TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº058_05_05_1973 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº058_05_05_1973Número da edição58Data de publicação5 de maio de 1973Número de páginas6GeoCoordenada -22.11681326953363 , -56.5357599374774 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº058_05_05_1973 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto Funtlndor ... fvaltlo P~•rt 1ra Liberdade com Responsabilidade JU40 li .,Joia Vl!sla • MT. WRRV?GRGeri s..is rs wi «o..s r wsisei mwiwiwwin Projeto que e ncede pagemento para Vere~ciores <om fili to MüHer ., r Brnollla - O • presidente da Arena, S•nedor F1llnto Mul lor, e&!§. exomlnando prnjeto de reformn comtnuclonnl pre parado pelo vice llder do MDB Deputado rlceu (; o lares, que dispõe &obre 11 rcmuneroç ão do, vereadores de todo, o, munlolplos. s,gundo o pnrlomentor i;•úCbo, a gratuld•d• do ·mon• dto de veredor nos municl ;il~• com muno• Je 200 rnll hbltaates representa uma contro.:!lção com o hl~nl d,• mocrflÍlco ocalentndo pelo vo cnçno da comundudc bru•.zi.dru jr. que ufo,tn:Jo, lide• 1,ollti cs os brasileiros Nem recut »os, estimulando o oeso dv ricos que nem sempre reprezeen tnm n melhor cXptet.SÜ.o da cultura e do upirlto púb!ico•. OTIMIS:10 O sr. Alem Colot<> mo, lrou .. Re ollmlsto. corn us r~ cu,.. le! dtcloreções do S,nodor ~-1- llnto Muller, oe,gundo os quaG eEl6 tratando .com quem de direito>, do problema da vereonço gratultw, em busca de umo ooluç:lo roollsla. Oe,de long• dai•, p•rlemcntares da Arena • do MDB discutem o p,oblerne, sendo conhecida a po,tçllo do presi:l,nte oren!s t, favorvel to reexme da questão. Pelo anteprojeto do Sr. Ale~" Colares, os vereodoru !orno jú• a rea:uneroçllo. cu jos lluites e critérios serlo fb.:aJts t.m lei complementor. )esta [ormo, observou o vice der vposiciontsia, o assunto Atr..Jt'rl. t-t:"r omptomt!nt~ dlsou ... tio a frs se que seja encon tr111Ja mdbur .solucllo, a(e,t..Eo do u~ urros o as distorções do p,s••do. Sem o ilpolo Jn Areno, o MDB offo poder6 opre,enter o projeto de rdorm .. con,tltuolo nl, pols são necessárias 104 n,dn:.turuJ e n bancado do Oposlço é formada por npe nas 87 deputodos. '>-.: ;,:t $. r, .. ' i , . . ·, ' Marinlrn late ts las! laaa hsar Llmu (AP) - A Mt.1l nha Merccnte brstleir, em lodos 08 PflOll'~, Hti tentan do limprlor os r U86 1.1tlvMn· des, com o obJtlivo de aUt• gurur o amblcJo,o proJ010 do alcunçur 5,5 mllbõLS de tcne lndllB em burcos, psr o llnal de 1975. Pura nicançur essa me to. o BraFII llru:ou umu Fêrlo do convêniow eotr~ urmedo ree ou de govêrno pera gc vl•rno, noa Olllmo, tempoa. ll continua ntgooJnndo outros, OGm DUÇÕl'S eu repreG!::D18D• Ice da A!rlca América e Eu ropa. Na alualldode, a Mar!· nha Mercante brssllelr11 tem um total de 2,5 m!lbõeB de teneladoe e plano pura alcon çar 5,5 mllhõeR ae tonelada• em fine de 10í5, lnclulndo a construção de enormes na vios de nté 40:) mil tGnelodu. Uma delegação brusllel- ... '· 1 l. ra presidida pur Owaldo Cru1. Lob. ·. u IHI< i,crnJu por oito elementos, repte ntn do o Min!tétto do Hviuç0e Extentes nu upe1 ,.1c:lt·nnclu da Marinha Mercttu e o Ministro dos irn±porte, wsi nou con,(nfu nu u Pc,u, eeLbelecndo que nvls do mb s Icioal'Jades com pdrt!ll:urLr,1, di, f.;rrT1•1 cqui llltha, ou 1run p 1rtc rtu mor cadociuH lrumnclonlldú :J e ll• tre uP. du•H noções. 5f lílllldO Cruz Lobo e o Pnulo Ncguelrn P1,roplon~, o Era~H firmou cor.vCnlos com r,rmadoreR g,,veruca ,!u Ar l{entlnu, Un1iio So,iét1ca e Estndos Uuidne e (•~ pcr1s es tende-los is nomrnifl llulg6- rla N1gfns, "' Gamo. A del•ll•t•&:i broE!IC ira viajou para santlago do Chi le, u fim de usnar um acor do mimilar !lo peruano. 1 ) MEIIIIR IERAIEI Vindo até nossa loja, ·você vai ter toda liberdade para admira!" os novos OPALAS 73 e as ca mionetas 010 que são capazes de fazer qualquer loucura peld' seu dono Recebemos ·seu c~rro usado como sinnl • Visite-nos sem comprom Isso SOCIEDADE AUTO PASTORIL Mda., :igor: sob a direção de Ornldo Flores .Nogueirn RUA MARECHAL MALET. 