TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1593_21_01_1995 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1593_21_01_1995Número da edição1593Data de publicação21 de janeiro de 1995Número de páginas8GeoCoordenada -22.13271539462798 , -56.52131515359303 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1593_21_01_1995 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto TRIBUNA DA FRONT'IRA BEi.A VISTA/MS MN0:22 1v; 1,593 - 21 DE JANEIRO DE 1,995 - SABIDO EDITOf-:: IV/LD0 PERElRA R$ 0,50 BELD YISTD LIRGI_Na fRENTE E PROMOVE a PRIMEIRA REUNIIIO SOBRE O MERCOSUL O salão do grêmio Pedro Rufino, totalmente lotado pelos inte ressados em maiores esclarecimentos sobre o Mercosul O Sindicato Rural de Bela Vista, presi dido pelo Pecuarista Edson Medeiros de toraes, contando com total · apoio do SEBRAE/MS, Receita Federal, Agência lo cal do Banco do Bra sil e de autoridades do vizinho Paraguai, promoveu no último - dia 19, nas dependên cias do Grêmio Pedro Rufino, uma oportuna reunião de trabalho, com palestra e dis - cussão de todos os temas relacionados - ao Mercado Comum do Sul - Mercosul - cu jo tratado entrou em vigor oficialmente - no último dia 1o de janeiro, tendo como seus membros o Bra - sil, a Argentina, o E OE. Com a estabilização da moeda, o REAL é a exemplo de muitos jornais de São Paulo, uma moeda FORTE, houve também estabiliza- Rio Grande do Sul e Santa Catarina, depo çâo dos preços da matéria prima para a im is de reduzir os custos, REDUZ agora a pressão do Jornal, enfim, estamos derro - sua tabela de preços. Os preços das assi tando a inflação que tantos malefícios naturas estão estáveis desde julho, redu causou (e ainda causa) ,ao povo brasileiro. zimos agora os preços para publicação de Devemos combater a ESPECULAÇÃO, a agio Editais. Avisos e Publicidade. tagem, a GANANCIA, a AMBIÇÃO desmedida - Em tempos de MOEDA FORTE, de ESTABILI- que provoca distorções na área social. ZAÇÃO, valorize o seu dinheiro, antes de Se alguém está ganhando muito, é por - publicar o seu Edital. Aviso ou fazer n-- que muitos estão ganhando pouco. BLICIDADE, procureº TRIBUNA DA FRONTEIR;..1 O momento é oportuno para mudarmos, rc o mais lido em Bela Vista e região alrnente o Brasil e o TRIBUNA DA FRONTEIF.."• Av. ·rribuna da Fronteira, 564-Fone: 439-lld!) / !ESPORTES Pág/0 3 o Paraguai e o Uru - quai. A reunião que se iniciou iis 09:30 hc. ras da manhã se pro !ongou até o período da tarde, com um pe- queno intervalo para o alr:,oço. Página - 0t Comunicado A Prefeitura Municipal de Bela Vista COMUNICA a população cm geral que os en tulhos jogados em vias e logradouros pú blicos somente serão retirados mediante o recolhimento pelo proprietário do urna taxa na Prefeitura Municipal, correspon dente a 3 UPFS (Unidade Padrão Fiscal) - sendo que cada UPF no mês de janeiro e - quivale a 6,76 (seis reais e setenta e seis centavos). Caso isso não ocorra por parte do proprietário a Prefeitura efe - tuará a retirada dos entulhos e lançará o débito no IPTU/95. Prefeitura Municipal de Bela Vista Administração Abraão Zacarias Comunicado A Prefeitura Municipal de Bela Vista COMUNICA à todos os proprietários de ter renos baldios no centro da cidade, que= os mesmos terão o prazo de 30 dias para efetuar a limpeza. Caso isso não ocorra a Prefeitura efetuará a limpeza e lança rá o débito no IPTU/95. Prefeitura Municipal de Bela Vista Administração Abraão Zacarias DOCUMENTOS EXTRAVIADOS PAULO SÉRGIO GIANSANTI - COMUNICA que extraviou todos os seus Documentos: Car teira de Identidade, CIC, Carteira de Habilitação, Publicação que se faz para efeito de obtenção das 2as Vias. 1O1 Lei Ião Apacorte DIA: 24/01 - TERÇA-FEIRA HORAS:20:00 LOCAL: Parque de Exposições Rio Apa REALIZAÇÃO: Porteira Leilões Rurais e Sindicato Rural de Bela Vista. COORDENADORA DE NEGOCIOS DO SEBRAE FALA À IMPRENSA BEL.AVISTENSE Durante o interva lo da reunião, a eco nomista e coordenado ra de Negócios do SEBRAE/MS - Dra. Ma ria Anita Medeiros Cursi - que vem se especializando nos assuntos relaciona - dos ao Mercosul, con cedeu a seguinte en trevista à nossa Re Portagem e à Rádio Bela Vista, onde fa lou sobre o acordou nilateral entre Bra sil, Paraguai, Argen tina e Uruguai e principalmente sobre suas influências em nossa· fronte ira. Página - 05 OPINIÃO O FIM DO CLIENTE. LISMO, A BOA-NOVA Página/03 - o a.e o. M pra. Maria Anita Medeiros cursi - Econo mista e Coordenadora de Negocios do SEBRAE/ MS O QUE E MERCOSUL SAIBA TUDO SOBRE O "TRATADO COMUM DO SUL" Páginas - 06,07,08 Prestando una hoenagem à sua cidade natal, o jovem Ramão Loure_! ro inaugurou no Último dia 15/11 em nossa cidade a Lanchonete "DC FISH BURGUER", ua casa e es tilo Mac Donald's, oferecen do 40 tipos de lanches, 4 t! pos de maionese, sucos natu rais, refrigerantes, wisky, vodka, cerveja, etc ... Neste mês,. grande pro noção de fim de ano: junte 10 cupons ga nhe 1 "X-SALADA" ; 15 cupons, ganhe u Lanche da sua escolha. BURGUER RUA VISCONDE E TAJNAY (e frente à Escola e ra Guimarães Loureiro) L ". 