• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1445_25_12_1993

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,l
-
do
fundador:
Ivaldo
Pereira
20/02/1972
TRIBUNA DA FRONTEIRA
DIÁRIO REGIONAL
s t o
+ELA VISTA/HS ANO 21 25 DE DEZEMIRO DE 1993 EfllÇÃO DI'. NATAi.
Circulacão
llfl A VISTA
CAR.lOO!.
POO MU"TINO
JARDIM
CITTA WPFS
ROSITO '
lllOAQUE
: e @oO
»IRETOR: IVALDO TE EIRA [XCKl'l.AR cR$ 500,00
José Destefani- Empresário de Sucesso, Político
Honrado e Cidadão Preocupado com a Comunidade
e
J
e
Empresário José Destefani
O ano de 1992 foi r.-·
arcado pelo renascimen
to da êtica no Brasil.
O ano de 1993 está
findando, marcado por
sua continuidade, a êti
so ca agora se soma à
lidartedade.
No início do ano
o Betinho lançou as ba
ses de um Movimento que
nos motivou a todos.
A ação da Cidada
nia contra a Fome, a Mi
sêria e pela Vida ê
sinal de esperança.
Motiva todas
um
as
classes sociais, ideolo
ias e religiões. São
trabalhadores e empresários, meios de comunica
cão, Igrejas, Sindicatos, Partidos , Políticos:
Donas de Casa, Juventude, todos dando as mãos em
favor de um Brasil ~elhor, sem miséria e cheio de
solidariedade.
Hoje são mais de 3.000 comitês da cidadania
espalhados pelo Brasil, funcionãrios do BafiCO do
Brasil, Prefeituras, que se unem aos cidadãos li
gados ou não a instituições.
São Brasileiros que mostram que nosso País­
ê viãvel, que não se pode mais aguentar a corrup
cão, não se pode mais admitir que uns levem van
tagens sobre todos.
O Betinho nos motivou também no Congresso
Nacional. Formamos a Frente Parlamentar da Cida­
dania, da qual me orgulho de ser um de seus fun­
dadores.
Agora o Betinho nos chama a organizar o Na
tal sem Fome. Recolhendo e distribuindo alimen -
tos, brinquedos, roupas e solidariedade, muita
solidariedade.
A Fraternidade do Natal, que deve estar pre
sente em nossas vidas em todos os dias, pode ser
mais repleta do amor divino se formos capazes de
dar um pouco de nós em favor dos mais necessita­
dos.
Convido todos os sul-matogrossenses a en
grassarem as fileiras da fraternidade, da solid!
redade.
Vamos mudar este País. Vamos construir um
Brasil melhor, do qual pão tenhamos, em momento-
algum, vergonha de nele viver. -
Um Brasil sem corruptos, uma Naçao de pe~
soas felizes, que se alimentam, trabalham, estu­
dam, vivam em paz.
Estes são os votos que levo a todos voces
tieus am.igos e amigas.
Felicidades e muita fraternidade em 1994.
Wilson B. Martins
O Empresário e Pro­
dutor rural José Destefa
ni, Diretor Presidente
do Grupo Supermercados -
SÕo José, é um homem prco
cupado com a comunidade,
atuando em diversos eto
res gera empregos, parti
c!pa ativamente de vá
rios movimentos e enttda
des que têm como objeti:
voo desenvolvimento de
Jardim.
Nestes tempos onde
todos almejam um novo
Brasil, passar o Brasil
a limpo, Destefani é um
político que honra e dtg
nifica a classe, respei­
tado e admirado por to
Foi inaugurada pelo
Prefeito de Caracol, a
ponte sobre o Rio Cara
col, na região que deman
da ao TORO MORO.
dos não só pelo caráter,
nas também pela coerên
cJa e linha de conduta.
Foi vereador,
prefeito e hoje é o
oidcntc do Diretório
nicipal do PP, entende ã
política como a arte de
servir o povo, nunca ra-­
dicalfzou posições, mu
to pelo contrnrio, ê um
homem de diálogo e as­
sume posições de acordo
com os interesses do mu­
nicípio.
Falando a
do atual quadro
Destcfani disse
preciso ouvir a
ruas, é
vice
Pre
G
respeito
político
que " é
voz das
preciso
IAGI.A A POIIE
M IORO MOR
* Veja matéria so
bre a Inauguração da Pon
te do TORO MORO, na Pági
na - 12 do 49 Caderno
desta Edição de Natal
Jardim Volta a Crescer com
o Povo mais Feliz-Pires e o
Povo Comemoram o Natal
~
ouvir o cla_or popular ,
captar e entender a =en­
sngco do povo , as deci­
sões políticos deve□se□
pre partir das bases, de
baixo poro cir-a, assim.,
político, o administra
dor, trabalhará afinodo:
cor- a vontade popular".
Através deste Jor
nal, José Destefoni en
viou a seguinte rensagem
ao povo de Jardim: " sou
f1lho de uma fan{lia hu
mllde, desde crlanca a
prendi que o trabalho
missão, junto com meu fi
lho, Zé Luiz, minha fi
lha Sandra, minha esposi
L!dio, estru~os trabnlh,rn
do, ncaramos desaffos ,
ncrcdltAmoa que Jnrdlo
possa se transformar nu
ma das cidades mais pró
peras do MS, nós só que
recoso melhor para Jar
dm. -
Aos Jardinenses, de
coração, enviamos um f -
liz Natal e que 1994
seja o início, enfim, da
alnejada caminhada para
ele
vida
o, progresso e com
melhor qualidade de
para nossa gente".
Supermercado são José
Fone (067) 251-1161
Jardim - l1S
!
}
E
f' a
)_ ~ ·, __ ,
* Veja Matéria sobre o Natal do povo Jardinense na
Administração Pires - Na Página -!O deste Caderno
Prefeito Municipal de Bela Vista Abraão Zacaria&
Deputado Mola e Prefeito de Caracol Juvino Godoy
* Veja Matéria em Retrospectiva da Administração
Luiz Carlos de Abreu, Na Pág/ 6 do 42 Caderno
Wilson Barbosa Martins.
Prefeito
Ajuda no
Fome e
L'uiz Abreu
Combate
a
à
Miséria
Prefeito Luiz Carlos de Abreu
Suplemento Clural
* Veja matéria de Cultura, Artes, Horóscopo
e outros assuntos no 22 Caderno desta edição.
t "o
Bela Vista
* Fundo de Assistência So
cerno
cal entrega I40 culos
a idosos carentes.
Página - 05
* El.eito Funcionário Pa
drão da Prefeitura Muni­
cipal - Sérvulo Pereira
'I
Bab11 fo1 o grande Ven-
cedor do Concurso.
Página - 06. 07·
* Pronav faz a
do Natal.
Página - 11
Festa
----------
Neste Caderno

TI;AO DE 'VNTA,
--------·--· -----------------------------
8 RIS I L
Comunidade
25/Df-Z/l 99J
NCO
Atuação
DO
Decisiva na
o nnnco do Bra
sil, agencia de pelá
Vista, não é apenas
o suoLcntóculo da
economia belavisten­
se, através de finan
ciamentos aos empro­
sários, produtores
rurais, comerciantes
enfim, dos que traba
Iham e produzem, e
também orientador e
incentivador, contan
do para isto com fui
cionários especiali­
zados e que possuem,
sempre as respostas­
para as pcrguntas,as
sugestões, o guia se
guro para o início e
estabilização de no­
vos empreendimentos,
afinal cote é o Ban­
co da produção.
Mas a agência
do Banco do Brasil -
em Bela Vista supe
rou também todas as
espectativas no to
cante a participação
comunitária.
Tendo a frente­
o gerente Antonio de
Castro Vieira, com a
colaboração dos ge­
rentes adjuntos Jose
valdo e Helbert Bas­
so, dos funcionários
Getúlio, Fátima e
demais integrantes -
deste quadro afinado
arregaçaram as man
Jas e implantaram em
nossa cidade a campa
nha contra a fome e
a miséria. E partici
pum decisivamente de
todas as campanhas ,
seja para o Hospital
Asilo, promoções de
eventos, enfim, quan
do se inicia um pro­
grama, um evento, cm
Bela Vista, lá está
o BB e sua tropa de
choque pronta para
vencer desafios.
Por tudo isso,
os funcionários do
Banco do Brasil em
Bela Vista são pes
soas admiradas e que
ridas pela comunida­
de.
"FELIZ NATAL! "
Banco do Brasil Investe US$ 24,2
Milhões em Programa de Apoio a
Micro e Pequenas Empresas
Nomes de Dezem
bro, o Banco do Bra­
sil vai destinar US$
24,2 Milhões ao Pro­
grama de Apoio às M!
croempresas e empre
sas de pequeno porte
- MIPEM - com o obje
tivo de financiar o-=
perações de capital­
de giro e investimen
to. -
Do total de re
cursos, a parcela de
US$ 7,2 milhões des
tina-se prioritária­
mente, a financiamen
tos de projetos d
modernização tecnoló
gica e implementação
de sistemas de ges
tão empresarial, no
âmbito do MIPEM - In
vestimenta, programa
no qual o Banco do
Brasil atua em parce
ria com o SEBRAE.
AS agências do
Banco do Brasil e Es
critórios represen -
tantes do CEBRAE (no
caso do MIPEM-Inves­
tirnento) de todo o
Pais já estão rece
bendo propostas de
financiamento de pro
jetos. Além do MIPE
a empresa interessa­
da ainda tem outras
opções para financia
mento de capital de
giro, nas modalida -
des de crédito fixo
com prazos de 40
dias e tres meses e
crédito em conta cor
rente, com prazo ini
cial de um mes e
prorrogações de até
tres meses, os encar
gos variam de acordo
com as diferentes op
ções.
O Banco do Bra­
sil ainda oferece o
Cheque-Ouro empresa
rial, por meio de
abertura de crédito­
em conta corrente, e
o Arrendamento Mer
cantil, que financia
até 100% do valor de
bens móveis e imó­
veis como veículos ,
máquinas e equipanen
tos (nacionais e im­
portados), com prazo
de quitação de 24 à
36 meses.
Técnicos da á
rea negocial da Supe
rintendência Esta
dual do Banco em car
po Grande, acreditam
numa estimativa de
demanda para o Esta­
do de Mato Grosso em
torno de CR$ 300 mi­
lhões a ser atendida
neste mes de dezen
bro.
Superintendên
eia Estadual do .BB
no MS.
-
Antonio de Castro Vi
eira - Badu .
·-
Sub-Gerente Joseval­
do
Helbert Basso - Beti
nho
E z
§# # .,,
88 já está Operando Linha de
Crédito para Pagamento do
13· Salário das Empresas
O Banco do Brasil já está
acolhendo propostas relativas à
linha de crédito especial para
suprimento de Capital de giro
destinado ao pagamento de 139
salário das empresas.
Os beneficiários da linha­
de crédito são empresas Brasi
leiras de capital nacional, in­
clusive firmas individuais, pri
orizando-se a Assistência às Mi
croernpresas e empresas de peque
no e médio portes, com ramo de
atividade industrial, comercial
ou de prestação de serviços.
As empresas de grande por­
te também poderão ser assisti
das. -
* CONDIÇÕES
O teto para contratação do
financiamento será de CR$ 32 mi
1hões por empresa ou o valor da
folha de pagamento relativo ao
13 Salário dos empregados da
beneficiária (inclusive encar
gos sociais), considerando-se Ô
menor valor.
A linha de crédito terá
prazo mínimo de 3 e máximo de
6 meses, sem carência. Os encar
gos financeiros serão a TR ã
mais juros de 1,172% A.M. para
as Microempresas e Empresas de
Pequeno e Médio Portes, e TR
mais 2,00% para as Empresas de
grande porte. O prazo limite pà
ra contratação dessas operações
será o dia 31 de janeiro de
1994.
Com a reedição dessa linha
de crédito, o Banco do Brasil -
reafirma sua vocação história -
de fomentador do desenvolvimen­
to, viabilizando , com exclusl
vidade, assistência com encar
gos inferiores aos praticados -
pelo mercado.
O Banco
Amigos
do Brasil
e Clientes
Deseja aos
um Feliz
seus
1994!
MOÇÃO ND PREFEITURD DE JIRDIM
Para encerrar o ano o Prefei :o de Jardim Engenheiro José ,~---.--e t __ fi r-~ ~. : -~[;-
Vicente de Sanctis Pires, promoveu um concurso do Funcionário- ~
Municipal Padrão de 1993. i lsfgs- ±=
+- ;===}l Cada Secretário indicou um funcionário de sua pasta e no
sorteio foram agraciados:
Sr. Pedro Gomes da Silva que recebeu como prêmio uma bici
cleta e o Funcionário Simeão Martins Barbosa, a quantia de cRs
20.000,00, ambos ainda receberam urna placa com os dizeres:
Funcionário Padrão/93 ~
Ao Funcionário ..... pelos relevantes serviços prestados-:~
à Municipalidade, com os agradecimentos e gratidão do r ti
:_;;,.
e Engenheiro José Vicente de Sanctis Pires
Prefeito Municipal
Na hora os dois funcionários foram, merecidamente, hornen~.
geados a emoção tornou conta de toda a Prefeitura, pois, humil­
des, os homenageados foram às lágrimas contagiando todos os
presentes.
O ato do Exmo. Prefeito de Jardim foi justo e tornou-se g
rnocionante.
ADMINISTRACÃO PIRES: O CIDADÃO EM PRIMEIRO LUGAR .
EIJMA PIRES, IIRIM VOLT Ã CRESCER

EDIÇÃO DE NTAL,
INFORME TF
UflAI.DINO HOIHUCUE:,
PMA CO'TI!'A A PÉ EM ELA VISTA
Desde o inicio do nno n I t d
ex 's ·m promessas e
uma v!uturn nova para a Polfcla MI Litar de ilela
Vista, ma o ano está se acabando e a PM continua
n pc, no mato e nem cachorro, como diz o ditado -
popular, Usando a frase dita por um amigo esta e
mana: 'Esta viatura deve estar vindo de "pangaré"
para Bela Vista, quem sabe até o final do nno ela
chega" 11
MARGINAIS GOSTAM DE BELA VISTA
o

pnrn lembrar às Autoridades responsáveis pe
la Segurança Pública, até parece que 011 mnrgina­
in gootum de nossa cidade, vira e volta aparecem
por aqui olementoa de alta pcriculosidadc, n exern
plo de pelo menos dois casos rcgiRtrudos csti
nno, o do "Negão" morto em tiroteio com Agentes -
do GOE e n PH no Região das Caleiras e o tiroteio
no Receito Federal entre a PM e a turma do "Vaca
Preta" que foi baleado e preso,
TRAllALllO PREJUDICADO
Semana passada mesmo u Polícia Militar recebeu
informações altamente confiáveis de que um elcmen
to procurado pela Polícia e foragido dn Capital
do Estado estava cm Bela Vista, mas como o velho
"Camburão" estava encostado, em cima dos tocos ,
sem pneus, com a instalação queimada, câmbio pifa
do, sem freios etc,, o jeito foi a Polícia ficar­
torcendo para o sujeito não aprontar nada e se
mandar logo da cidade. Uma vergonha!!
E A REATIVAÇÃO DAS BARREIRAS?
Só paro finalizar o assunto Segurança PÜblica,
apesar de prometida pelas Autoridades do Governo
do Estudo, atê agora as barreiras policiais de
nossa Região não foram reativadas, por enquanto
está tudo como o diabo gosta, sem nenhuma fisculi
zação e com a malandragem deitando e rolando, de
dia e de noite. Depois vêm o Pedro pedir votos p~
ra o Schimidt !
"O AMOR NÃO TEM FRONTEIRAS"
Tomamos conhecimento esta semana do resultado
da campanha de Solidariedade cm prol da Benefi­
cincia Hospitalar são Vicente de Paula, apurado
até o dia 13 de dezembro. O total líquido atingiu
até agora cerca de l.900.000,00, mas os depósitos
em conta corrente, na conta 14.000-7, aberta no
Banco do Brasil, a nosso ver estão deixando a de­
sejar, foram depositados apenas 39.000,00.Parece­
nos que muita gente que pode está deixando de dar
a sua parcela de colaboração ao nosso Hospital
São Vicente de Paula, será que não?
REVEILLON NO GREMIO
Este ano, fugindo um pouco da tradição e tam­
bém dando mais urna vez a sua parcela de colabora­
cão, o Grimio Pedro Rufino estará realizando o
Baile de Reveillon em conjunto com lleneficincia -
·Hospitalar são Vicente de Paula, a animação será
do Musical Master, traje Esporte Fino e as reser­
vas de mesa já estão sendo feitas na Secretaria
do Clube. Vale a pena participar deste baile que
está prometendo ser o maior sucesso do ano, além
do que a causa é nobre.
CÂMARA TEM NOVO PRESIDENTE
O Y.édico e Vereador Fernando de Freitas 'Elias
é o novo Presidente da .arar Municipal de Eela
Vista, ele foi ele!to por c!no votos a quatro na
sessão ordinirta desta terça fefra, dia l4, após a
renúncfa do Presidente Marcos Ilias, cu· prindo un
acordo de cavalheiros que tInha com a sua bancada
naquela Casa, Ao novo Presidente da .Gnara deefa
nos felicidades e sucesso no seu mandato, Ao ex­
Presidcntc ou purabéno pelo cocr~ncla no renunciar
e pelo trabalho sérlo e responsável que desenvol -
vcu em seu mandato.
AS PRÉVIAS O PMDB
De nada adiantou as manobras e as tentativas do
grupo llderodo pelo ex-Conselheiro João Leite Sch!
ntdt, de impedirem a realização das eleições pré­
vins para a escolho do candidato do partido oo Go­
verno do Estado no próximo ano. Como Já hav!m::os
previsto nnterionnente, no hora da decisão pesou o
cncifc do Senndor Wilson Barbosa Martins e o Dire­
tório Regional aprovou, por 43 a 28 votos, a con­
sulto popular nos filiados para saber quem eles
querem como candidato a Governador. Dá para advi­
nhar?
PREFEITO ABRAÃO VOTOU PELAS PRÉVIAS
De parabéns o Prefeito Abraão Zacarias que,aten
dendo no anseio da maioria dos filiados ao PMDB e
nossa cidade, votou pela realização das el~içÕes -
prévias para a escolha do candidato a Governadur
do partido, Também o Prefeito de Caracol, Juvir.o
Godoy, deu o seu voto favorável n consulto popu­
lar. Democracia e respeito a vontade do povo é is
~o Srs. PrefeitLs, é hora mesmo de se acabar com
os tentativas de enfiar candidatos "goelo abaixo"
do povo!!
APOIO À SCIIIMIDT, SÕ ENROLAÇÃO! !
Logo que surgiram os dois candidatos dentro do
PMDB, escrevemos aqui nessa coluna que muitos dos
apoios declarados à candidatura do ex-Conselheiro
João Leite Schimidt era pura enrolnção, "a idéia
de muitos prefeitos é ir tapeando o Pedro para não
perder as obras e dinheiro do Governo do Estado
mas na hora da onça beber água muitos vão bandear
para o lado do "velhinho", dizíamos na época. Mais
uma vez parece que estamos acertando em cheio, a
começar pelo Prefeito da capital Juvêncio Cé&ar da
Fonseca que de "Schimitistn" declarado, votou pe­
las prévias e já está praticamente rompido com Pe
drossian. Como ele, muitos outros que defendiam a
candidatura Schimidt, inclusive o Deputado oka ,
votaram a favor das prévias, defendida por Wilson
e pela maioria dos peemedebistas do Estado, Para­
béns, até o próximo ano e não me queiram mal.
FESTA NA BARRA DO IT
Recebemos e Agradecemos o Convite do Presidente
da Associação de Pequenos Produtores o Assentamen
to Barra do Itá, para participarmos da proroçào que -:­
foi realizada ro último domino no Assentamento
que teve jogos, bingos, churrasco e muitas outras
aLividades. Aproveitamos para desejar pleno ê.~!to
inova Diretoria da Associação.
DEPUTADO PUCCINELLI CONSE(g[]~~ PARA
BONITO UM MODERNO POSTO TELEFÔNICO
Câmara Municipal
de Bela Vista
1 co. ao r ±I6OS
1 o,.b,!x,),,sln•: c-L
,'AO ELAS R'OS DA cCRZ, Presidente da c r,
1
~ ur.tc.:_p,,1 t.1~· t'lu V1~tL11 ~ t.1~.) cL~ 'teo ! (Ctf ,..._,
do Sul, bras'!e!ro, casado, portador da c&do!
de Identidade R m? 03!!31 SSP-MS e CC +
i 146.77.061-87, residente e demte!ltado nessa
j cidade de Eel, Vista, s!to à Rua u!ah n? 728
e de utro J,1 'o a Fira .RÁFIA E FDIIORA APA ,
com sede nesta cidade slto à Rua da Repibltca -
S/, b Irro Centro, inscrita no CCC-F osb o ±
03.201.266/0001-90 e Inscrtção Estadu, 1 n? 28.
059.232-9, ne te ato denominado CO7A!AIO, te
Justo e acertado o presente contrato part!cu -
lar, que reger-se-ão pelas cláusulas e cond!
çôes seguinte;
LÃt'STA PRIMEIRA: Pelo preerte Instruerto e
na melhor forma de direito, contratada a Fira
GRFICA E EDITORA APA, para Impressão de 100
(ce) livros do Rezlrento 'nterno desta Casa Le
gialntivn:
fLAt:Sl'T.J SEGUNDA; O preço tora! da pr<>~tnciio de
serviços do que trata a cláusula acima, será de
CRS 250.000,00(Duzcntoa e cinquenta nfl cruzei­
ros reais), com as seguintes condições de paga­
ento, 50I (cinquenta por cento) do pagamento
no ato da entrega dos serviços e o restante em
30 (trinta) dias;
CLÁL:SL'LA TERCEIRA: O prazo para entrega dos ser
viços, será de 30(trinta) d!as, a contar da da­
ta da assinatura do presente contrato;
CLÁUSULA QUARTA: Da Doteçiio, us Despesar; decor-
rentes da execução dos serviços, hora
1
contratado, correrá à conta do programa do
elemento de despesa 31.3.0. - SERVIÇOS ílE TER­
CEIROS E ENCARGOS, Sub-elemento 3.1.3.2. - OU­
TROS SERVIÇOS E ENCARGOS, constante do Orçamen-
to da Ciimara;
CLÁUSULA Qt.:INTA: A Cã::iara se reserva o direito
de rescindir, unil&teralrnente o presente contra
to de prestação de serviços, independente de in
terpelação judicial ou extrajudicial, sen !nde:
1 nlzar, a qualquer título a CONTRATANTE, ressal-
vado o direito de haveres pelos trabalhos Já
executados;
CLÁUSULA SEXTA: D.:,s Penalidad.os, u CO'.':TRATADA su­
jeitar-se-á a Lulta de valor igual a parcela
mensal, aplicá•:el ã critério da CÃ.'IARA, se os
trabalhos executados conflitarem com as normas ,
legais e regulamentares em vigor e que disso rc
sulte em prejuízo para o órgão; - i
CLÃVSULA SÉTI!!A: Fica eleito o FORO cesta Co=r 1
ca de Bela Vista, para nele serem dirimidas,qua [
isquer duvidas or~undas do presente contrato; 1
E por estarem assim Justos e contratados, as/
sinam o presente contrato, em J (tris) vias di
igual teor, os representantes legais de abas-'
as partes, na presença das testemunhas abaixo. ;
Bela Vista-MS., 19 de Outubro de 1993 1
MARCOS ELIAS RIOS DA CRUZ - Presidente; IVA•Do
PEREIRA - Pela Contratada.
TESTEMUXHAS:
ORLANDA FREITAS DOS SANTOS - l2 Secretária; E!
NANDO JORGE DE BARROS - Vereador; ISRAEL CHAOR
RODA ROCHA - Vereador; LUIZ ALEXANDRE LOUREIRO ,
PALMIERI - ·:ereador
André Puccinelli, De­
putado Estadual Peerede­
bista, muito tem contri
buido com a Administra -
cão de José Arthur Fi
gueiredo, participando
com frequência dos pri~
cipais acontecimentos no
Município, apresentando
ao mandatário do Estado
as reivindicações mais
urgentes.
Atendendo o pedido do
Prefeito, Puccinelli fez
uma indicação através
da Assembléia Legislati­
va ao Presidente da TE­
LEMS, para que a Empresa
construa um novo Posto
Ttlefônico com insta~
çôes modernas e eficien­
tes, fazendo jus acida­
de turística de Bonito •
pois o atual Posto Tele­
f6nico, instalado nas de
pendências da Prefeitura
Jã está superado para a
época.
A resposta veio
-
de
imediato e técnicos do
TELEMS aqui estiveram e
apresentaram a José Ar
thur Figueiredo o proje­
to do novo Posto Telefô­
nico, que será edificado
ao 1ado do Salão Paro­
quial, e contará com GY!
tro cabines, sendo uma
exclusiva para pessoas
paraplégicas.
O parlamentar também
está batalhando junto a
TELEMS pela instalação
de um orelhão do Balneá-·
rio Municipal Rio Formo­
so e um Posto Telefônico
na vila da Ponte do Rio
Miranda(saída para Anas­
tácio), devido o grande
fluxo de turistas, prtn­
cipalmente na temporada
de pesca.
O atuante Deputado
consegiu da CEME ( Cen -
trol de Medicamentos)
grande quantidade de re
médios para a Farmácia -
do Centro de Saúde, além
de marcar presnça nos
principais eventos real!
zados no Município, -
As visitas constantes
de André Puccinelli ao
Prefeito, Vereadores e
u entidades de classe
evidencia sua preocupa
cão com o bem estar do
povo bonitense e por is­
so merece votos de gran­
de estica, sendo um dos
mais dinâmicos represen­
tantes da Região na As
semblêia Legislativa. -
(Firmino de Barros)
Prefeitura Municipal l
de Bela Vista
Oração a querida
mãe N. S. Aparecida
Querida Mãe Nossa Senhora Aparecida
voz que nos ama e nos guia todos os di
a, vos que sois a mais bela de todas as
1
m~es e que eu amo com todo o meu cora -
çao eu vos peço mais uma vez que me aju
de alcançar esta graça por mais difícil
que ela seja, sei que vós me ajudarás e.
me acompanhará sempre atê a hora de mi-
nha morte amém. •
Rezàr: 1 Ave Maria, 1 Pai Nosso 3 di
as seguidos.
Publicar assim que receber a graça-.
Por muitas graças alcançadas.
L.R.
DECRCTO ~"C:-SR0 770 DE 20 DE DEZD!.BR0 Dó 1993
''Dispõe. sobre desapropr!o'lção de â.rc.1".
O PREFEITO Ml'XICI?Al. DE 5EU VIS-ui, ES'!AIJO DE MAIO CROS­
SO DO SUL, no uso de suas atributções lega!s, e
Ccnsidera:id.o o disposto no 1r.c1so X!I, do art.51, da. Lei
~!u:licipal n~ 666 de 05 de abrl de 1990
DECRE I A: '
Art.1 - Fca desapropriado o lote de terreno cuburbano -
deter:!nado sob o n? 313, 12 circunscr!ão zcburbar, ed!n­
do 2501250 etros da frente aos fundos e acs cs lados,per
7""?_, ire+ tsst e a.soo =, e reris<e« <= i:<G
Art.2?- A desapropriação de que trata o ar:!zoanter!sr,
origina-se da declaração de Interesse so!al através do De­
creto 769, de 14 de dcz.cr:bro de 1993, cc base na Le! Fede -
ral n? 4.132, de 10 de setembro de 1962. J
_Mrt.32- A Ingentzação de que trata o !nc!so IV,do ar.
5: da Constituição Federal, te per base aval!aio efetuada ]
!""E2" ts ressr nus ntt», = 1»i
Parágrafo Cnico - A Indentza;ão de que trata o "caput" -
deste artigo, perfaz o ontante de CRS ,300.000,00 (Quatro
Ilhoes e trezentos nIl cruzeiros Reais).
Art.4?- Este Decreto entrará en vigor na data de sua pu-
1lcaçã0, revogadas as dispos!çes c cotrir1o.
Abraão Arroa Zacarias
i"rcfclto ?:Unicipal
HEI.A VISTA - 'NOOS TEROS"
___________ _J

PREFEITURD MUNICIPl·l DE JARDIM
t.REIO 1?_ 09/9 DE O7 DE. DEZEMBRO DE 199.
D!põe sobre abertura de Crédito Adicional Su
p1ementar no Orçamento vigente no valor de cs
862.102,I6 (0It0centos e sessenta e do!s mil,cento
e dois cruzelros teals e dezesseis centavos)
ENG? JOSÉ VICENTE DE SA:CTIS PIRES, Prefeito MI
nlclpnl de Jardim, Estado de Mato Grosso do Sul,no
uso de suas atribuções leais e de acordo com a
Le1 n9! 782/92 e o dl6porto na Le! Orgânica Munfc­
pal de 06 de abril de 1990, combinado ulndu com o
Item III do $ 19 do artigo 43 da Lei Federal n9
.300 de 17,03.64, considerando que na execução do
orçamento tornam-nu Jnauflcicntc.
D E C R E T A:
Art. 1!! - Fica aborto no Orçamento do Município
de Jardim/MS, para o exercfcfo de 1993, um Crédito
Adicional Suplementar no valor de CR$ 862.102,16 -
(Oitocentos e sessenta e dois mil, cento e dois
cruzolroa renis e dezesseis centavos), para refor­
ç0 das seguintes rubricas orcamentárias.
ll.O. 20.06. - SECRETARIA MUN. DE PROMOÇÃO SOCIAL
15.81.021.2.011 - Manutencoo dos AtividodesdaSe-
cretaria
3.1.2.0. - Material de Consumo CR$ 234.705,78
4.1.2.0.- Equtp. e Material Perm. CR$ 38.000,00
15.81.486.2.012. - Manutenção do Pronav Municipal
3.1.J.l. - Remuneração de Serv.Pes.CR$ 119.705,33
Sub-Totol. CR$ )92.411,11
U.0. 20.07. - SECRETARIA UN. DE VIACÃO E ORAS PC
ELICAS
03-07.021.2.016. - Manutenção das Atividades da Se
cretaria
3.1.2.0.- Material de Consumo CR$
Sub-Total................... . CR$
Total de Suplementação CR$
(Oitocentos e sessenta e dois mil cento e dois cru
zeiros reais e dezesseis centavos).
Art.29 - Os recursos paro dor cobertuva e suple
mentacão de que trata o artigo primeiro serão os
provenientes de anulação parcial das seguintes ru­
bricas Orçamentárias.
U.O. 20.01 - GABINETE DO PREFEITO
03.07.021.2.002.- Manutençao das Atividades
469.691,05
469.691,05
862.102, 16

a
cargo do Gabinete
3.1.1.2.-Pessoal Civil-Diários CR$ 4)6,17
).1.2.0.- Material de Consumo CR$ 408,56
3.1.).l.- Remuneração de Serv.Pessoais CR$ 131,65
3.1.3.2.- Outros Serv. e Encargos CR$ 79,37
4. 1.2.0.- Equip. e Material Permanente CRS 750,09
Sub-Total CR$ 1.05,54
U.O. 20.02.- SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO
03.07.021.2.003. - Manutencao das atividades a car
goda Secretaria
J.l.l.2.- Pessoal Civil- Diárias CR$ 189,29
).1.1.3.- Obrigações Patronais CR$ 17.204,66
3.1.J.l.- Remuneração de ser. Pes. CR$ 425,14
4.1.2.0.- Equip. e Material Per. CRS 23.%42.00
Sub-Total. CR$ 41. 761,09
U.0.- 20.03. - SECRETARIA MUNICIPAL DE FAZENDA
13,75.429.1.007. - Campanhas de Lrrad!casão de do­
en,as transmissfvef
3.1.2.0,- Material de Consumo CRt 126,02
Sub-Total.,.................... CRS .j,ô
U,O. 20.06. - SECRETARIA MUN. DE PRO,O SOLA!
15,861.021.2.01l. Manutenção das At!vidade da Se­
cretaria
3.1.1.1.- Pessoal CfvII - Folha CR$ 3.301,45
15.81.486.2.012.- Manutenção do Pronav Municipal
3.1.2.0.- Material de Consumo CR$ 2.964,64
3.1.3.2.- Outros Serv. e Encargou CRS 348,56
15.81.487.2.01.- Programa de Assistência a Cen­
tros Comunitários e Associações de Bairros,
3.1.3.2.- Outros Serv. e Encargos f_Ri 695,41
Sub-Total......···...·...··.......CR$ 7.310,08
U.0. 20.07. SECRETARIA MUNICIPAL DE_ VIAÇÃO E OBRAS
POllLICAS
03.07.021.2.016. - Manutenção das Atividades da Se
cretaria
3.1.1.2.- Pessoal CIvIl - Diárias CR$ 1.285,50
3.1.3.l.- Remuneração de Serv. Pes. CR$ 818,46
3;1.3.2.- Outros Serv. e Encargos CRS 1.016,27
10.58.575.1.0ll.- Pavimentação,Reforma,construção­
de Edificações saneamentos em geral.
4.1.1.0.- Obras e Instalações CR$ 14.165,00
16.88.5)4.2.017.- Manutenção das Estradas Vicinois
3.1.2.0.- Material de Consumo CRS 821,34
Sub-Total. CRS 18.106,57
U.O. - 20.08-SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO
03.09.042.2.018. - Manutençao das Atividades da Se
cretaria
3.1.3.2.- Outros Serv. e Encargos CRS 987,40
Sub-Total. CR$ 987 ,40
U.0.- 20.09.- SECRETARIA MUNICIPAL DE SRV. URBANOS
10.57.459.2.021.- Programa Habitacional de Casas
Populares dos Municípios
3.1.2.0.- Material de Consumo CR$ 5.734,00
10.60.323.2.019. - Manutenção das Atividades da Se
03.07.021.2.005.- Manutençao das atividades a car­
go da Secretaria
3.1.9.2.- Despesas de Exercícios anteriores
CR$................................... 1.221,66
J.2.3.l. - Subvenções sociais CR$ 19.510,00
3.2.6.1.- Juros da dívida contratada CR$ 43.)59,07
3.2.6.2.- Outros Serv. da Dívida contratada
CRS 22.050,00
3.2.6.5.- Juros de outras dívidas CR$ 32.810,48
3.2.8.0.- Pasep CRS 7.671,11
3.2.9.l.- Sentenças Judiciais CRS 9.333,34
03. 07. 024. 1. 001.- Informatização dos Serviços Mu­
nicipais
3.1.2.0.- Material de Consumo CR$ 234,24
3.1.3.2.- Outros Serv. e Encargos CR$ • 74,81
4.1.2.0.- Equip. e Mterial Permanente CRS4.179,22
03.08.031.2.004. - Manutenção das Atividades da Se
cretaria
3.1.1.2.- Pessoal Civil - Diárias CR$ 620,86
3.1.2.0.- Material de Consumo CR$ 37,20
3.1.3.1.- Remuneração de Serv. Pes. CR$ 6.815,65
3.1.3.2.- Outros Serv. e-Encargos CRS 1.251,80
Sub-Total : CRS 149.169,44
U.O. 20.0!:__- SECRETARIA }ílJN. DE EDUCAÇÃO, CULTURA
E ESPORTE
Õ8.41.190.2.008.- Manutenção.do Pré Escolar
3.1.l.l.- Pessoal Civil - Folha CR$ 458,23
4.1.1.0.- Obras e Instalações CR$ 5.790,00
08.42.188.1.003.- Construção,Ampliação,Reforma de
Edificações no Ensino
4.1.1.0.- Obras e Instalações CR$ 157.360,00
08.42.188.2.007.- Manutenção das Atividades da Se
cretarla
3.1.1.1.- Pessoal Civl -- Folha CR$ 392.411,11
3.1.2.0.- Material de Consumo CR$ 765,01
3.1.3.1.- Remuneração do serv.pessoais CR$3.210,00
3.1.3.2.- Outros Serv. e Encargos CR$ 2.42),94
4.1.2.0.- Equip. e Material Peno. CRS 66.648,25
Sub-Total CR$ 629.066,54
.0. 20.05.- SECRETARIA MUNICIPAL DE SACDE E SA­
XEAl-!ENTO
13.75.025.1.008. - Construção, Reforma,Edificações
na Área de Saúde.
3.1.2.0.- Material de Consumo CR$
3.1.3.2.- Outros Scrv. e Encargos CR$
13.75.428.2.009.- Manutenção das Atividades
cretar!a
).1.2.0.- Mat.erial de Consumo CRS
).1.3.1.- Remuneração de Serv. Pes. CR$
~.1.3.2.- Outros Serv. e Encargos CRS
cretario
3.1.1. J- Obr.igaçÕes Patronais CR$ 10,00
3.1.2.0.- Material de Consumo CR$ 985,86
3.1.3.1.- Remuneração de Serv. Pes. C$ 1.949,28
3.1.3.2.- Outros Serv. e Encargos RS I.087.26
Sub-Total CR$ 9.766,40
Total da Anulaçao.... . .. .. .. . .. .. .. CR$ 862. l 02, 16
(Oitocentos e sessenta e dois mil, cento e dois -
cruzeiros reais e dezesseis centavos)
Art.JQ - Esta Lei entrará em vigor na
sua. publicação, revogadas as disposições
rio.
382,95
)01,26
da Se-
642,79
1.283,96
1.391,82
data
em contrá
Gabinete do Prefeito, 07/12/93.
Eng José Vicente de Sanctis Pires
Prefeito Municipal
de
DECRETO K'2 082/93 DE 07 DE DEZEMBRO DE 1993.
Retifica o item XXI do Decreto Ng 078/93
30/11/93 e dá outras providências.
ENGQ JOSf VICENTE DE SANCTIS PIRES, Prefeito Mu
nicipal de Jardim, Estado'de Mato Grosso do Sul,no
uso de suas atribuições que lhe são conferidas por
Lei,
E, considerando ter havido lapso no resultado ,
publicado no item XXI do Decreto ng 078/93 do 30/
11/9),
D E C R E T A:
Art.19 ~ O item XXI do Decreto ng 078/93
30/11/93 passa atar a seguinte redação:
XXI - Eletricista (OI vaga)
19 - Marcirio Ferreira Acosta 59,76 - pontos
Art.29 - Este Decreto entrará em vigor na data
de sua publicação, revogadas as disposições em con
erário. -
Gabinete do Prefeito, 07 de Dezembro de 1993.
Eng9 José Vicente de Sanctis Pires
Prefeito Municipal
de
de
Prefeitura Municipal
de Caracol
DECRETO K'2 083/93 DE 13/12/93.
Dispõe sobre alteração do Horário Coercial -
no mês de dezembro de 1993.
ENG? JOSÉ VICENTE DE SANCTIS PIRES, Prefeito Mu
nicipal de Jardim, Estado de Mato Grosso do SuJ.
usando das atribuições que lhe são conferidas por
Lei e,
Considerando os festejos natalinos e de passa -
gem de ano.
Considerando que a população trabalha no perío­
do diurno sendo imponsibilitados de efetuarem suas
compras:
D E C R E T A:
Art.12 - Fica autorizado o Comércio local a al­
terar o horário de funcionamento, até 31 de dezer­
bro de 1993, de 2~ feira e sábado até as 22 horas,
excetuando-se o dia 25 de dezembro - Dia de Natal.
Art.2g - Este Decreto entrará em vigor n.a data
de sua publicação, revogadas as disposições em con
erário. -
Gabinete do Prefeito, 13 de dezebro de 1993.
Engg José Vicente de Saneeis Pires
Prefeito Nunicipal
LEI N 283/93
Autoriza o Poder Executivo Municipal à lt
e n a r as A c õ vs p e rm a n e n t e s a o M u n i c í p i o d e C a r a -
col !S, Junto a Enersul, (Empresa de Energia
±!átrfca de Mato Grosso do Sul).
O Prefeito Munfc!pal de Caracol, Estado de
Mato Grosso do Sul, Faz Saber a Câmara Mante!
pal aprovou e ele sanciona a seguinte Let,
Art.I? - Fica o Poder Executivo Municipal ay
torizado à alienar 42,450 (Quarenta e duas mil
quatrocentos e cinquenta) ações se..do, 37.925 -
(Trinta e sete, novecentos e vinte e cinco) Or­
dinári.1s e 4.525(Quotro nil, quinhenton e vlntc
e cinco) Preferenciais claoGc "A", pertencente
ao Município de Caracol-S, Junto a Empresa de
Energia Elétrico de Mato Grosso do Sul._
Art.29 - 0 preço mínimo para alienação das
referidas Ações será de CR$ 43.00(Quarenta e
três cruzeiros reais);
Art.3g - A receita auferida com a ol1enaçâo,
será destinada ao pagamento parcial do l)Q(décl
mo terceiro) salário dos servidores Públicos !y
nicipais.
Art.4g - Esta Lei entrará em vigor na data
de sua publicação revogadas as disposições em
contrário.
Poço Municipal 08/12/93.
PORTARIA N? 047/93, de 15/12/93
O Prefeito Municipal de Caracol, no uso de
suas •atribuições legais e, em especial, no que
se contém no Artigo lQ do Lei Municipal n2 283/
93, resolve indicar, o Sr. Jairo Godoy, Carlos
Roberto Hespporte, e João Renato Ocampos, para
constituirem, sob a presidência do primeiro, a
Comissão Especial para avaliação da Enersul S/A
de propriedade desta Prefeitura Municipal.
Esta Portaria entrará em vigor na data de hg
je, devendo ser afixada, por cópia, no quadro -
de aviso desta Prefeitura.
Juvino Godoy - Prefeito Municipal
LEI N9 284/93.
Altera a Lei Municipal nq 279,de 30 de ju­
lho de 199J, que autoriza o Poder Executivo a
contratar parcelamento da dívida para com o Fug
do de garantia ao Tempo de Serviço - FGTS, e dá
outras providência.
O Prefeito Municipal de Caracol, Estado de
Mato Grosso do Sul, face saber que a Câmara !fu­
nicipal decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art.1g - O Art.1g da Lei Municipal 279 de JO
d: julho de 1993, passa a ter a seguinte reda­
çao.
Art.I9 - Fica o Poder Executivo autorizado -
em nome do Município de Caracol, contratar par­
celamento da dívida para com o FCTS, através da
Caixa Econõmica Federal - CEF, na foma da Reso
lução n9 100/93 de 26/05/93(D.O.U. 02/06/93) d;
Conselho Curador do FGTS, dívida equivalente a
CR$ 5.622. 444.220,05 (Cinco bilhões, seiscen -
tos e vinte e dois milhões, quatrocentos e qua­
renta e quatro mil, duzentos e vinte cruzeiros
e cinco centavos),valor atualizado até 30/07/9).
Art.29 - Esta Lei ratifica os artigos 2 a
59 da Lei Municipal 279, de 30 de julho de 1993.
Art.39 - Est~ Lei entrará em vigor na data
de sua publicaçao, retroagindo seus efeitos ã
data de JO de julho de 1993.
Art.4g - Revoga-se as disposições e contra
rio.
Paço Municipai de Caracol, 07/11/93.
Edital de Proclamas
JANILDE ROSA DOS SANTOS, Ofic1ala do Cartório
de Registro Civil desta cidade de Bela Vista-M5,
FAZ SABER a todos quanto o presenta Edital de
Proclamas virem, que apresentaram os documentos
exigtdos pelo aritgo 180 do Código Civil Bras1 -
leiro incisos I-II-IV e V e pretendem se casar:
FELICIANO GIENEZ e NILZA ROMERO MARTINS, a­
bos brasileiros, domiciliados e reside.ntes nes­
ta cidade, ele, viúvo, Lavrador natural de Bela
Vista-MS., filho de Justa Pastora Gimenez ela,
solteira, lides do lar, natural de Bela Vista-MS
filha de Guilherme Martins e Matilde Ifran Mar­
tins.
Se alguém souber de algum impedinento, que se
oponha na forma da Lei.
Belo Vista-MS., 20 de dezembro de 1993.
JANILDE ROSA DOS SANTOS
Oficiala
FELIZ 1994 J

P.Ol<;ÃO OJ: flll'i'/T, DEZ/1993
PINA - 05
.. --------
-------------------------
f UNDO DE ISSISTÊNCII SOCIAL ENTREGI
40 ÓCULOS A IDOSOS CRENTES
No último dia l6, Quinta-Feira, o Fun
do de Aitencia Social (FAS) de Bela vis
ta, dirigido pela Primeira Dama Olga Dian=
chi Zacarias, entregou à idosos carentes -
cadastrados no "Projeto Esperança", 140 pa
re de óculos adquiridos com recursos 1e
vantados na Campanha para doação de óculos
desenvolvida pelo "Projeto Esperança" que
é coordenado pela Sra. Maria Consuelo Al
me ida da Cruz. -
'er, Fernando de Frettas,Gerente do1Atonto de Castro letra
FeTe[to Abraão Zacarlas_Dona Olga e varlos colaboradores.
A Campanha para doação de óculos teve
uma grande aceitação pela comunidade bela­
vistense, dezenas e pessoas deram a sua
parcela de colaboração para mais essa ini­
ciativa dentro da área social do municí
pio. Nomes de novembro os idosos com pro=
blemnas visuais foram submetidos a exames -
oftalmológicos patrocinados pelo Fundo de
Assistência Social, e constatada a necessi
dadc de utilização das lentes, todos rece=
beram seus óculos através do programa deno
minado "Faca da Noite um Dia". -
Participaram da entrega dos óculos aos
idosos o Prefeito Abraão Zacarias, la Dama
Olga, Coordenadora do Projeto Esperança
Consuelo da Cruz, Presidente da Cãmara Mu­
nicipal Marcos Elias , Vereadores Fernando
de Freitas, Fernando Jorge, Israel Chamor­
ro, Secretários Municipais e dezenas de co
laboradores da Campanha para doação dos ó=
culos que, segundo a coordenadora do Proje
to Esperança, "tiveram uma participação i~
prescindivel para o sucesso da Campanha".
_) 1
(;,
~·, .... , ..
. ~.;-/,,,• .
1,2,
" t E-
- A...port.ir_'g.artidy.ioda_countco. 'o._lerbrt. pel
.-.- Vereador Marcos Rl, que falou em noe da Coordenador.a 'o
! E %
A »retora do AS, ona o1g.a,hocngetuo_tgoso_engrado.. esforço, a união e a dedicação de toda a
rosa sr a[s dos@oPro[e@oEsj@ruga vresente ,_dr l!} equipe do Fundo de Assistência Social do
~ HOMENAGEM AOS IDOSOS nosso município e a colaboração de toda a
comunidade, por isso deixo aqui, em nome -
do Prefeito Abraão Zacarias, da Dona Olga,
e da Dona Ináh, a Sra mais idosa aqui pre­
sente, o agradecimento à todos que colabo­
raram com essa campanha" disse o Vereador.
Marcos Elias lembrou também que em
reunião anterior com os idosos do Projeto­
Esperança feito o compromisso, em nome do
Prefeito Municipal Abraão Zacarias,de que
mesmo se a campanha não arrecadasse um cru
zeiro sequer os óculos para os idosos se
riam entregues nesta data, de qualquer ma
neira, para isso tinhamos a garantia de
que esse compromisso seria cumprido pelo
Prefeito Municipal", destacou ele, para a­
plausos das centenas de idosos presentes.
Em nome da Coordenadora do Projeto Es
perança, Marcos Elias finalizou deixando~
agradecimento especial à todos, indistinta
mente, que participaram da Campanha para
doaçao dos oculos, definido por ele como -
"um ato muito bonito de caridade e de con­
fraternização em benefício dos idosos de
nossa cidade".
Antes de dar início a entrega dos cg
los a la Dama Olga Bianchi Zacarias fez
uma homenagem à todos os idosos presentes,
entregando uma rosa à Sra. Adélia Moraes ,
a mais idosa, com 87 anos de idade, que
foi escolhida para representar todos os i­
dosos do "Projeto Esperança"
PALAVRAS DA 1~ DJMJ OLGA ZACARIAS
rem o Espírito fraternal contribuiram de
finitivamente para o êxito desta campanha.
Equipe do Fundo do Ação Social e e~
especial a coordenadora do Projeto Esperan
ça, Consuelo da Cruz pelo trabalho cn fil
vor dos nossos idosos...
Meu companheiro, Prefeito Abraão Zaca
rias, incannivcl colaborador cm todas ai
nossan promoções ...
Autoridades presentes,
Idosos do Projeto Esperança - motivo
do orgulho da gente belavistense pela his­
tória de lutas e experiências que tanto
nos enriquecem e são a legitima herança des
ta terra... -
Hoje, já vivendo o espírito de união,
paz e fraternidade do Natal, sinto-me emo­
cionada ao entregar 165 óculos àqueles que
mesmo vencidos pelo tempo mantém acesa no
olhar a chama da esperança, lutando por en
xergar ainda as belezas do mundo e as gran
dezas da alma humana.
Rogo a Deus que possamos sempre olhar
pelos nossos idosos com o carinho e a dedi
cação que eles merecem e que nunca lhes
falte na velhice: o amparo, o carinho, a
atenção.
Agradeço em meu nome e de toda a mi
nha equipe à todos voces pela confiança q/
depositaram no Governo de Abraão Zacarias.
Juntos, vamos fazer uma Bela Vista feliz.
Boas festas, saúde e paz.
Muito obrigado.
• Olga Zacarias - Diretora do F.A.S.
AGRADECIMENTO AOS COLABORADORES
O Vereador e Presidente da Cãmara Mu­
nicipal de Bela Vista, Marcos Elias da
Cruz, falou em nome da sua esposa e coorde
nadora do Projeto Esperança, Sra. Consuelo
Almeida da Cruz, ele agradeceu o carinho -
manifestado por todos que colaboraram pa
ra a realização desse trabalho e ajudaram=
para que todos os obstáculos fossem ultra
passados, tornando possível o sucesso des­
sa campanha e a dos óculos aos idosos.
-- (,
' •
' •
meida da Cruz pelo seu trabalho, a senhora
r e a l m e n t e demonstrou n e s s e u m a n o d e A d m i -
nitração Abraão Zacarias, mesmo com tod.
as dificuldades que estamos nfrentando,to
da a sua capacidade competência na Admi­
nistração do Projeto Esperança, programa -
esse onde voces mais idosos são olhados c/
carinho e como xoplos de um futuro me
lhor para Bela 'Vista", ressaltou Zacarias,
1
!
1

./
A l? Dama Olga Bianchi Zacarias foi a
primeira a falar na solenidade de entrega­
dos óculos aos idosos carentes de nossa ci
dade, abaixo, na íntegra, o pronunciamento
da Presidente do Pronav Municipal e Direto
ra do Fundo de Assistência Social de nosso
Município, responsável pela campanha de
Doação de óculos.
" Meus amigos da comunidade belavis
tens~, responsáveis em grande parte pela -
realizacão deste evento, que ao mostra
PREFEITO ABRAÃO ZACARIAS
"Hoje é um dos dias mais felizes des­
se primeiro ano da minha administração que
começou no dia lo de janeiro" disse o Pre­
feito Abraão Zacarias ao iniciar suas pala
vras na reunião de entrega dos óculos· aos
idosos, "vejo aqui nos olhos dessas pes­
soas que fizeram a história de Bela Vista­
as suas felicidades por estarem sendo olha
das com carinho por essa equipe responsá -
vel pelo Fundo de Assistência Social" con
tinuou o Prefeito. -
Abraão parabenizou a Sra. Consuelo A1
os
Abraao disse ainda, "estamos hoje a
qui entregando mais de 150 óculos à essas
pessoas que possuem em suas vidas uma espe
rança de enxergar melhor, nós temos mais
de 30 cirurgias para serem encaminhadas ,
voces, que por enquanto não estão receben­
do os óculos porque precisam dessas cirur­
gias, podem contar que a partir de janeiro
estaremos encaminhando voces à Campo Gran­
de, para serem todos atendidos dentro do
ano de 1994", enfatizou o prefeito e rea
firmou o compromisso "até o final do ano
que vem, nesta data, ao estarem se despe -
dindo do ano de 1994, todos os idosos do
Projeto Esperança já estarão dentro da Ca-
sa de Convivência do Idoso, "esse é um
compromisso que fiz na minha campanha e
vou cumprir, se Deus quiser, no ano de
1994" assinalou Abraão.
O Prefeito Municipal de Bela Vista fi
nalizou suas palavras destacando o fato
das contribuições para a Campanha de doa
cão de óculos terem alcançado um número -
suficiente para atender todas as necessida
des, considerando esse fato como reflexo=
da credibilidade da comunidade belavisten­
se cm sua administração. Abraão Zacarias -
se despediu dos idosos e da equipe do fun­
do de Assistência Social do Município, de
sejando um feliz Natal e Próspero Ano Novo
a todos.
OS COLABORADORES
A pedido da Diretora do Fundo de As
sistt:,1cia Social do Município de Bela Vis­
ta, la Dama Olga Bianchi Zacarias e da Co­
ordenadora do Projeto Esperança, Sra. Con­
suelo Almeida, publicamos abaixo relação -
das pessoas sue deram a sua col~boração pa
ra a Campanha de Doação de óculos aos Ido=
sos Carentes de nossa cidade.
são eles:
Prefeito Abraão Zacarias; Vice-Prefeito
Sidney Nunes Leite, Presidente da Câmara -
Marcos Elias Rios da Cruz, Secretários Mu
nicipais - Ayres Cafure, Edvaldo Pereira=
de Carvalho, João Kalife, Nilio Diório E­
vilásio Nunes de Miranda, Paulo Mello, ve­
readores Fernando de Freitas Elias, Israel
Chamorro da Rocha, Fernando Jorge de Bar
ros, Orlanda Freitas dos Santos, Gerente=
do-Banco do Brasil Antonio de Castro Viei­
ra "Badú", sub-gerente Josevaldo, Jornalis
ta Ivaldo_Pereira e Estela Pereira, Horter
cio Capilé Escobar, Joel Ferreira 0campos
Nelson Matoso, Moacir Paredes, Soliman Te­
bichrane, Edson Cezãrio da Silva, Maurício
Rocha Ortiz, Gentil Vargas da Rosa, Jair
ena Barreto, José Luiz Lopes, Paulo Dan
tas, Padre Nilo schlickmann, Sras. Lenita
Kaiife, Hei! Delvales, Glaucia Bienchi -
=crias, Timara de Barros, Eliza Zacarias
Marizeth Oliveira Gonçalves Rodrigues, E1
pidia !iranda,_Firmina Miranda de Melo, ve
ra Salomao, Inah Cardinal, Ana Paredes T­
landa Gonçalves, .Jandira Rojas, Lad.ir Ri;~
de Carvalho, Laura Cafure, Marieida Lino
Nunes, Hepher Gideoni Rodrigues Elias, à
essas pessoas Deus lhe pague.
Ao final dos pronunciamentos os ido­
sos foram sendo chamados um a um e, sem­
pre com um sorriso estampado nos rostos e
palavras de agradecimento à equipe do Fun­
do de Assistência Social, todos recebi -
os seus oculos. eram
(Fotos e Reportagem Ubaldino Rodrigues).

E.D1,O DE NATAL
P{G1+
-----~-----
ELEITO O FUHCIOHÁRIO PADRÃO DA PREFEITURA MUNICIPAL
SÉRVULO PEREIRA BAMBIL FOI O GRANDE VENCEDOR DO CONCURSO
Instituído pelo Prefeito Municipal A
braão Zacarias neste seu primeiro uno de
Administração, o Concurso para a escolha -
do funcionário Padrão de 1993 da Prefeitu­
ra Municipal de Dela Vista, teve como ob­
jetivos principais homenagear os servido -
res destacando suas qualidades Administra­
tivas, incentivar a assiduidade ao traba -
lho, o zelo pela coisa pública e a presta­
c::io de um bom atendimento à população.
O Concurso movimentou a classe do fun -
cionalismo municipal nas últinas semanas e
culminou com uma eleição onde cerca de trc
zentos funcionários que compareceram ao
Grêmio Pedro Rufino votaram para escolher
o funcionário Padrão entre os 12 candida -
tos apresentados.
Participaram do Concurso, como candida­
tos a Funcionário Padrão de 1993, os se
guintes servidores: Anselmo Costa Lima, Al
bcrto Cleir Torres, Braulino Paredes, cãn=
dido Medina, Francisco Garahi, Fábia Bal -
buena de Souza, Hugo Pinto Rocha, José Mo­
reira da Silva, Lourdes A. Cunha dos San -
tos, Ramão Conceição Almiron, Ramão Godoy
e Sérvulo Pereira Bambil.
Desde às 18:00 horas do último dia 17
já era grar.de a troviirc.ntacãode funcionários no
salão do Grêmio Pedro Rufino, onde estavam
instaladas as urnas de votação e as respec
tivas mesas receptoras de votos, a cernis=
são responsável pelo concurso, composta pe
los Secretários Municipais Evilásio Nunes
de Miranda, Paulo Melo e João Kalife, coor
denavam com eficiência e habilidade a votã
cão, no total depositaram seus votos nas
urnas 291 funcionários públicos municipais,
sendo que participaram da eleição desde os
funcionários mais humildes até os integran
tes do primeiro escalão do Executivo Muni=
cipal.
Exatamente às 20:00 horas teve início a
apuração dos votos, a expectativa era gran
de entre os concorrentes, todos confiantes
numa boa votação, o resultado final apon -
tou a vitória, merecida, do servidor Sérvu
lo Pereira Bambil, que teve 94 votos, fi =
cando em segundo lugar o servidor José Mo­
reira da Silva, com 46 votos e em terceiro
a funcionária Fábia Balbuena de Souza, com
39 votos. A vitória de Sérvulo foi muito
aplaudida por todos os funciondcios e fami
liares presentes ao Grêmio Pedro Rufino ,
numa demonstração de reconhecimento aos mé
ritos do funcionário que é muito querido -
por todos os seus companheiros de serviço.
Sérvulo Pereira Bambil, funcionário da
Prefeitura há mais de 12 anos, atua no se­
tor de limpeza do Paço Municipal e ao lon­
go desse tempo sempre destacou-se pela pon
tualidade, dedicação, cordialidade e res -
ponsabilidade no serviço, possuindo ainda
uma grande amizade com todos os seus cole­
gas, ele recebeu pela vitória no Concurs~
o Prêmio de 22 mil cruzeiros reais, corres
pondente ao 14 salário, um rédio AM/FM e
o Diploma de Funcionário Padrão de 1993
das mãos do Prefeito Abraão Zacarias.
Emocionado, ele agradeceu aos seus co~­
panheiros os votos recebidos, saudou a Ad­
ministração Abraão Zacarias e desejou um
Feliz Natal e Próspero Ano Novo à todos.,
Autoridades Presentes
Após a escolha do Funcionário Padrão
foi composta a mesa das autoridades com as
presenças do Prefeito Abraão Zacarias, Pri
meira Dama Olga, Vereadores Marcos Elias
(Presidente da cãmara) ,Fernando de Freitas
Elias, Israel Chamorro da Rocha, Fernando
Jorge de Barros, Secretários Municipais Né
lio Diário, João Kalife, Evilásio Nunes de
Miranda, Assessor Jurídico da Prefeitura
Kleber Loureiro Medeiros,
Também fizeram uso da palavra o Presi
dente da câmara Municipal Marcos Elias
Rios da Cruz e o Secretário Municipal de o
bras, que falou em nome de todos os Funci
nários Públicos Municipais. Em seguida
Prefeito Abraão Arrnoa Zacarias deu início
ao seu pronunciamento afirmando: "Cumpri -
mente à todos com a alegria de estar entre
amigos que ao longo deste ano dividiram sa
crifícios, compartilharam vitórias, muitos
destes, companheiros de trabalho desde a
primeira Administração, outros, novos alia
dos na árdua tarefa de promover novos tem­
pos para o Municipio".
Na Página o ... , na integra, o Pro -
nunciamento de Prefeito Municipal por oca
sião da eleição do funcionário Padrão e
festa de despedida desse primeiro ano de
seu mandato:
Desde às 18:0 horas jd era ui'!e n u
mero de Fu!!"h"1t-""" ftt"""""!t"e''
Vista do Grêmio Pedro Rufino totalmente
lotado pelos Servidores Municipais
Os candidatos à Funciondrio Padrdo, cor
o Prefeito Abraão e Dona Olgc
-~ 1
__ A_Comtssão responsável pelo concurso dá
inicio a apuracao dos votos
' .
.
-
_...
1
":'
-
.___

f
=
71'·
--
L
José Moreira da Silva foi o 20 colocado
A funcionária Fãbia Balbucna de Souza -
foia terceira mais votada
Prefeito Abraão Zacarias fez uma uma exalta
trabalho em suas palavras aos servidors
"
3
z.% ,
#:
a-
Mais de cem premios foram sorteados en-
~ s funcionários publicas municipais -
-K
.,
Centenas de prêmios foram
tre os funcionários PÚblicos

ELEITO O FUNCIONÁRIO PADRÃO DA PREFEITURA MUNICIPAL
SÉRVUL.O PEREIRA BAMBIL FOI O <iRAHDE VENCEDOR DO CONCURSO
07
n

'
.(
t.. ---~----
Prirreira Da:ma Olga.em seu pronunciamento
valorizar o ontem; man obre udo, cCrtruir,' Cor çaremos um ano rovo de fato. Vence
P
-,·,me·,ra Dama f,.ala no presC"nto O nos:;,o <1:
1
:ir.h,.Ã. :;o::; Ofl ;-o~L'!':to:- :-,,iG u:.fíc,'!,. €' ~lH1tô!' i:'1.!,
" Quo cada um de você, funcionar!os ocu- ciaremos uma nova caminhda. O futuro esta
pantes de cargos de confiança, concursados ao nosso alcance, basa acreditr e fazer•
aos F
-. ·unc•,on· a' r•.,us· quç, dca mr,C"nh,ir·i Cc1rgo:; doG
1
' i'.; huniltl0G - Doa::; Fczt.as, !:iuúdc e Pro:·;pr-ríd<1dü j t<ido•·
uon mt1iJ gruclud<lo~ t()nhill1 concciêncLJ. a p ,. •
« e reen s -is± Grande Sorteio te 'rêmits A festa era mesmo deles, além da esco-. do sempre com afinco, seriedade e amor;cui y il y '' , J l
lha do Funcionário Padrão, os Servidores - dando do patrimônio público, prestando um
participarnm ainda de um grande norteio de bom atendimento a comunidade, exercendo a
pr~mioo promovido pelo Prefeito Municipal pontualidade e presteza no trabalho. Que
Abraão Zacarias. Antes dos sorteios a Pri- nossas viaturas e prédica públicos sejam -
melra Dama Olga Bianchi Zacarias usou da bem cuidados; só e façam gastos estrita -
palavra para expressar o seu sentimento de fficntc neccsa~rios e autorizados. Que haja
gratidão à classe do funcionalismo munici- harmonia no ambiente de trabalho e o bem -
pal, definida por ela como "parceiros de comum esteja acima de todos os interesses
trabalho e participes de todas as nossas - pessoais.
promoções em favor da população mais carcn Em contrapartida, no próximo ano vamo'­
tc do nosso Municlpio". Diasc a Primeira::- dotar a Prefeitura de uma melhor infra-es­
Dama e Diretora do Fundo de Ação Social do trutura, iniciando a modernizaçao da m~qut
Municlpio, em suas palavras: "Ao lembrar - na administrativa e dardo o::; primeiros Pª.!!
de tantos pais de famílias e mulheres que sos na informatização. O funcionários da
não tem a oportunidade de produzir para o limpeza pública serão uniformizados. Novas
sustento de seus filhos e hoje não poden - vidturas serâo adquiridas e d frota melho­
estar aqui comemorando conosco a confrater rada. Continuaremos a po1itica ne valoriz~,
nização do trabalho, peço, em especial : ção do servidor implantando o p~ograma de
que cada um valorize a sua oportunidade , qualidade administrativa, efetuando com ri.
trabalhando com amor e dividindo sempre 'gor os pagamentos e contemplando os ãescm-
com fraternidade o seu pão de cada dia. penhos.
2 preciso lembrar que mesmo diante de
tantas dificuldudes, premiados que fomos -
por uma herança de caos administrativo e
financeiro deixada por meu antecessor, con
seguimos até o final de dezembro pagar 16
folhas e meia, além de negociar. O fundo -
garantia de todos os servidores que jamais
havia sido recolhido, negando-lhes um bene
fício incontestável. Mesmo à custa do sa
crifício de tantos companheiros que carre­
garam nas ruas nossa bandeira promovemos o
concurso público, com o firme propósito de
resgatar a justiça administrativa e enxu -
gar a máquina do Municíoio. Todos os funcioná
rios contra ta dos foram dis=nsados e indenizados.
Restituiu-se a dignidade do servidor e-o sru crédHc,.
Gostaria de anunciar que no próximo dia
21 efetuaremos o pagamento do 139 salário
dia 03 faremos uma reunião de trabalho pa­
ra a qual todos erão convocados.
Continuaremos prestigiando o trabalha -
dor, dando exemplos de dedicação, honesti­
dade, trabalho. Exigiremos o cumprimento e
ficaz das responsabilic1ades, sob pena de
punição. Que a nossa AC1J11inistração seja
uma via de mão dupla por cnde transitem em
igualdade de condições os direitos e os de
Agradeço, na qualidade de trabalhadora veres.
do Fundo de Ação social, 0 continuo aapoiol Que nenhum servidor pratique a política
do meu companheiro e Prefeito Abraão Zaca- pessoal; que todos rrahalhem em nome do go
rias, um lutador, um persistente, um gran- verno dos Novos Tempos e, de Bela Vista. -
de amigo do trabalhador e da gente belavis O Concurso funcionário padrão terá con­
tense. A minha equipe do _F.undo de Ação S- tinuidade, valorizando a qualidade adminis
cial, que nunca mediu esforços na promoção trativa. Aos que este ano foram indicados:
da Justiça Social, trabalhando com alegria os cumprimentos da Administração e o apelo
e harmonia em prol de Novos Tem~os. para que jamais arredem-se dos princípios
Deixo à todos uma palavra de agradeci - . ...c1ue os fizeram merecedores.
mente e os votos de que Deus à todos aben- r--------------------------------------------------11!'
coe com a saúde, o melhor de todos os· ins­
trumentos de trabalho. Que com dedicação
todos consigam ser prósperos. A fraternida
de e o amor os faça felizes em 1994".
Boas Festas.
Pronunciamento do
Prefeito Abraão Zacarias
lt· :~.
-

,
.r
..-'
PM Promove lmno de Canratriza?
A Polícia Militar de
Bela Vista promoveu no
~ltimo domingo, dia 19 ,
na bonita sede social do
60 Esporte Clube, um al­
oç0 de confraternização·
entre os Policiais M1li-
tares de Bela Vista e Ca
racol, locados no 2g Pe­
letão PH, e seus fa:nilia
res, além de Policiais=
Civis de nossa cidade.
Estiveram presentes -
ca:nbém o Delegado de Po­
lícia de Bela Vista, Dr.
Renato Cesar Pereira, o ,
Defensor Plico Dr. Wal ,
:nir Ta borda, o Sub-Coma; ,,
dante do IOg RC MEC -
jor Bayard, Vereador No= r
diel, de Guia Lopes da
Laguna, entre outros.
Antes do almoce foi -
realizada uma partida de
futebol entre uma equipe
_ da Polícia Milit.;r e uni
misto de atletas do Ses-
Apó os rnunciameros chegou o momen­
to aguardado com expectativa pelo funciona
lismo público municipal, o sorteio de mai:
de 100 pr6mlos ofcrcciao::i pelo Prefeito A­
braão Zacarias e, segundo a sua asso
ria, adquiridos com custo zero para os co -
fros públicos municipais qracas a criativi
dado do Chefe do Excu ivo. Geladeiras, te
levisores à cores, jogos de cadeiras, me -
as, colchões, ventiladores, liquidificado
res, ferros elétricos, jogos de panelas ,
camas, conjuntos de sofá, bicicletas femi­
ninas e masculinas, enfim, foram no total
101 prêmios sorteados entre os funcioná
rios que participaram da eleição do funcig
nário padrão, pois no momento cr.1 que idm
votando eles recebiam um cupom para ser de
positado na urna do sorteio. -
Importante ressaltar que todos os prc -
mios oferecidos pela Prefeitura Municipal
aos funcionários públicos municipais foram
adquiridos na loja do "Ponto Certo" àe no_§
sa cidade tendo em vista que a loja foi a
que melhores preços oferece para a aquisição dos
prios pela Prefeitura. Como forma de re­
conhecimento pela preferência dispensada -
ao Ponto Certo e gerente local da Loja ,
Joel, fez a oferta de um ventilador arno ,
três velocidades, para ser sorteado também
entre os servidores públicos municipais
premiando com isso mais um funcionário,
8aie Encerra a festa
Depois de elegerem o funcion,.1rio pddr.:io
do sorteio e participarem do sorteio de
prêmios, os servidores públicos municipai"
puderam desfrutar ainda de um grande baile
animado pelo excelente conjunto musical
"Colibri", de nossd cidade. Foi realmente
uma noite inesquecível para a classe do
funcionalismo pGblico municipal, pela pri­
meira vez na história da admíni:.tração pú­
blica de nossa cidade foi promovido o con­
curso para a escolha do funcionário padrão
e também inédito o grande sorteio de prê -
mios entre os funcionários do Executivo
abrangendo todas as Secretarias e autar
guias. De parabéns o Prefeito Abraão Zaca­
rias e toda a sua equipe pelo carinho e re
conhecimento ao trabalho e a dedicação dos
nossos funcionários.públicos municipais ,
eles realmente merecem toda essa atenç3~ -
dispensada. (Fotos e Reportagens Ubaldino
Rodrigues)
"Peço inicialmente que todos acolham um
lbraço fraterno e o reconhecimento à toda
:iedicação, apreço e afinco depositados 110
cotidiano no exercício da função que lhes
'foi confiada.
Quero fazer desta noite uma exaltação -
• ~o trabalho, porque é pelo trabalho que
'•,1J· transita a solução para a crise ••• t pelo
trabalho que o homem se torna nobre e dig­
no e, sõmen te por ele, se faz história. s
Credencio-me para fazer ste depoimento
• porque sou um cidadão de origem humilde
1 um filho trabalhador desta terra e do ve.-
1 lho Sebastião Zacarias, que, timbrado pelo
•:l,!1 j suor do trabalho nos campos e atrás do bal
, cão de um açougue conquistou a maior gló -
1 ria de um cidadão: Governar por duas vezes
1 o seu Município.
Posso hoje, com a consciência de ter
sempre lançado ao solo sementes, da hones­
tidade e do trabalho, colher e dividir com
esta comunidade os frutos do progresso, da
realiza~ão pessoal. Este é, meus amigos, o
maior tesouro de um homem: um passado de
lutas, sério, digno.
Na reflexão que intercala esta festa ,
revejo tantos momentos de dificuldades vivi
dos ... Uma. história que certamente se repe
te a alguns de vocês que hoje também ini -
ciam a sua carreira ... Sei que para se com
preender a vida devemos sempre mencionar e.
1--------------------------_J
. ,,
_,;
Policiais do 20 Pelotão PM durante o almoço de confraterniza­
cão na sede do Sessenta Esporte Clube
senta, veteranos e fan - pelo placar de 4 x 2, o
cionârios da Prefeitura éestaq ... e da partida foi
Municipal, apesar da ida e cen troavance "Pancho"
de de alguns de seus a= que .ossinalou dois gols,
tletas e da forme. física sendo um de cabeça.
não muito em dia, alguns Segundo declarações -
até com a barriguinha - os próprios atletas da
be avantajada, o nisto P, 'a decepção da parti­
do Sessenta, Veteranos e da foi o goleiro Del
funcionârios da Prefeitu que. que serve no desta­
ra derroto, o time da pj cacento de Caracol e q.c
chcgoo com aa "panca" de
:neter medo no Tafarel e
pose digna dos galâs de
TV, oas na hora do vamos
ver, das cinco bolas cha­
tadas para o seo gol, una
batea na trave e quatro -
foi parar no fundo dá
rede.
Ainda bem que tudo era
festa.
O Coandante do 22 p
1orão P, Tenente vi112
santi Roeiro, agradece
a Diretoria do Sessenta
Espprte Clube por terce
dido a sede e à todos -
que colaborara para a
realização do almoço de
confraternização da ?ol!
cin Militar. -

