• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1368_14_07_1993

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,.._ - - -----------
Entrevista:
Juan Carlos Wasmosy
O Roubo Pode Acabar
»so ?
·mi,a4.
cuJ- .
is.a')
tu.
nprer,,
mar e
nhos ,
[ue de!
os - I
t. FS
Vista',
-
2O-ADMI-
VISTA/MS ANO 21 N<I lJ61l 14 DE JULHO DE 1993
~
DIARIO. REGIO AL
DIRETOR: IVALIO PEREIRA PREÇO DO EX+ PIAR c$ 20.000,00
Vamos dar doze, dezoito meses
pua que os donos peçam os
carros de volta. Depois, vamos .
zerar o passado"
O Paraguai prepara-se para uma cena
jamais vista nos 182 anos de llistória do
!
País: a posse de um presidente civil. No
dia 15 de agosto, o engenheiro Juan Car­
lllos Wasmosy Menti vai se instalar na
Mburuvixa Roga, casa do chefe em guarani
o palácio fortaleza de onde Alfredo
Stroessner governou o País corno sua fa
zenda particular durante 35 anos.
ENTREVISTA NAS PÃGIN/S 4 / 5
func!~ )-----------------------~
i:­
v0 ade
·egaéo
apro·
do P
Y,
O PREFEITO E
A POLÍTICA
IBRIIO ZICIRIIS:'MINHI
PREOCUPAÇIO É COM BELI VISTA'
Para o Prefei o
de Bela Vista,Abraão
Zacarias, " a ques
tão da sucessão esta
dual, será debatida­
com os integrantes
do nosso partido,com
o Governador Pedro
Pedrossian e com as
bases".
Entende o Pre
feito que "a preocu­
paçao ma1or, no mo
mente, é administrar
Bela Vista, os recur
sos são escassos, hã
comprometimentos de
vários convênios cu
jas prestações de
contas não foram fei
tas na Administração
anterior, isto está
acarretando dissabo­
res".
Quanto a sua
viagem a Coxim, ju~
to com os demais Pre
feitos do PMDB,
Abraão disse que
"fui a Coxim gastan­
do dinheiro do meu
bolso, não onerei o
município, fui numa
reunião do meu parti
do, não tem nada a
ver com a Administra
cão de Bela Vista, a
choque estamos numa
democracia com liber
dade para ir e vir
para onde quisermos"
"Temos grandes
Abraão: " Minha preocupação é com Bela Vista"
nomes no PMDB para
concorrer ao Governo
do Estado, chegare
mos ao consenso e ono
me escolhido terá a
plo apoio do parti
do", disse Abraão Za
carias.
O Prefeito bela
vistense disse que
"a verdade é urna só,
estou preocupado rnes
mo é com Bela Vista,
com o seu povo, isto
é o que mais importa
no momento, não é
hora de especulação,
queremos ver o asfal
to para Jardim con
eretizado , queremos
mais recuras para a
Saúde, Educação e me
lhorar a qualidade=
de vida do nosso po
vo, isto sim, é o
que precisamos fazer
e vamos fazer",
Não tenho procuração para defender
o Prefeito de Bela vista, Abrão Zacarias
mas tenho o dever e a missão de informar
os leitores, indicar alguns caminhos.
Abraão está certo.
Não que sejamos favoráveis a barga
nha política, ao nefasto conceito de e
dando que se recebe", mas sejamos fran
cos, há muitos anos que Bela Vista vive
de promessas, é o asfalto para Jardim, o
melhoramento desta irritante e prejudi
cial rede elétrica, construção do ata
douro, Mercado Municipal, Estação RodQ
viária, implantação de pelo menos um Cur
so superior, só para citar alguns itens.
Quando Pedrossian era candidato ao
Governo do Estado, numa reun1ao aqu1 em
Bela Vista, disse que_"faria qualquer_a
cordo, até com adversar1os, mas venceria
as eleições". Fez e venceu.
Pedrossian pensava no Governo,
ato Grosso do Sul.
Abraão está pensando em Bela Vista.
Se ele resolver apoiar Schimidt pa­
ra o Governo, tudo bem, é um direito de
le, nós, particularmente, no PMDB, somOS
muito mais O Dr. Wilson Barbosa Martins'.
mas nem por isto vamos criticar o prefei
to.
no
o Prefeito precisa de apoio, agora,
e sempre, de vereadores, membros do dire
tório, mas precisa muito mais, da compre
ensão dos belavistenses, esta na_ ~orã
de se acabar com as rixas, com ciume1ras
com a formação de bloquinhos, Bela Vista
está perdendo terreno para as demais c1-
dades da região. . . _
se não houver ampla mobilizacao Po
pular, vamos nos transformar mesmo numa
grande fazenda, onde uma minoria privile
giada viverá no luxo, a grande ma1or1a_"
tentará sobreviver , e uns poucos serao
eouilibristas. . ,. h
• vá em frente, prefeito, esses Q
:nens" gostam de negociar, NEGOCIE OBRAS
PARA BELA VISTA . (PP)
Quanto a Schi
midt, Dr, Wilson, o
Prefeito disse que
"são pessoas deres­
peito, merecem a nos
sa consideração, nÕ
momento certo a solu
cão surgirá natural=
mente, o partido sa
be como se compor
tar ".
Sucessão
Para o Vereador
Marco Rondon de Oli­
veira, de Bela Vista,
do Partido Progres
sistas, "está haven­
do precipitação e a
té mesmo pressão no
debate sucessório ao
Governo do Estado".
A sociedade está
preocupada em resol­
ver os problemas que
afligem a grande mas
sa de deserdados, co
mo a fome, a misériã
a falta de empregos,
os problemas na área
de saúde, e por que
não, com a própria
Estadual
Marco Roni. ão é
hora de ncerto olítico, é
hra de Alerto larif
Vereador Marco Rondon
sobrevivência com
dignidade", disse
o vereador.
Entende que" o
lançamento festivo
da candidatura de
João Leite Schimidt,
Conselheiro do Tribu
nal de Contas, neste
momento, além de ino
portuno, é tido e hã
vido, por muitos, co
mo umq sutil maneirã
de se fazer pressão,
afinal ele é um dos
que. julgam as contas
dos municípios".
PÃGINA - 03
Painel
OVNI NO PMDB
Que saudades!
Tempos de Sérgio Cruz, Roberto
Valter Pereira, velhos tempos do
MDB; saudades do grande brasileiro
(PHd em política) Uliss-,s Guimarães.
O que fizeram com MDB do Povo?
Transformado em Moimento, virou PM
DB, hoje é Partido do Movimento DemocrãtI
co Brasileiro, Já não eszuta o clamor das
ruas, mas los sabinetes.
rro,
nosso
Dr
Nas Convenções, nns Festas Cívicas ,
nas Reuniões, vejo gente estranha, vejo e
cuco "conservadores" falar em progressis­
mo, vejo gente diferente, meu Deus, quan­
ta diferença! O que fizeram com o MDB ?
E agora, o que está acontecendo?
Nos céµs do MS, no azul da esperança
do meu, do nosso PMDB, circulam OVNIs, es
tranhos, camuflados, no são do nosso ola
neta, só estão se utilizando do nosso es­
pa;o, almejam conquistar o rnunão, só para
eles, e transformar todos em escravos de
suas vontades. (PP)

VJ
'ULl O D. L '-J J
2
,f()f 11f, 1 ll!J / Ili l J <,., f. ! l'/1
1JJ!i 1111 1 ·' J( 11.
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tant entoque
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tamanhos, pura Cole
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ro ocan 1
lá preoc mo,
inflação, a ár1os, p pá
blica coça ao PC. D can
didatos, agora, só beneficia os eternos 9
portunistas de plantão.
Em nossa reqião, até o momeno, nao
!Urgiu nenhun candida o a candidalo a depu
tado estadual, pode até acontecer, no pro­
.imo ano, mas ninguém quer se precipitar ,

cau ela e caldo de gdlinhJ niio fazem mal a
ningu<•m.
NÍ'O GOSTOU
DE: ANTONIO CASANOVA
O Prefei o de ClR/COL, Juvino Godoy ,
não goslou da maléria publicada neste jor­
na 1, de autoria de José Glaucy Flores, f a
lando a respeito de seu comportamento,fren
Le a Chefia do Executivo, n m pod•ria,poii
o articulista pisou fundo no acelerador, a
tropelando a imagem do Prefeito naquela cI
dade. Saber receber, e receber bem, os que
procuram a Prefeitura é questão de bom
--------------=----=================-------
Sequndo um prefeito de nossa re91 o
odos os pref itos do PDB for. 1 • Cox1r1 ,
a. istir a manifes çio pró schimidt, €o
a pulga atrás da orolha, .final de contas­
o homem é Conselheiro do Tribunal de Con
tas e do jeito que as ondas rolam é preci-
so saber navegar. Num .odos esto prepara-
dos para levar o b rco , porto quro ,
naufrágio tl vis J.
