TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº064_24_06_1973 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº064_24_06_1973Número da edição64Data de publicação24 de junho de 1973Número de páginas6GeoCoordenada -22.109815766134687 , -56.530950846172416 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº064_24_06_1973 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto NtElifl l<"uudr,dor ANO li ilhi! J?M IÍl!il J Jhi :;;,,---;$@- Liberdade com Responsabilidade Bol.J Ylsht - MT. 24/00/73 _ ...n:-·-:--- ili! Jh.Jhh $ Ili h~ -- iõi77 MATO GROSSO TEM URÃHIO !iollciaa oxlra oficiais diío conta de que foi Jocalizn da uma reserva; urnnllorn cm Moto Oro~so. L<:ssa 1esorvn, llegundo us moemas foutes infrmntivas, já estria devi dnnrn1Jl0 localiz1Ldu <, id1mll!icadn. Km bom ní10 posso ser conflrurnda, s11be-&o quo 11 companliia du Po,quisu do Re cursos Minorai, -- CiPE - estio trabalhando pata veri fcar ocorreneís minorls etn Mato Grosso. «Coluna do Jota Escola Rural sra Bl'VI ta. O Sr. Deputado 'Estadual Rub<ns FlgUth6, cm c1rh cumu· nicou 10 Sr. Prrlclto Municipal o ,eu pedido feio ao r. Sere tério d Educação do Estado pa na contemplação de Bel Vito com recurso do Sláro Educa çlO•Ouota F,du•I do Ex•rcldo de 1073 pra a construção de um• E,cola Rural com 211.970m2 861 noticia, quanto mais escola menos iletrado rzmo» A '.duc1ção, O tnsino p,oflulo• nal, ão as molas qut lmpultlO· nario te Pais ao completo d- 1<nvolvlmcnto, X X X X Expo11ção A 910 lndu,trl,I inter· nacion,1 de Bela V111,. O Sr. Secrcl•rlO de Agrl cultu•• do E.tido, Dr, P•ulo Coelho Machado deu CR$ 20.000,00 para 1uxll,o na promo ção da Expo,lçio, • 1 1 Exposi çio Agro lndu,trl•l lntun,clonol Bela Vlta. por Intermt 1lo da Pref•llur• Munlclpaf e o Sindica• to Rural. Te moa cutc;z:a qUe 01 ra· paz.o que tubtlham nfnc: mi,· ler, v.iO dar um ,how d, btlua no Parque d• ExposlÇio, O<>m novos atrativos, mols cxpostoru de aolm•h e produto, indu•trial1- 2ado1 r o que mais vai sUr· prccndu, certamente. slo o, produto, agrlcolu, que ji •pa• recc:m equl em quantidade volu mou• e de oualldadc ~,p,cial. XX XX Viaçio Molh No ln'cio do mês vindouro vai entrar novamente na ['nh São Paulo-Bel Visa essa impor tante Empresa de Transporte de Passegelros,"conforme contou-me cm Ponla-Porii o !<U Agente Executivo. Outa vtz. ela vem para va• ler, lr1n1p0rt•t:do puugelro, daqui o••• qu•lquzr ponto da q ucle lllncr.irlo, ,tê 530 P•uio, pol, não h,i m 11, nonop6lios que 4 prejudicava, fazendo seus luxuo,o, õnlbus t11ft91rtm daqui P. Por,i 1<m u;n 16 pan•s•lro, col,a lnconceblblvcl, au,ndo multa gente Hcava a espera de transporte. Quanto mais condução, m.lhor. A qualquer hora pode• ló ,e viajar tcnd0 ônibus na linha. Agua,d,mos • o povo dt.vr: p1csliglar csu Emprcu QU'! no, llgsri dlrtlam<nte com Sio Paulo no mtsmD d11. T c:r,mos josnals e cnComcndu prontdm•nte tranl:lport•dos por cua magnlflc, Emprtu de tnns .. Rio de Janeiro - O . de putado Vllm11r Pollls, d• A rena guansbarlna, epreaonln r, 6D Trlbunfll Reglon11l El1-l t•11nl da Gnannbsra, requeri· meto pedindo a cv8ação doa maodatoB do governador Chagas Freitas e do vlce-o veroador Era•mO Martins Pe dro, al~gendo que ambos dei xrm de upreaent11r a necee s, ris. deolaraça.o de beas no registro das reap•cUvas oandldaturas. o0tes Jota» X X X X Reservo de Box na Expo slcAo lmporlante fazcnd,1,0 do Estado do Paraná, te[egrelou ao S,. P,.f,1to Munlclpal sollcltan• do urgente pttÍtrtncia na rrur• va de 15 bax na Exposicio, a r• uus touroS que virio oportu· namtnlc. ' Bom multo bom Calor ta tuna#na hle Sr ssal» •Tenho certeza. afirma o deputado Vllmar Pallla-de que o TRE acolherá o rut!u Pedido e a11ulurà o mandato de Chagas Freitas. poli o Tribunal lei ;Induzido a erro por oo,al!l.o do regletro d11v oeodld11turae•. E acreacentou: •Foi porta11to um reglalro eleitoral lreudillento e, con- 8equeptemente a ele!ço de Chagas Freitas e Eras,no Mlirtlns Pedro nllo passou de umapanlomlna•. CAMARA FEDER l Deputado Ubaldo Batem tt e ne crolo~lo de D. Ahrlu nllll Loureiro Dhseurso pronunciado pelo Deputado Ubaldo Bar«m, na Se»44o },P"Ja 4o 4is is 4e Mo 4o O liENHOfl UBALUO BAntU (Sem revindo do orador Sr. Prc•ldcnle.'Sr•.'D•putado9 reel,tro. ncst.a oportunidade dolo roso l•to qu• enlutou a hmllla mato-grossense~ Trat1-u, do folecl• meato, ao, 102 nos de idade, n cld•dt· de O.la Vhtu, de D. Mria l!lla • Lour<lro. Naae<?u D. Maria Rito Lourei ro cm H de Novembro de 1870. Era casada om Afonso Loureiro dd Al:neld•, grande Jldor potlllco no decudo de l!n0/30, J!. lulecldo. Deixa dez filho vivos. Aelina Lourelro .. Port.o Carrero, 8ulomGo I..,ourelro de Almeldi., cn■ado com D. Marim Alveil Lourrlrt,, Rlh1 Lou' r.lNI, viúva do Jl~elon,o Plabolro, Concelçlo lour~lr• KoJna, vlüvu do Coa,taal!no DaU•I• Rojaa, Draa· dlna Lourel:o Oablolo, viúva de FeUx Gablno, Neuo Loureiro Mo rclu vtáva ·de Arindo Morelr, EII dia Loureiro do AltneHa, Alhoa! slo Loureiro de Almeida, casado com Jacy Barros Louretro 1 CcJJna Lourolro, casada com Tullo Morel• ra e ara da G!