T • T 1 li / _ f1,-,_f:_/_ V r //l'J _/_ M:; _ ,rgmm 'l'JI íHIIIH_ll/ J,'JION __ I· •. ~- _ :- _ _ , _
$q
,-_·t:f -~
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S E o· POV(f COMEMO RIM O NITIL
DIM YOLTI I CRESCER COM O POVO MIIS FELIZ
l
íl
1

Milhar s de pessoas, adultos e crianças,
participaram no Ginásio de Esportes Ticão,
da !ta natalina promovida pelo Prefeito
José Vicen e Pires e Dona Maria de Lourdes
Pires. Quantos eram? Cinco mil? Seis mil?
Não importa, pareciam milhões, olhos bri -
Lhante de felicidade, corações emociona -
do, pessoas simples, gente do povo, povo
de ires, povo feliz.
Ai está a diferença, Pires e Lourdes
ão felizes distribuindo felicidade.
O Ginásio abriu suas portas, todo deco­
raio com motivos natalinos, para acolher o
povo que caminha, o povo que acredita, o
povo de Jardim.
O Prefeito falou, do jeito que o povo
gosta, [alou com o coração, sua maneira de
ser, falou dos objetivos de sua Administra
ção, do que foi feito, do que é preciso fa
zer, com seriedade. Jardim cresce, acida­
de que mais cresce no Sudoeste e Frontei -
ra, os desafios são imensos, mas a vontade
de realizar, de fazer, superam os obstácu­
los.
Pires gosta de vencer desafios, até mes
mo a descrença dos intolerantes, dos - que
teimam cm permanecer na escuridão da criti
ca ferina, mas ele perdoa, sabe que a mar­
cha da história é inexorável, Jardim ca­
minha para o seu destino de grandeza. O p~
vo, O povo de Pires, não aceita o pensar -
pequeno, Jardim não quer os seus filhos
pensando pequeno.
O Prefeito lembrou das crianças, do que
está sendo feito para atender aqueles que
herdarão os frutos do trabalho de hoje, e
trabalharão amanhã para que os seus filhos
e os filhos de seus filhos também herdem -
frutos do trabalho, uma comunidade próspe­
ra, justa e evolutiva.
Cuidar com carinho as crianças de hoje
é forjar na usina ó1a vida o adulto respon­
s5.vel de amanhã.
O Brasil não aceita mais aventuras, im­
provisaçes o Brasil quer de seus políticos
e acllninistra:!orcs honestidade, competência e
patriotismo, por isto Pires foi aplaudido
entusiasticamente no Ginásio, o povo sabe,
conhece e vota nos homens honrados, por
isto foi eleito, por isto trabalha e rece­
be a gratidão do povo.
Falando de seus objetivos, lembrou da E
ducação, Saúde, de mais moradias pera
os sem teto, "vamos entregar 250 casas, di
namizar o setor de saúde e transformar a
nossa cidade num modelo de Administração",
disse ele.
"Isto estamos fazendo. E vamos conti
nuar a luta. Com Deus e com o povo tudo
venceremos", enfatizou.
Além de sacolões com os mais variados
gêneros alimentícios, mais 1.500 cestas ,
foram distribuídas bolas ·de voley, bicicle
tas, brinquedos, sem falar nos sanduíches
e refrigerantes às crianças.
O povo feliz, o povo com Pires, com Jar
dim, comn o pensamento voltado para a ação,
para a convivência fraterna, esta é a Jar­
dim do povo, com trabalho, ação, determi -
nismo e muita garra.
A dupla de cantores Elizeria e Elienar
emocionou e encantou a platéia, talvez aí
esteja a palavra que possa transmitir tudo
aquilo que aconteceu no Ginásio Ticão: EN­
CANTAMENTO.
Comc resente pela formatura
e visando a complementação cur­
ricular os alunos da EMPG Pre -
~eito Estácio Cunha Martins, do
Distrito de Boqueirão recebe
ram, do Prefeito Pires, uma via
ge à Campo Grande, mais preci­
sa:ente "um dia na Embrapa".
O Prefeito Pires, Dona Lourdcz, toda a
equipe da Administração Municipal propor -
clonaram ao povo uma festa mágica. Não se­
rá esquecida.
Receba Prefeito, de todos os Jardinen -
ses que querem o melhor para a nossa cida­
de, o muito obrigado, Deus lhe pague.
E, fique ciente, o povo sabe que o se -
nhor não está e nunca esteve à cata devo­
tos, e nem de elogios, ou tapinhas nas cos
l
f
· .,
/ i: ._:
(2
tas; o povo sabe, Prefeito, que a festa ,
suas realizações, seu trabalho é fruto de
um ideal e de um coração imenso, o povo, e
Deus, Prefeito, sabe, como é bom ser bom,
que alegria ver a alegria nos olhos dopo­
V<:_>: da gente humilde, que o Rabi da Gali -
lia, o_Senhor da Luz, proteja o senhor e
sua familia, irradiando na sua vida um
pouco mais da Vida Dele. o senhor mere-
ce. (PP).
no PRESENTEIA ALUNOS DO BOOUEIRAO
07/12/93 Terça Feira
Os 19 estudantes foram coman
dados pelo Engenheiro Agrõnomo­
Reginaldo e orientados pelos
Professores Antonio Carlos e A­
lexandre Cher, e tiveram um dia
interessantíssimo, segundo des­
creve o relatóio que transcreve
mos abaixo: -
08:00 - 0G:30 horas - Recepção'e boas vindas
Chefia do CNPGC e SDT
08:30 - 09:00 horas - EMBRAPA E CNPGC
Pedro Paulo Pires
09:00 - 09:!0 horas - Intervalo
09:10 Controle de Ectp e Endoparasitos
Ivo Bianchin
10:10 - 11:00 horas - Coleção de Forrageiras
Silvano Calixto
10:00 horas
13: 30 .. 13:50 horas - Area de Informação
Maria Antonia Uchoa
13:50 -<3 horas - Degradação e Recuperação de Pastagens
Armindo Neivo Kichel
14:30 - 14:40 horas - Intervalo
14:40 15:20 horas
15:20 - 15:50 horas - Laboratório de Parasitologia
Jacqueline Cavalcanti Barros
16:00 horas - Encerramento
Degradação e Recuperação de Pastagens (coE
tinuacão)
11:00 - 1l:30 horas - Curral para Bovinos - Módulo 500
Saladino Gonçalves Nunes
Tanto os Mestres como os alunos acharam a experiência de sur.:a
importância para o desenvolvimento de suas atividades e agrade
cem ao Prefeito Pires pela.oportunidade gue lhes foi oferecida.
Jardim Volta a Crescer

- - ----------------
PRONIV FIZ 1 . FESTA DO NITIL
-
A PRONAV, realizou neste dia 20 pp., d
festa do Natal das crianças das Creches.
A Primeira Dama Olga B. Zacarias e o
Prefeito Abraão Zacarias realizaram na
Creche do Projeto Acalanto a festinha das
crianças, com distribuição de presentes de
Natal, onde não faltou a chegada tão espe­
rada pelas crianças, do Papai Noel onde tam­
bém foi distribuido sorvetes.
Olga B. Zacarias cm entrevista sobre os
projetos futuros disse:
"As metas feitas neste ano, como todo
mundo sabe foi difícil, para a Administra­
ção de Abraão, pois encontrou a Prefeitura
com muitas dívidas e inclusive cu na parte
da área social, com relação dos tonvênios
que temos com a LBA, que estavam todos blo
queados por falta de pagamentos e a falta
de prestação de contas da Administração a~
terior e isso nos causou grandes transtor­
nos pois ficamos mais de 6 meses sem rece­
ber esses repasses.
Tudo isso dificultoso, inclusive para
reabrirmos as Creches e darmos atendimento
aos idosos, ma~ graças ã algumas promoções
e ao atendimento da comunidade belavisten­
sc que nos auxiliou tivemos bastante êxi -
tos e pudemos tocar as coisas para frente.
Nossa maior preocupação era com as Cre
ches e com os idosos, isso com a ajuda da
comunidade e do Prefeito Abraão colocamos
em funcionamento. Acredito que fizemos tu­
do dentro do possível, com poucos recursos
e com dificuldades. Acredito que cumprimos
uma das metas praetidas na campanha, se
houve falhas com atendimentos as Creches e
aos idosos, procuraremos suprir no ano de
94 que acredito será bem melhor que este
ano.
Tinhamos cm mente a implantação de vá -
rios programas, mas não foi possível devi­
do à situação financeira e a falta de espa
ço físico. O ano de 93 foi difícil, mas fi
zcmos tudo dentro do possível, o que esta­
va dentro de nossas possibilidades foi fei­
to, quero ressaltar mais uma vez, com a a­
juda da comunidade e do Prefeito Abraão.
Acredito que o ano de 94 será um ano me
lhor para nós todos. Abraão já ostá procu­
rando recursos, para fazermos uma Creche
onde poder.'.i. abrigar 250 ou 300 criança::; d-~
O ã 16 anos no terreno "Roane Collor" no
Bairro Costa e Silva onde abrangerá também
ao adolescente cursos nrofissionalizdntcs,
onde poderemos prepará-los para o merca­
do de trabalho".
Isso não está concretizado ainda, são
projetos que temos para 94 e que estaremos
torcendo para que dê certo, pois o Prefei­
to está em busca de recursos para que con­
cretize nossos objetivos.
Espero que a nossa comunidade tenha fé
e esperança para que nossas realizações sg
jam concretizadas. Temos que ser otimistas
e rezarmos para que tudo dê certo.
Para finalizar gostaria de deixar aqui
aos belavistenses, não só cu, mas o nosso
Prefeito Abraão, nossos abraços fraternos
e que o ano de 1994 seja o ano de realiza­
ções para todos, que oremos juntos para
que nossas realizações sejam concretiza
das. Aos bclavistenscs que tenham um Feliz
Natal e um Próspero Ano Novo e que Deus i­
lumine os lares de todos".
1
de
e
...
,..
1 "


1
i
1
·.'
,,,.
Cumprindo o que -
havia prometido no
último dia 16 duran­
te a realização da
eleição do Funcioná­
rio Padrão da Prefei
tura Municipal, o
Prefeito Abraão zaca
rias pagou neste ül­
timo dia 21 o 130 sa
lário de todo o fun­
cionalismo público -
municipal, encerran­
do o ano de 1993 com
os compromissos com
os servidores total­
mente cm dia.
Aproveitando que
grande parte dos fun
cionários públicos -
municipais estavam -
reunidos na sede do
Paço Municipal, onde
foi feito o pagamento
do 13 Salário, o
Prefeito Abraão fez
um pedido à todos P
ra que, dentro de
suas possibilidades
colaborassem com a
campanha de Solida -
riedade que está sen
do realizada em prol
do Hospital São Vi -
cente de Paula, deno
minada "O Amor não
tel:1 Fronteiras".
o Prefeito, em
suas palavras aos
funcionários, lem
brou que o Hospital
São Vicente de Paula
enfzenta sérias difi
culdades devido aos
parcos recursos re­
passados pelo INAPS,
na maioria das vezes
com grande atraso.
A
i
1
1
Pi.efeito Abraâo ocdc o apoio dos funcionários para a Campanha
em prol do Hospital_ Sdo Vicente de Paula
Abraão ressaltou
que "hoje o nosso
Hospital é uma casa
onde todos nós temos
direito ã saúde gra­
tuita e com isso a
arrecadação do Hospi
tal é muito pouca,
o que o coloca à beira
da falência".
Abraão Zacarias -
disse ainda, "a Dona
Bernadete, Presiden­
te do Hospital são
Viéente de Paula, é
uma pessoa de muita
competência e credi­
bilidade e vêm desen
volvendo essa campa=
nra onde todos os be
lavister.ses que des@
jarem, de uma forma
ou de outra, colabo­
rar com o Hospital ,
são muito bem rec,1,.i
dos".
O Prefeito pediu
a colaboração de
seus funcionários e
afirmou: "pode ser
qualquer quantia pes
soal, não precisam=
ter vergonha de cola
borarem com um pou
quinho", segundo ele,
"por menor que sejam
as colaborações, em
muito elas vão aju -
dar aqolos que mais
necessitam" assina -
lou o Prefeito, des­
tacando que "o momen
to é de todos nós a­
judarmos para que
possamos sair das
dificuldades que en­
frentamos".
Para receber as
.doacões dos funcioná
rios da Prefeitura=
Municipal, foi instala
da uma mesa recepto­
ra ao lado da caixa
onde estavam sendo e
fetuados os pagamen­
tos do 130 salário,
até o fechamento des
ta Edicão ainda n
tínhamos o resultado
oficial das colabora
cães dos funcioná -
=ios da Prefeitura,
o que será divulgado
na próxima edição da
Tribuna da Fronteira.
Refeito Distriii l is as
Professores Municipais
Por ocasião do pagamento do 139 sal­
rio aos Funcionários Públicos Municipais,
o Prefeito Abraão Zacarias presenteou os
Professores da Rede Municipal de Ensino
com exemplares do livro "Pedras Que Ro
1am" e "Nas Matas do Perdido", de auto -
ria do Jornalista Ivaldo Pereira.
No total foram distribuídos 200 exem­
plares das duas edições, o gesto do Pre­
feito marca o início de um programa de
incentivo a cultura a ser desenvolvido
em conjunto com a Editora Bela Vista
(Edibel), a partir do mês de fevereiro ,
para editar no sistema de parceria (Pre­
feitura, Editora e Empresários, Livros e
Revistas de Autores Belavistenses).
Vale lembrar que neste setor, cultu
ralo Prefeito de Bela Vista também tem
planos para desenvolver na comunidade ou
tras iniciativas, as quais serão divulga
das logo nas primeiras Edições da Tribu­
na da Fronteira, em 1994. -
A iniciativa do Prefeito em distri
buir os livros para os Professores da Re
de Municipal de Ensino foi muito bem a •
ceita por todas e, diga-se de passagem no
outro dia o Editor jã recebeu inúmeros -
telefonemas de pessoas que desejam adqui
rtr novos exemplares, o que só será pos­
sivel apôs a impressão de uma segunda e­
dicao, Ja que a primeira está totalmente
esgotada, tanto do "Pedras Que Rolam" co
mo do "Nas Matas do Perdido".
Prosperidades!

Dt:Z/1 '.J'.J 3
- l
nloque Social
NOITE DOS ASTROS E ESTRELAS
O, melhores do ano de 93; dará início a
preparação para festa máxima que irá reu­
nir as personalidade que mais se destaca­
ram no ano de 1993: Pessoas de nomes mar
cantes serão relembradas e homenageadas n
noite das personalidades.
Será uma festa inesquecível...
SUCESSO
Com o sucesso do cu trabalho realizado
cm divcr!.õO!J Municiplo!. do Interior do MS o
Produtor e Modelo Edir •ravares retorna d
cidade pólo da Região Sudoeste Jardim para
encerrar o ano, como j.:i é tradicional a
realização de um desfile show, com diver -
coo modelos da Região MS.
O CLUBE DOS CAIÇARAS
Que está sob a direção da Sr4
lbrão, está na expectativa de que
nal do ano poderá ser inaugurada.
Parabéns à Direção do Clube.
CONFECÇÕES MARA
~ a nova loja que tem em Porto Murtinho
fica ao lado da Tribuna Murtinhense, com
muitas novidades para você, com ótima qua­
lidade.
PIRABENIZAMOS
O jovem Fábio da Silva dos santos, fi
lho da Sra Elena e o Sr. Ozório Miranda
dos Santos que foi magistrado em direito
no dia 10 de Dezembro cm Campo Grande.
Mui to sucesso! 1
PORTO
MURTHll!O
k
,.
I

]
Fátima
até o f!
BAILE DO BAILÃO BAHIA
Arrasou neste final de semana, a festa
do Havai, estava super animada. A socieda
de murtinhensc se fez presente e a festa­
foi até as 5:00 hs da manhã com ritmo de
Carnaval. O Clube Bailão Bahia no momento
é o mais apropriado para passar um final
de semana com muita descontração e anima­
ão. Valeu ...
Abri I hantando
BAILE DE FORMATURA
Estava tudo muito bonito na Festa de
Formaturc:1 do 30 Técnico, dia 18 de dezem­
bro de 93, na Missa cm Ação de Graças rea
lizada na Igreja Sagrado Coração de Jesus·
às 8:00_hs da manhã à seguir, às 19:30 hs
a coluçao de grau na qual os formandos do
30 Técnico estiveram todos deslumbrante.
O.baile foi realizado no Clube Carandazal
o paraninfo foi o Ex-Prefeito de Porto
Murtinho Dr. Heitor Miranda dos Santos o
Patrono Deputado Moka, e o Padrinho o Pre
sidente da Câmara João da Cruz Pacheco e
a Madrinha Miriam dos Santos.
Também estavam presentes os casais que
anotei: Sr. Nelson Feres e esposa, Sr
Heitor e esposa, Sr.Baptista e esposa, cm
tre outros. Os formandos: Ana Paula Simo­
ne Martins, Caetano Filho, Edson Farias,
Francisco Alves, Idalina Medina, Joceli -
Ribas, Lina Villalba, Marcio Acostu,Maria
Fátima Farias, Merlin Ibarra, Miriam Fe
res, Nelson Júnior, Odilon Valencoela, R
sa Sanches, Victor yala. -
Agradecemos as presenças especiais de:
Aparecido(Defensor), Eliete Ayub, Sidney
Abrdo Filho, Karla dos Santos, Graciela -
Gonzales e a Senhorita Sonia Brites.
Rosetas de atalas
INGREDIENTES: - 1 kg de batatas em rode -
las; 1/2 xícara(chá) de água fervente; 50
g de manteiga; 3 colheres (sopa) de auei­
jo parmesão ralado; 3/4 de xícara(chá) de
creme de leite fresco; 3/4 de xícara(çhá)
de leite, sal a gosto
MODO DE FAZER: - Ponha as batatas descas­
cadas e cortadas em rodelas numa tigela
com água fervente. Tampe e leve ao forno
cm temperatura alta, por 13 a 15 minutos
ou até que as batatas estejam macias. Me­
:a duas vezes durante esse tempo. Retire
do forno, escorra bem, junte a manteiga e
<lmas•'c até obter uma massa lisa. Acrescen
,._.. n c;ucijo ralado. o creme de leite, sal
Carla Noronha, Musa Verão 92 MS.
Inicia-se o ano com Show de Beleza e
sensualidade feminina o Concurso que irá
eleger a mais bela felina Jardincnse a Pan
tera de 1994.Na linha de show se fará pre=
sente os melhores bailarinos do MS(Ninfa e
Revclino) e a presença da Musa Carla Noro­
nha - foto acima.
O ESPORTE CLUBE VARDASKA
De Porto Murtinho, e sua equipe agrade­
ce as seguintes pessoas que colaboraram com
o time. Senhora Irene Ribeiro, Comercial -
Isla Margarita, Dr. Nascimento, Sr. Lino
Gaúna, José Anibal, Vereador Alcides, João
Pacheco, Fernando Mattos, Sr. Dias, Osval­
do Anastácio.
o Esporte Clube agradece à todos.
RECADOS
De: Norma Para: Lídio Frei tas •
O destino permitiu o encontro e a sepa­
ração, mas não o esquecimento. Te curto de
mais.
PARA REFLETIR:
Procure sempre falar a verdade, mesmo
que isso a deixe em situações delicadas.
Os lances que rolam no nosso dia-a-dia,
são as nossas experiências para vir o ama-
nhã. •
===========-=--------===================-----------------------------------------====
ulióária
e bata com uma batedeira,adicionando o lei
te aos poucos. Coloque nun saco de confei­
tare forme pequenas rosetas de mais ou me
nos 5 cm sobre uma bandeja refratária, for
radas com papel manteiga: Leve ao freeze
para congelar por mais ou menos três ho­
ras. Passado este tempo, retire do freezer
e transfira para um saco plástico. Leve no
vamente ao freezer. Quando for utilizar
retire do saco plástico, coloque-as una ao
lado da outra num refratário, cubra-as com
com papel absorvente e leve ao forno em
temperatura máxima por três minutos. Reti­
re do forno e deixe descansar por três mi­
nutos antes de servir. Estas rosetas po­
dem ser conservadas no freezer por oito di
as.
E BOM APETITE!!
Caracol em Sielate
- d. do tanta coisas -
Porque et quarana a: "
inúteis? -
Pare que tantas em seu armário, quan-
do seu irmão estão com os deles vazios?
Distribua tudo aquilo que lhe nso _
tá ervindo, para que a sua alma não ti­
.do for e afastar
que pesada demais, quan "
a terra,
Se você juntar muitas coisas inúteis,
a sua alma poderá permanecer presa """
conseguir alcançar as regiões dos BEM-
AVENTURADOS .. ,
RECEBENDO PARABÉNS
o Funcionário da Prefeitura Municipal
GERONIMO CARDOSO, que estará trocando
idade neste dia 24 de dezembro. Sao os
votos de seus amigos de trabalho. Para
béns.
FORMATURA
Realizou dia 17, no Clube Cawboy, a
Formatura dos alunos do 39 ano da Escola
Estadual de 19 e 29 grau Dr. Rubens de
castro Pinto.
Logo após a entrega dos diplomas, um
sensacional bailo, que foi ate as 5:00
hs da manhã. Presenças marcante da noi
te: Irineu Neto e esposa, Jary e Cletr ,
Doroteu e Zely,Darcy e Neuza,Renato Ocat
pos, Vereador Evaldo Pereira, entre ou­
tros.
AOS FORMANDOS
Nossos parabéns, por mais uma grande
vitória conquistada em suas vidas. Por
que sem o estudo não podemos alcançar ra
da em nossas vidas.
DEPOIS
De um bom terpo em são Paulo, o jovem
Leu Saldanha está de volta.
QUEM
Está mexendo com os corações caraça -
lenses, é o jovem JÚNIOR SALOMÃO. Esse
sim mexeu mesmo, pois as gatas estão de
cabeça virada
COMEMOROU
Mais um ano de vida, a Senhora ROSELI
GODOY. Uma festinha em sua residência
marcou a data. A sra. ROSELI, desejamos
mil felicidades!! Parabéns!!
UM PASSARINHO
Me contou que o nosso anigo IVO SALDA
NHA, está amando de verdade. Com certeza
vai dar casamento é o que comentam. Quem
sabe?
Recalo do {Cara;ão
De: Gato P/ Ana Carla Godo"
Quando ficar triste, oense nâs _pes­
soas que mais te ama ... •
De: Amiga P/ Mari Marcia {Bela vista)
Desejo que mil estrelas ilumine seu -
caminho, e que ·seja muito feliz!
De: Assanhada P/ Jony
Que tal passarmos uma noite juntos,já
esqueceu que te amo?...
De: Gatinha P/ Marcos
Puxa gato! Precisava desmair, isso é
coisa de criança.
De: alguém que te adora P/ Alcedir
·A felicidade precisa ser interrompida
para ser sentida. Do scfrimento vem as
lágrimas, da separaéão a saudade ...
De: L.A. P/ Rosineia
Esse seu jeito me deixa louco. Te ad~
ro, me dá uma chance!!
De: Princípe P/. Idiane
Esse lindos olhos seus, quando você
me olha, fico timido. Tenha dó de min.
PARA REFLETIR:
A sinceridade é o cultivo da amizade,
a honestidade é a amiga da perfeicão
FELIZ NATAL •
E
PROSPERO ANO
ANO!!

1
:a
911
é
EDIÇÃO DE NTAL
~------- .. -- - -
-- ----------------------------------=------
Moka Apresenta Emendas ao Orçamento para
Beneficiar a Saúde no Interior
O Dcputndo Eotadunl
aldemir Moka, I[der do
FDB na Assembléia Legs
1ativa, apresentou emen-­
das rnodl(icntivnn ~ peço
orçamentára elaborada
pelo Executivo EGtuduol,
buNcnndo truns(crlr bcnc
ffefos para a área de
saúdc, prlncipnlrncntc do
interior, bem, como a
execuçao de projetos que
aquecerao as economias -
dos Munic!piou de lleln
Vista e Porto Murtinho.
Em outra emeneda modI
f!cat iva, Mokn sugere
que Reja acrescido ao or
çarento do Fundo Especi­
al de Saúde de Mato Gros
so do Sul (FESA), o va-
lor de CRS 1,5 m!lhão no
programa de operacional!
zaco do Sfstema Untflck
do de Suúdc (SUS). Na
mesma mensagem, o parla­
mentar cancela 1d@ntico
valor no projeto Dcscn -
volvimento de Estudos e
Projetos Especiais. A in
tenção do Deputado é cor
rear recursos para are­
forma da Santa Casa de
Misericórdia de Campo
Grande.
JARDIM - O Município de
Jardim também está na
lista de beneficiados do
Deputado peemedebista.No
projeto de Lei nQ 139/
93, de sua autoria, ele
apresenta nova emenda da
DEZ/1993
Secretaria de Catodo de
Saúde, acrescendo-ce de
CR$ 2 mllhães, apltcãv.­
Is no prorama Constru
cão, Reforma e Ampliação
de Im6vciu. Paro tanto ,
o Deputado sugere cance­
lamento do mesmo valor
no projeto Dcscnvolvirnen
to de Estudos e Projetos
Especiais, Ao justificar
a emendo, Waldernir Moka
apontou a necessidade de
reformar o Hospital Mare
chal Rondon, localizado­
no Município de jardim ,
requerendo propriedade
nas ações do Governo e ,
em visto do que, apresen
ta emenda para que sejai
alocados recursos para
MATERIAS SOBRE EDUCACÃO AMBIENTAL
INSERIDAS NO CURRícu·Lo ESCOLAR 94
BONITO - Nos Últimos oito anos Bonito projetou-se
espetacularmente no setor turístico e sua fa~a a
travessou fronteiras internacionais, atraindo visi
tantes de toda a parte do globo, que ficam maravi~
lhados com as belezas naturais.
O progresso repentino apanhou todo mundo despre
venido, pois a cidade não oferecia o mínimo de co~
dtção para acomodar tanta gente.
Houve reação por parte das autoridades e da ini
eia tiva privada. Empresários que vislumbrara o po­
tencial que o turismo representa e que também vie­
ram nessa avalancha, estão investindo pesado no se
tor com a implantação de hôteis de luxo, lanchone­
te, organizadas agencias turísitcas, guias especia
lizados, depósitos de bebidas, restaurantes, etc.
BONITO E SEGURO
Na enquete realizamos entre os turistas, soube­
nos que a opção por Bonito está baseada nos rios
de águas cristalinas, lindas cachoeiras, peixes em
nhudincia, grutas misteriosas, bem como a riquissí
ma fauna e flora que ainda não foram "totalmente"
violentadas pelo homem. Por outro lado, afirmam"
- "A segurança é um fator positivo, pois os tromba
dÕes e trombadinhas ainda não descobriram Boni­
to ·.."
Do jeito que ocorreu a espansão, se não houver
uma exploração racional, tudo poderá desmoronar co
no um "castelo de areia!' -
Todavia, largos passos estão sendo dados pela
preservação do meio ambiente.
EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Através da Lei ng 636/93, o Pefeito José Ar­
thur Figueiredo instituiu na Rede Municipal de -En
sino a obrigatoridade de matérias que tratam do
ceio ambiente. A disciplina passará a ser ministra
da a partir do ano letivo de 1994. As Autoridades-
sua Implementação.
BELA VISTA - Pera o Muni
cfp1o de bela Vista, te
ra natal do parlamentar,
emenda modificatfva bus­
ca a construção do posto
de saúde para o bairro
Bela Vista, eo conforni­
dade de projeto e estudos
elaborados pela Secreta­
ria de Estado de Saúde.
Por isso, a erecndn acrcs
ce no orçamento daquela
pasta o valor de CR$ 1,5
milhÕo, com destino no
projeto Construção, Re­
forma e Ampliação de lmÕ
veis, cancelando, ao rnes
mo tempo, idêntico valor
no projeto Desenvolvimen
to de Estudos e Projetos
Municipais estão promovendo a capacitação dos pro­
fessores para um melhor resultado na conclusão da
disciplina no currículo escolar.
Um grupo de professores de I grau, éa l! a 8a
séries, já concluiram um curso de educação ambien­
tal e aqui estiveram duas professores da Fundação
NeotrÕpica do Brasil, desenvolvendo o Projeto Boni
to. são elas;Priscila Delgatto e Mareia Branbilha~
"AQUETE DA "SERRA DA BODQQUENA"
A Priscila, com material reciclavel, elaborou
urna enorme maquete da "Serra da Bodoquena", para
que os professores pudessem se assimilar mais com
as características da Região.
Além do total empenho de José Arthur Figueire -
do, que vem oferecendo amplo apoio a ambientalis -
tas até de Entidades Internacionais que aqui apare
cem com frequeincia, o "Caso de Bonito" está na
pauta da Secretaria do Meio Ambiente e lhama, que
redobraram a fiscalização na área. Os propríetári­
os de terras estão sendo conscientizados da proibi
cão do desmatamento indiscriminado, principalmen­
te nas proximidades de rios e riachos, a fim de
preservar a mata ciliar, que protege os mananciais.
Entidades Internacionais também estão elaboran­
do projetos de proteção ao meio ambiente de Bonito
e recentemente houve um encontro no Radio Clube de
Campo Grande, com a participação de técnicos da SE
MA e membros do UNICEF. -
Portanto, a partir de janeiro de 94, farão par
te do currículo escolar, aulas teóricas e práticas
sobre a educação ambiental, mas Dna. Jandira Amo
rim de Oliveira, secretária Municipal de Educacão,
nos informou que a frequência às referidas au­
las será obrigatória, mas não reprovatória.
'PEDREIRQ QUERIR ROUBDR à YIDTURI
DR POLICIA PARI FIZER UM FUZUE
O popular pedreiro -
Gentil Ferreira(48 anos)
mede quase dois metros
de altura e quando está
sõbrio é um bom profis -
sional. Porém, depois
que separou-se da espg
sa, entregou-se por com­
pleto ao vício da embria
guês. -
Ultimamente,:rabalhou
quase dois meses para um
"gato" na Fazenda Santa
Ot{lia e ficou enfureci­
do, porque quem o contra
tou recebeu do patrao e
estava fazendo "corpo mo
le" para paga-lo. Indig­
nado, esteve até na Dele
acia para reclamar os
seus direitos. Coco nada
foi resolvido, teria di­
to aos amigos que ia rou
bar a viatura da Polícia
'para fazer alguns "cava-
los de pau" pelas ruas
da cidade.
AFANOU UMA "MAGRELA"
Brasil, afanou uma bici­
cleta de propriedade do
pastor Jonas, que alies
tava estacionada.
O pedreiro não estava
funcionando bem da "e~
ca", pois avisou a to­
dos que havia roubado a
"magrela" e ia vende- la
para tomar algumas· pin-
gas, pois "ladrÕ,es nao
vão para a cadeia!"
Todavia,ele esqueceu­
se que não é "nenhum co­
larinho branco". Quando
estava em um boteco na
Vila Machado, tentando -
vender o "produto do fur
to" por apenas cinco mil
cruzeiros, foi preso, i~
diciado em inquérito
recolhido ao xadrez.
Dando gargalhadas, a­
firmou que queria mesmo
era a viatura da polícia
para "fazer um fuzue pe­
las ruas da cida
e
Fspec!a!s.
PORTO MRTIHO - Se es
quecer-se de que Bela
Vista possui projeto de
construção de um matados
ro público, Valdemlr
ka solicitou, na nes
emenda mod!fcat!va, dis
ponta no ;,rojeto d<' t.eT
n0 139/93, fosse acrest
do ao orçamento do Depar
tamente de Obras PblI­
ca de Mato Grosso do
Sul (DOP) recursos da or
de de CR$ 1,5 !1hão
cancelando o mero valor
de outras dotocões.
SANESUL - Por outro ln
do, o parlamentar enviou
requerimento à Eoprcsa
do Saneamento de Mato
Sul (SAESTL) sol!itan­
do a ubst!tu!cio da E-
taco de Tratamento de
A,ua (ETA) do Mante[to
de Perto Murttnho, O De­
putado apontou que o
equipamento é completa
r.ente obsoleto e vem com
prometendo a qualidade -
da água consum{da pela
população. Co a troca
de [TA, faldenir 1!okn n•
vela que a Sanesul passa
rã a oferecer áquela co­
mun!dade não ô condi­
çôes de atender completa
mente a demanda, como ó
consumo de água de me­
lhor qualidnd<!,
de".
Como não encontrou o
veículo policial, ao pas
ar defronte no Banco d
Dion e Marleide
MS na São
Representam
Silvestre
Dion Anastácio, representante da Viação Cidade Morena e
Corpo de Bombeiros, e Marleide Fátima Costa, de Maracaju, re­
presentarao Mato Grosso do Sul na proxima Corrida de são Sil­
vestre, dia 31 de Dezembro, em São Paulo. o III GP de MS, em
12 mil metros nas ruas de Campo Grande, aconteceu na manhã de
domingo(dia 12), com a participação de atletas de diversos Mu
nicípios.
Os vencedores do GP, ao adquirir o direito de participar -
da São Silvestre, vibraram muito com o resultado. Dion Anastá
cio corre desde 1987 e já esteve duas vezes na são Silvestre:
em 1990 foi o 1429 e em 1991 o 640. Ele.não correu em 1992.
Marleide treina há apenas quatro meses e pela lil vez tem a
chance de frequentar o seleto pelotão feminino que participa
da São Silvestre,uma das mais importantes provas de pedestria
nismo do mundo. -
COMENTÃRIO E OPlNIÃO
O Ilegal Ficou Legal
Depois de provocar o processo, a procura e a
consequente prisão de PC Farias, o ato de receber
dinheiro em campanha política, nun patente ato
corporativista, o Congresso Nacional aprova, que
a partir de agora as empresas poderão ajudar can­
didatos a cargos públicos, injetando recursos fI­
nanceiros para suas campanhas.
De repente o povo se vê frente a frente con m~
is uma atitude dos seus representantes, que de
forma nenhuma condiz com a sua vontade e os seus
anseios de moralização da vida públic.~. Mais uma
vez, estaremos vendo os interesses dos partidos e
dos seus candidatos serem colocados corno priorid~
de.
Essa medida, que a exemplo de tantas outros,
nos constrange e desacredita os políticos perante
a opinião pública, legaliza um ato ilegal e vat
permitir que os eleitos nos próximos pleitos, es­
tejam "legalmente" comprometidos com os seus pa­
trocinadores, patrocinadores estes, que nunca "in
vestem" sem pensar em retorno.
Desgraçadamente, quando começamos a acreditar
um pouco mais na classe política, imaginando que
agora eles estejam pensando seriamente em mudar -
as coisas, pendendo para o lado da moralidade e
da decência, eis que, somos surpreendidos pela le
galizacão de um ato sempre suspeito, que vai con­
tribuir ainda mais para a nossa incredulidade na
classe política brasileira.
O Poder paralelo exercido pelas empreiteiras
vai continuar, pois são elas as maiores patrocinas
doras dos candidatos durante suas campanhas. Sao
elas também as maiores interessadas em "ganhar
polpudo retornos" do Poder Público, através • da
sua participação nas obras dos governos, obras es
tas, que nem sempre terminam e que com raras ex=
cessões, deixam de ter seus custos superfaturados
Existe um constrangimento geral das pessoas
neste País, com relação à intenção dos pretenden­
tes a cargos públicos. Apesar da presença de a!
guns baluartes da moralidade que ainda restam no­
seio do Congresso Nacional, ficaros ainda assim ,
com a impressão de que os "calculistas e oportu -
nistas" ainda ganham de goleada, quando são
chamados a decidir.
Sabemos que muitos elementos, mesoos chamusca­
dos por denúncias, ainda sobrarão no meio d~que -
les que restarem depois da "prometida" devassa
que vai haver em todos os cantos deste País, mas,
agora sim, é competência do ELEITOR, saber sepa­
rar aqueles que mesmo inocentados por falta de
provas ou pelos benefícios da lei que é mais do
que madrasta e fazer de tudo para deixa-los fora
do contexto político.
O momento é de uma séria RENOVAÇÃO. Uma renova
cão !'le verdade, envolvendo sistemas, homens e
7
ide
ias, pois somente assim poderemos voltar a so­
nhar. Sonhar com uma Nação decente e moralmente
inatacável.
O político brasileiro prec!sase ccscientizar
de que, enquanto ele se enche de privilégios e re
cursos para atingir os seus objetivos eleitorais:
o povo, o pequeno empresário e as classes produto
rasque impulsionam o nosso desenvolviento, pas­
sa por sérios problemas de ordem econõ:nico fi­
nanceira, encontrando dificuldades de todos os n!
veis para a continuidade do seu trabalho. Ao co­
trário da cl;asse política, que tem o poder de de­
liberar ec caus~ própria - e isto eles fazem coe
exemplar maestria! - o povo, nas suas mais varia­
das camadas e classes sociais, fica relegado' ao
esquecimento, sem a mínima alternativa de scluciio
para os seus intrincados problemas.
Essas atitudes geram revolta, descrédito e de­
sestiulo e nos transfora nessa rassa de desespe
rançados e incrédulos, teso quando testeunhasos
acoes de ras alta relevância moral,coo alguns -
que te s!do mostrados pela CPI 4o Orca:ne.nto.
- Queremos ter a chance de acreditar de verda­
de nos nossos homens públicos! ...

os "" """T"·" " "
-JUVINO PIGI 5 BILHOES OE FGTS
No dia 13 pp., o Prefeito
conseguiu colocar a Prefeitura
Municipal de Caracol em dia com
o FGTS.
Apõe aaoumir a Prefoiturc1 o
Prefeito Juvino, encontrou ain­
da em atraso o INSS e PIS/PASEP:
A Prcfciturc1 não oonoeguia -
assinar convênios à nível Fede­
ral, devido à falta de regular!
zacão do INSS, PIS/PASEP e FGTS,
prejudicando muito a Prefeitura.
O montante pago pela Prefei­
tur,l foi de CR$ 5.622.444.220,05
(cinco bilhÕeo, seiscentos e
vinte e dois milhões, quatroceD_
tos e quarenta e quatro mi1, du
zentos e vinte cruzeiros e cin­
co centavos), isso só do FGTS.
Isso colocou novamente a Pro
feitura de caracol d poder ra -
zcr novamente Convênios d nivel
Federal, onde irá beneficiar
com grandes recursos.
"Agora estamos só com um pro
blema - disse Juvino - o ex-pre
feito Cicero Barbosa havia assT
nado um Convênio com a Secreta=
ria Estadual de Saúde e não pres
tou contas, o que nos está pre­
judicando, devido a falta dessa
prestação de contas".
Juvino entrou com uma re-
presentação à Promotoria Pübli­
ca de Dela Vista, para que obri
guc o x-Prcfeit~ cícero Barbo­
sa à r ssarcir aos cofres muni­
cipai o dinheiro daquele Convê
nio. Esoc Convênio tinha por fi
nal idade a implantação do SUS -
Sintoma Onico de Saúde no Muni­
cípio de Caracol, com transfe -
rência de recursos corresponden
te nos reoíduos da Unidade de
Cobertura Ambulatorial - UCA
repassados pelo INAMPS, para u­
tilizacão exclusiva em custeio
das atividades de Assistência à
Saúde.
O valor recebido desse Convê
nio pelo ex-prefeito Cícero Ba~
bosa foi de CR$ 1.652.114,00
(hum milhão, seiscentos e cin -
quenta e dois mil e cento e qua
torzc cruzeiros).
"O ex-Prefeito Cícero Barbo­
sa, recebeu esse dinheiro e não
cumpriu com o Convênio,não pres
tou conta dos recursos recebi­
dos e,colocou o Município em a­
dimplência perante a Secretaria
de Saúde do Estado - disse Juvi
no - precisei tomar uma atitude
drástica para acabar com tudo -
isso. Recorri à Justiça, pois é
o único meio que o nosso MunicJ
N dzPt~
6.427/93
± ±:zt
13..94
677024
NO DA EM"tA
FRLHEITRA MM:C'TAL DI CARACL
NO+EGO
FA LIE:NO FERREIRA LI:7, 2:
: EAIIA EEONMIEA FEDERAL CEM:R - CARAcOLrS
LI w....=r;:_:::.,:..:_:v._.:..._ __ :...j A""'c,..,!:c-..,C'::cAc--=-DA:--::-CA!:-:c,XA::-:-,lM:-:-;-:l~c~o;::c-=ou::-c;::;~:;;Fc---~j
{ é , z2 gLIYZ 21Z224/2221-22
[ "A E»A4 rat
CAIU (CONOMICA fmfflAl
Certo ca ardemocsptonn #94! de M
epresa ama idetta'a e'i e tuaçl gu'a
p ra t e o F u n t da G r a t a d o 7 mo d a e nv i o - F G T S
CAIXA ECONOMIEA FEDERAL
_
l e
aa.CA A RMA IE[IRA,s u vos t os cus suor roo vr± vawr ruo+ç4c o o-os4.
pio poderá reaver o dinheiro
que lhe é de direito.
"Espero que Justiça seja feit
desta vez", finalizou Juvino.
Conheço e Confio
DBS MATAS IS PEDRAS - UM
CAMIIINO OE IRAI ALI E 1ALEMIO
Condenado à Revelia, ex-Prefeito ·de
Bela Vista. Devolve Dinheiro Público
Em virtude de não
ter apresentado defe
sa junto ao Tribunal
de Contas do Estado
(TCE), uma vez inti­
mado a justificar a
"A audàcia é a· aplicação de recur -
coragem do pobre" e sos públicos em con-
meditando sobre ela, as impugnadas por a
podemos concluir sem quela instituição, o
muito esforco que ex-prefeito de Bela
ela tem sido a ala - Vista, Edson Medei -
vanca mestra para O ros de Moraes, aca -
sucesso de muitos em bou condenado à reve
preendimentos. lia nas duas ações e
Estou incluido vecutivas apresenta-
dentre aqueles privi- das pela municipalida
legiados que tiveram de àquele Conselho=
a oportunidade de Fiscal. A Prefeitura
ver chegar em Bela Municipal de Bela
Vista um garoto, ven Vista, hoje' represen
tledor de livro$ nos tada pelo Prefeito A
idos da década de braão Armoa Zacarias,
70, que por forca do com base no Artigo -
seu trabalho, que 77, § 40 da Consti -
consistia em visitas tuicão Estadual, com
domiciliares, acabou binado com Artigo
gostando da gente do 103 e o Parágrafo 1
lugar, dos seus cos- da Lei Complementar
tumes e resolveu fi- -, r- " ,,,.., •
1
no 048/90 (nova reda
car, estabelecendo - 5 __,.,, ' ... v .. ,: '"': ção na Lei Complemen
se logo, com um pe - I • tar n 064,20/07/92),
queno negócio de li- e seguindo a orienta
vros e coseres. /A[] [DBDB DDEIIDIFpmA ao e 4 aeeumetas+G
Logo, foi juntan- A 'ELE&LL.EIA fornecida pelo TCE ,
do amigos e na véspe . - .-, _autor da impugnação
ra de um carnaval , ' "·
juntamente com Alva-e -ivdldo Pereira, pro- rias de valor indis­
ro Garcia de Souza evidenciava a conti - cutivel.
Welington, resolve - nuidade do Jornal "Nas Matas do Per
ram levantar uma que passou a ser im- dido", com edição fã
"grana" criando um prei;,::;o em Ponta Po- esgotada e "Pedras -
jornaleco chamado de rã o·riginando dali Que Rolam" lançada -
"o Joia", que foi im da~uele gesto de ' nesta semana, também
pressa as pressas na criatividade e audá- com um fundo que en­
nossa antiga gráfica eia a empresa que ho cerra uma mensagem -
a luz de velas, uma je cománda. - séria e bem à gosto
vez que a energia e- Vencendo dificul- daquilo que vivemos
lêtrica se apagava - dades com muita ação nos dias atuais.
as ll_da noite e a e trabalho, o "moço O ano de 1994
edição' deveria cir de Bauru", inicia •- nos reserva ainda
cular na manha se mais um desafio e muitas surpresas a
guinte, para que se com o seu Diário Re- gradáveis, advindas
pudesse levantar o gional à todo vapor, da audácia e da cria
dinheiro pois o car- abrangendo diversas tividade desse jorna
naval Ja começava n~ cidades da." região lista e escritor em-=
quela sexta-feira. com um conceito edi- preendedor.
Com a experiência toria] impar, inaugu- Parabéns Ivaldo -
trazida de Bauru e ,a já com sucesso Pereira! - Teus fi -
Corumbá d f ' ' lh
,
0
. ' on e .
0 sua carreira de es,- os e teus amigos -
3rnalista e Editor. critor lançando qua- têm razões para se
e con a retirada dos se que paralelamente orgulhar de estar ao
do~~ compdnheiros duas obras literá teu lado.
José Glaucy Flôres
Existe 'um provér­
bio muito sábio que
diz que:
IAS
Ler
,
e Cultura
de diversas despesas
efetuadas na Adminis
tração de Edson Me=
deiros de Moraes, de
cidiu propõr a compe
tente ação de cobran
ça executiva contra­
o ex-prefeito. .
Devidamente inti­
mado, não apresentou
defesa e foi conside
rado revele passí =
vel de execução, con
forme prevê a lesgis
lacão. Na ocasião da
análise das despe
sas, as contas impug
nadas somavam NCZ$
1.144.240,18. Já na
data de apresentação
do processo, em mar-
·co Último, a corre -
cão· e os juros eleva
ra cifra para CR
1.162.324.108,89. Ho
je, o montante che
gou a CR$ .
17.053.183,13 no pri
meiro processo e
CR$ 142.374,41 em a­
cão executiva seme -
lhante. Até o momen­
to, Edson Moraes já
devolveu aos cofres
municipais o total -
de CR$ 16.967.071,01,
.abatidos da dívida
principal.
A impugnação de
quatro relatórios de
despesas pelo Tribu­
nal de Contas acarrc
tou também, para Õ
ex-prefeito, a conde
nação para pagar mul
ta de 200 Uferms ju
to aos cofres esta -
duais, além de ser -
forcado a cobrir to­
das as custas, juros
de mora, atualização
monetária e honorá -
rios estipulados em
20%. Como ainda não
liquidou todos os dé
bitos e não apresen­
tou bens à penhora,
o ex-prefeito ainda
corre o risco de ter
arrestados pela Jus­
tiça, tantos bens
quantos forem neces­
sários para saldar - "
suas dívidas junto - ~
aos cofres dos pode­
res públicos munici­
pal e estadual.
(Assessoria de Ir
prensa da Prefeitura
Municipal de Bela
Vista)
Pedrossian Afirma que Trabalho de
Ary Riao __tem Valor Inestimável
O ingresso do vi- que procuravam o Go- de
ce-governador'e che- vernador. ó copa- a
feda Casa Civil do nheiro ideal que nos
Governo, Ary Rigo , permitiu formular -
no PTB, foi saudado Projetos e fazer es­
enfaticamente pela - ta revolução adminis
liderança máxima da trati va", disse Pe
agremiação, o Gover- drossian. •
nador Pedro Pedros - Assim,o Governa -
sian. O Governador - dor Pedro Pedrossian
lembrou que antes da se referiu a Ary Ri­
costura da aliança - go, em entrevista co
que sustentou sua letiva durante a Cor
candidatura ao Gover vencão Regional .do
no em 1990, o rela - PTB que renovou a E­
ionamento com Rigo xecutiva Regional e
nao era dos mais es- recepcionou Rigo e
t.reitos. "Mas depois, dezenas de novos pe­
na nossa caminhada , tebis·tas:·
ele se revelou homem "O Ary Rigo foi
de_muita capacidade um companheiro de
e e um companheiro - chapa. A nossa convi
de valor inestimável, vencia política no
por CUJO trabalho pu passado não foi das
de dar a melhor as ·mais estreitas. Mas
~istencia aqueles - ele se revelou homem
muita caoacidade,
muita lealdade.
Foi um companhei­
ro inestimável. Atra
vés dele pude dar as
sistencia a todos os
companheiros, políti
cos, todos aqueles -
que procuravam o Go­
vernador. E dessa
forma eu encontrei o
ambiente adequado P2
ra formular proje
tos, planos, e fazer
a revolução adminis­
trativa que estamos
operando.
Hoje o Rigo é es­
trela que brilha ea
nosso time, no cenã­
rio de Mato Grosso -
do Sul, exatamPnte -
por suas qualidades
por sua grande capa­
cidade".

Os votos de Boas Festas recebidos: Rel­
naldo • Azevedo e Flia - Londrina/PR; Juiz
de Direito Dr. Jodo de Oliveira Rodrgiues
e Flia, Itapetininga/SP; Gentil e Flor
Floricultura Floresta - Bela Vista; Deputa
do Akira Oti:;ubo e Flia. - Campo Grande; Adm
colegiada da Escola Castelo Branco - Bela
Vista1 Olga Zacarias - Presidente da Funda
ção Ação Social - Bela Vista; Senador Wil­
son Martins - Campo Grande; Randon - Caxias
do Sul/RS; Orestes Quércia e Alaíde - são
Paulo/SP; BOSco Farinclli e Sandra Guedes­
Atual Editora/SP; Hélio e Olga Mandetta
Campo Grande; Senador Rachid Saldanha Der­
zi e Sra - Brasília/DF; Deputado Alberto -
li Rondon e Flia - Campo Grande; Elda M. Si -
mões - Presidente do Abrigo dos Desampara­
dos - Bela Vista; Cel. Sérgio Pacheco de
Oliveira e Flia - B. Vista; Ver. José Carlos
Barcelos e Flia - Caracol, Consuelo Barbo­
sa - Coord. do Projeto Esperança,E. Vista.
toroada de Sucessos
A Promoção do Hospital no dia 19 pp.,na
Praça Ãlvaro Mascarenhas. Durante o dia
Barracas de Salgados, refrigerantes, arroz
carreteiro, churrasquinho, sorvete, cerve­
ja estiveram a disposição das pessoas que
lá circulavam. A noite foi o Bingo, onde -
13 prêmios foram sorteados.
d:
Agradecemos
e Retribuimos
Nossos Parabéns,
A PRESIDENTE DO HOSPITAL
~,· Bernadete Rondon e sua equipe, alguns r.9.
: tarianos e suas esposas trabalharam duran­
a e te o dia todo para bem atender o público -
cond, que prestigiou a promoção. A todos que de
r r::UÍ uma forma ou de outra colaboraram os agra­
s j, decimentos de toda a Equipe da Bene f icên -
1· eia Hospitalar São Vicente de Paula.
t"
u· NOSSOS PARABeNs AOS ANIVERSARIANTES
r----
1
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ci
zai
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ci
25/12 - Marcos Almirão
30/12 - Dr. Renato de Souza Rosa
30/12 - Victor Hugo Velásquez Pereira
n farmácia -Moderna
Pelo êxito alcançado no Vestibular pa
ra Direito na Socigran cm Dourados: Jane
Velásquez, Daniela R. Rodrigues e Ales
sandra Proença Leite.
Alessandra Proença Leite
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bebidas, oferece: mesas, cadeiras e free -
zers, água mineral e vinhos.
Confira, preços acessíveis e facilida -
des nos pagamentos!!
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5E AOS EX1SITES.
DE SOVE ! TO AC«A
D{EL PARA Q" VOS5Ã
!!ZADE SF!A I ALT:
TO DE kt"rC.'SO '.A
LUTAS DA A ..... ,
QUE O NOVO ANO SEJA INTENSAINTE VIVIDO T QUE A ALICIA
DA AIZADE SE FAÇA P5ESENTE A CADA DIA
FELIZ NATAL Y PROSPERO AO NOVO
(Todos Nó)
1 VIS O
O BANCO DO BRASIL, POR SOLICITAÇÃO
DO BANCO CENTRAL DO BRASIL, COMUNICA
QUE:
- NO DIA 24/12/93, O EXPEDIENTE BANC­
RIO PARA O POBLICO, EM TODAS AS INSTI­
TUIÇÕES FINANCEIRAS, SERÁ DAS 09:00 às
11:00 HORAS.
- NO DIA 30/12/93, O EXPEDIENTE PARA O
POBLICO EM TODAS AS INSTITUIÇÕES PINAN
CEIRAS, SERA NORMAL: (DAS 10:00 às
15:00 HORAS)
- NO DIA 31/12/93, NÃO HAVERÁ EXPEDI EN
TE BANCÃRIO PARA O PÚBLICO.
O PERFIL DO NOVO POLITIC
i
4"?
e;
° ·42
·s
c
. e
.,
- f%
s
"se
-cf
s'
a2
",
·O
e

"
Do Rotariano Soleiman Tebichrane estará
distribuindo no dia 25/12/93 das 07:00 às
12:00 horas em frente a Farmácia Moderna ,
cerca de 6.000 prêmios às crianças atê 09
anos já inscritas. Soleiman adquiriu com
recursos próprios cerca de 10.300 prêmios
até o momento cerca de 5000 crianças esta­
vam inscritas. Nossos parabéns ao Solimam
por gesto tão nobre l ..
O Rotary
E casa da Amizade, realizaram no dia 20
Pp., um jantar dançante, em sua sede, on­
de aconteceu troca de presentes pelo encer
ramento do anol
O DELICIOSO
Jantar e sobremesa, foi feito pela Sra.
Jacqueline Batilani Loureiro. Mereceu elo­
gios de todos l
O ANIMADO SOM FICOU
A cargo de Juscelino Rodrigues.
ENFIM, FOI
Uma noite de congraçamento e muito com­
panheirismo.
ANIVERSARIOU
No dia 22 pp., a Sra. Flaviana, a VÓ
Baiana. Morando atualmente na Bahia, Vó
Baiana veio comemorar seus 73 anos com Ga~
cho, Vitoriana, enfim, com os belavisten -
Ses. Felicidades!!
• Os Empresários
Paulo e Kátia, a partir desta semana já
estarão atendendo os apreciadores das bebi
das Antárctica.Sera ond~ Ja funcionava o
depósito da Antárctica. Telcfon~ 43~-1369.
Você que vai fazer uma Festa, la alem das
Como consequência
das Comissões Parla­
mentares de Inquéri­
to - a que levou ao
afastamento do Presi
dente Collor de Mel=
lo e da atual - que
investiga o mau uso
das verbas do orca -
mento, começa a ser
delineado um novo
perfil para o políti
co brasileiro.
A honestidade se­
rá talvez o valor -
mais exigido pelo e­
leitor. Declaracões
de bens e de rendas,
extratos bancários ,
currículos objetivos
e transparentes inun
darão os Jornais, os
programa de TV e de
rádio, as cartas aos
eleitores amigos e o
verso dos tradicio -
nais folhetos. Os
"santinhos" deverão
desaparecer, substi­
tuídos por plaquetes
ricas em detalhes
biográficos, curricu
lares e profissio
nais.
A questão ética
ao se sobrepor às
propostas eleito
rais, deslocará o ei
xo do marketing poli
tico para uma visão
e uma discussão am -
pla dos problemas na
cionais, regionais e
mesmo locais.
Se a esta exigên­
cia inevitável dos
participantes das f~
turas eleições, for
acrescentada a refor
ma do sistema eleito
ral, especialmente -
com a adoção do voto
distrital, podemos -
ter a esperança de
uma enorme mudança -
nos novos quadros pg
líticos.
Candidatos dignos
e competentes, elei­
tores atentos e,exi-
gentes e uma legisla
cão eleitoral restri
tiva e rigorosa, eis
a fórmula mágica da
transformação e apri
moramento da repre •
ientação política no
País, com benéficas
consequências não só
para o exercício dos
Poderes, mas para
todas as institui
cães sociais e poli­
ticas.
OS "Santinhos" de
verão desaparecer ,
substituídos per pla­
quetes ricas em deta
l.hes biográficos". -
Culinária
Tender Natalino
Te.mpo de Preparo: 30 minutos - Rendimento:
oito porções - Uso: prato principal
Ingredientes - l tender sem osso de 2,5
kg e cravos da india. Calda: 1 xícara (chá)
de Karo, 1 colher (sopa) de mostarda e
1 colher (sopa) de manteiga. Para decorar:
fatias de abacaxi; pêssego em calda em me­
tades; cerejas em calda e ameixa em calda.
Preparo - Retire o couro e o excesso de
gordura do tender. Coloque numa assadeira
e leve ao microondas por dez minutos em p..9.
tência alta. Vire e volte ao forno por ma­
is dez minutos, em potência alta. Retire -
do forno, besunte com a calda que se prepa
ra assim:
Num refratário pequ~no coloque o Karo,a
mostarda e a manteiga. Misture ben. Leve -
ao microondas, por dois minutos, na potên­
cia média. Espete alguns cravos no tender
e leve-o novamente ao forno, por cinco mi­
nutos em potência alta.
Retire do forno, espere esfriar. Embale
com filme plástico e leve ao freezer por
até 90 dias. '
Para descongelar: na véspera, tire do
freezer e leve-o à geladeira.
Antes de servir, coloque-o em um refra­
trio e leve ao microondas.
(Suplemento Feminino)

Pegue a Nota, Ganhe
Prêmios e Ajude
Entidades Beneficentes
Você vai lazer alguma compra hof ,1
Vai mandar lazer algum conurto,
ontratar servlos? Se/a qual lor a
sltuaão, não se esquea do pedir a
nota fiscal A parllr de fantlro,
qualquer nota llscal podo valer
prêmtos, mllharos de primlos. .. mas
as notas do dozembro /6 estão
vai endol Logo fogo voei vai saber
como trocá-las por raspadlnhasl
E quanto mals natas voei cons,gulr
/untar, mals chances terá de ganhar
btclcletas, brinquedos,
eletrodoméstlcos, motos... e até um
Ômega zero qulfõmetrol Ao concoirer,
você também estará afudanda v6rlas
entldades beneficentes que Irão
ganhar prêmlas em lnhelrol
E entãal1
Não se esquera, pegue a notai
Se vd é d@ente de cma ertidd±
b!fl~l<en!, fala IDlll o profailo d,
0d idod e veja a d'es paro
p»tiipa dsa aparta
Raspadinhas
. A O
com premuos
instantâne@s:
Brinquedos, bicicletas,
motos, eletrodomésticos.
E ainda o sorteio de um Ômega
zerinho no final da série!
PREFEITURAS MUNICIPAIS
SECRETARIA DE
FAZENDA DO ESTADO
~ overnoMS
~ ~ rubJro agora
?refeito Pires Luta pela Saiice dos Jardine uses
E entrega ao Hospital
e Equipamentos para o Cen
tro Cirurgico no valor d
~RS l.528.000,00.
O material foi cone -
gddo atravCs d: Fdaczo
Nacional de Sade qcc, a­
través de Convênio repas­
sou-o para a Prefeitura.
A chegada do Centro Ci
rCrgtco para o Hospital -
Marechal Rondon veio co -
ror una luta antiga do
Prefeito Pires e sua Se -
cretâria de Sa~de, Dra.
Maria de Lourdes dos Reis,
que batalharam atê.que, o
nes:o, chegasse ao nosso
nosocô:uio.
A população jardinense
terá um melhor atendimen­
to Hosp!talar e agradece
ao Coordenador Regional -
da Fundação Nacional de
SaCde de MS, Dr. Antonio
Urt Filho, por viabilizar
o Convênio com a Prcfeitu
ra de Jardim, à Dra. Ma=
ria de Lordes por seo es
forço em conscguí-lo e a~
Prefeito Pires pelo Convê
nio assinado e repasse zo
Hospital de Jardi~.
No to da entrega nai­
tos políticos est~vam prc
sentes e o Prcsidcnt•c dÕ
Hospital Xal. RonJon
Luiz Edcardo G. Grcbert a
r.deceo • presnc dos •
r:.sm0se, rcbendo o ma..­
teril en nove de toda DI
retoria, teceu elogios -
aos responsáveis por ma­
is este ato de amor ao
povo jardinensc.
Agora resta que os pg
1{Picos que estavam pre­
sentes se sensibilizem e
consigam que se ter::iinc
as obras do Hospital pa-
ra que o Centro CirCrgi­
co possa ser instalado,
A{ teremos na!s uma fes­
ta e mitos agradecien­
tos àqueles quc se prco­
cup:.m com a s ..de do
jardinensc.
Representando o Dr.
Urr cstav~ o Dr. Alcx
;mig( inconteste de nosso
povo.
À todos que tornaram -
esse sonho uma realidade
('IS :igradec:imen tos, s ince­
ros do povo jardinense e
p~rabêns à Diretoria do
Hospital Mal. Rondon pela
belíssia aqisiço.
NOSSI MENSIGEM
~ tempo de paz. Te.mpo de rc flex3.o. ~
valiar o que foi feito, o que deixamos
de fazer, somar experiências, dar conti
nuidade ao processo de aprendizagem. Vi
vemos aprendendo.
Somos gratos aos leitores, anuncian­
tes, aos que se utilizam de nossos Jor­
nais veiculando propagandas, matérias,
reportagens, aos que sonham conosco os
mesmos sonhos, o de construir um mundo
melhor.
Estamos caminhando, com os próprios
pés, adquirimos SEDE PRÔPRIA em cara
col, uma nova impressora "off sett" pa­
ra a divisão gráfica, vamo~, também
informatizar os jornais, melhorando a
qualidade de impressão, um novo visual.
Com certeza,
0
1994 será um ano de ino
vacões.
Projetos para adquirir sedes prÓpriÃS
em Antonio João e Porto Murtinho estão
em andamento, assim -como novos equipa -
mentas para a gráfica e Jornais.
NÔS CONFIAMOS E ACREDITAMOS NO SUDO­
ESTE E FRONTEIRA, NA MISSÃO DE CONSTRUIR
UM PA1S NOVO, CON!I'AMOS COM voe.E.
Feliz Natal e
Próspero Ano Novo
Todos Nós
JORNAIS:
Tribuna da Fronteira
(Diário Regional}·
Tribuna Murtinhense
Correio Jardinense
Gráfica e Editora
Apa
OBS: Em 1994 haverá
a fusão da Rede Belavistense de Jornais
e Gráfica e Editora Apa, para surgir a
EDITORA BELA VISTA (EDIBEL) j
Tribuna da Fronteira
Diário Regional
Qm: O POVO SEJA LEX IIFOR3LO
FAO E 2/02/1972
DIRETOR-REDATOR-CHEFE: Iva1do Peretra
01REI'ORA ADMINISTRATIVA: Mar La Estela Velásquez Fere!ra
SECRZ"IÃ!10 OE REDAÇÃO: Ub;ildlno Rodri;;ues
REPORTAGENS: João Carlos Velásquez, André Aval, FLr!no
. de Barros ► ,
REDACIO, DEPARTAMENTO COERCLL E PARQUE CRUFIco - Joel4»
'I'ribuM da F'rontelra,564 • Caixa Pgsta1 23- FONE (c7
4J9 - 1410 - Bela Vista - ns • -
SUCURSAIS: Jardim, Porto MurtLnho, Anton!o João. Bonito
<;j?°' c=o crie e erres&ente = sraii sis
Propriedade da Rede Belavlstese de Jorna!s Ltda
CCC - ~ 15.513. ~OJ/0001·90
O .JOlmL MÃO SE RESPONSABILIZA PELOS ARIICOS AS-IS
00 DE ORICEM DEFINIDA
NGo devolveos ote
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1 Edição de Natal
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V CADERNO - 25 DE DEZEMBRO DE 1993 - " MENSAGENS "
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Feliz Matal!_.. 9=
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O ANO NOVO É SEMPRE ABERTURA DE
NOVAS ESPERANÇAS.
A NOSSA t A DE QUE
CONTINUEMOS A MANTER COM
AMIGOS, CLIENTES E FORNECEDORES
OS PORTES LAÇOS DE AMIZADE,
RESPEITO E COLABORAMO,
BÂSICOS PARA NOSSO MOTO SUCESSO
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JOSÉ DESTEFANI - PROPRIETARIO
Supermercado
São José
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E.DJÇMO DE NATML, D17/1993
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Bom Natal
A ALEGRIA DO NNTA
AUMENTA A ESPERANÇA EM UM
ANO DE HUI'l'IS REALIZAÇÕES
BOIS FES'l'IS 1
FEl,I7. 1993 1
SÃO OS VOTOS DO
BANCO DIMERINDUS DO BRASIL
AGENCIA - PORTO MURTINHO - MS
UM MOMENTO FORTE
DE ESPERANÇA
NATAL ...
RENASCE A ESPERANÇA ENTRE
OS HOMENS..-
RENASCE A BUSCA DA PAZ E
DO AMOR ...
QUE EM 1994
POSSAMOS VIVER COM MAIS
)
ESPERANÇA NUM ,
CLIMA DE MUITA PAZ E AMOR.
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ALMIR STEIN - GERENTE
NIÃO E FOR
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BOAS FESTAS!
SÃO OS VOTOS DA CASA AMERICANA - PORTO MORTINHO MS
* SECOS E MOLHADOS, FRUTAS, LAT1CINIOS, CONFECÇÕES, PRESENTES
MIUDEZAS EM GERAL
* RUA DR: CORREA , 737 - FONE - 287-1211
* AGRADECEMOS A PREFERÊNCIA
ITIL
O NATAL E UM BOM MOMENTO
PARA BRINDARMOS AOS
SUCESSOS ALCANÇADOS, BRINDEMOS
AO ANO QUE CHEGJ
SEJA AINDA MELHOR COM MAIS
ALEGRIAS E REALIZAÇÕES!
FELIZ NATAL
SÃO OS VOTOS DA FARMÁCIA MURTINHENSE - PORTO MURTINBO/MS
A FRATERNIDADE t A
CHAMA QUE ILUMINA
O CAMINHO DA PAZ!
BOAS FESTAS 1
SÃO OS VOTOS DE:
WANDERLEY LOOBET E FAMILIA
o AS
BOM
A ALEGRIA DO NATAL
NOS AUMENTA A ESPERANÇA
EM UM
ANO NOVO
DE MUITAS REALIZAÇÕES.
FELIZ NATAL E
PRÓSPERO ANO NOVO
SÃO OS VOTOS DE HEITOR MIRANDA DOS SANTOS E FAMILIA
ITIL!
· FESTAS
Feliz Natal
MAIS DO QUE SIMPLES MENSAGENS,
ESTAMOS ENVIANDO NOSSOS
SINCEROS DESEJOS DE UM
NATAL DE PAZ E AMOR,
E UM ANO NOVO DE
REALIZAÇÕES E FELICIDADE. I (
FELIZ NATAL,
PROSPERO ANO NOVO
SÃO OS VOTOS DE:
PROPRIETARIO
FELIX HERMlNIO FERES
BEIRA RIO HOTEL
,
* ATENDIMENTO CAMARADA!
TIMOS PREÇOS
PORTO MORTINHO - MATO GROSSO DO SUL

EDIÇÃO DE NNTM,
DE/1993
20 CATE+NO
C MIRI MUNICIPAL DE BELD VISTI
Natal ...
I
1
A ESTAMOS ENVIANDO NOSSOS
' ... 'J
53, SINCEROS DESEJOS DE UM
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NATAL DE PlZ E J.MORI
d Cruz (GDD)
É IIORA DE ELEVAR NOSSOS CORAÇOES,
PENSANDO CARINIIOSIMENTE
NlQUELES QUE COMPlRTILl-11RAM
CONOSCO l JORNADA DES'l'E 1NO.
/ ESSES COMPlNHl'.IROS,
'.NOSSOS SINCEROS 1GRADECIMEN'l'OS POR
TODA COLlDOMÇ/O, DESEJANDO-LHES
PROGRESSO E PELICIDlDE NO JNO QUE
SE INICIA.
MJIS DO QUE SIMPLES MENSlGEM,
VFlilllDORES:
FERNlNDO DE FREITlS ELilS
MJRCOS ELIAS RIOS DA CRUZ
FERNANDO JORGE DE B1RROS
ORLlNDA FREITlS DOS SlNTOS
GERALDO PINHEIRO MURJNO
ISRJEL CHlMORRO
l,UIZ 1LEXlNDRE LOUREIRO PALMIÉRI
MJRCOS RONDON DE OLIVEIRJ
RONEY MORJES SIMÕES
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L•JÍ.z 1lcxandrc L. Palmiér~ (PTB)
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F r·,ando <le F:n,it;:,.s Elias (PMDB)
vice-Presidente, Lider do prefei
to e Presidente Eleito para o
.:.no de l'l94.

