TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1342_11_05_1993 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1342_11_05_1993Número da edição1342Data de publicação11 de maio de 1993Número de páginas8GeoCoordenada -22.108543455483815 , -56.5357599374774 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1342_11_05_1993 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto # DIARIO REGIONAL MIO ;!l 0 1.342 l I DE MA f O J) E J . 'J'J J DIRETOR: IVALDO PENEIRA PRIMEIRO CIMPEONITO DE .. FUTEBOL SENIOR, li B CIMPEI 1 1 J 1:1iJOcic1çuo /t lé-ticn Danco do Brasil - BD - de nossa cidade, promoveu o lo Cam peonato de Futebol Senior de Bela Vista , iniciado em Fevereiro deste ano e encerra cio no úlltmo r;.ibaclo, dia OU, o time da ca sa (AAD) venceu c.1 bon equipe do "Pucotão" pelo placar de 2 1 e ficou com o tltulo n uma partida bastante disputada. Paro o Presidente da entidade, Getulio l,ino l'ilho, a promoção do lo Campeonato de rut.ebol Scnior Leve por objetivo incenti - var a prfitica do esporte entre ex-atletas belavistenses e simpatizantes que por moti •:o de idade estavam deixando o desporto de lado, o canpeondto contou com a participa ~º de oilo equipes com os jogos acontecen do sempre aos finais de semana no excelen te campo da sede da //BB, às margens do Rio Apa, / - '... às.,-- AABB - Campeã do 10 Campeonato de Futebol êenior O Presidente da Associação Atlética Ban co do Brasil informou também que dentro dos próximos dias estarã sendo iniciado - ::ais um campeonato de seniors, desta feita c a idade limite de 35 anos no minimo , ªº contrário do 1 o Campeonato que teve a i ade mínima de 30 anos para os atletas 'queremos dar a ooortunidade de participa tão aos atletas mais idosos, o que com o liite mínimo de 30 anos ficava mais difí- .9Engenheiro Dina srco, da Sccrc ta - "? de segurança P- ca do Estado es @ve em Bela Vista - ~ st a segundá-feira, ª 10, fazendo le - ?3tamentos das con ?toes do prédio do -~ Pelotão de Poli - a y: :, 'llitar visando Iher subsídios pa- ra que a sua reforma seja concretizada. Através de convê nio assinado com a Secretaria de Segu - rança Pública do Es tado a Prefeitura M~ nicipal comprometeu se a fornecer a mão de-obra e o Estado - entra com os mate riais necessãrios p~ c i l devido ao rituno mais forte apregado nas par tidas pelos atletas nesta fa1xa etária" - disse Gclulio Lino Filho à reportagem. / 1/BB contou con os seguintes atletas durante a co:npctiçiio: Jtudney, Biba, Baca - na, Robson, Ruclney, Getul inho, Hermes, Ca pacho, Bctinhó Dasso, Vitor Vieira, Carlos Nu~ez e Romildo, a claoslíicdção final [01 a sequinte: lo lugar - /1DD; 20 lugar "pacotão"; 30 lugar - GRAJ (10O RC MECJ. Pacotio - 20 lugar na competição A equipe do GRAJ, terceira colocada ra que a Policia Mi litar de nossa cida de tenha melhores condições de traba - lho com a reforma do prédio que se encon tra em precárias con <lições. • O Comandante do 29 Pelotão PM, Tenen te Villasanti, acre dita que a obra seja iniciada o mais - breve possível. (Sd PM Cristaldo RelaçÕes Públicas 20 Pel PM) . INFORME TF Página - 08 1 ,tu 4e e5 3 ° n p;. Leilão Clube IA 11/11/93 - REALIZAÇÃO CLUBE DO LAÇO DE BELA. VISTA E LEILO BOI OCAL: PARQUE DE EXPOSIÇÕES RIO APA do Laço 1 J,i t•i·- 1 1lo 1 t ve qrand repercu ao n u ielrio,l porque uma das ví iras ra a esposa do] 1 urr. do~; 1:i,1 iG conce 1 u-.dr.; • Ad ·09 td ,•, c..l i o 1 nito e vamos relatar o episódio nos mini 'mos detalhes. Dona Neuza Inês Saut (40 ano), ero sa do nosso amigo e Advogado Dr. Gil Mar cos Saut, passava a maior parte do te po na cidade de Campinas, cuidando dos fi - lhos que estudam. DESAPARECIMENTOS 1ISTilRIOSOS Quarta-Feira da semana passada, la saiu de casa no final da tarde e não rx is retorncu. Devido a longa i.lU5~nc1i.1, a Polícia foi acionado e teve inicio u·;, 1 - movimentada investigação. Nas prínciras indagações soubc•r.in qu0 Dona Neuza havia pego carona com e Juiz de Direito Dr. Edson Amado, de quem era amiga da fanilia, que dirigia um Monza~ zul, Chapa BIIL-6445. Todavia, o ,Juiz t.1r1 bém estava desaparecido e o caso tornou= se deveras complicado. ASSASSINADOS À TIROS No decorrer das diligências localiza ram o Monza abandonado debaixo de um Via duto, mas nenhum vestígio do Juiz e de Dona Neuza. Dai por diante houve um grande apara to por parte ds Autoridades, onde., até helicópteros foram utilizados. Realiza - ram uma "operação pente fino" e detive - ram seis elementos suspeitos, conhecidos da Poléiia como assaltantes de pessoas - granfinas. Ao serem interrogados dois de les "abriram o bico" e confessaram que haviam assassinado as pessoas desapareci das e os corpos estavam escondidos nau= sina São João, no Município de Araras. DESFECHO FINAL As autoridades foram até o local e constataram a veracidade do depoir.ento. Cada uma das vitir.as foi rr.orta com do is balaços. O corpo de Dona Neuza Inês Saut foi - sepultado segunda-feira passada, en Curi tiba/Paranã. - Nossas condolências ao Dr. Gil Marcos Saut, cujo lar foi enlutado pela violên cia da cidade grande. 71º Leilão Apa Corte llt1t 13/05/93 - REALIZAÇÃO SINDICATO RURAL DE j BELA VISTA E PORTEIRA LEILÕES RURAIS ~ : PARQUE DE EXPOSIÇÕES RIO APA PARTICIPE! E REALIZE BONS NEGOCIOS Roney quer os meio-ios s ruas asfalta.as Em contacto com are portagem esta semana o Vereadbr Roney SimÕes,c!o PTB, ressaltou a sua preo cupa,;âo com relação a não implantação atê agora dos meio-fios em várias ruas asfaltadas do Bair ro A.ritonio João, partin do da rua Santo Afonso , o que pode colocar a per der um trabalho que le: vou meses para ser e.xecu tado, para Roney' "o que está faltando boa von tade, o asfnlta=ento da quels vias públicas cus tou o dinheiro público~ a Prefeitura Municipal - pssi todos os equipa - Tentos necessários para construir os meio-fios. Ver. Roncy SicÕcs , _ PigLna - 08 Auto Elétrica Bonito Do: t+!d sr #anuncio ''rindade Venda do peça oletrica, bateria novan e rcondieionndans, consertos de r·olor< do partidat, dinamos e alterna <lor<·'I. Pap.ide, perfeição e com qarant ia- absoluta. Mt de viajar , leve eu - caranqo pato er checado pelo profi ionais da NIto-Elétrica Bonito. Rua 79 de Maio , 922 1'011•' - (OG7) 25'í-1JJJ bonito -- 1'; 40 Graus Drinks Bar l De: Lniz Curicaca r'oi inauqur ado à Rua Luiz da Costa r,citc, 1910 (onde era a Farmácia do Pe dr inho), o A400 GRAIS DRINK' S 111R, e u111 enLabnlcelmcnl.o uconcheguntc pa.ra quem put:1 a f lm elo elencontrair. nonit:o - M ·Mercado e Casa· • de Carne Sadià De. Jnlonio Cuuanova Dois entubelccimentos junto um do outro para melhor atender a grande cli entelu. Secos e Molhados em geral pelo pre ço maio camarada da cidade! /o lado está a CJSJ DE CARNE SADIA Carnes de suinos, bovinos, frangos patos, linguiças mistas,queijos, ba nhas, torresmos, etc •.