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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº961_26_08_1989
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3.
ELA VISTA - MATO GROSSO no SUL
-----------------------------------------
0! Regimento de Cavalaria Mecanizado
Comemora o Dia do Soldado
cnRTft AO SUPERINTENDENTE
REGIONAL 00 BANCO DO BRASIL
pr, Sirley_ M, 'Vogue!ra.
Todo brasfletro, no decorrer da h!s
torta, aprendeu a admirar e respedtar
0 Bànco do BrnA11,
Sonho de muitos jovens, Ingressar
nas fileiras do Banco é (ou era?) ques
1Õo de honra, ele um ldcnl profunclo, a-:
final, AfiSim como a l'F.TROBRÁS, o
1lanco
do Brasi 1 é como o coração dos brasf -
Jclros, Sempre pulsnndo mais fort<' cm
defesa dos interesses maiores da Naço.
Forças desconhpcIdas de m!Hões de
hrasileiros, parec.:w ~star nrunndo con
tra o banco, contra estn Instituição
que foi sempre motivo de orgulho para
todos nós.
Estas forças prccisnm ner denuncia
das, através dos jornais, emissoras de
rádio e tel evisiio. O povo precisa sa
ber quais são os inimigos do Jlrasil.
E paradoxal, Sr. Superintendente
enquanto dcfinhnm o,; lucros do Banco
do Brasil, crescem assustadoramente os
lucros de alguns bancos particulares.
E lembramos que só o BR Investiu na
PRODUÇÃO, investiu naqueles que traba
lha. Os "outros" preferiram a AGIOTA
CEM, fruto podre de um reg Lme que po
derá levar o País a uma r<>voltn social.
Por acreditar que há no Banco cio
Brasil, brns 11 eiros patriotas, empre -
endedores, homens e mulheres acrcditan
do que um País sõ poderá se transfor
cnr en l-AÇÀ() quando todos os seus f !
lhos, conscientes, optarem pelo cami
nho do trabalho, da honradez e da de
cência, abominando o,; desvios de um ca
!talismo selvagem, desumano e 1ngra -
to, lançamos o nosso apelo.
Dr. Sirley , 1·
existem os an - •
]os oaus, não os
conhecemos, mas
sabemos que são
filhas do Demô
nio, Assim como
l:lanipulam as a 1
i:as dos sereS
huanos, seguin
do ordens á['
+«te ase rc- '=a. s6Ia.
as, hã tambê E! l:-""---
os anjos maus da economia manipulando
a ordem (ou desordem?) econômica deste
?a!s. só não sabemos QUEM É, ou quais
sao, os DEMõ:,1os que os orientam.
A situação dos devedores do Banco
do Brasil em Bela Vista é crítica, to
tios estão com a alma à beira de um va-
2!o, de um lado a Luz e do outro as
tevas.
. A luz significa o progresso, a gera
ao de ecpregos, o trabalho produtivo,
~ justiço social; as Trevas, o aniqui-
ncento, a revolta social, a injusti -
e, a revolta. no campo, significa, aci
a !e tudo, Dr. Sirley, o campo fértil
" ·ª a proliferação de idéias radicais
e levarão o País ao caos, a escur! -
dão e a morte entre irmãos.
,io vou justificar os erros dos em
Presârios, o maior deles foi acreditar
na Promessa de inflação ZERO, do cres
dento e da normalização. Este foi o
ator er+.
t
.. u1t,1s oas dívidas atuais foram con
ta!d, d .d, -
t. a_iurante o Plano Cruzado, e ru!
~~ estao pagando até hoje os erros de
"gutpe econGica que, sinceranen -
,, ao trabalharam e nem estao traba
,"?"o elo ras±1, MAS CONTRA O BRA -
.golpe em cia de golpe; Cruzado
SFdo, Bresser, etc, etc, assina-se um
Crato A« , 107
ara vote com juros de 3, I e
-, de juros ao ano, e o que se
<_ "ENros CRIMINOSOS, INJUSTOS e
éc::, nos leva::, o pensar que para acabar
ATos só veneno e o veneno e a
·raltzacão.
Os pea - •
las . uenos e mcdios er:iprcsariot... u
,_G'vidas foram contraídas durante o
"o Cruzado e, outras, contraídas pa
•• -iquidar estas dívidas, numa RODA
A 'O:
VIVA !ORTAL, sol1citam de V.Fa,
dos diretores do B, em ras!lia, es
tudos para:
1) Parcelar estes dêbitos;
2) Prazo de 2 u 3 anos;
3) Cancelamento nessa mentirona ex
pressão denominada I'ADIPLPNCIA, que
poro nós, não passa de uma grande
mentira, pois IAII''P!ENTES MORAIS
so os causadores deste desastre;
4)Juros "normais"-juros próprios para
quem está trabalhando,gerando empre
gos, riquez11s,enfim, fazendo este Pais
andar; 5)acabar coma tal de "taxa de
permanência", todos estão tentando há
várias meses renegociar com o banco, se
foi falta de "indexador"ou seja lá o
que for,não é culpa dos devedores;
6) Ninguêm quer dar calote no banco,
nem favorecimentos, apenas CO:-.'DIÇÕES
para pagar estas dívidas injustas.
~ós acreditamos que o Ranco do
Brasil têm as soluçÕc~ para estes
problemas, e a cada dia que passa o
relógio do tempo marca os segundos
da estahilidade deste país.
nizcm os "líderes" da economia
que o Brasil do interior é rico e pro
dutivo, mas se esquecem de dizer que
DO ITERIOR poderá partir a grande
revolta, iniciando-se com a paraliza
ção da produção agrícola, e aí então
faltará alimentos nas mesas das cida
des, onde moram "estes" ho:ncns que
não são brasileiros, porque não co
nhecem o "rasil.
QUE O BACO DO BRASIL ÃO SEJA CO
MO ALGUNS BANCOS (MAIORIA) PARTIClºLA
RF.S, ASSASSIXOS DE ESPERANÇA E COR
TOPES DC ABSURDO. -
PS: Dr. Sirley, não seria pedir mui
to, que V.Fxa. enviasse um funcioná
rio da Superintendência à Rela Vis
ta, e estudasse CASO a CASO, está ha
vendo ABUSOS nas cobranças, sem cul-:
par os funcionários da agência, eles
cumprem ordens, mas, do jeito que
está o resulta~o será o caos. Muitas
injustiças estão ocorrendo, caso não
seja resolvido estes problcmas,o Ban
co do Brasil será o grande culpado
pela quebra de vários empresários
produtores rurais. f'. este o objeti
vo do Banco? E, neste caso, a vitó
ria será de alguns donos de bancos
particulares e da máfia que quer oca
bar com 0 B.
1
1
L -,--- --,----:----:-:----:-----:-- - ---;:-;---:-~ ~ --:;-;:c---;-:--;-:-:-::-:-::--~
Flagrante da solenidade cm homenagem ao nia do Soldado - 25 de Agosto.
O 102 Regimento de Cavalaria Mecaniza
do, Regimento Antonio João, de Bela Vis-:
ta, fez realizar uma bonita cerimônia nas
dependências do Quartel de Bela Vista em
homenagem a importante data militar, que
contou com a presença de inúmeras autor!
dades, convidados, e grande número de po
pulares. -
Comandante do 1 O'? RC 'IEC Ce l. Edson Gonet,
Pres.da Camara Carlos A.Ocariz, Prefeito Ed
son Moraes e Dr. Vilson Bertelli.
1
L.
X<l oportunidade foram realiza
das as solenidades de Jurac,ento ã
Bandeira, Compromisso ao 12 Pos
to e feita a entrega de medalhas
à militares da ativa e da reserva.
VEJA ATRIA A PAGINA 03
ESCOTISMO EM DELA VISTA
"A Loja }lacônica Estrêla do
Apa ng 9, preocupada na cons -
trucão de uma sociedade humana
e, na esperança de que com a
mor à um Ser Supremo,ã Pátria,
e à Família e ao Próximo, sob
o tríade ~IRERDADE-lGUALDADE e
FRATERNIDADE, buscando meios
e Reras é o objetivo da Loja
Maçônica de Bela Vista, contan
do com o apoio da comunidade",
Além de palestras de lide -
res do·Escotismo no Estado, a
exemplo do professor João Con
ceio Ferreira Alves, na reu
nião traçou-se os primeiros ob
j etivos para criar o Grupo de
Escotismo e formação da equipe
de trabalho.
para que possamos alcançar a fe
licidade geral e a paz Univer
sal, se propõe: ...
Esta é a introdução de uma r:----------'-------!,
carta-convite endereçada às au
toridades belavistense, entida
des de classe, clube de servi
ços e imprensa, que a Loja Na
çonica enviou semana passada
convidando para uma reunião no
Salão Paroquial, realizada dia
26, para a criação de um Grupo
de Escoteiros em nossa cidade.
Segundo Vaner Abella Ferrei
ra, coordenador do evento, "ori
entar e auxiliar a criação de
um Grupo de Escoteiros, em nos
sa cidade, visando a formacãÕ
do caráter e desenvolver o ci
vismo, amor a Deus, respeito
ao próximo, orientando-o den -
t ro dos fundarentos formulados
pro Baden Powel, definidos no
Livro Princípios, Orgànizoção
l::Moção de Con
gratulação
O Vereador Sydney Xunes Lei
te, do PDT, solicitou na cã~ã
ra Municipal que seja endere
çada "NOÇÃO DE CONGRATULAÇÃO"
ao Exmo. Senhor Coronel Edson
Conet, Comandante do 10 Regi
mento de Cavalaria Mecanizado
pela passagem da data comemo
rativa ao Dia do Soldado e E
xército Nacional, dia 25 do
corrente.
Nais notícias do legislati
vo belavistense na Página 06:
Congratulações
pela passagem d
Dia do Maçon
--
VEJA NESTA EDIÇÃO:
ADVOGADO NAZARI BORGES
o
POUPA 1,/ ,L D E.'!AR 1-'.AYER DO
JCRI POPULAR. (pAGIA 05)
se r zir a m
a-
EXEMPLO DE SOLIDARIEDADE
o Prefeito de !ela Vis
e,
ta, Edson Moraes, G1-
ma
na
- Cima semana, deu um exe is
-
plo de sua filosofia de
do
trabalho e mostrou o ca-
minha para se sair da cri
o-
UNIÃO E SOLIDARIEDA-
n2
se:
DE: (VEJA NA PÁGL'iA 05).
a-
z r t
om
do EMPRESÁRIO BELAVISTENSE
do DIZ QUE GOVERNO DO ESTA-
DO DESRESPEITA o POVO DE
r, BELA VISTA(PÁGINA. 05).
s-
-zar a t t sr r
ci
DED APRESENTOU INDICAÇÕ
.T
- ES NA AS SEYBL É IA LEGISLA
s,
TIVA llENEFICIA.'HlO
a-
os M'-
de
NIC1PIOS DE BELA VISTA,
- PONTA ?ORA E JARDIM.
u-
CONFIRA PÁGDIA
as
NA 04.
•a-
a po s t a r
n- s.o.s. PRESIDEXTE SARNEY
e- VEJA NA P,'iGUIA 07.
ro tz r srs z g s r
+-
ESTÁ TUDO TRA'iQUILO NA
a-
c17CACO.
(PCT 7
De autoria do Vere
dor Sydney Nunes Leit
foi apresentada na Câ
ra Municipal de Bela V
ta proposição no sent
do de que seja env1a
expediente a Loja Maç
nica Estrela do Apa
9, com sede nesta cid
de, congrotulando-sç c
a mesma pela passagem
Dia do Maço, ocorri
no Últi□o dia 20.
Segundo o Vereado
"a Maçonaria é ur.ia in
tituição de natureza
vil que prega o aperf
coamento dos costu=e
incute em seus assoei
dos a necessidade do
senvolvimeP.to da virt
de, do aprir:ioraoento d
relações sociais, a,
lorizacão dos sentime
tos fraternais e dar
tidão de caráter, e p
cura a conquista da 1
herdade". O dia 20 de
gosto êoDLado!aço. o )
PREFEITURA MUNICIPAL
OE BELA· VISTA - MS
.
DECRETO H= 028/89
1,/. 1 il 10 l'Hfl· 1 i'O M lf !li. /,Cil !'OI, I', J.
ll l'r 1•, ltu f.lu11rlp·1! ,J, H• I V!ul 1,l•,1•
.HJ t,~ :_!. d l, 11 • o r:,o .,,, <1•1 .,11I. 110 J,o (1•
l 1 11 1 d ç , , 1 , pai o • 111 b , , no
101 1, 1,1 11t1,r·t.1l !/!' 1,>n/r,,1, ú,
Artlo
1 / ri m'.lr·
c;o d, 1064.
ll I C I' • 1' i:
1H'!'lGOt•·-= llt·1 o :t1·vt,o A11LÔnomo de Água
E'syoto de Bela Vista, autorizado a ele -
v" •~·J '1l),'(Q11 li lll por C:• nlo) prtl'l ·100
(Cem por cento), 1) 111111 I' I' U'.l ob, rturu d
crédi .o (1Cll1·lnnal :;upl••rot ntares, usando c
mo recursos para coberturá do5 c,-i•dl to:; a
serem abertos, os provenientes de anula@cio
pa1·c I al uu lolal ,1,, doL 1çÕ1 { consii;nacJ·w
no u1·c; un,•ri l:> vi LCll L, , hc•m como os p.rov<'n i
ente dos provve i :-; excessos de arre ada -
çrio, considc~1·t1nUo-!;•• a lcndl'ncia do Pxer·,:-
cl~·10. no:, L, rrnc:• tio Artigo 43, da L,~l FL
deral N 4320/64.
AHT:,;r 29 - f.:;t:1• d,:cr·•· o cntrnri1 ,,m vigor
7. I,,,.a. sua uttica;ão, revoadas .:is
disposições cm contrário.
Bcl.i V!st.,-,.;s, 18 dl' ngosto de 1.989.
Edson i•kch'l r·os df' Mor.:iPs
Pr•ef•ilo Munic1pal.
Homolcgo em tolos _vy termos a Avaliação
n l'cr·,·nt" a i1r, :, 1,wcll iz..:id;i n,i 2~ Ci rcuns
criçi'io suburbana,. SLndo parle' elo lolc• N~
02, com :1n•a d~• ó;,.000 m2(S,,ssenLG ,, C'r"l -
co mil mts quudrados), no valor dc NCZS
10.üüO,OO(Dcz ~il cru~ados novos).
Ecla VísLa(MS). 11 d<' ;1gosLo de 1;)8'1.
E.dson Medeiros de Moraes
Pr~fcito ~unicipal
Edital de lntiR1acão
l'OH
r." 1°2/H•
Cf>lll 1 •; HAI
'
tnd nrl<, :10.· l'1 'l. 1111
p •lo p1·•., ri• • ,·<li t tl q•r n·
5ncJ1· d, :,11 JuÍ '·" pul,l i C tc!o ll • (<JI'[ 'I (J
Ll i , no qu tl !'lr 1 1;:J 11:1l ·.'t,t.:•rn t::I.'•í
Aviso: end
om Prazo d
de ~mó eis
A- A C;llx11 EconÔmlca F,. !,·r,,l-Ctc, fl li :d
de Mato Grosso dz SUI, cmunica que vende
ra pela m••lho1· or, rL"l os ir:;Óv, i:; ·baixo
relacionado-, no Estndo em que sc ncon -
tram.
13- As propostas serio entregues, em enve
lopes lacrados na Agência B l'l Vista/MS .
à Rua S,b·1s1.Jiio Cr1:;pirn do R;·gu, a par ir
do clla 1'1/SJ::T/8º atC:, o di:t 22/SET/8~, 110
ho1·.:1rio clc> 10:00 :,s 15:00 hor:,s.
C- O inLcres!;ado que desejar contar com
Cinanci;,mt!nto ct, v.:r•:i c!irigir-s, ao local
incllcaclo, an es do prazo ~stipulado p~ra
r• entrega das propostas, munido dos corptg
vantes de renda, a fim de inteirar-s da:5
condiçÕL's.
D- As propostas de p,:sso:ts juridic:ts ~o -
mente serão aceitas se preverem paamen -
to i vista.
E- As condiçÕc•.s biisicas p:-ir·t p.1rticip:tç;;o
que fazem parte integrante do presente A
viso, estarão à lisposiçÕt·.· rios interssa
Yint Dias
o
GABINE'l'!:: DO PREF'.1'1'0 Ei-1. 08 DS AGOSTO DE 1989.
Edson MLdclros de Moracs, Prefeito Mun!
cipnl de B~la Vista, Estado de Mato Grosso
do Sul, usando as atribuições que lhe sao
conferidas de acordo com o disposto cm
Artigo 120 da Lei complementar 07 de 20
de Nove~bro da !.981.
DECRETA
A.'lTlG l
O
)-Nos Lc'rmos da !Pi ;,Junicip..il n~-
830/S8. Artigo 1 fica aberto um crédito A
dicional Suplcmc'n ar no valor de tlCZS
39.000,00(Ti·:n:a ·~ nove mil cruzados r.o
vos), a ser designado nas seguintes Dota
çÕ"s Orç=cntárías.
EXE UTIVO:
020J- .EC/Dl,; l'LANEJAMEN'l'O
4000-Despeso~ de Cnpital
•H 20-Equip." Mal. Pc:-n:.in..:n Lc 2. 000, ü,
0203-SEC/bE EDUCUCAÇÃO CULT.E DESPOR~O
4000-Despesas de Capitnl
4110-0bras e ln~talaçÕcs 12. 00,00
4120-Equip.c Nat.Permancnte 25.000,00
SOMA 39.000,00
AR IGO 2~)-Para cobertura-dos créditos a
berto no artigo an criar scrao u ilizados
recursos proveni ntcs do Excesso de Arrc
c.adac;ão.
Apurados de acoro com o Ar igo 43 da
Lcl 4.320/04.
AR'rlGO 3i)-Estc Decre o entrará cm vigorna
éa a de sua publicação revogadas as dispo
s:c;Ões em contrário
Bela Vista-MS, 08 de agosto e 1989.
IIEUIIII±ILHILIIIIGLIIIJ
- QUE O POVO SEJA 13EM INFORMADO-
.JOlil."oAI. ~ 0" r..:::,,.11-.,. l'MU. ~T.,_
~ ccnu,~ HSI UAJIOl."'l
0a O IJ,,Q.KJCS,I IC,i.AA l0"lS O• V.C.V-'A,
J0 +a, R Mtumt04 pro1d ot
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..()JNAj.r'C M'TCNO..olôv.Kt.O'('O.J0.101
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JO!l'IAL TRIBUNA DA FROKTEIRA ;> fTiip~gráficos ,e Of'F' SETT - p;iclrão de. qualidncie,
(- D 20 • e ciencia e os melh . - •.
:l:N ADO Dt DE F,EVEREIRO DF; 1~72). !- ores preços aa regiao (a.
toes de visit •
-«--·-a IVALDO PEREIRA as, convites de casanento, íolhetoS•
E IVALDO PEREI" • serviços em alto relevo • •1•
~d. r.: • ,,A e facil'idad d ' a cores, entrega ra?l"'
vr.tu. .. i: GILSO:l SILVA SA1'TOS es e pagamento.
REPO,GAGENS: UBALDINO RODRIGUES E LUIZ HENRIQUE TELEFOXE e enviaret::os pl:º
'lL"NES CORRE,. melhor lhe atend<>r. uc representilnte
~:OT1CIAS: ABUl, AE, PLAN,~LTO E CORRESPOXDENTES. 1'.
4
39-1410 - Bela Vista
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251
-
1669
- Jardi,o
República, 564 - CaL'<a Postal 23 - Fone: (067) _ i IMPRE.'SA - a naior red d
jornais impres~os _e. : jornafs do incer.!c.r'.
