TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIII_Nº099_31_03_1974 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIII_Nº099_31_03_1974Número da edição99Data de publicação31 de março de 1974Número de páginas12GeoCoordenada -22.09963695959145 , -56.529851359866235 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIII_Nº099_31_03_1974 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto ---------------------~--- Dirator !<adutor . Chefa Hoaponsaval: lvnldo Peroírü Ano: l!I Bola Visto. l Rotnry companheiris- mo. O espirita do Rotary, é a própria essência de sua alma; ão se define. Teor na os contatos casuais em amizades indestrutiveis bm qualquer parte que um Rotariano vá, ao enon trar alguém que me o dis tintivo na lapela, ja sabe que a1 c:,tá um amigo que lhe facilitará sua uilssão. Todas as semanas os rotariânos se reunem. Tro cam idéias. Batem papos. jantam junto5. É uma reu nião alegre. vibrantr e que jà no dia seguink lhes dei xa saudades. Dificilmente alguém falta à esse encon tro. Só mesmo um impera tivo maior seria capa: de alterar esse programa d, SJC há muito marcado. íl Eleições no ROTARY Mt. 31/3 1.974 N'. 99 BEBE9E Rotary drsperta lide rança. Encoraja e anima para qualquer serviço em tavor da comunidade. Que. é u dos grandes motivos de seu próprio ser. E, o sucesso do Rotary, as vê zes. esta no servu;o à co mumda,k. 9«BE« O Rotary Club de Be la Vista é composto de um grupo pequeno. O meio, o a comunidade não lhe pro porcionau, realizar grandes mtvos. Por isso pouco ou quase nada foi feito até ho je pelo menos aos olhos do público. Coutudo, pode:nos crer que ele esta disposto a trabalhar; a realizar alguma coisa para a comumdade, a juventude e estudantes. O Rotary prega a cultura o CL"npanhetrisrno e, um dos seus grandes lema. "é dar de si sem pensar em s . Para dirig:r o Rotary Clube de Bela Vista. de l' de julho de 1974 a !º de Julho de 1975, foram esco lhidos os seguintes compa nheiros: Presidente Dr. Ricardo Manera Vice.Presdeate: Sr. Tito Duarte Man enha sua dado limpa é po- vo desenvolvido. DESPEDlDA De males prontas para nos deixar o companheiro e Doa. Artisteia. Com eles, as saudades nao só dos ro tarianas. inas dos pr~pnos Belavistenses. ºCasinha Feliz Centro dé Orientaçãõ Escolar Cursos: pré-primário e sala cte Afdbetização Direção: Prof". Maria Lout e iro Pinheiro Inicio das aulas: Dia 11 horário: Das 7 as 11 horas Rua: XV de Novembro n' 156-Bela Vista □ Datas Comemorativas 31 cie Março: Revolu ção Brasileira. O Rotary Club de Bela Vista não podia ficar alheia ante o transcurso de Ó;,ta tão grata a todos os brasilei· ros. Por isso, a 29 do cor rente. em seu encontro men sal festivo. no Club Pedro Rufino. este evento foi sau dado e lembrado atráves de palavras brilhantes do companheiro Dr. Roberval Borges. Para o ato foi con vidado o Cmte do 10' RC. Cel. Guimarães e esposa. bem como o Cmte. do Des tacamento de Bela Vista Paraguay. Major Brugado Dia 7 de abril - Dia do Enfermeiro. Dia l4 de abril - da do Panamericano. Aniversarias A 21 de março fez anos o companheiro Dr. Simão. A casa esteve cheia Festa muito bonita. Parabens Dr. Simão. Texto de R. M. Recebemos carta do leitor. Coronel Viedes. de nossa cidade, tecendo criti cas a nspeito do funciona mento do Põsto de Saude local. Alegando que "o Me dico-Chefe do Põsto (Dr. Fiori Murano). devido ao acumulo de cargos, não pode prestar a merecida as sistência", o missivista pede a intervenção do jornal (a frma tambemn o Hldo "que o reporter encarregado do Como se não bastassem as ruas completamente esbu racadas, o problema do trfans110 cont11,ua provtcanclo polémicas as m1J1s desencon tradas. luito embora o diretor da Careran esteja agindo com as energia e autoridade suficientes. Os abusos con tnum sendo cometidos. O principal : mnais irritantes é a teimosia de alguns moto• ristas O TRÂNSITO, estacionarem o carro no centro da rua. corno se tivessem medo de encostar no lugar correto e bater nos muros das casas. Outra corsa que pertu ba é o deste·perto pelas ruas preferenciss. O sujeito entra nelas corno se só exis tisse o carro dele na cidade. Se aconcece de d.::,is veiculas se chocarem. quemn esta er rado sempre quer ter razão. Digamos qu'! um pouco se ja culpa da falta de placas sinalizadoras. muito embora as que existam sejam mero enfeites. Mas porque não AIHDA pensar um pouco e agt cu logica? Dirgr. respeitando os diretos de outrem, res peitando as autoridades! Em que pese a bvro craci exigida para a dccu mentaçao de carros e car teira de {motorista {comum todos os . etore~ qut: trarnm de documentação • aqui não po:Jeria ser diferent<"J, damos nosso integral poio às au toridades e ao d11e!or dd Cretran. Alguma coisa pre cisava ser teatd para d.ir-nos um pouco de rarquil:dade, uru pouco de paz, um pouco de coragem para botar um carro na rua. E quando se tom;; providêr.cia cap;,z de ~oluc1cnar o problern, sempre Pncontramos obHiiculos. Quem sabe daqui a alguns dias a burocracia esteja de semperrada (contan:os cem o raciocínio lõgico da Cire tran) e o povo entenda que tais medidas foram mais do que necessárias: foram be néficas. José Carlos Longo ,. OTICA Fone: E RELOJOARIA Rua Augusto Mascarenhas 642 ZE UTH 15 - 75 Aquidauana Mato Grosso Não descuide dos seus olhos Vã logo ao Médico Oculista e lev de Oculos na super Especializada Ótica Zcnith JUi! Receita e Relojoaria se:or médico, anda "cansa do'', e a direção do jornal, deve procurar outro mais dioamico). no sentido de in tervir nêsse estado de cor sas. Usando um tom caus tico. o revoltado leitor diz "atê o funcionário recepcio ni~ta não tem tempo para atender. --Õeixaodo sempre para depois (que nunca che ga). Citando entre outras coisas. a ta "<a cobrada aos estudantes (atestado), que afirma ser paga sob Coclção, o leitor prossegue, . 'nesta vai levando Bela Vi!ta. o Posto de Seude não acm panha as , diretrizes da OMS (Organização Mun dial de Saude) e o distinto medico-chefe. com inumeras ocupações (INPS !Particular, etc), não tem tempo para atender aos que procuram aquela repartição e is,o Não Pode Continuai), HOTEL SERIEMA A esperiencia a Higiene serviço da coletividado - Conforto - Classe "Não n,,. interessa ap,nas servir: INTERESSA SIM: SERVIR BEM" Hotd Seriemo • expressão n:,flxlma na arte de bem rtcebcr. Avenida Duque de carias 247 Fone. 0OI - Jardim-Mt (ao lado da Estação Rodoviária) Tul,un• da f'ront,ur• Do vettc.Jdor /rn ,1d 1 Marques da Sdv,J, Ao. 1:!xmo Sr. !Jr. Jo• se Manoel Fontanlias l'r,,ndlt. Dr overnc1dnr uo Estado. A,< ·11nto: Pedidos. Senhor Governador Pelo presente. tenho a atisfação de fazer chegar à mãos de V. Ecia. o pedido formul;irlo pelo d.:se jo cios lrnhitantes do IJistu to <le Cabaeira do /pa, aíim de que o mesmo seja anexado a este Nunicip1o rle: Antonio jcão. Contando curu '.: seu valioso apóio neste sentido. apresento a V. Excia. rneus protestos de el·vada estvma e ccasideração. Atenciosamente Arnaldo Marques da Silva A111 e Projetu Lri 1/7-1 de mzrço de Enrnrrdnb.1 N> 1.97-J '.Altera a redação cios artigos 2' Ie I! e I!l d, Lei N' 98173". e o Ar:qo 3 da Lei 103/73. Arc,go - I º O Art:go 2º Em olUS Itens li e Ili. da Lei nº 98;7). E o Ar tigo 3" "'ª Lei n" 103 73. Do muni:vpo de Antonio João: passam e ter redação seguinte. Artigo - 2 O '.tem ll ler-se a, o Executivo Mu nicpal de Antônio joão. Estipulará uma taxa por cada conseçâo <lc Alvara de licenv, para carro de aluguel (tax) para qu11is quer àos contos cri;.dos, no valor com base no se lario mínimo desta região Artigo - 3° O lem III l 0 r-s~-a. O Executivo Municipal de Ár,tonio João. Coucederã Alvara de liccn - ça p:.ra quaisqul'r dos pon tos, até o limite máximo de de: ( 1 O) Alvará para cada ur dos pontos. Artigo -l' O Attigo 3º da Lei n• 103/?J. (ca put). Pas:;ando a vigorar o disposto neste ante Projeto Lei. Artigo 5° Este ante projeto Lei entrará em vi• gor a partir de quando tor nar-s'! ecn lei revogadas as disposições em contrario. Saln de sessõe:. 15 de Março de 197'1 Arnaldo Marquês da Silva Projdo de Lei Nv. 04 de 28 de Fevereiro de 1973. Prjeto Lei nº 01/73 do Vere :dor Arnaldo Marques ds Silva. •·Cria Pon!,> de Taxi Ve.teado e rqulmento de t mó veis e l+ouros p oviiéncia ,r:iqo 1 º • Pica por esta lei, o Executvo {um ipal autorizado a criar, um Ponto para carro de Alu quel (TAXI) construir ur Toldo pra maesmno, na Rua Mato Grosso no Quarteirão 1." 05: t:!-qui.,, Awnida Eu gênio Penzo aproxadamn te 20 mnts dest ultimna. Arnvo 2' - Fica il!íJU· lamenta !o o serviço de Au tomóveis e de Aluguel «Ta. x1) no M11rnc1pio de Anto r110 João. c:n conson,,ncin com o artugo 37 +te» 5 do DETRAN. !tens 1 • Os proprietários Je v~icul s que cxplornm o scn11ço taxímetros ficam o brigados medrante Requeri- 1.il• 1:t.i requer,·r a const:çâo do Aivara de Licença. pa- 1 d o veiculo '3 fa:er pd.t'! do Ponto, o qual sera re co1h1Jo v.:rb=1s coru base no C ó::ligo Tnbut.irio do Mu nic'p,o. li - Ficam igu.,lmente obrigado os conzc:sionárics de Alvari!. a pagar uma taxa anual de CrS 120.00 (cento e vinte crnzeiros) Ili - Não sera permiti do a concers:io d,e .'lvar;i de Licença, pote mais de três veiculas para o Por.to criado por esta li. Para o exêrc,c10 de 1973. e ~o -~ rà concedido rui1is de trê•; mediante P1ev10 auto1i:açao por lei. IV - Fica _estabclec,do o horário quem tera o ir,i cio das 6 00 horas ás 23.00 hs c0m as i'ntc11 uoçõcs que forem necessarias. V - A taxa cni::ima ser de Cr$ 5.00 (ciaco cru:eiro:,) na Zona Urbana da cidade, e Cr$ 10.00 (dt:: cru:•·iros) a hera parada <lo veiculo a disposição dopas• sa;ieiro. As lotações feitas p/ fora d1Zona Iban1 se ra de Cr$ 1.00 (um cruzzi. ro) por km percorrido enclu ~1vc n t:1xa já estabelecida. Arnaldo M'arques da Silva Yaeador VI É expressarr.en:e proibida por esta iei concl'S são de Alvará de: licença para carro n5o implacado do Município de Antonio joão. V 11 - A fiscaliz.::ição do Ponto de Taxi ~er5 ,·xad da pelo fiscal Municipal. o qual deterrninar:i multas ca. biveis aos infratores desta lei previsto no Código Tr. butário do Município. Bem como a cassação do Alvará de Licença. Proj L . ..ic Lei n' 04 Artigo 3· - O Execu tivo Municipal providencrn ra junto aos orgãos do DETRAN Convenio! em Arnaldo consonancia com o artigo 37 § unicü ,fo DETRAN ao que for necessário para rPgulamenl"IÇ,Í" deata. L, i Obedtcendo JJ o e tabeleci do porte,ta lei Arrigo ·1' . Par.-:1 fo. .: r fas • às despesas decor rentes da xercvção desta lei rca o Poder Executivo autorizado a fa::er r.:du,;ão de Cr$ 1.000.0U '.um mil cruz<>1rosi da!