TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº060_26_05_1973 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº060_26_05_1973Número da edição60Data de publicação26 de maio de 1973Número de páginas6GeoCoordenada -22.116177147210607 , -56.52545474182387 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº060_26_05_1973 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto MWt t ttttt ~ 1 Fundador -- Ivldo Pereira ANO li ""'''"'" :::,;;;;;;::- Liberdade com Responsabilidade peta vt ir. e ' 2o/os4" wiiiik irrir iris iciicsiiwn is iisiiiriiioisi f 1T Senado Federal-Gabinete da Vice Lideran~a do <ioverno firas apor pser te Sliit sare SMiv ase pa uairi» BRASILIA A Comissão d, fln1nÇu do S,nado Federal aceitou parecer do ~unodor Sol danha Gerzl - ARENA - MT favoravel à aprovação do pro]e to-de·lcl QU< ntab,lce< c,;tbios P•r• lixaçllo do Salà,IO Sase e dispõe 1ob,c • conttlbulç.;o dos proll!slonals l1bcroh par• o Ins tituto Nacional de Pre,idtnd• Social (INPS). O objctl,o p1lnclp,I do citado proJtt.o, i: •c,uttntar pd· rigulo ao rio 77 da Lei 0, glnlca. no qual se ntab,l<<cu que o •ulirlo•basc» ierá fi>cado pelo D,partamcnto Nacional da Ptcvldtncla Social •ouvido o Ser. vlço Atuo1lal e 6,giios de classe quando houver, devendo ser il'" t,ndldu nu ttsptctlvu labcl•• o, p,cullarldadu das dlvCrs•• categoria de trabalhadores e o pad,ão de vida de cada rrglão•. Enttndcu·u, com o proj•.tu agor• aprovado pelo Comhslo de finanças ao act:itar o parc:Ccr do Senador Salanha Drzi, QUC o cit.ldo clitérlo, e:-nbora muito, justo para as categorias norm4ls de «trabalh!!idoru autonomos•~ não o é paio os «proÍluiOndll libc rah>, cuja rc:munuaçdo varl• g,and,m,nt,, de cotcgorla pro .. tisSiOniJI pau outr..1 t, frequente• mente, dcntro da própria classe. Por lo mesmo é que, o parágrafo a ser acrescentado ao referido a,t. 77 cstabtlccc: ·que o cu1ário-base» dos profissionais hbe,.sls - mi-d1cos, contabU11ta etc. - sml fixado dtntro dos seguintes c,ltérlo,: 1) - Por 'tempo de allvidade oroflutonal: d) llté cineo anos: até dois sal.ítlos·mtnimoíl de mdlor valor vigente no pais; b) de cinco nté dtz •no,: até qvalro salddOs-minimos dr.: maior valor; e) de dez o quinze: anos: até sch salli,los•mlnlmos de maior valo,; d) de: quinze • "Vinte •no,: dté oltO sol,hios-mlnimo, de maior volor, e) de vinte anos em diante: até dtz salárioS-minirnos de maior valor. II) pela renda declarada, paro os que, •pÓs o df!clmo ano de conl,ibuiÇões, opt•rem cm permanecer estáveis na contri buição e,!abelecid• para o l,tra •c• do Ít1>m I ciutc parágrafo, caso cm que ndo poderio ,ctor nar à escala progrtSslvo all e, ... t•bel,cida•. O projeto relatado pelo scn1dor S.J:lonh• Derzl, :!elcr· mina, ainda, que os atuas po hsstonals hberais, seguradcs du tõnOmos do INPS, ,ó '.<rio d,· rrltO ao• b,nfído~ p,,,vidtnc,á • rios d, oeõrdo eom a tab<la previs'a n0 ant [e. Ao6s cinco anos de curtubuiçã cb:z cs novos lndices». O senador Suldunhs Dcrzl termlnr,u fleu JJR!tC<-r, depofs de uma longe4 expo çl0 obre o uw?unto ftr n clo ser •JU&lo que 6c ccuc.-. d o uumen!o do sa'rio-b • B• d1, cnntrlbulçOo, li fr de que nn posntdora, e:es protlsslls conter cot Belavistense Com taras revir os», Qnnnto uu (• µJct., fel! ~HC, 1 o do pro Jt!.li1, t!•U •. .?tou que e trnt va de metérin referente às itana puriss uo Etado (µur<.1 fl,cal1d ·Jc) 11 niio As utivtdies [seis do Estudo cora Iee.3use no Te»ou r,1 N• c,ouul, uul porque, ovl ava fovoraelmente a ua uprouç4 • O ~•jllCllo <! c11Udo proje to, emn bases ben mul nm. rlus cent, ·'e projeto go- ver.an pt:l, que ett ntul rné• t,· . [Tl 1r,1n1lluç/lo no Cortes:o Nacionsl. ova Diretoria .,.. Desde o dia 7 do ,I,.io de 1973, o Clube fapor1i vo Belvistense tem UOl'a Diretoria. O Clube, legitimo repre.,;entauto dos -Belavis tenses, 3trnvessa urna fose dificil nn sua histórica. • cn mln bada. É de extrema ne C6st1idade o apõio de to;los Belavistenses, pois o nosso Clube, não é simplesmente um ~lube de fest,i e diver sões e sim: urn Monumenco vivo das idéias e aspirações do povo Fronteiriço 1 ! ! < Ao aceibrrnos tão es pinhosa tarcfn, tínhamos em mente defender um patd mônio social que muitos 8a• criflcios custou para ser e rigido oo coração de nos sa Cidade. Constrangedor seria paru todo o quadro sc cia1 do Belavistense, a extín• são dessa casa, que com o passar Jos anos; tendo si do o recanto felíz pa.ra !.no tas e tantus emoções, adqui- riu almn, ITansformando-se dd cuisa CL:J ente deposil.Á• rio do nosso mais puro e sincero cario!Jo. Acredita mos que o desallo que acei tr.nios reflete o ansdo de to do pa[ de familia, ardente ltSpirador _da manutenção de um io,ftUmcnto' de sociali zação de ~cus lilho$. Viver e COêXistir 6 o impulso na• tural do homem, não mais sendo possivel no estágio da nossn ciilização o homem ilha, que oiio cuida da mis biio de solldaried:ide humana cujo fator aprimora e dignifl~ ca o holl!em. Contamos tom voce I E o Befavistense não morrerá ! » Palavras da nova DÍre. toriu, que, dirigida pelo Dr. Pedro Jc.,.