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Fe±nardo Jorge d Barros - (pvr)
- 20 secretario
Ma:o Rondo:. g O.iv::u (PP)
Roney Moraes Simões.:. (PSDBJ
Feliz Natal Feliz Ano Novo
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WllÇÃO m; tl/í'AT,
25/DE7/1993
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Jesus Nasceu
FEL,IX ALVES - PROPRlETÃRlO
JUNTOS COM CRISTO, QUE
RENASCE NESTE NATAL,
LUTEMOS PARA TER UMA
SOCIEDADE MAIS JUSTA
FELIZ NATAL, PRÓSPERO
SÃO OS VOTOS DO:
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* PORTO MURTINHO - MS
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NATAL - QUE RENASÇA EM TODOS A ESPERANÇA,
A CORAGEM E A ALEGRIA COM A
LEMBRANÇA DE QUE DEUS ESTÃ JUNTO
DE NÔS.
NATAL - SEMPRE SE RENOVA O NASCIMENTO DE
NOVAS IDtIAS, NOVOS PROJETOS,
NOVAS PERSPECTIVAS, NOVOS
DESAFIOS.
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MATERIAIS ELETRÔNICOS, MOTORES DE POPA, CAÇA E PESCA
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PORTO MURTINHO - MS
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FELIZ 1994
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FONE/ FAX - (067) 287-1238
PORTO MURTINHO MS

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ATENDIMENTO PERSONALIZADO
E

EDIÇÃO DE NNTAL DEZ./1993
BOAS
FESTAS
QUANDO O NATAL SE APROXIMA, NOS LEMBRAMOS
DAS DIFICULDADES QUE ENFRENTAMOS
DUHJN'l'E '1'000 INO.
MAS A MAGIA DESTA DATA NOS DÁ A
CERTEZA DE UM AMANHÃ MELHOR E,
ClDl VEZ MAIS, ACREDITAMOS QUE O lNO
NOVO SERÃ MlIS FELIZ,
CHEIO DE ESPERINÇl,
REPLETO DE PNZ.
FELIZ NlTlL E
PRÓSPERO ANO NOVO!
SÃO OS VOTOS DO: SUPERMERClDO TIMBIRI - AILTON F. DOS SANTOS - CARACOL - MATO GROSSO DO SUL
.•:.:
I
NO MOMENTO EM QUE O PENS/MENTO SE ELEV/1 /Ti:_:
AQUELE QUE, COM SEU SORRISO E SUA PROMESSA i:_:
O CENTRO DO NATAL, DIZEMOS A TODOS QUE
ESTIVERAM CONOSCO EM PENSAMENTO, PALAVRA E TRABALHO
O NOSSO MAIS SINCERO RECONHECIMENTO.
FELIZ NATAL E PROSPERO ANO NOVO.
SÃO OS VOTOS DE:
MARCIONILIO RODRIGUES DOS SANTOS E MATILDE
CARACOL - MS

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FELIZ NATAL,
PROSPERO ANO NOVO
BG
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ATRAVÉS DO TRABALHO ESTIVEMOS LIGADOS NO ANO QUE SE
ENCERRA, QUE EM 1994 CONTINUEMOS
TRABALHANDO , CRESCENDO E
PROGREDINDO JUNTOS.
- E O QUE LHES DESEJA O:
BANCO BAMERINDUS DO BRASIL S/A - AGENCIA CARACOL - MS
Bom Fim
de Ano
NATAL, RENASCE A ESPERANÇA ENTRE OS HOMENS ...
RENASCE A BUSCA DA PAZ E DO AMOR ...
QUE EM 1994, POSSAMOS VIVER COM MAIS ESPERANÇA,
NUM CLIMA DE MUITA PAZ E AMOR.
BOAS FESTAS.
~ O QUE LHES DESEJA O
DE : RAMÃO PEREIRA
CLUBE SANTA ROSA
Feliz Natal
CARACOL - MS
QUE OS MAIS ALEGRES ACORDES DO NATAL SOEM
POR TODO ANO NOVO,
ESPALHANDO SUA MOSICA DE PAZ E ALEGRIA ...
A TODOS QUE CONOSCO COMPARTILHARAM A ALEGRIA
DO ANO QUE SE PASSOU,
DESEJAMOS MUITA PROSPERIDADES, SAODE ...
SÃO OS VOTOS: VEREADOR PASCHOAL PUCHETA E FAMILIA

EDIÇÃ0 DE NNTA, UE:Z/193
29 CNERNO
Felicidades
A 'TOD0S AQUELES QUE LUTAM
E TíllBAT,IIAM POR UM
AMANHÃ MELHOR,
DESEJAMOS UM NA'rAJ.
DE ALEGRIAS E ESPERANÇAS,
QUE LEVARÃO A UM ANO NOVO
DE FELICIDADE E PROGRESSO,
AMOR E PAZ.
FELIZ NATAL
SÃO OS VOTOS DE:
JESUS DELBAR FERREIRA LEITE E F1M1LIA
CARACOL - MS
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O TRABALHO NOS MANTEVE LIGADOS TODO ESTE
AGORA, O NATAL NOS LEVA A REFLETIR SOBRE
TODO O QUE PASSOU,
PARA JUNTOS SEGUIRMOS EM FRENTE,
PROGREDINDO E CRESCENDO NO ANO NOVO.
BOAS FESTAS
SÃO OS VOTOS DA BORRACHARIA
DE CLOnOALDO CENTURIÃO
EM 1993 TRABALHAMOS, DISCUTIMOS, CRIAMOS, CONQUISTAMOS ...
QUE EM 1994, TENHAMOS MAIS TRABALHO, PARA DISCUTIR
MELHOR, A FIM DE CRIARMOS MAIORES
RECURSOS E CONQUISTARMOS
NOVOS HORIZONTES.
BOAS FESTAS
CARACOL-MS
SÃO OS VOTOS
* POSTO PORTEIRA
MANECO DOS SANTOS
Que tudo se realize
QUE A PAZ E A ALEGRIA DO NATAL ESTEJAM PRESENTES EM
TODO ANO NOVO.
A ESPERANÇA DO AMANHA É FRUTO DO TRABALHO DE HOJE.
QUE O NATAL FORTALEÇA A ESPERANÇA,
ILUMINANDO DE AMOR, PAZ E ALEGRIA
O ANO QUE SE INICIA
BOAS FESTAS 1
HORÁCIO GODOY E FAMILIA - CARACOL - MS
Boas Festas
O NATAL É UM ÓTIMO MOMENTO
PARA REPENSAR O PRESENTE
E TRAÇAR NOVOS PLANOS
PARA UM FUTURO OE ESPERANÇA
E REALIZAÇÕES.
BOM NATAL E
PRÔSPERO ANO NOVO
SÃOS OS VOTOS OE:
SÃO OS VOTOS DE:
LIQUINHO CENTURIO E FAMILIA '
CARACOL - MS
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Bom Natal
• -- .~ - - - :.º. :-"'' • --""-, ---~~~-..:..-.
-.- .
A FELICIDADE DEPENDE UNICAMENTE DE N0S.
NESTE NATAL, VAMOS PROCURA-LA DENTRO
DE CADA UM.
PARA NO ANO NOVO,
APROVEIT-LA A CADA INSTANTE.
FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO.
* COMERCIAL LIMA - VALDOMIRO LIMA 'E FAMILIA
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B O 4 S FEST.&S
25/D,1/1993
-------- -- .
OUE NESTE NNTNL, POSSAMOS REFLETIR
NO EXEMPLO SIMPLES E HUMILDE DE JESUS,
PARA CONSTRUIR NO ANO NOVO,
A VEJIDlDP.InA FP.LICID/DEI
AOS NOSSOS AMIGOS, ERGUEMOS
UM BRINDE DESEJANDO O MlIS
FELIZ Nl'l'lL E UM /NO NOVO
W}:,GRANDES REALIZAÇOES.
{ •
SÃO OS VO'l'OS DA: LANCHONETE PAQUERA - JARDIM - MS
-
1EM%.
... , ...
.. .
O NATAL FAZ RENASCER EM CADA PESSOA
A ESPERANÇA DE UM MUNDO MELHOR!
FELICIDADE, PAZ E HARMONIA,
SÃO OS VOTOS QUE ARDENTEMENTE FAZEMOS
NO TRANSCORRER DE 0M
ALEGRE NATAL E NO
LIMIAR DE UM ANO NOVO REPLETO
DE ESPERANÇAS.
SÃO OS VOTOS DA:
T IPECAHIA HORIZONTE
DE: VALTER ACOSTA
JARDIM -MS

EDIÇAO DE NATAL
.
DEZ/1993
20 CADERNO
Câmara Municipal de Caracol
.--'
VEREADOR JOS8 CARLOS BARCELOS
ESTE É O MELHOR MOMENTO PARA REFLETIRMOS EM TUDO O QUE SE
PASSOU NESTE /NO.
QUE EM 1994
POSSAMOS ES'l'JR NOVAMENTE JUN'I'OS,
APROVEITANDO AS EXPERIENCIAS POSITIVAS QUE TIVEMOS
PARTINDO PARA NOVAS E FELIZES REALIZAÇÕES
FELIZ NATAL E PROSPERO ANO NOVO 1
VEREADOR
JOS8 CARLOS BARCELOS - PRESIDENTE
MIL'I'ON BENDER
THIRSON FERREIRA LEITE
ESTJNISLJU NUNES
PASCHOAL PUCHETA
EVALDO DE MOURA PEREIRA
DORALINA RODRIGUES LEITE
JOSÉLIO DOS SANTOS
DARCY SOUZA NETO
CiMIRI MUNICIPIL DE INTONIO JOIO
QUANDO O NATAL SE APROXIMA,
NOS LEMBRAMOS DAS DIFICULDADES QUE
ENFRENTAMOS DURANTE TODO O ANO.
MAS A MAGIA. DESTA DATA NOS DA A CERTEZA DE UM
AMANHÃ MELHOR E,
CADA VEZ MAIS: ACREDITAMOS
QUE O ANO NOVO SERA MAIS FELIZ,
CHEIO DE ESPERANÇA,
REPLETO DE PAZ.
FELIZ NATAL,
PRÕSPERO ANO NOVO 1
JUNEIR MARQUES - PRESIDENTE
BOAS FESTAS

EDIÇÃO DE NATAL
2 DE DEZEMBRO/1993
NATAL NÃO E SO FESTA,
ESPERANÇA, N A T A L E
ACIMA DE TUDO, UM
DIA ESPECIAL PARA PENSAR
NA VINDA DE CRISTO.
FELIZ NATAL E PROSPERO ANO NOVO 1
SÃO OS VOTOS DO DEPUTADO ESTADUAL
ALBERTO RONDON
Feliz
at a 1
• • •
UM BOM NITIL!
COM ELE A CERTEZA DE
QUE ONDE CHEGAR SUA PALAVRA,
CHEGARÁ A VERDADE,
A ESPERANÇA E O AMOR.
FELIZ NATAL 1
SÃO OS VOTOS DE:
ANTONIO CARLOS ARROIO - ASSESSOR ESPECIAL DO GOVERNADOR
PEDRO PEDROSSIAN
Bom Natal
QUE AS LUZES DESTE NATAL PENETREM NOS CORAÇÕES E
ILUMINEM TODOS OS DIAS DO ANO NOVO.
QUE CADA MOMENTO SEJA DESFRUTADO
COM IMENSA ALEGRIA E SEJA
FORMADO UM ELO DE PAZ, AMIZADE E
AMOR!
FELIZ NATAL E PROSPERO ANO NOVO!
OS VENTOS BONS DO NATAL
TRAZEM-NOS SEMPRE
PEDAÇOS DE ALEGRIA, DE LUZ,
ANSEIOS DE PAZ, E AQUELA
ENORME EXPECTATIVA DE UM
MUNDO MELHOR,
MAIS JUSTO,
MAIS HUMANO,
MAIS FRATERNAL
SÃO OS VOTOS DE:
ULISSES SERRA NETO (NONINHO) - PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO OE
CULTURA - MS
Prosperidades
"FELIZ NATAL 1
FELIZ 19931
É O QUE LHES DESEJA:
Feliz Natal
DEPUTADO ESTADUAL - WALDEMIR MOKA -

DEZ/93 20 CADERNO
Feliz Ano Novo
A ESTRELA DO PASTOR NOS
GUIOU POR 'TODO ESTE ANO,
E NOS CAMINHOS CORRIDOS
ENCONTRAMOS S7ODE E
BOAS AMIZADES,
ESPERAMOS QUE OS REFLEXOS
DE SUA LUZ CONTINUEM
ILUMINANDO A 'TODOS NOS,
EM MAIS UM FELIZ ANO NOVO
BOAS FESTAS
SÃO OS VOTOS DA:
PREFEITURA MUNICIPAL DE JARDIM - MS
+ ENGENHEIRO JOSÉ VICENTE DE SANCTIS PIRES - PREFEITO
..
. . . . . .
.
. .
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..
I
FELIZ 1994 !!!
Feliz Natal!
O TRABALHO FOI NOSSO PONTO COMUM
ATRAVÉS DELE CRESCEMOS,
APRENDEMOS E CONSTRUIMOS.
QUE EM 1994
POSSAMOS CONTINUAR JUNTOS,
ESTREITANDO LAÇOS DE
AMIZADE E TRABALHANDO
MAIS, SEMPRE COM BASE NA
HARMONIA E COOPEAAÇÃO.
BOAS FESTAS, FELIZ ANO NOVO!
t O QUE LHES DESEJA O:
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SE JESUS TIVESSE VIVIDO HOJE,
NÓS LHE PEDIRIAMOS:
SENHOR, EXPLICA-NOS A
PNRABOLA DO TIPÓGRAFO ... ".
E ELE NOS EXPLICARIA:
"EU SOU A VERDADEIRA MATRIZ.
TUDO O QUE VEIO ANTES DE MIM
FORAM APENAS PROVAS,
FIGURAS DA REALIDADE QUE SOU EU.
E TODOS OS QUE VIERAM DEPOIS DE
MIM DEVERÃO REPRODUZIR,
EM SUAS VIDAS,
O MEU MISTt::RIO".
QUE O MISTÉRIO DO NATAL
SE REVELE A TODOS EM FELICIDADE,
PAZ E SAODE.
PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO MURTINHO
LUIZ CARLOS DE ABREU
BOM NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO
t
Feliz Natal
QUE 1994 SEJA REPLETO DE ALEGRIA!
SÃO OS VOTOS DE JOELSON MARTINEZ PEIXOTO E FAMILIA
JARDIM - MS
NIITIL!
ONDE HÃ UMA VONTADE, HÃ UM CAMINHO.
ONDE HÁ BOA 'VONTADE,
HÃ MUITOS CAMINHOS.
A TODOS AQUELES QUE NOS AJUDARAM
A ABRIR CAMINHOS NO ANO QUE PASSOU
-- -- -
E QUE FORJARAM CONOSCO,
NA TEMPERA DA LIDE,
UMA CORRENTE SÓLIDA
DE BOA VONTADE, O
NOSSO MUITO OBRIGADO E
MELHORES VOTOS DE
HARMONIA E CRESCENTE
PROSPERIDADE.
BOAS FESTAS!
E O QUE DESEJA A:
MINERAÇÃO
PROPRIETARIO : ANTONIO ARANHA
JARDIM - MS

EDIÇÃO DE NNTAL, - 25 DE DEZEMBRO DE 1993 20 CAD)E;oo
feliz Natal!
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:. .J, .
Osvaldo Possari
VIVER O ADVENTO E O NATAL, EM
PROPUNDIDADE, 2 ABRIR
JANELAS E PORTAS DA
ALMA, COM ALEGRIA E
GENEROSIDADE.
JESUS QUER NASCER E
RENASCER EM NOSSOS
CORAÇÕES!
E TEMPO DE LEMBRAR
QUE A PAZ t POSS!VEL.
NATAL ...
E PARTILHAR AS CONQUISTAS
QUE JUNTOS SEMEAMOS ...
São os Votos da:
Viação Cruzeiro
Osvaldo Cesar Possari
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..
Faca como Papai Noel
VIAJE TRANQÜILO, VIAJE VIAÇÃO CRUZEIRO DO. SUL

1e"0e 2 meteres2 e ,gçgg]
Um Feliz Natal ...
Nata 1 ...
• 11 NO CORAÇÃO,
._ DNÇI RENOVADA
- NII VIDD
·f. ETIDA
- CRIANÇA
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·,
Vereador João da Cruz Pacheco - Presidente
do Legislativo Murtinhcnse
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* OS VEREADORES -
* ILKJ BICHA
OSÓRIO MIRANDA DOS SANTOS
* IILTON SANCHES
* FEí..!lANDO DE MATOS
* SANDRO MJLDONADO
* OSVALDO NITAL1CIO .OVELAR
* ILCIRO LOPES
* ILCIDES 1NCÃNTIRI
* JOÃO DA CRUZ PACHECO
DESEJAM A TODOS UM FELIZ NITIL
E PRÓSPERO ANO NOVO!
S10 OS VOTOS OI:
CÂMIIRB MUNICIPIL DE PORTO • MORTINHO
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EDIÇÃO DE NNTAI,
20 CALE+NO
Df.Z/ 19'.n
Feliz Natal!
UH NATAL, CHEIO DE
AMOR E DE PAI,
TRAZENDO UM ANO NOVO
DE ESPERANCA
E PROGRESSO PARA
TODOS
FELIZ NATAL
l'RÕSPERO ANO NOVO
SÃO OS VOTOS
DO PREFEITO MUNICIPAL DE BONITO - MS
* JOSt;: ARTHUR FIGUEIREDO
Feliz
Ano Novo
FELIZ
AO COMEMORARMOS O NASCIMENTO
DAQUELE QUE e A LUZ,
A ESPERANÇA E A VIDA
LEMBREMO-NOS DE QUEM
MERECE OS MAIS
SINCEROS VOTOS DE PAZ,
FELICIDADE E PROGRESSO!
BOAS PESTAS
SÃO OS VOTOS DA:
PREFEITURA MUNICIPAL DE ANTCNI 10MO - MS
NILCE ALVES DE OLIVEIRA - PREFEITA MUNICIPAL
1994
A CADA NATAL
NOVAS ESPERANÇAS ...
QUE EM 1994 AS
ESPERANÇAS SE
CONCRETIZEM TRAZENDO
PARA TODOS MUITA PAZ E
FELICIDADE
BOAS FESTAS
FELIZ NATAL
SÃO OS VOTOS DO:
PREFEITO MUNICIPAL DE
GUIA LOPES DA LAGUNA
JORGE ANDRt CAETANO
l
FESTAS
Nata
A SER NATAL
E O ANO NOVO A
REALIZAÇÃO DOS NOSSOS SONHOS!
FELIZ NATAL ! 1 1
RÃ UMA INTENSA TROCA DE MENSAGEM
DAS MAIS VARIADAS FORMAS;
NÃO IMPORTA QUE A MANEIRA
POSSA PARECER LIGEIRA,
O QUE IMPORTA t QUE AS
PALAVRAS CARREGUEM
A FORÇA DOS NOSSOS SENTIMENTOS,
O QUE IMPORTA t;: QUE SE FAÇA E
FALE ALGUMA COISA.
PARA QUE O NATAL CONTINUE
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PREFEITO MUNICIPAL DE CARACOI
ADMINISTRAÇÃO JUVINO GODOY - CONHEÇO E CONFIO

EDI,AO DE MA'TAL, DEZ/1993 20 CAEP O
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esus Nasceu
A ALEGRIA DO NATAL NOS AUMENTA A
ESPERJNÇÁ DE UM ANO DE MUITAS REALIZAÇÕES.
DOAS FESTAS.
SÃO OS VOTOS DE:
Paz e Alegria
Que tudo se realize
NATAL ... RENASCE A ESPERJNÇA ENTRE OS HOMENS •••
RENASCE A BUSCA DA PAZ E DO AMOR .•.
QUE EM 1994 POSSAMOS VIVER COM MAIS
ESPERANÇA NUM
Y CLIMA DE MUITA PAZ E AMOR.
FELIZ NATAL SÃO OS VOTOS DA:
IRINEU NETO DA SILVEIRA E FAMILIA
CARACOL - MS
MADEIREIRA F. PAGLIOSA
+ NECO PAGLIOSA E FAMILIA
* CARACOL - MS
Boas Festas
O NATAL!:: UM BOM MOMENTO PARA BRINDARMOS AOS
SUCESSOS ALCANÇADOS;
BRINDEMOS TAMB!::M,
AO ANO QUE CHEGA
SEJA AINDA MELHOR COM MAIS ALEGRIAS E
REALIZAÇÕES.
FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO
SÃO OS VOTOS DA: BAMBU LANCHES
DE SERGIO SERENA E CELSO SERENA E FLIA
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"A FRATERNIDADE!:: A CHAMA QUE ILUMINA
O CAMINHO DA PAZ. DO AMOR. "
QUE 1994 SEJA REPLETO DE REALIZAÇÕES!
FELIZ NATAL!
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SÃO OS VOTOS DO E 9
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MERCADO CARACOL I 4
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DE: JARY SOUZA NETO E FAMILIA
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TIL
MAIS DO QUE SIMPLES MENSAGEM,
ESTAMOS EVIANDO NOSSOS SINCEROS
DESEJOS DE UM NATAL DE
PAZ E AMOR,
E UM ANO NOVO DE
REALIZAÇÕES E
FELICIDADE.
FELIZ NATAL
(
SÃO OS VOTOS DE: AVELINO GODOY·E FAM!LIA
- MS
e
Feliz Natal
, .
DEVEMOS SEGUIR SEMPRE EM FRENTE,
MANTENDO A ESPERANÇA E CONQUISTANDO EXPERIENCIAS
PARA CONSTRUIR UM FUTURO FELIZ,
ONDE A PAZ E A
HARMONIA ESTEJAM PRESENTES.
FELIZ NATAL E
PROSPERO ANO NOVO - SÃO OS VOTOS DA:
TORNEARIA SANJODIESEL - JOÃO B. DO NASCIMENTO E FLIA
c
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A
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-fdição de Natal 3
1 CIDERNO
25 DE DEZEMBRO DE 1993 - J9 CADERNO -
s emento Cultural
LITERATURA- ATES - CINEMA - MÚSICA
APOIO:
ULYSSES
NETO (NONINO) •
Publicado simultaneamente nos jornais. T. da Fronteira / C. Jardinense e T. Murtinhense
O Espírito de Natal
O Espírito de
Natal é algo que
veio gradativamente­
se integrando ao nos
so dia-a-dia.
Ele chega aos
poucos, através de
um cartão de Boas
Festas que muito an
tes da data esperada
é enviado por amigo
distante.
As amizades se
multiplicam ou se
renovam pelos abra
ços, os encontros ,
mas sobretudo pelo
pinheiro enfcílado­
quc aparece na praça
no supermercado. As
estrelas luminosas
que são colocadas no
alto de cdifícios,ou
mesmo naqueles sim
ples pinheirinho,que
é apanhado no alto
do armário, junto e/
bolinhas coloridas.
Com essa chega­
da, as preocupações
pela ceia da" Noite
Feliz "e o desejo -
de presentear, tão
explorado pelo comér
cio... -
O consumismo de
uma sociedade tão a
pegada à ditadura do
que lhe é exposto -
pelos meios de comu­
nicação, entretanto,
não chega a totalmen
te mudar o "espírito
natalino". Mas dar
presentes não é um
fenômeno dos nossos
tempos, há uma tradi
cão porém nesse cos­
ume.
Antes mesmo do
nascimento de Cristo
os romanos celebra
vam as Saturnálias
festas que homenagca
vam Saturno e a fer­
Lilidade do solo.
Assim, do dia
17 ao dia 23 de de
zembro, o trabalho @
ra suspenso e as ca
sas enfeitadas, cea­
va-se e se presentea
va os amigos e paren
tes. A tradição se
manteve e foi assimi
lada pelos católicos
Estes festejos
da época romana cul­
minavam com uma gran
de festividade no
dia 25, dedicada ao
, Deus Sol, denominada
"Natalis Solis Invic
ti" ou "Natalícia do
Imbatível Sol".
Em 354 D.C.cons
ciente de que era
impossível mudar a
realização da festa
resolveu a igreja
cristianizá-la. " 25
de dezembro tornou -
se então, o dia ofi­
cial do aniversário
de Cristo.
O bom velhinho
que se tornou comum
cm todos os natais ,
como o bom Noel, ou
carinhosamente conhe
cido como Papai
Noel ", teve sua ori
gem num bispo, que
vjveu no século 40,
conhecido por sua
generosidade em dis­
tribuir doces e gulg
seimas entre as
crianças. Esse bispo
mais tarde, ficou co
nhecido no mundo co­
mo são Nicolau (cujo
dia de nascimento -
foi 6 de dezembro)
Até a data 1848, São
Nicolau foi caracte-
rizado como o
tradicional
Noel.
nosso
Papai
Outra lenda que
explica a origem do
pinheiro enfeitado -
vem de Martinho Lute
ro, fundador do Pro
testantismo. Passea­
va ele numa noite
fria mas extremamen­
te bonita por seu ar
diferente e com o
céu estrelado e repa
rou num cipreste mo
lhado, gotas de água
iluminadas pelas fo
guelras, pareciam en
feites coloridos....
Teve então a idéia -
de colocar uma peque
na árvore, enfeitá -
la e colocar velas a
cesas em seus ramos,
estava iniciada uma
tradição que ainda
hoje caracteriza a
chegada do Natal ....
O presépio, que
foi iniciativa de
São Francisco de As
sis, que fez o pri­
meiro, é exibido em
quase todos os lares
e igrejas da Europa.
Os espanhóis porém
apresentam uma Parti
cularidade. O Menino
Jesus é colocado no
seu leito da manje
doura à meia-noite=
do dia 24 para 25.
Antes a manje
doura fica vazia.· A
cada ano, é comprada
uma nova peça como
um Pastor, um bicho,
ou outra figura típi
ca. Com o passar dos
anos, o presepio ten
de a crescer...
Na Itália, os.
calabreses comem o
"strufulli", um doce
cem nozes e mel. Na
França é comum um ti
po de doce com a for
ma de tronco de árvo
re, feito com choco=
late, chantilly, mar
zipã, conhecido como
"Buche Noel".
Os povos têm ca
da qual sua tradição
Os húngaros se
dão presentes e as
crianças fazem prcsé
pios para dar aos a­
migos. Os armênios g
fcrecem carneiros e
perus assados aos vi
zinhos. Os holande -
ses festejam a chega
da do Sinterklaas -
(Papai Noel) e tro
cam presentes no dia
5. Os soviéticos tro
cam comidas típicas=
e servem uma ceia
composta de ganso ,
pernil, maçãs e canu
dos de doces confei­
tados. Os alemães fa
zem árvores e as en
feitam com bolachi
nhas cobertas de gla
cê colorido e saem
as ruas em grupos
cantando canções na
talinas.
Enfim, o que é
importante não é a
forma de comemoração
mas sim, sentir todo
o espirito cm q
se é envolvido po.
essa noite mágica...
Livros e
Autores
Página -10
É Natal, Reúna a Família
em Volta da Mesa
/
KO3$N4 NOME.AGEM
$2?h,
• --- - à. .} .
Ulisses Serra Neto " Noninho "
. Homenageamos nesta Edição de Natal
o Jovem Ulisses Serra Neto "Noninho",atual
Presidente da Fundacãode Cultura de Mato
Grosso do Sul, um dos principais incentiva
dores da Cultura e do Esporte sul matogroi
sense.
* v,ja como preparar deliciosos pratos para enriquecer o seu Natal er:i Fami
lia, receitas aprovadas e comprovadas.
* Todos os itens para voce seguir, nas Páginas 06 / 07 deste 3 Caderno •
O Natal em Diversos
Países
* Veja como é comemorado o Natal/Pág/12

A+i MI O LT! L
r1A
Como· Fazer Enfeites de Natal
Móbil e dos Anjos
Esta é una das melhores d e c o r a ç õ e s do NATAL - O M Ó B I L .E DOS ANJOS. Para
executá-lo basta olhar as Indicações do texto e a medidas que estão ao la
do,
MATERIAL NECESSÁRIO: 5 compensados de vi rola de 20X13 centímetros e 5mm de
epesura, l arame rosco de 4O cm, que será o arame central, 2 arames late­
raio (ll) de 20 cm d e tamanho, } lixas 120, um fio de nailon de Jm. Para cor
tar a madeira, serra tico-tico, Para decalcar os anjos l caneta esferográfi­
c a preta
COMO PAZER: Copie o anjo grande cm papel fino ou vegetal, ponha um carbono e·
dcalqoe na padeira os cInco anjos, Cor a erra tico-tico, comece a cortar
as cinco peças usando uma lâmina bem fina, Lixe depois cnda anjo com uma li­
xa l20, Lembre-se que as duas faces (ou lados) tem de ser marcados, Pinte os
anjos com tintn eamaltc, uG11ndo cada cor para cada anjo a seu critério. Pr,2
cure variar bem as cores,
Execute os furos nas cabeças dos anjos por onde vai passar o fio de nai­
lon (ou linha colorida).
Em cada arame, d@ uma curvatura como se fosse a letra "E" com um alicate
de ponta fina. No centro de cada arame é preciso que fique esticado e as ex
tre:nidades, formando um pequeno gancho, que servirá para prender os fios d;
naylon e na outra extremidade do arane, pelo orifício feito,prenda os anjos.
E pronto. Agora prenda num locnl central e aguarde os elogios de seus
convidados na ceia de NATAL,
MATERIAL: 5 anjos nas dimensÕe!l de 20XIJ cm de compensado com 5mm de espes
ar
1 - arame central de 40 cm grosso.
2- arame laterais de 20 cr.1 grosso
3 lixas de grana 120
1 - fio de nylon
FERRAflENTAS: Serra tico-tico, canetas esferográficas pretas, tinta a Óleo de
cores diversas.
COMO FAZER: Tome o gabarito do anjo maior. Copie o desenho em papel vegetal
ou manteiga decalcando sohre o compensado as cinco figuras com papel-carbo - •
no. Corte depois com a serra tico-tco os cincos anjos. Lixe cada peça. Mar­
que com caneta esferográfica todos os detalhes do anjos. Decalcando de um la
do como de outro. Pinte as figuras com tinta esmalte, tendo bastante cuidad;.
com os contornos e de cores vivas.
Fure a cabeça dos anjos por onde vi passar o fio de nylon observando
as medidas do modelo. Dê uma leve curvatura nos arames para ter mais leveza.
No centro de cada ara:ne, faça um reforço como se fizesse a letra "E" com um
alicate de bico. Retorne as extremidades dos arames dobrando as pontas para
formar pequenos ganchos. Na letra "E",os ganchos servem para ficar os fios -
de nylon, seguindo exatamente as medids que mostram o modelo. Depois de
pronto receba os elogios de todos.
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LO TRmt#DO
MATERIAL: Uma placa de isopor, bolas pequenas de isopor, palitos de
Palitos de churrasco,
CO!O FAZER: Recorte a base do trabalho em isopor no tamanho de 25Xl5co e pi_!!
te-o co:n tinta plãstica.
Pegue as bolas de isopor e vá prendendo os pzlitos de modo a formar "es
trelas" os palitos maiores servem pa,:s prender as estrelas na base do ico-=
por. Pinte as estrelas de cores diversas, e veja que bonito efeito!!
dente.
74mAN/0 Da ANo
Centro de Mesa
:l
Este centro é fâcil de fazer e veja como:
1 - Corte uma placa de isopor 30X20 cm. Cole depois a placa apliczndo sobre
ela palha laninada por toda a placa. Toe uca vela e cole galão laminado
dando voltas de modo a enfeita-la. Em espiral decor
rida ih
O
- e o resto com bolas col~
se P nas. oesmo galao pode ser colado em volta da placa.
2 - Coloqe no centro de mesa onde vai ser servida
to. a ceia e veja o belo efc!
BO&S FESTAS
l

EDIÇÃO DE NATAL 30 CADERNO DEZ/9)
CONTO )
EIS REGIME, VIVI O INO O
Naquolo último
dia do ano, o calor
empurrava todoa para
a praia.
llnlena trocou
de roupa, apanhando­
º biquinl azul de
bolinhas de que Gil­
berto mais parecia
gostar.
Tratou logo de
telefonar para o na­
morado. O telefone
tocou o suficiente -
para cansá-la e ela,
desanimada, o colo
cou no gancho enquan
to reparava o céu
muito azul, sem nu
vens. Enquanto aguar
dava uma nova oportü
nidade de ligar, ob
servou pelo grande -
espelho da sala, com
olhos bem críticos ,
suas formas um tanto
roliças, razão maior
para aquelas cansati
vas aulas na acado
mia ...
O problema é q/
tinha pouca altura e
adorava comer. Deu u
ma volta pela saleta
e tornou a ver suas
formas e apesar de
estar tudo no lugar­
e firme, se achou al
go gordinha, para os
padrões do namorado.
Gilberto era al
to e elegante, um
atleta militar, mol­
dado numa disciplina
rígida que o fazia
admirado. Essas difg
ronças talvez os
tivessem atraido tan
to, naqueles quase
tres anos de namoro,
mas não o suficiente
para que sofresse
piadas de amigas in­
vejosas...
A campanhia to
cou. Helena reparou
um pouco no seu ros­
to de olhos brejei
ros e nariz arrebita
do que talvez tivas­
se impressionado mais
Gilberto, pensou SOE
ridente, surpresa c/
a beleza marota do
ror.Lo ...
Abriu a porta ,
pensando ser o namo­
rado.
Roberto, primo,
ali estava com um Q
migo, Fernando, um
garotão loiro que
surfava sempre na
Barra.
Ambos foram en
trando dispostos a
levá-la à praia.
Foram tão con
vincantes, os olha
res tão penetrantes,
que a moça se rendeu
ao convite.
De um salto, os
tres partiram no pe­
queno carro do primo
e logo foram contor­
nando as praias re
plotas de gente. Pro
curaram então algum
lugar mais tranqui­
lo da Barra, onde
poderiam estar mais
à vontade e longe de
arrastões...
O mar estava
brilhante à luz de
um sol ofuscante, os
tres riam em meio a
brincadeiras e as on
das do mar. Helena
reparou que nem sen
tia a falta do namo­
rado. Roberto se a­
fastou e logo depois
chegou com um imenso
sorvête. Helena, con
trariada por não p6
der, descartou no
regime que fazia, o
prazer de prová-lo.
Os rapazes se
revoltaram com ocas
tigo que ela se autõ
impunha. Afinal,para
eles, ela era jovem,
bonita e sobretudo -
de formas perfeitas!
O assunto ga­
nhou cores e discus­
são. Para os dois ra
pazes, ela não devia
se sacrificar tanto
para atender a um
namorado ausente. Fa
laram de iguarias q/
haviam comido no Na
tal e no que estava
sendo preparado para
o Último dia do ano.
Helena quase
chorou lembrando a
dieta que fizera.
Tudo sempre p/
agradar o Gilberto e
ele nem telefonara.
Onde andaria?
Pensou por ins­
tantes...
Não demorou em
ter a resposta. Na
praia agreste, ela
divisou à certa altu
ra uma barraca boh
conhecida. Se aproxi
mou lentamente, en
quanto os rapazes i
preciavam o seu modo
de andar.
Pelas costas
reconheceu o rapaz
de cabelo cortado.
Surpresa, Hele­
na viu Gilberto abra
çado a uma esguia
loira ...
Tornou a olhar
para ter certeza, e
voltou cm direção aos
rapazes. Quase num
grito pediu ao primo
o sorvete que ele an
tes lhe havia ofere­
cido. O devorou num
misto de raiva e sen
tiu que os rapazes ã
olhavam com certa gu
lodice também... -
A última noite
do ano chegou. Entre
velas e comidas de
todo o tipo, Helena
se refestelava dos
longos dias de jejum
cercada pelo primo e
parentes. O relógio­
bateu as badaladas
do ano que acabava ,
um foguetório, ilumi
nou a noite e os Õ
lhos brilhantes de
Helena, enquanto de
cada lado do seu ros
to redondo, RobertÕ
e Fernando a beija
vam carinhosamente,
desejando um ano fe­
liz...
Foi o adeus aos
regimes e a promessa
de iniciar um novo
e muito bem nutrido­
ano! ...
Para Refletir
Ninguém possui uma serenidade que nao construiu. Daí, o im­
positivo da vigilância em nós próprios.
Não se trata de prevenção contra ninguém e sim de
verno.
Para semelhante realização, ser-nos-à justo enfileirar cor
tas obrigações primordiais que se nos mostram por alicerces da
consciência tranquila. (Calma Emmanuel - Chico Xavier)

~*
D CARPO FEMIMIDO IPÁS S /ME /
AS mulheres maduras, aque­
las que foram cantadas em prosa
e verso por Balzac, exercem um
interesse crescente sobre os
homens, isso porque a vivência­
cm qualquer tipo de relaciona
mente, é mais duradoura na que
possui experiência. A mulher -
de trinta anos tem atributos fí
sicos e interiores que uma ado­
lescente, com toda a sua beleza
desabrochando, nem sempre pode
alcançar.
Mas se a mulher depois dos
trinta é mais charmosa, sabedo­
ra dos "temperos" do amor, seu
fisico apresenta em muitos ca
sos os sinais de envelhecimen­
to.'o busto já não é tão rigido
hã um aumento de volume, asco­
Xas e quadris, nádegas e cintura
dão mostras de flacidez e a tao
indesejável celulite tem um à
Vvanço maior com a idade.
t preciso então se preca­
Ver e iniciar uma guerra diária
contra o envelhecimento precoce
e dar ao corpo mais tonicidade.
A água é o melhor hidratan
te do corpo. Adote tomar pelo
menos um litro diário desse li­
ruido, como desintoxicador natu
tal e preservador da umidade na
tural da pele. Mas e o resto do
corpo ?
t hora de frequentar pelo
menos duas vezes por semana uma
.Scssão de musculação feminina ,
..._ ..,_ __.1.
orientada para o enrijecimento­
muscular.
A intensidade e a frequên­
cia dos exercicios vão depender
de seu estado fisico. Para uma
avaliação mais completa, é acon
selhável fazer alguns exames de
saúde e os seguintes testes, an­
tes de iniciar a carga de exer­
cicios.
l- Teste ergométrico - realiza­
do numa bicicleta para se ter
e avaliar o batimento do cora
çâo e a pressão arterial. A car
ga a que se é submetida irá di
zer como serão seus exercícios.
2- Avaliação da postura - nesse
teste é observada a estrutura -
dos ossos dos joelhos, coluna .
tornozelos para detectar lesões
ou alterações do corpo.
3- Teste de Carga e Intensidade
mínima e máxima - Consiste na
avaliação dos músculos quando -
submetidos a exercícios, a quan
tidade e a repetição diante das
condições atuais do corpo.
4- Seção de alongamento - atra­
vés de testes se poderá ter uma
visão do comportamento dos mús­
culos, antes do uso de aparg
lhos de musculação.
Esses testes irão determi­
nar a carga a ser aplicada, a
quantidade de vezes que um exer
cicio deverá ser realizado. G
importante é que os resultados a
presentados, ainda que de forma
lenta, ou gradual, sejam assimi
lados pelo corpo, aumentando a
tonicidade, a rigidez muscular­
e a manutenção das formas. Para.
enrijecer lugares flácidos, é
necessário um acúmulo maior de
cargas para exigir maior resis­
tência dos músculos.
A manutenção das formas ,
nuitas vezes, só será consegui-
auto-g0
do com exercicios específicos -
localizados e capazes de " Dis­
solver" as adiposidades. A li
poaspiração pode ser um auxI
liar importante nesses casos -
pois não se pode a curto prazo
resolver problemas adquiridos a
través de anos. Uma alimentação
indicada, pode também ajudar a
manutenGc da tonicidade e pre
servação das formas desejadas.
A doutora americana Lyn
Hardwell, especialista em dio­
tas e manutenção do corpo feni­
nino, adverte em recente entre­
vista: "a mulher que possui ca
rátores genéticos largos, difi­
cilmente os pode perder. Os os
sos da bacia principalmente, a
companham uma relação idêntica=
entre as mulheres e seus descen
dentes. Os exercícios condicio=
nades visando diminuir certas -
partes do corpo precisam de um
estreito acompanhamento técnico
e médico. Os ossos e a estrutu­
ra muscular de uma mulher acima
dos trinta não podem ser iguais
aos de uma jovem adolescente.
A musculação, o alongamen­
to, os exercícios localizados .
melhoram considerãvelrnente a
parte motora, mas não muda a es
truture do corpo".
eretas
B!tl!ora!i«: cs!±rt!ss ur zhe ±gsn
ho!y- Ln !Ardee!! - 19s9 - As nad!fica- •
",$"7;3r 4+ ss: - eiiro il

UPL!ME'TO CILTUPAL, EDIÇÃO DE NATAL, 39 CADERNO ::7/93
CLAUOIO MIRZO ENTRA EM CENA COMO COVEIRO
O Público tuvs q/ sperar bastan­
to para ver Cláudio Marzo novamen­
te na tolinha. Afastado da televi
ão desde PNTANA,, novela quo pro
t.agonizou na Rede Manchete, o ator
retorna em FERA FERIDA fazendo um
dos personagens mais fantásticos -
da história escrita por Nguinaldo
Silva, Ana Maria Morotzsohn e Ri
cardo Linharem. -
O trio de autores acertou cm
cheio no clima anti-naturalista da
noveln, que j5 foi experimentado­
em outras obras como SARAMANDAIA ,
e PEDRA SOBRE PEDRA. Em Tubiacanga
tudo pode acontecer, e o persona
gcm de Cláudio Marzo, o coveiro O
restes, é um elo de ligação entre
dois mundos, com seu poder de con
versar com os mortos.
Antes do ser chamado pelo di
reter Marcos Paulo para integrar Õ
elenco de PERA PERIDl, Cláudio Mar
zo foi a primeira opção de protago
nista para a minissérie AGOSTO.
o Ator gostou muito da possi­
bilidade de fazer o Comissário
Mattos, mas tc:vo que recusar o
papel por estar debilitado fisica-
(t
BROCADA' E DIAS GOMES:
MINI5SÉRIE A VISTA
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Consagrado com peças e telono
velas, Dias Gomes lança seu primeI
ro Romoncc.
DERROCADA (Editora Record)mos
tra um outro lado do escritor ate
então desconhecido do grande públi
co.
Em uma narrativa direta, usan
do sempre a primeira pessoa, conta
a histório de Rodrigo Pena, mili
tanto comunista que com o fim do
socialismo vê todos os seus ideais
de vida se acabarem.
Sem ser outobiográfico, DERRO
CADA reconstitui a trajetória exis
tencial do militante comunista,sua
entrega total ao partido, as pri
sões, exílios e a abdicação da fa
mília. Na verdade, a personagem re
presenta uma série de ex-militan -
tos do partido comunista, não um
especificamente, diz Dias Gomes ,
mas algumas pessoas que ele conhe­
ce.
DERROCADA não é meu primeiro
romance. Quando tinha 17 anos já
escrevia romances, pecas, contos ,
poesias, tudo de forma compulsiva,
como se a minha vida fosse aca­
bar em pouco tempo. O tempo mos
trou que deveria dirigir meu traba
lho para 0 teatro, eu era um drama
turgo nato e não poderia fazer ou
tra coisa.
A idéia de escrever o livro -
comccou este ano. Segundo Dias Go­
mes era como se fosse um filho que
rendo nascer, sentia uma vontade=
de por cm prática. O segredo, divi
dido somente com a mulher, era pa­
ra não criar uma expectativa em
torno do trabalho.
"Se alguém soubesse que esta­
va preparando um livro a cobrança
seria inevitável. Até porque nao
sabia se iria continuar escrevcn
do, poderia ter parado no meio.'
O personagem Rodrigo Pena era
um agrupamento de tantas outras
pessoas envolvidas com o partido ,
afirma o autor, tem é claro - mes­
mo inconscientemente - minha vivên
cia de anos e as pessoas que gsti
veram sempre ligadas ao PC. Embora
confesse nunca ter conseguido con­
viver com as normas e exigências -
que o partido fazia, Dias Gomes e
laborou a personagem a partir do
que ela estaria sentindo em sabêr­
que todos os ideais do mundo socia
lista desabavam. -
"A reação das pessoas ao meu
livro tem sido muito boa. Tenho re
cebido diversas ligações emociona=
das, que contam terem sentido exa­
tamente o mesmo que a personagem".
A repercussão de DERROCADA su
perou tudo que Dias Gomes previa •
Segundo o autor um amigo provou q/
o livro tem tudo para se transfor­
mar em uma ninissérie: "Quando es
crevi o romance pensei em fazer aT
go que o leitor não conseguiss0
Ator Cláudio Harzo
mente por conta de uma Hepa­
tite e de uma cirurgia.
o
Escritor Dias Gomes
largar. Queria um livro rapi
do, mas que motivasse as pes
soas". -
Proposta para transfor­
mar o livro em minissérie ,
Dias Gomes ainda não recebeu
mas que está para isto, ele
mesmo não nega. Mas uma moti
vação anda tomando conta de=
le, é preparar outro livro,e
o tema ronda sua imaginação,
embora não tenha tomado for­
ma definitiva. Mesmo confes­
sadamente sendo um indisci
plinado em toda as coisas q/
faz, enquanto escrevia DERRO
CADA, ele encontrou tempo pa
ra preparar uma nova miniss
rie para a Rede Globo. -
Como tema, a decadência
de uma família de classe al
ta, comecando na morte do ex
presidente Tancredo Neves.AG
gravações têm inicio em bre­
ve. A obra de Dias Gomes é
marcada pela presença politi
caem tudo o que faz, seja
no "PAGADOR DE PROMESSAS, "O
SANTO INQUÉRITO", ou nas te-
1enovelas como "ESPIGÃO, "RO
QUE SANTEIRO". Mesmo sendo
um otimista e escrevendo ou
levando o otimismo às pes­
soas, é claro que a popula
ao precisa receber uma inje
cão de ânimo, de otimismo. -
Niguérn acredita mais em
eleições , políticos
1
ou no
combate a inflação. Ela faz
parte da cultura nacional.As
pessoas precisam entender q/
o Brasil é uma potência, mui
to maior e mais rica do qu;
a Argentina, Chile ou qual­
quer outro lugar. Ternos um
solo de altíssima potenciali
dade, repleto de minerais.
Não é possível que o
Brasileiro se deixe abater
ou perder a esperança".
"O :dicos acharam melhor
cu não enfrentar a maratona das
gravações da série e, além dis­
o, cu estava muito acima do
peso para fazer o papel.
Tive que comer muito doce
quando estava com hapatite e en
gordei uns l0 quilos, mas já es
Lou voltando ao antigo ritmo dé
trabalho, aos poucos, e es ou
fazendo urna diet.J.", explicu­
r.liiudio M.:irzo.
Bem mais ~agro, Cl.'.iudio
Marzo fez uma reentrada triun
fal em FERA FERIDA. No primeiro
capítulo que seu personagem foi
ao ar, os autores capricharam -
nos efeitos especiais, e Cáu
dio participou de cenas belíssI
Mas, com dircitcs a raios, tro
voadas e orco-ír1s. Feliz cm
voltar à cena, ele fala de seu
personagem: "O Orestes tem uma
sensibilidade muito aguçada, é
um paranormal que aprendeu a
gostar mais dos mortos do que
dos vivos, porque no mundo dos
mortos não existe mentiras, e
les não precisam de artifícios=
para viver", cont o tor.
O visual "grunge" e o jei­
to rebelde de Tina, personagem­
de Patrícia Perronc na novela
OLHO NO OLHO, chamam a atenção
do público para essa jovem a
triz que marca a sua presença=
cm sua segunda atuação na teli
nha. Antes de encarnar a Tina,
Patrícia estreou nas novelas fa
zcndo a Paulinha, de DESPEDIDA=
DE SOLTEIRO, que também era
chegada a rebeldia.
Essas duas personagens com
características semelhantes fi
zeram Patrícia Perrone ficar c7
aquele medo da rotulação: "não
quero ser chamada para fazer a­
penas papéis de adolescentes re
beldes ou problemáticas. Espero
que eu não fique màrcada com
esse tipo de personagem, mas a­
dorei .fazer a Paulinha e agora
estou curtindo muito a minha no
va personagem", diz Patrícia
que também aponta diferenças en
tre as duas: "A Paula era con
testadora, mas tinha um bom
suporte familiar, ela era meio
rebelde sem causa, suas preocu­
pações eram menos sérias do que
as da Tina.
A Tina·tem preocupações so
ciais, é consciente e se revol­
ta com as injustiças que aconte
cem à sua volta, enquanto sua
família é completamente deses
truturada", compara a atriz.
Filha mais nova de Popô za
pata (Sérgio Mamberti), Tina e
completamente diferente das ir
mas Pink (Rita Guedes) e Lanã
(Lyra Collares). Vive fugindo -
de casa, se envolve com pessoas
estranhas e veste roupas esqui­
si tas. "Na verdade ela tem es
sas atitudes para chamar ate?
çao e compensar a sua carência.
Ela sente falta de carinho
por parte do pai e da irmã seus
sentimentos oscilam entre o a
mor e o ódio", analisa Patrícii
Perrone. satisfeita com os ru
mos que sua personagem vai se
guir a partir do seu envolvimen
to com Borrão (Henrique Farias)
que a apresentou a uma realida­
de bem diferente daquela a que
-----·--------·--=·===-·======---
O coveiro Or.tos vai r
emido por todos os hbitant
do Tubiacanqa que têm alqu
segredo a esconder, pois nas
suas convers s com os fanili­
rer mortos vai ficar sal .do do
muitas falcatruas.
Além disso, com suas qarr
finhas de água da fonte milagrô
sa, já apelidada por seus fi
lhos do "xixi de defunto", el
vai abalar os alicrcs da cida
de. Ilka Tibiriçí (cissia Kiss)
será aprimeira a tomar a água ,
e vai simplesmente sair corren­
do atrás do Prefeito Domós cnes
Macaranduba (José Wilker) vesti
da apenas de calcinha c uti.
Até o Prefeito vai ser
vitima das garrafinhas quarda
das pelo Coveiro que fazem as
pessoas liberarem seus desejos
ocultos.
ECABE PRESS
Patrícia Perrone:
Rebelde com Causa
Atriz Patrícia Pcrronc
estava acostumada.
Na vida real a atriz Patri
Perrone também teve seus momen­
tos de rebeldia. Em 1987, quan­
do tinha l4 anos e havia decidi
do seguir a carreira de atriz é
la teve que enfrentar a oposi
çao de seus pais. A tradicional
família de classe média não ~
ceitava muito bem a idéia, mas
Patrícia foi estudar nos Est
dos Unidos e lã começou a cor
eretizar seu sonho, passando
nos testes para atuar em uma
peça na sua "High Scoo1".
Agora, aos vinte anos, ela
conquistou o apoio e a adira
cao dos pais e além de ter e~
meçado uma carreira de sucesso­
na televisão, é co-autora e i~
tegrante do elenco da peca. CON
FISSOES DE ADOLESCENTES, ao 12
do de Maria Mariana.
Morando em São Paulo a ~
triz grava lá as externas'de g
LHO NO OLHO e viaja semanal:en.
te ao Rio p/ fazer a cenas de
estudio. * ECABE PRESS
COMECE 94 BEM INFORM D
FAÇA ASSINATURA DOS JORNAIS
- CORREIO JARDINENSE - JARDIM/MS
TRIBUNA DA FRONTEIRA - BELA VISTA/MS
TRIBUNA MURTINHENSE - PORTO MURTINHO/MS
* S SÕ LIGAR PARA
SEMANÁRIO
DIÃRH>
SEMANÁRIO
r
1
(067) 439 - 1410

C' L1 l'l<AL
I.DIÇÃO DC: !l/,l/L
- 0»
Presente Inesperado
.JOSÉ MENESES ---------------- - ---·-
Myda caminhou deva­
par para o pequeno apar­
tamento.
No rooto jovem e atra
ente, Já havia rugas q6é
denotvam angntfa e o­
frimcnto.
Comprarn um pouco de
queijo, pnBsno e uma gar
rnfa de vinho branco,mai
na sncola do supermerca­
do o reatonte eram fral­
dns descartáveis e mui
tas latas de lclc em pó-;
miuüczas ou qunac tudo
fosse necessirlo a amn be
bê .•.
Abriu a porta e sor­
riu. Sentadinho num mo­
desto carrinho, um rosa
do nenê sacudia as mãozi
nhas gordas, Magda agra­
deceu com um beijo a vi­
zinha que ficara enquan­
to ia is compras. Fechou
lentamente a porta e, to
mando a criança nos bra­
ços, foi até a janela pa
ra ver a monumental árvÕ
re natalina annadn na
praça em frente.
Distraída com as mi­
lhares de lâmpadas ace
sas, Magda pensou na sua
vida tão nova e já envol
ta em tantos problemas.­
Conhecera Gustavo e com
ele vivera o grande amor
de sua vida. Momentos de
paixão a levaram a dei­
xar a família, n faculda
de, os amigos, tado en-
flm ...
Os dias felizes com
Gustavo tinha o sabor do
proibido, mas de estar
também no paraíso,por is
so não se arrependia de
ter abandonado tudo. Um
dia, porém, ele partia.
Seria uma viagem rápida
ao Norte, onde iria fi-
car pouco tempo, o Hufi­
ciente para acompanhar o
fInalde uma barragem a
ser Inaugurada. Os dias
foram passando, Magda a
cada telefonema se certi
ficava de que a volta se
ria demorada. Os tclefo=
nemas deram lugar a cor­
tas, já agora menos fre­
quentes ...
Não demorou a ter a
certeza que tão cedo ele
não voltaria, quando o
mandnram para nova obra,
agora na fronteira,recen
temente iniciada, Eacre=
veu então aflita: estava
grávida e precisando de­
le, maia do que nunca .. ,
Os meses passaram sem
notícias. ~onseguira com
uma conhecida um e.mprego
perto de casa onde por
seu estado poderia se
preparar para o grande
momento, tão sonhado por
quase todas na mulheres.
Não foi sem sacrifício -
que sozinha, trabalhou
até o ltimo dia antes
de ir para a aternida -
de ...
No caminho de volta
com o seu filho, Magda
pensou nos pais. Estava
agora mais aozinha,ou me
lhor na companhia do se:
bebê ...
Recomeçou a trabalhar
e nos seus vinte e dois
anos, aprendeu a difícil
tarefa de ser mãe. Certa
tarde recebeu da empresa
em que Gustavo trabalha­
va um malote. Ele manda­
ra um monte de cartas e
lendo e relendo, ela com
preendeu que na distante
selvaa em que estava tra
balhando, que suas car­
tas nunca haviam chegado
ao dcstlnat,ir1o, Js:iargu­
rada viu o dinheiro que
ele, de longe, andara.
Soube que a regfão em
que ele agora trabalhava
à frente de o grupo de
pioneiros era perigosa
demais coo Índios hostis
e febres tropicair;, cnpa
zes de levá-lo defLn!t!
vamente de sua vid~ ...
Pensou na farn!lin que
por certo ignorava a si­
tuação. Triste, colocou
na mesa a garrafa de vi
nho, o queijo e as pen­
sas, O vinho por certo
iria deixá-la tonta O u
fieicnte para dormir e
assim, passaria aquela
noite de NATAL, sem nada
pra recordar, nada para
chorar ...
Estava no meio da sua
suposta ceia, quando b­
teram a porta.
Levantou-se meio ton­
ta e já por hábito olhou
o pequeºnino que dormi.:
tranquilo. Não esperava
ninguém, tão pouco dentro
de sua amargura, agrade­
cera as vizinhas que ha
viam convidado para pas­
sar a noite ... Ouvia ri­
sos vindos do andar de
cima, uma tradicional rn~
sica, há muito não ouvi=
da criava a atmosfera
mas novamente a campai­
nha a despertou.OlhQu pc
lo yisor da porta e vi:
um homem encoberto pe
las sombras do corredor­
mal iluminado.
Reparando melhor, viu
outras pessoas, por cer­
to batendo na porta erra
da, pensou.
Abriu um pouco a por­
ta e quando ia falnr,u□a
voz inesquecível entrou
A


t9
/8,
7
por seus ouvidos: - o
é aqal que tora um o
ça ... Magda de ...
Magda estrenecco d
cabeça aos pés e esc.n
carou ü port .....
az longo e rodopian­
te abrço, un Gustvo
barbudo c agro levanto,
do cho. Erre!o aquele
braço que parecia ter
o tenpo de na eternid.-
de oovio and outras vo
zes conhecidas: - Fel!z
N.tal, {Ilha! Onde estC
nosso ncto?...
RI HDME
DOM DD S
2
9
;O ... ,-
n
s
.3
a
@
en1
is
WAGNER CARNEIRO
Desde de 1988 sem gravar, o cantor,m~sico eco~
positor Tunai trocou os palcos pelo cst~dio de gr~
vação para lançar "Dom", o sexto disco deste mine!
rode Ponte Nova.
Apesar de ficar cerca de S anos sem lançar um
disco, Tunai não parou de trabalhar. Sempre reali­
zando shows ~m todo o Brasil e compondo novas musi
cas, o artista não encontrava tempo para as grava­
ções. Mas veio a necessidade de grava: e cora ela
ás dificuld~des de escolher um repertorio de qual!
dãde. Tunai escolheu o que tem de melhor, mas afir
~ou que muitas boas composições deixaram de ser
i;ravadas.
Foram necessários apenas dois meses, cerca de
130 horas de gravação, para que o disco ficasse
pronto e, no final de março, Tunai sai satisfeito
dos estúdios da CajG Music, no Rio, co o novo tra
balbo repleto de canções cuidadosamente elaboradas
para deleite de seus fãs e admiradores.
A faixa-título, segundo Tonai, foi coposta pa­
ra homenagear as pessoas que têm o dom da sensibi-
li&de."Dom vai também para aqueles que foram às re Cantor.sico.Copos'tornzi
as gritar por justiça, para o "carapintadas''.,-para parceria com Aldir Blanc. Tambco a adaptação para
a msica, para a arte e para as pessoas em geral", "y Prayer/Ble Moon", conta com.::. participação da
revela, acrescentando que a canção fala do dom do zfindíssia Michz. "Sina de Aor" & outra canção
amor e de se apaixonar. "O dom da levez do ser, de reeditada neste trabalho. Tunai desejava cantares
ser apaixonado", afirma. ta msica com Elis Regina, artista que lhe deu mui
Além de "Dom", Tunai lança as inéditas "Paraí - ta força no início de soe carreira. 'Tinha que ca
so", "Parat!", "Você é Mais", "Rainha", "O1hos Ne- tar com uma mulher, pois esta canção é um di.ilogo­
gros" e "De Surpresa", esta em parceira com o insg entre dois amantes. A Elis se foi e acabei gravan-
parável amigo Sérgio Natureza. do sozinho", comenta.
As novidades deste disco ficam por conta do "ln Sempre ao lado de Jot oraes na co-prodçio e
teriores", a primeira o~sica instrumental que Tu= arranjos cooplementares, Tunai nunca deixa de fa­
nai lança. "Inte.riorcs foi feita na casa de Ivan lar de seus sucessos gravados por cantores e inté!
~farchetti, ... n artista plástico que mora em Ouro pretes do mais alto gabarito co:::o Gal Costa que
Preto e que me convida sempre para passar uns dias cantou, "Eternamente", "Depoi,s das Dez", gravado
em soa casa. Interiores é uma homenagem a Ivan e por Simone., o, "Certas Canções", por Milton Nasci-
seus belos quadros", enftizc. mento.
Outra boa surpresa ê a regravco de "Transvcr- Na s'-"1. opinião, se o compos·itor compor u.."'J.ã. mar-
sal do Tepo", composição do irão Joo Bosco en c forte suas sicas tero a capacidade de sop
rar o tepo. Tanai, la!ldezente, revela a vontade
de entrar para o tire dos grandes músicos da MPB ,
como Chico Buarque, Toa Jobim e MIlton Nascimento.
"E nasci para compor e fazer .::~sicas. Neu referen
cial sio estes artlitas''• completa.
Tunai pretende, 94, gravar una disco ao vivo coe
&lgu!:las participações especi.2.is. L'm projeto que
certanente será alcançado por este artista que já
merece desfilar entre os grandes da MPB por seus
trabalhos reconhecidos e aprovados por todos.
?ara o show de lançarento de "Doa", Tuna! prepz
rou u::i espetáculo inesquecível. O artista leva aÕ
palco instrucentista de alto nível, como André Nei
va(baixo) e Edinho Souza (percu3sâo). Tunai inter=
pretará aléo das inéditas, verdadeiras obras de
arte coo "Fr!sson", "As Aparências Engana" (gra­
vada por Elis Regina) , "Etcrnaoente" e "Certas Can
cães". -
E
*
+ TRIBUNA DA FRONTEIRA;
* TRIBUtlA MURT I NHENSE;
s:
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
: E UM
OS JORNAIS:
CORREIO JARDINENSE;
DESEJA À
TODOS UM
FELIZ NATAL .
PRÓXIMO ANO NOVO!!
*
*
*
*
*
*
f
*
r

SUPLEMENTO CULTURAL,
·-,------ ---·----·--------------
E Natal, Reúna a Família em Volta da Mesa
'PERU A MODA
-. ..............
'"::_,-..__ ,,.,._ • ·~ .. , 1 '..
- a..' w« .d.l
Ingredientes: l peru de 3 quilos, 2 co­
lheres de sopa de sal grosso, 3 limões em
rodelas, 3 copos americanos de vinho bran­
co, 1 colher (de sopa) de vinagre branco ,
água suficiente para cobrir o peru, sal fi
no, alho socado, pimenta e margarina a gos
to, vinho para refrescar a carne (cerca de
1 copo americano).
r
1,
,
3 • GJJE:?.::o DEZEMBRO/93
Modo de Fazer: Mergulhe o peru na mistu
ra do sal grosso, limão, vinho, vinagre e
água, Deixe assim por 5 horas. Ao fim des­
te tempo, exuque-o bem e tempere com o sal
fino, alho e pimenta. Aguardando que o tem
pero penetre na carne. Recheie, costure e
feche as aberturas com barbante e palitos
de metal e passe a margarina na pele. Asse
sobre urna folha de papel-alumínio aberta
com temperatura quente (200C), até come -
çar a duurar. Pincele com mais margarina
refresque com um pouco de vinho e feche o
papel-alumínio para cozinhar sem queimar.
Quando estiver macio, abra o papel e deixe
acabar de tostar, continuando a regar com
mais vinho e com o molho depositado no pa­
pel. Sirva decorado com abacaxi, cereja~ e
azeitonas verdes.
Ingredientes-Recheio: l cebola grande ,
tablete de margarina, sal, pimenta e noz
1:,oscada a gosto, Óleo de dendê a gosto,506
Jr de miúdos do peru (completados com miü­
dos de frango), 1/2 copo americano de vi -
nho madeira, 3 copos americanos de passas
pretas, e copos americanos de nozes pica -
das, 3 copos americanos do azeitonas ver -
despicadas, 6 gemas, 1/2 litro de sangue
(compra-se em casas da especialidade) ,2 co
lheres de sopa de manteiga sem sal. -
Modo de fazer•:
1 Refogue a cebola com mar
garina, tempere e acrescente os miúdos bem
cozidos e picados. Apure bem e refresque -
com o vinho. Acrescente as frutas secas e
as azeitonas, mexa e deixe apurar toda a
mistura, ligando-a com as gemas. ~dicione
o sangue, que deve ter sido preparado com
um pouco de vinagre para se manter liqui -
do, deixe em fogo baixo, mexendo sempre a­
te engrossar. Verifique o tempero que deve
ser picante e bem temperado de sal e deixe
esfriar para usar.
Este recheio destina-se ao papa, mas às
vezes o papo é pequeno, e então pÕde re
chear a parte do abdômem com o mesmo re
cheio. Senão, use o recheio habitual para
essa parte, à base de outras carnes de sua
preferência.
PEITO DE PERU AO
CHAMPANGNE
Ingredientes: l peito de peru sem oss :i
(mais ou menos 2.600kg), 2 xícaras de chá
de champagne seco, 1 colher ~e sopa de• pi­
menta-do-reino branca, cm grao, sal a gos­
to, 1 ramo de cheiro verde, 200 gr. de ce­
bolas pequenas, 4 colheres de sopa de man­
teiga ou margarina (100 gr.), 1 xícara de
cha de uvas-passas brancas, sem sementes
1 xícara de chá de damascos secos, 1 xica­
ra_de chá de champagne seco, 1 colher de
cha rasa de araruta.
Modo de Fazer~ Tempere o peru com o
champagne (2 xicaras), a pimenta, o sal ,
o cheiro-verde e as cebolas, dcix.:indo des­
cansar por 2 horas. Escorra dos temperos ,
reservando csta marinada. Leve ao fogo com
d manteiga ou margarir.i1, virando serJpre até
que fique bem dourado. Junte a marinada,sem
as cbolas, e cozinhe até ficar macio. Se
for preciso acrescent" p·•qucnas porções de
água aos poucos, mantendo a panela tampada
e o fogo baixo. Coloque o peru num rcfratct­
rio com a marinada, coberto com papel man -
tciga e leve~ potência alta por 15 minutos
e depois na potência média por mais 15 minu
tos. Tire o papel, vire a carne e volte ã
potência alta por 15 minutos. Junte as ccbE
las e as frutas, e volte a potência alta
por 3 minutos. Leve ao forno convencional -
para corar. Acrescente as cebolas reserva -
das, as uvas-passa e on damascos, previama~
te deixados de molho ao champagnc (1 xíca -
ra) por 1 hora. Deixe ferver para estufas ,
com o fogo baixo até apurar. Fatie o peru e
coloque numa travessa aquecida e guarneça
com as cebolas e as frutas. Acrescente a a­
raruta ao caldo da panela (cerca de 2 xíca­
ras) e volte ao fogo, nexendo até que en
grosse ligeiramente. Coe, verifique o tcmp~
roe reaqueça. Fatie o peru e coloque numa
travessa aquecida e guarneça com as cebolas
e as frutas. Acrescente a araruta ao caldo
do refratário, misture bem, e volte à potên
eia alta por 3 minutos, mexendo 2 vezes. Co
loque o molho à parte em molheira aquecida.
Presunto à Califórnia
e .r
• ' .·;;,,
_,.}
Ingredientes: l preunto de aproximada -
mente 4 kg, 1 garrafa de vinho branco, 1 vi
dro de Karo, 1 vidro pequeno de mostarda em
pasta, 1 colher (de sobremesa) de molho in­
glés, 1 colher (de sop~) de manteiga, cra -­
vos_da india, compotas de pésscgo, abacaxi,
maça , era e ameixa preta.
Maneira de fazer lo etapa - Retire o cou
rodo presunto e forre com o mesmo uma assa
deira grande, Risque a superfície do presun
to cm morango e coloque em cada junção T
cravo da índia. Misture o Karo com a mantei
ga, o molho inglés e a mostarda.
2ô Etapa - Arrume o presunto sobre o cou
ro, besunte com o Karo c leve ao forno
brando. De vez em quando, regue o assado
com o vinho, um pouco de Karo e o próprio -
molho da assadeira. Mantenha no forno por
2 horas e 30 minutos. 0,uando estiver bem ma
cio, arrume em uma travessa, cubra a parte
do osso com papel repicado e guarneça ao re
dor com as frutas bem escorridas.
FRANCiO ASSADO
ENVOLTO NA MASSA
_ Ingredientes~, 1 frango (capão, de prefe­
rencial, de 1.800 gr (aproximadamente), 1
colher de chá de estraqão, sal e Pimenta
do reino preta, moida, a gosto, 230 gr, de
manteiga, 400 gr de farinha de trigo penei­
rada, 2 colheres de sopa de ágµa, 2 ovos l
colher de café de sal, 1 pitada de açúca;
2 colheres de sopa de óleo. '
Modo de Fazer: Lave e seque bem o fran -
go. Espalhe o estragão por seu interior.Sal
gue e apimente por dent.ro e por fora. Es
quente o forno em temperatura forte (2000) .
Unte o frango com 1 colher de sopa de man -
teiga e leve ao forno durante 30minutos. E
le deve ficar dourado, mas não totalmente=
assado. Vai acabar de assar na massa. Reti­
re do forno, deixe esfriar e reserve.
Ivone Morin
Prepare a massa: Coloque numa superfi­
cie lisa a farinha. Abra uma cova na fari
nha e deposite ali as colheres de água c
1 ovo. Junte, em scguida, a colher de sal
e a pitada de açúcar. Espalhe em pequenos
pcdaços, 200 gr de manteiga amolecida. Em
seguida, com as pontas dos dedos misture
tudo delicadamente, sem bater ou amassar,
até obter uma massa homogênea. A massa
quando está pronta não gruda mais nos de­
dos. Faça uma bola com a m.lSSd, salpiqu0
um pouco de farinha, cubra com um pano e
deixe descansar por uma hora. f preferi -
vel assar o frango envolto na massct nurea
assadeira ou prato de metal que possa ir
a mesa. Separe metade da massa e abra com
um rolo de macarrão para formar o primei­
ro retângulo. A massa deve ficar cem 1/2
cm de espessura. Corte com uma faca for -
mando um retângulo exato de 40 por 30 cm,
Unte o fundo la assadeira com o óleo e de
posite esse retângulo de massa. Abra a o~
tra metade da massa igualmente em formato
de retângulo. Essa massa deve ser mais fi
na que a anterior. Enrole a massa no rolo
e depois desenrole sobre o franoo, cobri~
do-o totalmente. Ajeite com as mãos e se­
le a junção das duas camadas de massas ,
ao redor do frango. Sele com firmeza,prcs
sionando os dedos. Utilize os pedaços de
massa que sobraram para a decoração. Com
uma faca pontuda, faca uma chaminé, isto
é, um buraco de l cm, na parte superior -
do frango coberto pela massa. Esquente o
forno em temperatura forte (2000C). Bata
o ·ovo que sobrou e acrescente 1 colher de
sopa de água. Utilizando um pincel, cubra
generosamente a massa com o ovo. Leve ao
forno. Depois de 15 minutos, baixe um pou
coo fogo (1800C) e deixe mais 30 minu
tos. Retire do forno e leve à mesa. Corte
primeiro a massa e depois destrinche o
frango.
Bacalhau Empanado
L...-
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w f'
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1
J
j
j
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t
i te
.J --~ - .
___ , J t,
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D
Ingredientes: 1/2 kg de bacalhau,l
xicara (de chá) de leite, 5 colheres
sopa) de farinha de trigo, 1 colher
sopa) d~ oleo, 3 ovos, sal, Pimenta
reino, oleo para fritura. •
Preparo: De véspera, ponha o bacalhau
de molho em agua fria, trocando-a Pelo me
1os uma vez, se possivel. Tire a pele {
as espinhas, com cuidado para que fiquem
pedaços relativamente grandes. Afervente
o bacalhau e escorra-o. Leve-o novamente
ao fogo, com outra água, deixando até co­
zinhar. Bata as 1
caras em neve, acrescen-
te as gomas, l colher (de sopa) de óleo
sal, leite e farinha de trigo, até obter
massa como a de panquecas. Deixe descan -
sar.1 hora. Passe os pedaços de bachalhau
cozi
O
nessa massa e frite-os em óleo bem
quente.
e
Natal, tempo
de paz, amor
esperança
1/2
(de
(de
do
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0
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E Natal, Reúna a Família em Volta da Mesa
Pernil com Chutney
de Mangas
Inqredientes: l pernil de 3 kg, sal e
pimenta do reino preta moída a gosto, nuco
de 2 limõeu, 5 dentes de alho amansados, 1
xícara de chá de vinagre do vinho branco,
3 colheres de sopa de óleo, 200 gr de ba -
com cm fatias, l5 azeitonas sem caroços
150 qr. de linguiça calabresa em fatias.
Ingredientes: Chutney de mangas - 1 xi­
cara de chá do limão descascado e picado,4
dentes de alho amassados, 6 xícaras de chá.
de mangas picadan, 2 1/2 xícara de chá de
acúcnr, 1 1/2 xícara de chá de passas sem
sementes, 1 xícara de chã de cebola pica -
da, 1/2 colher de chá de sal, 1/4 de co
lher de chá de pimenta do reino preta mol­
da a gosto, 2 xícaras de chá de vinagre, 1
colher de chá de gengibre em pó.
Modo de Fazer o Pernil: Comece a prepa­
rar um dia antes, ou com bastante antece -
dência. Desosse o pernil, utilizando uma -
faca longa e afiada. Separe o osso da car­
ne até retirá-lo, uma operação delicada. t
preferível pedir que o açougueiro o faça.
Tempere o pernil desossado com o sal, a P1
menta, o limão, o alho, o vinagre e o ó
lco. Passe vigorosamente, inclusive no bu­
raco do osso, esses temperos na carne. Pi­
que em tirinhas finas 1/3 do bacom e colo­
que no buraco do osso junto com a linguiça
e as azeitonas. Deixe o pernil temperado -
descansar por 12 horas na geladeira. No
dia seguinte, coloque o pernil numa assa -
doira e espalhe sobre ele os temperos. Cu­
bra com o restante do bacom e leve ao for­
no. ~sse cm fogo baixo (150C) durante cer
ca de 4 horas. Regue o pernil com o suco -
do assado. Se secar, acrescente um pouco -
de água. Antes de servir, verifique se ele
está realmente assado, principalmente nas
partes mais grossas.
Modo de fazer - Chutney de manga - Rcá­
na todos os ingredientes numa panela e lo­
ve ao fogo baixo durantr 30 minutos. Deve
ficar como uma compota. Deixe esfriar e
sirve acompanhando o pernil.
ROQUEMBOUCHE
maisena, 1 colher de
de baunilha.
Ingredientes - Massa (Patê à chou)- l
colher de chd de açúcar, 1 1/2 copo ameri­
cano de água, 2/3 de copo americano de man
teiga ou margarina (100 gr) 1/2 colher d
café de sal, 2 copos americanos de farinha
de trigo (200 gr) 4 a 5 ovos.
Modo dD fazer: Ferva o açúcar com a á -
gua, a manteiga c o sal. Jogue a farinha -
de uma só vez e mexa até descolar completa
mente da panela. Deixe esfriar e junte os
ovos, um a um, batendo muito bem entre a
adição de cada ovo. Sobre uma assadeira le
vemente untada faça pequenas bolas, com o
auxílio <lo saco de confeitar o de duas co
lhercs de chd. Leve ao fome pré aquecido-;
com temperatura quente (200QC), nos primei
ros 10 minutos, e depois moderado (1750C),
até que fiquem secas e levemente dourada.
Deixe esfriar.
Ingredientes - recheio - (Creme Patis -
siere) - l copo americano bem cheio de aç~
car granulado (200gr), 1 copo americano
mal chio do lit (500rl), 5 gemas passa­
nas pela peneira, 5 colheres de sopa de
Modo de fazer - Ferva o açúcar com a a­
gua até obter uma caldi cn ponto de fio
grosso, Deixe esfriar. Misturo os restan -
tes ingredientes, mcnon a b<..1unilh<..1, junte
d calda, reservada e leve ao fogo, mexendo
sempre até engrossar. Retire do fcgo,. ju~­
tc a baunilha. Deixe cnfriar e reserve.
Ingredientes - Caramelo - 4 copos ameri
canos bem cheio de açúcar granulado (700 -
gr), 3 copos americanon de água.
Modo de Fazer - Ferva o açúcar com água
até obter um caramelo hem dourado. Utilize
quente.
Montagem: Recheie as carolinas com o
creme frio. Pasoc uma , uma na calda de ca
ramelo o coloque-as cm assadeiras untadas:
Deixe esfriar complctancnte. Forre um cone
de isopor com papel-alumínio untado. Na ba
se desse cone faca um círculo de carolinas,
colando-as com pingos de caramelo líquido.
Repita a mesma operação com as outras atê
cobrir completamente e com cuidado retire
o cone e coloque o doce sobre uma bandeja,
já guarnecida com fios de ovos. Os croque~
bouchcs podem ser feitos com doces vidra -
dos, ou mesmo frutas secas (nozes, arr.ên
doas, tãmaras ou ameixas) também vidrados.
TORTA DE NOZES
REFINADA
Ingredientes Massa -- 2 copos americanos
de açúcar (300 gr), 2 copos americanos de
mantiga ou margarina cem sal (300 gr), 12
ovos, 3 copos americanos de farinha do tri
bo (300 gr), 1 colher de sopa rasa de fer­
mento cm pó, 1 colher de ch de essência -
de baunilha, 6 copos anericanos de nozes -
moída (300 gr) 1 a 2 colheres de sopa de
leite, se a massa ficar muito espessa.
Modo de fazer: Bata o açúcar com a man­
teiga ou margarina até obter um creme fo -
fo. Reserve.
Bata os ovos até dobrarem o volume e
junte-os ao creme reservado, mexendo sem
bater até ligar bem. Adicione os ingredien
tes restantes e coloque em forma de camadã
bem alta, untada e forrada com papel tam -
bém untado. Forno preaquecido, com tempera
tura moderada (1750C), durante cerca de 4Õ
minutos. Deixe esfriar, desenforme na ban­
deja escolhida. Reserve.
Ingredientes - Recheio - 2 copos ameri­
canos mal cheio de açúcar granulado (300 -
gr), 1 cop~ americano de água, 6 gemas, 1
lata de leite condensado, 1/2 coPo america
no de vinho madeira, 6 copos americanos de
nozes moida (300 gr).
Modo de Fazer: Ferva o açúcar com a ã -
gua até obter uma calda em ponto de fio
grosso. Esfrie, junte as gemas batidas com
o leite condensado e misture bem. Acrescen
te o restante e leve ao fogo baixo, mexen­
do sempre até engrossar. Reserve até amor­
nar.
Ingredientes - Deracãu - 20 ameixas -
sem caroço, em calda; 1 lata de pêssego em
calda, 200 gr de fios de ovos.
Ingredientes - Fios de .Ovos (200 gr), 3
1/3 copos americanos de açúcar granulado
(500 gr), 2 copos americanos de ãgua, 12
gemas, 1 colher de chá de essência de bau­
nilha.
º'
Modo de fazer - Com o acicar e a áqua -
p r ep a r e uma calda em p o n t o d e f i o fraco,
Passe as gemas, à temperatura ambiente, p
la pen ira, mexendo o indispensável para
que não engrossem. Coloque no funil ·ro
prio deixe cair sobre a calda fervente
rodando sempre em círculos rápidos. Passe
os fios para uma peneira, salpique-os com
pequenas porções de água fria, deixe escor
rer bem e mergulhe-os na calda aromatiza
da com a baunilha, onde devem pe:anecer d
a 4 horas, conserve na geladeira e, quando
for utilizar escorra de novo na peneira.
Montarem Cave o centro da massa. Re "
cheio com camadas altern..das de cr me e da
massa esfarelada, calculando bem. Com o
resto do creme cubra todo o bolo. Coloque
os fios de ovos no tc1npo, deixando-os cair
de forr.,d natural e, no centro, os pQsGcgos
formando uma flor. Em volta, um círculo de
ameixas.
Panetone Festivo
L~~~
Ingrdientes - Fermento básico - l/2 co
po <1mcricano de dÇÚcar, 2 tabletes de or­
mento de pão (30 gr), 1 copo americano de
leite morno, 1 copo é:Illcricano de farinha -
de trigo.
y
Modo de fazer - Junte tudo e deixe leve
dar até dobrar o volume. Adicione cntâo Õ
restante da massa.
Ingredientes - Massa - 1 / 2 copo amei • c,,
no de manteiga ou margarina, 2 ovos, l L -
lhcr de chã de sal, 4 copos americanos
farinha de trigo, 4 colheres de sopa de
çúcar, 1 colher de sopa de canela cm pó
2 copos americanos de frutas cristalizadci
picadinhas, gemas de ovo para pincelar
glaçucar para polvilhar.
e
Modo de fazer: Reserve as frutas, asco
lhcres de açúcar, a canela e o glaçucar. A
crescente os ingredientes restantes ao fer
mento básico seguindo a ordem indicada e
trabalhe a massa até fazer bolhas. Deixe -
levedar até dobrar o volume. Abra com oro
lo em forma de retângulo, polvilhe o acú
car misturado com a canela, cubra com as
frutas e enrole como rocambole. Dê golpes
na parte superior do panetone. Deixe leve­
dar de novo até dobrar de volume. Pincele
todo panetone com a gema e asse em forno
pre-aquecido, com temperatura quente
(200C) nos primeiros 10 minutos, passan­
do a moderada (1750C), até estar crescida
e bem dourada (cerca de 40 minutos). Ain­
da quente, polvilhe com o glaçucar.
Bolo Russo
Ingretlientes - Massa - 2 copos anerica
nos de acúcar (300gr), 1 1/2 copo anerica
no de manteiga ou margarina com sal (22:or)
5 ovos, 2 colheres de chá de vodka,2 é,
americanos de farinha de trigo (200 gr),3
colheres de sopa de maisena 2 colheres -
de chá de fermento em pó, Í copo america
no de damascos secos 'e picados (200 gr) ,
1 copo americano de Passas de usa sem se­
mentes, 1 copo americano de castanahs do
Pará picadas, açúcar de confeiteiro para
polvilhar o bolo.
Modo de fazer: Bata o açúcar com a man
teiga.ou margarina até obter um creme fo=
fo e claro. Adicione os ovos, un à um, ba
tendo sempre entre cada adição. Acrescem~
te a Vodka, bata até ligar, retire a mas­
sa da batedeira e junte os ingredientes -
restantes, mexendo bem, mas sem bater. Co
loque em forma redonda e alta, untada e
forrada com papel também untado. Cubra
com a farofa e asse no forno preaquecido,
com temperatura bem quente (2009C) nos -
primeiros 15 minutos, passando a roderada
(17C), por cerca de l hora. Farofad/2 co
po americano de acúcar granulado,l/2 copo d
castdl".has do_ I;-ll'á picadas e 1 colher (café) d~
canela em po.

