TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1404_28_09_1993 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1404_28_09_1993Número da edição1404Data de publicação28 de setembro de 1993Número de páginas8GeoCoordenada -22.108901294014462 , -56.53470239769715 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1404_28_09_1993 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto ,. OIARIO REGIONAL a ELA VISTA/M NO 1.A04 - 28 DE {SETEMBRO DE 199) - 3+ FEIRA - DIRETOR: IVALDO PEREIRA - PREÇO • te aa o a tee POSSftRI HOMENIGEIOO EM ANTONIO JOÃO Presidente da Câmara Municipal de Antonio João, Juneir Marques e o Empresario e Produtor Rural Osvaldo Possari (. I • Gov. Pedrossian Nen Governador, e si Mm:ia Eenler.. Dr. Pedro Pedrossian, Governador do MS, meu, nosso Governador, admiro, sempre ;admirei, o seu estilo, os discursos,os pro inunciamentos, aquele jeito de dizer as coi sas, "rasgar matas e cerrados, transformar estruturas, dar urna dimensão nova, levar o nosso povo a seu destino de grandeza, o ho je e o ontem se confundem para surgir das brumas o novo MS ... " e por ai vai. Sabe? Dá nova motivação aos pessirnis tas, o povão acredita mesmo e vence desa fios? Página - 03 - Pedras que Rolam Na roda do Posto - Página - 08 77ª Leilão Apa Corte DIA 29/09/93 - 4a FEIRA - LOCAL PARQUE DE EXPOSIÇÕES RIO APA REALIZAÇÃO - DINDICATO RURAL E LEILOBOI/LEILÕES RURAIS HORAS - 19:00 - VÃ E FAÇA BONS NEGÓCIOS ! O Enprcsário o Produtor Rural, º" valdo Possari, foi homenageado pela C mara Municipal de Ai tonio João, receben do o titulo de "Cida dão Antoniojuanense" iniciativa do verea dor Juneir Marques , com aprovação de to do o Legislativo. Mas não foi ape nas os vereadores q/ hipotecaram apoio à idéia, a comunidade aprovou em ter Pos sarí corno filho ado= tivo de Antonio Jo ao. Enumerar os ser viços que esse em- presário prsta s Ma o Grosso do Sul,:os seto res, não é n ce sãrio, o pvo conhe ce o esforço e a cor potência que ele dé dica, não ó nos transportes intermu nicipais, mas também nu assint0ncia •' nas colaborações frequen tes que atende. Seja transpor tando estudantes gra tuitamente, apoiando iniciativas comunitã rias, culturais, e portivas, Possari mais do que un cida dão honorário de vã rias cidades, é um INFORME * Comentários na Página - 02 TF exemplo de que a ini ciativa privada, as empresas, quando di rigidas por hoens - com consciência so cial, patriotismo caráter, ajudam a transformar estrutu ras arc icas e vicio das, heranças de maus govarnos e tributo que ainda hoje paga mos pela má escolha de governantes cor ruptos. Possari não quer ingressar na pQ lítico, "falta de tempo", diz ele, mas é um dos melhores e xemplos de corno o P2 vo quer que sejam os políticos: honesto , capaz, humilde e fa zcdor. Gente que faz 1 =======-=====-===·=== Moradores do'Erva Mate' Agradecem Esta semana re cebemos várias rnani festações de agrade= cimentos e elogios de moradores do Con junto "Erva Mate" pe los comentários vei culados dias atrás quando, atendendo a pedidos daqueles mo radores cobramos pro vidências por parte dos diretores do CDHU e das autorida des municipais para que verificassem o que estava acontecen do com as prestações dos mutuários daque le conjunto pelo fa to de que os valores eram diferenciados , sendo mais baixos pa ra uns e mais caros para outros, dando a impressão de que a prestação era cobra da de acordo com a cara ào mutuário. Moradores do conjunto informaram nos que após a publi cação da matéria os diretores do CDHU es tiveram no Erva Mate prestando informa cães e fazendo escla recimentes a respei to do assunto. A bem da verda de, o Presidente da Câmara Municipal, Ve reador Marcos Elias Rios da Cruz e os de mais vereadores inte grantes do LegislatI vo belavsitense, fo rarn os responsáveis~ pela vinda dos dire tores do CDHU à nos sa cidade para tr .. -. -- "e f,-- --- - w-.. - veja os trabalhos devolvidos pela Carlos de Abreu cm Porto Murtinho - Páginas Administração Luiz - 04/05 tardo assunto, eles foram convocados pe la Câmara, através - de Requerimento apre sentado na sessão or dinafia do dia 15 próximo passado, nós apenas, corno muitas vezes, demos a nossa parcela de contribui cão publicando a r clamação daqueles mo radores. - SÓ não entende mos até agora porque para uns a rnensalida de é mais barata. e para outros ela é bem mais cara, nem os moradores soub~ ram explicar direi to, mesmo depois das explicações dos dire tores do CDHU, par~ ce-nos, no entanto, ·- --- Vereador Marcos Elias que essas mensalida des são cobradas de acordo com as condi çes financeiras dos mutuários e conforme a sua atividade, se é assalariado, pro fissional liberal,a tõnomo, etc... - A nosso ver, o preço dessas mensali dades deveria ser gual para todos e bem mais barato, afi nal de contas o Con junto "Erva Mate"não foi construido p/ be neficiar as famílias de baixa renda que não tinham acesso à Casa Própria tão so nhada por muitos e muitos belavistense? (UR) 47 Leilão Caracorte DIA 13/10/93 - LOCAL - TATERSAL DO SINDICATO RURAL DE CARACOL HORAS - 20:00 - REALIZAÇÃO SINDICATO RURAL DE CARACOL E PORTEIRA LEILÕES RURAIS CARACOL - MS VÃ E FAÇA BONS NEGOCIOS, CARACOL ESPERA POR VOCE l ! [, f. ! 'I ' ' r, .' Fábrica de Malhas Diana . J' INFORME TF Mantin em e,toque malhas para todo o5 tamanhos, para Coló qion de bonito e acei ta encomenda; de ou tras praças. Confecciona tam Aqaalhos o Uni for mes para: Joqadores é eventos, os melhores pre ço, da cidade I Faça-non uma vini ta n cor:1pr:ove Fone (067) 255-1634 Rua Pilad Rebuá Bonito - MS Casa de Carne Sadia DE: AN'l'ONIO CASANOVA Carne de suinos, bovinos, frangos, linguiças mistas e de suinos, queijos , banhas, geléia de mocotó, torresmos etc ... O Açougue NO l de Bonito. Atendimento "Nota 10" c os preços • sao convidativos 1 Rua Luiz da Costa Leite Fone (067) - 255-1475 Bonito - MS Cera * Qualidade em produtos e serviços + Tudo para a sua festa Loja l - 24 horas, Rua Pilad Rebuá,1853 Loja 2 - Jardim Andréa (Defronte ao Clube do Laço) Fone (067) 255-1710 Atendimento a domicílio Bonito - M . ASS!NIAOS A BARRA DO IIA t CHEM! IIULOS DE INI IVOS Vimos notícia na imprensa regional es a 3·mana dando conta da entrega do í ulo de propriedade definitivos às 46 famílias de trabalhadores as:sentadas na Barra do I- á e sentimo-nos particularmente felizes. Depois de mais de seis anos os asscn ado da Barra do Itá finalmente receberam o Do cumento que lhes dá definitivamente o di - rcito sobre as glebas de terras daquele as sentamento, sentimo-nos felizes por que - nós, juntrun .nLe com o então e até hoje Pre sidcntc do Sindicato dos Trabalhadores Ru rais de Bela Vista, Sr. Nery Ramos Volpa - to, modestamente, demos a nossa pare la de contribuição para a implantação e agiliza ção da infra-estrutura necessária e para que fosse dada condições mínimas de vida - àquelas familias. Guardo, com orgulho, a lembrança de ter estado até na capital fe deral, Brasília, representando o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Bela Vista,pou cos