é PalmíJri, AdTo• gado e Ver.iador, transforma, rá nrna estnunrn arcnica e arrancJrá do rnurasmo o Clu be que representa Bela Vis ta ! 1 soe MIRAI CHEMI Vindo até nossa loja, você vai ter toda liberdade para admirar os novos OPALAS 73 e as mionetas C10 que são capazes de fazer qualquer loucura pelo seu dono ' sem compromisso SOCIEDADE AUTO PASTORIL 1:.tda.; ngora Recebemos seu carro usado corno sinal - Visite-nos sob a dlreçio deOraldo Flores Nogu€ira RUA MARECHAL ,MAL8T. 325 - FONE 1N3 AQUIDAUANA - )..[ATO =-= _ .. ca- GRObSO ,, TRIDUNA DA Br ' n Deputado Federal que trabnl!Hl por /1,,f to Grr." o Joia Jota Lindo o desfile de n presentação das Candidatas á .MisB Bola V1nl11, ocorriLlo no O.P,lt., súbnclo pp, O Apresonln<lor daH mesmnM foi o nosso amigo Airton Jacob Gonçalves. As lindn~ Cnndidalns silo:. Tereza Florentino, M, Dorvaliua Ubirata, Elzete Modeirua Nelcy Hrnu Costa e Cólin Molo, do foto dn riio muito trnbnll.Jo ao Júri. @rê) No mesmo baile todus as hlãcs for:1m homou11gon• dns, us11ndo dn pahvra o Dr. Pedro Pnlmi6ri. 4± Ás Mãos preseutes Jo. rm distribuídas lembran ças, na seguinte ordem: A Mi1e mais ldosíl: dra. Belem ~ A Müe de mu.ior n~. :lo ti· lhos: Sra. Bonifncía Antunes (14 filhos) A Mãe mais jovem: Tereza Cristina Stumpf Gonçulves #% Por li registrei; Dr. Pedro-Lêdn, Késio-Maria, Dr,Ilólio- ~armem, Sr. An tonio-Diva e o Sr. Clóvis Ana. .CU a Tambem: Sr. Uiises - Ratoma, Beto-Adair, ·Anto nio Jouo-Dlone. Otaviubo• Zulem,1 1 A vellno,Ce:este, Bularoarque-Lcouor, Alo/ io Rosinha, Jaíro-Ama Ma ria, Sgto. Marçal e Sra. e Doun Qulka. CírculurRm: Solnuge, Ri toca. Newton, lldeíonsl nho, Pnulinho, Fútimu, llnr ciu, Dom, blnrildn, Marícl do, Oracínlrn, Flüimn Lino, Vilmnr, Pérícles, Odócio; J nl:;on-J urema, Pedro-Tu ta, Edcr-Kika. Furaeinlas á 'Tinia hlaglíone pelo seu nnt dia li pp., onde reuniu turma pop parn coruemornr.!11 A C:llmeru Munlctp,11 do Cnmpo Grunde, pelo seu lre. atdooto, endereçou uo Se nhor !:Jeputudo Fedo rol Dr. Ubaldo Barém, o seguinte ollclo que truoscrevemos ntt. integro: .Camum Munlcipul de Campo Grande - Estado de Mnto Grosso • Campo Gran· de 2-í de Abrll r1e 1973 OÍ. n. 42J Sec. Seobur De putado: Volemo-oos do presonlc para comunicar á V. Ex. que em Sessão plepria des ta Carn. re11llz11d11 no dlll 17 do corrente, !oi oprCvodo por unanirr:idade de votos, reque rímento do Vereador Pedro Perelru. Dobe e envJundo agradecimentos da Cuomru Munlclpol e do povo de Com· po Grande, pelos esforço• de V. Exla. visando 11 iuolusilo de Mato Grosao no Corpeo nuto Nocional de Futebol c mo aconteceu, com uma equi pe de Campo Grande. Sabe mos perfeltumente que tal não teria ocorrido nllo fo~ee suo lnterferencla. Fica ;>orlan to creditado a V. Exle. 01111~ Prt>stl:;:ínrnm: Denize,. eese trabalho em favor deste Nlc11, Z1lda, Jane, Migut?, E&tado que se s~morá no ln Afonsinho, Clda, Céliu, Lote comeneurayel volume de ser- F d , .. 1 . t L • viços que Já prestou A noseo crnnn o e Eh1zele .oure1to gente. e Auinbn. Receba, pole os mala efusivos ogradeclmentoe desta Cu,a e do povo de Campo Grande Aproveitamos n oportu nidade poro nltrar-lllo os proteeto, dti alio apreço e es tima. (a) Fellx Belanluc. Pre sidente. NOTA DA REDAÇÃO - Temos lido em Jornais, ootl clos dando conta de que a lnoluello de Moto Grosao no Casal da Semna: Capltão Campeonato Nanlonal de Fu, Mosqueiro O Áurea. lebol fõra devido esforços OS DEZ MANDüMEIHOS DO fiMOR DO MATRIMOHIO Sldrol&ndla, 09 de maio dr 1973 Do Pruldont< do Mobrol Municipal Ao Sr, Dlrelor da Tribuno do Fronteira Ruo Borõo de Melgoço S/N Bela Vsts Mt Assunto, ComunicaÇõo (Foz) Sr. Diretor Temos a satishacão de comunlc•r • V.S. qu< • de acordo com • Portaria nº 16/i3 do Pe feito MunlclP•l, Sr. João Lemes ' d< Souz• fo,am dulgnodo, os membros da Comunlcaçi0 Mu· nlclpal e Sub Comlniio do Mo· brl de Sidroliindl• • qual ficou aulm Conslltulda; C::omluão Pruldcnte - Paulo do Sllv.lra Nant<1 Secretário - • Ex,cutlvo: Joel Tera Palhano Coordcnodor.' Vicente de M.d,I• - ros Encane gado do seunt. Financei- Tumbem: Edsou Moruls Cecília, Cândido Mirandr., Aida, Marçollu-Zélla, Sgto. Guedes e Sru., ::3gto. Adoris e Sra.. o Sgto. loureiro o Senhora Carta a Redação ros.' Antonio Jurandy de Alen· car Encar. de P,opa9. e dlvulg•çiio Cleld< Rolon Vlá-P,uldcntc.' Elclnda Gon• calves de Souza Scc,u. ExocuUvo: Marl• F errel ra de Brito Coordenodora.' N.tde Sooru França . Encat. de Assunt. Fnanc. José Lustosa do Nascimento Encr, de Propag- e D,vulgaçõo .. Eva Fcucha d< Olivelr• Sendo só p•r• o mom<nto aprcvc:it11m01 o enscJO pua au• bscrcvu·mos 4Pttstntondo pro• Ltstos de estima e consideração. Atencicamente P oulo Fm<iro de Silqueha Nantes Prcsidcnt< Joel Terra Plano, Sacretário ' Ub· B Amarão teu esposo (o) com todo o teu coraçlío e com ,~das ás tuas forçai' com de sinteresso e sem egolsmo, eem permitir que nlngul!m nem nu da turbe jamais teu amor. 2· E,·JtarAs tudo que pos sa diminuir o personalidade e responeabilhlade de teu espo. eo (a). O mor faz crescer o pessoa amada. 