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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1342_11_05_1993
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DIARIO REGIONAL
MIO ;!l 0 1.342 l I DE MA f O J) E J . 'J'J J DIRETOR: IVALDO PENEIRA
PRIMEIRO CIMPEONITO DE ..
FUTEBOL SENIOR, li B CIMPEI
1
1
J 1:1iJOcic1çuo /t lé-ticn Danco do Brasil -
BD - de nossa cidade, promoveu o lo Cam
peonato de Futebol Senior de Bela Vista ,
iniciado em Fevereiro deste ano e encerra
cio no úlltmo r;.ibaclo, dia OU, o time da ca
sa (AAD) venceu c.1 bon equipe do "Pucotão"
pelo placar de 2 1 e ficou com o tltulo
n uma partida bastante disputada.
Paro o Presidente da entidade, Getulio
l,ino l'ilho, a promoção do lo Campeonato de
rut.ebol Scnior Leve por objetivo incenti -
var a prfitica do esporte entre ex-atletas
belavistenses e simpatizantes que por moti
•:o de idade estavam deixando o desporto de
lado, o canpeondto contou com a participa
~º de oilo equipes com os jogos acontecen
do sempre aos finais de semana no excelen
te campo da sede da //BB, às margens do
Rio Apa,
/ -
'... às.,--
AABB - Campeã do 10 Campeonato de Futebol
êenior
O Presidente da Associação Atlética Ban
co do Brasil informou também que dentro
dos próximos dias estarã sendo iniciado -
::ais um campeonato de seniors, desta feita
c a idade limite de 35 anos no minimo ,
ªº contrário do 1 o Campeonato que teve a i
ade mínima de 30 anos para os atletas
'queremos dar a ooortunidade de participa
tão aos atletas mais idosos, o que com o
liite mínimo de 30 anos ficava mais difí-
.9Engenheiro Dina
srco, da Sccrc ta -
"? de segurança P-
ca do Estado es
@ve em Bela Vista -
~
st
a segundá-feira,
ª 10, fazendo le -
?3tamentos das con
?toes do prédio do
-~ Pelotão de Poli -
a y:
:, 'llitar visando
Iher subsídios pa-
ra que a sua reforma
seja concretizada.
Através de convê
nio assinado com a
Secretaria de Segu -
rança Pública do Es
tado a Prefeitura M~
nicipal comprometeu
se a fornecer a mão
de-obra e o Estado -
entra com os mate
riais necessãrios p~
c i l devido ao rituno mais forte apregado nas par
tidas pelos atletas nesta fa1xa etária" -
disse Gclulio Lino Filho à reportagem.
/ 1/BB contou con os seguintes atletas
durante a co:npctiçiio: Jtudney, Biba, Baca -
na, Robson, Ruclney, Getul inho, Hermes, Ca
pacho, Bctinhó Dasso, Vitor Vieira, Carlos
Nu~ez e Romildo, a claoslíicdção final [01
a sequinte: lo lugar - /1DD; 20 lugar
"pacotão"; 30 lugar - GRAJ (10O RC MECJ.
Pacotio - 20 lugar na competição
A equipe do GRAJ, terceira colocada
ra que a Policia Mi
litar de nossa cida
de tenha melhores
condições de traba -
lho com a reforma do
prédio que se encon
tra em precárias con
<lições.
• O Comandante do
29 Pelotão PM, Tenen
te Villasanti, acre
dita que a obra seja
iniciada o mais -
breve possível.
(Sd PM Cristaldo
RelaçÕes Públicas 20
Pel PM) .
INFORME TF
Página - 08
1
,tu
4e
e5
3
° n
p;.
Leilão Clube
IA 11/11/93 - REALIZAÇÃO CLUBE DO LAÇO DE
BELA. VISTA E LEILO BOI
OCAL: PARQUE DE EXPOSIÇÕES RIO APA
do Laço
1
J,i t•i·- 1
1lo 1
t ve qrand repercu ao n u ielrio,l
porque uma das ví iras ra a esposa do]
1
urr. do~; 1:i,1 iG conce 1 u-.dr.; • Ad ·09 td ,•, c..l i o 1
nito e vamos relatar o episódio nos mini
'mos detalhes.
Dona Neuza Inês Saut (40 ano), ero
sa do nosso amigo e Advogado Dr. Gil Mar
cos Saut, passava a maior parte do te po
na cidade de Campinas, cuidando dos fi -
lhos que estudam.
DESAPARECIMENTOS 1ISTilRIOSOS
Quarta-Feira da semana passada, la
saiu de casa no final da tarde e não rx
is retorncu. Devido a longa i.lU5~nc1i.1, a
Polícia foi acionado e teve inicio u·;, 1 -
movimentada investigação.
Nas prínciras indagações soubc•r.in qu0
Dona Neuza havia pego carona com e Juiz
de Direito Dr. Edson Amado, de quem era
amiga da fanilia, que dirigia um Monza~
zul, Chapa BIIL-6445. Todavia, o ,Juiz t.1r1
bém estava desaparecido e o caso tornou=
se deveras complicado.
ASSASSINADOS À TIROS
No decorrer das diligências localiza
ram o Monza abandonado debaixo de um Via
duto, mas nenhum vestígio do Juiz e de
Dona Neuza.
Dai por diante houve um grande apara
to por parte ds Autoridades, onde., até
helicópteros foram utilizados. Realiza -
ram uma "operação pente fino" e detive -
ram seis elementos suspeitos, conhecidos
da Poléiia como assaltantes de pessoas -
granfinas. Ao serem interrogados dois de
les "abriram o bico" e confessaram que
haviam assassinado as pessoas desapareci
das e os corpos estavam escondidos nau=
sina São João, no Município de Araras.
DESFECHO FINAL
As autoridades foram até o local e
constataram a veracidade do depoir.ento.
Cada uma das vitir.as foi rr.orta com do
is balaços.
O corpo de Dona Neuza Inês Saut foi -
sepultado segunda-feira passada, en Curi
tiba/Paranã. -
Nossas condolências ao Dr. Gil Marcos
Saut, cujo lar foi enlutado pela violên
cia da cidade grande.
71º Leilão
Apa Corte
llt1t 13/05/93 - REALIZAÇÃO SINDICATO RURAL DE
j BELA VISTA E PORTEIRA LEILÕES RURAIS
~
: PARQUE DE EXPOSIÇÕES RIO APA
PARTICIPE! E REALIZE BONS NEGOCIOS
Roney quer os
meio-ios s
ruas asfalta.as
Em contacto com are
portagem esta semana o
Vereadbr Roney SimÕes,c!o
PTB, ressaltou a sua preo
cupa,;âo com relação a não
implantação atê agora
dos meio-fios em várias
ruas asfaltadas do Bair
ro A.ritonio João, partin
do da rua Santo Afonso ,
o que pode colocar a per
der um trabalho que le:
vou meses para ser e.xecu
tado, para Roney' "o que
está faltando boa von
tade, o asfnlta=ento da
quels vias públicas cus
tou o dinheiro público~
a Prefeitura Municipal -
pssi todos os equipa -
Tentos necessários para
construir os meio-fios.
