16 e 12, 15 e 11. 1 5 e 1 0e 13 e 09, o Bairro Prfmavera I, passará a denominar-e Rua 'ta nocl Podrinucs de Mlrnnd3, ART. 22 - F!ca o Chefe do Poder Executt o, uto rizado a mandar confeccionar a placa de denomina - ç:io para a clrado n,.,. ART. 3 - f.cto Lei entrará cm vigor na data d aun publicnç:o, rcvo•nd.J as dlsposlçÕc c ncrn rio. Sala d± Sessões, 22 d Malo de 1.989. PARECER X9 012/29 ATOR· COMISSÃO DE LFGISLACÃO, JTIÇA E P h.s! A Con!ssão de Leslação, .Justiça e Redação Final da Cãrara "un!Ipal d± ela Vista, E tado ' Mato Grosso do Sul, exan1:.ando atentamente o Pro,]g to de Le! ng 002/89 do 'Vereador Marcel!no Cassio B. AC(ol - 'ptspõe sobre denominação de !a Pi - blfca e dá outras provd@nc!as". A Comissõo, após estudar atentm·erte cnt1(..lulu - se favorável ao referido Projeto de Lei. Sala das Sesses, 05 ele Junho de 1.969. JORGE DE SOUZA ROSA Presidente. M/RCELI!O CÃSSIO B. ACIOLI Membro. JOÃO KALIFF Relator. VEREADOR PEDE O CUMPRIMENTO DO DECRETO 0193/7.Q'[E "DECLARA DE UTILIDADE P0BLICA O ASILO DOS DESAMPARA DOS". O Vereador Roncy Moracs Simões, do PFL, sol1ci tou o envio de expediente ao Exmo. Prefeito ~unici pal, con cópia ao Pres! dente da Associação Evan gélica dos Desaparados de Bela Vista; solicitan do ao Prefeito l"•inJc!pnl que cumpra o Decreto n? 1 0193/R7-C.P: "fkcl,,rJ de J t:tilidade Pública oa~a fins de desapropriacão o imóvel que especifica"; corrigindo o preço de de f' lsapropriação, o dese - ~~-------'----'--..J brar:ncnto do Lote e a co:u pra imediata do nes::,o. RONEY MORAES SI:-!ÕES. Para Roney, "Tendo cm vista que o referido De ereto ainda não foi cumprido após quase dois anos; Tendo cm vista ainda que no referido icóvel Já se.encontra instalado um reservatório d'água e até o momento a Associação nada recebeu, pedioos enca recidamente que o Poder Executivo faça mais c::,a vez justiça, pora que os usuários da Assoclaçno possam melhorar suas condições de vida. Sabemos das dificuldades da nossa Prefeitura mas não podemos pc=itir que por descaso da adn1 - ni.stração anterior os idosos venhao sofrer =ls esse problema". - O Ver. Sydoey Nunes Lei te do PDT,solicitou na Câ :1ara para que seja enderé cada expediente ao !':.=o. Sr. Prefeito l"cricip3l.no sentido que inicie co~ a mãx1aa urgência Mt!ão no Bairro "ilA ·ova, nnis o íefcrido Bairro enco. - tra-sc totalocntc ~bando nado pela administração público, sendo est..s as prioridades do P.al-=ro: - abertura, cascalhamen to, aterrarento e r!vela ento das ruas· 1 - coleta de lixo; _ - 11.npeza de ruJs '.......-=- } terrenos baldios. VEREADOR SYDEY N. LEITE. e - < r .., , a ,. do, Puruca, d gu,d J><•in1lda li ll'iSOC-11('l COITIC' rcial e A aro Pastoril de nela Vista foi cri ada pola Dra. ver Tvl<l0 <ln Cnetro Pinto, para a qual dedicou um cnrinho tndo unpccial,poin naui rrsidrm e0us paio e ir mi. Acontece que essa "semen - te" ainda niic dr11 5rvorc e fru - Lor.. vera 'l'yldr,, provavelmente esta ri cnLrc n6s cm julho ocasi~o cm que Frr5 clcita novn dirrtorin e aí é a n •portunidadc de nosoos comerciantes se uni- rem e desenvolverem a