SILENCIO
Enquanto is:o, muitos prefeios, que
não são do PMDB, permanecem num silêncio
estratégico, também entendemos que o mom n
o não' para falar e sim, para ouvir e
ponderar. Está havendo pr ciptaCJO, co~o
bem o disse o vereador Marco Rondon, de Dr
la Vista.
Carne de suínos, bovinos, frangos ,
linguiças mistéls e de suínos, queijos,
banhas, geleia de mocot6, torresmos
etc.
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Vamos ver quem estará por aqui na Ex­
pobel (poli icos) e ver, também, quais as
novidades que trarão. Gos ariamos mui o de
ouvir o experiente Senador Derzi,há mui os
"meninos" por aí fazendo bobag m (na poli­
tica).
[l BE DE LICO
li
L
A
E~'.P09f!.. 93 - PROGRAMAÇÃO SOCI/L
. A Diretoria do Clube do Laço de Bela
Vista convida para os bailes cm ~ua sede ,
no Parque de ~xposições.
Dia 17 - Baile de Abertura da Expobel
ia 18 - Baile do Reencontro
'· ia 19 - Baile Ani vcrsãrio da Cidade
Dia 20 - Noite Mágica
Dia 21 - Ritmos polca, Rancheira,Vanerio
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Dia 23 - Baile do Laçador
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Diretores
Ivaldo Pereira e !ria Estela Velásquez Pereira
Diretor Responsável
Ivu!do Pereira
Reportagens
Ubaldino Rodrigues e João C 1 - ar os Velasquez
Gerente
Gtlson Silva Santos
~edação, Administração e Parque Gráfico - A
ventda Tribuna da Fronteira 564 S d • -
• - e e Propria
Sucursais
Antonio Jcão, Porto !urtinho M •
: J; . F , !aracaju, o-
n:o, ardi, Caracol e Carpo Grande.
CORRESPONDENTES
Cano Grande, '1i ras: a e Principais Caplt.'.l.i~
N5o devolve~os originais.
O Jornal não se responsabiliza pelos
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Exemplar - NO Atrasados: 30.000,00 A.s. Trientra1: 700.0000

;o. iAL ·n,nu:r,
A 4
Sucessão Estadual
Marco Rondou: 'Não é hora de Acerte f11ític1, é hora de Acerto Moral'
1a E.
«ais
Tuit3
a nu;g
Po!i-
Para o Vereador Marco Ron
n de Oliveira, de Bela Vista,
Par ido Progressista, " tá
vendo prcipi ação e até mes
pressão no debate sucessório
o Governo do E'ado ". "A 00
jedade stá preocupada em re
olvr os problemas que afliqm
qrand massa de deserdados,co
a fome, 1l mlnúria,' u fultn
e empr qos, os problemas na
roa de saúde, e por quê não
om n pr6pria oobrevivéncia co~
llgnidade", disoe o vereador.
Entende que " o lançamento
f stivo da candidatura de João
Leite Schimidt, Conselheiro do
Tribunal de Contas, nesta momcn
to, além de inoportuno, é tidÕ
[
r ~vido, por muitos, como uma
sutil maneira de_se fazer pres
sao, afinal ela e um dos que jul
gam as contas dos municipios•.­
Marco Rondon diz que" não
á nada de novo nessas manobras
~ não passam de manobras, tendo
~
J frente maquiilvélicos engenhel
os de edificios politicos cri­
idos sob o prisma da ambição pcs
~
·oal! quer=m o poder p
7
lo poder
• si, e nao para servirem o po
1
/0 ". -
"As dccis6cs devem partir
do povo, de baixo para cima, e
rio de cima para baixo", enfati
za O vereador. -
Respeito às Bases
"Não quero, e nem tenho a
intenção, de me imiscuir na po­
liticado PMDB, diz o vereador:
as é uma piada, uma brincadei­
a, falar cm pacto menosprezan­
do as bases, ninguém pode falar
Vereador Marco Rondon
entre esses senhores, cm vonta­
de popular, estão pretendendo
impor suas idéias, é uma aberra
cão o que está se passando, ho
mens dignos não podem se calar=
diante desse quadro de terror ,
temos que fazer um PACTO sim,
mas com a dignidade, com o futu
ro sim, mas com Deus, o futurÕ
pertence a Deus e nao ao Malig-
no".
)
Rondon diz que" nessa his
t6ria toda, alimentada por par=
te da imprensa comprometida, pe
culiar em tempos de Collor e PC
o povo sente cheiro nauseabundo
das negociatas, de uma afronta
à democracia, golpe travestido­
na roupagem conhecida da demago
gia, fala-se em -
modernidade, compromisso com o
fu•uro, qu ndo tudo no
de um grande embustes, hora
de rabalho, é de valorizar
nosso povo, e não d festas
J itiqueiras envolvndo mnd
rios elei os pelo povo. E o po
vo ? Pergunta, onde fica o povo
nessa his ória ngndrada por
hábeis manipuladores de situa
ÇOCS ? ''
Marco Pergunta: " Prá que
essa reunião cm Coxim ? Prefei­
tos foram àquela cidade para
discutirem o sexo dos anjos, ca
da coisa a seu tempo, s·ão a­
tropelando o processo, ferem os
mais sagrados princ ipios da de­
mocraci d, numa iniciativa que
está mcr e ndo repulsa de nosso
povo", afirma.
"E uma falta de respeito ,
as bases, ao povo, numa tentati
va de inviabilizar o grande pla
no de reconstrução nacional" -
completa.
O Brasil Clama
por Dignidade
/1 . . .
mor 1. f hora pactos
pactos co a moralidd ,
d anidade, co o Br sil,
t mpo para • •:J >, í 1. ,
ambém para alertar o erho r e •
poli icos dos gabinetes refriq
rados : nMO BRINQUEM COM O NOS
O POVO, não enganem mais o no­
so povo".
Vergonha na Cara
ira
s'
1
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de Bela Vista
08",
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Engorde o seu lucro
"Estamos passando o Brasil
a limpo, comenta Rondon, nosso
povo clama por dignidade, por
honradez, quer ver os corruptos
na cadeira, acabar com as ma­
fias politicas, a classe politi
ca, com raras excessões, esta
desgastada, por este e outros mo
tivas, são os próprios politi~
cos os culpados, carrascos de
si mesmos, brincam com a espe
rança do povo, buscam impor uma
filosofia que não passa de um
embuste filosófico, é mais uma
peça de teatro, teatro que fa
zem, por exemplo, com as obras
prometidas para a nossa região,
servem sim, mais do que tudo ,
aos interesses dos já conhecidos
palanqueiros da mentira e da
promessa".
"Está na hora, conclama,ci
dadãos dignos, de Mato Grosso=
do Sul, de separar o joio do
trigo, de limpar, purificar,não
podemos aceitar as imagens nega
tivas dos moradores dos umbrais
aos cemitérios, são como sepul­
cros caiados, brancos por fora,
podres por dentro, falam de
luz, mas são adeptos das leis
negras da escuridão".
O vreador belavistnse ,
disse que "está faltando patrio
tismo na classe política, preo­
cupada cm sobrcvivrr, o Minis
tro Fernando Henrique Cardoso -
pediu o apoio dos políticos pa
ra seu plano de Estabilização ,
contenção de despesas, aqui no
Estado pregam este apoio e agem
de maneira difcr<'r,tc•, rcuncr:1-sc
há um ano e meio, antes das e
leicões, para lançamento de can
didaturas, pior dr cima para
baixo, não respeitando nem as
pesquisas de opinião pública".
Finalizando, Marco Rondon­
diz que "o preocupante, nessa
montagem, nesse circo, é apre­
sença de homens dignos, força­
dos pelas circunstâncias a co
mungarem com idéias que abomi
nam, ê uma palhaçada, uma tenta
tiva de responder à incompetên~
eia na busca de soluç6cs para
os problemas de nosso povo, com
miragens de um porvir apregoado
pelos versos da demagogia, num
canto de sereias que paraliza a
consciência e os movimentos".