Ver. Roncy SicÕcs , _
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oonlo de or'o Martinho ,
Bonito, Coram i, Coxim,o+c,
outros atlo criando a es "
tr tura nocasa ia para in
centivar o turi .mo, sr dá-
vidas uma arani o,e d
renda e gerador de progres
uo e desenvolvimento nos M!
nicipios onde ele explora
do, bontn vrr o movimento -
reglctrado cm Uonito por e
xemplo, nan 0pocaG ri" tcr.po
rada, quando a população da
cidade proticam~n < dobra -
devido ao grande fluxo de
turistao que procuran aque
le vizinho Município.
Em Bela Vista t0moo o -
das as condições necessá
rias para criar a infra-es
truturo adequada e oferecer
condições de fazer do turis
mo um meio de Cltploração -
das nossas potencialidades
trazendo para cá riquezas -
que muitas vezes são ieva -
das para outras cidades sim
plesmente porque uté hoje=
não temos nada a oferecer a
título de turismo. Os requi
sitos exigidos na explora=
cão turística são facilmen
te preenchidos em Bela Vis=
ta, para começar temos uma
boa rede hoteleira, indo
desde uma simples pensão a
té um Hotel Três Estrelas -
com capacidade para receber
centenas de pessoas;a praia
l .. .,
ui, ond
boa vontad prcisar
rui'o rcarnos, pode or -
contr[do moderno 1a!
n. rio "unicipal, m poacc
topo, acredit , e i n••f' ..!
'1monto estaria dardo reto.
no à toda comuni' de, pois
como e sabe o turimo movi
menta diversos c .ores de a
ividades, indo desde a
Lanchonetes, bares e clubes
até os mercados, postos de
gaoolinu, borracharioo,ctc.
Importan.e frisar tarbém
1n nocsas potencialtdaci0s -
pesqueiras, o Rio Apa é cor
ciderado um doe maio pioco
sos de .oda a região, além
de v~rion riachoo e cõrrc -
gos adjacentes que possuem
peixes das mais variadas
qualidades, corno o Piavus -
su, Curimbatú, Pacú, Pinta
do, Piraputanga, Dourado ,
Jaú, etc ... prova disoo são
ao centenas de peixes reti
rados iícgalmente de nossas
águas e apreendidos pelas -
Polícias Militar e Flores -
tal durante .o período de Pi
raccma, oportunidade em que
pudemos observar e fotogra
far um Jaú com mais de oi -
tenta quilos e cerca de qua
se dois metros de comprimen
to, além de centenas de pi
tados, dourados, pacús e ou
tras espécies. -
RlO ;:. ,
to s ruido
h róis d.
qu i (e be qu
te abandonado moe que po
r rcuper.+dom, bsta dia-
roi;ão para i so), t o
vi:inh cidado do ell
a Paraguai, soprada ape
nas por um ponte, lá pod
mo encontrar produto
portados das mais variados
marcas e o cassino
ranto Par«guti, um chamariz
irrecusável aon turis' s
enfim, temos aqui todas ar
cond iões de pronover o do.
senvolvimento do turismo
Pela Vista precisa com; r
a pensar grande, vivemos
novos cpos e os novos te
pos exigem um povo com men.
talidade vol ada para o !u
turo, CdGO contr5rio corrl"
moo o risco dr perder o bo~
de da história e de ficar:
nos parados no tcrnpo,cnqu<ln
to outros Municípios avan:
çam solenemente rumo a mo -
lhorcs diao para o seu pc -
vo, temos excmploo vivos a
qui, bem perto de nós.
e possível sim fazer do
turismo uma realidade em
Bela Vista, basta vontade -
política e dispo:;ição de se
us governantes, para ir I
luta, deixando os planos e
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08/09 - Droganossa Sr. Jair
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Diretor Responsável
Ivaldo Pereira
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Não d 1
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O jornal não se na s.
assinados
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u e origem defini.da.
Filiado à AD.JORI/KS e ABRAJORI
Preço do Exemplar
Exemplar - NÜtoeros
Assinatn~ S atrasados
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PONTO E CONTRIPONTO
Flashes
1
1
J
CARTILHA II PRECONCEITOS II. IVO GOVERNO AMERICANO
Do m·mo modo, os democratas também insistem ·m sua antiga
cartilha, com o que deverão agravar, com o tempo, o quadro eco
+mico interno e eterno. No caso dos democratas americano
cartilha tem vários capítulo obre o "liberalismo" moral. São
l
JiLf'r,ü•1 frc~rn1ooivo?) ~rn qu0Gt:.Õcn ,~orab (nom,2açc:io de E•□bica
por er lésbica; admissão do homossexualismo nas forças ara -
[da; revogação da probíção de uno de material colhido nos abor
·1 ,s "]NJ,1i•;" p.1r,1 prdduç<JÕ de rnccJicamonlor;, .:10 rar!Gmô tc•noo çfue
os ecologistas tentam impedir o uso de cascas de árvores cento
'nria para produção do remédios contra o câncer). São,tambén,
intervencionais sm questões econômicas (programas sociais que
aumentam a burocracia estatal, reduzem os investimentos e, con
equentmente o nível de emprego o o potencial do salário). E
uma mistura que nega o "eupírtio amcricilno". f: significativo o
Artigo do ox-prcoident:.c Rcngan, na Folha do são Paulo do dia
II de abril. A argumentação de Clinton para aumentar os Impos
tos obre a classe média (depois de promessa eleitoral em sen
Li do contrário) lembra a fala do Governo Itamar, sobre o mesmo
assunto. O Brasil faz Escola. Até a Rússia quer imitar o im
pcachmcnt: ...
PERFEIÇÃO DO MERCADO
A perfeição do mercado é um falso debate. Sou objetivo é a
eficiência: alcançar o melhor resultado com o menor esforço
proporcional, com aplicação da int:.eligéncia criativa. Não é
certa a acusação de que, para o mercado, não existe o social.
o mercado é social, porque se destina a atender as nccessida -
dcs do consumo da população, gerando empregos, pagamento de im
posto, etc. Não quer dizer que não possa ser distorcido. Para
que fosse perfeito, a sociedade precisaria ser constituída de
homens perfeitos. Não é portanto, o mercado que é, por nature
za, imperfeito. to homem e tudo o que ele faz. Os economistas
e advogados também. O que é imperfeito, por natureza, em rela
ção ao mercado, é o seu controle, seja pelo dirigismo econômi
co tecnoburocrático, seja por monopólios, oligopólios ou ou
tros ajustes, privados ou estatais.
USO E ABUSO
A confusão dos t:.eóricos socialistas do século XX decorre de
não distinguirem o uso do abuso. o uso é agir segundo o que é
inerente à natureza de cada coisa. O abuso é valer-se dessa
coisa para distorcê-la, usá-la contra o seu fim ou buscar nela
o que é secundário, ainda que importante, em detrimento do que
e essencial. Essa confusão entre uso e abuso tanto no campo mo
ral como no econômic9 leva à pretensão de eliminar o uso como
forma do evitar o abuso.