325 - FONE ll'43 AQUIDAUANA - ~.lATO GRObSO THll3UNA DA FRO.NTElni ----------- Uberd d , lg ai . Côn. Raimundo Damin Mão é necessário muita cultura pra saber-s a origem do slogan cL,bu:lade, touoldode, í,otunid•· de», Requer-se, porem, muita vir tude para traduzi-lo na prica. Liberdade é a mais no bre das prerrogativas da pessoa humana, No entanto somos olnda ucrovos do nouo ,goi•mo • da opressão Indevida de outros. A Igualdade na teoria t reconhecida por todos. No mal, das veres porem, hica-se nisso. A Fraternidade é dccouln • ela prlmárl• d, nona lillaçio divina, Ouonlos silo os que • vlvtm ,m profundldad, 7 A Campanha d, rraternlda• de visa parllcularmant• ln,1,úr, cO• mo o pr6prlo nome o diz, na liotcrnldad<, Sem antes no• con• vtntermot de que somos lodo, lrmios, strá lnutll upuar os fru· tos. 1: por iso que • Campa• nhada Fraltrnldade é em primeiro lugar campanha de evangeliza cao. O ego Ismo é a ntgaç:io pi,• na da fratunldade, ao pano qut o amor é • su• u•foc1a Imporia angustiar as consciências sepulta das no tumulo do egol;mo. Con l• um• 1 ndo que Herodes, o me,(ado dos inocentes de qu nos• fala a. Eveng~lho, lol.,cor• dado trn 6,u sepulc,o por um coro de vo:us lnf&ntfs. Ptrs•• guido pelo aguilhão de.melodias dolentu, pulou do tumulo r st pr,c,p,tou no fundo do,mar. No silêncio das 4guos, as Ietm»s vous Insistentes. Foi lnutlf u· conder· e no'astro mals distante do unlver,o, Us Hlavam os vozes a rsperà-lo. Rcgrcuou, tntllo, 1 ttrra e, de pé sobre o mais alto ponto dum• cidode, enfrentou aquele remorso em fofme de me lodias e gritou para abafá-lo. ·Basta. Eu era pagão. Errei. Por que nilo.prrsesuls agora a lan• tos crl,tãos que· por seu tgolsmo deixam moer milhões de homens de fome ? • O resto í silêncio Celso Carnolro mudanças, ms no e"r pen suma muitos, de ums [ora brusca. Mudança, ertas, que poderão ser representaste pela extinção dos mu aqul da tr ra, por peieclmrnlo •m hecr. tombes, Ilagelos, guerras res urgindo assim, um mundo ms- 1 transcendental, na qualidade talvez de «Mundo de Regente ração». Destortc, um !u lura glorioso ulfl 1,eodo ccntlruldo pelos pensamentos e exemplos de tantos benfeitor que xls· tem por ai, muitos oUl 11oõ11l mos mos que conlrlbur·m poro construção de uma vida me lher. Telvez nós próprios, po+ aamos voltar na quolld•d• de bat11lhadorc1 locootest•• do ver, dade, ajudando a extirpar o vi. cio e a lnjuetfça, de,de quo comecemos a seme■r o bem. pois depende de boa semeodu ra a farta colheita em que se rea:o• os primeiros b1ntllcls dos tm vlodouraR exlstenclas. Nõo nos divorciemos do• prloclpio5 orlstllo1, traçando aceso caminho do maadom•D• to do Amor em 1eotldo lato, (mico copez de arejar a men te de quooto• o cultivarem. O omor cobre a mullldoo vé,suno, ovoluldo, lotalmeote dos pecndos, dlue Jesus. Es- lençarlomos mão do bomba a trlbados na Ju,tlça Divino, é , tomlca parli o dl6,emlnaç~o par que todo• os oriaturo, peodem clol ou totol da humanidade. O cnda vez mela paro. as boas !relo esln ju,tameole nesta pe• qualidades. queoa palavru Amor que ecou Poder-se·lo ;,erguntar a no coraçno de mu!Udile•, mal humonldade ame, perdoa, ou 1e• grodo os ,àrlos males soclalo r!t. uma mera utopia de morolls- qu• ainda ao, ossolom. Cabe a tu, dizendo que um dia lodos elguos nq;stlvhtae mal lnfor• convergiremos para esta lante modos, •ro vez d~ pregarem e sublime chamada Amor1 preverem ,ofrlmeotos futuros, Outros, ontl-evolucloolstas tr• bnlhar<m pelu vitória do bem dando mo•tra de verdadeiro O mal nll.t. é uma latollda mlopla, chegom l'rmar que, de, existe l, ms em funçllo no campo de moral, nlo evo- das nossas imperfeições trazl lulmos, ma> aomeote no do sn• dss de um po•sado !onglnquo, ber, e que tem sido nossos cons e o medido que nossa folha de tantes objetivos o perfelços- serviço em prol do nosao ••· mento dos métodos terrenos pa- melhante for aumeotude, vllo ra n destrulçll.o. Cabe um e•- so dissipando nossa, dlvldos. olareolmento•perli todos oa que N9.o podemos onallsor uma osalm pensom. Ora, se o ho- porte do problema pelo todo. mem r•almeote alio estivesse Nilo e>:lsle o destino mos tudo galgando os degraus de oua pró- voi,se escadaaodo à medida prin perlelçao e&plrltuol, que de renovação dos seres Que aerla da humonldode do época. oqul estilo encornan:lo. Com vivco:lo cm um muodo de ar- eleJ, por certo, •urgirão novas momento oucleot luze, e diretrizes. Raciocinemos: Se nada ti- Destu maneiro, haverá li@ Missai B ' 1 cuta Muita gente prestigon o Show de Mreos Pittet, teaiüzdo no Clube P.roqull de Bela Ita Pragua. -X·- Domingo, bicadeira ,dançante no OPI, poueos (Ol!l !J:t I tC•Jlll lll. Esteve neste . cidade dia 28 do mes pai.ado o Dr. Lui gl Scirru, engenheiro da CE MA T, que &qul velo pua lo cellznr o terreno onde será con.lrulda 11 futura sub- esla çÕ.J elevadoura de eoerglo de Urubupungll Será construida na parle Norte da VIia Novll próximo dd estrado do uere porto, lug•r Ideal poro que se destino. Com o noticia d!i'.lu pele TRIBUNA oo numero anterior, tla lwp, 1tândo de CrS 130.000.C00,00 que o Estado vai tomar do B.N.D.E. por cmpres· timo. p11r11 lnetalaçõ'9 de rê des elétricas no Sul de Moto Grono, o povo desta cidade deve gora acreditar on serlt dede com que o Exmo. Gover oodor José Fragelll trai~ os nágnos problemas adminislra tlvn& e do lntereue da nossa populaçüo. Luz a fartar, pero multo breve. JOTA JOTA Móveis