• Fone (067) 255-1475 Donito - MS VISI'l'E-NOS E COMPROVE A IMPLANTAÇÃO DO BALNEÁRIO MUNICIPAL o /' J ! • () • tardo so cor' n .. Imnt r lo t t u r 1 1 ir.o ' i;r ~~ oonlo de or'o Martinho , Bonito, Coram i, Coxim,o+c, outros atlo criando a es " tr tura nocasa ia para in centivar o turi .mo, sr dá- vidas uma arani o,e d renda e gerador de progres uo e desenvolvimento nos M! nicipios onde ele explora do, bontn vrr o movimento - reglctrado cm Uonito por e xemplo, nan 0pocaG ri" tcr.po rada, quando a população da cidade proticam~n < dobra - devido ao grande fluxo de turistao que procuran aque le vizinho Município. Em Bela Vista t0moo o - das as condições necessá rias para criar a infra-es truturo adequada e oferecer condições de fazer do turis mo um meio de Cltploração - das nossas potencialidades trazendo para cá riquezas - que muitas vezes são ieva - das para outras cidades sim plesmente porque uté hoje= não temos nada a oferecer a título de turismo. Os requi sitos exigidos na explora= cão turística são facilmen te preenchidos em Bela Vis= ta, para começar temos uma boa rede hoteleira, indo desde uma simples pensão a té um Hotel Três Estrelas - com capacidade para receber centenas de pessoas;a praia l .. ., ui, ond boa vontad prcisar rui'o rcarnos, pode or - contr[do moderno 1a! n. rio "unicipal, m poacc topo, acredit , e i n••f' ..! '1monto estaria dardo reto. no à toda comuni' de, pois como e sabe o turimo movi menta diversos c .ores de a ividades, indo desde a Lanchonetes, bares e clubes até os mercados, postos de gaoolinu, borracharioo,ctc. Importan.e frisar tarbém 1n nocsas potencialtdaci0s - pesqueiras, o Rio Apa é cor ciderado um doe maio pioco sos de .oda a região, além de v~rion riachoo e cõrrc - gos adjacentes que possuem peixes das mais variadas qualidades, corno o Piavus - su, Curimbatú, Pacú, Pinta do, Piraputanga, Dourado , Jaú, etc ... prova disoo são ao centenas de peixes reti rados iícgalmente de nossas águas e apreendidos pelas - Polícias Militar e Flores - tal durante .o período de Pi raccma, oportunidade em que pudemos observar e fotogra far um Jaú com mais de oi - tenta quilos e cerca de qua se dois metros de comprimen to, além de centenas de pi tados, dourados, pacús e ou tras espécies. - RlO ;:. , to s ruido h róis d. qu i (e be qu te abandonado moe que po r rcuper.+dom, bsta dia- roi;ão para i so), t o vi:inh cidado do ell a Paraguai, soprada ape nas por um ponte, lá pod mo encontrar produto portados das mais variados marcas e o cassino ranto Par«guti, um chamariz irrecusável aon turis' s enfim, temos aqui todas ar cond iões de pronover o do. senvolvimento do turismo Pela Vista precisa com; r a pensar grande, vivemos novos cpos e os novos te pos exigem um povo com men. talidade vol ada para o !u turo, CdGO contr5rio corrl" moo o risco dr perder o bo~ de da história e de ficar: nos parados no tcrnpo,cnqu<ln to outros Municípios avan: çam solenemente rumo a mo - lhorcs diao para o seu pc - vo, temos excmploo vivos a qui, bem perto de nós. e possível sim fazer do turismo uma realidade em Bela Vista, basta vontade - política e dispo:;ição de se us governantes, para ir I luta, deixando os planos e projetos de lado e partindo para a ação objetiva. 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Filiado à AD.JORI/KS e ABRAJORI Preço do Exemplar Exemplar - NÜtoeros Assinatn~ S atrasados -.. emestraI Assinatura Tr 1,__ =estral crs 1s.000,00 / Cr$ 20. ooo,OO Cr$!.SOO.OOO,O~ 1 Cr$ 100.000,0 __..,,, PONTO E CONTRIPONTO Flashes 1 1 J CARTILHA II PRECONCEITOS II. IVO GOVERNO AMERICANO Do m·mo modo, os democratas também insistem ·m sua antiga cartilha, com o que deverão agravar, com o tempo, o quadro eco +mico interno e eterno. No caso dos democratas americano cartilha tem vários capítulo obre o "liberalismo" moral. São l JiLf'r,ü•1 frc~rn1ooivo?) ~rn qu0Gt:.Õcn ,~orab (nom,2açc:io de E•□bica por er lésbica; admissão do homossexualismo nas forças ara - [da; revogação da probíção de uno de material colhido nos abor ·1 ,s "]NJ,1i•;" p.1r,1 prdduç<JÕ de rnccJicamonlor;, .:10 rar!Gmô tc•noo çfue os ecologistas tentam impedir o uso de cascas de árvores cento 'nria para produção do remédios contra o câncer). São,tambén, intervencionais sm questões econômicas (programas sociais que aumentam a burocracia estatal, reduzem os investimentos e, con equentmente o nível de emprego o o potencial do salário). E uma mistura que nega o "eupírtio amcricilno". f: significativo o Artigo do ox-prcoident:.c Rcngan, na Folha do são Paulo do dia II de abril. A argumentação de Clinton para aumentar os Impos tos obre a classe média (depois de promessa eleitoral em sen Li do contrário) lembra a fala do Governo Itamar, sobre o mesmo assunto. O Brasil faz Escola. Até a Rússia quer imitar o im pcachmcnt: ... PERFEIÇÃO DO MERCADO A perfeição do mercado é um falso debate. Sou objetivo é a eficiência: alcançar o melhor resultado com o menor esforço proporcional, com aplicação da int:.eligéncia criativa. Não é certa a acusação de que, para o mercado, não existe o social. o mercado é social, porque se destina a atender as nccessida - dcs do consumo da população, gerando empregos, pagamento de im posto, etc. Não quer dizer que não possa ser distorcido. Para que fosse perfeito, a sociedade precisaria ser constituída de homens perfeitos. Não é portanto, o mercado que é, por nature za, imperfeito. to homem e tudo o que ele faz. Os economistas e advogados também. O que é imperfeito, por natureza, em rela ção ao mercado, é o seu controle, seja pelo dirigismo