439-1410 - Séde Própria - Registro no Cartório região. ec 11rF Sr.TT e os mais lidos~
de Titules e Docuínen'tos n9 35'.
mm Tr±Ava l5 "er cesse±ansa sr acers
-...., JORXAIS .-
• DA REDE - }~esses voce-
UM SE."IA.>1,-RIO DA REDE 'BELAVISTENSE DE JORNAIS. i) pode acredi cnr,
T'ribuna da Frontei
CGC MF - 15.513.203/0001-59 - D!SCR. EST. 28: :'.lnal de ,..,tonio João ra'. Correio Jardinense, Jcr ~
219.0003-L Jl'L,;ci: TXSE • Jornal de Bonito, Jornal "
, • ... , Tribuna d e
_!lTR~:roRA: .MARIA_ESTEL_!, ytLASQUEZ PEREIRA. IJ'Se, Jornal da Pe " _" aruo1, Trtua Mar±ah;
- g cua r a e Agricul
il9eh
,RIO: ROA DA CARIOCA,59-49 E 59 JKDAR _ e,:·;, ?Q 'o-·n
~ELEFO''E: 2203770/2626760 - RIO DE JA'E-iRo- _• ~'
251-1669
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Homenagem ao ia io Sollalo
Hoje, mafs do que nunca, precfsamos despertar nos jovens e fazer renascer
es adultos, aquele sentimento puro dos sentimentos que valorizam a cdudn{a
lenofnamos real slynlfteado da palavra PÁTRIA.
ada fala mal alto, qunndo se preocupa a clt•flnlr ll p lavra PTRIA,do que o
sfrito simples, nobre e valoroso do SúLílAl)O, í. ele ,1 nat,;rin bruta q11e li vi
la MurIla para transformá-lo em sentinela de nossos valores, e ninguém encar
ou to bem este sentimento quanto o MARECIIAI. RONDON, -
rm honrnMr,é1~ no llTA llCJ SO!.!JrDO, 25 de Agosto, publicamos este texto ba1-
10, a rer.pnllo do então Mnjor Eng. C11nllldo 'l11rlano el11 Silva Rondon, um dos
esbrvadores do então Mato Grosso, envido à nossa redaçio pelo Major Refor
ado Gamalte] Stumpf. esse texto, um pouco do trabalho de Rondon, desbrvan
lo matas e cerrados parn edIffcr as linhas telegrffcas de nossa rer,iiio. -
de Bela Vista
)pp4 (lm [mi[Itqpo l
de Porto Mortinho em 24 de
Xalo de 1905, foram ence-
tados os trabalhos deste
raoa 1 com a locçio da d l
retriz dos alinhamentos,
sendo lnlciadn li constru-
ção propr lamente, no e! ln
IQ de junho seguinte.
No dla 30 deste mesmo
:ês lnaugunivaMos 11 Esta
ção de Bela Vista e 61.590
~etros de 11 nha assentada
daí a tê }:a rga rida.
Coroãvamos o nosso tru
balho no sul do Estado com
esse golpe de açio, cons
truindo aquela 1 inha em um
=~s com 100 praças, es for
o a!or do que o emprepa
do de S. Roque parn Maq;ã
rida. -
Não pudemos traçar um
só alinhamento ligando os
dois pontos rcfcriclos,por
que extenso e formidável
brejo se lhes interpõe.
Foi necessãrio proje
tar a linha com diversos
alinhamentos para S.., a 1
fb de contornar as cabe
ceiras desse brejão, c;u" l
se estende a tê próx !mo elo
azinho nos passos dos cór
regos Guavira e Derrota.O 1
urres contos n«ar E-LGA 1 LI5a raia. as a c.a.=
:•ndo todos os córregos de taçao Telegrãfica de ~lar~ariela.
ua salinas, Intragável.
A linha foi traçada en campo aberto
•~ Margarida, atê o Retiro dos Velhos;
Azo coberto, onde predomina a árvore
'º• ou orelha de burro.
, Ela atravessou antes os córregos ~oocaji, Guavlra e Derrota, e deste er
alante - - -
b" • penetrou por ccrradao e caapao ate r,anhar o rio Piripucu, onde tam-
eci ter-mina o afloraoento da rocha calcárea.
_ Aléo do Piripucu seguiu a linha ainela cm ca!'lpo atê o cerradão do "Nunca-
e-" e?
d' • cerra ao quase mato cm que prcdomin3 a taquara. Do fim desse cerra-
ao Cooeçam os campos conhccielos por 11que1c nonc e continuam assim atê a mar
g~ do Rio Apa, na povoação de Bela Vista.
O povoado de Nunca-Te-Vi tem uma população de 448 habitantes, sendo do se
lo tiasculino 246 e do sexo feminino 202; Brasileiros 158, paraguaios 286 e ar
~ent!nos 4, segundo as estatísticas de 1906. Fssa população acha-se disse!
~a pela campanhtt que tem uma irea de cerca de 5.000 hectares, atravessada
Pelo córrego que deu O nome à localidade.
_Na fronteira de Bela Vista encontrou o gaucho riograndcnsc condições topo
/~ficas 3nálogas às que oferece o seu Estado natal. Aí verificou que pode:
le progredir rapidamente II principal indústria do Rio Grande do Sul, uma vez
Sue
t·•
5
extensos campos, dotados de forragens nativas, eram apropriadas à cria
do gado. Eis porque se observa a predominância no Sul do Mato G::osso dos
k:u
r
ats do extremo sul do Brasil, que para nli nestes Últimos dez anos têm
,'rado en grande escala, indo ocupar não só aquela fronteira como os bel{s
...... os e d - h
-C aopos e Ponta Pora, Tpe um e Vacaria, em cima da Serra de aracaju.
. /incidiu com essa imigração o incremento que tomou o contrabando na mes
~l ronteira, com os consequentes embaraços à eficaz vigilãncia por parte do
.sco p 1 d d i L.-
.
1
• or outro a o, tratando-se e m graçao de gente de campanha e fron-
•e ra do Ri d • -
30
o Grande o Sul, habituada as Revoluçocs, o Estado de Mato Gros-
s~ que de~de os primeiros dias da República se convulsionar11, adquiriu as
tr novos elementos que contribuiram para manter essa região cm constantes
Opel!a. l : -
, " revo ucionarias, em que o gaucho tem desempenhado papel saliente.
ba Ja vista as Revoluções de l899 e 1906, no Sul do Estado, chefiadas am-
"_PO caudilhos riograndenses.
t
st
a situada Bela Vista à margCDl direita do Rio Apa e aos 222 6' 12" de la
" a e 13g 11' 56", 25 de longitude W do Rio de Janeiro.
, arge esquerda do meszo rio se ostenta galhardamente e com mais opulêE_
, a sua liamonia a sua homônima paraguaia.
h po·voa ... • 1
; Para icao orasi eira do Apa possue apenas cerca de 400 almas, ao passo que
tã a gua_a conta o triplo. e incluindo a população do "Nunca-Te-Vi", pod~
rgen brasileira do Apa se igualnr à paraguaia em populaciio.- É de su-
que co a 1, ,- .- T1, r
l a,' ' nauguraçao aa Estaçao e egra ca e com a trans·ferência para
,"Parada do 7g Regimento de Cava ln ria, a populac:ão da povoação brasilei
, ente rap!d h - d -
coz, :amente e ven a ate CKCC era paraguaia. (Efetivamente assir
,.
11
ceu - nota de 194 7)." •
ty"e brastelira uma das priselras contrucão de alvenaria de pedra e
:, <Sta oi ª do prcdlo dest in:ido à Estação Todegràfica, sendo indubHáveL".lcn
ª prltieira de estilo .. n margcr., paraguaia existem em maiornÜ"ll:!toca-::
}
,,.
roV
da beira dn mata do córrego de ~!Óquem,
caí até o córrego Derrota por entre
conhecida pelo nome de Capitão do Car
e· __;_;;_ _
''m_pouso do ''for Rondonpróx1mi3ela 'f«ta._A_seu ladove-se_o Alferes, V!
collu Bueno 11.
sas cobertas de telhas, ao passo que as da margem oposta so ranchos de pa
lha ou galpões de zinco, exceto, coo já dissemos, a esta,io teleriftca que
é de estilo toscano cliissico. Fssa casa, foi construíd no larlo e.erldion11l da
Ünica praça existente, elando a frente para o Sorte. O terreno fo! cedido pe
los que representavam na ocasião os porleres munlcipAls, entrnndo II Comissão
no uso e gozo cio mesmo para todos os efeitos desde" data <la lnnux11r11ção, is
to é, desde 30 de junho de 1905. -
(llomcnagem ao ínclito Marechal Cand1do Mariano da SI1v Rondon, un dos
maiores soldndos de nossn P~tria, pela passagem do Dia do Soldado. Fonte: Rc
latór!o dos Trabalhos Realizados pelo cntao ~ajor ~npenheiro Canelldno Maria
no da Silva Ronrlon - !900/1906, numa colaboraçao (Inclusive fotos) do Vajor
Rcfom11c!o í.nmallcl Sturnpf) .
10" Resinento de Cavalaria
Cmemora o lia
Cel.Edson Gonet, cor:andante do 10? RC MEC, fala
aos seus conandados e autoridades presentes.
F
·-· - 1
1
' q
1
Em primeiro Plano Suh-Conandante M:i,ior Lucas
outros ofici:iis.
:1i;rantc Jo 'Co
pc os novos o
Ig Posto ,
- RC :n::c.
e
resta-
•
ec n za o
ollat
No d1a 25 de Aosto come
T-ora-se o ília do Soldado, bra
sileiros que dia e noite per
manecen em prontidão e aler
ta nos maislongíncoos pon
tos do território nacional,
sempre prontos, se preciso
for, defender as cõres de nos
sa Paéria com a prÓ?ria mor=
te. O 102 Regimento de Cava
laria Mecanizado, Regimento
Antonio João, fez realizar u
ma bonita solenidade nas de
pendências do Quartel de Be
la Vista e honenage a fm
portante data, com a presen
ça de autoridades, Prefeito
Municipal Edson Moraes, Pre
sidente da Câmara Carlos Al
berto Ocariz, Juiz de ílirei•·
to Dr. Vilson Bertelli, De
fensor Público Dr. Julio Ce
sar Pinheiro, Promotor de Jus
tiça Dr. Celso Antonio Bote:
lho de Carvalho, General da
Reserva Rubens Abot de Cas
tro Pinto, Major Reforrado Ga
maliel Stumpf, além de inúme
ros militares da reserva,co;
vidados e grande nú:nero de pÕ
pulares. -
Na oportunidade, com mui
ta pompa e plasticidade, fo
ra:n realizadas as solenidades
de Juramento a Bandeira, pe
los Recrutas incorporados es
te ano, Compro::ússo ao 12 Pos
to, pelos novos oficLais, a=
lên da entrega de medalhas
de honra ao mérito aos mili
tares que fizeran jus pela
sua dedicação, trabalho e hon
radez n instituição militar~
Enfim, o 102 RC MEC, orgu
lho r.taior de nossa fronte.
ra, comandado pelo Coronel E<l
son Gonet, deu una demonstri
çao de organização, galhar::
dia e compromisso com a sua
missão constitucional, muito
bem lembrada na Ordem do Dia
pelo Ministro do Exército,Ge
neral Leonidas Pires Goncal=
ves: "Soldados do Exército
3ra~Uciro! En nosso dia, é
meu desejo que sniban o quan1
to o seu trabalho anÔnir.Õ
tranqu-:1.lizn o País". ("o tos:
l'baldino Rodrigues).
•• @FIE PRESENTOU WC,ãES IssEiLéÍ FILAI!
EiÉFiljO ô iüNiPio'E BELÁ VISTA, PONTA PORÁ E JARll
-. )edé jus' {A Aa ostarem instalad
naquela local 'a aeireir
Escola de 1o ratu, ",r,e nto tl
ta, fábrica onqarri ta', ,
r1 + a A, cor.hus iv 1
P
oc o tln v n~a' !
' y]ta!eira e centro
ran e, r
gaúchas• ni'l·3u1•l a
d 1,nta air.•1;:, qu,' • -
Cl~ n - s rurais onde são desen
de existe",%"à confinamento bovino,
vidas prat .cas consultas, via tele!
r quer constan cs e • _ .
i,formações básica para o d
nia, sobre " ~a.a a ivicl d.
senvolvimento lest
O
r.,unicípio de Jard
F'lnnlmcntc, para • . . .
·aos podê enviou expediente
Henrique • or ·'
1
João AnLonio cln ,..
Pre:.idr>nte c:la r:norsu ' - • •
l
. ·i t nrlo a ex enr,ao ela rede de e-
co 50 l.C a • , - 1 i • -1
i; rlAtrica, da vila Ange ca, as qua r
tiritadas pelas ruas Projetada, Bahia
i
., do Sul São Paulo e Avenida Ma-
R o C.ranuc " •
to
o deputado Henrique Morae Dede apresen
LIJIJ no plenário da Aomhl+ia Legislativa,
tr6 indicações, solicitando a realizacao
da serviços por parte dos órgãos liqados
ao Covorno do F'ado, que irão beneficiar
poplação do municipios de Bela Vista ,
Ponta Porá e Jardim, 'Todas as matérias fo
ram provadas por unanimidade pe 1 on d ma is
parlamentares com aento na hL.
rom rnlncao no municlpJo de nclo ViR n,
llcnriqll'' ncdé rrnlicitou oo l'rccirlr.n cln
T lnmu, sflvio Lopon de Araújo, que_ oo·a
mprnhn realize ocrvlc;oe de instalação de
um tP)n•on,1 crnnunitiirio defronto a J.ancho
neto Kaiser, a qual eoLii sltuacln ii Rua da
0pública, 281.
nn :;11a juc Ll icn Li va, o pa rl amen f!r _ •c
c l;ll •t·r que "a área da cidade onde _ esta lQ
aliado este es ahelecimcn o, esta <'lcsas
riuticla de aparelhon comunitários, sendo
que o mais próximo localiza-se aproximada
mcnt~ a dez quadrar. do local. Alem disso ,
ao lado da Lanchonete está instalada a Es
cola Estadual "Ester Silva", que funciona
cm trfü, turnoi; diiirios, ci il instalação de.::
te telefone beneficiaria em muit,o a comun_i
dade nRtudnntil". .
·· Tamb·m ao Prc,si<'lente <'la Tclems, o rlep1;=
tado 110nriquc nc:lé solicitou a instalac;ao
do un Posto dt'! Sc>rvicos (PS) no loteamen
to r)5cara Alvorada, localizado no Km 12
□
. ,,
!)eput11 n "cnrtquc ~loraes Dedé - PTII.
rla rodovia MS-164, nistrito de /quida
ban, no município de Ponta- Porã. Henrique
r.rosso. - 11 i o
Ao comentar a solici ac;ao_, _')nr _que e•
dé destacou que "a Vila Angélica e a ma!t
populosa de Jardi:n e possui uma ex tens.a a·
rea ainda não beneficiada com os serv1ços
de encroia el0.trica.
111ém, disso, ali residem centenas e·
familias e a ocupação de_ vá~ios lo e·
neste setor da vila, esta diretamnen •
te ligada à nao existência de en.2:
gia elétrica".
·I
1
l
Dr. Ramez Tebet-Sunerintendente da Sudeco.
Um plano de <'lesenvolvimento agroamhie~
tal para o Mato Grosso do Sul, com aten -
ção especial para o meio ambiente, começa
a ser definido com hase no zoneamento a
groe ológico iniciado no F.stado. ~écnicos
<'la Sudeco e da Secretaria de planejamento'
F.stndual reuniram-se nesta Canital com re
presentantes das demais Secretarias par~
apr~scntar os primeiros rcsulta<'lns do zo-
neamcnto iniciado na região norte e nordes
te. 'o encontro, foram mostraçlas algumas
recomendaç6es para o melhor aproveitamento
das potencialidades locais, a serem deta -
lhadas nas pr6xi~as reuniões de trabalho.
/ região norte e nordeste do Mato Gros
so cio Sul, que reune 73 municípios e tem
mais de 130 mil quilometros quadrados, foi
escolhida como área laborat6rio para ini -
cio do primeiro zoneamento agroecol6gico.
Norteou a escolha o intenso processo de o
cupação desordenada nos últimos anos e que
resultou em áreas consideradas de risco,em
termos de impacto ecol6gico. Dentre essas
áreas, está a bacia do Rio, Taquari, onde
os efeitos nocivos da ocupação atingem o
Pantanal, e que terá prioridade ahsoluta
em termos de programas.
O levantamento feito até agora mostra a
ocupação do solo, as áreas de preservação e
conservação e a análise em termos de risco
e potencial. Foram definidas áreas de cul
tura permánentes e temporarias, com identi
ficação das regi6es suhutilizadas, onde se
recomenda um ordenamento, e superutiliza -
das, onde deve haver o redirecionamento da
ordenação. Outras recomendaç6es referem-se
às atividades de agricultura, pecuária, a
proveitamento de recursos minerais e dos
recursos da fauna e flora, preservação dos
recursos naturais e atividades de turismo
e lazer.
Em termos de ocupação produtiva, a re
gião apresenta como atividade básica a a
gropecuária. F.xistem porém prohlemas como
a baixa produtividade, subaproveitamento
da pecuária de corte e leiteira e manejo
o?o das pastagens, que resultam • em
rosão. o setor pecuário foram
ainda ,~enti:icadas três áreas homogeneas:
a do em torno rlc Campo Grande, com proble •
mas de falta rle leite na entresafra, a rt·
gião de Paranaíba e Três Lagoas, consider
da a maior Bacia Leiteira do F.stado, e
região de Coxim e Pedro Gomes, onde a ?~
cuária leiteira atende apenas as necessi~
deslocais. Os maiores prohlemas da regif
são.a expansão da agricultura, em especia::;-,
a de soja, com baixos rendimentos da expl; ~
ração pecuária, e falta de infraestrutura, ''..,u
sohretudo no setor da eletrificação rural. :esse
_ Entre as propostas de programas priori· • e lá
tarios, estão aç6es de conservação do' so • • este
lo, reforma da pastagem, re:orço da supi! :-, t;•:r
mentação alimentar, melhoria no manejo sr ~F
nitário, icentivo ao associativismo melh; -:lcg1a
ria genética do rabanho, fomento do
1
créd:· ;·'="ade
to e recomposição das matas. Essas e o'J·
1
es
tras sugest6~s serio reunidas no proje"
de desenvolvimento agroambiental do nortr
nordeste de Mato Grosso do Sul será enca::i
nhado ao Banco Mundial para solicitaçio ~
emprest1mo.
Ehlora
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SlJl ..
I' !. 1./ 'II ST f.
l
li
to
<l, ~
er,
ida,
t e .
adi,g
EXEMPLO · Df. SOLIDARIEDADE
ramil precisa de bons exemplos, pro
reconquistar a confiança, precisa que
os seus filhos voltem a acreditarem
s potenc I il lidades deste Pais imenso,che
,J,, con rasten, mas rico o habitado por
povo bom e generoso,
Prefeito de Bela Vista, Edson Medi
. de Moraes, n ú ltima semana, deu um e-
lo de nua, [1,] or:ofia tlc Lrübalho e mo!;
ot o caminho para se sair da crise: Uff
D p SOí,Iíll'IR[f:OiDJ:. ,
Enquanto setores do Governo do Estado
iscr1minam o prefeitos eleitos pela opo
çio, até mesmo diretórios boicotam rci
intdcaços desses prefeitos, unicamente
r niio coin1rngarcm oo mer.mon ideais polí
icofi, pr judicanrlo com isso, não er;tes
refeitos, mas O POVO, o Prefeito tlo Bela
hs'a, apesar das grandes dificuldades que
uavessn a Prefc1.tura, entende as mãos,
bre os bracon e acolhe o tftmbém generoso
vo de Caracol, realizando naquela cida-
0 um "MUTIRJO DI AMIZADE".
ue
a r:a-
:cnsa :L------------------------,
erviç:
2nas i
)S lo,
2tame:
de e·
eré
C C
prof
n0:'
e:.""
·çã°
Miquinas e equipamentos, homens e mu
heres se deslocaram até o vizinho munici
io e li plantaram a semente de uma idéia
ue este jornal vêm chvulgando há vários
os, UNIR OS 'lllNIC!PIOS DA REGI/1.O, REALt
AR ESFORÇOS COJ'.•1'""'0S, sem barreiras da
deologia, com grande sentimento de soli
ariedade.
