TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1344_19_05_1993 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1344_19_05_1993Número da edição1344Data de publicação19 de maio de 1993Número de páginas8GeoCoordenada -22.114904893954307 , -56.53232487225957 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1344_19_05_1993 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto -1 , T , 1 .. ,. CIARIO REGIONAL ANO 7.i NO 1.344 I9 DE MAIO DE 1993 -._ecee,;----;-----~ --------- - DIRETOR: IVMDO }FPE+A EX'MIAR CK$ 16,000, EM AUDIÊNCIA COM O GOYEftNIOOR, ABRAAO COBRA PAVIMENTAÇÃO D.A DR - 060 Ourante cerca de quarenta minutos, o Governador Pedro rcdrossian conversou com o Prc(oito de Bo Ia Vista Abraão taca rias sobre os prográ mas do Governo do Estado para o desen volvimento do munici pio e região, oport~ idade em que consta tou a necessidade de que sejam agilizadas as obras de pavimen tacão asfáltica da BR-060, ligando Jar dih a Bela Vista. A audiência a conteceu às O 9 ho ras da última quinta feira, dia 13, no gabinete da Governa doria. Veja matêria na página / 07 desta edição. 1 ± Prefeito Abraão Zacarias em audiência com o Governador do Estado Pedro Pedrossian, cobra a pavimentaçao da BR - 060. Operação Cidade Limpa Continua Diagnóstico de um Comércio ----- ee eo: es° A operação Ci dade Limpa que foi desencadeada pela Se cretaria de Viação e Obras da Prefeitura Municipal, por deter inação do Prefeito Abraão Zacarias e q/ fez parte do plano e mergéncial de 100 dias de Governo, con tinua na periferia= da cidade. Servidores da Prefeitura Municipal estão trabalhando na abertura e limpeza - de valetas e limpeza de calçadas nos bair ros periféricos. - O Bairro Espíri to Santo vem sendo beneficiado a través~ desse serviço que tem como intenção re Solver um sério pro= blema de invasão de enchurradas nos ter renos e residências da parte baixa do bairro, a limpeza de valetas e calçadas - contribui também pa ra a diminuição de insetos (mosquitos)e outras impuresas que prejudicam o bem es tarda coletividade. Segundo info_E mau o Secretário de Viação Obras e Servi ços Urbanos da Pr feitura, Nélio Dio rio, cerca de 15 braçais trabalham na operação que deve a tender todos os bair ros da cidade. - • Por outro lado, mesmo enfrentando um sério problema de viaturas que estão - . ' Sec.Mun. de Obras, Nélio Diório A Secretaria de Obras e Serviços Ur banos tem procurado atender regularmente a população munici pal na coleta de li xo, além de atender= a população na colo cação de aterros e transporte de mudan ças. "Com calma e muita criatividade - vamos atendendo na medida do possível a todos, ninguém fica ri sem atendimento". Afirma o Secre tirio de Obras e Ser viços Urbanos, Nélio Diário. (A. I.P.M.) rc bido, qu no Jornal, va- rias d;anela , cu mlhor, t .o 1ç0's d respeito do co ·rcio local. Aaioria do cns dor s ão [o dem coo.pr r ea Ponta Porá, Jardim ou Ca po Grande, onde mait. gnte já ia com prando, alegando que os preços em Bel Vista são proibitivos. Há casos de alquns produtos que cus tam em Bela Vista até 200 a mais, ou tros com diferença menor, tas também proibitivos. Não se pode mais alegar cs custos dos fretes, pois somos testemunhas de que os mesmos não oneram tanto. Diáriamente visitam Bela Vista va rios vendedores de serviços gr(lflcos, dê Assis(SP), Fátima do Sul e Campo Crande, numa acirrada concorrência com a gráfica local. Segundo um dos diretores da gráfica " a concorrência é livre, quando temos condições de competir com os preços de les, tudo bem, quando não, o que podemos fazer. Conversamos com vários comerciantes a esse respeito, e a resposta deles é sempre a nesna, " vamos fazer lá porque é mais barato". Tudo bem, e um direito deles, do li vre mercado. Isto vale para os serviços grãfico:.; mas não vale para os demais prociutos,quc não possuem vendedores no varejo, os clientes são obrigados, NA MARRA, a co!'l prar aqui rres!'lo. Mas a situação tende a mudar, ou os comerciantes de Bela Vista ~odifiquem suas maneiras de comercializar, ou have rá novas alternalivas para o povo com prar produtos melhores e com melhor pre ço. A estrada para Jardim, qu~ndo pavi mentada, pemitiri novas opções de com pra. Comerciantes gananciosos, que buscam o lucro ficil, querem enriquecer da noi te para o dia, só tem olhos para suas contas bancárias. O povo, os clientes,se não querem com prar aqui a/ vão comprar em outros municí p1os. E, acreditem, isto jâ está ocorren do. E vai aumentar com a Central de Com pras no Atacado, este é assunto para a edição de amanhã. (PP). na sua totalidade to talmente desgastadas e funcionando em con dições precárias. - Reativação da Associação Comercial Páq/08 Câmara é Notícia e lnf or mação • ISENÇÃO DO IPTU E ALVARà DE LICENÇA PARA OS DEFICIENTES REFORMA DO PRÉDIO ANEXO AO COLÉGIO PEDRO AJALA • SINALIZAÇÃO DE PONTES DRENAGEM E CASCALHAMENTO • COMPROVAÇÃO DE V1NCULO EMPREGATlCIO DE EX-FUNCIONÃRIO PREFEITURA • VEREADOR QUER A FOLHA DE PAGAMENTO DA CÂMARA • MEIO-FIOS NAS RUAS ASFALTADAS * CONSTRUÇÃO DO MERCADO MUNICIPAL Matéria na Pigina / 08 desta edição DA 39 Leilão Caracorte Dia 26/05/93 - Local: Tatersal do Sindicato Rural Uma Realizacão : Sindicato Rural de Caracol e Porteira lÕes Rurais Participe : Caracol espera por voce ! Lei * PARTICIPE DO COMITE DE SUA CIDADE E AJUDE A MELHORAR BRASIL* Ação Contra o Nacional: Mais de 32 milhões de brasileiros passam fome hoje. Quase 70s da populaçãobra sileira não se alinenta sufi cientemente para ter saúde e vida digna. Isto é, falta comida na mesa da grande maioria das fa mílias brasileiras. Segundo estudo do Institu to de Pesquisa Econõmica apli= cada (PEA), 9 milhões de faní lias têm renda mensal que lhes garante, na :::elhor das h:pót:e- Maior Flagelo A Miséria o ses, apenas a aquisição de una cesta básica de alimentos ca paz de satisfazer suas necessI daàes alimentares. - . Não sobra nada 7ais para habitação, vestuário, transpor te, etc. Como a gente sabe cue não ê possível viver, nesta-se ciedade, somenLe co:n dinheiro= para alimentação, o que sai o/ pagar aluguel e transporteé ti rado da alir.entação. Matéria nas Páginas-O~ JS •Auto Elétrica Bonito tl<•: v.olc!• lf :f,IIIIIIJ<:JO Tr 111d,1<J 1 , Venda de peça letrica, bateria ntova. e recondicionadats, concerto, de motoren de partida, dinamon e alternado t (•" . . ' opide, perfeiçao e qarant ia aio luta. Nte.n de viajar, leve eu caranjo para ter checado polos profissionais da J111.o-í'.l•·I rí<'a Jlonlto. 1111,1 í'') ilc M,llo, ')7.2 Fone (067) 255-133) lloni to - M!i .. - - ------·· ----- -::::===.::~ 40 Graus Drinks Bar De. Luiz CurJcnco !'ol lnaugu.ra<lu ii. Rua r.uiz da Cos ta Leite, 19I0 (onde era a Farmácia - do Pedrinho), o "ºº GRJUS l)RINK' !, B/H íi um cnlabcleci.11111nlo aconchegante para quem outii a (im de <lencont:rair. 1 ] Clube de Eventos 1 Santa Rita 1 CONVITE IIONI'l'O - MS -- ---====================; Mercado e de Carne De. Antonio Casanova Casa Sadia Dois estabelecimentos junto um do outro para melhor atender a grande clientela. Secos e molhados em geral pelo preço mais camarada da cidade! /o lado está a CJSh DE ClRNE SI Dih. carnes de suínos, bovinos, fran gos, patos, linguiças mistas, queijos , banhas, torresmos, etc ••• Fone (067) 255-1475 Bonito - MS Visite-nos e comprove 1 r to MIrnda e C l.vento Santa R!ta convtdr v,'., d p» rt!!par d !n +u da ent!dade, que e dará dentro da sena!n o 0ran!dora - t honra e natffa+no cntnh 'ronw e f, {o, nsr ,r. ,. ,,; cf JcIa1 do C1± do Ul/ 71J nE }(110 - QIJlHT.-fEJRA 13:00 horan - Rerpçáo do v! !tan m 16:00 hora - Medição do lço 1700 hor - Inscrição dar equíps DIA 71 Ili'. MAíO - !,CXTA-r'P.IHA 0;00 horas - M!ena de Ação de Graças 07:00 horvs - Inuuracção Cffc!al do Clube do Laço "SANTA RITA", com prnença de ator!dndes. 0730 horns - Hrteamento do Pav!lho Nactonal 08:00 horas - Infc!o das lçadas-fas clastftcató r J ., 12:00 hora - Almoço na Sede do Clube !/,: 00 hornr, - Rdn [e 1 o das lcadas 20:00 hor:s - Rodeio em touros - fase classIffcató rfa(dncrfçio 1!vre) CIa, de Rodelos O Vaqueiros de Eder Arce - "PEL!" 22:00 horo'.lr: - B:illr nn Sede do Clube I>lA 22 DT-l 'HAT SÃHADO 060 horas - Reinfeto das Içadas - fase classIf1ca tório 12:00 hornn - Almoço na Sede do Clube 14:00 horas Reln!cio dns l.