econômi co tecnoburocrático, seja por monopólios, oligopólios ou ou tros ajustes, privados ou estatais. USO E ABUSO A confusão dos t:.eóricos socialistas do século XX decorre de não distinguirem o uso do abuso. o uso é agir segundo o que é inerente à natureza de cada coisa. O abuso é valer-se dessa coisa para distorcê-la, usá-la contra o seu fim ou buscar nela o que é secundário, ainda que importante, em detrimento do que e essencial. Essa confusão entre uso e abuso tanto no campo mo ral como no econômic9 leva à pretensão de eliminar o uso como forma do evitar o abuso. DESPERD!CIO. ESTATAL OU PRIVADO Ao longo da nossa história, o desperdício é a maior causa - da zisria nacional. A cultura do desperdício irresponsável a limenta a corrupção, porque em grande parte se desperdiça para cobrar comissão (compras e obras inúteis). E além de se perder remédios, equipamentos hospitalares, obras abandonadas, gasta se com o armazenamento e, depois, com a própria destruição das aquisições quando ficam· imprestáveis. Ninguém em regra, respon de, no setor público, por esses danos. É sub-produto do Estado Burocrático,· qualquer que seja o Governo. O Ministério Público km poderes para ini·ciar ações de indenizaçao contra os auto - ~s de desperdicios em todos os setores da vida publica. INFLUENCIA DA TV NO COMPORTAMENTO DA SOCIEDADE NOVELAS E ANÜNCIOS O interesse de lucro a qualquer preço costuma esconder o Sol com a peneira. É o que acontece quando se quer isentar as n~velas e filmes da TV das culpas por grande parte da demoli - ao dos costumes e suas consequências no ãrnbito da criminalida de. Os males sociais, inclusive o assassinato, existirão sem - Pre, com ou sem TV, rádio, etc. Mas a propaganda do abuso, do corpo e da alma, repetido sob as mais variadas formas, confir ma Goebells quando sustentava que a repetição dos abusos acaba sendo aceita como se fosse comportamento normal. Todos os abu Sos repetidos tornam-se "normais". "Para beijar alguém, é pre C.tso transar?" pergunta a menina de cinco anos ao avo, segundo depoimento de um almirante reformado. t possível considerar be nemêrito quem propaga tais anormalidades aos quatro ventos? C~ g será a sociedade do futuro, que os programadores de TV es - tão forjando hoje? ABORTO E VIDA O assunto se tornará atual com a revisão constitucional. O mero bom senso, confirmado cientificamente, demonstra que, a Partir da concepção, surge a vida humana. A junção das duas cé lulas é o fenômeno gerador da vida humana. A partir desse mO - menta, nenhum outro fenômeno é necessário para que o aue. não Fa passe a ser. Basta não interromper o processo vital. Na : 0 ncepçao se define tudo o que.constituirá o novo ser, em ter s físicos e biológicos, fora fatores externos e o uso que fa a do dom da liberdade. t, ·portanto, o aborto, crime. E hedion o. Porque cometido contra ser indefeso pela própria mãe . TO SOMENTE TORTUG SUPER ' lese ++ O!AR DA S. ZAIA REPRESENTANTE PARA PELA VISTA E REGIÃO PRODUTOS VETERINÁRIOS/SAL MINERA, AVENIDA 'l'EODORO SATIVJ - 1429 BELA VISTA - MATO GROSSO "O FONE (067) 439-1274 O ME' HOR PARA SEU RFBANHO ! Ipanema f n octas sr-e-e- = zc = =zc z : :- ANUNCIE E VALORIZE Ó JORNAL DE SUA CIDADE JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA DIÃRIO REGIONAL ,_,,__ PREÇO DESTE EXEMPLAR: Cr$ 15. 000, 00 . ---=======-===-========--====--=====-==========-=-=---------1 Confecções e Bijout:.crias ADULTO E INFANTIL Diretamente do Rio os últimos lan çamentos: conjuntos de linho, jeans. Roupas em malha, shorts, camisc tas, pijamas, calcinhas, bermudas, res e modelos à escolher. '/, RUA CONDE PORTO ALEGRE, 368 ,4 • FONE: 439 - 1846 lZ. . · FAÇA-NOS UMJ. VISITA" OS MELHORES PREÇOS DA C,IDAD BELA VISTA MS TUDO E JEANS COM O +ELJOR PREÇO DA CIDADE ! RUA CONDE DE PORTO ALEGRE - FONE (67) 409-1165 / arrua AirrICOS E COCPll ! DIQill"IIS ±3 TUDO E HODA INFANTIL, DE 0 À 1 MOS. RIJA DUQUE DE CAXI.AS (AO LAOO DA FARMACLA DO JAIR) ENXOVAL CONPLETO PARA SEU BEBE ! 0TIO ATENDIMENTO, VISITE-NOS E CONFIRA Pousada dos Viajantes DE: ERNANDE PAIVA MlIDANA Apartamentos * Comida Caseira Sua casa em Porto Murti AV. LARANJEIRA, 387 FONE: (067) 287 - 1119 OS MELHORES PREÇOS DA CIDADE! PORTO MUR'.i'INHO ...: MS ------- --- releitura Municipal de Antonio João 1 • r., l . 'J 'J'l ur furcio d Saúdo, m o qu d» põe o Artigos - nl.a do Município do , ·l At. 30 "caput" e Parágrafo Dnico do Art. Ih0,· a o itui;ão federal e $ 17 cio Nr . ' Con tui;ão do Estado de • a trou o do .t". ilc AIu d Oliveira, Prof sita Muni ir«l d Antonlo Joio, Estado do Mato Gros o do 3u!, FAÇO PER que a Câmara Municl p.) aprova eu sanciono a equinte Lei: PT1OI - DOS OBJETIVOS Ar'.1O) - Fica instituído o Conselho Mu ni.cipal de Saúdo (CM), • caráter perma - ente, como órqão deliberativo do Sistema nico de saúdo - US, no âmbito Municipal. Ar ,29) •• Sem prejuízo das funções do - Poder Loqis1ativo, são competências do CMS: r •· tlr>finir ,B propricdadeo de saúde; J I •· 1•nt·,11){'1Pt:<•r ao ,liretrizcs a serem ob ervadas na elaboração do Plnno Municipnl de Saúde; Ill - atuar na formação de estratégias e 110 controle da execução da política de saú de; IV - crit[.rioF. parn a programação e para - ao cxecuçõco financeira e orcamentâria do Fundo Municipal ele Saúde,acompanhando a mo vlmcntação e o destino dos recursos; V - acompanhar, avaliar e fiscalizar os serviços de saúcle prestados à população p~ los órgãos e entidades públicas e privadas integrantes do sus, no Município; VI - definir critérios de qualidade para o funcionamento dos serviços de saúde públi-· case privadus no âmbito do SUS; VII - definir critérios para a elaboração de contratos ou convênios entre o setor pú blico e as entidades privadas de saúde, no que tange à presl.:içâo de serviços de saúde VIII - apreciar previamente os contratos e convênios referidos no Inciso anterior; IX - estabelecer diretrizes quanto à loca lização e o tipo do SUS; X - elaborar seu Regimento Interno; XI - outras atribuições estabelecidas em normas complcmcnt<lres. C/PlTULO II D/ ESTRUTUR/ E DO FUNCIONAMENTO rt.') -O r g r Jinte dispo,içôs, arou morbro : I - O exercício da fação d cor iro - não orá remunerada, coneid como serviço público rele@an ; II - os membros do CM5 s rão ubs'itaídzs cano f Item, em motivo justificado, a 3 (três) reunioon consecutiva ou É (i l - reuni6os in ercaladas no período do 12 m ses; III - os membro do CM poderio er ubs tituídos mdiant solici ação da entidade ou autoridade rc□ponr,.:ivcl, .:iprc:>u<>nt.