em Geral - Colchões de Mola e Espun:,n • Travesseiros de Espuma • Máquinns de Costura «SINGER> BELA VISTA MATO OROS O Livraria e Papelaria Progresso Papeis em geral - Livros em branco - 1 ivros escolares Cndernos . Louças e artigos pnrn presentes em «eral. Boutiqut - Per.fumaria BELA VISTA O MTO GR0SSO CASA PROGRESSO Muterini,. para coni,truçiio- Sanit.lrios-Material • elétrico e uma completa ____ , _ -··- . eão de Secos e molhados lo as E: de ttliãw 'ame:ls fifi Aguardem para_ breve n nova Casa de Peças, assessórios para qualquer veiculo ao lado da cnsa de moveis Progresso BELA VISTA MATO GROSSO -.X • Entre os presentes destaquel: Odete Barros, sua m- na Oiga teudo en cotp4la cocadiuha» Ellzete Lou11.1to. -X- Tr,rubfm· em br,te-papo Informal ao ,om do P'JPS: Sr. e Sra. Capitão Mos'lueira, acompanhados de seu fi lho (é um fõfo) e dn ,liss füla Vista. X-X Juvenl11dll nuimuda curllu:.Nica. Jane.s, Denle, Né lÍ<', Klk8, Marcelo e us ma.ias Jllir:mda. X-X Bola Braacn pna a Céla' Melo que està d~; n11w,Love, assim como o Di!son Si poli,' hum .... hum!ll -X- Por ló. também Alolsio .Mendes-Rosinh11,:c1audicaor. Jairo Vrnna, e Léla Barcelos, -x- E... dal?por que esse .silénelo todo para o Con- curso de Miss. Ei ... !! organizadores vamos. mo,1menlar, p->IB o Jornal Folha da Tarde de Corumbá.· no dia 24 pp. noticicu: Em Bela Vista está pegaado fogo'a escolha de sua lliss. l!oçns bonitas disputando o cobioajo titulo. Então ? vamos botá fogo mesmo,, ,porque senão fica chato, não ncl.lam 'l X-X ToJa eufórica por. ter recebiclo[nohc1as do!Love-Lov11 de Juiz de Fora a nossa amlga Zilda. x-x Aproveitando o: feriado entre nós a graciosa. lo110 Melo. A Vllma que seguirá para Brasilia, votos de Ftliei dades em seus Empreendimentos. X-X Lubnredus mil_ para: Estela, Froilan e Anterinho pelo aniversárlo do dia 4 pp. X-X Chumacinbas aos univerij1maotea .do dia 19 pp. Zo' e Maritt Patricla, filhos do ca:ml Zoé Pinheiro e: Bene· 1 dita Loureiro Pinheiro. X-X Não percam. no GPR, dia 6 apresentação das can· dldatu::i à Mbs, dia 12 novo. Baile-das ises e dia 19 es colha daquela que repre!entará a Rainh& do Apa no Certame Miss Mato Grosso. EL!<:GANTES DA r::!KMANA Sra. Aua Rocha de Oliveira Sra. Cf,n<lldu T. Baez 8rti,. Lén Bnrcelo Sra. Aparecida Ossuma CASAL Dá SEl!ANA útavinho e Zulerna Transas de Caracol Legal a lorcldn -organizada pelo Club1:, do Laço! Continuem. X-X Clandio e Jacíra de grandes amores (mas .... Jacira deixe de ser ciumenta, tá?) X-x gt. IUemar .Ferreirn deixa Caracol. E... com mil saudades. X-X 6wlf ! Como é búo:: pcqneror, não éjari e ...,ooali? . X-X E triate a desptdidn.- nessas uistez.as Reginaldo e Leonír. Que fossa hcln? X-X Numa transa muito~óia. m_quei: Odínei Oodoy, So· aia Oodoy e G1ovan:a Braga! -X- Algnem anJa muito triste co..n a 6ituação do .Rubens. Calma gata ... culwn: -X- Mu~ ... é o pt'pubr Preguinho o papai da charmusa llza ..... • -x- O:!no, Professo Teófilo super querido pelos alunos e... o Prfissor zldir é adepto ferrenho'dos jogos Es· parivos. -x- A Da«oris da Clb Esportivo de Caracol :,:aúcfa Ca· raco: pelo eu Ss aniversário X-X 'Tribuna da Frontelra B la Vt,La CA l -' ,,. 1 ' POSTO OE SERVIÇO ESSO De Lázuro Ürti:r. de Moae, Gasolin- Diesel Toda linha de lubri- fic,rnles - Lnvugem - Lubrlficnçl1o troca do oleo - Anexo lanchonete JARDlhl MT Organização Irmãos Jaques Matadouro Rio Formoso CASA DE CARNES POS'l'O . SHEL Servi: para crescer HOHITO M. T. a»eg « CARTORIO DO 1° OFICIO » 'J'abollão: José Avelno e:s11v11 &.acrllurn1, contrato1, procuraçõu, rccoobecimentos do Utma1' registro de imovois, .'de titulos e documentes'de protesto • anexo,. Exlralmo• lotocõplas no boro - Autcnllcado1 Serviço rápido o tificiente t Bela Vista Mato Grosso • #R 9RERRAKR#SRRARRORSRKKONEKRRRAKENKR falou cm Mo~a atual, falou cm ~ J.B. 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V Da M a r:' , para sr eleito DA l!'HONTEIRA THI - ---·-··-, .. ------- ama fk.mal li 'ar lliiIs Drusll!o - A Câmurn 1-i,, leral, vul convocar os Minis /roe dn lnd6strlw, do Cornér, lo e da Agrlcultur, para te- • ·ponderem ooH DeputudoJ ossun• to» ligados às uus pastas. Co Juo '" recordn, numn de, prt, melros sessões da presente Le rtlsluturo, o deputado Herbert Levy, requereu o compareci, mento • C6moro do~ mlol,troH Prnllnl de Moraes e Clrne Li mo, n fim da. que roapoodcs sem as lnterpeloc;õoa, que no • requerimento, envlou o Pre. ..,, 6ldrnte F16vlo Marclllo, Logo pepoh o presidente '°lllnto Muller Informou à rll· portagem que ambos ou ml nÍstros se dispunham a aten· der o solkltoçno do ropr,,en, lante paulista poro. em dia e horo o serem fixado• pela Cli• moro, atenderem /18 .porgnntao nno openo• do Sr. Herbert