çadas 20:00 horas - Kodrlo cm touros - fase classlíicató rin' 22: 00 horas - lia ile na Sede do Clube DIA 23 D~ MAIO. DOl1INGO 06:00 horas - Tnício da dieputa de Taça de Bronze 09:00 horas - Início da difputa de Bagualhada l~:00 horas - Início da Taça de Patrão 12:00 horas - Almoço na Sede do Clube 14:00 horas - Início dn diEputa de Taça de Prata 15:00 horns - Início dn dirputa de Taça de Ouro 17:00 horas - F.ntr,..gn de prêmios na Sede do Clube . No decorrer dos eventos da laçadas, teremos·ati vidades paralelns de VÔiei, Futebol Suíço e outras atividades. N'.!Jl. : Os Clubes parttcipan te s deverão trazer barra cas. Convite * Qualidade em produtos e serviços * TUDO PlRl / SUi FESTA Loja 1 - 24 horas, Rua Pilad Rebua/1853 Loja 2 Jardim Andréa ( defronte ao Clube do Laço) Fone (067) 255-1710 BONITO - MS * /TENDI.MENTO A DOMICILIO Hotel e Churràscaria Canaã DE. PACIFICO D/ SILVh BJLT/ Apartamentos com ar condicionado, frigobar, TV em Cores e telefone. O único com luxuosas suites . .Anexo fu.nciona a tradicional CITTJRRJSCARIA CANAÃ, que serve no almo ço todos os dias o melhor churrasco do Brasil. 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Bela Vista- MS, 17/05/93 Atenciosamente Prefeitura Municipal SECRETAIUA DE S/ODE INPORM./ : PLANTÃO/ FARMÃCI/ / MAl0-93 22/23 - Drogavista 29/30 - Drogaline - Sr. Saul - Sr. Carlos OBS: ~s Farmácias que não estive rem de Plantão deverão permanecer fecha das, e as solicitações eventuais só po derão ser atendidas se constar na recei ta a informação de que a de PLJNTÃO nãõ dispõe da medicação citada . Atenciosamente, Ives de O. Britto Ass. Sec. Saúde· Tribuna Diário da Fronteira Regional FUNDADO EM 20/02/72 Publicação da Rede Ilelavistense de Jornais - LTDA - Avenida da Fronteira, 564 Fone (067) 439-1410 - Caixa Postal 23 CGC - 15'.513.203/0001-90 BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL Diretores- Ivaldo Pereira e Maria Estela Velasquez Pereira •, Diretor Responsável Ivaldo Pereira Reportagens Ubaldino Rodrigues e João Carlos Velasquez Gerente Gilson Silva Santos Redação, Adm.ini.straçào e Parque Grâf'i.co - e nida Tribuna da Fronteira, 564 - Sede PrÓpri;J'. / Sucursais • 1 Antonio João, Porto Murtinho, Maracaju, Boni· to, Jardim, Caracol e Campo Grande. correspondentes Capitl!ÍS•I 1 artfgoõ 1 Glads La-ynn Modas Bahia-Car 1 Artigos em leganete, Cotton, . - -· Moleton, Crepe, Malhas, Camise tas com estampas.etc ... : Campo Grande, Brasília e Principais Não devolv:mos originais. O jornal nao se responsabiliza pelos assi~ados ou de origem definida. • Filiado à ADJ0RI/MS e ABRAJ0RI 1 cr$ 15.000,%° Cr$ '20.000,00, cr$1.500.000, 0° C-r$ 700. ººº·ºº Preço do ê:xempla.r Exemplar - Números atrasados Assinatura Semestral Assin~ra Trilllestral • Confecção própria diretamen- te de Belo Horizonte para Bela ·-- ' Vista. Visite - nos e Confira! Rua hlcebíades Bobadilha da CUnha/1744 Bela Vista - Mato Grosso do SUl , ' 1 ' 1 orcna Ec71.,] Especializada em ser<'; cos de Mecânica eJII GC 1 ral. Combater a Fome do. Povo ) urano nwmn{ou os tu ros do dr.rit{o tu - aro tal brafle!ro. ão ? !lhes de bra!1e!- que e+tio pasando fone, Isto ln!ffca um nd ro per1or a populaça da Arentfna, 5ando o Manco Mundial, a mIsrla no Hrafl • u de 26,67 da população em 1960 para )1,57 e 1 'J J :i. 0 raII tem hoje 4/ dos pobre da MCrfca Ln t', embora uns populaio nefa somente l/) da po yulaçio desse subcontinente, Contudo, me is rave da á o fato de o Irasfl apresentar uma das mafo res taxas de concentração de renda do continente sr!cano, enquanto que os 207 mal pobres da Ar a Lati tm 4I da renda subcontinental, os 20 - Is pobres do IrasII têm 2,1 da renda do Paf, Enquanto que )2 mflhôes encontram-se na mais ruel meérLa, a pobreza ameaça também um contin - ente de aproximadamente 60 mflhôen de outros bra I1eros, que se alimenta em n[vels abalxo dos re romendados pelos organismos Internacionais da aú de, Este não é um drama somente daqueles que estão nessa condfçio ub-humana. f problema de todos. Njo é posdvd viver com a consciência tranqulln - sabendo que nosso próximo passa fome e eRtÓ sujei to n humilhações deploráveis, Vivem em esgotos,nns runs, nubordinados à violência e gerando mais vio lência, Não é à toa que as casos hoje estão fortifico - das, Sequestros se multiplicam, o violência urbana cresce e ameaço os crianças. A intranquilidade Já faz parte do cotidiano das familias. Não podemos deixar que isso continue. E preciso fnzennos alguma coisa. Mos não basto ficar esperan do que o Governo venho e resolva tudo. Um Governo bon e decente é necessário, mas isso não é suftci ente, Precisamos nos conscientizar de que o comba te à miséria é também de nossa responsabilidade. Ui dias atrás estive participando de uma reu nlão na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, Desejam que todos os brasileiros te unn r uma corrente e favor do Brasfl. Vir!as c!dades já estão formando os Comitês da Ação da Cfdadanfa contra a Fome, a Misirfo e pela vidu. Trabalhadores e cmpren~rios estão se unindo nesse movimento. Não é um novimento só da CUT, e também da CNI, FIESP e outras entIdades de empre sários, A solidariedade humana se alinha hoje à sobrevivência econômica também das empresas Estou apoiando, junto com volorooos compa nheiros do PMJ)B e de vários outros partidos, essa iniciativa, porque tenho rê cm nosso povo, acredi to que o Brasil não irá sucumbir diante da crfs; se nosso povo se unir e superar divisões pouco in teligentes. t hora de começar a virada, é momento de dl zer um basta à miséria, Tomei a iniciativa de imprimir uma cartilha da Ação da Cidadania contra a Fome, a ~Uséria e pela Vida, que estou distribuindo a vocc, pedindo que a leia e tome também a iniciativa de divulgar essas ideias e ajudar a colocá-las em prática. O Tra,balhador e a Inflação VICTOR FACCIONI Enquanto houver in flacão, não há polIttca salnrial e nem salário capaz de atender ns ne cessidades do trabalha dor e muito menos estimu lar para uma maior pro: dutividade, A inflação é n inimiga nQ l do traba lhador e igualmente são seus inimigos os respon sãveis pela manutenção do processo inflacioná - rlo. Outro inimigo do trabalhador ê a recessão na medida em que ela não cobate a inflação. Ela Pode atê ser necessária, e um determinado momen to, t:tas não pode se pro longar, sob pena de fi car insuportável, comÕ estã a acontecer em no§_ so Pa.is. Quem ganha com a bflação são os bancós , os que têm muito patrim@ nio ou grandes negócios, e os especuladores. O trabalhador, não. &le, ao contrário, é o maior prejudicado.porque a inflação "come", para não dizer "rouba", escan dalosamente, os ganhos - do seu trabalho. Em pou cos dias, ela tudo cor rói. É mais corrosiva a] o próprio sal marinho, a maresia e a ferrugem. ~ simplesmente arrasadora. E o pior é que, além dos salários, ela está des truindo os parâmetros d; valores das pessoas. Ji perdemos a noção de valo res materiais, do" bara to" e do "caro", e esta mos perdendo também os de ordem moral. Daí a pouco, nada mais terá va lor. Cria-se o caos,pois passo a imperar a lei do mais forte, do mais esperto, a impiedosa"lei das selvas". Teria sido nesse 12 rl r cor@{d+do cuti os o pro va d Essa entfdades tio fazendo um chr ado muI to Important, a formação de um r: plo u1ovfreuto:: popular nacional contra a foe, a mlirla e pela vIda. Ponto e Contraponto -, Conferrc! B! pos do Bras!l, Conselho de Reftore de 'n!ver=t. dades iras!le!r, Centra! Cfc do Ir.Malhado - res, Conselho Nacional d Ire[as Crf«ti, Conte arvat!vos, deraço Nacfonal dos Trabalhadores na Ar!cultura 14fator entre vir1as outras, , 1 68 oO ' o° 1 ., • k ·M . 8! e/ ,,) ~ O Pre.feito de Porto - ··Uttinho, Luiz Abreu, é "primeiro, em nossa re tão, a manifestai-se a ;.•speito do projeto AÇÃo da cidadania con tra a Fome, a Miséria e Pela vaa", "Nossa primeira pro '!d@nela, em Porto Murti h3 - - . C • sera a formaçao de tts, com a colabora- ao de Clubes de Servi - tos E - t presarfos, Produ- /res Rurais, Comerc:.ian- t es Liberais, enfim, d" dos ":;. os segmentos da co ;_:'llldade", comentou • •efeito. ara o Prefeito Murei ,"nse, "todos os brasr /lt-os deve"' se engajar este ::..t projeto, procurar orar o sofrimento de o Prfe!to Luiz Abreu milhÕes de pessoas, os dndos são nlnrmnntes, mn is de 32 m.ilhÕes i'.~ brn:: de 'aio, que as lideran ças sindicais dos traba lhadores, mais do que dos empresários, porque mais prejudicados pela deteriorização do seu sa lário e pelo desemprego: conclamassem a Nação a uma luta sem quartel pa ra o combate à inflação:: e o fim da recessão. Vencidas a recessão e n inflação, por certo a vida política, econômi ca e social-do País, co; valesceriam e o valor dÕ trabalho seria restabele cido, com ganhos reais dos salários e oportuni dades e horizontes mais amplos e mais claros pa ra os trabalhadores e todos os brasileiros. O plano econômico l tamar, lamentavelmente , pouco vai conseguir no combate à inflação e a. recessao. Além de incompleto, constitucionais um elen co de boas intenções, do que de medidas concre tas, tu{ .r-"""ti 1.1 ,"' crli,-1· uuedes pelos )ov nos. As tutu r~1r: ( ,t.. r ,t 1(1 •. 