1 ! ,1 ' ( Êqersul Cria Comissão Custos, Corte Atingirá para 501. Reduzir da Gratificação de F uncão A d!reorla da fupreasa Enerpfca asfene da d1reorla d, M E , o a r no do u! h tzou r o ! i - lo criando om!+ sino pars aval1ar a I plana,io de medtdas de reduçio d usos opracfonnf e m !horta do de empenho. Por drmfnucdo, do pre!-- den Valer Preira, na com1são e ri u prao d ee dtas para efe+i ar o levanameno vfndo o tore de 50 por eno na pra,f1caço de fun ão pago nos caros comf,,fonados.E 20 dfas a conlusio dever ainda en - rear tu relaório conendo propo «as para adoço de medidas de redu - çi0 n o s c u s « o s operacionafs e d e m e l horta no desempenho do sisema el cric n, O Impaco dn medida reri aval 1ndo pelo:. ntÍott•ros ,·1 scrt.?m lcv.,n .. dos pe la comtsso formada por (unciun,irios 1ndlc.odue por cudn dlre,orln, presi d@nefa e vice prestdncfa da cmpre - sa, A redução de 50 por ceno no adi c ionu 1 de função pago a odos os ocu pnn,us cargos de con(1nncn, nLingc o Presidene, o Vce Presldene,dIreo res de deparomenos e d: divisões , ·caracol em 1 FiT, '_: i., cri,, ,ri-1 Ri•,r• , ln, +6s A Infcfafva pare de um conjun- scunso. . o de medidas de conençio de pasos tos a oportur que vfun equfl!brar a f!ancas d4 ,que}ar aos 1 te9anal e orni-la lucrafva em pouco Idos af ,l':.po, t.o,•u :ipÔ•, . pose, a nova d!r u fel1z 1.99.'.J, ,url.i prec:ll.cltclu pelo ,1clvogndo Vol,er Pereira deu osras de deer!nação., UNRAM!-5F. ao romper untlaeralmene um convnto Nee úlmo (iié 07, do fInal da adminfsração aner1or p [os Jovens: FORALDO e lo 51ndfcao dos Trabalhadores na ln- CRISTlliA. A ccrlcÕni.1 d~n.rtn dn Cncrgla Elécricu. Coo a ocon,eccu nn fazendo - t('Gc-f siio, a empresa vai ccor.o□izar n- Cervo. Ao lioraldo c proximnd:unence 1 :n1lhiio de dólares - Crisdna, fcUcidndl'n onunlrncncc, . na vidn n dois!!!! Além do convênfo odonolõzfco ou ,ro9 privilégios ossegurndoo no Acor do Colcdvo nsGinodo cm novembro ele 9 es iio sendo impugnada nn JuBLicn. !"oi njuiwda Ação Anul.,cÓria de' vóri a<J cliiusulns considcradn!l "dcscobi - dns" pcl.n novo dire,orla, LDis como oumcn,o de 50 por censo nas indcnizo çÕ~s poro empregados dcmi,jdoo e cm prés,imos pós férias pnra serem pngos em cinco parcelas sem }uros, Em férina, muica gen ,e bonico escá cur .. indÕ , as férias cm nossa cida de, encre eles: Jucir = lcy LeiLe, Rosa Jaro,R! LO Jara, Jeans Fernon - des, Korino da Silva, - Morlcnc Soloriendes!!!! Socied Educar é trabalho sério, para ser feitÓ por gente experiente, num processo longo de respeito, liberdade e disciplina. Esta é a proposta do Centro Educàc1onal Mana Auxiliadora, uma escola com método Piaget e Maria Montessori e máximo de 25 alunos por sala de aula. Fe icídades CEMA CENTRO EDUCACIONAL MARIA AUXILIADORA o Da pré-escola à 4 2 série o Área de recreação com play-ground e quadra de areia para esportes. o Assistência pedagógica extra aula A PARTIR DE 01/12/94 Rua Gal. Soares da Rocha 90 - Tel· 439-1 '254. CEP: 79.260-000 --Bela Vista - MS • . ·,<.._f· Tribuna da Fronteira D!ÃRIO REGIONAL FUNDADO EM: 20/02/19?2 EDITOR: Ivaldo Pereira GERENTE COMERCIAL.· Maria Estela Velásquez Pereira SECRETÁRIO DE REDAÇÃO: Ubaldino Rod~igues REDAÇÃO, DEPARTAMENTO COMERCIAL E PARQUE GRÁFICO: Avenida Tribuna da FroatP.iro,564 - CAIXA POSTAL - 23 FO~E: (067) 439 - 1410 - FAX - 439 - 1544 BELA VISTA - l!S El~EMPLAR: R$ O, 50 ASSINATURAS: SEMESTRAL:R$ 50,00 ANUAL: R$ 100,00 SUCURSAIS JARDI'! - André valo BONITO - Firmino de Bar FILIADO A: PORTO ~UJR.TI.c:l-iO - Acconio Rui:>: ADJORI e 1--------------------------1 Propricdnce d.-, Redc Bel;ivistense de Jornal.s - LTDA ABRAJORI CGC-MF - 15.513.203/000l/90 ros CARACOL - Kéncr L. Leite AXTONTO .JO!,O - Norino Gcnç:ilves OS ORIGINAIS ENVl/ DOS À REDAÇÃO NAO SERÃO DEVOLVIDOS. OS ARTIGOS ASSINA DOS NÃO REFLETEM NE CESSARIA!ENTE A OPI NIÃO DO JORNAL. MERECIDAS FERIAS Depois de mui,o crn hnlho, o jovem D luqut, esLÚ cur,indo umas fé - rias ao lado .du • fornf lia. Afinal, ele mcre CC 11 ! ! E POR FALAR AOS ANIVERSARIANTES DesLe mês de Jonci - ro, os nossos voos de um feliz aniversário. são eles: 02/01 - GIsee Godoy. 08/01 - AmilLon Balbue- na. 09/01 18/01 18/01 - Rosa Maria Quero desejnr milhÕes de fulic1<lndcs, ao ga ,inho CARLOS EDl'A!UJO FI..ORZS SPH DOLA, pela pas sagcm de seu anivi!rs:Írio th'5d! Üld1~0 dio 2lpp Parábns Carlos Eduardo, e que sa daa se repa por ruias e rufas vezes. (FOTO). - Timocio Palermo Joana da Silvo Godoy, 21/01 - Rica Jarn. ANO :,;ovo, 1 1.'0 PRESIDE!TE Empossado dia 01 de janeiro, o novo Presiden,e da Camara Municipal de - Caracol - MS., Vereador Josélio dos Son,os. Deseja:nos ao vcrc.:idot' Josélio que faço um imo rabalho, procurando sempre a união com os demais verea-· dóres. E que Caracol con .. inue crescendo cada vez nois!!!! JÁ O EX-PRESIDENTE Da Câmara, Veri'ador José Carlos Barcelos (CAU), esL,:í de p:1rC1béns pelo excelene serviço que pres .. ou nesses dois anos de n;:ind:?co. Horcem honeSLO , Trabalhador, companheiro e nmigo do povo, que sempre SL preocupou em raba lhar para o bem do Município. Parabéns Cnu, e que fsso sirva de exet:1plo p ra mui,os que virão em ouLrns ges,Ões!! !! ANIVERSÀRIO O pequeno THEDY L. HESPORTI, es .. eve c::ooplc,ando oais um aninho