/ P L E M ' I O LI. 1 A .
--------
(1_
ZR'- O RIFE QUE MATOU KEHHEDY
LANÇADO POR CLAUDIA FURIATI
U dos crimes que te-
1e abalou o mando está
em puta outra vez, Após
trinta anos de tua[tas In
vestigaçõe e especula •
çes, o assassinato de
John Kennedy, ta qoe
até hoJe mobiliza a opl-­
nfo pblic americana ,
ganha um destaque epcI
l na Imprensa brastleI­
rn, O motivo? Apesar da
valanche de obras publl
cadas na terra de tfó
Som abordando o assunto,
foi exatamente aquf que
velo nnacer um doa traha
lhos que mais promete gê
rar polêmico. E a causa-­
dora disso tudo é a jor­
malista e historiadora
C1adia Fariatl, que es
teve durante treze meses
fazendo pesquisas nos ar
qulvos secretos de Cuba
e li fez descobertas sur
preendentes. A investi~
ção virou um livro,"'ZR'
- O Rifle que Matou Ken­
nedy", que contém uma vi
são inédita sobre esse
tão falado atentado de
Dallas, e que foi lança­
do pela Editora Revan,
Todo esse projeto se
iniciou em fins de 1991
e início de 1992, quando
Claudia assistiu ao fil-
me de Oliver
"JFK", e leu alguns arti
gos na revista americana
Time que levantavam a
possibilidade da partici
paço dos cubanos no cri
me. Ambos os fatos fora;
decisivos para que a jor­
nalista tivesse a Idéia
de tentar pôr isso tudo
às claras. "O assunto me
ch;.mava muita atenção
tinto porque soa formada
cm história contempor~ -
nea como porque gosto
bastante de filmes e li­
terz.tura de. suspense.
11
,
revela. Disposta a des­
vendar o enigma do envol
inento cabano, ela pro­
coro o jornalista Ricar
do Boechat e lhe fez ã
propo5ta: viajar p;.ra Cu
ba, escrever umà série -
de artigos sobre o tema
e publicá-los no jornal
"O Globo". A autorizaçào
veio, desde que Claudia
trouxesse informações re
lente novas.
A historiadora viajou
e, nos treze meses de
trabalho, muita água ro­
lou, até que Surgiu o de
sejo de transformar ã
pesquisa em·um livro. Se
gundo ela, nos primeiros
seis meses aconteceram
BRASIL URGENTE

1 :
l
1
1
Stone
ADRIA!A AI'E,
- W2
te revela que o momento
dccIslvo para transfor -
mar os artigos e ar l!­
vro fo1 quando durante
um entrevista com o Ge
neral Cubano Fab!an Esc
lante, este tenciona una
llsta de nomes de envol­
v!dos na conspiraço que
foi responr,nvcl pelo ao­
as[nato de Kennedy,
'percebi que Isso era
um denúncia uma revela­
çao, e pra que fico_!!
se realmen te um tl!rHl em­
basado, cu não podir. só
falar que fulano colpoo
sicrano, Eu tinha que
construir uma história."
confessa,
A partir da apuração
feita, a jornalista e~
controu a chave do aten­
tado ao Presidente dos
EUA, que deu nome ao GCu
livro, "ZR Rifle" era o
o nome de uma operação
comandada pela CIA (Cen­
tral de Inteligência Ame
ricana) que se destinavã
a executar dirigentes pg
líticos estrangeiros que
representassem uma amea­
ça ao poder norte-ameri­
cano. Através do Serviço
Secreto Cubano, ela des­
cobriu que esse esquema
(oi deslocado para assa
ssinar Kennedy. A CIA
cuidava da elaboração do
plano e elementos da con
tra-revolução cubana ~
da Máfia, da execução do
crime. Outra descoberta
feita por Claudia duran-
te os meses em que este­
ve em Cuba foi que al
guns destes mafiosos se:
riam de Chicago - inclo-
Give Jack Ruby, o assas­
sino de Lee Oswald, (que
até hoje é apontado como
o principal acusado da
morte de JFK).
Devido n importância
internacional do crime ,
o livro de Claudia Furia
ti será editado no exte-­
rlor. Por enquanto,já es
tá acertado o lançamento
da obra na Itália e cm
países de língua inglesa
(Inglaterra, Canadá, Es­
tados Unidos, dentre Ou
tros). Além disso, está­
cm andamento o acordo pa
ra a publicação ade
"ZR' - O Rifle que Matou
Kennedy" em países de
língua espanhola. U do­
camentrio baseado no li
vro foi feito para ser
exibido na televisão. O
progra= já !oi oostrado
cm Cuba no final de no
vembro, em três capÍtu:
los, dando um total de
2h e 10 min. que é a ver
so original. No Brasil,
este chegará em breve,sô
que um pouco modificado.
"Fizemos uma vc.rsao com­
pacta para a TV brasilei
ra. Retiramos muitas in:
fon:iaçÕes que só interes
savana ao pblico cabano,
pois diziam respeito à
hist6ria e n política de
les." afirma ela. -
Com 39 anos de idade,
essa carioca foi a ni
as entrevistas e a leitu
ra de documentos,isto é:
a fase de coletas de in­
formações. Paralelamen -
te, já fazia uma organi­
zaão de tudo a partir
da montagem de uma estru
tura dos textos(início:
meio e fim). Na outra me
tade da viagem, Claudia­
garante que tabém apo­
rou ddos, mas que a
maioria deles surgiu mes
mo na prilJeir;. parte dã
investigação, A jornali~
ca, entre muitos orna­
listas estrangeiros, a
ganhar acesso ao serviço
secreto cobano, Nesses -
trinta anos de mistério,
ela fo! a pr!reira Pe
uoa a tirar o Governo de
Fidcl Castro do banco
dos réus e, como testeu
nha que nunca foi ovi -­
da, mostrar ao mundo que
nao teve nenhuna partict
paço no assassinato de
John Kennedy. Para exec~
tar tarefa tno especial,
em dvida nenhuma que a
autora precisou de uma
autorização para poder
consultar os arquivos do
serviço secreto de Cuba
e lá encontrar documen -
tos, muitos dos quais ~
parecem no livro, ao la­
do de documentos americ~
nos,
Tal qual o suspense
que assistimos em filmes
policiais, Claudia pa~
sou por situações dignas
de Alfred Hitchcock. Da­
rante a obra, ela cita
uma série de momentos p~
rigosos, mas outros que,
para contra balançar,são
engraçados e curiosos.
Criar o debate e pro­
por um conjunto de med!­
das que transforme a me
talidade do governo e
torne a administração do
Estado raslle!ro mais
transparente, □as cow a
participação popular. Es
sa afirmação pode reso­
:nir o proposto do "Bra­
si1 Urgente", o fr.
de debntcs onde a socic­
dndc participa diretame~
te das questões que 1mpe
demo desenvolvimento
econômico, social e poli
tico do PaIs.
O primeiro encontro
que abriu as discussões
em torno dos problemas -
do País aconteceu na C
sa da Gávea, no lt!o
dia 7, quando estiveram
reunidos vários membros
da sociedade civil, int~
lectaats, artistas e for
nalistas, À mesa de deba
tes sentaram-se José Wil
ker, ator e presidente
em exercício da Casa da
Gávea; Clarisse Petchman
economista; Carlos Les­
sa, Professor da UFRJ e
ex-Diretor da rea soci­
al do BNDES; Cindido Men
des, reitor da Faculdad~
Cindido Mendes; Zelito -
Viana, Cineastra; Afonso
Romano de Santana, Escr!
tore Presidente da Fan­
dação Biblioteca Nacio -
nal; Antonio Grassi,ator
e Diretor da Casa dê Gá­
vea; e Céllo Lora, Dire
cor da Price Waterhoase.
A ausência mais sent!
da foi do catedrático
Barbosa Lima Sobrinho
que foi um dos precosso­
res deste movimento, mas
os resultados desse pri­
meiro encontro, segundo
José Wilker, foi altamen
te positivo. "Esse é um
espaço onde as pessoas
se reunem, refletem, par
tem para a investigação­
da realidade e, a partir
daí, oferecem alternati­
vas para a resõlucão das
questões. Estamos aqui
agora para pensar nas so
luçÕes e levá-las à exe:
coço com a participação
da sociedade", afirmou.
O escritor e poeta
Affonso Romano de Santa­
na vai mais longe. Para
ele, o objetivo também é
de dar uma "sacudidã" no
País. "Discutir o lugar
da cultura dentro do Pa­
Is, passando pela qaes­
tão orçamentária e pela
proposta do Ex-Ministro
que
matou Kennedy" revela ,
dentre outras coisas, cg
mo e por que a CIA, a
contra-revolução cubana
e a Máfia fabricaram a
operação que matou o Pre
sidente americano, Segu~
do a autora, esta opera­
cão conseguiu extermi­
nar, além de Kennedy, o
primeiro Ministro do Con
go, Potrice Lumumba, e o
Presidente da Repblica
Dominicana, Rafael Tru
j11lo, e que o nico fr
casso da "ZR Rifle" foi
no atentado a Fidel Cas­
tro. Tendo trabalhado co
mo· jornalista de 1978 -
até 1984, e como histo -
riadora (com formação de
mestrado em História) a
partir desse mesmo ano,
Claudia Furiati diz que
Sua obra é uma conjunção
dessas suas duas profis­
sões, abordando o fato
com ponto de vista histó
rico e jornalístico. E:
quanto ao futuro das apo
rações, ela revela: "Ain
da existem muitos doeu:
mentas que são desconhe­
cidos de todos nós. E es
ses papéis secretos es­
tão guardados a sete cha
ves no Congresso Aeric
no. O que foi encontradÕ
em Cuba são evidências -
dos fatos, mas as provas
estão nos Estados Uni-
dos, e não em nossas
nãos". E especula: "Quem
sabe essas provas nem
existam? Afinal, um pla­
no dessa natureza pode
encobrir muito bem qual­
quer vestígio, de modo::.
não incriminar ninguém
responsável. Logo o qo
fica valerdo são es
sas evidências".
"'ZR'"•' O Rifle
1
NITD-L: O
UM ~ OMENTO FORTE
DE ESPERANÇA
Jerônio Moscado de ao­
ertar as verbas destina
das à Ca!tara € fandane1
tal. "O País só pode +­
dar de roo q.ando inve_
t!r mac!crente n. Ca1tu
ta", r:vuliou,
A eco:10::ú1ita Cl::.rissc
Petchan revelou,após as
sistir ao v!dco "Brnsil
tirgentc" co::i dcpol.ncntos
de Gilberto Gi1, José Gg
no1mo, Zuenir Ventara en
tre outros intelectuais,
que sintonizou-se co:n as
observnçõcs feltas por
Zuenir Ventura. "O pro­
blema só vai se resolver
quando todos os envolvi­
dos sentarem-se para di~
cutir, A falta de apoio
e incentivo às' artes de
uma maneira geral é co
mum a todos e só com a
participação da massa é
que encontraremos solu·
çÕcs", afirmou,
Na opinino do profes­
sor Carlos Lessa, o deba
te brasileiro talvez nãõ
tenha amadurecido,na pr~
fundidade necessária, o
tema central que é are­
forma do Esta do.'Não con
seguimos ainda definir­
qual é a natureza das rg
lações público-privadas,
qual é o ta:nanho do Est_õ!!.
do, quais são os ecanis
mos de sua constituição
política, da sua exteE_
são social e do equilí -
brio dos seus poderes.
Essas matérias nós não
discutimos da forma ne
cessária e, o que é mais
importante, é que não se
discute reforma cono re­
forma. Deve existir al
gum projeto ou alguma
utopia com a qual nos
identificaremos", aconse
lhou,
O cineasta Zelito
Viana afirmou que o ex­
Ministro Moscado disse
que é a "prova viva e
concreta do descaso que
existe no Brasil em rela
cão à Cultura", Zelito­
afinnou também que o Mi­
nistro Moscado foi "laça
do" quando embarcava pa:
ra a Europa para ser MI­
nistro, depois que o Pre
sidente Itamar Franco -
tentou chamar pelo menos
dez nomes para ocupar o
cargo. "Isso demonstra
bem o nível que a socie­
dade brasileira encara a
cultura. Eu sintonizo -
com o professor Lessa
quando ele falou que nós
temos m projeto de Pa
Ator A!TO!TO CRASSI
ís, Ninguém tem idéia
do que é isso e isso re­
flete em toda::. socieda­
de", confessou Zelito.
O profesoor Cândido
Mendes disse que pensar
em cultura é vida viver
com a imprcsio de que
vivemos num País tão fan
tástico, mas ao mesco
tempo tão sofrido. "O Br2,
sil acordou popvlarmente
com o suicídio de Get~ -
lio Vargas, levou um
tranco do Jânio Quadros,
depois o sofrimento de
Tancredo Neves, viveu a
odisséia do 'Príncipe Ne
gro' )u:.ia reierência ao
CA-Presidente Collor) e
agora vive a ediocri­
dade do Presidente Ita
7ar que no capre as re
gras do jogo", condenou.
Para o diretor da Pr!
ce Waterhouse, Célio Le­
ra, o problema reside eo
como se organiza hoje o
Estado brasileiro."O Bra
s!1 ten na situação bas
cante complicada porque
tem una caltara históri­
ca catalizadora e de re­
pente vem uma Constitui­
ção qe inicia o proces
so de descentralização.
Devemos cobrar quais se­
rão as obrigações da
União, dos Estados e Mo­
nicípios em relação âs
medidas que pretendemos
adotar e increccntar"
enfatizou o diretor.
O Brasil Urgente" vol
tacá a se reunir ainda
este ano e, certamente,
as discussões em torno -
das questões se darão de
forma mais contundente.
SÓ com a participação p~
nul;,r sairemos do buraco.
MENSACiEM NATALINA
DE DOM HELDER CÂMARA
Do:n Helder Cânara, de passagem pelo Rio de
Janeiro, onde esteve co:no .convidado par
come.::ioracões do 50 anos de sacerdócio de
Eugênio Sales - arcebispo do Rio de Janeiro
deixou com a repôrter Suely Chagas, da Eckabe
Press, a seguinte mensagem para os
ros: "Vamos ajudar a preparar esse nosso
sil para a chegada do novo milênio, com entvs!
asmo, fé e embalados e:n um lena, que eu acho
ma!to feliz e que merece o nosso apoio: Um no­
ainda, MISÉRIA vo milênio sem miséria, Pobreza
NÃO. Miséria é u111 insalto ao
as
D o =
brasilei-
Criador! PAZ!"
1
3

//1';'.O BT,PAI
UJ!ÇiO D. k/1/U,
DE Sá: CHEGANDO • COM O NITIL
A moleque do Pila
rrs, dona dos uma in­
contável coleção do
bonés - "quando saio
sem elos mo sinto
nua"- etâ nas rã -
dios com música nova,
"Perdidamente Apaixo
nada", urna balançan­
te declaração de d -
mor. A faixa de tra­
Malho talvez não se­
ja a sua preferida -
do álbum "D SA", que
a BMG Ariola lança -
no m6s de Nool (o Pa
pai, é claro), mas -
com ccrtczct 6 dlgo -
que ela gost<.l de Cdn
tar. "Senão eu não
gravava", declara
Sandra Cristina Fre­
derico de Sá, ouso­
mente, Sandra de Sá,
ls doze músicas -
do disco, trazem re­
gravações como o me­
dlcy cm homenagem a
Luiz Gonzaga- "Baião,
Xote das Meninas e
Qui nem Ji16" - e
"Voei" de Tim Maia.
Uma inédita de Jorge
Denjor - "Anjo Vaido
so" -e uma participa
cão especial do Ba -
rão Vermelho. Coisas
da nossa "soulwonam~
Entre copos de
cerveja - dietas de­
finitivamente não, -
combindm com elJ. - ,
Sundru explica que -
ess· é um trabalho -
mai amadurecido."Du
rante o intervalo on
tre o último e o a
tual disco, a gente
sempre cresce e cres
e•, Se estacionar e
melhor ficar cm ca -
sa. E sinto que nes­
se disco o meu amadu
recimento está mais
acentuado, O mundo -
anda muito rápido, o
País está muito rãpi
do. Os acontecimen -
tos se atropelam, en
tão, a gente vai mu­
dando da noite para
o dia. E estou mais
participativa, me me
tendo até na técni =
ca, querendo saber -
para que servem aque
les botões todos na­
quela mesa enorme".
Sandra assina, em
parceria com Macau,
"Free Lance", uma in
cursão pelo mundo -
rap. Esse também é o
caso de "Depende de
Você", cheia de ba -
lanço funk. A parti­
cipacão do Barão é
na faixa "No Morro -
Não Tem Play" - "Play
Ground", completa o
refrão-, música de
Ivo Meirelles, Letra
que vai dar o que fa
lar quando declara -
que "A vida é doce ,
mas pode amargar/im­
posslvel o desejo/De
mudar e sorrir/ De
quem não tem para on
de ir".
"você", de Tim
Maia, não tem sabor
de reconciliação. "A
quele tititi na épo­
ca que gravamos "Va­
le Tudo", foi coisa
de família. E dépois
disso, já gravei com
ele mais uma ou duas
vezes. Com a gente -
INHO
o
Ia

o fim do dno está marcando o lançamento
de vários discos. As gravadoras aproveitam
a proximidade do Natal e colocam no merca­
do os novos trabalhos de seus contratados.
Apostam em uma grande vendagem, mesmo -
encontrando um mercado em crise, cnde os
grandes vendedores saem com menos discos e
muita promoção.
Entre tantas tendências musicais o pago
de volta com força, dominando o mercado aT
guns grupos de são Paulo. No Rio de Janei­
ro Zeca Pagodinho lança seu oitavo disco -
quarto pela BMG - Ariola. Alô Mundo mantém
o estilo do malandro, a crítica social e o
:, samba de raiz.
Pergunta - Fale um pouco sobre seu novo
disco.
Zeca Pagodinho - Não existe muita dife -
rença dos anteriores. Mantenho meu estilo
que consagrou e que todo mundo conhece.Tem
muito samba, músicas românticas, e cinco -
composições minhas.
Pergunta - Você mantém o mesmo estilo
ao lonao desses anos. Por quê?
Zeca Pagodinho - Não tenho que mudar na
da. Quem sabe não precisa fazer nada para
aparecer. Quem compra meu disco sabe exata
men te o que faço. •
Pergunta! - Neste novo disco quais as mQ
sicas de que mais gosta?
Zeca Pagodinho - Gosto_dele todo, claro
que existe uma ou outra musica que a gente
tem um carinho maior. Tem Maos de Almir
Guiento que é uma das minhas preferidas. A
que está tocando mais e Cabelo no Pao Car~
ca.
Pergunta - Quais os planos mais imedia-
não tem essa de ran­
cor. A gente briga e
depois volta tudo as
boas. t aquela histó
ria: eu posso falar,
os outros não. Adoro
o Tim. Ele tá certo:
"DSA", o título do
álbum, é também a
Marca da firma de
Sandra. "Foi a Alcio
ne que começou a me
chamar assim: De sã.
Acabou pegando. Sou
cu, na intimidade" ,
fala soltando uma
gostosa gargalhada.
Com 13 anos de
tos para o novo disco?
Zeca Pagodinho - Lancei o disco no Cane
cão, com casa superlotada. Já estamos ager
dados para o Seis e Meia (Projeto que apre
senta cantores da MPB a preços populares)~
cm janeiro e depois da turnê pelo Brasil.
Pergunta - Como vê a volta do pagode?
Zeca Pagodinho - o pagode nunca sumiu,
o que está acontecendo é que tem gente in­
vestindo em grupos que dão retorno imedia­
to, mas dessa leva não vai sobrar muita
coisa. O que estas pessoas fazem é dar o -
portunidade a determinados grupos que fa -
zem shows de graça, enriquecem pouco e no
final desaparecem.
Pergunta - Mas tem rente boa nesse meio?
Zeca Pagodinho - Claro! Em são Paulo e­
cxistcmótimos pagodeiros e compositores. só
que os melhores ainda não tiveram oportuni
dade. Como estão investindo no pagode, uma
hora estas pessoas irão conseguir a chance
de vencer.
Pergunta - Você andava meio sumido. o
que tem feito?
Zeca Pagodinho - Eu não estou sumido ,
tenho trabalhado muito, sô que ando percor
rendo outros Estados, feito uma série de
shows e apresentações.
Pergunta - Como é seu relacionamento
com a gravadora?
Zeca Pagodinho - Muito Bom. A relação é
saudável sem muita complicação, até porque
não paro muito aqui. Meu lugar é na rua ou
por aí.
Pergunta - Mas seu status é de bom ven­
dedor de discos.
c rrir , 9 diecos -
Gravados {r contar
os copacto), 2 dis
cos de curo s 1 de
platina - "fora as -
injustiças" - Sndra
ainda não tem usa
carreira no ex rior.
"Nanca programei a
minha carr ira. s
COlúdS Sf'::ipr•' for<.J,"1
acontecendo. Não qos
to de esquematizar.
Traçar planos. Não d
dianta nada ir para
a Tailândia", brinca.
"Talvez, por isso ,
não tenha me preocu­
pado cm investir no
mercado fonográfico
americano ou curo
peu. Sei, por amigos,
que tenho discos ven
dendo lá fora. Mas
tudo pirataria".
Em 94 pretende a­
ccrtar o passo na
terra dos "gringos".
Estuda com a gravado
ra, um disco sério=
para ser lançado no
exterior. "Já gravei
em inglês e em espa­
nhol. Inclusive, de­
vo gravar "Retratos
e Canções" em espa -
nhol, para entrar na
trilha sonora da No­
vela "Corpo e Alma",
que foi vendida para
fora. Mas, meu sonho
o aravar al;o
t .quês, par
;ado na Europa o
nos Fst dos Unidos ,
gravar na nossa Iín­
quo. Se los podom ,
por que a gente nao?"
Por enquanto, ain
da no pensa 1os
show»s, "Show e uma
comemoração. Nao pro
cisa ser necessaria­
rente logo após o
lançam nto e um no­
vo álbum. Prefiro
ver o que vai dar
primeiro. Afinal, ca
da novo trabalho e
seapre urisco. Shows
só depois do Carna -
val, começando pelo
interior paulista".
Carnaval que ela
comemora n<l Marquês
de Sapucai, saindo -
nas Escolas de sam -
ba. Não todos, por -
que já não tem mais
pique. Em 94, por e­
xemplo, sai somente
na Unidos da Ponte ,
na Ala Amigos dc1
Marron (leia-se Al­
cione), e na Manguei
ra, na Ala da Maritl
Bethânia. No carna -
val que passou, ani­
mou alguns bailes po
pulares, patrocina -
dos pela Prefeitura
do Rio, em praças.
Zeca Pagodinho - Eu sei que vendo bem e
que tenho um público cativo. O engraçado é
que conheço muito cantor que vive dizendo
que vendeu não sei quantos mil discos, aí
você vai saber direitinho e o cara conse -
guiu no máximo 30 ou 50 mil cópias.
P~rgunt~ - Tem idéia de quantos discos
podem ser vendidos?
Zeca Pagodinho - t difícil. Pode ser
cem mil, vai depender muito. Sei é que em
todo lugar que me apresento vejo todo mun­
do com o disco, sabendo a maioria dos sam­
bas e letras.
Zeca Pagodinho é um dos pioneiros de un
tipo de música brasileira mais caracterís­
tica dos mor!ros e regiões mais pobres do
Rio de Janeiro. O-pagode não passa de um
reunião em algum lugar onde se toca sa.Tbc. ,sé
que acompanhado e outros instrumentos. E
Zeca com seu jeito de malandro conhece u
to bem o bom ou mau samba.
Cheio de ginga ganhou o apelidona época
de garcto e que era mascote dos Boêmios de
!rajá na ala Pagodinho. Em seus discos Ze­
ca coloca o mais puro samba e homenageia a
velha guarda. Sabe e conhece as discrimina
çôes que sambistas e pagodeiros têm. -
"Quando um rico derruba um copo aconte­
ceu. Mas se é um pobre está bêbado ou só
faz coisa errada".
Em seus discos, Zeca Pagodinho
um samba social, onde conta 9
dia do morro, de uma população
zada.
revela -
dia-a -
marginali
O MD
Meditação hoje é sobre o mal: "O mal
não merece comentários, Pois só traz re­
sultados desagradáveis.·
Qualquer palavra produz vibrações que
atraem vibrações Semelhantes. Portanto, o
comentário sobre o mal, atrai vibrações
pesadas e nocivas.
Fale apenas a respeito de coisas belas
e boas, comente o bem e as ações nobres e
permanecerá envolvido por uma onda de paz,
de alegria, e bem-estar.
O pensamento é energia e as palavras -
vibrações que são de longo alcance. Quem
mal faz para si o faz. É a Lei de retorno,
o que pensa, deseja e faz aos outros, a
Clande Medeiros
si retorna.
O pensamento, cománda as ações, somos
aquilo que pensamos. Deus é o bem,o mal
e o demonio. Temos no meio o livre arbí -
trio. Fazer ou não fazer. Escolha, é li -
vre, fazê-lo ou não.
A felicidade, a alegria não se compra:n,
fabricam-se dentro de cada um. Ninguém é
dono da verdade, compree.nsão é necessária
em tudo.
Que atire a primeira pedra, quem nu.nca
errou'. Jesus disse isso quando tentava.-n. a
pedrejar a pecadora: "Que atire a pri:nei-::
ra pedra, quem nunca pecou".
Foram os apedrejadores retirando-se um
a um. E_Jesus deu à pecadora o seu prião.
_ ~s ~i vros de formação ajudam muito. Leia
a Biblia,_traz tantos bons ensinamentos.
Pague o dizimo e você sa~pre terá dinhei­
ro, nunca lhe faltará nada.

.J LEI. TO CULTURAL.
•• -------------
_
FOGO XORTO
Em comemoração aos 50 anos do romance ,
a Editora José Olympio está lançando a qud
draqésima ediçaó do Livro "Fogo Morto", de
José Lins do Rego. IJm<t espécie- do síntese
da obra do escritor paraibano, "Fogo Mor -­
to" trata da loucura, uma das obsessões de
Zé Lins, assim como a morte e o sexo. A n~
va ·dição traz fotos, caricaturas, dados -
nobre a vida e a obra do autor, fac-símile
da capa da primeira edição, além de estu -
donde Otto Maria Carpeaux, Ivan Cavalcan­
ti Proença e Paulo Mendes campos.
COMANDO
"Comando Vermelho - A histõria secreta
do crime organizado", o livro do Jornalis­
ta Carlos Amorim, vai virar filme, com par
te dos recursos garantidos por uma distri­
buidora americana. No cinema, protegido pe
la ficção, Amorim pretende revelar fatos e
personagens que não puderam ser identifica
dos no livro.
GRANDE OTELO
sõ nove pessoas foram ao lançamento de
"Bom dia - manhã", livro de poemas de Gran
de Otelo, lançado pela Top Books. Depois -
da morte desse brasileiro que trouxe gê
nio, graça, arte e beleza para a nossa rc~
lidade, é bem possível que o livro setor­
ne um best-seller. São mais de cem poemas,
prefaciados por Jorge Amado e Antonio 0lin
to.
ASIMOV
A Editora Record está lançando "Crôni -
cas da Fundação", o canto do cisne do es -
critor de ficção científica Isaac Asimov.
Neste livro, Asirnov conta com seu alter-ego,
Hari Seldon, aperfeiçoa sua teoria de psi­
co-história e seu projeto de assegurar a so
brevivência da humanidade.
EROTISMO
Com o selo da Editora Rocco, chega este
més is livrarias o livro "Ilistõria da Lite
rdtura Erõtica", ensaio do romancista e
hlstoriador da arte francés Alexandrin. Os
assuntos abordados vão desde os contos e
fada até os apimentados romances de Henry
Miller, passando também pelas narrativas -
sensuais escritas pelas mulheres.
• 1
1,
1.
i
i
'1
LENDAS DE OUTONO
Jim Harrison é um escritor americano do
mesmo time de Melville e Hemingway. Quem -
duvidar, pode conferir em "Lendas do Outo­
no", novela de apenas 79 pâginas que estâ
sendo lançadas no Brasil pela Editora 34.
ta histõria de três irmãos que se apre
sentam voluntariamente para lutar na Pri
moira Guerra Mundial. O mais jovem morre -
vítima do gás mostarda. O irmão do meio
percorre terras e mares para entender a
morte prematura do irmão. Já o irmão mais
velho leva sua vida de forma ajustada, de­
pois de se casar com a mulher que o irmão
do meio abandonou.
KEN FOLLETT
Autor de "O buraco da agulha", o inglês
Ken Follett está com um novo romance na
praça, "uma fortuna perigosa", da Editora
Siciliano. Follett conta que sua experiên­
cia como jornalista foi importante. "Escre
ver todos os dias - diz Follett - me fez
muito fluente. Ser jornalista faz você a -
char muito natural colocar seus pensamen -
tos no papel".
CARLOS POENTES
Em seu novo livro, "Três discursos para
duas aldeias", o escritor mexicano Carlos
Fuentes aborda uma questão de interesse pa
ra os brasileiros. Ele diz que não podemos
separar desenvolvimento, justiça e liberda
de. E explica: "Uma ditadura militar pode
nos dar desenvolvimento, mas não justiça e
democracia; uma ditadura totalitária pode
proporcionar justiça social, mas não liber
<lade. Estas três exigências devem ser sa
tisfeitas juntas".
ROBERTO MEDINA
Criador e organizador dos dois Rock in
Rio, o Empresário Roberto Medina está es· -
crevendo suas memõrias. Ele vai contar os
bastidores dos shows internacionais que
promoveu no Brasil, dizer suas impressões
sobre os artistas que conheceu e falar
também do sequestro que sofreu dm 1990. O
ultimo capitulo será dedicado a um sonho
que o publicitário não realiará· o Pock -
i: Pio III.
JUCA CHAVES
Mais conhecido como menestrel, o nari3u
do Juca Chaves mostra :cu lado humorista -
no livro "Do JK a Itamar - A culpa é do
governo". O lançamento foi no salão nobre
do Senado, com um bufê que incluiu desde -
caviar <l democrática pipoc<1.
CASTELO BRANCO
Vai para dS livrarias esta semana, com
o selo da Editora Recora, o romance "O Cas
tela Branco", de Orhan Pamuk, o maior nome
da literatura turca contcmporánca. Pamuk
conta a história de um italiano do século
17 que é aprisionado prlos turcos e entre­
gue a um cientista esquisito cuja semelhan
ça com ele é tão espantosa que os confun -
de, ao mesmo tempo cm que os atrai.
ORIENTE
Uma história divertida sobre as comple­
xas relações entre um Oriente supostamente
devoto e bárbaro e um Ocidente supostamen­
te civilizado e racional. ~ o que faz o es
critor turco Orhan Pamuk em seu romance "Õ
Castelo Branco". Pamuk conta a história de
um turco e um italiano muito parecidos
que, a serviço de um sultão, durante o se­
culo 17, compartilham segredos e falam de
suas diferentes culturas.
RIMBAUD
O poeta e escritor Ivo Barroso lança no
ano que vem três livros sobre o poeta {rar
côs Arthur Rinbud. O primeiro trara a
poesia completa do "Soneto das Voqais",con
63 poemas escritos quando Rimbaud tinha er
tre 16 e 19 anos. O segundo livro trara
prosa-poesia de "Uma Estadia no Inferno",
E o terceiro reunira as cartas que Rim­
bauc escreveu e recebeu. Segundo Ivo Barro
so, Ribaud o maior poeta do nosso tempo
e também o pioneiro da poesia moderna.
DISPARATES
O humor erudito de Umberto Eco está em
sua melhor forma no livro "O segundo di~ -
rio mínimo", que sai no Brasil pela Edito­
ra Record. são observações sobre os costu­
mes, paródias literárias, fantasias e dis­
parates variados. No livro, Umberto_Eco er
sina a desmentir um desmentido, a nao fa -
lar de futebol, como seguir instruções e
como usar reticências.
AMYR KLINK
o navegador Amyr Klink está lançando o
livro de fotos da viagem que fez da Antár­
tida ao Ãrtico, a bordo do veleiro Paratti.
"As janelas do Paratti", com 184 pági -
nas, traz as melhores entre as duas mil fo
tos que fez durante a viagem. Amyr Klink:
faz a ressalva de que são fotos de um via­
jante e não de um fotógrafo.
Horóscopo Semanal
f
8
:rr
€o
J'.
Teodora Zen
Ãries - Rcg~nte: Marte. Mesmo com talento voltado para a religião, filoso­
fia, legislação e poesia, tendo em vista que a Lua está bem aspectada com
o signo durante essa semana, o nativo sentirá compulsão a buscar somente -
entretetimento que dispensam energia física.
Touro - Regente: Vênus. A receptividade não tem freios nem possibilidade -
de escolha: engloba tudo, tanto as energias positivas como as negativas. A
sensibilidade e axagerada e pode chegar a carencia afetiva. Por pouca coi­
sa o taurino ficará magoado.
Gêmeos - Regente: Mercúrio. Aspecto de fusão sentimental absoluto convo -
cando a alma e os sentidos para uma comunhão quase perfeita. O geminiano é
um idealista romantico que nao tem limites quando o assunto é
O relaciona­
mento a dois.
Câncer - Regente: Lua. O trânsito do sol pelo signo proporciona dinamismo
equilibrado e humor relaxado. Deixe-se conduzir pelas forças de seu incons
ciente, tendo em vista que a sua imaginação será ativa e cheia de planos -
inteligentes.
Leão - Regente: Sol. As carências práticas do signo serão preenchidas pela
garra, ambição e poder de decisão e ainda autoridade, por influência da
Lua de passagem durante a semana. O leonino terá facilidade para adaptar -
se a regras sociais.
Virgem - Regente: Mercúrio. O nativo estará dividido entra a vida mundana
e o isolamento, no qual é difícil encontrar um d ,
pouco Ie equilíbrio e paz -
em sua cabeça. Procure definir-se quanto ao aspecto pratico e ao idealismo
conservador.
Libra - Regente: Vênus. A generosidade e a
libriano, o que o fará sentir uma vontade
dos os que convive diariamente. A semana
tetimento.
gentileza dominam o espírito do
de_dividir o alto astral com to­
sera produtiva e terá muito entre
Escorpião - Regente: Plutão. A impulsividade, a agressividade · ·A 1bi
lidade estarão à flor da pele durante esse período. 1e e a irrtal-
d
- • O escorpiano terá ten-
encia a monentos de cólera e ira, e é bom que esse
controlado. aspecto seja medido e
Sagitário - Regente: Júpiter. A Lua em quadratura com
O signo durante a se
mana trará ao nativo grande tensão emocional, na q l - as·r "
um Ponto de eqyi1frio. vocése sentirá persesuiao ~;'til encontrar
que atrapalhara bastante o seu rendimento. e trabalho,
0
Capricõrnio - Regente: Saturno. O espírito de li
1
_ derariça do nativo estará
em a ta durante essa semana e, é agora que voce d
prova. Execute empreendimentos comerciais em teve xplorã-lo e pô-lo d
exito ~e agir analiticamente. sociedade e poderá ter pleno
Aquário - Regente: Urano. o aquariano estará buscand .
rante essa semana, seja ela no plano físico ou 'O a sua identidade du­
sidade de se comunicar e terã fascinação por .,2tal. você sentirá neces­
duplicidade. u
O
aquilo que representar -
Peixes - Regente: Netuno. Em questões relacionadas à saãd
pisciano tone certos cuidados, porque tem tendência du,l' ê bom que
tregar-se a excitação, o que poderá provocar probl -e a semana,
tros males estomacais. emas de gastrites e
o
a er
ou -
Jornal
,
e Cult ura
o
ta
so

'.,IJl•I, .t:1:.10 ('IJL'llJf•/11,
----------------------------------------· ---------
L.DIÇO DE NATAL 11
O CIMINHO DO CORIÇID: 1 NECESSIDADE DE
SE FIZER UMII REVOLUÇÃO INTERIOR
'o
_ ncvoluciondrio, critico, po­
lcmico. Fernando Sctnchcz Drugó
vem cultivando cssu imagem com
o objetivo de rcdlizar a verda­
doira revolução humana no mun -
do. Para isto, o escritor espa­
nhol está no Brasil lancando o
seu livro O Caminho do Coração
( Selo Nova Era / Editora Record)
o realizando uma série de confc
rênciao e palestras em vários
Estados.
O livro já vendeu mais 232 -
mil :xcmplares e rendeu a Dragó ,
o Premio Planeta da Literatura
de 1990. No Brasil, Dragó espe­
ra fazer o mesmo sucesso conse­
guido na Europa e mostrar ao
brasileiro o que aprendeu per -
correndo diversos países do O -
rientc cm busca do conhecimento
da essência humana.
O Caminho do Coração é mais
que um livro. t uma redescober­
ta da aventura vivida pelo pró­
prio autor que faz de si um per
sonagem. "O Caminho do Coração­
é o caminho xamânico, o caminho
da fé, mais intuitivo que racio
nal; feminino, mais mdgico que
cientifico", revela Dragó.
O escritor explica que seu -
livro conta a história de Dioni
sio viajando por Paises como
Turquia, Irã, Paquistão, 1ndia,
Indonésia, Vietnã o Afeganis
tão, atravessando rios, mares e
montanhas como um peregrino an-
f
cestral em busca da revelação
do próprio coração.
Enquanto viaja, envia cartas
à sua companheira Cristina, que
ficou na Espanha. Como Penélo -
pe, ela tece na memória a pro -
funda relação entre os dois, no
momento em que cresce uma vida
dentro de i. Toda a rajetória
do romance é comandada polo des
tino, que a cada página apresen
ta surpresas inquietantes aos -
leitores que embarcam na "via -
gem".
Durante sua jornada, Dioní
io ou Ulisses se encontrava
com mestre Iluminados que lhe -
mostram novas possibilidads de
transformação aos homens do Oci
dente, escravizados por uma rcã
lidade materialista e racional.
O Caminho do Coração~ uma
obra envolvente e fascinante.RE
pleto de aventuras e de mensa -
gens esclarecedoras àqueles qu
acreditam na verdadeira odisséia
que leva o viajante para dentro
ce si. t uma obra que revela na
~ua essência a magia poderosa -
c'.os viajantes.
O AUTOR
Fernando Sanchez Dragó é na­
tural de Madrid, mas vive
f.oria, uma pequena cidade de
pouco mais de 20 mil habitantes
. do interior da Espanha. tem So
ria que Drago encontra o refü -
gio e busca a inspiração para
seus livros.
Escritor e Jornalista, Dra -
gó 6 considerado um dos
importantes pensadores da
F.ra da Europa. Intelectual
mais alto quilate, Dragó é sem-
em
mais
Nova
do
"QUEM NÃO ESTA MUDANDO, ESTA MORTO"
pro convidado passa ventos cul
tu,ais, programa de levião
e d rádio, ondo dissrts so -
bre temas polnicos. Aliás
fci vencedor do Prêmio Ondas -
0m 1989 ± los assuntos debati­
dos pela forma do conduzir -
os debates.
A1m dos prêmios citados
Drago conquistou o Prmio Na
cional de Literatura de seu pi
is com Hi ória Máqica de Epa
nha, uma obra de 4 volumes air
da não editada no Brasil. Mas
é no livro Prova do Labirinto,
um best-seller que já vendeu -
mais de 290 mil exemplars
que o escritor deposita suas -
esperanças para novas conquis­
tas.
Drago também é professor u­
niversitário de Literatura e
História. Ministrou aulas na
Itália, Japio, Senegal, Marro­
cos, Jord5nia, Quénia e Esta -
doo Unidos. Profundo cong~cc -
der dos problemas sociais do
planeta, Dragó já fez parte
das comitivas hippies que iam
ao Oriente em busca da verdade
e participou aivamente da po­
lítica na 0poca do Franquismo.
o escritor acredita que tri
lha o caminho da revolução in=
terior é uma necessidade vi:al.
É dessa forma que ele defende
a busca do aperfeiçoamento den
ro de nós mesmos para crescer
sempre. "Quem não está mudando,
cs:á mor:o", reflete.
e
o
o
, e%
Todos gos:am
de receber no fi
nal de cada ano­
mensagens de Bo­
as Fesas, quase
sempre em vis·o­
sos car::ões de -
beleza e qualida
de que "enchem -
os olhos" de qual
quer um. Mas se
você julga que -
odo o corre-cor
re nos Correios
é um fao de nos
sos dias, es:á -
redondamene en­
ganado. Em 1880
o direor-geral
dos Correios na
Inglaurra, ape­
lava por anún
cios publicados
nos Jornais, pa­
ra que todos en-­
viassem suas men
saoens o mais rã
pido que pudes=
sem e de prefe -
rência duas sema
nas antes do diã 25
de Dezembro! ...
Mas quem começou
esse cosume, ainda
hoje mantido? Os in­
gleses, segundo eles
mesmos orgulhosamen­
te afirmam, teriam -
começado essa prã:i­
ca. Contam que em
1843 quando Sir Hen­
ry Cole, diretor do
Museu de Londres,não
enconrou emnpo sufi
cien:e para de pró=
prio punho escrever
aos amigos e familia
res, procurou o ar -
:is:a olás::.ico John
Calco:.i1 Horsley. A
ele encomendou que -
fizesse car:ões ilus
::rados com dizeres a
lusivos ao Na:al e
ao Ano Novo, desejan
OE
ra versão, porém,as
segura que os carés
na::.alinos, seriam o­
bras de piedosas
freiras que viveram
na época medieval.
Na Europa Medie -
val essas piedosas -
morijas a pedidos de
noores :eriam inicia
do essa prá::ica, bar
dando em car:ões mo=
zivos sanos.
ou ':ra versão é que
padres iluminarisas
eriam feio as pri­
meiras gravuras a pe
dido do Papa. Segui­
ram-se ou::.ras amos -
ras a:ravês de mon­
ges ilus:radores e o
hábi::.o de fazer men­
sagens decora::ivas -
cresceu desde en:ão.
O primoiro ar
1850 e mos':rava o
ão conhecido Papai
Noel, oresenteando -
criançàs numa casa,
onde se jantava um
suculento peru e fru
tas, acompanhado ce
convivas.
No Brasil, sabe -
se que a par::ir de
1975, começaram a a­
parecer as primeiras
mensagens, todas im­
portadas da Europa e
Estados Unidos, sen­
do um privilégio .de
pessoas abastadas e
nobres da corte.
Mas foi durante a
década de 1940 e 50
que o hábito de en -
viar mensagens pelo
correio se tornou co
mum a todos. Na ver=
ln]a a mn+»h lo
N
:renõ puxado porre­
nas em plena neve ,
árvores cober:as de
neve, nada êm a ver
com o nosso :ropic.al
Pais. As opções so -
bre a escolha do ::e­
ma são hoje :an:as ,
que a escolha se :oE
na difícil. Esse pro
blema não é de ago -
ra. Em 1880 uma fir­
ma inglesa, produziu
2.500 modelos de car
:ão e a dificuldade­
de escolha fez coo
que ou:ras gráficas
en::rassem-na concor-
Foi uma noite inesquecível -
para as cerca de 30 mil pessoas
que compareceram ao Pacaembú. Du
rante duas horas e meia, o pú -
~lico paulista pode se deleitar
c-om a performance ímpar e o show
impecável que o ex-bea:.le Paul
MacCartney proporcionou, comoen
sando amplamente a espera desde
l 99 O, quando só se apresentou no
Rio de Janeiro. Foi megashow -
mais :ranquilo do ano. Pron.o -
Socorro e Polícia Militar prai
camente não registraram ocorrên
cias, devido uma grande par-e
ao clima familiar - e pré-balza
quianos, diga-se predominante=
no Estãdio.
Em um ano com número recora
de shows internacionais, a im -
prensa teve que se habituar às
excentricidades de algumas pseu
do-estrelas (e alguns falsos bri
lhantes) que muitas vezes nega­
vam-se a qualquer con::.ato com a
nídia.
Realeza das realezas, Macca
segue o caminho oposto. Desde
ua chegada ao Aeroporto irra -
diava bom-humor e simpatia. Con
cedeu uma rápida porém franca e
informa·tiva entrevista. Entrou
dançando e brincando com os Jor
r,alistas: "Não falo '. brasileiro'
muito bem, descumpem-me", dispa
rou. Em nenhum momento negou-se
a falar sobre o passado betle,
2rrrttrl e " r»
réncia.
A par:ir dai, o
impor:an:e mesmo é
você se encher de a
legria e dentro do
espíri':o na:alíno,
ir logo enviando su
as mensagens,antes que
as filas o desaniriem...
cal como John :.ennon: "Muita -
gente luta para fazer uma gran
de canção. Juntos, fizemos cen
tenas delas, e isso me deixa=
muito orgulhoso".Em tom farses
co, disse que cospe nos crlti=
cos que questionam alguns de
seus mais recentes trabalhos -
solo: "não componho para eles,
e se o público gosta, é o que
me interessa", estou satisfeio.
MacCarney e banda entraram
em cena após um filme-documen­
:ário de 12 minu:os que enal:e
eia a paz mundial e o fim das
agressões ao meio-ambiente. A
primeira Ciinção foi "Drive my
car", dos Fab Four. O show se­
guiu al=ernando canções do ma
is novo álbum, Off The Grouna-;­
dos Wings (banda de Macca nos
anos 70), e,lógico e o mais a­
guardado por ';coàos, clássicos
bealemaniacos. Só que nem o
mais fervoroso e fiel beatlena
niaco talvez esperasse un di
ouvir coisas como "Paperback -
Writer", "Penny Lane" ou ainda
"Here, here and Everywhere".Fo
ram romenos que não raro ar
rancaram lagrimas de mui tos dos
presentes. "Let It be" e "Sear
gent Peppers", e apesar de 5
esperadas, tamóém arrancara~ -
do_público sonoros encores. As
britânicas duas horas de espe­
tâculo fora fechadas Dor

'0P4%.H1TO CULTURAL EIHÇÃO DE N/1.TlJ, 39 CAUERNO DEZ/93
PAGI
O Natal em Diversos Paises
em ±,·mpro pa
Pai Noel s chama pã
pai Noel c nem sem
pro a distribuição
de presentes é feita
na noito do dia 24
de <lczcmbro. Mns cc­
tas, e outras poucas
são as diferenças 5u
perficiais do atai
vivido em Paises di
ferentes: no fundo
no fundo, a alegria­
e a oportunidade do
reunir a família são
ns mesmas cm qual­
quer parte.
PERU: 'TOURADAS E PI­
CARONES
----
No Peru, Papai­
Noel ó Papai Noel
mesmo, a Missa do
Galo é também obriga
ção para os mais re
ligiosos, e cm cada
casa terá um prosé -
pio e uma árvore de
Natal com neve arti­
ficial: 1á também faz
calor.
l
1
. 1
1
il
de mel de canil.
O PUDIM DA BOA SORTE
NA AUSTRÁLIA
Sem dúvida, cm
matéria de sofistica
ção cm menu de ceia=
de Natal, a Austrá
lia ganha longe de
qualquer país. Pavão
assado em fogo bai
xíssimo durante todo
o dia da véspera, re ✓~ chcado com um tipo -
'l de farofa doce entra
beringela, alho e no
zes.
De sobremesa,um
pudim gelado (o cli­
ase "a é quente) de fru-
- tas em pedaços ( ma­
çã, pêssego e amei
xa), com molho quen­
te de manteiga, açu­
car queimado e rum.
Dentro deste pu
dim, a dona da casa=
terá posto cuidadosa
mente moedas e pren­
das (anéis, coraçÕe­
zinhos, etc ... ) quem
achar as prendas te
rá garantido, um pro
ximo ano cheio dc
sorte.
O costume de
prendas que dão sor­
te é tomado de forma
diferente por clubes
escolas e lojas impor
tantes que, durante=
todo o mes de dezem­
bro, dão aos seus
fregueses, alunos e
filiados, brindezi
nhos com o mesmo in­
tuito.
Isso na metade
urbana da Austrália,
que no interior, os
papuas,, embora em
contato com as mis
sões, não aceitaram=
as festas católicas.
Mas o Natal pe
ruano vem depois, co
mo um fecho de paz ,
da temporada de tou­
rada de Nov o/De­
zembro, qua: o tou­
reires do mundo in
teiro vem disputar,
cm Lima, o Escapula­
tório de Ouro do Se
nhor dos Milagres.
E não só essa
tradição espanhola -
vem colorir o Natal
Peruano; a convivên­
cia com os índios tam
bém produziu, num
mesmo pais, costumes
bem diferentes.
Em Cusco, no
dia 24, nas ruas
principais, tem a
Feira Del Santuranti
cuy, onde se vende
imagens religiosas e
brinquedos. No dia
25, as familias visi
tam as igrejas, para
comparar e comentar­
os presépios luxuo
sos armados em cada
átrio.
E se os índios­
quechuas, indiferen­
tes ao Natal e imu
ncs a qualquer sin
cretismo, continuam­
celebrando suas fes
tas com alimentos -
"pachamanca" ( cozi­
dos cm fornos subter
rãnos), os peruanos
católicos fazcn seu
Natal com picarone :
deliciosas roscas mr
gulhadas num molho
O LONGO NATAL DOS
MEXICANOS
Se a Aüstria tem
o prato mais sofisti
cado, é o México que
tem o Natal mais
longo.
Do dia 15 de
dezembro, ao dia 23
as famílias fazem
as Posadas.
Cada "posada" é
uma festa com sua co
mida característica=.
e em cada uma ·hã reu
nião dos par-entes e
distribuição de pre
sentes. As Posadas
são uma rememoração­
das paradas que a
Virgem Maria . fez
em sua viagem para o
Egito.
Esses presentes
porém, tem mais urna
característica de
prendas do que de
objetos de valor. A
distribuição de pre
sentes propriamente=
dita, bem como a
ceia característica­
(fcita de bacalhau à
Viascayna) só acontg
corá, como aqui, na
noite do dia 24,
quando San Nicolas
deixará os brinque -
dos perto do prcsé
pio que cada casa ar
mou.
NO CANADÃ, SANTA
KLAIS FECHA OS OLHOS
Depois de rece­
ber uma cartinha(que
pode ter sido escri­
ta em Ingles ou Fran
ces - as duas lin­
guas oficiais do
País). Santa Klaus -
bondosamente distri­
buirá os presentes
pedidos às crianças­
que tenham sido obe
dientes e estudiosas
durante o ano.
Mas com a histó
ria que o País tem
e com o temperamento
forte de algumas das
raças que compõem sua
população, Santa
Klaus tem mais é que
ser indulgente quan­
to ao item "obediên­
cia", pois senão ar­
risca-se a não ter
crianças a quem dis­
tribuir presentes.
o Canadá, desce
berto por franceses,
tem orgulhosos (e an
tigamente bem beli
cosos) índios Sioux,
Esquimós fugidios,es
coceses brigões e
mais: islandeses,gre
gos, sikhs e ucrania
nos - todos com seus
jornais, escolas e
costumes próprios.
Quanto a histó­
ria do Pais, ela é
recheada de aventu
reiros e esqusitões:
Sieur de la Vérendrye,
exímio caçador de pe
les desde a idade de
oito anos, ouviu di­
zer que havia um ou
tro oceano a esquer­
da (o Pacífico). Jun
tou a família e foi.
Parou nas montanhas­
Rochosas, obstáculo­
inesperado a inter
romper a expedição=
que já durava treze
anos.
Voltou e rece
beu promessas de ver
bas para continuar,
mas morreu antes, nu
ma briga de rua. v
rendrye, tinha nasci
do em Qucbec, cidade
fundada, duzentos a
nos antes, por outro
louco, o Conde de
Frontenac, que por
qualquer "dá cá ague
la palha", declarava
guerra aos ingleses­
(uns 200000 - Fron
tenac contava com
10.000 homens). Das
guerras contra os es
pantosos ingleses e
da caça ininterrupta
a peles, Frontenac ,
ao morrer, tinha con
seguido a maior par
te do continente nor
te-americano· para
sua Nova França. E ,
aos poucos e aos
trambulhÕes, a Confe
deração Canadense fo1
se formando. Willian
Alexander Smith, um
imponente gigante de
mais de dois metros­
de altura e outros -
tantos de diâmetro ,
cm muito ajudou para
isso. Insatisfeito -
com seu nome,Willian
conseguiu mudar seu
registro de nascimen
to para Love Of cos
mos (Amor pelo Cos=
mos), não tendo con
seguido fazê-lo para
Love Of Bacchus, sua
primeira idéia. Leve
fundador de um jor
nal impertinente, o
Victoria Colonist ,
conseguiu mobilizar­
a opinião pública pa
ra a entrada de mais
um Estado, o Victo
ria, o que veio a mu
dar a face do País ,
tornando-o mais an
glo-saxão que Fran­
ces.
Por essas e por
outras, Santa Klau­
fecha os olhos e, de
pois de uma ceia d@
peru assado e bolo
de frutas, nozes e
amêndoas, as crian
ças canadenses vão ,
confiantes, abrir
suas meias dependura
das na lareira.
POLÔNIA: UM CASO RA­
RO DE Ff:
No centro da Eu
repa, mesmo quando e
ra socialista, a Po
lônia sempre foi um
caso raro de fé. Pa
pai Noel existe, e­
xiste Missa do Galo
e árvore de Natal c/
presentes. Mas, pelo
menos no norte, a ãr
vore de Natal terá
quer seu dono ou não
neve nos galhos: o
clima é bem frio e
para acompanhar o
peixe em conserva de
sua ceia, o polonês­
vai beber uma fortis
sima mistura de vi]
nho fervendo com açy
car c canela.
Lá fora, as'
crianças fazem bata­
lhas de bolas de ne­
ve.
No Sul do País,
na Cracóvia, é costu
me a visita, nesta e
poca do ano, ao mÕ
nastório de Jasna C
ra, construido no
século XV, por fra­
des paulinos.
O monastério es
tá no alto de um dos
filadeiro, em local
ostra tégico e, dura.:;
te a invasão sueca -
foi ponto importan­
te e vitorioso de
resistência.
f; em sua capela·
gótica que está a
Madona Negra, embai­
xo da qual se ajo
lham os peregrinos
pedindo um ano nove
que seja bom para t_9':
dos.
*'


N A T A L
* Independente
maneira em que
memorado, o
sempre traz a
esperança, fé, etc.,
entre. os povos den
tro dos laços f
miliares !
da
é ccr­
Natal
União

f::°
, ..
. ccJ •
cJ
cO'
pi
ui?
... ,.,
ae
'3 /!
,-----------------------------------------------------,
PREFEITURI MUNICIPAL DE BELI VISTI
Código Tributário Municipal - Lei
o
6 e 20 de. Dezembro de 1993

I0.SAL, TRILA DA TONTEIRA DIA IO PE.IO:A'.
2 DE DEZEMBRO DE 1.993
Prefeitura Municipal de Bela Vista- MS
Código Iritário Municipal - Lei l 966 de 20 de Oezt11bre de 1993
ver a inscriçlo dentro do prazo de trinta dIas
D!p@e obr o códtgo Trtbatirlo .ntctpul de ie
La Vista, Estado de Mato Grosso do Sul e da outr;rn
571a#E1.
IV - A área contra[da, o padro da ed!fica,o,
o valor unitário da construção, no caso de ser o
esmo edificado;
O PREFEITO MUNICIPAL. DE BEI.A VISTA, ESTADO DE MA
TO GROSSO DO SI.
Faço saber que a amara Municipal aprovou
sanciono a seufnte Lel
DISPOSIÇÕES PllELlMWARES
Art, I0 - Eta LeI dispõe sobre os direitos e o­
brigaçÕco de ordem trIbatárfa relativos ao Fisco Ma
niclpal e is pessoa, obr!adas ao pagamento de tr!­
botos municipais ou penalidades pecuniárias.
Art. 2! - A Legislação Tributária do Monicfpto /
de Bela VIsta, observará os dispositivos compreendt
dos neste Código que seguem as normas conotftoclona
ls vigentes, bem como as normas gerais estabeleci -
dar no código Tributário Nacional e Leis complemen­
tares subsequentes,
'u
TITULO I
SISTEMA. TRIBUTÁRIO MUNICIPAL
CAPITULO ONICO - DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 3Q - Compõem o sistema tributário do Munic:I:
pio:
I - Impostos;
11 - Taxas e
Ill - Contribuição de Melhoria.
Art. 4g - O Município ao prestar efetivamente, /
serviços facultativos, cobrará preço p~blico, cuja
fixação dos valores e cobrança não estarão sujeitos
a reserva de Lei, conforme dispuser o Poder Executi
vo.
Parágrafo Onico - Para os efeitos deste artigo
considera-se facultativo, o serviço, sempre que sua
utilização depender da vontade do usuário ou de sua
livre provocação.
TITULO II
IMPOSTOS
CAPÍTULO I
IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE PREDIAL
E TERRITORIAL URBANA
SEÇÃO I - FATO GERADOR E CONTRIBUINTE
Art. 5g - O imposto sobre a propriedade predial
e territorial urbana tem como fato gerador a pro­
priedade, o domínio ~til ou a posse de bem imóvel ,
por natureza ou acessão física, corno definido na Lei
civil, localizado na zona urbana do Munic:l:pio.
§ lQ - Para os efeitos deste imposto, entende-se
como zona urbana a definida cm Lei Municipal cm que
exista pelo menos dois dos seguintes melhoramentos,
construídos ou mantidos pelo Poder P~blico:
I - Meio-fio Ou calçamento, com canalização
águas pluviais;
11 - Abastecimento de água;
III - Sistema de esgotos sanitários;
IV - Rede de iluminação p~blica, com ou sem pos­
tcamcnto para distribuição domiciliar;
V - Escola priniria ou posto de salde, a ua dis
tância máxima de 3 (três quilômetros do imóvel con
siderado.
de
$ 29 - Considera-se também zona urbana as áreas
urbanizãveis ou de expansão urbana, constante de
projetos de aprcelamento do solo aprovados Pele Pre
feitura, destinados à habitação, à ind~stria ou aÕ
comércio, mesmo que localizada fora das zonas defi­
nidas nos termos do parágrafo anterior.
Art. 62 - 0 Poder Executivo delimitará, por De­
creto, as áreas urbanas do Município, observado o
disposto no artigo anterior.
Art. 7g - 0 contribuinte do impostõ é o proprie­
tário do imóvel, o titular do seu domínio ~til ou o
seu possuidor, a qualquer titulo.
Parágrafo tlnico - Aplicam-se a este imposto as re
gras sobre responsabilidade prevista neste Código.-
Art. 8g - 0 imposto não é devido pelos proprietá
rios, titulares do domínio til ou possuidores, a
qualquer título, de bem imóvel que, mesmo localiza­
do em zona urbana, tenha área superior a 1 (um hec
tare e que seja utilizGdo, comprovadamente, em- ex=
ploração extrativa vegetal, agrícola, pecuária ou
agro-industrial.
Art. 9g - Considera-se ocorrido o fato gerador ,
para todos os efeitos legais, anualmente, no dia 1g
de janeiro.
V -1dlces offclals de correção monetãr!a;
VI -Equipamentos urbanos o, melhorias decorren­
tes de obras pbllcas recebidas pela área eu que
se localizar o fóvel.
Parágrafo Cnico - O Poder Executivo editará anu
almente, antes do término do exercício, Planta Gc-:
nérica de Valores contendo:
1 - Os valores dos diversos logradouros ou das
diversas zonas, para efelto de cálculo do valor V!
nal de terrenos, com base nos elementos citados no
"caput" de11te artigo;
II - Oa valores do metro quadrado de edificação
segundo diversos padrões;
Ill - Fatores de correção e critérios de aplic~
cão ;:os valores de terrenos e edificações.
Art. 12 - O imposto será calculado sobre ova
lor venal do bem i:nóvel mediante a aplicação das!_
l!quotan a seguir:
I - Imóvel edificado;
a - Um por cento ( 1i)
11 - Imóvel não edificado:
a - Sem equipamentos públicos....····.·...1.07
b - Com l equipamento p~blico .........•..• J.5%
c - Com 2 equipamentos públicos....·......2.07
d - Com 3 ou mais equipamentos públicos...3.07
Parágrafo Onico - Entende-se por
pblicos os seguintes benefícios:
a - Rede de energia elétrica
b - rede de água;
c - meio-fio, asfalto, abertura
tos.
Art. 13 - Para os efeitos deste imposto, não se
considera edificado o terreno que contenha:
I - Edificação temporária ou provisória que pos
sa ser removida sem destruição ou alteração;
II - Edificação em andamento ou paralisada;
III - Edificação em ruínas, em demolição, conde
nadas ou interditadas.
SEÇÃO II
BASE DE CÁLCULO E AL!QUOTAS
Art. 10 - A base de cálculo do imposto é o valor
venal do imóvel, excluído o valor dos bens móveis ne­
le =ntidos, em caráter permanente ou tempocário, pa
ra efeito de utilização, exploração, aformoseamentÕ
ou comodidade. •
Are. 11 - O valor venal dos bens imóveis será a­
purado atravês de dados constantes no Cadastro Imobi
l1rio Fiscal e atualizado por decreto do Executivo,
anualmente, cm funçao dos seguintes elementos consi­
der.dos e conjunto o, separadamente, a critério da
repareie-ao competente:
I - Declracão do contribinte, desde que aceita
pela Administração !aicipal;
II - Abastccw.ento dc, água;
III - fadices êdtos devalorização correspondente
loe.1iz:.ç40 do inovel;
SEÇÃO III
de ruas e esgo-
ISENÇÃO
equipamentos
Art. I4 - São isentos do pagamento do IPTU os
contribuintes que atendam a uma das seguintes con­
dições:
I - Sejam associações culturais, beneficentes ,
religiosas, profissionais, esportivas, sem fins 1~
crativos, relativamente aos imóveis ocupados para
a prática de suas finalidades essenciais ou desti-
nados ao uso do quadro social; •
II - Sejam ex-integrantes da FEB que toara par
te ativa em combate nos campos da Itália, bem como
suas vivas, desde que o imóvel seja destinado are
sidência de qualquer dos dois beneficiários ou de
ambos;
III - Sejam aposentados, pensionistas ou incapa
zes, que comprovem renda familiar de até 02 (dois)
salários mínimos vigentes no Pais, desde que se -
jam proprietários ou possuidores de uma ~nica pro­
priedade urbana;
IV - Seja:n proprietários de um .;nico imóvel no
Município, cuja propriedade se constitua em resi -
dência e o valor do imposto seja igual ou inferior
a 3 (três) Unidade Padrão Fiscal - UPF - no dia do
lançamenco.
Art. 15 - As isenções constantes do artigo
rior só serão efetivadas após a comprovação,
interessado, do preenchil:iento das condições e
quisitos previstos.
ante
pelÕ
re-
SEÇÃO IV
INSCRIÇÃO
Are. 16 - A inscrição no Cadastro Imobiliário
Fiscal é obrigatória, devendo ser promovida, sepa­
radamente, para cada edificação no imóvel de que o
contribuinte seja proprietário, titular do domínio
~ti ou possuidor a qualquer titulo, mesmo que be­
neficiado por imunidade Ou isenção.
§ lQ - São sujeitas a uma só inscrição, requer.!_
da com a apresentação da planta ou croqui:
I - As glebas de quaisquer melhoramentos;
II - As quadras indivisas de áreas arruadas;
Parágrafo 2Q - A inscrição é obrigatória tam--
bê, para os casos de reconstrução, reforma e a­
créscimo.
Art. 17 - O contribuinte é obrigado a promover
a inscrição em formulário próprio, no qual, sob
sua responsabilidade, sem prejuízo de outras 1n -
for.nações que poderão ser exigidas pela Prefeitu-
ra, declarará: .
I - Seo nome, qualificação e endereço;
II - Localização, dimensão, área e confronta­
ções do terreno;
III - uso a que efetivamente está sendo dest_!
nado o imóvel;
IV -No caso de imóvel construído, dimensões e
área de construção, n.;mero de pav"imentos e data
de conclusão da construção;
V - O valor constante do tÍtuio aquisitivo.
Parágrafo Onico - As informações prestadas pe
lo contribuinte .no ato da inscrição ou da atua11
zacão dos dados cadastrais, não implica:n-a s..a ã
ceitacão pelo Fisco, que poderá revê-las a qual=
quer época, independente de prévia comunicação.
Art. 18- 0 contribuinte é obrigado a promo -
tados da: 1, {
I - Convocação eventalente feira pe4o Manil-
pio; ( •
II - Demolição o perecimento das ed! {caçoes oo
construções existentes no terreno; .
III - Aqistão oo proessa de copra do fõvel;
IV - qa!sfçio o, proessa de copra de parte do
terreno não constrafdo, desmembrado o, ideal;
V - Posse do Imóvel exercida a qualquer tltalo,
rt. 19- Os responsáveis pelo parcelamento do
solo !icaci obrigados a fornecer, m:nr,:-.lln:cntc, Jo
Cadastro Imobiliárto F1cal, relação dos lotes que
no decorrer do ano tenham sido alienados, dcfinltl
vamentc, ou n:ediante co:npro:nisso de compra e vcn -
da, mencionando o noze do comprador e o endereço do
eso, o nero da quadra e do lote, a fin de ser
feita a devida anotação no Cadastro lmobiliario,
Art. 20- O contribuinte o:nisso ocrá inscrito
de ofício, observado o disposto no Are. 16.
Parágrafo Cntco - Eqoipara-se ao contribuinte g
misso o que apresentar for.lar1o de inscríçao co
inforinaçÕes falsas, erros ou omissoes dolosas.
SEÇÃO V
LANÇAMENTO E ARRE.CADAÇÃO
Art. 21 - 0 lançamento do imposto será anual e
distinto, feito para cada unidade imobiliária autÕ
noma, ainda que contiguos Ou vizinhos pertinentes
a um mesmo contribuinte, observando-se o estado do
imóvel em 30 de outubro do ano a q .. e corl:'esponder a
lançamento.
Art. 22 - O imposto será lançado em nome do prg
pr1etário, detentor do doinfo til ou do possui -
aor do imóvel, levando-se em conta os dados e ele­
mentos constantes ao Cadastro Imobiliário Fiscal.
$ 1g - No caso de 1móvel objeto de compromiss'o
de compra e venda, o lançamento será feito cm no­
me do promitente-vendedor até a inscrição do com­
promissário-comprador.
§ 22 - O lançamento do imposto do imóvel obje­
to de enfiteuse, osofroto oo f1deiconfsso, será e
fetuado em nome do enfiteuta, do usufrutuário Ou
do fiduciário.
5 39 -
dificado,
alguns Ou
ros casos
tária dos
Nos casos de condomínio de imóvel não e
o imposto será lançado em nome de a, de
de todos os condôminos, nos dois prime!
sem prejuízo da responsabilidade tribu­
demais pelo pagamento do tributo.
Art. 23 - O contr1buinte será notificado do lan
çaento do imposto via pessoal oo por edital, ã
critério da repartição competente.
Art. 24- O lançaeno do imposto, sempre que
possível, poderá ser feito em conjunto com os de­
mais tributos que recaem sobre o imóvel.
Art. 25 - O IPTU será lançado em roeda corren­
te e quantificado em UPFs (Unidades Padres F1sca
is)., tomando - se cama base u valor da UPF do G
do lançamento.
§ 12 - O parcelamento, bem como o prazo para o
pagamento serão fixados anualmente, por regula -
mento do Poder Executivo.
$ 29 - Será concedido desconto de:
I - 20% para pagamento de uma só vez;
II - 10% para quitação do parcela:nento, desde
que o contribuinte esteja em dia co as parcelas
anteriores.
Art. 26 - O valor mínimo para efeito de cobra
ça será:
I - Imposto Predial 0,80 (oitenta centésimos )
da UPF;
II - Imposto Predial e Territorial Urbano 0,40
(quarenta centésimos) da UPF.
Art. 27 - 0 pagamento do imposto não 1plica re
conhecimento, pela Prefeitura Municipal, para qua
isq .. er fins, de legiti:nidade da propriedade do do
ínio til ou da posse do bem ióvel. '
SEÇÃO VI PENALIDADES
Are. 28 - erã aplicada ao contribuinte que não
cumprir o disposto no_Artigo 18, multa equivalente
a.l (uma)Unidade ~adrao Fiscal do Município.
Art. 29- será aplicado ao contribuinte que não
cumprir o dispost_o no Artigo 19, alta equivalente
a 1,5 UPF do Manicip1o. '
Art. 30 - AS multas a que se referem os
28 e 29 deste Código, serão devidas por a
exercícios, até o integral capriento das
ç0es.
Are. 31 - A falta de pagamento do tributo nos
vencimentos fixados sujeitar o contribuinte:
I- À correção monetária do valor dos créditos
tributarias;
II - À multa de 10% sobre o valor do débito cor
rigido monetariamente, atê 30 dias do vencimento;
III - A alta.de 20: sobre o valor do dêbito cor
rigido monetariamente, a partir do 319 dia de ve-
cimento; •
Artigos
ou mais
obriga-
IV_ - A cobrança de Juros moratórios' à razão de 1:
ao pes, Incidentes sobre o valor do débito conlill!
do monetarlamente no ato do efetivo pagamento.

