TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1531_28_07_1994 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1531_28_07_1994Número da edição1531Data de publicação28 de julho de 1994Número de páginas10GeoCoordenada -22.10917961224395 , -56.53369889834669 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1531_28_07_1994 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto DIÁRIO REGIONAL ANO: 22 MO- 1. 5 J l 28 DE JULHO DE 1.994 - SEXTA-FEIRA PREFEITURA Dí IMÍECI A IMPLANTA;iO DE MEIO-FIOS NIS RUIS ISFIILTIDIS A implantação dos meio-fios já começou pela Rua Barão do Ladá rio Com o objetivo de evitar a deteriorizg cão e o comprometi - rento do asfaltamen to de vários trechos de ruas da nossa ci dade, que ficaram sem acabamento, o Prefeito Municipal A braão Zacarias esta investindo recursos próprios da Prefeitu ra na construção e implantação de meio fios nessas vias pú blicas, cujos servi cos já foram inicia dos esta semana pela Secretaria Municipal de Obras, na Rua Ba rão do Ladário, tre cho entre as ruas Ou que de Caxias e vo - luntários da Pátria. A implantação dos meio-fios na Rua Ba rão do Ladário bene- versários lerem a {antilatra de Wilson O candidato da Co ligação Frente Popu lar (PMOB-PSDB-PC do B-PV-PL-PSD-PSB), Se nador Wilson Martins, ao Governo do Esta - do, recebeu em Campo Grande, apoio de li deranças políticas - do PTB, PFL, PP e PDT, partidos da co ligação adversária. A adesão foi arti culada pelo Deputado Estadual André Pucci nelli (PMDB), que disputa uma vaga a Câmara dos Deputados. Para o Prefeito - Jairo Vasconcelos (PTB) a decisão de manifestar apoio a candidatura de Wil - son Martins deve-se à vontade popular de elegê-lo Governador. "Pode ter acerte za que o senhor já e o Governador deste Estado. Este é o de sejo da população e consequentemente o nosso", disse o Pre feito ao candidato - peemedebista. Jairo explicou que a intenção do , Grupo não é fazer barganhas, mas sim - plesmente retribuir os serviços que fo - ram prestados pelo Senador quando foi Governador do Esta do. "Naquela época muitas coisas foram feitas em benefício de Glória de Doura - dos. Hoje sentimos que os bons tempos volta rão e que muito ain da há de ser realiza do. - Vontade e compe - tência não lhe fal - ta", ponderou o Pre feito: reforçando que a vinda a Campo Grande foi "voluntá ria e sem pressões". Senador Wilson Martins e Deputado André Puccinelli NESTA SEXTA FEIRA O SENADOR WILSON BARBOSA MARTINS ESTARÁ EM BELA VISTA. NO MESMO DIA ACONTECERÁ O LANCAMENTO OFICIAL DA CANDIDATURA DE MOKA - Orro visita a Redação O ex-Deputado Es tadual, ex-Secretá - rio de Justiça. do Estado e candidato à Assembléia Legislati va, Roberto Orro, vT sitou a Redação do Jornal Tribuna da Fronteira na sexta - feira passada,em com panhia do ex-Prefei to de Bela Vista Il defonso Pinheiro, a migos e assessores. Roberto Orro, que sempre primou pela seriedade e responsg bilidade na política, é candidato à Deputa do Estadual pelo PSD e está enganjado na campanha do Senador Wilson para o Gover no ào Estado. Em Be la Vista o candidato, que é natural da ci dade de Aquidauana ~ visitou diversas li· deranças políticas e aproveitou para re - ver os velhos amigos. ICOMENTÃR~O-OPINIÃOI Pagina - 03 Além do Prefeito, aderiu à campanha de llilson o vice-prefei to José Sabino Sobri nho (PFL), os Verea dores Carlos Denadai (PTB), líder do Pre feito na Câmara, Mil ton Duarte (PP), Ze zinho (PTB), Walid Raslan (líder do PMDB). O candidato - conta ainda com a poio do Presidente Municipal do PP, Chi co do Belo, e do Pr sidente do PFL, Jose Diogo de Figueiredo. Acompanham eles vãri os ex-vereadores e membros de legendas que compõem outra co ligação. Para o Vice Prefeito José Sabino a eleição de Wilson representa a volta - do respeito abs Muni cipios. "O importan te é saber que vamos ter um Governador que vai nos receber e acima de tudo, irá nos ouvir", sinteti zou c Vice-Prefei to. ficiará aproximada - m:ente 260 metros cor ridos de rua e seg ,ni do informações do Se cretário Municipal - de Obras, Nólio Dió rio, o objetivo é fazer a colocação de meio-fios, guias e sargetas, em todas as ruas asfaltadas - que não possuem essa benfeitoria, como os trechos das Ruas San to Afonso, entre a Duque de Caxias e Al vares Cabral, totali zando duas quadras; parte da Alcebiadcs Bobadílha da Cunha , abaixo da enfermaria do 10O RC Mec e Rua Voluntários da Pá tria, trecho entre a rua Santo Afonso até a rua Marechal Deodo ro, já no bairro An tonio João, numa ex tensão de três qua dras, totalizando a proximadamente 1, S Km corridos de meio-fios a serem implantados nas ruas asfaltadas. Importante resal tar que eses servi ços de implantação de meio-fios repre - s ntava uma r ivindi cação do moradores dessas ruas que ha viam recebido o d!s - falto ma ficaram sem essa benfeito ria importante para a conservação do as faltamento, evitando infiltrações d'água e as detcriorizaçõcs provocadas pelas en xurradas. O Prefeito Abraão Zacarias, as sim que os recursos da Prefeitura permi tiram, determinou o inicio imediato dos serviços, começando pela fabricação dos meio-fios na própria fábrica de tubos da Prefeitura Municipal. Para se ter uma idé ia dos custos dessa obra, basta dizer que para cada dois - metros corridos de meio-fios é gasto um saco de cimento. 'oicar;ão las Calilatas a Célia lQ - Wilson Barbosa Martins 20 - LeVJi<' Dias )Q Pedro Teruel 4 Rita de Cássia COLOCAÇÃO DOS CANDIDATOS AO SENADO 10 - Rarnez Tebet 20 - Ricardo Brandão )Q - Ary Rigo 40 Lúdio Coelho 50 - Rachid Derzi 60 - Alan Pithan 70 Francisca Diva Escobar hrrasr Beeli:ante A Igreja Comunidade Evangélica convi da a população belavistense para partici parem de um delicioso churrasco benefi - cente no dia 07 de Agosto às 13:00 horas no Grêmio Pedro Rufino. CONVITE R$ - 5, 00 Convites à venda com o Sr. Nelson Pe reira na Agência Cruzeiro do Sul. -. .. 