3º - Tua constanti, preo cupaçllo será senlr mais e melllor 11 teu espoFO (n) pro curando sempre aprofundar o o amor. • 4• - Terád cada dln pnra oom t·rn esposu {a) uma •ur presa • uma atecçao eepEclol. (Cbrinho, dellca<1ezas etc ... l que tende n manter vivo u chama do amor matrimonial. 5°-- No matarás o amor. F evitarás toda ação, (getv, despPr.d!d11s por dlvl'rsou pro cere eportvotas do Estado, Agoru estamos clcnrna que tt llrtntl 11tuuçilCJ do no,so Dtlpu !Gdo Dr. Ubaldo Dnrero, foi u cus concretu 1111 solução d11- flnlt1 vu desst:l mugno proble mo que bo bem pouco t•m polgwo II oplni(lo publica do Estudo, principalmente dt:l Campo Grncde e Culabá. A eun iot.r!eroncla deo,slva Junto as •Ulorldades c;sportl va, do C.B.D. resultou na en· tradu de dois limes de Mato Grosso nu dl1puta doe Cluben ooclonals paro 11 t!Scolbu do melhor. Nunca duvidBmos do e;:n. penho que Dr. Ubaldo Ba rem empregu em beoe/lc10 do sua terra natal. Opcroeo, consciente dos deveres 11 cumprir, 1'880 li ustre porh1- mebtar ealli 11 eolher cada vez mula, os louros que lho cabe como a maior gratidlío do povo matogrosense pelos serviços que VtHD prest~ndo ao cltod~ sempre com multo dedlcoçao O requerimento do Edil Cnmpo-Grnnden~e, a mais Importante comuoo de Moto Groaeo, logrando unao.lmid11de de seus pores, é provo elo quente da coo!iao9a que des• pertou na atuação desse !lus tro porlament11r. •TRIBUNA DA FROITTEIRA• que Bempro prt:st1glou e pres tigio o Esporte Noclonel, os· ociu-se eR mDi[e taçllll de gralidllo endercçoo. da ao Dr. Ubaldo Barem, u pruvu do maior reconheci· menta por Uio expressiva a tusçllo na Comar,s dos Depu. tados. ou onde o, lntereuea dó povo estejam a exigir oe sérvlços do seu lldlmo repre seJltaote. tlaliari lha Iista haqa Per 111otlvo d• entrego d, um donativo •os Vetrronos d, Guerra do Choco por• • • con,t,,. ão de um Mousoléo e um Cess para os Veteranos, leve@. sc • cobo d• inlend(ncia Mu nicipal de Bzla Vista, um ato que deu margem • um• brilhant, festa de confetetnlzacio. Bal· Par,guol. No oportunidade, ,om , prutJ1• ço d, Autorldadrs Civis r Mi· fitares do Paraguay e conceitua dos vislnhos de Bela Via Bu. sil, o b,m, quisto homém pO-bl,· co e acaudalado pecuarisna Be. lavlstense; Sr. Mo no,I Rodriguu de Miranda e sua distlnt• rpó· sa e filha, com eloquentes pal vrar, fez entrega, ao Sr. lesou· reiro d. Assocloçõo dt Vrteu· nos: Sr. Vlunte Beni!cz Rui, de um Reprodutor Sovino d, pura Raça que leva por nome: «Cka cO e que será posto em Rh para angariar fundos. Na mesa ocasião. o P•cuariSt• Pompllio .> Pedra, fez consideravel donati vo rm d1nhriro e cm rcprrstntl· cão do Capilllo, Ex-Combotcntl O,, Antbel Helseck Ferira, a zendelro Paragu•lo que aporto, por• o mrsmo fim, dois lindo ,. nlmol1 bo,lnos. Tambzm o Ex-Combatcnt< Copitão Heictor Tôrres , Fu.tn• deiro e Comerciante radicado tm Corocol, com «motivas pala vras doou uma vaco em emo ria de seu irmão morto na quer ra do Choco. Os Sr,. Iub<lino Urg,te • Armulfo Moldonado, p,.,Jdent< da Anccíoção de mutilados • Lisisdos e Presldcntc da Auoci•· J çõo de Ex-Combalentes, r,spctI· vamentz u8aram da palavra per agrddcc.cr cm nome dos vrte.rd .. nos da Gue110 do Chogo, lio distintos e volioSos prtmios. Posteriormente a lima. Su Monoel Rodrigues de Miranda (Nice), o fazer uso da palra, pediu um minuto de ,iltncio ,m meméa dos caídos da Gur do Ch,co, e ao terminar sua rr ração. fez donatino de Números de káa à vários Veteranos e su4 lnslituiçôu, fozendo o mesm0 sua dignlsSimo filha (Lt- nl,a) Após • C.erimonio: foi se· vido refrigerante e salgados e+ presentes, nos Salões da intu dén<lo Munlcip•I, genlilm<nU ce dido oo, Vetcrano1, par• css• de· mcnstraçll<, de irman<!,de cntt< os habitantes de duns Bel} Vista BRASIL PÁRAGUAYI J l 1 palavras eto ... ) que possa diminuir o amor. 6º - Amarás to inten eamente o teu esposo (u) que nllo te permltlràs uma lniede lldedo nem sequer por peosu.. meoto. 70 -- Te enlegaráa u. teu eepoeo (e) total e permanente, Bem reservas csplritual ou corporal. 8° - Nào faleUicaràs nunca o omor, n:oolaràs sem• pro /berto o teu coraçllo e nele n~o hnb!tará a mentira. 