de vida, nes,e dia 11 pp, seus pais corujas Carlos Roberco e Lenice, organizara.ou ma fes .. inha porn os amigos mais Íncimos!!!! Ao THEDY, nossos parabéns!!!!!!!!! C/.SAfiE!TO Realizou-se na Igreja Nossa Senhora do Perpéuo Socorro às 20:00 horas do dia 14 de janeiro, o enlace mar1monial dos jovens: ABXER GODOY e ROSA MARIA. Logo após o casamenLo religioso, os noivos recepcionaram seus convida dos no Clube do Lnco ReLiro Caracol. Ao Abner e Rosa Maria, felicidades!!!!!!!!! FRASES Nada pior do que .:ioar ali;uém e nao ser ado. Deus esa sempre com voce. Somene quer ama de coração será arado. O amor é a maior força. Aquele que abençoa o ouro é 3bcnçoado por Deus. o amor é o melhor alieno para a vida. Lubrificantes Filtros Troca de Óleo Atendimento cordial! _ @essas@e@) A v. Brasil, s/nº Fone: 49-5-1146 CARACOL-MS PA - DIÁRIO RE,ANAL, O fim do Clientelisrno a boa nova! • Consciente de que a moralização dos costumes adm[nitratIvos tio en rafzados e repleto de maus exem. plos é um assunto da mais alta res ponsabflIdade dos MunfcIp1os e seus ndmlnletrndorcn, o Prefeito Abraão Zacarias deixou claro no seu pronun e Lamento após a reunião com o seu - secretariado na semana passada, que quer ncalrnr de urna vez por todan com o "clicntelinmo" na uua ndmlnln trncào. Attude dessa natureza Já era an fosnamente esperada pela população dede o Infeto da sua gestão, quan do inclusive, demunutrando uma von tade sintomática de mudar as coisas, relegou, ua excelencía o slogan muito carncteriatico "Do jeito que o povo gosta" em favor do "Novos Tempou", que se bem entendido, tra zia o propósito de trilhar por ou tros caminhos, Abraão Zacarias, encarna através dos seus atos e o seu próprio com portamento pessoal de homem simples o verdadeiro e caracteristico espí rito do belavistense, encontrando - sempre muita dificuldade em negar - favores, até mesmo os mais absurdos, desde que vindos de gente carente e humilde, Por diversas e incontáveis opor tunidades, tivemos a chance de tes temunhar, observando pessoas humil des e carentes na ante-sala do gabi nete com filhos no cólo, esperando ª vez para "falar com o prefeito" . Não é preciso ser um gênio para se concluir com toda a certeza que es sas pessoas não estão ali para tra tar assuntos relevantes ou sugerir medidas administrativas para o che fe do Executivo e sim, em busca de alguma ajuda pessoal ou para seus - familiares. Nesse momento, o "coração móle" da autoridade acaba falando mais al to, fazendo com que as queixas e as reclamações do "paciente" sejam a- t tendidas, às vezes, com muita difi culdade de meios e de recursos. Todos nós sabemos, que como meio de fazer política eleitoreira esse tipo de favor é muito duvidoso,pois o "queixoso", atendido ou não, vai a outro político do mesmo ou de ou tro partido, pedir o mesmo ou óu tros favores, ficando no final de - tudo "comprometido" com os dois la- dos. - • A atitude do Prefeito,deterinan do o fim do clientelismo e conse quentemente,;dos favores pessoais , foi uma medida politicamente corajg sa e imbuida dos melhores propósi tos, culminando com o apoio de toda a sociedade, até mesmo daqueles ad versarios que nós costumamos chamar de rancorosos que ao ve-la cumprida com o rigor necessário, querendo _ou nao, deverao "dar a mao a palmato ria!". es Jotogê Flores Através desta coluna, sempre cri ticamos o·uso do poder público para a prática de favores pessoais pois con sideramos que o munícipe, sêja qual - for a sua condição social, tem direi tos adquiridos perante o poder Execu tivo, desde que estes privilégioà se Jam servidos à toda a comunidade e - nunca destinados à pessoas ou grupos isolados, independente da sua condi ção sócio-econÕmica. Sobre este assun to, dissertamos com orgulho~ criticã mos com muita base, pois mesmo nas fã ses mais dificeis pelas quais Já pas somos, jamais pedimos favores pes soais a político nenhum e quando nos foram ofertadas, não a aceitamos!- Te mos portanto cátedra para ser contra tais obséquios, mesmo porque sempre - lembramos da recomendacão de Cristo, que de certa feita teria recomendado que: "Não devemos DAR o peixe e sim, ENSINAR a pescar!" • Sendo o Hunicipio o alicerce da União, é por aqui que a mudança de - costumes deve começar e neste aspêct, parabenizamos o Prefeito que, ainda que depois de muita espera, decreta - uma radical mudança de critérios -ain da em tempo - na sua administração , agora sim, partindo para os "Novos - Tempos"! Que outros políticos sigam seu - exemplo, começando por acabar com o patrocinio de favores "muito especi ais" às vésperas de eleições. É preciso que o pretendente a car got públicos seja autêntico e que não mude ridiculamente de comportamento em épocas pré eleitorais. Ou o Homem é sério e de pouco sorriso ou não é! .. Não vale querer representar o que não é perante o eleitor! .. Essa mudança é rídicula e somente os hipócritas a cultivam, aceitando esse tipo de eng3 naçao. Com o fim do clientelismo anuncia do em boa hora pelo Prefeito os veicÜ los de serviço da Prefeitura, poderãÕ ter mais tempo para trabalhar para to da a população! ANUNCIE E VALORIZE O UORNAL