IOR'.MI, TRL A DA ') .IRA LI{R!O »+ I0.a1
(l
·------
__Prefeitura Municipal de Bela Vista - MS
{íili Trinitário Municipal - Lei l 966 de 20 de Dezembro de 1993
,._
a
CAP !'J t;l,() J l
IAPOSIO 0RE _SERVI,03 DE. QUALQUER NATUREZA
SEÇÃO I - FATO GF.RADOR 1. CONTRIBUI E
Art. )2 - 0 Imposto Sobre Serviços de Qualquer !a
toreza "ISS" tem cono fato gerador a efetfva prestá
cão de serviços por eupresa oo proftss1anal aat@no­
o, co oa uen estabeleciento ffxo, dos serviços
da lista abafxo, ou que a eles posa uer equipara­
doo:
I - Médico, Inclusive análises clInfcas, eletrt
cidade médica, radfoterap1a, ultra-sonograf ta, ra
diologia, tolllografia o congêncreG;
II - lloup1tu1s, cl!nlcao, oanatórios, laboratóri
os de análise, ambulatórios, pronto-socorros, man!­
contos, casas de sade, de repooso e de recuperação
e congenere;
111 - Bancos de sangue, leite, pele, olhos, sê -
mcn e congênerea;
IV - Enferweiros, obstetras, ortÓpicos, fonoau -
diólogos, protéticos (próteses dentárias) ;
V - Assistência mêdtca e congêneres conforme pre
visto nos !tenn 1, 2 e 3 desta lista, prestados a:
travée de planos de medicina de grupo, convênios,in
clusive cow empresas para aasistiincia a empregados;
VI - Planos de saúde, prestados por empresa ,que
não esteja incluída no !tem S desta lista e que se
cumpram através de serviços prestados por tercei
ros, contratados pela empresa ou apenas Pagos por e
las, mediante indicacão do beneficiário do plano;
VII - Médfcos veterinários;
VIII - Hqspitais veterinários, clínicas veteriná
rias e congeneres;
IX - Guarda, tratamento, amestramento, adestra -
mento, embelezamento, alojamento e congêneres, rela
tivos a animais; -
X - Barbeiros, cabeleireiros, manicures; pedicu­
r~s, tratamento de pele, depilação e co"7igêneres;
XI - banhos, ducha, sauna, massagens, ginãstica
e congêneres;
XII - Varrtção, coleta, remoção e incineração de
lixo;
XIII - L1apeza e dragagens de portos, rios e ca
nais;
XIV - Limpeza, manutenção e copservação de imóve
is, inclusive vias p~blicas, parques e jardins;
XV - Desinfecção, imunizacãõ, higienizacão, des­
ratização e congêneres;
XVI - Controle e tratamento de afluentes de qual
quer natureza e de agentes físicos e biológicos; -
XVII - Incineração de resíduos quaisquer;
X1111 - Lilllpeza de chaminés;
XIX - Saneamenro ambiental e congêneres;
XX - Assistiincia técnica;
XXI - Assessoria ou consultoria de qualquer natu
reza, não contida cm outros !tens desta Lista, orga
nizacão, programação, planejamento, assessoria, pro
cessamento de dados, consultoria técnica, financci=
ra ou administrativa;
XXII - Planejamento, coordenacão, programacão ou
organizacão técnica, financeira ou ~dministrativa;
XXIIl - Análise, inclusive de sistemas, exames ,
pesquisas e informações, coleta e processamento de
dados de qualquer natureza;
XXIV - Contabilidade, auditoria, guarda-livros ,
técnico em contabilidade e congêneres;
lD,.'V - Perícias, laudos, exames técnicos e análi-
ses cl{Jiicas;
XXVl - Traduções e interpretações;
XXVII - Avaliação de bens;
XXVlll - Datilografia, estenografia, expediente,
secretaria em geral e congêneres;
XXIX - Projetos, cálculos e desenhos técnicos de
qualquer natureza;
XXX - Aerofotogrametria (inclusive in~erpreta
cão , mapeamento e topografia);
XXXI - Execução, por administração, -,cpreitada Ou
sub-empreitada de construção civil, de obras hidrá~
licas e outras obra·s semelhantes e respectiva enge­
pharia consultiva, inclusive serviços auxiliares ou
complementares (exceto o fornecimento de mercadori­
as produzidas pelo prestador de serviços, fora do 1~
cal da prestacão de serviços, que fica sujeito ao I!::
Ms);
XXXII - Demolição;
XX:Xlll - Reparacão, conservação e reforma de edi
f!cios, estradas, pontes, portos e congêneres (exce
to o fornecimento de mercadorias _produzidas pelo
prestador de serviço fora do local da prestação dos
services, que fica sujeito ao ICMS l..;
XXXlV - Pesquisa, perfuracão, cimentação, perfi­
lagem, estimulacão e outros serviços relacionados
com a exploração de petróleo e gás natural;
XXXV - Florestamento e reflorestamento;
XXXVI - Escoramento e contenção de encostas e
serviços congeaeres;
XXXVII - Paisagismo, jardinage e decoração (ex­
ceto o fornecimento de mercadorias, qu« fica suje_!
to ao 1CMS);
XXXVIII - Raspagem, calafetação, polimento, lus­
tracão de pisos, paredes e divisórias;
XXXIX - Ensino, instrução, treinamento, ava.lia -
cão de conhecimentos, de qualquer grau Ou natureza;
XL- Planejamento, organização e ad!nistracão de
feiras, exposições, congressos e congêncre.s;
XLI - Organizações de festas e recepções "buffct" /
(exceto o fornecimento de alimentação e bebidas)_;
XLII - Administração de bens e negócios de ter
ceiros. e da consórcio;
XLIII - Administração de fundos :r..:tuos (exceto a
rea!fzada por fnst!ta!çe f1nane!ras ator!za­
das pelo Banco Central ;
XL.IV - Agenciamento, corretaens ao Itere
d1açõe de Gblo, de earos e de planos de pre
vidência privada; -
XL- Agencfazento, corretagemn o fntereda­
çies de t!talos q0a1sqer (exceto os servi,os e­
xecotados por Inst!toldes autorizadas pelo Ban­
co Central
XIV - Agenciamento, corretagem oa Intenzed1a
ções de dtre!tos de propriedade Indastrt l, ar­
tística ou literária;
XLVII - Agenciamento, correta e:n ou 1nter.r.e -
diações de contratos de franqala (franchtse) e de
faturação (factoring) 'exceto os serviços presta­
dos por fnst!tafçõe autorizadas pelo Banco Cen­
tral;
XLVIII - Agenciamento, organização, prooção
e execução de prograr.ias de turisu:os, passeios, /
excursões, guias de turiGmo e congêneres;
XLVIX - Agenciamento, corrctagco Ou inten:i" -
diaçÕes de bens móveis e in1Ôveir; não abrangidos
nos !tens XLIV, XLV, XLVI e XL'II;
L- Despachantes;
LI - Agentes de propriedade industrial;
LII - Agentes de propriedade artística ou li­
terária;
Lill - Le11Ões;
LIV - Regulação de sinistros cobertos por con­
tratos de seguros, inspeção e avaliação de ris -
cos para cobertura de contratos de seguros, pre­
venções e gerência de riscos seguráveis, presta­
dos por quem não seja o próprio segurado ou co~
panhia de seguro;
LV - Armazenamento, depósito, carga, descar -
ga, arrumação e guarda de bens de qualquer espé­
cie (exceto depósitos feitos em instituições fi­
nanceiras autorizadas pelo Banco Central~
LVI - Guarda e estacionamento de veículos au-
tomotores terrestres;
LVII - Vigilância ou segurança de pessoas e
bens;
LVIII - Transporte, coleta, remessa ou entre­
ga de bens ou valores, dentro do território do
Município;
LIX - D!versões públicas;
a - cinema, "taxi-dancings" e congêneres;
b - Bilhares, beliches, corridas de animais e
outros jogos;
e - Exposições com cobrança de.ingresso;
d - bailes, shows, festivais, recitais e con­
gêneres, inclusive espetáculos que seja também
transmitidos, mediante compra de direitos para
tanto, pela televisão ou pelo rádio;
e - Jogos eletrônicos;
f - Competições esportivas ou de destreza f­
sica ou intelectual, com ou sem a participação de
expectador, inclusive a venda de direitos à trans
missão pelo rádio ou pela televisio; -
g- Execução de dsica, Individualmente ou por
conjuntos.
LX - Distribui cão e venda de bilhestes déüote •
ria, cartões, pules ou cupons de apostas, sortel
OS Ou prêmios;
LXI - Fornecimento de m~sica mediante transm.1s
são por qualquer processo, par vias públicas o
ambientes fechados (exceto tras:nissões radiofôni­
cas ou de televisão);
LXII - Gravação e distribuição de filmes e vi­
deoteipes;
LXIll - Fonografia Ou gravação de sons Ou ruí­
dos, inclusive trucagem, dublagem e mixagem sono­
ra;
LXIV - Fotografia e cinematografia, inclusive
revelação, ampliação, cópia, reprodução e traca -
ge;
LXV - Produção, para terceiros, mediante ou sem
encomenda prévia, de espetáculos, entrevistas e
congêneres;
LXVI - Colocação de tapetes e cortinas, com a
terial fornecido pelo usuário final do serviço;
LXVll - Lubrificação, li:npesa e revisão de má­
quinas, veículos, aparelhos e equipamentos (exce­
to o fornecimento de peças e partes)•
LXVIII - Conserto, restauração, ma'nutencão e
conservação de máquinas, veículos, motores, eleva
dores ou de qualquer objeto (exceto o fornecben=
to de pecas e partes);
LXIX - Recondicionamento de motores (O valor
das peças fornecidas pelo prestador de serviço fi
ca sujeito ao lCMS )_;
LXX - Recauchutagem ou regeneração de pneus p~
ra o usuário final;
LXXI - Recond.icionamento, acondiciona:nento, pin
tura, beneficiamento, lavagem, secage, tingimen­
to, galvanoplastia, anotlização, corte, recorte·, po
limento, plastificação e congêneres, de objetos
não destinados a industrialização Ou comercializ~
ç.ao;
LXXII - Lustração de bens móveis quando o ser­
viço for prestado pelo usuário final do objeto
lustrado;
LXXIU - Instalação e montagem
máquinas e equipamentos, prestados
nal do serviço, exclusivamente com
le fornecido;
LXXIV .- }íoni:agem industrial, pr-estada ao usua­
rio final do serviço, ex=lusiva:nente CO::l ::iater-ial
por ele fornecido;
de aparelhos,
"º usuiirio fi­
mnterial por .!ô
12.
sos, de
nhos;
LXXI - Copos!çio rifta, [otocoo tio, cl!­
cherta, z!ncografta, !!tora!ta e fotolitora!!a;
LX'VII -- Colocação de moldaras e a!ins, encader­
nação, raação e dooração de livros, refostas e cor
êneres;
LXXVII - Lor.ão de bens vefs, fnlasfve
rendamento rercant!l;
LXXLX- Farera!s;
LXXX- Alfa!atar!a e costora, quando o ater!al
for fornecido pelo usuárto final, xceto aviaren
- Cóp! os reprado ao, t
doorentos eoutros papé!
Goa{aer pre
planta o, dese-
r-
tos;
LXXXI- Tintarar!a e lavanderta;
LXXXII - tax!der1a;
LXXXIII - Recrutamento, agencLnento, sele ão co
locação oa fornectento de io-de-obra, esmo em ca
ráter tesporárto, tnclas!ve por eprezados do pres­
tador de serviço oa por trabalhadores avulsos por!
le contratados;
LXXXIV- Propaganda e publicidade, Inclusive pro
oção de vendas, planejaento de campanhas ou sfsté
mas de publicidade, elaboraciio de desenhos, textos
e de::iais r-:ateriais publicitários (exceto ª"ª ir.:pre~
são, reprodução o, fabricação);
LXXXV- Vetcalação e divulgação de textos, dese­
nhos e outros :nateriais de publicidade, por qual -
quer meio (exceto em jorrois, periódicos, rádioa e
televisão);
LXXXVI - Serviços portuários e aeroportuários, /
utilização de porto ou aeroporto, atracação, capata
zia, annazenage:n interna, externa e especial, supri
mento de água, serviços acessórios, :novimentacão de
mercadorias fora do cais;
LXXXVII - Advogados;
LXXXVIII - Engenheiros, arquitetos, urbanistas a
grônomos;
LXXXIX - Dentistas;
XC - Economistas;
XCI - Psicólogos;
XCII - Assistentts sociais;
XCIII - Relações Pblfcas;
XCIV - Cobranças e recebi:nentos por conta de ter
ceiros, inclusive direitos autoria1s, protestos de
títulos, sustação de protestos, devolução de títu­
los não pagos, manutenção de títulos vencidos, for
neci:nentos de posição de cobranças Ou recebimentos
e outros serviços correlatos de cobrança ou recebi
menta (este Íte:n abrange também os serviços presta
dos por instituições autorizadas pelo Bancá Cen ~
tral ;
XCV - Instituições financeiras autorizadas a fan
cionar pelo Banco Central do Brasil: forneci:Dcnto d;
talões de cheques; emissão de cheques administrati­
vos; transferênciqsde fundos; devolução de cheques;
sustação de pagamento de cheques; ordens de paga:nen
to e de crédito, por qualquer meio; emissão e reno­
vação de cartões magnéticos; pagamentos por conta
de terceiros, inclusive os feitos fora do estabele­
cimento; elaboração de ficha cadastral; aluguel de
cofres; fornecimento de 2§ via de avisos de lança -
mento de extratos de contas; emissão de carnes (nes
te Ítec não está abrangido o ressarciento a inst!­
tuiçÕes financeiras, de gastos com portes do corre­
io, telegramas, telex e teleprocessacento, ·necessá­
rio a prescação,ru, serviços):
XCVI - Transporte de natureza estritamente muni·
cipal;
XC111 - Comunicações telefÕnicas de um para o~­
tro aparelho dentro do mes□o município;
XCVIII - Hospedageehotéis, otéts, pensões e
congêneres (o valor da al.ii::::.entacão, quando .1.nc.lu!dc,
no preço da diária, fica sujeito ao 10!5)·
XCVIX - Distribuição de bens de terce{ros e re
presentação de qualquer natureza;
§ 12 - Fica autorizado o Poder Executivo M..nici
pal, através de regulamento, a atualizar a lista de
services a que se refere este Artigo, sei:,pre que a
mesma for alterada por legislação pertinente.
$ 22- Exclue-se da incidência desse i:nposto os
serviços compreendidos na co:npetência tributária'/
da Uniio e dos .Estados.
$ 39 - Os serviços incluídos na lista ficam su­
jeitos apenas ao imposto previsto neste artigo,a.in
da que Sua prestação envolva o forneciento de e
cadorias, salvo nos casos dos Itens XXXI, XXXIIl,/
XLI, ll"Vll, LXVIII e LXIX da lista de serviços.
$ 4g - O contribuinte que exercer-, ell! caráter. -;,e!_
manente Ou event~al, mds de uma das atividades re­
lacionadas O~lista de serviços, ficará sujeito aÕ
icposto que incidir ·sobre cada uma delas, inclusive
quando se tratar de profisisona.l autÕno:o.
Art. 33 - O contribuinte do 1:::posto é o presta­
dor de serviço, pessoa físicaº" jurídica, com ou
se::, estabelecil:tento fixo, que exerça, -habitual ou
temporariamente, individualmente ou em sociedade
qualquer das·atividades especificadas na lista de
serviços.
Parágrafo Onico - As pessoas físicas oo ardi­
cas são solidariamente responsáveis pelo pag=en'.o
do i:nposto relativo_ aos services ã elas prestadas
por terceiros, se nao exigire do prestador de se.r
viço coprovaçio da respectiva inscrição no cadas­
tro de contribuintes do imposto.
Art. 34 - O Imposto Sobre Serviços será devido
ao ManicIp1o de Bela Vista:
I - No caso das atividades de cortst ruçã.o civil,

.IOHHAI. 'IHTl!:t'IA UA I-IHll'ITP.JRA DJÃJ<IO Rl'.C:10 AI. BELA VISTA/MS, 25 DE DZEMERO DE. 1993
qordo a obra se local!zar dentro do seu terrió -
r lo, a Inda qoe o prestador tenha estabelecimento ou
domfc[lo trtbatárlo fora deles;
II - No casos das de:ls atividades, quando o
estabeleci:ento ou o dorlc[lo tribotárlo do pres­
tador se local{zar no território do Município, e1n
<la que o serviço seja prestado fora dele.
flrt, 35 Entende-se por cstr.bclecimcnto presta
dor o loca 1 onde seja executados, administrados ,
fiscalizados, planejados, contratados ou organiza­
dos os serviços, total oo parcialmente, do nodo
permanente ou temporário, sendo irrelevante para
soa caracterização a denominação de séde, filial ,
agência, sucursal, escritório, loja, offc1na oo
qualaquer outras que venham a ser utilizadas,
Art. 36 - A incidência do imposto independe:
I - Da existência de estabelecimento fixo;
II - Do cumprimento de quaisquer exigências le­
,;,.is, regulamentares ou administrativas, relativas
a prcstõcâo de servico, sem prejuízo das cominacõ­
es cb[vels;
III - Do recebimento do preço ou do resultado -
econômico da prestação de serviços.
SEÇÃO II
BASE DE CÁLCULOS E AL!QUOTAS
Preíeitura Municipal de Bela Vista· - MS
{Clino Tribtário Municipal - Lii l 966 de 20 de lezmbro de 1993
c0 o contrtbInte deve fazer Inscrtções d!st!n-
Art. 37 - A base de cálculo do imposto é o pre­
ço do serviço sobre o qual será aplicada a al!q ... o­
ta segundo o tipo de service prestado e de confor­
midade com a tabela 1 constante desta Lei.
§ 1~ - O imposto será calculado através da apli
cacão de alíquotas fixas sobre a Unidade Padrão Fis
cal do Município, quando: -
I - A prestação de serviços se der sob a forra
de trabalho pessoal do próprio contribuinte, sem
considerar as importâncias pagas a título de remu­
neração do respectivo trabalho;
II -Os serviços a que se referem os !tens I, IV,
VII, XXlV, LI, LXXXI, LXXXVIII, LXXXIX, XC e CXI ,
da lista do Artigo J2 forem prestados por socieda­
des.
§ 2Q - Considera-se trabalho pessoal do próprio
contribuinte, para os efeitos do inciso Ido § lQ,
ou por ele executado pessoalmente, com •O a ... x!lio
de atê 02 (dois empregados.)
Art. 38 - 0 imposto será calculado:
I - na hipótese do inciso II do§ lQ do Artigo
anterior, pela aplicação das alíquotas constantes
da tabela l que integra este Código, multiplicada
pelo n~mero de profissionais habilitados, sócio,em
pregado Ou não, que prestem serviços cm nome da se
ciedade, embora assumindo responsabilidade pesso -
al, nos termos da lei aplicável;
II - Nos demais casos, pela aplicacão, sobre o
preço dos serviços ,das alíquotas relacionadas na Ta
bela I que integra este Código.
Artigo 39 - Será arbitrado o preca do serviço ,
mediante processo regular, nos seguintes casos:
I - Quando se apurar fraude, sonegacãÓ ou omis­
são, ou se o contribuinte praticar atos dolosos vi
sanda embaraçar o.exame de livros ou documentos ne
cessários ao lançamento e à fiscalizacào do tribu=
to, ou se não estiver inscrito no cadastro fiscal;
II - Quando o contribuinte não apresentar sua
guia de recolhimento e não efetuar o pagamento do
imposto sobre serviços de qualquer natureza no pra
zo legal;
III - Quando o contribuinte não exibir à fisca­
lização os elementos necessários á comprovacão do
respectivo montante tributável,' inclusive nos ca -
soe de perda o extravios dos livros ou documentos
fiscais;
IV - Quando o resultado obtido pelo contribuin­
te for economicamente inexpressivo, quando for di­
fícil a apuração do preca, ou quando, a, prestação
do serviço tiver caráter transitório ou instável,
§ lQ - Para o arbitramento do preca do service
serão considerados, entre outros elementos ou ind!
cios, os lançamentos de estabelecimentos semelhan
tes, a natureza do service prestado, o valor das
instalações e equipamentos do contribuinte, sua lo
calização, a remuneração dos sócios, o nero ae
empregados e seus salários.
§ 2Q - Nos casos de arbitra::iento, a so::ia dos pre
ços, em cada mês, não poderá ser inferior à- somã
das ocguintes parcelas referentes ao mês considera.
do: -
I - Valor das matérias-primas, combustíveis
outros materiais consumidos;
II - Total dos salários pagos;
III - Total da remuneração dos diretores, pro -
prietários, sócios ou gerentes;
IV - Total das despesas de ág ... a, luz, força e te
lefone;
V -- Alaguel do Lôvel e das ãqainas e equipa -
:ne.ntos utilizados para a prestação dos servic'as,ou
II do valor desses bens, se forem próprios.
e
SEÇÃO III
DISCRIÇAO
Art. 40 - 0 contribuinte deve promover a sua ins
criço no cadastro fiscal de prestadores de servi­
ç0s no prazo de 30 dias contInos, contados da da­
ta do início de ss atividades, fornecendo à Pre-­
feitura os elementos e Informações necessirias pa­
ra a correta fiscalização do tributo, nos for:alá­
rios oficiais próprios,
Ig - Para cada local de prestação de servi -
tas.
$ 2g - A Inscrtço não faz presa!r a aceita -
o, pela Prefeitura, dos dados e Informações a­
presentados pelo contribuinte, os quais podem ser
ver!ficados para fins de lançamento.
Art. 4I - 0 contribuinte deverá atualizar per­
manentemente sua inscricão no cadastro fiscal, fi
cando obrigado a comunicar as alterações que 60 v~
rificarc~ eo seu estabeleci:nento, bem como a ces­
sacio temporária ou definitiva de sua atividade ,
nos prazos estabelecidos en regulamento.
Art. 42- A Prefeitura exigirá dos contribuin­
tes a emissão de nota fiscal de serviços e a uti­
l1zacão de livros, formulários, ou outros ·docu:nen
tos neccssarlos ao registro, controle e fiscalizn
çao dos serviços ou atividades tributáveis, seo -
Pre que tal exigência se fizer necessaffa em ra -
zao da peculiaridade da prestação.
$ 1g - 0 regulamento estabelecerá Ôs modêlos cfe
livros e notas fiscais, forma e prazo para sua es­
crituração e emissão, dispensa ou obrigatoriedade
de manutenção de determinada; livros ou documen -
tos fiscais de acordo com a natureza dos serviços
ou ramo de atividades,
$ 29 - 0s documentos fiscais nio poderão ser!
mendados ou rasurados de modo a lhes prejudicar a
clareza ou veracidade.
Art. 43 - O impo.sto:ãre ,Jlervicos de
natureza deve ser calculado pelo próprio
inte, mensalmente.
PARÃGRAFO Onico - Nos casos de diversões p~bli
cas, se o prestador de serviços não tiver estabe­
lecimento fixo e permanente no M ... nicÍpio, o 1mpos
to será calculado diáriamente.
qualquer
contribu
Art, 44 - O imposto será calculado pela Fazen­
da Municipal anualmente nos casos:
I - Da prestação de serviços a que se referem
os !tens I, IV, XXIV, LI, LXXXVII, LlOOCVIII, .....
LXXXIX, XC, XCI, XCII e XCIII da lista do Artigo
32;
II - Em que o serviço seja prestado comprovada
mente sob a forma de trabalho exclusivamente pes=
soal do próprio contribuinte, independentemente/
de ter ou não formacão técnica, científica ou ar­
tística especializada, com atuação profissional/
autônoma.
Art. 45- Tratando-se de lançamento de ofício,
o contribuinte será notificado em seu domicílio/
tributário, acompanhado do auto de infração e im­
posição de multa, se houver, com prazos fixados pa
ra pagamento superior a 20 dias de recebimento.
Art. 46 - Quando o contribuinte quiser compro­
var sem documentação hábil, a critério da Fazenda
Municipal a inexistência do resultado econômico, /
por não ter prestado serviços tributáveis pelo Mu
nicípio, deve fazer p comprovacão no prazo gstabe
lecido por este Código para o recolhimento do ui=
posto,
Art, 47 - O prazo para homologação do cálculo
do contribuinte é de 5 anos, contados da ocorrên­
cia do fato gerador, salvo se comprovada a exis -
tência de dolo do contribuinte, fraude ou simula
cão pelo sujeito passivo. -
Art. 48 - A autoridade competente poderá, por
ato próprio, fixar o valor do imposto por estima,
tiva, quando:
I - Se tratar de atividade exercida em caráter
provisório de natureza temporária;
II - Se tratar de contribuinte de rudimentar/
organizacão comercial;
III - O contribuinte não tiver condicÕes de e­
mitir documentos fiscais ou deixar, sistematica -
mente, de cumprir as obrigacões acessórias previs
tas na legislação vigente; -
IV - O contribuinte reiteradamente violar o dia
posto na-legislação tributária municipal; -
V~ Nos demais casos, em que se evidencia a ne
cessidade de tratamento fiscal específico, a cri=
têrio da autoridade pertinente.
§ lQ - O valor do imposto lançado .por esti::iàti
va será expresso em UPF, e levará em consideracão:.
I - O tempo de duração e a natureza específica
da atividade;
II - O preca corrente dos serviços;
III - 0 local onde se estabeleceu o contribuin
te.
$ 2g - 0 contribuinte sujeito ao regine de es­
timativa poderá, a critério da autoridade cope -
tente, ficar dispensado do uso de livros fiscais
e emissão de documentos.
Art. 49 - O imposto ao ser fixado por estima.ti
va, a critério da FAzenda Municipal, observará as
seguintes nor.nas relativas ao cálculo e recolhi
menta do tributo:
I - Informações fornecidas pelo contribuinte e
outros elementos inforoativos, inclusive estudos
de Órgãos p~blicos e entidades de classe direta -
mente vinculados à atividade;
II - Valor das matérias-pr:1.cas, combustíveis e
outros materiais cons.r.:ú.dos;
0
III - Total dos salários pagos;
IV - Total da renoneração dos diretores, pro -
prietários, sócios ou gerentes;
V -·Total das despesas de água, luz,
forca e
telefone;
VI - Alogael do Lóvel e das iquIns e equipa­
mentos utilizados para a prestaçao dos serviços,oo
17 do valor desses bens, se forem próprios.
$ 12- 0montante do imposto ssi stlado e­
rã parcelado para recolhento em prestações mensg
is.
$ 2g - Findo o período fixado pela administra -
ção para o qual se fez a estimativa, o, deixando o
sIstema de ser apltcado por qualquer otfvo, era
apurado o preço real doa serviços c o r:iontonto,: do
inposto cfetiva:::cntc devido pelo sujeito p,wnivo no
período considerado.
$ 39 - Verificada qualquer diferença entre o mon
tantc recolhido e o apurado, sera ela:
I - Recolhida dentro do prazo de 30 dias, conta
doo da data do encerramento do período considcrndÕ
quando favorável ao Fisco;
II - Restituída oo coapensada, mediante requer!
.mento do contribuinte, .. ª ~ apresentado dentro do
prazo de 30 dia~~ cptados da data do encerramento
ou cessação da ddoção do sistema, quando favorável
ao sujeito passyo, salvo quando, no exercfc1o,ho.
ver sido apurada. por.qualquer forma, soncgaçao do
imposto pelo contribuinte,
§ 4Q - O enquadramento do sujeito passivo no rg
gime de estimativa, a critério da Fazenda Munici -
pal, poderá ser feito individualmente, por catego­
ria de estabelecimento ou por grupo de atividades,
§ 5Q - A aplicação do regime de esti::1ativa pode­
rá ser s ... spensa a qualquer tempo, mcsino não ,tendo
findado o exercício ou período, a critério da Fa -
zenda Municipal, seja de modo geral, individ ... al ou
quanto a qualquer categoria de estabeleciento, oo
por grupos de atividades.
§ 6Q - A autoridade fiscal poderá rever os valo
res estimados para determinado exercício ou per!o=
do e, se for o caso, reajustar as prestações subse
quentes à revisão. -
Art. 50 - Os contribuintes enquadrados nesse rc
gime serão comunicados, ficando-lhes reservado o di
reito de reclanação, no prazo de vinte dias, cotz
dos do recebimento da conicação.
SEÇÃO IV
ARRECADAÇÃO
Art. 51 - O imposto será recolhido mensalmente,
aos cofres da Prefeitura Municipal, mediante o pre
enchimento de guias especiais, independentemente 7
de prévio exame da autoridade administrativa, até
o quinto dia do mês subsequente ao vencinento.
Parágrafo Cnco - Nos casos de diversões p~bli­
cas, se o prestador de serviço não tiver estabele­
cimento fixo e permanente no Município, o imposco
será recolhido diáriamente, dentro das vinte e qua
tro horas seguintes ao encerramento das atividades
do dia anterior.
Art. 52 • Nos casos dos incisos I e II do Arti­
go 44, o imposto se:á recolhido pelo contribuinte,
anualmente, em uma unica parcela no vencioento e 1~
cal indicados.
§ lQ - O pagamento do imposto poderá ser anteci
pado em até trinta dias co desconto de 107.
§ 2Q - O pagamento do inposto poderá ser efetua
do em até 2 (duas prestacôes iguais, nos vencioeÕ
tos e locais indicados no aviso de lançamento, ob=
servando-se entre o pagamento de u.-:ia e outra pres­
taçao, o intervalo ínio de 30 dias co::i acréscimo
de 10%.
Art. 53- As diferenças de 1posto,,apuradas e
levantamento fiscal, constarão de auto de infração
e serao recolhidas dentro do·prazo de vinte dias/
cont!nuos, contados da data do recebimento dares­
pectiva notificação, se prejuízo das penalidades/
cabíveis.
SEÇÃO V
NÃO INCIDfNCIA
Art. 54- O imposto sobre serviços de qualquer
natureza não incid b ~
e so re os seguintes serviços /
prestados:
I - Por contratos de relacào de e:nprego e pelos
assalariados definidos er leis trabalhistas, pres­
tacoes de trabalho e terceiros·
II - Por trabalhadores avulsos:
III - Por diretores, adinistradores, s6cios ge
rentes e menbros de conselhos consultivos e fisca­
is de sociedades;
IV - Por servidores públicos federais, estada­
is, municipais ou autarquices, inclusive os inati­
vos a:nparados pe.las respectivas legislaçÕe~ que
05
definam como tais.
SEÇÃO VI
ISENCOES
Art. 55 - São i.sentos do imposto sobre serviços
de qualquer natureza:
_I- Os serviços prestados por profissionais au­
tonomos, nao estabelecidos e caracterizados
trabalhos físicos ou artesanais; coo
II - Os prestados por associações culturais;
III - Os de diversão pblica, coa fins benef! -
centes os considerados de interesse da conidade
pelo orgao de Educaçao e Cultura do Município.
SEÇÃO VII - PENALIDADES
Art. 56 - As infraçoes as disposicoes deste Ca•
p!tulo serão p id
un1 as com as seguintes penalidades:
I - Malta equivalente a 3 lJ1>Fs do Munic!pio,nos
casos de:
1
J

D1RIO REGIONAL E' VI / 2 Dr 199 Á.IA 0
--·----·-·-·---~---- ------ ---- --------- --- --- --------
Prefeitura Municipal de Bela Vista - MS
tCilia Triintirio Municipal - Lei l 966 de 20 de Dezembro de 1993
a - Mao comparecimento r,p..rt! " • + 3, 1, t { g, • , - a t
M f e[, ·, •• Pal Soo propria do q0ando qo lqot ln ro do rcor, dor ! ivi s ± r r: !eo - ia ao trator L l
'fana(cip:o, pa
r
a solleltar a Inscrição no Cadastro aados no trrl.ir!o do 'nfcf, to, quota parte c.. nome est o { d to Artt,o, a
HIcl de Prestadores de Serviço, o, anotação das fo valor seja maior do qoe o valor da quota parte a rio 'os pel SF,
alteraçoes ocorridas; que lhe C devida da total!dade dos bens, n!d!n-
b- Inscrlo oo soa alteraço, comunlcação de do obr diferença;
venda o, transferêncfa de estabelecimento e encer- XIV - A aqalsiçio de terras devolutas;
ratento ou transferêncta de ramo de atlvIdade, a- XV - Qafsquer oatros atos ou contratos transla
po o prazo de trinta dias contados da data d o- tfvos da propriedade de Imóvel e de direitos a e-
correncLa do evento. les relativos, situados no territór lo do !'.vn Ic [
II - Multa equivalente a 10Z elo imposto devido, p1o, safe!tos a transcrição, na fora da Le!.
que sera aparada pela fiscalização, en decorrência Parágrafo Cfco - Ser devido novo Imposto:
de arbitramento do preço, observada as disposições I - Quando o vendedor exercer o direito de pre-
do Artigo 39, Incisos e parágrafos desta Lei, nos lação;
casou de: II - No pacto de rclhor ccprador;
a - Falta de livros fiscais; III - Na retrocessão;
b - Falta de escrituração do imposto devido; IV - t-:a retrovcnd,1.
c - dados Incorretos na escrita fiscal ou docu-
mentos [iocais;
d- Falta do número de Inscrição no Cadastro de
Prestadores de Serviço cm documentos [iscais•
III - Multa 2quivalentc a l UPF nos casos de:
" Fnlta de declaração de dadoa;
b - Erro, omissão ou falsidade na declaração /
dos dados.
IV - Multa equivalente a 2 UPFs nos casos de:
a - Falta de emissão de nota fiscal ou outro do
cumcnto emitido pela Administração Municipal; -
b - Falta ou recusa de exibição de livros, no -
tas ou documentos [iscais;
c - Retirada do estabelecimento ou domicílio do
prestador, de livros ou documentos fiscais, exceto
nos casos previstos em regulamento;
d - Sonegação de documentos para a apuração do
preço dos serviços;
e - Embaraço ou impcdiraento ã fiscalização.
Parágrafo Onico - A falta de pagamento do impos
to no prazo fixado no Artigo 52 e seu Parágrafo 22
ou, quando for o caso, no prazo fixado no Are. 53,
sujeitará o contribuinte:
I - A atualização monetária do valor cios crêdi
tos tributários;
II - A multa de 107 sobre o valor do débito atua
lizado ele acordo com o índice oficial de inflaçãÕ
até trinta dias do vencimento;
III - A multá de 207. sobre o vtlor do débito a­
tualizado monetariamente, a partir do 312 dia do
vcnc i:nc n to;
IV - A cobrança de juros moratórias de 17. sobre
o valor atualizado monetariamente.
JORNAL, 'TRIIJNA DA PINTE.ARÁ
CAPITULO III
UIPOSTO SOBRE A TRANSMISSAO DE BENS IMÕ'EIS
E DE DIREITOS A ELES RELATIVOS
SEÇÃO I - FATO GERADOR E CONTRIBUINTE
Are. 59 - O contribuinte do Imposto é:
I - 0 adquirente oa cessionário dos bens ou d1-
rcilos transmitidos ou cedidos;
II - Na permuta, cada um dos permutantes,
Parágrafo Cnfco - !as transntssoe oa cesses /
que se efetuarem sen o recolhIento do posto de­
vido, ficam solidar tarente responsáveis por estepa
ganento o transmitente e o cedetce, conforme o ca­
so,
SEÇÃO II - NÃO lNCIDtNCIA
Art. 60 - O imposto nao incide sobre a transmis
são de bens móveis e de direitos a eles relativos~
quando:
I - Efetuada para a sua incorporação ao patrlm~
nio de pessoa jurídica cm realização de capital;
II - Decorrente de fusão, incorporação ou excin
cão de pessoa jurídica. -
$ 1g - O disposto nos incisos 1 e II deste Arti
go não se aplica quando a pessoa jurídica adquircÕ
te tenha como atividade preponderante a compra e
venda desses bens ou direitos, locação de bens inó
veis ou arrendamento mercantil.
§ 22 - Considera-se caracterizada a atividade/
prepon<lcrantc referida no parágrafo anterior, quan
do mais de 507. da receita operacional da pessoa j:
rídica adquirente, nos dois anos seguintes ao da
aquisição, dccor rcr ele vendas, administração ou ces
são de direito a aquisição de imóveis. -
$ 3g - Verificada a prepondcrãneia a que se re­
ferem os parágrafos anteriores, tornar-se-á devido
o imposto, nos termos da lei vigente à data da a­
quisição, sobre o valor atualizado do imóvel Ou dos
direitos sobre ele.
BASE DE
SEÇÃO III
CALCULO E AL1QUOTAS
Are. 57 - O imposto sobre a transmissão de bens
imóveis e de direitos à eles relativos, mediante!
to oneroso "inter vivos" têm como fator gerador:
I - A transmissão, a qualquer título, da pro -­
pricdadc ou domínio ~til de bens imóveis, por natu
reza ou acessão física, confon:ic definido na, lei
civil;
II - A transmissão, a qualquer título, de direi
tos reais sobre imóveis, exceto os direitos reais
de garantia;
III - A cessão de direitos relativos às trans -
missões referidas nos incisos anteriores;
Art. 58 - A incidência do imposto alcança os se
guintes atos:
I - A compra e venda de bens imóveis e atos e~
quivalentes oo a cessão de direitos deles decorren
tes·
ÍI -A incorporação de bens imóveis ou· direitos
reais ao patrimônio de pessoa jurídica, ressalvado
o disposto nos incisos I e II do Artigo 64;
III - A compra e venda de benfeitorias, excctu~
das as indenizações daquelas feitas pelo proprict!
rio ao locatário; -
IV -- A arrematação, adjudicaçao e remissão
hasta pblica de bens imóveis;
' - O excesso do quinhão lançado por um dos cõ~
Juges, em separação judicial ou divórcio, na divi­
são do patrimônio comum, para efeitos de dissolu -
cão da sociedade conjugal; _
VI - A instituição e a substituiçao íideicomis-
sária; •-
VII - A sub-rogação de bens inalicnaveis;
/III - A constituição de enfiteuse e subenfitc~-
se; -
IX- A transa!ssão da propriedade de bens ióve
is, sem prejuízo do disposto nos incisos anterio -
tes, e consequência de:
a - dação cm pagamento; _
b- Sentença declaratória de usucap1ao;
c - Mandado cm causa propria e seus substabele­
cimentos, quando configurar transaçao e? instru -
menta contiver os requisitos essenciais a compra e
venda;
d - Copronissos de compra e venda quitado, in-
clusive cessõcs de direitos dele decorrentes;
X- A cessão de direitos de usufruto sobre bens
imóveis•
XI -•A transferência de direito sobre constra -
cão ex.istente cc terreno alheio, ainda que feita
ao proprietário do solo; - -
XII _ A permuta de bens inoveis ou de direitos.a
eles relativos; _
XIII - Torna o, reposso
lhas, em virtude de sepracao
cm
que ocorra nas parti­
judici.'11 ou divórcio
Art. 6l - A base de cálculo do imposto é ova -
lor dos bens ou direitos transmttidos Ou pactuados
no negócio jurídico, avaliado e fixado pelo Órgão
competente da Municipalidade.
I - O valor da base de cálculo do imposto, será
apurado por dados constantes no Cadastro Icobiliá­
rio fiscal, através dos quais o Poder Executivo a­
naalnente edita a Planta genérica de Valores, refc
rida no artigo li e seu parágrafo ~nico desta Lei~
II - O valor da base de cálculo do :ú:lpos to de i­
móveis rurais quando tiver por base o valor da ter
ra nua estabelecido pelo Órgão federal competente:
poderá ser atualizado monetariru~cnte pelo Nunicí
pio, até a data da transissão.
Parágrafo Onico - Nos casos abaixo especifica -
dos, a base de cálculo será:
I - Na arrecatação ou leilão e na adjudicação/
de bens imóveis, o valor estabelecido pela avalia­
ção judicial ou administrativa, ou o preço pago, se
este for maior;
II - Na concessão real de uso e na cessão de di
rcitos de usufruto o valor do negócio ou 507. do va
lor do bena imóvel, se aaior;
III - No caso de acessão física, o valor da in­
denizaço oa o valor venal da fração ou acrésci­
mo transmitido, se maio,;
IV - Na transmissão por setcnça declaratória de
usucapião, o valor cstabclcc!do pela avaliação ju­
dicial;
V - Na dação er.i pagar.icnto, o valor venal do bem
imóvel;
VI - Na permuta, o valor venal de cada imóvel/
ou de direito permutado;
VII - Na transmissão do doclnio ~til, o. valor
venal do imóvel;
1111 - Nas tornas ou reposição, verificadas em
partilhas ou divisões, o valor da parte excedente
da mcação ou quinhão ou da parte ideal consistente
cm imóveis;
IX - Na instituição ·de fidcico::üsso, o valor ve
nal do imóvel ao tempo cm que o fideicomissário en
trar na posse dos bens legados;
X - Nas cessões de direito, o valor venal do i­
móvel. .
Art. 62 - A impugnação do valor fLxado co= ba­
se de cálculo do imposto será endereçada à reparti
ção :nunicipal que efetuou o cálculo, acoropanhada de
laudo técnico de avaliação do ioõvel ou direito
transmitido.
Art. 63 - O imposto será calcu.lado aplica.ndo-se
o valor estabelecido como base de cálculo as se -
guintcs alíquotas:
I - Transmissões compreendidas no S.istcraa F-inan
cciro da Haitacão, e relaço à parcela financf
da - 0,5;
II - Decais transmissões e ccssõcs
Art, - Intos do !p to:
- extinlo do o!rato, q0ande o , futl
ta[dor te « onr!n, do dono da prprted Me;
II - A l tran nfso de rrent da execio de
planos de habito para a popolçio de M·ta ren
da, patrofn/dos o, exectsdoi por Gros pMl! -
cos oo os Antes que sejam de interesse octal;
III - As transferênfas de IGvefs desapropria
dos para fins de refora arária;
Art. 65 - O pagamento do Imposto realizar-se-:
I - Nas transaissões oo cessies per escritora
pblfca, antes de sua lavratora;
II -- Nas transissóes o cessóes por doarnto
particular, mediante a apresentação do mesmo k fs
calfzaão, dentro de trinta dias de saa assinata-
ra;
III - Nas transmissões oo cessões por reio de
procuração e casa própria ou documento aue lhe
seja assemelhado, antes de lavrado o respectivo Ins
trumcnto;
IV - Nas transmissões em virtude de qualquer /
sentença J~cticial, dentro de trinta dias do trãn­
sito en julgado da sentença;
V- Na arrematação, adjudicação, remissão e uso
capião, até trinta dias após o ato ou o trãosito
cr.i Julgado da sentença, mediante guia de arrecada
ção expedida pelo escrivão do feito; -
VI - Xas aquisições de terras devolutas, antes
de assinddo o respectivo título, que deverá ser
apresentado ã autoridade fiscal co::ipctcnte para
cálculo do i::iposto devido e no qual será anotada
a guia de arrecadação;
VII - Nas tornas Ou reposição cm que sejam os
interessados incapazes, dentro de trinta dias con
tados da data da intil!laçâo do despacho que as do-­
torizar;
VIII - Na acessão física, até a data do paga -
ento da indenização;
IX - Para o caso de escrituras lavradas fora do
Município, a data do registro da escritura no Car
tório coopetcnte, época cm que será procedida ã
avaliação do Lóvel, levando-se ea conta o valor
venal do ocsoo no dia da apresentação da aludida
escritura.
Art. 66 - O L"posto será recolhido através de
guia de arrecadação visada pelo órgão ounicipal /
co:npctente ..
SEçIO V
SEÇÃO VI
OBRIGAÇÕES ACESSÕRIAS
Art. 67 - O sujeito passivo é obrigado a apre­
sentar, na repartição competente da Prcfeitura,os
doeumentos e infor:naçÕes necessários ao lançaen­
to do imposto, confornc estabelecido cm regulaoe~
to.
Art. 68 - Os tabeliÕes e escrivães não poderão
lavrar instrucentos, escrituras ou cercos judici­
ais sena qoe o 1posto devido tenha sido pago.
Are. 69 - Os tabcliÕes e escrivães transcreve­
rão a guia de recolhiccnto do bposto nos instru­
entos, escrituras ou ter:os judiciais qoe lavra
re□.
Art. 70 - Todos aqueles que adquirirem bens ou
direitos cuja transmissão constitua ou possa cons
tituir fato gerador do icposto são obrigados a a=
presentar seu título à repartição fiscalizadora do
tributo dentro do prazo de 90 dias a contar da da
ta em que for lavrado o contrato, carta de adjudi
cação Ou de arrccatação, Ou qualquer Outro tÍtulÕ
representativo da transferência do be oo direito.
SEÇÃO VII - RESTITUIÇÃO
Art. 71 - O bposto recolhido será devolvido ,
no todo ou, em parte, quando:
1 - Não se cocpletc o ato ou o contrato sobre,
que se tiver pago, depois de requerido com provas
bastante e suficientes;
II - For declarada, por dccisãa,jud.icial tran­
sitada e julgado, a nulidade do ato ou contrato
pelo qual tiver sido pago;
III - For postcrio=cnte reconhecid:. a não in­
cidência ou o direito ã isenção;
IV - Houver sido recolhido a cafor.
SEÇÃO VIII FISCALIZAÇÃO
Art. 72- Os escrivães, tabeliães, oftc1a1s
de-notas, de registro de icóveis e de registro de
títulos e docucentos e quaisquer serventuários da
Justiça não poderão praticar atos que ioporte::, cc
transmissão de bens imóveis ou de direitos a eles
relativos, be cozo suas cessões, se qe os ine
ressados apresentem comprovante original do paga=
oe.nto do imposto, o qual será transcrito, en se
inteiro teor, no instru:oento respectivo.
Art. 73 - Os scrventuários referidos no Artigo
anterior ficac obrigados a facilitar a fiscaliza­
cão da Fazenda Municipal, os exaes em Cartórios/
dos livros, registros e outros docueentos e a for
necer, gratuitamente, quando solicitados, cert!a
es de atos que forco lavrados, transcritos, ave­
bados e concernentes a imóveis ou direitos ã eles
relativos.

1( IJ' "
Art, 7,- 'Todos os nrventar!os referidos no
Art. 72 desta Let, ficam obrigados á, no prazo de
l5 dLss dos atos praticados, coponlcar todos os a­
tos transladatfvo de do±fito/fobIllárfo, ident!­
ffcando o objeto de transação, nome das partes e
demais dados necessarlos ao Cadastro Imobfltãrto /
T'Isca1 do Monlcfpto.
SEÇÃO 1X
PENAL IDADE.S
Art. 15 - 0 adquirente do imóvel ou direito que
no apreentor o e t[tolo à repartição fiscal1z@
dora, no prazo leal, fica sujeito à multa de 507
sobre o valor do imposto,
Prefeitura Municipal de Bela Vista - MS
Código Tributário Municipal - Lei N· 966 de 20 de Dezembro de 1993
em!sso e escrituração de livros, notas fIscaís e
mapas de controle necessários ao registro das en­
tradas, movimentações e vendas relativas aos com­
bostfvels lfqa!dos e gas0/os.
Parágrafo Cnlco - Enquanto não forem definidos
e regulamento novos tipos de documentos ffscaís,
serão aceitos pelo fisco municipal os Jã adotados
por deter!nação do Departamento Nacional de Pe
tróleo.
Ar. 93 - Cada estabelecimento, sela matriz,ft
11al, depósito, sucursal, a@nc1a os repr ventaçao
terá escrituração fisco! própria.
Art. 9 -- O contribuinte do iopor,to dcvcró pro-
mover a sua Inscrição na repartição municipal c
petente no prazo de trinta dias após a publicação
desta Lei, bem coo coanfcar qualquer alteraçaol
contratual ou estatutári.D., oudança de endereço Ou
do domicilio fiscal, na foma e prazo previstos c>m
Art, 76 - 0 não pagamento do imposto, nos pra -
zos (ixndoa ncst.:i Lei, sujeita o infrator ã multa
correspondente a 1007 sobre o valor do imposto de­
vido.
Purágrnfo Onico -
da nos scrvcntuários
no Artigo 72.
Igual penalidade será aplica­
que descumprirem o. previsto
Art. 77 - A omissão ou inexatidão fraudulenta/
de declaracão relativa a elementos que possam in -
fluir no cálculo do imposto, sujeitará o contribu-
1nte à malta de 2007 sobre o valor do imposto sone
gado.
Parágrafo Onico - Igual multa será aplicada a
qualquer pessoa, inclusive serventuários, que In -
tcrvcnha no ncg6cio jurídico ou na declaração e se
ja conivente Ou auxiliar na inexatidão Ou omissao
praticada.
Art. 78 - O contribuinte que deixar de meneio -
nar os frutos pendentes e outros bens trans::iitidos
juntamente com a propriedade, fica sujeito ã mulra
de 1007. do imposto sonegado.
SEÇÃO X
.
li
!
l
NORMAS GERAIS
res revendedores-retalhistas, pelas venda efeta
das aos peqoenos consumidores e inclusive pela q0a
tidade de combustível por eles consumfda.
$ 12- Para os efeitos deste triboto, são const
derados contrIbafntes substitutos, responsáveis pe
lo recolhbc:ito do i::lposto devido, o produtor, o
indu!Jtrinl, o distribuidor e o con:erciantc ataca -
dista de produtos combustíveis, quanto ao imposto
devido pelo vendedor varejista;
§ 2Q - são considerados contribuintes autônonos
cad.i cstabclecincnto comercial, industrial edis -
tribuidor permanente ou temporário, inclusive ove!
culo utilizado no comércio ambulante. •
Art. 84 - Considera-se local de operação, para
os efeitos desta Lei, o estabelecimento do contrt
buinte, ou aquele onde se encontrar os produtos /
tributáveis no momento da ocorrência do fato gera­
dor, exceto quando na venda de combustíveis gaso -
sos, efetuada através de gasodutos, hipótese e::i que
o local de operação será o do estabelecimento do
conounidor.
§ lQ - Considera-se estabelecimento o local ,
construído ou não, onde o contribuinte exerça sua
atividade, cm caráter permanente ou temporário, de
comercialização e varejo dos combustíveis sujeitos
ao imposto, inclusive os autônomos, com Ou sem uti
lizacão de veículos.
$ 29 - Caso o responsável ou o contribuinte do
imposto estejam situados em municípios diversos, o
Poder Executivo Municipal poderá celebrar convênio
entre as unidades interessadas, ou co::i o 6rgão Fe­
deral competente, visando a adoção de normas e pro
cedirnentos que se destinem à cobrança e fiscaliza­
ção do imposto, bem como disciplinar a substitui
cao tributária, se for o caso, e no que couber.
Art. 79 - Na aquisição de terreno Ou fração id!_
al de terreno, bem como na cessão dos respectivos/
direitos, cumulada com contrato de construção, por
empreitada de mão-de-obra e materiais, deverá ser
comprovada a pré existência do referido contrato ,
sob pena de ser exigido o imposto sobre o imóvel ,
incluída a construção e/ou benfeitoria no estado cm
que se encontrar por ocasião do ato translativo da
propriedade.
Art. 80 - O promissário-comprador de lote de ter
reno que construir no imóvel antes de receber a es
critara definitiva, ficará sujeito ao pagamento do
imposto sobre o valor da construção e/ou benfeito­
ria, salvo se comprovar que as obras referidas fo­
ram feitas após o contrato de co:npra e venda, med!
ante a exibição de um dos seguintes documentos:
I - alvará de licença para construção;
II - Contrato de empreitada de mão-de-obra;
III - Notas fiscais do material adquirido para
a construção;
IV - Certidão de regularidade da situação da o­
bra, perante o Instituto Nacional de Seguridade So
cial - INSS.
Art. 81 - Enquanto não for definitivamente orga
nizado o Cadastro Imobiliário do Município, o im =
posto será recolhido de acordo com o preço do va -
lor constante da escritura ou do instrumento part!
calar, conforme o caso.
Parágrafo Cnico - Provado, em qualquer caso,que
o preço ou valor constante do,instrumento de erans
missão foi inferio~ ao realemnte contratado, sera
'aplicada, a ambos os contratantes, multa equivalen
te a três vezes a diferença do imposto não recolhi
do, sem prejuízo do imposto devido. -
CAPITULO IV
IMPOSTO SOBRE VENDAS A VAREJO DE
CO}OlUSTÍVEIS LÍQUIDOS E GASOSOS
SEÇÀO I - FATO GERADOR E CONTRIBUINTE
Art. 82 - O imposto sobre combustíveis Líquidos
e Gasosos - IVV - exceto Óleo diesel, tem como fa­
tor gerador a venda a varejo efetuada no territ6 -
rio do Município, dos seguintes produtos:
I - gasolina;
II - Querosene;
III - Õleo combustível;
IV - Álcoól hidrat<,do;
V - Gás liquefeito de petróleo.
Parágrafo Onico - Consideram-se a varejo as ven
das realizadas em qualquer quantidade a consumidor
final, pessoa fíoica ou jurídica, independentemen­
te da for:aa de fornecimento e acondicionamento.
Art. 83 - O contribuinte do imposto é qualquer
pessoa física ou jurídica que realizar a venda a
varejo de combustíveis líquidos ou gasosos a ·consu
:iidor find neste Município, incluindo-se: -
I - As cooperativas e sociedades c.ivis, com fins
lucrativos oo não, que explorem estabelecimentos/
onde se efetue venda a varejo de combustíveis lí -
qu.idos ou g.:1sosos;
Il - Os órgãos da adinistraço pblica, da Uni
o, dos stados e dos Municípios, inclusive suas
autarquias, enpres.s públicas,-sociedades de econo
ala nista e fundações concessionarias o. per!s
sion.rias de serviços pblicos, ainda que a venda
s e r e s t r i n j a a deterinsd c a t e g o r i a f u n c i o n a l o o
pro íissi,,ral;
III - As distribuidoras, pelas vendas efetadas
..os r.andes consr!dores especiais;
;- Os postos revendedores ou os transportado-
SEÇÃO II RESPONSÁVEIS
Art. 85 - São responsáveis solidariamente, pelo
pagamento do imposto devido:
I - O transportador;
A - em relação aos produtos que transportar de­
sacompanhados de documentação comprobat6ria de sua
procedência ou quando entregá-los a destinatário/
diverso do indicado na documentação fiscal; e
b - Em relação aos produtos transportados que
forem vendidos a varcj o em ter ri tório do Município;
II - Os armazéns gerais e os depositários, a
qualquer título, que mantenham sob sua guarda, em
nome de terceiros, os produtos de que trata este ca
pítalo, destinados a venda direta a consumidor fI­
nal.
SEÇÃO III
BASE DE CÀLCULO E AL!QUOTA
Are. 86 - A base de cálculo do imposto é 0 va -
lor de venda do combustível líquido ou gasoso no va
rejo, incluídas as despesas adicionais e os 1rpos
. .
tos pagos.
Parágrafo Onico - Na falta do preço referido no
"caput" deste artigo, a base de cálculo será o pre
ç0 do produto para a venda ao consumidor final. -
Art. 87 - A autoridade fiscal poderá arbitrar a
base de cálculo, sempre que:
I - Não forem exibidos ao fisco os elementos ne
cessários à comprovação do valor das vendas, incl
sive nos casos de ~das extravio ou atraso na es­
crituração de livros ou docur:icntos fiscais;
II - houver fundada suspeita de que os documen­
tos fiscais não refletem o valor real das operaçõ­
es de venda; e
III - Comprovar a ocorrência de venda:amb~lante
a varejo, de produtos -sujeitos ao imposto e desa­
companhados de documentos fiscais pertinentes.
Are. 88 - A alíquota do imposto é de 3,07 do va
lor da operação da venda a varejo dos produtos
que se refere este capítulo.
SEÇÃO IV
LANCAMENTO
Art. 89 - O lançamento do imposto será feito-nos
documentos e,livros fiscais, com a descricão•das o
perações realizadas, na fora prevista em regala -
menta.
Art. 90 - O lançamento a que se refere o artigo
anterior é de exclusiva responsabilidade do contri
buinte e está sujeito a posterior homologação pelã
autoridade fiscal competente. •
Parágrafo,,tlnico .- A homologação a que se refere
o caput deste artigo será efetuada mediante a expe
dição de Termo de Verificação Fiscal e, quando for
o caso, conterá lançamento complementar que será /.
notificado ao contribuinte, através de Auto de ln
fração oa Tero de Intiacão. "
SEÇÃO V - PAGAMENTO
a
Art. 9I - O valor do 1posto a recoJ.bcr será a­
purado e pago quinzenalmente, através de guia pre­
enchida pelo contribuinte cm modelo aprovado pela
Fazenda Municpal, na forma e prazos previstos cm re,
galanento. -
Parágrafo Onico - O regulamento deverá discipli
nar os casos de recolhimentos efetuados por contri=
buintes ou responsável não inscrito.
SECÃO VI
POCUMENTACÃO FISCAL E OBRIGAÇÕES ACESSÕRIAS
Art. 2- 0 contribuinte do imposto é.obrigado,
alê de outras exigências estabelecidas ea lei, à
regula.cento.
Art, 95 - Considera-se documentação fiscal in!
dÕnea aquela que:
I - Tenha sido confeccionada se a respectiva
autorização de irpressão de docentos fiscais;
II - cobora revestida de formalidades legais ,
tenha sido utilizada para fraude co~1provada;
III - Consigne transmitente fictício;
IV - Indique co::io destinatário estabelecimento/
diverso daquele que registrou, ainda que pertençam
ambos ao mesmo titular;
V - Tenha sido emitida após o cancelamento da
inscrição no cadastro; e
VI - Tenha sido emitida em flagrante inobser -
vãncia das deais noras de controle das obrigaçÕ
es acess6rias previstas na legislação tributária/
e nó interesse da arrecadação ou da .fiscalização
do imposto.
SEÇÃO VII PENALIDADES
Art. 96 - O descumprimento das obrigações pri~
cipal e acess6rias sujeitará o infrator, sempre­
juízo da exigência do imposto, ãs seguintes pena­
lidades:
I - Falta de recolhimento do imposto devidamcn
te lançado e apurado, verificado em procedimento/
fiscal - multa de 50% do valor do imposto atuali­
zado monetariamente;
II - Falta de recolhimento do imposto por não
terem sido resgistradas, nos livros fi9cais ou coo
tábcis, operações que determinariam débitos fis =
cais - multa de 1007 do valor do imposto atualiza
do monetariamente; -
III - Emitir documento consignando inportância
diversa do valor da operação ou com valores dife­
rentes nas respectivas vias, com o objetivo de
reduzir o imposto a pagar - :nulta de 200% do va­
lor do imposto atuali2ado monetariamente;
IV - Transportar, receber ou ::ianter eo estoque
ou depósito produtos sujeitos ao imposto sem doeu
mentação fiscal ou acompanhados de documento fis=
cal inidõnco - multa de 150% do valor do imposto
atualizado monetariamente_;
V -Recolhimento do imposto fora do prazo, an -
tes de qualquer procedimento fiscal - multa de 307
do valor do imposto atualizado monetariamente·
VI - Falta de inscrição do contribuinte na
1
re­
partição competente - malta de 107 da Unidade Pa­
drão do Município;
VII - Rasurar ou emendar lançamentos em livros
e documentos fisca1s - alta de 57 da Unidade Pa­
drão Fiscal do Município..
SEÇÃO VIII - NORMAS GERAIS
Art. 97- Para os efeitos desta Lei, as deno!
nacoes relativas aos produtos, distribuidores, re
vendedores e consuidores obedece às normas estã"
belecidas pelo Departamento Nacional de Petróleo­
ou outro órgão federal qe vier a substituí-1o.
Paragrafo tlnico - Fica o Poder Executivo auto­
rizado a firmar convênio com o Departamento Nacio
nal de Petróleo ou seu sucessor legal, o Estado o
Municípios, objetivando a fiscalização da distri­
buição, comercialização consumo dos produtos refe
ridos nesta Lei. -
T!TULO III TAXAS
CAP!TULO I TAXAS DE LICENÇA
SEÇÂO I - FATO GERADOR E CONTRIBUINTE
Art. 98 -As taxas de licença tea coo fato ge
radar o efetivo exercício regular do poder de po-
11cia_administrativa do Mnfc{pio, editante a rea
lizacao de diligencias, exames, inspeções, vist◊◊
rias e outros atos administrativos ..
. Art. 99 - Considerá-se exercício do poder de po
l!cia a atividade da administração p.:blica que., li
irando ou disciplinando direito, interesse o 1i
herdade, regula_a pratica _de ato ou a abstenção 7
de fato, ec razao de inte_resse p~blico concernen­
te a seg~ranca, higiene, ordem, costumes, ttanqui
lidade publica ou ao respeito à propriedade e ao~
di.reitos individuais 0u coletivos.
S I? - Considera-se regalar o exercício dopo­
der de polícia quando desempenhado pelo órgão com
P!tente nos limites da ;Lei aplicável, coe a obse
vancia do processo legal e, tratando-se· de ativi=
dade que a lei tenha coco discricionãria, sec. ab~
so Ou desvio de poder. -
5 29 - 0 poder_de polícia administrativa será
exercido em relaçao ~ quaisquer atividades ou a­
tos, lucr~tivos ou_ nao, exercidos em caráter per-

') 1 1 1 , A ,.
"
·- ------·-- -
Prefeitura Municipal de Bela Vista - MS
Código Tributário Municipal - lei N· 966 de 20 de Dezembro de 1993
1
; -
munente oo tporrfo nos lLalts da competn
La do Mnlf»to, dependentes, nos ter:os deste Có
d!go, de prvia. licença da refeftara.
Art, 100 - As taxa de licença rio devidas pi
(':,:
l.r>c.l] lZ,H;ito;
II - Flscallzaco de funcionamento em horário
norr.1.d e l".flLCl..il;
III - Exercfefo da atividade do comércfo aba -
l.nte;
IV-- Aprovação e execução de obras, Instalações
e urbanizações de áreas particulares;
V - l'uhllcld .• Je;
VI-- Execaçio de lote,mento, desmembramento, re­
munbr,imcnto ou. Ucs<lohr,rnicnto;
VII - Ocupação de áreas em vias e logradouros /
públicos.
Are. 101 - O contribuinte das taxas de licença
e a pessoa (!nica ou juddicn que der causa ao e­
<Crc!cio de atividade ou ã prática de atoG sujei

tos ao Poder de polícia administrativa do Mnfcf -
pio, nos termos do art, 99.
SEÇÃO II
BASE DE CÁLCULO E ALÍQUOTAS
Are. 102 - A base de cálculo das taxas de polí­
cia administrativa do Município é o custo estimado
da atividade dispcndida com o e><erc!cio regular do
poder de polícia.
Art. 103 - A taxa de liccnca será calculada pe­
la aplicação sobre a Unidade Padrão do Município/
de Bela Vista-MS, dos percentuais relacionados na
Tabela II, que integra este Código,
SEÇÃO 111 INSCRIÇÃO
Art. 104 - Ao requerer a licença, o contribuin­
te fornecerá à Prefeitura os elementos e informaçÕ
cs necessárias ã sua inscrição no Cadastro Fiscal~
a critério da autoridade administrativa.
SEÇÃO IV LANÇA}!ENTO
Art. 105 - As taxas de licença podem ser lança­
das isoladamente ou em conjunto com outros tribu -
tos, se possível, m;:is dos avisos recibos constarão,
obrigatoriamente, os elementos distintos de cada/
tributo e os respectivos valores.
SEÇÃO V
Art, 106 - As taxas de licença serão arrecada -
das antes do início das atividades ou da prática
dos ;:itos sujeitos ao poder de polícia administrat!
va do Município, medi;:intc guia oficial preenchida/
pelo contribuinte, observando-se os prazos estabe­
lecidos cm Regulamento.
SEÇÃO VI
s
Pa