4 Jorna.lista Ivaldo Pereira, Roberto Orro, Majo~ Villasanti e ex-Prefeito de Bela Vista, Ildefonso Pinheiro. r o CRUZEIRO DO SUL ENCOMENDAS Entrega de encomendas com hora marcada Fone: 384-4008. Fax: 384-4931 • Serviço de Coleta: 382-2472 Entregas a Domlclllo cm Dourados, Corumbá e Ponta Porã. [dados_Atendidas; Agua Clara, Antonio J0Mo, Aral Moreira, Amarta, Ana4cio, Anaun!4nd.a, Angélica, AnhOndul, Aquldauana, Aparecida do Taboado, Bataipor, Bandeirantes, Bataquassu, Bodoquonn, Oonilo, Bela Vlstu, Caatapó, CamapuA, CassilAndia, Campo Grande, Chapadão do Gul, , , Corgulnho, Corumhtt, Coxim, Cota Rica: Coronel Sapucaia, De9d4polis, Douradna, Dourados. Eldorado, FundaçAo Bradesco, Fiqueo, F Atira do Sul, Glória de Dourados, Guio Lopes da Laguna, Jguatoml, ltapor, Fazenda Itamaratl, lvinhema, Jataquari, Jardim, Mnracaju, Miranda, Mundo Novo. Nova Andradina, Nnviral, Nlonquo, Nova Alvornda. Paraíso, Paran;ilbo, Pontinha do Coxo, Pedro ome:s, Porto Murtlnho, Po11ta Por~. Rio Brilhante, Rio Negro. Rochedo, Ribas do Rio Pardo, Rio Verde Selvria, SAo Gatnel D'Oeste Sido!Anda Sonora. Tac.uru Tercnos e Três Lagoas ' d gume var P] ,• ' . 1'i ODDSUL li eNeN"[j "T .,._.,. 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E PARQUE GRÀFICO: * OS ORIGINAIS EN - Avenida Tribuna dn Fronteirn,564 - CAIXA ?OSTAL - VIADOS À REDAÇÃO NÃO 23 - FONE: (067) 439- 1410 - tELA VISTA - !1S SERÃO llEVOLVIDOS. OS ,. AATIGOS ASSL'<ADOS , NÃf' • ~UCURSAIS: Jnrdi:r, Porto Mortinho, Antonlo Jooo, REIT.ETD! NECESSARL.'<EN Bonito, Caracol, Campo Granrle e Correspondentes TE A OPlNI.ÀO DO JORNAL em Brasília e São Paulo Propriedade da Rede Belnvistense d" Jornats - LTDA ~ .S:t'C~'!'F - 1 . 51. .203 0001 90 • Casa de Carne Sadia DE: ANTONIO CASANOVA Carne de Suíno, Bovino, Frango, Linguiças mistas e de ·suíno, queijos, banhas, geléia de mocotó, torresmos, etc .. - •o AÇOUGUE NÚMERO 1 DE BONITO" ATENDIMENTO NOTA 10 E OS PREÇOS SÃO CONVIDATIVOS RUA LUIZ DA COSTA LEITE - FONE: (067) 255 - 1475 BONITO MS TUBOS DE CONCRETO, CIBROCOS, LAJOTÃO, PALANQUES, MUROS E ARTEFATOS DE CIMENTOS EM GERAL ** ATENDE PEDIDOS DE PREFEITURAS** 2&iu Z. l,':. 4:z- FÃBRICA DE TUBOS LTDA RUA GAL. RONDON,215 - FONE: (067) 255 - 1202 FILIADO À: ADJORI E ABRAJOP BONITO.- MS Retífica de Mo}ores - Auto Peças e Acessórios Regulagem de Bombas Injetoras e Bicos Revendedor Autorizado das motos HONDA e veículos importados MITSUBISI-11 Rua Castro Alves .100 - Fones: (067) 251-2456 e 251 -1629· CxP O1-CEP 79240.000- JARDIM - Mato Grosso do Sul_ ·+01, A', POLITICI DE PEDROSSIIN PIRA SE É ELOGIIDI "O Governador Pe dro Pedrossian rega tou toda a rede de serviços hospitala - res do Etado, pro - porcionando um aten dlmonto cli0no a popu laçfio", doataoa ~ Prouidcntc du Aaao ciação de Amparo d Maternidada e à In - (fincia, (mantoncdora da Maternidade da Cândido Marlono)' , Joaquim Nunes Marqa rido, Ele lembro que a antidado que diri qe vinha enfrentando sérios problemas de ordem financeira e não teria condições de investir o dinhei ro gasto polo Estado na reforma o amplia cão da Maternidade. Margarido elogiou a política de saúde implementada pelo Go vernador, afirmando que a população é a grande beneficiada - com a reformulação - no sistema de atendi ment.o e na tolhoría d condiçoen técni cas e operacionais - do:s Hospitais. "o Covorno uincJ,, no•, nu xilia através do Pro rnon u l , com uma ali • mentação de primeira para o, pacientes , correspondendo a at6· 30% do nosso orçamen to", ressalta. As o bras de reforma e am pliação de Hospitais, segundo Margarido , vão evitar o colapso no setor de saúde do Estado. Para Alcx Bortodo Garcia, Presidente - do Sindicato dos Mé dicos de Campo Gran de, a estrutura físi ca que o Governo do· Estado está garantin do, na Capital e nÕ interior, é um gran de avanço para a me lhoria do atendimen to médico-hospitalar e qualidade de vida das pessoas. Ele ressaltou que a ca - 0 rencia no setor de Saúde publica vinh preocupando, espe cialmnte em relação ao d6ficit de leitos hospitalares. Disse, também, que o Hopi Lal Foan Pedrosbian é uma grande obra o seu funcionamento a dequado vai valori - zar a classe médica, "que sempre fol col2 cada em segundo pla- no". Comentário lpiià Q(Jl SÔ .1MBULÃNCIAS "Os Governos ante riores só se preocu pavam em distribuir ambulâncias aos Muni cípios, criando cada vez mais estrutura - para direcionar o deslocamento de doen tes para Campo Gran de, que vivia o caos por falta de leitos e estutura", afirmou o Presidente da San ta Casa, Walter Ro - drigues. "O que real mente resolveria o "NO GOVERNO DE PEDRO PEDROSSIAN A SAODE E PRIORIDADE" problema da aüde da pop lação eria a construção de Hospi- is, como vem fazen do o Governador pe - dro Pedrossian. No eu Coverno, a saúde realmente avançou pa ra melhor". Somente de 16 de março ã 26 de junho, a Santa Casa de Cam po Grande atende a 929 pacientes do in terior, corresponden do à 30% da capacida de mensal daquele Hospital. "A procura pela melhor assistên eia cm Campo Grande causa sérios proble mas, além da superlo tação. O deslocamen to do doente o colo ca em risco nas es - tradas e onera o bol so de sua família" , observa Walter Rodri gues. Ele destacou ã política de saúde do Governo do Estado di zendo que a constru ão e reformas de Hospitais são impor tantes para tirar o setor do quadro cri tico. 1 11ula se11 cabeça Não tem rumo cer- janeiro e recebeu em pelo Ministério das os João Ninguém que,' to. Assusta. Provoca junho, mas não cons~ Relações Exteriores, nos Hospitais (paci medo. Paralisa as guiu receber em abril não foi aceita çomo entes mesmo que são), pessoas ... Toma ru - o do trimestre ante- Documento válido e nas Escolas públicas. mos inesperados. Co- rior, porque se es - tive que ir ao Cartó nas repartições, nas mo não tem cabeça· quecera de enviar o rio para reconhecer- filas intermináveis não vê: esbarra nas atestado necesário. a firma no Documento para alcançar autori coisas, derruba. To- Q outro dia assisti de venda. Procurei o dades das quais de= cada, reage aos coi- na TV a história de Cartório cerca de on pende seu ganha-pão, ces ... Já vem de mui um pobre sertanejo de resido e regis sua saúde ou bem-es to a crise do Estado nordestino a quem um trei minha assinatu- tar, continuam so brasileiro; quer bandido roubou a car ra, mediante módica frendo do sadismo , queiramos ou não teira de identidade. quantia, sem outro - burrice e cruel indi tem sido o