> seguintes do t;;ções orç:,mcnr;rias. Serviços Urbanos Especificações Gerais das Do;ações 02.01 - Diário traba lhadores br2çais Cr 500.00 3.1.3.3.89 - Urb,rni:acão e sinab:ação CrS 500.00 Total Cr$ 1.000 00 Paragrafo Unico - Pa ra os futuros exércic1os os orça::nentos co:isig narâo as dotações necessaras a fiel execução desta lei. Artigo 5° • Esta lei entrara em vigor da data de sua públicação revogam se as disposições eu1 con trário. Sala das ~essões 28 de fevereiro de 1973 Arnaldo Marques da VEREADOR Projeto de Lzi de l6 de juiho de Silva No.OS 1. 973. .. Dispõe: ~obre compra de propriedade. e cria Mntadouro Municioal e da outras providências.' O Presidrnte da Câma- ra Municipal d? Antônio João. usando de suas atri buições leg11is. ~aço saber que a Câ mara em sessão Ordinária de 16 de Julho de 1973. aprovou o seguinte Projeto Lei: nº 8/7. Artigo l º - Fica auto risado o poder Ext>cutivo Municipal de Antônio João a adquerir uma propriedade. mediante concorrência públi ca. em local proprio para o que e~pecifica o artigo 2º. Artigo 2º - À aquisição d~~sa propriedade, ta5 o fim especial para a constru ção de um matadouro Mu nic.:1pal. para abate de gado no município. e será encor porac!o nós bens da Fazen. da Muoicipai. Artigo 3" - A constru ção de matadouro terá pos teriormente plantas e orça mento necessários para as despesas. para a fiel execu ção da obra. Artigo '1° - Fica igual mente autorizado o poder Ex.:cuti o Muni~·p Ido:: An tó;iio João. se necessário for, a pleitear verbas. junto aos '):gãos Estadual pJ ra a e xe• _cução mais rápida a desta arques projeto. Artigo 5' - Concluida esta obr 5 rt. rccu!Jmcntada por J,is Munic1p: 1 o recolhi mento <le verbas que f.:irem estipuladas pelo código tr- bu ·Hio unicip,il. Artigo (>' - P,:ra .J Íil!l excc11ção deste projeto. será consignado vérbas na Receita Fincrnccira Municipal. para o prôximo exercício de 1974. Artigo 7" - Este projeto Lei. entrará em vigor npós ;, sua promulgação e publi cação revogadas as ci.spo siçõ~s em contr.i rio. Sala das Sessõ.:s, 16 de de 1973. Norino Gonçalves Presidente Projeto d! lei No. 9/73 de 16 julho de 1.973. Projeto Lei No. 2/73 Arnaldo mnrqucs da Sdvil Veredor O Presidente da Cã mara ivluni<:ipal de Ar.tomo João. us;:ndo de suas <1tri buições legais. Faço ~aber qu? a Câ mara Municipal em sessão Ordinaria de 16 de julho de 1973. aprovou o seguinte Projeto Le, N". 9/73. Artigo l'. - Fica ;iutcrisado o Poder Executuvo do Mu nicípio de Antonio )não a etetuilr a compra. (ou rece• l.Jer por doaçâc.) .um terre r.o. para uma praç;, de Es po1 tes. na sêcle do Munici p10. Artigo 2. - Esta praça de Escorre d<'rninar-se-a • Es táJ,o Munidpal Ohv10 Pen :o "em póstuma homena- gens ao mesmo. que foi um dos fundadores deste :nunicipio e exerctu varias cargos publicos neste muni cp1a. Artigo 3'. - Para o que trata o art;go I º, deste- pro jeto e a construçã0 da pra çu de Esporte erão con c,gnadas verbas na proxi ma Rect.ita municipal. Artigo 4'. - Este projeto de lei entrara er vigor a pos a sua promulgação e publicação, :-evagas as dis posição em contrário. Sala das ~essões. 16 de ) ulho de 197 3 Norrno Gonçalves Pesidente Projeto de Lei No 04/73. Arnaldo Marques da Silva Vereador •· Dispõe sobre constru-. ção de Rodovias e das outras provideocias" Artigo J º - Fica auto rizado o Poder Executivo de Antonio João a mandar executar a construo de uma Rodovia. no Distrito de Campestre. oeste Muni cípio; a partir da Fazenda Fronteira de Propriedane da va do Sr. Pio SdvJ, illt e 1 prnpri~<ladf!' do me: cio, [).•. sado pela prepried dage ao Se, Pio Gon·alves. Artigo 2' Para contrução que se tr t .. artigo l " deste Pr jeto . t· rá xecutado com os recu. sos próprios do Municipio, e ;::uxtl,o de rombu~'.1 piiíil as Máquin· ~. forr:m das pelo Sr. Piu Silva Artigr, 3º - Ete Pr. jeto entrara em vigor na da. ta de sua sanção e pública. ção revogadas as disps - ções era contrario. Szla das Ses<ó>s, 0I de ouLubro de 1973 ~ J Arnaldo Marques da Silva Vereàdor Rei ,v ,n :l 1c;ções fc11l pelo vereador Arnaldo Ma1- que: da Silva por ocasião da visita dt• govern2dor do Estado a DoLrados, dirtla• mente ;;o Exmo Sr Dr. ]o• sé Fontamlla!> Fragelli: J - Pedido de liberação do Auxilio àe C.rS25. GC,00 Decreto 2432 para constuv ção do préd,o da Umdade Sanitaria de Antor110 )cão 2- Pé±do ±e Ebsrcác } do Decreto n 1.225 no va· lur d:': c~'S4(l.00.00 de 18 de ae::embro ee i9i2 rt'.a cionado em Resto a Pgar 3· Sclic,taçáo d.: uo aparelho de rádiv tr~n-ro1.· ser amador para a Delega eia de Policia e uma viatu ~a para .- mesma delega cia. pois as nossas dificul dades nesse setor careceo aiores recursos"8" 4- Solicitação."de ur Grupo-Gerador, que se en. contra em Glória de Dou rados. tolalrnenre ocioso e nosso Mu01c1pio precisa de ma,s um Grupo Cerador 5- A no,~ã cidade ni: 0 dispõe de Mêdicos. que nN visite. pelo menos µerió:li· camente. e e:tõ ta:nbé!ll uma nece~siàade uro:nte _ 6- Solicitação de - Au Xilio para construção de 6 (seis) salas ae aulas na S: de do Município. a firo de podermos abrigar a graoóe demanda de alui:.os de nos sa cidade. 7- Auxiliou para cons trução de Escolas Rurais pois a~ noss .. s escolas atu· almente, não tem ccnd;ções de atender a todos os alu nos, e inclusive o Estado de Conservação e H1gieni: é simple.smeote desumano Antonio João. 19 de deze!ll u.o de 173 Arnaldo Marques da Silva Vereador Arena - M. Tribuna da Fronteira ·---- ---- ----------- ..''NA primeira condição para um povo ser ilustre, é procurar Jê•lo. e tomar como um dever iniludrvel o desejo de o ser; o 5egund1.1 é colocar bem alto o ideal e forcejar por atingi lo, ainda que o não realize de todo. Lembrai-vos tambem que, como disse o pceta, a PA1RlA SOMOS NÓS. ·••Sim, Damos nós todos. que devemos ser dignos dela pelo 1 trabalho, pela força, pela virtude. pelo heroísmo. atirando-a 1 para diante no caminho das grandezas" ... moralização-desenvolv1wetno-cultura e patriotismo IV' arço de 1964 Prefeitura Municipal Porto Muriinho de ···Não temos mais o direito de cuidar apenas dos te Is descuidar dos problemas, Não devemos mais perder 'empo com o passado. Nossa sorti é que estamos com quase todo o edificio brasileiro para construir. O nosso horizonte ta descarregado de interesses e compromissos que nos atraba lbem e nc,s impeçam o grande vôo. Podemos usnr e aplic.ir 1 1 a tccnolog,a mais avançada, a c1i:ncia mais sof,stic;ida, a con quista mais atualizada. Importa traçar o ncsso rume, sem irterferencias estrangeiras. Interessa definir a nossa politica sem nos prtocuparmos com '11 dos outros. Quem sJbe: de nós scmos nós mesmos ... " (0 Dtsaf10 Brasileiro) Março - Desenvolvimento-Segurança e Trabalho. "A Revo lução Nasceu para Construir" Prefeiturr Municipal Bonito de , .. 0 gigante: adormecido e deitado eternamente em berço e- plêndido despertou para recuperar o tempo perdido e ingre- ssar, como membro éfctivo, no clube dos paises prósperos. O Brasil de hoje tem pressa. Para ele soou a hora do de-1 saíio e do milagre'' ... (Murilo Melo) ' L r Março-1964-1974-10 Anos Construindo o Brasil Homenagem da Prefeitura Municipal de Antonio João 'Se o Brasil de hoje parasse. estaria simplesmente retroce dendo. Cada mmuto perdido tem um efeito multiplicador e negativo. Cada minuto ganho é uma vitória sobre o calendàrio e a folhinha que estão marcando as pàginas da recuperação nacional. Nosso objetivo é a prosµeridade. Nossa hora e vez é de: participação. Aqui e Agora .. ," (MMF) Março ."Administrar é organi::u, controlar. comandar, prever e prover" -1964 Prefeitura Municipal Sidrolândia de Be!a Vi»ta Marco d· l97 • UI • O rt v1,.;• 11r1t nl'> 11:lo..111':) 1 ,,t ., 1 1 •- nvvv. ''ai um detalhe 3o! ·i;-· lm gohm'..----- !> 11 t 1., d ar nu!tanta, pwtupdo ten3€40 d '#+4ei1a. 18no com a5 Jl '1, •• _. -------~--------------,-----------:::=:e-----, - 1- ' . . ._, 1 -. . _., .• - ·,· ; ,. li t. :li ' f ' 5-3. !<, ., • I ,t .. i ____ I - - ------------'--------------' CIJill Companhia Jardinense de Automóveis Ltda Rua 1" de • 1 .• ....... (J J • iJ 1. l f , 1. ovo ' ''J1 ••• I•• f ~ rJ ')t v ,o11 ·J1, . n-1 hora A , on oiilação de uma d 11' 1 ' r d J. pu!tl•-:,1 b .l)lra..:·on 1I prínci• Mu!tp!1que ±:so2 mlh .de vezes. palatravés a fetuva quan- V.: l), d w 1,·., cor, t: uç,io habi- d c rlfll c,, .:v:iJI tações pora o trabalhadores d,, llú ,,, 1 ni , VW 74. d qu :·: ~e :.l I e ur1,.1 d,.s i) ·ntro de cada um ' p: ·ocup 0, l!o no-10 m1:!1. C: 1 'v.' w.ontr· a. • tro do l •1l nN. . l..unci•, perfeição pela qual a Volk•;w:,qen lutou , RJnq d eng.nheiru <1gr6r: mo a vid:i intu1r.:i. f<izondo d,, 52 i.lnOJ l' eJ1.p.:1 :i:nc1a Hperíciçonmcntos J admini~rrativa (foi sP,:r~!, rio numa linlw cio carros l do Ministú1o d,1 Agriculturn qucparncia 11npossívcl n, gestão de Ney Braga e de :;e ,,p,,rfe1ço<1r. .. 1 / Volhwv;cn . , deixa a ~upennLndênc1a <lo dedica a v. o r-1sultado l n~titmo do Pl ,a j1JmP.nto J,; dctodilt.S;,,, ,ia,. Fu:idaç?o !!>'..:A. v10culada ·Expe1111wnt00 ao Minbttriodo Planejamen- VW 74, que v. ro). comprcenderó todo _, S o si9nificado disso. . ab2 s2 também que uic»!angclepeccupa com a diHnÍ:Ju·çào de terras i «+lvavéis no Nordeste pois só a industrial1z:ço nã p·vkria rt:e~olv,:r o a ..... "?lll p. ege> e as ten;ões r.ocia1s da áred e com a tra,fo~rna ção do Centre Oestt:: numa grande áre de produção ugricola. Para isto. sera criad'l urna Sup~r1tendncia do • Oe,envo!vtmento do Centro-Oete 1 ... ! ';1 1 ' ( 1 : 1. 1 pratc lava u srfei;do. Maio - 563 - Jardim- M_t @ REVENDEDOR AUTORIZADO no us jrtcrior U=ki-Mias e regia Shige:k, Uài ~ crn hecido pela sua atuação co rno drr~t'->t f.;:ancec1ro dJ p,.... trnhràs (di::s:lc:. 69. q•.iando Ernesto Ceis?l assumiu a przsidznzia da emprsz). Form1dc, em direito e con cabil:cbde. LiLk1 formou fe tarnbtrn ótravés de urna p,at:ca C<'n•ide:ada brilhan te corno i,xccut1vo capa= de hoj:: ser co:isiderado um dos maiores entendidos na questão energética - e Jª coma perspectvas claras a re,;:-:ito de u:na p:ilitica parn o ~eu mm,:sterio. O fato de o ;:;ais contar Lom importações para o primeiro quadrimestr~ do ano de pe tróleo. jà contratacios antes da crise que vun afetando a rnaioria dos paises de maneira mito sensivel. de ve-se em muito a uma a tt:ação previdente de Shi geaki Ueki na Petrobràs. Cc,m a continuidade - a- • 1 ros1 CE .aNTONIO REMO PCNZO parentemente irreversivel • da crise do petroleo o 110 O "tU!tlro r"der,t rn,1!'