órl• ll4tllaul, ca• soda cnm Murlo B•tllaol. Como sempre, disse Mlrna, dando da ombros e a, D. Mri Rita' Lourelro per- ' creeoent~ndo-s.:mJ novidades tendo a um.a das 1alias pionei lgaa E em sllêndo segui ra• ,ue tundoram Dela Vbta. Rra r11n, as d•ias por algum mlnu proprlcldrlo 1• l'ozendo V~qullha, toa. sen1o Dlrce a 1• a fafnr: parada obrlgalórla de todos Ol'I vJa JaoLe1 que dcmo.ndavum .1 ltcpübtl Ctl do Pardguuy. Notabillzou-ae p~• La hospitalidade, apanágio do eu espirito bom e generoso, for un fazeadu, panaram tigur,ui ootúvcts do nona hlstórt.o. como C:indldo Mnrta.o• du tillva nundoo. Jo:1~ Franclsco Lopez. o Gula Lopez das Retirada da Laguna, e D. Aquino Corrfa. quando Go,•eroodor ele: Ma. lo Gros&o. Portadora de grn 1,dea virtu des 1cmcou ao longo c.le SU9. vida amor o bondade. Odx11 genro.,· róras, netos, bisnetos e tetranetos. que, ao Jado dos fllho,i e tllha, por m(m J.i u:eoclonodos. m11nterllo por certo 11 cbomA da honr::i.di!Z. probidade e bencmcrên..:111 por elR ateada. o. 11Arla Rita Loureiro soube enfrentar com invulgar co TgmTe _desprendimento todas as #±3% %:.:25 O ambiente isttJado e inóspito, lon' a de abatl!IB. perm.IUu fol!lsa rcvo• fada na plenitude sua grandeza de ••plrtto, lot?<?p(doz o 111,upltintáVOl ienero1ldade. Aul.m cooUnuou i±: ± .52%: :3:3": dc1conheclmeato de 11eu5 coacJdo.• ditos, ...%±..± ,%3 8% %.#."5..1% D. Marta Rlb Loure1N com acom· pa.nba.mento do'ctv&do·-nomero de penoas que Iam d:,:,lho o Ultim.> adeus. Em meu nome pcssoa.1 o no <!os dcmn.l!I compoac.atea ds Banca' do da ARENA de Mato Grosso, on vio à 1.imUlo. enJuuda a exprc.n!lo do mou ma.la profundo pezar pelo ocorrido. {O orador é abraça<:o). A-P JUVENTUDE NA LITERATURA O Drama Maior (Conro) lloll'nn Lopes (11 pean mal,; Jo,om de Jardim) Sob o cropõsculo mol~ uooo vez; VII& nova deupedh1• eo do um ala de sol e cnlor. Era m8s de novembro e o verllo reinava. Mirna tam b(jm dtepodit1-11u de seus psfn e lcm/loa e dlrlgla-&e oo colé• glu oude cur■ava o g1na11al. Ela la, frl!lz: poli o4 mo mentos mls logres e dees p,eooupadoa da vida. panava. 8+ no coléglo, com es asmt g.,~. LQ counegul& esquecer u lncomprseneão, !alta de a. polo e declloaç!ld de seua pala. A caminho do col~glo espe ra VII•'- todo a 05 r!IB! Olro11, 8ua amlga, sua melhor &miga. - OIA, DItce,"tudo bom? - Olá, Mima, tudo bom e você, como p&1ssou o fim Je somaoa? - respondeu-lhe º"ºª· - Sabe Mirou, nao que ro e3nr,bur-me pt1rfvocê, que ro pena contar-lhe como fol divlrlfdo meu !Hn de &11mnna sol que você e ente só a tdsce.uo, ebados d domingos. - f: :Olm, • diese Miraa, wns fico ooot,nte com você por ter-ie dlvlrtldo ha1tante. - Ah, sim, sábado papal ievou-m11.c0 bnlld e domingo tu e tule passeamos bas :untc duranle e, dia e à noite eu, puptsl " m·um!Ie lomoe ver o !llrotl. Dlrou conUuuava a com,r uR porm,nore■é Mlrna u qu.,l se dlgaava a onvlr tu, do na lado, quando de repente Dirce viu. que duas'.Jlgrima■ rol11va:u dos olho11 de Mlrua. Que fui Mlrna, te o teudi? Na.o Dlrce, nada d!seo. S que 11u gostaria tanto qae meu• pal4 !OSBem como 01 seus. - Eu sel Mirna e Jamen• to multo por yooê. - Meu pai continuou Mirna é servente, mas eu que• ria que ele oompreendesu que: na.o é só os ben~ mate rias que podem razar alguem !ellz. Mamãe tsmbém nas bo rae que mala eu neoeaalto de carlobo, em vez de aliar se • mim, eln torna-ae qua se uma inimiga. V@CE: Essa era um das tul. ta vror quo Mira falava de seus pnts, E com raro Eles não deixam di trr-e, ito ó passear, Ir d cmemu, bailo, e plqu1>nfque, negando tltó o próprio direi to de ser JOVBM. Porém Mir ou, preudeu asim a ser re- 11lgnada ,. ncellar lu1o Bem queii:ar-se do nadu, sondo uma garota eorpreensina 'o miga do lodos que del/1 10 aproxi ma em busca de 11ui:1Uo. Ti nha apeaa 17 anos mas j4' agJa õ pen,sva couio um adulto, vivido e ui:p•rlontt1. C que também diZla aem prc a Dlrce era: Não 11el ate quuodo Irai suportar tudo luo. pois até o rapaz de qnom eu mais g,sto perd!, porque meus pala não qutzersm aoolhr nouo namoro e multo mena■o pe dJdo de ons11menlo quo Ro• berto llz. - Tenha coragem Mlrna enoorojava-n Dlrco, Roberto vai e,pen-la. -. _ QaaHnada Dirca e, le,é noivo e ó desejo que e le wej feliz, como o é sgora. - Dluo nlla lenho cor ln:a dlt•• Dlrco talvez esteja noivo s6 "para tmostrer a 1eu1 pais qu, ele é capaz dl1&0. - O que não modlflca nads-responde Mira. Se ele tivesse opinllo nAo fari» leso. Pasur,m três anos de pois dtese diálogo. Roberto casou-,e multo brtvc e Olrc~ hã apenu algun,;mê1es. Apt- 11r d• t•r lutado multo Mlrna nlio contegulu dluuadl.r a d11eon!Jaça, a lrleza e o mo do de P•11ear de aeu, peJ, Era I1lba única e conto va a: gora %0 ano,. Porém um dia ao atravessar uma du c:nai• movimentadas ruas c!e Vl!a No va, !dfrn11 atlrou-10 &ob um carro em alta velocldadt. Foi socorrida em seguida, e nu, poh foram logo 1vizad01, No ho1pltal, !reotc a 1eu1 pais, Mlr:.a dlue - Pe_rdoem-m.e, ma• eu Dllo suportava mais viver, co mo vivi até agor., Espero que pelo menos compreendam meu prlmolro alo do rebcldla, e re- 0D81, Adeu1 papal, ad•u• ma mãe, que Isto sirva de llçllo • multo, outroa;pa.J.a. Mima morreu, mu nin guém a e,queceu. Agora sow pais são reslgnados e aalgos doa !ilha• do, outros. O • que ac(Janton tanta me1qulnh1:i com a filha q:;e tiveram. O carinho, apJ!o, co,,,; preensio do lmp...,,dndlvei, na vida dos jovec,. por par: te ele ICUI ge.nilDrtl. 