principal O assaltante foi pos requisito senão a a- ferença da Mula Sem agente na construção teriormente morto pe presentação da car - Cabeça. Até quando? ou destruição do la Polícia e enterra teira de identidade A pergunta é angus - País" ... A crítica - do sob a identidade- que o Detran recusa. tiante. ao Estado parece de da vítima do roubo.A Há mais de trinta a- Há décadas que a um liberal e é exata gora o coitado tem nos, o então presti- faço sem conhecer a mente a que eu cost~ que recorrer à Justi gioso ISEB adotou a resposta. Talvez me- mo fazet. Mas (espan ca para provar que tese do não menos us netos possam vi-. to!) está num suelto está vivo. E na teli prestigioso Profes ver num País que, fi do sociólogo Herbert nha aparece ajuiza sor Hélio Jaguaribe, nalmente, irá reco= de souza (no J.B de que, arrogante, sen- de que é o Brasil um nhecer que, enquanto 8.5.91)! Algo incoe- tencia que é assim Estado Cartorial. Hou os sentimentos de de rente na pena de um mesmo: ele tem que ve 50 anos de pro pendência diante do dos mais eminentes e "seguir os trâmites gresso em cinco, hou paternalismo do Esta santificados membros legais", numa justi- ve reformas de base- do (representado por do partido mais esta ça que é, tradicio - goulartianas, houve seus políticos e fun tizante e descabeça- nalmente, paquidérmi regime militar, AI-5, cionãrios) não forem do deste País... ca, boçal, corrupta Abertura, Nova Repú- superados, esperança Mas Betinho tem e contrária a qual- blica, Constituição não existe de sair - toda razão. o Estado quer interferência - de 88, Brasil Novo , mos do atraso tercei brasileiro é burro , externa em seus pri- Impeachment e fracas ro mundistà .em que corrupto e sádico. E vilégios. sou uma problemática ·sobrevive uma lenda vitar a Revisão Cons O outro dia, tive Revisão Constitucio- ou mito como O da titucional e manter que registrar no De- nal. Mudou alguma Mula Sem Cabeça ... os privilégios exor- tran a venda de um coisa? J.O Meira Penna é bitantes de politi - velho automóvel meu. Milhões de hol Diplomata e Profes cose funcionãrios Minha carteira dei- polloi, o lumpen co- sor Universitário. das estatais só pode dentidade, expedida mo Marx os chamava, (Agência Planalto) constituir fantasmas S aúde de uma mula sem cab~ la ça. Alguns exemplos divertidos ou revol- o Governo já começou a colher os frutos de sua política de tantes, só para en " Saúde. Nos ültimos anos, os recursos destinados à saúde foram re treter os debatedo aduzidos em 50$ - com isso, nos três primeiros meses de 1.994 a res: no Brasil, o re região Nordeste do País registrou um aumento de 25% nos óbitos - querente tem que pro infantis. No primeiro trimestre de 1993, a cada l.000 crianças - var que está vivo , com menos de um ano, 52,9 morriam na região. No mesmo péríodo eis que maior crédi deste ano, as mortes aumentaram para 73,9 em mil. São números as to é dado ao ate st a- sustadores. Em Alagoas, por exemplo, os óbitos subiram de 77,2 - do de óbito do que em mil (1993) para 100,8 em mil este ano; no Piauí, neste mesmo ao corpo do defun período, o índice saltou de 52,7 emil para 74,1 em mil; no Cea to ... ou à presença rá o aumento foi de 51,8 em mil (1993) para 116,2 em mil (1994) real ào dito cujo. Este índi~es são.resultantes de um fator: o Brasil gasta com a Certa vez, um di- saúde, hoJe em dia, a metade do que investia em 1987. Acrescido plomata aposentado a isto, podemos ainda citar a corrupção que permeia a gestão das que vivia no exter1 verbas públicas, diminuindo em muito os escassos recursos. Todo ore ao Tesouro en- este descaso com a saude da popu~ação tem colocado o-Brasil em viava trimestralmen- situação v~rgonhosa fr7 nt 7 ã alguns países latino-americanos: en te prova de que per- quanto os indices brasi~eiros registram que, a cada mil crianças manecia vivo - rece com menos de um ano de idade, 54 morrem na Costa Rica este núme- beu seus proventos em ro cai para l4 e no Chile para 15. (Agência Planalto) Depois qa 'a partir do : [co pai do a [esqui a. de prc [mercados da cidad, di qa-se d pa vagem, sob !·• r.:,1n: 1.:, ".J.r r1... po?- [ab 1idade, tanto a ni 've! de cu tus, coo jrasp"..nE.110'1tt.l.dc, te- :s recebido de parte da po pula;ão, ratas manifei acoes de apoio e a 9o'ag° PIóte mesmo tempo também mui- { tas denúncias contra alguns mercador _4e] continuam aumentando preços, em a mini-j na r~z~o e juLtificativa. l O engraçado de tudo isso é que a» Pi soas, não reclamam para o comerciante e, o que é pior ainda - elas compra!... Com, pram, lcvan ,J 1:,ercador in p:1ra CiJ<Ja e tic- 1 , pois nos procuram para reclamar. Pior ainda, não pedem a NOTA FISCALI.. [ Ora minha gente! .. cm prir.ciro. luy-1r é preciso que todo mundo oaiba que o~! preços das mercadorias não estão congela] dos o so~cntc os órgãoa investidos êc p~1 deres especiais podem fiscalizar os cus tos e averiguar se está ou não havendo a buso!.. Nem mesmo os órgãos fiscalizado res podem multar por verificar a pr,ílica de preços altos. A única arma que eles têm, é a iniciativa legal de mandar fio calizar a Empresa e aí sim, achando, co mo sempre acham, problemas de ordem fis cal, aplicar no "careiro" uma bela multa corretiva em nome da sonegação de impos tos e nunca pela prática de preços abusi vos. Quem deve decidir se compra ou não a mercadoria com preço alto somos NOS, OS CONSUMIDORES! .. A nossa colaboração com o plano de estabilização de economia, se limita a essa providência, o que já é mais do que bastante para acabar can "qual quer buteco ganancioso" que haja por ai. Quem quer de verdade participar como CIDADÃO, com civismo e com determinação, do combate aos preços altos, não deve de forma nenhuma comprar onde os preços es tãc abusivos, pois é para isso que nós levamos um tempão fazendo pesquisas e mostrando onde o produto está mais bara to, para inclusive, como sempre, os mal fadados linguarudos, que não tem outra coisa a fazer na vida, a não ser "falar da vida alheia", alegar que estamos fa - zendo política eleitoral e buscando fa - zero nome para uma possível candidatura à alguma cargo eletivo! Ora, se temos ou não temos essa pre - tenção, é problema unicamente