$
Enquano o Governo do Estado realiza u
irões do Progresso, a exemplo do que fez
em Por .o Murtinho, os prefei os ol itos p
la 0poção(e bem que hoje não entendemos
quem é oponiçiio e quem é situação, dado os
entendimenos entre- diversas correntes) po
dom e dev m no unirem e procurarem al orna
tivna ara a ender as aspires do povo,
r: s e povo, sensível, está vendo, aar
decido, comprcerido as d111.culdades, só n-o
compreende e não entende a 'QISCRHIN/'ÇÃO.
Afinal, a idade somos nón, todos juntos,
sem olharmqs a Ídeologia política de cada
cidadão.
C/l.'1ARA MUNICIPAL DE CAMPO GRA DE
ENVIA VOTOS OF. CONGRATULlÇÔEp.
Em oficio enviado ao Prefeito Municipal
de Pela Vista, Edson Medeiros de 'oracs,as
sinado pelo Presiden e da Câmara ~unicipal
de Campo Grande, Giordano "lcto, a Câmara da
Capital também reconheceu o gesto de soli
·dariedade do Prefeito bélavistense. Atra
vés de Requerimento do Vereador Prancisco
Maia. Eis a íntegra <lo ofício:
CMARA MUNICIPAL DE CAM r
PO GRANDE - Gabinete da Pre
si<lência.
Campo Grande, 16 de A-
gosto de 1989. '
Senhor Prefeito:
Temos a grata satisfa
cão de levar ao conhecimen
to de V. Exa. que em sessãÕ '
ordinária do dia 15 do cor
rente, foi aprovado Reque
rimento de autoria do Ve
reador Francisco Maia, so
licitando sejam enviados vo
tos de congratulações des:
te Legislativo, pelo exem- l
plo de solidariedade, de- •-------------~
terminação e amizade que o 'J"rr.ndor "rancisco ~IA la.
Executivo deste município demonstrou ao ceder seu e
quipnmento e parcos recursos ao município visinho de
Caracol, quando da realização do 'futirào da Amizade,
manifestando desta forme, o encorajamento para o tra
balho uQido em busca de soluções para os problemas.
Sem outro particular, renovamos a V. Exa. os nos
sos protestos de estima e real apreço.
Atenciosamente,
GIORDANO NETO
PRESIDEHE DA CÃMARA MU'HCIPAL DE
este o caminho.
Empresário Belaistese diz qe Governo to
É&sala fesrespeita o F'ovo e Bela Vista
CAMPO GRANDE - S.
' ·- - t
Rela Vist·a - O ex-vereador, ex-presidente da Cà
ra Municipal, ex-presidente do diretório do PDS,
atualmente empresário do ramo farmacêutico, Anto
!o Silveira Xavier, disse ontem que "o Governo do
tado desrespeitou o povo de Bela Vista quando lan
'U o asfalto para Jardim, depois suspendendo as
ras, isto apôs vencer as eleições, e continua a
-Srespeitar, agora· com a parafização das obras da
Duque de Caxias, no .centro da cidade".
-ara Antonio Silveira Xavier, "hoje a Duque de
ias se assemelha a uma trilha de lamas e detri
s, impedindo o triinsiro de veículos e pedestres,
!'•indo coco exemplo de uma administração incompc
1
te, um verdadeiro momumento vivo da irresponsa-
•-idade de n6,;sns autoridades estaduais".
ioninho. como é m,,is conhecido. pergunta':
~ ~~sponsãvcl, ou melhor, o irresponsável,
t "obra" que há mais de um ano se arrasta
orges
poupa Waldemar Mayer
do Júri Popular
neI V I t a - O c ! d a d a o ''!de ar ta r, )5 « n o ,
belavfstens de cor çao e natura stado de San
t Catarina, há quase 20 anc re acI
d ade, desde su chegada é empre erente do Sr,
Ol!mpLo do A, Cardinal, conhecido peca rtsta de nos
so Estado.
- Ocorre que a!domar Mayr, em 05 de abri! de
1988, por volta das 23:00 horas, quan o eh, ,va do
trabalho em sua casa, ao abrr o porto de sua re
sidência, eis que foi hordndo por u I v1•!nhn qur•
correndo desesperada com uma crfanç de 3meses nos
braços, em pavorosos ,,ritos por ,;ocorro e como ro!
to e roupa todo ensanguentada, além de puxar pela
·mio outrn crJanca com 09 anos de Idade, tendo em
neu encalço seu n~jsio Geraldo Arcc que Ji Lhe ha
via espancado.
Diante do pedido insi!ltPnte de socorro da pobre
senhora, num quadro verdadelrue1e11tc de tragédia,
Waldenar, apesar da fAdiga de um longo <lia de trn
balho, tentou conversar com o agressor do mulher,
pedindo-lhe que se acalmasse.
Entretanto, como resposta, recebeu um forte so
co no pescoço, mas coo é pessoa naturalmente cal
ma, ainda assim Inststtu para que o agressor paras
se com a injustificada fúrin; ~as, enfurecido, Ge
raldo investiu novamente em Waldemar; Ato contínuo,
'Valdemar sacou de uma pequena pistola que casual
mente portava no bolso da benr.uda e ameaçou o Já e n
tão seu agressor de que se não parasse iria atirar;
~as ainda assim, enfurecido, Geraldo fez menção de
sacar algo da cintura, quando então Waldemar dispa
rou dois tiros para o chio eo sinal de alerta, ma;
o raivoso nio se acalcou e ao tentar nova inveRti
da eis que recebeu um tiro mortal no peito.
Preso em flagrante ãs 06:00 horas da manhii, ./al
demar contratou o advogado Carlos Alberto Nazari
Rorges,·que o liberou, naquele mesmo dia, às 17:00
horas. .,
Processado criminalmente, Waldemar nunca se omf
tiu em comparecer perante a Justiça. Pronunclado no
início deste ano, ou seja, seria levado ao JURI cer
tamente ~o mês de junho próxino passado. Entretan
to, inconformado seu advogado entrou com recurso no
Tribunal de Justiça do Estado pare que Walrlemar fos
se absolvido sunariamente, ou seja, ·que fosse ab:
solvido sem a necessidade de ser postado perante o
Juri Popular, considerando que agiu em legítima de
fesa.
"Quem
por
pelos
caminhos da promessa e da mentira"? "Esta obra,
prossegue, representa o espelho disto que ai está
a frente dos destinos de nosso Estado, o povo de
Bela Vista, está sufocado pelas promessas".
Toninho se surpreende ao verificar que naquela
rua tres vereadores possuem escritórios e até ago
ra nada falaram a respeito, e estes vereadores sio
da oposiçio". E finaliza, perguntando· "O que fi
zemos, meu Deus, para merecermos tanta's injusti-•
cas"?
ATENÇÃO EMPRESÁRIOS E COMERCIANTES:
Antes de fazer seus serviços gráficos, procu
re a GRÁFICA E EDITORA APA, estamos equipados pa
ra realizarmos qualquer tipo de impre~so c~m os
melhores preços da região. Procure-nos.
Rua da República, 564 - Bela Vista - MS
I
Advog3do Carlos Alberto Nazari Borges.
Julgado o recurso em 14 de agosto passado pelo
Tribunal de Justica ,fo Estado, Waldemar Mayer foi
vitorioso p~lo entendimento de todos os Desembarga
rlores que participara do julgamento, pelo que a
soleram aldemar sem que tenha que ser julgado pe
lo Tribunal do Juri em Bela Vista. -
Vitória de Waldemar e maior vitória ainda da Jus
tiça, já que segundo seu.advogado Dr. Carlos Alberto
Nazari Borges "Waldemar é um cidadio honesto, trabalha
.dor, além do que agiu verdadeiramente em legítima de::
fesa, não seria justo coloca-lo diante a sociedade
belavistense sentado numa cadeira tão pouco honro-
sa, qual aquela destinada aos réus". (UR). -
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''No Coração da Cidade" Apartamentos. com
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RESERVAS: 439-1487 E 439-1366
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• • A Em Delesa da Bandeira
Ação Pohc1al contra os V andalos Nacional
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1
J1ln.
•lide, 'l pa'1·l11Ônio pÚhlit:o,ln-
1 l'
rn de ' I n i
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d e , 1 x, 1,. ~;,,. Pt·t t• i I u Mt.:11 i t· p l ~,o
:.t 1d » d x1 1
i 1· L•.: l
1
1I rida!d.s pc,l ic:, -
ais a]ar com enr, is nu: investigações a
1 ifl' deslindar a quadrilha de llllflt. gc,;
pÚbl
1
t·c,,•; qtH}, :11 f: ... 1 .,rn, nt,·, tm, agredido
1 l'
1
1' i 1, V: 1 l (l t 111 j i t (j.
Dr•:.;<H· q1. , .1•u·1l l r'<•l'<'ilu J.;,,ni,•ip'11
t'oi I lvl' ', t, • 1r,Ício, r;i,)tlm tliC111'/'tit•·
a disttu ca património Pábliec kunici
p.1 l ,
Prime to foram a maquinas totzlmnte
"depn dos", ±pois, foi a destruição si
tnittca d:s plucas d sinalização de
t. sito.kis tarde, forar a:.:· li x, ir··,.; q/
t ·,.b )r' i nlJ :..., is, uma Vt·z qu( n l nei.é:r. a!.; u ti
E. e p
J r á obr 1
sa: dc Prefeito Mo.c'pi.1?
Isso é o cumulo da cretinic'
sendo atl nl', 1 do é a p<•! U l (, ,l ) b,
f • t nor,o: ' t; r! t <; ·t .J.
Os vàr, nulos, dvrim d
e, ertão, ver!ficr qu 5u
vvl t.'1do cc,nl r 1 :d pr·Ú1-r·'. o.
A pcuco di: , [
1
.,_,., IJlna
() 1 l 'li' !' [l• 11
• 1 to bos: '
guerra ccntra alguns cidadãos devido a qu !
11., d do~ Lr~ or·,s. F.. a•(. lloj•, u:
0
c<:I o
órgãc d irp1• n..;o. noLlcl::i o r.110, como un.n
vi LÓria do podr pulic íal.
Esta é a hera da ip ensa locl lcvn
ar , sl., b: nd •'. ro. e ,Jecl, rar gu•·ri·o. LC• ,il
''l)$ v?inc'i.dOS, ae:s blSSUÍ!-,, q1.1C C'. tâc df'S-
r•u; ndu o pai I irnÔnio pÚbl 1 co b•· lo.vi stcns··.
É t.'lllPI.) dl.' l'C(d Óp i ;'". l), fC!,j,'.1 do mio am
biente. ll'S ;u·vores. elos pássaros L do
pnntnnul. Cuidar elos nossos rios, e mcn -
l<:r ncl'Sa aq,wla ci.imp·inh::i: !'t,int, um:1 ar·-
vore.
Pois é, cadeia s também chamada de ga-
iola que·la de guardar passarinhos, e no
caso da e«d i, mo cadeia mesmo,
pal"l
guardar ire s, bandidos, marginais, se
bem d v r qumndo a
11
ncss s Justiça" fa
lhn e alguns inocen' '5 vão pagar atrás ctÕs
fr". i, .,, .. r·qu:-inLo outro que àevcriam fi -
er rancados...stão soltos- se bem que
sou ,d"plo el~qu~les campos Lie Lrabnlho
forçcdo, OLI scj;1, o cara vai preso e cum
l'irÓ. p n, ._,•nb,üh,u:Jo, abrindo estr.1dns ,
_trub:11!1::indo na lavouras, trabalhando duro
m.as ete é.outro assunto. Vmos ao que i
teress.
Vereador quer que os canarios cantam
livr .:;.
CJ
I3L"li! Víct.,,, 23 d<: ai;oslo d•.: 1989.
SYDllEY r:ur:i-:s LF]TE
VF:HI.ADOR F. LIDER 0(1 !'D'l'
U' I" t l
v l t, l , :' ! •
r
v1•ct .. dr t r·-1
nsgo de civis
do:-. "11 ·~, o ,r·• •
seguiu o V
XXi § l rJ cu: • 1 tuião Fed ,. 1
lr i.;, : ·1 put.>l ic I l rJ" Jc,:., .1' e,. • proar
(b
r-•··· ,-rvcoc, e .. r~
1
r.hJ..; do; Ór-iJ.-Ov
) • • • J a± f
; .. bl ico.; cJ, vera t r c·,ratt r, _
ou ,j,
01
i·•r.· - ,•:,.0 <;' ci...11, tlcl.i º"º pod• 1.-
do cc,n..; l., r nc,~•- s, ..; í ,.,bolos ou irn:1w•n~ q
c·ir·:,c:,•r·l2.,:·1 ir' oção socl·ll d•• au ori.
dL o(J .Ji rv idv:·,· í)
1
Jbl icoG".
11:DICAÇCr.S Ai'fi::'.,S:iTADO PELC VE!ffADOrt
,•r~tr·ou com indicação nil câmara t•'.unicipal "s~
1 i e i tando que se j o. er,v i o.do <. xpL·d i en lc o.o
Dr. Delegado da Pclici::i Civil, para que o
mcs~o informe "respeito do destino que sg
rú Li2do aos cnnârios apr~endidos, sc,undo
c0nsto., por aquela utoridede, no pr6prio
p:1tio d~ Deleg·,ci-1 de Polici::i". Disse ain
da o ncbrt• edil, preocupado co:; e S • pnssar
nhot, prçr,dc -se L'SL~ rcqucrirnLnto ;te fi!LO
dc que ccns.tatei, pessoalmente, em visita
qcc fiz; Dcl•g~cin d~ Policia, cumprindo
os m,u~ afazeres profissionais.que, no pá
tio da Delegacia exlsLe uma gaiola, com
o.proximadamcnte 20 canários.e que, o pr! -
sionamcnto dcs mesmos é feito naquele pr6-
prio pÓtio, utilizanào- o de umTa "chamaº.
Quer me _p1rccer que essa prá-
tica, Sl' realr.1enLc éxistc, o.Jérn de
estranho e infração penal.
E Sidney pediu: Dr. solte os
"As dificuldades financeiras pcrqu
sa refeitura Municipal, herança d d
... ,i! J.ttr..c;c.:50 :-.r.tt.'r-in! ... , tem sido o obs' -1cui,
n: 'ur :.i.1 de Executivo Municipal que li-: e
própria- rir:ou o vereador Sidney Nunes
!...Pi t. , de PDT, conlinu;indo- ºno er:tanto, e
p1 l'C iso que a Prefeitra faça os nE.ccssá
rios r paros na Avenida Teodoro Saliva, no
1.recho Lre as ruas Cl'ispirn de Rêgo e
15 d• 1 ovcrnbro. tendo cm vis;.a o desgaste
do uS falto e o se!"v iço é de suma im. r ân
c ia p:;ra a ccnscrvnç:io do mesmo".
F)n,:iliza o vereador, "sabemos que quan
to naior f9r o dap . maior serio ;nus fi
nanceiro do 1•1unici.p:o".
p~ssar-inhos! ! ! !
ereador pede empenho
das. autoridades
Gf UE SOUZA ROSA.
-Para que seja ,,nd•2rl:çado c-xp,·ditn~
ao Exr;io. S!·.Pr,f-"ito rt.unlcipal, no :.H:n·.
do d·: v•.T a possibilic!u-.:c C'> s,..:d•'r Ll:.a 1JnciO!'.ã=
ria da Pn..fdtur ... r,:unicipo.l, ::io Dekg·,'.!o o
Polícia local, para que a rn<'SKJ. ajud•. nG liir:pt;:.,
da Delagacia de Policia 1e nosso i•h..!."licipio.
------- - -----------------------
n 1·• . ..:!o:· cá.ssio Acioly, do PFL. soli-
vumcnt~ mais empenho das autorida
_,,: 1~,s uo Governo d Estado , no sen
L i d de sensibilizarem o Governo.dor Narce
lo ~irJnda p~ra a nvcessidade da pavimen
ação asfáltica do trecho Beln V.ist~ a An
,onio João.
Cássio. 'Cca intervenção dos D.:put;;-.c!osValdemir
l!ok.:i,:ri R1go e Herriqué:l)e<lé,assim ccrnoc!os Prcfei -
tÕs Cci·los Froés(Pon:a Por) e Ovaldete Coinetc(A.ri
tor.io João) ,U'1indoesforços p/ a rc3.Hzaçãodaobra,
"to importante p/ o progresso de nossa região, le::i -
brando q/ por esc.:. rodovia trans.i tamca'lli.nhÕCs tra"5-
port ndo c;tlc-Íreo produzido nesta cid:ule, e devido as
eh vaso tr....nsito toma-se intransít.á.vd.
lubnn - Fábrica de Tubos [TOA.
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RUA: G E N E R A L R o N D:O N ?-! Q 251.
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-P'l!"l qu•· ~' j;;_i t·r.dr·ri~çadc PXfY-•'ii•·:1tr ~o :r. •
Sr. Prefeito l•'.uniCÍpal, ca1 c6pia ao Chefe do
Escri t6rio loco.l e::, B,'ERSUL, n..i ter,mr.o Indict,~
n~ .055/89, no &·:itido que os r.:r.:::rr~s d-.<· ·r.c.ir.en
colocaçüo de ll.•:lir.iirlas na Ru3. Ricardo Lour::lrc ,
no Bairro Vila. llovo..
----------------------------------
-Para que seja endereçado expediente ao Ex° •
Sr°. Prefeito Municipal, para qu-- de::.,c-rr.:ir.'s i!.
5<.·C!"•tário d·~ Cbr·:!S Ll n2"ir ;d3 c!o bo.'1."l'eiro pt,t:!:
co da Praça Castro Alves, pois o remo al
no ser usa:!o, tira toda a ,_ .. st~tica C:i. r-..:f1::-:·c..:
Praga; ou mgo transferi-lo para un local qr
poss::i sc.r usado P!-'las pessoas qi.;-• :ui• circul:T-
------------
-PJra qi.;e St' ju enden:cado cx~dic:nt:l: ao De':' •
Sr~. PP•fd to i-:ur.iclpal, - par-.1. e~-~ d··t:t:mi:-ie a=
S<:cn:t:1rio de Obras. a possibiÍidad·..: d':' fazer •.r
c:st.uc.Jo oc. ccnstrução de, un teminal Roc!i vir:o •
onde s-, Lncontra hoje o Parçu<: Infanti 1 da Praç
Castro Alvt!s, tr--cl!"'.s:'erir.do o rni..:sr.io pa~ o cen::"':
do. 1':ferida Praça.
;rv7ad,
.... ! es
• !1,0.1,t
:!
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:-: t:C),r
7a!s
- ±te:
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:, t!e•,e
':.:ro
. -Par.1. que seja C!']ca-nir.haào expt;diente ao ?:-; •
feit'? i•lu."l.icipal, no sentido que c!etcr::iine ao se
cretario de Obras, a retirada dos tntulhos cr.::.
:'ora-n colocados na Rua Volu'1tários da Pátria. e;:
tre a Rua Geraldo de Souza Rosa e Avenida Teo?
ro Sativa, tendo em vista que o tráfego na refe
rida Rua é intenso d·.:vido as obras na Rua DuT
de Caxias, e can esses entulhos ali colocados~
bra passage.-:n para transitar sanente u::i veiculo-
-Para que seja endereçado expec.iente ao ::e:,
Govt::rnador do Estad - • ·,<
e- º• can copias aos St:cre:ar
1
--
Da • azenca, ca Educação e da Adi . - r:
sentido de aue ' ministra ,,
. · . · - ª ericia
71
as Reivindicaçoes dos r,;
e 10nar 1 os Estaduais . . . ,,
. . • PI'l.nc1~ ente daoueles <l.,.
~rabalha:i no Setor d - • - • ,=
e ::.aucaçao, e que rbas
partes faça de tudo , . r
1
. - para evitar greves 001s ~
ra.L t zai O OS f.. "lC. • . . ' _. •
ulaveis n- ". 1onar10s os prejuízos sao jr,C--;.
ao so para o E St.ad • e.'.;.!'•
toda a população. o, ccr.o ai;,.!:Jem
ttr;.~en t0s, po.i s os -prc _..,.