DESPERD!CIO. ESTATAL OU PRIVADO
Ao longo da nossa história, o desperdício é a maior causa -
da zisria nacional. A cultura do desperdício irresponsável a
limenta a corrupção, porque em grande parte se desperdiça para
cobrar comissão (compras e obras inúteis). E além de se perder
remédios, equipamentos hospitalares, obras abandonadas, gasta
se com o armazenamento e, depois, com a própria destruição das
aquisições quando ficam· imprestáveis. Ninguém em regra, respon
de, no setor público, por esses danos. É sub-produto do Estado
Burocrático,· qualquer que seja o Governo. O Ministério Público
km poderes para ini·ciar ações de indenizaçao contra os auto -
~s de desperdicios em todos os setores da vida publica.
INFLUENCIA DA TV NO COMPORTAMENTO DA SOCIEDADE
NOVELAS E ANÜNCIOS
O interesse de lucro a qualquer preço costuma esconder o
Sol com a peneira. É o que acontece quando se quer isentar as
n~velas e filmes da TV das culpas por grande parte da demoli -
ao dos costumes e suas consequências no ãrnbito da criminalida
de. Os males sociais, inclusive o assassinato, existirão sem -
Pre, com ou sem TV, rádio, etc. Mas a propaganda do abuso, do
corpo e da alma, repetido sob as mais variadas formas, confir
ma Goebells quando sustentava que a repetição dos abusos acaba
sendo aceita como se fosse comportamento normal. Todos os abu
Sos repetidos tornam-se "normais". "Para beijar alguém, é pre
C.tso transar?" pergunta a menina de cinco anos ao avo, segundo
depoimento de um almirante reformado. t possível considerar be
nemêrito quem propaga tais anormalidades aos quatro ventos? C~
g será a sociedade do futuro, que os programadores de TV es -
tão forjando hoje?
ABORTO E VIDA
O assunto se tornará atual com a revisão constitucional. O
mero bom senso, confirmado cientificamente, demonstra que, a
Partir da concepção, surge a vida humana. A junção das duas cé
lulas é o fenômeno gerador da vida humana. A partir desse mO -
menta, nenhum outro fenômeno é necessário para que o aue. não
Fa passe a ser. Basta não interromper o processo vital. Na
:
0
ncepçao se define tudo o que.constituirá o novo ser, em ter
s físicos e biológicos, fora fatores externos e o uso que fa
a do dom da liberdade. t, ·portanto, o aborto, crime. E hedion
o. Porque cometido contra ser indefeso pela própria mãe .
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releitura Municipal de Antonio João
1 • r., l . 'J 'J'l
ur furcio
d Saúdo, m
o qu d» põe o Artigos -
nl.a do Município do
, ·l At. 30 "caput" e
Parágrafo Dnico do Art.
Ih0,· a o itui;ão federal e $ 17
cio Nr . ' Con tui;ão do Estado de
• a trou o do .t".
ilc AIu d Oliveira, Prof sita Muni
ir«l d Antonlo Joio, Estado do Mato Gros
o do 3u!, FAÇO PER que a Câmara Municl
p.) aprova eu sanciono a equinte Lei:
PT1OI - DOS OBJETIVOS
Ar'.1O) - Fica instituído o Conselho Mu
ni.cipal de Saúdo (CM), • caráter perma -
ente, como órqão deliberativo do Sistema
nico de saúdo - US, no âmbito Municipal.
Ar ,29) •• Sem prejuízo das funções do -
Poder Loqis1ativo, são competências do
CMS:
r •· tlr>finir ,B propricdadeo de saúde;
J I •· 1•nt·,11){'1Pt:<•r ao ,liretrizcs a serem ob
ervadas na elaboração do Plnno Municipnl
de Saúde;
Ill - atuar na formação de estratégias e
110 controle da execução da política de saú
de;
IV - crit[.rioF. parn a programação e para -
ao cxecuçõco financeira e orcamentâria do
Fundo Municipal ele Saúde,acompanhando a mo
vlmcntação e o destino dos recursos;
V - acompanhar, avaliar e fiscalizar os
serviços de saúcle prestados à população p~
los órgãos e entidades públicas e privadas
integrantes do sus, no Município;
VI - definir critérios de qualidade para o
funcionamento dos serviços de saúde públi-·
case privadus no âmbito do SUS;
VII - definir critérios para a elaboração
de contratos ou convênios entre o setor pú
blico e as entidades privadas de saúde, no
que tange à presl.:içâo de serviços de saúde
VIII - apreciar previamente os contratos e
convênios referidos no Inciso anterior;
IX - estabelecer diretrizes quanto à loca
lização e o tipo do SUS;
X - elaborar seu Regimento Interno;
XI - outras atribuições estabelecidas em
normas complcmcnt<lres.
C/PlTULO II
D/ ESTRUTUR/ E DO FUNCIONAMENTO
rt.') -O r g r
Jinte dispo,içôs,
arou morbro :
I - O exercício da fação d cor iro -
não orá remunerada, coneid como
serviço público rele@an ;
II - os membros do CM5 s rão ubs'itaídzs
cano f Item, em motivo justificado, a 3
(três) reunioon consecutiva ou É (i l -
reuni6os in ercaladas no período do 12 m
ses;
III - os membro do CM poderio er ubs
tituídos mdiant solici ação da entidade
ou autoridade rc□ponr,.:ivcl, .:iprc:>u<>nt.<.!dJ
Prefeita Municipnl.
Art.3Q) - O CMS terâ a seguinte campos!
cão:
I - do Governo Municipal:
a - um representante da Secretaria Geral;
b - um reprcsenlante do Departamento da As
sistência e Promoção Socinl;
c - um representante do Departamento de
Finanças
d - um represenLante do Departnmento de
Obras e Serviços Urbanos;
e - um representante do Departamento de
Educação;
f - um representante do Departamento de
Saúde.
II - Dos Trabalhadores do SUS:
a - um representante do SUS no âmbito Esta
dual;
b - um representante dos prestadores de
serviços privados contratados pelo SOS;
e - um representante das entidades de tra
balhadores do SUS;
III - Dos usuârios:
a - um representante da Creche; •
b - um represent.:inte do Lions;
c - um representante da Associação do Bair
ro Penzo;
d - um representante da Associação do Vila
Nova;
e - um representante do Sindicato dos Tra
balhadores Municipais;
f - um representante dos Trabalhadores Ru
rais;
g - representantes de·Escolas Estaduais de
10 e 2Q Graus
h - representante da A~sociação do Cortjun
to Habitacional Guarany;
i - representante do Clube do Laço.
§ 10 - A cada titular do CMS corresponderá
um suplente. •
§ 2Q - O número de representantes de que -
trata o Inciso IV do presente Artigo não
será inferior a 50 (cinquenta por cento)
dos membros do CNS.
Art.4Q) - os membros efetivos e suplen
te do CMS serão nomeados pela Prefeitura
!'.unici pal, mediante indicação:
I - das respectivas entidades.
§ lQ - Os representantes do Governo Munici
pal serão livre escolha da Prefeita MunicI
pal.