"para mim, e para todos c5
homens dignos deste Estado, es­
peramos dos prefeitos, vereado­
res, homens públicos, posturas­
coerentes, afinadas com o rn•sa
menta voltado para a Pátri -
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LA VI 'A-M', I4 DI JULHO DE 19/3 - PAINI
----·-·-------------
Entrevista: Juan Carlos Wasmosy
o Roubo Pode acabar
0 PRESIDENTE ELEITO D O PARAGUAI D I Z QUE O FU R T O D E CARRO T E M SOLUÇO E P R O P Õ E. A COO P E RA Ç Ã O REGIONAL. PARA POR FIM A BANDALHEIRA
O Paraual prepara-se para uma
cena Jamats vista nos 182 ano de HIs
tórta do País; a posse de um Prefden
te CfvII. No dia 15 de agosto, o ene
nheIro .Juan Carlos Wasmosy Monti vai
e Instalar na Mburuvixa Roga, casa
do chefe em guarani, o palácio forta­
leza de onde Alfredo Stroesner over
nou o País como sua fazenda particu
lar durante 5 anos, asmosy é o prl­
mero presidente paraguaio eleito num
clima de normal ldnde clemoc:rôtica, A
ditadura de Strorssner caiu há quatro
anos, mas como o presidente que o der
rubou e lhe sucedeu, Andrés Rodriguez
é general e contra-parente do ditador
ex1lado, só agora os paraguaios sen
tem realmente que viraram uma pagina­
du histórJu,
Em certas coisas, o pas nao mu
dou multo - continua a ser um entre
posto de contrabandistas e porto de
desembarque dos carros roubados no
Drasll - noutras, vive em pleno renas
cimento. A imprensa é llvrc e aguerri
da, o Judiciário decidiu fazer ustI­
ça e Já colocou na cadeia virtos gene
rais corruptos. Wasmosy promete dar Õ
empurrão econômico que falta para a
proximar o Paraguai do século XX. Me
gaempreiteiro que enriqueceu com a
construção de Itaipu, ele planeja ex
perimentar o mesmo receituário neoli­
beral que deu bons resultados no Chi
le e na Argentina.
Também tem um plano para resol -
ver o problema dos carros roubados
com a ressalva de que a solução depen
de da colaboração de todos os países­
da região.
Essa foi sua primeira eleição
mas Wasmosy não é um novato na políti
ca. Veterano do Partido Colorado, Õ
mesmo de Stroessner, ocupou cargos na
ditadura e foi ministro de Rodriguez.
Agora, acha que não faz sentido­
o Paraguai continuar sendo uma llha
de ditadura e atraso econômico, na
cor tramo da História.
Na semana passada, em sua mansão
em estilo colonial decorada com bu
quês de flores (o casal asmosy, que
tem cinco filhos solteiros, completa­
va bodas de prata) o Presidente elei
to do Paraguai deu à REVISTA VEJA es­
ta entrevista.
PERGUNTA - No Brasil, seu País é co
nhecido com a terra da falsificação e
do contrabando. O Paraguai é realmen­
te o paraíso da pirataria ?
WASKOSY - É verdade. Não há como ne
gar. Mas vamos trabalhar para mudar -
essa situação. Veja o caso do roubo
dos veículos. Acabo de voltar da Ar­
gentina, onde falei com o presidente­
Menem. Os argentinos já tem um regis­
tro único de veículos para todas as
províncias, os brasileiros estão fa­
zendo um esforco para também criar o
registro Único em nível federal. Nós
ainda dependemos de uma lei, que deve
ser aprovada em breve, para unifi
eiar os registros. A idéia é chegar a
un registro único para Brasil, Argen­
tina, Paraguai, Uruguai e Bolívia. Se
rã o primeiro passo para que se possã
acompanhar individualmente a trajetó­
tia de cada veículo e impedir que
seja vendido fraudulentamente nos pai_
ses vizinhos.
PERGUNTA - E qual o segundo passo?
WASHOSY - O fim do roubo de veículos­
depende muito de uma combinação de
esforços entre as polícias racionais­
para combater a delinquência de forma
preventiva.
PERGIDiTA _ Uma CPI do Congresso Para­
guaio apurou qe 707 da frota do País
é ~ormada por carro de origem duvido­
sa, a maioria deles roubada nos paí
ses vizinhos. O Paraguai pretende es
quecer o passado e deixar quem foi
roubado a ver navios?
WASMOSY - Nosso plano é publicar uma
lista dos carros que entraram ilegal­
mente no País e dar um prazo de doze,
dezoito meses para que o proprietário
legítimo possa reivindicar na Justiça
a posse do veículo. Passado esse pr~
z0, vamos cobrar os impostos devidos­
e cor:eçar vida nova. É claro que esse
/amos dar doze, dezoito meses
para que os donos peçam os
carros de volta. Depois, vamos
zerar o passado"
plano está aberto à discussão. Se os
brasileiros tiverem outra metodologia
para castigar os infratores e limpar
o caminho para o futuro, estou pronto
para ouvi-los.
PERGUNTA- Para começar um novo capí­
tulo na questão dos carros roubados -
não é preciso também pôr um fim à
tradicional conivência das autorida -
des com as atividades clandestinas?
ASMOSY - A marginalidade floresceu
num regime terminal em que não se sa
bia quem seria o próximo presidente-::
da República. Depois das eleiçÕes,res
pira-se outro ar neste País. Os inves
tidores estrangeiros estão voltando:
a nova Constituição criou um mecanis­
mo independente e transparente para a
escolha da Corte Suprema de Justiça.
São elementos que impulsionam a
mudança. O cidadão percebe que seus
direitos estão garantidos, passa a
ter maior confiança nas instituições.
Pretendo combater a deliquência com a
criação de empregos. Muitos delinquen
tes estão no crime por necessidade e
conômica. Dê-lhes condições dignas de
sobrevivência e a maioria prefirirá -
as atividades lícitas.
PERGUNTA - E como combater os que per
sistirem na ilegalidade, que vai d
narcotráfico ao contrabando de produ­
tos eletrônicos ?
ASMOSY - Nesses casos é necessária u
ma ação conjunta de todos os países.
De nada adiantará perseguirmos -
os traficantes no Paraguai se não hou
ver o mesmo cuidado na Bolívia ou em
Mato Grosso do Sul.
Também aí a democracia ajuda.Uma
imprensa livre, por exemplo, serve pa
ra denunciar as coisas erradas, auen
tando a fiscalização da sociedade. E
suma, não hã uma medida única que se
possa usar para resolver todos os pro
blemas que ocorrem em zonas fronteiri
ças, mas um conjunto de ações que se
precisa tomar de comum acordo entre
todos os países.
PERGUNTA - Alguns economistas calcu­
lam que a economia clandestina do Pa­
raguai - incluindo aí desde a informa
lidade até o contrabando - movimenta-
6 bilhões de dólares por ano, tanto
quanto a economia legal. Como se pode
acabar com a economia clandestina sem
levar o País à bancarrota ?
VASMOSY -- Substituindo paulatinamente
a atividade ilegal com investimentos-
feitos tanto pelos próprios para-
guaios como pelos estrangeiros. Se
nós incentivarmos a produção, criando
por exemplo, uma fiação de algodão em
cada povoado, as pessoas não irão fa
zer comércio barato nas fronteiras.
PERGUNTA - Quais são os erros que
PERGUNTA -- É ua espécie de programa- senhor quer evitar?
de substitui.çao de importações ao in-
verso ?
WASHOSY - O contrabando tem uma raza0
econôrdca. Ele dpende da diferença -
de impostos intre o Países. E por Is
o que exf te contrabando do Paragual
para o Brasil e do Brasil para o Para
guaí. O golpe de orte no contrabando
será a uniformização das tarifa al
fandegárfas entre os países.
ENTREVISTA - Quer d I ze r que o Para
gual pode abrir não da rendo proveni­
ente do contabando ?
ASMOSY- Na verdade, esse dinheiro -
não ffca no Paraguai, exceto em forma
de salário. Um contrabandista brasilet
roque faz negócios no Paraguai depo­
sita o dinheiro diretamente de um
banco de Mlnml em 1utro de Miami ou
da Suiça. Fica por aqui o valor do
trabalho do peão que transporta a mer
cador1a.
PERGUNTA - Mas nao é a injeção de di­
nheiro clandestino em quantidade su
fJclente para cobrir o déficit pÚbli-::
co que garante ao Paraguai ur:a Infla­
ção invejável, pelos padrões brasile!
ros, de menos de 207 ao ano?
ASMOSY - Não.Deve-se mais ao equIli­
brio do orçamento. Em termos simples,
se voce gasta mais do que ganha, fal­
ta dinheiro. Nós temos uma dívida ex
terna de apenas 1,6 bilhão de dólares.