2a Exposlslo Internacional Agro Pecuária-Julho de 24 a 29 Triuna da Hroatelrao --------------- Bela VJ,ta Pszda ? A GRITA DO POVO Brasinha na Escuta SõbrH o Jmp6sto predlr1I e torrllorlul urbano exagerado. Desfie o .f11lclo do oor• roole mês, vimo I notando o dheobor por qu3 pnesam· os proprletdrJoe dll tmóvetw ur banos deetn cld 1de. fooe o doepropóslto da Bllll dGB lm põstoa lançado .1 por11 eoe Exercido (noo de 7:1) polu Prefeitura Municipal, o que trouxe tambem trns de si a roaço dos cootrlbulnlce, oomo este que nos A4 contou (to contenns) de pr yv3nelas to-. m11doe junto 1:0 Exmo. Sr, Pres. do Repúb.Ioo, Governa dor do Este j ,. outmu !luto· rldadee do Legt lutlvo Fede ral e Estadual. Transcrevemon nn inte gra a oploi0o dt,!60 Ilustre cldodllo, quo d eceptc!onado, expõe com clor,zu u, auns amarguras pelo que está a contecendo (all&s Justas) e nguorda a■ providências solicitados. Estamos eolldárlos com ele e todos! os demls que nas mesmas condições so• Irem Imprevistas Injustiças. Tranecrovenos por ser opor tuno: " 1 • Po~sulr terreno nllo é crime. A ·pre!elturn Municipal de Beta' Vletn quer tratar o, proprietrios de lotes como quo nD.o meuçum considera ções e elm como réprobos que estejllm a merecer onulgos. Quer puni-los eeve rnm,nle com taxação lnoon ceblvel, à gul!a 1e Impostos territorial ~urh•nn. Quem oolllpra um lote de terreno é um cldadllo que quer progredir, ,quer formar um pP.trlmõnlo, quer nseegu rar o futuro de fomllla. pois ele no adquirir um t;rreno està danda o primeiro p11s60 pera ali formar uma resl• dênola. Se ele já tem uma e quer construir • outr11. tanto melhor. Eotã nllo eó ejudanao o progresso do lugar, mses lambem està ooope1ando pa ra quando chegar um pessoa dc;mudança encontre pelo menos a• poulbllldade de con •egulr' uma casa para alugar em breve. Nem, todos pódem, é 16- gico, construir a oasa lmedla taa:onte, mas:enquanto um cl dadQo possuir um lote de terreno ele acalenta uma espe. raoça, tem • objetivo, nllo é um derjuestado, qnem é um de,lludlclo. 2- Quem tem 011so pró pia de moradia , é um. cida dão enralzr.do, que jâ eetà formando um patrimônio e jà deu • apreçlàvel parcela de contrlbulçõea pare o progres so do lugar Presnme-■e que tenha ld éla de continuar a morar nu cldado Nilo deve Btlr mosaocrodo, enourroçndo para que e mudo pra outro munJclplo. Multo no contrá• rio: Deve ser motlvndo, deve ser Incenlvado Para cada vez mals trsbalhr para o eu prureso e para o pro- greuo do seu munlclplo '3- Quem tem cn+as de aluguel em 9clt1 Vista, êsae entno é um bcnr.merlto e me. reco o naxtuno up0lo, o má. xlmo l,.ccntlvo, pois aqui os cu diluguel aó dão ubo. recimentos, despeas e pre julzoe. SetveIr 98n cas98 c0- mo mui• uma p,ça na forma ção du ddudo, no seu de ienvolvimenlo. no teu pro- 1.?r0ii,u, e, nclma de tudo, ser vem puta a forço de no- vos Jures o pera ncomoda- renr os que vêm de outras regiões. 4-É conceblvel, é sdmis Flvel, ó necessário • que n Prnleituru uumenle n sua rrecudço, e, pra Isso, acresço pura o corrente exer• clolo 11111 tttnlo por cento 1,0bre o total pago pelos con tribuintes no eoo !IDlerlor. Nunca, porém. êase numeotu puúorá ser excessivo. O acréscimo exorbitante na taxoçilo dos tributos pro move o de,contrôle do orço· mento dc-mé•tlco, numenta conaideravElmente a toxa de lnllaçilo e gera o principio do caoa ecocômico, Ião deeutroao tão mléfico, aue por si só ó cpsz de produzir umo trens formação completa no •status vivendn» de um povo. Um pnl de fnmilla deogo,. toso. aborrecido, revoltado, .sa bendo que .:.üo poderá ••ldar o• lfUS compromlseosr saben do que n!!o pJderá comprar um remédio poro um !Ilho do ente, é uma c/olulo explosivo de grande seoslbllldade. Não se lhe de colcea porque ex plodtr. Os grandes e,ladlstas, 08 eminente, clenlutos que se de dlcnm aos sócio-econômico,, subem multo bem disso e tu· do lazem para· controlar a ln flç40, o maior estoplm da maior bombo que paira •ôbre a cobeça dn humanidade. O llusl,e benemérito Pre sldenle Médlcl. no seu,asc,n drado <1plrlto dó e.todlsto. de sdminislrndor culto. eficiente copnz e humonltário, tem pro curndo e tem conseguido pro roer o progresso, o dese volvlmenlo do Pala, Bem no tDtanto emitir, em hipó tese lgumo, ou descuidar-se de controlar o lnfloç&o. A determinaçl!o do bene mêrllo Presidente Médic.l poro quo a lnUaçno nílo ullrapas,e a barreira <!os doze por cento ao ano, em 19i3, é a malar prova de que ele, após longo, estudos om conjunto com os J1uslrcs ministro,, . chegou À conclusão de que é 11bu,lula• mente necessário, e de bom ulvll,e limitar ,a mlolmo pos• slvel a laxo lnlinc.lonárlo. Se os grandes mestres da administração, Presidente Mdi cl e Minhtro D,llim N,to, que promoveram.o atual milagre b,o ailriro, nos dão exemplo e no, ensinam • ,., comrdtdos, • re1- peitarmos heis que gum os frnõmlnos 1ócl0·tconõmico1, não serrmos nó, que Iremo, coope• rar para a dutruiÇJo total n•st• r,gllo da polltic• ,conõmlco•Íí· nancrir• da Gove,no íedtral. 