9° --- Nllo permitiras que nenhutn pepsauento, entt. mento eu deseja desordena do surge jamuls a transpa. r!.ncln do teu coração. !Oº - Amarás teu espo- uo (u) com a ti mesmo. Vive- rás sempru por ele (ebt), e nerlio cDQIS EM Ult SÓ ES. PH!ITO E UMA SÓ CARNE• De você depende a • continuação da Tribuna em nossa cidade COLABORE I j ; ../' J f f l Real Comércio e Representações ltda. [ Produtos cosméticos derivados da Geléia Real - Geléia 1 _B.eal: Superbom - Superpólem - New-Life - Néo-Fumos: l La.nçamos o desatio a quem possa continuar fumando a após usa-lo, ..r7%%8mm.m:2": --~--.------ --------------------- Carta a Redação Rl' 2 de mlo de 1973 1-r. Rdctor Chefe de THIBUN" OA FRON'.!"tlRA Be! V.sta Estado do Luto Grosso Sndaçües: Recebemos cou: prarer c n. ãl dte ãarsi cm data de l7 de març Apreciamos bastante a transcrição felt do nos • curta ;::,,nfidenclal e Itor ç4o Cleotlflca•. Faze o do volos o porre# so e desovolviaeto da <T btIDa da Froteira•, aq1li --· mos "º larerro dlspordD8 •· .lgos de Bela Vista. ., Com e•llma e coiuldtr•oJI>• Fernando R. Carpelle Dept de Promoço e Rela olln PQblJcu 1 r Tribuna da Fronteira Dela Vista Mafo de 1973 P»± 3 ----------------- -------~------------- ------- DRACOINF MAL Em menos do dols anos, Brasil se convorle11 nos +·gundo provedor de assis tOuoin cconômic11 á Bnlivia, depois dos E.E.U.U. -X- 0 diplomatn Brítauico Dounld Mnitland Coi nomcn do delegndo perrnaneute da 0 rã-Brdanh11 lln8 Nações Unidns, substituindo Sir Colin-Crowe• -X- Técnico Jn Idouoeia fuz estíglo na Acarmat em Cuia bá. -x- O cientista Albert Ba bín :lesoobrlu dois virus do câncer. -X- O Prosidoute Snlvndor Allondo do Chile, aprese tou queixn-crime contra n emprêsn Que Edita O Jor nal «EI Mercrlo, alegan do lnforrnnçáo ri.Isa. -X- {_,, O Pnpa Pnulo Vl foi convldndo à vlsitnr II Repu blion Árnbe Egipcln. -X- Goueml do Exórdio Hum berto de Souzn Melo, coman dato do Ile. Exército se diado em Siio l'nulo comJu· risdiçl!.o sobro Mato Grosso receberá o título de Clda do Mutogrossenueo. -X- O Presidente da Hop1í bllca, General .Módlci, com bso no to Institucional no, ri demitiu José Colombo de Eiouza do Cargo de desetn bnrgadot do Trtbun11l de Jus• tiçn do Distrito Federal. -x- J nrdirn co festas e ju gos oaportivos comemorou 27 anos do fundução. -X-X Porto ~lurtinho recln m Navega4ão Fluvial. -X-X Campo Grande sediará no próximo ano a Illo. Ex pasiçiio lnternncionul do Ga do Nelore. --X--X Pedro Josó Pnlrniarl ó o novo presidente do Clabe Espo1 livo Be!Avlslense. --X--X Beja Vista conta com o cscrilàtlo da Acarmnt. -X--X Clovís Marcelino de Olivet rn viajou para Culal,á!I! X---X «Todos gritam e recla am que em Beln Vl;h faltn muita coisa. que de,·eri11 ser feito isto e mais aquilo, ms na hora em quo são chutrisdos n pnrliclpnr, a aju• dnrºnn lutn, em beneficio de nossa cidade, ficam omissos, e nào putidpam. Critcnr é bem fácil, mas ajudar é difícil. Depósito de Cebidas PINGUIM de- Duio Dcsur Nogueiru Gnurnnà Ccrv•ja e Sod3 da Anlartlou - Sco! •Lnta, Guarnnd e Tubin Fuaada - Mlnl Chopp - Knllrn- Onclnhn - Agua Tonlco o Llndoln Wiskls Drury6 Rola! Labe! BIended Flug Avenld.: Noroeste 701 --------~~--------- Quom munda na terreiro é Ogum Quem manda no unlvrso é OxalA t, homem chegou a lua Porque Deus deu colher do chã Se o homem o virtude quer cbeg.ar Licença val ter que pcdJr Melhor não pensar em exigir o Sol pode at6 eo esquentar teria bom se aluem pudesse cho. gar I Pr gente aqui na terra saber Qual 6 s transo. meu pai Qual 6 11 transa :E: prccllo ter pureza prá e atrar Mas o dettltto é o pal da morte Quem manda no nnlvero 0 Oxalá Ntnguem sabe quuJ é seu caminho Mas com fé • gente tem colher de • chi Sorta bom .... cio- .. Indicador Profis ·ional CASA Sldro!Andle-MT EIHIEME [nps Inala filia IMPRENSa - PUBLICIDADE Dretona Proprictirda Maria Estela V. Pereira «JORNAL (( TRIBUNn on fHONJflftn » Redator-Chefe Ivaldo Pereira Coloborodoru: Redação e Admlnlslroç.!o Ruo Bor.lo dc:;.Mtlgoço 5/N Bela Vista i. Grosso , ulnoturo onuol Cr$ õ0,00 Deneis Municipio 60,00 Propagandas Indicador P,oílulon,I 8,00 ;,or cm d, coluna Prlmrho pigln• _,,; 13;00 por cm, Ülllm• piglno 10,0o por cr. O Jornal não se ruponsobill• za pelos conceitos em!tido8 em colunas assinadas. ' • Este Jornal é composto e impresso nas Ollcinas do «Correio do Sudoeste» A q u Ida na n a Mt. Aprenda o Sucesso COLHER DE CHÁ Ronnie Von E Dienos Móveis ew Gernl • Colchões de Mola e Espua: n - Travesseiros de Espuma - Máquinas de Costura «SINGEib BELA Vlt-lTA MATO GROSSO Livraria e Papelaria Progresso Papeis em gemi - Livros em branco livros escolares Cadernos 'Louças e artigos para presentes em gerei. 