meses após a criação do Assentamento - Barra do Itá e já naquela épocp lutávamos para que os sem-terras de nossa cidade re cebessem a assistência merecida. Lembram - se? Nossos arquivos não nos deixam mentir, assim corno o Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, este sim, injustiça do por alguns de seus antigos cornpanhei ros. Não é verdade? SE ARREPENDIMEtITO MATASSE carda vz tu as rtranimi oes no'isa cidade apresn.avam probl cia entendidos de todos os l dos, ziam que as aparelhagens estavam velha outros a iravam que bastava boa vont d para consertar os aparelhos e outros ain diziam que os robleas es avar acontecn do porque no queri gastar cn os consertos. Pois bem, ha mais de mês ei tamos com problemas nas retransmisões da t, levisão em noss cidade, alguns so ca tam chuviscos e chiadeiras, qum liga ma Bandeirantes, por exemplo , com a intenção de passar alguns momentos de lazer, só pas sa raiva. Entendemos que o povo sofrido d& nossa cidade, pois os mais abastados pos - suem parabólicas, não pede se ver priv11do de mais essa opção de lazer e diver imen - to, uma das poucas que ainda lhe resta , por isso pedimos encarecidamente õs autori dades municipais, sem querer critic~-los: ou atacá-los, que dêem um pouco mais de a tenção para esse problema e solucionem de urna vez por todas as precârias condiçõca - de retransmissão dos canais de televisão - para nossa cidade, antes que nós, aqui da TF, sejamos taxados de "puxa-saco" por não publicarmos as dezenas de rc-clamações que terros recebido nos últí.r.os d.ias,iJ,clusivcassinadas. - - FALAR E UMA COISA, FAZER E OUTRA Gemila Palace Hotel DE: NlIM JlSER Com apartamentos super veis e garagem privativa. Atendimento cordial e todos os ma teriais com a melhor higiene po:;sível.- confortá Falando em Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Bela Vista, nos próximos dias estaremos mantendo contactos com ele e pelas conversas preliminares que tivemos, vêm urna verdadeira bomba por aí , por enquanto não podemos adiantar nada, só podemos afirmar que se arrependimento ma - tasse o Presidente do Sindicato estaria mortinho da Silva. Aguardem. CANCELADOS OS ENCONTROS DO PMDB Preços especiais para grupos de ex cursão e viajantes. Rua Luiz da Costa Leite, 2085 Fone (067) 255-1421 Bonito - MS O ditado popular é antigo, mas encaixa se perfeitamente nos dias atuais, quantas e quantas vezes vimos pessoas de nossa ci dade dizendo para quem quizesse ouvir que se fosse o fulano faria isso e aquilo,cons truiria aqui e ali, enfim, tinha a soluçâÕ para tudo na ponta da língua . e, pois é, mas, jogar conversa fora é uma coisa, a realidade é bem diferente, quando chega a hora dessas pessoas mostrarem suas capacidades e colocarem em prática tudo o que pregavam antes, notamos que elas não sa - biaro que o buraco era um pouco mais em bai xo e muito pouco, ou quase nada, do que - pensavam, podem fazer.~ por isso que sen pre diao, falar é urna coisa, fazer é outra, bem diferente. "GARIS" LIMPAM AS RUAS DA CIDADE 1 l Notamos nos últimos dias a presença de algumas senhoras fazendo a limpeza das ru as do centro da cidade, dando à elas W:l aspecto mais agradável. Teve gente que até comentou, "o Prefeito atendeu o pedido do Vereador Roney, mas em parte'. QUEM AVISA AMIGO É!! Auto Elétrica Bonito DE: VALDEMAR ZJNUNCIO TRINDADE Venda de peças elétricas, baterias novas e recondicionadas, consertos de motores de partida, dínamos e alternado res. - * Rapidez, perfeição e garantia ab soluta. * Antes de viajar, leve seu caran go para ser checado pelos profissionais da AUTO ELÉTRICA BONITO. * SERVIÇO DE ALTA QUALIDADE * O MELHOR PREÇO DA CIDADE Rua 29 de Maio, 922 Fone - (067) 255-1333 Bonito - MS SÓ podia .nesrno dar nisso, depois do clima tenso criado dentro do PMDB devido a divisão provocada i;cla cxist-ência de duas candida turas postulantes ao Governo do Estado, Wil son Martins e Schirnidt, o Diretório Regio nal do partido decidiu cancelar os demais encontros de base programados-para as cida desde Aquidauana, Dourados e Corumbá. co meça a ficar claro que a intenção de al guns antigos adversários do PMDB, de provo car um racha no partido e ficar assistindÕ de camarote e dando risadas, está dando ma is do que certo. Mais certo ainda é a sai da do Senador Wilson Barbosa Martins do partido caso o ex-conselheiro do TC João Leite Schimidt, :ão recue da pretensão do ser o candidato do PMDR que, digamos de p~ssagern, nao passa mesmo de muita preten sao para um candidato com muito pouco ca cife, corno é o seu caso. E AS IMAGENS DA TV? Lembramo-nos .que muitas pessoas caiam ª.:~pau em cima da Administração passada a Hotel e Churrascaria CANAÃ DE: PACÍFICO DA SILVA BATA --- ar" r g ,- rg Fontes noticiosas do INFORME TF dão con ta de que a Polícj~ de Bela Vista está se preparando para desenvolver uma grande blitz nos próximos dias, com equipes fixas e vo lantes em vários pontos da cidade, o obje tivo é d~tectar e tirar de circulação os veículos com documentação irregular, IPVA atrasados, menores ao volante, veiculos e más condições de uso, condutores sem habi litacão, porte ilegal de armas, até meS!!'.O revistas pessoais e nos veículos deverão - serem executadas pelos policiais. Apartamentos com ar condicionado frigobar, TV em cores e Telefone. O único com luxuosas suites. Anexo funciona a tradicional CHUR RASCARIA CANAÃ, que serve no almoço to dos os dias o melhor churrasco do Bra sil. Aos domingos também funciona o "Bu fet", quente e frio com uma variedade= de pratos. s * GARAGEM COBERTA E PRIVATIVA * Verifique e comprove que o "HOTEL CA NAX" (PADRÃO - 3 ESTRELAS) é o melhor da cidade. Para reservas disque: (067) 255-1282 255-1255 Bonito - MS -Tribuna da Diário Fronteira Regional * FUNDADO EM 20/02/1972) Diretor-Redator-Chefe: Ivaldo Pereira Diretora Administrativa: Maria Estela V! lasquez Pereira Secretário de Redação: Ubaldino Rodrigues Reportagens: João Carlos Velasquez, AE. drê Avalo, Luiz Henrique (Lile), Firmino de Barros. Redação, Departamento Comercial e Parque Gráfico - Avenida Tribuna da Fronteira - 564 - Caixa Postal - 23 - Fone (067) - 439-1410 - Bela Vista - MS Sucursais - Jardia, Porto Murtinho, Antonio João, P nito, Caracol, Capo Grande e Correspondentes e Brasília São Paulo. Propriedade da Rede Belavistense de Jornais LTDA CC - MF 15.513.203/0001-90 + FILIADO A ADIORI(OIS) E ABRAJORI 0 jornal não se responsabiliza pelos artigos assin dosa» de oripe definida. * 'Ex.empla.r Jo.OO * Número Atrasado 50,00 * àssinatura Mensal 600,0~ * Assinatura Trimestral 1.soo·, 0 0 * Assin.atura Semestral. 