5 -E preciso ttrmos em mente que Belo Vilta é uma cl• dade pobrt, com populaç;o ne sua grande malorlo constituída de gente pobre. Costelas mlrtbolantu n;;o se coadunam com • ,ulldadr do orçamento. da nossa gente, Banhos e dtvBnrl01 Ce uplrilos de grendrza não cabem no bolso do pobrtlro que aqui vivt, trabalha e sofre. Um dia, nilo muito dlstan• t,, aqui chegar,! a <nfrgla hidra· elétrico, Teremos cairas moder na• d, oito r.ndlmrnto; ltrtmos moag,ns de calcare.o, curtumrs, frlgoríflc0s ÍAbrlcos de calçados, d, brinqurdo,, de mõvtls etc. Então, no devido trmpo. ccncomitanlr:mlntc com o au• mtnto do podtr aqui11tlvo do povo, com o aumento; da_popu loçilo, tudo cr<Scrr,1 r.ipd,mente o progresso será acelerado, as const,uções serio aos milhares. as tran,a;õu rconõmlcu ,,,ão ao, milhõu, e al sim. A are cadaçio da tPrefeltur•, outom,lõ cament,, tu.; subido vo,tlglncu mente, pelo rtndimrnto de co lettvláade e nio pelo •umtnto puro e simples da taxação ti but,ria, 6- Uma grande parte dos proprietários desta cidade, de sesperdos com os lançamenlcs de tributos municipais com au mento exagerados, com cem duzentos, trezentos e até mais por cento 8ôbre o lotai pago no ano anterior, andaV•m ptdindo paru un! e outros tom&rtm uma p,ovidi!ncla a rcsp•lto, Ruolvtu· se então fazer um pedido coletivo levando o fato ao confe:dmcnto do liuslre P,uidenle Midicl, do, ilusliu Ministro Delfim Ndo Go vernudor Josi Freg,111 e de ou• lr•s peuonalldade• dos quais es- perem uma decisão humanitária consoante as condições de«ta comun1dadc. «UM BELAVISTENSE. BEL AVISTEMSE CLAMO:E cem a Liga Esportiva de Bela Vista Esporte é fator de união Dia 16/06/73. Clube Esportivo Belnvistense, abriu novam,ntc Buns portae pa ra recebar a Sociedade Be Javislease. Parabens ao di· nfunico presidente e sua e quipe pelo 1>cilhaotist.00 da Festa. X-X Prestigiando o Tradi cional lá e,tavam: Cleoniz Zanlr,•Hideck-Leida, Dr.Car finbos-Beatriz,)Abel Teresl nha, Éuock-Lecyr, .Alvair Cntnrinn, Avelino--Cefe.ste X-X Também: Sr. e Sra. Clóv1s M. Ofiv:?irn. br. e Sra. Ivan Costa Marques, Sr. o Sra Jurandlr Ferreira Tony-Nlclia, Longo-ArJene, e o Sr. Promotor de Rela Vista e sua esposa- X-X Circularam: Oraldo-Te reza, Edü-Elza, Jura e Si claey, Jaisan-Jnrema, Sandra Ba::eto, Edvaldo, Rosz Id, Ramão, Márcia. Dr. João Batista, Odócio e n nossa MIiss Cell J!elo. • A Assembléia LPglsletl v& de Mato Grosso·:- encami nhou ao senador FJllnto Mu ller, preslder.te do Congr.,so Naclooal, umo mtJç!lo di, con gratutaçõc., pelos estudos que estão Hndo reallzado,, na á rea federal.' vi.ando a remu nereçlo de vereadores. O au tor da mRt<!rla foi o deputa do estadual Ivo Cersózlmo, que: crntou com o apolo dos seus paroa. n MOÇÃO Nn Integra. ~•ta é a mo ção de congratulnçõee que o Leglslallvo ato-rrosense - cnba de nvir ao senador Flllnt<, Muller: ''A Assembléf• Legislativa de Afeto Gresa 1ensivrl aos ameies do povo que tem 4 honra de· represen tar, endereça a Vossa Exce lênc:.in n, mala efusivos cum primento pelo estudo que vem fazenoo, no sentido de pDsFJbllllar remuoeracão '103 Srs. Vereodores no Pais co• mo ,e,ribuiçào justa qullo ne cessària no exercício de suus elevadas funções, mandata rios q:;e- silo do povo º" lla: blto municipal e, nestas con '1ções m-broa do Gover no Municipal. Polltlco cunhe cedor dos problemu nacional, dolai!o de v!so ampla a jud! cios, no temo dúvida de que o e.tu 1o que vem ela borando alcauçar.t élato pleno màxme quando pretende Vasa Excelencia oomo acentua a Imprensa deste País, que o próprio textn Co..atrtu- X-X Notei num: bate pa informl ao som dos Plp CnpiLJlo Dourados-Nkc, D· H6llo-Crmem' X-X E .•. a Elódln Ribefro toda feliz no lado ao s&u b· ve . . ; 1 ! 1 Tudo azul ... X-X Legal mesmo, é ver o Lino dnnçar ... e .. , co• mo dança 11 1 X-X Mil fumncinbas ns ani• versariaotes da semana PP.) Zenaide Lino, e Arlcle 0devar Barbosa e Mar ' quito Barbosa e Joll.o Amí• dlo Viera que aproveito11 a ocnsiã::i para ficar noivo Casal da Semana. Ramão-Claudete. imaio aa Inatos: pio h A. Injili, clona! Federal '!lx, o• crJlê rios e condições de perc? çllo de sub,ldios p,Jos'iu. E dis, por certo, leal, eo conslderaç!lo n!lo só a pop;;, hç!lo de ca!!a munlclplo, "''i' outro sir, a renda m nolcfi,ll, evitando- em algu.nB caiol errus e abusos ocorridos n, pa><ado. Partlclplo dfr,t0 do trabalho do soergalmect<> !d•' células menores dentro do prlacfpio coneÍ-ltucion11I d• desceotrallzacao polltioo•ad· mlnlstratdvo ser.i norma cola• cidente com o, principlos d° Ju.tiça que O Vareador rec•· ba parcela proporclocal d 4 reoella orçamentária, cc%!1• retrlburçAo és deepe,u d.ueJII bolsad!le illaluaive com vll gen, pelo Interior de ,.ui munlcfplos, em muitol caso■, de vaata extenaao tertltorla. 1 • O L-.glstaUvo fatadual Mal0• gro,senae externa a VoiP Exelencla os mais .,,1uafdtl cos uplausos pela meritórl trabalho que vem .elaboraAd 0 Com &erie.iJade e acendrsd° esplrito pübIteo barca4e,f lraas(ormaçl[o cm reallü • de uma aspiruço jüsta d quantos exercitam a nobf Cunçlo de Vereaaça, em J111" niclplo• atualmente no co templadoa com corremo dl!Dte retribu;ç&o r-emoefll• tórl.t. J 'l'rlbuna rlu Froult11 .. Junho de 1973 J K O I S s f XP[llfNJ[ ) ·Dia 1 de Junbo de 1r7a, hOxla•I• 1rn, (11.i t1e 111 :1!1:!. dlo. qut, ue fclllerlrutS d11 Uha. de :.tJn. reu nun•SO,. p11ra' luvoeru riloH do ter .. IUMade, A IIh de Man está locali zndu nll Orá- Ur< tanl,a ciltlca. o museu d lha, ut.da urna prc• ciosa rollqul•, • 1 vro •Grond Al bert .. , e.acrJlo cm l,tll.u, l!"nncia, llr. cnh:o, behrou e nlc u!'io Ntm. o rtih Museum po f li um f'Xem. piar, 6 umu rarl ludo ol>lçada P•lo, etudiosos da Mfgl +, X-X •Exutumento .i meta noltt dn véspera de finados h pra 2 de U0V('lllbro) ulnumu.., fullllllae des· cendentes de italiano, no Hlo Gran do no Sut. costumnn, 11trvlr umn cela festiva os mortis da casa. Esr t1111 1.: um ,lo!I multo~ ('1 1 Humeit cbli-a. nho e iexpllcvel conservado# por eMsa colrja. u ripem, dever ver procurada ma toma unti,ga. qunndo o oulto do.