DE SUA CIDADE ., OHATORIA Pàra· candidatos & fiom:ns_de Nagoc_io. Espor Liga Esportiva Convoca os Clubes para Reunião neste dominga VI«ando a real!zaçio do Campecn to OffcIal de Futebol, Futebol de Salão e também a formação das equipe de fu tebol FEMININO, para o I? CAMPEONATO BELAVISTENSE DA CATECOR1A, o Presidem te da La Esportiva Belavfstense e ti convocando todos os dirigentes de clubes flados ou não para uma reunf o preparatória marcada para este do mingo às 1O:00 hs na sua restdnc1a , onde após a reunto haverá um almoço de confraternização pora·nnrcnr o fim do recesso esportivo e o ln!cio das - atividades do Último nno da adminis tração do desportista José Glaucy Flô res, O local onde se encontra instalada a Séde da Liga é pequeno e não tem - condições de acolher à todos os diri gentes para o encontro razão pela qual a réuniâo será realizada na resi d@nc1a do presidente. A grande novidade para este ano,se rã o Ig Campeonato de Futebol Femini: no, evento que poderá contar com a - participação de equipes representati vas dos clubes e também dos colégios de. cidade. reatrasar rrr srpr ostra tarar artur rer etostaras tapasttmrtt trpra .(t ... • -~---------------------, A Federaçio de Fateol de Mato - .ro o do Sul ji deter(nou o eu ca lendirfo e o campeeni to belavi tene d v ri er inflado no últimos d1as do 4 de fever tro ou ffcfo d ar ,;o. O certa ofIctal de 1,995 erá re Ido pelas novas noras de pontuação sugeridas pela CF e Ji apl!cada na iltira Cop do Mundo, tornando a com petição bem ma!s atrat!va. Todos os presidentes e dirlentes esportivos da cid.de estão endo con vIdados e convocados, devendo estar - presente tarbém o sr.Abraão Zacarias Prefeito Mun'eiral, que em contato te lefnfco com o presidente da entfdadé, manifestou o seu desejo de ajudar no que for poGs!vel o desporto de nossa cidade, tornando possível a realiza çio bem sucedida de todas as promo cões previstos. Campeonato . feminino poderá contar com Equipes de Colégios A partir da próxima semana a Ligo Esportiva estará aberta para receber os clubes que desejarem iniciar as providências para a participação nos certames que serão realizados no ano esportivo 95. ..T rol éus, Homenagens e Premiações O Presidente da Liga Esportiva Bc levistense já.entrou em contato com ã Fábrica de Troféus Porco Vieira da ci dede paulista de Votuporanga, agili- zndo a confecção dos troféus de acrí lico que serão oferecidos aos vencedÕ res do ano em todas as modalidades e c2cegorias, devendo muito deles serem custeados e patrocinados por empresas lcais. Com o Estádio Otavio Fontoura to talmente remodelado e com o gramado - bem recuperado os-eventos futebolis tices terão nova motivação durante to da a temporada, que vai fazer com que Bela Vista, demonstre perante o con testo amadorista estadual a sua reco nhecida forca, bem como o alto n{vel das suas promoções. . . e" - » - - _ --; Aprenda com quem sabe. 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A Mesa Diretora dos trabalhos foi com. - posta pelas seguintes autoridades e convi dados: Edson Medeiros de Moraes - Presiden F5 Dr.Gabriel Coronel, Paulo Cuevas e Mar tin Ãvalo, roprcsentanten do Governo Para guaio, Dr. Bruno Galeano Brandão, EdsonMe deiros de Moracs e a Superintendente do SE BRAE/MS, Dra. Maura Catharina te do Sindicato Rural de Bela Vista; Advo gado e Empresário Bruno Galoano Brandão Presidente da Associação Comercial de Bela Vista; Dra. Maura Catharina Gabinio e Sou za - Diretora Superintendente do Sebrae/MS; Dra. Maria Anita Medeiros Cursi - Economis ta e Coordenadora de Negócios do Sebra/MS; Josevaldo Anacleto Jerônimo - Gerente da Agência local do Banco do Brasil; Dr. Ma - rio Sonomura - Inspetor Chefe da Receita Federal de Bela Vista o as seguintes auto- PRESIDENTE DO SINDICATO A abertura oficial da reunião de trabalho sobre o Mercosul em Bela Vista foi feita pelo Presidente do Sindicato Rural e idealizador do evento, Pecua rista Edson Medeiros de Horaes, ele agradeceu a presença do grande nÜmero de interessados, que pra ticamente lotaram as dependências do Grêmio Pedro Rufino, a maioria ansiosos em obterem maiores es - clarecimentos sobre o acordo de livre comércio en tre Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai, sobre o qual ainda pairam muitas dÜvidas a respeito do efe tivo funcionamento. O Presidente do Sindicato Rural de Bela Vista a firmou que essa reunião de trabalho sobre o Merco sul em Bela Vista, a primeira a ser realizada no Estado apôs o tratado entre os quatro países ter entrado oficialmente em vigor, no Ültimo dia 12 de janeiro, teve como principal motivo a grande ansie dade de vârios setores de nossa economia que hil tempos vêm mostrando-se hávidos por maiores infor mações sobre as normas estabelecidas pelo acordo que criou o Mercado Comum do Sul. Superintendente do S_EBRflE Destaca o Interesse e a Participação dos Belavistenses A Diretora Superintendente do Sebrae/MS, Dra. Maura Catharina Gabínio e Souza, que é belavisren se de nascimento, ao fazer uso da palavra, regis - trou sua satisfação e alegria por estar mais uma vez em sua terra natal e especialmente