5 .. ~ , t:C 1rr r .. u th· pr_n,.,r (11h ,. 'J paterna!! ao aos vlcfados aumenta o numero d le e o4 porcr~c..111 d1 clvi.:r·,_,1.. T,l·t~ t :r~~ <lt; d. Ad, ..... :f,l,,,., ranlsos Inter: .donafs que prepaa o controle da nélt ll<l~dc, r~c.o::·cnrl--i r,u,', p.,r., t,.., <.:m l r,ilt• 1 fJ(.!c!_;l te, não se utf!Ize apenas o preservativo, ias tul- taneamente, a pIlula, porque o pr!melro não é aran- tido, ate esmo por razoes operativas, ainda que a qualidade eJa a melhor. Assim, nio arante tambén - em relação a AIDS, f u cr!e, portanto, o Induz1ren to no seu uso, porque é enganoso. A VOLTA DO FUSCA Vai, pois, depender de refonnulaçÕes e da administração que for da da à sua execução. Por enquanto, os projetos enviados ao Con gresso tratam mais de reformas administrativas e criação de cargos. Mais um equívoco. O Brasil precisa retomar o crescimento, Chega de pa ternalismo. - O povo precisa é de trabalho. Que lhe assegure um salirio e uma vida diE na. Assim, talvez,os tra balhadores tenham algÕ a comemorar no próximo - 1g de maio. * Deputado Federal PREFEITO DE PORTO MORTINHO E O PROJETO CONTRA I FOME JORNAL DE SUA CIDADE JORNAL. TRIBUNA DA FRONTEIRA A nostalgia do passado pode também render dfvflen dos de popularidade ao Presidente. Nada melhor, para ser popular, do que se idcntificnr coe1 pil,ivrai; qur. despertnm sentimentos e saudades, nprs:11r de r<.'fJH",<";! tare retrocesso. O clrco, ofusca, o ccrcndlnho, ,1 pena de reorce (outras virão) são cnis cf1c~7PS, para ficar nas manchetes, do que "slogans" e "palavra d ordec". Principalr.iente paro quc3 n:Ío tem c,1rhrn1. F~1 tadista é que vislumbrn o futuro antes dos decais e consegue que estes acreditec na sua lldcrançJ. A ALTERNATIVA ERLUNDINA E, sem dúvida, uma âncora da polItfca. Saindo da Prefeitúra, ficou sem estribo nenhum, ,intcs do convJ:, te de Itamar, O PT a deixou o ver navios, enquanto - entregava a presidência estadual a sua concorrente , originário do porto de Santos, tamhén candid3ta no Governo de São Paulo. Coco exigir dela o ,,dc{é'r, do ostracismo voluntário? Erundina deu a volta po cL e Itamar exercitou o seu gosto pelo jogo político.º/ poder, segundo Collor, pernite tudo. Segundo Ulyss.s inebria. Itnmar chegou ao poder, via Collor. De gr~ ça. Pura sorte, Coo um detalhe: aceitou um projeto - político que não era nem é seu. Com Erundinn, busco alternativas para a eleiçao de 94. ECOLOGIA E HUMANOLOGIA O movimento Ecologista surgiu dos abusos cometi - dos contra o meio-ambiente. Parece agora urgente u, movimento humanologista para proteger o ser humJno - contra os abusos dos ecologistas, que, se não fore□ detidos, retirarão o homem do planeta terra. Passou a ser uma ideologia e, como tal, criou sua própria - dialética do conflito: natureza versus honem. Pelo Genesis, tudo o que está na Terra é para servir ao homem. Lógico, para usá-los e não para abusar deles. SÓ que agora são os ecologistas que abusam:coo exe plo, querem que O homem integre a cadeia alioentar 1 do borrachudo, combatendo o uso de preparado para ma tá-los, no Litoral Norte. PENA DE MORTE A sociedade identificou numa palavra o seu ansefo. de segurança: pena de morte. Se, porém, um inocente for condenado e assassinado por ordeo da Justiça, os seus julgadores, provada a inocência, serão condena dos à morte? A Justiça hu□ana é por demais falha pa ra poder eliminar vidas. Alêm de tudo, é ineficiente para redução da criminalidade. Por isso, assume a feição de vingança, conpreensível humanamente mas n~ gativa socialmente. Acresce que o sentimentalismo das ruas levará o povo a ser a favor da condenaciio e, na hora da execução da pena, a ser contrário a ela. 1 COATE A INFLACÃO A Nicarágua reduziu a sua inflaçâo(antes oaior do que a do Brasil) ao nível da inflaciia da Suíça. Qual foi o plano econômico adotado: E na Bolívia? E no C'tile? E o Perú? Nesses países, antes da recuperação ar: andou por lá. Keynes também. ;Mas foram abandon!'.j dos. Passou a valer a lei do mercado. t hora de re pensar as coisas da economia brasileira. É certo que nesses países não existe perfeição. ~.as existe p-ro gresso. Crescimento econÕnico, Sacrifícios, também mas fazendo surgir esperanças. sileiros estao passando- ça Alimentar, criado pe fome, nós, em Porto Mur- lo Presidente Itamar tinho, procuraremos fa Franco, é o primeiro pas zer a nossa parte • so para conscientizar to Nos próximos dias • dos os brasileiros da Abreu entrará em.contato gravidade do problema , com o Secretário Nacio- disse Abreu,concluindo • nal da Ação da Cidadania em cada Município, por contra a Miséria e a Fo- menor que seja, deve sei me, em Brasília, que tem iniciar um plano de coe-! . abertura do gãrgalo portuário poder gerar nume a responsabilidade de ar bate a miséria e a fome, j ro expressivo de novos ecpregos, com o au::iento das ticular e coordenar vamos nos reunir com os. e.·l'ortaçoes. Pode ser a queda do nosso Muro d: . BeE_ ações gerais para a am d d 1 d j lim. Os trabalhadores também buscarao a eficiência -] ver a e ros, com t.o os - • ~ pliação do movimento. os segmentos, e dar i. coo fora de progred-i.r na profissão._o para eles;] "A criação do Coose - i I bo.:: pare o país. O esmo co a CSN. So que, neste c±, e o a um programa, en - - _ - lho Nacional de Seguran- nossa cidade concluiu.·; so, o~ operarias nao precisaram dcscobr-i.r e A::ier~, =nem== n u=e n sin e » n a a. Ja detem boa parte do capital da empresa e qu!se[ ram ver o Estado pelas costas. lt=er foi ec:purrado , 1 ANUNCIE E VALORIZE O na boa direcão. A SOVA LEI DOS PORTOS E A PRIVATIZAÇÃO DA CS PREÇO DESTE EXE!-!PLR C::- : 15. 000,00 TRI A MISÉRIA E PELA VIOI Participe do Cornitê de sua Açã1 Contra o Maior flagelo Nacional: A Miséria Ma{4 de 2 Ilhes de bralleIros p1±um foe hoje. Quase 70 da populu ao branIleIra não e alimenta ufL - e[entemente par ter nide e vfdn d1 na, 1to é, falta os1da na tesa d rande unforIa das fnuIlfu brafleI rnas. {eundo estudo do Instituto de Pequfa Econónfca Aplicada (PEA), 9 flhôen de fanf1as têm renda mensal que lhes arante, nn telhor das h!pó tese, apenas nqufsfçao de uma ces ta binica de altentos capaz de sat1s fazer suas necesntdndes l tentares, No sobra nda mais pnra hnbftaçao vrt1tlllirlo, trnnsportl', <'tc. Cowo n ente sabe que no é polvel viver , neta sociedade, somente com dinheiro pnra nlimentnçào, o que sai paro pn - ar aluguel e transporte é tirado da nlimentnçiio. Por Isso, es~na famílias vivem nos n!vein mn!s precários da oobrevivên - cio humana, habitnm lugares que nio seriam habitndoG nem por animais, vi vem no esgoto, no lixo das cidades falto-lhes emprego, escola, sa~de, E, nessa situnçÕo, a consequência é dura e triste. Morrem 300 mil crion cas no-Rrnsil, por ano, de mortes que poderiam ser totalmente evitáveis.Nos sas crianças, antes de completar u a no,morrem de diarréia, pneumonia e ou tras doenças que não as matariam se - estivessem alimentadas e vivendo em - lugares dignos. A cada dia aproximadamente 1000 crianças estão-sendo mortas. No momen to, em que você estiver lendo este t!xto muitas estnrio morrendo. Mas se sao_mort~s evitáveis, quem poderia e vita-las? Quem é responsável por is - so? A resposta é uma só: NÕS. Cidade A reaposta nõo está longe. o Bra - ail produz alimentos suficientes pnra alimentar toda a nossa populncão e mo is outros Países da América Latina.So bra comida no Brasil segundo mostram os estudos técnicos. Porém falta co~i da no prato do brasileiro! O Governo anunciou que se 207 da produção de grãos entre theita e o transporte. Joga-se Vamoe b<>nstruir aliento que uerfa 'ffen e pnrn n- 1Ientnr IB8 flhoes de brzflefros.I o tem flar no rresponivel sistema de tmazenoento que faz o Pafr per - der flhare de tone!da de llen - tos, porque apodrece e te deterfora untes dn d1strbutçao. !'a verdade!r Indstr ta dna fome. 0a números já ão conhec1dos, os e xemplos o vártos e divulgados pela Iprent a todo tomento, porém chegou 11 hora de dizer um basta nesse proces so inceneato e RCnocidn, gerador da: mtsér1a absoluta, que coloca mIlhes de pessoas nos limites insuportãveio da fome e do desespero. O tempo da miséria absoluta e da rcsignncão com es.sc quadro acabou. O tempo dn conciliação e do conformiomo ncobou. É este o clamor ético dos nossos - tempos. Essa deve ser o prioridade da sociedade e do Estado. Esto é a obri gação de cada um de nós: das entida -. des da socirdodc civil, dos trahalha dores e empresários, das igrejas, es colas e universidades, dos partidos , sindicatos e dos meios de comunica cão. De todos mesmo. Nno, se pode viver cm paz em situa ção de guerra. Não se pode ser feliz em um País onde milhões se batem no desespero