-1 nurlnH ""-1.tin banquetes funebres ( !t•vlrtu Plnnl' ta Junho) X-X ·Os médico stvlétlcas estão u,ondo o ruido em .U.t1s~lrnn frc· quine.lo. pura Holdnr t ,:-10, pnrlidoH do cor?() humano. · Y-X 'SJl~llndo li P. 111,v .. l•ky. Oo takures do Hazislo (Indl«) entre º' QUBII nAo t:. ri,ro l'ICOOlrar ~º nboras de juventude eterna, que se dizem descendentes dirvtos do Sol (11urya-vonsop), Jurnuls so; meaclo.m Olll 48!1llllO, muudB.nOti o guardnin, por t.écµloe u Tio ti. 'CS· pora de melhores dh.3 p11r11 o, bo. ruttn•. oa lnnudltos lL'"'-0uros de lltntl ou doa •llnns», capuus dt! eclipsar ca malerca da hl:;tur13 E.s:,Oti to"ku res urya-vansus parecem possuir cmtlD lruns- ou Palil'tBS llâcic:nil, quo podem 1ualar in,taotoncamcntc no, tlcrus e outros nnlmaitJ. O!or Gruua o s,lvaa <io lliodusUlo) X-X •Aglodo aobu~ c6lulo.. e.mbrlo• nA.rlas, um cientista l:ODsc~ui rnbrl cor monstoY. Outro tuantcvc 'lvo, por -tS horas. um Cetu c.lc deZ e roemas, ton. do ütero m11torDO h..xlAte um opt1ttlho c:npoz de anuli z.11r ui funções dt1 pluceotJ. durnnle lodo o portado fobL Um cuaal podtrà, com u aJu· da clécia, ornur um be per t«e w@use O ·ELstem no m+-++ 35 esli J.!""• npestlf db mola laUlo&a ser a c..10 1:.~tto, porto do plnlmldc de Gi uh. A asllage tem sldo estudada por cenlODUli de pesttUlt1acJore1. Dela tiC diz que contem o ruumo dt, todo• os conhecimentos antigos ae aocloloi;la. p~(cologla. o leologJá.. Pierre Wcll 10.açou na Frnnça o U vro: O Segredo llu Ea:lfDRC, uma pos· elvcl rcspo1lao lao4.'!S illlcrroi;aç-õe:11. X-X ·usando cumpuU:uJrce e ra.los X, os.,Uouti11to ,da Unlvc.ri.ld.:idc do ±±. E%a: a reatdsde d·9ma eretese •'l.in.buoanco 6 a cld;1do mal& anUttt. da Terru e so encontra 110 1 1c.ru. 011 a.tbtos ava!lo.m sun Ido.do entre 15 (() mU n.oos. ?{rua otdadl.l. CI' lá a Porta do Sol. munu111cnto rli' tranho. coberto d~ hfcrói;Wo1. on· de o cnccuhrlro ttovh'.nlco Alo.xan- dre K.uuotJCY ldrnU(1cou um c:a leadarlo veoublaoo do 2:!5 c1lad. •o loelltnlb. do Ficç4o Clen' u!icn. .ApllCAdO., Dll Uniilo So•ICIUCtl o o grupo Al(TOROA, nu lob,'Tatc.r, ra cont1tflocn: ceou-os de d.UU840 do ldóiaK novzh,- X-X-X No taiLe ntre o Paleozóico e o Mesozóico (por conseguinte ha 200 mÍtbóos de' anos) um aconteci rnc·nlo,t.ósmlco devi;, tt·r l'.ltluencia' do a Vldu ,obre • tura; pula no' qu• lu tempo extin,, ulrnm l'e rm numero t . .o onur,nc ~spócle.1 um· mais na agua e n terra, que·não pstee coneblvel uma usa pura m,nte lcrrena dê>Ke nnlqull•m•nto ,m ,n;;ssu. No tmblo doa teo6me· no& hoje cunhe.01do1 pode-sa im,,' t, como única postbtltdade de um11 tol lnllu6uclu r<lHrnlc•, quu a n Terra f0se envolvidu por uma dosu l'IC' 1 ndo 'lle ro.tJinção cô,mtca. Coo cusa mi prorável de um tul roptutlno 1turnento da r-dloç.So rica ndmulto te o, aparecleto du urnu suw·mtiv.a próx1mà A Ter• ra, a p0» 1-.aut....• cxplo,aa ,de umo estrela, (Pseuul Jordan). 1 XX-XX A Clouci pesqulsou a es trnturn <lo u:,tl>ro alé nos íalllruo, •ulcott l' clrcun,·01uçõe.a conheco lhe uw dimeuoues e o péso, Las o tabe dizer purquo un homem se h .. r11t1. um J!CUlo e o oulto um tole X-X-X- ·u ?>t. UuV"ld .,SarnoU, conhe· c1du como cl:'uture•. progno,Lica quu dentro ue dez nno,, ciocor, p1italiblo tubérc:ulo!te, outro■tJag•• lo» du humupldhda terno pcrd.Jdo o liurror, i:.'l:utamcnte como bojo a, grades eptdemias do passado, a et e a coleta. X-X O llt. liclo, Lcbwaoo, do Unt'~tali..h,dt.! McGIII, previu. a iSu• clJb::rtu de umu drOitl qua d.Julp•• riu r.. t1i;rcl'l;,I itludu. uma pJlult1 uutl tesão. X-X-X Nu Un!vcn,Hlade de V!t1n1.' tcr.snrnc.J, o U1nuor Ou Facu.Jdade de Mc<ildao, Pro!. Ô. S. H•Jn• do' tionvolveu uma. ecnlca para manter mulher gravida cota eu obdome c P1!lvc cm uma tenda. de plA1Uco. uu. quu.l H. preuao é rcduz.1du por uma bomba pól.fll um qulllto da. prCb5lO utmo.i,tc,ku, UDl Wélodo a que Olo tlcu o uomo do tle!tcow, pro::u1üo, ou uxlgcouçü.o laUt.l. O uutam•nto 6 lcltu <Jurante mola lloru. dllU't~ uo~ tllllmot1 dez tJlu do Crti.lact e .UJc10 dod 11'bu.1Aos de parto. A redução de pressão lJo utcro Coi plt:l~Judu. para rcdu• t s dotes do parto e também ajuda o ague materno a circu.r malt, liV"rcmcolb. O l.'ru(u1:11or l:ie.)'o• tlcou :;urprt. co<1Hlu qu.i.odo, um uo após uus experencius, come' çou u. rccebt:r oouclu.e du m4e1 de que 011 tu::u, hlbo.:i nascidos ois eais coudlçÕt!• crum c:::pcci•lmeute ttellzetes e lacaente adianta' d0d IIID bt!U 1.h~bC(l'olvtweolo (lllco. Logo e verificou que luns des es bebês uperoxigenados eratu realmc:uto iEXcq,c.looa.11 como AAU Ocrtel, quo r~apool.l.Ul uo lule(oae nos 1:J tncSCb e. luh,va. quatro ldto m.u, uo11 tn:a anos.. X-X-X- NOSSO RECADO: 11,,pcrar o lnvisl•cl com o caplrllo aberto, fiem 11rcconcchos e adotar n pu• qultin. doa fe.nOmeooc. lmparclaJ• mente. ó 1evcr do bomem có.smJco luvistense, nossa época exige umo muulc hvre • .nGo adote pen.a· me.ato~ a.cg;a.t'01. o muado que 001 r-odclu é rorç::i. ae um conjunto de vontades., aUc-so a t:!Ua correnta, cm!Uado ~DJJ.amontes de pa.i:, amor, proxresio e união, 'ido e, queças: A mu.n.clrtt. como peas.a.R, re,. percutir. Eeu modo do viver. DRACO fmprêsa Irmuna ~a fronleira II. 1Mrnrnsa - rueucmnoE e.o.e. 03201261 Dretona Maria Estela V. Prura uJDHHAL» « THIBUHR Dl FROIIEIA» Edit<>r-Ch,fr • Col.boradorti: Ivafdo Prr,lr• Dlvt1101 Rrd,ç;o • Adminl,tr,çiio Rua Bar,lo dt Mtlg,ço S/N Bola Vlnla Auinatur• anual C,~ 50,00 Dc'n•I• Município 60,00 Propogondu Indicador P,oli11ion,I 8,00 ;;,o, cm d, <:oluna Prim,ir, pá51ln1 13;00 por cm. Ültimo página 10,0Q por c11>. O Jornal não e responsabili za pelos cnccitos ,mhldos •m colunas assinadas. @.;.t-@} 1 01 pegunenlO•, de prcp,gsn do,, a11,lnaturns_e publlcaçõos •ão recebidos adlecludomect,. : Este Jornal é composto e impre.;so nas Ollcinas do •Correio do Sudoeste .. Mt. ----~ Precisa de Taxi? CHAME ANTOHIO Fone - 216 Cla■se -Coaíõrlo- Segurança ·ANTOISIO-PootA> do Taxl N• 3 E iNl M , · G l . Colchões de Mola e Espuma • Travesseiros de ovets em ern ' Espuma - Máquinas de Cpstura <SlNGER> BELA VISTA , MATO GROSSO Livraria e Papelaria Progresso Papeis. cm geral. 