nosso, po is o importante mesmo, é que, com objeti vos políticos ou não, estamos fazendo al guma coisa em benefício da comunidade, o que por si só, já é muito melhor e muito mais saudável para o nosso ego do que "ficar por aí" falando da vida dos ou tros e mostrando à todo mundo a sua in - competência e o seu conformismo, como cordeiros indefesos. Além de tudo, não vemos a necessidade de sair por aí querendo fazer nome, pois aquilo que fazemos hoje e jã fizemos on tem, tanto na administração dos despor - tos da cidade, como também na Câmara de Vereadores, já foi motivo de incontáveis manifestações de simpatia, vindas de pes soas que sabem reconhecer a ação claque= les que fazem alguma coisa pelo bem CO - mum. Nem sempre isto, é fazer política e leitoral. , isto sim, a política do ci vismo, do inconformismo, da insatisfação com a situação das coisas do dia-a-dia , é a política da prática da cidadania -um dever e um direi to de qualquer um! .. inde pendente da vontade de querer ser eleito para alguma coisa! Mesmo aqui, quando através desta Colu na, estamos tentando dizer às pessoas que é preciso verificar os preços e se ne gar a comprar de quem vende mais ca.ro -; estamos apenas concordando com o Minis - tro da Economia e o Governo, que estão diariamente nos pedindo e quase nos su - plicando esta providência! .. Estamos a - qui, tentando lutar pelos nossos interes ses, pois se os preços caírem ou se man tiverem num patamar decente, somos nós todos que vamos melhorar as condições de vida. Estamos aqui ape·nas, como que a gritar por um melhor padrão de vida, pois depois de tanto sofrimento nestes Últimos anos, está na hora de vermos a falada "Luz do fim do túnel" e rogando para que essa "luz" não seja mais um "trem" a nos passar. por cima! .. Acima da amizade com o dono do Merc:.ado, :i:uito zci cn do respeito que deveos ter para com o nosso se lhante,épreciso que estejamos consciente do dé que temos para coa Nação. •. 1 -- IRIPONGI NI E SCUTI ---- -Amor e amfzale no e compra. Se conquista, -0 trabalho enobrece e dfnlffca os justo danifica e empobrece as desonestos, ,1::11r: problea, Para ele o aior problema era quando pre cisava toar ô!bus. Sempre chefos, abarrotados, @ quele empurra-eupurra, Certo dia lá e tava ele no ponto. Chega o ôn!bus. Abarrotado como sempre. No melo daquele povo havia uma enhora com uns seios de tamanho desnaturado, enores, O nosso gago en tra no r for sufoco naquele aperto. Procura um l ;ar e acomoda-se, De repent, r!ta: -0uI selo, hem? Mnl fecha a boca leva ur bufetio na cara da dt Sabians que lutel por voce desesperadamente? Qua se fuf à loucura por tua cauna, l!ouve vezes que es quecI da famIl1a, dos anulou, do lazer. Tudo por - tua cauta, as vezes entla vontade de te abandonar, t <J <'!l(jll<'ccr, )!,ifJ cu era um fraco, um covarde. O d~ orlo du •~r vocc só para mim era mnJor. Iu ao de espero, ao delírfo, quando percebia que havia u tros pretendentes.Dormir Já não podia mais, pois mal peava no sono fá via voce cm sonho me escapa do, caindo nas mios de outro conquistador. Eu esta Foram vinte e quntro anos de espera e sofrimcn va perturbado. Havia me transformado num escravo de to. Novamente o Brasil i o Fr1meiro a chegar o ea algo que não era só 1ncu. Lutei pra te tirar de - te título, Foram horas de desPspero 1, tolerância , meus planos, de meus pensamentos. Sem resultados • mas valeu n pena. Foi uma conquista inédito. Mais Tudo em vão. Um amlgo chegou a me dizer certa vez' uma vez nosso verde-amarelo predominou. E o que é que não valia a pena lutor tanto por alguma coisa, mais importante:justnment1, no pa!a que mais suga - por ulguêm d1sputado por muitos. Ele tinha Óbvias nossas economias, Quando noEsa bandeira tremulava ru1.ô,,s. Jamais pensei que um dia pudesse me trans- no alto do mastro, nosso hino, silenciava a galera formar num apaixonado obcecado .. Mas me transfor- nos estádios super-lotados , dávamos nosso recado mci, Bronqueou cabelos, perdi forcas, cnve1heci. de brnsilidode, de fé, de esperança. Enquanto lá Meus filh~s cresceram. E cu nunca tive voce sõ pra nos stets o Parreira florescia para produzir ca- mim. Que peno. chos, nõs aqui no Brasil vivíamos divididos entre Hoje vivo novos tempos. Lembro-me com saudades- duas realidades: a conquista do Tetra e o lnnçace~ das poucos vezes que tinha voce comlgo,sõ pra mim, to do Real. • de repente, voce escapava, voava, como uma ave de Está aí.Parreira já floresceu, já deu frutos . rapina para logo estar nas mãos de outro. Mas como Seus frutos estão sendo saboreados por milhões de na vida tudo passa, voee também passou, deixando - brasileiros. E o Real? Será que dará aos brasilei saududes e resquícios de tempos que não voltam - rosas mesmas alegrias que a seleção nos deu? Esta mais. mos torcendo. Vamos tirar a camisa verde-amarelo - Agora vejo voce velha, desbotada, amassada, sem num lugar de honra que esta já é nossa e yamos ves valor, cheia de remendos e curativos na face para tira camisa do Real. PreciFamos de conquistá-la: disfarçar as marcas dos aventuras vividas enquanto Outra copa sõ daqui a quatro anos. O Real é o ago era nova, bonita e dona da situação. Certamente - ra, o hoje. Temos que conquistá-lo tombém .• Na Copa pensava que sempre estaria por cima, dona da situa soando todos os componentes-jogadores.treinadores, cão, agora vejo voce rolando na rua, em qualquer - equipe técnica,etc.-somavam umas 120 pessoas. No - lugar, i~norada por todos, inclusive por mim, que jogo do Real, são 150 milhões de atletas correndo tanto lutei para te conquistar eternamente. Perde~ atrás da mesma bola- O Real. Temos que vestir esta te teu valor. Não há mais lugar pra voce, teu tem- camisa com garra para mais esta conquista. Ninguém po Já era. No teu tempo, voce balançava corações , vence se não lutar. O plano é nosso. Nos jogos da fazia os homens brigarem. Voce e tuas parceiras,ho Copa éramos apenas torcedores. Na luta do Real so je ninguém mais, quer nenhuma de voces. Perambulam mos nõs. Se·nos tornannos • meros torcedores e pelas ruas, param debaixo de árvores, nas calça- criticos esta batalha não será vencida. Novamente das, nas paradas de ônibus, lanchonetes. CHegaram nosso adversário - A Inflaçeo-será vencedora. Tudo outras para ocuparem seus lugares, estas mais jo- é muito parecido. Na seleção o técnico era o Par vens, tá ok7 Tenho pena mas não posso fazer nada • reira. Na luta pelo Real o técnico é o Itamar.NÔs Quando eu te queria sõ me fazia sofrer. Hoje sou - somos os atletas. Portanto, o responsável pelo su eu que não te quero mais. Procure outro planeta.Na cesso do Plano não é apenas o governo. e o povo terra não há mais lugar para tua arrogância, já te também. nho um novo amor. Estou na era do REAL. Cruzeiro - para mim já era. ta enhora, Dcsc&pcrndo,grila: -V1ssl, eu num sabia Ônibus i,cio, qui era proibido falá COPA 94-IIRASIL TIIT!u-CAH.PF:.