do. desemprego, da falta de condições mais elementares de saúde educação, habitação e saneamento. Chegou a hora de unirmos nossas forças, vontades e esperanças para en contrannos novos caminhos para o nos: so Pa!s, precisamos unir nossa ação - em favor dos necessitados com a desco berta e a aplicação de um novo modelÕ de desenvolvimento humano, solidário e ctico. Não se pode fechar a porta dn cons ciência, nem tapar os ouvidos ao ela: mor que se levanta de todos os lados. A insanidade de um País que margi nalizou a maioria de seus filhos deve terminar agora. É possível mudar isso. É necessâ - rio transformar essa realidade. É im perativo de sobrevivência do povo e da ncao mudar o rumo do desenvolvi a co - mento do Brasil. Podemos fazer isso , fora desde que juntos. a AÇÃO m CIDIWHA CONTRA A MISÉRIA E PELA VIDA t, cl r L I f e e Ajude a Melhorar ' ( perde Decisão de Mudar Você ficou impressionado com os do com as Diretas-Já e = 0 "~clm!nt". dos sobre a gravidade da pobreza. De Precisa ser assim com o combate à fo- fato, eles causam mesmo indignação. me, sob pena de que esse problema se Porque O Governo mostra-se tão inca - arrasta interminavelmente e anule to paz de dar soluções minimamente acei- da possibilidade de inserção do nosso taveis para problea tão grave? Será País no círculo dos Países realmente que ninguem faz 1 ada para mudar esse civilizados. quadro? Nessa ho. de outra pergunta Já passou o tempo de ficamos cspe pode ter vindo à sua mente: e eu? O rondo que outros façam por nós aquilÕ que estou fazendo paro solucionar o que nos cabe fazer. A crise é tamanha problema? Pode ser que sua resposta que precisamos nos urir para construir seja a resolucâo de fazer alguma coi- nossas proprias soluções, para cobrar sa. !as fazer o quê? De que maneira? açoes concretas dos Governos e das Como começar? instituições, para cobrar tambêm as Este texto procura responder a es- responsabilidades da cidadania, dos - sns perguntas com algumas sug~stÕes - empresarios, das igrejas e entidades. sobre a forma ~e organizar e de levar Existe muita coisa que pode ser adiante uma campanha de combate à fo- feita. Desde O tratamento emergencial 1e e uma cidade, em um bairro, em u- das questões que nos abalam, desde 0 mn região. repartir o pão, atê a mudança de rumo São Meras sugesto"es, desti d d na as a e nosso desenvolvimento. Nâo se tra- estimulnr e não limitar a criativida- t a apenas de dar comida a quem tem fo de. A c"mpanha de combate à fome só me. É importante, sim, e muitas vezes poderá ter êxito se se tornar "incon- 1 l v ta , resolver o problema emergen - trolável", ou sejo, se as inici.?tivas clal. Mas é preciso pensar no futuro,· espontâneas e originais de milhares - l pensar a ongo prazo e organizar a se de_grupos criarem aquele clima de op1 ciedade em busca de soluções permanen niao publica que leva as autoridades tes para O fim da misêria, da reces - públicas n tomar decisões que o povo soo, do desemprego. considera indispensiveis. Foi assim PRIMEIRO P SSO VAMOS ROMPER A APATIA E A DESORGANIZAÇÃO Um dos traços negativos da cultura brasileira consiste na falta de ini - ciativn ou organização dos cidadãos - nn esfera social. Todos esperam uma Lei, uma açao de Governo, uma convoca a0 do chefe polít íco para atuar '<iian-: q.:, for4 Ma precls a da ord t.,rf:!, cn: vorn.r,;âo nIr nossos aios, convidar peso ou ent idades conhecidas e co ar al um tipo de trabalho para resolver quentão. Algo o alance das no as - for as. Por pequeno que veja, esse es forço somado a milhares de outros constituí o fator crucial pura a eli Inação da fome e nosno País. Em cada cidade,em cada Bairro lo caldade vamos criar Comitês, que se rão chamados de: Ação da Cidadania Contra ,"I 1-flnérla e pela Vida: Co,ütê: e o Brasil e p 1,1 til apolo par a n!ao. Pod na sala de na casa de tem problema de local, nem preclsa de nada mais que a vontade de cada tu, Reunido o rupo, pequeno ou rsnude, podemos começar a pensar junto em co- mo fazer aluma cosa contra ome. O que faz o Comitê? Formado o Comttê da Açio da Cl1l.ul,1 nia contra a Miséria e pela Vida, po demos começar a pensar eM co1s.:tS úteis e concretas que podem ser feitas a partir de nos~a própria capacidade e em função do número que pessoas que - forem sendo agregadas. A primeira coisa que podemos pen - sar é na organização de grupoo que íf cario encarregados de fazer alguns l vantm;ientor. !nportantcr. e na escolha dc pessoas que serão r~spons,"ívciH pe la =nutcnçào da orzonização do Comi tê e da divulgaçno. Sugestão da Comissão de Trabalho Podemos conversar também com os co merciantes, com os transportadores e com os armazenadores, para termos ua idéia de como funciona issd em nossa cidade, se tem formas de barateares se trabalho, se a comida está chegan do ao mercado, etc. ~ - MAl.'A DAS INICIATIVAS Podemos conhecer bem a situação da pobreza e o que está sendo produzido em nossa região, mas isso não basta. S~rá muito improtante sabermos quais sao as ini:iativas que já existem ec nossa regiao, promovidas pelas pessoas, entidades da sociedade civil,igrejas, sindicatos, Prefeitura, Governos Esta dual e Federal. voltacas d resolver: ou ~iminuir o problem,1 de fome e da - miseri~: mutirões, cooperativas de produçao e consumo, distribuição de a limentos • programas de geração de e prego, covimentos de sol:dariedade e todo tipo de iniciati•:a :.ndividual e coletiva. E as possibllitade de se so mar a elas ou criar outr~s iniciati: vas. 4 CMIS7 - AO DE ORGANIZAÇÃO DIVULGAÇÃO Uma coisa q - - ue a gente nao pode es- . quecer e da nos - _ P sa propria organlzaçao, ara isso uma d _ podem col~bor uas ou tres pessoas_ - ar para organizar reunioeS, pdreparar os assuntos que serão debati os, convocar - faze as pessoas ou entidades r contatos e i brando d 'om a mprensa etc (l~ cipar d e convidâ-los tacbém a parti: o movimento - - que divul ue:n • nao qnere::ios so - g • queremos que partici e pem ~tivamente, como Cid d- ponsaveis). a aos e res - julga im - O contato e cão é coisa 'O os efos de comunica cio da f P:ioritaria. Desde o in! ormaçao do C i - - versando com O om te e bom ir c jornais e da Pessoal das rádios,dos eles serão itelevisoes. Certamente mu ·tos re i • -i e poderão . d cept vos a ide a reuniões ~Ju ar na divulgação das - , os eventos e i i le te, dos resultad • pr nc pa -- estarão send os das pesquisas que sões ae Era,,[Paza4as pé1as ceeis- Num segundo o. bê será imento esse apoio tg das inform - ante para a divulgaçao d açoes que e ·- d os outros C i _ starao chegan o om tes das outras regiÕeS- Pod OIJTRAs COMISSÕES emos fora misses for, F tantas e quantos cg outros fo~ 0 necessárias ou encontrar solidário qas de trabalho coletivo e tende - 'ue venha no sentido de a - r as neces. id qce f s ades e pro; stas !:'. orem surgindo. po bom lembrar ma rigidez nem que não existe ncnh~ :nitês, que pod n~nna fixa para os Co para o aumen- sa região. 'orao ser vários em nos~ » se for o - se organizar d, caso, e podera0 ==n u==es s es: lhor la fora que acharem ze as siri ru ggeauge-. VOCÊ PODE MUDAR O p "======a..s...se «an u iu===un a- a HS[T, s uegeiuggesse.are.age.ze - -.--aso l - MAPA DA FOME Existem muitas estatísticas e estu dos sobre a incidêncL'l do fome no Bra s11. Esses estudos proporcionam infor mação importante para o conhecimento do problema. Importante, mas não es - senclal. Porque a fome é um terrível drama humnno e por isso não pode ser realmente aprendido senão através do contato humano pessoal direto com a - queles que o estão vivendo. Mesmo estando to perto da gente , na maioria das vezes a gente vê a po breza e a miséria, mas de fato não a conhecemos. Por is:o, torna-se muito importante a gente fazer um levanta - mento, que estarr.os chamando "Mapa da Fome". Vnmos formar um grupo para sa ber qunis as áreas de maior pobreza e de miséria em nossa região, como as - famílias vivem, cozo são as condições de saneamento, de égua po'tável e de saúde. Para fazer esse Mapa nao precisa - seguir nenhum modelo, pode fazer se - gundo sua criativicade, mas procuran do, sempre que possível, responder às seguintes questões: l - onde estão localizadas as áreas - de pobreza e misêria de nossa região; 2 - quantas pessoas estão nessa condi cão; - 3 - qual o salário ou quanto ganha ca da família, qual o número de desempr~ gados; 4 - o que come e o que falta de comi- da; 5 - qual a situação da escolaridade de saneamento básico, água potável saúde de cada área; 6 - outras informações que portantes. 