. u rar uma n va fase d atu Ç.JO ffi _j, ,1 t~ ),.! " J. illl:.r importância do imstér da: Mna: e Energias, Antonio Joiio - Mt Educação e Cul tura Ney Aminthas de Bar ros Braga General da reseva do Exército 56 ancs, paran~er. se. F.:.i chd de Poliw, prefeito de Cu1it1ba. ~over nador do .Paran.i, rni11is1ro da Agricultura e õt•;nlrneo te <!xerce o mand<1to d<! se n.H.:d. Tr.m sete filhos e confessa que gosta de fu tebol, mns não r.:rnilo. Foi urn dos ·ncerdotes do fale c1d:>. Pan;do Democrata Cristão. O Brasil é um pais que tem pressa e. por isso, està m?gáv::olmentc aprovei tando tambtm ;,i <:ap,.c,dadr e n drspo~ição Jo~ jover.s. É verdade que as gerações que esião emergindo vêm man.adns por u:na dramáti ca co:ncidênci2, Surge□ quando se está proc:ess;;ndo il illlltdÇàO mais profu;,c;: da b,storta da burnanid: r: a revolução ter ol=se (De conterencia a ' • • ;. :i • Flonanópt'!is, em i-· '. ~-::'. «Ê útil e necessário que o)ovem participe cu vida política, !ornan-:io-st" apre a predi~por. mobilizar e mcti var a ~oeiedade para o seu futuro segundo um pr ojt:o htstorico que não pode ser trcido apenas pelos técnico5 e prlus tecnocratas mas se forma e ganha d,msi:iade- nas própriõs entranhas da expe riência da vida social». /Da mesma conférêocia). ~Sem política não se faz a engenharia social nem se viabiliza a construção de uma sociedade aberta. plu ral e criadora. E sem poh tices não se: faz política. o que seria semelhante a uma jusii,;a sem juíus. arte sern arti.sta. universidade sero alunos, rconomia sem con sumidor, livreis sem autcr». (Palestra em Caxias do Sul. l!ID )8-]!-73). c:A revolução brasileira tem um projeto histórico: fa zer destz pais uma sored: de pclituc:rente abex.a e econõm:camente democràti ca:>. (Da mesma palestra). .J ,{ - Venda seu pro duto anunciando neste jornal Tsibuna da FrHleira Per f i I d o n o v o PRESIDENTE Documentos Perdidos l déo. Petrobrás critu duas subs- Ao re•ornar ao Brasil idarias de iroport..incía: e foi um dos fundadores da Braspetro, associada a gru Escola Supuior de Guerra; po íntanacionais e a Petro em 55 foi sub-chefe da Ca- leo Distribuidora. H"íe a sa kilitar da Prrsidi:ncia e empresa é urna das maiores mas tarde Superintendente da AmPrica Latina. da Refi11<1ria de Cuoari'to. Homem disposto a e da Petrobrás retornando xercer toda a autoridade um ano depois para o que um cargo lhe confere Exército, oude serviu na administrador. discreto· aus Seção de Informações do tero. habitos simples, eis Estado Maior e representa- alguns características de va o então Ministerio dó Ernesto Gcisel. gaúcho que Guerra no Conselho Nacio- hcje assume a ?residencia nal de Petuóleo. A essa da República. Seu cor.tato época era coronel. pois só- intimo com os problemas mente em 196l foi promo nacionais e com o povo vido a general. Durante sua que acompauhará a reper perrnaoência no C.N.P. po- cussi'lo de suas medidas po de vivenciar toda a proble- derá revelar nos próximos mática perrolifern e tornar- anos, tudo a respeito d.> se um experto no setor General Ernesto Geisel. .Sua carreira, informa ainda presidrnte da Rupública que foi Chefe da asa Federativa do Brasil. É um Militar do presidente interi- profundo conhecedor dos no Paschol Rameri,'Mazzili problemas nacionais. pois ·_hefe da Casa Militar e de uma maneira ou de ou Secretário cio Conselho de trõ ~empre esteve ligado a Segurança Nacional duran- administração federal. Seu te o governo de Castelo ministério. constiruindo na Branco e integrante do maior discrição. revela il Superior Tribunal Niilitat presença de homens com durante a gestão do presi- grandes qualificações "m dente Costa e Silva. Em cada setor. As pcssveis 1969 assumiu a presidencia mudanças que se verificarão da Petrobrás, cujil pujan • durante seu governo são ça e posição de destaque mais fáceis de vislumbrar que a empresa assumiu e no ambto da especulação. conhecida de todos. Na Uma coisa. porém, e certa: A Prefeitura Munici- pal oe Bela Vista recebeu auxilio do Governo Fede ral. no valor de Cr$ ... 250.000.00 (Duzentos e cinquenta mil cru:eiros). Com 65 anos. natural de Bento Gonsalves. o ge nral Ernesto Geisel é o quarto Presidente da Revo · luçao de '64. e o terceiro !Jnucho. Filho de Augusto e Lidía Geisel. imigrante da Alemanha o presidente que assume os destinos do país tem uma folha de sz:r viços, tanto na vida civil corno no Exercito, das mais expresivas. As indagt.ções sobre se é um liberal ou um duro somente receberão res posta a partir dos atos que praticar à frente do Gover no do Brasil. pois a hsto ria de sua vida revela um homem préo,upado com a eficiência. austero. discreto e introspectivn. Seu carac ter foi formado na ríg,da crientação que o imigrante alemão - na procura de se radicar em busca de no va vida - dava a seus ftl hoje. Geisel serà o primeiro Presidende protestante do Brasil. Enquanto algumas de sues qualidades não são de todo esclarecidas, a de administrado parece lhe dar um crédito muito am;;lo co mo chefe da Nação. Tão logo saiu Jo Colégio Mili tar como tenente. eni ma; çn de 31 (foi o l" da turma) Geisel assumia a Secretaria do Interior no Governo do Estado do Rio Grande do Norte. Teve parth:ipação nas revcluçõt:s de 30 e 32, nesta úlrima cornb3ten<lo em São Paulo. Na Paranaíba onde comandou a 7a.:Bate ria de Artilharia e Dorso, foi Secrrtãrio de Fina :iças e Obras Públicas. desenvol vendo um trabalho àe van guarda, pois lançou as ba ses para a fundação do Banco do Estado ,da Paraí ba. Com dona Lucy Mar kus, o então capitão Encsto Geisel casou em 19.35. ten do, o casal, dois filhos: A mãlia e OrlanJo. que fale ceu em 1957. O general Geisd sempre foi um estu dioso. Na Escola de Aper· feiçoanento de Oficiais pas sou com o p,irneiru lugar na (Academia Militar; em 42, foi obrigado a conten tar-se com o segundo. pois o primeiro ficara com seu irmão Orlando. E 44. contráriado por não pode: participar da FEB. fez cur so de Aperfeiçoamento no Exército dos Estados Uni· dos. em Kansas. ;Após sua volta iniciou a fase que al ternava funções junto à Pre sidência da República e jun to ao L.er t . Ec:i 'lo, ;,n <leixar a Seção do conselho de ',egurança Nacional fei servir. como adido m:litar. em Monte:vi- não se afastara dos camin hos traçados pelo Movimen to de Março de é1, que +gora. quando assume a Pl'esldênc1a, completa 10 anos. (Parte do~ dados fo ram extraidos do numero 250 A da revista «Veja» de junho de 73) "0 Nacional" do Passo Fundo CRS (i#ir=sr;swawr9ma«»#«e.BrErw«reusar±E=« e=BE«sEEW), 1 Lemat. Lemat. Lemat. Lemat. Lemat. 1 m O priilleiro premiado da Lemat em Bela· Vista. foi o m e E±e rn Sr. Soliman Tebicheane, ganhou 40.000,00. (primeiro) il 1 prêmio. 1 5e EE ~ Depois .•. O Sr. Liborio Barbosa, foi contempla- m E« EK m do com _5.000,00 {o s· prêmio). m o próximo ganhador pode ser .. Voce ... 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Documentos pertencen tes ao seu autom vel rnnr ca BUGGY 4 cilindros ano 1972. füla Vis a. 30/3/74. n J i'.! ~ pleiteado pelo Prefeito e conseguido pelo Deputado Federal Dr. Ubaldo Ba- ren. para construção de uma Escola "Modelo" no Bairro Antonio João. em Bela Vista. a- 3 çoes 'Os Direores. Redatores e Colaboradores. da Tribu na da Fronteira", saúdam as autoridades por ocasião do I0 Aniversario da re volução Demacrática d~ 31 de Março de 1961 ·'Pelos Ca minhos do Fantàstico.,. T ocios CJS dias às 18 horas na Erniosora ZPX-24 Vista Março d» 1974 Tbuna da EronF -- HESITA Ç AO ELENA LOPES Car- Estou só?... Não, não estou só; mas ... o vazio que hà dentro de mim. i pior que a :,olldão. Quisera gritar, mas a voz não sai, é como se ti vesse um nó impedindo sua pll5sagem; qui5era falar. fa lar rnu1to t.ilvez. mas não encontro palavras, não ha o que dizer: Cborar ... sim, chorar. derramar lâgri:na5 do ârna • go de meu ser. Mas não posso. as lágrimas não sa em, e nio tenho forças nem ara soluçar, Pensei em sor rir (o sorriso esconde). mas. o cansaço me domina. Que ria ouvir, mas sri ouço sus suros, que vão desaparecen do. corno a alma que se li berta. Que irá acontecer ,;e eu continuar ossim? A mi séria e escraviza, o amor me derrota. as esperanças !I se desvanece1a. E se eu rza qt? Não se,nada posso pre ver agara que a escuridão ;:el na aqui. Agora nada se: agora nada sou. sinto uma dor cruciante. Jue vai aumen tando a medida que ptnso. Não posso pensar. Sou es crava indefesa dessa dor 1wpiedosâ. que maltrata e me t:>rtu:a. Exi$te Ulllil sal da? Sim, a morte é a SC lução, e apenas ela me li b2rara. A morte. Sua fi gura representa o aifa e o omega. Interessante, a mor te não e atemoriza. E co mo se for uma velha ami ga. Grito. Clamo. Ela vem. E: a morte. si é ela. Mas ... hesite. Ela v::m buscar- m~. e ... sinto medo. Queria ouvir ou alguém. antes que me leve piira " pais das sombras. as.. o m?do que sinto não é da norte. É de abrir os e sempre a Hesitação, pro olhos e nada ver. É não b,u-me de Ser Dr. Miltom Loureir0 Filho Ameaçada pelos exces sos pela negligência do Homem. a natureza vai aos poucos sofrendo do envene namento causado pela polui ção. e com isso. pr('judtcan do o ineip ambiente que o ser hum;,no, necessita para viver. A·. ·yis.ão pessimista que se no~ apresenta, resul ta do palpavel desequil1brio que se agrava com rapidez entre o crescimento da po pulação terrestre e as reser vas biclégicas naturais de que díspomos. Não nos es quecemos que só temos uma terra. Apesar disso. o com portamento de povos e go vernos. em relação a bios• fera (meio ambieme munài• ai) só ,omeçou 1a ser estu dado em l S68. portanto. há 5 (cinco) anos. Segundo Lynt-:>n K. Caldwel. profes sor de nsrnntos públicos e ambientais da Universidade de lndiena (EUA). "a prin- cipal dificuldade para a ins titucionaiização das decisões nacionais sobre o meio am biental e conciliar ecologia 1:: economia. As metas e po liticas nacionais de dcn vovimento baseadas na a plicação da ciência e da tecnologia têm sid0 frequen temente formuladas sem a devida atenção a Suas con sequencias ecológic1:s". Daí se reíerere. que o homem ao cultivar a terra drspli centernent1: põt .. p:r:!er capa superficial do solo, as sirn como desmatando, abu sando das pastagem ou es goando depósitos minerais. Sim, estamos co.npro metendo seriamente o nosso próprio planeta. Urge por tanto. que povos e gover nantes se conscientizem a inda mais, e continuamente. do problema impedindo a dest:uição dessa pela natu reza, preservando o solo, o ouvir o sussuro de tua voz:. e o mêrlo de entrar no mundo dos que foram. e ali não te entontrar. Só me resta uma kmbrança. São uns versos de Castro Alves: Conduzo sêres aos Céus. A luz da realtd.1de; Sou ave da liberdade Que a, lõdo da escravidão Venho arrancar os espíritas. Elevando-os às alturas: Dou corpos às sepulturas. Dou almas para a amplidão. "Eu sou a morte. Sus pende ao meio o hino au gusto e forte. MMqud• te a fronte. Volve ao nada, Não sentes neste enleio, teu càn trco gelar-se no melo seio''? Adormeci e o mundo tornou-se cortina. Não ;Jtde ver outro lado. Biquei p·r!i. da no limiar da luz. Ainda ar. a água. A propósito. se nossos rios. lagos e ocea nos, estão ameaçados de perder sua capacidade de autopur,ficação. não adianta di::er que a culpa é dos ou tros; parque a responsabili dade é de todos (povo e gove:nos deste planeta). As nações devem trabalhar em conjunte,, e para tanto sem pretender criar um clima de: voracidade e pavor, re sultante dos mais variados aspectos da poluição e pro blemas ambientais; temos a dizer que muita coisa ja se fêz. Haja visto, a Conferên cia de Estocolmo, no ano de i 972. A tônica dos de bates, firmou-se no entendi mento de que somos um planeta único e onde se faz necessária a interdependên cia e 11. interconexão para ser atacado o âmago do problema. Preservemos a natureza ... Edital de t , . Or1O do Protesto. !