~ 20 - o Diretor ào Departamento de Saúde
e menbro nato ào CMS e será seu Presidente
€ 30 - Na ausência ou impedimento do Dire
tor do Departamento de Saúde, a Presidên -
eia do C:-1S scrii. assumida pelo Suplente.
sr:çAo Il - DO FU!iCIO,l, MEri".'O
Art.60) - O CMS terá scu funcionamen o
regido pelao ceguintes norma::;:
I - o órgão de deliberação máximo é o ple
nário;
II - as sessões plcn5rian serão realizadas
ordinariamente a cada mês e extraordinarin
mente quando convocndas pelo Presidente ou
por requerimento da maiorin de nem. mem
bros;
III - para a realização das sessões será -
necessária a presença da maiorin absoluta
dos membros do CMS, que deliberará peln
maiori~ dos votos dos presentes;
IV - cada membro do CMS terá direito a um
único voto na sessão plenária;
V - as decisões do CMS serão consubstancia
das em resoluções. -
/rt.70) - A Prefeitura Municipal presta
rã o apoio administrativo necessário ao
funcionamento do CMS.
Art.80) - Para melhor desempenho de su
as funções o CMS poderá recorrer a pessoas
e entidades,mediantes os.seguintes crité -
rios:
I - consideram-se colaboradores do CMS, as
instituições formadoras de recursos huma -
nos para a saúde e as entidades representa
tivas de profissionais e usuãr'ios dos ser::
vicos de saúde, sem embargo de sua condi -
cão de membros;
II - poderão ser convidadas pessoas ou ins
tituições de.notória especialização para
assessorar o CMS em assuntos específicos;
III - poderão ser criadas comissões inter
nas, constituídas por entidades membros do
CMS e outras 1ntituições, para promoveres
tudos e emitir pareceres a respeito de te
mas específicos.
Art.90) - As sessões plenárias ordinâ -
rias e extraordinârias do CMS deverão ter
divulgação ampla e acesso assegurado ao pú
blico. -
Parágrafo único - As resoluções do CMS,
bem como os temas tratados em plenârio ,
reunioes de diretoria e comissões, deve -
rãa ser amplamente divulgados. •
. Art.10) - O CMS elaborará seu regimento
interno no prazo de 60 (sessenta) dias a -
pós a promulgação desta Lei.
Art.11) - Esta Lei entrará em vigor na
data de sua aprovação, sanção e publica
cão, revogadas as disposições em contra
rio, em específico, as disposiêões da Lei
no 455 de 07 de Agosto de 1991.
Art.40) - são atribuições do Coordena
dor do Fundo:
I - preparar as demons~racões mensais da
receita e despesa a serem encaminhados a
Secretaria Geral.
II - manter os controles necessários à e
xecução orçamentária do fundo referentes
a empenhos, liquidação e pagamento das
despesas das receitas do fundo;
III - manter, em coordenação com o setor
de patrimônio da Prefeitura Municipal os
controles necessários sobre os bens patri
mon1a1s com carga ao fundo; -
IV - encaminhar à Contabilidade Geral do
Município:
a - mensalmente, as demonstrações de re -
ceitas e despesas;
b - trimestralmente, os inventários de e~
toque de medicamento e de instrumentos m~
dicos;
c.- anualmente, o inventário dos bens mó -
ve1s e imoveis e o balanço geral do fundo
V - firmar, com o responsável pelos con -
troles d= ·execucao orçamentário, as de
monstracoes mencionadas anteriormente·
VI - preparar os relatórios de acomoaclla
mento da realização das ações de saúde p
ra serem submetidos ao Secretário Geral·-
yrr - providenc • • - '
Institui o Fundo Municipal de saúde - Geral à ar, Junto a Contabilidade
(FMS), embasado nos Artigos 86 e 87 da Lei . di o Municipio, as demonstrações aue
Orgânica do Município de Antonio João-Mg. n -guem a situação econômico-financeira
. • • .. , • gera do Fundo Municipal de Saúde;
Nilce Alves de Oliveira, Prefeita Muni:ci VI.II- apresentar ao secreta- · G
1
1 d A t
· - -1 · rio era a a-
pa e nonio Joao, Estado de Mato Grosso-na ise e a avaliação da t -
do sul, FACO SABER que a câmara Municipal ca-financeira do éunao ]z???g %%,,
aprova e eu • · . •d t icipa e Sau
sanciono a seguinte Lei: e ectada nas demonstra~ões m • d
IX t ... , enciona as;
CAP!TULO I b - maner os controles necessários so -
SEÇÃO I - ·DOS OBJETIVOS l~e conveni~s de prestação de serviço pe
setor privado e dos empréstimos feitos
Art 1) · . · - para a saude; -
• - Fica instituido o Fundo Munici X - apres t
Pal_de saúde que tem por objetivo criar 6 t6rios a ao secretário Geral. rela
diçoes f:nanceiras e de gerência dos recur- produção a panhamento e avaliação da
sos destinados ao desenvolvimento das ações privado na f~erviço P:estado pelo setor -
de saüde, executadas ou coordenadas pelo Se terior; rma mencionada no Inciso an
cretario Geral auxiliado pelo Diretor de DeXI - m t
partamente de Saúde que compreendem: p roa<? o controle.e a avaliação àa -
I
_ . _ _ . . . .
0
as unidades integrantes da Rede
. o atendimento a saude universalizado Municipal de Saude; .
integral, regionalizado e hierarquizado, ' XII - encaminhar mensalmente s e~a·-
II • • 1- • • • G , ao ecr
- ª vigi ancia sanitária· rio eral, relatório de aco h t e
III - a vigilância epidemiológica e a5e avaliação da producão ae "??mhamen?_-
de· saúde de • t • • : dos 1 R d · 1ços pres
in eresse individual e coleti- Pesa tecle Municipal de s, ia
vo correspondentes; , Paragrafo 0nico -o e,, ""· .a a-
rv-e coro1e e a risca1zacse aas as., dor do éuão será exercia_ {i;;;
soes ao meio ambiente, nele compreendido
O
de Departamento de saúde.
ambiente de trabalho, em comum acordo com==========------ -
as organizaçoes competentes das esferas F -------================-==-
deral e Estadual. e
Gabinete da Prefeita, em 27/04/93
Nilce Alves de Oliveira
Prefeita Municipal
LEI NO 504/93, DE 27 DE ABRIL DE 1.993
d
Ar .2) O Fundo Municipal
curá subordinado diret nte
ri cera! do Municíio.