:
e
·cê
·0
ARRECADAÇÃO
PEN/ILIDADES
rt.to r rf
I - Sb«d d
vfd;
Are. 107 - O contribuinte que exercer quaisquer
atividades ou praticar quaisquer atos sujeitos a~
pocicr de polícia do MunicÍpi~ e dependentes de pr!
viã licença, sem a autorizaçao da Prefeitura, de
que trata
O Art. 99, $ 22, e sem o paganento da res
pectiva taxa de licença, ficara sujeito a multa de
107 da Unidade Padrão Fiscal do Município.
Parágrafo Onico - Ao contribuinte reincidente/
será imposta multa em dobro.
SEÇÃO VII NORMAS GERAIS
Art. 108 - As taxas de _lic~nça para localizacã~
e para funcionamento tambc~ sao devidas pelos dep~
sitos fechados destinados a guarda de mercadorias.
Art 10 9 - As licenças para localização '" para
funcio~amento serão concedidas desde que as condi-
Ões de zoneamento, higiene e segurança do estabelg
ç t •ja~ adequadas a especie de atividade a
cimento es c +
ser exercida, observados os requisitos da legisla-
- edilícia e urbanística do Município.
çao
10
_ Serão obrigatórias novas licenças • toda
§ - rcm modificações nas características
vez que ocorre d d 1
1
'-entoou no ramo de ativi a e ne e e-
do estabe .el - 1 l d
id
a ocorrer transferencia de oca o
xercida Ou a n
estae]e"?";}Cacas saerio ser cassadas e deter
§
2
- fechamento do estabelecimento, a qualquer
minado
O
deixem de existir ns condiçoes /
tempo, desde que concessão das licenças, Ou quan­
que legitimarainm a mesmo ápós a aplicação das pena
d ontribu. te, - a?
o o c { i não cumprir as detenninaçoes a
lidades cab ve"?'e1arizar a sitcacão do estabe­
Prefeitura para
1%2, 1casas_serio gggf4das so» s ter±
• - . deverao ser xa os_cm locais vis!
de Alvaras, que sso á fiscalizaçao.
veis e de fácil aced localização e de funciona.~
§ 4
0 As taxas e ·- d i í
- -_ olhidas de uma so vez, antes o n_
menta serão rec da prática dos atos sujeitos
tividadcs ou d M i { i
cio das a { i administrativa o un c p o.
der de polca
ao po soas que que iram manter seus /
10 As pes • i 1
Art. l - b rtos fora do horar o nonna ,
estabelecimentos alei permite, só poderão iniciar
nos caos em que a d~ante prévia licença da Prefei­
ouas atividades m~ caxa correspondente.
tora e paga=en"_ considera-se horário especial
p,rágrsfo fnic d te aos domingos e feriados ,
- spon on - • 06
0 período corre
0
_ dias. uteis, das 18 as,
1
rário, n ,.
cm qualquer ,o ós as 12:30 hs.
ábados ap
hs e aos s estabelecimentos abertos em
1
11 - P~ra os de licença para funciona-
/lrt. .
1
a t3X'-'
.Aor?rio especi. »
li ll.rn lll ;
.! ±os 1! .
!os; :,r; • ,:
,n. J !? - o, s crsIr s atontes do Artf,o
III nlo se aplica suo!ntes ativIdades:
I- Ipressoe dtstr!bicio de jorn.Is;
II - Serviços de tr nportes coletivos;
III - Inst!totos de edcaço e de asslstnefa t
ílCCJ.,l;
IV -- Postos de abastecimento de conbstfvLs;
Art, 113 - taxo de expedição de Alvará
funcionamento é snoal e ser recolhida de una
vez, nos tcrncrn do ,,rti;;,1 JOlí <lesta lei.
Parágrafo Cnfco- A taa de qoc trata este
go ser de a UPF do Manffpfo.
Art. 114 - Nos casos de «ttvidades tltIplas e­
xercldas no mesmo estabelecimento, as taxas de li­
cença serio calculadas e pai.s levando-se em consl
deração a ntividadc sujeita a r.in1or Ônus fiscal, -
Art, 115 - A taxa de licença de comércio ambo
lante é anual, se:.watral, men~ ... l ou di.ÍrL1 e ser.;
recolhida de ur.1.1 só vez, antes do início das .;tivi
dades ou da prqticn dos atos sujeitos ao poder de
pol!cia admtnistrativa do lfunlcípio, nos terr.10s do
artigo 103 desta lct.
Parágrafo Cnico - A taxa de licença de comércio
ambulante, quando anual, ser recolhida na seguin­
te conformidade:
1 - Total, se a atividade se iniciar no prir.ici­
ro semestre;
II - Pela metade, se a atividade se iniciar no
segundo semestre;
Art. 116 - As taxas de licença para execuçio de
obra, loteamento, desmenbranento ou rcmembramento,
só serão concedidas mediante prévio exame e aprova
çao das plantas ou projetos, na forma da legisla -
çao urbanística aplicável.
SEÇÃO VIII NÃO INCIDENCIA
Art. 117 - Ficam c><cluídos da incidêncin da ta
xa de licença os seguintes atos e atividades:
I - A c><ecução de obras em imóveis de propricda
de da União, Estados, Distrito Federal e Municí =
pios quando e><ecutados direta::icntc por seus Órgãos;
Il - A publicidade de caráter patriótico, a con
cernente a segurança nacional e a referente as ca
panhas eleitorais, observada a legislação eleito -
ralem vigor;
111 - A execução de obra particular, exclusiva­
mente residencial, de atê 50 m
2
, com base cm proje
to elaborado prévia::,cnte pelo órgão competente da
Prefeitura;
IV - A ocupação de área cm vias e logradouros/
p,:;blicos por:
a - feira de livros, exposições, concertos, re­
eretas, palestras, conferências e densis ativida -
des de caráter notoriar.icntc cultural Ou científico;
b - exposições, palestras, conferências, prega­
ções e demais atividades de cunho notoriamente re­
ligioso;
c - candidatos e representantes de partidos po­
líticos, durante a fase de campanha, observada ale
gislação eleitoral ena vigor; -
V - as atividades desenvolvidas por:
a - vendedores ambulantes de jornais e revis -
tas;
b - engra><atcs ambulantes;
c - vendedores de artigos de ind.::scria docêsti­
ca e de arte popular de sua própria fabricação,sem
auxílio de empregados;
. d - cegos e mutilados, quando o e><ercício em es
cala ínfica.
CAPITULO II
TAXAS DE SERVIÇOS P0BLICOS
SEÇÃO I - FATO GERADOR E CONTRIBUINTE
Art. 118 - As taxas de servicos p,:;blicos têm co
mo fato gerador a utilização, efetiva ou potenci =
al, de serviço p,:;blico específico e divisível,pres
tado ao contribuinte ou posto a sua disposição. -
Parágrafo Onico - Considera-se o serviço p,:;bli­
co:
I - utilizado pelo contribuinte:
a - efetivamente, quando por ele usufruído a
qualquer título;
b - potencialmente, quando seja posto a sua dis
posição mediante atividade adm.inistrativa e::i cfetI
vo funcionamento; -
II - específico, quando possa ser destinado em
unidade autÕnooa de intervenção, de utilidade Ou de
necessidades pblicas;
III - divisível, qu'1ndo suscetível de utiliza -
ção separadamente, por parte de cada um dos seus
!o.lSuários.
Art. 119 - O contribuinte da t'1Xa é o proprietã
rio, o titular do domínio .:cil º" possuidor, a qual
quer título, de bem L~Óvel lindeiro ~ via ou logra
doro pblico abrangido pelo serviço prestado. -
Parágrafo Onico - Considera-se t~mbêc lindeiro
o bem imóvel que tenha ~cesso, por·ru3S Ou passa
gens particulares, entradas de vila oo asseelh: -
dos, à via ou logradouro p.;J,lico.
Art.. 120 - As taxas de serviços scr.:io devidas /
para:
I - Coleta domiciliar de lixo;
II - Limpeza das vias pCblcas urbanas.
,rt. i 2t
·t,/s pbl!
e .
r-.,-.:u
co sfderanda- o total ano
xer[lo nterfor r! tlv. ··
0s, devl!unte +to.lfz»!o
c1a!s de Inflo.
flrt. 12) - As rmoço Ge lfosoa !llu 11, ~ (íu,
exceda a 1? gero feltas ediant o pasgmnto l
de preço pblfco,
Art. 124 - A taxa de serviços urbanos er cal
colada pela aplicação, sobre a 'nt!ade Padrlo r
cal, dos percentais relacionados na Tabela II e
qoe integra este CGdfgo.
SEIO III NÃO I!CID!NCIA
Art. 125 - Fica cxcla[dos da Incidnta da t.
xa de serviços urbanos os serviços de coleta domf
ciliar de lixo e li:wza das vias pblIcas rb -
nas relacionadas com:
I - I6veis de propriedade da UnLo, dos Esta­
dos, do di6trito Federal e dos Munic!pJos;
II - Iráveis de propriedade de institolço de
educação eassistencla social e os utilizados como
teraplos d~ qualquer culto,
SEÇÃO IV LANÇAMENTO
Art. J 26 - As taxas de scrv iços podem s cr lan­
çadas isoladaccnte ou ec conjunto com Outros tri­
botos, se possível, nas dos avisos-recibos conste
rão, obrigatoria~entc, os elc:nentos distintivos/
de cada tributo e os respectivos valorc6.
SEÇÃO V ARRECADAÇÃO
Art. 127 -·o pagaccnto das taxas
p,:;blicos será (cito nos vencimentos
cados nos avisos- recibos,
SEÇÃO 'I
de serviços
e locais Indf
PENALIDADES
Are. 128 O contribuinte qu<e deix.1r de reco­
lher as taxas devidas nos pr.:.zos indicados nos a­
visos-recibos ficará sujeito:
l - à dtualização do débito, calculada mcdi.,n­
te a aplicação dos coeficientes fixados pelo Go -
verno Federal para a atualização do valor dos cré
ditos tributdrios;
11 - à olta de 107 sobre o valor do débito
toalizado de acordo coe o Índice ofici~l de infl~
cão, até trinta dias do venci:nento;
III - ~ culta de 207. sobre o valor êo débito a
toalizado de acordo com o índice oficial da inil~
çao a partir do 31g dia do venci=lento, até 60 di=
as;
IV - a multa de 30Z sobre o valor do débito a­
tualizado de acordo coo o índice oficial da infla
cão de 61 dias até 90 dias do v"ncbcnto; -
V - ã culta de 507 sobre o valor do débito a­
tualizado de acordo coo o Índice oficial da infl~
cão a partir do 91Q dia do venc1=iento;
VI - ã cobrança de juros moratórias de
com o Índice oficial da inflação e fór::iula
verno Federal.
acordo
do Go-
CAP !TULO l II
TAXAS DE SERVIÇOS DirERSOS
·SEÇÂO I DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 129 - Pela prestação dos serviços de atrí
cala, vacinação de cães, de apreensão e depÓsitÕ
de bens móveis, animais e mercadorias, de cc:nité -
rio, inclusive quanto ás concessões, o abate de ga
do e a extinção de formigueiros, os serviços refe=
rentes ã Inspetoria de Trãnsito, será cobrada a ta
xa de que trata este Capítulo.
Art. 130 - A arrecadação das taxas de que trata
este Capítulo será prévia Ou no ato da prestação/
do serviço, quando as condições previstas e rego­
lamento ou instruções e de acordo co:n a Tabela III
anexa ã este Código.
Art. 131 -.o abate de gado destinado ao cons .. :no
só será permitido mediante licença da Prefeitura ,
precedido da inspeção sanitária feita nas condiç-ª.
es previstas nas posturas mun.icipais.
Parágrafo (lnico· - A arrecadação da taxa do aba­
te referido neste artigo, será feita por antecipa­
cão, no ato da solicitação da respectiva licença.
Art. 132 - A exigência da taxa não atinge o ab
te de gado em charqueadas, frigoríficos Ou Outros
estabeleci:nentos se:nelhantes, fiscalizados pelo sar
viço federal co:ipetente, exceto quanto ao gado cu=
ja carne fresca se destinar ao coso local, fi­
cando o abate, neste caso, sujeito ao tributo.
Art. 133 - Fica sujeito à multa de a PF d0Ma
nic!pio, por cabeça abatida, quem abater gado forã
do Matadouro municipal se prévia licença da Pre -
feitura e paga~ento das ta>cas devidas.
Parágrafo llnico - Para as demais infrações ao
disposto neste Capítulo, aplicar-se-ão no que cou­
ber, as altas previstas no artigo 128 deste Códi­
go.
TfTl!LO IV - CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA
CAPITULO CNICO
SECAO I
FATO GERADÕRECÕNTR!BU1NTE

Prefeitura Municipal de Bela Vista - MS
Código l ributário Municipal - Lei N· 966 de 20 de Deze1br1 de 1993
Art. I)4 - A utr!alço de :olhorfa tem coo
feto erdor a execoio de obra pública pelo Man!-
e[pfo, da q. l decorra elhorLa para os fóvels a-
bran1dos pele meta,
Parrato nfo - A obra pública referida no c
pat deste artfgo poderá ser aque a reullzada pela
d:Intstraço !frete oa Indireta municipal, fnclu­
sIve quando resultante de convênio com a Inflo e
Estado o, comi cnt Idade pblica federal oo estadual,
Art. I)5 - 0 sole!to passivo da contrtbalçio de
melhor1a é o proprtetirfo, o tItolar do dofnto G­
tll Ou o porrnul<lor, ,1 qu,1lquer título, do imóvel
beneficiado por obra pública,
$ 12- A contrtblço de melhoria dos bens 1nd1
visos, ser lançada em note de qualquer um dos t!
talares a quem caberá o direito de exigir dos dena
1s as parcelas que lhes couberem, -
$ 2g - A contrtbtço de melhoria const!ta1 ô -
nos real, acompanhando o Imóvel, ainda após a trans
missão.
SEçMO II
HASE DE CÁLCULO
Art, 136 - A base de cálculo da contribuição de
melhoria é o custo da obra.
~ 1g - No custo da obra serão incluídas as par­
celas relativ,rn a projetos, fiscalização, desapro­
priações, atlministração, execução e financiamen
tos, incluRive os encargos respectivos.
§ 29 - O custo da obra terá a sua expressão mo­
netária atualizada na época do lançamento, median­
te aplicação de coeficientes de atualização ofici­
al de inflação,
Art. 137 - O custo da ,obra será rateado entre os
contribuintes n..i proporção direta <lo tamanho dates
tada do terreno do imóvel beneficiado. -
Art. 138 - O Prefeito, tendo cm vista a nature­
za da obra, os benefícios para os usuários e o ní­
vel de renda dos contribuintes, fica autorizado a
reduzir em até 507 o custo da obra a que se refere
o artigo anterior,
SEÇÃO Ill COBRANÇA
1.
l
1

1
1
l
Art. 139 - Para a cobrança da contribuição de
melhoria, o Órgão fazendário da Prefeitura deverá
publicar edital contendo os seguintes elementos:
1 - memorial descritivo da obra, seus custos /
parciais e seu custo total;
li -determinação da parcela do custo a ser ra­
teado entre os contribuintes;
111 - relação das vias ou trechos de vias onde
se localizam os imóveis beneficiados;
IV - relação dos imóveis beneficiados, sua área
territorial e o comprimento de sua testada;
V - valor da contribuição de melhoria por metro
de testada.
Art. 140 - O sujeito passivo da contribuição de
melhoria tem o prazo de trinta dias, a contar da
data de publicação do edital, para à impugnação de
qualquer dos elementos dele constantes, cabendo ao
impugnante o Ônus da prova.
Parágrafo Onico - rt impugnação deverá ser diri­
gida ao Órgão fazendário da Prefeitura, através de
petição fundamentada, que servirá para o início do
processo administrativo fiscal e não terá efeito
suspensivo na cobrança da contribuição de melhoria.
Art. 14l - Executada a obra na sua totalidade/
Ou em parte suficiente para beneficiar determina -
-dos imóveis, de modo a justificar o início da co -
branca da cont«-ibuição de melhoria', proceder-se- á
o lançamento referente a esses imóveis.
Art. 142 - A notificação de lançamento direta -
mente ou por edital, con<erá:
I - identificação do contribuinte e respectivo
imóvel beneficiado;
II - valor da contribuição de melhoria lançado;
111 - prazos para pagamento de urna só vez ou par
celadamentc e respectivos locais de pagamento· -
IV - prazos para 1npugnacão. '
SEÇÃO IV PAGAMENTO
Art. 143 - A contribuição de melhoria poderá ser
paga de uma só vez ou parceladamente, de acordo __ /
com os seguintes critêrios:
I - o pagamento de urna só vez gozará de descon­
to de 207 se efetuado até o vencimento da primeira
parcela;
II - as parcelas serão corrigidas mensalaente
aedtante aplicação dos Índices oficiais de infla -
ç0.
Art. 144 - 0 atraso no pagament:o das prestacõ_es
sujeit:a o contribuinte:
I - à cobrança de juros de mora de acordo com o
índice oficfal de inflação; .
II - à multa de 107 sobre o valor do débito a­
tualizado de acordo com o índice oficial de infla­
c40;
III - 5 multa.de 20~ sobre o valor do débito a­
talizado de acordo coa o índice oficial de infla­
ço a partir do 312 dfa do vencimento.
SEÇÃO V - NORMAS GERAIS
Art. 145 - Ftca excluídos da incidência da con
tribuiçào de celhoria os imóveis de propriedade dÕ
Poder P.:hlico, exceto os-prometidos à venda e os
submetidos a regime de enfiteuse, aforacento ou con
cesso de uso. -
Are. 146 - Fica o Prcícito expressamente autori
ado ., uni nome do Mnfcffo, firmar convCnfos com
a LUntao : o Estalo para efetuar o lançamento e ar­
recada,ão da conttbatção de melhoria devida pela
Ir.plantação de obra pblica federal ou estadual, cs
bendo ao manfcpfo percentagem na receita arrecada
da, -
rt, 147 - 0 Prefeito poderá delegar à entidade
da adn1n1Gtrnçâo indireta municipal as funç5cs de
cilculo, cobrança e arrecadação de contribuiçio de
raclhorfo, bem coco de julgamento das rcclaoaç5cs ,
impugnações e recursos, atribuídas nesta lei ao Ór
gão fazendário da Prefeitura.
TULO V OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA
CAPÍTULO I NORMAS GERAIS
Art. 148 - A obrigação tributária é principal
ou acessória.
§ 1~ - A obrigação principal surge com a ocor -
rência do fato gerador e tem por objeto o pagamen­
to de tributo ou penalidade pecuniária, e extingue­
se juntamente com o crédito dela decorrente.
$ 29 - A obrigação acessória decorre da legisla
ção tributária e tem por objeto as prestações, po=
si tivasº" negativas nela previstas no interesse da
arrecadação ou da fiscalização dos tributos.
§ 3Q - A inobservância da obrigação acessória ,
converte-a em obrigação principal relativamente a
. penalidade pecuniária.
CAPITULO II
FATO GERADOR
Art. 149 - Fato gerador da obrigação principal
é a situação definida neste Código como necessária
e suficiente para justificar o lançamento e a co -
brança de cada um dos tributos de competência do
Município.
Art. 150 - Fato gerador da obrigação acessória é
qualquer situação que, na forma da legislação tri­
butária do Município imponha a prática ou a absten
ção do ato que não configure obrigação principal.
CAP!TULO III
SUJEITO ATIVO
Are. 151 - O município de Bela Vista, como su -
jeito ativo da obrigação tributária, é a pessoa Jo
r{dica de direito público titular da competência 7
privativa p/ decretar, arrecadar e fiscalizar os
tributos especificados neste código e nas leis à
ele subsequentes.
$ 1g - A competência tributária ê indelegável,
salvo a atribuição da capacidade de arrecadar ou
fiscalizar tribútOs, Ou ainda, de executar leis, /
serviços, atos ou decisões administrativas na área
tributária, que poderá ser conferida a outra pes
soa Jurídica de direito público.
§ 22 - Não constitui delegação de copetência o
cometimento a pessoas de direito privado de encar­
go Ou função de arrecadar tributos.
CAPÍTULO IV
SEÇÃO I
Sl]JEITO PASSIVO
NORMAS GERAIS
Art. 152 - Sujeito passivo da obrigação princi­
pal é a pessoa física ou jurídica obrigada, nos ter
mos desce Código, ao pagamento de tributo ou pena=
lidade pecuniária de competência do Município ou½:
postos por ele.
Parágrafo Cnico - O sujeito passivo da obriga -
çao principal sera considerado:
1 - contribuinte, quando tiver relação pesso­
al e direta com a situação que constitua o respec­
tivo fato gerador;
11 - responsável, quando, sem revestir a condi­
ção d~ contribuinte, sua obrigação decorrer de dis
posiçoes expressas neste Código.
rt. 153- Sujeito passivo ua obrigação acessá­
ria e a pessoa obrigada a prática ou à abstenção/
de atos previstos na legislação tributária do Muni
dpio.
SEÇÃO 11 SOLIDARIEDADE
Art. 154 - são
1 - as pessoas
Código;
II - as
tuação que
principal.
Parágrafo Onico - A solidàriedade referida nes­
te artigo não comporta benefício de outrem.
Art. 155 - A solidariedade produz os ~eguintes
efeitos, salvo os casos expressa.~ente previstos em
lei:
I- o pagamento efetuado por um dos obrigados,
aproveita aos demais;
II - a isenção ou remissão do crédito tributá -
rio exonera todos os obrigados, salvo se outorgada
pessoalmente à um deles, substituindo·, neste ca11o,
a solidariedpde quanto aos demais pelo saldo;
III - a interrupção da prescr:ição, em favo,.r ou
contra um dos obrigados, favorece ou prejudica aos
demais.
SEÇÃO III - CAPACIDADE TRlBUTÃRIA
solidariamente obrigadas:
expressamente designadas neste
pessoas que tenham interesse comum na si
constitua o fato gerador da obrigaçãÕ
Art. 156 - A capacidade tributária passiva 1n
depende:
1 - da capacidade civil das pessoas nat .. rais·
II- de achar-se a pessoa natural sajeita a me­
didas que importem privação ou· limitação do exerci
cio de atividades civis, -comerciais ou profissionã
is, ou da administração direta de seus bens ou ne=
gócios;
III - de estar a pessoa farfd!ca relamente
const!ta{da, bastando que configure uma unidade
conGfca oo prof1,fonal.
SEÇÃO IV oomcfLIO TRIBLTÃR10
Art. 157 - Ao contribuinte oo responsável ê fa
coltado escolher e indicar ao Fisco o se de:fcí­
lio tributário, assim entendido o luar onde de­
senvolve sua atividade, responde por suas obriga­
ções perante a fazenda Municipal e pratica os de­
mais atos que constituam oo possam vir a constito
ir obrigação tributária.
5 Ig - Na falta de eletcão de domfcflto trtbo­
tário pelo contribuinte ou rc6pono·vel, conGidc -
rar-se-á coco tal:
I- quanto as pessoas naturais, a sua resfd@n­
cia habitual, ou, sendo esta incerta ou desconhe­
cida, a sede habitual de sua atividade;
II - quanto às pessoas far{dicas de direito pri
vado ou as fimas individuais, o lugar de sun sé=
de, ou, e::i relação aos atos ou !atos que dere~ o
rigem à obrigação tributária, ou de cada estobelc
ci.oen to ·comercial; -
III - quanto às pessoas jurídicas de direito p~
blico, qualquer de suas repartições no territóriÕ
do Município.
§ 2Q - Quando não couber a aplic.eção das rc -
gras previstas em qualquer dos incisos do parigra
fo anterior, considerar-se-á como domicílio trib:
tário ao contribuinte ou responsável o lugar dã
situação dos bens ou da ocorrência dos atos ou fa
tos que derem origem à obrigação tributária res -
pectiva.
§ 32 - A autoridade administrativa pode recu -
saro domicílio eleito, quando sua localização, a
cesso ou quaisquer outras características impossi
bilitem ou dificultem a arrecadação ou fiscaliza=
cão do tributo, aplicando-se então, a regra dopa­
rágrafo anterior.
Art. 158 - O domicílio tributário será obriga­
toriamente consignado nas petições, requerimen -
tos, recursos, declarações, guias, consultas e
quaisquer outros documentos dirigidos ou apresen­
tados ao Fisco.
CAP!TULO V
RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA
SEÇÃO I DISPOSIÇÃO GERAL
Art. 159 - Sem prejuízo do disposto no código
Tributário nacional, a !ei pode atribuir, de modo
expresso,a responsabilidade pelo crédito tributá­
rio a terceira pessoa, vinculada ao fato gerador
da respectiva obrigação, excluindo a responsabili
dade do contribuinte ou atribuindo-a a este em cã
ráter supletivo do cumprimento cocal ou parta1d
referida obrigação.
EçO II
RESPONSABILIDADE DOS SUCESSORES
Art. 160 - O disposto nesta seção aplica-se por
igual aos créditos tributários definitivamente /
constituídos Ou em curso de constituição a data
dos atos nela referidos, ou aos constituídos pos­
ter1orente aos mesmos atos, desde que relativos/
a obrigaçoes tributarias surgidas até a referida
data.
Art. 161 - Os créditos tributários relativos/
ao imposto P:edial e territorial urbano, as taxas
pela prestaçao de se:"içoa que gravem
08 bens mó­
veis e as contrib~içoes de melhoria, sub-rogam-se
na pessoa dos respectivos adquirentes, salvo quan
do conste do título a prova de sua quitação. -
P~ragrafo Onico - No caso de arrematação em has
ta publica, a sub-rogação ocorre sobre O respect_I
vo preço.
Art. 162 - São pessoalmente responsáveis:
I -.o adquirente ou remitente, pelos débitos /
tributarios relativos aos bens adq irid i
do h , . u os ou rem
a, sem que ten a havido prova de sua quitação;-
II -o sucessor a qualquer t!tlo e o cônjuge
meeiro, pelo~ debitoa tributários do "de cujus" e
xiatentes ate a data da partilha ou adjudica ão -
'Agitada esta resonsa±idade ao etaee á a.{
n ao do legado ou da meação;: i-
,',gel4e, eis é±os rt±ir±gs ao
e cu. us ate a data da abertura da sucessão.
d Art.
163
- A pessoa_Jurídica de d:ireito priva-
o que resultar de fusao tr·nsforma - i
poração de e· /ao ou ncor-
is. «i...."%: 2"%:5Fez«a»­
·os» y-ri@is. as acuo2..2;; ";
transforadas ou incorporadas. '
Paragrafo Onico - O disposto neste artigo apli
ca-se aos casos de extinção de pessoas jurídicas
de direito privado quando l -
tiva atividde seJá coe±,Poracao da resec
r ui por qualquer sGc
~scente Ou seu espÕlio, sob a mesma ou outra
razao social, ou sob firma indiv:idual.
Art. l64 - A pessoa natural , •
reito privado que adquirir de o ar .dica de di-
Efrc1o, fndo de cércto "Fh;_Por qcalq.e
ereta1, industrial, proa"abelecteno co -
viços ou profissional e 1n' de prestaçao de ser
lo
- cont uar ares i -
p. raçao sob a resma d o - pect va ex
fira ta±v±a.a1, res"?razão soe±a1 o, so
vos ao fndo de estabe1,<,_os tributos relati­
até a data do ato: ec ento 'adquirido devidos
I- integralmente
ploracão do comércio:
se o alienante cessar a ex­
industria ou atividade;

10
en
SEÇÃO IH IESPONSll!l l!. !Dflfll.í DE H.l<CFllW!i
Art, 165 - Nos casos de Impossfbf1Idade d ex!­
g@ncia do cotplrmento da obrigaçio principal pelo
contribuinte, respondem solidariamente com este nos
tos em que Intervierem ou pelas omissões de que
forem rcuponHuvcls:
l - oo pais, pelos débitoo tribut~rios dou fl -
lhou menorco;
11 - ou tutorco e curadores, pelos débiton trlbu
tãrlos de seus tutelado oo coratelados; -
111: os administradores de bens de terceiros,
pelos debitas tributários;
IV - o inventariante, pelos débitos tributários
do espólio;
- o s!ndico e o comissário, pelos débitos cri
botarios da massa falida ou pelo concordatário•
VI - os tabeliães, escrivães c demais serventaá
rios de ofício, pelos débitos tributários dos atos
praticados por eles, ou perante eles, en razão de
seu of!cio;
VII - os sócios, pelos débitos tributários
sociedade de pessoas, no caso de liquidação,
Parágrafo Onico - Ao disposto neste artigo so -
mente se aplicam as penalidades de caráter morató­
rio.
irt. 166 - São pessoalmente responsáveis pelos
créditos correspondentes às obrigações tributárias
resultantes de atos praticados com excesso de po -
der Ou infração de lei, contrato social ou estatu·
tos:
I - as pessoas referidas no artigo anterior;
II - os mandatários, prepostos e empregados;
III - os diretores, gerentes ou representantes
de pessoas juríd-icas de d!reito privado.
de
SEÇÃO IV - RESPONSABILIDADE POR INFRAÇÕES
Art. 167 - Salvo difposição de lei contrária, a
responsabilidade por infrações da legislação trib~
cária independe da Intenção do agente ou do res­
ponsável e da efetividade, natureza e extensão dos
efeitos do ato.
Art. 168 - li responsabilidade é pessoal do agen-
te:
1 - quanto às infrações conceituadas por lei co
mo crimes ou contravenções, salvo quando pratica -
das no exercício regular de administração, manda -
to, cargo ou emprego, ou no cumprimento de ordem
expressa emitida por quem de direito;
II - quanto às infrações em cuja definição o do
lo específico do agente seja elementar; -
III - quanto às infrações que decorrem direta e
exclusivamente do dolo específico:
a - das pessoas referidas no artigo 15
aquelas por quem respondem;
b - dos mandatários, prepostos ou empregados /
contra seus mandantes, preponentes ou empregadores;
c - dos diretores, gerentes ou representantes/
de pessoas jurídicas de direito privado, contra e
tas.
Art. 169 - A responsabilidade é excluída pela de
n.:ncia expontânea da infração, acompanhada, se for
o caso, do pagamento do triboto devido e dos juros
de mora, ou do depósito da i.mportancia pela autori
dade administrativa, quando o montante do tributo
depende de apuraçio.
Parágrafo Cnico - Não se considera ex?ontânca a
den.:ncia apresentada após o início de qualquer pro
cedimento administrativo ou medida de fiscaliza -
cão, relacionados com a infração.
contra
e
eº~
se
d
• %
I - Lpona,is do s,} Ito p «lvu;
II - reorso de of io;
I! • Intcfat!v d o!f!o d «ator!dad adi­
nfstr tive, nos ests prvistos no artlo l70.
Mrt. 173- A d!'!caço Lntrol»z!da, de off -
lo oo em consequência de decisão adfn!strat!va,
oo J«d!cf.1 n a s e r ! é r ! o s Jurídicos a d o t a d o s p e l a
atoridde ad: Listra fva no exercfcfo do lançe -
rento, 0ente pude ser efetivada em rele:o a 6u
mesmo a)eito passivo, quanto ao faro gerador o­
corrido posterlorrente soa introdac4o.
irt. 174- 0 lançamento é efetuado com base na
declaração do sujeito passivo ou de terceiro,quen
do o e outro, na forra da leslação trtbatrl
presta à autoridade adr!nitrativa Informações so
brc matéria de fato Indispensáveis soa efetiva­
ça10,
$ 1- A retificação da declara;o por inicia­
tiva do próprio declarante, quando vise a reda -
zir ou a cxcl .. Ir tributo, só é admissível medfan­
te a comprovação do erro en que se funde e entes
de notificnuo o lanç,1::c.ento.
5 2g - Os erros contiJos na declaração n:io np~
rãveis por exame serão retificados de offcIo pe­
ln autoridade administrativa a que competir a re­
visão daquela.
irt. 175 - Quando o cilculo do tributo tenha
por base, oa leve er consderaçao, o valor ou o
preço de bens, direitos, serviços ou atos jrfdi­
cos, a autoridade lançadora, r.icdiante processo rc
gular, arbitrará aquele valor Ou preço, sempre que
seja omissos ou não pereçam fé as declarações ou
os esclarecimentos prestados, ou os documentos ex
pedidos pelo sujeito passivo ou pelo terceiro le=
galente obrigado, ressalvada, e caso de contes­
tação, avaliaçüo contraditória, administrativa ou
judicial.
Art. 176 - O lançamento é efetuado e revisto/
de ofício pela autoridade a<l~inistrativa nos se -
guintcs casos:
1 - quando a lei assim o detenninc·
II -quando a declaração não seja p~cstada, por
quem de direito, no prazo e na fora da legisla­
ção trlbutáric..;
111 - quando a pessoa lcgalente obrigada, em­
bora tenha prestado declaração nos tennos do inci
so anterior, dcLxe de atender, no prazo e na for­
ma da legislação tributária, a pedido de esclare­
cimento fon:iulado pela autoridade administrativa,
recuse-se a prestá-lo ou não o preste satisfato -
riancnte, a juízo daquela autoridade;
IV - quando se comprove falsidade, erro ou o­
missão quanto a qualquer elemento definido na le
gislação tributária como sendo de declaracão o­
brigatória;
V - quando se comprove ocissão ou inexatidão,
por parte da pessoa legalmente obrigada, no exer
cício da atividade a que se refere o artigo se -
guinte;
VI - quando se comprove ação ou omissão do su
jeito passivo, ou de terceiro legalmente obriga:­
do, que dê lugar a aplicação de penalidade peco­
niária;
VII - quando se comprove ação ou omissão uO su
jeito passivo oo terceiro em 'benefício daquele :
agiu com dolo, fraude o silação;
VIII - quando deve ser aprecindo fato no co­
nhecido ou nio provado por ocasião do lançamnen-
to anterior; .
IX - quando se cooprove que, no lançacento an
terior, ocorreu fraude ou falta funcional da a­
toridadc que o efetuou, ou or.ú.ssâo, pela mesa a
toridade, de ato ou for.nalidade essencial. -
T!TULO VI CR~DITO TRIBUTÁRIO
CAPÍTULO I
CONSTITUIÇÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO
SEÇÃO I LANÇAMENTO
Art. I7O - Compete privativamente à autor1da­
de administrativa constituir o credito tributario
pelo lançamento, assim entendido o proced,:mento a~
inistrativo tendente a verificar a ocorrencia do
fato gerador da obrigação correspondente, determi­
nar a matéria cributavel, calcular o montante do
tributo devido, identificar o ~ujcito passivo e,
sendo
O
caso, propor a aplicaçao da penalidade ca-
bível.
Parág.rafo (lnico - A atividade _administrativa de
lançamento é vinculada e obrigatoria, sob pena de
responsabilidade funcional.
nrc.· 171 _ o lançamento reporta-s~ a data da o-
corrência do fato gerador da obrigaçao e rege-se
pela legislação vigente, ainda que posteriormente/
modificada ou revogada. -
s
1
o _ Aplica-se ao lançamento a legislaçao que
posteriormente à ocorrência do fato gerador da a­
bri ação, tenha instituído novos_criterios de ap~
Sé ±ssos de fiscalização, ampliando os
raçao Ou proce - d i
poderes de investigaçao das autoridades adnin s -
1 trativas, ou outorgado ao credito _,,,:dores garant,!_
as ou rivilégios, exceto; neste ultimo caso, pa-
% d atribuir responsabilidade a tercei
ra o e e to e -
ros. i,- e li· /
2
g -o disposto neste art.&o nao s ap a
§ - /•-nçndos por períodos certos de tem-
aos impostos = •
po desde qaé a respectiva lei fixe expressamente
a data em que o fato gerador se considera ocorrido.
-------
SEÇÃO 11 MODAL IDADES DE LANÇAMENTO
Are. 177 - O lançaento por homologação, que o
corre quanto aos tributos cuja legislação atribu~
ao sujeito passivo o dever de antecipar o pagamen
to sem prévio exame da autoridade administrativa-:­
opera-se pelo ato e1 que a referida autoridade,to
mando conhecimento d::i atividade assi:It exercida pe
lo obrigado, expressamente a homologa. -
§ Ig - 0 pagamento antecipado pelo obrigado nos
t:=os dcst: artigo extingue o crédito, sob condi
çao rcsolutoria da ulterior homologação do lança:­
mento
9 2Q - não influem sobre a obrigação tributá -
ria quaisquer atos anteriores à horologação, pra­
ticados pelo sujeito passivo ou por terceiros, vi
sando a extinçao total ou parcial do débito. -
$ 32- os atos_a que se refere o parágrafo an­
terior serao, porem, considerados na apuração do
saldo_por ventura devido e, sendo o caso, na i­
posiçao de penalidade ou sua graduação.
§ 4Q - O prazo para homologação é de cinco di­
as contados da ocorrência do fato gerador quando
expirado esse prazo scm que a Fazenda Municipal /
se tenha pronunciado, considera-se homologado o
lançamento e definitiva.ente extinto o cr@dito.
CAP [TULO 11
SUSPE.'SÀO DO CRÉDITO '!RIBt:T,RlO
SEÇÃO I DlSPOSIÇÕ• 5 GERAIS
Are. 178 - Suspendco a exigibilidade do crédi­
to tributário:
I-- a oratória;
II - o dp itos do seo ventante inat gral:
1II - s rec! roles e os tecorsos nos termo
das le!s realdras do processo ad in!stratIvo
trfb.rrfo;
IV- a coces o de te!Ida l!Inar n manda­
do de serança,
Parágrafo 'nico - 0 disposto neste artigo nio
dlspenas, o compriment das obrigações ucessGrI­
as dependentes da cbrgaçio principal colo cré­
dito se]as suspns, cu del conseqoentes,
StÇAíl lI +RATO1A
Art. 179- Const!tal oratórfa aconcessão de
novo prazo ao sojefto passivo, após o vencimen­
to do p r a z o or!zfnalente assinalado pra o p a ­
g.;:o(::ito do crédito tributário.
Art. I0 - A moratória svente pode ser con-
ccdida:
I enu caráter geral;
a - pelo Mvnldplo;
b pela Uno, quanto a trtbatos de cospe -
tincia dos estados, do DiRtrlto Federal ou doa
Mante{p1os, quando s1altaneaente concedidas /
quanto aos tributos de competência federal e is
obrig ações de direito privado;
[I - co caráter individual, por despacho da
autorid:1dc ad::únlstrativa, desde q .. e hutorizada
por lei n3s condições do inciso anterior.
ParágrJfo Onico - A lei concessiv:1 de moratÕ
ria pode circunscrever expressaente a sua apll
cabIfdade a determinada região do Mante{p1o,o
a dctcn:iJnada classe ou categoria de sueJJ.tos /
passivos.
Ar. 18l- A lei que conceder moratória em ca
ráter geral ou autorizar sua concessão em cará:­
ter individual, especificará, sem prejuízo de
Outros requisitos:
I - o prazo de duração do favor, na conces -
são em caráter geral;
II - as for.nas e garantias para a concessio/
do favor e carter Individual;
III - sendo o caso:
a - os tributos a que se aplica;
b - o nero de prestações e se ... s vencir.:en -
tos, dentro do prazo a que se refere o inciso I,
podendo atribuir a fuaçio de uns e de outros a
autoridade administrativa, para cada caso de /
concessão em caráter individual;
c - as garantias que devem ser fornecidas pe
lo beneficiado no caso de concessão ec caráter
individual.
Art. 182 - Salvo disposiçio de lei er.i contrá
rio, a moratória somente abr~nge os créditos de
finitivarnente constituídos à data da lei ou dÕ
despacho que a conceder, ou cujo lançamento já
tenha sido iniciado àquela data por ato regular
mente notificado ao sujeito passivo. -
Parágrafo Onico - a moratória não aprovei­
ta os casos de dolo, fraude ou si:nulacão do su­
jeito passivo ou de terceiro em benefício daque
les. -
Art. 183 - A concessão de moratória em cará­
t:r individual não gera direito adquirido e se­
ra revogada de ofício sempre que se apure que o
beneficiado nio satisfazia ou deixou de satisfa
zeras condições, Ou não Cumpria Ou deixou de
cu=iprir os requisitos para a concessão do fa­
vor, cobrando-se o crédito atualizado de acordo
com o índice oficial de inflação, acrescido de
juros de cora:
. I - coa 1posição da penalidade cabível, nos
casos de dolo, fraude ou simulação do beneficia
do, ou de•terceiro em benefício daquele; -
II - sem imposição de penalidade, nos decais
casos.
Parágrafo Cnico - No caso do inciso 1 deste
artigo, o tempo decorrido entre a concessão da
moratória e sua revogacâo não se computa para e
feito da prescrição do direito à cobrança do er
dito, no caso do artigo II deste artigo, a revo
gaçao so pode ocorrer antes de prescrito o refe
rido direito.
SEÇÃO III DEPÕSITO
Art. 184 O sujeito passivo poderá efetuar
o depósito do montante inc.egral da obrigaçãotr!
butária a fb de responder a exigibilidade dÕ
crédito tributári.o.
§ lQ - só será admitido o depósito, se o su­
jeito passiv? tiver bpugnado administrativa ou
j..dicialmente, a legitimidade do crédito tribu­
tário.
§_ 22 - o depósito não ficar vinculado ao d
bit~ fiscal e poderá ser levantado para anifes
taçao de vontade do depositante. -
Are. 185 - No caso de devolu;;ão do débito do
depósito, por ter sido reconhecido o d:ireito do
depositante, seu valor será atualizado e acres­
cido de juros àe u: ao m·ês, calculados entre a
data do depósito e a data em qu~ tenha nõ.scido
o direito de o depositant-e requ<!rer a devolução.
CAP!TULO III
EXUNCÃO DO CREDITO TRIBUTÁRIO
SECAO I - MODALIDADES DE E<TllÇÃO
Art. 186 - Extinguem o crédito tribut-árlo:
I - o pagamento;
l! - a corapensacào;
III-a transcço;

-lO
JORNAL. TRIBUNA DA FRONTEIRA
!JlÃklO kl <.IO•IAI.
PÁGI
Preieitura Municipal de Bela Vista - MS
Código Irihtário Mi.ital - Lei l 966 de 20 de Oez■,ra de 1993
IV - a remfssão;
V -- a prescrição e decadência;
V 1 - a converso de depósito em renda;
VII - o pagamento antecipado e a homologação 'o
lançamento nos termos do disposto na legislzçao
trlbutirin do Município;
VIII - a consignação em pagamento, quando julgada
procedente, nos termo do disposto da legislaçao
ttihut,Írln do Município;
IX - a declsão administrativa, Irreformável, as
Gim cntcndJ<la u definitiva na órbita a<lmlniHtratJ:
va, que nio mal possa ser objeto de ação anulató-
rio;
X - o dcclsrio Judicinl pasHada cm julgado.
Parágrafo Cnfco - A lei disporá quando aos efel
tos du extinção total ou parcial do crédito sobre­
a ulterior verificação da irregularidade dn sua
conotituição.
SEÇÃO 11 PAGAMENTO
de qualquer documento relatfvo ao pagamento;
III - reforma, anulação, revogação cu rescisão
de decJr,êo r.or.dcnatÓrLn.
Art.I96 - A restituição de tributos que compor­
tem, por sua natureza, cransferincia do respectivo
encargo financeiro, somente será feita a que pro­
ve haver assumido o referido encargo, ou, no caso
<le tê-lo transferido a terceiro, estar por este e
pressamentc autorizado a recebi-la.
Art,197 - A restituição total ou parcial do tr!
buto dá lugar à devolução, na resma proporção, dos
juros de mora e das penalidades, salvo as decorren
tes de infrações de caráter fornal não prejudica=
das pela causa da restituição.
Parigrafo Onico - A restituição vence juroG não
capitaliziveis, a partir do trânsito e.m julgado da
decisão definitiva que a determinar.
Art.198 - 0 direito de pleitear a restituição -
extingue-se com o decurso do prazo de 5 anos, con
tados:
l - nas hip6teses dos incisos I e li do art.
195, da data da extinção do crédito tributário;
II - na hipótese do inciso III do art.195, da da
ta em que se tornar definitiva a decisão adminis -:
trativa ou passar em julgado a decisão judicial
que tenha reformado, anulado, revogado ou rescin­
dindo a decisão condenatória.
Art.199 - Prescreve em dois anos a ação anulató
ria da decisão administrativa que denegar a resti-:
tuição.
Parágrafo Onico - O prazo de prescrição é inter
rompido pelo início da ação judicial, recomeçandÕ
o seu curso, por metade, a partir da data da inti­
mação validamente feita ao representante judicial
da Fazenda Municipal.
SEÇÃO IV
DEMAIS MODALIDADES DE EXTINÇÃO
Art.200 - A lei pode, nas condições e sob as ga
rantias que estipular, ou cuja estipulação em cada
caso atribuir à autoridade administrativa, autori­
zar a compensação de créditos tributirios com cré­
ditos líquidos e certos, vencidos ou vincendos, do
sujeito passivo contra a Fazenda Municipal, sempre
que o interesse do Munic Ípio o exigir.
Parágrafo Onico - Sendo vincendo o crédito do
sujeito passivo, a lei determinará, para os efei­
tos deste artigo, a apuração do seu montante, não
podendo, porém, cominar redução maior que a corres
pendente ao juro de lI ao mis pelo tempo a decor­
rer entre a data da compensação e do vencimento.
Art.201 - A lei pode facultar, nas condições
que estabeleça, aos sujeitos ativo e passivo da
obrigação tributiria celebrar transação que, medi­
ante concessões mútuas, importe em término de lití
gio e consequente extinção de crédito tributário.­
Art.202 - A lei pode autorizar o Poder Executi­
vo a conceder, por despacho fundamentado, remissão
total ou parcial do crédito tributirio, atendendo:
l - à situação econômica do sujeito passivo;
11 - ao erro ou ignorãn~ia exr.usáveis do sujeito
passivo, quanto a matéria de fato; •
III - à diminuta importância do crédito tributá -
rio;
IV - ãs considerações de equidade, em relação
com as características pessoais ou materiais doca
Art.187 - A imposição de penalidade não ilide o
pagamento integral do crédito tributário.
Art.188 - O pagamento de um crédito não importa
em presunção de pagamento:
l - quando parcial, das outras prestações
que se decomponha;
II - quando total, de outros créditos referentes
ao mesmo ou a outros tributos.
Art.189 - Quando a legislação tributária nao
dispuser a respeito, o pagamento será efetuado na
repartição competente do domicílio do sujeito pas­
sivo.
Art.190 - quando a legislação tributária não fi
xar o tempo do pagamento, o vencimento do crédito­
ocorre trinta dias depois da data em que se consi­
dera o sujeito passivo notificado do lançamento.
Parágrafo Onico - A legislação tributiria pode
conceder desconto pela antecipação do pagamento
nas condições que estabeleça em regulamento.
Art.191 - O crédito não integralmente pago no
vencimetno é acrescido de juros de mora, seja qual
for o motivo determinante da falta, sem prejuízo -
da imposição das penalidades cabíveis e da aplica­
cão de quaisquer medidas de garantia previstas nes
ta Lei ou em lei tributária.
§ 12 Se a lei dispuser de modo diverso, os ju­
ros de mora são calculados de acordo com o índice
oficial de inflação.
§ 22 O disposto neste artigo não se aplica na
pendência de consulta formulada pelo devedor den­
tro do prazo legal para pagamento de crédito.
Art.192 - O pagamento do tributo será efetuado
pelo contribuinte responsável ou terceiros, em mo!
da corrente ou cheque.
§ 12 A legislação tributária pode determinar -
as garantias exigidas para o pagamento por cheque
ou vale postal, desde que não o torne impossível -
ou mais oneroso que o pagamento em moeda corrente.
§ 22 O crédito pago por cheque somente conside­
ra extinto com o resgate deste pelo sacado.
Art.193 - Existindo simultaneamente dois ou ma
is débitos vencidos do mesmo sujeito passivo para
com o Hunicipio, relativos ao mesmo ou a diferen -
tes tributos ou provenientes de penalidade pecuniá
ria ou juros de mora, a autoridade administrativa­
competente para receber o pagamento determinará a
respectiva imputação, obedecidas as seguintes re­
gras, na ordem enumerada;
I-em primeiro lugar, aos débitos por obriga -
çao propria, e em segundo lugar aos decorrentes de
responsabilidade tributária;
11 - primeiramente, ·as contribuições de
ria, depois as taxas e por fim os impostos·
lll - na ordem crescente 'dos prazos de pr:scrição;
IV - na ordem decrescente dos montantes.
Art.194 - A importância do crédito tributário -
pode ser consignada judicialmente pelo sujeito pas
sivo, nos casos: -
l - de recusa de recebimento, ou subordinação -
deste ao pagamento de outro tributo ou de penalida
de, ou ao cumprimento de obrigação acessória· -
11 - de subordinação do recebimento ao cum~rimen
to de exigências administrativas sem fundamento le
em
melho-
gal;
111 - de exigência, por mais de uma pessoa jurídi
ca de direito público, de tributo idêntico sobre
um mesmo fato gerador.
S 19 A consignação só pode versar sobre o cré­
dito que o consignante se propõe a pagar.
§ 22 Julgada procedente a consignação, o paga
mento se reputa efetuado e a importância consigna=
da e contro~ertida em renda; julgada improcedente
a :onsignaçao no todo ou em parte; cobrar-se-à o
credito acrescido de juros de mora, sem prejuízo
das penalidades cabíveis.
SEÇÃO III - PAGAMENTO INDEVIDO
Art.195 - O sujeito passivo terá direito à res­
tituição total ou parcial das importâncias a títu­
lo de créditos tributários pos seguintes casos:
I - cobrança ou pagamento espontâneo de tributo
indevido ou cm valor maior que o devido em face de
legislac~o tributária aplicável, ou da natureza ou
circunstancias materiais do fato gerador efetiva -
mente ocorrido;
II- erro na identificação do sujeito passivo,na
determinação da alíquota aplicável, no cálculo do
montante do débito ou na elaboração ou conferência
trat!va ou Judicial que expressaente, em conJunt
ou Isoladamente:
cão;
II - reconheça a Inexistêncfa da obrfgaçio
lhe deu orle;
III - exonere o sujeito passivo do cumprimento da
obrigncão;
IV - declare a incompetência do sujeito ativo pg
ra exigir o cumprimento da obrigação.
Parágrafo Onico - Enquanto no tornada definitI
va a decisão administrativa ou transitada en julga
do a decisão judicial, continuará o suje!to passi­
vo obrigado, nos temos da lcgislaçÕo tributária ,
ressalvadas as hipóteses de suspensão da ex!1ltdt
de do crédito tributário, previstas no artigo 178
deste código.
CAPÍTULO IV - EXCLUSÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO
SEÇÃO l DISPOSIÇÕES GERAIS
so;
V - ãs condições peculiares a determinada
gião do território do Município.
Parágrafo Cnico - O despacho referido neste ar
tigo nao gera direito adquirido, aplicando-se,quan
do c,abível, o disposto no art.183. -
Art.203 - O direito de a Fazenda Pública consti
tuir o crédito tributário extingue-se após 5 anos7
contados:
I - do primeiro dia do exercício seguinte ãque­
le em que o lançamento poderia ter sido efetuado·
_II- da data em que se tornar definitiva a deci­
sao que houver anulado, por vício formal, o lança­
mento anteriormente efetuado.
Parágrafo Onico - O direito a que se refere es
te artigo extingue-se definitivamente com o decur­
so do prazo nele previsto, contado da data em que
tenha sido iniciada a constituição do crédito tri­
butário pela notificação, ao sujeito passivo, de
qualquer medida preparatória indispensável ao lan
aento.
Art.204 - A ação para a cobrança do crédito tri
butario prescreve em cinco anos, contados da data­
da sua constituição definitiva.
Parágrafo Onic~ - A prescrição se interrompe:
I - pela citaçao pessoal feita ao devedor·
II - pelo protesto judicial; '
III - por qualquer ato judicial que constitua em
mora o devedor;
IV - por qualquer ato inequívoco ainda que extra
.judicial, que importe em reconhecimento do débito-
pelo devedor. •
Art.205 - As importâncias relativas ao montante
do crédito tributário, depositadas na repartição
fiscal ou consignadas para garantia de instância
ou em decorrência de qualquer outra exigência da
legislacao tributaria, serao, após decisão irrecor
rível, no total ou em parte, restituídas de ofi­
cio ao impugnante, ou convertidas em renda a favor
do Município.
Art.206- De acordo con o art.186, incisos IX e
X, extingue o credito tributário a deci_são admin.'l_!.
re-
I - declare a Irregular!dade de ua
SEÇÃO Il ISENÇÃO
que
Art.207 - Excluem o crédito tributário:
I - a isenção;
II - a anistia.
Parágrafo Onico - A exclusão do crédito tributá
rio não dispensa o cumprimento· das obrigações aces
sórias, dependentes da obrigação principal cujo
crédito seja excluído, ou dela consequente.
Art.208 - A isenção é a dispensa do pagamento
de um tributo, em virtude de disposições expressas
neste Código ou em lei a ele subsequente.
Parágrafo Cnico - A isenção concedida expressa­
mente para um determinado tributo não aproveita
aos demais, salvo disposição de lei em contrário ,
não é extensiva:
I - às taxas e ãs contribuições de melhoria;
II - aos :ributos instituídos posteriormente
sua concessao.
Art.209 - A isenção será efetivada:
l - em caráter geral, quando a lei que a conce­
der não impuser condição aos beneficiários;
II - em caráter condicional, por despacho do Pre
feito, em requerimento.
§ 12 O requerimento referido no inciso 11 deste
artigo deveri ser apresentado:
a) no caso dos impostos predial e territorlal e
sobre serviços, devido por profissionais autônomos
ou sociedade de profissionais, até o vencimento do
prazo final fixado em cada ano para pagamento dos
mencionados tributos;
b) no caso do imposto sobre serviços lançado
por homologaçao, até o vencimento do prazo f1nal
fixado para o primeiro pagamento, no ano.
$ 2g A falta do requerimento fará cessar os
efeitos da isenção e sujeitará o crédito tributá -
rio respectivo às foras de extinção previstas res
te Codigo.
$ 39 No despacho que efetivar a isenção pode­
ra ser determinada a suspensão do requerimento pa­
ra períodos subsequentes, enquanto forem sat!se!­
tas as condiçoes exigidas para que seja efetivada
a isençao.
§ 4Q O despacho a que se refere este artigo nio
gera direitos adquiridos, sendo ·a isenção revogada,
d: ofício sempre que se apure que o beneficiado -
nao satisfaz1a ou deixou de satisfazer as cond1-
ç0es, ou nao cumpria ou de1.xou de cump'rir os requi
sitos para a concessão do favor, cobrando-se O cr1
dito atualizado de acordo com o índice oficial de
idflaçao, acrescido de juros de mora·
a) com imposição da penalidade cabível nos ca­
sos de dolo, fraude ou sirulacão do beneficiário ,
ou de terceiro em benefício daquele·
b)_se 1posição de penalidae, nos deais casos.
$ 5 0 lapso de tepo entre a efetivação e a re
vogaçao ~a isençao nao e computado-para efeito de
prescriçao do direito de cobrança do crédito.
,$ 69 As isenções condicionadas serão solicita -
as em requerimen:o instruido·com as provas de cu
primento das exigenc1.a - - _ s necessarias pera a sua con
$??"?: gye deve ser aprese±ao aié i1±so a±ã
ut. lo nes de março de cad. {
do benefci f1:a1 'ada exerc cio, sob pena
o se no ano seguinte.
Art.210 - A documenta o
meiro pedido de isen:. 'a apresentada coo pr1-
mais í i çao podera servir para os de-
exerce os, devendo J
cão da isenção referir- •o_requerimento àa :enova-
· ·se aquela documentaçao.
SECO III
à
ANISTIA
.Art.211 - A anisti •
das irra;5es ceei&,, ?" eareais e=aio
do pagamento das perlalid' consequente dispensa-,
ge exclusiva±ente as 4"Ses a ela relativas,abra
mente vigência a ,"aces coretidas anterior­
aplicando: que a conceder, nao se
I - aos atos qualificados.
contravencões e aos • . em lei coo cries ou
cão, sejam praticado que, mesmo sem essa qualifica-
éie, eis ssues ,,[; o1o, rasae cu si=uls
fício daquele; ou por ·terceiros em ben!
II - salvo disposição
res lt em contrãrio,
u antes de conluio entre d
naturais ou jurídicas, uas ou
Art.212 - A anistia pode -
l ~ ser concedida·.
- em carater geral: ]
II - limitadamente:'
Çi
às infraces
ma.is pessoas
r

JORNAi. Tklfll NA llA H-f/Nll.ll<A IHÃkJIJ >. ·.;· AI . l !'
Prefeitura Municipal de Bela Vista - MS
Código l ributário Municipal - Lei N· 966 de 20 de Dezembro de 1993
) s Infra@e da lelslaço relativa a deter­
n!nado trfbuto;
b) is Infrações punidas cor penalidades pecunlã
rfas té determinado montante, conjuradas ou não
con penalidade de outra natureza;
c) a determinada refio do territórfo do Munfef
po, em função de condições a ela peculiares;
c) ob condição do pagamento do tributo no pra­
zo fixndo peln lei que a conceder, ou cujn [ixnçiio
seja atribuída pela mesma lel à autoridade adminis
trativn. -
Art.213 - A anistia, quando nuo concedido cm C!
ritcr geral, ~ efetivado, cm cada coso, por despa­
cho da autoridade administrativa, em requerimento
como qual o Interessado faça prova do preenchimen­
to dns condições e do cumprimento dos requisitos
previsto em lei pura suu concessão.
Parigrafo Onico - O despacho referido neste ar­
tigo não gera direito udquirido, nplicando-se,qunn
do cub!vel, o disposto no art.183, -
CAPITULO V IMUNIDADES
Art,214 - Siio imunes aos impostos Municipais
por força de dispositivos constitucionais:
l - o patrimônio ou os serviços da União, dos
Estados, do Distrito Federal e dos Hunic!pios, e
respectivas autarquias e fundações, quando vincula
doa às suas finalidades essenciais ou às dela de:
correntes;
II - os templos de qualquer culto;
III - o patrimônio ou os serviços dos partidos po
líticos, inclusive suas fundações, das entidades
sindicais dos trabalhadores, das instituições de
educação e de assistência social, sem fins lucrat!
vos, atendidos os requisitos da lei,
IV - os livros, jornais, periódicos e o
destinado à sua impressão.
§ 1~ O dispobto no inciso I deste artigo nao se
aplica:
l - aos serviços públicos'concedidos, nem exon!
ra o promitente-comprador da obrigaco de pagar im
posto que incidir sobre imóveis objeto de promessa
de compra e venda;
II - ao patrimônio e aos serviços, relacionados
com exploração de atividades econômicas regidas pe
las normas aplicáveis a empreendimentos privados ,
ou em que haja contraprestação ou pagamento de pre
ços ou tarifas pelo usuário.
§ 2Q O disposto no inciso II deste artigo apli­
ca-se a todo e qualquer imóvel cm que se pratique,
permanentemente, qualquer atividade que, por suas
características, possa ser qualificada como culto,
independentemente da fé professado; a imunidade
todavia, se restringe ao local do culto, não se es
tendendo a outros imóveis de propriedade, uso
posse de entidade religiosa que não satisfaçam as
condições estabelecidas neste parágrafo.
§ )Q O disposto nos incisos II e III deste artt
go compreende somente o patrimônio e os serviços
relacionados com as finalidades essenciais das en­
tidades neles mencionadas.
$ 4g 0 disposto neste artigo não exclui a atri­
buição, por lei, às entidades nele referidas, da
condição de responsáveis pelos t=ibutos que lhes
caiba reter na fonte, e não dispensa da prática de
atos previstos em lei, assecuratórios do cumprimer
to de obrigacões por terceiros.
Art.215 - A imunidade não abrange as taxas e a
contribuição de melhoria e não dispensa o cumpri­
mento das obrigações acessórias.
Art.216 - O disposto no inciso Ili, do art. 205
subordina-se à observância dos seguintes requisi -
tos pelas entidades nele referidas:
I - não distribuirem qualquer parcela de seu pa
trimÕnio ou de suas rendas, a título de lucro
participação no seu resultado;
II - aplicarem integralmente,
recursos na manutenção dos seus
clonais;
III - manterem escrituracão de suas receitas e
despesas em livros revestidos de formalidades ca­
pazes de assegurar sua exatidno.
Parágrafo Onico - Na falta de cumprimento do
disposto no "caput" e incisos deste artigo! a auto
ridade tributária pode suspender a aplicacao dobe
nefício,
papel
ou
no País, os seus
objetivos institu-
-
o
TITULO VII
CAPITULO CNICO
SEÇÃO l
ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA
PROCEDIMETNO AD!-!INISTRATIVb
FISCALIZAÇÃO
Parrato ntco - O, !!sros obrtgtr!os d
crituração con retal ffocal e os c provante
dos lançamentos nele efetuador erlo conservados
até que ocorra a presrlço dos créditos r!buti
rios decorrentes das operações a que ne refiram,
Art.22O - !edlante !rt!aço escrita, são o!r!-
gado a prestar autor!dade admuIn!strat!vs todas
as Informações de que disponham com relação aos
bens, negócios ou atividades de terceiros:
I - os tabelfies escrivães e dera!s serventui
rio8 d<; or!cios;
11 - os bancos, caixas tconÕalcnR
tuiçÕes financeiras;
III - as empresas de administração de bens;
IV - os corretores, leiloeiro• e de&pJchanteq
oficiai,;;
V - os inventariantes;
VI - os síndicos, comissnrlo9 e liquidncários;
VII - quaisquer outras entidades ou pessoas que a
lei designe, cm razão de seu carr,o, of!clo, fun­
.cão, minist~rio, atividade ou profissão,
Parágrafo Cnico - A obrigação prevista neste ar
tigo não abrange a prestaç;o de inform,•çÕes quanto
a fatos sobre os quais o informante esteja legal­
mente obrigado a observar segredo cm razõo de car­
go, ofício, função, ministério, atfvidade ou pro
fissão,
Art.221 - Sem prejuízo do disposto na legisla -
ção criminal, é vedada a divllgação, para qualquer
fim, por parte da Fazendo Municipal ou de seus fun
cionários de qualquer informação obtida em razão
do ofício, sobre a situação econômica ou financei­
ra dos sujeitos passivos ou de terceiros e sobre a
natureza e o estado dos seus negócios ou ativida
dcs.
Parágrafo Cnico - Excetlam-se do disposto neste
artigo, unicamente, os casos previstos no artigo -
seguinte e os de requisição regular da autoridade
judiciária no interesse da justiça.
Art.222 - A Fazenda Pública Municipal poderá
prestar e receber assistência das Fazendas Públi­
cas da União, dos Estados, do Distrito Federal e
de outros Municípios para a fiscalização dos tri­
butos respectivos e permuta de informações, na
forma estabelecida, em caráter geral ou específi­
co, por lei ou convênio_
Art.223 - A autoridade administrativa Munici
pal poderá solicitar o auxílio da polícia mili­
tar estadual quando vítima de embaraço ou desaca
to no exercício de suas funções, ou quando neces
sário à efetivação de medida prevista na legisl;
ção tributária, ainda que não se configure o fa:
to definido em lei como crime ou contravenção.
ou
Art.217 - Compete à unidade administrativa da
Fazenda Municipal, a fiscalização do cumprimento
da legislação tributária.
Art.218 - A legislação tributária Municipal ~
plica-se às pessoas na:ura~s ou jur{dicas, contri­
buintes ou não, inclusive as que gozem de imunida­
de ou isenção ou que sejam beneficiadas por quais­
quer outras formas de exclusao ou suspensao do cre
dito tributá.rio, _ _
Art.219 - Para os efeitos da l!gislaçao tribut~
ria do Município, não têm aplicaçao quaisquer dis­
posições legais excludentes ou limitativas do d!
rei to de examinar mercadorias, livros, arquivos
documentos papeis e efeitos comerciais ou fis­
cais, dos ~omerciantes, industriais ou produtores,
ou da obrigação desses exibi-los.
SEÇÃO II
e st art! o o Ln
- do o É
udtt ! da
cf ao pro
Art.Z! - A prova d as!as de deter!nado
tr!bato era feita per cert!d ne,,at!va, expedida
vista de requerimemo do tntereado, que conte­
nha todas as Inforaçóes nece «arfas à Identifica-
ão de sua pessoa, dote!llo ffscal e ramo d neó
e dera!s {nsti cfo cu a !vldade, Indique c per[odo a que e re-
fere o pedido.
Pará:rafe Cnico - A certtdio regatfva erã se-
- pre expedida nos termos em que tenha sido requeri­
da e será fornecida dentro d dez dias da data da
entrada do requer!monto ne repartição,
Art.229 - A exped!çio de certidão neat!va não
excluf o direto doe Município ex!lr, a qualquer
tempo, os créditos tributários que venham a ser
apurados posteriormente
Art.230 - Terá os mesos efeitos de cert!dão ne
gativa aquela que ressalvar a ex!st@nc!a de crédl
tos tributários no vencidos, em curso de cobrança
executiva, e que tenha s!do efetivada a penhora
ou cuja ex!gfbil!dade esteja suspensa.
Art.23l - O crédito apurado após a essão da
certldo negativa, deverá ser Informado ao devedor
através de offclo, pela Fazenda Municpal, em um
prazo máximo de I0 dfas, devendo o suje!to passivo
efetuar o pagamento do seu débito no prazo de 30
dias np6s il ciincia.
D!VIDA ATIVA
Art.224 - Constitui dívida ativa do Município
a proveniente de impostos, taxas, contribuição -
de melhoria e multas de qualquer natureza, dccor
rentes de quaisquer infrações à legislação trib;
cária, regularmente inscrita na repartição admi=
nistrativa competente, depois de esgotado o pra­
zo fixado para pagamento, pela legislação tribu­
tária ou por decisão final proferida em processo
regular.
Art.225 - A dívida ativa regularmente inscri­
ta, goza de presunção de certeza e liquidez.
Parágrafo Onico - A presunção a que se refere
este artigo é relativa e pode ser ilidida por
prova inequívoca, a cargo do sujeito passivo ou
de terceiros a que aproveite.
A=t.226 - O termo de inscrição da dívida ativa
deverá conter:
1 - o nome do devedor, e, sendo o caso, o dos
co-responsáveis, bem como, sempre que possível
o domicilio ou residência de um ou de outros;
II - o valor originário da dívida, bem como
termo inicial e a forma de calcular os juros
mora e demais encargos previstos em lei ou con­
trato;
III - a origem, a natureza e o fundamento legal
ou contratual da divida;
IV - a indicação, se for o caso, de estar a dí­
vida sujeita à atualização monetária, bem como o
respectivo fundamento legal e o termo inicial pa­
ra o cálculo;
V - a data e o número da inscrição no Registro
de Dívida Ativa;
VI - o número do processo administrativo ou do
auto de infração, se neles estiver apurado o va­
lor da dívida.
S I A certidão de D{vida Ativa conterá os es
mos elementos do Termo de Inscrição previsto nos
incisos deste artigo e será autenticada pela auto
ridade competente,
$ 29 0 Termo de Inscrição e a Certidão da D{vi
da Ativa poderão ser preparados e numerados a cri
tério do Fisco, por processo manual, mecânico ou
eletrônico.
5 39 Até a decisão de primeira instância, a
certidão de Dívida Ativa poder.:i ser e::iendada ou
substituída, assegurada ao executado a devolução
do prazo para embargos..
Art.227 - A cobrança da dívida ativa do ~!unic.f
pio será procedida:
I - por via amigável, pelo Fisco;
11 - por via judicial.
Parágrafo r'nico - /1!::, duas vias a c;ue se refere
o
de
TITULO VI1;
CAP!TL"LO I
pdn­
o!rena
PROC:CDIMENTO TRIBUTÁRIO
:,OR.'!AS GERAIS
Art.232 - Este t!tulo regula as disposições ge­
rais do procedimento tributário, as medidas preli­
minares, os atos lniclnls da exi~incia do crédito
tributário do Município decorrentes de impostos,ta
xas, contribuição de melhoria, penalidades e de­
mais acréscimos, a consulta, o processo administra
tivo tributário e a responsabilidade doo agentes
fiscais.
SEÇÃO
SEÇÃO lI
SEÇiO 111
PRAZOS PROCESSUAIS
Art.233 - O prazos serão contínuos, excluindo­
se na sua contagem o dia do início e incluJndo- se
o do vencimento.
Parágrafo Cnlco - Os prazos s6 se inic~am ou
vencem em dia de expediente noral no Órgão cm que
tramite o processo ou deva ser p.aticado o ato.
Art.234 - A autoridade julgadora, atendendo a
circunstâncias especiais, poderá, em despacho fun­
damentado, prorrogar por 10 dias o prazo para rea­
lizaçio de verificações.
CIENCIA DOS ATOS E DECISÕES
Art.235 - A intimação dos atos e decisões far-
se-à:
l - pessoalmente sempr~ que possível, ou a re
presentante, mandatário ou preposto, mediante reci
bo datado e assinado, ou com menção das circunstãn
cias em que houve impossibilidade ou recusa de a­
sinatura, presentes duas testem~nhas;
II - por via postal, através de carta registrada
com aviso de recebiento (AR), datado e firmado pe
lo destinatário ou alguê do seu doicíl!o;
III - por edital integral ou resumido, quando im­
profícuos os meios previstos nos incisos anterio
res.
§ lQ Quando o edital for de for-ma resumida deve
rã conter todos os dados necessários à plena ciên=
eia do intirado.
$ 22 Quando, en um teso processo, for interes­
sado mais de um sujeito passivo, e relação a cada
um deles serão atendidos os requisitos fixados nes
ta seção para as intimações. -
Art.?.36 - Considerar-se-á feita a intimação:
I - quando pessoal, na data da ciê,,.cia pelo au­
tuado, ou da declaração de quem fizer a intimacão;
II - quando, por via postal, na data do recibo
de volta, e, se for essa omitida, quinze dias ap6s
a entrega da carta no Correio;
III - quando por edital, trinta dias ap6s a data
da publicação e afixação do mesmo.
Arc.237 - Os despachos interlocutórios que nao
afetam a defesa do sujeito passivo independem de
intimação.·
NOTIFICAÇÃO DE LANÇAMENTO
Art.238 - A notificação do lançm:iento será fei­
ta por via postal, pelo 6rgâo que ad::únistra o tri
buto e conterá, obrteatoriru:iencc: -
I - a qualificação do notificado e as caracte­
rísticas do notificcdo e as do imóv~l. quando for
o caso;
11 - o valor do crédito tributário lançado, sua
natureza e o prazo para recolhirento e ipugnação;
III - a disposicâo legal infrigida, se for o ca­
so, e o valor da penalidade;
IV - a assinatura do chefe do órgão expedidor,ou
do servidor autorizado, e a indicação do seu cargo
ou função.
Pnr:igrnfo
ti!cacão de
nográfico ou
Cr..ico - Prescinde de nssin::itura a no­
lançamento emitida por processo recu
!lctrÕnico.