Z03. /osccr'.'<?rci1.lfl7°
5
'
r---ddof!s da R: Ducf ... k! e- C.
as es á 1r.suoorté.v~l" ••
mlizo o lid:-r of1'.".:,
c~r:ni ~'unlc i.po.l.
~. ' .
., ..
1 ..... - ..
• .. ~::i
't.~~!:~
.S. resi ente Sarne
uros altos, correções, taxas e mais taxas est
quebrando empresários e produtores rurais
A 07
Indicador
Escritório de Advocacia
to
' p0d
emin
l..OUI,
,1 r,11111,r,iin ,; ,fruritÍt !cn,
Arclar r( quem?
Super Intendente He onnl do Banco do Bras11?
as{dente do nnco do BraII? MI!stro Ma[lson
Nóbrega? Ou d!retamente no Prefdente da Repá -
la José Sarney?
Apelar sim, a todos os responsvels pela tua]
ltuaçao, que et nrrnsndoafnda,o devedores que
tra!rm seus empréstimos durante e após o Pla
rruiailo e se cncon t mm l NAIHHl'LEN l'llS ( uma aber-
ão) junto ao Banco do Hrasfl.
Multos desses devedores sao pequenos e méd!os
presirlos; pequenos e médios produtores rurais
" foram anistiados, encararam com fé e coragem a
rspcctlva de que n economia porlcriu se normnll -
r. Outron vencicrnm IJTIÔvcls, CA!JaA, mltquinRs, e
acuraram o caminho da ner,ocinçiio.
Desde novembro c'c 88, cm Bela lista, vlÍrtos cm
ts~rios e produtores Rol 1c J taram no ílanco ,lo lira
1 o parcelamento de seus débitos, ninguém falou
dar o calote, ou perdão, quer J 11m e que rem ape -
s pagar o que elevem,
~•s o que aconteceu? Simples .. A sol lei taçiio de
ruccntos e mais documentos, certidão disso e da
!lo, cópia disso e dsqu1lo, é a novela foi se ar
5tando. Quando parcela que tudo estava se enea
Ando normalmente: :-iiio d,Í para negociar, falta u;;;
f.XAOOR.
Enquanto esta novela macabrn se desenrolava, as
!das foram uumcn tando, aumentando, lumcntando.
SÓ pHa cit11r um exemplo: Um empresário devia
oanco cm Janeiro de 89, l'Ci'.$ 42.000,00 cruzados;
deu uma casa e entregou uo Banco, limpinhos
s 25,000,00, isto cm Abril; pediu a negociação,
! aprovada, mns não concretizadll, cm Julho sua
~Ida estava em 130.000,00. Em Agosto vai para ma
de 160. 000, 00. '
A origem desta <lívida? Menos ele 5.000,00 con-
lda durante o Plano r.ruzado.
~te ernpreslÍrio j,Í pagou de juros, taxas, etc,
, ta!s de VINTE vetes o capital emprestado. f.
---- u exemplo.
3 ao [Outros casos existem cm Bela Vista, quHsc todos
:;lnados da mesma fonte, o Plano Cruzado,
, lerão e outro~ Planos ...
São pessoas que trabalham, produzem, geram em-
0s, Impostos e nio desviara um tosto sequer
a fins particulares.
~tes empresirlos estão preocupados. E não en
ce:: a situação, são os que carregam nas costas
conocia desta cidade, o por quê do espírito de
no gatilho contra estes empresários?
stão surgindo nuvens negras no horizonte. Amea
ir.e de demissões, encerramento de atividades ,desc~
e ~-•' ,o e, o que é pior, cresce, devagar, mas crcs
·i~· ..,º senticcnto de que não vale a pena lutar. Ou
1
d:iF' ,or, deve se procurar outras formas de luta,e o,
Spero leva o homem a praticar atos que normal-
e aboclna.
ecaram as antiestações. São os lavoure!ros
..----
3
racaju; ame11ç11s d.1 greve aqui e a cola; procu-
0:: ·se, inclusive, alternativas no País vizinho(Pa
'li) -e, fala-se, também, que do jeito que esta,
cais poderiio conturbar o processo democrático e
4
eleição presidencial - isto a nível nac1onal.
'lCic:
do
a li
.pio.
t:' ílrcs
CARLOS A.
CAUSAS C VFIS E CRMI A1S.
RUA:
TELEFONE:
'O
439 - 1382
MS.
Falando ontem à nossa
reportagem,o Vereador Sy
dney Nunes Leite, do PDT,
falou a respeito de notí~
eia publicada no outro
jornal local, cm a qual o
Vereador Jorge Rosa, do
PTB,diz que nem tudo está 0
entendemos o- porquê e qual o notivo de o .
d , !tranquilo n~ Coligaçao e 0
Brasil divulgar baixos lucros, se os dcv~
• que uns llpoiam Brizola,ou
• pelo menos aqui em Bela Vista, cstao procu- tros Collor,Haluf e ele j
) Banco para saldar os seus compromlssos.~!as fif • e que será difícil
fora JUSTA, EQUILIBRADA, HONESTA e que não -.-.::--:-:---;:-:-;----::--:-::----"
"juntar os cacos" no ano Ver. Sydney N. L it
•
0
:::eterâ os tais "lucros", querem apenas TRABA -- e e.
! e continuar de•senvolvcndo suas atividades. que vem. A C!S
t
e respeito,
- Sidney disse que "democra 0
e justo valorizar a especulação financcirn
eia é isto mesmo,é o plu~
• ttir:eento 'da produção; não. é justo querer jo- ralismo,debate a nível de
/
5
costas dos pequenos (ja carregl!das de pen~ idéias,ninguêm cabrcstean
Aus) a culpa pelos desvios e negociatas dos . -
+' do ninguem, sem caciques,
s. e justo o massacre que estii ocorrendo
o • mas cada um respeitando as
.,"Ao teos permanecer calados, vamos ao 3: {a&las e tendências do cor
.. 0, mas nao serenos com0 0s Judeus na II -
a panheiro". Prosseguiu Sy-
' que ia::, para as Ci!maras de gás calados,como dncy, "cada eleição é uma
,ros (hoje eles aprer:c'cram) - JlASTA, um CHEGA eleição, cada cabeça uma
ª S.ltuaçâo. Não somos nós, empresários e pro-
e cabeça, este ano teremos 5
rurais, os CULPADOS. Nós estamos trabalha [1elções para Presidente
Seremos pagar as nossas contas, mas sem ur
RE da Repúbllca,nossos corapa
em nossas atividades. nheiros têm liberdade d°e
•º Brasil está negociando sua vida externa,
~ éos juros, etc, porque nós não podemos faltar por este ou por a-
eso? quele candidato,isto é,sa
coo ROUBARAM e ESTÃO ROUBANDO O BRASIL [lutar desde que,observe -
ro •b rnos,atualmcnte no Brasil
l! ando e massacrando, aqui mesmo, cs BRA
~ os partidos políticos cs-
,Patriotas e que acredita no TRABALHO. Á
e união. tiio cn ebulição, buscando
S estamos citando aqu! apen. se a[caminhos. Se Jorge Rosa
·• - e porque este anco é o ú .. !~e que real _ tem a liberdade de optar
e preocupa cor a produção e suas diretr; _[por Afif, os demais copa
'«uso. +is isentei. oi.ses .late4rs retestar si ' l lt is@ 22
E
Fazenda e Pres!dente da RepG'!!ca. Seus func!onirI
os apenas cumprem ordens.
No tocante aos HANCOS particul .res, que, estio
obtenrlo LIICRO$ -FANTÁSTJ.COS, cre,ic1r-l'ntos nunc11 nn
tes vistos, estes so um capítulo parte e só a
pós II ELEIÇÃO, se o novo PRESIDENTE for mesmo 111'!
rn1E'o;CIOXADO, c11bcrà a ele IHSClPLl'-AR . AG10TAGl1'
ente CAl'ITil.JSMO SF.LIAGf!M rlc6tcs bancos, e, na ver
dade, alguns deles, trabalham té mesmo.. contra o
Banco do Brasfl. JL.P).
Dívida de Agricul ores e
empresas com B B chega
cz 9 ilhões·
O ílanco do Br11sil está encontrando grande dlfi -
culdadc para receber NCZS 4,7 bilh;cs em dívidas
de a~ricultorcs e empresas. Durante depoimento
prestado na Comissão de Fiscalização e Controle do
Senado, o Presidente do BII, Mário ílerard, informou
que II inadimplinci~ cresceu ele forma expressiva de
dezembro de 1988 11 junho deste ano, alcançando 11,
25" clll carteira de empréstimos do Banco. O prejuí
zo com créditos irrecuperáveis chegou em NCZ$ 600
milhões, eci 30 de Junho último.
Segunrlo Berard, a inadimplincia foi ~m dos motl
vos do péssimo resultado do Banco no primeiro se-
mestre deste ano (l'CZS 48,8 milhões de lucro). ,
A situação é tão preocupante, conforme o Presl- 1
dente do BB, que a instituição criou um departamen
to que se dcdicll excluslvamLnte. recuperação dos
créditos,
- Vamos tomar providências enérgicas para receber
o que temos direito - avisou ílerard em seu depol -
rnento.
Apesar da postura agressiva, o Presidente c!o
Banco do Brastl«chague poderá recuperar uma par
te dos créditos através da negociação com os deve
dores.
i Acordo com Berard, a inadimplência' está ele
vada em função do não pagamento de empréstimos a
agricultores, que reclamam na Justiça a isenção da
correção monetária; da quebra de algucds safrlls es
pecíficas; da queda de preço de alguns produtos
das altas taxas de juros; e da rctençàodc recursos
para o custeio da próxima safra, recurso que mui -
tos agricultores estão utilizando para se precave
rem da possível falta de crédito na oróxfffa ~aíra.
Escritório Jurídico
MELSO L e CHAG_AS
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QUESTÕES
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outros,ou teriàm todos
que fechar com Afif?
"A Coligaçiio está mais
forte do que nunca,o que
nao pode ocorrer, é ser
vir de instrumento ino
cente a serviço de adver
sários, que na derroca~
da buscam se util.lzar de
todos os meios, até mes
mo sei:ieando desavenças
e disses que disses.
Estamos unidos e va
mos caminhar unidos es
te ano, ano que vem e ,
sempre, desde que os ,
interesses de Bela
Vista estejam acima
de quaisquer outros
interesses".
BELA VISTA - .MATO GROSSO DO SUL.
CIC
SALVAI:OR LOUREIRO
OAB/ IS
ESCRITÓRIO
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029.875.191-20
251 - 1451
RUA: 10 DE MAIO, 341
RESIDENCIA: ROA OLlVO BILAC, 146- COHAB.'
FONE: 25.1 1410.
I '•
~
$
$%5.--.
t;,..~ O r,.1rot::Ío Joaquim Du-
V'W lr.1 tl•·Lo, filho do ca.::i.!l
Lul., t•'.mt< lo r PalrÍch. O::;
avos matemos, Edson Moras e
Cécl lia mul to felizes com a chega
da de uniu I n nc o. l'ur.obérm! 1 ! -
a-là nn,no
Da e= da Amlwdc n.•al lwdo sátxldo pp. fol
coroodo de SUCl'SSOS.
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Casa da Amizade ornamentada com muitas folha
. gens e flon:s, os lindos a.r-r.mjos forom da Flori -
cultur-a 1llip,,. Sua proprietária Sr Hepfer fez
Ull bonito Lrabulho.
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A Cxa cb Ami:.:aue soh iJ prcsidencia de J.lac.blena
I..,~itc rrocnç:i hcm:m:.igcou cano sócias beneméritas
pelos rcvl'lnnl,'s :c;,,'1vi<;os p,'C'stados à Casa da Nni
zadc ofercccnJo-lhcs m, Distintivo as Sras: Nice da
Cosl.:1 l".I rnnd:i (Distinli vo colocado por l· adalcna) ,
Olimpia. Lourciro(Distint.ivo colocado por Ana Maria)
Inah Camln::u.(Distintivo colocado por Sudy Rosa)
e Emes.:ina Almoda(t•'.orcna), (Dislintlvo colocado por
M.:truce Raha.1) .
111'-0S A
ColociJÇ30 dos Distintivos nas hancn::igeàdas;foram
convidad'.u; por Madalena p.:,r~ tom.:m::m seus lugares
n:1 m~s:., de honr,1 para dcgust::in.'!:l do delicioso ch:Í.
can biscoitos, nntcs, porém a Sr Nice proferiu as
seguintc-s palavras: Amigas e canpLl-ihciras: cu..quc
ro neste instante oferecer a vocês da Casa da Nni
z.;1dc através d:i Prcsickntc, a a:niga ~bdalena, ,cst-;
ramalhete de flores cm ratido a dcmonstraçiio de
a;:.reço e carinho que estou I'.,Ccbcndo neste memento
e afirnur à vocês o CSP<-'Cial e grande afeto que te
nho por esta Entidillle que ajudei a rusccr cm nossÕ
meio, da qU3.l tive" a honra de haver sido a 2 Pro
sidente> e que o ano passado coletou 25 anos de
cxistêncla de laborioso.:; lmbalhos cm bcnefÍcios
dos mais car'=ntes. Concito neste mcrnorável momen
to a tod s s jovens cCO;)ar.heira continuarem es
te belo .:rabalho e que scj;;i:n SL'mpre abençoad s por
Deus.
CC: 15,300.8 4/0001-
Pu: José Bn!tácio S/N-CEF.79.20.
F ·la Vi±ta-M;
Associação de erhoras de Rot r !.ir.O!
d., Arr•l zadc; cor:KJ A..,.xx; laç:ÍO- •.nL1d."1" con.;tl luld 1
volunl"1r!:.m nL< por epos s € viuvs d ro ;ir.0-
anos (óc las efetivas), sócias col ·bor:,1or;J!;,ho -
norarias e benemrl .as,
As Canas da Amizade urgiram do sentir n a -
11:.1110 do povo La lno-Am:•ric·•no, r-JZÔO por-qlY" ~
l·xiat•m no Dr-&;11 <: em alguna PaÍ1;,.::;, lb< r-o-/v"c
ricanos. As Casas de Aml:t.ude ou Ar,::;ocl<IÇ:;O W- ~
nhoras de Rotarianos têm cus Es'a ut.os e Hegi -
mentos Intr-mos prÕpr·los, sem nLn.tiun vínculo com
o~; Holury Clubes. ?os.sul reta de trabalho, que
varia de acordo corn as necessidades a ua cidade
atcnde;ndo as pessoas carentes nos seus vriuds
i.!Spcc tos.
A Ca:sa da Amiwdc organiza prorooçÕCs soei -
ais , culturais e especialmente, beneficente :
wnibém pa.r-tlcipa das realizações caf'JJ!'litárias
rculiwdas pdo Rotary Clubs. Seu principal o -
bjctivo deve ser a ainizade e o canoanheirisno:
A Casa da Amizade e actninistrada por una
Diretoria CaT'posta de:
- Presidente ;
- Vice- Presidente;
- Secretária - 12 e 22;
- Teureira- 1 e 22.,
Oradora ou Protocolo
Representante junto à Coorocnadori.'.l,
A Casa da Ami zadc (sede) é o lugar de rcccpção
aos Rotarianos, faiúliarcs e convidados. Prédio
ou salão onde se rcÚne a família rotá.'.-ia para o
desenvolvimento do caT'.panheirisrro local e rcgio -
nal.
OBRIGADA PELA SUA PRESENÇA.
Madalena Proença Lei te (presidente).
!-ORAS DIFÍCEIS
( '.:mnanue l )
Provável estejas a travess:urlo as horas difÍ -
ceis que não aguaraavas.
Querias o c:rpréstlillC de recursos amoedados, pa
ra acertar os próprios negócios a'11ig:,s faltara11~
Perdeste todos os haveres nU'TI investimento
que te parecia iirp0rtante e que resultou cm f'ra
casso.
Colocaste todas as esperanças nun filho que -
rido que te tl'Ocou por a venturas inferiores.
Pessoas a'!ladas deixara-n- te a sós, afastando-
se junto daqueles mesmo que_ te recebia'TI apreço e
confiança,
Companheiros de ontem surrupiara-te hoje as
va<1tagens e os bens.
IDD2Gl 00 ~::::O 00 .
IE
O Brasileiro ca mais de trinta anos,
vigor profl::;:;ic,:,.u, :.,. ,' b· n Douro t "po;
derado inapto, para prestar ua série de catu
pÚblicos, J, vido él:., l !r, 1 V· d.- id,,•J., p!"
0
·-f1:1._
28 ar.os carpl·:Los. A
6
or;,, pa:-a ;,qu-k.;; q .. e
ansiosamente o Concurso do nco do Bra::;il I f.
estabelecida a certeza de que não haverá lIml'
idade_fixado pelo Üé'.r.Co que , sc·e;ur.-Jo :.c&:SS(;!'.
na.o t.tm a intenção de !rir:.. Cor.::;tituiçOO F~
que determina no ArLi;_;o 7l, p...:-: •r:...I'o Y.Y.J., do'
pitulo dos direitos sociais, a rão diccri!:açil
de idade para a±nisso de servidores. Por cu
to à cscolaricbcle , xigida, será o 2? grau ca
to, L-"T'.a no , tra::licior.u.l c!o Banco, Ou" TY..'rs::::
apesar das insistentes reivindicaçcg e favor
escolaridade a nivet a 1 zra,
JORNAL DE oo:,ur:GO-lBERLk:JIA-!,:G1
Aro
ir!e
DIA 00 SOL:lAOO
IEE-2 U
Cana sócia corrtribulntc da Casa da A'lli.zade a
Sr Ana Regina Melo Sá, pessoa que quando solicita
da scmpru col.:ibory.i com a entidade. Apresentou-a a
Sr~ G da C. tiá."'Qu<s para o quadro de sócias.
NA OCAS1ÃO
_Forom sorteados alguns brindes entre as sócias,
aniversariantes do mês de julho. Sras: Mi..ruce !al-al,.
Azalco. Ocariz, Bemadetc Rondâo, Edna Cardinal, 01
ga Zacal'las, Olímpia Loureiro, Agosto:AúréÚaDel-
val lcs, Bcr.-,..'.lrd.:l. Nabhan, Tânia Souza Rosa, Jurema
' Gnbir.io e N!.lda Bazzano.
A C1>SA D. ANIZAIE
Agradece a todos qu colaboraram àe Lt'11a forma ou
rutra P8:°' o sucesso ào Chá Bingo. Os agradecimen
tos ta!"be!n aos Rotaric."los. Dr. Cachi to e Rahal que
"cantarano Bingo".,
Se essas horas de crise te surgiram na exis
tênc1a, não te desa"limes e nem te desesperes.
Ergue a fronte para o alto e conta can Deus.
RIFA
n.-' novilha já esta sendo vendida pela Casa
-~. por apenas 10,00 .:. o número, vale a
pena ...rriscar! !
O Cmte do 10º RC •
• • Ce l Edson Gonet ,'
cebeu cm sua u , d ..
nica "' 1·,l li Lar mui tos e:~·.
dados para a Sol id
D' d en ade Comemorativa
ia o Soldado que foi aia 25pp con 1~.
cio às 8:45, • •
DEFILE ESTUATIL
Do dip. 7 de setezroro ,está movimenta<1do Dire-
tores, Professores e alunos em grandes prepara -
tlvos para esse dia. E isso mesno, nossos Estu -
dantes estava necessitando de una " injeção de
ClVlSITX), pois nos ultimos anos a animação par-a
o óesfile deixou a desejar:
DESTAQUE ESPtCIAL
SR2 MAr-2-
CO MIRA.11;
DA E NI
CE MIR..'1':
DA E INAH
CAL;AL.
PARA:
DE(CHÁ)
E
VEZES -
CHÀ CASE.IRO
TOSSE, ASMA, BRONQUITE.·
COZINHE ... 1
LEITE
BEBA
AO
CEBOLA EM 1 XÍCARA
ADOCE
QUENTE
DIA
COM
TAS
MEL
l.CG) :-:AIS
A noite a partir das
2
,·
' _ 1 hs, o Ccl. Gone,,c.
receu no Gremio Pedro Ruf .