ÃO du RECADOS PARA-CHOQUES nos filhos nao adiantou".. "Eu desconhecia teu lado poético. Quanto senti- mentalismo, heim? . Para:Ana Fâtima: "Vote nas P. Votar conteceu: My melo levanta- # No embalo das emoções u certo D 1 -' ~ 0 r,;- ~:,.rc:1.Jo s-:, r- do mé, abraçou a namoraaa do • ' J d( ·-La (•"".l,t f'U .. ~1,.C). ut. Anda bem que O cve » O Flash Dance abrta suas portas para a a ir 4 '_ balar-se ao so de IIrdos ambas e morcbus carna valescat Agito, total na cty. LU lance, pore ,me eharoa a are<ão. Fot a Fitia,do Bradesco, e»ta@ te de uns 07 ou Oi meses, no mfor e'alo do amhe. f tso af amiga. AfLnal de contas grav!dez nao e - Inôn!mo de paradeira. No embalo das comemorações multa cofsa rolou por de baixo da ponte; Tof gente que perdeu o acompa nhante, errou o caminho de casa, dorfu no banco - dn prnça, etc. Eu Inclusive, na r.cgundi'l fi:-Jr~ n,,o sabta onde estava minha magrela(bicicleta). Esquu cI que havia levado para o concerto no tHibado. * O Marcelo, filho deste colunista, tomou um porre pra nunca mais ser esquecido, coo direito a_bnnho e filmagem dado pelos amigos. O porre foi tao grü~ de que chegou a trocar a Itália pela Alemanha. E já partiu para n próxima Copa, SÓ que trocou a - França por Seul. MOMENTO POÉTICO BADALADA DE UH ADEUS Foste embora talvez para sempre, deixando um1 va zio muito grande nos lugares por onde passou. As árvores, a rua, tua primeira morada também - sentiram tua falta. Esse rombo que abriu ao partir Nunca mais será preenchido. Nunca Por onde andas, com quem andas nao sei, nem - quero saber. Já que feriste meu coração com a partido Poupe-o omitindo dizer-me com quem andas. Deixe-me· alimentar a utopia que um dia volt11rá pra ficar e que numa tarde de primavera rodeados de cravos, rosas e margaridas ao som de palmas e - orquestras adentraremos um local prometido. Tornaremos um sonho realidade. TOMANDO TERERE (P.L.E.) Para:Leomar Ramirez: "Seo Zé Trindade" encontrou-se com uns amigos - "Até quando vai durar esse teu vai-e-vem de es num final de semana e foram para um boteco tomar - cola?" umas e outrns. E que bebedeira! A madrugada já ia As.ELA alta quando perceberam que era hora de ir embora. Para:Márcio(filho do prof-elio) Todos meio juruguampiados, saíram às ruas. O últi "Deves ter um amor pra valer em Ponta Porã. Não mo a chegar em casa foi "Seo zé Trindade". Bate - dã moral pra nenhuma gatinha da city" palmas frente a uma residência na qual foi atendi- Uma admiradora do por ur senhor meio revoltado. Para: Neiva,Naira, Marlene, Tima, Ilza Paulo e ou- -0 que o senhor desejo a estas horas da madrugé tros. da? "Gostei do agito na Rua Y.ato Grosso, quinta fei - Eu quero saber onde é a casa do Zê Trindade? ra, 21 de julho, é isso aí galera. Aproveitemos os -}1.:1s o Zé Trindade é o senhor. bons momentos da vida. Eles são raros e Únicos". -Isso eu sei. Eu quero saber é onde fica minha Q~ase sei que tua ida não tem volta. Nao importa. Talvez tenha sido melhor. Mas se um dia resolver voltar avise-me cedencia para que eu possa preparar-me. Mas saiba de uma coisa: nesse dia não haverá noite O sol não entrará As rosas abrirão antes a volta de quem partiu em que um dia retornou- Desta vez para ficar. ccn ante do tempo para coreorare busca de aventuras, mas (Hio L.Pfnto) PENSAMENTO casa. 0 colunista' Um ~ago vai a uma cidade grande trotar-se do Sejam quais forem os obstáculos que te sura a frente, na expectativa do apoio J - • que solicitas dos ceus, nao desesperes, nem esmoreças, Se a resposta do Mais Alto aos pedidos fi- zeste parece demorar excessiva . que rogativo decerto reclama anãlicente, e que a tua. a fim de que futur _ ses mais profundas , , amente, nao te v lt as leis da vida, alegando haver i o es contra - • ca do na ímprev! dêJcia que t~ra nascido de ti mesmo e não do se- nhor que, sabiamente,. nos reserv lhor. a sempre o me- ********** Pelos erros alheios que claramente nos pa, examinemos os nossos com a sir preocu de corrigi-los.__ ncera resolucio ANTARCTICA VIANA- Dist.rrnuidora Antarctica DISTRIBUIDORA DE EEBIDAS SÃO JOSt LTDA lRTUR / MONICA Praça N. Sra. Imaculada•Conccição,225 ror;ES: 241-3480/241-3338 - AQUIDAUANA/MS da Copa DISTRIBUIDORA ANTARCTif.A PARA BELA VISTA E CARACOL CERVEJA, GUARA, To!ICA, SODA, GUARANÁ DIET, POP LARANJA E ÁGUA MINERAL VINHO CCm!HAQUE, PINGA>, ETC. Av. Teodoro. Sativa. 305 • Fone 439-1369 » t Bela Vis'ta URI El'TtDOftlCOM ERCI I • & • • , Com duas: para Melhor Servir Atendimento de Primeira Qualidade j AV. DUQUE DE CAXIAS, 505 FONE: 251 - 1091 ) • AV. 11 DE DEZEMBRO,6'3 $ FONE: 251 - 1341 'J . 1 1 • ! ! JIRDIM f MBO ADIO 'PECAS FORD - MERCEDBS BENS - CHEVROLET F!AT E VOLKSWAGEN ANEXO: OFICil-:A PEAS E ACESSÔRIOS EM GERAL RUA ESP!RITO SANTO, ESQUINA COM CAMPO GRANDE - ',; lLA A.'iGtLICJ FONE. 251 - 2484 JARDIM - MS ARROZ SANTA JOSA Atacado e Varejo Compre hoje, e use sempre o melhor + MAURO EDUARDO BEARARI + RUA TUIUT,50 * FONE: (067) 251 - 1291 Jardim MS ** ARROZ UM ALIMENTO SAUDÃVEL! * ARROZ SANTA ROSA, IIUITO MAIS ALIMENTO!! ,'-------------------___. 