3.600,0 0 + Assinatura Anual 7.200,0 * JORNAL TRIDONA DA FRONTEIRA: • QUE O POVO SEJA BEM INFORMADO " • i) Me~ Governador, eu só Queria Entender ... VI A,z8 . !' Dr, Pedro Pedro,slan, Governador do MS,meu, noso Governador, adiro, sempre admire! o seu rutilo,on, d!caros, os prononclamento, aquele jelto de dizer as coisas, ''ragar matas e cerra dos, transformar estrataras, dar uma dimensão no va, levar o nosso povo a eu destino de grandeza o hoje e o ontem se confundem para surlr das bramas o novo MS,,,' e por a[ vaf. Sabe? Dá nova motfvaço aos pesfmfstas, o povo acredita mesmo e vence desafio, Sabe, a estrada asfaltada para .Jardim é com promisso SEU, Lembra-se de ama reunto na Câmara Municipal de Dela VI,ta, o Senhor era candldnto, r nu, perr,untu .. o que llc!la VlAta prcr.isavu para dt'filanchnr. Eu rtrnpondi: - O ASFALTO PARA JARDIM, DR. PEDRO, o nhor errou quando asfaltou de Jardim para que, duixando lleln Viota na ESPERA. Estomos esperando nté hoje. Sabe, Dr. Pedro, cu s6 não ~ntendi, até ago ro, alguns til! seus JlllAlcionumentos políticos. Te nho a impressão de que ninguém lhe diz nada. sã bc como é, o poder, multa gente paparicando, P?~ cos amigos para falar aquelas verdades que, as vezes, preclHnmos ouvir. D6i, mas precisamos Ou vlr . Qual o seu partido 7 to PTB? Qual PTB, do trabalhismo, herança de Get.'.:lio Vargas, ou o PTB surgido nos gabinetes golberianos? Cá entre nós, o senhor está deixando de la do amigos, companheiros verdadeiros, para embar car numa aventura que não está à altura de sua tradição. Tudo bem com esse tal de "ENTENDIMENTO". Vai dar menos despesas, menos choques trao miticos e imped1rá acidentes de percurso. Mas cá entre nós: BC Nioã E O LONDRES MACHADO ? FLÁVIO DERZI 7 MARILU GUIMARÃES 7 JUVENCIO DA FONSECA ? BRÁS MELLO? HERÁCLITO FIGUEIREDO ? Aur!do_Sento hr± Dlr•·tor C.ultur,tl CIG !"ar roupilh,J ([j.,!) E tantos outros ... Cá entre n6s: SCIIIMIDTI O senhor esqueceu? Governador, temos grandes nomes no PTB, PFL PP e nos outros Pesque rodam pelas estradas da vida ou melhor, da Política. Deve haver respeito às opiniões das bases , sabe onde estão as bases, não é mesmo? Nos mun! d pios. S6 para citar alguns exemplos, "esse tal de entendimento , funcionará em Bela Vista? Jar dim? Guia Lop~s? Porto Nurtinho? Garacol? Bo nito? Nesses municípios a barra foi pesada na Gl tima campanha, e muita gente a'inda se lembra do Governo Marcelo Miranda, do qual o Dr. Sch! midt foi "guru". O senhor já se esqueceu 7 O senhor se lembra quais amigos e companhet ros foram à Fazenda Petrop6lis para "reviver" o seu gosto pela política (desculpe, pelo poder?). Sei, não, não tenho nada contra o Joao Lei te Schimidt, mas sempre entendi que ser_ Conse lheiro do Tribunal de Contas seria um premio a ex-deputados, ex-Secretários, que por" relevan tes serv1ços prestados ao Estado" se aposenta riam no TC, com salários à altura de seus servi ços e dedicação ao controle das finanças. Com muito respeito. Governador, e, só queria entender... o povo, Governador, também nao enter.de. E não adianta pressão sobre os prefeitos nem sobre os vereadores, el~s são os verdadeiros líderes das comunidades, não os almofadinhas que vivem a seu redor, montando cs esquemas mirab~ lantes para continuarem usufruindo do poder e de tudo aquilo que dele emana. _ Por tudo isto, Dr. Pedro, e que o LULA e! tá ali, batendo às portas do Planalto, elas e! cão se abrindo, com ele entrarao out:os peti~tas deputados, Governadores, Senadores, e, pois e , também estou ouvindo as leves ( por enquanto~ch~ madas dos barbudinhos e sem barbas) do PT. (PP) PS: Governador, li o Editorial de do de São Paulo, de quinta-feira, que o leia também, e!'tá transcrito jornal. o Esta sugiro neste N U N C I E- 1 Q U 1 JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA Tradicionalida A tradlclonalldode partindo-se de elementos relo, ma!tos deles fo ram recolhidos do folclo re, alans hltorladores afirmam que par o eto do da cultora riogranden se devemos colocar a vi s:rlLinc!a p•sn.anentc do folclore das estâncfas. Todas essas citações foram feitos paro Indi - car que a questão da tra dlcion.,lldnclc faz pane mandIalmente da história as clvIlizações, cabendo ressaltar apenas que de ve-se adotar procedimen tos pertinentcfi e parti calares para cada socle dade oo região, os pro censos são distintos. No Rio Grande do Sul, desde a sua descoberta - no início do século XVI pelas expedições litorâ neas espanholas se sen tia um estado mais forte culturalmente. A econo - mia subsidiária vinda do centro do País começava a ser contestada pelos - gaúchos. No final do século XVII, com a decadência - tio aç.'.:car e a descoberta das minas começa a mudar o contexto colonial bra sileiro. E o gado do Rio Grande assume grande re levância no País, trazen do para o pampa, princi: palmente, paulistas ex ploradores. Nos meados do Seculo XIII, teve início o pro cesso de distribuição de sesmarias, definindo- se a posse da terra do ga do. Neste período é que nasceu as nossas famosas estâncias. Neste mesmo - período da história rio grandense recebemos um grande nmero de imigra tes açoreanos, e nomes mo período foi assinado o tratado de Santo Idel- n1festa-e com apelo Ir. redat[vel ao passado,ten do como b111,e utt entatutõ" de norma!l que prt>&rrvnen sua continuidade, empre r,nndo-oe ativldntle con temporinea com todas as &uau propriedades. O ter mo tratllcionnlJdodc por,: sul um conte.'.:do amplo, não se tratando apenas - de enfoques específicos do tradicionalismo, do folclore, da tradição o0 dos costumes. Estabele - se como a totalidade des ses elementos, numa pcrs pectiva do modo de vida ou de concepção de mundo sem romper com a hegemo nia da confornação soci al herdada. A tradiciona lidade portanto, se mani festa na sociedade em vã rios aspectos: nas ciên: cias sociais, na cultura no lazer, na política, etc. A tradicionalidade não é um fenômeno apenas riograndense, apesar de sem margem de d.:;vida ser uma das manifestações ma is fortes da hist6ria - das sociedades contempo râneas. No leste Europeu existem as mais bem ela boradas políticas para preservá-las, demonstran do um grande desenvolvi: mento em todos os seco ret:artísticos,folcl6ri= cos, envolvendo milhões de indivíduos. As esco las tradicionalistas e xistem em todas associe dades, em maior ou menor proporçao, com preocupa ções diferentes de País para Pais, porém em to dos eles tentando condu: zir seus povos ao resga te dos antepassados. A potência dessa caq fonso, estabelecendo que - a Colônia de Sacramento Cura entre a população - deve-se em grande parte, i invenção de trad'içÕes, Mergulho O discurso do Senador riograndense-do-Sal Pedro Simon na .:;1tima quinta-feira, pedindo ao ex-gover nador paulista Orestes Qaércia qoe se submeta a um · "julgamento" na Comissão E.xecutiva do PMDB se pre tende ser candidato à Presidência da Rep.'