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Trlbur11 da J"rontc;r,, B&h Vi&ta Minha querida Jardim 13 de Maio de 1.8-88 Se Emancipação dos Escra V08 s LJ CP, S Is lt:ler a sã1 tesitaial Naao! qual contigo. Ma tu j conheci u vldo mul to mala do quo eu lmnglnuvo, por ISBO lnh lnalnusle ll llll• dor. Nos meus primeiros pas sos aontl o quanto era llrme o lou solo, amparvs-me de lo dos o Idos e quando me dc soqullibr1we, o tou ch&c noo• lhlo-me detlondumento, len tando amenizar a quodn. Lo go que comecei u compreon der o sentido da vido, pssel 11 obaervA-lu noe mlnlmos dolalhea, percorri com oi o lhos ledo o eeu corpo mjel lo@o, eros grondoe e serloe inda multo muls, terias ai da muita 001011 o mllstrar-me. O tempo foi passando, e eu eompre oresooudo ooollgo omnndo•lo ondti voz mel@. Coolosso 11ue tive ciúmes de ti, pois houvo ópncl em que nllo só eu oomo multou vin dos de !oro, passarll.lll a amar. te também, mae depois com preendi que teu ooraçno era graodo demais para cvrpor lar sozinho o meu amor, ern neoeesãrlo acolher nos que ohegovam, dor-lhl'S carinho, onelná-loo e ajudá-loo a vi ver. Do olho arregalados eu vl11 teu oresclmooto, para todos os lodo& um pouquinho, uno hnvla barreiros poro deter-te Assistência Particular Emanuol Serh umo coluno sólida para o suitentocão do lnalltu tó de fraternidade • quo per tenças, no entonto, lerás tam bém a ,ua obra de assistência portioular. Nilo te Umitaru, contu· do, a desfazer os oo,laculo• da natureza eetrllamente mate· ria!. Tronsportar6s contigo os tesouros do coração em dls· ponlbllidode constante e, de tal mcnelro. que os outros possam sor:or em tuo alma a.s quota• de ompero morei :le que precham para o desen peobn dos taref•• que o vida lhe aulnala, Começarás do ombienle domE,tlco. Ouviras com p4- clêncla as oplnlõe• controdl t6rlu do pare0te dlltcll • pres tarh o serviço que •• clrcuns tanc111' te exijam, incluindo 01 encargo11 humUdrs, con&l:iera do• de servidão. Na oficina de trabalho ou no lemplo de tua fé, n!lo es perarãs que o cbeCe, o diretor 0 colega, 0 companheiro ou 0 ,ubordlnado pronunciem re• clamações para resolver o, p1obl•mas cujo presença re· conheces, e sim desenvolve ràs esforço mximo para que h harmoat1 e a 1egurançn per .. • m•ntçam resguordnda• no equl· pe, evitando qualquer ruplu· ta uoa mecanismos da ação. E. no giro dos posso• cotldla· no•, Beja na rua ou no õnlbus, não te rccwarAs estender o braço omigo ao doente ou à crlanç• sob o pretexto da !ai• ta de l•mpo; ab1tor·te-6! de n tudo tu consequlns traaa. pnuor: Logooe, rlachoe, mor· rotos; tuna r11lzes uno reRpcl lavom mais nada· em todos os contos h!lvln um pouqui nho dt! ti. Crecloo • e • expon1lndo-te puro todos on lodos adquiria 110 wrsroo tempo· n beleza· " hurmonlu e os oontoraos do umu bel11 cidade. Já ern uma mllnlna mõçu·; que Já lszl11 tremer wuas vizinhis' Ji era emudu 01111 só por mfm· moe· por todos que uqu! chegavam' fueolnudoa nll•> e6 pela tun beleza mas tmbem por que viam· um futuro melhor· mal8 promlsxor. E o tempo passou. Hojo estàs com vinte e sete no no !for do Jdedo· bem cóns,r· vedo· smnde por • muitos e olnda por mim qutt nllo te abendonel· pote eu cresci· e nos ouc.s decorridos de mi nha vida tentei esquecer-te urrando a outros mas como sempre uooatece o ~odos· vol tei eo nicho e ful receblda com o men mo curlnbo· com o mesmo e• lor. Eru o encon tro do velho amor, 6rll a vol la de alguem que no conse gulu esquecer-te e que de sejo 'morr .. r !l teus pós, mi oba oldade Jardim ... Itnlo Arrl co Oonzage - •Tuoa•. tomar a oleoçfio dos beloonls• tes, quando o hor6rlo de traba lho esteja findo, pondarando que eles, po.slvelm•nt•, oslarno presos a co:npromluos íeml liares que nunca te pesuram nos ombros; pagorlls luas di vides com o senso de exati dão, sem desprezar as contas singelos, reconhecendo que el guns cruz.Iro, Con,tltuem eu• bida lmportâncle entre muitos daqueles que t• honrarem com pequeninos ,ervlço,; dlrth •muito obrigado• li taldociato ou à coiturelra que te ateo deram os ,olloflações; agrode cer.h com uma boa palavra ao tran,eunte a Quem pediste um eaclartclm•nlo e que te aju dou com genllltza, sem o de ver de te auxiliar; nno c,nsu· rorá, o :noço do armazém, quando tragas uma encomen• du •m regime de atrozo, lembrondo-te de que ele ,sta. rA atravessando prova, ocultas• que talvez não 1uportadas, chorando no Intimo e utlsfa zendo, o mesmo tempo, os Imperativos da proflnão Diariamente. todos so mos chamados às reaifzs çOes de essências sociais. Atende o tua emprésa partl oular, nease sootldo. Ag", po. rêm de tal modo que o mal uDo venha a aurglr provo cando coatentaço. Seja on de for tanto quanto pouivel. faze o bem antes dele. (Página recebida pelo médium Francisco Candldo Xavier) 0 Brnsll deu um paso lsro no concelto das nçõe ulvllfzed«• do mundo inteiro no'erradicar a escravfuro, um11 questllo soct&I e jurfd!c• que:ao,ílndor.do • s6culo XIX ulnc1a ernµerrnvu o progr.,.Jrn que o ,tmpórlo'dos Bragança» llesejovu que fo,se uzuhuldo por todos bro,lletro,. Desrl, mullo, soo, alro vinho o Pais •• debotendo com as queetõe, aboilcionlsto, que mnl•ilnlolotlva u polltfco psrlid&rla:de época, 'aporecen· do de vez em quando nesss jornadas um de!t:asor do emancipeçllo;> com :,.o!, Intuito de v•loriur o c•mponh• poll· tioo-partid6rla da 111a íaoção e raros vezes •quela que e!etl· vamente enoeravo o problema com petrlotl,mo, u lealdade que o. c&So exlgla para o 9rull de dl(Jctl ,ltuoção que •• enconlreva, como noção que;ospir!lva .' desenvolver. A escravldilc era o fotor du etro• 10, Niio ob•tonte, era o im ptredor D. P,dro li o maior Interessado no a!