SE;70 II
DAS ATRIBUIÇOFS DO SECET IO CERA
Art.30) - terir o Fundo Municipa
a1de e estabelece políticos d apl ca
çães dos eus recursos em conjunto com
Conselho Municipal de 5a@c;
II - acompanhar, avaliar e decidir obr
a realização das ações previstas no Plano
Municipal d uáde;
III - submeter ao Conselho tunicip l do -
Saúde o plano de aplicação a carao do fun
cio, cem consonância com o Plano Municipal
de Saúde e com a Lei doe Diretrizes orc 1 ..
men árias;
IV -- submeter ao Conselho Municipal de
Saúde as demonstrações mensais de rccci ,,
e desposa do fundo;
V - encaminhar a Contabilidade Geral
Município ns de~onstrações mcncionadao no
início anterior;
VI - nubdelcgar competência aos responsã
veio pelos estabelecimentos de prestação
de servicos de snúde que integram a rede
municipal;
VII - assinar cheques juntamente com a
Prefeita Municipal, ou com quem este dc,1e
gar poderes para tal;
VIII - ordenar empenhoo e pngamentos da
despesa do fundo, juntamente com o Dirc •·
tor de Departamento de Assistência Social
IX - firmar convênios e contratos, inclu
sive de.empréstimos referentes à recuroos
que serão administrados pelo fundo, com
anuência da Prefeita Municipal.
do
Parágrafo Onico - As atribuições cons
tantes dos itens acima mencionados, de
responsabilidade do Secretário Geral, se
rão auxiliados pelo Diretor do Departamen
to de Saúde. -
SEXO III
DA COORDENAÇÃO DO FUNDO
CONTINUA NA PÃGINA
05
Prefeitura Municipal de Antonio João
;,l.Çl() V
O RECURSOS DO F UNO
U1E1O 1
[J•);J W.C1JílSOS rJ !11!iC . !P()(j
/r:L.',P) - :;::io r,,cni.tdo do fundo·
- a transferênclan oriunda do orçamen
to da iqur idade Social da União, corno rJ,,_
correncia do que dispo o Art. 30 VII da
C0Jl!JlJIUJ.Ç,JO clu Hcpúblicd·
f r •• o:; rondírn'.:nton e on jurar; provc11ion -
te de aplicação financeira;
TIT - o produto de conv6nioo firmudo~ co~
ouLr,u; cnt:üladori íinuncoiran•
IV- o produto da arrecadação da taxa de
fiscalização sanitárla e da higiene, mul -
tnn c_Juron do mora por iníraçuo uo
1
C6digo
sanitário_Municipal, bom como parcelas de
arrocuduçuo de outrua taxas j5 inatituídas
0 daquclua que o Municlpio vier a criar·
V - na parcoluo do produto da arrecadação
de outras receitas próprias oriundas das a
t~v1dadcn cconomicas, de prestação de ser-
viço e do outran tranofcrôncias que o Muni
cipio tenha direito a receber por forca ai
Lei e do Convénio no setor·
VI - doação cm espécie feita diretamente -
1
pura os te fundo.
: §_lo - As receitas neste Artigo serão depo
sitadas obrigatoriamente cm conta especiaI
a ser aberta e mantida em agência de csta
bclcc1mento oficial de crédito.
$ 20 - A aplicação dos recursos de nature
za financeira dependerá:
I - da existência de disponibilidade e fun
cão do cumprimento de programação; •
II - de prévia aprovação da Prefeita Muni
cipal.
SUBSEÇÃO II - DOS ATIVOS DO FUNDO
Art.60) - Constituem ativos do Fundo Mu
nicipal de Saúde:
I - disponibilidade monetária em bancos ou
em caixa especial oriundas das receitas es
pecif icadas;
II - direitos que porventura vier a cons -
truir;
III - bens móveis e imóveis que forem des
tinados ao sistema de saúde do Município;
IV - bens móveis e imóveis doados·, com ou
sem ônus, destinados ao sistema de saúde;
V - bens móveis e imóveis à Administração
do sistema de saúde do ~unicípio.
Parágrafo Onico - Anualmente se proces
sará o inventário dos bens e direitos vin
culados ao Fundo.
0monstracd
ão e p la leqi a,ão +
, 3 - As d,no'ta
prodúzld'.'.;•;
J i ,l(1r,
, '1o VI
DA EXECUç1O 0PJ1w" 1 ;
5UPF;TO I • DA
Art.,lz) - Imediatamente pno. a pro» 1--
9c..1c;5(} do. Lní ,Jr.; Orç ..... , .. rn' ... , 'refoit4 Ma
nicipal aprovará o quadro do cotas 'ri es
trais, que serão distribuídas entre a u
nidades execu .ora do istona municipal
de saüdc, quando for o c~Go.
Parágrafo único - As co as trimo+ris
poderão ser alteradas durante o exercício,
obccrvados o limite fixado no orçamento e
o comportamento da sua execução.
Art.13) - Nenhuma despes será realiza
da sem, a ncccasãrin nu oriznç3o orçilm0n=
tária.
Par5grafo único - para os casos de in
suficiência e emissões orçamentárias, po
derao ser utilizados os crit6rios adicio
nais suplementares e cspcciuis, aulorizu
dos por Lei e abcrtoe por decreto do Exo
cutivo.
Art. :!.4) - A despesa do Fundo Monicipul
de Saúde se constituirá de:
I - financiamento total ou parcial de pro
gramas integrados de naúde desenvolvidos
pela Secretaria ou com ela conveniados;
II - pagamento pela prestação de serviços
a_entidades de direito privado para exccu
çao de programas ou projetos específicos
do setor de saúde, observando o disposto
no§ lQ, Art. 199 da Constituição Federal;
III - aquisição de material permanente
e de consumo e de outros •insumos necessá
rios ao desenvolvimento dos programas;
IV - construção, reforma, ampliação, aqui
sição ou locação de im6veis para adequa=
ção da rede física de prestação de servi
ços de saúde;
V - desenvolvimento e aperfeiçoamento dos
instrumentos de gestão,plancjamento, admi
nistração e controle das ações de saúde;
VI ~ de~envolvi.mento de programas de capi
tal1zaçao e nperfcicoamento de recursos -
humanos em saúde;
VII - atendimento de despesas diversas
de caráter urgente e inadiável, necessá -
rias à execução das ações e serviços de
Ar'.») - A ocução
cit as proce,ser
;ão do u produto na
s no • L .
Art.16) - O Fund turlcipa; se saúdo -
terá vigénci ilimitad .
Art.l7) - Fica o Poder Executivo auto
rizado a abir cr6dito adicional especial
no valor de Cr$ 1.,000.000.000,00 (hum bi
1hão de cru:oiros), para cobrir a dopo.
as de implantação do FMS, que trata a
presente lei.
Parágrafo Cnico - As despesas a soro
atendidas pelo p,esen o crédito, correrão
a conta do Art. 43, Parágrafo e Incisos
da Lei Federal no 4.320/64,
Arl.18) - Tis rv<'nt.u,,ig co;:1 ü c•xrcuc:io
do presente a o correm à conta de dotaç6-
es próprios do orçamento, suplementadas -
ao necessário e no que couber.
,' rt.19) - Ficn aprov,,clo o orçamento do
Fundo Municipal de Suüde ao Município ao
l_ntonio João, que cslüna a rcccila e fixa
a despesa em Cr$ 1.000.000.000,00 (un bi
lhão de cruzeiros), conforme anexo I e II ,
desta Lei.
Parágrafo Onico - Fica a Chefe do Po -
der Executivo autorizado a abrir crédito
suplementar até o limite de 401 do total
ào orçamento aprovado por este Artigo du
rante o corrente exercício, d conta do
Art .. 43, S 1, Incisos Ia IV da Lei Fedo
ral no 4.320/64.