por presen ciara maciça presença de pÜblico nas dependências do Grcmio Pedro Rufino, prestigiando a reunião pa ra discussão dos assuntos relacionados ao Merco sul. "Isso demonstra que o povo belavistense esta sintonizado e atento a evolução e ao que está acon tecendo a nível mundial" afirmou ela. - A Superintendente do Sebrae/MS - Serviço de A poio à Pequena Empresa no Mato Grosso do Sul - lem brou aos participantes da reunião que devido ao Mercosul ser um tratado muito recente, uma série de ajustes ainda se fazem necessários em vários se tores de sua abrangência, "por isso temos de ter paciencia, porque sua total implementação será gradativa e levará ainda algum tempo para que tudo esteja normatizado e absorvido pelo empresariado , comercio e populaçao em geral de Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai, que integram o acordo de li - vre comercio do Mercado Comum do Sul", salientou. Presidente do Sindicato Pura! Edson Moraes a - briu os trabalhos da rcuniao, ao seu lado a Supe - rintendente do Scbrae/MS, a Dra. Maria Anita Cursi, o Gerente da Agência local do Banco do Brasil, Jo sevaldo Anacleto e o Inspetor da Recebeita Federal Mário Sonomura COORDENADORA DE NEGÓCIOS DO SEBRA/MS EXPÕE AS CARACTERÍSTICAS COMERCIAIS DOS QUATRO PAÍSES QUE INTEGRAM O MERCOSUL Um dos pontos importantes da reunião sobre o Mercosul em Bela Vista foi a palestra da econois ta e coordenadora de negÕcios do Sebrae/MS, Dra. Maria Anita Medeiros Cursi, uma especialista no as sunto, que fez uma ampla exposição sobre o acordo entre os quatro países fronteiriços, fazendo uso de um proejtor de slides e abordando diversos as - suntos relacionados ao tema em pauta que, em síntese, tem como principais objetivos facilitar - as relações comerciais entre Brasil Paraguai, Ar - gentina e Uruguai, fortalecendo a economia desses Países e, consequentemente, melhorando as condiço es de vida de suas respectivas populaçoes. Em sua explaoaçao a cog:denadora de negocios do Sebrae/MS, demonstrou tabê as principais caracte rísticas dos quatro países que integram o Mercado Comum do Sul, fazendo ua Prospeccao de seus merca Em pé a Diretora Superintendente do Sebrae/S Dra. Maura Catharina Gabínio de Souza, "o povo bela vistense está sintonizado e atento" dos, a exemplo dos principais produtos oferecidos - por cada um deles, suas necessidades, deficiências e campos de investimentos que ainda carecem de uma maior exploração, Ao final da exposição, que englobou as estratê - g1as e tendências dos mercados do Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina, as autoridades se colocaram à disposição dos participantes da reunião para respon derem à perguntas e sanarem todas as dÜvidas exis = tentes. Aproveitando a oportunidade, imoeras per - guntas foram dirigidas aos componentes da mesa. No final dessa reportagem trazemos uma entrevis ta com a Dra. Maria Anita Medeiros Cursi, que res - ponde uma série de perguntas que constituen, entre outras, as maiores dúvidas, tanto do empresariado - como da população em geral de toda . a nossa fron teira. O salio do Grnio Pedro Rufino foi pra ticamente lotado pelos interessados cmn_maio res esclarecimentos sobre o Mercosul ridadco do Govc>rno Paraguaio: Dr. Martin valo - representante do Ministério da Inte gração; Dr. Paulo Cuevas - Representante - da Direção Geral de Aduanas e Dr. Gabriel Coronel - Representante da Presidência da , República do Paraguai. Vice-Prefeito anif esta Preocupação do Pequeno Comércio fronteiriço O Vice-Prefeito de Bela Vista, Dr. Sy~ ney Nunes Leite, aproveitando o espaço a berto para as perguntas do público presen te a reunião sobre o Merosul, manifestou ª grande preocupação do pequeno comércio brasileiro situado na área fronteiriça com o Paraguai. Sydney Leite enfatizou que devido a elevada carga tributária in cidente sobre os comerciantes brasileiros o valor dos produtos comercializados por eles tendem a ser mais caros, não possibi litando condiçoes de concorrência com os produtos comercializados nos paises vizi nhos que integram o Mercosul onde a car ga tributária é bem menor. Segundo o Vice Prefeito de Bela Vista, essa situação po de gerar uma crise sem precedentes no co me:ci~ fronteiriço brasileiro e em conse quencia_o desemprego, a diminuição da ar recadaçao dos Municípios e diversos ou - tros fatores negativos. Piante do expos - to, o Dr. Sydney Nunes Leite sugeriu en - tao a cr1açao de uma comissão de alto ní vel para estudar a implantação de uma zo na de livre comércio em todos os Municipi os fronteiriços do nosso Estado, para que se)a possivel a comercialização de produ tos brasileiros nas mesmas d; -= do Pa • • . con açoes ragua1, evitando-se dessa forma uma de cadencia total que poderá vir a acontecer no comercio em geral de todos os Municií - pios brasileiros situado <- d f teira com O p • na area e ron- . s 'a1ses membros do Mercosul", salientou o Vice-Prefeito. Reforma Tributária .éa lia fiá onde te.mos de pa t' 9 a grande honra, a processo de a,'['ciPar diretamente o ra, porque e1, ra da economia brasilei' nós, a ra. a]?diz respeito a todos • 1a .ita Med • . respondeu as inda - eiros Cursi - Sydney-Nunes Leitgaçoes do Vice-Prefeito - e ressaltandc f z necessario, acima de t d . 