>ollclonlsmo porque em todo ,eu reinado procurou Incutir nos seus Mi nblros , o: sentimento de 'que éro nece,sárlo, fazer algum• coiso em favor de emancipa• çllo. A lei que entre nós des de 1831 aboliu o tráílco, s6 velo a;ser• cumprida em 1850 (Euzéblo de Queiroz). Mas e 1upres•iiO do Infame comércio nDc extinguiu o escrovldno. A pcllllca do imperedor éra o da emonclpeçao gre:lall 'va. Com simpatia aprovou ele um projeto do Con~elhelro PI menta Bueno • - (Marquez de S. Vlcenle, 1866) que corres pondlo ás suas vistas, ma, os governo, de então não que rin uaumlr a responsobilldade dn relorme. Quando o oplnl.io la menl festar·se pela reforma, Pimtnta resigna ao podu diante a h:mpu lade poliu.:. e cabe ao Yl,coo• de Jo Rio Branco ssumir o pn der. A 20 de S•tembro d: 1871 ÍOI votada e grande lei, no mcs• mo dia unciOn•dd pela ?rínct8a D. lzab,I. Com essa lei eslava ca bada a escravidão, mas alguns iritos liberais e outros exalta dos, prosseguiram na campanha da abolição, que queriam o mais breve ou imediatamente. Formou se cntio um Partido abolicionista a que se aliaram os homc::u da imprensa das cida du, ' líbrr•tos e polltlcos, orado1 u e escrito• res. Nascia as8im a mais bela campanha da cmanclp4ção cm que.Oi políticos ccd1am",.t:cncno ao entusiasmo dos jurnalist.as, 10 Calor vibrante dos oradores in tlamados pela caunu Justa. Não ruh dúvida que a naçdo intci ra via-se abalada com a reação Pague em dia PORTO ALEGRL Ournnft· , y:,-1(.1 qu.: cs se adores Date Mri, Ney «oca jmna. Btza, José ±tney o Nel ··ºº Carneho fiz+tm ao se u«dor Data! krupger em ua reidócix, o verddei to debute qu e feriu e fota de plesta, girou quase todo ta tottuo da t cessão. Os quatros a! lts conu Comemorar:do a data a firmaat que sómente no hoje como uns das muiules con. gundo Semestre é 'JUO ô qu'la do nosso lmpéro de e. pwtido tttaeronisl al tta tilo, porque out,o, p .. s contu. tar do problema, já que a nuwaram alada mantendo s es elelçao idela eri a 1j cravatur•, dtv,mo, fazer ju,tlça 'de juneiro do p16xl010 llllO. e homen&grs, os vultos da tpoc• que em felizes horas de suas Na palvra do senador xiittncias preciosas premlde, biarte Mariz, a Arena teu talvu pd• ,voluçllo polit1co•)O• urn ).{1U,1de lfdcr a pessoa ciais, souberem, com petulatlsmo do prestdeute Médci e, na rcsolver problemas de mérito, tutalmente, espera dele uma base • 1imbofo da grandu1 de nossa Pátria que começou enta, palavra de orie:ataçao. Num a viver ums fase úrea, grandeza desafio disse que o satuador do cOr,ç.iO de nossa sente p- Nelson Caneiro, no entan ,. o bem de uma raço e•mag•· to, COlllO meubto da opo da pelo jugo de seus algores, lção. tuva a vontade. e demonstraçJo 11rand,011 lambem ' dono•so despr,ndlmento A serviço nadu lhe impedi~ de falar da hum,oldade qu, sofre dentro sobre o candldnlo de seu do ,tculo, po, lncompr«nsio partido t, dizer de,,do J. á. dos homens que ntla souberam • f »inda interpretar a agrada otrj quI .,era o CECO Ilido. de paz e harmonia que ofereceu- N.;l~on Carno:ro rcs~ lhe CHillSTO, o RIIDl,::,ron. ti pondeu que o MDB 'não se pronunciou ainda por qus não está definido co CJO surá o pleito sticessório pois que uas eleições esta~ duals e municipais sempre hà o debate público pelo radio e televisão dos nomes e programas. Para ss fvtu- ras eleiçôe3• pre:,ldenclais a forma de debato polltico aindli não .foí definida. Da- niel Kriuger viajou para Brasilla domingo. Os sena dores visitantes ram onte.n. produzida por essa da. Anos depols ate:ela emsn cipadora cu'mnoa com a Lei do Mitro Joio Airedo, d± 1.3 maio de IM, assinada pela ms gnanim Prlncess label, legen te do lmperco ,rradccondo • u· cravatura no Brasil. Devemos lembrar uqul que u. Juo concerreram lnofvidtsvtd.M ns. Jorcs. como Luiz. C&mo. (Hlbo de e. crava e português, vcodJdo pelo paJ como etc.ravo ainda. a.dolesc..onte· fez-e homem lirre e defendeu a nçe) o jornshsta preto Jo,é do Pa lror.:.1nlo, que bem podemo~ cog,oo- rnloa-lo PATRIARCA DA ABOLI· AO porgue foi a sua pena de ou- 10 e a sua palavra flueate,que le vou de vencida essa jornsda mero ruvcl. tiem er-1ucccrmo• de QuJnUno Uocatuva, Lopc:1 Trovgo e outrcJ, que eram os grandes oradores do ubolicJooismo, cujas p.31avras aoo• qubtavaw as maasas. Com a as•loalura d& Lei Aú• rca. cowcçou Do Bnull um• vfda flava. 