º Oficio O Sr. José Avelino e Silva, Oficial do Registro de Protestos da Coara de Bela Veta.M, na forma da leJ, ttc ... FAZ SABER ao: que o prese.ote Edito! vlrer:1 ou dele tiverem conhecimento que se en eontra,am e.m Cartório, Rua CeI. Dia«, " 984, para protesto, por falta de pagamento, os seguia tes titulos.- a)- Apresentados por Banco Brasileiro de Descooto S/ A. P Cheques n"s CJ-2119510 • WD- 980220- Vr. Cr$ 400.00 e Cr$ 287,00 a cargo do Banco ltaú América S/ A, emitidos por Lui: Senha. b)- Apresenlldos pc,r Banco do Brasil S/A. 1 )- Duplicata n• 3890-9 - Valor Cr$ 826.'Jl - Venc. 25/02/H emitida por CARBOGRAPITE S/ A - contra Carlos Antonio Garete. cJ- Apresen:ados p-,r Banco ltaú América S/ A. :J- Notas prolDissórfas n's 21 e 22/24 V. Cr$ 29158. Ven:. 2('/Janeiro 20/Pevere!ro de 197-1 e'llitidas por Enio Gracisoo, a favor de Fidelidade S/A. :!) • Notas ptomissórfas aºs 18 e 19/24; Vr. Cr8 432,86: Vcnc. (11 de Janeiro e OI de Pevereiro de 1971 - emitidas por Santo, Monteiro, a favor da Pidelfdade S/A. d/- Ap.esentadas Por Luso Co mercial Lrda. -Todas emitidas por Luso Comercial Ltda. 1)- lluplicnta n' 1493-IO·J - Venc. 18/02/72 - Vr. Cr$70,00 emitida contra Elida G. de Souza. 2)- Duplicatas nºs I Goo·o(l, e 1219-1-A Vr. CrS 1154-1-A Ven. 15 Janeiro e 15 Fevereiro se 197! emitida contra Amantlno Mar• ques Martius 3)· Duplicata nº 872-5-E Venc. Ql/01/71 Vr. Cr$ 18,00 emítlda contra Ermínla Leite. 11- Duplicata n' 551-1-A Venc. Apres. Vr, CrS 227,51 emitida contra Flavio Ajala. 5!- Duplicatas 's 150-1-C, 150-2-C e 150-3.C- Veac.15/06, t 5/07 e 15/08 de l 9-;'2 Vr. G;,$ 25,UO emitidas e/ Elma Vieira. 6)- Duplicata " 541-1-A Vr Cr$ 997.53 - Vec. Apres. emitida e/ Antônio ~.1osqucira. 7)- Dupkara o" 539-1-A Vr. Cr$ 418,75 Venc. Apres. emitida c/ Humberto D. Barros. 8)- Duplicata " 554 1-A Vr. CrS 118.01 - Venc. Apres. emi· Leia e tida e/ Luit Carlos Co,ta. 9]- Duplicata " 5421A - Va Apres V. Cr$ 6990 - Emuud» Antonio Xavier, 10)- Duplicata n' 5401A- V 19,90 , Venc. Apre:s. - r.mltJd• c/ Arisúdu Oco1JJpos li)- C'uplicala u' 5f12 l.i • V,. C+$ 77,28 • Vene Ares.- E Emitida e/ FUADE SLAMENE I2)- Duplicaton". 551.A - Vr. CrS 1.791,71 - Venc, Apre.•. E metida c/ Joana !Obando Nepomucena, IJ)- Duplicata n'. Sç5.1.A • V,. CrS 58,78 - venc. Apres. Eml. tida c/ Pedro F. Alenca,tro 14)- Duplicata n'. Hi77!9/T - vr CrS cr$ 50,00- vene 09/05/7l Emitida contra Mnrleoe Arce 15)- Duplicatas nº,. ()JJ.5.F e 913.6.F . Veoc. O 1.01 e 10.02 de 1.971- V. C+$ 35,00 emitidas e/ Amando de Souza 16)- Duplicatas • n"s, l 183-3-E, 1453-4-E e 1483-5 E - Vr. Cr$. 90,00 venc. , 10.08, 10.09 10-10 de 1.671 em c/ Afonso Go:foy li)• Duplicata o. ""546.1 A • vr, 30,00- venc. A pres. Clllitida c/ EvanilJo de Oliveira 18)· Duplicata n'. 54711 A - vr. Cr$ 139,3!1 • vend. Apres. emi• tida e/ E:libe1to Gonçalvu 19)- Duplicata n• 5181-a vr, Cr$ 235,85 - venz. apres. ee tida e/ Euri-:les P. Loureiro• 20) Duplicata n".s F>7ó IO L e )578 11 L vr. Cr$ 33,30 venc. 24-U'i e 24-03 de )972 emitida: contra Joel Soares de Oliveira 21). Onplicatas n • 386 4 E e 366 4 E vr. CrS llo.0a ven-· 20 06 e 20 o7 de 1973 emf•in>< contra victor Chimenzs !ou:i ra Duplicata n 86ab • Cr 400,0o venc. o 2 V3 e ..• tidas contra Jorge ·: _- do Por não t,r si1o posivel encontrar nesta cidade, os res pon•áveis pelos litulos em rde. rencia, por intermédio do pre sente Edital que será afixado no local de costume e publicado pela impr,nsa local, intimo-nos para pagarem a lmportancía dos mencionados 1 titulos ou darem a ra:ão pelo qual nâo o fazem, e, ao mesmo tempo, na falta dé pagamento, notifico-os do com• petetente prote,to, Bela vista Mt, 13 de março 19H O Oficial do Registro de Prote.sto Jose avelioo e Silva, • assine f a TRI- BUNA DA FRONTE1RA ----------------:-:-----------·--------------------, 1VlATADOURO 'A Casa de Carne - abate todos os dias "SERVIR PARA CRESCER" BONITO - MT "UMA ORGANIZAÇÃO LIEL JACQUES" RIO FORMOSO ======================POSTO TO TO.LA Gasolina • Diod • Toda lioha de: lubrif!caotes •. Bonacharia "SERVIÇO DE RESTAURANTE .. 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Ponta Porá e Amambay SUPER C: AR Equipamentos Rua Marechal Florian0 91J5-Ponta Porã. Vendedor nesta cidade: José Joaquim Ferreira Souto. Na Fazenda centra a inflação Compra e Venda de Terras !moveis em Geral --ORTECO" Rua 15 de Novembro-256-Fon(:~216 Bela Vista Mato Grosso Açougue dois Irmãos de Marcinio Brito• Carne fresca oda hora - suínos - peixes- cbarqucs • d t ha m~1·s saúde comprando no (Carne: é sau e. n I o Açougue Dois Irmãos) SIDROLÂNDIA M.t Trinta e sete anos, mi nPiro. engenheJro ogronómo. Tem quatro filhos. o m•1is velho com )2 anos. Além de secretario de Agricultura de Minas Gerais. é rpre sentante do Brasil na Co missão de Assessores de Educação Agrícola Superior do Instituto lntHarnericano d~ Ciéncias Agrícola, do OEA. É goleiro quando jo ga futebol coai as crianças' Só existem dois aí ses que tem condoes de diminuir a fome do mundo: a Austrália, que além das quantidades relativas dz áre as a suem desbravad:is.p<'5· Exterior /J ntõnio Ê o atual embaixador do Brasil cm Buenos Aires. Tem 56 anos e quatro fi lhos. Entrou para a carreira dip!omática em 19-13 quando ganhou o apelido de «Silvei rinha». Ja cumpriu missões em todos os paises da Amé rica do Sul e foi embaixador em Gen~bra. Não tem casa no Rio e. sua cidade Natal. e está no apartamento da so gra. Ê alérgico à banana. - «A cooperação entre o Brasil e o Argentina não é sequer uma opção. Ê um imperativo histórico» (De uma con~erência publi cada na revista «Estratégia». ;.. !nflação deveri atin gir este ano progressivos e incômodos ind1ces e para ccmbatê-los o novo gc-ver no contará principalmente com um economista, enge nheiro e matemático. Má rio Henrique Simonsen. quê vem da presidência do M bral para dirigir o Ministé rio da Fazenda. , O novo ministério cieixa a direção de um banco. várias con sultorias e uma catedra. pa ra tentar estabelecer ua fa- Nos transportes Francisco A O general Dirceu Ara ujo Nogueua substitui no Ministêrio dos Transporteç um coronel - Mario Andre aza - que iniciou sua ges tão com' enfase e not.irieda de e acabou razoavel.ruente desgastado pela longa extensão. ;;tribulações e pra zos de construção da p:::nte Rio - Niteroi. Especealista «ui tambzm material humano. E obrasl. Deses dois pise. o Brasil. em dúvida. detem as maiores condições». «A agricultura, brasilei ra vive momentos de grande responsabilidade. pois. ao lado de sua participação na formação de divisas para o desenvolvimento do pais re presenta grande oportunida à para o fortale.:-imento do mcn:ado interno. nece~,.irio pura a expansão do consu m de bens manufaturados». (De conferência aos estagiá rios da Escola Superior de Guerra. ero 31/10/72). «Para por-ibilitar o crer. vedo de agosto de 1972). - «É um velho prin cipo braeileiro e um princi pio muito característico de nossa diplomcia, ter em conta que devemos conservar os nossos olhos voltados para o céu. mas com os pés firme mente colocados sobre a ter• ra», (numa reunião da OEA. em março de 1966). - «Um Ministério das Relaçõas Exteriores não presta serviço ao publica. pelo menos diretamente sal vo algumas atividades con sulares. Pode-se dizer que o seu único produto acabado é a política éxterior» (do se de "continuidade básica" na edrnmi!'tração dos assun tos de sua pasta. há sete anos ocupada ;::::lo brilhan tismo técnico de Delfim Ne to. Aliás Simonsen tera co mo primeira tarefa superar a imagem de cibernetica e ficiência deixada pelo seu SUCC!'50r. Simonsen recebe um t!!inistério dinamizado e a gigantado em mas funções e provc1velmente terá que reduzir a dedicação que, em ferrovias, porém o novo ministro certamente não pautará sua gestão por obras t:spetaculares, mas por uma efetivação do si:tema ferro vi.