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A llu,10 qur só ern sonho, podia ter. E então minha imaginação voava, dando asas a todo meu amor oculto e cri•ndo situaçõu do perfeita felicldade entre nós, ma, a0 acordar eu cala na tite rea. lidade de saber que meusísonho, eram'"impoulvcfs de acontecer. Hoje eu ainda ronho • , . sonhos de remorsos, de angústias me pzrguntando: Por que 7 Se antzs eu sonhava com o lmpossivrl ,u tinha al9un,a eape• rança regada de fantasias de mi nha alma enamorada, de que tu do um dia se tornasse r,Blld,õe. e, hoje eu sonho na certeza de que nunca» vai acontecer, Porque ? Porque meu Deus? cu ndo tive coragem? Per qut cu não te confessei o que tlnha no coraclo 7 Oucm tRbr a sorte me sor• riria e num sorriso tu diuu que aceitava, meu -,mor 7 Agora é tardr. • todo ar rrpendimento é Inútil. Vocf. Morreu IH morreu Hm nun• . S. APA De Alfcu Batista Gomes Plea-Azulejo,-Lnv11tórios-Madelra 211rrada-Lad1llho&-Tljoloa-Clme11to, 'l'elh&,-Ar<1la-Manllhas-T111taa -Caixa D'agu11-Ferroge111- Temos Tudo Para Construir Sua Casa Rua Voluntnr1os da Pntri!I - 1082 Fone-133 Jrho Pá tl • Loteria do Estado de Mato Grosso Agua filial em Caracol • Avenida. Brasil S /H Direcão de Alceu Batista Gomes ·N6s acom pan~amos o progresso do Sudoeste A ca rabcr que cu te amava. E t para voct que tu ,, .. crcvo, ,~ e:,uu,r Um melo de vo e! ficar sabtndo. deve. uistir tanem um meio de me rupon• drr. Ou<m sabe um dia .. , Eu espero. E espero que se não Hór possivel realizar meu sonho na terra, quem ,,bc cu Possa. a teu lado ser feliz no Ctu li 1 TÉA (T4nio P .. qu•linl - J1rdirn) Gêrmlo doa Subtenente, e Sargentos «PEDRO ROFINO• - Fundado em 09 de abril de 1961 - Oficio n• 01. Seo. Circular Bela Vllta - MT, em 30 de-Mala tle 1973 Do Presidente do O S S P R ao llm•. 8ra. Diretora do Jornal •Tribuna da Frontela• As»unto: Comunicação (taz) 1. Compre-me levar ao conhecimento de V S, que to; empos,ada. no dia l? de malo de 1973, :a nova Diretoria desta Entldude, para o exarclclo de 73/74, 0~11Stiraida na seguinte ordem: Presidente -- 2 Sgt Al(ntdo Loureiro Vlce-Preaidente - 3" Sgt Geraldo PJato Sobrinho 1° Secreár!o - 3 Sgt. Isaac Er:aga €11:npo■ 2° Secretário - Civil Hildo COl"Ollel Vledu t• Tecourelro - 2° Sg Odemar !ledelro• 2° Te.ourelro - 3' Sgt.Jorge Cartapattl 1• Suplente - Civil Waldemar Leite doa Santo■ 2" S11plente - Civil Jo■é Glaneyr Flore. BlbUotecário - 3º Sgt lvll José Rodrigues Dlre_tor ao Dep. Têcnlco - 1° Sgt Adonla F. da Silva Presidente do Coa,. FlacaI -. 2 Sgt Sebas1o A. Senhorie Secre:1ria do Cone FIscal 3° Sgt Eutráso Gaiteia ~: Voga! do Cone. Fiscal 3• Sgt Annlndo A. Roasato - Voital do Con■• Fiscal 3° Sgt Jollo Lur:eno de Je,aa. 2. Sem outro motivo, aprevelto a elliejo para renovar 01 protestos da mal, atenda consideração apr1&e1111J1do 11& 11081118 • Cordiais SaudaçOe, Alliedo Loureiro - 2° gt Pnlldantc do &ssPR - ANO II Bela Vista, 24-06-73 No. G4 U -- .. 1u M til Mali e a [tal l1si lvnldo Pereira Tribuna da Fronteira solidaria com o Jornal O <cMunicipio» da cidade de Amparo SP. O Jornnl ,() Município• tralrnlho evolutivo de um da cídode Amp iro,- 110 Es- Jornal. algo sujeito a domo tado de Sã 'Pilo, uva hçórs. Destialidado. Quan t•ma lutn coulr,, o Pt~•feito du uma Adwínislrnção não nom<,ado dnqn, ln (·idade os• ncowpanha ns dlrilrizes Ira• !Ancin, O Prefeito nomeado çadas pilo nosso insigne da turistica citado, Pro- Presidente. ola ostli sujeitn meteu massacrar o Jor, a crittca5, mns, ., •Chefão> nal mandando um trator de AmpHo, uão aceíta 1t Arrnzar o prédio, omlt.1 crltí~a o ptocura demolir tunclona o va'e11h1 orgio o~ quo impedem o seu cn- de imprcnsn. mínbo dc"•t~atoristn•. O Diirio de Limolra», Nós militantes da Ím· tambóm!solidárb com' o pe- prons~ fnteríora1m, jornalís quono -gronde jornal, pu- tns JNl' ldc1il, na maíoría bhcou um artlgo a reapeí- das vezes 1:screvendo, pro to da urbitr11r1etladc prnti- pagando e díslrlhufndo o cada pelo •pllrlóllco> pro- fruto de nosso trabalho, ví fdto: ... A Luta de ,O Mu- ~audo,_i.dwa do tudo es niciplo• pa:-11 sobreviver clarecor us massas, uiío n com dignidade, é dupla- coitamos o uso da força, mente simbólica. De um la- para fazer culnr um jornal. do, ela nos cole a todos Nós que aceitamos a perante um 'drh mu dilirlo e Hcvoluçüo do 1964. como nacional: a batulha que os dofínílívn e restauradora. não municipios travam pura pre- adlwítlrnos AMEAÇAS 110s servar o que resta da sua homens de Imprensa. nutonoml:i e de suns tradi- Nós que não admill ções como centros de con- mos erros das admíoielrn vivio democrntico. De outro, ções em troco ..'