.:blica,tal vez tenha lançado grande desafio a todos os parti: dos brasileiros. O político peemedebista gacho .foi obrigado a aguardar horas para falar. Quarto inscrito, o Presidente do Senado s6 lhe deu a pala vra depois do décimo 3iscurso. Na sua fala, o Sena dor Pedro Simon fez ao partido um desafio: O PMDB Suporta um mergulho na ética? O teste de idoneidade moral que o Senador pro põe para cada candidato peemedebista é simples: qualquer filiado do partido pode interpelar os ca didatos a cargos majoritários quanto a tudo que S! mon chamou de "fatos desabonadores em sua vida". O Senador não pretende - e deixou isso bem claro instalar um clima de delação inconsequente, de in quisição barata. O método sugerido é simples; depois de interpe lação, a Executiva do partido fica encarregada,"se constatar indícios" que a justifiquem, de submeter a den.::ncia a uma "comissão especial". Em outras p~ lavras: qualquer pretendente a candidato do maior partido Nacional deve ser como a mulher de César , aquela que não deveria apenas "ser" honesta; deve ria "parecer" sê-lo. O desafio lançado pelo Senador Simon é tão difí cil para o cotidiano da política quanto necessári~ para repor _os mores da Rep.:;blica no bom caminho. O político Pedro Simon é suficientemente vivido para saber de todos os riscos da proliferação de ua era de "comitês de ética" "descontrolados e podero sos. Não é esse o seu pedido. A Óbvia intenção· é restabelecer a certeza de que ~ida polÍtica não é o lugar dos espertos, mas escolha responsável dos bons. Os que conseguiram vestir a niscara do cinis mo para disfarçar, com toda a eficiência, o esque: cimento da máxima que exige de todos "a Lei i::ornl e as Missões ficassem sob o domínio espanhol. r A partir de.t €pi a'o r d cc flito « r r.a tn Prata, Com a vInda da f.{ Ia real ao ira!l, !o ve ama acomodação da re voltas, havia maior dt caso dos pro!le as rr{os. Neste período o café ssome o coando co mo maior produtor br{ leIro, diminafndo o Inte rese do poder central - pelo gado dos Pafs do Sal. Sare então a goer ra da CIsplata pela posse da Banda Ortental. Especificamente no RIO Grande do Sal em 1835 e clodfo a Revolação Far roop1lha, qoe darante 10 anos enfrentou o Governo Central,durantr 10 anos, o Rio Grande do Sul teve sua produção d•sorgnnizn da pela guerra, mas abas tecia as fronteirn9 Ge cas com soldados,cavalos e alimentos. Já na Barra de Rio Grande, o Porto - permaneceu fechado para os Farrapos, ficando a cidade nas mãos dos lega listas, a partir de 1843 os farroupilhas recebe - ram "Caxias" que veio em nome do império para ne gociar a paz. Surgiu en tão em 28 de fevereiro: de 1845 um documento as sinado por ambas as par tes chamado "A paz no Ponche Verde". A Revolu ção Farroupilha criou no ga.'.:cho uma raíz cultural muito forte, tão forte que o diferencia e muito de outros Estados da Fe deração. A cultura ga.'.:cha vi via todo seu apogeu nos campos, nas estâncias e nas fazendas, até por volta do ano de 1900 quando historiadores ga chos começaram a escre - eaf e Ar.t{na, 0 rad!cfortt o , cho nasce, com a cr!aio de ama convivenc!a rezg nal e acrentcu-se :o surgimento dos centros - de tradfõe achas. A organização do movimento trJdlcionulintn ~ quP permft!o a discussão dos assantos e o ordenamentn da estrotara tradicfona- 11sta. A Iniciativa bro toa da convivência oi al sem agasalhar Intere ses, sem sar;;ir de cfá para baixo, como un,l cor rente cultural, de movl cento regionalista desa lojado do cunho politlco partfdárlo. Poderia ser tão forte? CientistaR so ciais e historiadores - tem u~ grande desafio. Com o ordenamento do tradicionalisco ubrlram se caminhos para a ~un prática e por.volta de 1940 começaram a surgir as primeiras entidades - tradicionalistas ofI - cfais. O Departamento de Tradições Gaúchas do Gr@ mio Estudantil J.'.:lio de Castilhos de Porto Ale gre, o CTG e 35 POA e G CTG Clube Farroupilha de IjuÍ são contemporâneos e as primeiras entidades tradicionalistas regis tradas no Rio Grande do Sul. "O Diretor Cultural do ver o que se passava na prática campeira, expon- Farroupilha relatou os do-as nas primeiras fei 50 anos de hist6ria do ras de livros nas cida des e capitais, até en _c_T_G_'_'. _ , na Etica dentro de mim" devem ser desmascarados. Nada mais, E essa função de desmascarar o cínico cabe ao par t1do que acolhe - e empresta sua honra política o pretendente a representante da vontade popular. O Senador estudou na Itália, deve ter cruzado com Bobbio e dele aprendido a distinção veberiana entre ética da convicção e ética da responsabilida de. e esse o grande antídoto aos adeptos, confes = sos ou não, da máxima de que política é a arte em que "o fim justifica os meios". Não é. O convicto encontra na sua "convici;âo" a desculpa para não responder pelas consequências de suas ações. A éti cada responsabilidade serve para avaliar as acGes que interferem na vida do grupo. É a distinção clássica entre Moral e Política. Coe cai.'.:scula. O Senador Simon apenas lebroo sea partido da neces sidade de praticar a ética da responsabilidade. O ex-governador Orestes Quér:cia Ou o ex-presidente - José Sarney podem apresentar-se a julgamento parti dárío fora do critério da ética das convicções? É exatamente isso que o discurso pediu. Nao se acuse o Senador Simon de recéo--convertí do à tarefa de Catâo dos cost~mes partidários. Des de outubro de 1978, o candidato ao Senado Pedro Si mon sugeria que a direção Nacional do PMDB reunis: se um dossiê sobre a corrupção de "que tinha conhe cimento" e o enviasse ao Tribunal de Contas. Incl sive dos seus quadros, se necessário. E fevereir de 1992, antes portanto do setembro em que o País se vestiu de preto, insistia na tramitac:=io de pro jetos que punissem não s6 o enriquecicento ilícito do corrupto, nas do corruptor ta~bém, cesmo quando político por ''convicção". Eo fevereiro deste ano tentou um novo projeto na mesa linha. Agora, seu discurso pede o exercício da ética da responsabili dade a seu partido, para que se "de o estilo de fazer política". O próprio Senador incumbiu-se de perguntar: "Alguém tem algo contra?" A resposta a essa pergunta está entre os que deven e tece~. O SENADOR PEDRO SIMON QUER TIRAR DA VIDA PARTIDIRIA QUEM XIO PUDER APRESENTAR UNA VIDA PESSOAL LIPA O Trabalho faz o ADMINISTRAÇÃO LUIZ· CARLOS DE ABREU - Futuro PORTO MURTINHO Nona reportagem, esta semana, ouviu di vrrnon morodorca do centro da cidade e <lo periferia, a respeito da Administração Luiz Abreu. 'Todas foram unânimes em afirmar que a cidade mudou, e mudou para melhor. E.m todos on aspectos, o Prefeito e ua equipo de trabalho, etão desenvolvendo a sua maneira de encarar os fatos políticos, o Prefeito consequiu, aqui sim, o entendi mento necessário para a paz e tranquilida de da comunidade, Trabalhando ombro a ombro com os Verea dorco, ouvindo divcroon segmentos, Abreu iniciou novoo tempoo também para a politi ca murtinhense. Aqui não se fala cm parti dos, mas sim nos interesses da comunidade. O 'TRABALHO PAZ O FUTURO Nas áreas de Educação, Saúde e Assistên eia social, contando com a colaboração e participação decisiva da Primeira Dama, E my Ohara de Abreu, inovou e transformou es truturas, criando novos métodos sem apadri nhamento, nem assistencialismo, mas, uma politica social voltada para os mais caren tcs. Um dos exemplos que Porto Murtinho deu as demais cidades da região foi a criação da Guarda Mirin. Dezenas de menores assis tidos e orientados para uma vida saudável na comunidade. Luiz Abreu, traçou objetivos definidos cm sua Administração, neles constam cons - truções de casas populares, pavimentação - asfáltica das principais