Art.20) - Esta Lei entrar& cm vigor na
data de sua aprovação, sanção e publica -
ção, revogadas as dispooiçócs cm centrá -
rio e especificamente disposições da Lei
no 456, de 08 de Agosto de l.991.
Gabinete da Prefeita, em 27/04/93
Nilce Alves de Oliveira
Prefeita Municipal
-----------------======================r=-
"A FORÇA DA UNIÃO A SERVIÇO DO· POVO"
SUBSEÇÃO II
DOS PASSIVOS DO FUNDO
f Art.7Q) - Constituem passivos do Fundo
Municipal de Saúde as obrigações de quais
quer natureza que porventura o Município -
vier a assumir para a manutenção e o fun -
cionamento do sistema Municipal de Saúde.
SEÇÃO V
DO ORÇAMENTO E DA CONTABILIDADE
SUBSEÇÃO I - DO ORÇAMENTO
Art.811) - o orçamento do Fundo Munici -
pal de saúde evidenciará as políticas e o
programa de trabalho governamentais, obser
Vadas
O Plano Plurianual de Dotaçoes e os
princípios da universaliaade e do equilí -
brio.
S lo - o orçamento do Fundo Municipal de
Saúde integrará o orçamento do Municipio ,
em obediência ao principio da unidade.
S 20 - o orçamento do Fundo Municipal de
Saúde observará na sua elaboraçao e na sua
execução os padrões e normas estabeleci
das na l~gislação pertinente. _
$ 30 - o Fundo terá orçamento anual pro .
Prio elabórad.o na forma da Lei n 4320,que
após apreciação do cMS integrara a propos
ta do orçamento anual do Municipio.
SUBSEÇÃO II_ DA CONTABILIDADE
Art.
9
O) - A Contabilidade do Fundo Muni
cipal de Saúde tem por objetivo evidenciar
d sit; = financeira, patrimonial e orca
enz!"]? sistema municipal de saúde, eb
se dro-es e normas estabelecidas
rvados os pa
na le • lação pertinentes•
Argis _ A contabilidade será organiza
da jlP) permitir o exercício das su-
e orma a '" - • • t -
as f - d controle previo, concom1 an
unçoes e t e de informàr, inclusive
te e subsequen e d •
d . urar custos os serviços,
b
e apropriar e ap lisar os resulta
em como interpretar e ana . -
dos obtidos. . -
0
contábil será
,Ar.1 -,A,g"!"?ta.é 6»rss«.
<ita pelo meto
O
• - 1 t- •
5 l b'lidade emitira re a or1os
o - A conta:; . . dos custos -
mensais de gestao, inclusive
dos serviços. - •
S 2o - Entende-se por relator7os
Os balancetes mensais de receita
Pe,~a do FUndo Municipal de saude
de gestão
e de des
e demais
-----------,----------------'--------------------------·.-'
Se a água da sua casa não for
tratada (encana1a·e clorada),
coloque 7. gotas de cloro (hf
poclorito ne sódio, ?,5~)para
caéa litro d'água e espere 30
minutos para uti~
lizá-
1
a.
7-
~
Lave as mãos antes
de preparar alimen
tos, de comer e a -
pós ir ao banheiro.
Água só tratada, (com cloro)
ou fervida por, pelo menos,'
'.' minutos.
~' - -
' ,
Cozinhe muito bem os
alimentos, principal
mente peíxes e fru =
tos do mar.
..._
Prefeitura Municipal de Antonio João
Balancete Financeiro do mês de março de 1993
ll I• r: J, J- l Ã---------
c se 1G na». 1,
II,A 0KAti IA,
cIt ir!Lutar!os
eltas trfonfaf
, .d 11', Jt1dur.trlnl,;
rantirenfan (Correntes
)utran Iecrfta torrentes
li <.J-.1 T,:, Ili 1 '1P l'J AI.
Ilenano de lena !'ov,Ióv
itanfereneLa de Capital
U ! A ,, .
L81A-;A!E1IA
)epe mi a Papnr-Cont.Par,
lrutH-if . .i r.,í·n. cout. Part.
l.N,S.!l - J{0ccbim0ntu
Al'Al - lçcrh!t<1rnto
J'<' lemo
iSHA.l
r:iHATlA
)epe.a a pagar Cont.Par,
SOM A .........
,~nldo do Exercício Ant.
Cnlxo
Banco e/ Vinculada
IJ3nco C/ Movimento
CAflARA HUNlCll'AL
Dnnco U3wer1ndus S,A
ESTORNO DE PAG.quc Estnvo
•'tn C0NC 11. l AÇÃO
I
Est. de par. p~to
g 4024
SOHA GERAL
Dep.
r - - - - - -- •- - - - - •
120.5 JJ .217,24
10
1
,, IJ7iLCJJ'.l, 'l.l
2,307.4495.809,07,2.06).252.405,3l 4.370.148.214,45/ 10-+bitio e anlsno
ll.61t6,52'J,OU 3,820.025,00, 12.46,50,00/ 13-üd· • r.c r.tfJ
- - - !- Ase{téncfa e Prev.
- - - l6-Transporte
- - -
1%. 21,í,Rl0,00 191.390.190,00 71, 7. 6 ')(,. º-ºº Jl..ú
2.195.319.11,i1 2.563.340.653,60 5.J56.Z60.0l4,91
9)5.87.'>.269,19 685. 786.014,41 1.621.661.28],60
167.423.1 16,00 747,500.000,00 614.923.116,00
21.907.t.71,,00 29. 701,.228,00 51.611.702,00
1. 289.28,00 1,/,20.380,00 2.709.664,00
14. 699. 858,3 13. 7115.146,00 28. 485. 001,, )4
818.600,00 665-',20,00 1. 681, .020, 00
316.274.156,00 IJ2.2J9.J39,00 448.51).495,00
l.658,?R7.757,53 1.111.300.527,41 2.769.588.284,9
49,409,19
4,323.995,89
816.819,80
llnnco Contn Vlnculad:i
82.59.84 3.272.675.70 anca conta ovtento
CÃ1'!ARA MUNICIPAL
Banco Bamcrlndus S.A
102.500.000,0( 102.500.000,0C
SC/!A .... , ..
!:>-tr, - Orc,:-•·:n.írla
Restos a par - Papamento
Transfêrene1as à Cin.-Pag.
AuI1o Nata!dade- Pag.
ASH!A.l- Pagamento
Salárlo Fan!1ta-Pa,
Te lem•;
APAJ - Pny110ento
Despesas a paar - Pa.
CÀN,RA
Restos a pagar - Paga.
Ucspcsas ,, par,tr- P,1g.
DEMONSTRATIVO
Cnlxa
8.233.620.975,55 SO~IA GERAI.