ãrio de transporte, priori dade nos planos governamen tais e necessidade cada vez mais premente diznte da crise do petrólio. O general Araujo ciaeato anual do setor a niveis sat«fatorios, e impor tante a moderniza,ao do sistema. de comvrcal»çdo e distribuição dz produtos agricolas, nediante a cria ção de estruturas especiali zadas de transporte, associa das à modernização dos principais portos e programe de'crédito aos produtores rurais, visando a ampliar capacidadede estocagem a ni vel de fa:endJ. bem como ex pandir a armazenagem inter mediaria à instalação do sis te mil naciorrnl de Centras de Abastecimento». (Da nesma conferência). da Silva seu trabalho na organização do mistério das Redações Exteriores). - «Convém lembrar o principio em que se assenta o planejamento da execução da política exterior segundo qual a projeção externa de um Pais é. em última aná lise. a síntese de sua rea lidade interna projetável no exterior». (Do mesmo tra balho). «O Itamar:iti foi casa. Agora deve transfor mar-se numa instituição a berta para todo o Brasil». nas horas de lazer. dedica ao canto lírico. E. a con tinuar relente a situação montada até agora. será e principal interlocutor do go verno com as classes pro· dutoras, e o principal por ta-voz das justificativas pa ra a política econômica fe deral. O próprio ··status" do seu ministério, consoli dado • por Delfim, deverá fazer de Sionsen o mais comentável e àecisivo mi nistro. Nogueira cursou engenharia naEscola Militar do Raelengo - e na vida milit<1r recebeu unções espinhosas na co7s trução e· conservação de ferrcvias. Chega a c:iio.i:rtro acumulando ainda e;,;:perien cias que adquiriu no -_ornan do Militar da A□zi:õoia e: na Diretoria de Engenharia e Comunicações. t TO.XI C OS: A Escravidão do Século Tuna da Fronteira - ----··-------------- --------------------· 1. IND1CADOR PROF'l'SSIONAL i>r. ( los So a. o Médico~Cirur ião Bela Vista unes Consultório: Rua Cel. Camisão 530 - Pone: 27'1 Mato Grosso Dr. Pedro Palmiere Advogada em ·er J Ruo 15 de Novembro 170 - Fone - 237 - Bel.i Vi~ta l Pior.i Rua 15 de Nove:nbro 75 ura Bela Vista .DKo Milton Loureiro Fº. l em Jn1dim Rua Dr. /ry C. Üliveiru 262 (Residtncio) li em Porto Murrinho: Rua Joaquim Murtinho n' 3 ílr. Finlrnirn Ad.1!'ogado - Rua Àntoni0 Maria Coelho - 2 21 Bela Vista l½t. ·• Rc;,rescn tante Supergá:brás·· Bicicletas·acessórios-peças cm geral-móveis e eletro domésticos Rua Dr. Corrca-N' 561 Caixa postal 20 Porto llurtinho-:vlt Gr ss e ela isl'" (artiit Io 2 cio Poder Ju icir riü Estada e Ma1 Comarca O Doutn: Sin:õu Jurtlla• no de 13arro! Filho, Juizo de Direito da comarca de Bela Viste,, E,tado de ~lato Grosso nc u,o de suns atribuições 1 - gals, na form/1 da lei, (IC. FAZ ~ABER a tudos quantos o prcscnt~ EDITAL vi r-:m ou que dele ronhedmento tenham, que, ra S&de dvste [ui zo, no Ed:ficio do Puruw e Sa la das audiencias. no dia 28 de maio de 1 974, as 8,30 hnras, o senhr Porteiro dos Auditorios joão l l11Jrio Pereira, levar;', a praç I os bens penhorados n, .lção Executiva, que aciida lnacia da Cruz move contra ]o Nunes Miranda, em tra mite ;,:-.r c,te J ul:o e Lartorio Grupos ::lc católicos de Formosa que retornaram de uma visita à China de Mac-, informaram que dezenas de cris1ões estão <le~a pareddos. padres estão confinados cm campos de trab. iurçado e que as igrejas têem sido destrudas ou transformadas ínvariavelmeute em edifícios dara uso não religioso. Por outrc- lado. a A géni FIDES. da Santa Sé. dcsrreve o clima religioso na C.A.SA FLORES Tecidos, Roupas feitas, Rádios. Toca discos, Grava dores, Toca Fitas, Máquinas de Costura (S NGER), col chões de espuma, Capim, Criiiõ, Calçados, Aitigos p/ pre sentes, J..rtig~s escolares, brinquedos e armarinhos em geral. Rua Pilad Rcboà - 566 "NOS CRESCEMOS COM BONITO" Casa Flores Bonito !Vlato Grosso OE MA.RIO BATTLLANI do .,• Oftclu, e o.1o ha-endo lc• citantes foi designado o dia 1O, de junho de l.9ii. ;,s ,JO ho ras, para o respectivo LEILÃO sendo os seguintes bens penha rildos: Ooi, (2) lotes de t<:re nos urbanos nárero quatro (4) e quatro • (tl-A), ambos da rua Bejamim Censtant, de ta ci da de, medindo cad 1 u::i, qutn:t (15) metros de frente por se ,enta/61!) ditos de fuo:lo, nd quirfdos conforme tran~críção n• l '1,541. e ::val!acios pela :r:ipor tànc,a de tr€s mil cento e oi tenta e tres cruzeiros (fr ... 3.1 3,0f), valor par quant sera leva:lo a praça para serem ar rematados, para quem ma(or O• írrta of<recêr, 2c.lrra da avalia- China Vamelha cerne ser. do de .. terror ou quase ter ror". FJOES declara que padres que visitaram a Chi na ::ão l!ncontaram igrejas onde se lhes permitissem ce lebrar missa. Alguns poucos o fizeram secretam1:.ntc em seus' quartos de hocel. Um desses declarou: "Ê melhor não falar de religião com companheiros de viagem. É rerigoso". (ABIM-). Posto de Au SOT de Vítor Soro Peças e Acessórios para Veizulos: Ford, Chevrolet, Wllys, Vlks e Cc,rce.l. .. Concerto, e Reformas de Ba.tcri ... s N6s acompanhamos o progresso de Jadi" R:ia h de maio - Caixa Postal /8 Jardim - Mt ão sendo feita a venda a viuta ou edrantc fl..idor i:ló:,•o p 1 prazo de » dias E, para que nlogu m ak(JUt IJncrJnc11, eip•. d, o presente l .d,t li que sera publicado e afixado nos lugare de costume,. nn l.orm,1 d<l /tJ O que cumpra·te, coa inteira observâncis d,s prescrições legal d ,do e passado'. nnt. cidade de Bela VI t.1. E•tud;;i de Mato Grosso, aos dezoito 4ias do mes de f vereiro do ano de mil noveccnto, e ~,tenta e qua, trs. Eu. Escrtv.:io do S,. !Jundo Oficiu, o fiz datilografar e subs-revo Dr. Slmiiu Au=eliano de Ba,ro. Filho )ui;; d~ D/reilu Empresa Tribuna da 70n?ei7a CGC - 03202166/001 lnsc. Estadual 13059232 - 3 Diretora: Maria Estela Ve lasquez Pereira. Jornal Tribuna da Fronteira (Registrado no Cartorio de Titulas e Documentos N' l066) EXPEDIENTE Diretor e Redator chefe Responsável: Ivaldo Pereira Colaboradores: f'r. Milton Lourt>iroF' . José Carlos Longo José: Joaquim Ferreira Souto Janes Velasquez Helena Lopes Correspondentes em Si drolãndia. Porto Murtinbo· Maracajú. Jardim. Guia Lo. pes. Cuiaba. Campo Gran· de. Bonito e Ponta Porá. .. A Redação não se responsabili:.a por couceitos emitidos em artigos assi· nadas .. Redação e Administração Rua Barão de Melgaço s/n Bela Vista - Mato Grosso Pornificadoza e Confeitar.ia CENTRAL, PJo fr ,quioho a r;;,da HORA! ' mne:ldo Fabricação !e Pes, Bicoites, Bolach. e Dees. Cora insta- Í a,±. 'o mederrs fs-o S ;PER VULCAO E Toda Maquiná±is Reco- l muéadad ela Higiee ] PRAÇA OA 13ANOEIRANTE, 399 FONE, 161 BELA VISTA - T. 1 Éum dadãos, des o e.:. g .. . 1S cos, zent co ever oral, de todos ci-1 enunc1a.r as ª" to_ ida-/ 0 "li ~ares qualquer e, ravés o -] er Assa jn. [ Tbuna d Front Conlinu{lçiio <.l, P, ginn , nt ior e Saúde l Paulo Almeida Machado l t .édrco minero, 57 a no, Casado com dona Ma ria parda Machado, tem três filhos e um neto. Dirige o lnstilHo dP. Pcs quisas da Amazónia. E re. almente apaixonado pela selva. tanto que vai passar o carnaval num Igarapé. Teve de apressar a confe cção de sua c.:,saca. «A indolência (na A mazônia) na reaiidadc niio existe. O que ocorre é que ali o homem atinge facil mente o equilibrio com o mei'J. um l'quilibrio pacifico que lhe garante suas asp- Na casa Militar 9 de Um Deputado no Trabalho Para um ministério que quase invariavelmente tem estado ausente do quadro das grandes decisões e im pactos governamentais. ,·m grande putc. pela dinamil:a cxistencia de orqãos ccm plementares especifico para os diversos setores da area do trabalho. foi escolhiclo o deputado Arnaldo Prieto; O in;cial escolhido era o gE.neral Oilerrnando Gomes Montóro-quc no entando colocou o c;irgo a disposi ção (com fratura no colo do fémur, deverá ficar ina tivo ode, mcuos tres meses). Fo: ·escolh,do então. para chefiar o Gabinete Militar do novo govêrno, o gene- Planejamento João Paulo dos Reis Velloso Pauiense de Parnaíba. -¼2 anos, formado em Eco nomia e pai de dois meni· nos. conhece- o Ministério do Planeiarnen:o desde a sua fundação. no governo Castelo Branco. Tem nu mneroos trabalhos publicado ~obre Planejamento. Sua principal distração é orga• .:ar um futuro turístico para. o delta do rio Paraib1 «Todo o mundo - ou quase todo o mundo - re conhece os resultados do crescimento cconornico brasi• leira •. ,ne:;mo os progc~ssos realizac!os em campos so ciais corno a educação. h:i, bitação etc. Pode haver- e-nt=etaoto. honestamente. Bola Vista ...... o - o - ---- --- ----- o l uç ão d rnçôe5 minimas d pa:: subsistências». (e entrevi· 1,' J B. em 28/9/73). «Quem começar a criar jaguatiricas, gatos maracajás. como se criam «minks na Europa. ou explorar a ma• deirn por manejo florestal. vai ficar rico.. (Da mesma entrcv1,;ta). «Considero muito útil e conveniente a unificação dos S:vi;os de Assistência Médica do pais». ( )e decla rnçõe~ ao JB. em IY/12/73). «À conservação do meio-mb:ente poderia ser muito mais eficaz se os con- 44 nos, secretario geral da Arena. No Ministério do trabalho, Preto de-verá lembrar de sua experiência de quatro anos na Sec;cta• ria <lo Trabalho do Rio Grande do Sul. Sua car• reira poiitica começou em 59-ve;eador em São Leo poldo - e !proderia termi• nilr em 62. quando perdeu ral·de brigada Hugo de An· drade Abreu, 57 anos, co mandante há quatro anos àa Brigada de Para-Que dista. O leneral Abreu -cuja promoção a gene ral de-ui isão é esperada para dia 31-- era tenen• te-coronel e chefiada. a Suh seção da Diretoria Geral ·evacionistas hi: téricos usa sem bom seno, assim cotio us explorndores de v1<iiu curr... O certo é a cone vaçãn com " utilização eco noin1ca permanente,>. ( Oa mesma entrevista). «O progresso da Ata :ônia, de seus caboclcs e dos migrnntes que là se f,xam, dificilmente poderia prescindir dos serviços dos cientistas e dos pesqui.a'o res, entre os quais se i::.:!:.: em os médicos». De cur.ferência no lnscit11to de Pesquisas da Amazôr•:a. em 13/ 10/7 3). a5 eleições para deputado estadual. No mesmo ano, porém, 'oi chamado oara a Secreta, ia pelo gcveroador [(do M.-ne gbecti e ad:niniHrador dinâ mico. Ess'.l i:nagem pode.à ser retocada doravante plo até (ex-) deputado Arnalào Preto. de Ensino do Exército e no dia r de abril era con vocada pelo general Moni: de Âragão p• rd chefiar o Estaào Maio~ do Grupa mento de Unidades Esco las. No mesmo mês foi pro movido a coronel e chegou a general em 69. dúv!das sobre 'se tantos. e da cultura brasileira». ás vezestão dramáticos. éxi- (Da mesma conferência}. tos constituem urna revolu• «A maior densidzde ção. ou se tal revolução é su- cecnológica das expo:tações fic1ente profunda p/ .:aracte- implica a necessida:le de rizar um modelo econõmico que as empresas multioncio• e social capaz de realizar o nais operando no Brasil es desenvolvimento e a grande- teja:n firmemente engajadas :a do pais». (Da conferência na politica de exportações. pronunciada na Escola Su- inclusive objetivando a con p?rao· de Guerra, 4-6-73). quista de mercados em pai- «A. nação està constru- ses dzscnvolvidos. Para is indo urna economia moderna so foram aprovados iocen de mercado. detada de forte tivos fiscais as er:presas que motivação social e pragma- executem projetos fundamen ticamente reformista. Esse talmente voltados para as modelo é capzz uauzar o desenvolvimento e exportções», (Do discurse grandeza nacionais, sem pronuciado aos empre$àrics descaracteri::ação da expe- americanos em Chicago em riência tropical-humanista 28-9-73). ai:astros. de1964 Em ou ubro de 1S60. sob o governo do Presiden te Jucef,no Kubf•cltek. Ji1• io Quadros. candidato d oposição. v ·nceu triunfal mente as ele•ções cum 6 milhões de votos. J;:inio s~ numa festa au- empcs;ou 1ênrfcamenre democra•ica. aos olhos do povo. na Pra. ça dos t:ês Poderes. em Brnsilia. No dia 24 de a gõsto de 1961. 7 meses uepois de sua posse êle: telefonaria para um de seus - O senhor saoe onde ,.: encontra hoje o Vice Presidente Goular? O ri nistro vão sabia de prcnto. Conseguiu, porém. sabê-lo imediatamente através dos seus canais de informaç.