Le vi, mos de qunisquer cutros iia ss nus Brasil não Aceitará De ''0 Esli:do de São loglstloo que Moscou ernpres· Paulo tou n campunhn militar da qual resultou a orloçllo do um 'satéllte' hindu. Bonrlla !)esh. Nassor terminou eua carreiro como prisioneiro dn 8una dependencla da ajuda mtlitar eovlélloa, . que tornou llusorit1 par11 ~I e poro seue sucessores n oh11mada "ter ceiro poelç!lo". Nestn •ldrcelra poolçllo• lnalsle ngoru, ,anacr?nlcamen te, Hoctor Cnwporu. Isto, por que o Perón de 1973-1976 é o meerno Peron de 1943-1955. "A llnbn lnternttclonnl do pe ronismo'' - dlPee Camporu •tol marcodu pelo general Pe ron ao fixar a tercelru posi çl!o que depois se projetou no terceiro mundo•. O «terceiro - mundlsmo• n!lo tem lilosoll"', mse, ape. nas alguns preconceitos e reseentimento, que geram po -slções e 11Utudes mais senti, mentais do que 11ogloae. «na cionalismo• ( ontlnorteamert csnismo e antioofdentullemo), •progresslemo, (soolallzanle e eslatlzante). Como explicou Ro::ierto Campos em artigo publicado em uoson edlçao de ontem, ,Inimigos reais do deeenvolvlwento ou com ou tra& pnlavrne. os fatores reale do snbdesenvolvlmento (es• t,gnaçllo e lnvolaçllo economJ. cu8) so justamente as posi ções lrruclonnla . ilo «tarcel ro mundlsmo•, populismo de magoglco e nacionallsm~ xe nó!obo. Nas primeiras obser vações deste comentário re ferino-ncs às consequencias do •teroet.ro mundlsrr.o• na polltlca Iotero110lonal. No pJa. no coonomlco-soclal 'porém o •tercelro.mundismo•, como se demostrou no Sras.li de Jango Oulnrt., na Argentino do l'erõn o no Chi!e de AI- Conhocemoe a hstoriu lenade provoca lnllaçllo e los, do■promotor"ª do ''terceiro tubllldndo pollllco. Isto por mun<11omo" Sucnrno, ante& de n!!o ter un1n politica poaltlv& tezrar eu puis no cam. e construtiva, maus penas o comunittu lo deposto P•· uma . polllc11, dcmngogica e lo exercito. Nelru e wua tl. negativna que nlimentnndo o- lha encaminhsrum lnd!a pu. bretudo p:opos!tos ideológicos ·a ocupo sovletico, ligan. e propuzar:distrecs, pretende «a- u este par u pacto combater ;alguzu coisa, ao ;nlllll! lr,_i,aça'fi l'~-..;.. npolo •nvé~ ccostr· •· umn ecuno· BELA Vi5s a ssv "h"e"" O prosldento eleito da Argentina, Rector Campora, declarou om recente enlrti• vlstn quo seu governo segui rá uma pollllon lnternaoionnl do "toroalrn puslç!lo e manl le•lou sua convloçilo de que o Brasil oe unlrâ no que deu· oreyeu como "o processo de lntegrnç!lo lotln11·omorloena na Juta oontrn,o Imperialismo Snbe-se que, no jorg!le do • • tercoiro-mundiemo' •, -- emprestado oo mnrx:lsmo·lenl· nlamo, "lmperlall&mo·' ldenll floa-se com o supremo esta gio do capitalismo, cujo bn luarlo s!lo cs Estados Unldod. E utilizar llSBo jordila é pro vu de estugaçlo ou, 11té. do lnvoluçllo lnleleotual. O que Campora propõe é que toda América Latina regrida alé o ponto on.te estava a Argentina Pm 1955 e onde estava, no mesmo ano, palses como n lndla de Nehru, Egi totde NMser e a lndonesla de SuJ..,mo, que,· sob no benoões inspiração das potencias 'preuentnntes de uma dna uns outras postções, ou seja, , Unl!lo Soviética e n Chino l:'opular, proolnmornm os 5 prlnclplos do. Panch•Shlla. A / doutrina Bandunq é a edlç!lo a!ro·a■iilloii do • 'terceiro, mundl■mo" ou se se quiser a platslorms dn solldarledade atro-nslãlloa Fidel Castro so nhou liderar um movimento arro-aslâtioo.ati.Do-nmerloano 1 ~plrndo no mesmo "t,roel mundlsmo''. Mas. o muxl o que ooosegulu !oi que de• gadoft aeus at-Jam admltl- 01 la conh-:enclu• doe pai• se,■"nllo-allnhudoS''. deputados e sobte temas outros. Segunda feiro, estiversm reunidos 0 Sr. Filinto Muller e Flavio Murcillo para llxaçiío do dnu. Aule,, o pr,sidenle da Cámnru e,tcve com o Jlder Geraldo Freire, Este disse 6 Jmprtnso: Já está decldldo o com perecimento do8 Ministro, Pra tini de Mores e Clrne Limo. Em dia e horn que deVerllo 1er tnorcedos porn depois do s~mooa Sento, os tltuloros dos poste, do Industria • do Co mercio e do Agrlculluro, em dlos dllerente8, lr0o respondtr 8 quaisquer lndogoçõe1 dos deputados. Tomblm o Sr. Her berl.Levy lerà liberdade para lnterpelnr os doh mlnhtro,, olé mesmo com perguntas que não lenha fello por ocasião d• seu requerimento. celro-niandliC'Hh dCilfll do cuidar rJt C00J!lrllÇ, u de uma economia viável par com bter, com plvrun e uções (conflaco n11dooull.lB, çllo), aquilo que, seauado a po»iço dos países oclhitaa contltul u causa de eu de BúDVOIVlrnento: Ilitii tiliy ln Ils@ Indicador Profissional A Nociaçião Mtcgrosense do Mlnitltrio Pwbllco' com sé de nesta Ceital, elgu sua nova diretoria Cons,lho Deli bcr•llvo. Ê o que lnform• o t viços de relações públicas da quela enlld•de, que congr,ga te• do, 01 promotores de Ju,Uça e dtfcnsoru públicos do Estedo. Para gerir aquela entidade de claue, foi escolhida por unanl• midade de votos, a chapa enca• b,çado pelo advogado Lul• Vi• da Fonseca, promotor de Justiça da Caplt•I, que cumprirá um se gundo ptriodo •dmlnlstt•tlvo no menclon•do órgio cluslsla, A novs diretoria em fr•nc• &lívida· de, est, di,posta a at,ndcr e de í,nder as rtlvlndicaçõu de todos os seus congr,gados, ugundo orlenlaçõo que te vem adotando. EXPlDIEHTE [asa lo« ftia IMPRUISíl - PUBLICIDnOE Dlrtto,.