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No Menor em • • • Ube:a::J;f90 Viação Cruzeiro do S Viação Cruzeiro- do Sul, uma~ Estrela ·na· Constelação ·de Mato Grosso -RAPIDEZ, CONFORTO, SEGURANCA E IR , r, ' ... . ' / .Indicador Profissional MVOCACIA CÍVEL, 'TRABALHISTA E CRIMINAL, Advoga.da, $ RAMONA GOMES JARA RUA MAACAJU, 1 O 8 FONE: (067) 251 - 1354 VJL/ /NGP.LJCA - CEP: 79.240-000 JARDIM HS Advogados # GIL MARCUS SlUT VILMAR DE ÃVILI CAUSAS ClVEIS CRIMINAIS Escritório: FONE: (067) 255 - 1313 Residência: FONE: (067) 255 - 1228 RUI CEL. PILID REBUÃ,663 BONITO - MS Advocacia JOSt APARECIDO DE OLIVEIRA 01B (MS) 4259 RUA 24 DE FEVEREIR0,2.101 - C. Pst 32 FONE: (067) 255 - 1456 FAX: (067) 255 - 1402 CEP: 79.290 - 000 BONITO - MS Advogado LAIRSON RODRIGUES BUENO 01B'/'MS 3.050 CAUSAS CIVEIS E CRIMINAIS RUA DR. CORREA, 380 - CEP: 79.280-000 FONE: (067) 287 - 1129 PORTO MORTINHO - MS Fisioterapia e Reabilitação GLAUCELI FERREIRA GODOY Fisioterapeuta - Crefito-8-8432-F Convênios: UNIMED, BANCO DO BRASIL TELEMS, FASSINCRA - CONS:Rua 1o áe Maio,SVNO - FONE: 251-1696 - RES: Rua Dr. Ary Coelho de Oliveira, 880 FONE: (067) 251 - 2563 JARDIM - MS AS'TO. Dia 24 - Domingo - Início da novena 19:)0 HS Mi - (Tema - Qum foi S. Afon- o) Dia 25 - Sequnda - Feira foi S. Aforo) 15:00 'IS - Hora Santa 19:00 HS - Misa (responsável Familiar) Dia 26 - Turça-fcira Tema Vida e obra de Sto Afonso 15:00 !IS - Hora S nta 19: 00 J!S - Mi:;sa (responsJ.vcl Catequética) Dia 27 - Quarta-feira tia e Sto Afonso 15:00 HS - Hora Santa 19:00 HS - Missa (responsivel das CEBS) Dia 28 Quinta-feira e a c.s.s.n. 15: 00 HS - Hora Santa . 19:00 Hs - Missa (responsável Bela Vista) - pastoral - Oração na - - Pastoral - 'Tema- A Eucaris - - Pastoral - Tema - Sto - Irmãs de - Dia 29 - Sexta-feira e a conversão 15:00 HS - Hora Santa 19:00 HS - Missa (responsável - Pastoral - do Dizimo) Dia 30 Sábado - Tema - Sto Afonso e a Pe nitência - Encontro c/ os vocacionados. Tema: Sto - Leitura' Afonso Afonso 15:00 HS - Hora Santa 19:00 HS - Missa (responsável Pastoral das Comunidades) Dia 31 - Domingo Tema - Santo Afonso e as Vocações 8:00 HS - Missa (responsável Pastoral Li turgica) 15:00 HS - Hora Santa 19: 00 HS - Missa (responsável _Pastoral Li turgica) Dia 01 - Segunda-Feira Tema - Santo Afon soe Maria 9:00 HS - Missa Campal e Procissão (Tema Santo Afonso e a Perseverança) (Responsável - Todas as Pastorais e Esco las) Missa presidida pelo N. Bispo DiocesanoD. Onofre c. Rosa. OBSERVAÇÕES IMPORTANTES Cada escola e Pastoral deve preparar: Leitores, Comentários da celebração, Cân ticos, Liturgia em Geral, Animação daCele bração (Conforme o tema e as Leituras) - Dia 24 - De julho •Atos 1,22-28 Leituras Fil 3,8-12 Lc 4,16-22 Dia 25 - De julho Gen 18,20-32 Leituras Lc 11,1-13 Advocacia DR. MARCUS RUIZ t:iARA! MBARETB DR. B8LIO RUIZ KARA1 TUJH . RUA 14 DE MAIO,47 FONES: 251 - 1012 ou 251 - 2424 CEP: 79.240 - 000 29 Leitura! Dia 30 7a'n 1 0 4, - t 31-46 p.l! - AO 9,1-2 a 1,9-15 -~ Julho !Cor 4.!6. - ,. o Jo 15, l -27 De ) ú' 1 ,, - i .!.) 5.1-4 Mc 10,28-11 De julho - T .. ,, l, 9, 1- E.t 1 , 3-G; 11-12 Lei uras 1 Leituras Jo 19,25-27 flin 01 De J:f J.6; 11-12 Leituras Jo 17,9-24 Edital de f roclamas 7 JANILDE ROSA DOS SlN70S, Oficiala,clo Car ório de Registro Civil d o a cidade de nela Vista-MS., faz saber a todos quanto o presente Edital de Proclamas - virem, que apresentaram os documento~~ xigidos pelo artigo 180 do código Civil Brasileiro e pretendem se casar: ISMAEL ANTONIO LOPES e J<ATIANA APARE CIDA OE MOURA CRISTALDO ambos brasilei ros, solteiros, naturais deste Estado, domiciliados e residentes nesta cidade, ele, militar, filho de Beatriz LopPS de Almeida, ela, estudante, filha de versi lio Cristaldo e Leopoldina de Moura Cristaldo. BELA VISTA-MS., 26 DE JULHO DE 1.994 JANILDE ROSA DOS SANTOS - OFICIALA Prefeitura Municipal de Bela Vista JARDIM MS Publica-se novamente, pois na Edição 1528 de 2]/07/94 sáiu Decreto NO 826 quando o correto é Decreto NO 836 DECRETO NCMERO 836, DE 15 DE JULHO DE 1.994 "Prorroga prazo para pagamento da par cela da única do IPTU/94, e dá outras - providências". O PREFEITO MUNICIPAL DE BELA VISTA,ES TADO DE MATO GROSSO DO SUL, no uso de - suas atribuições legais e tendo em vis ta o disposto no art. 297 da Lei no 966 de 20 de dezembro de 1.993. DECRETA: Art. 10 Fica prorrogado até o dia 29 de julho de 1.994, o prazo para paga mento da parcela única e 1~ pacela do - Imposto e Territorial Urbano - IPTU, e xercício de 1.994. Art. 2 - Este Decreto entra em vi gor na data de sua publicação. Art. 3 - Revogam-se as disposições em contrário. ABRAÃO ARMOA. ZACARIAS PREFEITO MUNICIPAL Anuncie e Valorize o Jornal de sua Cidade Empresas clo: Moretto • Posto Shel Jardim "COMPROVE A QUALIDADE DE NOSSOS SERVIÇOS" 1V. DUQUE DE CAXIAS, 693 FONE: 251 - 1920 Grupo Sérgio - . - . - il E Auto Posto. Lagunão EM GUIA LOPES DA LAGUNA, O MELHOR ATENDIMENTO AV. SANTA TEREZINHA, S/NO FONE: 251 - 1359 GUIA :.OPES DA LAGUNA/MS imento - Auto Posto Lagunão li (Antigo Posto Rubâo) - "DESFRUTE DE NOSSOS SERVIÇOS ESPECIALIZADOS" RODOVIA BR-267 - KM 23 JARDIM/PORTO MORTINHO li .... JARDIM - MS Personalizá d o· 1 M o n i a En s a n g enlad tradução e apreenta;ão de Sérgio Medeiros q ondo p;1noci uinntc cl,1 o-1l1J, cuj, o 1,1- elas davam para o Jardim, vi nLrav~~ a porta entreaberta Agnes sentada e ma Moa, Ela desenhava e 'inha vários ·shoços incompletos espalhados ao re dor, Decidi entrar. "Oh! é você?", ela disse, erguen do a cabeça, "Não é um Estranho, portanto vou continuar sem cerimonia nesta ocupa - ;ão. Peque uma Cadeira e ont -se ao meu ado". Fiz o que ela disse e aproximei-me da ~•~sn, Tomei maquinalmente alguns dcocnho5 pols tinha a cabeça imersa em outroo as suntos (sua 'Tia não pouparia esforços pa ra nos separar), e examinei-os. Um dos wm~n impresoionou-mc por sua singularida de. O desenho representava o Saquão do • Castelo de Lindcnbcrg. Uma porta deixava , entrever uma cocadaria ao centro. Em pri reiro plano, aparecia um grupo de figuras colocadas cm posic5cs grotescas; o Terror estava estampado sobre cada semblante. A qui, uma mulher ajoelhava-se e erguia - os olhos ao céu, numa prece das mais devo tas; ali, um homem tentava fugir andando do gatinhas. Outros, com bocas abertas e olhos esbugalhados, apontavam para a Fi - gura que aparentemente havia provocado a quela confusão: era uma mulher de estatu ra não exatamente humana, vestida no hábi to de alguma ordem religiosa. A face esta va velada; de seu braço pendia um rosário de grandes contas; o vestido