TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº061_03_06_1973 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº061_03_06_1973Número da edição61Data de publicação3 de junho de 1973Número de páginas6GeoCoordenada -22.11935773012312 , -56.52614175486744 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº061_03_06_1973 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto 't Fundador -- Ivldo Pereira IU O II Mtitele Causa l tu Serà inaugurado dentro de poucos dias nesta cidade o E critério do Associação d< C,;d1 to e Aistêrcia Rural de Mato Grosso, á cuja Testa, está o Sr D,. João Bati1h Paro • ln,tolaçfto dês,e im· portant• ieto1 de A .. hléncl• Ru ral, chegaram movéls,novos e ou tros utencllios. A Prefeitura Muolclpol j.l está adaptado a sala do ontlgo Forum para a éde provisona. Se rõo lnnu9urados n•> Estado 7 E, crltórlos drna nC.tuu·za, o que dorã .1 rtglão bcncfici•do, um surto_de progreseo na atividade ogro-1ndu1lfl•I. Ao alo Inaugural d.v,rl,O estar presentes altos 'funcionários de ACARMAT bem como o E_x- , mo. Sr. Or. Poulc, Coelho Mac~a do, Srcr<lõrlo da Agricultura Certa v«z ate jornal publi cou nOtJCii!I de qu? o Gn,verno do Estado ,,tava org•nlundo uma inhra estrutura que vlsa anparar e ativar as Emporesas que se rdis ponhom • montar lndu,trl., dl• versas em Mato Grosso, através o Programa de deselvolvimento do Centro Ose. A lnstalaçõO aqui • ,m outros munlciplcs de ,scrltóróo, da A· carmat, é o caminho. Breve, in dustriais, pecu.ulslu e dgrlcultu• rts terdo anlstcncla ttcnlca e eredito todo tspeclol paro suas atlvld•de,. Jota Jota Tudo perece estor par!ldo. vejo tudo Inerte o sem vida. Até e próprl• vld!l pareoe es tar extinguindo-se do meu ser pua quctambém ele pos·;n p•• rar de umn vez por todu. As forço> me !ojcm, pols nt s encontro mals, nem me!mo pn ra soluçar. Os soluços foram su(ocuJo• e u lágrimas sllen• clo!nB rolam em mloha fuce. L4 lura hà luar, no inlin o o zul, as estrelas, lua, e também lU nuvens perumbutam incon •6vels sem saber o seu pró· prlo destino. • A aoturt-zu • é belo, como • belo é o vide. N" noturezn lu do 1e transtorma. na vldo um pouca assim o sucede: é ex tinta frunl[ormn e evo !ui, ne· la ná sempre: Onten, Hoje e Amanh!l.. Daqullo que existiu ontem urn pouco hoje sobrevive e talvez jé. de Ucar um pouco Cronica de Helrna Lopu, ól mais Jovem e romantíca pen• de Jardim. pera o omanhü. O m2do que eu tlnh•. hoje ,,no existe, pois onteuu mesmo você quis que hoJ• nodo mnls exlstl■se entre n6~. E eu niio sei o que !ezcr pare preencher o vazio que vo cê deixou oe minha pnbre al ma que padece •• chagas que sua lndilercnça é cpaz de me fazer sofrer. Você se sente feliz em humilhar u qu,m te quer e nada Cu para compreen1er de quem necessita de aua com pr.ensào, ou m•lhor -Você niio quer cornpreeoder-mc. Você é demais crgulhoso hinbém e !s,o me fa'li mal pois, o orgu lho é contra balunça de to das os mhédns. Mn! ope11nr de tudo_ eu go,to multo de voce e é Isso que foz solrer, mos n!lo lamento, . lamento sim a !ellcidade que eu tive pata hoj• estar sõzinh•. e Isso ME SUFOCA Iotnia ta ttaih - bel Iis l Islt à lort e lato filas o». u.o c-». do Informalwvo de Brasa: Ser vico de Imprensa e Rcfulo do Stnado í edrral) (Qundo voltavam de Ca.:lpo Orandti, onde tl uh11u1 ido assistir uo Coucur so Miss Mato Grosso, os ocupantes da camioneta I<'ord, d" Beln Viw1, Airton Oonsalvc~ • sna espôsa Tere• zn Cridli1111, H1lcla Mu:'ia Muraao, Relei lfrnn Gar cia e sua irmi Nele(, IJilO esperavam o deslêcho tragi• co do passeio. Após n pas Sagem d serra. na altura do chnmndo 1 1 Pontillif10 da Morto," o veiculo dirigido pelo populnr apn>sentador do programa Curlição In ternaC/onal, AJrlon·de.;:gover· nou-~e suinc!n .fio leitu da estrnda e dnndo váriuM cnpo• tadns. No primeiro baque 11 jovem Nelci foi llirada fo. Brasi li a, (SIR) - Rela taudo na Con::lssiio de Eco nomia do Senndo c•s projeto~ de" lei uúroeros 57/il, qu,, regula " r,ropagnncln comer cial 'dos i;rodude.; ·iudus!rh lizados do fumo, 59/il, que di8ciplina a vendn de cigt ro menores, limita a pu blldd&de sobre fumo e tor na obrigatório aos lnvolu cros dos produtos de fumo o dístico: Cuidado piejudí· eia) l,.'snúde, e 78/71, que •diopõs sobre prophganda de fumo s' de bebidas ale olleas, o Seuador P.iulo Guerra (AREN.1-PE) m,rnifeslou-~e pela r~jcic;iio do piimeiro por entender que o projeto_ 59/í l "focall.zá o problema ra do veiculo morrendo ino• tintmeaento. Hilda Maia, A irtou e Hlci, foram inter nados nu Hoep!tal das Cll nic:as do Campo Grande, e Tereza Crístina, que sofreu letimento,. leves' ptovl.Je11- ciou os primeiro~ Eccorros pedindo ajuda a veicult1 milílcr que passava pelo local e comuni- cando o aconteeido aos la· mJliares e autoridadt1!'