-P,opricto,la Maria Estela V. Pereira «d0RIIAL- « TRIBUIIA Oil FRONTEIRA» Redator-Chefe Ivaldo Pereira Colaboradores: Divtucs Red•ç.io e Adminislr•çiio Ru• Barõo de Melgaço 5/N Bela Vista i. Grosso Assinatura anual Cr$ 50,00 Dt-na11 Município 60,00 Propagandas Indicador Profissional 0,00 ?Or cm de coluna Prlmtir• pigin• 13;00 por cm. Última polgin• 10,0o por r. O Jornal nlio se responsabili za pelos conceitos emitidos •m colunas assinadas. Este J orna! é composto e iapresso nas Ofieis do •Correio do Sudoeste»· A q u 1 d a u n na Mt. -------- Dr. GIL Marcos Saut dvogado Dr. Pedro Guilherme Advogado Bontto Avenida Duque de Caxias, 691 . Jardim Mal<» Grono Dr. Pedro Palmiere Advogaoia em geral Ruo 15 de Novembro. 170 - Fone 237 - Bela Vista Dr. Fiorl Murano MÉDICO Rua 15 de Novembro 75 ola Vista ""iW'Fõ2'"TA◄;;;;z::::::-- Dr. Roberval Borges Medico CRM-MT-209 GINECOLOGISTA-OBSTEJRICIA-CIRURGIAO GfRDl Consultório-Rua Cond& Porto Alegre-309-Tcl-215 He!a Vbla - .lato Grosso • ne Reoista da Snfegação « Revista do Sudoesf e ,. Real Comércio e Representações Ltda. 1 Produtos cosméticos derivados da Geléia Real. - Geléia Raal: Superbom - Superpólem • New-Life - Néo-Fumos: Lançamos o· desafio a quem possa continua,r fumando após usa-lo, /' ·~ ~!:~!~º~ ~.:_:_~-~-R- E-~-~-u_,_n_s_r_a_uc,_'.~_!_!_:_.r_n!_~º_., Of_: __ ªTf_1a_~_ºs_■o_ l -f 'frlbunA dn Froulcirn Da«la V»ta J I 2. ... A Lenda da Ferradura D A(O Quando Jeus prgnva Oll Pulostlnn II bor. 1111v11, em cowp11nhl11 <loB 1Jlsclpuln~ fllHI mulo ludo, lluvl11m riu t•vnu· gollzur ,l l!lUIIÚO ento conht oldo, ln umn vez, em dl nr. tente, por um comlubo ure noso, no melo do qual &e lhes deparou umu le,·r1111uru. Vl'lh••. O upóetolo S. Pedro jul· gou-a uma coisa desprezível que não oomponsurlu o e,!or· ço de so abalxr pura le vantar do ohBo; lllbS JesuK, que sobln ler 110 intimo, com proendeu o pcnrnmento rle quem huvla de er depois o prlnolpb dos ll(JOKlolOB O 8~ re lrooerlondo, um r asso, npM• nbou u ferradura Ao oheg11r n umu l'lde!u quo elava nos cantis do deserto, eeua vend, u u !er rndurn o um l,rrelro por um donárlo, com que. oom prou um grande cacho d11 uvtt~. Meteram se depol pelo deserto e, quondo lnn, mn!d 11torment11dos polll sedé quo o calor provocav, Jesus deixou cair nu chão, um ttpós outro, oe bago8, que S. Pedro apa nh11vn, &tm lhe custar o S lorço de so ba!xur tantas vozes. Por lla:;, dlase-lhe o Mestre: - Que !azts Pedro? l'or lma rrelen~e numenlar n'rca na Transamazônica O lNCRA está exami nndo as possibílldndes de passar de 500 para 3.000 hectares a área para oeupa ção no eixo dn Trans1tma• zonica, onde l qundro no momenlo ó o seguinte: 34 grovilas com 17 mil f:t,mi llns, 91 !:lil pessoas. Este ano será triplica- que te wbalxas usim tantm vez+ ? O p6talo respondeu; - 8•ahor, oelou chulo de t,edo o vt,u o ponhando ns uvne quH dt•lxufs o•lr. - li por quu niio lo nbol xAte para npuuhr forrn dura que encontritos há pou co nu caminho '? - Por quu nno !Orvla p11ru nuda. - Po!:1 apunhel-11 eu, e com o produto da eua venda, comprei estas uvn que ugo rao te refrescam. Tiveste pre gutça de te abaixar uwn ,ez s gora curvaste-te clnquculu vezes. FIc ubendo que uté o que wols dcapre:z:lvel nos pu,eoe tem o ti8U volor. nu ma. oporluuldodo qualquer. Strlu dlllcll exceder em vulor o llç3o que ,obre a dls eIplina do etforço nos dá ea- 1., lindo opól<,go. A pregulça pode-se com parar A fo,c;n pn,elvo chsmo dn cm mecàn•oo - Inércia que constate ou resistência oposta por um corpo um repoueo a pOr-,e.om movlmeoto, ou a de um corpo m movimento para licar em repouso. (Exl1nido do livro •Es!Jr ço e Proveito• do Orlson Swell Murueu). do u produção agrícola dns agrov1lus. E:n 1972 for,m colhidns 160 mil sacus do nr roz. b•tendo-se o recorde do de tonelagem por hectares com 3 tonela-.!us, e há qua tro usinas de beneficimen to. Cnté: foram planlad~s 35 mll mudns e 300 mil !Orào planl11das este ano. Aprenda o -Sucesso Se você sentir saudade ., Luiz Fablano ~e você ,entlr saudade enUl.o Vai compreender de tudo que lalol Era verdi<de do meu coração Com seu omor eu sempre aoob~i Quando v-1oê lol ·erob.rn Não vis II bom de ver tambén partir Essa. trlatez" qu, uo:.meu peito mora E úo meu cornçilo 11ao quer eulr Existe muita saudade No corço de quemiespera alguém Eu ta amo de verdade :s.i.o:sellporquo ·rui!.o V J<ê Dilo tom Nlo,vcm,vlv1,r aqul comigo :-enllr abrigo e celor que eu lh• dou t;ó quer omur .