. • 1no u'jantar dança-
rnutos convidados •
f
que parl.icipara'T! da oor.i t:.:: e.
ratemiwção p rabé • ••
ty. • ar r.s a tc..'Clos Militares ê:J. (:.
331,
.. .. z:ra:=!
'&lha d
' •: Zi
:::, '1 isu
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to ,
idas
s Ne
3.
ELA VISTA - MATO GROSSO no SUL
-----------------------------------------
0! Regimento de Cavalaria Mecanizado
Comemora o Dia do Soldado
cnRTft AO SUPERINTENDENTE
REGIONAL 00 BANCO DO BRASIL
pr, Sirley_ M, 'Vogue!ra.
Todo brasfletro, no decorrer da h!s
torta, aprendeu a admirar e respedtar
0 Bànco do BrnA11,
Sonho de muitos jovens, Ingressar
nas fileiras do Banco é (ou era?) ques
1Õo de honra, ele um ldcnl profunclo, a-:
final, AfiSim como a l'F.TROBRÁS, o
1lanco
do Brasi 1 é como o coração dos brasf -
Jclros, Sempre pulsnndo mais fort<' cm
defesa dos interesses maiores da Naço.
Forças desconhpcIdas de m!Hões de
hrasileiros, parec.:w ~star nrunndo con
tra o banco, contra estn Instituição
que foi sempre motivo de orgulho para
todos nós.
Estas forças prccisnm ner denuncia
das, através dos jornais, emissoras de
rádio e tel evisiio. O povo precisa sa
ber quais são os inimigos do Jlrasil.
E paradoxal, Sr. Superintendente
enquanto dcfinhnm o,; lucros do Banco
do Brasil, crescem assustadoramente os
lucros de alguns bancos particulares.
E lembramos que só o BR Investiu na
PRODUÇÃO, investiu naqueles que traba
lha. Os "outros" preferiram a AGIOTA
CEM, fruto podre de um reg Lme que po
derá levar o País a uma r<>voltn social.
Por acreditar que há no Banco cio
Brasil, brns 11 eiros patriotas, empre -
endedores, homens e mulheres acrcditan
do que um País sõ poderá se transfor
cnr en l-AÇÀ() quando todos os seus f !
lhos, conscientes, optarem pelo cami
nho do trabalho, da honradez e da de
cência, abominando o,; desvios de um ca
!talismo selvagem, desumano e 1ngra -
to, lançamos o nosso apelo.
Dr. Sirley , 1·
existem os an - •
]os oaus, não os
conhecemos, mas
sabemos que são
filhas do Demô
nio, Assim como
l:lanipulam as a 1
i:as dos sereS
huanos, seguin
do ordens á['
+«te ase rc- '=a. s6Ia.
as, hã tambê E! l:-""---
os anjos maus da economia manipulando
a ordem (ou desordem?) econômica deste
?a!s. só não sabemos QUEM É, ou quais
sao, os DEMõ:,1os que os orientam.
A situação dos devedores do Banco
do Brasil em Bela Vista é crítica, to
tios estão com a alma à beira de um va-
2!o, de um lado a Luz e do outro as
tevas.
. A luz significa o progresso, a gera
ao de ecpregos, o trabalho produtivo,
~ justiço social; as Trevas, o aniqui-
ncento, a revolta social, a injusti -
e, a revolta. no campo, significa, aci
a !e tudo, Dr. Sirley, o campo fértil
" ·ª a proliferação de idéias radicais
e levarão o País ao caos, a escur! -
dão e a morte entre irmãos.
,io vou justificar os erros dos em
Presârios, o maior deles foi acreditar
na Promessa de inflação ZERO, do cres
dento e da normalização. Este foi o
ator er+.
t
.. u1t,1s oas dívidas atuais foram con
ta!d, d .d, -
t. a_iurante o Plano Cruzado, e ru!
~~ estao pagando até hoje os erros de
"gutpe econGica que, sinceranen -
,, ao trabalharam e nem estao traba
,"?"o elo ras±1, MAS CONTRA O BRA -
.golpe em cia de golpe; Cruzado
SFdo, Bresser, etc, etc, assina-se um
Crato A« , 107
ara vote com juros de 3, I e
-, de juros ao ano, e o que se
<_ "ENros CRIMINOSOS, INJUSTOS e
éc::, nos leva::, o pensar que para acabar
ATos só veneno e o veneno e a
·raltzacão.
Os pea - •
las . uenos e mcdios er:iprcsariot... u
,_G'vidas foram contraídas durante o
"o Cruzado e, outras, contraídas pa
•• -iquidar estas dívidas, numa RODA
A 'O:
VIVA !ORTAL, sol1citam de V.Fa,
dos diretores do B, em ras!lia, es
tudos para:
1) Parcelar estes dêbitos;
2) Prazo de 2 u 3 anos;
3) Cancelamento nessa mentirona ex
pressão denominada I'ADIPLPNCIA, que
poro nós, não passa de uma grande
mentira, pois IAII''P!ENTES MORAIS
so os causadores deste desastre;
4)Juros "normais"-juros próprios para
quem está trabalhando,gerando empre
gos, riquez11s,enfim, fazendo este Pais
andar; 5)acabar coma tal de "taxa de
permanência", todos estão tentando há
várias meses renegociar com o banco, se
foi falta de "indexador"ou seja lá o
que for,não é culpa dos devedores;
6) Ninguêm quer dar calote no banco,
nem favorecimentos, apenas CO:-.'DIÇÕES
para pagar estas dívidas injustas.
~ós acreditamos que o Ranco do
Brasil têm as soluçÕc~ para estes
problemas, e a cada dia que passa o
relógio do tempo marca os segundos
da estahilidade deste país.
nizcm os "líderes" da economia
que o Brasil do interior é rico e pro
dutivo, mas se esquecem de dizer que
DO ITERIOR poderá partir a grande
revolta, iniciando-se com a paraliza
ção da produção agrícola, e aí então
faltará alimentos nas mesas das cida
des, onde moram "estes" ho:ncns que
não são brasileiros, porque não co
nhecem o "rasil.
QUE O BACO DO BRASIL ÃO SEJA CO
MO ALGUNS BANCOS (MAIORIA) PARTIClºLA
RF.S, ASSASSIXOS DE ESPERANÇA E COR
TOPES DC ABSURDO. -
PS: Dr. Sirley, não seria pedir mui
to, que V.Fxa. enviasse um funcioná
rio da Superintendência à Rela Vis
ta, e estudasse CASO a CASO, está ha
vendo ABUSOS nas cobranças, sem cul-:
par os funcionários da agência, eles
cumprem ordens, mas, do jeito que
está o resulta~o será o caos. Muitas
injustiças estão ocorrendo, caso não
seja resolvido estes problcmas,o Ban
co do Brasil será o grande culpado
pela quebra de vários empresários
produtores rurais. f'. este o objeti
vo do Banco? E, neste caso, a vitó
ria será de alguns donos de bancos
particulares e da máfia que quer oca
bar com 0 B.
1
1
L -,--- --,----:----:-:----:-----:-- - ---;:-;---:-~ ~ --:;-;:c---;-:--;-:-:-::-:-::--~
Flagrante da solenidade cm homenagem ao nia do Soldado - 25 de Agosto.
O 102 Regimento de Cavalaria Mecaniza
do, Regimento Antonio João, de Bela Vis-:
ta, fez realizar uma bonita cerimônia nas
dependências do Quartel de Bela Vista em
homenagem a importante data militar, que
contou com a presença de inúmeras autor!
dades, convidados, e grande número de po
pulares. -
Comandante do 1 O'? RC 'IEC Ce l. Edson Gonet,
Pres.da Camara Carlos A.Ocariz, Prefeito Ed
son Moraes e Dr. Vilson Bertelli.
1
L.
X<l oportunidade foram realiza
das as solenidades de Jurac,ento ã
Bandeira, Compromisso ao 12 Pos
to e feita a entrega de medalhas
à militares da ativa e da reserva.
VEJA ATRIA A PAGINA 03
ESCOTISMO EM DELA VISTA
"A Loja }lacônica Estrêla do
Apa ng 9, preocupada na cons -
trucão de uma sociedade humana
e, na esperança de que com a
mor à um Ser Supremo,ã Pátria,
e à Família e ao Próximo, sob
o tríade ~IRERDADE-lGUALDADE e
FRATERNIDADE, buscando meios
e Reras é o objetivo da Loja
Maçônica de Bela Vista, contan
do com o apoio da comunidade",
Além de palestras de lide -
res do·Escotismo no Estado, a
exemplo do professor João Con
ceio Ferreira Alves, na reu
nião traçou-se os primeiros ob
j etivos para criar o Grupo de
Escotismo e formação da equipe
de trabalho.
para que possamos alcançar a fe
licidade geral e a paz Univer
sal, se propõe: ...
Esta é a introdução de uma r:----------'-------!,
carta-convite endereçada às au
toridades belavistense, entida
des de classe, clube de servi
ços e imprensa, que a Loja Na
çonica enviou semana passada
convidando para uma reunião no
Salão Paroquial, realizada dia
26, para a criação de um Grupo
de Escoteiros em nossa cidade.
Segundo Vaner Abella Ferrei
ra, coordenador do evento, "ori
entar e auxiliar a criação de
um Grupo de Escoteiros, em nos
sa cidade, visando a formacãÕ
do caráter e desenvolver o ci
vismo, amor a Deus, respeito
ao próximo, orientando-o den -
t ro dos fundarentos formulados
pro Baden Powel, definidos no
Livro Princípios, Orgànizoção
l::Moção de Con
gratulação
O Vereador Sydney Xunes Lei
te, do PDT, solicitou na cã~ã
ra Municipal que seja endere
çada "NOÇÃO DE CONGRATULAÇÃO"
ao Exmo. Senhor Coronel Edson
Conet, Comandante do 10 Regi
mento de Cavalaria Mecanizado
pela passagem da data comemo
rativa ao Dia do Soldado e E
xército Nacional, dia 25 do
corrente.
Nais notícias do legislati
vo belavistense na Página 06:
Congratulações
pela passagem d
Dia do Maçon
--
VEJA NESTA EDIÇÃO:
ADVOGADO NAZARI BORGES
o
POUPA 1,/ ,L D E.'!AR 1-'.AYER DO
JCRI POPULAR. (pAGIA 05)
se r zir a m
a-
EXEMPLO DE SOLIDARIEDADE
o Prefeito de !ela Vis
e,
ta, Edson Moraes, G1-
ma
na
- Cima semana, deu um exe is
-
plo de sua filosofia de
do
trabalho e mostrou o ca-
minha para se sair da cri
o-
UNIÃO E SOLIDARIEDA-
n2
se:
DE: (VEJA NA PÁGL'iA 05).
a-
z r t
om
do EMPRESÁRIO BELAVISTENSE
do DIZ QUE GOVERNO DO ESTA-
DO DESRESPEITA o POVO DE
r, BELA VISTA(PÁGINA. 05).
s-
-zar a t t sr r
ci
DED APRESENTOU INDICAÇÕ
.T
- ES NA AS SEYBL É IA LEGISLA
s,
TIVA llENEFICIA.'HlO
a-
os M'-
de
NIC1PIOS DE BELA VISTA,
- PONTA ?ORA E JARDIM.
u-
CONFIRA PÁGDIA
as
NA 04.
•a-
a po s t a r
n- s.o.s. PRESIDEXTE SARNEY
e- VEJA NA P,'iGUIA 07.
ro tz r srs z g s r
+-
ESTÁ TUDO TRA'iQUILO NA
a-
c17CACO.
(PCT 7
De autoria do Vere
dor Sydney Nunes Leit
foi apresentada na Câ
ra Municipal de Bela V
ta proposição no sent
do de que seja env1a
expediente a Loja Maç
nica Estrela do Apa
9, com sede nesta cid
de, congrotulando-sç c
a mesma pela passagem
Dia do Maço, ocorri
no Últi□o dia 20.
Segundo o Vereado
"a Maçonaria é ur.ia in
tituição de natureza
vil que prega o aperf
coamento dos costu=e
incute em seus assoei
dos a necessidade do
senvolvimeP.to da virt
de, do aprir:ioraoento d
relações sociais, a,
lorizacão dos sentime
tos fraternais e dar
tidão de caráter, e p
cura a conquista da 1
herdade". O dia 20 de
gosto êoDLado!aço. o )
PREFEITURA MUNICIPAL
OE BELA· VISTA - MS
.
DECRETO H= 028/89
1,/. 1 il 10 l'Hfl· 1 i'O M lf !li. /,Cil !'OI, I', J.
ll l'r 1•, ltu f.lu11rlp·1! ,J, H• I V!ul 1,l•,1•
.HJ t,~ :_!. d l, 11 • o r:,o .,,, <1•1 .,11I. 110 J,o (1•
l 1 11 1 d ç , , 1 , pai o • 111 b , , no
101 1, 1,1 11t1,r·t.1l !/!' 1,>n/r,,1, ú,
Artlo
1 / ri m'.lr·
c;o d, 1064.
ll I C I' • 1' i:
1H'!'lGOt•·-= llt·1 o :t1·vt,o A11LÔnomo de Água
E'syoto de Bela Vista, autorizado a ele -
v" •~·J '1l),'(Q11 li lll por C:• nlo) prtl'l ·100
(Cem por cento), 1) 111111 I' I' U'.l ob, rturu d
crédi .o (1Cll1·lnnal :;upl••rot ntares, usando c
mo recursos para coberturá do5 c,-i•dl to:; a
serem abertos, os provenientes de anula@cio
pa1·c I al uu lolal ,1,, doL 1çÕ1 { consii;nacJ·w
no u1·c; un,•ri l:> vi LCll L, , hc•m como os p.rov<'n i
ente dos provve i :-; excessos de arre ada -
çrio, considc~1·t1nUo-!;•• a lcndl'ncia do Pxer·,:-
cl~·10. no:, L, rrnc:• tio Artigo 43, da L,~l FL
deral N 4320/64.
AHT:,;r 29 - f.:;t:1• d,:cr·•· o cntrnri1 ,,m vigor
7. I,,,.a. sua uttica;ão, revoadas .:is
disposições cm contrário.
Bcl.i V!st.,-,.;s, 18 dl' ngosto de 1.989.
Edson i•kch'l r·os df' Mor.:iPs
Pr•ef•ilo Munic1pal.
Homolcgo em tolos _vy termos a Avaliação
n l'cr·,·nt" a i1r, :, 1,wcll iz..:id;i n,i 2~ Ci rcuns
criçi'io suburbana,. SLndo parle' elo lolc• N~
02, com :1n•a d~• ó;,.000 m2(S,,ssenLG ,, C'r"l -
co mil mts quudrados), no valor dc NCZS
10.üüO,OO(Dcz ~il cru~ados novos).
Ecla VísLa(MS). 11 d<' ;1gosLo de 1;)8'1.
E.dson Medeiros de Moraes
Pr~fcito ~unicipal
Edital de lntiR1acão
l'OH
r." 1°2/H•
Cf>lll 1 •; HAI
'
tnd nrl<, :10.· l'1 'l. 1111
p •lo p1·•., ri• • ,·<li t tl q•r n·
5ncJ1· d, :,11 JuÍ '·" pul,l i C tc!o ll • (<JI'[ 'I (J
Ll i , no qu tl !'lr 1 1;:J 11:1l ·.'t,t.:•rn t::I.'•í
Aviso: end
om Prazo d
de ~mó eis
A- A C;llx11 EconÔmlca F,. !,·r,,l-Ctc, fl li :d
de Mato Grosso dz SUI, cmunica que vende
ra pela m••lho1· or, rL"l os ir:;Óv, i:; ·baixo
relacionado-, no Estndo em que sc ncon -
tram.
13- As propostas serio entregues, em enve
lopes lacrados na Agência B l'l Vista/MS .
à Rua S,b·1s1.Jiio Cr1:;pirn do R;·gu, a par ir
do clla 1'1/SJ::T/8º atC:, o di:t 22/SET/8~, 110
ho1·.:1rio clc> 10:00 :,s 15:00 hor:,s.
C- O inLcres!;ado que desejar contar com
Cinanci;,mt!nto ct, v.:r•:i c!irigir-s, ao local
incllcaclo, an es do prazo ~stipulado p~ra
r• entrega das propostas, munido dos corptg
vantes de renda, a fim de inteirar-s da:5
condiçÕL's.
D- As propostas de p,:sso:ts juridic:ts ~o -
mente serão aceitas se preverem paamen -
to i vista.
E- As condiçÕc•.s biisicas p:-ir·t p.1rticip:tç;;o
que fazem parte integrante do presente A
viso, estarão à lisposiçÕt·.· rios interssa
Yint Dias
o
GABINE'l'!:: DO PREF'.1'1'0 Ei-1. 08 DS AGOSTO DE 1989.
Edson MLdclros de Moracs, Prefeito Mun!
cipnl de B~la Vista, Estado de Mato Grosso
do Sul, usando as atribuições que lhe sao
conferidas de acordo com o disposto cm
Artigo 120 da Lei complementar 07 de 20
de Nove~bro da !.981.
DECRETA
A.'lTlG l
O
)-Nos Lc'rmos da !Pi ;,Junicip..il n~-
830/S8. Artigo 1 fica aberto um crédito A
dicional Suplcmc'n ar no valor de tlCZS
39.000,00(Ti·:n:a ·~ nove mil cruzados r.o
vos), a ser designado nas seguintes Dota
çÕ"s Orç=cntárías.
EXE UTIVO:
020J- .EC/Dl,; l'LANEJAMEN'l'O
4000-Despeso~ de Cnpital
•H 20-Equip." Mal. Pc:-n:.in..:n Lc 2. 000, ü,
0203-SEC/bE EDUCUCAÇÃO CULT.E DESPOR~O
4000-Despesas de Capitnl
4110-0bras e ln~talaçÕcs 12. 00,00
4120-Equip.c Nat.Permancnte 25.000,00
SOMA 39.000,00
AR IGO 2~)-Para cobertura-dos créditos a
berto no artigo an criar scrao u ilizados
recursos proveni ntcs do Excesso de Arrc
c.adac;ão.
Apurados de acoro com o Ar igo 43 da
Lcl 4.320/04.
AR'rlGO 3i)-Estc Decre o entrará cm vigorna
éa a de sua publicação revogadas as dispo
s:c;Ões em contrário
Bela Vista-MS, 08 de agosto e 1989.
IIEUIIII±ILHILIIIIGLIIIJ
- QUE O POVO SEJA 13EM INFORMADO-
.JOlil."oAI. ~ 0" r..:::,,.11-.,. l'MU. ~T.,_
~ ccnu,~ HSI UAJIOl."'l
0a O IJ,,Q.KJCS,I IC,i.AA l0"lS O• V.C.V-'A,
J0 +a, R Mtumt04 pro1d ot
JO'hA.LDC~ ~
..()JNAj.r'C M'TCNO..olôv.Kt.O'('O.J0.101
H4 ~Jl DC 00 J.HOS (Of'T,U-400 >01M ... t$
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República, 564 - CaL'<a Postal 23 - Fone: (067) _ i IMPRE.'SA - a naior red d
jornais impres~os _e. : jornafs do incer.!c.r'.