. A jovem Nelci morreu, deis:nn do aos beluvlstenses a ale gría a meiguice, que sua personslldade irradiava. Pa ra nós continua vfvn, poh ... woru et:::: nosso eÓração e a morte é VIDA Até 'J)reve, Nelcy. li«situes tolero tristuit as Ias de uma ruaueira mais obje tiva.". O parlametar da ARE NA pe,rnambu1•ana preferiu, porém presentar emenda Hubstitutiva euglobando a mntérl, trat d nos proje tos dti números 59 eí8, de 19íl .e go .g t- Pre<is~ de Taxi?l CHllME üNTO_HIO . Fone - 216 Clttsso -Con~õrtb- Rcgur11nço A!iTOlilO-Pooto de T&xi N• 3 ~ "'™" ... • De você depende a continuação da ■Tribulia em nossa cidade COLABORE A abor JugcU1 ml arnorfcu ns, apare nt1mor.te !ácll poro ut nnttvo dc continente, lar. na-se difteil pelo fato dos ucon tecimentos politlccs a· sseme Ihsrem ou e repetlret, per monecerem no tempo • no, e8paço, serem os'mesmos o nom<• 1nscrl•Jns no problema como estrelas de um cor8 telaçilo fixo. Ago,to pebsodo quondo o Presidente Lanusse fixou o dia de Sllo Bartolomeu, 25 de agasto, carn" limite para o J. m!eglbilfdude daquele, que &a enconlrnvom !oro do território orge.ntino. porecfa eslar crlan, do o primeiro ''lrnpouc" ao Graode Acordo Nadonal, que preconlzara camo meio de re tir•r e Argentino do grande atoleiro tm que o pais se en contra desde 1955. Em aquela data pre!lxeda ó pri:neiro grande desaOo no ex-dlludor Juan Domingos Peron. Que ele retornasse à pátri, em primeiro luga_r, co mo passo declivo para rún t.g:açfio polítlcu. era a exlgé.n· c1a contido no decreto poUtico limll&tlva. Um foto mostrou que Pe rón ainda tem vinculações mf liurre, -:la m•ior •·tmport.incla noquda mesmo medida •m que Cij seu, malore,:lnimlgos s!lo os que envergam farda. Vh! tau .. o~ eotrondo em sus cosa pela porta do frent,-. o Gene nl hlorcclo L!vim•ton aquele mesmo que Lonusse vorteu pa rss margem dos acontecimen to, depois de entregr:tr-lhe a cudeir a m que llnh!l posto o duro e inflexivel General On gania Pote quem se;encontra_do lado de !ora do •imbrogllo• o:gentlno, Eem:.mniores couta ... tos com os dodo3 reais e dià tos da sua crise, somente tem como io,trum,nto de a.nálbe a grande tradicâo sul-ameri• no que e relume na pou.ca valtJade da monúesltçilo elei toral e bo extrsordJnár!c po der, que é permonent• ,d .. for• is armsdas. E todas vez que a urnas !tacnsssm como vá.rias vez:es já acoate.ceu, oesw·parte do muc. do e especiimuente na Argen llns plooc,m i.s tora.os num conlror.to do, !ocções armadas. COHC[CIOHARIO Cfff YftOLH Vindo até nossa loja, você vai ter toda- liberdade para admi.rar os no-vos OPALAS 73 mionetas C10 que são capazes dé fazer qualquer loucura pelo seu dono Recebemos seu cnrro usado como sinnl • Visite-nos sem compromisso SOCIEDADE AUTO PASTORIL Ltda. 1 sob a direção deOraldo Flor.es Nogueira ago:i e as RUA MARECHAL MALET. 325 FONE 1043 ca- AQUlDAUANA - MATO G ROl5 SO TRIBUNA DA FRO,lfTf:lrt/ Br h Conentso Mies Mato Gros- miseao organizadora (que so om Cnrnpo Ornn<le 1111- 1Uu1lo trnbnlllaram) e no po• por badalado. Inúmeros Be- vo Belwvlstente que muito lavistnses comparecorm aplaudiu e deu apóio à Ce pnin aplnudir n nossa Miss hna ao ser clelt Miss [e- Beln Visl11 73 h Vista Célia !