-ooê ?º verdade ".lo lciporta o que Cor Fals,ou pensel Que voot vlrla Para u:Rbar Jcom esta imensa dor .11or11• comproencll que nunca mais Serei feliz Porque 3cê no quer o meu smor. W ,.,1Jl11g1ou - UtiJ,. zu udo-se de mxetos de p lo de porco, um cqaipe médica consegue uantet com vída bá quase um mês, umu awuina du 9 anos quo 1evti lodo o ~eu corpo quo1ma do. Pum súl va-la, especia lu,lá• do Ho•pitnl Díckto oeHs, de Wufbiogtoa, sub metem-na dialamente a um lratumento de enxerto de pelu de poreo. A léculca !oi elaboradn em 1.965 pelo professor Dan Natb o ;;gora é aplicu da pda primelrn vez, com boas I eHultudos. Consil!te em colocur a cudn 24 llorns pele de porco sobre as pat tes queimndJs do corpo, de pois de retir11dn a pele n(e· Tiradente rir t ltzito Mártir dn ladep,ndêocla A 21 de abril pp. completou 181 11noe <10 enloroomenlo do palrono da nosso Independên cía, o Alteres duqulu José da Sllv1< Xavier, um dos mele proemlnen1ee pnrtlc!pontee du INCONFI01!.NCIA MlKElRA que de,ej1wn 1 llber111ção do Bru61l, do Jugo portugues. Foi uma ação empolgan te de bravos oldad!ios de VI la Rica, u capllol da Caplla nla de Minas Gerais, cheia de lances m&rcante" do he· roismo e patriotismo com quu t!Dlrentavam vigorosamente o colonialismo ua época do rei nado de D. Maria 1. Houve a trnlç!io, e eala velo de Joaquim Sllverlo doa Reis que também estava oom promel!do com a lnconl!dên· ola. D'al pars frente. tol a nngfiatla, deaolsç!l.o e as pri sões dos lnconlldenlee que toram encarcersdo9. Dentre estee, notáveis homem de saber estavam aliadod a jus ta canaa da emancipação da PS.trio, como Claud!o Manoel da Costa, formado em Direi to pela Universidade de Co imbra, o maior ;j,ndvogo.do da Capltsn1a; de1embargndor ThombB Antonh.1 Genzag1, nu épooo, talvez o mais aplau dido poeta do Brasil; lgnác!o de Alvarengn Peixoto, poeta e uma das gun:!es fortunas da terra mineira; cônego Luiz Vieira da Silva. o maior ora dor oacro e uma d~s batinas m,ls cultse do seu tempo, 01 II s pira» tilinil Bra,Ula - Emboro con llDuem lirmundc que um da• opções para o MDB oo prcce,so 1uces16rlo ••rà a de apoiar o candidato da Revo luçio, desde que de •• com prometa a dtlend,r a, teses bàslcns do partido, reccnhecem os seus dirigentes que esta é um• posição meramente decla ratória, pora •feito ate.ruo, Nem Ulisses Guiares zen quolquer cuo de seus com panhelros dmitem a vlabili::lo• do do Ili htpótse. por duo.s raz.õe, prlncipals. Em pri:I,el ro lugar, perece-ltes lapcsi- tada do pciente. Nth as H·gurn que a prática diml· uui 11 ()OS.'!tbilidndo de Infee ção, nlé de impedir a pet d11 de líqaicl<,.•, nlíviar a, do· re e uelbornt o apetite do doou te. A pequena vítm, den tlr,cada como S 111dr,, K1r11- ball, sofrera enssta quel m11dur11s b:í 13 d,, urnr,;o ultimo quando tua cammso la de dormir mce11d1ou. em contato com o cobertor el trlco. Os cnxc1 tos coiuc., dos eu Sandra custa 1, aí« de 100 dolares (600 cruzei ro.) por dia, eeudo proven1- euteH de porra recém sacrl ficadvs, qu!I são compradob ao Banco de pele, para tra tamento de queimadurus. padres Carlos Correlts <lt! ;Tu· ledo e Melo, JCJ6é du Sllv11 " Oliveira Rollm, llunoel Ro· drlgues do. Cc,sls, José Lüpe• de Oliveira, homens do gr .. o do sober e multe,~ uUlro11 bro.silolros llubtr,~. Inclusive m!Ulores, oraw t.mbeG, e, n Juro.dos. O prDcesso que SI! los· lourou. um verdadeiro dra wo. vividos por t,56eS lnlré. pldcs patrlótas, culm!nou com " sentença de morte ao AI fores Jouqulm Joié dn Silva Xavier, O TIRAOESTES, de grêdv ts uutroa lnconfidentes e longa, prisões a outros. O poeta C!oudlo Monoel da Cüsh. sulc!dou-•e no prl silo. Uma bhtoria du ldesliõ mo, leold11de u grt1nde umor à Patrla, unlüm tod6s, estes Impávido• consplradoreE. na mala brilhante demonatruçllo de devotumento A liberdude. O povo :irnsllelro naquela é poca sclrln Od rigores do Ju go da metrópole· Consumudo o processo, n 21 de abril de 1792 Tlra dei:tes sobe serenamente ao poUbulo no Cnmpo de São Do mingos (Lttn:p11dos11) no_ Rio de Juntlro. dando. o seu san gue generoso pela liberdade db PBlrla. Essa l!ber<ísde vel~ 30 uooa depois as margeos do lpirnn ga ae bem que pur um prio c!pe do He.lno de Por1oga1, o povo brasileiro reconhece u !:lórla do grande Msrllr. Jota Jota O Bneo do Brasil ca ba d uttizr fane!stnen to para Implantação de 3 Mo d+rn Frigorifccs en Muto Grosso. Te:ão cupaeldde de ubte de Melo Mi!h1o de c beçAs nu/mete. X-X o l orprf u ao P1,rfur,u(•11 d,, lJr, t-fl ,, B!rn!'o Itaú Atéics, 8undo maior Bac patitular ao Pafs, ele vou o uuero de Agcias a 468, uma das rtorw Redes B•acirl1>11 Jo l'alB, (' uumen tou o voluc,, do DopóaltoR pr crcu de Tres BIIhôes de cruzeiro. X-X O Grupo Paulista de Ernpr,•càrlos d• Oaurú, voltou eocaolud, co,n u Lldude de Santa Cruz de La bierra, on de lorum truntlds contnto cum u!101, Camncl•nlos do Orienta Balivfauo X-X Aviiio pl!otudo µor Carlos LObo> (lobinho) cm vôo r&;r.an- 1~ quondo laz1 .. ucrobncln1n11 Estrada Dourados-Ponta-Por, chocou-se cu:o u Kombl, dl uglda pt:lo !