manchara-se em vários lugares com o sangue que manava de uma ferida em seu peito. Numa mão Ela trazia uma Lãmpada, na outra uma grande - Faca; parecia avançar cm direção ao por - tão de ferro do Saguão. "O que significa isso, Agnes?", per guntei, "E: uma invenção sua?" Ela olhou para o desenho. "Oh! não", replicou. "Essa invenção sa iu de cabeças mais sábias do que a minha~ Mas como é possível alguém ter vivido du rante três meses em Lindenberg sem ter ou vido falar da Monja Ensanguentada?" - "Você é a primeira pessoa que menciona esse nome para mim. Diga-me, então, quem e essa Senhora?" "Existem mais coisas do que saberia contar a você, Alfonso. Todo conhecimento que tenho dessa 0 História vem de uma velha tradição de família que tem sido passada de Pai para Filho e na qual todos acredi tam piamente. Veja, o próprio Barão acre dita nela, sem contar minha Tia, que pos sui uma queda natural pelo Maravilhoso e duvidaria das verdades da Bíblia, mas não da existêpcia da Monja Ensanguentada.Quer que lhe c;onte essa História?" Respondi que ficaria grato se ela o fi zesse. Sem interromper seu trabalho,Agnes narrou o seguinte, num tom comicamente - sério: "E: surpreendente que nas Crônicas dos tempos idos essa Personagem notável nunca s7 ja mencionada. De bom grado lhe conta - r1a a vida dela, mas infelizmente é como se a Monja não tivesse existido até a sua morte: depois disso é que Ela sentiu ne - cessidade de fazer algum barulho no mundo e, imbuída dessa decisão, escolheu auda Ciosamente o Castelo de Lindenberg. Como tinha bom gosto, tomou para si o melhor - quarto da Casa e, uma vez estabelecida lá começou a divertir-se dando socos nas me- 15 e cadeiras no reio da noit. ofress de Insônia, m s is o mo aber com certoz. equ !o s. 'Diversão' cor ;ou hã e4' 4mn, e culo. Era acompanhad. de grito, uivo , b1afia e outros ruídos iqualente ser a davéi desse tipo, Mas, mbor» EI Honrase com sua visita um dos quartos do Catolo, não se aventurava pelos outros. Ocasional men e, perambulava pelas velhas Galerias, percorria os espaçosos S a l õ e s e, às v e z e s , parava dian e dar; portas dos Quartos, on de. chorava e e lamentava, aterrorizando - seus ocupantes. Nessa excursões o urnas E la. foi vista por várias pessoas, que des - crevem sua aparência tal como a desenhei, com traços poucos dotados". A singularidade desse relato imediata - mente despertou meu interesac. "Ela nunca conversou com essas pessoas?", perqun ci. "Não, Pois não era lá muito ncdu ora n demonstração que dava de seu talento para a conversação. Num primeiro Momento, o Cas tolo retumbava com pragao e maldições, mai logo depois, ouvia-se o Pater-Noster, vin do a seguir as piores blasfêmias e, por fim, o De Profundis, cantado num tom tão - uniforme quanto o do Coro da Igreja. Como vê, a Monja era um ser bastante caprichoso e, quer orasse ou rogasse pragas, quer fos se ímpia ou devota, sempre amedrontava os moradores do Castelo. Em pouco tempo, Lin denberg estava praticamente vazio. O Senhor do Castelo ficou tão apavorado com essa Or gia da meia-noite que certa manhã foi en centrado morto em sua cama. Esse aconteci mento parece que agradou bastante à Monja, pois Ela então deixou de fazer ruídos no turnos. "O próximo Barão, contudo, mostrou-se - mais esperto do que Ela. tr4.te cala.o. A o ra m.is e, por i rdore do C a s t elo i quila. De de então, não se teve notíci ds Monja. Ao cab nos, o Exorcista , ino prad n·te, o tu reapareceu. Contudo, a Monja t aqora muito ma!ss afável e compor ada. va em si!ncio e ó se deis va ver no 5 de maio. Passador anos anos, F!a m a ntêm e s s e costura, sequndo o E a r a o . O Da rao está in eiramen e persuadido de que no próximo dia 5, como cosuma acontecer a ca da cinco anos, tão logo o relógio anuncie a primeira hora da madruqada, a porta do quarto Assombrado se abrirá (o quarto por manece fechado há um século) e a Monja sur girá com sua Lâmpada e sua Adaga: Ela deu cerá a escadaria da Torre Orien al e atra vcssar.'i o grande Saguão. Nessa noite, o Porteiro deixará aber o o Por'ão do Casto lo, embora isso não seja imprescindível, - naturalmente, pois a Monja poderia passar, se quisesse, através do buraco d~ fC'ch-1du ra. Trata-se de uma demonstração de respel to e polidez, evitando-se, assim, que a Monja saia para fora de uma maneira que pa roça aviltantc à dignidade do seu tlpo de fantasma". "E para onde Ela vai ao deixar o Ca~tc lo?" "Ao Céu, cspcro;mas se Ela o faz, o lu gar certamente não é do seu agrado, pois - sempre retorna após uma hora de ausência.A Senhora então se retira para o seu quarto, e fica quieta pelós próximos cinco anos" "E voce acredita nisso, Agncs?" • "Como,ousa fazer tal pergunta, Alfonoo?" SlÕ:RGIO MEDEIROS, 34, nasceu cm Bela Vista/MS. Doutorando cm Teoria Literária e Li-1 tcratura Comparada na USP. Autor de O Dono dos Sonhos - um estudo sobre os mitos e so,• nhos narrados pelos xavantes. Colaborador do "Caderno 2" de "O Estado de S. Paulo", - Está traduzindo Sylvie and Bruno, do c~critor inglês Lewis Carroll. 1 A Arte do Apoio Cultural Já foi o tempo cm que fazer teatro, Shows ou mesmo cinema dependia exclusiva - mente de atores, diretores e técnicos.Hoie as montagens despendem uma verba consi~etá vel, exigindo planejamento para a alocação de recursos. A figura do mecenas desapare ceu e, com isso, a classe artística teve que optar por uma saída. E o meio encon trado não foi outro senão obter o apoio - ou patrocínio por parte de empresas. Mas conseguir um patrocínio não é tão simples quanto possa parecer. Requer uma - série de requisitos básicos, até que final mente a verba apareça. O advogado Cãndido José Mendes de Almeida está lançando o li vro "A arte é capital" (Editora Rocco). Ne le, o autor mostra a importãncia do apoio financeiro para a realização da obra artís tica. - Especializado em Novas Técnicas da Comu nicacão e com passagem pelos Estados Uni= dos, Franca, Inglaterra e Itália, ele apon ta os meios e técnicas de obtenção de re cursos para quem pretende produzir cultu - ra. Na verdade, o marketing cultural movi menta uma quantia aproximada de 40 milhões de dólares, oriundos da iniciativa priva - da. Apesar