0 que :e a Reforma Tributária ulo, a execução da temos rI, rcs ?asi1, "oraue se sobre isso e -sobre . 1 e outros Impostos, aqui O,.,,...,. • . ........, os produtos comercializad "Te Incidem sor Reforma Tributária ,,PS no Brasil, só a so é coe@ei a"Ç,godimica-1os e is Governo do Estado" a . rno Gederal e do - . .ssinalou Cc ·de do ra de Negocios do SEBRAE/ a Coordena-. Para demonstrar a enor!!s •. tre os Sistemas Tribut· . e diferença en do Paraguai, por ea,'os do Brasil nita lembrou que no P?'' g Dra. Maria A apenas dois Impostos vizinho existem si! eles_somam mais'??to que no sra • existe formula mágica ' por isso nao lidade, temos sim aa F-a mudar essa rea ensar i. - brar mudanças aos nossos !_Ser.r e c2 sentantes e· aos nossog Politicos repre sô podem vir através d g~vernantes,. que ria, sem isso realmen' eforma Tributá tes brasileiros vão enfrmuitos comercian- entar problemas". P. I A 05 COORDENADORA DE NEGÓCIOS DO SEBRIE FILI i IMPRENSA BELAYISTENSE Durante o intervalo da reunião, a Econo minta e Coordenadora ds Negócios do SEDRAE] MS - Dra. Maria Anita Medeiros Cursi - que vem se especializando nos assuntos relacio nadoH ao t:1crcooul, concedeu a seguinte en= trevista a nossa reportagem e i Rãdio Dela Vista, onde falou sobre o acordo unilatc - ral entre Branil, Paraguai, Argentina e U ruguai e principalmente uobro ouau influên cias em nossa Fronteira. Confiram: - 1 - Como fica a circulação de veiculoo e do pcuooau nou Paiocs que integram o Merco sul? ORA. MARIA ANITA - "Temos de estabelecer - dois parâmetros: a circulação de veicules ostã liberada, dende que os veiculas este jam legalizados e com a documentação de seus respectivos Países. Existem também a regulamentação determinando que a permanê~ eia de pesooas em outro Pa~s é de 90 dias. Existem negociações com relação a permanên cias das pessoas nos Paises que integram Õ Mercosul, mas por enquanto não existe ne - nhuma alteração nesse sentido". 2 - E a importação de veículos estrangei - ros, eles poderao ser comprados no Paraguai e transitar livremente no Brasil? Os brasi leiros poderao comprar carros de nossa fa bricaçao e trazelos para o Brasil? ORA. MARIA ANITA - "A importação de veicu los estrangeiros ainda está em estudo, por que é uma área bastante complicada, mas por enquanto permanecem as normas já exis tentes. Nos casos dos carros brasileiros , comercializados no Paraguai, que podem ser mais bartaos devido a menor incidência de Impostos, também nada foi mudado, por en - quanto a Legislação permanece a mesma, por tanto, eles são considerados veículos es - trangeiros. O que existem são negociações que ainda vão normatizar a comercialização de veículos entre os quatro países" 3 - Nós poderemos, por exemplo, fazer com pras de gêneros alimentícios no Paraguai que hoje sao mais baratos que no Brasil? ORA. MARIA ANITA - "Claro que sim, os pro dutos lá fabricados não tem impostos sobre exportação, por isso eles são mais baratos, além disso a maioria dos produtos alimenti cios terão alíquota zero para exportação, mas, quando ele chegar aqui no Brasil, por exemplo, vão incidir sobre ele os impostos estabelecidos pela legislaçao brasileira - para a sua comercialização. Já nos casos - de compras para consumo proprio existe a cota prevista pela Legislacao que permite a compra até um valor determinado, no caso do Brasil esses valores sao de US$ 500 vi as aéreas .e marítimas e US$ 250 via terres tre". 4- Os trabalhadores brasileiros ou para guaios, poderao ser registrados nas empre sasdequalquer um_dos quatro_paises do Mercosul, sem exigenc~a_da naturalizaçao ou de carteira provisor ia? - . ORA. ·MARIA ANITA - "Com relaçao a legisla cão trabalhista, o sub-grupo n ll, criado para negociar e normatizar esses itens,ai~ da não concluiu os seus trabalhos, mesmo - porque o primeiro estágio do Mercosul diz respeito a legislaçao e a comercializacao de mercadorias e produtos, com r7lacao _a pessoas e a profissionais tudo ainda esta em fase de negociações". 5 - como fica a compra e venda de bovinos em_pe, muda alguma coisa? DRA.MARIA ANITA - "A compra e venda de ga do em pé já é feita sem a cobrança de ali quotas de importação e exportacao, em resg mo o comércio em geral e permitido, a pe nas o que inibe algumas vezes a comercial! zação é o fato dela ser competitiva ou nao. A carne no entanto ainda esta na_lista _de exceção e creio que a sua comercializaçao ainda leva.rã algum tempo para ser libera da". 6 - Os produtos fabricados no Brasil pode rão passar livremente nas fronteiras? DRRERIR ANITA - "Independente do produto ser brasileiro, paraguaio, argentino ou u ruguaio, o tratamento é o mesmo, alguns se tores porém terão de ser preservados por mais algwn_tempo". 