>r Edmllson KUH• ltn que tbV<J norle lnBtanlá· Dt!JJ O Pllõlo coo■egulu ater r,z,r no 1Jéropõrto dtl Marncê J, ubadonaudo o Avll!o 1 1 X-X N< Jorn,;l nº 51, pubU- C»tos a nota lnf1.rmaodo o Rtceblmt:nlo dt.1 Verbs de .IQ.UU,•.~O dt bÚU ª'' Grernlo Pe dr,a Rfno detinad A Con truçáu J<; l'ücln11 <; Quadra ele E!porte e. Fiszemo, uma reti ficação: fala Verba é ÚNI CAMENTE PARA A CONS TRUÇÃO DA QUADRA DE ESPORTES l I J X-X Pre•idente W.édlcl, apll Cfl A 1 5, em Diretor de Cllé gio ds. llb11 elo Gover:rndor Coléglo Estaduel que venal Certll11:11do, d11 Conciusno do 2" Ciclo: Madurezu. X-X . Jilnlo Quudros, propõe ajuda noJ '/Jihcs-BOas. nn pu b!lcuçllo do livro quu oa Ser lnn1atas Irão !'Sorever a rea pelto das t!xperll!nc16S adqul rldu de vários anoa de con tuclo com os lndigenGs -x- A Erva ~ktt., podert. ser ,iovumentc ,. foots de divisas para Ponta Porll XX O Sr. Mnnc,.,J Rodr/gue, de Miranda, DOA Touro de mar ca Glr d Assoclaçl!o d(;: .Ex Cor.batentes da Guerra do ChliCO. O valoroeo a:ilmel se. rA destiuudo a t:rrecnde;r fun dos puru construço do Pan lnleão do, He:cb da Gaerrs do Chaco. Os diretores da As so<iaçllo bgrodl cem como,,,. dos o gesto do eoslgue !hneco vcl que um condlàato escolhl- lucicnàrio é a macule.oção do do pelo,Slstemo posso, em quuJ. lodo o fn,trum•r:t!ll de e:rceçã., auer_momento,antes de ssu- e o cessar do p;enersl Médi mur o poder, comprometer-se ci não terà condições de, com a defesa do, pcstulodos c:urto prazo, :i!mo.r contra. a op7sh:ionhtas o.inda que e.stes xr:.o.ré. PoT cutTo lado~ ele .se·rà seJ•tn.o . t1'SlnbeJeclmenlo da presidente da Repábllc& per demccncla, a volta no Estado força de uma decisão tomsd de._Dlzcit.o cu o fim da legi,- em circulo, nstrilos, qu, nao laçao e:rc,pcionol. Mesmo qne dependerá ••qatr d•• forçu, pe.nsnsse oelim, e blo sco. partidária, da Re,·olu~o. Por muito iproàel, o candidato que eatüo, sem nceszldade, not. '< Lrrtscarlo proclllmá-lo ee.labcleccrÍ.4 compromlnos. ~ - ~•to que P->derla colo- sindn mois c::m J opodcib ali· csr em risco sua própria can- norizàrl? Neà mesmo pra d1dolura. Acrr:tece que a IÕ• govcr.:inr da pr<cissrü cu de rica :c atual momento resa- psCzrs dMDB, quinto mais para • r eolcl'tO 1 ANO Bela Vista, 5-05-73 ISft EL C0NDEN DO PEl. ' O U: UBAMO ' ·" ). : . 'r ' 1 •• . ,. • . i / I { Neçõee Unidas - O cone lho de Segursnçn àu Orgt1• nlzaçlio dos Naçõec Unldn9 condenou ontem Israel pelos ações mllltoreo eletuadas contra o Llbano, a dez de abril. A to mudo d e poslç!ln oonolulu mnis de umo sr,m11. na de deb,ten sollcltndos:pe• lo Llbano no selo do organis mo permnente,da ONU. En uma reeoluçno aprovadn com onze votos o. lavor e nu nhum contra, o Conselho de seguram;a '1o. ONU condenou também a •'todos os atos de violência que põem em perl go e'atacam, aos inocentes". Quatro pala ~~stAdo• :Uoldoa Unllio' Sovlellêo, China e Guiné), se abstiveram nu vo taçlio da matéria, que havia sido opresentndn pela Fran ça e pclu Or8-Brcto.nha. A condenuçno dos "'repetldoe akques cnllltores" l&ruelen ses h&.Vl& sido solicitado pelo Ltbano. depois que uta pais -- cuudo de b,,spedo.r i:u,-rrllheiros palestinos - havia so!rida os<ral<la• ele· tuados pelas forças armada; de lsruel. RENUNCIA o C,>DSblho de Seguran ça. do:ONU ulém da con denar conoreto.m.inte Israel pel,, lncunilo de dez abril em B~•rute àuronte o.. qual rernltorum:mortos trcs chefes da. guGrrllh~ palestlnn, Ins tou o este pis "renunciar imediatamente'' u tod agre sio armuda contra o Llbcno. No. 58 a e No prenmhulo do resoluçno so ohrn:nr quo o conselho ruodttmenla Lod"• os recentes ato de Scgut1,nç1t da ONU lamento. pro·vlolêncla que curem a perda de Yldas Inocentes tJ uma ameaça a avluçno civil lnternacloonl Nesta ultima frnao Inter preto como uma re!êrencla uo atentado terrorista orabe oontro um avllio da compa nhb lnrueleose • • ELAL, no uero porto de Nicósia, Chipre dois dias antes da tncurs!l.o contra o comando p&lesllno cm Boirute. Destac"m, con tudo, cs cbservadores que se trata do uma re!erênc!... ~m termos gorais 6e mencionar especl!icumente o ntnque de Nlcóela. Verd ... Tendo aasumn!do a cheli do Executivo Be/si l+n4e e dia 29 de abrll lle 1!)71. o $r. Clóv(q M1>rc!'lino de Oliveira.'achou,por be cvmoçar 11 rPe•truturor todo 0 1,lhl.t rua. u,Jwlul.strntlvo dn Prefeitura, para postertortuen te cxnoul,,r um p!tno ,1e.lrr, balho tendo caráter de obras prloritrins o egulnte. 