ôz SU nn pna sareln, mnllo nplaudi<ln pe los presentes, e, Iam bem va lou a torcid11 Iorronlla feita por um eno:me ne lo Be lvlstenses. Seu trje tipieo foi de Vaqueir. Tenso 'par Be ln Vlsta a Fax» de Miss 8impntla Mato Grosw 73. Parabens!!! Nu s, Nólson Gomo~ do ;lol Jo e Flia. agradecem ao Sr, Preíeilo Muuicipnl e Co- .... e dizia o f!loso[o fe• ço o que <U !eço1 mol1 nno fa;a o que eu digo ou eecrevo leso, quem quor ondor cer• to, nllo se mele em equ;vocos; a consciência é um roteiro oer, tu para os decisões certas. Quem deDUzar, cat mae col mesmo. · O escritório está movlmen tadlsslmo, nlo só de vhltontes como de correspondêncles. F ,. llzm•nle o Sonlnhe (apelido ca rinho ,o que dei á minho ope· ro,n Secretário) vem desenvol• vendo um trabalho ,fie.lente,•· tendendo aõ correspondiinclos e o telelone que não pocn de tilintar. Agora, quando pego •• cortas recebidos jó. teni10, de ante-mão, conhecimento do conteúdo que tro,mlte-me ml nbo. Secretário, .tornando-se fá. cll ao soluçõe•. Ve:nos começar pela car to do jovem Chino Fernandes, que spira casamento mss tem umas ... Dr, Dr, lclefonemn pero o senhor. - Quem é Sonlnha? - Uma senhora ... - que quer elo? - Alô-alô-sim, 16 com o Dr.? . - Diz ela qne é nm ossun to partlculor com o renhor... - DA cã o aparelho. Quem !ola? - Dr. aqui é Dona Joséfa Strldente, poro ngrudccer ao 1enbor o grnnde favõr qu• me fez coa, aquela receito que foi agua na fervuru o meu Qulté• rio criar vergonha e llcor cu xeiro. 1 Oh/ Obl mult, b,m D. Jeséfe, ent1o fol tudo legul? a homem procedendo bem. gn■ta.ndo de fier em casa, é? - Sim Dr. Dcpole que cpli quel-he tr1'.!I, ,purgantes (0115 no fu!>aatnho chetro,o lá d:l 111l UllB•.S, !oi uma vez a ,•en· ""IIOllhice àele; na ulllmo vr, ele entrou correhdn pra dentro a Aos nnlverriantes da emana pp. Mil labaredas! Etlvnl,lo 8alN1.1i10, lida Ma ria Mnrano e Anl Rosa Silva(Nic»). l'ur hoje ó só até a p1óxim11 (' não esqueçam que: uma grnde cidada é constitulda de llomens e li vros: njude n Conslmir 11 nos•:, B1bliotcca Púbica.> Casal da scuta Semana: da coso com os calças Co!ledalll - E o eeohoro está ,&tlsfel, to? - Dr, tenho Impressão que tertl umn com;Hcto !ronqullldo de, mos penso no conta da lorrneoh ... - Deixe Isso pera ele D. Joséfo. - Ficarei feliz se ele pa. rer dollnltlvament,i. denols, escuta Dr. Já souberam da elicnole da reccltu e ~s oml. gas nqul me enchem pedin do. entno falei oomo :era. em segredo' porque elao lambem tem os maridos passeadores, sob ud, n!lo é Dr? - D. Josefa. entno a ae nbo,11. <lDntou paro algumas comadres? n ,enhora até ju rou qua nada diria n nlnguem!II - Dr. o senhor sabe como é n mulher, s amigas, a gen ta quer ser õlll, ver o quo é bom paro todas ... - D. Joaefe, do.r galho! -- No Dr, porque eu ovl ,o a todas que é um segredo... - Mos assim? que segredo é esso que todo as comadros sabem? - Dr, Dr. oqui eatA uma amli:o. minha comodre, vne ltilor com o senhor, atenda-a por luvcr ... - Alô, Dr. Clrano, multo prazer, como vnl o senhor. bo quanto tempo desejavo conhece-lo, pelo prodlgio do occrlo nos conselhos às es posi;s cnnsa.ins de sofrer a nnsêccla dos maridos fujões eu querlu muito !alar com o fenhor Dr,porque u :sua re ct!i tr. purt. i,. com oure Jose fa [oi um porrete, o cornp,ulze Qu,térlo eatâ agora Cllllelro e tudo mundo jâ ,rnbe do Po• der da recellu e oomn eu de ~fi.j, consertor o meu marido Anlonl.Dho. nllo encontrando nois retédio n pruça, nna farmnscias uqui no exlille ma• ls o sal msrgo. Hoje dlsae- rum-me ()ll!I o n,. O'impío, d0 Bulrro Antonio' Jo0o, de vido grande sald mun1ou vir ,Je tillo Puulo uma torielu• da do produto! 'Terei {d+ e. perut, ou o senhor tom um &uccdaot.:o? _ A a,ohoru, por favor quelr!l decllrnr u ~eu uoml·? Dr ou Isabel des Frzerei, mi conhecidu como Belil, móro nn fazenda TIr-Te!tua em Murllnbo, 11aqueh1 lonJU· ra e ssim mesmo por là tam b6m todos as comadros JI nu bem da descoberta e veem nqul Ialur com o Sr. _ D. Isabel: pare, pare <ie falur que eu JI estou Aontlo do que hnverd encrencas. A Renhor<t. conte ds comadres que n!lo ho. mais remédios e perdoe-me D. Isabel permlt- me D. Jeabol, sollcl!o-lhe volte noutro dia que êijtuu ugorn com uma consulente no eecrftor10. _ Tome o aparelho Sonl nha qundo alguma comudre ele D. Josefa teleloonr, diga que sal, nada mslP ... _ Vês como so elas? agora tenho lmpressno que toda Bela Vfsta esté. com 118 comadres alvoroçados no pro cura do sal amargo, Io uté parece