7 - Especificamente no tocante ã Bela Vis ta caracol e Porto Murtinho, quais as van ta@nsqu@o@rcos@@traripara a popula .x.,ao? •• . . DRã.MARIA ANITA - "O fator de maior impor tância é a integração, os empresar1os e os consumidores desses Municipios de frontei ra, bem como os demais, terao_a oportunid~ de muito grande de comprar mais, conhecer - ora. Maria Anita Medeiros Cursi - Econo mista e Coordenadora de Negocios do SEBRAE/ MS novos produtos, exigir mais qualidade a preços menores, etc ... porque o mercado e; tá aberto, a concorrência é livre e ela e muito importante". "No principio", continuou a Coordenado ra de Negócios do SEBRAE/MS, "Muitas pes soas acham que o Mercooul trará problemas, que ele vai dificultar, vai quebrar empre sários e vai gerar desemprego, etc ... Mas, quem for competente, quem buscar alternati vas para resolver seus problemas, vai se - firmar no mercado, quem ficar de braços cruzados, esperando que as coisas se resol vam para ele, sem que ele faça nada, vai - quebrar, e vai quebrar com Mercosul ou sem Mercosul" enfatizou. "Dessa forma", comple mentou a Ora.Maria Anita, "a grande dife: rença é mesmo a competência, o tempo vai - forrar as pessoas a se prepararem,quem bu~ car informações, estudar mais e melhorar a qualidade dos seus produtos, criando novas alternativas, vai progredir e ganhar mais. Não existe motivo para os empresários de - Bela Vista e das cidades fronteiriças fica rem preocupados, porque o Paraguai compra muito mais do Brasil, do que o Brasil com pra deles". 8 - Para a compra de importados, permanece rã as mesmas taxas? Isso para produtos que nao sejam fabricados pelos países integran tes do Mercosul. ORA.MARIA ANITA - "Existem duas regras, a primeira normatiza a comercialização dos - produtos fabricados nos quatro países, on de a tendência é as alíquotas chegarem a - zero para todos os produtos. Existe também a tarifa externa comum, que é um tarifa de importação única para os quatro países do Mercosul, isso significa dizer que o produ to japonês, chinês, americano ou seja lá: da onde for, vai ter a mesma tarifa de im portação no Brasil, no Paraguai, na Argen tina e no Uruguai. Essa tarifa varia de O a 20%, dependendo do produto". 9 - Nós aqui de Bela Vista, no caso, vamos poder comercializar esses produtos importa dos de outros países, que nao sejam fabri cados nos países do Mercosul?- DRA.MARIA ANITA - "Vender voce pode, desde que tenha alguém que compre, se o preço for competitivo, alguém vai comprar, o que vai fazer a diferença nesse momento, a cur to prazo, é que ainda nosso produto impor= tado vai ficar um pouco mais caro, por con ta dos impostos que incidem sobre ele, co mo ICMS, IPI, etc..." 10 - E no tocante a escolas, faculdades,os alunos desses quatro paises poderao estu dar em.qualquer um deles e dar continuida de normal a seus cursos? DRA.MARIA ANITA - "Ja existem acordos nes se sentido entre os países, sempre existi ram, mas creio que com o Mercosul a evolu cão será muito maior, mas nesse momento es tá sendo tratada prioritariamente a harmo nização da política de comercialização". 11 - Bela Vista largou na frente com a rea lizacão dessa reunião sobre o Mercosul pro movida pelo Sindicato Rural, aual o balan ço que a sra.faz do interesse dos belavis tenses, do nível dos debates e da partici pacao popular? ORA.MARIA ANITA - "Considero extremamente importante essa iniciativa e ao meu ver fol fantá tica participação do cidadao - belavistense , que está de purabóns pela preocupaçao e pelo interesse demonstrado - com o levantamento de questce realmente cruciais, como já disse, a integração só g contece quando as pessoas se dispõem a con versar e a discutir os assuntos que lhe di zemn respeito, contribuindo com informações e questionamentos, como aconteceu hoje a qui. o Sindicato Rural tev uma idéia mui to feliz e Muito i::;portantc, nela VioLa c2 td de parabéns pelo grande interesse de monstrado e o SEBRAE estará sempre a dispo cão de todos". (Fotos e Reportagem: Ubaldino Rodrigues) ! Ministério ~a Fazenda 1 PORTARIA N 16 ....... GABINETE DO MINISTRO de 11 de Janeiro de 1.995 Dispõe sobre a circulação de veículos coCTu nitários do MERCOSUL, de uso particul~r,Pxclusi vo de turistas. O HINISTRO DE ESTADO DA FAZENDA , no uso da atribuição prevista no art.14 inciso IX, alinea "h", da Medida Provisória ng 813, de 1? de janei rode 1995, e tendo em vista o disposto no pará: grafo Único do art.lQ do Decreto Legislativo nQ 197, de 25 de setembro de 1991, que aprovou o texto do Tratado para a Constituição de um Merca do Comum entre a República Federativa do Brasil; República Argentina, a República do Paraguai e a República Oriental do Uruguai, firmado em Assun ção em 26 de março de 1991, aprovado pelo Decre to Legislativo nQ197 ~º 25 de setembro de 1991, e considerando a Resolução nQ 131/94, do Grupo Mercado Comum do Sul, que aprovou as Normas so bre a Circulação de Veículos Comunitários do MER COSUL de Uso Particular Exc~usivo de Turistas,r; solve: CAPITULO I Disposições Preliminares Art.l?- Os veículos comunitários do Mercado Coum do Sul MERCOSUL de uso particular exclusivo de turistas poderão circular livremente no País, nos termos, lbites e condi çocs estabelecidos nesta Portaria. CAPITULO II COCEI TOS Art.22· Para os efeitos desta Portaria, entende-se por: I- Estado Parte- qualquer um dos países que, ala do Era s!1, cop@e o MERCOSUL; II- Vc!culos co::lun.!tarlos- os auto::sóveis, as c:otocicle tas, as bicicleta.