ruas, obra que es tá sendo executada com recursos próprios, o aumento no número de salas de aulas e am pliação do serviço de saúde. - Tudo está sendo feito, cm Porto Murti - nho, com os pés no chão, hoje a população sabe que o Prefeito administra com os o lhos postos no futuro, mas pisando forte o chão da realidade. Com as obras de pavimentação asfáltica de Porto Murtinho a Jardim e a construção do Porto, a fronteira ganhará um novo alen to, tudo está começando por Porto Murtinho, o portal da Esperança. Um dos méritos da Administração.Munici-· pal é manter cm dia os salários dos funcio nários, fornecedores e cumprindo, rigorosa mente, o que determina a Lei no tocante - aos repasses para a cãnara Muniéipal. Porto Murtinho é uma cidade avançando , apesar dos graves problemas que truncam o processo de desenvolvimento de muitos Muni cípios, com os Prefeitos correndo atrás de verbas e demitindo funcionários, Porto Mur tinha está vencendo desafios, com determi nação do Prefeito e sua equipe. Quando fal ta recursos, utiliza-se da criatividade do talento dos murtinhenses. "Para nós é importante ter o apoio e a colaboração dos senhores Vereadores, dos Empresários, dos Produtores Rurais, da Co- r ", - -é -. "'---, ·- - •. Luiz 1reu amplia o leque de entendimen to a todos os setores , tudo pelo bem de - Porto Hurtinho ... _ .. •• i • i <·--.'' # ) / ' # » --- Calçadão, um trabalho de arte, um novo visual para a cidade, obra que esta sendo executada com recursos proprios da Prefeitu ra Municipal Emy Ohara de Abreu, a frente de obras - assistenciais, dinamica colaboradora de seu marido, Luiz Carlos de Abreu, adminis trando Porto Murtinho com alento o criati vidade munidade, somos uma grande família, esta - mos trabalhando juntos, edificando uma co munidade próspera, formando uma juventude sadia, construindo a Porto Murtinho dos nossos sonhos", disse o Prefeito Luiz Car los de Abreu. Modesto, humilde, com uma maneira pecu liar de atender as pessoas, Abreu, as ve - zes,da a impressão de pressa, "não há tem p0 a perder, precisamos acelerar, nosso p~ vo tem pressa, estamos prestes a ser, a re dençao do Corredor Sofrido, com a constru çao do Porto e do asfalto para Jardim. Todo o sudoeste e fronteira ganharão com estas obras", finalizou o Prefeito Abreu. 1 Assinaturas de convênios que beneficiarão ª comunidade Exército colabora com a Administração de Luiz Carlos de Abreu Atendimento aos idosos, muito carinho e respeito Camoanha contra F DIGNIDADE, cm Nê,Se e a is_ria, pe nas alavras.ri urtinhonãoape Banco do Brasil dos funcionarias do - Novo Visual de Porto Mortinho Apesar da grande crise que assola to dos os setores do País e na escassez - de recursos governa mentais na cidade de Porto Murtinho, essa crise vem sendo supe rada. O Prefeito Mu nicipal Luiz Carlos de Abreu e sua equi pe, principalmente a través da Secretaria Municipal de Infra - Estrutura está reali zando obras para em belezamento a cada - dia da cidade. A Prefeitura Muni cipal e a Empresa do asfalto a terraplana gem Recapave, está - realizando uma obra que visa pavimentar as principais ruas - da cidade. Com isto está se realizando - de toda a comunidade murtinhense de ver a cidade mais bonita. E assim a Adminis tracção Municipal a tual, vem demonstran do que os recursos= do Município vem sen do bem administrado. Isto porque grande - parte desses recur - sos vem sendo aplica do diretamente na co munidade. Recupera= cão de estradas vici nais, recuperação de pontes, encascalha - mento das ruas, as - falto, esgoto, calca mento da Avenida La= ranjeira, empresa de limpeza urbana e ma nutenção das Escolas. Na primeira etapa do asfaltamento as primeiras ruas que - serão beneficiadas são Alfredo Pinto, a té 13 de junho; João Pessoa até 13 de Ju nho; Joaquim Murti - nho até 13 de Junho; AV. Rio Branco até - 13 de Junho; logo em seguida as transver sais a essas ruas. Dessa maneira o Prefeito Municipal e o Vice, Luiz Abreu e Tena e toda sua equi pe técnica num esfor ço conjunto vêem de monstrando que as promessas de campa - nha estão sendo con cretizadas. Isso é motivo de orgulho pa ra os murtinhenses , pois o crescimento e o progresso do Muni cipio depende dessas obras, tudo isso in centiva novos inves timentos no Munici - pio, principalment0 o turismo. r 7 4 ' "<: ....... - • Executivo e Legislativc- em Porto Martinho a ça, com respeito e determinacao vencem desafios Em todas as datas festivas e solenidades no vizinho País o Paraguai, a Ersncado Pre feito e autori dades é um ges to fraterno de amizade e con gracamento , , 4 Criação da Guarda Mirin juventude murti nhense receben do todo o a poio da Adninis tração Mnnici - LEI NÚMERO 98 DE JA DE SETEMIO DE 1993 Dipóe obre o Fundo d Ação ocial - do Município de ela Vista o dá ouram» pro vidência::. O PREFEITO MUNICIPAL DE ELA VISTA ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, no uso do nuas atribuições leqais, Taço saber que a Câmara Municipal d provou e cu sanciono a seguinte Lei: CIJ>t•ruLO I DAS DISPOSIÇES PRELIMINARES /rL.10- Flcu criado o Fundo Municipal d•/ çiío social do Municí.pio de Bela Vista, com vinculação ao Gabinete do Prefeito, para cfnilo de apoio dir to e imediato à sua il<lmin l,1 truc:io. /rt,20- o Fundo Municipal de /cão Social - tom natureza, individualização contábil e ges tão autônomas e destina-se a prestação de ecrvicoo aooistcncials i população de bni xa renda, implantação, manutenção e desen volvimento de creches, assistência aos idor:os e de orientação e formação profis sional. CIP 1 TULO II DA ADMINISTRAÇÃO DO FUNDO Art.30- A Administração do Fundo Municipal de Ação Social será exercida por um Conse lho Administrativo constituído de 7 (sete) membros, a saber: I- Pelo Secretário Municipal de Promoção - Social; II- Pelo Secretário Municipal de Educação, Cultura e Desportos; III- Pelo Diretor Executivo do Fundo; IV- Pelo Secretário Municipal de Fazenda; V- Pelo Secretário Municipal de Administra cão; - VI- Pelo Secretário Municipal de Saúde; e VII- Por um representante do Poder Legisla tivo. § 10 - As funções dos membros do Conselho Administrativo não serão remunerados a qualquer título. s 20 - Os servidores Públicos Municipais - que forem postos à disposição do Fundo,sem prejuízo de seus vencimentos e demais van tagens, não poderão perceber a qualquer ti tulo, por verba deste, vantagens pecunii ~ rias de qualquer espécie, exceto as decor rentes da legislação comum ao funcionalis mo do Município. CAPÍTULO III DA COMPET8NCIA DO CONSELilO ADMINISTRA TIVO Art.40 - Compete ao Conselho Administrati vo: I- Apreciar e aprovar: a- A política de Ação Social para o Munici pio; b- A proposta orçamentária anual do Fundo; c- Os planos e programas assistenciais, se gundo os objetivos do Fundo; d- Os relatórios anuais de atividades do Fundo; c- A prestação de contas do Fundo. II- Proceder o controle das ações sociais e assistenciais em todos os níveis; • -- ------ --- Prefeitura Municipal de AY ,6o- As recita:s do Fundo Mun.cipal de A;ao Social d que rata sa l i