439-1410 - Séde Própria - Registro no Cartório região. ec 11rF Sr.TT e os mais lidos~
de Titules e Docuínen'tos n9 35'.
mm Tr±Ava l5 "er cesse±ansa sr acers
-...., JORXAIS .-
• DA REDE - }~esses voce-
UM SE."IA.>1,-RIO DA REDE 'BELAVISTENSE DE JORNAIS. i) pode acredi cnr,
T'ribuna da Frontei
CGC MF - 15.513.203/0001-59 - D!SCR. EST. 28: :'.lnal de ,..,tonio João ra'. Correio Jardinense, Jcr ~
219.0003-L Jl'L,;ci: TXSE • Jornal de Bonito, Jornal "
, • ... , Tribuna d e
_!lTR~:roRA: .MARIA_ESTEL_!, ytLASQUEZ PEREIRA. IJ'Se, Jornal da Pe " _" aruo1, Trtua Mar±ah;
- g cua r a e Agricul
il9eh
,RIO: ROA DA CARIOCA,59-49 E 59 JKDAR _ e,:·;, ?Q 'o-·n
~ELEFO''E: 2203770/2626760 - RIO DE JA'E-iRo- _• ~'
251-1669
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0-BEL'
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eu
Homenagem ao ia io Sollalo
Hoje, mafs do que nunca, precfsamos despertar nos jovens e fazer renascer
es adultos, aquele sentimento puro dos sentimentos que valorizam a cdudn{a
lenofnamos real slynlfteado da palavra PÁTRIA.
ada fala mal alto, qunndo se preocupa a clt•flnlr ll p lavra PTRIA,do que o
sfrito simples, nobre e valoroso do SúLílAl)O, í. ele ,1 nat,;rin bruta q11e li vi
la MurIla para transformá-lo em sentinela de nossos valores, e ninguém encar
ou to bem este sentimento quanto o MARECIIAI. RONDON, -
rm honrnMr,é1~ no llTA llCJ SO!.!JrDO, 25 de Agosto, publicamos este texto ba1-
10, a rer.pnllo do então Mnjor Eng. C11nllldo 'l11rlano el11 Silva Rondon, um dos
esbrvadores do então Mato Grosso, envido à nossa redaçio pelo Major Refor
ado Gamalte] Stumpf. esse texto, um pouco do trabalho de Rondon, desbrvan
lo matas e cerrados parn edIffcr as linhas telegrffcas de nossa rer,iiio. -
de Bela Vista
)pp4 (lm [mi[Itqpo l
de Porto Mortinho em 24 de
Xalo de 1905, foram ence-
tados os trabalhos deste
raoa 1 com a locçio da d l
retriz dos alinhamentos,
sendo lnlciadn li constru-
ção propr lamente, no e! ln
IQ de junho seguinte.
No dla 30 deste mesmo
:ês lnaugunivaMos 11 Esta
ção de Bela Vista e 61.590
~etros de 11 nha assentada
daí a tê }:a rga rida.
Coroãvamos o nosso tru
balho no sul do Estado com
esse golpe de açio, cons
truindo aquela 1 inha em um
=~s com 100 praças, es for
o a!or do que o emprepa
do de S. Roque parn Maq;ã
rida. -
Não pudemos traçar um
só alinhamento ligando os
dois pontos rcfcriclos,por
que extenso e formidável
brejo se lhes interpõe.
Foi necessãrio proje
tar a linha com diversos
alinhamentos para S.., a 1
fb de contornar as cabe
ceiras desse brejão, c;u" l
se estende a tê próx !mo elo
azinho nos passos dos cór
regos Guavira e Derrota.O 1
urres contos n«ar E-LGA 1 LI5a raia. as a c.a.=
:•ndo todos os córregos de taçao Telegrãfica de ~lar~ariela.
ua salinas, Intragável.
A linha foi traçada en campo aberto
•~ Margarida, atê o Retiro dos Velhos;
Azo coberto, onde predomina a árvore
'º• ou orelha de burro.
, Ela atravessou antes os córregos ~oocaji, Guavlra e Derrota, e deste er
alante - - -
b" • penetrou por ccrradao e caapao ate r,anhar o rio Piripucu, onde tam-
eci ter-mina o afloraoento da rocha calcárea.
_ Aléo do Piripucu seguiu a linha ainela cm ca!'lpo atê o cerradão do "Nunca-
e-" e?
d' • cerra ao quase mato cm que prcdomin3 a taquara. Do fim desse cerra-
ao Cooeçam os campos conhccielos por 11que1c nonc e continuam assim atê a mar
g~ do Rio Apa, na povoação de Bela Vista.
O povoado de Nunca-Te-Vi tem uma população de 448 habitantes, sendo do se
lo tiasculino 246 e do sexo feminino 202; Brasileiros 158, paraguaios 286 e ar
~ent!nos 4, segundo as estatísticas de 1906. Fssa população acha-se disse!
~a pela campanhtt que tem uma irea de cerca de 5.000 hectares, atravessada
Pelo córrego que deu O nome à localidade.
_Na fronteira de Bela Vista encontrou o gaucho riograndcnsc condições topo
/~ficas 3nálogas às que oferece o seu Estado natal. Aí verificou que pode:
le progredir rapidamente II principal indústria do Rio Grande do Sul, uma vez
Sue
t·•
5
extensos campos, dotados de forragens nativas, eram apropriadas à cria
do gado. Eis porque se observa a predominância no Sul do Mato G::osso dos
k:u
r
ats do extremo sul do Brasil, que para nli nestes Últimos dez anos têm
,'rado en grande escala, indo ocupar não só aquela fronteira como os bel{s
...... os e d - h
-C aopos e Ponta Pora, Tpe um e Vacaria, em cima da Serra de aracaju.
. /incidiu com essa imigração o incremento que tomou o contrabando na mes
~l ronteira, com os consequentes embaraços à eficaz vigilãncia por parte do
.sco p 1 d d i L.-
.
1
• or outro a o, tratando-se e m graçao de gente de campanha e fron-
•e ra do Ri d • -
30
o Grande o Sul, habituada as Revoluçocs, o Estado de Mato Gros-
s~ que de~de os primeiros dias da República se convulsionar11, adquiriu as
tr novos elementos que contribuiram para manter essa região cm constantes
Opel!a. l : -
, " revo ucionarias, em que o gaucho tem desempenhado papel saliente.
ba Ja vista as Revoluções de l899 e 1906, no Sul do Estado, chefiadas am-
"_PO caudilhos riograndenses.
t
st
a situada Bela Vista à margCDl direita do Rio Apa e aos 222 6' 12" de la
" a e 13g 11' 56", 25 de longitude W do Rio de Janeiro.
, arge esquerda do meszo rio se ostenta galhardamente e com mais opulêE_
, a sua liamonia a sua homônima paraguaia.
h po·voa ... • 1
; Para icao orasi eira do Apa possue apenas cerca de 400 almas, ao passo que
tã a gua_a conta o triplo. e incluindo a população do "Nunca-Te-Vi", pod~
rgen brasileira do Apa se igualnr à paraguaia em populaciio.- É de su-
que co a 1, ,- .- T1, r
l a,' ' nauguraçao aa Estaçao e egra ca e com a trans·ferência para
,"Parada do 7g Regimento de Cava ln ria, a populac:ão da povoação brasilei
, ente rap!d h - d -
coz, :amente e ven a ate CKCC era paraguaia. (Efetivamente assir
,.
11
ceu - nota de 194 7)." •
ty"e brastelira uma das priselras contrucão de alvenaria de pedra e
:, <Sta oi ª do prcdlo dest in:ido à Estação Todegràfica, sendo indubHáveL".lcn
ª prltieira de estilo .. n margcr., paraguaia existem em maiornÜ"ll:!toca-::
}
,,.
roV
da beira dn mata do córrego de ~!Óquem,
caí até o córrego Derrota por entre
conhecida pelo nome de Capitão do Car
e· __;_;;_ _
''m_pouso do ''for Rondonpróx1mi3ela 'f«ta._A_seu ladove-se_o Alferes, V!
collu Bueno 11.
sas cobertas de telhas, ao passo que as da margem oposta so ranchos de pa
lha ou galpões de zinco, exceto, coo já dissemos, a esta,io teleriftca que
é de estilo toscano cliissico. Fssa casa, foi construíd no larlo e.erldion11l da
Ünica praça existente, elando a frente para o Sorte. O terreno fo! cedido pe
los que representavam na ocasião os porleres munlcipAls, entrnndo II Comissão
no uso e gozo cio mesmo para todos os efeitos desde" data <la lnnux11r11ção, is
to é, desde 30 de junho de 1905. -
(llomcnagem ao ínclito Marechal Cand1do Mariano da SI1v Rondon, un dos
maiores soldndos de nossn P~tria, pela passagem do Dia do Soldado. Fonte: Rc
latór!o dos Trabalhos Realizados pelo cntao ~ajor ~npenheiro Canelldno Maria
no da Silva Ronrlon - !900/1906, numa colaboraçao (Inclusive fotos) do Vajor
Rcfom11c!o í.nmallcl Sturnpf) .
10" Resinento de Cavalaria
Cmemora o lia
Cel.Edson Gonet, cor:andante do 10? RC MEC, fala
aos seus conandados e autoridades presentes.
F
·-· - 1
1
' q
1
Em primeiro Plano Suh-Conandante M:i,ior Lucas
outros ofici:iis.
:1i;rantc Jo 'Co
pc os novos o
Ig Posto ,
- RC :n::c.
e
resta-
•
ec n za o
ollat
No d1a 25 de Aosto come
T-ora-se o ília do Soldado, bra
sileiros que dia e noite per
manecen em prontidão e aler
ta nos maislongíncoos pon
tos do território nacional,
sempre prontos, se preciso
for, defender as cõres de nos
sa Paéria com a prÓ?ria mor=
te. O 102 Regimento de Cava
laria Mecanizado, Regimento
Antonio João, fez realizar u
ma bonita solenidade nas de
pendências do Quartel de Be
la Vista e honenage a fm
portante data, com a presen
ça de autoridades, Prefeito
Municipal Edson Moraes, Pre
sidente da Câmara Carlos Al
berto Ocariz, Juiz de ílirei•·
to Dr. Vilson Bertelli, De
fensor Público Dr. Julio Ce
sar Pinheiro, Promotor de Jus
tiça Dr. Celso Antonio Bote:
lho de Carvalho, General da
Reserva Rubens Abot de Cas
tro Pinto, Major Reforrado Ga
maliel Stumpf, além de inúme
ros militares da reserva,co;
vidados e grande nú:nero de pÕ
pulares. -
Na oportunidade, com mui
ta pompa e plasticidade, fo
ra:n realizadas as solenidades
de Juramento a Bandeira, pe
los Recrutas incorporados es
te ano, Compro::ússo ao 12 Pos
to, pelos novos oficLais, a=
lên da entrega de medalhas
de honra ao mérito aos mili
tares que fizeran jus pela
sua dedicação, trabalho e hon
radez n instituição militar~
Enfim, o 102 RC MEC, orgu
lho r.taior de nossa fronte.
ra, comandado pelo Coronel E<l
son Gonet, deu una demonstri
çao de organização, galhar::
dia e compromisso com a sua
missão constitucional, muito
bem lembrada na Ordem do Dia
pelo Ministro do Exército,Ge
neral Leonidas Pires Goncal=
ves: "Soldados do Exército
3ra~Uciro! En nosso dia, é
meu desejo que sniban o quan1
to o seu trabalho anÔnir.Õ
tranqu-:1.lizn o País". ("o tos:
l'baldino Rodrigues).
•• @FIE PRESENTOU WC,ãES IssEiLéÍ FILAI!
EiÉFiljO ô iüNiPio'E BELÁ VISTA, PONTA PORÁ E JARll
-. )edé jus' {A Aa ostarem instalad
naquela local 'a aeireir
Escola de 1o ratu, ",r,e nto tl
ta, fábrica onqarri ta', ,
r1 + a A, cor.hus iv 1
P
oc o tln v n~a' !
' y]ta!eira e centro
ran e, r
gaúchas• ni'l·3u1•l a
d 1,nta air.•1;:, qu,' • -
Cl~ n - s rurais onde são desen
de existe",%"à confinamento bovino,
vidas prat .cas consultas, via tele!
r quer constan cs e • _ .
i,formações básica para o d
nia, sobre " ~a.a a ivicl d.
senvolvimento lest
O
r.,unicípio de Jard
F'lnnlmcntc, para • . . .
·aos podê enviou expediente
Henrique • or ·'
1
João AnLonio cln ,..
Pre:.idr>nte c:la r:norsu ' - • •
l
. ·i t nrlo a ex enr,ao ela rede de e-
co 50 l.C a • , - 1 i • -1
i; rlAtrica, da vila Ange ca, as qua r
tiritadas pelas ruas Projetada, Bahia
i
., do Sul São Paulo e Avenida Ma-
R o C.ranuc " •
to
o deputado Henrique Morae Dede apresen
LIJIJ no plenário da Aomhl+ia Legislativa,
tr6 indicações, solicitando a realizacao
da serviços por parte dos órgãos liqados
ao Covorno do F'ado, que irão beneficiar
poplação do municipios de Bela Vista ,
Ponta Porá e Jardim, 'Todas as matérias fo
ram provadas por unanimidade pe 1 on d ma is
parlamentares com aento na hL.
rom rnlncao no municlpJo de nclo ViR n,
llcnriqll'' ncdé rrnlicitou oo l'rccirlr.n cln
T lnmu, sflvio Lopon de Araújo, que_ oo·a
mprnhn realize ocrvlc;oe de instalação de
um tP)n•on,1 crnnunitiirio defronto a J.ancho
neto Kaiser, a qual eoLii sltuacln ii Rua da
0pública, 281.
nn :;11a juc Ll icn Li va, o pa rl amen f!r _ •c
c l;ll •t·r que "a área da cidade onde _ esta lQ
aliado este es ahelecimcn o, esta <'lcsas
riuticla de aparelhon comunitários, sendo
que o mais próximo localiza-se aproximada
mcnt~ a dez quadrar. do local. Alem disso ,
ao lado da Lanchonete está instalada a Es
cola Estadual "Ester Silva", que funciona
cm trfü, turnoi; diiirios, ci il instalação de.::
te telefone beneficiaria em muit,o a comun_i
dade nRtudnntil". .
·· Tamb·m ao Prc,si<'lente <'la Tclems, o rlep1;=
tado 110nriquc nc:lé solicitou a instalac;ao
do un Posto dt'! Sc>rvicos (PS) no loteamen
to r)5cara Alvorada, localizado no Km 12
□
. ,,
!)eput11 n "cnrtquc ~loraes Dedé - PTII.
rla rodovia MS-164, nistrito de /quida
ban, no município de Ponta- Porã. Henrique
r.rosso. - 11 i o
Ao comentar a solici ac;ao_, _')nr _que e•
dé destacou que "a Vila Angélica e a ma!t
populosa de Jardi:n e possui uma ex tens.a a·
rea ainda não beneficiada com os serv1ços
de encroia el0.trica.
111ém, disso, ali residem centenas e·
familias e a ocupação de_ vá~ios lo e·
neste setor da vila, esta diretamnen •
te ligada à nao existência de en.2:
gia elétrica".
·I
1
l
Dr. Ramez Tebet-Sunerintendente da Sudeco.
Um plano de <'lesenvolvimento agroamhie~
tal para o Mato Grosso do Sul, com aten -
ção especial para o meio ambiente, começa
a ser definido com hase no zoneamento a
groe ológico iniciado no F.stado. ~écnicos
<'la Sudeco e da Secretaria de planejamento'
F.stndual reuniram-se nesta Canital com re
presentantes das demais Secretarias par~
apr~scntar os primeiros rcsulta<'lns do zo-
neamcnto iniciado na região norte e nordes
te. 'o encontro, foram mostraçlas algumas
recomendaç6es para o melhor aproveitamento
das potencialidades locais, a serem deta -
lhadas nas pr6xi~as reuniões de trabalho.
/ região norte e nordeste do Mato Gros
so cio Sul, que reune 73 municípios e tem
mais de 130 mil quilometros quadrados, foi
escolhida como área laborat6rio para ini -
cio do primeiro zoneamento agroecol6gico.
Norteou a escolha o intenso processo de o
cupação desordenada nos últimos anos e que
resultou em áreas consideradas de risco,em
termos de impacto ecol6gico. Dentre essas
áreas, está a bacia do Rio, Taquari, onde
os efeitos nocivos da ocupação atingem o
Pantanal, e que terá prioridade ahsoluta
em termos de programas.
O levantamento feito até agora mostra a
ocupação do solo, as áreas de preservação e
conservação e a análise em termos de risco
e potencial. Foram definidas áreas de cul
tura permánentes e temporarias, com identi
ficação das regi6es suhutilizadas, onde se
recomenda um ordenamento, e superutiliza -
das, onde deve haver o redirecionamento da
ordenação. Outras recomendaç6es referem-se
às atividades de agricultura, pecuária, a
proveitamento de recursos minerais e dos
recursos da fauna e flora, preservação dos
recursos naturais e atividades de turismo
e lazer.
Em termos de ocupação produtiva, a re
gião apresenta como atividade básica a a
gropecuária. F.xistem porém prohlemas como
a baixa produtividade, subaproveitamento
da pecuária de corte e leiteira e manejo
o?o das pastagens, que resultam • em
rosão. o setor pecuário foram
ainda ,~enti:icadas três áreas homogeneas:
a do em torno rlc Campo Grande, com proble •
mas de falta rle leite na entresafra, a rt·
gião de Paranaíba e Três Lagoas, consider
da a maior Bacia Leiteira do F.stado, e
região de Coxim e Pedro Gomes, onde a ?~
cuária leiteira atende apenas as necessi~
deslocais. Os maiores prohlemas da regif
são.a expansão da agricultura, em especia::;-,
a de soja, com baixos rendimentos da expl; ~
ração pecuária, e falta de infraestrutura, ''..,u
sohretudo no setor da eletrificação rural. :esse
_ Entre as propostas de programas priori· • e lá
tarios, estão aç6es de conservação do' so • • este
lo, reforma da pastagem, re:orço da supi! :-, t;•:r
mentação alimentar, melhoria no manejo sr ~F
nitário, icentivo ao associativismo melh; -:lcg1a
ria genética do rabanho, fomento do
1
créd:· ;·'="ade
to e recomposição das matas. Essas e o'J·
1
es
tras sugest6~s serio reunidas no proje"
de desenvolvimento agroambiental do nortr
nordeste de Mato Grosso do Sul será enca::i
nhado ao Banco Mundial para solicitaçio ~
emprest1mo.
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I' !. 1./ 'II ST f.
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<l, ~
er,
ida,
t e .
adi,g
EXEMPLO · Df. SOLIDARIEDADE
ramil precisa de bons exemplos, pro
reconquistar a confiança, precisa que
os seus filhos voltem a acreditarem
s potenc I il lidades deste Pais imenso,che
,J,, con rasten, mas rico o habitado por
povo bom e generoso,
Prefeito de Bela Vista, Edson Medi
. de Moraes, n ú ltima semana, deu um e-
lo de nua, [1,] or:ofia tlc Lrübalho e mo!;
ot o caminho para se sair da crise: Uff
D p SOí,Iíll'IR[f:OiDJ:. ,
Enquanto setores do Governo do Estado
iscr1minam o prefeitos eleitos pela opo
çio, até mesmo diretórios boicotam rci
intdcaços desses prefeitos, unicamente
r niio coin1rngarcm oo mer.mon ideais polí
icofi, pr judicanrlo com isso, não er;tes
refeitos, mas O POVO, o Prefeito tlo Bela
hs'a, apesar das grandes dificuldades que
uavessn a Prefc1.tura, entende as mãos,
bre os bracon e acolhe o tftmbém generoso
vo de Caracol, realizando naquela cida-
0 um "MUTIRJO DI AMIZADE".
ue
a r:a-
:cnsa :L------------------------,
erviç:
2nas i
)S lo,
2tame:
de e·
eré
C C
prof
n0:'
e:.""
·çã°
Miquinas e equipamentos, homens e mu
heres se deslocaram até o vizinho munici
io e li plantaram a semente de uma idéia
ue este jornal vêm chvulgando há vários
os, UNIR OS 'lllNIC!PIOS DA REGI/1.O, REALt
AR ESFORÇOS COJ'.•1'""'0S, sem barreiras da
deologia, com grande sentimento de soli
ariedade.
$
Enquano o Governo do Estado realiza u
irões do Progresso, a exemplo do que fez
em Por .o Murtinho, os prefei os ol itos p
la 0poção(e bem que hoje não entendemos
quem é oponiçiio e quem é situação, dado os
entendimenos entre- diversas correntes) po
dom e dev m no unirem e procurarem al orna
tivna ara a ender as aspires do povo,
r: s e povo, sensível, está vendo, aar
decido, comprcerido as d111.culdades, só n-o
compreende e não entende a 'QISCRHIN/'ÇÃO.