!e favores, 11 resist~ncia ~:i pequeno não aceitamos a imposição jornal a um prc!eito hUto- de ldélns anli-demacráticas: crítico vale como exemplo Nós. qut encaramos o oferecido a grnnde Jmpren- o joroatlsmo como fator prf- 1 1 1 mor,Jiel da formaçlln de opl- aa nac onn • Ela merece II nlões, nar.. podemos admltlr solidariedade .:!e todos o,i BESTIALIDADE: jornais do Brasil que não -:ir; Nós, que nao uzomo, o perderam O senso da reg- jornal em beneficio proprlo. ponsabilid:i.de e dos valores nllo podemos aceitar a ARBI· éticos inerentes á missüo da HARIEDADE de um mau bra- ellmo. imprensa. Pelo Brasil afora Nós. que entendemos o proli!etnm prefeitos como mensagem do emloentl' Pre ésse. Fatos recentes, am pia- Bidente Médlcl, no pronuncls mente. divulgados'. pclo co- menta •Jogo do Verdnde., não 1 O E podemos concordar oom a rajoso jorn!I • ;, stado de al!tu !e do prelelto de Ampa São Paulo•, comprovaram ro, o por nllo coooordarmo&. que até na cupula:de Ad- lançamos o nosso brado de ministração pau!istn, por SOLIDARIEDADE. Prossiga •O exemplo, impera uma men~ Munlolplo•, eatamos ao seu 1-1· • lado. "' idade em. tudo semelbon- Saiba. sr. Prefeito de Am- te à do grotesco tlronete do paro, que O jornal, O jorna Amparo. A contestação não llatu, o jornalismo silo ele ó admitida, a critica· é re- mentoa delermln.intes nu vida cebida como afroata, o di. Individual como coletiva. ne alogo_ 'ileºmoc;álico, tido por llhnmn pessoa; n,rnhum ou d , clco social pode passar sem csa110 9UbveraiTo.,. (Dl:i.rio eles, e alaguem tem o direi- de Limaira). lo de uzar meios orbitr6rloa Pcnsavamos que 11. Rc- para calar a voz da lmpreo vo!uÇào de 1964, tivesse es- aa. Jornal Sr. Prefeito, o tirpado. dos administrações ldél11s; Ideias vlv111 que nllo . os folsos brasileiros, mas. podem ser demollda3 por tra tores. •O MuolcJpio• està elea:•teimnm•::·em continuar tno•traii:!o o vlor de seu, no mando. Nossa imagina- HOMENS do imprensa, na lu çlo s6 pode ser superada ta para preservut 'os Ideais pela ropnlsa •que tal bo- demooràtlno, o merece o n- . polo de lodo~ os orgiloa de múaoulo desperta. Arra- Imprensa do nosso estado. sar um prédio onde lun- •A luta pela liberdade ciona a redação de um jor- de lmproll.la eempre foi lrma uel. 6 lnadimiasivel no atual nada ao aper!dçoamento ru guverno. li oonttaria na nor. lstu das democracJs,, contu :! . do nuncl de1vlnculada das llll.l! emocraicas,; dcfend:- nt-oeuid~deo dti controlar seu, das pelo nosao glorioso E- llmlt•• na procura da LIBER xercito, e por nossa ím• DADE COM RESPONSABl prensa livre • sobsrana. LIDAJ>E (E,cola Superlor de O ditador de Amp,aro (oito Guerrt,) anos no poder) ,nlo àcei- . •lmpren&a quarto Po:iu du la criticas e conllidcra o Democraclu• Ubaldo Barem Verbas Federais Deputudo Fedem! Ur. Ubol1o Burém d,atlDll vcrbno do su11 cota pessool opcuoa do :Mlr.lstérlo ria Educuç3o parn esl!< munlolplo de Bela Viola, como nbulxo de,crlto, bom como parn oe munl:lplos de P Porii., Amambay, Jguateml Aquidnu9na, Brlo de !!0!g - ço, Campo Grunde, P11rua~1- bll e Rondonópoll9, pois no v~rb11s ainda d11 suo cota pes FOBI do Mfnlslerlo do f'iuoe Jamento serllo llber11tla• no egudo semestre do corren te ano. Bela Vfalo: B11nellclênolB Hoap,ta lur de Bela Vista CrS 13.000,CO Socied11de Evung•l!o" ,Je Pcoteçllo aoo Deanmpur•dn< do BPlll Vlst'l 5.000,00 Escolu Poroqulnl Santo Afonso 5.000.00 ?orb Murlinho Escola Nossa Senhoru das Grçus 5.000.00 Pavlmentxçllo de Estre. das de Rotege Ainda na Cllr.11re Fede rol o Depuluflo Dr. u::, ,ldn Sarom pediu provl•iéncla• n,, Sr. Mlolslro dca Trouapurtcs pnra a sbortura do concor rcnclos pero a p•vlm•ntoçúo dse seguintes uolrndne: BR 163 Rio 9rflbante Dourado,; UR :JiS- Dour•dos Peranavol e DR 070-Culsbà Caceres. Go!lamos Imensamente do emp,nho do ncso talento e es!orcudc representante na Cà moro dos Ueputsdoa, semp,e rernlvendo orublemns vitais pa"a o desenvolviauento do nosso E,tado. Com a pnvimen toç1o da rodovia-Dourados-Pa ranava1- i;rdtlcam,nle Mato Grosso ligado ao Sul do Pais diretamente pelo Estado do P•· ranó sem n,ceasidode de f■zer o volta por Epltàclo no E,tn lad o de Sao Paulo imi lira te lia«toro Mobrn! (Mc,vimemo Brosileiro. de Alfabetização) lnnçou o grandim;o concur so ''Prêmio Mobrnl de Ll tertura", com prêmios de 15.000,00 para obras ioódi li,s em· todo território na cional, Os intcre5sarios devem solicitar maiores informa ções 110 ugenle de Mobili zação do Mobrnl: Jo;é Ro nnldo Teixeirn-Run Jouquim co. vite A·gr d- bi .i Mortinho 2.300-Cnrnpo Grande Mt. Os jovens bela TÍ~enses e jardinenses de "ªm pnticiparem, pois 11. literatura 6 n alm:i de um povo, e sua mais alta lor ma nc comuuieação. Oca ai Athan-lo Loureiro Jac turra: lmbruç agrati l de convidar ete cluu.sta e wphor para -tiros no uh Paroquial banto Afono mo ato fra terno da Irr.ilias cato!! o que per!ódiamente fazem ats reu n.os do Movlretuto Cristo o.s Prtucpsio de desse«das pe óas desta dade- os rol ta, Go,!tl 1:rnito du• 1iot1r. ., ho raa daquele convivio de alegrias lntc:n.o culto o. 1ê e , rença em Deus. Deque o no»o m'go Bafom: qu(I com rnuftl dr:J'!Uvoltu. r11 clirti1Ju o, trubalhod coroudos <lo hilo, , A rt.Jolll Iatrnclo era Õ'lr 111:1t1 ootkl.t ,tmbolfca lóiobr~ o ül'l~ mas o our D Jacy ['ar os Ir mao,, d-llb.rd ler oqullo que elu dl»se sobre a - Esperança Instada. V. Jacv Ct}dCu-mo HCU e.ocrlto- EoU!o minha ldtln mudcu. psra que fosse transcrito nesta coluna tfio l'lCprurlvo quao belo dt,curso prorcrJdo ;ior es.a ilustro e culta cfam• de nou3 •ocleaado. Abo!IO, 31 belM, e 1>1omeolo eas paJovrtu <lc JJ. ,Jacy: • Meis amigos. estamos no til de Malo: O mes do Marta-ma dns flores· mts das mies. mês da .