ão, mas demorou-se um pouco e: rn dar a resposta ao pre sidente. Quin:e minutos a oós. o telefone: tocou com a resma indagaçãe. E ele respondeu: - O Dr. João Goulart está h0je em Cir.gapura. Jãoio zgr::idece:u e fo1 redigir aquela f<!mosa carta de renúncia em que falava das "poderosas forças ocul tas que não o deixavam go· ve:rnar. porque: alcaçanvam a sua autoridade presiden cial! O e-aos estava forma do na vida nacional, com a renúncia do Presidente· (do livro ue Antonio Xavier Teles). lm:a:;rou-se <> regime Parlamentarista. como for mula contemporizadc.ra de transigência e concessões reciprocas para que Jango pudesse chegar ã Brasília sem necessidade de novos sufrag,os populares. Era o substituto constitucional. a ele cabia automaticaine:nte suceder o renunciante. Restaura-se o Pres1- deocialismo. Goulart é o novo Presidente:. O desejo do Presidente Goulart. de ampliar, através de refor mas. a ação do Executivo, agravou a crise politica, com reflexos na economia Pesquis de Ivaldo Pereir e nas finanças do Pais. A crescente quietude refr mista fez com que a opo sção defendesse a legal dade constitucional, amea çada pelos propósitos conti nui,ta!I de Jo.ío Goul,HI Cul· minou esse estado de cot ses com a revoltn dos ma rinheiros. concentrados no Sindicato dos Metalurgico e com :a fala presidencial de 30 de março aos men bros ela Associaçiio dos Subtenente:s e Sargentos da Policia da Guanabara fe rindo o principio da lingua gem militar. com o in1c10 <.1a desagregdção das Forças Armadas. Diante de tão grave situação, o General Hum• berto de Alencar Castelo Branco. então Chefe do Estado Maior do Éxercito. expediu !urna mensagem aos comandantes de tro;:,a. de sua confiança. na qual pe dia que tornassem conscien cia da situaçãc. lebrando. lhes a veroade,ra de~tinaçãc -:las Forças Armadas e ! ge, iodo-lhes a depoficiio da ··ditaduré' sindico-md•t;-r • pois assim a censder va. Governava Minas Gerar. José de Magalhs ir:o que. d1s,ordando dos rumos politicos {do Presicnr- Gcu lart. lançou, no dia 3C de março. um rnanifes!o a Na ção. no qual dizia que as forças sediadas ·em Minas Gerais consideravam seu dever ·entrar em ação, a fim dt: conjurar a lc:galida de ameaçada pelo prc,prio Presidente da Repnblica». A ilção ;militar que es tava marcada para 3 de abril. foi antt,cipada pela guarnição de Minas Gerais, sob o comando -:los Gene· rais Olimpb Mourão Filho e Carls Luiz Guedes que se declararam em estado de rebc:lião e, na madruga da de 31 dt: março. d~slo caram suas tropas em dire ção a Guanabara. Em me nos de 21 bords, as forças. rebeladas em Minas recebe ram a adesão do Exército sediado na Cuanabara. Pernaobuco e São Paulo (1. li e VI 'Exercito). Logo depois, aderiu o Ili Exército. A ação con junta dos Generais Pop de Pigueiredo. Cordeiro de Farias. Costa e Silva. Odi io Denis e Nelson de Me lo. consolidou a vitória final do movimento. Em Brasília, Cartas dação a Re- Sr. Redator• Chefe: lvaldo Pereira Ainda que cem atraso. congratulamos dinamico Re dator. pelos dois anos de luta joi.....ss.a. imejaos crescentes progrPssos. (tele grama_) Lauro Cirne Quintiliaoo (A B IM) o Psi'-.. .o Aura Moura Continua Página na oJ.«so. Andrade Pró:rima Ble Vi·te --------=----- Tr hunA ,J,. rronte1r,. e 1 n I fí 'I d ., t°dil 11 cld 1'1, ,,d, 11u,1 d .. H, 1 uhla·, t' toucou o B lente da (,.111111,1 do• l ), [)'li ,li<, fi.· tni faz1h a a sur e l h fa do (l()H'rl11J. jt, 1' Golart vwjvu para o Ro orande do Sul e de la pa- 1,, o 11 ruquat, onde i-ilou Com o .ipo,o .Jo on gresso foi ,,feito p.1r,1 a Pre. silente ada Republica, o ia rc ·hal llumh,ato de Al·nrM Cselo Branco. rendo to malo posse em ] j dr '1· 1ml ele l 9b1, Foi ~~u VtU'.· Prc,;idnttt:. o Dr. Jn~r Mu ria Alkrnim. O Hrasil come ç- va i1 construir c seu qlo rioso futur;,. e•tava ttht.il~ • Jo o Govt.>rtt<, da Ação e da Moralidade. O Pres dente Castelo branco. re formulou a area aJmini<tra tiva, com a reorg,rnizaç.ãu do Pianejamrnto e C oor denciçiio cios Orgunlsmo R,· giona,s, e traçou o sru Prn grnma de Ação 1:conomK .: l) acelerar o ritmo d,· clesenvolv1111. nto econom:co do Pais. 7) contr gradualmente a inflação 3) ru,·lho ·,H a~ cc::.i,çõ•, d~ v.da. ;1 f,m J,· at..-n11 ,r os desnives economicos e es tensões geradas p:los desequilibres sociars. ·1) assegurar na pohtuca de investimentos, a oportunida -:ie de em:;rego produtivo a mão ele 11bra. q11c- .,fl11i ao mercado brasileiro. 5) corrigir a tndencia e deficits descontrolados do bal;,nço de p.agamcnto. Tudo foi cupido na Administração. patriótica e austera. do grande bra,il~i ro. Ca•»io l:3ranco. fo, o guia. a alma da Revolução. o povo bras1l<'.iro. reconhe ce o papel que representou o insigne cearense naquela ép:ica conturbada. No seu governo conso!idou a divi da externa. incentivou as cxpor,dções. re,tauro·; o cré dito no Exterior. estimulou a entrada de captas es trangeiros (nova lc-1 de re messa de lucr.:.s). Rdormu lou ., política s.i!;,rlill a fa:i de proteger a poupan· a.. f u n à o u o Han- co Nacionl ::1e Habit.:ição. legislou sobre a reforma agraria. com a aprovação do Estatuto da Terra e pro moveu a reforma bancaria. com a criação do Banco Cen tral. A fim de eliminar o cirficit orçam?ntário do exercício l9o4/ 1965. redu:iu os gasros públicos e aumen tou os impostos. O custo de vida continuaGa a subir. mas em Mar o de 1965. já se podia observar uma sen. SÍVe"1 ui. d L.J 11t1Ulu Uc ete"• vação de preços. Dando seguimento a s.::ne de reformas institucio nais. iniciada em 196➔• com , proso da Em:n l 1 Constitucional. que entabt • leceu a maio i 1 ,.!, oluta pa ,,, ,·Ir 1, .io d. !J, i Jer.t • Vice President da Republi ca, obteve. no Cogreso. a provação de diversas leis, in clu•ive de incl• 1J1btl11h<lcs. que regulamentou o direito cfo greve. disciplinou o mcrc,1 do ele tilpit,11:, <' o novo Có dico Eleitoral Em face do clima politico criado. dificul tando ;:i .-iprnvaç:io pelo Gongresso de medidas re c!umüdas p• 1o Governo. resolveu outorgar a 27 de 011- tubro. ato ln•litucional n' 2. o qual. com vigência :ité 15 de mêlrço de l ll67. e enfei xando nas mão; do Execu tive podêres excepcionais. modificando a p11isagem i:1stituc,onal do Paisis nos seguintes pontos: a) estabelecendo a e!eição indi eta pelo Congresso p :i 1, 1 i:sidência ela Repúblic,. b) cxtingu,nào os partidos políticos. e) reformando o Supremo Tribunc1! Fdcr,,I. co.11 au menta cio número de M111is tro• de 11 para 16. d) permitindo a sus· pcnsüo dos d irei:03 po1iticos e a cassação de mandatos legislativo3: e) facílitando a intcr vencão federal nos Estdos e d~cr..:ta ·ão do estado de sitio. f) supriminc'o os foro especial por pre1rog<1t!v.: de funçüo No campo das relaço:s i 1- ternacionais. o Gover:?o Castdo Branco tomcu novos rumos. inclusive na ONU e na OEA. "Em nenhuma époza da história. a humanidade se achou tão bem ~quipada. nem fê:: t;intos esforços pa- 1 a a 0rd,•nação do mun.10 corno hoje :sto implica maior responsabilidade p:ira cada um. pois quando mais ele vado ó põsto e o grupo a que pertencemos. tanto ma - iores são as responsabilida • des e os deveres morais". O Go,·erno Castelo Branco, foi de umil grande::a exce pciona!. reconstruindo a eco nomia debiiitdda da Nação. recuperando a infra estru tura. prepa,ando o espírito dos jo'ens. dando-lhes o exemplo de coragem e abne gação. para a tarefa de reconstruir o Pais. Hoje vemos o homem brasileiro respon!àvcl e atuante. As primeiras rai:es foram plan tadas no governo do insigne Marechal. Grande estadista. consoliciando a Revo l,•ção. proporcionando cond1- çcie:s de continuidade. o Ma rc.chal. Ca telo Branco. pas- sou pura , 1 +-+2 do ·e sos heróis. coro homem integro e ronsciente: do pa ptl que repres..:nta o patrio tismo. na formação do!' po- JO. l·,t! a 18 de juli F rt, l : , .:· )')(;7 Governo do Marechl lhthur d Co. t,., •J Silv~ 15131 1 1•67 3! 8t6U 1 > r G iv•·rp0 d ... R ... vcluçao de !O64 coube ao Marechal Arthur da Costa l' Silva, oc11p , ;, Pr~•1cJ..°nll 1 da Repúhlic torando po i: t'111 15 de 111 ,rco de 1967. fazendo. neste dia, entrar em vigor a :-:ov Con°tituiç;io Bras:leira. promulgada em 24 de Jan?iro de 1967, ele conforow:bdP com o Ato fn,t•w,,onal n" 4. de 6 de de::i.'rnbro de • 966. De acõrdo com a refor ma Administr.ativa. 1e,dizada o Mlnistcrio da ViaçAo e Obras Públicas pil~~ou a Mimsrério dos Transporres; a afetivo o antes Extraord1 'lário do Plan~jamrnto: á lvlmistério do Exército. o anterior d;:i Guerra e a Mi nistétio do Interior o antes e hart'ado dos Organismos Regiomiis. Co:itir.uou o Presideute Costa e Silva o programna de vu antecessor. quanto il orientação econõruica e as fmança~ do ·Pài<. Pr..-m,do por acontecimentos politicos, baixou o Ato Instituzional n• 5. re,nve~tindo-se dos podêres excepcionais detidos até a promulgação da Cons tituiçãa de 1967. O novo Ato ft'<p"ndcu as garanti3s constitucionais de vitalicida J.•. i!nmov,bildade. <>st;,b11i ,t,,de e Jn "Hahe;,~ Corpüs": .i,:ura·..i o poder de intervir nos Estados e nos Munic pios; cassou mandatos e sus pendeu dir~1tos políticos por de:: ano.,; confiscou bens iliciramente adqumdos no exercício da funçáo pública; decretou o estado de s1o sem audiência do congresso; demitiu ou reformou oficiais das Forças radas e das Policias Militares e promul gou decretos lei e Atos Co plementar~s desttnados • a oMantir a continuidade da Revoluçã~ de 31 de março de J 96-l. Em 13 de dezem bro de 1968. baixou, o Governo. o Ato Compleme tar n 38. àetcrminado o rece,so do Congre!>SO Nacio nal, por tempo indeterminado. O Presidente Costa e Silva editou o Ato lnsMucicnal n' 6. reduzmdo de 16 para 1 l o número de Ministros do Supremn Tribunal Fede ral, delimitando a area de ação daquala côrte. Pouco d::pois. em i 6 de fevereiro cie 1969. editou o Ato Ins titucional n" 7. que. entre outras medidas. rnspendia "quai,quer ele.ições pareias rara cargos .:xecut1vos ou !~~is1.•tivc~ ,la U niiio. dos Estados, dos Terrnório$ e dos Municípios". Previu. ainda, o Ato·~• 7: nos mu nicipios, em que se vagassem tt lo fl lllll'( ll'rou o p,•r.i ,. o .. r t1gc 16. da Con t,tu•ç.:io. desde que pussnsse a ser 11'U:Uí'E'r,1dc>s ,or:ient.. n, vereadores das capitais e dos municipics ae ppu laç,io • up nor a ..,00 nil habitantes. En 14 de agos to de 1969. pelo ito Int tu,-ional n·. 11. dn·rmin;:iva n realização dt eleiçÕ"S " 30 de novembro do mesmo nno. em 750 ruunic1pios brastl~1ros. ed1t:rn<lo. na o portunidade o Ato Comple ment,,r nº. 61. que, de no vo. disciplinava o pro::l~so eleitoral. re bundo o, pra ::os para formação de su blegerdas. fliação parda ria e rl'91•tro dte rnndidatu- ras. O Governo Co~ta e Silva, objetivou pnncipal- mente a cxp.in~ão economi ca aceler?da. aJotand,, pa ra isso. estratégia de cres cimento mcno!