Afinal, a idade somos nón, todos juntos,
sem olharmqs a Ídeologia política de cada
cidadão.
C/l.'1ARA MUNICIPAL DE CAMPO GRA DE
ENVIA VOTOS OF. CONGRATULlÇÔEp.
Em oficio enviado ao Prefeito Municipal
de Pela Vista, Edson Medeiros de 'oracs,as
sinado pelo Presiden e da Câmara ~unicipal
de Campo Grande, Giordano "lcto, a Câmara da
Capital também reconheceu o gesto de soli
·dariedade do Prefeito bélavistense. Atra
vés de Requerimento do Vereador Prancisco
Maia. Eis a íntegra <lo ofício:
CMARA MUNICIPAL DE CAM r
PO GRANDE - Gabinete da Pre
si<lência.
Campo Grande, 16 de A-
gosto de 1989. '
Senhor Prefeito:
Temos a grata satisfa
cão de levar ao conhecimen
to de V. Exa. que em sessãÕ '
ordinária do dia 15 do cor
rente, foi aprovado Reque
rimento de autoria do Ve
reador Francisco Maia, so
licitando sejam enviados vo
tos de congratulações des:
te Legislativo, pelo exem- l
plo de solidariedade, de- •-------------~
terminação e amizade que o 'J"rr.ndor "rancisco ~IA la.
Executivo deste município demonstrou ao ceder seu e
quipnmento e parcos recursos ao município visinho de
Caracol, quando da realização do 'futirào da Amizade,
manifestando desta forme, o encorajamento para o tra
balho uQido em busca de soluções para os problemas.
Sem outro particular, renovamos a V. Exa. os nos
sos protestos de estima e real apreço.
Atenciosamente,
GIORDANO NETO
PRESIDEHE DA CÃMARA MU'HCIPAL DE
este o caminho.
Empresário Belaistese diz qe Governo to
É&sala fesrespeita o F'ovo e Bela Vista
CAMPO GRANDE - S.
' ·- - t
Rela Vist·a - O ex-vereador, ex-presidente da Cà
ra Municipal, ex-presidente do diretório do PDS,
atualmente empresário do ramo farmacêutico, Anto
!o Silveira Xavier, disse ontem que "o Governo do
tado desrespeitou o povo de Bela Vista quando lan
'U o asfalto para Jardim, depois suspendendo as
ras, isto apôs vencer as eleições, e continua a
-Srespeitar, agora· com a parafização das obras da
Duque de Caxias, no .centro da cidade".
-ara Antonio Silveira Xavier, "hoje a Duque de
ias se assemelha a uma trilha de lamas e detri
s, impedindo o triinsiro de veículos e pedestres,
!'•indo coco exemplo de uma administração incompc
1
te, um verdadeiro momumento vivo da irresponsa-
•-idade de n6,;sns autoridades estaduais".
ioninho. como é m,,is conhecido. pergunta':
~ ~~sponsãvcl, ou melhor, o irresponsável,
t "obra" que há mais de um ano se arrasta
orges
poupa Waldemar Mayer
do Júri Popular
neI V I t a - O c ! d a d a o ''!de ar ta r, )5 « n o ,
belavfstens de cor çao e natura stado de San
t Catarina, há quase 20 anc re acI
d ade, desde su chegada é empre erente do Sr,
Ol!mpLo do A, Cardinal, conhecido peca rtsta de nos
so Estado.
- Ocorre que a!domar Mayr, em 05 de abri! de
1988, por volta das 23:00 horas, quan o eh, ,va do
trabalho em sua casa, ao abrr o porto de sua re
sidência, eis que foi hordndo por u I v1•!nhn qur•
correndo desesperada com uma crfanç de 3meses nos
braços, em pavorosos ,,ritos por ,;ocorro e como ro!
to e roupa todo ensanguentada, além de puxar pela
·mio outrn crJanca com 09 anos de Idade, tendo em
neu encalço seu n~jsio Geraldo Arcc que Ji Lhe ha
via espancado.
Diante do pedido insi!ltPnte de socorro da pobre
senhora, num quadro verdadelrue1e11tc de tragédia,
Waldenar, apesar da fAdiga de um longo <lia de trn
balho, tentou conversar com o agressor do mulher,
pedindo-lhe que se acalmasse.
Entretanto, como resposta, recebeu um forte so
co no pescoço, mas coo é pessoa naturalmente cal
ma, ainda assim Inststtu para que o agressor paras
se com a injustificada fúrin; ~as, enfurecido, Ge
raldo investiu novamente em Waldemar; Ato contínuo,
'Valdemar sacou de uma pequena pistola que casual
mente portava no bolso da benr.uda e ameaçou o Já e n
tão seu agressor de que se não parasse iria atirar;
~as ainda assim, enfurecido, Geraldo fez menção de
sacar algo da cintura, quando então Waldemar dispa
rou dois tiros para o chio eo sinal de alerta, ma;
o raivoso nio se acalcou e ao tentar nova inveRti
da eis que recebeu um tiro mortal no peito.
Preso em flagrante ãs 06:00 horas da manhii, ./al
demar contratou o advogado Carlos Alberto Nazari
Rorges,·que o liberou, naquele mesmo dia, às 17:00
horas. .,
Processado criminalmente, Waldemar nunca se omf
tiu em comparecer perante a Justiça. Pronunclado no
início deste ano, ou seja, seria levado ao JURI cer
tamente ~o mês de junho próxino passado. Entretan
to, inconformado seu advogado entrou com recurso no
Tribunal de Justiça do Estado pare que Walrlemar fos
se absolvido sunariamente, ou seja, ·que fosse ab:
solvido sem a necessidade de ser postado perante o
Juri Popular, considerando que agiu em legítima de
fesa.
"Quem
por
pelos
caminhos da promessa e da mentira"? "Esta obra,
prossegue, representa o espelho disto que ai está
a frente dos destinos de nosso Estado, o povo de
Bela Vista, está sufocado pelas promessas".
Toninho se surpreende ao verificar que naquela
rua tres vereadores possuem escritórios e até ago
ra nada falaram a respeito, e estes vereadores sio
da oposiçio". E finaliza, perguntando· "O que fi
zemos, meu Deus, para merecermos tanta's injusti-•
cas"?
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I
Advog3do Carlos Alberto Nazari Borges.
Julgado o recurso em 14 de agosto passado pelo
Tribunal de Justica ,fo Estado, Waldemar Mayer foi
vitorioso p~lo entendimento de todos os Desembarga
rlores que participara do julgamento, pelo que a
soleram aldemar sem que tenha que ser julgado pe
lo Tribunal do Juri em Bela Vista. -
Vitória de Waldemar e maior vitória ainda da Jus
tiça, já que segundo seu.advogado Dr. Carlos Alberto
Nazari Borges "Waldemar é um cidadio honesto, trabalha
.dor, além do que agiu verdadeiramente em legítima de::
fesa, não seria justo coloca-lo diante a sociedade
belavistense sentado numa cadeira tão pouco honro-
sa, qual aquela destinada aos réus". (UR). -
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• • A Em Delesa da Bandeira
Ação Pohc1al contra os V andalos Nacional
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1I rida!d.s pc,l ic:, -
ais a]ar com enr, is nu: investigações a
1 ifl' deslindar a quadrilha de llllflt. gc,;
pÚbl
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t·c,,•; qtH}, :11 f: ... 1 .,rn, nt,·, tm, agredido
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1' i 1, V: 1 l (l t 111 j i t (j.
Dr•:.;<H· q1. , .1•u·1l l r'<•l'<'ilu J.;,,ni,•ip'11
t'oi I lvl' ', t, • 1r,Ício, r;i,)tlm tliC111'/'tit•·
a disttu ca património Pábliec kunici
p.1 l ,
Prime to foram a maquinas totzlmnte
"depn dos", ±pois, foi a destruição si
tnittca d:s plucas d sinalização de
t. sito.kis tarde, forar a:.:· li x, ir··,.; q/
t ·,.b )r' i nlJ :..., is, uma Vt·z qu( n l nei.é:r. a!.; u ti
E. e p
J r á obr 1
sa: dc Prefeito Mo.c'pi.1?
Isso é o cumulo da cretinic'
sendo atl nl', 1 do é a p<•! U l (, ,l ) b,
f • t nor,o: ' t; r! t <; ·t .J.
Os vàr, nulos, dvrim d
e, ertão, ver!ficr qu 5u
vvl t.'1do cc,nl r 1 :d pr·Ú1-r·'. o.
A pcuco di: , [
1
.,_,., IJlna
() 1 l 'li' !' [l• 11
• 1 to bos: '
guerra ccntra alguns cidadãos devido a qu !
11., d do~ Lr~ or·,s. F.. a•(. lloj•, u:
0
c<:I o
órgãc d irp1• n..;o. noLlcl::i o r.110, como un.n
vi LÓria do podr pulic íal.
Esta é a hera da ip ensa locl lcvn
ar , sl., b: nd •'. ro. e ,Jecl, rar gu•·ri·o. LC• ,il
''l)$ v?inc'i.dOS, ae:s blSSUÍ!-,, q1.1C C'. tâc df'S-
r•u; ndu o pai I irnÔnio pÚbl 1 co b•· lo.vi stcns··.
É t.'lllPI.) dl.' l'C(d Óp i ;'". l), fC!,j,'.1 do mio am
biente. ll'S ;u·vores. elos pássaros L do
pnntnnul. Cuidar elos nossos rios, e mcn -
l<:r ncl'Sa aq,wla ci.imp·inh::i: !'t,int, um:1 ar·-
vore.
Pois é, cadeia s também chamada de ga-
iola que·la de guardar passarinhos, e no
caso da e«d i, mo cadeia mesmo,
pal"l
guardar ire s, bandidos, marginais, se
bem d v r qumndo a
11
ncss s Justiça" fa
lhn e alguns inocen' '5 vão pagar atrás ctÕs
fr". i, .,, .. r·qu:-inLo outro que àevcriam fi -
er rancados...stão soltos- se bem que
sou ,d"plo el~qu~les campos Lie Lrabnlho
forçcdo, OLI scj;1, o cara vai preso e cum
l'irÓ. p n, ._,•nb,üh,u:Jo, abrindo estr.1dns ,
_trub:11!1::indo na lavouras, trabalhando duro
m.as ete é.outro assunto. Vmos ao que i
teress.
Vereador quer que os canarios cantam
livr .:;.
CJ
I3L"li! Víct.,,, 23 d<: ai;oslo d•.: 1989.
SYDllEY r:ur:i-:s LF]TE
VF:HI.ADOR F. LIDER 0(1 !'D'l'
U' I" t l
v l t, l , :' ! •
r
v1•ct .. dr t r·-1
nsgo de civis
do:-. "11 ·~, o ,r·• •
seguiu o V
XXi § l rJ cu: • 1 tuião Fed ,. 1
lr i.;, : ·1 put.>l ic I l rJ" Jc,:., .1' e,. • proar
(b
r-•··· ,-rvcoc, e .. r~
1
r.hJ..; do; Ór-iJ.-Ov
) • • • J a± f
; .. bl ico.; cJ, vera t r c·,ratt r, _
ou ,j,
01
i·•r.· - ,•:,.0 <;' ci...11, tlcl.i º"º pod• 1.-
do cc,n..; l., r nc,~•- s, ..; í ,.,bolos ou irn:1w•n~ q
c·ir·:,c:,•r·l2.,:·1 ir' oção socl·ll d•• au ori.
dL o(J .Ji rv idv:·,· í)
1
Jbl icoG".
11:DICAÇCr.S Ai'fi::'.,S:iTADO PELC VE!ffADOrt
,•r~tr·ou com indicação nil câmara t•'.unicipal "s~
1 i e i tando que se j o. er,v i o.do <. xpL·d i en lc o.o
Dr. Delegado da Pclici::i Civil, para que o
mcs~o informe "respeito do destino que sg
rú Li2do aos cnnârios apr~endidos, sc,undo
c0nsto., por aquela utoridede, no pr6prio
p:1tio d~ Deleg·,ci-1 de Polici::i". Disse ain
da o ncbrt• edil, preocupado co:; e S • pnssar
nhot, prçr,dc -se L'SL~ rcqucrirnLnto ;te fi!LO
dc que ccns.tatei, pessoalmente, em visita
qcc fiz; Dcl•g~cin d~ Policia, cumprindo
os m,u~ afazeres profissionais.que, no pá
tio da Delegacia exlsLe uma gaiola, com
o.proximadamcnte 20 canários.e que, o pr! -
sionamcnto dcs mesmos é feito naquele pr6-
prio pÓtio, utilizanào- o de umTa "chamaº.
Quer me _p1rccer que essa prá-
tica, Sl' realr.1enLc éxistc, o.Jérn de
estranho e infração penal.
E Sidney pediu: Dr. solte os
"As dificuldades financeiras pcrqu
sa refeitura Municipal, herança d d
... ,i! J.ttr..c;c.:50 :-.r.tt.'r-in! ... , tem sido o obs' -1cui,
n: 'ur :.i.1 de Executivo Municipal que li-: e
própria- rir:ou o vereador Sidney Nunes
!...Pi t. , de PDT, conlinu;indo- ºno er:tanto, e
p1 l'C iso que a Prefeitra faça os nE.ccssá
rios r paros na Avenida Teodoro Saliva, no
1.recho Lre as ruas Cl'ispirn de Rêgo e
15 d• 1 ovcrnbro. tendo cm vis;.a o desgaste
do uS falto e o se!"v iço é de suma im. r ân
c ia p:;ra a ccnscrvnç:io do mesmo".
F)n,:iliza o vereador, "sabemos que quan
to naior f9r o dap . maior serio ;nus fi
nanceiro do 1•1unici.p:o".
p~ssar-inhos! ! ! !
ereador pede empenho
das. autoridades
Gf UE SOUZA ROSA.
-Para que seja ,,nd•2rl:çado c-xp,·ditn~
ao Exr;io. S!·.Pr,f-"ito rt.unlcipal, no :.H:n·.
do d·: v•.T a possibilic!u-.:c C'> s,..:d•'r Ll:.a 1JnciO!'.ã=
ria da Pn..fdtur ... r,:unicipo.l, ::io Dekg·,'.!o o
Polícia local, para que a rn<'SKJ. ajud•. nG liir:pt;:.,
da Delagacia de Policia 1e nosso i•h..!."licipio.
------- - -----------------------
n 1·• . ..:!o:· cá.ssio Acioly, do PFL. soli-
vumcnt~ mais empenho das autorida
_,,: 1~,s uo Governo d Estado , no sen
L i d de sensibilizarem o Governo.dor Narce
lo ~irJnda p~ra a nvcessidade da pavimen
ação asfáltica do trecho Beln V.ist~ a An
,onio João.
Cássio. 'Cca intervenção dos D.:put;;-.c!osValdemir
l!ok.:i,:ri R1go e Herriqué:l)e<lé,assim ccrnoc!os Prcfei -
tÕs Cci·los Froés(Pon:a Por) e Ovaldete Coinetc(A.ri
tor.io João) ,U'1indoesforços p/ a rc3.Hzaçãodaobra,
"to importante p/ o progresso de nossa região, le::i -
brando q/ por esc.:. rodovia trans.i tamca'lli.nhÕCs tra"5-
port ndo c;tlc-Íreo produzido nesta cid:ule, e devido as
eh vaso tr....nsito toma-se intransít.á.vd.
lubnn - Fábrica de Tubos [TOA.
T o B o s D E C o N C R E T o s
RUA: G E N E R A L R o N D:O N ?-! Q 251.
..
_::-_g_ws: 255 - 1205 255 - 1201 255 - 1376.
BO:-ITO :·, TO GROSSO DO SUL.
-P'l!"l qu•· ~' j;;_i t·r.dr·ri~çadc PXfY-•'ii•·:1tr ~o :r. •
Sr. Prefeito l•'.uniCÍpal, ca1 c6pia ao Chefe do
Escri t6rio loco.l e::, B,'ERSUL, n..i ter,mr.o Indict,~
n~ .055/89, no &·:itido que os r.:r.:::rr~s d-.<· ·r.c.ir.en
colocaçüo de ll.•:lir.iirlas na Ru3. Ricardo Lour::lrc ,
no Bairro Vila. llovo..
----------------------------------
-Para que seja endereçado expediente ao Ex° •
Sr°. Prefeito Municipal, para qu-- de::.,c-rr.:ir.'s i!.
5<.·C!"•tário d·~ Cbr·:!S Ll n2"ir ;d3 c!o bo.'1."l'eiro pt,t:!:
co da Praça Castro Alves, pois o remo al
no ser usa:!o, tira toda a ,_ .. st~tica C:i. r-..:f1::-:·c..:
Praga; ou mgo transferi-lo para un local qr
poss::i sc.r usado P!-'las pessoas qi.;-• :ui• circul:T-
------------
-PJra qi.;e St' ju enden:cado cx~dic:nt:l: ao De':' •
Sr~. PP•fd to i-:ur.iclpal, - par-.1. e~-~ d··t:t:mi:-ie a=
S<:cn:t:1rio de Obras. a possibiÍidad·..: d':' fazer •.r
c:st.uc.Jo oc. ccnstrução de, un teminal Roc!i vir:o •
onde s-, Lncontra hoje o Parçu<: Infanti 1 da Praç
Castro Alvt!s, tr--cl!"'.s:'erir.do o rni..:sr.io pa~ o cen::"':
do. 1':ferida Praça.
;rv7ad,
.... ! es
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:, t!e•,e
':.:ro
. -Par.1. que seja C!']ca-nir.haào expt;diente ao ?:-; •
feit'? i•lu."l.icipal, no sentido que c!etcr::iine ao se
cretario de Obras, a retirada dos tntulhos cr.::.
:'ora-n colocados na Rua Volu'1tários da Pátria. e;:
tre a Rua Geraldo de Souza Rosa e Avenida Teo?
ro Sativa, tendo em vista que o tráfego na refe
rida Rua é intenso d·.:vido as obras na Rua DuT
de Caxias, e can esses entulhos ali colocados~
bra passage.-:n para transitar sanente u::i veiculo-
-Para que seja endereçado expec.iente ao ::e:,
Govt::rnador do Estad - • ·,<
e- º• can copias aos St:cre:ar
1
--
Da • azenca, ca Educação e da Adi . - r:
sentido de aue ' ministra ,,
. · . · - ª ericia
71
as Reivindicaçoes dos r,;
e 10nar 1 os Estaduais . . . ,,
. . • PI'l.nc1~ ente daoueles <l.,.
~rabalha:i no Setor d - • - • ,=
e ::.aucaçao, e que rbas
partes faça de tudo , . r
1
. - para evitar greves 001s ~
ra.L t zai O OS f.. "lC. • . . ' _. •
ulaveis n- ". 1onar10s os prejuízos sao jr,C--;.
ao so para o E St.ad • e.'.;.!'•
toda a população. o, ccr.o ai;,.!:Jem
ttr;.~en t0s, po.i s os -prc _..,.
Z03. /osccr'.'<?rci1.lfl7°
5
'
r---ddof!s da R: Ducf ... k! e- C.
as es á 1r.suoorté.v~l" ••
mlizo o lid:-r of1'.".:,
c~r:ni ~'unlc i.po.l.
~. ' .
., ..
1 ..... - ..
• .. ~::i
't.~~!:~
.S. resi ente Sarne
uros altos, correções, taxas e mais taxas est
quebrando empresários e produtores rurais
A 07
Indicador
Escritório de Advocacia
to
' p0d
emin
l..OUI,
,1 r,11111,r,iin ,; ,fruritÍt !cn,
Arclar r( quem?
Super Intendente He onnl do Banco do Bras11?
as{dente do nnco do BraII? MI!stro Ma[lson
Nóbrega? Ou d!retamente no Prefdente da Repá -
la José Sarney?