2 - MAPA DA PRODUÇÃO É muito importante sabermos. também o que e quanto se produz de alimentos em nossa região (grãos, carile,frutns, hortaliças etc) e como é distribuída essa produção, no comércio e 03 arma ·zenagem. Para começar, podemos conversar com o pessoal do Banco do Brasil (que ja esta, com animo e fé no Brasil, a poiando essa iniciativa em todo O Pa ís)_ou da Prefeitura. Certamente eles terao muitas informações Úteis para 0 i~!cio desse levantamento, inclusive vario: deles poderão se integrar no Comit:• dando um pouco mais de parti cipaçao. Mas é muito importante tabê con versar com os produtores. para se ter uma ideia do que está sendo produz! - do, en que condições e coo é a cozer cializaçoo da produção, rabê é i • portante saber quais sãos os proble - mas e as possibilidades to da produção. . ' ., A(ÃO DA CIDADANIA ONTRA A MISÉRIA E PELA VIDA Participe do Comitê de sua Cidade e Ajude a Melhorar o Brasil Segundo Passo I - DIVULGA;AO • Sabe sons que muitos ainda nao têm a el dimensão da rvídade da pobreza da mféria em nossa relao, por I so é mufto Importante dlvular, por todos, os melos pos[veis, os resulta dos das pesquisas que realizarmos, divulgaçao também é uma forma de lenuca da renalidade, um melo de sen Ibiltzarmos o nosso próximo e pres - tonarmos as autoridades públicas. l'ur outro Indo n conHc1.incln dn po pulação acerca da necessidade de con ter a escalada da fome aInda é limita da, mas existem grupos que estão se movimentando, Uns so formados por pessoas que se nnlo-orgoniznm poroso luclonar seu próprio problema alimen tar, mediante a crlaçao de centrais - de compras comun i tó ri as, coopera t ivns de consuml<lores, grupos de compra di reta e produtores etc, Outros, por pessoas que se juntam para prestar as slstênclu nos segmentos de baixo ren: da, geralmente por inspiração religio sa ou filosófica. - A divulgação dessas experiências - substancialmente o eficácia da campa nha de combo te à fome e ajudará mui - tas pessoas e entidades a encontrar, no exemplo ou no inspiração dos ou tros, cominhos próprios para resolver seus problemas. Por isso, vamos cami nhar visando à articular regional ou nacionalmente os diversos Comitês lo cais, para evitar o dispersão de for ças e criar um movimento verdadeira - ocnte nacional. Foi criada umo Secretaria Nacional da Ação da Cidadania Contra a Miséria e pela Vida, com a responsabilidade - de articular e coordenar ações gerais para a ampliação do movimento. Fazem parte dessa Secretaria: Ordem dos Ad vogados do Brasil (OAB), Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Central Onica dos Trabalhadores (CUT}, Conselho Federal de Economia (COFECON), Instituto Brasileiro de Análises So - ciais e Econômicas (IBASE), Instituto de Estudos Sócio-Econômicos (INESC) e Associação Nacional de Dirigentes. de Instituições Federais de Ensino Supe rior (ANDIFES). A Secretaria está funcionando pro visoriamente no INESC: End. Venâncio, tipos: 2000- BI. B-50 - Sala 435.70333-900- Brosílio-DF, Tcl: (061) 226 - 8131 FAX (061) 226 - 8042. Pedimos que todos os Comitês envi As ações emergenciois incluem as! em informações pora a Secretaria Exe ( números formos de melhorar a dieta a- cutiva, para que sejo possível promo- limentar de grupos marginalizados: or ver-se a divulgação nacional de tudo ganizacão de grupos de ajuda comunit~ o que for feito e dos levantamentos - ria; hortas familiarP~; distribuição realizados. Qualquer informação adi - de cestas de alimentos; organização - cional, procure a Secretaria Executi de sopÕes; manutenção de creches; cur- vo. Ao mesmo tempo, esse movimento sos de nutrição etc. Em relação a es- também já está trabalhando no sentido te aspecto, o Comitê pode reforçar a- de articular as ações governamentais çÕes Já em curso ou iniciar novas mo- contra a miséria, a recessão e o de - d~lidades, incorporando grupos socia- semprego, através do Conselho Nacio - is que até agora se mantiveram afasta nal de Segurança Alimentar, criado pe dos do problema. O objetivo, nesse - lL> ,:~•verno Federal visando a apresen arpo, consistem em aumentar suhston- tar propostas de políticas públicas - cialente o número de pessoas e gru - de combate à miséria. Iniciativas des pes engajados nesse tipo de ação, a sa natureza também serão incentivadas fim de ampliar a atenção aos segmen - em nível estadual e municipal. Ore - tos sociais em situação de deficiên- presentante da sociedade civil que es tara coordenando essa ação é Dom Mau ro Morelli, Bispo do Diocese da Duque de Caxias. , .. i Cê!! Iadeu Cores d Mota Ches an t! res Cláudio de Lo alva Flores ka!n Daniel Parede, Car Dorvalina de Frtta Dorneles ~leonor de 5ou2a r co E.ILana Mendon,a Elias Mendonça EIzeria Coelho EreotIldes Cabral D)Las Ermelinda Dede Miranda Ester Leite Féllx E.lal!a Areco lo.felster Felicana Casanova Santana Flávio Moreira Geraldo Acosta Geraldo Jara GIlberto Pucheta Codolrcdo Freitas Haroldo Rodrigues Helena Garcia l.el t<• Hélio Silveira Montaneço Hélio Vilalbo Medina Helvio Figueiredo Irma Brites Cabreira Izabelino Gamarra Jacinta Hoffmeister João Alicio Adorno da Silva João Pinheiro Jorge de Souza Moreco Jorge Paredes Julio Cezor Torres Laercio Albino Bispi Ledo Regina !.eite B1 tencourt Leiner Brites dos Santos Leopoldina Lino Moraes Lidia Garcia Leite Livrada Casanova Livarada Ferreira Louveira Lucas Ajala Lucio de Fátima da Silva Ferreira Mareio Comes Pereira Marcos Antonio Comes Ferreira }la.ria de Lourdes Balbuena Maria Enice Nogueira Maria Lourdes dos Santos Felix Maria Lucia Anunciação Maria Nicolacia Cabreira Maria Olimpia Brites Maria Rosone dos Santos Medeiros Maria Tecla Brum Mariangela de Almeida Maria Afonso Rodrigues Antunes Mario de Assis Carneiro Marli Terezinha Volpato Marta Gonçalves Martinho Parede Miguel Galonga Natolicio Mendonça Odines Domingues de Melo Osvaldo Jara Paulo Roberto Valenzuela Percio Rodrigues Ramào Castro Carabi Filho Renato Costa Rildo Garahi Robson Purkott Rodolfo Icasstti Molina Ramona Carmona Pereira Rosevel Felix de Souza Ruben Lino Rusen Lino Sandro Regina Purkott Sonia Lucila de Araujo Simao Zovola Quinbones Sonilei Guerreiro Tania Maria Salina Moraes Tania Meire Baboni Gomes Tertuliana Valdez Aristiminbo Veneza Dede Dias Vera Lúcia Pinheiro Zeferina Pereira Rambil Zeli Aparecido Crance Zoli Garcia Leite Karia da Conceição Dede Dias Washington Luiz Alves Leite Edilson Ribeiro Elieth G. Espíndola Ivone Conceição de Souza Josias Santos de Alceida Liolina Cristaldo Franco Maria Conceição da Silva Saulo Pires Carvalho Valnei }liranda Gumercindo Pires Ana Alice Rocha Centurião Aparecida de Jesus Pereira Marilia Juracy Gonçalves Sorrilha Joao Antonio Gonçalves Sorrilha Antonio Marim G. Sorrilba Baldomira Cardoso Ferreira Aral Rodrigues dos Santos Eder Quintana Suclenir Ferreira Leite Carlos Yoshihiro Naragaki Hierinio Coleam Antonio Ferreira • Ra70na Carona Pereira Fl.ivio Moreira 123 A:to!o Carlos Brum assassmmaresnsr r ses e r r ai»aaaaau s a s a s ]? Mj]tom rj -=tttttt:::zzt1': 2 - ARTICULAÇÃO Umo dos tarefas básicas de um Comi te local, municipal ou estadual con - slste na articulação de ações ccincre tas de combate ã fome no seu âmbito - territorial. Estas ações podem ser de dois - ações cmergcncla is; ' - pressão de opinião pública Ir alimentar de to.cientizar um maior numero de p ssoas a respeito do problema da fome, A pressão de opinião pública abran e a divulaçao do quadro da fome nos óraos de comunicação de massa; a de nincia dessa situação em atos pibli - cos; a realização de conferencias, se mfnárlos, reuniões para a anil!se do problema, suas causas, suas poss[veis soluções; a participação em atos pá - blicos de âmbito regional, estadual nnclonnl. Trata-se substancinlr.ientc - de exigir políticas públicas, medidas ndmlnistratlvus, nçÕcs do Estado, ndc quada utilização do dinheiro público, eliminação dos desperdícios etc. Essa oçiio deve ligar o realidade local, as experiências que tivermos, a vontade de vencer o drama da mlsiria, com perspectiva de mudarmos os rumos desenvolvimento e dn democracia Brasil. AÇÃO DA CIDADANIA CONTRA A MISÉRIA E PELA VIDA Então, vamas mudar essa realidade? Você pode mudar o Brasil o do no I:+A (J"i] 02 09 00 .05 71 007 008 009 010 011 012 0lJ 014 016 017 018 019 020 021 022 023 024 025 026 027 028 029 0J0 031 032 033 034 035 036 037 0JB 039 040 041 042 043 044 045 046 047 048 049 050 051 052 053 054 055 056 057 058 059 060 061 062 063 064 065 067 068 069 070 071 072 073 075 076 077 078 079 080 081 082 083 084 085 086 087 088 089 090 091 092 093 094 095 096 097 098 099 100 101 102 103 104 l05 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 131 1 122 Conjunto tte ± , í ' : Boiadeiro r.