- in<tàvel. que el·vou p/ n,veis rnpaiores a 7'ió ;:e ano a taxa d? au mento ao PrcC:u:u l::!t.:>rno Brnto impul~1ooado. funda- 1Lentalment1:.. ,J<:h cxpan,::io i1,dust,i;,I acim.:; de IO';õ. Para aica11çar aqude obji1- vo d.:: expansão e:c-ncrnica acelcradd. promoveu-~e não so a dd1vaçiic de grande programa do:: Transpor:es e de Comun1caçõrs. cias tam bem a criação de mecanis mos [11-:anceiro.s p/ setorf's como a Educ.,ção, o De ~envolv,mento Cientifico e e Tecnoló~ico e a Agricul tura. bem corno. a,nda. a implantação de novas estru ras na I ad rn inistraçãc fede ral. CO[J1 a inst1tucionaliza ção do sistema de planeja mento e com a pria::eira e tapa da Reforma Admins trativa. Em 31 de ag(1sto de 1969. o Presidente Ces ta e Silva prei:;arava-se pa ra apresentar a Nação um novo texro constitucional cujil redação fora confiada ao Vice-Presidente Pedro Aleixo, quando foi acome tido de uma "crise circula toria cow manifestação neu rologicas". enfermidade que 0 afastou da Presidência. O Presidente Artur da Costa e Silva. faleceu na ..:idade do Rio de Janeiro. 'Tra!Jalhamos em todos os domicics avançamos. como provam o;; resultados qua- litativos e quantitativos do nosso esforço governamen tal. Mas não perdemos a consciencia de que O prin cipal dos no~sos problem:i5, T,=a Mnistrc» n Pa sidénci. d. Ropuble No d1il 1•. <lc s bro uma Junta Governat .• formaJa pelos Mm.,tr Militares Aurélo de Lv TaviCI",, do Exercito.' A - gusto Radma~er .. ela Man· hae Marcio de Sous e Me. lo, da eronzütica, assumiu o exercício eé tivo do Go. verno. (lm dos seus pritet ros <1tos foi a Edição de Ato lust11uc1ou.:il n". 12. c. fcializando sua insvestidura na Presidencia da Republ ca e divulgando uma pro clamação. explicand.'.l que o Pre:,dente Co,ta e S,ka por ::;;otivo de doença ie encontrn~ a. ten;porariarm:i te. impedindo do exercicios pleno de suas Funções. Eu seu curto periodo de G-:v,rno. os 'instros i : litare: promulgaram d ova r:on :1tu1ção do Br .. t=d. de cretaram a vacância dos cargos de Prendente e Vice Presidente da Repubi:cil e suspenderam o recesso do Congresso Nacional. c.onvo· cando o pua elegH os noves Presidente e Vice.Presidente. Para conter o r~crudfS• cimento das at,vidao~s cc;s g ruros krrorisras, " J unia Governativa estende: a pera de morte à casos da gurrra revcluciona1 io, inst1tu,u a pena tle banimento do tem· tório nac1om1l e estabr!iiceu uma novo Lei de Segurança Nacicna!. Coube aos Min1s· tros Militares. ainda. de:c~ t.ar os primeiros ca-os de c, nfiscos de bens e reaüri: o processo de cassação de ll"andatos el.-itorais e ,-uspeo· sâo de direitos poiiticos. Fera do ãmbito estritamente poli t1co, a Junta Governatin entre outras medidas impor· tantes. promulgou os noves Códigos Penal e Milirar, mcc:ificou o processameo:o das ações de despejo, editou urna nova lei de regi!U0 5 públicos, a nova Carteira de Trabalho. regu!õmentoU a profisão de jornalisra. de· cretou que as insta!ações de todos os portos do Pais. vencidos os atuais coorratcS de conceção passarão no domínio da União e estabe· leceu que os bens e valores dicas possuírem no E-:,.cerio! terão de ser dt>clarados 0 Banco Central do Brasil. Mla Vista Are d· i7 Agência da Recei 1a Fed. em B. 'lista 1 ,. , .......... LUBE DO LA(O TESOURARIA l Resumo do Balanço da Receita e De«psas no pe- 1 iodo de 4 de: Pevtreiro de 1973 a 17 de nrnrço de 1971: RECEITA I3alancele ido dia 30/6/73 Balancete do dia 15 de agosto de 197 3 Balancete desta data cm fls, aparte Total da Receita Saldo de Caixa vindo da Soma Cri 4.135.98 Cr$ 156.565.80 Cr$ 1.151 00 Cr$ 162.152.78 D1rctoríd anterior Cr$ I00.00 Cr$ 162.252,7 DESPESAS Babrnc.:ete de 30 de Junho d?. 1973 Balancete do dia 15 de agosto de 1973 Balancete desta data em fls. a parte Total da, De pesas Balanço Caixa - saldo que Soma passa pata a diretoria seguinte Cr$ 28.912.55 Cr$ ;162.252.78 Bela Vi ta-Mt em 7 de março de 1974 Tales Monteiro Mas,arenhas Tesoureiro Olympi<' do Amarnl Cardinal Patrão T e s ourar a Bola nctlc do rcctlt.> e despesa do ptriodo de 15 de Agõs to de 1973 a 15 de março de l97+: R e c e Total t a Meualidadcs· Recebido da cobrança Srta. Maria Grcgórla, cm 21/01/H, conforme cheque 257753 Cr$ 1071,00 Mensalidade recebida do r. Walh F Monteiro ' ·' GO,Oo ldc:n idem :lo Dr. Sidney M. Mascarehas • ' 20,01) Total da Receita $ 1,151,00 Saldo vindo do balancete do dia 15 de Agosto de 1.973:1 CrS i0.177,95 CrS 4 I.628,l5 Despesas Cr$ l.':.110,98 Cr$ ll8.752.85 Cr$ 12.676.'I0 C:r$ 133.340.23 Pago Mario R. Antunes, coof, recibo Cr$ 400,00 ldtm Tércio C. Gonçalves, cond. de bois, coo!. recibo. • • • 380,00 Pagamento para construção de Úm fogão. enol. recibo,, .C~$ 75,0o Pago Oficina Panamerica, cvn!erlo ampliador. lSFoo9 ... Cr 3o,o~ Idem Sr. Climpio do A. Cardinal, aqeisiçôo do presente para Sgt". Magioni, conf. recibo Cr$ 21o,oo Pago loº. R.C. rc!. troféus, conforme recibo CrS 781,oo Idem Sr. Olímpio A. Cardinal, ref transporte de bois conforme recibo Cr$ 600,00 Idem Sr. lrincu A. Cardinal, por seu saldo conforme recibo CrS 1 300,00 Idem a Tnbuno da Fronteira, publi. de Balanço, idem CrS 250.00 Idem a Luciano Brite~. rd. cond. de bois, idem CrS 600,00 ldcru a Ap0lonlu de ~ou:a rcc. de 8.12.73, rcf. acarreto crS 80,00 ldtm ao Sr. Lu!: Gon:aga de AraujO, rei, a I boi extraviado, Idem crS l.100,00 Entrega ao Sr. Jo,é Avelino e Silva' para despesas de publi cação do, Estatutos no Oiario Cficlal cr$ 1.500,00 Pago Electra Amabay, nota l56, rei I estabilizador para o campo, de Futebol do Paragúiy idem cr$ 77,eo Aquisição de 6 focos para o campo de futebol do Paraquay, conf. Nota 2003 de 2ll.73 r$ e,eo Pago Sr. Wlke F. Monteiro, rf a talão of. recibo cr$ 60,0a Entrega ao Sr. Jose Glauy Flores, para aquisião de Troféus, conf. h. 192546 t, tr$ Joo,0o l'ago Bazar Glady±, NI 167,'ef. a Kedis cr$ 125,oo A 'Transportar r$ 848,0o BALANCO r; e s o u r a r a ( TR/l,NSPORTEIDA FôlliA Cd -1 ,00 Pago familia Ulneiaao Pinheiro, tecidos, NF325 Cr$ 15,00 Idem idem 1 P327 idem ':rS 13,00 Idem Idem NF411 rcf 1 fra,qutlra Sr$ 75,00 ldema Tércio C, Gonçalves, coad. de tropas Pota Porá conf. recibo CrS 6CO,OO Idem idem Isa M. Hasime, ref. teido, NE2348 Cr$ 12.00 Idem filhas Ulmcdndo X. Piah<iro, NF.ióJ C,S 12,00 Idem Casas Pernambucanas, ref. tecidos NF095802 Cr$ 89,00 Idem C:-,1sa Aparecida. rcf. 3 chuteira,, NP 375 Cr~ 12(',00 Idem Gcnttl V. da Rosa, rcf. deopcsa, na romcmoráçãu do com peor.nto do torneio Inicio do futebol de campo. Cr5 l'oJ3,0(J Idem Wolke F. Monteiro, ref. calção e aqui de chuteira, conl. recibo CrS 290,1 O ldem Casas Pernambucanas, rcf. tecidos, NP 61519 CrS 17,0(1 Idem Casa Aparecida ref. 1 bola futebol, NF 324 Cr$ 80,00 Idem Rtlojarla Omega, re!. 1 taça, NF 6St 1 CrS 50,00 Idem Casa São Paulo Ltda, re!. mat. óc esporte NF 17 l 2! C:rS 99,oo Idem Palace Royal, rei. 1 bola NF 7167 CrS 1 Óoo,oo Idem Relojoaria Omega, rcf. gravação em laça, F7681 CrS 5,oo Jd,m Casa Aparecida, rcf. 1 bela, NP J2o CrS 70,00 Idem Korndorfer G cia. Ltda, rcf. troféus, NF 1523 crS 187,oo Idem Oficina Panamericana, re!. concerto aenphficador, HF 225 cr 40.00 Pago Tribuna da Fronteira, rcf. publ, de edital, recibo crS loo.o.:, Idem Viação Cru:eiro do sul Ltda, rc!. tran,p. volume crS 5,oo Idem Cnsa São Paulo, rcf, camisa,, NP 17670 crS 250,00 Idem Palacc Royal, rcf, uniforme de atleta, nf !oi crS 695.oo Idem Zoferina A. da silva, ref, confec, calções crS 60,00 Idem ao sr. Peso Véra, contribul~ão do Clube, cheque ' 192547 de 28, 1, 74. cr$ 20o,0o Idem a Puprobel, rcf promoção dás festas cm comernc.ração a Posse da Nova Oiretorla, no dia 17.3.74 crs 24,oo Total das Desptsas crs 12,6•6,-+o Oifcrcnca s maior no transporte de saldo do Balancete de 30/6/73 crs fo,oo caixa- saldo que passa a Diretoria seguinte Total era 28,912,55 crs -ll,628,95 Bela V!,ta . IV1t em 17 de Março de, 1974 Olinpio do Amaral cardial Patrão Tales Monteiro Mascarenhas Tesoureiro layi e Lute por melhores dias a.umentando· o seu Colégio eléitoral. Do eleitor dep~ntie o, ~rogresso de uma região. Homem não quali ficado como eleitor é homem esquecido. Va icrize-se valorizando a tua região. Secretara da Reta Fede r 1 Superintendena Regional da Receita Federal R F cal Delegacia da Receta Fe der l em Cu ba - M Agencia da Reta Fede ral em Bela V :,, • Mr. Ao Del. r .. tcrao ,.·, li. <l I8 de aro de 1974 O Agente d J Receai Federal em Bela Vist. Es. iado de Mato Gros, n uso de suas atrbu1oes. Considerando o que dispõe o tigo 21, pat@grafos 3' e A' do dereto 70.235. de 06.03.7 2. e kndo em visa o que consta dos pro cessas n'3. O l .!0-01.091. 0130-0J.092. 0130-01.093 e 0130-01.09➔/71. Declara d vedorr-s re mi:,sos os contribuintes a baixo relacionados os qu.:. is frcam proibidos de transil· cicnar ccm as repartições públicas ou autarquicas fe derais e cm estabelecimen tcs bancarios controlados pela União. na forma da legislação vigente. 1) Jairo Vasco::cleos • CGC 03168077/0001 Rua General Otório. 825 - Bela Vista MT 2) Jairo de Vasconcelos - CIC 02309823i ' Rua General Osório. 825 - Bela Vista MT. Caoialiel Stumpf ~ CIC 003817561 Rua Guia Lopes. 1088 Bela Vista 4} Aristudes Perrupato CIC 006817841 Rua Sebastião C. do Rego. 244- Bela Vista Mt. Giiberto Alves Corrêà Agente da Receita Federal Ato Declaratorio n' 02. de 21 de março de 1.974 O Agente da Receita Federal em Bela ViHa, Es tado de Mato Grosso, no uso dt> :<uas at.ribuições Considerando o que dispõe o artigo 21, parz• grafos 3' e 4 do Decreto n' 70.235. de 06.03.72, e tendo em vista o que cons ta do processo n, O l 3C- 0J.l00/74. Declara devedor remis- • so o contribuinte abaixo re lacionedo o qual fica proi• bido de transacionar com as repartições públicas ou autárquicas federais e com êstabel:cimentos bandrios . controlados pela União. na 'forma da legislação vigente 1) Mário God6y - CGC 03167939/oool Av. Presidrnte Getu.Ho Vargas. s/n - Caracol (MT) Gilberto Alves Corrêa Agente da receita Federal b ......... ., Tríbunlll U•• l'ronte,r" V,■t• Mar R,v e 1 Cont,nua "" cJ • p'.giu, r,nl rio!' ,ílllllHII .J ,(díl li ld P,, 1J, 11 11 d, H 1,unl, 1 • ')Jl'Lí,. flll 1) i>, ~lt til. t!.1 ( • .ini.i, ,1 d,• ! ),•p 11,IÚ(, ll.1 ntri az4li a estuus e < !t,,f1,l U(J C((l'drrl(l, jt, 1 ! Goulart vw je u para o F o C,;indP do Sul e de io p,1- ta o Llruqua. onde xilou ..... e. Com o apoio Jo Con gresso foi eleito para a Pre sidente da epub'ica, o a rc lwl l l11mba10 ele Al,,ncar Cselo Branc . t, ndo to m.:ido pos8e e•n I j d!' 