Apelar sim, a todos os responsvels pela tua]
ltuaçao, que et nrrnsndoafnda,o devedores que
tra!rm seus empréstimos durante e após o Pla
rruiailo e se cncon t mm l NAIHHl'LEN l'llS ( uma aber-
ão) junto ao Banco do Hrasfl.
Multos desses devedores sao pequenos e méd!os
presirlos; pequenos e médios produtores rurais
" foram anistiados, encararam com fé e coragem a
rspcctlva de que n economia porlcriu se normnll -
r. Outron vencicrnm IJTIÔvcls, CA!JaA, mltquinRs, e
acuraram o caminho da ner,ocinçiio.
Desde novembro c'c 88, cm Bela lista, vlÍrtos cm
ts~rios e produtores Rol 1c J taram no ílanco ,lo lira
1 o parcelamento de seus débitos, ninguém falou
dar o calote, ou perdão, quer J 11m e que rem ape -
s pagar o que elevem,
~•s o que aconteceu? Simples .. A sol lei taçiio de
ruccntos e mais documentos, certidão disso e da
!lo, cópia disso e dsqu1lo, é a novela foi se ar
5tando. Quando parcela que tudo estava se enea
Ando normalmente: :-iiio d,Í para negociar, falta u;;;
f.XAOOR.
Enquanto esta novela macabrn se desenrolava, as
!das foram uumcn tando, aumentando, lumcntando.
SÓ pHa cit11r um exemplo: Um empresário devia
oanco cm Janeiro de 89, l'Ci'.$ 42.000,00 cruzados;
deu uma casa e entregou uo Banco, limpinhos
s 25,000,00, isto cm Abril; pediu a negociação,
! aprovada, mns não concretizadll, cm Julho sua
~Ida estava em 130.000,00. Em Agosto vai para ma
de 160. 000, 00. '
A origem desta <lívida? Menos ele 5.000,00 con-
lda durante o Plano r.ruzado.
~te ernpreslÍrio j,Í pagou de juros, taxas, etc,
, ta!s de VINTE vetes o capital emprestado. f.
---- u exemplo.
3 ao [Outros casos existem cm Bela Vista, quHsc todos
:;lnados da mesma fonte, o Plano Cruzado,
, lerão e outro~ Planos ...
São pessoas que trabalham, produzem, geram em-
0s, Impostos e nio desviara um tosto sequer
a fins particulares.
~tes empresirlos estão preocupados. E não en
ce:: a situação, são os que carregam nas costas
conocia desta cidade, o por quê do espírito de
no gatilho contra estes empresários?
stão surgindo nuvens negras no horizonte. Amea
ir.e de demissões, encerramento de atividades ,desc~
e ~-•' ,o e, o que é pior, cresce, devagar, mas crcs
·i~· ..,º senticcnto de que não vale a pena lutar. Ou
1
d:iF' ,or, deve se procurar outras formas de luta,e o,
Spero leva o homem a praticar atos que normal-
e aboclna.
ecaram as antiestações. São os lavoure!ros
..----
3
racaju; ame11ç11s d.1 greve aqui e a cola; procu-
0:: ·se, inclusive, alternativas no País vizinho(Pa
'li) -e, fala-se, também, que do jeito que esta,
cais poderiio conturbar o processo democrático e
4
eleição presidencial - isto a nível nac1onal.
'lCic:
do
a li
.pio.
t:' ílrcs
CARLOS A.
CAUSAS C VFIS E CRMI A1S.
RUA:
TELEFONE:
'O
439 - 1382
MS.
Falando ontem à nossa
reportagem,o Vereador Sy
dney Nunes Leite, do PDT,
falou a respeito de notí~
eia publicada no outro
jornal local, cm a qual o
Vereador Jorge Rosa, do
PTB,diz que nem tudo está 0
entendemos o- porquê e qual o notivo de o .
d , !tranquilo n~ Coligaçao e 0
Brasil divulgar baixos lucros, se os dcv~
• que uns llpoiam Brizola,ou
• pelo menos aqui em Bela Vista, cstao procu- tros Collor,Haluf e ele j
) Banco para saldar os seus compromlssos.~!as fif • e que será difícil
fora JUSTA, EQUILIBRADA, HONESTA e que não -.-.::--:-:---;:-:-;----::--:-::----"
"juntar os cacos" no ano Ver. Sydney N. L it
•
0
:::eterâ os tais "lucros", querem apenas TRABA -- e e.
! e continuar de•senvolvcndo suas atividades. que vem. A C!S
t
e respeito,
- Sidney disse que "democra 0
e justo valorizar a especulação financcirn
eia é isto mesmo,é o plu~
• ttir:eento 'da produção; não. é justo querer jo- ralismo,debate a nível de
/
5
costas dos pequenos (ja carregl!das de pen~ idéias,ninguêm cabrcstean
Aus) a culpa pelos desvios e negociatas dos . -
+' do ninguem, sem caciques,
s. e justo o massacre que estii ocorrendo
o • mas cada um respeitando as
.,"Ao teos permanecer calados, vamos ao 3: {a&las e tendências do cor
.. 0, mas nao serenos com0 0s Judeus na II -
a panheiro". Prosseguiu Sy-
' que ia::, para as Ci!maras de gás calados,como dncy, "cada eleição é uma
,ros (hoje eles aprer:c'cram) - JlASTA, um CHEGA eleição, cada cabeça uma
ª S.ltuaçâo. Não somos nós, empresários e pro-
e cabeça, este ano teremos 5
rurais, os CULPADOS. Nós estamos trabalha [1elções para Presidente
Seremos pagar as nossas contas, mas sem ur
RE da Repúbllca,nossos corapa
em nossas atividades. nheiros têm liberdade d°e
•º Brasil está negociando sua vida externa,
~ éos juros, etc, porque nós não podemos faltar por este ou por a-
eso? quele candidato,isto é,sa
coo ROUBARAM e ESTÃO ROUBANDO O BRASIL [lutar desde que,observe -
ro •b rnos,atualmcnte no Brasil
l! ando e massacrando, aqui mesmo, cs BRA
~ os partidos políticos cs-
,Patriotas e que acredita no TRABALHO. Á
e união. tiio cn ebulição, buscando
S estamos citando aqu! apen. se a[caminhos. Se Jorge Rosa
·• - e porque este anco é o ú .. !~e que real _ tem a liberdade de optar
e preocupa cor a produção e suas diretr; _[por Afif, os demais copa
'«uso. +is isentei. oi.ses .late4rs retestar si ' l lt is@ 22
E
Fazenda e Pres!dente da RepG'!!ca. Seus func!onirI
os apenas cumprem ordens.
No tocante aos HANCOS particul .res, que, estio
obtenrlo LIICRO$ -FANTÁSTJ.COS, cre,ic1r-l'ntos nunc11 nn
tes vistos, estes so um capítulo parte e só a
pós II ELEIÇÃO, se o novo PRESIDENTE for mesmo 111'!
rn1E'o;CIOXADO, c11bcrà a ele IHSClPLl'-AR . AG10TAGl1'
ente CAl'ITil.JSMO SF.LIAGf!M rlc6tcs bancos, e, na ver
dade, alguns deles, trabalham té mesmo.. contra o
Banco do Brasfl. JL.P).
Dívida de Agricul ores e
empresas com B B chega
cz 9 ilhões·
O ílanco do Br11sil está encontrando grande dlfi -
culdadc para receber NCZS 4,7 bilh;cs em dívidas
de a~ricultorcs e empresas. Durante depoimento
prestado na Comissão de Fiscalização e Controle do
Senado, o Presidente do BII, Mário ílerard, informou
que II inadimplinci~ cresceu ele forma expressiva de
dezembro de 1988 11 junho deste ano, alcançando 11,
25" clll carteira de empréstimos do Banco. O prejuí
zo com créditos irrecuperáveis chegou em NCZ$ 600
milhões, eci 30 de Junho último.
Segunrlo Berard, a inadimplincia foi ~m dos motl
vos do péssimo resultado do Banco no primeiro se-
mestre deste ano (l'CZS 48,8 milhões de lucro). ,
A situação é tão preocupante, conforme o Presl- 1
dente do BB, que a instituição criou um departamen
to que se dcdicll excluslvamLnte. recuperação dos
créditos,
- Vamos tomar providências enérgicas para receber
o que temos direito - avisou ílerard em seu depol -
rnento.
Apesar da postura agressiva, o Presidente c!o
Banco do Brastl«chague poderá recuperar uma par
te dos créditos através da negociação com os deve
dores.
i Acordo com Berard, a inadimplência' está ele
vada em função do não pagamento de empréstimos a
agricultores, que reclamam na Justiça a isenção da
correção monetária; da quebra de algucds safrlls es
pecíficas; da queda de preço de alguns produtos
das altas taxas de juros; e da rctençàodc recursos
para o custeio da próxima safra, recurso que mui -
tos agricultores estão utilizando para se precave
rem da possível falta de crédito na oróxfffa ~aíra.
Escritório Jurídico
MELSO L e CHAG_AS
lD/OGJDO
FONES:
DR,
2.491-1.
i
251 - 1721 - ESCRITÓRIO
251 - 1712 - RESintNCII
ESCRITÓRIO: Pua Tenen e Bernardes no 826
RESIDENCIJ: Av. Cel.
JARDIM
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MATO GROSSO DO sur..
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CAUSAS CÍVEIS E CRIMINAIS - DIREI
TRABALHISTA
ESCRITÓRIQ: Rua Coronel Camisão,
FONE: 439-1302
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ADVOGADA
3281 141.49Q.10l-10.
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outros,ou teriàm todos
que fechar com Afif?
"A Coligaçiio está mais
forte do que nunca,o que
nao pode ocorrer, é ser
vir de instrumento ino
cente a serviço de adver
sários, que na derroca~
da buscam se util.lzar de
todos os meios, até mes
mo sei:ieando desavenças
e disses que disses.
Estamos unidos e va
mos caminhar unidos es
te ano, ano que vem e ,
sempre, desde que os ,
interesses de Bela
Vista estejam acima
de quaisquer outros
interesses".
BELA VISTA - .MATO GROSSO DO SUL.
CIC
SALVAI:OR LOUREIRO
OAB/ IS
ESCRITÓRIO
3.369
029.875.191-20
251 - 1451
RUA: 10 DE MAIO, 341
RESIDENCIA: ROA OLlVO BILAC, 146- COHAB.'
FONE: 25.1 1410.
I '•
~
$
$%5.--.
t;,..~ O r,.1rot::Ío Joaquim Du-
V'W lr.1 tl•·Lo, filho do ca.::i.!l
Lul., t•'.mt< lo r PalrÍch. O::;
avos matemos, Edson Moras e
Cécl lia mul to felizes com a chega
da de uniu I n nc o. l'ur.obérm! 1 ! -
a-là nn,no
Da e= da Amlwdc n.•al lwdo sátxldo pp. fol
coroodo de SUCl'SSOS.
ASi:Df:IlA
Casa da Amizade ornamentada com muitas folha
. gens e flon:s, os lindos a.r-r.mjos forom da Flori -
cultur-a 1llip,,. Sua proprietária Sr Hepfer fez
Ull bonito Lrabulho.
NA OCASIÃO
A Cxa cb Ami:.:aue soh iJ prcsidencia de J.lac.blena
I..,~itc rrocnç:i hcm:m:.igcou cano sócias beneméritas
pelos rcvl'lnnl,'s :c;,,'1vi<;os p,'C'stados à Casa da Nni
zadc ofercccnJo-lhcs m, Distintivo as Sras: Nice da
Cosl.:1 l".I rnnd:i (Distinli vo colocado por l· adalcna) ,
Olimpia. Lourciro(Distint.ivo colocado por Ana Maria)
Inah Camln::u.(Distintivo colocado por Sudy Rosa)
e Emes.:ina Almoda(t•'.orcna), (Dislintlvo colocado por
M.:truce Raha.1) .
111'-0S A
ColociJÇ30 dos Distintivos nas hancn::igeàdas;foram
convidad'.u; por Madalena p.:,r~ tom.:m::m seus lugares
n:1 m~s:., de honr,1 para dcgust::in.'!:l do delicioso ch:Í.
can biscoitos, nntcs, porém a Sr Nice proferiu as
seguintc-s palavras: Amigas e canpLl-ihciras: cu..quc
ro neste instante oferecer a vocês da Casa da Nni
z.;1dc através d:i Prcsickntc, a a:niga ~bdalena, ,cst-;
ramalhete de flores cm ratido a dcmonstraçiio de
a;:.reço e carinho que estou I'.,Ccbcndo neste memento
e afirnur à vocês o CSP<-'Cial e grande afeto que te
nho por esta Entidillle que ajudei a rusccr cm nossÕ
meio, da qU3.l tive" a honra de haver sido a 2 Pro
sidente> e que o ano passado coletou 25 anos de
cxistêncla de laborioso.:; lmbalhos cm bcnefÍcios
dos mais car'=ntes. Concito neste mcrnorável momen
to a tod s s jovens cCO;)ar.heira continuarem es
te belo .:rabalho e que scj;;i:n SL'mpre abençoad s por
Deus.
CC: 15,300.8 4/0001-
Pu: José Bn!tácio S/N-CEF.79.20.
F ·la Vi±ta-M;
Associação de erhoras de Rot r !.ir.O!
d., Arr•l zadc; cor:KJ A..,.xx; laç:ÍO- •.nL1d."1" con.;tl luld 1
volunl"1r!:.m nL< por epos s € viuvs d ro ;ir.0-
anos (óc las efetivas), sócias col ·bor:,1or;J!;,ho -
norarias e benemrl .as,
As Canas da Amizade urgiram do sentir n a -
11:.1110 do povo La lno-Am:•ric·•no, r-JZÔO por-qlY" ~
l·xiat•m no Dr-&;11 <: em alguna PaÍ1;,.::;, lb< r-o-/v"c
ricanos. As Casas de Aml:t.ude ou Ar,::;ocl<IÇ:;O W- ~
nhoras de Rotarianos têm cus Es'a ut.os e Hegi -
mentos Intr-mos prÕpr·los, sem nLn.tiun vínculo com
o~; Holury Clubes. ?os.sul reta de trabalho, que
varia de acordo corn as necessidades a ua cidade
atcnde;ndo as pessoas carentes nos seus vriuds
i.!Spcc tos.
A Ca:sa da Amiwdc organiza prorooçÕCs soei -
ais , culturais e especialmente, beneficente :
wnibém pa.r-tlcipa das realizações caf'JJ!'litárias
rculiwdas pdo Rotary Clubs. Seu principal o -
bjctivo deve ser a ainizade e o canoanheirisno:
A Casa da Amizade e actninistrada por una
Diretoria CaT'posta de:
- Presidente ;
- Vice- Presidente;
- Secretária - 12 e 22;
- Teureira- 1 e 22.,
Oradora ou Protocolo
Representante junto à Coorocnadori.'.l,
A Casa da Ami zadc (sede) é o lugar de rcccpção
aos Rotarianos, faiúliarcs e convidados. Prédio
ou salão onde se rcÚne a família rotá.'.-ia para o
desenvolvimento do caT'.panheirisrro local e rcgio -
nal.
OBRIGADA PELA SUA PRESENÇA.
Madalena Proença Lei te (presidente).
!-ORAS DIFÍCEIS
( '.:mnanue l )
Provável estejas a travess:urlo as horas difÍ -
ceis que não aguaraavas.
Querias o c:rpréstlillC de recursos amoedados, pa
ra acertar os próprios negócios a'11ig:,s faltara11~
Perdeste todos os haveres nU'TI investimento
que te parecia iirp0rtante e que resultou cm f'ra
casso.
Colocaste todas as esperanças nun filho que -
rido que te tl'Ocou por a venturas inferiores.
Pessoas a'!ladas deixara-n- te a sós, afastando-
se junto daqueles mesmo que_ te recebia'TI apreço e
confiança,
Companheiros de ontem surrupiara-te hoje as
va<1tagens e os bens.
IDD2Gl 00 ~::::O 00 .
IE
O Brasileiro ca mais de trinta anos,
vigor profl::;:;ic,:,.u, :.,. ,' b· n Douro t "po;
derado inapto, para prestar ua série de catu
pÚblicos, J, vido él:., l !r, 1 V· d.- id,,•J., p!"
0
·-f1:1._
28 ar.os carpl·:Los. A
6
or;,, pa:-a ;,qu-k.;; q .. e
ansiosamente o Concurso do nco do Bra::;il I f.
estabelecida a certeza de que não haverá lIml'
idade_fixado pelo Üé'.r.Co que , sc·e;ur.-Jo :.c&:SS(;!'.
na.o t.tm a intenção de !rir:.. Cor.::;tituiçOO F~
que determina no ArLi;_;o 7l, p...:-: •r:...I'o Y.Y.J., do'
pitulo dos direitos sociais, a rão diccri!:açil
de idade para a±nisso de servidores. Por cu
to à cscolaricbcle , xigida, será o 2? grau ca
to, L-"T'.a no , tra::licior.u.l c!o Banco, Ou" TY..'rs::::
apesar das insistentes reivindicaçcg e favor
escolaridade a nivet a 1 zra,
JORNAL DE oo:,ur:GO-lBERLk:JIA-!,:G1
Aro
ir!e
DIA 00 SOL:lAOO
IEE-2 U
Cana sócia corrtribulntc da Casa da A'lli.zade a
Sr Ana Regina Melo Sá, pessoa que quando solicita
da scmpru col.:ibory.i com a entidade. Apresentou-a a
Sr~ G da C. tiá."'Qu<s para o quadro de sócias.
NA OCAS1ÃO
_Forom sorteados alguns brindes entre as sócias,
aniversariantes do mês de julho. Sras: Mi..ruce !al-al,.
Azalco. Ocariz, Bemadetc Rondâo, Edna Cardinal, 01
ga Zacal'las, Olímpia Loureiro, Agosto:AúréÚaDel-
val lcs, Bcr.-,..'.lrd.:l. Nabhan, Tânia Souza Rosa, Jurema
' Gnbir.io e N!.lda Bazzano.
A C1>SA D. ANIZAIE
Agradece a todos qu colaboraram àe Lt'11a forma ou
rutra P8:°' o sucesso ào Chá Bingo. Os agradecimen
tos ta!"be!n aos Rotaric."los. Dr. Cachi to e Rahal que
"cantarano Bingo".,
Se essas horas de crise te surgiram na exis
tênc1a, não te desa"limes e nem te desesperes.
Ergue a fronte para o alto e conta can Deus.
RIFA
n.-' novilha já esta sendo vendida pela Casa
-~. por apenas 10,00 .:. o número, vale a
pena ...rriscar! !
O Cmte do 10º RC •
• • Ce l Edson Gonet ,'
cebeu cm sua u , d ..
nica "' 1·,l li Lar mui tos e:~·.
dados para a Sol id
D' d en ade Comemorativa
ia o Soldado que foi aia 25pp con 1~.
cio às 8:45, • •
DEFILE ESTUATIL
Do dip. 7 de setezroro ,está movimenta<1do Dire-
tores, Professores e alunos em grandes prepara -
tlvos para esse dia. E isso mesno, nossos Estu -
dantes estava necessitando de una " injeção de
ClVlSITX), pois nos ultimos anos a animação par-a
o óesfile deixou a desejar:
DESTAQUE ESPtCIAL
SR2 MAr-2-
CO MIRA.11;
DA E NI
CE MIR..'1':
DA E INAH
CAL;AL.
PARA:
DE(CHÁ)
E
VEZES -
CHÀ CASE.IRO
TOSSE, ASMA, BRONQUITE.·
COZINHE ... 1
LEITE
BEBA
AO
CEBOLA EM 1 XÍCARA
ADOCE
QUENTE
DIA
COM
TAS
MEL
l.CG) :-:AIS
A noite a partir das
2
,·
' _ 1 hs, o Ccl. Gone,,c.
receu no Gremio Pedro Ruf .
. • 1no u'jantar dança-
rnutos convidados •
f
que parl.icipara'T! da oor.i t:.:: e.
ratemiwção p rabé • ••
ty. • ar r.s a tc..'Clos Militares ê:J. (:.
331,
.. .. z:ra:=!
'&lha d
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