• t7 de Mais a 1.9 3 J" • 1 l ! '40 (00' 267 1 l' 1) JO 1 ') 1 l 1 L, l ', 1 2)6 2!1 ()',() ll/9 J '.,I) 280 13 273 0'i ', 265 17 011') 267 154 151 23 092 285 248 215 166 149 157 220 070 008 111 080 176 022 037 259 278 218 107 134 021 001 04) 058 243 014 116 223 017 042 101 253 281 178 187 173 084 258 277 186 097 072 129 168 203 249 096 095 005 105 210 241 133 158 224 035 013 112 159 026 144 140 207 065 217 160 229 250 034 175 289 108 4 184 093 119 109 167 182 051 j 191 290 129 150 138 273 / RAIO DE A.FRIA MAÇÃO E UM APELO MOS CIMOS ICNOS DESTE PA);! FORCAS ARMADAS - O DERRADEIRO BALUARTE! As Forças Armadas têm sido vítimas de ataques desencadeados por elaborada orq_uestração r ' _, 1 ' 1ft ,,, 1 f,t ! 1 ,tt,, ,, l T, ,d Jro-lo Ar. , Iv 1 " ti j' f frevo neste Instante, bustando interpretar o li[t!mos nnselos dos weus companhelros, todos em exceçao, Desde aqueles 'que f ofereceram o eu próprfo anuw em holocausto a te ranca e defesa da Pitrfa, até os que Inda hoje vivem (fardado ou Já a paisana) e que tamnbém a ela dedicam ou já dedicara os melhores anos das uas existências, sob o sarado lema de "Sempre tudo oferecer à litrla que rida, em nuca pedir-lhe nada cm troe!", Nos ilt{mos anos s Forças Ara das brasileiras têm fdo vítimas de ataques permanente a sua 'donefdade moral, desencadeados através de bem elaborada orquestraçao, conduz idn pro fIssfonalmente por determinadas fac- çôes da mfdfa nacional e intcrnnclonnl (haja vista o inominável covarde e diotorcldo enfoque publicitário, atri bu!do ao recente caso dos"camarões' de l'clotas). A meta estratégica perseguida e a dn desmoralização slstcmitica parn enfraquecimento máximo ou total des truiçno da instituição militar nacio: nal. O fato peculiar, entretanto, ê que tais pressões são originadas tan to de entidades internas quanto condu zidas por interesses de certa parte: da comunidade internaciol'.al, ambos perseguem o mesmo fim, porém com obje tivas diversos. - De um lado, o patrulhamento per manente por parte de setores radi cais inconfomados dos políticos na cionais, seja para dar continuidade / ao seu doentio e interminável revan chismo, seja para enfraquece,: a insti tuiçào militar ao ponto de eliminá-ln como ameaça que possa obstacular os seus desígnos de conquista e poder a qualquer preço. No âmbito internaci~nal, os Paí ses r!cos (Grupos dos sete ou G-7) prosseguem na implantaçà0 da sua nova ordem mundial, filosofia esta que di vide as nações em dois grupos - "prin cipais e secundárias" - onde estas Últimas são condenadas ao pemanente subdesenvolvimento, a fim de não des pontarem como eventuais ameaças de competição no cenário econômico inter nacional. Tal filosofia atribuiu priorida de à retomada do antigo conflito Nor te/Sul (cm substituição ao extinto= Leste/oeste), onde ressalta como meta estratégica básica dos países" prin cipais" o enfraquecimento das Forças Armadas das nacôes "secundárias" a fim de torná-las presas mais fáceis - para seus discriminatórios objetivos. _ A regra básica pa~a tal projeto, e a de impor uma subserviente atitude aos países "sec:undários", de form.:i a se resignarem com a humilhante condi cão de pemanente estágio de subdesen volvimento social. econômico, políti: coe militar, docilmente confomados com seu papel de fontes de reserva es tratégica dos países "principais" ; simples mercados consumidores ou for necedores de matéria-prima e de servi cos de menos qualificação. Para facilitar o alcance desse maquiavélico objetivo, ressalta como meta estratégica de relevo, a des truição do orgulho e da vontade na cionais dos países-alvos nos quais,sa bidamente, as Forças Armadas consti tuem um dos poucos grupos organizados qu~ detêm o necessário conhecimento e a adequada visão estratégica para dis tinguir tais manobras e poder dem,n cii-las, bem como contrapor-se às in tcnçÔes escusas do poder colonialistã internacional. • t ôbvio, portanto, que o alvo principal da estratégia adotada passa a ser a instituição militar de tais países. Assim, campanhas de redução de ~e~os e de questionamento da destina ;o das Forças Aradas, bem como de estrangulamento da Indústria de mate ri~l bélico e de estagnação dos proje tos tecnológicos desse; países, entre outras, têm sido desencadeadas de for ça rm4d s mente para m at dInforo,ao da socfe+ade dese es, no ent{do de «de crédito e desmoralfzaçao da institui,ao tar , lor ! l e a r-• r t!:i' ia I l 1- sim, os interesse Internaclo - nals, de feição nlt!damente colonía lista, paradoxalmente, não favoreci - dos pelo trabalho efie{ente de al uns grupos políticos nacional que ao Invés de defenderem suas convic çÕcn norlonnllotno,lnorcnteM~nt<' nu dolosamente posicionam-se contra as mesmas, por meio de ações que contrf buem para minar a vontade nacional tafs como a desmoralfzação das suas Instituições mais caras, entre elas - as própr JaG Forc;ns Armndn,;, negando lhes orçumcntos compatíveis~ digna: remuneração para os seus prof{sslo nuis. Os uucessivos cortes orçamentá - rios dos Últimos anos obrigaram as forens de mar, terra e ar a reduzircn, dramnticnmente suas atividades especí ficas. - A Força Aérea llrasileira ~m 1992 foi obrigada· a alijar da atividade ae rea regular e m!nimn indispensável grande parte de seu efetivo total de pilotos, • Os recursos alocados para combus tível de aviaçno, no orçamento da For ça Aérea para 1992, correspondiam Õ um quinto do necessário para seu ades tramento em padrões mínimos acei: táveis, o que comparativamente, equi valia a somente um mes de operação da Empresa de Aviação Varig S/A. No tocante ao parque industrial brasileiro de material bélico, o mes mo foi totalmente sucateado, porque - as pressões internacionais, auxilia das por setores da mídia nacional, i; pediram-no de continuar exportando - singela quantidade desse material, ne cessórlo, no mínimo para manter viva essa capacidade estratégica, impres cindível para a garantia da soberani; de qualquer país. Enquanto isso, as nações ricas, continuaram produzir.do-, e aperfeiçoando, cada vez rnais,a sua industria do armamento, distanciando se dessa forma, irrecuperávelrnente dos povos menos desenvolvidos. Respaldados por organismos inter nacionais, manipulados em seu benefí: cio, e por filosofias políticas ca suísticas, como recentemente preconi zado dêvoi d'ingerence, os países principais continuam arbitrariamente intervindo com seu devastador poderio militar contra os indefesos governos e populações dos países "secundários" cuja única culpa é a ele l,•lar por fa zer vale:: seu legítimo e irrenunciá: vel dlre!to de poder decidir pelus destinos dos Geu~ próprios países. Assim, o poJer mUitar interna c'onal no decorrer <los Últimos anos: em varias oportunidades, tem respalda do acções e movimentos estratégicos do interesse dos países ricos que, grada tivarnente, vão assumindo integral co~ trole da economia r:iundial. - Demos graças a Deus por estarem as atençoes do poder discriminatório internacional ainda voltadas para o Oriente M.ãdio e o Leste Europeu, pois que a qualquer momento a Amazônia bra sileira poderá tornar-se o próximo al vo dessa voraz e insociável estraté = gia de dominação. Qualquer pretexto poderá ser Útil.para tal opção: tráfico de tóxi cos, ecologia, proteção dos direitos indígenas, etc... Os movimentos separatistas inter nos constituem outra seríssima ameaça a ser enfrentada com determinação e permanência. Tais movimentos comandados do Ex terior por projetos especiais util zam-se da ambição e do desamor de a guns falsos brasileiros que sr pres tan ao papel de arautos dessas traiço eiras iniciativas. É importante entender que o Bra sil se encontra em posição prioritá = ria na lista de 1ntere:;ses dos geren tes da "nova ordem mundial", tendo e vista er um país maravilhosamente bem dotado de imensos recursos natu rafs e um dos ünfcos que tem reais possibilidades de fazer frente ao po der econômico Internacional no decor rcr do século XXI. Essas excepcionais condições tem despertado, ao mesmo tempo, a cobiça e a preocupação dos países "princi pali ", fato este que atualmente se torna mais grave porque essa nação rnensa encontra-se agora doente e d; sorgnniznda, momento propício para o ataque dos abutres alicnÍgPnas que j~ rondam a sua volta, à espreita do mo mento ideal para seu "bote" fatal. No âmbito interno, o terrível de snjuste econômico financeiro, associa do ãs incompreensões de setores do universo político da Nação, tem provo cado o desencanto da maioria silenci~ sa da sua Sociedade, a qual, desorga nizada, deixa-se conduzir pelos inte resses egoísticos e personalistas de urna minoria bem estruturada e atuante. É da análise, pois desse contex to que ressalto a urgente necessidade de que a nação brasileira se aperceba de que as suas Forças Armadas estão - sendo literalmente asfixiadas o que poderá acarretar