que pegou n;oda co mo uquelae • 'correntes·' -urna catllnhn pedindo que posse Pc<lro Palmiéri"- Lé<ln. adiante a mesmo coueo, mas eom umn cildula lembras-te? _ Ah Dr, sou sou novu ainda, não alcancei esse tem po mos talaram-me de,sa, correntes... Olhe o telefone de novo: Quem é? Alô? sim, sim, esper .. por fnVor. Dr, Dr, outra comadre. d.. O. JoseCo. - Sonlnhe? e a mlnh• recomenCloçüo? - - Dr. quando atendi cl• estova escutando a suo voz ... na mão .. , - AIO, Dona? - Bom dia Dr. Clrano, multa seUsfsçâo, equl e,tou com diversa• amigas para con sulta-lo pelo tele!one, achamo• mele fóc!l, olhe Dr. eslilo che gando outra• amigos, todas "1es nossos comadres.,. - Dona o nome por fe· ver? - Sim, Dr. Amhroeina do Amor Perfeito. soo criada, não sou daqui, vim de fora de longe, em busca do vosdO conselho, cujo fama de con· sertador de maridos tt aosvle• dos corre por nl, .. - D. Am:iro&ina, l'otou so tlatei!o e sinto não poder B• tende-la egorn, fale com a Sonlnho que estou atendendo coosnleote no escritórln. To• me o rone Soo!nha. terei de oguentâr casa enoll'Jrrudn de comadres ... Pobres morldos ... - Pobre1l nadn Dr. el-s precisam aprender, cusum-se e depois deixam as pobres coitadas com os prob!emas do casa e sa vllo poru o JÔ· go. pra lolla, só jqgo, Jõgcl - Sonlnh.; n!lo dês 1111101- tes, prlnclpu.lmeo,te ãs cumo dres, caba sendo mal isto pelos maridos. se descobrirem que partiu duqul ess frmi dilvel receita. - Mali ela é lnltll!vel, lo• das aR donos nflrmurnm-me. - Sooinha: Oeallgae ~i'Eê té lefne, Vamos Irtr drs cr lns ... Eu ando multo apre en slvo. Tenho quulcpl!r c,-~sa estã lncutlndo em meu espf. rlto., esa comadres ião crl11r problemae, .. - Como di&se c Ceio quer se casar, pus tetu um lias que se opõem. o pr,•blé ma é õ. priiDB, vamos lêr, So nlnhn o curta do Craloa, Ribanceira 'Alta, 1B di" 11brll de 1073. Dr. Clrano-Be- 1. Vl&ta. Tenho até vergonh de dizer o Dr. que Espire casr com a prima X...ll.Da. purque Isso vai ur !t um desgoRto ns ftn! [las dela e minhs tsmbém porque dize que asares de purr.nte3 lltlllC'I Jl~ ,,t JU, A converux das tias (e+t# tais o as que inverta! eouus venenosas e ecletu a J.lCOl,·) nno me cc uvunc,•m, mas dizem que o!l lilholl d..i prlrr.oa quu•c i;ernpre J.1eBc,•m leijados, difornes, Ln-ians us vzs mudos. Lelo nas revista4 obre e plluls, ma no credito. A ho11no, subo Dr. como é, moça depols que pegou uma tfrl uhu do conlfonça com i1 gen te, é esel:' cabra mesmo que eJI quer. EPtou com pcn11 de!a, a !dmll!a é contra u l!llnhu., idem; tenho n peo as 18 ano1' cno tenho erpréo, profiro, o me pol no d4 nada, frequemt m uulas do 2 _grnu, p rr:n depois que na '[«lln oteg do mim, perdi o tosto por tu. do Dr, no me entra nada.a nbç, só peno nela coto :Jvld<, Dr. o que o renhor diz e uconselha ête pobre apulx ando ? Do crludo Cfino Fernandes Heeposlus de tua mlul vo Cl.;ioo, f,cu p:ira ou11a ,n estou tom!Jém aqui com u tl· beçdolds por cusu'de tt. tas com«dres iheia que nt cocherum. Purn outrn vez C, sino. A Última A ventura: .. !)r. Cfrnno memcr Slolze •A conquista do espaço u- decadencla da criação ou cilu. niverul, é tão lnev,t.!vel como dos escombros do Univer,o c:ir1· o nascer do Sol• lW,V. Broun) morenado; um novo céu • ""'' Sõm,nt, aos poucos a hu- r,Ova Trr,a. então 0 Í,omtm lor· manimadadc vol comprecndrndo nado rul!dad, o seu son~o m,:1 que o lancemento de utélitu proluodo; «Ele seria cntlO,ccr., artl!iciBs, foguetes rntcrplanctã· D.us•. ,los e plataformas, espaciais, ,1- Epilogo: A vldll semprl• gn,f,cam mais do qu, um, sen· foi, como diz Morco Aurélio, ••~ão técnica; que O disparo ao uma viagem em terra eslra ,ipaço sideral anund• 0 bicio nhe. Mas o mundo novo, quo de um• nova era oa História. De- surge em ooaeos dias, serd malr ve-se pensar nas translormaços do que apenos estranho, 8P 8 • I J int,l«tuals d, Imenso alcance, rec,-nos especial, Jaooacebl• provocadas p,la pouagem do vel, e repleto de sombrio pa• sistema geocêntrico pera o sist- vor. Assim, cumo nunca ali• ma hcliocêntrlco, hã quatro secu• tes ocorreu na Hfijtória, o los, pare poder avaliar, ainda que próprio homem está psto