Nossos programas de saúde e edu­
cação contam com a ajuda de organis­
mos multilaterais e também do Banco
Mundial, da ONU, do Japão. Assim, é
possível cumprir o Jrçamento sem ge­
rar inflação.
PERGUNTA - E o dinheiro do narcotráfi
co?
ASMOSY - A droga é perigosa e deve
ser combatida com ação policial. A­
trás das drogas vem o roubo de vefcu­
los. As drogas são compradas com car
ros roubados. É uma operação bem con-::
catenada que ocorre principalmente na
nossa fronteira com a Bolívia, que é
pouco povoada. Vamos pedir aos Esta
dos Unidos recursos para combater o
narcotráfico.
PERGUNTA - Quando era ministro da In­
tegração do Governo Andrés Rodriguez
o senhor lançou o programa Pro-Para
guai, com o objetivo de atrair inves­
timentos externos. Por que o capital­
estrangeiro viria para o Paraguai ?
ASMOSY - O capital não tem sabor,cor
nem partido. Vai para onde rende mais
frutos. Nós temos a oferecer uma ter­
ra fértil, a localização mediterrânea
a meio caminho de grandes centros co­
mo São Paulo, Rio de Janeiro, Santia­
go, Montevidéo e Buenõs Aires. Temos
energia barata e abundante, provenien
te de ltaipu e logo mais também. d;
Yaciretã. Temos mão-de-obra habilido­
sa e barata. Oferecemos cinco anos li
vres de impostos, livre repatriação -::
dos lucros. Enfim, o Paraguai é um
bom negócio.
PERGUNTA - Apesar disso tudo o dinhei
ro não veio. Por quê?
ASMOSY - Porque tudo isso nada vale
se não for acompanhada por segurança.
Não havia segurança porque estávamos­
numa época de transição, pré-eleito
ral. Imagine, se ganha outro partido­
político, disposto a rever todo esse
programa. Ou se é eleito um candidato
independente, sem o respaldo de um
grande partido, como iria administrar
o País?
PERGUNTA - O senhor contratou como
consultor um ex-ministro da Economia
do Chile, Hernãn Buchi. Qual parte do
milagre chileno o senhor acha que po
de adaptar às condições paraguaias?-
ASHOSY - Não acredito que uma mesma
filosofia política possa ser aplicada
de forra total em todos os países. O
q/ pretendo é tirar experiência da inespernia
vaos tentar evitar os erros que possam
ter sido cometidos no Chile ou no Pla
no Cavallo, na Argentina.
o
WASKOSY - Fundamentalmente, os relati
vos ao processo de privatização. El;
precisa ser transparente para que a
populaçao o compreenda e aceite.
Precisa ser acompanh.do de apla
negociação com o Ln'icatos para
no provocnr duse:prego. Nao temos mI
Ihares de epremias para privatizar
como o Brasfl e a Argentin, ao ape­
nas cinco, mas de grande valor para o
Paraguai.
PERGUNTA - O que sti sendo posto à
venda ?
VASMOSY - A LAP, nossa empresa de
avlação, por exemplo. Outra é a Apal,
que produz pinga, Também há 11 estatal
que controla a frota mercante para
guaia,as estrados de ferro.
PERGUNTA - Qual é o fIlé mignon dessa
privotizaçào, a oportunidnde que os
investidores brasileiros não podem
perder ?
WASMOSY - Algumas são bem rentáveis ,
se forem bem administradas. to caso
da Acepar, uma siderúrgica que dá
bons lucros ao Estado. Mesmo a Apal -
produz uma aguardente que nada fica a
dever ao melhor uísque escocês.
PERGUNTA - O senhor não estnrá falan­
do daquele famoso uísque escocês made
in Paraguai, o Juanlto Caminante ?
VASHOSY - Não, trata-se de fato de uma
aguardente. Quanto a piadas sobre con
trabando, elas não faltam no Paraguai.
Como aquela do rebanho em mar­
cha. Sempre que o preço do boi está
alto no Brasil, os boiadeiros para­
guaios tocam o gado gritando: " Vaf ,
vai, comece a falar portuguis!"
PERGUNTA - Como o Paraguai se tornou­
um grande exportador mundial de soja
sem ter produção para tanto? Vendendo
a soja contrabandeada do Brasil?
VASMOSY - Isso foi verdade até dois!
nos atrás, quando a soja brasileira a
travessava a fronteira e depois refã
z1a o caminho rumo ao Porto de Parana
guã,mas já como soja Paraguaia. É o
que digo: sempre haverá contrabando
Trata-se de um fato econômico.
PERGUNTA - Como o senhor pretende re­
formar o sistema político herdado da
ditadura Stroessner, ancorado no Par­
tido Colorado e nas Forças Armadas
sem entrar em choque com aqueles que
o ajudaram a se eleger?
ASHOSY - As instituições nao sao
ruins, são os homens que fazem mal às
instituições. Ou seja, o Partido Col~
rado tinha uma filosofia política ri
quíssima, mas alguns homens desviarai
se desses princípios, aproveitaram-si
de um Governo ditatorial. Creio que,
dos tres estarentos da sociedade - o
militar, o político e o civil, o mili
tar foi o que mais se deu conta das
mudanças, Os políticos muitas vezes -
parecem não ter a capacidade psicoló­
gica necessária para aceitar rudan
ças. Quanto à sociedade civil ainda-:
é preciso educar o hoem para a dero­
cracia.
PERGUNTA - Coo se explica a conver­
a0 dos militares às idéias democráti
cas ?Casara-se do poder ?
ASMOSY - As mudanças mundiais também
têm repercussão no nosso país. Com as
economias globalizando-se, com
O fie
da Guerra Fria, não restou justifica­
tiva para a situação em que vivia o
Paraguai. Os homens inteligentes lo­
go entenderam o que estava acontecen­
do. As instituições civis se fortale­
cera, as militares perderam força.
Sabemos muito bem que o Exército
pode detonar ua contra-revoluçao e
colocar quem quiser na presidência. O
problema é que não duraria 24 horas ,
cairi~ sob o repúdio de todos os paí­
ses vizinhos, de todo o hemisfério.
Nao podemos cais agir de forma
unilateral ou independente. •
PERGUNTA - O Paraguai já não quer ser
conhecido como uma ilha cercada de
terra por todos os lados?
VASMOSY - Estaos inseridos num con
texto global, não vivemos ais i1hg
dos. Desapareceram as distâncias geo­
raficas, existem agora apenas as dis
tancias econômicas.
e
o

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pe.
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JOH ◄AI. l HIIIIJII/ flA l HON l l.lHA IJJA l)() HI 1,10 A, A 1 A. I4 D
(} l
Entrevista: Juan Carlos Wasrnosy
O Roubo Pode lcaba
f.Ot/TJ ;;o h,Í <·nl 110 rn e, ,l(l,-. ,J,
1e/trata epe[fica p/ manter os mlli
ares longe da polittca ?
A.910!-lY - l'.xntnm••nLc. l.u quero H<!r
espeItado e vou respeitá-los de acor
lo com os códios militares. Eu serei
L oandante-chefe das Forças Ardas,
1 f.Rt':UNTA - Trnnnformnr o l'nlH nu:nn ele
~crnc!o LnlvPz uejn a tnrefn mnli
(ticll de"º" r,ovcrno. J mnfs ulf1cll-
1iio ser,, nhrlr umn economln cm que o
homenu do neKÓclos ficaram rlcoH com
0
governo, nao com o me reado 7
WASHOSY - OH cmprca,írioo que f I cornm­
rlcos com o governo pouco podem fazer
num reg.lmc de Livre concorrência de n
berturu econôm lcn como prc tendemos {;;
zer. Carecem de competênciu e criati::
1 v!dndc, niio entendem nudu de produti­
vidndc e, portanto, não podem ser com
pctltiVOR,
PERGUNTA - O senhor, que é um mcgaem­
prclteiro, sabe que no Brasil a lmn
ge dos empreiteiros é ruim. São vts­
cos como os alimentadores dn caixa
dos políticos, os corruptores da ndmi
ntstração pública. Isso o Incomoda T
.-
Os entrevistados
foram questionados
com a seguinte per­
gunta:
"Se as eleições
fossem hoje cm quem
o Sr./a votaria?"
MMOY - De for a alua, pol te-
nho uma trajetórfa transparente. 0
que anho nas empresas volto a lrves­
tIr no país, A funçao social do empre
sárlo é crlar emprego, não a especula
ção econômica. Ninguém pode desfru ar
o resultado econfco de seu trabalho
e não hi paz social.
i'Y.llf:lJNTA - Como cmprc!~elro o sc11hor­
participou da construçao de ltnipu e
ugorn rst~ envolvido na construcio da
hidrelétrica de Yaciretá, com a Argen
tin,1. Como é po,isiv<:l prestar servi
c:011 no E,nndo que o senhor ngorn vul
prestdir ?