<.!dJ Prefeita Municipnl. Art.3Q) - O CMS terâ a seguinte campos! cão: I - do Governo Municipal: a - um representante da Secretaria Geral; b - um reprcsenlante do Departamento da As sistência e Promoção Socinl; c - um representante do Departamento de Finanças d - um represenLante do Departnmento de Obras e Serviços Urbanos; e - um representante do Departamento de Educação; f - um representante do Departamento de Saúde. II - Dos Trabalhadores do SUS: a - um representante do SUS no âmbito Esta dual; b - um representante dos prestadores de serviços privados contratados pelo SOS; e - um representante das entidades de tra balhadores do SUS; III - Dos usuârios: a - um representante da Creche; • b - um represent.:inte do Lions; c - um representante da Associação do Bair ro Penzo; d - um representante da Associação do Vila Nova; e - um representante do Sindicato dos Tra balhadores Municipais; f - um representante dos Trabalhadores Ru rais; g - representantes de·Escolas Estaduais de 10 e 2Q Graus h - representante da A~sociação do Cortjun to Habitacional Guarany; i - representante do Clube do Laço. § 10 - A cada titular do CMS corresponderá um suplente. • § 2Q - O número de representantes de que - trata o Inciso IV do presente Artigo não será inferior a 50 (cinquenta por cento) dos membros do CNS. Art.4Q) - os membros efetivos e suplen te do CMS serão nomeados pela Prefeitura !'.unici pal, mediante indicação: I - das respectivas entidades. § lQ - Os representantes do Governo Munici pal serão livre escolha da Prefeita MunicI pal. ~ 20 - o Diretor ào Departamento de Saúde e menbro nato ào CMS e será seu Presidente € 30 - Na ausência ou impedimento do Dire tor do Departamento de Saúde, a Presidên - eia do C:-1S scrii. assumida pelo Suplente. sr:çAo Il - DO FU!iCIO,l, MEri".'O Art.60) - O CMS terá scu funcionamen o regido pelao ceguintes norma::;: I - o órgão de deliberação máximo é o ple nário; II - as sessões plcn5rian serão realizadas ordinariamente a cada mês e extraordinarin mente quando convocndas pelo Presidente ou por requerimento da maiorin de nem. mem bros; III - para a realização das sessões será - necessária a presença da maiorin absoluta dos membros do CMS, que deliberará peln maiori~ dos votos dos presentes; IV - cada membro do CMS terá direito a um único voto na sessão plenária; V - as decisões do CMS serão consubstancia das em resoluções. - /rt.70) - A Prefeitura Municipal presta rã o apoio administrativo necessário ao funcionamento do CMS. Art.80) - Para melhor desempenho de su as funções o CMS poderá recorrer a pessoas e entidades,mediantes os.seguintes crité - rios: I - consideram-se colaboradores do CMS, as instituições formadoras de recursos huma - nos para a saúde e as entidades representa tivas de profissionais e usuãr'ios dos ser:: vicos de saúde, sem embargo de sua condi - cão de membros; II - poderão ser convidadas pessoas ou ins tituições de.notória especialização para assessorar o CMS em assuntos específicos; III - poderão ser criadas comissões inter nas, constituídas por entidades membros do CMS e outras 1ntituições, para promoveres tudos e emitir pareceres a respeito de te mas específicos. Art.90) - As sessões plenárias ordinâ - rias e extraordinârias do CMS deverão ter divulgação ampla e acesso assegurado ao pú blico. - Parágrafo único - As resoluções do CMS, bem como os temas tratados em plenârio , reunioes de diretoria e comissões, deve - rãa ser amplamente divulgados. • . Art.10) - O CMS elaborará seu regimento interno no prazo de 60 (sessenta) dias a - pós a promulgação desta Lei. Art.11) - Esta Lei entrará em vigor na data de sua aprovação, sanção e publica cão, revogadas as disposições em contra rio, em específico, as disposiêões da Lei no 455 de 07 de Agosto de 1991. Art.40) - são atribuições do Coordena dor do Fundo: I - preparar as demons~racões mensais da receita e despesa a serem encaminhados a Secretaria Geral. II - manter os controles necessários à e xecução orçamentária do fundo referentes a empenhos, liquidação e pagamento das despesas das receitas do fundo; III - manter, em coordenação com o setor de patrimônio da Prefeitura Municipal os controles necessários sobre os bens patri mon1a1s com carga ao fundo; - IV - encaminhar à Contabilidade Geral do Município: a - mensalmente, as demonstrações de re - ceitas e despesas; b - trimestralmente, os inventários de e~ toque de medicamento e de instrumentos m~ dicos; c.- anualmente, o inventário dos bens mó - ve1s e imoveis e o balanço geral do fundo V - firmar, com o responsável pelos con - troles d= ·execucao orçamentário, as de monstracoes mencionadas anteriormente· VI - preparar os relatórios de acomoaclla mento da realização das ações de saúde p ra serem submetidos ao Secretário Geral·- yrr - providenc • • - ' Institui o Fundo Municipal de saúde - Geral à ar, Junto a Contabilidade (FMS), embasado nos Artigos 86 e 87 da Lei . di o Municipio, as demonstrações aue Orgânica do Município de Antonio João-Mg. n -guem a situação econômico-financeira . • • .. , • gera do Fundo Municipal de Saúde; Nilce Alves de Oliveira, Prefeita Muni:ci VI.II- apresentar ao secreta- · G 1 1 d A t · - -1 · rio era a a- pa e nonio Joao, Estado de Mato Grosso-na ise e a avaliação da t - do sul, FACO SABER que a câmara Municipal ca-financeira do éunao ]z???g %%,, aprova e eu • · . •d t icipa e Sau sanciono a seguinte Lei: e ectada nas demonstra~ões m • d IX t ... , enciona as; CAP!TULO I b - maner os controles necessários so - SEÇÃO I - ·DOS OBJETIVOS l~e conveni~s de prestação de serviço pe setor privado e dos empréstimos feitos Art 1) · . · - para a saude; - • - Fica instituido o Fundo Munici X - apres t Pal_de saúde que tem por objetivo criar 6 t6rios a ao secretário Geral. rela diçoes f:nanceiras e de gerência dos recur- produção a panhamento e avaliação da sos destinados ao desenvolvimento das ações privado na f~erviço P:estado pelo setor - de saüde, executadas ou coordenadas pelo Se terior; rma mencionada no Inciso an cretario Geral auxiliado pelo Diretor de DeXI - m t partamente de Saúde que compreendem: p roa<? o controle.e a avaliação àa - I _ . _ _ . . . . 