Prefeitura Municipal de Antonio João - ~IS 31 de março de 1993
MQ de Lourdes Camargo - T~sourcira
-~----- -
e e
(r:... ,c ·r,
----- ----· i
5.431.017,'.lC
9.489.017,6/i
23.168.488,64
127.889.818,84
1
,l,. 581.237,9j 1«4.80.339,0
a9.65.140,94 e42.14.391,3j.73?· "·$·
1.467.710.953,33/1.074.406.407,+j5«117.m0,
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J67.42J.ll&,OO 1'7.SOD.000,00 616.Y!].Jl~,U~
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1.141.603,0~ H65.4L6,00 7,007.02Y,01
JA,/,13,058,001 29.698.5)5,00 ó .121.593,00
6.012.041,00, 22.168.306,00] 28.10.344,600
1.599.617,001 2.264.122,00 ).861.739,0LI
175.874.505,80 438.452.186,98] 614.326.692,76
107.121.875,00 2.430.687,00 189.558.562,00
72.481.218,00 105-206.886,01 177.688.JOi,OO
l
1
165.979.196,4)
8.233.620.975,55
_ _ _ _ _ _ _ _ __i _,L _j_ l
Nilce Alves de Oliveira- Prefeitn Municipal
Prefeitura Municipal de Bela Vista
PORTARIA NÚME:,O 121/93, DE -05-05-93.
"Dispõe sobre os valores das diirias dos
servidores do Poder Executivo e di outras
Providincias". '
O Prefeito Municipal de Bela Vista, Esta
do de Mato Grosso do Sul, no uso de suas a=
tribuicoes e tendo em vista o disposto na
Lei M~nicipal 757/85, de 19 de 1985, com a
:edacao dada pela Lei no 911/91, de 13 de
Junho de 1991,
RESOLVE :
Art.lo- Divulgar, na forma de anexo desta -
Portaria, os valores das diirias a serem pa
gas a servidores do Poder Executivo Munici
,· quando em viagem fora da respectiva sé
Art.20- Esta Portaria entrará em vigor na -
data de sua publicação e/ou afixacão no qua
dro de avisos da Prefeitura, revogadas as
disposicoes em contririo.
Abraão Armoa Zacarias
Prefeito Municipal
ANEXO - (Portaria 121) - Lei Munici al 911/91 TABELA DE VALORES DAS DIÁRIAS
CLASSIFICAÇÃO
INTERIOR
NESTE ESTADO E OUTROS
ESTADOS
CAPITAIS
INCLUSIVE DO ESTADO
PREFEITURA MUNICIPAL 1.333.648,00
1.627.350,00
SECRETÁRIOS 1.052.839,00
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SE +AO ORDI'RIA_n DIA 20-04-93. [
ALISTAMENTO ELEITORAL, [
J' ,.Jd1J v, l'.)1,l <Ju V<•rr•~·do-r-~!~;nj•,;i,;; f.qr.ru, <1:1,, ;;;r ;::1 f'J:r;':' 1-I
+,+ado rdinto ao Deputado Estadual aldir Neves, com copa]
! •J •,r. ilJJ'<:ri /n o:iio c.:;r1rlic1, !·ccioidr,nle clc1 'fHC, cr., Cui·po Cr,rn•l~·,•
o Juiz Eleitoral de Dela Vista, Sr. José Eduardo Neve Mene
apelli, para que eja es udada a possibilidade de e nomear urj
iagente alistador eleitoral em nossa cidade, "Outrosim, esclare
lço, que, há várias pessoas qeu necesi .am fazer ti ulos elei o
·r, 1:i • n,10 hà aqente que possa pres ar esse serviço, à µopul,,
ç~o, princípr,lni<·nlt.: dos qur: nüo diupõe de' rccurr.on financciror:';
disse Estanislau Nunes.
AMPLIAÇÃO NAS LUMINÁRIAS
o Vcrci!dor n,1rcl souza Neto, r;olicitou 110 Prcsidc:ntc ela c5r:ir1
'", JO!Jl' Cd r 1 on llorcc lon, que após ser ouvido e aprovado m P lg
ário, seja encaminhando expediente 110 Sr. Prefeito Municipal -
coll cópJ.a ao Gr. Paulo Dejalrno Modesto, Chefe do Enersul cm
~nta Por5 e ao Sr, Marcelo Calvuno, Chefe da Encrnul cm Bela -
ViaLo, no scnlido de viubilizor uma ampliação nas luminárias cm
vários setores da cidade onde há necessid11de.
1 AUMENTO DO 'l'EflMINAL TELEFÔNICO
O Vereador Millon Luiz Bendcr reivindicou que seja cncaminh11
do expediente ao Deput11do Waldir Neves, pedindo seu empenho cm
viabilizar junto a Telcms o oumento de terminais telefónicos cm
oossa cidade, motivo que p11ssou a citar. "Tendo cm vista, um
grande número de interessados por um terminal a cada dia que
passa vem nos procurar sabendo elos que o Vereador, serve como
un "elo" de ligação junto is autoridades competentes, o crcsci
c:cnto da população fez com que aumentasse o número de pessoas -
que necessitam desse beneficio" afirmou Milton Luiz Bender.
CARACOL - MS.
DOCUMENTOS EXTRAVIADOS
Angela Ramona Quintana comunica que perdeu uma Carteira pre
ta, contendo todos os seus Documentos. Quem encontrar entregar
na Residência do Sr. Rosalina Quintana, pois será muito bem
gratificado.
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fazem parte de u
gr o, um total d
vinte, e todos -
eles judam as pe
0as de b ixa renda.
ia manhã de domingo
passado, eles foraM
em uma determinada -
residência, e limpa
ram o quintal de u~il
senhora que não tem
condicõcn de [ozcr -
tal nto. Enfio pnrnr.
por aí uma vz no
meu o grupo irá aju
dar 11 construir uma
casa para as pcseoos
de baixa renda.
Estes jovens que
ajudam as pessoas
não pedem nada cm
troca, só sorriso á
a recompensa a cadã
um deles, afirma Kei
la, umas das partici
pantes do grupo de
jovens.
Nossos parabéns à
todos esses jovens e
também à irmã Espe
rança por tão lindo
ato de ajuda cristã.
SINALIZAÇÃO
A placa de sinali •
zacão que indica as
~aidas para o Alto -
Caracol e Caracol,es
tá completamente apa
qada. Pedinos aos rspa
sáveis que deêm um
jeito, pois já vie
ram várias reclama=
cões de turistas que
rendo ir para Cara
colou Alto Caracol-
e a placa não ajuda
em nada, muito pelo
contrário, só confun
de. -
ANIVERSARIANTES
DO MtS
1- Leber Lopes Leite
2- Clêia L. Velasrue7
3- Buzinha Leite Gar
eia.
4- Israel Gutierres
5- Edna Cavalcanti
6- Fátima Garcia Lei
te.
7- Maira L. Paiva
A essas pessoas nos
sos desejos de mui
tas felicidades.
«t)uh + L'
!
L_
Fabiana Russafá (Foto Roberto Machado)
'Oração à
Mãe N.
Nossa Querida
Sra. Apareci da
Qucriàa Mãe Nossa enhora A:° ia.