oproxim•d,meote, 0 ,lgnfflcado em dl1vida, nl1o Apecas pelo t •• consrquências do ,alto da perigo de vir êle a aofqul- «• t,uena para a era cósmlc.r. lar-se u oi próprio com Of O hom,m, até agora prêso ao seu meios de um técnloa deeeo· planêle pãt,io, desprende-se po· cadendu, porém, mofa al.nda r• as estrelas. pelas iotervençõe5 em !Ili D,f,rrntes dos aven turciros personalidade, pelos esforço• d, ,éculo, ousados. que cruza• du Ciência no sentido de vem os mares pera descobrir ter- transformá-lo em mquu4 ras desconhecidas e tncontrar ;. que funcfooe sem alrllo• no nuperados tuouro,, os conquis• mundo dominado por Inrtru tador•s modernos, que não tar• mentas. No horizonte da Hil da,ão a transpõr o limiar do u• tõrin yem ralando, o primeiro nlvcrso. •julgam ~bcr perfeita• dia de um noTO mundo, no mente a qu, os rspera>. A A,, qunl o homem romperá aa tronomia expllc• qu• as condi- onllgas fronteiras e para ~ çõts de vida nos outros plané- 0:X:etcer, como os deuses, po, t•s e ••télit.:s solar, com uma ou der sõbre tudo quanto foi duu cxcti;õu, do ainda multo cr!ac!o, está evlr!c .temente mais àe,favorãvels do que na lua, disposto 11 nega: 6Uf própria O homzm não quer apenas notureza e a ,acrlflc.~r l! ,I piorar o, mundos mesmo. A razno n11o no, mo!· bizorros e misteriosos, quer u tra nenhuma oportunidade dls, até onde {or possivel, colo- para o homem escapMr 4 ésse nizá-lcs e tirar provrlto pat• si. de,tíno. T!lo po:le-rcaa pare· Segundo plonos orcpsrados por ce a tenl5çno que não coD· cngenh,iros amerlconos, dentro de segue Iurtar-Be n ela, me? poucu décadas podrm ,o,glr na se souber que prepara a pró lua pcqunu cidades e minas sub- prla ruiaa. E no eotaoto 111° terrâncas. O maiores progressos é esta toda a verdade. r.i tecnicos do íutu,o devtrão loco· • vez o homem seja salvo, pre• llzaH• num umo que poderia cisamente por ser ,evado ~ cham41·1• •técnica plan,tãria•, limite extremo do perigo. cSó (• tran,formoçõo d, mundos es- quando se !!presenta ·ao bO' tranhs; para aaplã-los és neces- mem uma tareia que requtr ,idades do homem). Ern M .. ,. o .a:áxlmo de e-eus esforçai. ou em outro, vlerla então um ele consegue rellzar cols4 novo homtm, •o , .. lona cósmico•, graodiosae» (T"ynbei,). lii° que teria consclncia do fato de que podemos pois depol • cst r devendo sua vida scb tai tar nossas esp11ranças? Tal· condições. li um• potênc.lo que vez só nuqullo 'quo Koeitl~ o utorla protegendo cont,a o> chamou uma •Mutação .Rell perigos do esoeço cósmico, e •• glosa•. o npareclmen:to et 0 • amtoças de um meio <>l••nho: a• pontãneo de um NOVO B ' Cienca. O fundam,nto da Ciên- MEM. que nflo deve sua dl cia moderna, a profunda concvl- forença à técnica p,ico16gi: çiic, do po~rr 11,mllodo do ••Pirita cn e nem , retorta dos bl• nada ulst, que não possnmos loglstas moderno&, msl U~~ fazer- .levam quase forcads- TRANSFORMAÇÃO INTER mer.te a ulllm• lntc,rog,ç;;o: O NA. Em tllrno de um tal rrt1I•· homem, o S:r au odils zub geporémn, única salvaç4os" ruls+ » Nsurez._mcdfte» a si @inda poderia haver P%,,l mesmo e curro Cosmo, não se- homem, não se pode '4e. r.í um dia capar até de por fo,a fir qualquer especuls de vigência as próprias lis da na- tu:a, 1 Eu,,;:, disse o Scn~or ( Livro: Den Gatter" Deus: Es que o homem é como um de Nó•. ,,,bcndo o bem e o• Glelcb User Leben ve mel » roa. pols, pra aue não morgen: Igal uns peuue eIenda a sua mão e tome Iam- bém d» árvse da vida, e coma (Compilação lvalo Pe e viva 11tcm.1rn:ntra. reira) Takez cja crts a ultima 1nct.. ducooh•cld •. d, te,&., • Cénuzla. Impôr um paradeiro à 1 1 (" o Trlbu1t1 da b'roulcir;a. l.l 111 V Ili .1 unho de 1973 Rotando Escobar Formandas-Agente da Loterla do Estudo de Mato Groso (LEMA T) TF - QnaíH os motivos quo )1,varam a LEMAT a crínr n Agêncfa de Bela Vista? R- Nossa c!dnde atrnvessa umn fose int.ensivn de progresso, e as perspectiva eaonõmicns siio as mclboror, TE- O Br, solicitou a Agência ou fot indicado para a mesma? R - Fui inclic11do uo Olrclor Abbot de Castro Pinto, polo Figu1:iró. ?. preenchendo os nome,.do. 