WASHOSY - Nio sur!a po9s(vel,dc fnto.
Jbundoncl todas as minhas acivldndes­
prlvndns no innressnc no governo como
mtnlstro, hj um nno e melo,
PERGUNTJ - Os acordos de ltaipu me
xem nau brios nocionallstas dentro do
Congresso puraguulo, que reluta cm
rntHlcar o Último ncerto sobre n dlv!_
são da admlnistraçio da usina.
Por que o Paraguai estj insatis­
feito com os acordos de Itaipu?
IIJS~·osv - Muitos parlamentares real
11,;(t t« u a t) ti
nha pura a rair ate
-,errl ,d, . • o 1,-rior,,
que o Parauai vend
sua parte da enerf
tado dispor ae só
prar o excedente, F,
os países es.ao compro
trntado que niio µod,• er , rli
n!lateralmente, Se querer e
país ério e respeitável, prec
honrar os tratados que ff atos.
PERGUNTA - Reccntemc:Ht' foram ab r
os rhoondos arquivos dn dltnrlura,
P.OITAí,
.,
DH
( Transcrito da kevista Vela, dita a
cm 01 d<! j11lho d,• 1'191 )
T'lWCLAl1AS
.J,rnllde Rosa dos S1111toR, Oflc!, la do l',Ht<rlo d· ke, lt1tro Clvl 1
cldudc de lleln Vista-:15., P/v. SJIICR a qu,11,tns o rr<'&<·nlt' r.Jlt ~I do
mas virem, que apresentaram os Documento exigidcs pelo rtiro 180
go Clvll Brasileiro e pretendem se casar:
Janllde Rosa dos SantoF
1
d, l'Jl • -1
rocl ,-
1
•• d 1
do Co!]
Jdâo Leandro e Mar iley Almada Morals, ambos brasileiros, solteiros, re­
sldentes e domiclllodo~ ncsla clrllde, ele, lnvr.,r!or. (ilho de Jp,1rfclo l • -
nndro e Zollda Duarte, ela, lides do lar, 'Ilha de AtanacIldo Custódio Mo­
rnls e J8sunçio Almada Mornl.;.
Se alguém souber de algum impedimento, que e oponha na forma da Lei.
Bela Vista-HS., 12 de Julho de 1.99)
Oflciala
30% 19.45%
O Senador Wilson Martin's é llder absoluto na
preferência popular, na disputa pelo Governo do Es
tado cm 1994. A mais de um ano da eleicao, sua van
tagem sobre os nomes em maior evidêncl3 cstn cons~
lidada.
Em todas as pesquisas realizadas até agora ele
lidera com relativa tranquilidade, considerando-se
0
Estado= um todo, e individualmente em aluas
das cidades mais importantes, Essa circunstancia -
coprova ser ele o candidato mais forte, mais poPu
lar e de posiçao mais consolidada. '
A es uisa realizada recentemente pelo Empresa,
lzaaz, aesoo isso. Fora esem±aos 10_Me'i
[pios pelo nnero de eleitores e pela importane1a
1 reBionul e" Senador Wilson, se a cle1çao fos:e
hoje es; .. rla eleito Governador o 307 4a re',,
- d 1 • viria o ex-prc e
t@nela popular. E segundo u8ar_
19
,57 e
to de Campo Grande, Lud10 Coelho e,. ,
12. 33'1.
Wilson Martins LÚ11o n.,_,1ho Juvênclo
CAllPO GRANDE ~ DOURADOS
Wilson Martins 28.9 Wilson Martins 36.0'1.
LÚdio Coelho 25.4% Lúdio Coelho 13.0%
Juvêncio
13.7% Juvêncio 17.0%
Nenhum
5.H Nenhum 14.0%
Flávio Dcrzi 4 .1% Flávio Dcrzi %
Londres Machado 5.6 Londres Machado 12.0%
Zeca do PT 10.7% Zeca do PT 4.0'1,
Levy Dias
5.62 Levy Dias 4.0%
Não Sabem
0.5% Náo Sabem %
~
CORUMBÁ l
AQUIDAUANA
+
Wilson Martins 27.5% Wilson Martins 40.0'1.
LÚdio Coelho
11.38 Lúdio Coelho
a
Juvênc::..o
13.8% Juvêncio
Nenhum
13.% Nenhum 6. 0'1,'
Flávio Derzi
l 5 .08 Flávio Derzi 4. 0'1,
1..orxl res Machado
€ Londres Machado 2.0%
Zeca do PT
6. 3'1, Zeca elo PT 6.0%
Levy Dias
8.8% Levy Dias 4.0%
Não Sabem
3.81. Não Sabem %
·-- 9. 73'1. 6.99'1. 6.58% -- 5.62'1. 5.48%
terceiro o Prefeito da Capital, Juvêncio Césnr da
Fonseca com 12.33%. Todos os demais nomes pesqui
sados, alguns dos quais apontados como provôveis­
candidatos, não conseguem superar sequer os elei­
tores indecisos.
Não há dúvirla. O Senador Wilson Martins e o
candidato que jÕ tem hoje n prefe:ência do povo.
Com ele, o PMDB venceria as eleiçoes co relativa
facilidade e coo consequência natural, levaria o
seu partido a eleger também uoa expressiva bar.ca­
da federal e um grnnde núocro de Deputados Esta -
duais.
3. 701
tlcnhu:, návto Dcrzl Lo'U'CS ~,:h.xb Zeca do PT Levy Dias Não Sabe
ri
PONTA P()RÀ
+
NAVIRAf 4
IVINHE. IA 1
Wilson Martins 3 3. 3'I. Wilson Martins 28.0'1. Wilson l"artins 30.03
Lúdio Coelho 11.8% Lúdio Coelho 12.0% Lúdio Coelho 16.0'1,
JuvP.ncio 9.8% Tuvêncio 6.0i Juvêncio 2.0%
Nenhum 5. 9% NPnhum 14. (1'1, ?:-.enhum 12.0%
Flávio Derzi 15. 7% Flávio Den:i 14.0'1, Flávio Dero:i 4.0%
Lonr'lres Machad? 3.9% Lonr'lres Machado 12. 0% Lon<lres Machado 30.0'1,
Zeca do PT 5. 9% Zeca do PT 2.0'1, Zeca do PT 'I,
Levy Dias 5. 9% Levy Dias 2 .0% Levy DiilS 2.0'!.
Não Sabem 7.8'1, Não SahP.m 10.0% Não Sabem 4.0'1,
'
~ TR8S LAGOAS 1 ri PARANAfBA ri
COXIM r
Wilson Martins 10.0% Wilson Martins 31.4% Wilson Martins 33.3'1.
Lúdio Coelho 26.0'o Lúdio Coelh.o 31.4% Lúdio Coelho 23.5'1.
Juvêncio 4.0i ,Tuvêncio 3. 9'1, JuvP.ncio 23.5'1,
Nenhum 14.0% Nenhum 11.8% Nenhum 7. 8'1,
Flávio Derzi 22 - O'!. Flávio Derzi 2. 0'1, Flávio Derzi 'I,
Londres Machad:, 2.0 I,onc1.res Machado 'I, Lonàres Machado 't
Zeca
ªº
PT % Zeca do PT € Zeca do PT 7.8'&
Levy.Dias 10,0% Levy Dias 11. 8'1, Levy Dias
n .
Não Sahem 12.0% Não Sabem 7.11% Não Sabem 3.9'1,
WILSON MARTINS É LÍDER ABSOLUTO
NI PREFERÊNCIA DO POVO PIRI GOVERNIDOR
SE AS ELEIÇÕES FOSSEM HOJE, O SENADOR llLSON B~BOSA MARTINS LEVARIA O PHDB A UMA VITÓRIA EXPRESSIVA EM MATO GROSSO DO SUL, MOSTRAM JS PESQUISAS
A PESQUISA
_ O levanta~ento foi realizado pela Empresa Ten­
dencia Pesquisa de ercado Ltda, entre os dias 5
a 8 de junho. Foram ouvidas 730 pessoas e□10 ci­
dades, O todo de coleta foi inter.cionnl por quo
tas, mantendo-se a proporcionalidade en relação •
no u:,iverso correspondente. Os qucstion::irios fo -
.m verificados, coàificndos e processados e co
putador IM/PC, utilizando-se de um prograa espe
cial de ?e·squi.sa de npinino ?Ü!:>lica.