0 as unidades integrantes da Rede . o atendimento a saude universalizado Municipal de Saude; . integral, regionalizado e hierarquizado, ' XII - encaminhar mensalmente s e~a·- II • • 1- • • • G , ao ecr - ª vigi ancia sanitária· rio eral, relatório de aco h t e III - a vigilância epidemiológica e a5e avaliação da producão ae "??mhamen?_- de· saúde de • t • • : dos 1 R d · 1ços pres in eresse individual e coleti- Pesa tecle Municipal de s, ia vo correspondentes; , Paragrafo 0nico -o e,, ""· .a a- rv-e coro1e e a risca1zacse aas as., dor do éuão será exercia_ {i;;; soes ao meio ambiente, nele compreendido O de Departamento de saúde. ambiente de trabalho, em comum acordo com==========------ - as organizaçoes competentes das esferas F -------================-==- deral e Estadual. e Gabinete da Prefeita, em 27/04/93 Nilce Alves de Oliveira Prefeita Municipal LEI NO 504/93, DE 27 DE ABRIL DE 1.993 d Ar .2) O Fundo Municipal curá subordinado diret nte ri cera! do Municíio. SE;70 II DAS ATRIBUIÇOFS DO SECET IO CERA Art.30) - terir o Fundo Municipa a1de e estabelece políticos d apl ca çães dos eus recursos em conjunto com Conselho Municipal de 5a@c; II - acompanhar, avaliar e decidir obr a realização das ações previstas no Plano Municipal d uáde; III - submeter ao Conselho tunicip l do - Saúde o plano de aplicação a carao do fun cio, cem consonância com o Plano Municipal de Saúde e com a Lei doe Diretrizes orc 1 .. men árias; IV -- submeter ao Conselho Municipal de Saúde as demonstrações mensais de rccci ,, e desposa do fundo; V - encaminhar a Contabilidade Geral Município ns de~onstrações mcncionadao no início anterior; VI - nubdelcgar competência aos responsã veio pelos estabelecimentos de prestação de servicos de snúde que integram a rede municipal; VII - assinar cheques juntamente com a Prefeita Municipal, ou com quem este dc,1e gar poderes para tal; VIII - ordenar empenhoo e pngamentos da despesa do fundo, juntamente com o Dirc •· tor de Departamento de Assistência Social IX - firmar convênios e contratos, inclu sive de.empréstimos referentes à recuroos que serão administrados pelo fundo, com anuência da Prefeita Municipal. do Parágrafo Onico - As atribuições cons tantes dos itens acima mencionados, de responsabilidade do Secretário Geral, se rão auxiliados pelo Diretor do Departamen to de Saúde. - SEXO III DA COORDENAÇÃO DO FUNDO CONTINUA NA PÃGINA 05 Prefeitura Municipal de Antonio João ;,l.Çl() V O RECURSOS DO F UNO U1E1O 1 [J•);J W.C1JílSOS rJ !11!iC . !P()(j /r:L.',P) - :;::io r,,cni.tdo do fundo· - a transferênclan oriunda do orçamen to da iqur idade Social da União, corno rJ,,_ correncia do que dispo o Art. 30 VII da C0Jl!JlJIUJ.Ç,JO clu Hcpúblicd· f r •• o:; rondírn'.:nton e on jurar; provc11ion - te de aplicação financeira; TIT - o produto de conv6nioo firmudo~ co~ ouLr,u; cnt:üladori íinuncoiran• IV- o produto da arrecadação da taxa de fiscalização sanitárla e da higiene, mul - tnn c_Juron do mora por iníraçuo uo 1 C6digo sanitário_Municipal, bom como parcelas de arrocuduçuo de outrua taxas j5 inatituídas 0 daquclua que o Municlpio vier a criar· V - na parcoluo do produto da arrecadação de outras receitas próprias oriundas das a t~v1dadcn cconomicas, de prestação de ser- viço e do outran tranofcrôncias que o Muni cipio tenha direito a receber por forca ai Lei e do Convénio no setor· VI - doação cm espécie feita diretamente - 1 pura os te fundo. : §_lo - As receitas neste Artigo serão depo sitadas obrigatoriamente cm conta especiaI a ser aberta e mantida em agência de csta bclcc1mento oficial de crédito. $ 20 - A aplicação dos recursos de nature za financeira dependerá: I - da existência de disponibilidade e fun cão do cumprimento de programação; • II - de prévia aprovação da Prefeita Muni cipal. SUBSEÇÃO II - DOS ATIVOS DO FUNDO Art.60) - Constituem ativos do Fundo Mu nicipal de Saúde: I - disponibilidade monetária em bancos ou em caixa especial oriundas das receitas es pecif icadas; II - direitos que porventura vier a cons - truir; III - bens móveis e imóveis que forem des tinados ao sistema de saúde do Município; IV - bens móveis e imóveis doados·, com ou sem ônus, destinados ao sistema de saúde; V - bens móveis e imóveis à Administração do sistema de saúde do ~unicípio. Parágrafo Onico - Anualmente se proces sará o inventário dos bens e direitos vin culados ao Fundo. 0monstracd ão e p la leqi a,ão + , 3 - As d,no'ta prodúzld'.'.;•; J i ,l(1r, , '1o VI DA EXECUç1O 0PJ1w" 1 ; 5UPF;TO I • DA Art.,lz) - Imediatamente pno. a pro» 1-- 9c..1c;5(} do. Lní ,Jr.; Orç ..... , .. rn' ... , 'refoit4 Ma nicipal aprovará o quadro do cotas 'ri es trais, que serão distribuídas entre a u nidades execu .ora do istona municipal de saüdc, quando for o c~Go. Parágrafo único - As co as trimo+ris poderão ser alteradas durante o exercício, obccrvados o limite fixado no orçamento e o comportamento da sua execução. Art.13) - Nenhuma despes será realiza da sem, a ncccasãrin nu oriznç3o orçilm0n= tária. Par5grafo único - para os casos de in suficiência e emissões orçamentárias, po derao ser utilizados os crit6rios adicio nais suplementares e cspcciuis, aulorizu dos por Lei e abcrtoe por decreto do Exo cutivo. Art. :!.4) - A despesa do Fundo Monicipul de Saúde se constituirá de: I - financiamento total ou parcial de pro gramas integrados de naúde desenvolvidos pela Secretaria ou com ela conveniados; II - pagamento pela prestação de serviços a_entidades de direito privado para exccu çao de programas ou projetos específicos do setor de saúde, observando o disposto no§ lQ, Art. 199 da Constituição Federal; III - aquisição de material permanente e de consumo e de outros •insumos necessá rios ao desenvolvimento dos programas; IV - construção, reforma, ampliação, aqui sição ou locação de im6veis para adequa= ção da rede física de prestação de servi ços de