ü.perallÇIL Parece-me que no cor.çao materno onde pars e aninha a e8s Pl'MDCU· Mf:S DAS MA l::S Pe,;o-lbes um momcoLO de Ellcaclo em memó• ria de nossas mies (do Athaaslo e minha que parlJram deste mundo nc,Lo rnê:r :,, inlnba raz Jubt~meote doze unob). Falei-lhe mCr da ESI ERA.N' A trago lhes uma mensagem o bre u esperaça essa palavra bo, alta. platad,1 de v,rde e olmbolizll um Ideal recon!.orLJ uma fé nos dá força de vencer.. Onde ha um dt!Bejo b.i um carr.inh,', e 14 t:nWla. est:1 a E.spe" rJOi_.il, t>.s--se ponto que r-econbece mos dentro do JJós, ma, que só existe com 11 força de urna ló viva. No aianta termos um ponto de psrtd1 +e io edtivermos Jm" buldos, cheios de espennçtl em atingir u Ium. E,t.o. esperança que scnUmos to intimamente ver de una fonte quo no:t lo.CuodY a.e.i;;u.raoça. é su. perior nós, só pode vir do Bem, este ser supremo que é Deus A, Espcrooço ô o próprio BE.1.1, ela oa.o provein o MAL. Idea1Jz1mos, con!lamo, na espera, nI promes,a, somente do que é bom. Sendo bom é nm bom, ó Amor. Nos momentos de uíllçLlo na dór, nas horas do desconforto da :;~paraçGo, no infurt;,.nto, no aban" doco dos omi,o,, lá e,tá Ela, sem' pro nos acenuada com a sua gtonde promessa: Espera... Quando pensamos que ollo mats 5uportarcmo~. eu1Ao, atu vem a grande graça, {a prova de amor que ó nesse monento recoobece' mos. tudo passa, momentos e horaa 1las virão, melhores, trazendo a fe licldt:t.dc. Horque só damos Valor a..s cousas que amamos qusndo esta' mo, na c.mloeocUl de :>erde-.las. l::s!e f.acho do luz que nos invado, marovllhoso de p,u e se renidde nos renova para a luta. E com ela, com o au& compu.nhit1, ~aportnmo.:1 e cspr.ratros. E que é c,sa força? •<:n'1o 11. rc. o E.tp1ril.Q e u Graç11 de Deus qu~ nfio nos :ibondonam até o fim? E umr. :i:l'liçn lc••gotavel. é u atlaoça de Deus com os seus Ulhoó. Só '"Slori@amos o Esperança quando nos liClltlmos completame.a• to loCcllzea é ne&SC" oa;e qu9 Deus no, rc"'clo, o secumos que sc.m· • s1mo População Espera que Sul cumpra o pre eistu no nvnso l to, t 1o li. r e,heemas o- 4 t .., ta e inpot t!a Se n&o con!tu;e4. e pio reconhecertgs trsa tatus qu ptoem d de Deu, para conoto, en!4o, e4 tanas tomnp'etamente drrtata 1!!ttes. Deus iuturde-tos Eype. a a 4tnr t da Cé, f. precio pedir s Iwus le para waber enfrentar a vida, eptlo al etá x espvrançn em tua or±de Se ndo fo,e.nus animados por ena luz, como pod raros h iar IHll<l tanto~ atlllivoij proble,raJ< (IUO DO..i lltJJJi:tc/ A descrença, a desesperança nos torna covardes. Nada e constroe eti tvpe. rauça. Essa crença é um ideal e somente por um Ide! nos eter. amos Intensamente e, e«e «frço trfl.l conteut1t.01euto con~li!(O rne--a.o e • culorl• 187. rccom,ç,r • Juta,< porquo ex:Jste u füperan1;,1. As lembranças que r brilhAt!t cintilantes em nos+aw vdgs +ão 01 do:t mornt".ntos apafxonantu dr. apllauç:io de nouao encl'JIJU • 110 momtnló• do swper'Jçio. O que a Juveotudo de 110 1 Jr, cbel11 ,lo lnlcllgencla. • carla,I dde? wenlo a nossa eperança da tutuanhà em um muodo mefhcr • mais humuno, de,d• que cad.a u,a de nós nos l'forçumoa e TU dar o qoe ••i• a menor p11rcelo de nossa ! e Amor. O 1iroprlo Cristo viveu 11 u perao~., de prome'>All de K-eu Pai, sofreu a morte atroz na Esperança de u:no grande Prom,ua de JIJ. dooç4o. !cobuma força bumana seria cnpnz de cxlln11alr o Pnder ::>Moo / que habitava oa humonldtlde dt Cristo unido o Esp.rito de Deus o corpo do Heobor ;.devlu nect.!lit: riatete resussltar e, Ele o Hho de Deu8. Cipt:nu·a a eua rcsurrer çáo. Num momcnlc, na h ott. Prv eslllbellclda Jrr,,mpcu Jc1u1 do 1e' pulcro. ro1iontc, glorlo,o e lmortnl A morte' deixou cili 0 eu lmp~río, a Juz trJuo!ou das treva5. Era " boro aocfod11 pdo& Dlulpulos. pelo• acculos. a borJ aguardada peln E.!J>'IN109a. Um novo dia começou: O primeiro de uma nova Pé-de um.a. nova Esperança, de um nevo Amf entro o, homens e as,lw a ,no!.l.l fé su reveste duma espemnça qn.t •e tuodacnecta. na verdade,. J.o.aba• lavei. onde ganha •entldo e equlll brio. Je::iutJ rc,uulton e ao, qu.e o amam aoe que o S-eQ'Ue.m ilue: .%2.%0 cb.1~15 o a mão DO lido: Sou eu ✓ me.Jmr,, que venc! a morte. • Ide e ditei a todos os ho mens, que vou para meu Pai e Vosso Pai, para tu Deus e Vos so Deus.- Na casa de me, Pai tem multas mon.dos e eu "'OU ndtaotc pr-~pc.rar-vos uw lugar' e, os que o a.mam o s;c;iue :, aeli[uem. vivem e confiam nau d· pernuça. Todo..s a! coi,as parece:, oovn6 como o~ madruga.d& .d• Crieçlb. • A E,peraaçs é 1>>-Z. e lmcnJS p:u; que 11<! renova em aurora• v'f. bn,,:-r,, de Uni4o • !r11tunlda<ie e a.mor RolistA 1eiga: J•cy. B. V. 31/5/i:l. Exemplo• vJ•l!lca.ote par• nr homrts que pcrder&m a I.6 e.m si mesmos revigorar a wegura7ç3 que nos da s esperaça, aan" há nobresa de corsc:5:o e ee -.~ em Deus. de Jo::n .Tola Jardim Vlasão Cruzeiro prometido: do 1 Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº063_17_06_1973 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº065_07_07_1973 Voltar para a lista de itens