Vamos ouvir a voz das Ruas
Ulysses Guiares

o P
9
0
NIO RESISTIU I SEPIRIÇIO E SUICIDOU-SE
COM UM TIRO NI FRENTE OI JOVEM ESPOSI
-"Vossa alegria é
a vossa tristeza does
mascar da,O mesmo po
c0 que ofereceu água
para fazer desabro -
char o eu sorriso ,
muitas vozes foi
preenchido p J,;rn ou­
no própriao lfigri­
mnn.
Quando stiver
trio e, olhe para o
fundo de vosso cora­
cão, e saberá que es
tá tristonho por ar­
go que já lhe deixou
muito feliz.
Quando antiver a­
legre, olhe novamen­
e para o fundo de
vosso coração, e sa
berá que cotá alegre
por algo que já lhe
deixou muito triste~
Porém, um traba -
lhador parou um só
minuto para meditar
e foi mais uma viti
ma de um patético
suicídio. Estava se­
parado da esposa há
dois meses e como a
reconciliação era im
possível, matou - se
na frente dela com
um tiro no coração.
Os lances que an­
tecederam a tragédia
são simplesmente im­
pressionantes.
FESTANÇA NO
CASAMENTO
O operário José
los Leonelo Ou[ntana trinou
te ro o o T 1fnlG­
i «e suflãos-e mo cr
te da ex-esposa,
Leoncio Quintana (23
anos), há mais de um
ano casou-se com Ma­
rinalva Feitosa ( 20
anos) e o matrimônio
foi alvo de uma fes­
tança que durou o
dia inteiro, com be­
bidas e churrascada.
na união nasceu
um filhinho que está
com um ano e sete me
ses.
Porém, há dois me­
ses,sem motivo apa
rente,eles se separã
ram. O próprio mari­
do dirigiu-se ao FO­
RUM e requereu o di­
vórcio.
Apesar da separa­
ção, continuaram co
mo bons amigos. Ele-
a visitava frequente
mente e fazia muito
agrado ao filho.
APAIXONADO E
Rr.PEN 1 D5
Que "o amor oó co
nhece a sua plenitu­
de no momeno da se­
paração" é tão verda
d iro quanto as ã
quas que correm paro
o mar. Ao sentir -se
só, José Leoncio
Quin ano entrou em
pânico passou nas
sediar a ex-esposa ,
que reside com os
pais José Feitosa e
Dna.Maria "Zilma" ,à
Rua Projetada,n9 4 ,
na Vila Machado.
Domingo retrasa -
do, o rapaz que es­
tava apaixonado e ar
rependindo, propondÕ
a reconciliação. Ela
foi irredutível: Não
e Não!
Como já estava vi
sivelmente embriaga=
do, tentou suicidar­
se com um revólver ,
mas foi contido pelo
cunhado e outros fa­
miliares.
SEUS PLANOS
DE VIGANÇA
Existe uma canção
rancheira,que tem o
seguinte verso: -"Eu
não sou desses que
ao ver-se só/Quer se
vingar e matar seu
amor/Pela verdade e
a bendigo/ pnJo o
amor que uma vet me
deu."
Todavia, José Le­
oncio não pensava ar,
sim e comen .ou a vi­
va voz que m taria a
mulher, o filhinho e
depois se suicidava.
Daí por diante CD
tregou-se por compl_
to ao vício da em­
bringuês. Não traba­
lhava, não comia e
nem bebia. Caiu em
uma completa depres­
são, mas con inuava
visitando o grande
amor de sua vida e
insistia para que ela
o aceitasse de vol­
ta.
IMPLOROU AT O FIM
Quinta feira pas­
sada, o marido tris­
te passou o dia in
toiro na casa dos
pais de Marinalva e
as cenas foram ines­
queciveis. Transfor­
mado em uma criança,
brincou o dia intei­
ro com o filhinho.
No escurecer,quan
do todos os familia=
res estavam conver­
sando na cozinha e
ele estava sozinho -
na sala, chamou Mari
nalva para um "papo­
muito sêrio." Ela
MATOU-SE ALI MESMO
FIRMINO DE BARROS)
veio e o assunto ra tu, ndo virou-se ,
o n suo: reconcilia- viu o ex-marido com
ço. Maisumi vez ela o revólver apon ado
foi ci .egórica: defi para o próprio ei
ni ivamonte não! Por .o. só t,ove empo de
sinal o aconselhou diz r:- "Pelo amor
arrumar outr. mulher de Deus, não faça is
e que f o s s e mui.o fg so!" M a s , o q ut i l h o -
liz. foi acionado e um b a
Num desespero in- laço "22" atraves­
con.ido, compleamen sou-lhe o coração.
te transtornado, sa- Tombou morto no meio
cou de um revólver e da sala.
disse: - "Já que não A polici. foi co­
quer voltar para municada, omou as de
mim, pegue este re- vidas providências e
vólver em mate de o corpo foi transla­
uma vez!" dado para D cidade
de Laguna Cnrnpã,on­
de residem seus fami
liares.
Infelizmente, re­
petiu-se a história:
Por amor se vive e
por amor se morre ...
A jovem mãe balan
çou negativamente a
cabeça, virou ascos
tas e ia- para a cozJ
nha. Entretanto, ou­
viu ainda este ape­
lo: - "Olhe aqui, Ma
rinalval"

0cal lia
Presente na
Expobel 93
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L,
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Proprietário:
Municipio de
Joaquim Pereira
Bela Vista
Fertilidade
ganho de peso
Tomás
Fone 439-1058
Nota de Esclarecimento
Co~ relação à suposta polêmica criada em tor-
no da Festa Junina da Vila Prcvisul, no dia
10/07, pp., a Delegacia de Polícia em Bela Vista
MS. quer esclarecer o seguinte:
1g) Todo e qualquer evento a ser realizado a
t!tulo de diversão pública é regulamentado não -
só pela Prefeitura Municipal, como pela Delega -
eia de Polícia, não podendo ser realizado sem o
competente Alvará, que é justamente a licença
que o Poder PÜblico, seja ele Municipal ou Esta
dual, concede para tal realização; -
29) No caso de feitas juninas, devido ao redu
zido efetivo que tanto a Polícia Civil como a Po
lícia Militar dispõem, sempre foi de nosso inte:
resse não autorizar a realização de mais de uma
festa no mesmo dia pois, se tal ocorre, não te­
mos condições de oferecer o policiamento adequa­
do;
32) No que diz respeito às festas juninas
promovidas pelas escolas, este ano tivemos uma
unificação, por iniciativa da Prefeitura Munici­
pal, que não só solucionou o problema em termos
de calendário para as festas, como propiciou u~
policiamento mais eficaz;
42) Relativamente às festas juninas promovi -
das pelas Associações de Bairros, recebemos da
UMA - União Municipal das AssocidçÕes de Bair
ros, um calendário com as festas que estavam e
que foram autorizadas, porém a festa da Vila Pre
visul dele não constava, visto que referido bair
ro ainda não possui uma associação const1tuida;-
59) Nosso interesse, ao regulamentar tais' e­
ventos, é dar prioridades àquelas instituições -
que promovem em prol da comunidade. Infelismen -
te, como aconteceu este ano, mesmo coo as exigên
cias legais, algumas festas foram prooovidas vi:
sando interesses particulares, em prejuízo de ou
tras; -
62) Para que tal não mais ocorra, a visto não
ser de nossa competência "impedir" a diversão pÚ
blica, sugerimos que a Prefeitura Municipal por
iniciativa do próprio Prefeito ou da Câmara.Muni
cipal, crie um regulamento, com base na Lei Org~
nica, estabelecendo que tais promoções, quando
realizadas em via publica, sejam feitas apenas -
por EntidM~es filantrópicas, pois, caso contra -
r1o, ro pro:ino ano teremos_metade da população
vivendo às custas de promoçao de festas.
José Raioundo Pinto Filho
Delegado ·de Polícia
ORAÇÃO À NOSSA QUERIDA ME
NOSSA SENHORA APARECIDA
:.i
l
Querida Hãe !fossa Senhora Aparecida. Vãs que
nos ama e nos gui~ todos os dias, vós que sois
a mais bela das Mães, a quem eu amo de todo oco
raçao, eu vos peço mais uma vez que ajudeis a al
cançar es:a graça por mais dura que ela seja.
Sei que vos me ajudarás e me acompanharás sempre
ate a hora da minha .morte . Amém.
_Rezar um Pai Nosso e uma Ave Maria. Fazer
tres dias seguidos esta oração que alcançará
graça, por mais difícil que ela seja.