saúde; V - desenvolvimento e aperfeiçoamento dos instrumentos de gestão,plancjamento, admi nistração e controle das ações de saúde; VI ~ de~envolvi.mento de programas de capi tal1zaçao e nperfcicoamento de recursos - humanos em saúde; VII - atendimento de despesas diversas de caráter urgente e inadiável, necessá - rias à execução das ações e serviços de Ar'.») - A ocução cit as proce,ser ;ão do u produto na s no • L . Art.16) - O Fund turlcipa; se saúdo - terá vigénci ilimitad . Art.l7) - Fica o Poder Executivo auto rizado a abir cr6dito adicional especial no valor de Cr$ 1.,000.000.000,00 (hum bi 1hão de cru:oiros), para cobrir a dopo. as de implantação do FMS, que trata a presente lei. Parágrafo Cnico - As despesas a soro atendidas pelo p,esen o crédito, correrão a conta do Art. 43, Parágrafo e Incisos da Lei Federal no 4.320/64, Arl.18) - Tis rv<'nt.u,,ig co;:1 ü c•xrcuc:io do presente a o correm à conta de dotaç6- es próprios do orçamento, suplementadas - ao necessário e no que couber. ,' rt.19) - Ficn aprov,,clo o orçamento do Fundo Municipal de Suüde ao Município ao l_ntonio João, que cslüna a rcccila e fixa a despesa em Cr$ 1.000.000.000,00 (un bi lhão de cruzeiros), conforme anexo I e II , desta Lei. Parágrafo Onico - Fica a Chefe do Po - der Executivo autorizado a abrir crédito suplementar até o limite de 401 do total ào orçamento aprovado por este Artigo du rante o corrente exercício, d conta do Art .. 43, S 1, Incisos Ia IV da Lei Fedo ral no 4.320/64. Art.20) - Esta Lei entrar& cm vigor na data de sua aprovação, sanção e publica - ção, revogadas as dispooiçócs cm centrá - rio e especificamente disposições da Lei no 456, de 08 de Agosto de l.991. Gabinete da Prefeita, em 27/04/93 Nilce Alves de Oliveira Prefeita Municipal -----------------======================r=- "A FORÇA DA UNIÃO A SERVIÇO DO· POVO" SUBSEÇÃO II DOS PASSIVOS DO FUNDO f Art.7Q) - Constituem passivos do Fundo Municipal de Saúde as obrigações de quais quer natureza que porventura o Município - vier a assumir para a manutenção e o fun - cionamento do sistema Municipal de Saúde. SEÇÃO V DO ORÇAMENTO E DA CONTABILIDADE SUBSEÇÃO I - DO ORÇAMENTO Art.811) - o orçamento do Fundo Munici - pal de saúde evidenciará as políticas e o programa de trabalho governamentais, obser Vadas O Plano Plurianual de Dotaçoes e os princípios da universaliaade e do equilí - brio. S lo - o orçamento do Fundo Municipal de Saúde integrará o orçamento do Municipio , em obediência ao principio da unidade. S 20 - o orçamento do Fundo Municipal de Saúde observará na sua elaboraçao e na sua execução os padrões e normas estabeleci das na l~gislação pertinente. _ $ 30 - o Fundo terá orçamento anual pro . Prio elabórad.o na forma da Lei n 4320,que após apreciação do cMS integrara a propos ta do orçamento anual do Municipio. SUBSEÇÃO II_ DA CONTABILIDADE Art. 9 O) - A Contabilidade do Fundo Muni cipal de Saúde tem por objetivo evidenciar d sit; = financeira, patrimonial e orca enz!"]? sistema municipal de saúde, eb se dro-es e normas estabelecidas rvados os pa na le • lação pertinentes• Argis _ A contabilidade será organiza da jlP) permitir o exercício das su- e orma a '" - • • t - as f - d controle previo, concom1 an unçoes e t e de informàr, inclusive te e subsequen e d • d . urar custos os serviços, b e apropriar e ap lisar os resulta em como interpretar e ana . - dos obtidos. . - 0 contábil será ,Ar.1 -,A,g"!"?ta.é 6»rss«. <ita pelo meto O • - 1 t- • 5 l b'lidade emitira re a or1os o - A conta:; . . dos custos - mensais de gestao, inclusive dos serviços. - • S 2o - Entende-se por relator7os Os balancetes mensais de receita Pe,~a do FUndo Municipal de saude de gestão e de des e demais -----------,----------------'--------------------------·.-' Se a água da sua casa não for tratada (encana1a·e clorada), coloque 7. gotas de cloro (hf poclorito ne sódio, ?,5~)para caéa litro d'água e espere 30 minutos para uti~ lizá- 1 a. 7- ~ Lave as mãos antes de preparar alimen tos, de comer e a - pós ir ao banheiro. Água só tratada, (com cloro) ou fervida por, pelo menos,' '.' minutos. ~' - - ' , Cozinhe muito bem os alimentos, principal mente peíxes e fru = tos do mar. ..._ Prefeitura Municipal de Antonio João Balancete Financeiro do mês de março de 1993 ll I• r: J, J- l Ã--------- c se 1G na». 1, II,A 0KAti IA, cIt ir!Lutar!os eltas trfonfaf , .d 11', Jt1dur.trlnl,; rantirenfan (Correntes )utran Iecrfta torrentes li <.J-.1 T,:, Ili 1 '1P l'J AI. Ilenano de lena !'ov,Ióv itanfereneLa de Capital U ! A ,, . L81A-;A!E1IA )epe mi a Papnr-Cont.Par, lrutH-if . .i r.,í·n. cout. Part. l.N,S.!l - J{0ccbim0ntu Al'Al - lçcrh!t<1rnto J'<' lemo iSHA.l r:iHATlA )epe.a a pagar Cont.Par, SOM A ......... ,~nldo do Exercício Ant. Cnlxo Banco e/ Vinculada IJ3nco C/ Movimento CAflARA HUNlCll'AL Dnnco U3wer1ndus S,A ESTORNO DE PAG.quc Estnvo •'tn C0NC 11. l AÇÃO I Est. de par. p~to g 4024 SOHA GERAL Dep. r - - - - - -- •- - - - - • 120.5 JJ .217,24 10 1 ,, IJ7iLCJJ'.l, 'l.l 2,307.4495.809,07,2.06).252.405,3l 4.370.148.214,45/ 10-+bitio e anlsno ll.61t6,52'J,OU 3,820.025,00, 12.46,50,00/ 13-üd· • r.c r.tfJ - - - !- Ase{téncfa e Prev. - - - l6-Transporte - - - 1%. 21,í,Rl0,00 191.390.190,00 71, 7. 6 ')(,. º-ºº Jl..ú 2.195.319.11,i1 2.563.340.653,60 5.J56.Z60.0l4,91 9)5.87.'>.269,19 685. 786.014,41 1.621.661.28],60 167.423.1 16,00 747,500.000,00 614.923.116,00 21.907.t.71,,00 29. 701,.228,00 51.611.702,00 1. 289.28,00 1,/,20.380,00 2.709.664,00 14. 699. 858,3 13. 7115.146,00 28. 485. 001,, )4 818.600,00 665-',20,00 1. 681, .020, 00 316.274.156,00 IJ2.2J9.J39,00 448.51).495,00 l.658,?R7.757,53 1.111.300.527,41 2.769.588.284,9 49,409,19 4,323.995,89 816.819,80 llnnco Contn Vlnculad:i 82.59.84 3.272.675.70 anca conta ovtento CÃ1'!ARA MUNICIPAL Banco Bamcrlndus S.A 102.500.000,0( 102.500.000,0C SC/!A .... , .. !:>-tr, - Orc,:-•·:n.írla Restos a par - Papamento Transfêrene1as à Cin.-Pag. AuI1o Nata!dade- Pag. ASH!A.l- Pagamento Salárlo Fan!1ta-Pa, Te lem•; APAJ - Pny110ento Despesas a paar - Pa. CÀN,RA Restos a pagar - Paga. Ucspcsas ,, par,tr- P,1g. DEMONSTRATIVO Cnlxa 8.233.620.975,55 SO~IA GERAI. Prefeitura Municipal de Antonio João - ~IS 31 de março de 1993 MQ de Lourdes Camargo - T~sourcira -~----- - e e (r:... ,c ·r, ----- ----· i 5.431.017,'.lC 9.489.017,6/i 23.168.488,64 127.889.818,84 1 ,l,. 