11) Rde de e[g0tos p ro o pcrlrnl'tro ur:.> ,oo b] Calçamento» pr f rua principul8, pelo »/ste as de !uqaetea, ·fabricada pe· '" Prdu !lura, com Ma quinrlaa serem 'adquirida e] ln11tn1'1çl'1•l de um com pleto p1cirque lofuotll na Pru• ç do Aps, bm como srbo. tzaçlo un)forre e viveiro te plnts, provislo pra o INICIO DE 1073. Jd puvsou 1 uno na Ad mlnlolrJç!l.o Clóvls iillbrcetinn do Oliveira. O que foi feito'! NADA Con6lderamo, quo 11 cap11cld11d0 Admlnl6lratlva 6 requlktto do «Chefe» ;desde IJU'-' u con,e,to,de cheflur, cle- 10 scnou•. EC cor,lundc com o de ,dmloistror. E o prefeito de B@ln Vista bom Admtnls. triaor '? Oa fales iodlcum 1, resposl11 u seguado feyol. é «Oo vernur é prever-. O Pre feito t.meado do Bela Vista usou da'prevso' par pubil o>r o seu ?lrno d~ Trabulho ? A eRpota é NÃO. O cuncel to Foyoll:1110 dti prov1s!lo po6- ,ue :l fases dlelinlas: A PES QUISA: que leva 11 11nteclpu• ção do futuro, e consequeuie mente o PLANEJAMENTO, strutente, que prepara o lvaldo Pcrolrn Chte no tu PROGRAMA DE AÇAO; O'inl este de um PlanJmento Coordenado, e Instrumento tua 6ficaz é o Pregam de Ação. Este é, a llnhas de conduta, us etapas a percorrer, o resultado vi+ do, os melo as empregar, o 8 in11rl'11a Ili AdffilDlli(rllÇllU prcvlotu e pr .. poradu puru um det,•rmlnad,, perlodo do 1cm, p». Nada ulsso foi leite. NAo quero que e repute preun ç.1o ,, foto de um llcmcm do baixa Cuiluru econôalca e nczitzd de «o:ietaço à. blJ• •dltcorrcr o regutu i.u b:c 11 Admlnlttraçllo públlco, mas ll Ltb~rdade do. Jmpronsa t 8 prloclptos de·uçl'lo, kvnm n:ll à opinar sobrll 1110 magno problera. Que s AI!s Ma gnlllcttncln• Ecor.Omicna :la Prdelturn DHl permitem, ruBB nllo pude haver Administra ção qu1rndo ollo t'Xlste uma Co~raen&çl!o no l'lnno cou ccbl:!o nu tscol111, doa abc. jetlvos e na capacldade dos quadro~ !ucdonola. O ,Clu,!t• devo couvca cer-so àe que ,em um PLA NO Diretor, dividido em PIa nos pucloi■não terá nuucu condições de AmIn!strur cs Bena Públicos. A Cep11cldnde de Coordenaço é um dos Predicados mls m±rentes do br,m ,che!e•, oao se pcdo c, ordenar ou Planejar, multo menos.Comandur oow posau1r- wos CONDIÇÕES. T.BCNICAS E VONTADE INTERIOR 111 l <,PSICO-PIG TOGRAFIA» Veroon Howard Quero falar-lhe. sobre o único]grende erro''que4todos ccmetem ao avalisr o Carater de outra pessoa. Isto servlrà para evitar êrro9 em:ouas re• lações com outros, e lhe se:á espeolelcnente [útil ao encon· trur alguem pela 1, vez: gran de êrro é o seguinte. eomltlr etradmnente que o outra pe•• soa é tão amodur,cide, 1tD· sala e atenclos qusnto,parece na sup,rllcle . Vcé não per cebe o cbcque e mágoa cnu,a do• por ,,.sa suposição? Tal vez os conheça p,u experlen clo pe,sool. Nlio 00, •é pos6l vel enxergar poi- baixo do super!lcie da outro p,ssoa. Ao Invés nós ldeallzaroos, pinta mo-lo com as qualidades que mc.!51tsmos e queremos que ela tenh•. Depob... quando a pintura começa. o ,air, flcomo.s cbocndts com o que parece por baixo. Se um homem sor• De você depende a continuação da Tribuna em nossa <idade COLABORE ri bastante, •upomos que te· nha personalidade ~legre, quan do na realidade ele sorri por bàbito. Se exibe maneiras •d•· cldldns, acreditamos que seja seguro de ai, quando • • 1 pró prios m•nelras ,a.o um d!.larce pus uma Incerteza .Jntedor. Voce -:teve ter em meu te que os outros tem confülos e conlu1ões,lnt•rcu bem mal· ores do que as que revelacn. Perceber-se às vêz .. , t.SSU preuõ•s rtca.lcodll• explodirem num 'ª'll" delta, Sarca,mo ou Acusação. A euto-ccmpreer:sao nos ,judo ~ ver e t..ntende.r ou• tras pessoss. Percebendo nos,o próprio liU Interior, torns.mo nos perceptivos em nossos Jol• gumeoto e srn.;atos em na,us rdações. A ,comprEeo,ão rsim· pies nada teme. Não projete a lluaão e nilo~ouvirâ ;o estron do. Eie um sistema simples cao veja o outro como voce achn que e!e.é, perollo que gradualment, ele revele o que ele é realmen~. Utlliu utas ldélu onde qu<r que encoctr• pessoas e do-lhe-1!.o um docni• nio novo e calmo!!!! de m1uo J. GREluflE E Cl4. Ferros, Chapn-<, Tubos, Tintos, Azulejos, Vidros, Conjnntos sanitários e Aromes, Sul, Pmms, Pnrabrisns, Ferragem em gernl «Enquunto espera ser tendido nós lhe oferecemos um: cafezinho Atendido por pessoal especialisado Rue Coronel Junco - 81.3 GUIA LüPES DA LAGUNA-MATO OROSSO Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº057_29_04_1973 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº059_12_05_1973 Voltar para a lista de itens