'andar publicar no jornal, E-
tm caso extremo pg
de fazer em três horas.
a
A.M.X.B.
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1f 0 l(,
A
Prefeitura Municipal de Bela Vista
lOJJAI. , (J!J/')J
touro Publico pura Provimento de Caro de 0adro Per
da Prefeitura Muntcfpal de Mela Vista-MS
O Pre!dente da Comissão responsável pela realização do Concurso Público
ra provimento de cargos do Quadro Permanente de Pessoal da Prefefura M, 003-9
zlpal de Bela V1ta-!!S, de conforfdade com o art.2? da Portarfa ng II 4,7 0265-9
1j de abrIl de 199), torna publico para conhecimento dos Interessados: 0025-5
0124-5
do Relatórfo dos Ffscals de Sala e comprovação dos fa- 0567-0
as questões n?s I7 e 2) da prova de matemática dos car- 00)6-5
MOTORISTA, OPERADOR DE MÁQUINAS, PAJEM, PINTOR e TELEFO- 0492-6
I - após anil1e
tos, resolve anular
os de CARPINTEIRO,
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II - divulga a relação dos candidatos aprovados nas provas ·crftas, rea­
llrndnr: no dln 27 de junho d,· 1993.
Hclb VIHln, 12 de junho de 199).
Marcos Elas RIos da Cruz
Presidente da Comfssio
Pv. Encr1tn (1993)
REI.AÇÃO DE APROVADOS
Emit1do 10.07.93
n nt d Pe
lNSCRJÇÃO NOME DO CANDIDATO MÉDIA
OJOS-0
0493-4
0213-3
055 7-8
0151-6
0178-7
0044-0
0048-J
0342-9
0183-8
0216-8
05L5-4
0158-3
0096-6
0261-6
0274-2
0222-7
0358-0
0161-8
0195-6
0208-2
0362-2
0215-0
0604-2
0528-0
0200-7
0120-2
011)-5
01 71-0
0040-8
0392-8
0256-5
0205-8
0310-7
0326-8
OI 11-9
0383-4
0599-1
0347-0
0226-0
0363-0
0371-6
0225-1
0631-3
0081-3
0521-3
0290-3
0123-7
0529-9
0442-7
0435-0
0334-3
0247-1
0454-5
0218-4
0584-9
0131-2
0608-5
0477-3
0467-1
.
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425-8
533-1
/
IOI-7 PROFESSOR DE PRE-ESCOLAR
Fcrnnndn Aparecido Guvilon
Nocmtn Nogueira
Paulina Montiheller
R,rnllcy Lino Horncs
102-5 PROFESSOR DE 13 a 42 SÉRIE
Ana Madn Purkott Lino
Antonio Arcco
Del(lno Rodrigues
João Marcfo Ferreira Leite
Jorge Adalberto Arguelho
Leopoldina de M. Crlstoldo
Mnrln CotnUna Servira Vegn
Mnr ln Eunice Nogueira
Mariny Diania Dlniz
Marly PIssurno Vilordo
Maria Gonçalves
Rosane Souza Correu
Rosilei Mirando
Rosilei Rodrigues
Sonete Lino Silva
Sonia Marllei Zacarias
7.e(erina Pereira Bambil
104-1 PROFESSOR DE MATEM,TICA(5Q à 8Q SÉRIE)
Gilson Rocha
105-0 PROFESSOR DE ESTUDOS SOCIAIS ( 5~ à 8Q SÉRIE)
Tcofila de F.P. Quintana
106-8 PROFES_SOR DE EDUCAÇÃO FlSICA (5Q à 8;! SÉRIE)
Jorge Bastiancllo Cezar
Maria de Fátima P. de Melo
205-8 ODONTÔLOGO
Elias Faouzi Sassine
301-3 ASSISTENTE DE ADMINISTRAÇÃO
Ana Lucia Pistori Lino
Antonio Ferreira
Evaneis Borges Pereira
Mnria Alice A. Aguilhem
Nariangela de Almeida
Robinson E. Pinheiro
Rosangela Aparecida Torres
Suely Bcnitcs
Zeli Aparecida Grancc
305-6 FISCAL DE TRIBUTOS
João Lidio Centurião
Orlando Afonso
Romão Aurelio Palacio
307-2 TÉCNICO EM COKTABILIDADE
Carlos Alberto Mundier
Helvio Figueiredo
Lea Regina Balbuena Garcia
Maria Guilhermina G. Raffel
Mary Grance
Ninfa de Medeiros Fleitas
Rosalina Aguilhera
401-1 AGENTE ADMINISTRATIVO
Ailton Lino
Christian Loureiro
Claudcmir Denis Orosco
Dagoberto Blini Costa
Ilka Coenga M. de Barros
Lucilene Pinto Proença
Maria Luiza Grance
Oscar Leite Ribeiro
Roscli Banzato
Sandro J. Pissurno de Toledo
402-0 AGENTE OE SAODE
Elisabeth T. Soares Coutinho
Ester Lina G. Gonzalves
Sidney Silva Santos
Sidney Valdez Aristimunho
Vania Maria Barbosa Cabral
501-0 AUXILIAR DE ENFER!AGEM
Lea Regina Barcelos Nunes
Madalena Vissamalia Lino
Orestes Soares Mendes
Vitoriano Godoy
502-8 CARPINTEIRO
Tomas Venega Caceres
503-6 ELETRICISTA
fla.vio Henrique
506-0 MECÃNlCO
Paulo Roberto Raffel
507-9 MOTORISTA
Adão Celestino Guedes
Afonso Garcia Leite
62.66
60.00
70,66
62.66
64.00
61 .33
57.3)
60.00
58.66
60.00
61. 33
56.00
56.00
64.00
58.66
64.00
58.66
61.33
61. 33
61.3)
60.00
56.00
56.00
63.33
69.33
58.66
61.33
60.00
62.66
57.33
56.00
53.33
58.66
58.66
57.33
68. 66
65.33
78.66
55.33
65.33
62.00
58.66
58.66
62.00
54.00
70.66
70.66
69.33
66.66
69.33
70.66
69.3)
68.00
70.66
69.33
57.33
58.66
60.00
53.33
60.00
57.33
54.00
57.33
62.00
54.66
60.00
64 .. 66
56.00
65.33
0250-6
0202-3
044-0
0169-3
0491-8
0522-1
0626-2
0555-1
0419-9
0116-0
0245-5
0511-l
0298-9
0029-8
0164-2
0441-9
0545-0
0142-2
0128-8
0337-8
0221-9
0060-1
0026-3
0426-6
0607-7
0331-9
0356-3
0063-6
0035-7
0173-6
0115-1
0627-0
0103-3
0568-8
0236-1
0286-0
0351-2
0418-0
0448-6
0556-0
0159-1
0370-8
0367-3
0412-1
0038-1
0472-2
0089-9
0150-8
0301-3
0300-5
0182-0
0299-7
0165-0
0587-3
0404-6
0280-1
0004-3
0549-2
0176-0
0075-4
0110-0
0145-7
0087-2
0369-0
0014-5
0520-5
0535-8
0130-4
0140-6
0228-6
0278-5
0447-8
0234-5
0071-1
0051-8
0390-1
0380-0
0317-4
0170-1
0232-9
0302-1
0489-1
0428-2
0129-6
0602-6
0368-1
0097-4
0187-0
0469-8
0501-0
0264-0
0330-0
0478-1
0458-8
0416-4
0122-9
Doralice Arce
e
E!Laza Ida }. MoeIra
IJ rn a
Costa
ill F.10 ,!"TA
Aurilda R ,na Ar•co
Fermiana Cleusa A, Te!xeIra
Jaclntn Hoff istrr
Jane Ap. Ben!te Barbosa
Jefrson Aruelho Alcantara
Joely A. D. Mar Inez
Luizn Lnchncr do San os
Mar! len,• Ribeiro l.elte
601-8 AUXILIAR Dr: SERVIÇOS GERAIS
Abodin Cecll ln F. (arques
Adriana Canlz
Alfredo Vnz
Almlndn Teixeira Alves
Ana Mnrio Vnldez
Ann Rosa Brites
Aparecido de Toledo
Aristeu Ajala
Aristides Cabanhe Arce
Armando Rosa dn Rocha
Arnaldo de Souza
Auzeni Niconor da Cunhn
Batista Luznrdo IT. dos Santos
Belmiro Rodrigues F. Cruz
Bernardino Coene
Condida Mendes Arguilera
Cannem Lino de M. Rohod
Celina da Rosa
Cepriano Abadie
Claudete dos S. Baita
Claudia de Leão
Clementina de Leon
Conceição de Melo Teixeira
Cosme Dafo Dava!os
Dejanira Mendonça
Denir Cardoso Arce
Diva Medina
Edilson Ramâo Pereira
Edneida Mora
EI1as de Oliveira
Elias Louveira
Erasmo Benltes Cruz
Ereotildes Cabral Dias
Eudo Romero
Euzeblo Dias
Euzebio Pereira
Felipa Vogado Marie
Floriana Florentino Ximenes
Francisca Figueredo
Francisca T. D. Banzato
Francisco Chaves Alves
Francisco Paulo de Oliveira
Geovana M.ieres
Ilda Ramona Orosco
Ilton Orosco
Inácio Rodrigues
Ines de Souza
Ivone de Souza
Izaura Hoffmeister
João Galdino Gil
Josenilde de P. de Souza Moura
Julia Ortiz Mesa
Juliana Gamarra Marinho
Leonarda Medina Cristaldo
Leonora Coene
Lidina Cristaldo Franco
Livrada Echeverria Martins
Lucio Gamarra
Luiz Maria Martinez
Manoel Aarilha
Margarida Franco
Maria Claudina de Sou.za
Maria L. Gonçal11es Barbosa
Maria Lcnir Garcia
Mar1a NLlza Rocha Mar1
Maria Olímpia Medina
Marin Rosely Peralta
Maria Tereza Correa
Marilda Torres
Marilene Boeirn de Oliveira
Marina Ossuna
Narincte Terez.:i A. Orosco
llirly Xavier da Rocha Coces
MaxÍl:!o Medina
Mercedes 'ilalva
Miguel Felipe de Campos
.Miracy Melo Ortega
Xaír da Silva
Xerocir Hofir.,eister
NIlda Medina
Odenar Lino Moraes
72.