581.237,9j 1«4.80.339,0 a9.65.140,94 e42.14.391,3j.73?· "·$· 1.467.710.953,33/1.074.406.407,+j5«117.m0, ! iJ.l.SJ.i:i0,0(/, '}1.JJl.07H,:r r1,.1:-◄:.1 ,t' 1 J',;i.771.-;0!,2CI 28/',.C'!l._Ji<i,I/I ':,,1.1>.':I. '('• 1 94.901.155,63] 106,963.216,/0 20I.66.373,8 1 , O I"- 2r '., r-7'.i 1 l rrl , • ., "'i'• •'-J .10 1 Y• • '• • Jv • . l tz-2 --= !- tt11-- • •: , • "j ) . 6 ')(, . 1 6 7_. 6', r, . 31. l. (, 71 . 1, 1 7 . f) ',; ,(, -.1 ., . lt' • 7 !i ~ • 1 ! ••• , 1' - ·7-·· --· 42.F'.02.657,72 l.?50.00(),(j()I ~,.()'iL.llr>l,7: J67.42J.ll&,OO 1'7.SOD.000,00 616.Y!].Jl~,U~ 11.1).6)),651 J',0,61 },IJJI 1.141.603,0~ H65.4L6,00 7,007.02Y,01 JA,/,13,058,001 29.698.5)5,00 ó .121.593,00 6.012.041,00, 22.168.306,00] 28.10.344,600 1.599.617,001 2.264.122,00 ).861.739,0LI 175.874.505,80 438.452.186,98] 614.326.692,76 107.121.875,00 2.430.687,00 189.558.562,00 72.481.218,00 105-206.886,01 177.688.JOi,OO l 1 165.979.196,4) 8.233.620.975,55 _ _ _ _ _ _ _ _ __i _,L _j_ l Nilce Alves de Oliveira- Prefeitn Municipal Prefeitura Municipal de Bela Vista PORTARIA NÚME:,O 121/93, DE -05-05-93. "Dispõe sobre os valores das diirias dos servidores do Poder Executivo e di outras Providincias". ' O Prefeito Municipal de Bela Vista, Esta do de Mato Grosso do Sul, no uso de suas a= tribuicoes e tendo em vista o disposto na Lei M~nicipal 757/85, de 19 de 1985, com a :edacao dada pela Lei no 911/91, de 13 de Junho de 1991, RESOLVE : Art.lo- Divulgar, na forma de anexo desta - Portaria, os valores das diirias a serem pa gas a servidores do Poder Executivo Munici ,· quando em viagem fora da respectiva sé Art.20- Esta Portaria entrará em vigor na - data de sua publicação e/ou afixacão no qua dro de avisos da Prefeitura, revogadas as disposicoes em contririo. Abraão Armoa Zacarias Prefeito Municipal ANEXO - (Portaria 121) - Lei Munici al 911/91 TABELA DE VALORES DAS DIÁRIAS CLASSIFICAÇÃO INTERIOR NESTE ESTADO E OUTROS ESTADOS CAPITAIS INCLUSIVE DO ESTADO PREFEITURA MUNICIPAL 1.333.648,00 1.627.350,00 SECRETÁRIOS 1.052.839,00 1.333.648,00 OCUPANTES DE CARGOS OU FUNÇÕES DE DIREÇÃO 765.668,00 1.052.839,00 DEMAIS FUNCIONÃRIOS 478.420,00 COMETI DÊ- 1 EMPRESA COMETA DBL AMAMBAy oferece • aos seus passageiros o miximo em confor to ~eguranca e rapidez. Onibus novos, com ar condicionado ve locidaàe controlada, e atendimento d: princirissima (services durante a via gcm: caf6, refrigerantes, sucos e lan chesl. 765.668,00 Salda diariamente para São Paulo lG:OO horas ào terminal Rodoviirio Fedro Juan Caballero. Também ônibus direto todos os dias em êois horários, para Campo Grande 07:00 e ês 11:00 horas. 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AMPLIAÇÃO NAS LUMINÁRIAS o Vcrci!dor n,1rcl souza Neto, r;olicitou 110 Prcsidc:ntc ela c5r:ir1 '", JO!Jl' Cd r 1 on llorcc lon, que após ser ouvido e aprovado m P lg ário, seja encaminhando expediente 110 Sr. Prefeito Municipal - coll cópJ.a ao Gr. Paulo Dejalrno Modesto, Chefe do Enersul cm ~nta Por5 e ao Sr, Marcelo Calvuno, Chefe da Encrnul cm Bela - ViaLo, no scnlido de viubilizor uma ampliação nas luminárias cm vários setores da cidade onde há necessid11de. 1 AUMENTO DO 'l'EflMINAL TELEFÔNICO O Vereador Millon Luiz Bendcr reivindicou que seja cncaminh11 do expediente ao Deput11do Waldir Neves, pedindo seu empenho cm viabilizar junto a Telcms o oumento de terminais telefónicos cm oossa cidade, motivo que p11ssou a citar. "Tendo cm vista, um grande número de interessados por um terminal a cada dia que passa vem nos procurar sabendo elos que o Vereador, serve como un "elo" de ligação junto is autoridades competentes, o crcsci c:cnto da população fez com que aumentasse o número de pessoas - que necessitam desse beneficio" afirmou Milton Luiz Bender. CARACOL - MS. DOCUMENTOS EXTRAVIADOS Angela Ramona Quintana comunica que perdeu uma Carteira pre ta, contendo todos os seus Documentos. Quem encontrar entregar na Residência do Sr. Rosalina Quintana, pois será muito bem gratificado. Obrigado! Indicador Comercial - Antonio João Mercado Cristal Borracharia Kerpel Av. nw,ênlo rcnz.o - CFJITRO Vendendo i.criprc. mn.lc bnr.n.to Sc-cos e mohndon, antcrl~ls csconres, alLmcn, tos, vcrdur.ns e fruta. Vlnlte-nos e: comprove ! Antonlo JOOo - HS Lnva&ca e ncrvlço11 de Jorrnchnrln de vcfcu loe pequenos, cmalnhÕC.s, colhc.ltadclra.s, ~ tos, etc.. ( R. Hato Grosso • Centro ) * Dê um novo vleual no seu t'nrro! 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Estes jovens que ajudam as pessoas não pedem nada cm troca, só sorriso á a recompensa a cadã um deles, afirma Kei la, umas das partici pantes do grupo de jovens. Nossos parabéns à todos esses jovens e também à irmã Espe rança por tão lindo ato de ajuda cristã. SINALIZAÇÃO A placa de sinali • zacão que indica as ~aidas para o Alto - Caracol e Caracol,es tá completamente apa qada. Pedinos aos rspa sáveis que deêm um jeito, pois já vie ram várias reclama= cões de turistas que rendo ir para Cara colou Alto Caracol- e a placa não ajuda em nada, muito pelo contrário, só confun de. - ANIVERSARIANTES DO MtS 1- Leber Lopes Leite 2- Clêia L. Velasrue7 3- Buzinha Leite Gar eia. 4- Israel Gutierres 5- Edna Cavalcanti 6- Fátima Garcia Lei te. 7- Maira L. Paiva A essas pessoas nos sos desejos de mui tas felicidades. «t)uh + L' ! L_ Fabiana Russafá (Foto Roberto Machado) 'Oração à Mãe N. Nossa Querida Sra. Apareci da Qucriàa Mãe Nossa enhora A:° ia. Vós que nos ana e nos guia todos os dies -,õs que sois a rr:ais bela dss Mãos,a quem ou amo de todo coracio, eu vos =0ço rai~ umu ,cz quC! me ajude o D.l.cu.r:Ç.Jr r s!;,; i:;r~j a por mais dura que ela scja. Soei que - vó~ me ajularã e ne dC0m?ur.h~r0is s~nr1·~I até 2.. hora da minha ~orte. ~~~~- / Rezar l Pai Nosso e ! Ave--'taria. Fazer três dias seguido sta oração-, que alcançará a graça, por mais difícil] que ela seja. i Mandar publicar no jornal. Em cuso e: tremo pde fazer cn trs horas. ! :M.A.J . ( " . -, CERTEZA DE BONS NEGÓCIOS! Er'ICitNCIA AGILIDADE HOETIDADE CERTIFIQUE-SE NA: ·flui