11,,uvc alguma fase de te Uns e revollas acm import4ocla, porém. Jogo tomou vulto e no uno sc1ru1nt.c deu motivo a proclarna çdo da nossa Repúbllca. Homcnagcaado a memória dos vultos tlustres da emancipação, não csquoçamos do incon!undtvcf Jo,é do Potrocinlo, cUJO per!JI lol 1.40 bom feito por Coe.lho Neto, cog:no mtDsodo-o de O LIBERTADOR. Co· clho Neto éru, t4rnbem, ubuUclonts. ts.. como rot Ruy JJur-boUL .,hslm. ao comemorarmos L4o slgoUic'-uva d:ltll• que ,..levou avante o 11ucrldo BrusU, boje, depol, dr mats de b0 nos, vemo-lo gradio o, ccmo,potência das maiores do mundo, prog:roaslsl~ o rí.cc. po .. suln do vttlorca 011 cuJtura d.1s Jct~ bll jurtsprud~ncta. oa dipiom.acia.. 9:.%.± coocarto das naçüoS • de todo o mundo cumo um. do" lidere:J nu dc t'caa d.a Ube.rdudo ::ios poves. JOTA JOTA sua assinatura LEIA COM AIEAO H6 olgum,u ••menos atrtas. vl uDu menina ser atro pelada por um nutom6vel qu60• etrevessova umo rua. VI o pai correr em dlreçllo, pegá-la em 6eu, braço, •oquoolo ela 1e c:cntorcio ern agoala mortal. O bservei. t,,mbcm, o olhar de sesperado do pai - ma, nada pude,fazer a não ser murmurar us preçe, pedindo que oqu.1- lo nunca mals vlesse a ocorrer. Hoje, unha ilha de seis a ooil !oi p;fo primeira vez á es cola. A noite conversamos mui to; falou-mne da menina que sen ta-se:. á !UO. frente; da de ca be [os.loiros e caracolados', do g,,roto a seu lado que t!Je faz e.eretas; :ia p:ofe.ssor• que tu do observa e da renina ta!s cre,cida que nno 11CttdJ1a no Pa pai Nr.el. Mos nllo -:ra isso que lhe querJa dizar. ~u queria, alm lembrar·lhe que quando a sua boneca se quebru, ou qundo fuz um ·galo· nu testa, eu pos o treti-la, mas quando ela'co meçn a &lrove .. o: • rua, 10• ni:or. motorista, està nas ,uss mao,. Por mais que eu queira não me é polvel ecompanhá la Pelo amor de Deua n&o atropele! ._ tnlnh4 lrlhl-Motori<tL Obrlj;ado. JULHO, 2.A EXPOSICAO AGRO-PECUÃR l E B. viSt A ANO II Bela Vista, 26-05-73 No. GO Te z F'tia, fet- , 1 '-o'•,.,, '. Pr, lo, ALii·lc, J+/no Jirlg ea, oa L .f. . ,, J•.t." 1J1.:n'.z... SIUT-Jlf, Ma:in,tela, Neita avos e fJlha•, t lo,rts st f+a •• [em ala.mss a daer' Quero de ar um perus mrnto ai letores' «Na é cedo pera lata, nano trde pra vence ! ! [ Br Em Pela 1. vez o Concurso hllss Bela Vl,to é bem uq:Jul - zado. A T.F. porab,•:ilzs a,1< Orgonlzador~d. Pelo menos no ouve Morrneludo. Tudo multo bem !eito. Corpo de Ju rados composto por gante que entende e de Respcnscbilldsde. De foto o Jútl teve u:n Tro balhlo pura escolher s uls bela, pois todu, astavom Lln dul!( -X-X- O Corpo de Júri foi com po,to por: Dr. Josl, Rodollo Falciio fde A<iuldouona} Sro.'Glelce R. Folcao (de Aqul douano) Cel. Perlandro Sra. Arlstéia Mota Periondro Major José Maria Pardo Sro. Morin Alice Pordo Lul, Antonio Mntlmbon• do (do D!drlo do Serra) af.af% Os Malôs das Condldotos foram olerlados peln Sra. Re Jane Cornelro. Gentil· Sro. agradecimentos pelo suo vec llo,a colaboretão > A Mlss eiello recebeu va rios prêmios, u@sim como ca da Candldatn recobou umo !em• b,nntn: Os prêmios foram dou. dos pelas 1eguinteo ceGoe Co mercieis: Coso Novo, Co!a Es lYela, Coso Progresso, Casas Pernambucanos, Cos~ Dois Ir- mão, Csa Irperll, Cose Apotccldu, Pi.t Boutlquc e arza Mods, Rotary, Lojo Maçônica e u Preteitura Muni clpal que doou um b·lo jógo d,i :.lnla1. A todo9 o multo obrigado d• Comt•Hiio Organi zadoro. As C•.ndidoles estavam bellssims (E.. e Rainha do Apt1 de f~to, tem multa miou bo oltu} Tumbem a ornamentação do pussarel11 ~w alto estilo, demomtrondo o zêlo e o ca rinho do• decoradoreR/11 A Festa !oi transmitida pela Emlssôro emlg11 ZP 23. O npresentudor <!as Mi•••• Alrton J. Gonçalves. Tombem goslc1 do, uplousos em mas,a. O 8,1 wlstense está começan- • do tl pnz lkipar e vibrar com aquilo que é nos,olll zG3e:3Rs Prestigiando estovam.'Cap. Mo,quoiro e Sra. , Ten. Crls• plm e Sro. . Cop. Maoera e Sro .. Tea. 'lale, e Sra., MI rogais e Sra, Relnoldo-Mahe. E; E35.3e Tombém.· Dr. Pedro- L~- 1o, Morcls-Elfznbele, Edson-Ce cilia, 0uego-Ccclllo, Cleonla·Zo nlr, Djolma·flrmlno. Abel-Te rezlnha. Jolro-Ano Murla, Ec!e• mor-JuUooo e Alteir-Lldio. Circularam' 0svaldo,-lo its, Evi!do-Elpii, Alvtr. Catrin, Doe-Mla, Eram Bowoon. trflldll-O1111 , ldur· que:-Elizabete, Euclides- Gui Ih·rm!na, Dite e Sra. fll LlnCJ e Sru. X-X-X Nolel o u,wlel: A1c.iuw Hoslnha, C!.1ucy El_y, /ry Hl cardo-Maria, Arton-'Terezo Clóvi -Anu, Ant,;nJo-JHvn C·t~ tnpurt.i o sru, Flormd,,, • Jt,. mono Alves, Sandra Hurret+, Jllurllew.1 Gvdoy, Nt•ld,• !'&r:,l· "°• e t e ln b e m " d!. namll.b1or do ,'~Olll:;,L '..:r. Nol di Loruagdra tl b,J 0 ,___,,_J Glauci Flore, Ver. e oprc,.nt,Jcr do pro3ram,• «Comunicação Totol• Pua cbrllhot:lcr nosso co luns, entreistmos as três pr! meiras colocR:fo.