contento essa lsso - cinção que é importantíssima para a clas se, pois atrav6s dela os mesmos poderão ob ter muitos hcneficios e dessa forma dar u ma "nrrancada" cm nosso com6rcio local. Vera Tyldc atualmente estã_cm Teresina no Piaui, junto com a Delcgaçao de MS., on de participa do I Congresso Nacional da 11- DRAJET (Associação Brasileira de Jornalis tas e Escritores de Turismo. De lá irá, pa ra o Hio de Janeiro, onde estará no Scminf rio "Drasil, Portugal, e Mercado Comum Europeu" e por dois dias no Fiocentro par ticipará do V Congresso das lssociaçõcs C~ mercinis do Brasil. Para n6s belavistcnscs 6 motivo de muito orgulho a participação de Vera Tyldc cm tão importantes eventos! A BANCÂRil ~aria Izahcl Borba, quando trabalhava no Banco do Brasil cm nossa cidade, há uns seis ou sete anos atrás já era nossa cola boradora com crõnicas de sua autoria. Ago ra, voltamos a tê-la entre n6s atrav6s de suns poesias, Izabel mora atualmente em Boa 'iagem no Recife - PE., e como ela dis se via telefone: "Bela Vista é incsqueci vel, tenho-a como linda recordação de mi - nha vida". MEU LAR Neste momento, cm prece ... A noite escura pontilhada de luzes ... Deus, lbencõa essa paisagem lintla! Tantas lutas especaram! (nos cart6rios) Lágrimas desabrocharam, Dolorosamente, Na humilhação daquele que necessita, Que implora, De alguma forma. Agora é meu - o apartamento! Agora é minha - a janela! Daqui, descortino o universo no amanhã! Sinto o mar No vento audaz, pelas cortinas, Que me arrepia ... E cada vez mais O cansaço tripudia. Somente aqui, desfruto a alegria,no dia a dia, Do esplendor de ser feliz! De ter um lar! ~1ARIA IZABEL BORBA. Recife-PE, 19.08.88. ITANA COSTA .ARQUES no dia 09/06 pp., rec0beu-em sua rcsidên - eia muitos amigos que foram cumprimentá-la por mais'um ano de vida. Parabéns! J NO DIA 13 pp., o garotão Marco Antonio Velasquez co~cnorou a data com delicioso churrasco entre familiares. Felicidades! NO DI 11 PP., às 16 horas, aconteceu no Cassino Para gua-y •t.-a sensacional Desfile de Modas. As roupas exibidas foram de Diana Modas. Pro d~çno :_iarcos Lõris. Som TOP 13 e a Promo - çao foi da Co:u.ssão de Damas da Seccional Colorada. rmITA GSNTE prcstigi~u o_ncontccimcnto. O chá, salgadi r.l:os e biscoitos c::tavan deliciosos. EstãÕ -- -------- 1• (reia r; : V 1:l t1 j li D I'] - V ia e oj . M FLÃVIA AZEVEDO LIVROS DE RECEITAS A Casa da Amizade adquiriu dois tipos de livros de Receitas fáceis e já testadas. Apenas 15,00 o excm plar. As interessadas procurar na residência d; Sra. Maisa Azevedo. RECEBEMOS ; esta semana rãpida vlsita do Diretor Geral da Polí eia Ci'il Dr. Jair Bispo, Presidcntl! da União dosl!iwi;u;:;,,:;;:;;;;:::;-:;:-::-:--:::---------- Vereadores do Sudoeste Inácio de Carvalho do PFL de BATATAS ACEBOLADAS Nioaque. 1 ll(GREDlD.TES: 600 .,tJ co casca - l granas de batata fim.e cc-- Óleo - sal. cebola grande - 3 colheres (so?J PREPARO Dourar no óleo a cebo, .gc"" as batàtas d O a beo picada acre- . escascadas +5 gar e oisturar de 1 e cortadas e cubi" eve com a cebola dourad+ PRESTICIA!llO Vi'iNIA AZEVEDO g1r 1 r . I • e « voe« ««eo l udÓ, h r. ')ni.