llllliranle ·.earrôs Bela Vista - Mata.Gro o ,, "ENCOTOU LEVO'J" ' no s o,duna lfyru pra I mio contou um fato d!gno - d. durante a discoteca de ff nal ldro Puf!no, por mot!vos, do a Heftora, um rupo conversando quando de reponte uma usrot que ta ano ludo de u rapaz- 'evou um tremendo tapa na cura de outrs patfnh tem aber o porque do presno, ó mfs tarde lhe Info- aram que apresso partfu da namorada, ou ex, do pato que estava ao eu lado, Pra náo dar vexame a predfda ficou na ua mo aprendeu que a men[nada età dtpntando a rapaz1 d no braço, te aprov{mar dos compronet dos pode dr no que deu, encostou - l°'Vllll ! XIV CHMS H 1 PONTA l'OHÀ Está endo real!ado ta vizinha cIdade de Ponta l"orii n XIV CE!S - Campeonato Escolar de Mato Gros- o do Sul - classlffcatórfo para os JEHS - Jogos - Estudantis BrasfleIros. A Promoção é dn FUNDES l'ORT (' da Prefeitura MunleIpal de Ponta Porá, mais do 1500 pessoas, entre atletas, dirigentes, técnL cos e ,irhitroi1 pnrt lc1p,nn do evento que 1;<• extcnde até o próximo dia l e conta com n pnrt1c1pnç~o de 27 Munfefpfos em 09 modalidades esportivas, Só sen timos Bela Vista este ano não participar do CE!-1S , nossa cidade que teve pnrticipaç;o destacada em cnmpcon;itos cstudnnt(s anteriores, inclusive reve lando grandes atletas, n exemplo de Elenilson da Silva, no pedestrianismo, que participou dos CE!-1S, em 90 e foi o terceiro melhor colocado em todo o Brasil no JEBS daquele ano. Fica a decepç;o, esti faltando alguma coisa, nioll SENIOR EM AÇÃO Falando em esportes, a AABB - Associação AtlétL Cfl Banco do Brasil promoveu o lQ Campeonato Bela-:: viseense de Futebol Senior, a final foi no Último sábado e o título ficou em casa com a vitória da AABB sobre a equipe do "Pncotio" pelo placar de do is tentos o um. Parabéns no Presidente e atleta Ge tulinho pela bonita promoção. TORCEDORES REVOLTADOS E os torcedores do Esporte Clube Primaveras es tão cbi;tndo mais que panela de pressão contra a d! retorin do Liga Esportiva Belavistense pela perda dos pontos do Clube para o Náutico no jogo realiza do semana retrasoda quando o Primavera venceu pelo placar de 5 X 1. O Náutico entrou com recurso na Liga e p1nhou os .jlontos n legando que o atleta .velar Jogou com n documentnçio irregular, mas os primave renses garantem que os documentos que a Liga pedi~ para liberar o atleta eles apresentaram, não se justificando a punição que o time recém criado re cebeu. Fica o registro. PREFEITO NA CÀMARA t r 'l roa t tr toura Mar!fpa r, d J., é 1 l ( .,~ l' ·, t r; J lavften , Por solicitação do Vereador Fernando de Freitas ELins o Prefeito Nunicip;il Abraão Zacarias deverá participar da scss;o ordinária da Cimara Municipal desta quarta fclra, dla 12, o nssunto em pauta se- ARTICULA COES T Em contato com a reportagem esta sem4 na o Verador Roney Moraes Simões, do PTB ressaltou a sua preocupação com rela ção a não implantação até agora dos meios-fios em várias ruas asfaltadas do bairro Antonio João, partindo da rua San to Afonso, o que pode colocar a perder - um trabalho que levou meses para ser exg cutado, para Roncy "o que está faltando é boa vontade, o asfaltamento daquelas - vias públicas custou o dinheiro público, a Prefeitura Municipal possui os equipa mentos necessários para construir os meios-fios e por isso não pode deixar que o aslfatamento de várias ruas • do bairro Antonio João seja· deteriorado, o que já começa a acontecer devido as in filtraç6es d'água e eros6es provocadas pelas enxurradas das chuvas" enfatizou o 1 vereador. Roney Moraes Sim6es falou também so bre os prejuízos que a população virá a sofrer caso a Prefeitura não providencie em breve a colocação dos meio-fios para proteger as vias asfaltadas, "está na ho ra do atual Prefeito deixar as diferen - ças político-partidárias de lado e aten tar para esta necessidade, ou será que ele vai deixar as ruas asfaltadas com o dinheiro dos contribuintes se acabarem a penas porque a obra foi feita pelo ex-:: Prefeito Edson Medeiros de Moraes"?inter rogou o atuante vereador petebista, que finalizou lembrando os altos custos das obras de asfaltamento como a que foi fei ta no bairro Antonio João e que não pode ser relegada ao descaso pela Administra ção Municipal, o vereador convocou ainda a Associação de Moradores do bairro a - Vereador Roney RONEY QUER OS MEIO-FIOS NAS RUIS ISF IL 1101S Moraes Simões olhar para esse problema, "porque trata - se única e exclusivamente de defender os interesses daquela comunidade que tiveram seus imóveis grandemente valorizados Pe, las obras de asfaltamento e que correm e risco de voltarem a ter o barro e a poei·I ra em frente às suas casas simplesmente ·1 pela falta da colocação dos meio-fios, u serviço simples e de fácil execução" afi! mou o vereador Roney Moraes Sim6es. EDITAL DE PROCLMlAS Jantlde Rosa dos Santos - Offc1ala do C.'.lrtór!o de Registro Clv1l desta cidade de llela Vista - MS, FAZ SABER a qunntos o presente Edital de Proclamas virem, que apresentaram os Doeu mentos exigidos pelo Artigo 180 do CÕdlgo C!vll Brasileiro -; Incisos nQ l·ll- e IV e pretenden se casar: CELIO PELEGRINI e Hlt.DECARDE FERSA.1'ES BALIA - ;1obos brasileiros, solte:iros. Ele é Torneiro ~Secânico - filho de Sebastião Pele?rir; e] Dna lrac1 Perc1r.J. da. Silva Peleg:r1n1; Ela t! Cocerci.111te, f1· 1 Iha de Esel Rodrigues Balta e Dna Helofza Fernandes Bata. Se alguén souber de algu 1rped1rento, que se oponha :-..: 1 fora da Lei. Bela Vista - S 10 de calo de 1993. JAA'lLDE ROSA DOS SASTOS Of1c1ala do P.r,_;lotro Civil t L.J L::] o o ,, ' ---' R CAIXAS DE CÂMBIOS CATOS RECONDICIONADOS E PEÇAS SERVICOS COM! GARANTIA Fones: 383-5156 382-9990 Rua 11 de fevereiro, _87 Vila Carvalho Capo Granule 1$ l g2e Ili -· • BIG çCR CONSULTE NOSSOS PREÇOS PARA TODA LINHA ALCOOL E GASOLINA MO n E Campo Gràn.de-MS Retífica em Geral Pagamentos (12) * ElffRECA. 'lOS SEU CARANCO,. RAP ID lNHO ! * COLOCAÇÃO CRATUlTA! * MQTORCOM CflRANTlA! Ili · ,; Rua 13 de maio, 3709 Ern Frente a ·santa Cása Fone: 383-2517 . e 384-4464 Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1341_08_05_1993 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1343_15_05_1993 Voltar para a lista de itens