e as li portáncias a qualquer ítulo arrecadadas, erão depositadan m stabelecimento bnn círio credenciado pelo Conselho adminig Lrnllvo. Art7o- Os recuron financeiros do Fundo serão movimentados através de contas e sub-contas abertas em instituições bancá rias, com a denominação específica do Fun do de Ação Social Bela Vista III- Encaminhar mensalmente· à Contabilida de da Prefeitura até o dia 15 domes subse quente, com o seu parecer, os balancetes • mensais, acompanhados dos respectivos com provantes. IV- Elaborar seu regimento interno. CAPÍTULO IV DAS RECEITAS DO FUNDO Seção I Dh CONSTITUIÇÃO DAS RECEITAS CIPf'l'Uf.O V DlS UNIDIDf-:S EXECU'l'IVJ.S DO FUNDO Seção I DA ESTRUTURA ADMINISTRATIVA DE J.POIO art.8o- São unidades xccutivas do Fundo, com subordinação ao Conselho Administratl vo: J- Direção Superior: a- Diretoria Executiva; b- Coordenadoria do Programa Creches; c- Coordenadoria do Programa Idosos; e d- Coordenadoria do Programa de orienta cão e Formação Profissional. II- Unidades Subdivisionais de Execução : a- Serviço de Contabilidade; b- Serviço de Tesouraria. PIRÃGRAFO ONICO - A Diretoria Executiva - será exercida pela Primeira Dama do Muni cípio. Art.90- A Diretoria Executiva auxiliada - pelas suas unidades subdivisionais, incum be: I- Gerir as atividades do Fundo; II- Comparecer as sessões do Conselho Ad ministrativo III- Cumprir e fazer cumprir as decisões do Conselho Administrativo; IV- Apresentar ao Conselho Administrativo: a- Até o dia 15 de agosto de cada ano a proposta orçamentária do Fundo para o pr2 ximo exercício; b- Até 10 de fevereiro de cada ano o ba lanço geral do Fundo, juntamente com ore latório anual; c- Os balancetes mensais; V- Despachar processos e ovros documen tos que lhe sejam sub tic 1cs: VI- Movimentar as c011:..a.s bancárias do Fun do, juntamente com o responsável pelo Sar viço de Tesouraria; VII- Expedir instruções necessárias ao funcionamento do Fundo; VIII- Exercer outras funções afins que se jam delegadas ou determinadas pelo Conse lho Administrativo. PARÁGRAFO 0NICO - A Diretoria Executiva - será assistida jurídicamente pela Assessg ria Jurídica da Prefeitura. Seção II DOS CARGOS E FUNÇÕES Art.50 - Constituirão Receita do Fundo Muni cipal de Ação Social: I- Dot':ção consignada anualmente na Lei Or ~amentaria Municipal; ;~- Pelas transferências que lhe sejam des _inadas pelos Governos Federal e Estadual. 1II- Pelas doacões, auxilies, constribuiçõ~s e legados que lhes venham a sei dc-s tinados; IV- Os rendimentos das aplicações realiza - elas com recursos do Fundo; v- Os materiais que lhes foram doados e que a administração do Fundo poderá dar o desti no que seja do seu interesse; - VI- Quaisquer outras receitas que legalrn0n tc lhe sejam incorporadas. Seção I! CAPITULO VI DOS BENEFÍCIOS • ' 1 1 Art.I0o- Ficam criados no Gabinete do Pre feito, para atender a estrutura adminis trativa de Apoio de Fundo, os seguintes - Cargos em Comissão e Funções: 1- Ca:çgos em Comissão: a- Coordenador de Programas - DAS 2 (3) II- Funções de Confiança: a- Chefe de Serviço SAI - 3 (2) PARÁGRAFO ONICO - O exerçicio das funções de Diretora Executiva não serão remunera das pelo Fundo a qualquer título. Art.110- O Presidente do Conselho Adminis trativo, por necessidade de serviço, pode ra requisitar servidores municipais em expediente dirigido ao Prefeito Municipal PARAGRAFO ONICO - Na hipótese deste arti go os servidores municipais, para todos - os efeitos, estarão exercendo atividades inerentes ao serviço público municipal. ArL.12Q- Serão pr~stados com recursos do Fundo de Ação Social serviços assistên ciais ã população de baixa renda, servi ços de implantação, manutenção e desenvoZ prof's ion l. 1o- A Prefeitura oferecera, também os hor·fícios assis.enciais através de Unida dos do aúde Municipais que serão suprid para .anto, com recursos do Fundo. , 20- As modalidades de pres ação de bene fícios serão estabelecidos em instruçoes - baixadas pelo Conselho Administrativo do Fundo. CAP 1 TlJl,O V IJ DA CESTÃO ECONOMICA E FINANCEIRA DO PONDO Art.139- As receitas arrecadadas pelo Fun do do Ação Social não poderão, em hipótese alguma, ter aplicação diversa da estabele cida nesta lei, sendo nulos, de pleno, os atos violarem este preceito, sujeitando - seus autores à sanções disciplinares cabí veis. Seção I DO ORÇN·IEN'rO E SUi EXECUÇÃO lrt.140- O Orçamento Anual do Fundo de A cão Social observará os preceitos regula mentares pertinentes e baser-se-á em dois princípios fundamentais: I- A previsão do resultado econômico, com preendendo a receita e a despesa; II- A previsão do resultado financeiro,com preendendo os recursos e os investimentos; lrt.150- Na elaboração e na execucao orca mentária do Fundo, serão estimadas dota= ções com o prop6sito de atender as despe sas com benefícios e as correspondentes aos gastos de manutenção. PARÁGRAFO ONICO - Não poderá ser efetuada despesa alguma, nem qualquer inversão de reservas, sem d~tação própria e suficiente Art.160- As despesas com a Administração - do Fundo, compreendendo pessoal, material- e serviços gerais não poderão exceder em hipótese alguma, o percentual de 15% (~ui~ ze por cento) das receitas do Fundo. Art.l7- A proposta orcamentária, para o exercicio seguinte, do Fundo deverá ser submetida pelo Diretor Executivo ao Conse lho Administrativo até 15 de agosto, cuja aprovaçao deve estar ultimada até 30 de ~ gosto. Seção II 2A CONTABILIDADE E DA PRESTASAO DE CONTAS Art:lSO- A ~ontabilidade do Fundo de Social, será executada com respaldo normas de direito financeiro público te. Ação nas vigem Jt.190- A escrituração contábil das tas de cada exercício será encerrada a de dezembro, compreendendo d penhadas até esta data. as espesas S l- Com base no disposto neste artigo proce9e:-se-a ª apuração do resultado do exercicio e ao levantamento do Balanço G_e ral do Fundo. con 37 § 20- O Balanço Geral d com todas as e ° Fundo, instruido- norma vigenas_e elementos exigidos na tor Executiv',2E apresentado elo pire do Fundo, até ai,"?"??ho Administrativo - seguinte. e fevereiro do ano o § 30- Ati o dia 15 do • balanço do Fundo d .mes de fevereiro, o 1o cose1no aí;;{Sgmente aprovado e viado à contabilidaa'vo, deverá ser em incorporação no Bai da Prefeitura para cutivo. -anço Geral do Poder Exe Art.200- O Fundo de A _ nos termos da Lei ,,do soeia1 observará, de Março de 19Gl e eral no 4.320, de 17 trole,prestacã'"?"Peculiares de cor forme dispuser em pg de contas, co~ egu arnento. CAPITULO VIII DàS DISPOSIÇÕES GE RAIS E TRANSITÕRIAS Art.2lo- o regulamento nec -. - cão desta lei ser cessario à execu ianinisrativ ,,"Pvado pe1o conselho nicipal. . ixa O pelo Prefeito Mu- Continua na Pa- • g1na - 07 ,, o -- Prefeitura Municipal de Bela Vista continua,ao da Pqina - 0, Art 22- 0 caos omissos na presente - . , ; : erão resolvidos pelo Conselho Adminiy trativo, observados os preceitos reyulamen tares cm vigor. - Ar!t.23 - Eta Lei entrara em vigor n data de sua publicação, revogadas as dispo siços em contrário. ela Vista-s, 24 cJ • setembro de 1993. 