· n lo ri do com a realidad • olte a criança de . , em você, libere o seu verdade1ro . n<Jocmilciin <:11, inL Jlgcn.:lil, {",, sua criatividade, seu poder n i~~çiío, dando srn tido e sbor a rente do dia a dia. . Experimente os prodigios de u i interior jogue fora udo o quc pr você> projctnndo na 'ela mental do profundo, apenas as coisas boas, o posl ivo dos ncontccimcn os. Aprecie de coração abrrto, vida, os caminhos do tempo, num cont de paz, do harmonia, de amor o de luz, do deve revelar vocc mesmo. Aldous !luxley, o grande escri or qlês,afirmou: "Há somente um cano do um! so que você pode ter certeza de melhorar.: yd! #ia«riiiisiaarf sa de se carda~ PROCURE; 7,O ICEIVAP SE' FILHO 1 as festas juninas no dia 10 pp., nn Escola Jarbas Passarinho e 11 na Paróquia Santo A onso o Deputa do Henrique Moracs Dedé que trouxe So para an1mar "as festanças". PENSAMENTO A ilusão é co::io a neblina àa manhã. GERIR SAL. QUANTO MENOS MELHOR. TOE C DADO COM OS SASDUÍCHES. SAL E CRIÇAS Desde cedo as crianças já ingere~ - quantidade muito alta de sal. Segundo( quisas feitas pela l'niversidade de Lo·.· na, E.U.A., o estudo con cerca de l.' crianças, demonstrou que a ingestão de dio começa a ficar demais já aos 6 ~= de idade e aumenta quatro vezes aos S + nos. Nas crianças com 4 anos de idade f: encontrada 3, 2 gramas de sódio (o eqJi lente a 1 1/2 colher de sopa de sal) dia, quase que a mcsna quantidade pre te em estudantes adolescentes. A estimativa adequada da ingcstio sod 10 por uma cr i<lnça de 1 anos é de 5 1. 3 gramas por dia. Uma ingestão ::•;:· grande de sódio, não necessariamente é, rigosa, mas pode ser um fator de risco. ra a elevação da pressão sanguinea, es;: cialmente para as crianças com probler"i de hipertensão hereditária. Sendo assi' as mamaes devem tomar mais cuidado e :::: tar atenção a estas dicas para a reãu;i: do sal: procure evitar comidas enlatadas cozi" sichas presuntos, vegetais crus, sopai refeições prontas, onde contêm um tE' muito alto de sal. opte por bolachas, batatas fritas e si ~adinhos com uma quantidade mui to ba:J e sal. Cereais frios e sopas deve::i ,. bem leves e de preferência bem frescos• Procure não adicionar sal às co::iiãas;, seu filho seguindo sua vonta?o. Ela s° pre e bem diferente da do se~ =ilho. Estudantes Perseguidos A televisão h' 22 15 3 c..inesa mostrou fotos . 1deres esu +: + M : .aanis, como a de •· in, que organizaram <: da d o movimento a t d emocracia. Todos tiveram orisão de-~·, a a soh acusa - • .,1 revolucionar?? de_"atividades co- te na China. o '_crime punido coe.g também apara. Primeiro-ministro Ili.« ceu na TV e : . 0 " verno continu, = reatirou ,,e: ta aos "rel a repressão até a%, tosrafias a .A policia aistri;; Li±h±, refu@4.,3tista dissidente..,~;e Pequim. g O na embaixada arnerJ.C'-'·' ..s, 1M 7E'D! l'.'".)0 PAI ;A CIO/ '.A: F.TC .. s leitor 'r» TF Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº951_10_06_1989 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº953_24_06_1989 Voltar para a lista de itens