> no Ccncur~o Belo Visto, a tombem a Miss Slrnpalio. 3o coiceada: Seu nome 7 Ellzabete Mede iro, 2- Doto de N :is:lrnento 5/3/1955 :1- Qual •eu autor pr, ferldo? Mocbodo de A1si; 4- Qual o cantor Bros[. leira e Enraogdro de eun pr,· têncla ? Brosllelro.· Ro!:ierto Carlos, Estrangeiro; Frook Sln"t:a 5 - Que cba d duven. tudo Belavl,teo;e ? A otunl Ju,•eolullc Be· lavlstense já e biutente prc gresslsto e desenvolta 6,- U opinião poro o melhor d,senvolv!tnenlo de nos so Cidade 7 Para o melhor desen volvimento, é necessário CULTUaA, pdncipslmcntc por parte dos jovens, que dcviorn dcd!ear-se mols !) boa Leltur.,, por que no Iuturo el~• serilo o, Admlnlstrc:lore, da rnesmt. 7- Qúol o •ua sensuçiio eo ser classificada ? Surprêso e feliz, pois Dilo ~sperava ser classmccdo. -x-x- O nter!rho +teva mui to fe!!z, pois Misa Deli Vls· 7)éa Ms Sipsts 5Ao oluna« ! Escl Noral. f .. ,HJ Dl, .. t r: o Norru1.! <·Bt1 apor equlpdo de linda mt nss. Ah! u úorvalfn'l 6 tum, bmn d Escola Narml. No RUIJ, lnlJ9 por Qlltl t la !HIO foí c!1.'•' 1(!!'Ao, poht CElãVU MA RAVIL1IOSA, o<s'.1 é u o;,l nlOo gerul'I! X-X-X- ~.lil cJrnmas aos 11 n i· vcrdarla o t .. s: Rocha OIIvirs, olange Urbiet, Pasela Ramires, Sllli:1,fo Lldi:SrJlll, Ruth Medl- 1111, Cl111 e, siho, Virunla e Tito. itino de Misses 6- T,m sigo m•i• a df :c:er ? :1,!eus agra'.lecimento1 extensivos á Ccm.ssão 0rgsni zadoro, que multo lrobaihou para o brilhantismo de mesma. GTG1 2• colo•:ado Seu nome ? Nelcy llrsn Casto 2- Dnta de oosçimento ? fl/10/55 3 Qual seu autcr .. pre- forldo ? • Castro Alves 4- Qual o cantor Brosi leíro e Eslraogeiro de suo pre fencio ? Brosllelro: Jcrry Adriani füt,angeiro.· Johnny Hollydoy 5- Que ocha do Juven tude !lelovisleose 7 Becan•, faltando um, pouco mais de entrosamento entre eles. 6- Um, opinião para o mdhcr desenvolvimento de noss~ Cidod, 7 Colaborar muito, princi polmcnle com o Clube Esporti vo Belsvi±tese, que de maneira nenhum.:, dcvtmOJ deixAlo- mof• ""· po,, .!e ê o T?.ADlCIO NAL 6- Oual • sua scnuçõo ao ,e, cla,sificada 7 1colocada: MIss Bel V 7.3 1- Seu none? C+lla MraIs Meilo :.- Data .do na cimenta! 10/7/53 3-- Curso que frequenta' :1". Normul 4- Qul eu autor preferido? JIC1UJ/lUU Jl,ur,o -- Qual a cnntor Brssl- lefro e Latrangelro de suo pretd!'ucln'! DrBslll:lro: Paulirho du Vl ola. Extrangeiro: JIm Indrtr 6 - Oplull!u HUU pern o 111clbor clcsoov. du JJOIJEa ol dUdâ Fn!la m!lb Cullurs, prlrt· eiplmaeate deicço 4 boa L1ilturo. llfos... brevi> ... brcv,, tcrt'mu~ 11 aoa,m Bfbliulocu P(Jhlicu q111., oforccn/ cnn- dlçõs uv nosus vens de p,0!11..rew bon~ ·" uprovcltá, VCI<> L"IUlllctJ(l)f,!11 7 - Que aclm do ,Juventu· ele Bc>lr1vlsteae,? .8 Umll juventude lillva e cornunlcollva faltando um pouco mnls de con:pacaEllo entro os• mesmos. b - Quol u aua son,uçilo uo st·r 'tln•611fcadn? Fiquei surprêso " emo c1oand,,slma, pois n/lo ospe· ravn 1,er a venceJoro!I! 9 - Tem ulgo mnls o dizer? J Quero agrudcer a todos uque!e que coluborornm ele u:nn forme ou de outra 8 pr,nctr-,lrncn!~ A Comiuilo orgaulz9dora que muito no» IIICl!!,llvou, ...... (arei li P061il· vr / ... ,!arei tudo de rnlm pd ra bem representar a Holnha <111 Ap11 no Concurso MJô8 M&lo Groeoo 7:J! 1! Us, ?,,J1,s Slrnp&ll, Bela Vlsl!l 73 l - Seu nome Dnlcy Maria Slpoll 2 - Dstn de n11scimenlo? 1416/55 3 - Cuno que frequente? 3•. Normal -l - Quul seu autor prefe, }) rido'? Antoine Saint Exuperry 5 - Qunl o cantor Brasl- lelr<J e Estraogeirn de sua preferência? Erasileln: Caetano Velo· bo. &trangelro Ruy Cbarles 6 - Que acho da juveolu· de BelevlsteoSE:,? É uma Juventude bas tante diollmlca, 1particlpando tl colaborando com tudo que estiver ao seu alcance, elD· bora ftll:ando um pouco mell de entendimento entre oi mesmo 7 .- Uma oplnlão para o melhor desenvolvim1:,nto de noss~ Cidade? O essencial em qu:al· quer :Cidade é Cultura..e lsso é o que !alta mai1 tllll pouco pera seu desenvolfl· n:.ento. 8 - Quol sua sensação ao ser clnBsi!lcada? . Fiquei surprêso e !a!iZ. porque bfinal. ,fui eleita pel11 colegaa Cnndld11.tns 9 - Algo mais a diZer? 0m pensamento: ,O e4: seneis! é lnvlsivel para OI olhos. eó se vê com o Cora• ção•l!I de fMIUO J. Cflflff lTf f- Cl4. --------- ----- Ferros, Chapas, Tubos, Tiutas, Azulejos, Vidros, Conjuutos sanitário,; e Arames, Sc.l. Pneus, ParnÍ>risos, Ferrugem em geral «Enquanto espera ser atendido nós lhe oferecemos um cafezinho» Rua Coronel Juvencio - 815 - Caixa Postal 36 Atendido por pessoa! especialisado GUIA LOPES DA LAGUNA-.YATO OROSS0 Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº059_12_05_1973 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº061_03_06_1973 Voltar para a lista de itens