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1 9. J
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57.33
77.H
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64.33
79.00
89.33
89.33
85.00
76.66
77.00
87.33
58.00
79.00
87.33
64.33
62.33
89.33
100.00
70.66
81.00
70.66
81.00
85.00
74.66
74.66
58.33
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89.33
64.33
68.66
85.00

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A 4
Prefeitura Municipal de Bela Vista
R LAÇO DE APROVADO5 .A
F !: ·ir!ta_to9y P4!!d 1o.02.22.
INSCRIÇÃO NOME DO CANDIDATO MÉDIA
601-8 AUXILIAR DE SERVI,OS GIRAIS
09946-
328-
0146-5
0090-7
0139-8
0420-7
0084-
0019-6
01,J(,-8
()()fl!J-0
0219-2
020!.-0
096-9
017-2
0628-9
0284--
0162-6
OOJJ-0
OJ99-5
0282-8
04449-
0285-2
0027-1
0163-
0127-0
0575-5
0224-J
0611-0
0207-4
0)65-7
0137-1
0396-0
0499-3
04409-7
0527-2
0054-2
0335-1
0623-8
0238-8
0143-0
0lavo Gunfel
0norIna Ibanhe Centurfon
Ova!do Guimarães Benftet
Pacula Comes
Pedrosa Areco Orosco
Pompfllo Fernandes
Rafaela Caceres GImene
Ramo 0d11 Marques Leite
Rnmonn Apnr cJdo CnccrrR
Rnmonn Apnrr• idri Concalven
Ramona E1d1a Coene Martins
Refna Caceres
Romeu Cezar Mendes
ltomlldn l).wn lon
Rosa Prfeto Jara
Rosul vn Brites
Koncli Colnrcs Voldez
Ronevcl Felix de Souzn
Rosin110 Aporeclda Cu •vus
Rosincidc Martins Fcrnnndes
Sandro Hnria Mendonça
Schostiâo Arguilcro
Sclv., l11trtins
Scrgio Ximenes
Severino Maciel
Socli dos Santos Borges
Sofia Ortelhodo Seixas
Telma Mar1a Barreto Flores
Teodoro· Coronel
Teresa Gamarra
Tertulin Areco Freitas
Tertuliann V. Aristimunho
Tito Aires do Rosa
Voldornira dos S. Rodrigues
Verginin Aguilera Vargas
Verinha Lescono Miranda
Zeferino Caceres
Zeferina Palaclo Cardoso
Zc(erina Romeiro Vasques
Zilda Ojeda Freitas
EDITAL N? 09/93
76.66
72.66
95.466
89.)J
81.0()
Ili .00
95.66
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91. 66
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89.JJ
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81.00
85.00
91. 66
72. 66
64. 33
87.JJ
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87.33
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87.)3
64.33
68.JJ
83.JJ
89.JJ
72.66
62.)3
66.66
79.00
95.66
85.00
95.66
76.66
68.66
79.00
81.00
72.66
81.00
Concurso de Efetivação para Provimento de Cargos do Quadro Pennonente de
Pessoal da Prefeitura Municipal de Bela Vista - MS
O Presidente da Comissão responsável pela realização do Concurso de E(eti
vaçio para provimento de cargos do Quadro Permanente de Pessoal da Prefeitu­
ra Municipal de Bela Vista-MS, de conformidade com o art.2!? da Portaria n!?
114 de 15 de abril de 1993, torno público para conhecimento dos interessa -
dos:
I - após análise do Relatório dos Fiscais de Sala e comprovação dos fa­
tos, resolve anular as questões nQs 17 e 2J da prova de Matemática dos car­
gos de CARPINTEIRO, ENGANADOR, LUDRIFICADOR, OPERADOR DE MÁQUINAS e PEDREI­
RO.
11 - divulga a relac5o da média final dos candidatos aprovados, consideran
do os pontos dos títulos apresentados, de conformidade com o sub item 5.1 do
EDlTAL n!? 02/93 de 19 de abril de 1993 e a noto das provas escritas realiza­
dos no dia 27 de junho de 1993.
Bela Vista, 12 de julho de 1993
Marcos Elias Rios da Cr
Presidente da Comissão
1006-5
3040-3
1067-4
3023-4
J0J2-fl
3005-7
1018-3
3057-2
3034-4
)007-J
3064-0
)027-7
3044-6
3029-J
3038-7
3022-6
3026-9
3058-0
3008-1
3025-0
3024-2
3059-9
3055-6
3039-5
3033-6
3046-2
3048-9
3052-1
3050-5
3047-0
3051-3
3037.9
INSCRICÃO NOME DO CANDIDATO MÉDIA
3035-2
3000-6
3002-2
3004-9
3019-1
3042-0
3030-1
3056-4
3001-4
J003-0
3017-S
3066-6
3009-0
3012-4
3031-0
3015-9
3060-i
3011-6
3028-5
3021-8
3010-8
3041-1
3063-1
3013-2
3061-5
3016-7
3014-0
301-3 ASSISTENTE DE AmUNlSTRAÇÃO
Solange Brunet Vareiro
Clemente Marcos L. Barbosa
Guilherma Freitas Arce
Iolanda Ocnmpos
Julia Cordova Molina
Maria Cloudia de Souza
Lecy Lino Leite
Gumercindo Rodrigues
Eronilda Maciel
-- Joci da Cruz Lima
Lucinete Leite Lino
Maria Vieira
305-6 FISCAL DE TRIBUTOS
Crescêncio Fernandes
3036-0
3054-8
3020-0
3053-0
João Nunes de Miranda
401-1 AGENTE ADMINISTRATIVO
Zeno Ibnnhes
Rose Heli Barreto Flores
Siri.a Guedes Correa
Arsenio Loureiro
502-8 CARPINTEIRO
Aristeu Lopes
Ciriante Milton
Rat:Üio Conceic;.ão Almiron
504-4 ENCANADOR
Eme te rio Medina
505-2 LUBRIFICADOR
Condido Romero Coevas
508-7 OPERADOR DE MÁQUINAS
Daloo Mechiades F. Lobo
Alberto Crer Torres
510-3 PEDREIRO
Jacinto Gamarra
Jair dos Santos
601-8 AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS
Roraldo Chaves
Senona Figuercdo dn Rocha
Hermenegildo Valdez
Fabia Balbuena de Souza
53.66
52.66
51.33
51-.33
51.33
51.33
51.16
50.25
50.16
50.16
50.16
50.16
56.00
53.33
68.33
56.00
51.33
50.16
53.33
50. 16
50.00
50.16
50.25
50.16
50.00
53.JJ
50.16
100.00
100.llO
98.41
97.41
'eri
RosalIn
tCrlos Tfmoteo Torres
Lourdes A, Cunha dos Sintos
I1defons QuInones Sal1na
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