a aniquilição de uma das poucas instituições suficientemen te organizadas para prover uma real: proteção de nossa pátria quei:ida. É preciso entender também que as Forças Armadas brasileiras constituem instituição que não se subordina a interesses particulares de quem quer que seja, e que são entidades à Pá tria e aos seus mais legítimos inte resses. Para aqueles que questionam a prioridade das Forças Armadas no mun do atual, ou alegam que a distensão - política internacional, bem corno a au sência de hipóteses de guerra defini= das não justificariam maiores verbas militares, ressalto o indestrutível - argumento de que o poder armado é pra ticarnente o Único sustentáculo da so berania de qualquer nação, e ainda q/ o maior serviço social que um governo pode prestar ao seu povo é mantê-lo - com vida e em liberdade. t assim, pois, que nossas Forças Armadas constituem instrumento legíti mo airula organizado e razoavelmente: estruturado, capaz de fazer frente a todas as ameaças já citadas, contra a higidez da nação brasileira. Por outro lado, faraônicos salá 'rios são autoconcedidos por alguns falsos servidores do povo, em atitude disc.:iminatória e ~oística, e acima de tudo, profundamente desÔnesta em contrapartida aos setores homólogos - de responsabilidade e nível semelhan te, ta~bê~ assalariados pela mesma fon~e federal, que·mal conseguem ali nentar e manter condignarenre suas respectivas famílias. NâÔ dá mais para continuar-se o :nisso em atitude passiva e resignada. E preciso dar-se um basta a tudo isto! É passada a época das quartela - das e golpes militares. Nossa forma cão legalista não acita mais esse tipo de açoes de força; entretanto Julgo que e chegado o momento de a grande_maioria sil4nclosa e digna des ta naçao fazer-se presente neste dr~~ l'u f1reza, ex!gir o por !iona Forças Aradas brasileira do luzar de tmportinci e ons!derao. Ao Invés de plebi citos e movimn tos ca uftas que só preteude aumentar ainda mals o poder de alguns grupos po líticos, o povo precisa agora fazer ou vir a sua voz de fora direta e fire para chamar à razão os homens ·ta, " des que comandam o ".[. A cozessão de adequada "prior ida de pcl[tfca " para as Forças Armadas - ressalta como uma das ações mafs obje tivas do moento, a fim de que essa Instituição possa bem cumprir a Nua vl tal destinação con•tituclonnl. É fundamental que se aloquem os recursos indispC'nsáveis par,, uma sobre vivência digna e um desempenho adequa: do dos oinistérJos militar~s. Nenhuoa nação poderá desenvolver se sem contar com a necessárfa seguran ça para garantir o seu trabalho. E tal segurança só as Forças Armadas podem garantir-lhes. Não se desejam orçamentos milita res fora da realidade nacional, porém é fundn~ental que, pelo menos, recur sos suficientes para prover alimenta: ção do pessoal para o custeio digno da instituição sejam garantidos, no par de indispensáveis valores para investi mentas rnfnimos que garantam modestas ã tualização dos seus equipamentos mil{ tares. A sociedade está acostumada a da as sistir e às vezes a sofrer os efeitos: de pressões classistas quando preten dem obter reivindicações de que se jul gam merecedoras, pressões essas usual: mente exercidas através de grPves di versas. Temos presenciado ultimamente tais pressoes exercidas por quase todas as entidades nacionais, paralisando ou restringindo o funcionamento das mais sensíveis e delicada atividade , tais como serviços de saúde, polícia, coou nicaçoes, energia elétrica, verifica do-se até mesmo greves de funcionários publicos civis. O qu~ se constata, entretanto, é que atraves de tais pressões as entida des sempre tem sido atendidas nos seus respectivos anseios. j !Somente Forças Armadas regulares ama s lançaram mão do democrático ins trumento da greve, Por que nunca o F!- zeram? Porq - • usuãr, Iue nao tem o que negar ao - o • Isso nao ! Bastaria a Aéro nautica paralisar todo o Sistema de Controle do E. - spaço Aereo Brasileiro pa ra que o caos se estabelecesse no Pafs o_que _impediria total.:nente a circula - çao aerea naci l bre . .ona e internacional so- o .~osso espaço aéreo. Nao! As Forças Armadas não fazem greve porque sao conscientes da sua sa grada res b ti ponsa ilidade diante da Pá r ª• que seria tal hipótese. ª grande perdedora e j Apelo pois homens e mulher' neste instante, aos ra que f es dignos deste País pa o ereçam todo - pronta rec - 0 seu apoio ã tica aa _"Pracao da prioridade po1t- as quais rças Armadas brasileiras • atravessam no momento a -•ior crise da s h. ua«a lembrem ua istõria e para que ee instante e conscientizem-se nese ._. de que"A Na - g:ia suas F r 'ao que não presei - iradas não merece ser livre!" A NAÇAO QUE -NAO .PRESTICilA AS ~UAS FORÇAS ARMADAS NAO MERECE SER LIVRE - = NCII COM O GOVER COBRI PIVIMENTIÇIO D DR, B ·060 Jurante ce1ca de quarenta minutos, 1 , (,e,vr,rn.,dor l'<,<lro pedrossian Conversou (,f!1 O J' l"l' f U Í t·o cJ,, [!,.J,1 vl ta Araão a carias obre os pro ar amas do Govc·rno do f&L,1do p,,r;1 o <Jc,!,cn vol vímento do muni cJ.. pio e rcgiüo, oport~ idade cm que consta t ou i-l nr.cc !'"i!J idade de que sejam agilizadas as obra de pavimen taçiio nofãltica da PH-060, ligando Jar dim a Bolil Viuta. li nu<li~ncla aconteceu iis 09 horns da Últi- ma quinta-feira, dia I:, no gabinete da Covu:n,1dor iu. Expondo Lodu;, os problemas decor rc•nt.<!ü d,, f<1ltu cJ,°7 infra-estrutura viá ria adequada, que e gundo Zacuriau "ew p rru o progrcnr.o e inibe invcutidoreu , frust.r<1ndo il comunidu de", o prefeito as= oegurou ao Governa dor que a conclusão do asfalto "ó obra fundamental e insubs tituível". "O Governo pode dura cada cidudão - ,L llc• 1., V 1sta u pre nte; mas se nao fizc.·r o nc.t,no ,1•;f,t! to não conquis ará a confiança adminis ra tiva", exemplificou, ao mostrar a ir por t.:incia da obra. "lloJ,:; com a paralisação ds lrabalho:; da emprei t ·ir.-i responsável nosso povo convive com a dcscsporonça", disse ainda o Prcfoi to ao Governador. Ao traduzir tam bém a reivindicução= das autoridadon e po pulação de Porto Mur tinho, Jardim e Cara= 1,-------· c:rr d! ~ ., ~ -· V.:i JU.ILO · r,1'', ~-olicltnu J. - clross ian que reafir ::-ou O CO:"prc,"'.1 .i é;() (' a responsabilidade - de concluir a obra. m: htrtis Abr 4o q/ TORTUGA t, SOMENTE A TORTUGA SUPERA A TORTUGA * * OMAR DA S. ZAIIRA REPRESENTANTE PARA BELA VISTA E REGIÃO PRODUTOS VETERINÃRIOS/SAL MINERAL AVENIDA TEODORO-SATIVA - 1429 BELA VISTA - MATO GROSSO DO St''!: FONE (067) 439-1274 O ME!.~OR PARA SEU REBANHO nomia cor aço9 e ímu!o à implanta ;ão de indústrias grandes @presas, co mercio e turismo. Pa ra o Prr,f<'i o,u:, con diç6os hidroyrãfica1 e a localização :ron tcjric,;<.1, porr·.itinüo:: o afluxo de turistas para compras no vizi nho Poraguoi, al~~ do potencial agro-pg cuário são instrumen too que bem utiliza= doo poderiam servir do alavanca ao desen volvimento do ~unicT pio não fossem os problemas acarreta dos pelas péssimas condiç6es de t=afeg~ bilidade da BR-060 - nos dius de chuva principalmente". Jpon tou t o1rr b6m projetos de eletrifi cação rur<1l e mora dias que serão ím plantados no seu Go verno cm Bela Vista, bem como a melhoria do sistema de forne cirr.ento de energia e létrica com a colocã çào de uma rede mais " o Cov,,1nudor : < o trou sentível à 11()','.,/l rt'lVlndicd ·:.o prioritária de térmi no das obras de pavi menta;ão da BR-060 e c,:;pe;,r.ir..on cc,nfl<1n t'" que uma solução se) ;:i llprC-!H.'J1l,lÚ<l, JUSt if Í cnndo o rcup.ildo d~ noaoa comun1dndc no Dr. Pedro gu, ndo de sua eleição para o Governo do Es ado", Assessoria de Im prensa da Prefeitura de Dela Vistu) Ipanema Modas Confecções e Bijouterias J.DULTO E INFANTIL Diretamente do Rio os últimos çamentos: conjuntos de linho, jeans. Roupas cm malha, shorts, _camise tas, pijamas, calcinhas, bemudas, res e modelos à escolher. RUA CONDE PORTO ALEGRE, FONE: 439 - 1846 " FAÇA-NOS UMA VISITA" OS MELHORES PREÇOS DA CIDADE! 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(l• ,:1,r'>) • 1t r11·1f ir P • 1 1 esao ard!nu«rJa da Cimara Municipal de Bela V±ut. renalizada no último día I !