das leis de incentivo à cultura, Qinda está longe o maciço investimento que as empresas instaladas no país podem oferc cor aos profissionais da cultura. Cândido Mendes revela que o Brasil, além das difi culdades econômicas, possui um público con sumidor pequeno em rela;ão à sua popula ao. Ele calcula algo em torno de 2,3 mi lhões de consumidores. _ E: preciso lembrar também que a popula - çao economicamente ativa não ganha salá rios compatíveis para frequentar com cons tãncia teatros, cinemas e casas de espetá culos, ou comprar livros e discos. Nas pcs quisas feitas pelo autor, só 3,Si dos bra= sileiros ganham mais de 20 salários mini - mos, o que dá uma faixa muito pequena de - público consumidor de cultura. "A arte é capital", sem dúvida, é o pri moiro passo em te.rmos técnicos e profissiÕ nais para orientar o produtor cultural bra si]eiro, tão carente de apoio financeiro= para realizar seu trabalho. O livro merece ser lido com atenção, até porque Cândido - Mendes é diretor do Centro cultural Cãndi do Mendes, no Rio,sendo um dos pioneiros na area de marketing cultural. l' COMEI DEI MMMB A EMPRESA COMETA DEL ANAMBAY oferece aos seus passageiros •• T.-::· • • • - o· máximo em CONFORTO, SEGURANÇA e RAPIDEZ. F -. ônibus novoi•, com ar condicionado, velocidade controlada, • atendimento de primeiríssima (serviços durante a viagem: ca- • fé, refrigerantes, sucos e lanches)·. Saída diariamente para São Paulo às !6:00 horas no Termi nal ~odoviãrio de Pedro Juan Caballero. 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Da acgunda vez, Jerônimo Fer reira afirmou que foi maltrata: do por algunn diretores porca~ sa de um simples cheque, que - não quiseram trocar, fazendo-o ·Blocart Fábrica, de· Blocos e Bloquetes LlJOTTNHl PARA CALÇADAS g 1 Alexandre Ferreira e Carlos Henrique Ferreira BLOCOS DE 10Xl9X39 e 20Xl9X39 LlJOTAS DE 20X20X06 Para calçadas, pavimentação de grandes ou • 1. ...495-145 Rec) CONFECÇÕES DB BLOCOS E BLOQOETBS, TUDO EM PRODUTOS DR MASSA DE CONCRET0 o 1 BRASIL, S/NO - CENTRO CARACOL - MS 'ki i= - JS Ciclo Eletros • e Eletrônicos 1R BICICLETAS MONA!U<, APARELHO DE SOM, V!DEO, CONDICIONADO, FORNO MICRO-ONDAS, GELADEIRA, FREEZER, ANTENA PlRl.BôLICA, DECODIFICADOR PARA GLOBO-SAT. MANUlL E CONTROLE REMOTO MANUTENÇÃO E lSSISTENCIA TECNICl .f..OLCRôFS, TRAV5SSE_I_ROS 5 COLCHONETES "ORTOMAG" "TODO.PELO MELROR PREçq A VISTA OU E TRES VEZES SEM ACRÉSCIMO E ?'I SISTEMA DE CONSORCIO" ROA ADELAIDE COSTA, S/No JARDIM S VILA ANGELICA I ..... ,.. ELETRONICI RIIITEC, . ... REPAROS DE TV A CORES E PRETO E BRANCO, APAJ".ELROS ELETRÔNICOS EM GERAL ESPECIALISTAS EM VlDEOS CASSETES, VENDAS E HlNUTENÇÃO DE ANTENAS PARABÓLICAS EMPRESA COM TECNICO FORMADO E~ SÃO PAULO, 02 ANOS EM AUTORIZADA GRADIENTE E 4 NOS COO TCNICO D PHILcO. Lsrrasna que sofri na ort +, no rsmo no troca de un c que, nas si a fora co í so foi fei o, fui d'eririnado e - insultado pel diretoria do clu ve, qe no meu ntnder dve• ri tratar a todos igualmente , pois sou um trabalhador e mer ç0 o mesmo repeito que dado - aos demais sócios" dise ]erôni mo Ferreiro finalizo: "creio que a diretoria do Grêmio Fe do Rufino tem qu par r de pen sar apenas em qanhar dinh ro ·, " A RFA, GARANTIA NO CONSERTO DF SFU APAREI.HO" ROA ADELAIDE COSTA ESQUINA COM RONDONOPOLIS, S/N "NOS GARJI.NTIMOS O QUS FAZEMOS" JARDIM- MS passar vergonha. Por último, no baile de ani versário da cidade, realizado no dia 19 deste mês, o ócio do clube novamente voltou a sr barrado na portaria porque etg va usando chapéu, mas várias oy tras pessoas, segundo ele a~ bém estavam usando chapéu o a dentraram normalm ntc ao clube. Jerônimo Ferreira disse que está revoltado com essa situa cão, porque é um sócio que sem pre esteve cm dia com suas obri gacóes para com o clube e nunca promoveu desordens, "o que mo - deixou chateado não foram as - Mais um picareta no Congresso Quem diria o Se nadar José Paulo Bi sol (PSDB-RS), candi dato do seu conterrã eo, o deputado Ib sen Pinheiro (PMDB RS). De paladino da moralidade, como Ib sen, talvez Bisolve nha engrossar também a lista dos 300 pica retas do Congresso calculada pelo seu - próprio companheiro de chapa nas próxi - mas eleições, o ex metalúrgico Lula. ~ que, mesmo tendo si do um dos principais investigadores da CPI co Orçamento, o senador gaúcho não - se intimidou cm apre sentar quatro emen - das ao Orçamento de oferecer alguma coisa na mais ~a ra os nssccíados, além de tra tar a odos da mesma maneira", 1994 ,que irão '·cncf i ciar a cidade de Bu rítis (interior de - ~inas Gerais), anele esti situada a sua fazenda. E não é só isto: essas emendas estão superestimando em mais de US$ 8 mi lhões (ou 35 vezes)o valor das obras pro postas. Quem não se lembra do senador Bi sol, colérico, donun ciando o esquema mon tado por empreitei - ras junto aos parla mentares? Transfor - mado em Rei da Mora lidade, Bisol foi 'um dos grandes responsá veis pela investiga cão que trouxe à to na a farra que a Má fia dos Anões fazia cor:, ,, ::!inhciro do Or camento da União super faturando o bras, muitas das qu~ is de importancia questionável, ou in ventando entidades - beneficentes. A atua cão de Bisol, frente a este novo escânda lo, não foi poupara nem mesmo por alguns petistas.O deputado Paulo Delgado (PT MG), por excmplo,com parcu o senador ga cho aos parlamenta - rcs cassados pela CP! do Orçamento c,ocupa~ do a tribuna da Cara ra, pediu a renúncia de Bisol. o senador, cn·.:rctando, advertíu: "Recuso-me a dar sa - tisfa,;Õcs ao PT ou a quem quer que seja Bisol Recuso-me dar Ou seja, 3isol de- a ver ter se esqueci do que o dinheiro que ... , PT tentou manipular p er- satisf acõ.es ao .OU a tence aos brasilei ros o que é mais do gu e - quem quer que suficiente para roe re- seja cer uma boa explic a - cão. 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SEMENTES, ADUBOS, HERBICIDAS, L'ISETICIDAS, LUl!RIFlCANTES, ETC DST(FAZEMOS A BASE DE TROCA) DST RUA JOÃO NUNES, 200 CEP:79.910-000 "ACR.EDITA.'IDO NO ROHEM DO CAMPO" Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1530_27_07_1994 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1532_30_07_1994 Voltar para a lista de itens