Vós que nos ana e nos guia todos os dies
-,õs que sois a rr:ais bela dss Mãos,a quem ou
amo de todo coracio, eu vos =0ço rai~
umu ,cz quC! me ajude o D.l.cu.r:Ç.Jr r s!;,; i:;r~j
a por mais dura que ela scja. Soei que -
vó~ me ajularã e ne dC0m?ur.h~r0is s~nr1·~I
até 2.. hora da minha ~orte. ~~~~- /
Rezar l Pai Nosso e ! Ave--'taria.
Fazer três dias seguido sta oração-,
que alcançará a graça, por mais difícil]
que ela seja. i
Mandar publicar no jornal. Em cuso e:
tremo pde fazer cn trs horas.
! :M.A.J
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Bela Vista - Mata.Gro
o
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"ENCOTOU LEVO'J"
' no s o,duna lfyru pra
I mio contou um fato d!gno -
d. durante a discoteca de ff
nal ldro Puf!no, por mot!vos,
do a Heftora, um rupo
conversando quando de
reponte uma usrot que ta ano ludo de u rapaz-
'evou um tremendo tapa na cura de outrs patfnh tem
aber o porque do presno, ó mfs tarde lhe Info-
aram que apresso partfu da namorada, ou ex, do
pato que estava ao eu lado, Pra náo dar vexame a
predfda ficou na ua mo aprendeu que a men[nada
età dtpntando a rapaz1 d no braço, te aprov{mar
dos compronet dos pode dr no que deu, encostou -
l°'Vllll !
XIV CHMS H 1 PONTA l'OHÀ
Está endo real!ado ta vizinha cIdade de Ponta
l"orii n XIV CE!S - Campeonato Escolar de Mato Gros-
o do Sul - classlffcatórfo para os JEHS - Jogos -
Estudantis BrasfleIros. A Promoção é dn FUNDES
l'ORT (' da Prefeitura MunleIpal de Ponta Porá, mais
do 1500 pessoas, entre atletas, dirigentes, técnL
cos e ,irhitroi1 pnrt lc1p,nn do evento que 1;<• extcnde
até o próximo dia l e conta com n pnrt1c1pnç~o de
27 Munfefpfos em 09 modalidades esportivas, Só sen
timos Bela Vista este ano não participar do CE!-1S ,
nossa cidade que teve pnrticipaç;o destacada em
cnmpcon;itos cstudnnt(s anteriores, inclusive reve
lando grandes atletas, n exemplo de Elenilson da
Silva, no pedestrianismo, que participou dos CE!-1S,
em 90 e foi o terceiro melhor colocado em todo o
Brasil no JEBS daquele ano. Fica a decepç;o, esti
faltando alguma coisa, nioll
SENIOR EM AÇÃO
Falando em esportes, a AABB - Associação AtlétL
Cfl Banco do Brasil promoveu o lQ Campeonato Bela-::
viseense de Futebol Senior, a final foi no Último
sábado e o título ficou em casa com a vitória da
AABB sobre a equipe do "Pncotio" pelo placar de do
is tentos o um. Parabéns no Presidente e atleta Ge
tulinho pela bonita promoção.
TORCEDORES REVOLTADOS
E os torcedores do Esporte Clube Primaveras es
tão cbi;tndo mais que panela de pressão contra a d!
retorin do Liga Esportiva Belavistense pela perda
dos pontos do Clube para o Náutico no jogo realiza
do semana retrasoda quando o Primavera venceu pelo
placar de 5 X 1. O Náutico entrou com recurso na
Liga e p1nhou os .jlontos n legando que o atleta .velar
Jogou com n documentnçio irregular, mas os primave
renses garantem que os documentos que a Liga pedi~
para liberar o atleta eles apresentaram, não se
justificando a punição que o time recém criado re
cebeu. Fica o registro.
PREFEITO NA CÀMARA
t
r
'l
roa
t tr
toura Mar!fpa
r, d J., é 1
l ( .,~ l' ·, t r; J
lavften ,
Por solicitação do Vereador Fernando de Freitas
ELins o Prefeito Nunicip;il Abraão Zacarias deverá
participar da scss;o ordinária da Cimara Municipal
desta quarta fclra, dla 12, o nssunto em pauta se-
ARTICULA COES
T
Em contato com a reportagem esta sem4
na o Verador Roney Moraes Simões, do PTB
ressaltou a sua preocupação com rela
ção a não implantação até agora dos
meios-fios em várias ruas asfaltadas do
bairro Antonio João, partindo da rua San
to Afonso, o que pode colocar a perder -
um trabalho que levou meses para ser exg
cutado, para Roncy "o que está faltando
é boa vontade, o asfaltamento daquelas -
vias públicas custou o dinheiro público,
a Prefeitura Municipal possui os equipa
mentos necessários para construir os
meios-fios e por isso não pode deixar
que o aslfatamento de várias ruas • do
bairro Antonio João seja· deteriorado, o
que já começa a acontecer devido as in
filtraç6es d'água e eros6es provocadas
pelas enxurradas das chuvas" enfatizou o 1
vereador.
Roney Moraes Sim6es falou também so
bre os prejuízos que a população virá a
sofrer caso a Prefeitura não providencie
em breve a colocação dos meio-fios para
proteger as vias asfaltadas, "está na ho
ra do atual Prefeito deixar as diferen -
ças político-partidárias de lado e aten
tar para esta necessidade, ou será que
ele vai deixar as ruas asfaltadas com o
dinheiro dos contribuintes se acabarem a
penas porque a obra foi feita pelo ex-::
Prefeito Edson Medeiros de Moraes"?inter
rogou o atuante vereador petebista, que
finalizou lembrando os altos custos das
obras de asfaltamento como a que foi fei
ta no bairro Antonio João e que não pode
ser relegada ao descaso pela Administra
ção Municipal, o vereador convocou ainda
a Associação de Moradores do bairro a
-
Vereador Roney
RONEY QUER OS MEIO-FIOS
NAS RUIS ISF IL 1101S
Moraes Simões
olhar para esse problema, "porque trata -
se única e exclusivamente de defender os
interesses daquela comunidade que tiveram
seus imóveis grandemente valorizados Pe,
las obras de asfaltamento e que correm e
risco de voltarem a ter o barro e a poei·I
ra em frente às suas casas simplesmente ·1
pela falta da colocação dos meio-fios, u
serviço simples e de fácil execução" afi!
mou o vereador Roney Moraes Sim6es.
EDITAL DE PROCLMlAS
Jantlde Rosa dos Santos - Offc1ala do C.'.lrtór!o de Registro
Clv1l desta cidade de llela Vista - MS, FAZ SABER a qunntos o
presente Edital de Proclamas virem, que apresentaram os Doeu
mentos exigidos pelo Artigo 180 do CÕdlgo C!vll Brasileiro -;
Incisos nQ l·ll- e IV e pretenden se casar: CELIO PELEGRINI e
Hlt.DECARDE FERSA.1'ES BALIA - ;1obos brasileiros, solte:iros.
Ele é Torneiro ~Secânico - filho de Sebastião Pele?rir; e]
Dna lrac1 Perc1r.J. da. Silva Peleg:r1n1; Ela t! Cocerci.111te, f1· 1
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