'I· tml de l9ó4, Foi seu V e Presidente. o D:. Jose Ma ria Alkiním. O l:lrasil come çava a construir e, :-eu glo riam futur,,. e-, t;iva imtola • Jo o Governn dil Ação e da Moralidade. O Presi dente Cascelo Hr,rnco. re formulou a area administra tiva, com a reorgani?açãu do Pianejamento e C oor dcnação cios Org<.!?llsmo Re gionais, e traçou o sru Pr:i grama de Ação l:conom1c.: l) acelerar o ritmo d,· oesenvolvims nto econom.co do Pai3. í.) contr gradualmente ,, infl,;çJo 3) ru.·lho,·nr i'ls co:::itçõ ,, de vda. ;i fim J,· ;:ir..-nu •r os desnives econ micos e es tensões geradas pelos descquil brios sociais. ·I) asscgurnr na pohtira de investmnntos, a opottunida -:ie de C-i':;:;rego produtivo a mão de obra. que ,,flui a0 mercado braleiro. 5) corrigir a tndencia e deficits descontrolados do balanço de pageento. Tucio foi cumpdo na Admmi5tr:.ção. patriot1ca í' austera, do grande brasilei ro. Ca<r•io Branco. fo1 o guia a alma da Revolução. o povo brasil~1ro. reconhe ce o papd que rcpre~entou o insigne: cearense naquela época contut bacia. 1 o seu g-..w·rno consolidc,u a divi • Ja externa, mccntivou as exporlàÇÕes. restauro•; o cré dito no Exterior, estimulou a entrada de capica1!:' es trangeiros (nova lei de re mess<1 de lucr.-:is). Hdormu- 1::iu a política sa!;..rial a f1r.1 de proteger a poupan ça.. f u n à ou o 8an co Nacionl de Habitação. legislou sobre a reforma agraria. com a aprovação do Estatuto da Terra e pro moveu a reforma bancaria. com a criação do Banco Cen tral. A fim de eliminar o cieficit orçam?ntário do exercido 1%4/1965, redu:iu os gastos públicos e aumen tou os impostos. O custo de vida continuava a su!:iir. mas em Marco de 1965. jã se podia observar uma sen • sivei xa o tno de ee vação de preços. Dando seguimento a sa1e de reformas institucio nais. inic.iada em 1964. com + +provar,ao d 1 I:n nJ 1 C:rl! ·tituional. li'' l' •.,b • leceu a maior a .,! o!ut.1 r , to ele ao do Presidente +e V'ce Presidente da Repübli l.l obt ,?, r o C:o·;.p, . o. ,1 provação de diversas leis. in clu i•. ,e ,ll' i11cl• Jtbdid ·,tic., que regulamentou o direito da qr 've, disciplinou o merca Jo de l'dpit.w, ,, o novo Cô dico E1 •itor:il Em face do clima politico cri 1clo. dificul tando a aprovaç;io pelo G,)nflll'S,o d..- 1m·did;?s re clamadas pela Governo. rcsolvo::u outorgar a 27 de ou tubro. ato Inctitucional nº 2, o qual. com viqi:11cia até 15 de rn,irço de 1967, e enfei xc1ndo nas mãos do Execu • tivo podêres excepcionais. modific,!ndo a pi'lisagem i!lstituc,onal do Paisis nos ·eguintc., pontos: n) e3télbelccendo a e!eição indi,ct;i pelo Congres~o p ,1 P,csidbcia da República. b) cxtingu,r.do os partidos políticos. e) reformando o Supremo Tribuna! FeJcral. co·u au menta do número de Mmi~ tros de 11 para I G. d) permitindo a sus p.:nsão dos d irei to~ po1iticos e a cassação de mandatos legislativos: d facilitando a inter vendio federal no, E,t7dos e decretação do estado de sitio. f) supriminc'o os foro especial por pre, rogat!v.: de função No campo das relaço: ia ternacionais. o Gover::o Castelo Banco tomu novos rumos. inclusive na ONU e na OEA. "Em nenhuma época aa história. ã hum<lnidade se achou tão bem cquip;:ida. nem fé= tantos esforços p:i ra a ordenação do munao como hoje :sto implica maior responsabilid.ide para cada um. pois quando mais ele vado ó pôsto e o grupo a que pertencemos. tanto ma· iores são as responsabilida des e os deveres morais". O Governo Castelo Branco. foi de uma grandeza exce pciona!, reconstruindo a eco nomia debiiitoda da Nação. recuperando a infra estru tura. prepa,i'indo o espirita dos jovens. dando-lhes a exemplo de coragem e abne· gação. para a tarefa de reconstruir o Pais. Hoje vemos o homem brasileiro respon~àvcl e atuante. As primeiras rai:es foram pian• tadas no governo do insigne Marechal. Grande estadista. consolidando a Revo h•ção. proporcionando condi çfies de continuidade. o Ma rnch;:i 1 . Cnstelo Brnnco. pas sou pJr:J :i r;..., ,,.. .. :~ e!~ !!!'"~· sos heróis. como homem íntegro e consciente do pa pel que representa o patrio• tism0. na formação dos po• o 1- .. 1 ., a I8 d > J d. • r.1 I·c rt,,I •. d· !%7 Governo <lo M ,r e. Ar• hür rl Co. t, 'I Silva 15/3 1+67 31/8/69 lo 2 Governo da Re. vcluçao de !964 ccube ao t1,r.•cli,,I /.1th1,r d, 1 o t, e Silva, ocupa a Presidénaa da H.,públic • 101, :indo po ... eu l5 de marco de 19(7. fazendo. neste dia, entrar em vigor a ::ova Constituição Bras:ltiri'l. pomulqada em 71 d~ j.Jn?iro de 1967, ri-: conformirlad" com o Ato ln;:t<turronal nº 4. de G de dezembro de 1 96G. Oe acõrdo com a refor ma Administrativa. realizada o Mmistério da Viação e Übfds Públtcas pa,scu a Ministério dos Transportes: a afetivo o antes Extraordr nãrio do Planejamento; à M,niHério do Exército, o anterior da Guerra e a Mi nistério do Interior o antes chamado dos Organismos Regionais. Co:1tir.uou o Presideute Costa e Silva o programa de seu antecessor. quanto a oricntaçiio econômica e as finanças do Pais. Premido por acontecimentos politicos, baixr-u o Ato lnctitu:ion1I n· 5. reinvestindo-se dcs podêrcs excepcionais detidos ... tê ô promulg;iç;io d;1 Cons rm1içãc de 1967. O novo to spndeu as garantias ronstitac:onais de vitalicida dv, 1n,mov,bilr::iade. <'Hcbiii ,,,,,.ic ,. Jo "l-Iabe;;s Corpus": ,1,:1:m·u o poder do:: intervir n::)s Fsti'idos t> ncs Munict pios; ca•~ou mandatos e sus pmJeu dir~1tos políticos por de= ano,; confiscou bens ilicitamente edqurdos no exercício da funçáo pública; decretou o eetc.do de s1,·o em audiência do congresso; demitiu ou reformou oficiais das Forças Arruadas e: das Policias Militares e promul gou de..:r~tos• lei e Atos Com plcmentaus destinados • a Odr,rntir a continuidade d;, Revoluçã~ de 31 de março de J 961. Em 13 de deum bro ele 1968. baixou, o Governo. o Ato Cornpleme: tar n 38, determinado o rece,so do Congressc Nacio nal, poc tempo indett:rruioado. O Presidente Costa e Silva editou o Ato Institucional n' 6. reduzindo de 16 para 1 1 o núrnero de Ministros do Supremo Tribunal Fede ral, delimitando a area de ação dõquala cõrte. Pouco dipois. em i 6 de fevereiro àe 1969. editou o Ato Ins titucional n 7, que. entre outras medidas, mspeodia "quai~quer eleições pareias para cargos .:x cuttvos ou 'gis'ativos 3a União. dos Escadas, dos Terntonos e dos Municípios". Previu, ainda, o Ato nº 7: nos mu nicipios. em que se vagasse d lera tq: l > , • • • cl cd• 41... • p7s~·1 e O munerado. ómente os vereadores das capitais e do" e1un,dp1c, oe popu lação superior a 300 ril habitantes. Ea I4 de agos to Je: l 969. pelo fHo ln,t1- t11,-ional n•. 11. d, t·rm1n,1va a real1wç io de rleiçõe5 ó 30 de novembro do mesmo ano, em 750 municipios brasleires, editando. na o portunidade o Ato Comple ment;,r n', 61. que, dt: no vo. disciplinava o processo eleitoral. re b:mdo o, pra :os p;:ra formaç,io de su blegenda5. LlioÇilO par11d..J ria e registro de candidatu- ras, O Governo Costa e Stlv;;, o!:ijetivou pnncipal- rnent~ a cxpan~ão econorni ca aceler?da. adotanJ,, pa ra isso. estratégia de crcs umento meno~ ,n<tt.vel. que el·vou p nveis superiores a 7'/c te a:iu a t3>:cl d2 au mento ao PrrC:u·o l::t-.-rno Buto impulsionado. funda n,entalmtntt. ;:,-h cxpan~iio industrial acima de I0o. Para aicauçar c1qi.:de objii vo de expa:isão e:cncmica acelcrad,i. promoveu-~e não rn a d t1vaç,ic, de grande program" d~ Tr,.nsportes e de Comunicações. □as titm bem a criação d., mecanis mos financeiros p/ setores como a Educoção, o De ~envolvrrnento Cientifico e e Tecnológ1co e a Agricul turd. bem como. a1!lda, a impl;,mação de novas cstru ras na, adrnmistraçãc fede ral. com a institucionaliza ção do sistema de planeja mento e com ó prirr;eira e tapa da Reforma Admins trativa. Em 31 de agt,sto de 1969. o Pre~idente Ces ta e- Silva prei:;arava-se pa ra apresentar a Nação um novo cexto constitucional cuja redação fora confiada ao Vice-Presidente Pedro Ale,xo. quando foi acome tido de uma "crise circulà tocia coro manifestação neu~ rolog1cas". enferCJidade que o afastou da Presidência. O Presidente Artur da Costa e Silva. faleceu na cidade cio Rio de Janeiro. Trabalhamos em todos os domir;ios avançamos. como provam o.!: resultados qua litativos e quantitativos do no~so esforço governamen ta 1. Mas não perdemos a consciencia de. que o prin cipal dos nossos problemas. r II M1ru •rt;. n,l Pr idnci d. Ropuble l'o d,.i J'. ro urn.i }unia Gov1111 forrn ada pelos Militares Aurélio de Lvra Tavares. do Exército," Au qusto Radmaker. da Mar. hae Marco de Sou a e Me. lo. da Aernnaútic,1, ,1• un 1.i o exercrcio efetivo do Go. vano. Um dc,s ~eu.; prir..m ro: atos for a Edição do Ato lmtituciou.il n•. 12. o f1ci,1li=,rndo ,ua msve,tdur:i na Presidencia da R ... publt c;i e riivulgando um:. pro clamação. explicando que o Presidente Costa e Silva. por votivo de doença e t"ncontr,I a. lempor..ir1amen k, irnpeJmdo do exvrcicios pleno de suas Funções. Em seu curto penoJo de G-:vano, os 1'v11n1Hr0, M1- l1tarcs prorra:lg,irarn d No·:a Constituição do B:as;l, de-. cretaram a vacácia dos cargos de Prendente e Vice Presidente da Republca e !>u,.p_..nuercJ m o rer·,:, o do Coogr:.-,~o Nacional. convo cando o para eli>gu cs nc.vos Presidente e Vice Presidente. Para conter o recruds-. cimento das at1vidaa~5 dos grupos tarori~ras, ó junta Governativa es:e;;de:.: a pena de morte à casos da guerra revcl.1c1ona1 ia, institi.:iu a pena c.lt" bani□ento do terri tório nacional e estabeleceu uma nova Lei de Segurança Nac1c-nal. Coube aos Mir.is• rros Militares. ~inda. dec,o:: tar os primeiros ca • OS de cc nfiscos de bens e reaôri: o p1 oce_.sso de cassação de D"andato~ eleitorais e ,-uspen são de dir.:1tos polit1cos. Pera do ãmbito estritar::iente poli tico, a junta Governa iva entre outras medidas impor· tantes, promulgou os noves Códigos Penal e Militar. modificou o proct>ssõmento cas ações de despejo. editou uma nova ld de reg1~rros públicos, a nova Cé:rteira de Trabalho. regu!a□encou a profisão de jornalista. de- cretou que as in,td!ações de todos os portos do P,;is. vencidos os atuais c.onrratos de conceção passarão ao dominio da União e estabe ltceu que us bens e valores dicas po~sui:em no Extaior, terão de ser declarados ao Banco Cen!ral do Brasil. I,' Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIII_Nº098_07_04_1974 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIII_Nº100_14_04_1974 Voltar para a lista de itens