'TF- Quais as regiões que Agência atenderá? R - No,so movimento nb1nui-:erÍI os munkípios de Bela Vbta ,, Can•col. TF- Qual o fulidade da LEMAT? R - O J111helro do povo aplícndo eru benetlcio do pró- prio povo: coasttuçiio de praças de esportes, e assis- tência stcial. TF - O11do func!o11111á a Agêucia? R - No Inicio, em carál,•r provisório, funcionará em minha re.sidêucin: Rua Generl Osórío ne 5. TF- Qual cota designada pela LEMAT? R - l;11ci11lmcnle foi dcsignad11 uma cota de 50 bilhetes. TF - .l!,uncionou uonnul ruente II venda de bilhetes ern sua prímE<ira semana de trabnlho? R - Superou minhas expectativas, esperando para brc• ve um aumento do núu:ero de bilhetes, e consequente- da LEMA T, Sr Roberto Dt1putado Estadual Ruben requisitos necceeários fui mente o aumento ela cola. TF- O quadro de cambfstos contimu o me+no? n • Não. foi iei1ov11do totalwcnto, e!colhldo doutro do critrfo' Honestidade Responsabilidude. 'l'f - Qul o prêmio maior, pago pela LEMAT"I R - lnichlmenlc o prémio era de 20.000.00, agora ~ LEMAT paga 40.000,00 (dobrou a pard) e tódas as sextas-felras são feltas s extrações na sede da Loteria, em Culabó, TF . Tem rt1ctbldo apóio dos bolavl6teoses7 R - Sim, todo• tem colaborado; pdoolpalmeote o Sr Abdalta Solo (Paplto) qu• é um Joeeotlvador (err,oho da Joterl1 em Bela Vhh. TF Quantos cambistas possui a Agencias? R. Começamos com tré, ms8 de acórdo com o desenvolvi mento Iremo, au:neotar o quadro. TF - Qual o beneficio que P.ela Vista ter,i com a agência do LEMAT? R • Criarem:• mercado de trabslho para !nimero• B~lavl1- tec1es, e 16glcam•n º• a Vista poderá ser ,orleada com os prOmios pogo1 p•l LEMAT. TF. Qual o pr, :lo bllb•le? R • O Bilhe! ntelro custa 30,00 com 10 !raçõe9. TF . O Sr/jà Iniciou o ,,rvlço 1• prop1gonda? R - Sim, µtravé, d• c•rt11,e•, auto-talante, rádio e néste Jornal TF • Os J)lano• para o futuro? R. lntensl{lcer o mrov,meolo de bllhtlu, de propagondu e tudo iodlco que " LE~JA'l',seri qem recebida em nossa Cidade. TP. Suas pslsvrus fiais?' R • Aceitei rtpre;entoção da LEMAT em Bala Vlno, vleoodo eclmn de tudo o Progresso da oossa querida Princesa do Apa. Loteria do Estado de Mato Grosso , .. -~··,·· .......... .y- A Lemat tem csta opin!Ia. Agor• C.ld> bilh<.L> L<nul tom ' to fracds o cesta is 2000_ todo le, Voco pode fcar rico sozinho.. Nla dr,"1.1 !lJJ. SCC'lo. Vool tc.m T766 ptom,c; prá ganhar o ml« o primoiro premio do e, S 20 000.00. E ,;nd.l. ,do:J'n,t.>. d,: a que a Lemat cuteis: pacas o:i,c,10. ol:no r.oci,i:;. A Lcnnt • dica tcdo o drhero arrecadado vcndl do b:lho1CSr, nc:::to:. bt.~ , d0 1to qur dar que, o oro no sai d:te Etada, Uma, 6 t<rU: com o: b:Thote, Lcm>l • r..Jo perde nun.:::il ._ Mato Agarre-se a esta oportunidade e monte numa for tuna fácil, Iacilima. Basta comprar um bilhete da Lote:ria do Estado de Gross.) paru ganhar 40 mil Cruzeiros no primeiro premio. E mais 1758 outros premJos fabulosos. Na Lemat você nunca perde. Ajuda na construção de praças de esportes e auxlia as obras de assistência s01iaL Os lucros da Lemat são destinados a esses setores. .i. '.::t:.c.;..' a sua vida de uma vez por todas. Sem esforço, sem lutas cansativas. 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Fnleccu 1111 [lu~: 1:, o M.,. ,echnl Iv11m Koncv, h;i1ó[ cln '.!:1 Guerrn lllundial. Fhvio Cvlentr: A volta aos vldPos, maia «uxperil•nte e relista». O Jornul WMhinPtou Pofl, recebeu o Prémio Pulitzer do Jornnlismo do 1 !l73, o mi importante no género no mundo, grnçns 1,1:1 repc,rl11- pgons sobre os escandalos de Wnlergnle, O Brusll foi e,colhido parn sedo do 12 Congresso de Mnrkellng, u ser reulizudo este mês' 0 Governo braslleiro iuves to 300 m ilhões nc porto do Santos. Banco do Brasil, n~ôrcin de Pnrltt, ocupa'o 60 lugar en tre os bancos q uo op~rn m na Frnnc;a. O Senador Pctrônío Por- tela, lanço a pluvita obra do vsto prograuna ei torloi ,:unH•moralivo Jo !:!o~ qu:centenário d Inudepe déncln, Exposição Agro- Pecu/i1 la de Maracjú'será no perio. do ou 15 28 de julho proxmo. Uma importanto linn ça foi formdu om Aracaju ent:o a lgrt•ja C1tlólfc,1 e n :ilaçoa .. na pira <'owbater a ~xcromn pohrna dt1 muitos camponedes Bf,rgipanos. Depois de quasi 40 a