111iril:io Tlrmor1 7.c1t:ar.ia!..õ- Pref. Y.unicipal DECRETO NOERO 735 PE 27 /09/93. "ispõe sobro desapropriação de área por utilidade públlca." o Pro[cito Municipal de Dela Vinta, Es tado de Ma t.o GroGso de. Sul, no uso de su tlS nt:ribuiçõcu legais, D E C R E 'T A: Art.lO - Declara de utilidade pública para fin s de desapropriação de conformida de com o dinposto no Decreto-Lei Federal no 3365, de 21 de junho de 1941, modifica do pela Lei Federal no 6602 de 7 de setem hro de l978 e tendo vi:+ o i.r no inciso XII, do art.Si da ti tun.'c p no 6, de 5 do abril de 190, o lot» da trreno n? 1, quadra 6, se'or 4, do } ir ro Espírito Santo, com l3 me ro d frnt e de fundo,por 25n ros d I frntu » furo, a am bo os lado, aatrícula no 2.805, livro 2, do Cartório de Pai;tro de Imóvel desta Co marca, de propr i cdudc de /lex,1 .dr lr . .o Lch,15.Í rlC f.:Jt;Obil t'. Art,2D - O lróvel de que trata o <1rt1go anterior passará a fazer parte da área da E::;coln Municipal Professora Clotild de Castro Pinto. Art,JO - Este Decreto cntrar5 ~m vigor na data de sua publicação, revógadas .:is disposições cm contrário. Abraão Ar.moa Zacarias Prefeito Municipal LEI NOMERO 959 de 24/09/93. "Desafeta bem do uso comum do povo e o integra na categoria de bem domina! e dá outras providêrycias. d2 G ! tr:bié r.· Ç'O !(.;" p Art.lo - Fic1 d do povo e int arada na ca caoria ie b minal a área pública dona 'nada do 1te l, da quadra 8, do setor , no Bairro vov la Vis a, perfaz do a to al do 2.50 + Art.20 - Fica o Excu ivo Municipal au torizado a dar em comodato à A sociação d Moradores do Bairro Iov. Ela Vista,a ár,oa descri a no artigo anterior, por u perio c:o de 05 (cinco) anos, renovável por perio do iqual ou menor, desde que o comodatario venha cumprindo a [unçao ..i. que r;<..• d<'!:! L u1<,u o terreno, pelo contrato, Art.30 - Esta Lei entrará em vigor no data <le sua publicaçõo, rr.vog,1d,1D "º ài:;p:_: siçõcs cm contrário. Bela Visla MS, 24 de sct,mbro de 1993. Abraão Arrnoa Zuc.:irias Prefeito Municipal Câmara Municipal de Carac VEREADORA REIVINDXCA PATROLAMENTO DA ESTRADA DO "ALEGRE-Y" ! ±e; ê ·-' - - ..... ' 1' ;,' ,, +o--e« Ik E- --- ll A Vereadora Doralina Rodrigues Leite , em Requerimento apresentado na Câmara Muni cipal, solicitou ao Prefeito Municipal de Caracol a viabilização dos serviços de pa trolamento geral nas estradas das Fazendas do "Alegre-y", reforçando reivindicacão an terior de autoria do Vereador Pascoal Pu- 'cheta. Em sua justificativa a Vereadora a firmou que "com o início do período de chu vas intensas vêm se formando grandes oro sões na referida estrada, provocando inúme ras dificuldades aos fazendeiros da Reaião e às pessoas que necessitam transitar por aquelas estradas". COLOCAÇÃO DE BUEIROS E CONSERTO DE "OLHO-DE-BOI" Em Requerimento apresentado à Câmara ~!}:! nicipal, endereçado ao Prefeito Municipal Juvino Godoy, d Vereadora Doralina Rodri gues Leite solicitou que seja determinado ao Secretário Municipal de Obras a coloca ção de boeiros nas proximidades da Fazenda "Água Turva", bem como o conserto de um "olho-dc-boy" existente naquela estrada. A Vereadora destaca em seu Requerimento que "não existem desvios e a estrada está in transitável", informando que no local hi enormes erosões e vários veículos já fica ram atolados no referido "olho-de-boy" ca~ sande transtornos e muitas dificuldades aos proprietarios rurais daquela Região. REFORMA DA PONTE DO "ALEGRE" Através de indicação ao Prefeito Munici pal, a Vereadora Doralina Rodrigues Leite reivindicou também a reforma completa da ponte sobre o cõrrego "alegre", que se cn contra quebrada, lembrando que c~iste as~ ria possibilidade de ocorrerem acidentes graves devido as precárias condições der~ .forma, pedindo que o Executivo. tome as pro vidências o mais rápido possível. JOStLIO QUER SOLUÇÃO PARA OS MOSQUITOS . O Vereador Josélio dos Santos foi autor de expediente endereçado à Diretoria da S~ CAM/MS, onde reivindicou o envio de um ve1 culo com pulverizador para combater a gran de quantidade de mosquitos que vem surgin do na cidade nos últimos dias. Josélio dis se em sua reivindicação que "com a existê~ eia de muitas fossas abertas e o início do período das chuvas, aliada a grande cone~~ tração de mosquitos na cidade, a populaçao corre o risco de ser contaminada por doen cas infecto-contagiosas que podem ser transmitidas pelos mosquitos", motivo pelo qual solicitou a pulverização da cidade por parte do õrgão responsável,a SUCN-!/MS. 7REI ESTE EXEMFL CR$ 40,00 EVALDO QUER VER A FOLHA DE PAGAMENTO DOS FUNCIONÁRIOS i t. Indicação de autoria do Vereador Eval do de Moura Pereira, endereçada ao Pn:fei to Municipal Juvino Godoy, solicita o for necimento à Câmara Municipal da folha de pagamento dos funcionários Públicos Muni cipais. Evaldo disse que "é de suma impo_;: tância para nós estarmos a par de todas - as despesas com funcionários que se encon tram lotados nos quadros do Município. Em outra indicação de sua autoria o Te reador Evaldo de M. Pereira solicitou ao Prefeito maiores informações sobre os ter renos das quadras do Correio, que foram doados pela Prefeitura. O Vereador Evaldo reforçou o Ofício 018/93,onde foi solici tada abertura da rua e demarcação dos ter renos citados. - Adquira o seu exemplar do Livro "NAS MATAS DO PERDIDO", do Jornalista Ivaldo Pe - reira, na Agência do Banco do Brasil. Rua: Guia Lopes Bela Vista PERDIDO l< E .E r r JRAL TJEJNA »A FRONTE{PA PED.RIS QUE· ROLIM NA RODA 00 POSTO - CAPÍTULO XI • • • Lá otavam eles, na porta do Escritório do Ponto do Eder, os mesmos de sempre, mas os sorrisos e as piadas já não eram cons - tantos. O clima era peado. O tererê que ro lava de mão e mão tinha o gosto amargo da desgraça. Arroio do Meio já não era a cida do onde todos dormiam de janelas abertas , onde as crianças corriam soltas pelas ru - ao, brincavam nas praças o aprontavam ao mais diversas artes, próprias de uma infan eia traquinas, mau cheia de vida. Noites posadas. Sombras. Janelas fecha das. Muitos cachorros, de dia amarrados nos quintais, à noite, feras soltas à caca de não sei o quê. Não havia explicações, é como se um Es pirito do Mal pairasse sobre a cidade, na da se via, mas se sentia, algo que a razao não podia explicar. Não era apenas a morte do taxista, nem do Padre, nem mesmo do Gordo, nem de Mar - quinhos, era algo muito mais profundo, co mo se toda a cidade estivesse à beira de - um abismo, pronta para desaparecer na imen sidão do nada. E este, nada era assustador. Lá estavam eles. O grupo de sempre. Já não olhavam para as pernas roliças das mo cas que passavam, nem comentavam as Últi - mas do lugar, esperavam, à espreita, de al go que não sabiam o que era, mas sabiam que ia acontecer. Não havia explicações. SÓ a expectativa. - O Demo tomou conta desse lugar, até o padre foi assassinado! - Cale essa boca, Zinho, faca o sinal da cruz e reze à Virgem Maria - respondeu Gilson. Gilson, Zinho, Gera, Pontes, Roque,João Carlos e alguns motoristas ali estavam. Já não esperavam a