J0MM, TRIMINA DA +UNTEI'A DIÃRlO IU.GIONAL ME.LA VISTA/MS, 25 DE DZENBRO DE 1993
PC I MA
Prefeitura Municipal de Bela Vista-MS
[Cilin Iritário Mui.ial - Lei 966 de 20 de Dez•bra de 1993
Art.239 - A not'teço do !lançamento será fel­
ta na forma do disposto nos artigos 2)5 e 236,
C/P11ULO TI PROCEDIMENT0 FISCAL.
Art.240 - O procedimento fiscal tem início com:
l - n Jnvraturn de termo de lntlmacio fi&cnl;
[l - a lavratura de termo de apreensão de merca­
dortas, livros ou documentos;
li! - o notiflcuciio prellnlnar;
TV - n lrwruturn de nuto de infrnç,10 ~ imposição
de multa;
V - qualquer nato da Administração que caracter!
ze o inicio de apuração do crédito tributário.
Pnrigru[o Onico - O inicio do procedimento ex­
clul a espontaneidade do sujeito passivo em rela­
çio a atos anteriores e, independentemente de inti
macio, a dos demais envolvidos nas Infrações ver!­
ficadao,
Art.24l - A exlgnc!a do crédito tributário se­
rá formalizado em outo de infração ou notificação,
diotinto6 pnrn cnde tributo,
Parágrafo Onlco - Quando mais de uma infração i
legiGlação decorrer do mesmo fato a comprovação
dos ilícitos depender dos mesmos elementos de con­
vicção, a exigência será formalizada em um só • ins
trumento e alcançará todas as infrações e infrato­
res.
Art.242 - O processo Rerá organizado em forma
de auto forense em ordem cronológica e terá suas
folhas e documentos rubricados e numerados.
CAPITULO III
SEÇÃO 1
- M:ODIDAS PRELIMINARES
TERMO DE FISCALIZAÇÃO
da Int!macio, re,ular!ze a situação,
I? Esgotado o prazo de que trata este artio,
sem que o Infrator tenha regularizado a sttuaçio
perante a repartição competente, a notificação F!g
cal será automaticamente convertida em Auto de In­
fração,
§ 22 Lavrar-se-i, imediatamente, auto de infra­
cão e imposição de multa quando o sujeito passivo
se recusar a tomar conhecimento da notificação ffs
cal.
Art.249 - Não coberi notificação fiscal, deven­
do o sujeito passivo oer imediatamente autuado:
I - quando for encontrado no exercício do otivi
dode tributável sem prévia inscrição; -
11 - quando houver provas de tentativa para exi­
mir-se ou furtar-se ao pagamento do tributo;
III - quando for manifesto o ânimo de sonegar;
IV - quando incidir em reincidência.
SEÇÃO II
AUTO DE INFRAÇÃO E IMPOSIÇÃO DE MULTA
Art.250 - Verificando-se violação do legislação
tributiria, por ação ou omissão, ainda que não ir­
porte em evasão fiscal, lavrar-se-i o auto de in
fração e imposição de multa correspondente, em du=
as ou mais vins, sendo a primeira entregue ao in­
frator.
Art.251 - O auto de infração será lavrado por
autoridade fiscal competente, com precisão e clare
za, sem entrelinhas, emendas ou rasuras, e deverá:
I - mencionar o local, o dia e hora da lavratu­
ra;
II conter o nome do autuado e endereço e, qunn
do existir, o numero de inscrição no cadastro da
Prefeitura;
III - referir-se no nome e endereço das
Art.243 - A autorido<lc administrativa que presi
dir ou proceder a quaisquer exames e diligências=
de fiscalização lnvrarã, sob 6UO assinatura, a da
ta de início e término, o período fiscalizado, os
livros e documentos examinados e o que mais possa
interessar.
§ lQ Os termos a que se referem o "caput" deste
artigo, serão lavrados no estabelecimento ou local
onde se verificar o fiscalização ou a constatação
da infração, em livros fiscais ou em separado, hi­
pótese cm que o termo poderá ser datilografado ou
impresso em relação às palavras rituais,devendo os
claros ser preenchidos à mão e inutilizados as en­
trelinhas em branco.
9 2Q Em sendo o tenno lavrado em separado, ao
fiscalizado ou infrator forncer-se-i cópia do ter­
mo autenticado pela outoridnde a que se refere es
te artigo, contra recibo no original.
$ 3g A assinatura não constitui formalidade es­
sencial à validade do termo de fiscalização, nao
implica confissão, nem a sua falta ou recusa agra­
vará a pena.
§ 4Ç Iniciada a fiscalização, o agente fazendá­
rio terá o prazo máximo de cento e oitenta dias pa
ra concluí-la, salvo quando houver justo motivo de
prorrogação, autorizado pela autoridade superior.
SEÇÃO II
APREENSÃO DE BENS, LIVROS E DOCUMENTOS
Art.244- Poderão ser apreendidos os bens móve­
is, inclusive mercadorias, livros ou documentos em
poder do contribuinte, do responsável ou de tercei
ros, em outros lugares ou; trânsito, que·constituai
prova material de infração estabelecida na legisle
cão tributâria. • -
Art.245 - Da apreensão lavrar-se-à auto com os
elementos do auto de infração, observando-se, no
que couber, o disposto no artigo 244.
Paragrafo Onico - Do auto da apreensão consta
ro a descrição dos bens, mercadorias, livros ou
documentos apreendidos, a indicação do lugar onde
ficarão depositados e do nome do depositário, po­
dendo a designaçao recair no próprio detentor, se
for idoneo, a juízo do autuante.
Art.246 - Os livros ou documentos apreendidos -
poderao ser devolvidos, a requerimento do autuado,
quando não houver inconveniente, mediante recibo .
ficando no processo cópia autenticado de inteiro
teor da parte de que deve fazer prova.
Parágrafo Onico - Os bens apreendidos serão res
tituídos, a requerimento, mediante depósito das
quantias exigíveis, cujo importância será arbitra­
da pela autoridade competente, e passado recibo
ficando retidos, até decisão final, os espécimes
necessários i prova.
Art.247 - Se o autuado não provar o preenchimen
to das exigências legais para liberação dos bens
apreendidos no prazo de sessenta dias, a contar da
date da apreensão, serão os beos levados o leilão
público.
S 1g Quando a apreensão recair em bens de fácil
deterioração, o leilão poderá realizar-se a partir
do próprio dia da apreensão.
§ 22 Apurando-se, na venda, importância superi-­
or ao devido à Fazendo Publica Municipal, será .o
autuado notificado para receber o excedente.
CAPITULO IV ATOS INICIAIS
SEÇÃO I - NOTIFICAÇÃO FISCAL PRELIMINAR
Art. 248 - Verificand~-se omissão não dolosa de
pagamento de tributo, ou qualquer infração à legis
lação trfbutiria de que possa resultar evasão de
receita, 6crá expedida contra o infrator notifica
;lo fiscal para que, no prazo de dez dias contados
CAPITULO V- CONSULTA
testemu-
nhos, se houver;
IV - descrever o fato que constituiu a infração
e as circunstâncias pertinentes;
V - indicar o dispositivo legal ou regulamentar
violado e o da penalidade aplicável;
VI - fazer referência ao termo de fiscalização -
em que se consignou a infração, quando for o caso;
VII - conter intimação ao infrator para pagar os
tributos, multas e acréscimos devidos, ou apresen­
tar defesa e provas nos prazos previstos;
VIII - assinatura do autuante aposta sobre a indi­
cação de seu cargo ou função;
IX - assinatura do próprio autuado ou infrator ,
ou de representante, mandatário ou preposto, ou da
menção da circunstância em que houve impossibilida
de ou recusa de assinatura. -
$ 1g As omissões ou incorreções verificadas no
auto de infração não acarretarão nulidade quando -
do processo constarem elementos suficientes para a
determinação e do infrator.
$ 29 A assinatura não constitui formalidade es­
sencial â validade do auto de infração, não ipl1-
ca confissão, nem a sua falta ou recusa agravará a
pena.
§ )Q Havendo reformulação ou alteração do auto
de infração, será devolvido o prazo para pagamehto
e defesa do autuado.
Art.252 - O auto de infração poderá ser lavrado
cumulativamente com o auto de apreensão.
Arc.253 - O sujeito passivo será intimado da la
vrnturn do termo de infração, na forma do dispostÕ
no aritgo 220 deste Código.
Art.254 - Desde que o autuado não apresente de­
fesa e efetue o pagamento das importâncias exigi­
das no auto de infração dentro do prazo de trinta
dias, contados da respectiva intimação, o valor
das multas exceto a morar6'a, será reduzido
10%.
em
cessuais.
Art.259- Não produzirá efe!to nenhum a consul-
ta forulada:
I - en desacordo com o artigo 256;
II - por que estiver nob procedimento f!scal
Instaurado para apurar fatos que se relacionem co
a r.10téria consultada;
III - por qulrlll tiver sido intimado a cumprir obr!
gação relativa ao fato objeto da consulta;
IV - quando o foto já hcuvér sido objeto de dcci
são anterior ainda não oodi!icadn, proferida
consulta, ou litígio em que tenha sido porte o con
sulente;
V - quando o fato estiver definido ou declarado
em disposição literal da lei tributiria;
VI - quando não descrever, completa e exatamen -
te, a hipótese que Ge referir, ou não contiver os
elementos necerrários i solução, salvo se a Inexa­
tidão ou omissão for excusável a critério da auto­
ridade julgadora,
Parágrafo Onico - Nos casos previstos neste ar
tigo, a consulta seri declarada ineficaz e detcrmi
nodo o arquivamento.
rt.260 - Quando a resposta à consulta for no
sentido da exigibilidade da obrigação cujo fato ge
rodor já houver ocorrido, a autoridade julgadora~
ao intimar o consulente da mesma, fixará o prazo -
de vinte dias para o cumprimento do procedimento/
por ela determinado.
Art.261 - O consulente poderá fazer cessar, no
todo ou em parte, a oneração de eventual crédito -
tributário, efetuando seu pagamento ou depósito
obstativo, cujas importâncias serão restituídas
dentro do prazo de trinta dias, contados da notifi
cação do interessado.
Art.262 - Não cabe
recurso voluntário de
CAPITULO VI
PROCESSO ADMINISTRATIVO
SEÇÃO 1
NORMAS GERAIS
Art.255 - Ao contribuinte ou responsável é as­
segurado o direito de consulta sobre interpreta -
çao e aplicaçao da legislação tributária Munici­
Pal, desde que protocolada antes do início da
nçao fiscal e com obediência às normas adiante es
tabelecidas.
Art.256 - A consulta será formulada através de
petição dirigida ao responsável pela unidade admi
nistrativa, com a apresentação clara e precisa de
todos os :lementos indispensáveis ao entendimento .
da situaçao de fato e com indicação dos dispositi
vos legais aplicados, instruida, se necessário
com os documentos.
Parágrafo Onico - O consulente deverá elucidar
se a consulta versa sobre hipótese em relação à
qual já ocorreu o fato gerador da obrigação tribu
taria, e, e caso positivo, a data da sua ocorre
eia. -
Art.257 - Nenhum procedimento fiscal será ins­
taurado contra o contribuinte responsável relati­
vamente a especie consultada, a partir da apresen
taçao da consulta até o vigésimo dia subsequente
a data da ciência da resposta.
Art.258 - O prazo para a resposta à consulta
formulada será de vinte dias.
S Ig Para melhor instruir o processo, poderá
ser solicitada a emissão de parecer e a realiza -
çao de diligência.
$ 2 0 prazo _para apresentação de pareceres e
diligencias sera de vinte dias, prorrogáveis por
igual período, a critério da autoridade competen­
te, e suspenderao o curso dos demais prazos pro-
-.------·- -- --. --
TRIBUTÁRIO
Art.272 - A impugnação de exigêncin·fiscal
efeito suspensivo e instaura a fase litigiosa .t:m
procedimento. •
0
Art.273 - ~ sujeito passivo poderá , i!:!pu ar
qualquer exisêncta fiscal, independenteeee",
previ.o deposito, d~ntro do prazo de vinte dias,con
tados da notificação do lançaento d in.
- ,. - ou a nt ma-
cao, mediante defesa escrita e junt d d
tos b • _ an o os ocumen
coprobatorios das razões apresentadas.
Paragrafo Cnico - O 1pugnant d, -
representar e po era azer -se
por procurador legalmente constituído.
Art.274- A impugnação - a
-- .1 sera lirigida ao respon-
sav1; pela.unidade administrativa d fin de
vera conter: e ancas e
I - a qualificação do interessado
contribuinte no cadastro respecti • o numero do
para receber a intimação· vo e. o endereço -
II - os motivos de fato ou de
fundamenta; direito em que se
III - as provas do alegado -
gências que pretenda sejam e: a indicaçao das dili
vos que a justifiquem; {etuadas co os o!-
IV -_o pedido formuladb de modo claro
Paragrafo Onico _
0
servido e preciso,
Pugnação dará recibi r que receber a im-
o ao apresentante
Art.275 - Apresentada a impugna--
ou formado esse, se não h ao ao processo,
minhado ao autuante, ouver, o resto será enca
is razões da 1pu.., ! ?Presentará corestacão -
as. ao, lentro do prazo de_dez d!
ern
so de consulta.
Art.263 - A resposta dada i consulta teri efei
to normativo quando adotada em circular expedida
pela autoridade fiscal competente, sempre que
resposta tiver interesse geral.
pedido de reconsideração ou
decisão proferida em proces-
a
Art.264 - Ao processo administrativo tributi­
rio aplicam-se subsidiariamente as disposições do
processo administrativo comum.
Art.265 - Fica assegurado ao sujeito passivo. o
direito de ampla defesa.
Art.266 - 0 julgamento dos atos e defesas compe
te:
I - em primeira instância, ao responsável pela
unidade administrativa de finanças·
II - e segunda instância, ao Prefeito.
Art.267 - A interposição de impugnação, defesa
ou recurso independe de garantias de instância.
Art.268 - Nao sera admitido período de recons­
deração de qualquer decisão.
Art.269 - É facultado ao sujeito passivo ou a
quem o represente, durante a fluência dos prazos,
ter vista dos processos em que for parte,pelo pra­
zo de cinco dias.
Art.270 - Poderão ser restituídos os documentos
apresentados pela parte, ediante recibo,desde que
nao prejudiquem a decisao, a critério da autorida­
d': competente, exigindo-se a sua substituição por
copias autenticadas.
• Art.271 - Quando, no decorrer da ação fiscal fo
re apurados novos fatos, envolvendo a parte'
t ou oy
ras pessoas, ser-lhe- arcado igual prazo para
apresentaçao de defesa, no mesmo processo.
SEÇÃO II - IMPUGNAçAO

J A', TPIE'JMA DA FRITE.IRA A/M ,, 7.í ll'

Prefeitura Municipal de Bela Vista - MS
Código l ributário Municipal - Lei N· 966 de 20 de Dezembro de 1993
Art.276 - Rcceb1du u prucehnu cun o contP&tn­
çi0, a autoridade Juladora determinará de oficio
a realtzaçio das diligencias que entender necessá­
r!nc, f1~nndo o prnzo de quinze dtno para sua efe­
t1vnçâo, e Indeferirá us que considerar prescindf­
vcir;, lmpr;itlclivcln 011 protelntÕriuo.
Parágrafo Onico - Se na dlllRinclo [orem opur~
do fatos de quc resulte crfdito tributário maior
do que o impugando, scrã reaberto o prnzo parn no­
va impugnnçio, devendo do fato ser dado ciincin no
lntcrcoando.
Art.277 - Completada a instruçio do processo, o
mesmo ocrá encaminhado~ autoridnde Julgudorn.
Art,278 - Recebido o processo pela autoridade -
Julgodorn, esta decidirá sobre a procedência ou i~
proccd;ncia da impugnação, por eacrito, com red!
çÕo clara e precisa, dentro do prazo de trinta di­
as,
§ IQ A nutoridnde julgadora nüo ficará adotrita
Õs olcgnçõus das partes, devendo julgar de acordo
com oun convicção, em fnce das provns produ~idns -
no processo,
$ 29 No caso de a outoridode julgadora entender
necessário, poderá determinar as diligências que
entender necessárias, determinando as novns pr•~as
n serem produzidas e o prazo para sua produção.
Art.279 - A intimação da decisão será feita na
forma dos nrtigos 235 e 236.
Art.280 - O impugnante poderá fazer cessar, no
todo ou em pnrte, a oneração do crédito tributá -
rio, efetuando o seu pagamento ou o seu depósito
obstativo, cujas importâncias, se indevidas, serão
restitu!das dentro do prazo de JO dias,contados da
data da intimação da decisão.
Parágrafo Onico - Sendo devido o crédito tribu­
tário, a importância depositada será automaticamen
te convertida em renda.
Art.281 - A autoridade julgadora recorrerá de
ofício, no próprio despacho, sempre que a decisão
exonerar o contribuinte o~ o responsável do paga­
mento de tributo e multa. •
SEÇÃO Ill
do
.o
Art.282 - Da decisão de primeira instância cab!
ra recurso voluntário ao Prefeito, com efeito sus­
pensivo, dentro do prazo de vinte dias,contados da
intimação.
Parágrafo Onico - O recurso poderá ser interpos
to contra toda a decisão ou parte dela.
Art.283 - O Prefeito poderá converter o julga­
mento em diligência e determinar a produção de prg
vas ou do que julgar cabível para formar sua con­
vicção.
Art.284,- A intimação será feita na forma dos
artigos 235 e 236.
Art.285 - O recorrente poderá fazer cessar, no
todo ou em parte, a oneração do crédito tributá -
rio, efetuando o seu pagamento ou seu depósito ob~
tativo, cujas importâncias, se indevidas, serão
restituídas dentro do prazo de 30 dias,contados da
data da intimação da decisão.
SEÇÃO IV EXECUÇÃO DAS DECISÕES
do
RECURSO
ponsabIldade sejam apurada, enquanto no e t "to
o direito da fnznnda P~~!icu.
, I Igualmente e r ã responsável a a t o r ! d d e -
o, funcionário qae defar de dar andamento aos pro
cessou admfn!trat!vos trfhtiríos, os quando o f!
zer fora dos prazos estabelecidos, oa mandar arqal
vá-los antes de findos sem casa Jost!ficada e não
fu11da:ocnt;ido o dcnpacho na legislação vigente a
época da detcruinação do arquivaMcnto.
§ 2~ A responJabllidadc, no cnso deste artigo ,
é pessoal e independente do cargo ou função cxcrcI
dos, aem prejuízo de outras sançÕc!l ,idr.l:!nistrati -
vas e penais cabíveis ã espécie.
Art.291 - Nos cauos do artigo anterior e acus
parágrafos, ao responsável, e, se mais de a hoo­
ver, lndepcndcntemente una dos outros, será cooin!!,
da a pena de multa de valor 1cal à metade da apl!
cável ao contribuinte, responsável oa Infrator,se
prejuízo da obrigatoriedade do recolhiccnto do tr!
buto, se este Já não tiver sido recolhido.
$ 1g A pena prevista neste artlgo será imposta
pelo responsável pela unl<l.!dc administrativa de fi­
nanças, por despacho administrativo que apu:ar a
responsabilidade do funcionário, a quem scrao asG~
gurados amplos direitos de defesa.
§ 22 Na hipótese do valor da multa e tributos -
deixados de arrecadar por culpa do funcionário ser
superior a 107. do total percebido mensalmente por
ele a titulo de remuneração, o responsável pela
unidade administrativa de finanças determina~á o
recolhimento parcelado, de modo que uma só vez não
seja recolhido importância excedente àquele lL~l
te.
Art.292 Não será de responsabilidade do fun
cionário a omissão que praticar ou o pagamento dÕ
tributo cujo recolhimento deixar de promover en ra
zão de ordem superior, devidamente provada,ou qua~
do não apurar infração cm face das limitações da
tarefa que lbc tenha sido atribuida pela chefia
imediata.
Parágrafo Onico - Não se atribuirá responsabili
dade ao funcionário, não tendo cabimento aplicaçãõ
de pena pecuniária ou de outra, quando se verift
car que a infração consta de livro ou docuoentos
fiscais a ele não exibidos e, por isso, já tenha
lavradÓ auto de infração por embargo â fiscaliza -
çao.
Art.293 - Consideradas as circunotânciais espe­
ciais cm que foi praticada a omissão do agente fi~
cal, ou os motivos por que deixou de promover a ar
recadação de tributos, conforme fixados cm regula=
menta, o responsável pela unidade administrativa
de finanças, após a aplicação da multa, poderá dIs
pensá-lo do pagamento dessa.
TITULO IX - DISPOSIÇÕES FINAIS
Art.294 - Serão desprezadas as frações de centa
vos no cálculo de qualquer tributo.
Art.295 - Fica instituída a Unidade Padrão Fis­
cal (UPF) que corresponderá ao valor de dez UFIRs,
para servir de parâmetro ou elemento indicativo de
cálculo de tributos e penalidades, como estabeleci
do na presente lei.
Arc.296 - Os tributos lançados de forma parcela
da terão os valores quantificados em UPF, tomando­
como base o valor da UPF do dia do lançamento.
Art.297 - O Poder Executivo expedirá decreto re
gulamentando a aplicação desta Lei.
Art.298 - Esta Lei entrará em vigor a partir de
12 de janeiro do próximo exercício.
Art.299 - Revogam-se as disposições em contrá
rio.
Art.286 . São definitivas;
I - as decisões de primeira instância não su­
jeitas a recurso de ofício, e quando esgotado o
prazo para recurso voluntário sem que esse tenha
sido interposto;
II - as decisões de segunda instância.
Parágrafo Onico - Quando o recurso voluntário -
for parcial, tornar-se-á definitiva, desde logo, a
parte da decisão que não tenha sido objeto de re­
curso.
Art.287 - Transitada em julgado a decisão conde
natória, o processo será remetido ao setor compe -
tente para a adoção das seguintes providências
quando cabíveis:
I - intimação do contribuinte, para que efetue
o pagamento da importância da condenação no prazo
de vinte dias;
II - conversão do valor do depóslto em dinheiro;
III - remessa ao Órgão competente para a inscri­
ção do crédito tributário em dívida ativa,decorri­
do o prazo e não cumprida a decisão;
IV - liberação dos bens, mercadorias, livros ou
documentos apresentados ou depositados. _
Art.288 - Transitada em julgado a decisao favo­
rável ao contribuinte, responsável ou autuado, o
processo será remetido ao setor competente· para
restituição dos tributo~ e penalidad~s porventura
pagos, bem como liberaçao das importancias deposi­
tadas, se as houver.
Art.289 - Os processos somente poderão ser ar­
quivados com o respectivo despacho.
Parágrafo Onico - Os processos encerrados se­
rão mantidos pela Administração, pelo prazo de ci_!!
co anos da data do despacho de seu arquivamento
após o que serão inutilizados.
CAPITULO Vil
RESPONSABILIDADE DOS AGENTES FISCAIS
Art.290 - O agente fiscal que, e função do car
go exercido, tendo conhecimento da infraçno da le­
gislação cribuÚria, deixar de lavrar e encaminhar
o auco de infração, fica sujeito a pena de respon­
sabilidade funcional pelo prejuízo cnus~do a Faze!!
da Pública Municipal, desde que a omissao e ares-
Prefeitura Municipal de Bela Vista
,
Abraão Armoa Zacarias - Prefeito Muncipal
T A B E L A
AL1QUOTAS DO IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS DE QUALQUER NA
TUREZA
01
02
03
()1,
os
DISCRIMINAÇÃO DAS AT!V!DADES
PROFISSl0SAlS Al/I0~0:-105
- de n[vel univcrsit..Írio
• de n!vcl t:Õd!o
- outros
_grasne,_.
FIXA ANUAL. IMPOSTO -
1 '1. sho,•1-
~ "U?f''
1
o.ento econ.
1tributiivel
0UIR0S SERV!Ç0S
- diversões pÚbllcas ,uxccç:io
a0s Jogos desportivos.
- outros serviços nõ.o cr.pecí
!l.c.ados nos !tens anteriores ,
; inclusive ·os jogos desport ha;.
10,0
s,o
2,0
10.0
s.o
T A"'B ELA II
T A X A D E L I C E N Ç A
PERCENTÍJAIS A SEREM-APLICADOS SOBRE A UNIDADE
FISCAL DO MUNIC!PIO.
de 101 A 50
de sl 4 40
a [ma de 400
l .2ccereiafs:
e& 5
de 5 a 100
de 10' « 50
ac{a de 20
2}, prestadores de serviço(enpre
as, pro!lssIona!as, sociedades de prg
fis!ora!s e dral: enr!dades coi
fLns Irat!vos:
até 50
e!.- 51 .l !CV
d•· 101 a 250
acfa de 20
3. Licença para cuão de obras par
t{cu)ares:
3.1 ccrsrruçõ:
. aprovação do pro'eto por
, concessão de alvarás de construçao,
ou rencaçao
. concessão de hat!te-se por '
, ru·ração do frõvel -
3.2. edi!:casão • +p14a660:
, aprova;ao do projeto por n .
, concesão do alvará de zcdIfIca;ao,
Ou TCnCVaç4O
33, deoltção e alterações;
34, execuçao de lotearento e desnem
br.imcnto:
. aprovação do projeto por n'
, od!ficaçãc do projeto aprovado por
r?
3.5 autorização para desnebracento e
rezebraento,
3.6. ct-r:idâo divers.:i
4. L1cenc;a par.i í)t.:t>l1c!d,1de:
4.1. painel, cartaz ou arúc(o, Incly
.sive }ttrrtro:; t St"-~lh.1n::es, lw:iro -
scs ou não. colocados em uros, radei­
r.1.r.':ento, il:!.-i!s c~pec1a1s, cerc.ados ,
tapures, tabuletas ou e qualquer ou­
tro local per{tido, por i por seres­
tre.
4.2. oo9tru:írios, inclusive letreiros
e scr.:clh,1nte9, lu:::inosos ou não, colo­
ados fora dos estabelecIrentos, ainda
ue e...-: µlerias, estaç.Ões, a!Jrigos,vc!
ulos ou ena qualquer outro local per­
.itiCo, por r:-.: por se:-iestre.
·.3. publicidade, fe!ta co a utiliza­
.ia de veículos, r,ssoas, mús1c.n5, anl
~is (circos, etc , alto-falantes ou
ualquer outro aparelho someero ou de
roJcção fotog,ráfic.1, por dia.
5. Licença para ocupação de áreas en
vias e logradouros: públicos:
a. e caráter Inter!tente por dia:
51, barracas e se...-..elhantes de !ei­
ras livres
5.2, veículos onde se vende mercado
rias
5.J. circos, parques de diversões ,
feiras, e.xposições, s~ prejuízo do
paaento do ir:posto devido 1
54, outras foras de ocupação no e.2_•
quadradas nos Itens anteriores
5.5. bancas de Jornal _
5.6 bares, lanchonetes, restauran
tes e se:-elhnntes, por r:
2
;
5. 7, outras !ora.as de ocupação não
e.nquadradas nos !tens anteriores, por
o.=.
6. Llcença para o comércio eventua.1 •
ou nr.bulontes:
6.l. comerciantes residentes no Mun!
dp!o (t:ês/ano):
. coe vl.!{culo ::otorizai:!o
. outros co:ierciantes
6.2. co:::crciantes não residen:.es !'?O
1:Un!dp!o:
co::,. veiculo ::,.otoriz.'.lc!O
gêneros al!ent!c1os
outros produtos
out.ros ccr.:~rc1.antes
gêneros alir.ent!cios
outros prodct.os
7 .o. Expe:!!entc
. .itcsta.do ou certidão
. atestado ou ce:-tidão por ano ou
fração de busca .
. requer!zento ou papel entrada na
re!eitun1
• overba;:Ão de escritura por i.::!Óvel
. trar.s fcrê.ncia de contrat'b
- b4i.xóls divers.:is
. registro de ferro de ado
. cert1d5o nesat1vn por 1.I:.Õve.l
.. scgu.,dJ.s vins, inclusive de docu­
ventos de arrecadação
8 .o. Serviço:. Diversos
• apreensão de ,:mi.:=.al por cabeça
• vo1cinacâo de ciic.s por u.-úd.adc
. depósito de .an.1.cal, por unidade e
por dia
. ex t ! n ç o d e for!gue!ro por unidg
de
. npree:i.?.âo de bens ou t::::erc.adorias
per u:Ud.Jdc ou por quilo
. d.epõ;;tto:. de ::crcador.ln.s e. objc. -
tos per lote até 100kg
Abate de An!a!s.
a. por cabeça de pado bovino
b por cabeça de antal de outras ecg
pé!es
c, por cabeça de ave
Ce::i.1 térlo:
Inação
Ee Sc::.:::ultur.:a r..1:;a:
Adulto, por ctnco ano.;
Infante, por 3 anos
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1,0
V,5
l,C0
1,00
0,J0
0,30
0,J0
0,50
0,20
0,60
0,20
0,20
1.,00 - 6,00
0,15
o,so 3,00
1,00, 4,00, 6,00
1,00, 1..,00, 6,00
o,so, 1,00, .c.,oo
0,60, 1,so, 5,00
1,00
0,80
1,00
1,00
o,so
1.,00
l,S0
o,so
1,00
1,00
0,20
0,20
0,30
º·ºª
0,20
0,05
O,OJ
0,002
l,0
0,50

,101"1/J, 'l'H I IIIJtln li, F PONTEIA HELA VJ:.,TA/MS, 2'.i D!': DEZEMBRO DE 1993 PÃGINA - '
Prefeitura Municipal de Bela Vista' - MS
Código Tributário Munici1Jal - Lei N· 966 de 20 de Dezembro de 1993
Adulto, por clnco ,rnor;
. Infante, por três, anos
. Mausoléu, por cinco anos
Prorrogação de_Prazo;
. Sepultura rasa, por 5 anos
. Carneira por 5 anos
f_crpo tuidade:
Sopulluru rasu, por mª
Carneira, por m
Jazigo (cdrncird dupla, gcmindda) por
m?
ExumaçZto:
Antes de vencido o prazo regulamentar
de decomposição
Depois de vencido o prazo regulamentar
de decomposiç::io
piveros:
Abcrturd de scpulturd, carneira, jazi­
go ou mausoléu para nova inumacâo
. Entrada ou retirada de ossada
. Permissão para qualquer construção no
cemitério (embelezamento, colocacâo de
inscrições, etc)
AL!QUOTA LM "UPF"
T A B E LA III TAXAS DC SERVIÇOS URDA~OS
-------------------- ....,
Em Carneir..:
-~ . --~
1,50
1,00
),0
1,50
2,00
1,00
2,0
3, o
2,50
1,50
1,50
1,50
1,50
PERCENTUAIS A SER.F'M APLICADOS SODRL: A UNIDADB fISClL DO
r
1 DISCRIMINAÇÃO
AL1Q'OTA EM "UPr"
1. Coleta domicilidr de lixo:
1.1. - Imóveis edificados, por clas­
se de a.roa construldu (ml):
1.1.1. - Exclusivumente residenciais
até 60
de 61 a 120
de 121 d 250
acima de 250
1.1.2 - não residenciais
até 60
de 61 a 120
de 121 a 250
acima de 250
2, Limpeza de vias públicas, por metro
linear de testada.
3, Limpeza e roçada de imóveis não edi­
ficados, até 400 m
2
3.1 - cada 100 m excedente
4. Retirada de entulhos cm geral
Nivelamento de lote até 360 m
2
. por m? excedente
Transporte de máquinas em caminhâo
pranchas/km rodado - ida e volta
0,50
1,50
2,50
3,00
1,00
2,00
3,00
3,50
0,05
3,00
0,30
1,00
0,005
0,15
EÍC
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PORÁ
01) 1MONA,
PI
E$/4 gl I
A/IJUIYCIE!
067(
439_1410
251_1669
287-1239
BELh VIS'l'A
JARDIM
P. MURTINHO
ELBA/ 86
Vende-se, motor novo, amortece~ores novos
pneus novos. A toda prova. Apenas CR$
700.000,00 ou US$ 4.500,00.
Tratar - Fone 439-1041 - 439-1692
Dr. Kleber - Bela Vista - MS
======================~-------------------
VENDO
Uma Impressora e um Monitor (Laranja) de
Microcomputador. Tratar com Dra. Luciana.
251-1245 ou 251-1874 - JARDIM - MS
---------------------------------- .--------
VENDO OU TROCO
Por gado: veiculo Pampa - GL 1.8 -90/90
Tra tar com Dra. Luciana. •
Fone - 251-1245 ou 251-1874 - JARDIM - MS
======================~===================
r
VENDE-SE
Instalação de um Restaurante e Lanchonete:·
freezer, mesas, cadeiras, forno~~fogões
vasilhames, etc ...
Tratar - Fone (067) 439-1020 - Bela Vista.
:..-===-====-====== _=. =. .== ... ==== -- -- = = ·-·;..,
Eletrônica: System~,--···-
.. L .
aa ALDIMAR HARalh1lES KAO!ADO E AllA KAR-
, . 1'.A KARn.llEZ
. .
• * Consertos de IV eo Cores e
Preto e Branco, aparelhos de soo cm
* gcrnl, e, vcrdas e 1nstolnç6es de• to
ia ca-fitas, alto falante, fitas K-7 ,
ínbricar.:os c sole para qualquer ti-
- po ou marca de carros ou C.'.ln:tlnhões ..
Transcodificações em vídeo ,
dl&cos., nss1stCncio. tê.ente.a e!l P;:ir:i­
bÓ!1ca.
* Vcnd:r, pnnta.gea, lnnt.alaçâo e a.anut~o de Ant~ P.r.ra­
bÕllc-o'l e.o :;[tios, châe.Jr:1111 e f.;u:cncb.s. FOME - 435-110.3
Ru Candido Garcia de souu,530 - Antonio Joiio - HS
ROTEIRO
COMERCIIL
·casa de Carne Sadiá
DE: ANTONIO CASANOVA
Carne de suino, bovino, frango, lin
guicas mí?tas e de suino, queijos, ba
nhas, geléia de mocotó, torresmos, etc ..
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Edição de Natal
l 4 AD E R NO
-------- ----------- --
S a u d a cão do Preleil
"P ICÃO D E NATA. - 25/Df:7./1993 4<> CJOEHNO
o
Prefeito <lr .iilrdim , José- Vicente de Sanctis Pires
E.t. $ P»
«.9 'O
Desde o primei­
ro dia de nossa admi
nistração sabíamos=
que não seria fácil
gerenciar Jardim, um
município com gra
ves problemas admi­
nistrativos.
Adotamos, corno
postura, uma políti­
ca de reestruturação
financeira e, como
meta primordial, o
atendimento ao ser
humano.
a u trabalho e aten­
der às ncessidades
bú.,; ica s do povo
principalmente o ca
ren e, foi a primei­
ra atitude adrninis
trativa pois, sempre
tivemos consciência­
de que é o atendimen
to dispensado ao po
vo, o alicerce de
uma administração
digna.
• Veja matéria na
página - 02/40 Cad.
Prefeito Luiz Abreu
Ajuda no Combate à
Fome e à Miséria
F.stas medidas
aparentemente sim
ples, eran absoluta­
mente necessárias e
até urgentes de se
rem tomadas.
Colocar os salá
rios dos funcioná
rios cm dia, recupe­
rara honrabilidade
institucional e a
dignidade dos servi­
ços e servidores pá
blicos, valorizar
f
,
'- '
,...::,-
'
Sr. Tadeu Ocampos, Eng Fernando Jorge de Barros, Prefeito Juvi­
no Godoy, Deputado Moka, Prefeito Abraao Zacarias, Vereador Mar
cos Barbosa e Vice-Prefeito de Caracol·Wilson F. Leite.
Foi inaugurada.
Pelo Prefeito Munici
Pal de caracol,
Ponte sobre o Rio Ca
racol, na região que
demanda ao TORO MO
RO.
Com as presen
,as de vãrias autori
dades locais entre
as quais destacamos­
º Prefeito Juvino Go
doy e Sra, Vice-pPre­
feito Wilson Ferrei­
ra Leite, Deputado
aldemir Moka, Pre
feito de Bela Vista=
Abraão Zacarias, En
genheiro
do DERSUL
Residente
Fernando
Jorge de Barros, os
Vereadores José Car
los Barcelos - PresI
dente da Câmara Muni
cipal de Caracol ~
Marcos Barbosa - Pre
sidente da Câmara Mu
nicipal de Bela vis
ta, os vereadores de
Caracol: Thirson Fer
reira Leite, Dorali=
na R. Leite, Darci
Souza Neto, Paschoal
Pucheta e Josélio
dos Santos e ainda i
númeras pessoas de
1.
Prefeito de Porto Murtinho, Luiz Carlos de Jbrcu.
O Prefeito Muni
cipal de Porto Murtí
nho, Luiz Carlos de
Abreu e toda sua e
quipe e principalme~
te o PRONAV Munici
pal com a sua Coorde
nadora Dona Emy Oha­
ra de Abreu não vem
medindo esforços no
combate à pobreza e
à miséria.
Neste dia 29 e
30 de julho o PRONAV
Municipal junto com
a Agência do Banco
do Brasil local e da
2a Companhia de Fron
teira, participaram­
da distribuição de
alimentos, agasalhos
e cobertores às pes
soas carentes do mu­
nicípio, no total fo
ram beneficiada 318
família: que desde o
inicio da Administra
cão atual vem ilten
dendo mensalmente
• Veja matér,a­
completa na página/
06 deste cadero na
matéria Retrospecti­
va da Administ:a,;::r.
Luiz Carlos de Ab:ou
destaque na socieda­
de Caracolense.
* Matéria na Pá
qina - 12 deste Ca
derno- na Retros­
pectiva da Adminis
tração Juvino Godoy. + Matéria na Página ll deste Caderno - Edição de Natal
Gente Jovem
* Veja os principais acontecimentos sociais da sociedade jardinense nesta Co­
luna - Por André Luiz valo - na Página 11 deste Caderno

O2
EDIÇÃO DE 'NTAL
40 CADEPO
RETROSPECTIVA DA ADMINISTRAÇÃO PIRES - JARDIM - MS
Saudação do. Prefeito
'
JARDINENSES
Conta,para ajud-la, com os seguintes órgãos:
PRONAV MUNICIPAL
l
1
i
Desde o primeiro dia de nos­
sa Administração sabíamos que -
não seria fácil gerenciar dar
dim, um Município com graves
problcman adminiotrativoa.
Adotamos, como postura, uma
política de reestruturação fi -
nanceira e, como meta primor
dial, o atendimento ao ser huma
no.
Estas medidas, aparentemente
simples, eram absolutamente ne­
cesárias e até urgentes de se­
rem tomadas.
Colocar os salários dos fun­
cionários em dia, recuperar a
honrabilidade institucional e a
dignidade dos serviços e servi­
dores públicos, valorizar seu
trabalho e atender às necesida
des básicas do povo, principal­
mente o carente, foi a primeira
atitude dispensada ao povo, o
alicerce de uma Administração -
digna.
A oportunidade, a nós delega
da pelo povo jardinense, nos e~
polga e entusiasma, pois nos
deu oportunidade de trabalhar -
pelo futuro de Jardim.
Quem acompanhou as dificulda
des apresentadas, nos primeiros
meses de nossa Administração ,
no tocante a organização do erá
rio público, sabe que os meti
vos de júbilo são, no mínimo ,
gratiflcantos pois alcançamos é
xito cm nosso investimento.
"O POVO"
Ao encerrarmos 1993 agradece
mos a Deus pela força e lucidez,
à nós transmitidas; a nossa e -
quipe que, lado a lado, conosco
batalhou e ao meu povo que teve
paciência e consciência no de -
senvolvimento de nosso trabalho.
o Prefeito José Vicente de
Sanctis Pires tomou posse no
dia 01/01/93 o, no mesmo dia ,
iniciou a Administração séria -
para que:
"Jardim voltasse a Crescer".
As medidas tomadas não mos -
trou seu alcance do imediato
pois, necessário foi colocar cm
dia as dívidas existentes e
pendentes, o Saneamento Adminig
trativo foi o primeiro objetivo
da Administração Pires.
Encontrando uma Administra -
cão endividada e com equipamen­
tos existentes sem vida útil, o
Prefeito Pires,não se abalou e
iniciou sua gestão com otimismo
e muito amor ao seu povo.
Foi pensando no povo jardi -
nense, no setor social que tra­
çou os objetivos a serem alcan­
çados em 1993 e para ajudá-lo -
nomeou sua equipe de que só exi
giu trabalho, capacidade e ho -
nestidade. A partir desse pon -
to, sempre orientados pelo din
mico Chefe do Executivo, todo -
secretariado arregaçou as man -
gas e começou a fazer com que
Jardim voltassse ao seu desen -
volvimento.
EQUIPE ADMINISTRATIVA
Ernestina A. Giansante Grubert­
Chefe de Gabinete
Suzana Lima de Medeiros - Secre
tária Municipal de Administraçao
Eng. José Vicente de Sanctis Pi
res Júnior - Secretário Munici­
pal de Fazenda e Planejamento
José Francisco da Silva Filho -
Secretário Municipal de Viação
e Obras Públicas
Eraldo da Silva - Secretário Mu
nicipal de Serviços Urbanos
Ora. Maria de Lourdes dos Reis­
Secretária Municipal de Saúde e
Saneamento
Professora Edit da Rosa Medei
ros - Secretária Municipal de E
ducação, Cultura e Esportes
Maria de Lourdes Lorenzetti Pi­
res - Secretária Municipal de
Promoção Social
Dr. Marcus Antonio Ruiz - Asses
sor Jurídico -
Luiz Eduardo Giansante Grubert­
Assessor Especial
4INVIRIES AMIMISIRNINAS
i
!

i
1
1
1
Decreto que dispõe sobre a
Anistia Fiscal oh5o'ivendo auxi
liar o Munícipe inadimplente e
procurando recursos para gerir
sua Administração.
Criação da Secretaria de Pro
moção Social, para que o atendi
mento aos Municipes carentes
fosse dinamizado e consciente.
Atendimento ao PRONAV, sur -­
tindo seus depósitos para ini -
ciar o atendimento à população
jardinense.
Aquisição e implantação do
Sistema Municipal de Informáti­
ca, colocando a Administração -
de Jardim na era da dinamização
de atividades.
Aquisição de Equipamentos de
uso interno da Prefeitura, Se -
cretarias e Escolas.
Pagamento dos Salários .dos
funcionários municipais, em d -
traso de 3 meses.
Hegularização do repasse de
verba para o Poder Legislativo
(3 meses de atraso).
Indenização de funcionáriós.
Regularização do FGTS e INSS
Parcelamento e pagamento das
dividas junto ã Enersul, Sane -
sul e Telems.
Implementação do Sistema de
Licitação Municipal.
Secretaria de Fazenda e Planejamento
Eng. José Vicente de Sanctis Pires Júnior - Secretário
Luiz Eduardo Giansante Grubert - Assessor Especial
Aldo da Silva Brum - Chefe de Tributação
Setor Pessoal
"Valorizando nossos funcioná
rl.os teremos a g·arantia do su-=
cesso em nossa Administração".
Com esse pensamento o Prefei
to de Jardim Eng. José Vicente­
de Sanctis Pires promoveu a va­
lorizacão do trabalhador munici
pal, tendo o carinho de atuali-=
zar seus vencimentos e dar-lhes
condições dfgnas de trabalho.
Promover o Concurso Público
Municipal foi uma de suas ações
em prol o trabalhador da Prefei
tura.
Criação da Comissão de Valo­
rizacão do Magistério, uma de
suas vitórias.
Professora Suzana Lima de Me
deiros - Secretária de Adminis­
tracão. Enio Silveira Cavalhei­
ro - Chefe do Setor Pessoal.
Promoção Social
O compromisso com o atendi -
mento à população especialmente
a mais carente, continua a ser
meta primordial do Prefeito Jo­
sé Vicente de Sanctis Pires que
'Criou a Secretaria de Promo­
c;aõ Social.
A Ação Social, sob a Coorde­
"ção da Primeira Dama Dona Ma-
ria de Lourdes Lorenzetti Pi
res, contando .com o apoio da di
nâmica equipe da Secretaria e a
juda da população jardinense ,
procurou orientar seu trabalho
na direção da suoeração de aten
dimento àqueles êuja sorte nâõ
os premiou: "Os mais carentes -
de nosso Municiio".
órgão que realize Ul1d obrd -
permanente de apoio e assistên­
cia aos mais carentes, tem ca -
dastrados:
- famílias carentes
- idosos do Projeto Conviver
o PRONAV investindo alto pa­
ra satisfazer as necessidades -
sociais. Valeu a pena. Foi um
atendimento de mais de 30 pes -
soas/dia que, somando à manuten
ão dos cursos e a presença per
manente dos menors na Creche
Centro de Aprendizagem, supera
a 200 atendimentos diários.
E o trabalho, que traz orgu­
lho à Adrr.inistração Pires, é a
área que desperta amor e vonta­
de de lutar "É o atendimento s
cia1".
Palavras da,Primeira Dama:
"Ver nosso semelhante com
saúde, sem tremer de frio, bem
alimentado é o nosso desejo e a
nossa meta".
ATENDIMENTO
O PRONAV Municipal em 1993, efetuou os seguintes atendimentos:
39 exames
89 examos
32 próteses
175 Certidões
114 consultas
104 doações
269 armações
600 receitas
290 pessoas
3 9 lonas
Fxames laboratoriais
Exames de ultrasonografia
Prótese dentária
Certidões de Nascimento
Oftalmologista
Doações de óculos •
Armações para óculos
Medicamentos
Assistência 7equinha
Doações de Lona
400 pessoas atendidas com alimentos diverso.s
Doações de alimentos para idosos
Doações de cobertores
Doações roupas usadas
Doações de leite
Iigacão de água
Padrão de luz
Promoções do PRONAV
Memorando
Convênio com LBA
Projetos
Comunicação Exoedida
Comunicacão recebida
Ofícios expedidos
Oficies recebidos
Doações de 7.500 kg de feijões
carentes .
3000 sacolas
8 50 cobertores
80 peças
120 litros diariamente
15 ligações
03 padrões
17 promoções
60 memorandos
04 convênios
03 projetos
115 conunicações
118 comunicações
98 Oficies
75 Ofícios
t
as pessoas.
1501 sacolas natalinas
1
CENTRO DE APREHDIZACiEM
Em 1987, em sua primeira Gestão, o Prefeito Pires procurando
atender as necessidades do menor de Jardim fundou o PROMAM, e.1
convenio com a Funabem.
Com a extinção do FUNABEM foi criado o Centro de Aprendizagem7
Infante JuveniJ. para prossegu.ir e alcançar os objetivos traçados
pelo PROMAM.
Em 1993, o Centro de Aprendizagem atendeu 200 menores apoian­
do-os em suas atividades escolares, encaminhando-os a cursos co-
mo o de datilografia. '
Sendo, os menores do Centro de Aprendizagem, em sua maioria -
carentes foi-lhes oferecido alimentação e atendimento médico o -
d.ontológico. ·


a
a-
10
oen
e a
EDIÇKO DE NATAL, 1() CJlll.11'!0
OJ
RETROSPECTIVA DA AMINISTRAÇÃO PIES
O Esporte e o lazer, d músicd P d dança foram as atividades
de descontração que os menores desenvolveram em suas horas de
descanso. -,,~- ........ -----,-,-,
ôrqão ligado à
Secretaria de Promo­
cão Social possui
uma equipe competen­
te que desenvolve
suas atividades com
muito amor. Coordena
dora Professora Lira
llaerter dos Santos.
Creche
Mnir.ipai
JIHDIM MS caço encaminhe,nto do rror para que, o mso, tenha oportu­
r idade de aprender e se desenvolver e pare tinto, o Prefeito Pi-
1es tomou, neste ano do 1993, medidas do valorização do Magisté­
rio e do Educando:
-- Implantação C.V.M. - Comissão de V.crização do Magistério;
-- Implantação 'c Departamento d Esportes;
- Apoio ao Espore amador, dando oportunidade para que Jardim
participasse de todas as atividades esportivas. Exemplo da XV
opa Morena de Fut/5al quando nossa cidade tornou-so Tri-Campa
« da participação nos Jogos Abrtos de Mato Grosso do Sul cm
"Três Lagoas onde nossa Equipe sagrou-se Campeã, tendo oportunids
de de representar nosso Es.ado nos Jogos Aberta em Chapecó/SC.
- Oportunizou os Campeonatos da Copa Morena Juvenil de Fut/Sal e
Futebol;
- Copa Morena de Veteranos de Futebol e Fut/Sal
- Torneio Municipal de Futebol
- Corrida ciclista - etapa Municipal e Estadual;
Corrida pedestre,
- Torneio de Voley de Areia
Criação de novas salas de aula para abrigar menores que esta -
Vdlll sem estudar por faltaª" vogas
- Criação e implantação da Divisão de Supervisão Fscolar
- Absorção para o Municipio da Escola Estadual de l9 grau Oswal-
c1o F. Monteiro
- Capacitação de Recursos Humanos com cursos na área de Pré-Esco
lar e Ensino Fundamental de 1a à 8a Séries;
Apresentação da Noite Folclórica
Aquisição de nov~ ônibus Escoltlr.
l
c5
-5
4c5
a5e°

e"
e5
a5
o
35
Também implantada
cm 1988 pelo Prefei­
to Pires, atende as
crianças de O a 7 a-
nos cujos pais, por -..,
necessidade de traba .__
lho, não encontram -
local para atendê
los.
Em 1993 foram a -
tendidas 50 crianças
cm período integral
quc1ndo receberam mui l
to amor, alimenta
cão, cuidados médi -
cos, odontológicos ,
higiene e preparo p~ l ~
ra a vida escolar. _
Equipe que atende t '
os menores na Creche . .._------------------------l
Maria Neide Neto Acosta
I
I
·'
,
.i.º ,
o.
das ao menor.
o Conselho Municipal
rou e efetuou a eleição
cão do Conselho Tutelar
dim.
- Coordenadora da Creche.
estrutu
e forma
de Jar-
CONSELHEIROS MUNICIPAL
Professora Sebastiana Maria
Xavier de Moraes - Presidente ;
Ora Maria de Lourdes dos Reis;
Professora Edit da Rosa Medei -
ros; Estanislau ArmOa;
Professora Olga Maria Mira!l
da· Professora Lucilene Pereira.
'o Conselho Tutelar é órgão -
pennanente, autónomo e não juris
dicional, encarregado, pela So­
ciedade, de .zelar pelo cumpri -
mente da política municipal dos
direitos da Criança e do Adole~
cente.
E COPOSTO POR CINCO MEMPROS.
Professor Jair Mauro F. Fre­
goneze- Presidente; Professora
SETOR EDUCACIO Al
responsabilidade maior de um bom Administrador é com a edu-
L • _
EQUIPE
Professora Edit da Rosa Medeiros - Secretária
I.uciane Karla L. Pires - Chefe de Divisão de Supervisão
Professor Mário do Carmo Torres - Chefe de Divisão de Esportes
Narli Torres e Aparecida Jacob - Secretária Escolar
Saúde e Saneamento
Fazendo parte do importante trinômio "Educação, Saúde e Assis
t.ência Social". O Prefeito Pires, com sua atenção ao atendimento
ao Jardinense, dedicou sua atenção ao Setor da Saúde, iniciando­
pelo Escolar.
- Implantou o atendimento médico-odontológico aos alunos da REME
com instalação de Gabinetes nas Escolas Zeus Benevides e MARC;
- Reestruturou o Conselho Municipal e com ele trocou os objeti -
vos a serem alcançados no ano de 1.993
- Implantou o atendimento odontológico no período noturno,
r.scolas Municipais e Posto de Saúde
- Adquiriu uma ambulância nova; Saúde da Vila Panorama
-- Apoiou integralmente as Campanhas desenvolvidas no Setor
f.aúde
-- Criou o cargo de Veterinário e implantou a Vigilância Sanitá -
ria no Município;
- Adquiriu remédios através da Fundação de Saúde
Atendimentos
nas
Conselhos Municipal e Tute -
lar de Atendimento à Criança e
ao Adolescente.
Certos que o atendimento e
encaminhamento do menor é a me­
lhor solução para dias melhores,
o Prefeito Pires e Dona Lourdes,
destinaram seu·tempo na reestru
·turação da Lei dos Direito.s dã
Criança e do Adolescente, ade -
quando-a para as necessidades -
reais de nossos menores e forma
ramo Conselho Municipal que ti
ve como meta primordial, oca -
dastramento das entidades liga-
•Suzana lima de Medeiros; Fátima
Fernandes de Almeida; Professo­
ra Ernestina A. G. Grubert; Dr.
Marcus Antonio Ruiz e pelos S­
plentes: Professora Rosidelma -
Ferreira Vargas; Eder Loubot, e
leitos pelos órgãos cadastrados
no Conselho Municipal da Crian-
ça e do Adolescente. •
Apesar de autónomo, o Conse­
lho Tutelar, tem recebido total
apoio do Prefeito Municipal e
da Secretaria de Promocao So
• cial.
Trabalha em harmonia com o
Juizado de Menores e recebe a -
poio de toda população jardine!l
se.
o Conselho Tutelar desenvol­
veu, em 4 meses de <!=nação, um
trabalho de atendimento . junto
aos menores e as familias, pro­
curando difundir. os enunciados
do Estatnto da Criança e do A -
dolcscente, como o 1 Encontro
para Estudos do Estatuto da Cri
anca e da Adolescência idealiza
do pelo Promotor de Justica Dr.
Ercílio Antonio Comparin, opor­
tunidade que contou com a pre -
sença do Superintendente da
CBIA - Antonio José AngeloMotti.
Com uma extensa lista de a -
tendimentos o Conselho Tutelar,
em conjunto com a Administração
Municipal e o Juizado do Menor,
tem muito a agradecer a todos -
que, com seus· membros tem cola­
borado.
de
12.182 - Consultas médicas; 5.933 - Exames de Laboratório;lS.851
Procedimentos; 6.582 - doses aplicadas; 8.639- entre inalações,
inJeçoes e curativos; 58 - pequenas cirurgias; 2 - Campanhas de
~ultivacinação. •
EQUIPE
Dra. Maria de Lourdes dos Reis - Secretária; Dr. Manoel dos
Passos Padilho; Dr. Rivair Durval Paranho Júnior; Dr. Alberto
J.uiz da Silva Leite; Luiz Eduardo M. Portugal; Laucídio V. de
narros; Dr. Tarley V. Marques; Dr. Nivaldo da S. Bispo; Rita "da
Silva Amaral - Assessora Administrativa.
VIACÃO E OBRAS PÚBLICAS
» ,
Limpar a cidade, garantindo que a família jardinense viva em
um Mu.nicipio limpo, sadio e bonito foi a preocupação permanente
do Prefeito Pires nete ano de 1.993.
- Logo nos primeiros dias de seu governo foi iniciado novo servi
co de limpeza, tendo o setor de recolhimento de lixo se expand­
do a todos os recantos da cidade de Jardim.
Visando asfuturas obras de drenagem e pavimentação das vias
publicas providenciou a produção d estoque de tubos que deverão
ser utilizado nas galerias de ãguas pluviais.
-- Com os equipamentos rodoviários em péssimo estado de conserva­
cão, providenciou o concerto e reforma, dos mesmos, e tem procu­
rado conservar as vias publicas com constantes serviços de patro
lamento e • cascalhamente. -
.-- Reformou, totalmente, o Ginásio de Esportes Ticão dando condi
·,õe s da sadia prã tica de esportes. . ' . , -
- Concluiu as obras da Capela do Cemitério e- do Terminal Rodovi~
rio;
- Providenciou a reforma das Escolas Municipais
- Iniciou a construção do Centro de Saúde da Vila Panorama
-· Prov-idenciou a recuperação de vários oontilhões e pontes
vias públicas •
das

E.DICO DE NATAL, 49 CADER!IO 25 DE DEZERO DE ..993
-- ------- -------
PC1A 04
---------- ----------
RETRO!PEC'TIVA DA ADMINISTRAÇÃO PIRES - JARDIM MS
- Implantou o início das obras de construção de 250 casas do Pro
jeto de D favelamento do Município
- Construção da Ecola Municipal da Vila Santa Tereza, recursos
repassados polo MEC;
implentou o inicio das obras de construção
to de Dcsfavclamcnto do Município;
- Construção da Escola Municipal da Vila Santa Tereza, recursos
repassados pelo MEC.
1
'
1
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'
roa. e
Equipe- Jos &eis da silva Filho - secretário de obras;
Eraldo da Silva - Secretário de Serviços Urbanos.
• LECilSLATIVO PARTICIPA TiVO
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1

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1
os Nobres Vereadores Jardinenses tem sentido a importância d~
Administração Pires e, juntos, tem proporcionado o apoio necess~
rio às medidas emanadas do Poder Executivo e encaminhando suges­
tões importantes para a evolução da qualidade de vida e atendi -
mcnto à população jardinense. _
o Poder Legislativo é presidido pelo Nobre Vereador Jose Fran
cisco Alves e alia-se ao Prefeito Municipal no esforço de assegu
rar à população um futuro melhor, de prosperidade e progresso. .
No relacionamento entre os dois Poderes fale; ,nais alto o Pro­
gresso de Jardim. As disputas políticas ou partidárias ficaram -
em segundo plano. Os Projetos de Desenvolvimento do Município e
jardinenses foram aprovados com prioridade pelo Legislativo Uno
e Coeso.
PODER LEGISLATIVO
José Francisco Alves - Presidente; Ivan Vitório Braga - Vice­
Presidente; Fernando Augusto Freitas - 10 Secretário; Dalva Gue­
des Cafure - 20 Secretário; José Carlos Medeiros Rocha - Líder -
do prefeito; Renato Ferraz; Ilson Martins Leite; Cireno Trelha -
Falcão; Ramão Dalbuena; Dacir Barbosa de Deus; Daminones Vasques
Palhano.
PARCERIA COM O ESTADO·
- ,: 1 r» encaminha
3 - Ao MIR - Ministério da Ir.tgraçao Kg!ona 6
'os Projetos para: . -
- pavimentação asfáltica na Av. Cel. Camisa
liz ,.. ,~ ('" c:íg .,s pluvi.1i::- <10
- Executar obras de drenagem e cana ava «
JongO da BR 060 - d b ·
vicinais, com construçao e oiros
-- Recuperação de 1l estradas -
e- pontos
S • "l for -1 c1-.-•-,-_L1dos C' cr.cJ.r.ii -
4- AO Ministério do Ben-Estar 5oca •
nhado projetos visando:, 1, e, Ar a rede de g
- Construção de caixa séptica e fi tro para a.enaer d F
goto do Conjunto Previsul
-- Execução do drenagem e canalização da região denominada "Funda
ão do Vale" -
-· Implantação de 7.700 m de rede de água tratada em toda req1ao
periférica de Jardim _
- Implantação de 5.774 m de rede de esgoto sanitário na região -
central de Jardim;
- Execução de obras de drenagem e canalização de ciguds pluviais
na Av. Duque de Caxias - .
-- Término das Obras da creche, iniciada na gestc:lo ,rntcr1or
5 _ Elaboração de 28 Projetos de Lei, encaminhados e aprovados
pelo Poder Legislativo, retornando para serem sancionados e
transformados cm Lei, tais como:
Lei Orçamentária para o ano de 1944;
- Doação de área urbana e Mitra Diocesana;
Doação de área urbana ao Sintej;
Autorização para o Executivo firmar convênio com a União, Es­
tado e órgãos Estaduais;
- Plano plurianual de Investimentos para o triênio 94/96
- Autorização para o Poder Executivo doar, área para a implanta-
cão do Centro Universitário Estadual.
- criação dos Conselhos Municipal: de Desporto e Lazer, Anistia -
Fiscal, etc...
7 - Elaboração de 079 Decretos dentre os quais:
Criaçaõ das Comissões Municipais de:
Valorização do Magistério
Saúde
- Organizadora do Concurso Público
- Defesa Civil
De Desenvolvimento Rural
Dos Direitos da Criança e do Adolescente
De Defesa do Meio Ambiente
-- Programação de Despesas
- Suplementações, etc.
1
J.
Legalização de 61 terrenos pertencentes a municipalidade/ loca
,ão, confecção de memorial descritivo e escrituração. Valor gas­
to CR$ 6.305.975,00.
Equipe - Ernestina A. G. Grubert - Chefe de Gabinete; Fátima
F. Almeida - Assessora de Gabinete; Maria A. Fernandes - Secret~
ria.
Distrito de Boqueirão
1
1
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t
1
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O Eng. José Vicente de Sanctis Pires, sempre preocupado com o
Setor Educacional, assinou Convênio com a Secretaria de Estado -
de Educação para ampliação e reforma dos Educandários Estaduais.
Ampliação da Escola Estadual Antonio Pinto Pereira e reforma
total das dependências da Escola Cel. Juvncio, tornando-os ver­
dadeiros cartões de visita e dignos de receber nossa Comunidade
Estudantil.
Chefia de Gabinete·
Além de Coordenar as relàções político Administrativas do Pre
feito com a Câmara Municipal, Munícipes e Entidades; atender o
cerimonial, imprensa e divulgação de assuntos e atos à Adminis
tração. Foram elaborados projetos que visam aquisição de recur -
sos para atender as necessidades gerais de Jardim tais como:
1 - Elaboração de Projetos solicitando recursos ao Minist~rio da
Educação.
- Ampliar e equipar a EMPEPSG Prefeito Estácio Cunha Martins;
- Capacitar o pessoal docente do Pré a_So Série;
- Construção de 5 complexos de Pré-Escolar nas Escolas MARC, CaS
tele Branco, Professora Beracy, Bernardino Machado e Durval C.
Barbosa;
- Cor.struçãu de complexo de Pré-Escolar no Distrito de Boqueirão;
- Ampliar, Promover a Manutenção, adquirir equipamentos e módu -
los de materiais didáticos atendendo as necessidades de todas as
Escolas Municipais;
•• Construção de uma Unidade Escolar, na Vila Santa Te.reza;
- Ampliação e aquisição de equipamentos na Escola Prefeito Está­
cio Cunha Martins no Distrito de Boqueirão:
-- Construção de 03 quadras polivalentes e aquisição de material
~sportivo nas Escolas Beracy, Bernardino e Panorama.
Elaboração de Projetos Sociais na área do Ministério da Saü-
"O Distrito de Boqueirão será o Cinturão Verde de Jardim".
Investindo nesta idéia o Prefeito Pires adquiriu uma área pa­
ra atividades da Escola Agrícola.
Conveniou com a Secretaria do Estado de Agricultura, Terrasul,
para aquisição e distribuição aos pequenos agricultores, de 71
sacas de feijão, para plantio e sementes de hortaliças.
- Implantação da Horta Comunitária e Horta da Escola, que bem
cuidada ofereceu alimentos ao povo e Escolas Municipais.
Entregou 38 termos de doação e Memorial Descritivo aos rnoradE
res de Boqueirão: l
- Implantou o atendimento médico semanal
- Implantou o sistema de Comunicação - Correios e Posto Telefni
co
-- Promoveu o Mutirão do Distrito quando ofereceu condições e rea
lizou atendimento médico odontológico
- Vacinação
- Exames de tipagern sanguínea
- Consultas médicas
-. Próteses
- Expediu ordens para exames oftalmológicos
- carteiras de trabalho
- identidades
- tí tu los de eleitor.
- Certidões de Nascimento
Promoveu a recuperação, limpeza, plantio de árvores nas vias -
urbanas do Distrito
-- Reforma da quadra de esportes
- Instalou a rede d'água.
Para atender melhor a população, no Projeto de Desfavelamen -
to, reservou 25 casas para serem construídas no Distrito de Bo -
ueirão.
o apoio dado à Agricultura jã surtiu efeito na colheita
feijão.
Equipe auxiliar.
Engenheiro Agrônomo Reginaldo s. da Sene.
a
Jardim Volta a Crescer
Um Ano de ftdministração na
Procura dà• Estabilidade do Poder
Executivo Tendo o Homem como
. Meta Primordial
.1.
,
·,,
l!i
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do
1
?