UO.i • do snrvlços ll c11ns11 pú blica, aposentou-se o mi JÍSlt'o de T1lbunai.:lc Con tos da Umo, Abgsr Re nanlt, que foi tawbém um dec!icn<lo reunlor de, discur eos presidenciais. Acfdenle na rodovía Cam po Grande-Bela Vista causn morte de jovem belnvístense. Depósito de Bebidas PINCiUIM de Durío Desur Nogueiru Gauran Cerveja e Sod11 da Anlortfon - Scol •lnlo• Guarnnll e Tubas Funada - Mini Chopp - Kellra Onclnha. - Agun T,.nlco o Llndoln - Wlakls Drurya- Rolal Lsbel Blended Flag Avonld:: Noroeslo 701 Sldrollindlc-MT [XPlDl[Nl[ [apisa Ilhal futin II. IMPRENSD - PUBLICIDADE co.c. 03201267 Dr«tona Mia Estela V. Pereira d0RIiL» (( TRIBUHn an FRONIEIRn» Edltor-Ch,fe • Ivoldo Prreir, Colaboradores, Dlvenos Rrd1ç.lo • Admlnskaçolo Ru• e.,.;o de Mrlsaço S/N Bola Vlntn M. Grosso Assinatura anual Cr$ 60,00 Dc-n•I• Município 60,00 Propagandas Indocador P,ofiuional 8,00 ;,o, cm de coluna Prlmrh• p.lglna 13;00 por cm. Ultima p4sina 10,00 or cm. O Jornal não ,e ruponubill• za pelos conceito, emitidos •m coluna, •ninadas, Este Jornal é composto e impre.;so uns Ollcinas do «Correio do Sudoeste» A q 111 d a u a na Mt. Real Comércio e Representações Ltda. ·Produtos cosméticos derivados de Geléia Real. - Geléia Real: Superbom - Superpólem - New-Lite - Néo-Fumos: Lançamos o desaHo quem possa continuar fumando após usa-lo, " IIECESSITftMOS DE REPRES[IITffHTES PnRn :moo o SUDOESTE J> Ru11 Dom Aquino - 353 S/ 2/3 Csmpo Gr1inde Maio Grosso 1 Le"'a e s • 1ne J Móveis em Gernl - Colchões ele Moln e Espua;a - Travesseiros de Espuma - Máquinas ele Costara «SINGER> BELA VIST A MA1'O GROSSO Livraria e Papelaria Progresso Pnpeis em geral- Livros cm bronco - livros escolnres Cadernos Louçns e artigos pnrn presentes cm gcrnl. 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População de Jardim Espera que a Vlasão Cruzeiro Sul cumpra o prometido: NOVA AGE CIA do ANO 11 Belcr Vlsta. 3-06-73 p ece do [ed, ada« a A!rs gora! de N!«y Itta Cota, qut deixo4 prfi:jJO 1 !'.: ·tia e bisra <!i. Escuta," d "Hivtpio Uoivet ,.,, .. A Radonaliz ~ão do Poder Político Somos um povo nlndll lnfrll• eo oo excroklo do rncloclolo re llexl'O, dcltcl•ulo de cvorl0nclu 10- olol o avuso b. orgonlzoçBo racio nal dn nllvldodo pollllcn, • , (Artigo do Oepulr,do Poulvol Durro10. Quem acompanha o rvolutr d11 RevoluçAo do a cul•• nn•crn t,11 •o confundl'n, c,.111 0:-1 n11•n• K de renovnçllo e tk m,Hli"rnl,1:ldt• dtH {dós de 22, fucllmt·nt,, ch:.(•f'11 qlH'. do poruclo com u,, r., .. t•t.; do 1-u•u próprlo desenvolvimento, em diíl culdudes so pode epvir, também, a leoln expresso una prm ,nrnto buscn de formas quudss à ua lnellluolonallzo~âo Se o proct•:-i..:, r<>voha·lo.it,rlo que inda se de-dbra e pr@segue, Jâ marco.do j'ºt' nm H.·1:tl.k. de ir reveretblidade, tuz consigo a he ránca dos dC'-Cont1nulJ 1d•s e dt•frt engcnR que dtric11tum :i r .. l'i{,n,1ll1.1- çRo do Poder PolUic.•n, JA ~ tempo do so procurllt' u t'!lUS'I principal desse tormentoso desromp'as«o, Prece·me que se vem desen volvendo c1S: tt'tul~nc1n de nature za pollllcll desde quundo a fle'olu. cno do Sdo Poulo levou Getúlio VoT1?nB n udotar u Conslllulçlo do 34, bà qUO eo procuru o motivo do rotardnrmento em e reullzr o fnn• cloaamenlo do Poder Poltlko e, consC'QU0nlementg, o c.•xcrclcio dn própria •llvldode, polllcn, entro n6e. Certo C6lou_ entretanto, dt quc n rozüo prln:::lpal des10 tlc11con passo desafiante se relaçiona com os p/els de evolução dos dois condlclonumeotos que sempre ntuu· rnm no processo de nos,n. tormn· çAo: o sóclo-culturn o o 1úclo•cco 1 nõmlC!J, Se todas as tonlntlv1u de ra· ctonnllzuç,io do Poder Polllco •• CllfílCtCriZ<im por urn!l cuforln com;Utucionntl.sta que logo lia lrus· tra ou práttc.u. cooslltuclona.l o ''ol gerando um u1ovimcnto ccnlrêrJo à pennnnfocla de cnd::1 ConsUtul• çllo., 1:10mento so podrrA dribulr u' essn contiDJ:~ncltt n,1o um u.nsolo de pcrtelçAo institucional. mad um11 ddlolêncln de lormnçno pollllcu. Somos um povo &lnd&. Jnlen' so no exercido do rt1cloclnlo retle xivo dcllclenl• do cooolQucl• &o' olnt do auvldado polillou. lolellz; mcole, ono ,o podem qu,trunr eh, ps no longo processo do lormn çdo cullur•I de um• noclonolldndc, o rx111cm mllngrolroa que •ceio• r<'nt n prc.dUQ0o dc,so Insumo ln' , lal,·e~ pr• elos o e lnsubslltulv•l do prtW"Jidll cio deíenvolvJmento Jote' grado do organlsmo naclonal. o r w l i in' s e encontra n u m e - 1!,~10 , ultu•, 1 ,-m quo o primado lha prÓJ): 111 l:t•onml::t 11 desv1ocula de tu+s rates soeinl, enquanto v:11 ,·onuuu.1Hlo cerlns dicotomia,, ,·ouw u do hi<.0mlo Educação-Cul· 111r.