chegada de Jeruza nem mesmo criticavam o aumento dos impos - tos, a inflação ou a falta de empregos.Fal tava assuntos. Olhares se cruzavam. Gargantas secas buscavam ávidas o tererê, muitos que riam falar, mas a voz não saia. O medo erã palpável. Real. Depois da chuva, o clima melhorara, uma brisa soprava, movimentando as folhas das árvores, ninguém saberia dizer se choveria novamente, se faria frio ou calor. Até o clima enlouquecera . Frio no verão. Calór no inverno. o povo já não era o mesmo, em poucos me ses a cidade se transformara. Incrível. A té desastres de carros, fato raro, aconte ciam a todo instante. Gente estranha anda va pelas ruas, não tinham o costume de cum primentar ninguém. Só olhares. - A roda do posto logo se dispersou. Cada um para sua casa, seu trabalho, não mais a alegria moleque, apenas o medo, o receio - de falar, de comentar. - Pois é, Tão, estamos contentes com a chegada do Dr. Aragonês. Ainda bem que ele resolveu se estabelecer aqui. Com tanta coisa ruim acontecendo na cidade, um empre sário investir neste momento é muito impor tanto, - f mesmo, Fausto, ontem mesmo chegaram [uncioniírioo <lcle para dar início aos em - preendimentos. Vieram uns vinte. Alguns ey tão no Hotel, outros alugaram algumas ca 5as no Conjunto Por do Sol. - Até o posto de gaGolina, aquele da saída, ele vai comprar, isso será ruim pa ra o Eder, concorrência... - E não é só o posto não, fábrica de cal, transportadora e parece que vai abrir tam bém uma casa de espetáculos. - Tá brincando? - Não, é verdade, disse que o turismo a qui será uma das atividades principais. Eg tavam conversando quando Roque se aproxi mou. E ai gente, tudo hem? - As mil maravilhas. - Escuta, me falaran que o Gordo morreu de ataque cardiaco, e que a mulher o aban donara na véspera. O que vocês sabem? - Isto mesmo. Ninguém sabe para onde - foi Jeruza. Sumiu no mundo. - Que nada! Está na casa da Ritinha, no Bentevi. - Falaram que o Gordo matou a mulher ... - Conversa, essa cidade está cheia de fofoqueiros, mas vai mudar, mudar muito,se remos progressistas, Ponta Porá terá inve ja de nós. Pela primeira vez, o hoteleiro Tão, sen tiu uma sensação diferente, não soube eX - plicar o que era, mas a sentiu quando o lhou para dentro do hotel, no hall, e viu dois olhos que o olhavam de maneira dife - rente, viu naqueles olhos o Mal. Sentiu um calafrio. Um frio estranho. Não encarou.Vi rou o rosto. Os olhos foram se aproximando. - Boa tarde. - Boa tarde, Dr. Aragonês. Como vai o senhor? • Todos o tratavam com muito respeito. - Tudo bem. Dia bonito, não é mesmo? - t. Aqui todos os dias são bonitos. - Realmente. Realmente. Jotagê não sabia explicar o que havia a contecido, lembrava-se que saira de casa , no velho fusca da rádio. Depois rodara pe la cidade, estava à procura de Jeruza. Pre cisava falar com ela, os fatos estavam o correndo rápidos demais, não entendia o ru mo dos acontecimentos, tudo levava a uma conclusão que ele não queria aceitar. Foi quando o homem deu sinal com a mão. Parou. - Por favor, pode me indicar o caminho para a estrada de Quebracho? - Estou indo para aquele lado. - t que o meu carro quebrou. Deixei na estrada, não me lembro mais como chegar lá. - Entre, vou levá-lo. Como sempre, a hospitalidade falou mais alto, a vontade de ajudar. ' Antes mesmo da subida do Serradinho, o carona encostou o revólver na cabeça de Jo tagê. - Não faça qualquer comentário, vire a Estava enganada. Um dos homens de Ara9o nês a vira. Como estava enganado Jotage, a Máfia de Arroio era muito mais poderosa do que pensavam. Antes mesmo de Jeruza procu rar entrar em contato com Jotagê ou com as autoridades da capital, foi encontrada pe los homens de Aragonês. Também Jotagê, ao chegar em Arroio, de FILOSOFIA EM LUTA . _ CAPITULO XII carona, com um caminhoneiro, foi visto por marcara.ressare rr.sr alto -------------------------- ~---------------------------"--7 PRÓXIMO CAPlTULO: Resta uran t Casino SOB A DIREÇÃO DO EMPRESARIO RODOLFO PEREIRA O Ponto de Encontro da $ociedade Fronteiriça BEBIDAS NACIONAIS E IMPORTADAS - AMBIENTE REFINADO Saboreie o Melhor Fi let à Parmegiana e à Cubana * ATENDIMENTO ***** SERVIÇO A LA CARTE + JOGOS - LAZER - MÚSICA - O LOCAL MAIS APROPRIADO DA FRONTEIRA PARA VOCE JANTAR COM SUA FAMILIA E AMIGOS Bella • Vista Norte Paraguai r esquerda e pare ao I do daquele berracãs, Jotag fz o qu o homm mandou. Pen- va, chegou a minha vez, mas uao vou norte, sem reagir. Era valente. Mas não deu te po pra nada, foi a nocaute com um corcnh d, ------------ - E aí, Riva, fez o serviço no homem? - Tudo certo, Pablo. Levei o carro at a estrada para Porto Quebracho, estava dee mnaiado, mexi nos freios, na direçao, arru mei tudo, e soltei barranco abaixo. - Verificou o resultado? - Sim, virou sucata, não sobcou rPda. o cara morreu. Esmagado, aquele carrinho pa recia uma caixa de fósforos. - Tudo bem. SÓ falta a mulher. Mande o pessoal ir na casa de uma tal Ritinha, dis jl seram que ela está lá. No Bentevi. Sorte de Jotagê foi a passagem pelo lo cal de Balbuena, a cavalo, viu quando o carro rolava barranco abaixo. Mas não viu o homem. Desceu e encontrou o radialista - arrebentado, desmaiado, mas não morto. Depois de vários dias, sempre pedindo - para que não o levassem para a cidade, Jo tagê estava recuperado. Era arrumar um jel to de chegar a Arroio e procurar Jeruza , antes tinha que falar com o Promotor e o Delegado. Nos dias em que esteve na casa de Balbuena, foi montando o quebra cabe - ças. Ele tinha uma vantagem, sabia também pensar. E estava pensando certo. Precisava também falar com o Tão, a chave para o mis tério de Arroio estava no Hotel, ou melhor, em alguns hóspedes. Precisava descobrir a li, o chefão. O homem que Jeruza dizia que era o poderoso, o que manobrava o Gordo , sabia que ele estava ali, mas quem seria ele? Além de radialista, ressuscitado, a9 ra seria também um investigador. Jeruza f lara do chefe, mas não lhe dera detalhes. Jeruza não ficara na casa de Ritinha. Na noite em que fugira do Gordo, só de calcinhas e sutiã, pedira ajuda para a la vadeira dos Pimentel, ela lhe arrumara ur par de roupas e não fizera muitas pergun - tas. Só um "vai com Deus, minha filha". Tinha amigos. Mui tos amigos. Soubera do , i acontecido. A morte do marido, aquela sen sação de liberdade, de escapar na hora ex~ ta. Passara na casa de Ritinha, dera-lhe - um cheque para trocar, foi só pegar o di nheiro e embarcar no primeiro ónibus para a capital. Tinha um lugar seguro para se esconder, acharia um jeito de entrar e contato com Jotagê e as autoridades. O ma- is importante era fugir. Teve muita sorte, ninguém a viu pegar o ônibus, e mais sorte ainda, naquele dia os passageiros do Pass~ ro Azul eram apenas três, e não eram de Arroio. Estava salva. Agora era agir. Paragua·y . . . - - • ; ----------- " ··, . . - . • - .............. - j. r - .. - -- ' L Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1403_25_09_1993 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1405_29_09_1993 Voltar para a lista de itens