-
E.DICMO DE 'KTAL
40 CADERNO
r E roirã iiiiri irríéci sacio ios osos
O dia 19 do Povo- , • do e a·al.no Med.
reiro do 1,993, foi
um dia mullo capcci­
al pnrR R Coordenado
ra do Pronav Munici­
pal.
Nome dia a 10
Dama, juntamente com
sua equipe, puderam
colocar cm prática o
Projeto Pronav/LBA ,
na modalidade Convi­
ver.
E.te Convênio tem
por objetivo a:ender
ao idoso carenze, a­
cima de 60 anos, num
total do 130 anos i­
nativos com atendi -
mento médico-hospisa
lar, medicamen:os ~
cestas básicas, bem
como atividades e
culturais.
Além disso, busca
:ambém a integracão
dos idosos no seio -
familiar e social.
Num clima de fes­
ta, o Vice-Prefeito
Adilson Gomes Neto -
(Tena), que marcou -
presença no local ,
num discurso emocio­
nado, elogiou o tra­
balho da 10 Dama
que juntamente com o
Guarda Mirim,
s-
Primeira Dama de P. Murtinho Emy_ Ohara
Chefe de Divisão e.
Promoção Social, Ce­
lanira Loubet Netto,
fizeram a entrega de
130 sacolões aos idQ
SOS.
"Nós não queremos
atender apenas 130,
mas, na medida do
possível, queremos a
Porto Murtinho co p
memorou aniversario L
dia 13 pp., um dos
pontos altos do dos- r
file cívico Militar,
levando muitas pes - f'-..
soas à lágrimas, foi • -
a passagem dos garbo
sos meninos e moni - l
nas da Guarda Mirim 'L
de Porto Murtinho.
com a sua humilda
de, maneira do se h
o Prefeito Luiz car- [
los de Abreu, saiu i
na fronte dos demais
Prefeitos de nossa -
região, implantando
naquela cidade
Guarda Mirim.
São mais de 200
jovens que receberam
fardamento, instru -
cão, nocões de aten­
dimento ao público e
já se encontram pres
tando serviços à co­
munidade murtinhense
nos mais diversos se
tores. A iniciativã
do Prefeito, nos tem
pos atuais de crise,
falta de empregos
menores nas ruas
vem de bncontro aos
mais diversos progra
mas lançados pelo G2
tender a todos", a­
firmou Tena.
Segundo a 10 Da -
ma, o Projeto convi­
ver não pâra por ai
"jã estamos fazendo
um levantamento para
atender mais 100 ido
sos carentes já ca -
dastrados na Coorde-
um
da abertura dos trabalhos
to emoc ona o
nadoria do Pronav ,
os idosos receberam
lanches e em seguida
a cesta-básica que -
comporta : 5kg de ar
roz, 02 kg de açú =
car, 1 kg de trigo ,
1 kg de macarrão, 1
lata de óleo e 1kg
de feijão.
Ficou ainda marca
do com todos, que às
sextas-feiras, das
08:00 horas às 11:00
horas, haverá ativi­
dades recreazvas e
culurais.
No final duas pes
soas foram cscolh: =
das: Sra. Elza Boga-
r, para rprosena­
rem os_idosos peran-
:e a LDA.
E. Apenas da:ss mo
e do :rabalho, o
FRONAV Municipal, a­
:ravés de sua Ccorde
nadora está demons -
rando grande esfor­
ç0 para tonar solu­
ctonar os problemas.
Encerrando as a:i
vidades, a Primeira
Dama Informou:"a Sra.
Celanir es:ará jun­
:o comigo à diposi­
caõ doo r.cnhorcs
procurando sempre ,
uma fora do melhor
a:end&-los.
Quero, as1n cm
nome do PRONAV Mum -
c:pal, agradecer à
<0dos pela presença.
E daxo aqui a :.o
dos osta mensagem:
O nosso prazer
serei servi-los sem
pre com o máximo de
empenho. E que Deus
nos ajude a fazê-lo"
(Edição NO 311 - 15/
03/93)
a
r
Através de um sis
tema de financiamen­
to popular com
prestacões de até
0,5% do salário mini:
mo, o Prefeito Luiz
carlos de Abreu en -
tregou cm lotes à
população murtinhen­
se, possibilitando -
que os cidadãos te -
nham acesso a degraus
mais altos da socie­
dade e possam viver
com mais dignidade.
Trata-se de resga
ta.r mais um compro -
misso de campanha, a
liado a outras tare­
fas de fortíssimo
polo social, tais co
mo distribuição de ã
lirentos e coberto=
ros para os mais ca­
rentes.
Exemplo Dignificante
---a.-- ;e- . "tambem fui um menl--
J
no pobre, lutei mui­
. to, tive que abrir
caminhos, na minha
l,dministracão procu­
rarei atender as rei
vindicações dos 5o -
vens, na minha ci
y.;·
l
Guarda Mirim de Porto Murtinho
verno Federal e Go -
vemo Estadual. Sem
alarde, contando com
recursos próprios ,
colaboração da comu­
nidade, Abreu indica
o caminho, resta ago
ra esperar do Gover­
no uma substancial a
juda para ampliar Õ
leque de atuação da
Guarda Mirim.
• Nas comemorações
alusivas ao aniversá
rio da cidade, houve
Na oportunidade,
o Vice-Prefeito Tena
destacou a importân­
cia do financiamento
dos lotes com parce­
las baixísrimas e· o
Vereador Bala parabe
nizou o Sr. Prefeito
Luiz Carlos de Abreu
pela decisão de per­
mitir o acesso aos
carentes ao loteamen
to.
A solenidade con­
tou com a presença -
dos Secretários Muni
cipais, de Infra-Es­
trutura, Francisco
de Souza Neto, de
Planejamento Ulpiano
Jacquet, do Asses -
sor Jurídico Dr. Lair
son Rodrigues Bueno,
dos Vereadores Alci­
des Alc.'intara, e do
"'
J
•'
torneio de futebol ,
voleibol, prova de
Jet-Sky, entrega de
Títulos de Cidadãos
Murtinhenses, desfi­
le, mas, o que mar -
cou mesmo, abrilhan­
tou as festividades,
foi o desfile da
Guarda Mirim, criada
pelo Prefeito •. Luiz
Abreu, que já passou
para a história de -
Porto Murtinho.
Abreu disse • que
PREFEITO OE PORTO MORTINHO
ENTREGA CEM LOTE
Vereador Oswaldo Na­
talício Ovelar (Ba -
la).
O Assessor Jurídi
co Dr. Lairson, ex=
planou aos beneficia
dos os seus direitos
e deveres perante a
Legislação Municipal
de imóvel ou terre -
no para ter o ti­
tulo definitivo.
l
1
i
(Etlição NO 322
@ MO MRFL ME
PORTO LUTTIEMN
Com uma Adminis -
tracão simples, mas
eficiente, o Prefei­
' to Luiz Carlos de A­
breu, tem inovado na
forma de administrar.
Atendendo desde -
as-reivindicações
mais simples dos ci­
aadãos até as de so­
luções mais difíceis
I,uiz Abreu tem trans
posto os mais divor­
sificados obstáculos.
A-limpeza e o
patrolamento das
ruas, a conservação
das estradas, a regu
larizacão dos lotes­
e o encerramento da
bi-tributação na ã -
reade expansão urba
na (fora do dique) ,
apresentam dificulda
des enormes que vão
sendo ultrapassados
com firmeza e deter­
minacão.
O Projeto Convi.­
ver com 140 idosos,
a Patrulha Mirim com
162 crianças e ado­
lescentes, e, o aten
dimento social volta
do aos carentes d
forma carinhosa, tem
mostrado cristalina­
mente a feição dessa
administração.
A concessão de
aposentadoria e li -
cenças na atual ges­
tão ganhou um ritmo
acelerado, indo de
dade, se Dous qui -
ser, nunca teremos
menor abandonados".
t intencão do Pre
feito, brevemente=
ter um local apro
priado para o quar­
tel da Guarda Mirim,
do 18/06/93)
encontro aos anseios
do funcionalismo,ten
do todos os requeri=
mentas sido atendi
dos, independente de
preferência partidá­
rias.
Na área de saúde,
além de atendi
mento ininterruoto e
a colocação de um
maior número do pro­
fissionais tem con -
tribuído sobremanei­
ra para que o Índice
de mortalidade infan
til chegue a zero.
Ademais, orienta­
ções sobre a cólera
e a AIDS tem sido
uma constantes.
O relacionamento
fraterno supra-parti
drio com os Verea­
dores tem sido deta­
lhe marcante, colo -
cando-se interesses·
municipais acima de
vaidades pessoais.
o asfaltamento da
Rodovia, do dique e
das ruas, além dos
trabalhos de micro e
macro-drenagens vão
transformar a cidade
num canteiro de o
bras, gerando empre­
gos e impostos, além
de beneficiar comer­
ciantes, hoteleiros,
proprietários de imó
veis e de restauran­
tes. Alguns desses
trabalhos já foram
"para isto estou e
espero contar com à
colaboração dos em­
presários, dos pro­
dutores rurais, dos
que também estão prco
cupados com o futuro -
de nossas crianças".
iniciados, e a popu
lação tem sentido cl
repercussão.
Nunca se ganhou -
tantos veículos para
a Prefeitura como a­
gora. Quatro carros
e um caminhão doados
pela Receita Federal
num acordo inédito,
propiciou a Porto
Murtinho ser o único
Município do Estado
contemplado com essa
volumosa doação.
Os veículos estão
sendo revisados e a
semana que vem j5 co
mecarão a trabalhar,
o que vai propiciar
serviços mais ãgeis
a favor da comunida­
de.
o turismo vem sen
do incentivado para
a divulgação maciça­
nos órgãos de impren
sa, passando a ser a
imagem da cidade.
• Já, a pecuária ,
vai receber um Mata­
.douro Municipal que
irá possiblitar faci
lidade e rapidez
na comercialização -
de bovinos.
A medida que es
sas metas vão sendo
alcançadas, novas se
rão estabelecidas -
preparando Porto Mur
tinho para o MERCO =
SUL e para o século
21. (Edição nP 025 -
14/07/9!3)
O TRABILHO f IZ O FUTURO

PRONAV DISTRIBUI COBERTORES E
FEIJÃO ÀS COLÓNIAS E ESCOLAS
l
1
1
1
l
1
1
1
1
1
1
1
O Mini3trio da Agricultura doou ao Mi­
nist6rio da Ação Social, que por sua vez -
rrprlaSou ~ Prefeitura Municipal de Porto
'urtinho com o armazenamento e o acompanha
monto da distribuição pela 2a Cia Fron, d
uantidado de 6.480 kq de feijão.
A PRONAV Municipal tendo como Coordena­
dora a la Dama Emy Ohara de Abreu, Celani­
ra (20 Dama do Município) e Ten. Ormay fi­
zeram as distribuições de 4.920 kg de fei­
jão .
Para o Destacamento da Ingazeira,Foz do
Apa Barranco nranco e Colônia Pantanal fo
ram distribuidos 320 kg de feijão.
Nc1 Colônia Bocaiuval, pura os alunos da
quela Escola foram distribuidos 805 kg de
(eijâo sendo que todos eles receberam tam­
bém um cobertor e um saco de 5 kg de fei -
jão.
Na Creche Laura Vicuna foram doados a -
1óm do cobertor 300 kg de feijão. No Proje
to CONVIVER aos Idosos além dos cobertores
foram doados 1.300 kg de feijão.
Na Assistência Social, onde é atendido
no PRONAV foram distribuidos 66o kg de fel
jão.
Na Colônia Cachoeira, na Escola primei­
ramente foram distribuidos aos alunos um
cobertor e 5 kg de feijão e logo após aos
adultos 5 kg de feijão.
Após a entrega na Escola as Sras. Emy
Ohara de Abreu, Celanira e Ten. rmay dis­
tribuiram nas casas, onde eram pesquisados
os números de crianças ali existentes e
pessoas idosas e que eram distribuídos fel
jão c cobertores. Perfazendo um total de
1.000 kg de feijão distribuídos.
Porto irtilho Comemora lia los llosos
e Eira Cesta fásita as Carentes
1
1
!
1
j
!
l
!

l
i
!
No dia.01 pp., -a
Primeira "banta do Muni
cípio de Porto Murti
nho, Erny Ohara de A­
breu e a esposa do
vice-prefeito, Cela­
nira Loubet Nctto
promoveram a comemo­
ração do Dia dos Ido
sos, a solenidade
contou com a presen-
ça de toda a equire
do Executivo Munici­
pal.
Foram entregues -
vários prêmios, ser­
vido salgadinhos e
refrigerantes e para
finalizar um bolo de
licioso. A PRONAV
juntamente com o Ban
co do Brasil, entre­
garam várias cestas
básicas às pesioas
carentes cadastra
das.
A Prefeitura Muni
cipal e o Banco do
Brasil estão entre -
gando 262 cestas por
mês aos carentes do
Município essa polí­
tica faz parte do
combate à fome e à
miséria que está sen
do adotado· pelo co
verno Federal, é bom
que se diga, o Pre -
feito Luiz Carlos de
Abreu e a Primeira -
Dama já vem adotando
essa política há mui
to tempo.
O Clube Caranda -
zal, o local da sole
nidade, estava lota­
do pelas pessoas ca­
dastradas para rece­
ber o seu benefício,
a Primeira Dama dis­
cursou agradecendo e
homenageando os ido­
sos. Ela disse que a
PRONAV está cumprin­
do com o seu papel -
social e dessa manei
ra vai tentar dentro
das possiblidades a­
tender todos os ca -
rentes de dlimer.ta -
ÇclO bâsica do nosso
!'aricipio. Com mais
essa ação social o
Prefeito Luiz Carlos
de Abreu e esposa es
tão desenvolvendo um
trabalho digno e hu­
manitário em prol de
sua comunidade.
·Homenagem
aos Anciãos
Ainda o PoNAV está distribuindo diaria
monte 230 litros de leite de soja para 137
carentes cadastrados.
A quantidade do leite distribuído_é_com
forme o número de filhos de cada familia
sendo que algumas famílias receberam atê 3
litros de leite de sojtt,
A Patrulha Mirin recebe 1 refeição por
turno sendo esta 2 r0feições cm 2 turnos,
um matutino e outro vespertino, tudo isso
nas quintas-feiras, tendo como base verdu­
ras da horta comunitária, feijão, arroz ,
macarronada e quando a Polícia Florestal a
preendeo peixe, há peixada para a Patrulha
Mirin e que elas já receberam 535 kg de
feijão.
Na distribuição na Colónia Cachoeira ,
onde acompanhamos a entrega de feijão e de
cobertores, a população daquela comunidade
sentiu-se muito satisfeita pela distribui­
cão que veio à complementar suas necessida
des e que ali de fato existem muita~ pes -
soas carentes e sem meio de locomoçao para
chegarem até a cidade de Porto Murtinho.
Segundo Emy Ohara de Abreu foram distri
buidos 4.920kg de feijão para as comunida­
des carentes, faltando somente 1.560 kg de
feijão que serão distribuído~ ainda esta
semana.
Foram ainda distribuídos 578 cobertores
entre as Escolas da Cachoeira, da Colônia
Ingazeira, na Assistência Social e no Pro­
jeto CONVIVER (aos idosos).
Deus nos reservou
uma vida aqui na ter
rapara que desfru -
tássemos do modo que
achã"ssemos melhor,
O Brasil precisa
aprender a respeitar
os anciãos como o Ja
pão os respeita.
Lã, os velhinhos
passam suas experiên
cias, o seu modo de
viver, os seus «costu
mes e a suá tradição
para os mais jovens,
que aprendem sem prg
cisar dar suas "cabe
çadas".
Chegar a idade em
que se encontram e
coroar de êxito a
própria xistência
pois os vovós são o
alicerce dos filhos,
netos, bisnetos e ta
taranetos, dando G
seu exemplo, mas
principalmente o seu
carinho. •
O dia do Ancião
ainda é pouco, pois,
todos os dias deve -
riam ser dos avós
que nos geraram, nos
viram nascer e dar
os primeiros passi -
nhos, que nos viram
crescer, que nos vi­
ram obedecer e às ve
zes desobedecer.
Na idade, mas
principalmente no es
tado de espírito que
se encontram, os an­
ciãos não precisam
provar nada e nem
ter medo de náda.
só a felicidade -
deve ser buscada sem
pre, com a vontade -
(Edição no 328 de 1 de Agosto
1993)
de uma criança e
olhos brilhando
um neto.
os
de
Caros vovós e VO­
vôs, a homenagem que
hoje humildemente -
prestamos é pequena
diante da grandiosi­
dade de seus cora
ções.
Um abraço sincero
em meu nome e do meu
esposo Luiz Carlos -
de Abreu. (Emy Ohara
de Abreu - 1e Dam
de Porto Murtinho).
Perspectiva
de um Povo
Faminto
,:;m 1974 estava
terminando o curso
de contabilidade ,
quando ouvi um pro -
fessor dizer que o
Brasil era o "celei­
ro do mundo". Pais
de dimensões conti -
ncntais, com terras
boas, clima ótimo e
outras virtudes do
Brasil varonil.
Tais assertivas -
serviam para auxi
liar a alavancar em­
prestimos junto ao
FMI.
e Preciso arrojo
para acabarmos com
a estatística de
·mais de trinta mi
lhôes de famintos.
Ao recordarmos
das vantagens elenca
das em nosso primei­
ro parágrafo, enten­
do que devemos pen -
sar racionalmente
de
mas agir especifica­
mente em cada Municí
pio, definindo a
sua prioridade den -
tro de um contexto -
geopolítico. Expli
co: se a cidade "A"
vai produzir melão,
essa fruta tem que
ser a melhor do mun­
do na sua espécie.
Isto gerarã ren -
das, lucros, empre -
gos e menos miséria
na casa do brasilei­
ro.
Sem isto,varnos
continuar vivendo de
esperanças de pes
soas como Betinho e
Romário.
Ambos procurando
nos socorrer dos fra
cassos nacionais em
t.odos os campos, que
nos fazem perder até
o amor próprio.
Precisamos de mi
lhôes de Betinhos e
Romários, com suas
capacidades, vonta -
des, patriotismo e
dedicações.
Vamos dar um pon
tapé na miséria. (éa
cão no 335 - 10/10/93)
Vamos dar
um Pontapé
na Miséria
Prefeito Luiz Abreu
ljuda no Combate à.
Fome ,e a Miséria
O Prefeito Municipal do Porto Murtinho,
Luiz Carlos de Abreu e toda sua equtpe e
principalmene o PRONAV Municip l com a
sua Coordenadora Dona Emy Ohara de Abreu
não vem medindo esforços no combate po -
breza e à miséria,
Neste dia 29 e 30 de julho a PRONAV Mu­
nicipal junto com a Agência do Banco do
Brasil local e da 2e Companhia de Frontei­
ra, participaram da distribuição de alimen
tos, agasalhos e cobertores as pessoas ca­
rentes do Município, no total foram benefi
ciados 318 famílias que desde o inicio da
Administração atual vem atendendo mensal
mente.
o Banco do Brasil, através de seu Gcr ~
te local, Carlos Alberto Melgarejo e de to
dos os funcionários vão colaborar mensal
mente com 30 cestas bdsicas que beneficia­
rão o mesmo número de famílias. Melgarejo
disse no seu discurso de entrega "O Ban­
co do Brasil seus funcionários não podo
riam deixar de particioar dessa campanha -
contra a fome e a miséria, e que a Primei­
ra Dama do Município poderá sempre cm con­
junto fazer muito mais pelas famílias me -
nos favorecidas".
A Administração do Prefeito Luiz Carlos
de Abreu e toda sua equipe vem trabalhando
cm conjunto com todos os órgãos públicos ,
clubes de serviços e com a sociedade em ge
ral para conseguir fazer muito mais pe!a
comunidade murtinhense, para isso ele nao
observa cor partidária tanto é que o Poder
Legislativo e o Executivo empunham uma ban
deira só a do desenvolvimento de Porto Mur
• tinho e a melhoria de qualidade de vida d~
comunidade.
Com todos esses esforços, o,Exccutivo -
Municipal não pára de peregrinar cm todas
as Secretarias estadual reivindicando o
bras, mais recursos financeiros para con -
eretizar vários projetos em andamento.
(Edição NQ 327 - 11/08/93)
$ali are e Jcey
Cl Ganham fie
de lua
O Prefeito Municipal, Luiz Carlos de A­
breu prebcupado com o bem-estar de sua comu
nidade e atendendo reivindicação das comu­
nidades dos Bairros Salim Cafure e do 3air
ro Jockey Club, está solucionando e benefi
ciando, com mais água encanada e tratada a
esses Bairros.
A Prefeitura e a Sanesul assinaram con­
vênio para levar 800 metros de rede de ã -
gua a esses Bairros citados.
A Prefeitura Municipal fornecerá os tu­
bos de plásticos para a Sanesul e a Sane -
sul fornecerá mão-de-obra e maquinário.
Com mais essa iniciativa Luiz Abreu es­
tá atendendo a comunidade mais carente do
nosso Município. (Edicão n0 330 - 07/09/93)
Pequenos ftgricultores
da Colônia Bocaiuval
Recebem Benefícios
Através da Secretaria de Infra-Estrutu­
ra, com o seu Secretário Municipal, Fran -
cisco de Souza Neto, a eouioe do Prefeito
Municipal Luiz Carlos de Abreu, está recu­
perando vários acessos às pequ~nas procrie
dades rurais principalmente da Colónia Bo-
caiuval. .
Na s!tuação atual qualquer proprietário
da ~olonia Boéaiuval pode se deslocar até
a cidade sem qualquer contratempo, porque
o acesso principal está recuperado até a
Fazenda Sao Fernando. .
. Com essas pequenas e importantes obras
e que a Administração Lui~ Carlos de Abreu
vem se destacando no âmbito Estadual, com
uma Administração simples, mas com muito ob
jetivo de sanar os problemas indiatos ed G
:ta.se ao Executivo. (Edicão n0 330 - 07/09/93)
FOME. NÃO Dá
PRD ESQUECER
1
1
1
e
e. -
o
1'
de
.. ,

'
RETROSPECTIVA DA ADMINISTRAÇÃO LUIZ
unz Au oNFuÉ vii ir sistí
PARA SANEAMENTO 8ÁSIO
O Prefeito Muuiciprtl,
La{z Carlos de Abreu e
o Deputado Federal Mal­
dlr Cucrra consunuum ver
ba em Iras[la Junto a
!llnl11térln da lntcp;raçào
Refonal, através do seu
lllnlntro Alc-xanclre Cos­
ta.
E+a verba no valor
de CR$ 27.203.701,00, se
ri totalmente destinada
n um grave problema de
Porto MurtInho, que são
as valas a céu aberto, O
Prefeito Munlcipnl sem­
pre preocupado com a o
bras prioritárias cone­
ue mais essa vitória ,
porque o snnenrnento bisi
co no Município é um pro
blema caótico e sempre a
população cobra dos ho­
mens públicos que admi
nistram Porto Mortinho.
Mas hoje, o Prefeito Lu­
Iz Carlos de Abreu conse
ue solucionar isto, on-·
de é bom lembrar que o
respaldo em Brasília foi
muito importante contan-
do com a representaçáo
do Deputado .Federal al­
dlr Cuerr,1 que nZ.o mediu
esforços em reivindicar
melhorias e conseguir os
recursos federals para
Porto Mortinho.
ssim que os recursos
forem liberados, n Prc­
feiturn Municipal tomar~
un medias legais para li
cItação dessa Importante
obro reivindicada há tem
po pela comunidade murti
nhense e, somente agora­
na administração Luiz
Carlos de Abreu, se con­
cretiza.
Também vale ressaltar
que o Prefeito Luiz A
breu, juntamente com o
vice Tcna e o secretaria
do em conjunto, adminis=
tram com os pés no chão,
sem mentiras, ser demago
1a, sem obras faraoni -
case sim, preocupados
com o Município. O resul
tado do trabalho desta:
administracão realista
está colocando Porto Mor
. '
Prefeito Luz Carlos de Abreu
tinho como destaque no
cenário estadual e até
nacional, devido à sua
importante e estratégica
~lgacão, despertando os
interesses para o Merco­
sul que está bastante
próximo. O porto será o
canal e com a pavimenta­
cão da rodovia BR- 267
até Jardim, será um gran
de impulso para o desen­
volvimento.
"Luiz Abreu diz que sa
neamento é prioridade e
a liberação de verbas fe
derais uma grande con­
quista para Porto Murti
nho."
Prefeito Confirma que pela 1· vez na História
Mui.ípi tem Politiza lkaiitarial
Emy Entrega Cesta
Básica aos llunns
das Escolas Rurais
1 ,:o clln 22 t! .:w,l:,,, ;·r,} Ül,1'd ,!< Abr~u. J11n­
'to com os Secretários da Educação Munie!pai,Car
los Alberto Heyn, Secretirfo de F!nasças Ingri­
cio Comes Netto e Dona Irene Rbeiro, Empregá -
ria hoteleira, estivera na olnta Cachoeira ,
Zona Rural deste tunfc[pio entregando cesta bá­
sca de alimentos aos alunos carentes daquela
local ldnd •.
Com mais esse trabalho a l? Dama do Munte[ --
pio com apolo do Prefeito Municipal e toda sua
equ!pe, está levando os benefícfos a todos os
'lugares do Município, principalmente para a Zo-
1
:1a Rura L
Por outro lado o Secretário Municipal de Edu
cação, Carlos Alberto Heyn, está assistindo de
perto o desempenho da sua Secretaria junto as
crianças e alunos da Zona Rural, o mesmo esteve
distribuindo material escolar, quando da vis!ta
junto com a primeira Dama do Município.
Emy explicou que essa entrega de 60 cestas
básicas às criancas carentes, ela arrecadou jun
to a população rurtinhense quando da realização
da GINCANA CULTURAL realizada no dia 16/05/93.
Ela disse ainda que irá realizar vários eventos
junto com os Clutes de Serviços, como Rotary
Club, Lions Clube outras Entidades filantrópi­
cas para arrecadar mais alimentos para assistir
toda a população, principalmente crianças, doen
tese idosos do Município. -
Com todo esse trabalho a Administração Luiz
Carlos de Abreu está preocupado em atender todo
a população carente, dando melhores condições -
de vida a eles.
EDIÇÃO - 323 - DATA 26/03/93
O Município de Porto Mortinho é uma prova con­
creta de que a política de modernizaçao e diversi­
ficação da economia do Estado, desenvolvida pelo
Governo Pedro Pedrossian, através de obras como a
construção do terminal rodo-fluvial na cidade, que
permitirá a abertura de um outro canal de ligac20
com o Mercosul, traz consigo a preocupação com o
social, e principalmente com o resgate da dignida­
des das famílias mais carentes, dando-lhes melho
res condicÕes de vida. -
Esta avaliação é do Prefeito Luiz Carlos de
Abreu, de Porto Murtinho, ao comentar a inclusão -
do Munic[pio no Programa de Desfavelamento, levado
ao interior do Estado. Segundo ele, pela primeira
vez em toda sua história, o Município terá uma po­
lítica habitacional, que irá permitir o "sonho da
casa pr6pria para os mais carentes".
De acordo com levantamentos feitos por orgaos
1 d
L ,. a
p
·o
do setor habitacional - observa Abreu - o que mais
pesa no bolso do cidadão é o material de constru -
tão. Contudo, com o Programa de,Desfavelamento do
Governo do Estado, essa preocupação deixa de exis­
tir, na medida em que os participantes dos muti­
roes recebem um "kit" corpleto, que permite executar uma
moradia de padrão mais digno.
V
Inscrições
..
Com a finalidade de dar prosseguimento ao pro­
cesso de parceria entre o Município e o Estado, a
Prefeitura de Porto·Murtinho está recebendo inseri
çÕes das famílias que pretendam se integrar aos m~
tirões destinados a construção das moradias.Os par
ticipantes, assim que tenham suas propostas aprova
das,poderão receber a título de doação todo o mate
rial a ser utilizado.
TI N H O
O Assessor Especial
do Governador Pedrossi -
an, esteve na terça-fei
ra (14/12) em nossa ci=
dade, oportunidade em
que foi recepcionado pe­
las lideranças políticas
e empresariais locais.
Arroyo reuniu-se no
Gabinete do Prefeito com
o mesmo, o Vice-Prefeito
Tena todos o secretaria
de , alguns vereadores e
funcionários, quando sa­
lientou da visão de esta
dista do Governador Pe­
drossian, por ter vislum
brado a importância dÕ
Porto Fluvial para a ex­
portação e importação_de
alimentos, além de estar
asfaltando ínúmeras rodo
vias da região sudoeste
e Conesul, o que vai pro
piciar condicões de trá=
fego até o Porto, barate
Neste dia 04/12, u assalto mobilizou a Frontéi
ra e surpreendeu a polícia pela ousadia dos la=
drÕes (assaltantes) que armados invadem a Fazenda
Cunhataim, às margens do rio Paraguai, de Propr::l.e­
dade do Sr. Ernande Paiva Maidana, conhecido Pe­
cuarista da nossa região.
Os ladrões aportaram na Fazenda armados e obri­
garam os dois encarregados à abater uma vaca, sen
do que os mesmos alegaram haver somente vaca lei
tclra o que foi rechaçado pelos ladrões e pediram­
para abater mesmo assim ou caso contrário sofreri­
am represálias inclusive ameaça de morte, não res
tando outra alternativa aos encarregados se-não obe
dccer cos ladrões. -
Porém, a pronta intervenção da polícia ?ara­
gua.Ja no caso culminou com a prisão dos assaltan­
tes, sendo um dos elementos identificado coro José
Salinas,Par.:iguio, sob o comando do Brasileiro Ale­
xar.d:e Lopes, que fo! detido por _umas horas pelas
ando o custo final das
mercadorias; as demais ,
economizar-se-à cerca de
5 mil kn nas exportações
que terão como rota o
ocêuno Pacífico, pois os
produtos embarcados aqui
terão sua saída para
Prefeitura fecera
Estradas
o mencionado ocêano atra
vês do Puerto de Nova­
Palmira. A partir de ago
ra Arroyo e Luiz Abre~
começam uma nova rodada
de negociações para tra­
tar da dragagem do Rio
Paraguai afim de que os
navios de grandes portes
possam ter sua navegabi­
lidade assegurada mesmo
no período da seca.
Porto Murtinho MS.,15 de
Dezembro de 1993.
Antonio Ramon Ruiz
Assessor de Imprensa Mu­
nicipal
a mara r. r apta3rts aattmrrtrprurg ppaprrpmastatr trmamrr r rr r trmrmprtamarprt prrrrprrmrmrmrrrttt rtprrrt ttrtrrrrir
DSSDLTO MOBILIZA I FRONTEIRA
autoridade brasileira e posteriormente liberado de
vido os problemas burocráticos sob alegacão de que
o crime foi cometido em terr::1.tório Paraguaio.
E hoje esse mesmo elemento convive em nosso
meio tranquilamente como se nada houvesse aconteci
do. -
Agradecemos a pessoa do Sr. Mala, Agente de Po-
1eia Civil, que se prontificou a acompanhar o ca
so mesmo em território Paraguaio e que lamentou
não ter podido fazer mais devido aos problemas re­
ferentes às nossas Leis.
Também agradecemos em especial ao desempenho do
Oficial Paraguaio Joiio Paulo Duarte Torres e do
Sub- Oficial Tomaz Ribeiro, que se en:penharam a
fundo para levar ao término o caso.
Esses foram os esclarecimentos e os agradecimen
tos do Sr. Ernade Paiva Maidana, proprietário
da Fazenda Cunharaim.
A Prefeitura Municipal de Porto Murtinho,jun
tamente com o DERSUL, recuperaram a Estrada d;
Colônia Cachoeira, MS 467, da Colônia nté a BR-
267, essa operação em conjunto, segundo a popu­
lação daqu,ela Colônia, foi uma das mais bem fe:!.
tas. Nas partes em que hnviam atoleiros foi ti=
rado fora e colocaram pedras grndes e logo
~p6s, cascalho bem fino, ficando assim um servi
co perfeito. Foi feita, ainda, a colocação d;
77 tubos de concreto para a drenagem daquela Ro
dovia. -
Na estrada da Colônia Bocaiuval, a Prefeitu­
ra Municipal de Porto Murtinho, com recursos
pr6prios, fez o levantamento e o cascalhamento,
com mais de 300 mts de aterro e a colocação de·
tubos de concreto, onde fez-se necessário.
Foi feito ainda o cascalhamento total do di­
que até a ponte Santo Antonio.
Segundo o Prefeito Municipal de Porto Murti­
nho, Luiz Abreu: "Estamos recuperando todas as
malhas viárias de nosso Município, pois encon -
tram-se e péssimo estado devido as chuvas cons
tantes que vem caindo em nossa região. -
Essa recuperação da estrada do Bocaiuval fei
ta com recursos pr6prios da Prefeitura, e que
muito em breve deveremos dar continuidade ãs re
cuperaçÕes de outras estradas que se fizerem n;
cessárias", ressaltou o Prefeito Luiz Abreu. -
EDI ÃO 312 - DATA 26/03/93
TL


UM MOMENTO FORTE
DE ESPERANÇA
$ e

25 DE DE!FBRO DE 1.993
PÁG!!
wM Poro si@iiiü Pi.i
PORTO MORTINHO
PORTO NURTIHITO - MS
Celanira Neto:· Em
Defesa dos·- Idosos~
Tão )0qo a6ru -
miu, Luiz Abreu se -
guiu para Campo Gran
do o 13rilsÍlin, prot:i.i
rando viabilizar ro­
cursos para vários -
projeos na área o­
cial.
Antes de viajar -
Abreu disse que a
prioridade de sua ad
minis:racção será a -
endcr "os mais ca -
rentes, os menores",
mas, evidentemente ,
dará continuidade
aos planos que visam
"ransformar a nossa
cidade no portal do
Mcrcosul".
o Prefeito apoia­
rá todas as iniciai
vas particulares que
visem a "geração do
empregos, com a im -
plantação de mais cm
RISTNN
-»...
Posso de Luiz Abreu o •rena na Câmara Municipal
tas de trabalho e is neste período de re­
to é muito impor~te c-essão", disse ele.
(&lição NQ 305 - 19/01)
D ABREU E ARTHUR HEIK, EFICIÊNCIA E RESPONSABILIDADE
presas no Município
teremos mais ofer
A Chefe da Divisão e Promoção Social ,
Celanira Louboet Netto, está de viagem par
a cidade de Aquidauana.
Informada pelos responsáveis do INSS
que 1O (dez) velhinhos de nossa cidade es­
tavam ameaçados de perderem os beneficios
(aposentadorias) caso não façam os exames
exigidos para regularizarem a situacao, ce
lanira saiu atráG dessas pessoas e apos
muito trabalho de buGcas conseguiu locali­
zar todas essas pessoas.
Dia 15 de Fevereiro, ola partiu en duas
viaturas para a cidade de Aq~idauana onde
os idosos foram fazer seus exames.
~ isso, Celanira. O seu gesto é uma de­
monstração carinhosa pelas pessoas dosamp2
radas.
Estamos torcendo que tudo dê corto e CE
ses velhinhos não percam até o pouco que -
tem.
Por isso, pedimos à Deus que te dê cada
dia mais forca de modo que você possa con­
tinuar ajudando os mais necessitados.
(Assessoria de Imprensa da Prefeitura Muri
cipal - Edição NQ 309 - 20/02/93)
Todos os Secretá­
rios e Assessores do
atual Prefeito Luiz
Carlos Abreu merecem
os nossos elogios.
ão competentes e a­
finados com as idéias
do Chefe do Execu:i­
vo Murinhense, mas
a chefe de gabineze,
Cris:ina de Abreu ,
irmão do Prefei:o, e
o Secre:ário de Admi
nis:ração Ar:hur -
Hein, os:ão superan­
do as cxpec:a:ivas.
são os anjos da
g.iarda do Profei:o.
A máquina admini~
raiva está funcio­
nando, a equipe vai
se firmando, mas nos
e momento de tran-
Cristina de Abreu
sição, de implan:a -
ção de novas idéias
a figura serena
sempre educada
E
c!
o Prefei:o de
Por:o ~'.ur:inho, Luiz
Carlos de Abreu, en­
:egou no úl:imo dia
14 de fevereiro para
a população Mur:i
nhense uma ambulân -
eia Q km.
Driblando as difi
culdades, ele con -
seguiu com recursos
do Município comprar
uma ambulância para
dar melltor atendimen
o no transpor-...c dos
"precisam de um zra­
tameno descente e
confor:ável também",
afirmou.
Agora, o J-lospi
~al César Bordallo ,
de posse dessa viatu
ra poderá atender
ainda melhor, a nos­
sa população.
O objetivo
(Edicão
O Prefei:o Luiz A
breu, Vice-Prefei-o
Tena e o Secre:ário
de Educação Carlos
Heyn, distribuíram -
às Escolas Munici. -
~ais de 10 Grau Tho­
maz Laranjeira, Nos­
sa Senhora Caacupê e
Escola Municipal da
Colônia Bocaiuval ,
ma:eriais didá:icos
para os alunos, sem
excessáo, bem comnO -
cadernos, lápis, ca­
ne:a, lápis de cor e
réguas, ~cneficiando
um grande número de
alunos.
pacien:es: "eles não
precisam apenas de
carinho e a tenção" ,
disse o PrcfPi:o -
.e
de
Luiz Abreu é, além -
de equipar, quer tam
bém modernizar cada
vez mais o setor da
saúde.
Além da ambulãn -
eia que servirá para
os a:endimentos que
necessi:am de deslo­
camento emergenciais
para ouzros cenros
de saúde, o Prefeito
deseja que o a:endi­
menco =ambém chegue
de aos bairros e Colô -
NO 309 - 20/02/93)
Esses ma:eriais - as Escolas, mas os
foram adquirldos com Professores também.
recursos prõpr:_os da Tenho certeza que na
Prefei:ura ~unici minha ges:ão, melho­
pal, es:arros inves - rareio Ensino Muni­
indo em nosso fuu- cipal, porque te -
ro - disse Juiz A - nho por prioridade a
breu - não podemos - criança de nossa ci­
dei>:ar de dar aszis-
____ {_, ~-- r • ----
Ar thur Hein
o
C.ris:ina es:á sendo
de vi.al importância
nias do Município.
Assim é a Adminis
tração Abreu. . -
Apesar da reces -
são que assola o
País, Abreu não se
in:imidou e mos=ra
~er um administrador
c-orajoso e de habili
àades políticas. -
E está provando -
ser fiel e muito preo
cupado com o bem-es~
:ar de seu povo.
Pre1eitura Municipal Distribui
Materiais- Escolares
dade, e elas sem es
~udos, não poderão
ser algo na vida
dessa vez chegou a
oportunidade delas
Es=udarern algo de
hom para o seu fu:u
ro". -
par:a o bom andamento
dos -:rabalhos.
Com Cris:ina e Ar
thur Hein, o Profei~
:o es :á tranquilo, o
Secre:ário de Admi -
nis:ração é aquele -
homem conscionte,fir
me de idéias, compe~
tente, e que, acima
de :udo, quer o me -
lhor para o novo mur
tinhense.
Arthur Hein e
Crisina de Abreu
dois profissionais
compezenzes, respon­
sáveis, e ineressa­
dos em fazer o me
lhor para a cidade.
(Edição no 308 de
19 de Janeiro de
1993) '·'
Prefeito assina
Convênio com a FNDS
Por ocasião da visita do Presidente Na­
cional da Fundação de Saúde, Dr. Haroldo -
Ferreira, foram assinados convênios prio­
rizando a solução·dos problemas de ~anea -
mento básico, término das obras do dique
a agilização de varies programas na área
da Saúde.
Luiz_Abreu reivindicou, também, a im
plantaçao de Kits sanitários e materiais
de divulgação para distribuir na periferia
entre a população ribeirinha, sobre o Cole
ra e outras doenças. -
O Prefeito de Porto Murtínho disse que
a visita do Dr. Baroldo Ferreira foi gra­
ças a iniciativa do Deputado Federal Val -
dir Guerra, "um grande amigo dos murtinhen
ses". -
Para Abreu, "nossa Administração come -
ou a caminhar, temos trânsito livre em
Campo Grande e Brasília, a privilegiada po
s1çao geografica de Porto Murtinho a oor~
ta do Mercosul, trará grandes benefíciÕs -
ao nosso povo". (Edição no 310 - 08/03/93)
SAÚDE - DIREITO
DE TODOS -
s,
r,
Co
m.o
na
ne,
d
a
g
SJ
t
:ência aos nossos es
:udan:es, :ernos sim:
que incenivá-los a
irem às Escolas,pois
eles são o fu:uro do
nosso Municípic.
Es:ou procurando
de :odas as formas -
modernizar as nossas
Escolas, não somcn -.<'
(Edição NO 312 - de 26/03/93)
CRIINÇIS HOJE,
FUTURO DO IMIINHI:

RETROSPECTIVA DA
Pronav
AMINISTRAÇÃO LUIZ CM1OS
.. 01

MURTIY HO -
P r oieto Conviver
Iar
o
"
.

09
»
~
1'
1
1
l
1
1
!
t
.,
A Coordenadora da PRO!AV Municipal de Porto Mur
tInho, Juntamente com a Chefe de D!vfuo Social C
lanra Loubet Netto e o Assessor Especial Paulo A:
hllio, atendem toda emana, cerca de 230 fdosos,on
de toda a atenção é dispensada aos queridos velhl­
nhos de nossa cidade, para que os mesmos voltem o
sorrir e se reintegrarem ao seio da noclcdadc e
passam a ter atitudes positivas frente à sua velht
ce,
No Projeto CONVJVER, cm convênio com a Lili e
contundo com o npoio do Executivo Hunicipnl, nten­
dcm 130 idouoH com Jdndc acima de 60 anos, onde re
cebem todo atendimento médico hospitalar, odontolá
glco e oftalmológico, além de uma cesto de comple­
mentnçio alimentur, contendo arroz, feJão, óleo ,
trigo, acúcnr e macarrão,
A Coordenndora do PRONAV Municipal Ey Ohara de
Abreu, pelo projeto Conviver, vem recebendo mensal
mente uma verba enviada pela Prefeitura Municipal­
de Porto Murtinho, que montêm 100 ido.os carentes,
dando o mesmo atendimento relativo aÔs 130 idosos
mantidos pela LBA e Prefeitura Hunicipal,
Sempre procurando atender bem aos seus "queri­
dos e estimados velhinhos", como os trata a Chefe
de Divisão Social Celanira Loubet Netto, mensalmen
te faz visitas aos idosos e famílias carentes, ã
fim de estar a par de suas necessidades e de poder
ajudar no que estiver ao alcance do projeto.
O Projeto Conviver, é considerado um trabalho -
árduo e ao mesmo tempo gratificante e humano, tem
alcançado todos seus propósitos.
CURSOS
A PRONAV, com o apoio do Executivo Municipal e
da população local, que com muita alegria corres
pondem às promoções realizadas, iniciou os cursos
seml-profissionalizantes de Tricô, Pedicure, Cabe­
leiro, Crochi e Pintura em Tecido um total de 132
pessoas que, através desse aprendizado, muito con
tribuirão ao orçamento doméstico,
PATRULHA MIRIM
A Primeira Dama, Emy Ohara de Abreu Juntamente
com o Prefeito Municipal Luiz Abreu, preocupados -
com as crianças e adolescentes,entre I0 e 16 anos,
iniciaram a Corporação dos Patrulheiros Mlrins,co~
posta de fanfarra e Banda de Música, onde os estu­
dantes reccberaüo instruções preliminares de disci
plina militar, planos de trabalhos, sociabilidade­
entre outros.
MEDICAflENTOS
Procurando uma forma de melhor atender a popula
ção carente, no que se refere à medicamentos, foi­
feito um contato entre a Secretaria Municipao de
Saúde na pessoa do seu Secretário, Raimundo Morei­
ra Marim, Prefeito Municipal Luiz Abreu e esta Co­
ordenadoria ficando dctenninada a distribuição gra
tuita dos medicamentos que serão feitos através do
PRONAV Municipal com a ajuda de funcionários comp~
tentes daquela Secretaria.
GINÁSIO DE ESPORTES •
Também está sob a inteira responsabilidade da
Coordenadora do PRONAV Municipal, Emy de Alireu, a
Administração do Ginásio de Esportes "Mário David
Andreazza", onde jâ foram realizadas inúmeras pro­
moções esportivas e toda renda arrecadada é desti­
nada exclusivamente ao atendimento aos carentes e
necessitados do Município.
CRECHE LAURA VICUA
A Coordenadora .Sônia Ferreira e sua Assistente
Sirley Gaúna, tem atendido diariamente 80 crian­
ças, entre O a 2 anos e de 4 a 6 anos de idade,
dando carinho, atenção e tranquilidade às mães que
depositaram total confiança a esta Coordenadoria.
Sendo mantida com recursos próprios, exceto ·o
dinheiro recebido da LBA no mis de Janeiro. As cri
anças ali matriculadas tem recebido alimentação,h!
giene, saúde e atendimento médico.
Com crianças de 2a 4 anos, a Pressora Júlia
Shem desenvolve varias atividades, com massas, can
tos, etc.
A Professora SUely Espíndola Clemente desenvol­
ve com crianças de 5 a 6 anos, várias atividades -
como habilidades necessárias à aptidão para a lei­
tura, a escrita e a matemática.
Nesse período da vida da criança são relevantes
todos os aspectos de sua formação, dando os passos
definitivos para uma futura escolarização adequada
como membro do grupo social a que pertence.
FUTUROS PROJETOS
CASA DO ARTESÃO
Futuramente, a Primeira Dama do NunicÍpio, atr~
vês de prooçes e auxílio das Classes ais privi­
legiadas da nossa sociedade,_fari a construção da
sede própria d casa do Artesão e mais salas de au
las no prédio da Casa do menor, alem da Construçao
do Muro da Creche Laura de Vicunã e o término da
Casa dos Idosos.
.. '
!r;_Olgr de Areu Coordenadora d PRO!A'
e sr --
f
Crianças de 2 a 5 anos da Creche L. 'IGa
i t i vi l a t e s esewo/vilas n o Pr i m e i r o Trimestre,/93
Acôes Desenvolvidas
Medicamentos •
Central de :-tedicamentos (PRONAV)
Consultas - Oftalmologista
Encaminhamento - Médico
Intervenção - Cirúrgica
Raio X
Ultrassonografia
Ajuda p/pedcia néd. e Aposentados
Passagens
Pedido de Registro Civil
Identidades - SSP S
Datilografia
Reforço - Escolar
Casas Populares para os Murtinhenses
ire e [ena [Cumprem Promessa e Campala
O Prefeito Luiz Car­
los de Abreu conseguiu
junto ao Governo do Esta
do a construção de 150
cnsas para os murtinhen­
ses.
É um fato histórico .
É uma promessa de campa­
nha do Prefeito Luiz e
do vice Prefeito Tena.
Através de um sistema
de parceria, idéia sem­
pre pregada por todos os
Jornais da Rede, hoje
adotada pelo Governo Pe­
dro Pcdrossian, a Prefei
cura entrará com a mãÕ
de obra e o Governo com
os materiais,
Serão casas à altura
das demais obras do Pre­
feito, contando com a
participação de toda co­
munidade, num entendimen
to perfeito Executivo
Legis1at.ivo e comunida -
de, idéia implantada por
Luiz Abreu e sua equipe.
Com mais de 30 metros
quadrados de área cons
truida, as casas popu!a-
i'
,,,.
-a
J. '
N2 de Pessoas Atendidas
081
068
012
003
003
001
001
009
004
056
003
064
128
Com esta obra, mais
de um de seu projeto de
Governo, a Administração
Luiz Carlos de Abreu/Te­
na, com a colaboração do
Governo do Estado, cum
premais um objetivo.
O Prefeito agradece ,
através de a TRIBUNA MUR
TINHENSE, o Governador:
Pedro Pedrossian, o ai­
go da Fronteira, Asses
sor Especial Antonio Car
Assessor Paulo AbIlfo, Segunda Dama Celanlr
e Cr!stino Ferreira do Projeto CONVIVER
EDIÇÃO 334 - DATA 05/I'
res de nossa cidade se
rão das melhores, no pa-
drão, em todo o Estado.
Em edições anteriores
havíamos falado da intcn
ção do Prefeito e cons­
truir casas para os rur
tinhenses, antecipando=
se ao prazo previsto, as
obras terão início no fi
nal do ano.
Fquipe PROA' de Porto !urtinho
Incentivo ao Esporte
Cesta Básica - Projeto Conviver
Ajuda à Profissional
Telhas
Botijão de Gãz
Atendimento à Creche Laura Vicunã
Cursos Semi-Profissionalizantes
a - Trico
b - Crochi
c - Cabeleireiro
d - Pintura em Tecido
e - Manicure/Pedicure
Corporação dos Patrulheiros MIrins
Banda Musical e Fanfarra
TOTAL
EDIÇÃO 315 - DATA 17/04
(
. ...
los Arroio e o produtor
ru:-al, Firnino Cortadn.
Porto Murtinho,os ser
teto,tabmnagrade. A
002
360
001
001
00[
080
32
11
27
52
10
281
1291
po'{rica social da Ad:!­
nistração Luiz Abreu e
Tcnn, é de valorizar o
cidadão!
PORTO MURIIHHO·, OS SEM
TETOS TAMBEM ACiRADECEM

42 r •• 'l
Na MdmInl±tração do Prefelto
Municipal Luiz Carlos de Abreu
há que tve ressaltar o excelente
atendimento que a4 populçáo mur­
t Inhense vem recebendo do llospi­
tal César Jordallo, tem como DI
rctor o Dr. Jonny heung, o Ho,­
p!tal posu! um total de )0 lel
tos para atender a populaçio nu­
ma méd 1a de 1200 consultas mensa
, .
. ,
Unspital César Bordallo Presta· Excelente
atendimento em Porto Mortinho
s e conto com o::; ,H.:gulntcn ncr­
vlçon: l.nbor.1t<>·c lo, lll<ll}11Ím!.ca ,
Ralo-X, área emeryencial, CIInl­
cn Geral e outro,1 scrvlçon.
Com uma estrutura reulnr, pe
Is carece de alguns medicamentos
em sua farmicla, ma . ., conto com
oi; rcmédlor; C':rnenc lnlta.Outro pon
to importante que deve ser colo­
cado, é que o nosso Município é
muito grande, quase 1600 la? é o
terceiro M1micípio f!m extensão
no Estado e atende lnclusive os
pudentes do Pofo vizinho (Pnro­
guai).
Em conversa com o Dr. Jonny ,
explicou-me que o [ndlce de mor­
talidode infantil no Município é
zero e muito importante porque
na maioria dos Municípios brasi­
leiros esse Índice é al~íssimo ,
inclusive a Orgonização Mundial
de Saúde deverá ser infqnnoda o
respeito, pois osslm Porto Murt!
nho estará c:ontrlbuJn<lo pnra r1ue
o nosso País sala desse Índice
u)urmantc em que e encontra,
O Secretárfo Muntc!pai de Saí­
de, Rulmundn Horclr,, Mnr1m, não
tem mo<lldo c5forçoe para rcivlnd!
c3r no [xccutlvo Municipal e Jun­
loY eoluclonur os problcmau.
O llonpital contu hoje com exce
lenLes equlpomentos, onde o oten­
cllmento ô população é cada vez mE,
lhor. l'aru o Prefeito Municipal -
Luiz Carlo!l de Abreu a saúde do
povo e o seu atendimento tem que
ser eficiente, poquc um Município
nem c[iclincia na irea de saúde ,
é um Município atrasodb.
Tanto é a preocupação do Pre
feito Municipal que logo nos pri­
meiros dio·s de seu mandato ji nd­
quiriu com recursos pr~prios do
Município umo ambulâncio pura me­
lhor otender a população, porque
Porto Murtinho fica muito distan­
te da Copitol pora onde são trans
feridos os casos mais graves.
O Dr. Jenny nos informou to~
bém que atualmente essa ambulãn -
eia se desloca muito pouco para
outros lugares porque a equipe l!
derada por ele é muito eficiente
e com isso as doenços ou cirurgi­
os mais graves são atendidas aqui
mesmo; O Dr.Jonny disse oindo que
Está herta a hsri;ão para altar o llit de Material
le Cnsir;ã ma Prefeitura Mmiia le P. Mortinho
O sonho de cons -
truir a casa própria
está se tornando uma
realidade em Porto
Murtinho, está aber­
ta a inscrição para
ganhar o kit de mate
rial de Construçao -
na Prefeitura Munici
pal. Segundo levanta
mento feito por vá -
rios órgãos habita -
clonais, o que mais
pesa no bolso do mu­
tuário é o material
de construção, mas
com a politica do
Governo Estadual de
Desfavelamento hoje
é possível sonhur
com a casa própria.
Depois de peregri
nar por vários ór -
gãos estaduais e fe­
derais o Prefito Mu
nicipal Luiz Carlos
de Abreu e seu vice·
Tena conseguiram in­
cluir Porto Murtinho
nessa política do G2
vernador e o Deputa­
do Federal Waldir
Guerra que dá susten
tação no Congresso
Nacional. Hoje todos
os murtinhenscs es -
tão orgulhosos de
ver seu Município
ser a menina dos o -
lhos do sudoeste do
nosso Estado.
t tão bom ver
hoje as máquinas tr~
balhando parà final!
zar as obras de as
faltamento da 'BR
267, essa obra hoje
é realidade, pois os
murtinhenses estavam
cansados de ouvir
promessas vãs ,mas que
não são uma realida­
de, porque Luiz A­
breu e Tena e toda -
sua equipe não se
cansam de lutar para
trazer os benefícios
que toda comunidade
murtinhense necessi­
ta para trabalharem
(Edição NO 342 - de 07/12/93)
I N A U G U R A Ç Ã O D A AGÊNIIA D O A M E R I N D U S EM PORTO MURTINHO
verno Estadual:
Nessa ·primeira -
etapa serão construi
das 75 unidades habi
tacionais e na segun
da etapa serão mais
75 unidades. Comes­
se feito Luiz e Tena
estão conseguindo im
plantar em Porto Mur
tinho pela primeira
vez na história do
Municiípio a políti­
ca da casa própria.t
bom lembrar que em
apenas 11 meses de
Administração Luiz -
e Tena estão conse -
guindo realizar o
que muitos Prefeitos
anteriores não conse
guiram mas tudo is=
so é porque Luiz A­
breu está afinado
com a política do G2
vernador Pedrossian,
o Deputado Estadual
Waldir Neves é o ho­
mem que reivindica -
junto com Luia ao Go
+ ,7o+ SAL.
a gemo - +S LUI CALOS DE ABREU PORI ·'
Peijoenas Agricult res
da Colônia Bocaiuval
Recebem Benefícios
neste me de novembro a ambulin
c1a se deslocou Campo Grande a
penas } vezes e com fsso economi­
za equipamentos e veículo. Há_de
se destacar que na Administra;ao
Municipal passada a ambulância fa
zla viagens quase que a cada dois
ou tres dias, Reduzindo essas via
genr; a mabuL:incia servirá à popu­
lnçiio por ~uito tempo.
O Prefeito Municipal e GUa
equipe, principalmente o Secretá­
rio Municlpol de Saúde, estão se
pre alocando recursos Eetaduol ou
Federal para aquislção de mais
equipamentos e medicamentos para
um atendimento de 1007. à populo­
çio. O Uospital conta hoje com um
total de 30 funcionários,sendo 10
enfermeiros e os demais são opera
dores de equipamentos e de limpe::
za.
O Chefe de Divisão de Soúde,An
gelo Romão Cardoso é o grande rei
ponsável na área burocrática que
com responsabilidade e colabora -
ção de todos os funcionários enal
tecem cada vez mais a entidade e
consequentemente o atendimento à
população.
(Edcão N? - 341 -
Presença de autoridades Civis e Militares, en -
tre eles, Adilson Gomes Neto, Vice-Prefeito Munici
pal, Joao da Cruz Pacheco, Presidente da Câmara M:;;:
nicipal, Vereadores Sandro Maldonado e Alcides Oi~
nizio Alcântara, Raimundo Moreira Marim, Secretá -
rio Municipal de Saúde, Arthor Heyn, Secretário My
nicipal de Administração, Ingrcio Gomes Netto, Se
cretãrio Municipal de Finanças, Norberto Morinigo,
Cônsul do Paraguai em Porto Martinho, Lairson Ro -
driges Bueno, Procurador Jurídico, Sr. Athaydc
José Anib;.l C .. fure, representando o Banco do Bra -
sil.
No ato da Inauguração o Padre Zampierrone Bati­
zou com água benta a nova Agência.
Adilson Gomes Netto, Vice-Prefeito representai}- Porto Murtinho já te-
do o Prefeito Luiz Carlos de Abreu - disse que o ve vários Prefeitos cm
Bamerindus está in:,,..g.,rando a sua Agência graças· - toda a sue. existência de
os esforços da Ada!nistração atual e que o Banco el!lDncipnção político-ad­
somarã co:n o desenvo1.vimento de Porto Martinho. ministrativa, e seus 8l
O Gerente Almir Stein disse no final do expe - anos, todos os Prefeitos
d1ente que a capta;o de recursos foi excelente pz
ra o primeiro dia de funcionamento do Banco e que
fora abertas 26 contas correntes".
"A cidade de Porto ~lurtinho demonstra grande po
tencial tanto no Coêrcio coo na Peéuria. -
Fomos muito bem recebidos tnnto pela comunidade
nurtinhense como eu especial pcl Marinha e o Exé_E
cito Brasileiro. Grcs os esforços do Prefeito -
Luiz Crlos de Abro q.e {cz de tudo para que fez
dc tdo pra que fosse r.ltzad. a naugorço do
Enco e soa d..t. prvtt..", finalizo, AInir.
e desenvolverem esse
pujante Município.
Na opinião de
r.uiz Abreu: "O admi­
~istrador público
oue não deixar obras
de grande utilidade
para a' sua comunida­
de não é homem públi
co", dessa filosofia
o Prefeito Luiz Abreu
e Tena e toda sua e­
quipe estão excluí -
das, porque em 11 me
ses de administração
já fez mais do que -
qualquer Prefeito an
terior, Luiz disse -
ainda que a popula -
caõ murtinhense pode
esperar muito mais ,
ele vai preparar Por
to Murtinho para· o
futuro e posterior -
mente para o MERCO -.
SUL. Hoje Porto Mur­
tinho faz jus ao slo
gam do Prefeito Luiz
Abreu: "O Trabalho -
.faz o Futuro".
Depoimento do Sr. Ákio: "a vinda do Ba:nerindus -
para Porto Murtinho foi o eEforço do Prefeito Luiz'
Carlos de Abre".
Quadro de Fnc!onãrios: Alir Cargo Ste!n, Ge­
rente local; Rabens Azaga Fleitas - Chefe de Servi
ços, Ãkio de Lima Imaguti, Supervisor.
- l O
de 30 de
Os pequenos proprietários da Colónia Bo
caiuval estio sendo beneficiados com maqu
nários da Prefeitura Municipal e com apoio
totul da Secretaria Municipal de Infra-Es­
trutura, o objetivo desse trabalho _gra -
dear a terra de modo que ou proprictt1rioo
possam realizar o plantio de sua lavoura.
Trunbém estão sendo conr;tru1.dos acudco,
deixando assin os proprictürios mais tran­
quilos em relação ao armazenamento de d
gua entre outros serviços cm cxccucao.
A preocupação do Prefeito Municipal,foi
também completar a extensao da rede ele -
trica nas propriedades onde não havia cncr
gia elétrica. -
Esse trabalho é o resultado de um Convg
nio firmado entre a Enersul e a Prefeitura
Municipal de Porto Murtinho.
Es~e é mais um trabalho que o Prefeito
Municipal Luiz Carlos Abreu e SUd equipe -
vem desenvolvendo entre as várias frentes
de obras que estão cm andamento na cidade
e na área rural do Município.
(Edição NQ 334 de 05/10/93)
CAL(ADÃO DO PAÇO
MUNICIPAL EM FASE
DOE ACAB, MENTO
Sob o comando da Construtora Casanova -
da cidade de Bonito/MS está em fase de aca
bamento os primeiros 100 metros da calçadã
feita de pedra Petin Pavê, esses primeiros
100 metros ficam em frente da Prefeitura -
Municipal, formando assim o Pao Munici
pal•.•
Neste dia 07 de Setembro a formatura de
hasteamento dos Pavilhões Nacionais, Esta­
dual e Municipal foi em frente à Prefeitu­
ra e as Escolas com seus alunos e a 2e CIA
FRON c:cm a sua tropa e a população em gera 1
notaram e gostaram do novo visual do Paço
Municipal.
e bom que se diga que esses cem metros
de calçadão feito com essa pedra está ape­
nas iniciando, porque o Prefeito Municipal
está com o projeto de calçar todas as cal­
çadas de todos os prédios das repartições
públicas da nossa cidade e assim a nossa -
cidade vai se embelezando mais, com essa o
bra a população e os ~uristas que visitam­
ª nossa cidade a cada ano vai notando que
o trabalho do Executivo Municipal tem várias
frent.es prioritárias~·de obras.
Dentro de 03 ou 04 meses a Av. Laranjei
rajá terá mais 04 quadras prontas com ã
Pedra Petit Pavê e assim essa Avenida será
o Cartão Postal da nossa cidade.
(Edicão 343 - 15/12/93)
Funcio~rios: Edson Docúngos Farias, Bernardino
Medina. Fania Miranda Maldonado, Maria Doraci Aya -
la. No total de 06 funcionários.· Primeira conta a­
berta foi o cliente Sr. Andalêcio Martins Leite.
17 de Novembro de 1993)
(Edtcão N - 343 -
15/12/93)
LUIZ 4BREU REA~IZA O SONHO DA CASA
PROPRIA A V ARIOS MURTINHENSES
a Capital do Estado e a- junto com a Cocpanhia de Com essa reivindica -
ti a Capital Federal pa- Habitação Urbana assinou ção
O
Prefeita Luiz Abreu
ré conseguir incluir Por Convênio p;.ra construção coe menos de 12 meses de
to ~)urtinbo na políticã de 150 cases populares , cw1dato está administran
de Desfavelamento que o sendo que na 1~ Etapa se do p.::ra
O
seu povo ais
Governo do Estado está rio construidas 75 antd carente. o Prefeito dis­
que passaram por essa - r~alizando, com isso Luiz des habitacioaa.is e pos- se que até
O
seu final _
Prefeitura jamais algum Abreu estar,; realizando terionncnte na 22 etapa de mandato conseguirá _
foi t~o longe como o n - o sonho de m..:itos cida - mais 75 aidad
o1 rereto .teta1 is ae_stsa renas_ara cosi. .C;; "" "1,1+ sras 4e rts
Luiz Carlos de Abreu. .::quisiç;io de sua própria gimes de m tir-
0
r a es possível para "-
• u es, se - que Porto Murtinho volte
Não se canso da rg moradiz guindo exemplo de
tona de viagens que faz o Prefeito Mnleipal E .a, "P _ Outros a ser considerndo o n .. ni •
". to de tor perspeeri
va do Sudoeste do nosso
Estado.
(Edição n2 í19 -
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Gente Jovem rm gr@ os16i
" + CENTRO DE SAUDE
' P
CURSO DE DANÇA CAXC
Para quem não sa-
be dançar, vanero ,
chote, rancheira e
outrao dança::, gaúcha,
não pode perder a
oportunidade. O Cur­
o entá sendo reali­
zado no Ginásio de
Esporte de Guia Lo­
nes da Laguna todos
os domingos, horário
verpertino. A inscri
cão podo ser feitã
no "perfil Cabelei -
reiro", com o no
so amigo Joãoz1 •
nho.,
"PERFIL CABELIIREIRO"
Agora está com seu
salão ampliado, tudo
muito bonito para
atender seus clien -
tes com mais confor··
to e qualidade de
trabalho. De para­
béns, o nosso Amigo
Joãozinho pela bri­
lhante iniciativa.
ANIVERSARIOU
PRESENTE DE NATAL
- O Prefeito Jor
ge Caetano vai pre­
sentear os alunos com
uma linda bicicleta.
são mais de 15 bici­
cletas, que serão
sorteadas entre os
alunos aprovados.
SERVE FESTA
Numa iniciativa -
do Sr. Nicasse agora
Jardim tem um traba­
lho eficiente em dis
tribuicão de bebidas.
Quando você for rea­
lizar sua festa, pro
cure a Serve Festa ,
produtos exclusivos
da Brahama.
,
.....:. .,;' J ....
A gatinha Nayara Garcia, dia 21 de de­
zembro ela é filha do casal Eliza e Cris
pim G. Barbosa. Mil felicidades à você.
FELIZ NATAL
Quero desejar s
nossos Amigos, um fe
liz Natal, um ano No
vo Próspero cheio de
realizações,paz,amor
e felicidae.Boas fe
tas ...
VISITANDO
Nossa city, o nos
so amigo Sandro Bis=
caro, que está cur
sanda Direito em São
Paulo. Seja bem vin­
do a nossa cidade,,,
Boas férias,boas fes
tas ...
ln Foco
O Dr. Marcos Puiz Assessor Jurídico
da Prefeitura Municipal de Jardim, com
traje típico Paraguio em Campinas onde
cursou a Faculdade de Direito.
Parabéns - a Gata Dilian, que completou
mais um ano de vida. Parabéns,Felici.dades.
Os moradores das Vilas Panorama
SEAC, Santa Luzia, Cachoeirinha e San
ta Tereza terão um Centro de Saúde -
perto de suas casas, para atendê-los
nas emergências.
Preocupado com a saúde dos jardi
nenses, principalmente dos mais hurnil
des que residem na periferia de nosso
Município, o Prefeito Pires está cons
truindo, com recursos próprios, o Cen
trcr de Saúde da Vila Panorama.
A nova unidade, construida com
aproveitamento do Centro Comunitário
Professores do Boqueirão Participam
de Enontro em qtiavara
Os Professores Antô­
nio Carlos e Alexandre ,
do Curso de Técnicas A­
grícolas da EMPSG. Está­
cio Cunha Martins, do
Distrito de Boqueirão
participaram do I Encon
tro de Escolas Agropecuá
rias do Codesul e 1g Se­
minário de Resultados de
Pesquisas de Fundação do
Centro de Educação Rural
- CERA - de Aquidauana.
Procurando a atualiza
cão do Ensino na área da
Pecuária e Agricultura
os mesmos, com o Patrocí
nio e apoio da Prefeitu­
ra Municipal de Jardim,
tiveram grande participa
çao no evento.

s A Administração Pires
e sempre procura investir
na n:elhoria de quali
+ dade do Ensino de
Se es capaz de manter a tua ca!ma quando todo o mundo em redor já,peE Jardim.
• deu e te culpa, de crer em ti quan~o estão todos duvidando e para esses *
• no entanto achar uma desculpa; Se es capaz de esperar sem te desesperares,
Ou, engnnnndo, não mentir ao mentiroso, ou, sendo odiado, sempre ao
• ódio te esquivares, e não parecer bom demais, nem pretencioso; •
: Se és capaz de pensar - sem que a isso só te atires; De sonhar - se,
fazer dos sonhos teus serhores; Se, encontrando a Desgraça e o Triunfo ,
conseguires tratar da mesma forma a esses dois impostores; Se és capaz de
sofrera dor de ver mudadas em armadilhas as verdades que disseste e as
coisas, por que deste a vida estraçalhadas; E refazê-las com o bem pouco
que te reste;
+ Se és capaz de arriscar numa Ünica parada, tudo quanto ganhaste em to-•
* da a tua vida, e perder e, ao perder, sem nunca dizer nada, resgufnao tor
nar ao ponto de partida; De forçar coração, nervos, müsculos, cudo a dar
* seja o que for que neles ainda existe, e a persistir assim quando,exausto ,
w contudo resta a vontade em ti, que ordena: PÊRSISTE: • *
* Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes; e, entre Reis, não :
•perdera naturalidade, e de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes ;
* Se a todos puderes de alguma utilidade; e se és capaz de dar, segundo :
* por segundo.
* Ao minuto
* no mundo, e
* (DEUS).
*
que estva abandonado, ter os os
recursos para atendimento 24 horas:en
fermaria, pronto socorro, consul tóri-.-;
sala de pequenas cirurgias, etc...
O que admiramos é a competência e
a simplicidade do Prefeito de JardI,
pois, sem alardes, sem fazer comício
faz com que o dinheiro do povo volte
em obras sociais para o mesmo.
0 amor de um administrador ao seu
povo é cedido pelo que ele faz em be­
nefício do mesmo povo e quanto a isso
o jardinense não pcde reclarar.

*
*
*
*

*
fatal todo valor e brilho, tua é. a Terra com tudo que existe
o que ainda é muito mais - és uc Homem, Filho do Pai maior :
Rudyard Kipling - Trad . Guilhere de Almeida
.;
*
*
*
*
*
*
*
*

*
LEI NSERO 967 DE 20 DE DEZEMBRO DE 1993
"Autoriza o Executivo alienar bens e dá outras providências".
O PREFEITO MUNICIPAL DE BELA VISTA, ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL,
uso de suas atribuições legais,
Fa~o saber que a Câmara Municipal aprova e eu sanciono a seguinte
Art.lQ - Fica o Executivo autorizado a alienar a sua Carteira de Ações
da ENERSUL, de acordo com o estatuido na Lei Federal n 8666 de 2l de ju­
nho de 1993, conforme abaixo discriminado:
I - ORDINÁRIAS
II - PREFERENCIAIS
(0)
(P-A) -
93.000
11. 725
no
Lei:
Art.22 - 'o valor obtido com a alienacão da Carteira de Ações será des­
tinado para atender a construção de unidades habitacionais prevista no con
v@n1o ng 024/ SHDU/MS/93.
J •
l
!
1
'
1
1
Art.32 - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação revoga -
das as disposições em contrário. '
Bela Vista-s, 20 de dezembro de 1993
Abraão Aroa Zacarias
Prefeito Municipal

E.IÇi0 DE NATA
;,::; i)f.
"Toro
Foi inaugurado pelo Prefeito de
col, a ponte nobre o Rio Caracol, na
qião que demanda ao 'TORO MORO.
Com as presenças de várias autorida -
des locais entre as quais destacamos o
Pr0(cito Juvino Godoy e Sra: Vice-Prefeito
Wilson Ferreira Leite, Deputado Estadual -
Wal<lcmir Moka: Prefeito de Bela Vista A
braão Armoa Zacarias; Engenheiro Residente
do Der sul Fernando Jorge do Barros; on Ve­
readores Joa6 Carlon·Barcelos - Presidente
da Câmara Municipal de Caracol; Marcos Dar
bosa, Presidente da Câmara Municipal do
Bela Vista; oa Vereadores de Caracol Thir­
son Ferreira Leite; Doralina Rodrigues Lei
te; Darci Souza Neto; Paschoal Pucheta e
Josélio dos Santos e ainda inúmeras pes
noas de destaque na sociedade Caracolense.
o orador da festividade foi Tadeu o
campos. No uso da palavra disse "estou mui
to satisfeito, por mais uma meta de gover­
no atingida pelo nosso Prefeito Juvino Go
doy, tenho a plena certeza que este é o 1=
nlcio de um novo marco para a história de
nosso município.
• Tenho a plena convicção que isto aqui
será apenas o inicio de uma grande jornada
onde o nosso Prefeito dessa forma está a
tendendo uma grande parcela de cidadões ca
racolenses e também de Belavistcnses, pois
a ponte está sendo inaugurada hoje, faz di
visa entre os dois municípios. -
Sabemos que esta ponte vem em coura­
partida atender aos anseios de um povo que
realmente tem a necessidade de locomoção a
té o nosso município e também para atender
as necessidades dos fazendeiros da região,
para o escoamento de seus produtos, nesse
momento deixo a palavra livre, para quem -
quiser fazer uso dela," finalizou Tadeu.
DEPUTADO MOKA
o Deputado Moka por sua vez disse
"sei das dificuldades, que o Prefeito Juvi
no, tem passado para que fosse construida=
esta ponte, mas como é um homem de lutas ,
alcançou seus objetivos, com a ajuda dos
fazendeiros desta região e que sem essa
ajuda seria quase impossível a realização­
desta ponte. Temos a frente do Executivo -
Municipal da Caracol um homem honrado e
qualificado para a função de chefiar o mu
nicípio de Caracol, não somente Juvino Go
doy, mas também o seu vice Wilson Ferreira
Leite, o popular Loló e toda a equipe de
Jvino Godoy.
A este povo que veio aqui nos presti­
giar quero agradecer e dizer-lhes, que o
Governo do Estado, já fez a licitação do
asfalto sobre a Avenida principal da cida­
de, a Avenida Brasil, onde será toda asfal
tada e ainda este ano se Deus quizer.
Tenho ainda mais notícias para lhes
dar, muito em breve estarão sendo construi
das 100 casas, para que seja sanada o ques
tão de moradias da cidade de Caracol. Tudo
isso Eu e Juvino nos empenhamos juntamente
com o Governador do Estado, Pedro Pedras -
sian,' para que fosse uma realidade para es
te Município. Dou meus parabéns à Juvino
Godoy, pelo seu empenho e dedicação ao mu
nicipio de Caracol e que voces todos estão
de parabéns por saberem tão bem escolher o
seu representante no Executivo Municipal".
ABRIO ZACARIAS
RETROSPECTIVA DA ADMINISTRAÇÃO UUVINO GODO' - CAACO - MS
Inaugurada a Ponte do
( João Carlo:s Vela..qu«)
Cara- mos, para ver a melhorias de nossos conci­
re dadãos - Disso Abraão Zacaria, Prefeito -
Municipal de Bela Vista - hoje esta inaug__
ração, nos une mais ainda, através desta
ponte sobre o Rio Caracol, sabemos das
dificuldades que hoje nos cercam, mas aci­
ma de tudo posso lhes afirmar, que Juvino
é um homem capaz de fazer Caracol dar sua
arrancada para o progresso. Não quero to
mar-lhes muito tempo, mas venho aqui para
estreitarmos ainda mais o laço que nos
une, para afirmar que é dessa maneira que
Caracol irá dar o seu arranque definitivo­
para o progresso.
Deixo aqui meus Parabéns à Juvino Go
doy, por mais uma etapa vencida e que no
momento em que precisar de Bela Vista esta
remos sempre à sua inteira disposição".
12
Moro"
"Somos dois municípios que hoje luta-
Obras de Asfaltamento . ·
em Caracol
JUVINO GODOY
Já o Prefeito Municipal de Caracol Ju
vino Godoy em suas palavras disse "agrade­
co aqui neste momento a todos aqueles que
de uma forma ou de outra nos tem aju~ado a
construir esta ponte, em especial ao Depu­
tado que atende toda a nossa região, Depu
tado Moka, ao Dr. Fernando Jorge de Barros
do DERSOL, que não mediram esforços para
que pudéssemos realizar esta obra.
O Governo do Estado, através do DER­
SUL, nos deu a mão de obra. Venho aqui em
especial agradecer ao meu Vice-Prefeito Lo
ló, pcl sv empenho, pela sua luta, junto
aos fazendeiros desta região, por ter con­
seguido arrecadar fundos, para a aquisição
de materiais, isto é, madeiras para a pon­
te.
Quero agradecer também aos fazendei­
ros que nos ajudaram que são: Márcio da
Fazenda 3 Irmãos; Cezar Dieringa, Fazenda­
Rincão Serrano; Valdemar Saikonan, Fazenda
Santa Maria; Fazenda Barra Bonita, que doa
ram gado, e Irmãos Pezzini e Loreto da
Silva pela doação de vaca gorda e Dr. Rena
to Cezar pela cerveja para a festa de inau
guração da Ponte. Quero ainda agradecer
aos que doaram madeiras, os Srs. Orestes
Godoy, Sertley, Edvaldo Salomão, Josélio
Santos e o Sr. ~rick através do Sr. José
Carlos Miranda (Cacau).
Quero ainda, agradecer a presença de
todos que aqui vieram prestigiar a nossa
festa e convidar a todos para saborearmos­
um delicioso churrasco".
Após as palavras do Prefeito Munici -
pal de Caracol, Juvino Godoy, foi descerra
da a fita, dando assim por inaugurada a
ponte sob o Rio Caracol, na região onde
Fazendo uso exclusivamente de recursos próprios
do Município, o Prefeito de Caracol Juvino Godoy -
lançou a execução das obras de asfaltamento para
sua cidade, num total,de 27.000 m
2
nessa primeira
etapa, que já está licit!!,ll,:t e pronta para ser ini­
ciada.
O ~sfalto vai beneficiar n principal Avenida da
ciàadc, Avenida Brasil, que deverá começar e rece­
ber os serviços de infra-estrutura básica para im­
plantação da camada asfáltica dentro dos próximos
dias, a verdade é que a movimentação de homens e
m5quinas pela cidade, após a posse do Prefeito Ju­
viro Godoy, começa a mudar o visual de Caracol, ci
dade que, diga-se de passagem, até o final do an
passado vinha caminhando muito devagar, quase p1 -
rando.
Segundo infonnaçÕes da Assessoria da Prefeitura
~unicipal, devido a má localização e por motivos -
técnicos, tendo em vista que vão atrapalhar a exe­
cução das obrv.s de asfaltamento na Avenida Brasil,
os postes de energia instalados bem no meio daque­
la via pública deverão ser retirados pela Prefeitu
ra Xun!.cipal, oferecendo melhores· condições parn
q~c o acfalto da Avenida, tão sonhado pela popula­
çao caracolense, seja transformado em uma grata -
realidade, o que sem dúvida vai trazer inúmeros be
nef!clos e meJ~orias para todo os seus moradores.
MOKA E JUVINO G0D0Y AMENIZAM
PROBLEMA HABITACIONAL EM CARACOL
O Prefeito de Caracol,
Juvino Godoy esteve esta
semana em Campo Grande ,
oportunidade em que, res
paldado pelo líder dÕ
PMDB na Assembléia Leis
lativa Deputado Waldemir
Moka, garantiu junto is
repartições públicas es­
taduais recursos para a­
menizar problemas do Mu­
nicípio nas áreas de saú
de, habitacão, segurança
pública, transporte de -
estudantes, melhoria de
escolas e pavimentação -
asfâltica.
No entanto, o desta
que do trabalho conjunto
desenolvido pelas lide -
ranças políticas que re­
presentam Caracol e o Go
verno do Estado ê a as=
sinatura pela Secretaria
de Habitação e Desenvol­
vimento Urbano de Convê­
nio para construção de
100 casas populares e re
gime de mutirão, reduz±n
do o déficit habitacio -
nal e envolvendo a muni­
cipalidade e a Igreja Ca
tólica.. -
"Cada unidade, orçada
em US$ mil dólares, rece
berá uma cesta básica de
material de construção ,
c:ujns recursos serão libe
rdos até o final do mês'
informou o Prefeito, sa­
lientando a importância
social da obra. •
Para ele o destaque -
do trabalho adminisc-rati
vo atual é proporcionar­
justiça social e possibt
litar o bem-estar da po-
pulação mais carente.
Ao comentar a assina­
tura do Convênio, o Oepu
tzdo Estadual aldeair
Moka lembrou que "todo
cidadão deve ter acesso
a moradia diga coo • con
dição primordial de vida".'
A liberação de recur­
sos pelo Governo do Esta
do é vista como mais umã
resultante do grande en­
tendimento político-admi
nistrativo entre o Gover
nadar Pedro Pedrossian e
as lideranças políticas
que priorizam o desenvol
vimento de Caracol e dÕ
Estado.
SADDE
Na Secretaria de Saú­
de foi conscsuida a libe
ração de medicamento pa­
ra atendimento no Municí
pio e acertado o parcelã
mento da dívida herdada­
d, Administração ante
rior, considerando que a
quitação deste débito im
pediria o processo de m~
nicipalizacào do setor=
de Saúde em Caracol.
EDUCAÇÃO
O Deputado aldemir -
Mcka e o Prefeito Juvino
dc~anda ao Toro Moro, pelo Prefeito Juvi­
,no Godoy e pelo Prefeito de Bela Vista A
braão Zacarias.
-----------------==-- ----------=-=::.:=======:
Godoy, asseguraram na
Secretaria de Educação a
través de um aditivo re­
curso no valor de CRS
160 mil cruzeiros reais
para a reforma de uma u­
nidade escolar do Municí
pio.
Reivindicaram ainda a
reforma e ampliação da -
Escola Estadual Dr. Ru
bens de Castro Pinto cu­
ja liberação de verbas -
foi programada para o e­
xercício de 1994.
SEGURANÇA
Até o final de outu -
bro Caracol ganha um au­
tomóvel Parati para aten
der a Polícia Mil!tar dÕ
Município. A Secretaria
de Segurança ficou ainda
de evitar a desativação
dos<'ostos de Polícias
de Áoua Arela e do Es -
trelinha.
Na Fundação de Apolo
ao Estudante, o Deputado
Waldemir Moka e o Prefet
to Juvino Godoy assina=
ra convênio para aquis!
ça0 de um Ônibus que a=
tenderá os estudantes do
Mun.ic!pio, no valor de
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1,4 milhões de cruzeiros
reais.
ASFALTO
Já o Vice-Governador
Ary Rigo, anurciou aos
lideres de Caracol que
lui autorizada a licita­
cão da p:viemptacão da
Avenida Brasil.
Serão ao todo 22.720
metros quadrados de as -
falto executados pelo Go
verno do Estado.
TEMPO DE ATENDIMENTO
Juntos, lutando pelo
desenvolvimento de Cara­
col, Walderir Moka e Ju­
vino Godoy, comentara -
que os novos tempos de
grave crise social e eco
nôaica exigem dos homens
públicos uma postura de
despreendimento e mu.ito
dinamismo: "hoje o mais
importante é contribuir
de forma objetiva para a
soluçao dos probleas -
maiores do povo.
(Edição NO 1.416
22 de Outubro de
1993)
Hoje o mais Importante é Contribuir
de Forma Objetiva para a Solução
dos Problemas Maiores do Povo
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