-1, tra:t<.:rn'..!o o, coosecUrlos· da CICnclu • Teonolo~lu, ~o Ensino e P<•squl;o o <l• Unlveroldodo e Em' pr!!,U, todatt eDl busca de totegra· çi0. ?rio hA ncgur, portnnto, que o processo de racionalização do l'o,h:r Pollllco rtemundu. umu. meta tk u:.turt.•z.:1 s0clo culturnl que se rl!l..h:10110, por riUlL 'CZ com o tio' evolvmento do slstomn cducu.• tlvo do Pnis e o !colido do suas d1n·lri7,l'9 l.ú'Jlcas. Ot•-~d • quundo elaborou seu prr: Iro estatuto, a Alança Reno vüdo:-u N .. cloO!il cootortu prlmazln il polllco cducadoool, cerlll de quu s,wcnto por t1eu lotcrm6dlo :ilcanç&.riu, a longo prazo, o ama• tlurcolmoatu cultural qur tonta full• vem lezeodo no Brnell porn n utlJznçfio d•• lormas ,Alldn• do rnc..lonnllzm;no no campo poHtlco. Como se n3o lhe bostnsso justltl' car u. prl1:1uZl!l dc,ua motn polfti• co, a All~nç3. Renovadora Noclo nol •Inda bO Julgou obrlr.odn a promover o educo.çllo paUtico. utravl!:i do lnsli~utoe e Departn• menlos quo se e~tilo. criando. Disse o Inclito Presente Mêdlcl, com pond,rodo ncorlo, que o Bro:.il 1:1omentc: t1e rco.llzarl11 co~ mo utnD (:ronde naçl1o Qlll.Od0 a novo. ~orilçllo ossumlssc a dlre- çlo e.los scu.t de.5IDol!, A Allu.uça Reno,·ndora Nncio. nal. ntr1l'éz do t1eu programa de açlo partldfit io. deste ano, jd se dc-ct,!tu por ovidar esforços ao m' ,:lrno no st1ntldo dt dinamlz~r os sttorcs dirctuwcnle re8ponsâ'cra pdu concreUznç!lo pleno. de suo prloclp~l melo poll.:n. Tr~oacrito do cCilrln Mcns.o.1- ARENA - Fevereiro 1973 1 Pôsto e Restaurnnte Àgua Azul Agora com nova administração Gosolinn-Dl.sel- Tda liha de lubri.fico0t,s-Lnvogem- l Borrechorlo- ANBXO: Bem montodo Re,taurnnte A Locar te e ColDerclol -ServimoR bem poro •ervlr sempre ... Põsto e Restaurante Agua Azul RoJovln Sldrolii.odla-Morocujú-KM-1 No. Ul latis te, titli:to Já está cm Sldr0Jjndl11 o novo g<-rente do i':Hcrll6rlo d11 ACAHMAT Sr. Jollo L'lr.es Cupcrtlue, 26 1,no1 dH ida~,• tl nolural de Colmbl',1 ,Hall~ Gorais. O novo extcnolools• ln é formndo em A~roooml11 polu Escol.-. de Mfrloullura do Viçoso MO. e espect61l, zodn em Engenharia Agrlco ln !'.>lverslflonde. Chegou Jâ oolobornntlo, também, no e tor de ensino, lecionando rnRtemtHlon 110 ColE1tio Esta, nua!. Nossoo voloD do boos vindas e felfz permauencla entre nós. -XX- Regressou de Cuibá dia 19 JIP, o Pre[,llo Joi,., Lamu.1 de Souza que trouxe boRe rn tlc1us puro StdroUlndlo, Além do llbnnçllo de verbuü. Suu Excl.i. inda censegul, atru veu df> oonvl"nlo com ri Se crelorlo de A ,àdc. gublucl• médlou-dentárlo, médico, den· tlats, tendente conlnuo pa4- ra o Ho,pilol ElnJ!rla SI!, ô;!o Barbonn. Tudo rorà PUJ.!'' 1 c io Estado. Autc1·lormeole Ji'I " Dep. Rub~n Figueiró havln oon.eguldo umo verb, de crS 20.000,00 pura ,, r<'fertdG hos plto1. -xx- Estove em Sldr,,lfl.n·Jtn umn comisFClo de engenhei ros ullm d" ercolhc, o lcc,d ond" será construido n rutu ra estação rebaixador da CEMA'l'. Dentro de 20 mest-~. mnls ou menos, Sidrolt1nrllu es1uri recebendo ene,g111 elétrico de Ur.•1bupt1Lgé, t..· !D é umn noticln nlvi<•urelr11 poru a Pérolo de, Plen,Jto. Com .nergia el<'tr<on permn nente e 11bundante reulla coi so nova poderá surgir. -XX- Dln 17 ,pp. quundo se comemorou o !1c6quic•ntenàr rio de inBtuluç!lo <lo Fodel' Leglslotlvo Jlo Brcsll a Clma rn Muniolpnl rennlu-su 3olc- nemente. Na ocallo usarata du pulavrn o Sr. Prnslrlenle Alllvo Srud e o Verendur Paulo F. da Silva Ni,nte' que falaram sobre a drta fste jadu. /tis causo la, @u te Mata . V,:., () , t .. 'rad .' J} 1 I' •I. .f. ll l instante no eterno caminho da 4e t; ... , dl:L .... u tardo das tas «Api4 .. s··2"os. ««t.d«t II.as a obra do Deus! Suave mcfud10-·t M.J1tlt·L ~l' l'