/ (• ,111L111,11Jq 1IJ J'r,1f•,tlf> 11HlÍ!lp-1l A),r110 '/.H 1rJ •• Ma Hut[ft«ativa de eu Requerimento, a Vereadora affrwou: 'a- bedarem que omon, u[tos deficientes ffsfo e n cfdsde possuem pro ±feda«de:s e comércio relistrado em eu no e e!tos dele enfrentam di- l+,ldade até memo para manterem seu estabelecimentos, Poderia V! Exia, h,, prefeito, etudar esta posfbIlfdade e isentá·los deses tributos,pol' 1 li 'L 1r10•.,"d,rlú(Oll(;rl.1·H!t tenho a certeza que ot metos ue serao mu o j lpeftas em eu Requer isento. lll"ll'OllMA DO PRÉDIO ANEXO AO COLÉGIO PEDRO A,IAf,A o Vereador e Presidente da Câmara Municipal, Marcos Elias Ros da Cruz, apresentou na esão ordinárla da Câmara, dia I2, Indicação endereçada ao Prefeito Municipal ollcftando que eja viabilizada a reforma do prcdlo 0 - n,·xi) no Co.lqltJ l'cclro ijuln, no Hafrro pua Doce, que serve de moradia do zelador do referido Colégio, ''o prédo está localizado na entrada de nossa cidade, no lado do Cole - lo Pedro M[ala que fof totalmente reformado e pintado, entendemos que a - quele estabelecimento também merece o mesmo tratamento' destacou Marcos E- l lnn i,m nua lrHlicnçíio. SINAI,IZACÃO DE PONTES A colocação de placas de sinalização indicativas de pontes na Rodovla - Jl<•la VlHtri/1nlonio João, {oi objeto dc indicação de autoria do Vereador e líder comunit~rio do ílnlrro Água Doce, Isrnel Chnruorro da Kochn, endereça da no !'refeito Municipal, com cópia ao Chefe dn Residência do DERSUL em nossa cidade DRENAGEM E CASCALIIAMENTO Outra indicação de autoria do Vereador Israel Chamorro (l'MDB), foi end~ reçada uo Prefeito Municipal, com cópia ao Secretirio Municipal de Obra~ , solicitando que seja determinada a drenagem e casculhamento da Rua llorten cio Escobar, no Bairro Novo Horizonte. COMPROVAÇÃO DE VÍNCULO EMPREGAT[CIO DE EX-FUNCIONÁRIO DA PREFEITURA De autoria do Vcreadot Marco Rondon (PP), [oi aprosentado na Câmara Re querimento endereçado ao Prefeito Municipal solicitando que seja encaminha do o mais ripido possível i Câmara Municipal declaraçao da Prefeitura com provando que o Sr. Venceslau Pereira dos Santos possuiu vínculo empregatí cio com a mesma e demais dados correlatos. Na justificativa de seu requerimento o Vereador Marco Ronclon informou - que "o Sr. Venceslau Pereira dos Santos extraviou sua carteira profissio - nal e necessita urgentemente de tal comprovaçao para que possa apresentar como Documento" . VEREADOR QUER A FOLHA DE PAGAMENTO DA CÂMARA Em indicação ao Presidente da Câmara Municipnl, o Vereador Roney Moraes Simões (PTB), solicitou i ele que seja fornecida a folha de pagamento da própria Câmara Municipal, MEIO-FIOS NAS RUAS ASFALTADAS i colocação de meio-fios nas ruas que foram asfaltadas no Bairro Anta - nio João e que ainda não os possuem, foi reivindicado pelo Vereador Roncy Moraes Simões através de indicação endereçada ao Prefeito Municipal Abraão Zacarias apresentada na Câmara quarta-feira, dia 12 próximo passado. "Se este meio-fio não for colocado imediatamente o Bairro Antonio João . ?erderá grande parte daquele asfalto que custou valores altíssimos para o Município, pois jâ começa n se deteriorar a infiltração d'água e erosões - provocadas pelas enxurradas" ressaltou Roney cm sua indicação. CONSTRUÇÃO DO MERCADO MUNICIPAL /través de outra indicação de sua autoria, endereçada ao Prefeito }luni cipal e ao Secretário Municipal de Obras, o Vereador Roney Moraes Simões - reivindicou que seja terminada a construção do Mercado Municipal em nossa cidade. Na justificativa de sua indicação, Roney afirmou: "Sr. Prefeito, o Mer cado Municipal trará incentivos ao pequeno produtor, é o local onde eles poderio comercializar seus produtos diretamente ao consumidor, além de ser uoa forma de geração de empregos paro nosso Nunicípio. Gostaria que esta - minha indicação fosse analisada sem paixões políticas e que realmente fos se colocada em prática, pois o Mercado Municipal é a grande ansiedade do - pea o produtor em nosso MunicÍpiO" enfatizou Roney Moraes Simões. Rancho S Veterinária. - - + FE<HÃMEN10 DO CQNCiRESSO HAO E SOLU(AO 'l. p snad rei grande maloria é de aprove!t dure erreirInta. , adeptos do é dardo qu se recebe. Semana panada, o Depurado F drral laIr olsonaro (PDC,Ri) defendeu o f chamento do Congresso e o ff da Con tItufção de 1988, "que merece ser fo gada no lfo". Garantiu o deputado que o regime de excessao durarf sefs meses, até que fossem realizadas no - vns t!lclçÔ<'s )era!«. "O que ndinnta - produtiva ter J lb<:rdnde para pasr,c>,,r livr<'t~ênte rur,tl6, '" "RiãíiVáêãli'°da Associação Comercial tu (·! 1 Lhos M: re va l f, l . • leiros) tr apenas tr@ t Jd.:1 J>:>:ft1 e, ,; r,.lo I or O l'rc1ddcntc da c,;mnrn :lunJcipal Vereador ~rcoe Elias Rios da Cruz informando que huverá, nesta quarta - feira, reunião na Câmara cor.' a prese ça do /d vogado Salvador Loure 1 ro, que está reivindicando a implantação· da Junta de Conciliação e Julgamento, do Ministério do Trabalho, em Jardim. Para o Vereador, "vamos hipotecar apoio a iniciativa, pois representa - .u~a conquista para todos os trabalha- dores de nossa rezão". Também, nesta reunto, egundo an vIte envfado pelo Vereador Fernando - de rrcitas Elias, será debatfdg a rea tivaçáo d Associação Comercial de e la Vista. A Câ=.ara, através de seu presiden te, convidn empresários, cor.,erc i,1M<'·. industriais e trnbnlhadorcs para essa reunião, marco inicial dn retom1da ~o desenvolvL~ento, através da agiliza - çiio_da Associação Comercial, ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL - PODER JUDICIÁRIO Comarca de Bela Vluta. Edital de Primeira e Segunda Praça VACINAS VERM!FUGOS - S1L MINERAL PRODUTOS VETERINAR.Ios EH GERAL O MELHOR PARA O SEU REBANHO 1 FONE (067) 251-1763 FAX (067) TORTUGA 251- 1056 AVENIDA 11 DE DEZEMBRO, 273 JARDIM - MATO GROSSO DO SUL O Doutor José Eduardo Neder Heneghelli, Juiz de Direito da Comarca de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, na forma da Lei, etc •.• FAZ SABER a todos quantos o presente Edital virec:, ou dele conhecimento - tiverem e interessar possa, expedido na C/Precatória ng 61/91,oriunda da 2! Vara Clvel da Comarca de Jardim/MS., extraída nos autos de Execução n! 113/87, proposta por Cia Itaú de Investimento, Crédito e Financiamento Cru· po ltoú contra Altair Rodrigues, em trâmite por este Juízo e Cartório Judi cial, que nos dias 04 e 14 de junho de 1993, respectivamente, is 14:00 hg ras, no local destinado is hastas públicas, no átrio do Fórum sito na Rua - Parão do Ladário, 1595, será levado a público pregão de venda e arremJtação em praça pública, a quem mais der acima da avaliação mencionada abaixo, o bem penhorado ao executado no referido processo, a seguir descrito: 100 h;:s. (cem hectares), de terras pastais e lavradias, parte da antiga Fazenda Inde pendência, denominada atualmente Fazenda Brasília, dentro de uma área maior• de 253,9248 has.; situada no Município de Caracol-MS., dentro dos seguious limites e confrontações: No Norte com a Fazenda Jaragua de Nelson Postaue e Arno Ormay. ao Sul, pela BR-267, que liga Jardim a Porto Mortinho com cer ras da Faz;nda Independência, de Waldemar Garcia; Leste, com terras, .!~ f.--J zenda Milagrosa, de João Cândido; Oeste, com terras da Fazenda Curralzlnho de Aral Rodrigues. A referida área encontra-se parcialoente formada, toda-: cercada, bem localizada, avaliada pelo valor ~e CrS: 500.000,00 (quinhe~tosl mil cruzeiros), por hectare, no total deCr,i:SO.CXXJ.CXXJ,00 (cinquenta milhoes de cruzeiros), objeto da matrícula 4.692, livro 02 do Cartório de Registro· de Imóveis local. Na primeira praça o imóvel não será alienado por preco 4 feriar ao da avaliação, sendo que rui segunda praça, que só terá oportunida· de se resultar negativa a primeira, o imóvel será vendido a quem mais der e maior lanço oferecer ainda que por preço abaixo da avaliação. Não havenco - expediente em qualquer dos dias designados para as Praças, estas realizar-se ao no·mesmo local dos dias imediatamente seguintes. Caso o devedor não seja encontrado, fica desde já intimado por este Edital com prazo de 15 (quinze)! dias, das daras designadas para as Praças. Dos autos conS!:a a Hipoteca de primeiro grau e sem concorrência de terceiros do imóvel penhorado em favor-•, de Vitor Haroldo Lino e Epaminondas Rodrigues da Silva; arresto para garan tia da Execuçao em favor de Joao Loureiro Pinheiro e Registro de Penhora para gara_!:j tia da dí~ida em favor de Joao Eduardo Lino. € para que ninguém possa ale·, gar ignorancia, foi expedido o Edital com prazo de 15 dias, que publicado. e afixado na forma da Lei. Dado e passado nesta cidade e Cooarca de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, aos cinco dias do mês de abril do ªº'' de mil novecentos e noventa e três. Eu, (EDGAR IBA.',HES), Escrivão SlJbscill-'tl>• 1 o datilografei. (a) Pedro Vergiliô da Silva, Escrivão Judicial por detero!•I naçao. PREÇO DESTE EXEMPLAR: CrS - 15.000,00 CASA ~8É-FABRICADA em painéis de concreto armado i e, (@@age±gezig. ''/J!dJP C::M[RCIAI, """""-º""·e• co-=-. lTOA O investimento certo - 787-1602 . parasuaFAZENDA Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1343_15_05_1993 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1345_20_05_1993 Voltar para a lista de itens