~ motorizadas, as casas rodantes, os rebo ques, as emb.arcaçoes de recreio e as desportivas e os de c,ais ve!culos sicilares, de uso particular, utilizados parai fins de turisco, e que esteJ= registrados e matriculados - em qualquer Estado Parte; III- Turista - toda pessoa que, tendo sua residénd.a ha-, bltual cm = Estado Pane, ingresse no território brasilei· ro e nele peraneça, se exceder o prazo ãxdmo estabelece{ do pela leglslaçao clgratoria do Pili. CAPITULO Ill DOS FROCEDD!ENTOS Ar.1g- os veículos cocunitários que ingressarei, 00 Pa!s dcverao ser conduzidos por seus proprietários ou por sso as por eles autorizadas, de acordo co a 1eis1acG { no Estado Parte de su.a residencia e de matrícula e, f _ veículo. . e seu _Art.e-Os veículos counitãrfos que Ingressarem no Pal, ",aZ?[?? "vJetrss o =rtent6 «inier tore+tis- Parágrafo ünfco- O disposto no caput deste arti O não _ prejudica os controles seletivos que venha a ser Saía dos pelas ~utoridades competentes relativos ao cum~·ri.ce.nt das condiçoes e dos requisitos exigidos por esta Port,iri.a~ CAPITULO IV DA DOCu.'mi..:AÇÃ.O _Art.59- os veículos counitários deverão ingressar no Pais a:parados por documentação oficial, expedida pelo E,e, do ?arte onde t.ivcr sido efetivada a sua matrícula devend~ {{jj",gnda, as 1as e restsre etstds pará'sua <ir- Art.62-_A residncla_do turista no Estado Parte de ratr{: cula do ve!culo coun!tiro será confirada ediante s!1] apresentação de seu documento de identidade, vateo "_r;d to do ESCOSL. no a_ Parágrafo infco- E se tratando de turista estra: zeI restdee no Estado Pare de iirfu1a do véti"2?z? portador da docuentaçáo referida_no caput deste artizo. a confira;ão de residência dar-e-à edt±te_apresentá e certificado de residencia expedido pelo órgão co::,petente d que!e Estado Parte. '2 CAPITULO 1,1: DAS INFRAÇÕES E PENALIDAES _Art.7e- ls transgressões ao disposto nesta Portaria se F"" aplicadas as penalidades previstas na legislação vgn- rt.82- Serã excluido do regie previsto nesta Portaria I-0 veleulo counitiro cu)o condutor não apresentar - docuentação exigida ng Capitulo IV desta PortarLa • II -o vc!cu 1 o counitar1o que transportar bens ee. ;uar de os qutdge que revele destinação coeria1 .","" Jan incopat{veis cca a finalidade turIstfca. que se CAPITULO VI · ~S DIS?OSIÇÕES FINAIS . l Art.2i1- O secretario da Receita Federal poder.i ba.1 ntruçces coplenentares a esta Portaria. .ar Art.lo- Esta Portarla entra ea vi • d ggcg._ PEDRO_A!PAIO MAL} or na !ata de rua pu1 O QUE É O MERCOSUL_ Nesta Ediçan, o leitores terão acesso a inúmeras informaçoes uohre o que é o Mercosul, eu funcionamento, a características dos Países que o integram, as semelhanças e diferenças entre si, as estratégia e tendência do mercado Comum do Sul, enfim, "" érie do informaçoes que se fazem necessárias para que possamos conhecer melhor esse tratado que entrou dm vigor no último dia 19 de janeiro englobando Brasil, Argentina, Paraqual e Uruguai. O informativo foi elaborado no último mês de dezembro pelo SEBRAE/ M - serviço de Apoio a Pequena Empresa no Mato Grosso do Sul e jRCõSL já somos um megabloco Após quatro anos de conversa , ções e negociações, nasce o Mercosul • Merendo Comum do Cone Sul - rewiindo o Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai e um total de 190 milhões de habitantes. O Mercosul faz parte da tendência mundial de surgimento de megablocos e, embora não total mente definido (ainda há as listas de exceções), é um bloco que se efetivou rapidamente. A União Euro• ( ~/!) péia, por exemplo, levou 40 anos para se· firmar. Além de exigir maior qualidade de produtos e {< serviços, o Mercosul abre oportunidades de negó- / cios não só entre os paises-membros, mas com os j demais blocos econômicos do mundo. Também -- fortalece as relações internacionais dos países e , y o compõem com as demais·nações do oi6 i. j pesa sem falar na questão integracionista dos quatro ?' /,imacur: ' países. , ;i,. •' 1 Sem dúvida, o Mercosul • significa urna nova t)' : :· maneira de pensar e agir desses vizinhos que, r ,,, i ó isi está em vigor l Rcveillon de 1994 teve espoucardcchamp.:nhc e fogos de artifícios a mais. Concretiza-se a implantação do Merca do Comum do Cone Sul - Mcrcosul - reunindo Brasil, Ar gentina, Uruguai e Paraguai através de um acordo assinado em 25 de março de 1991, o Tratado de As sunção. Este Tratado definiu a livre circulação de pessoas, serviços, pro dutos e capitais a partir de 31 de dezembro de 1994, com a elimina ção das barreiras aduaneiras e restri ções não-tarifarias, praticadas, ini cialmente, pelo Brasil e Argentina. O mesmo procedimento será implementado por Uruguai e Paraguai, a panir de janeiro de 1996. Começa o desafio da integração econômica cujos desdobramentos culturais, sociais e políticos internos indicamo se as medidas tomadas pelas lideranças empresariais egover namentais envolvidas foram eficien tes no encaminhamento de soluções aos problemas estruturais de cada país membro e no àmbito do Mercosul. Pela coerência de sua integração econômica, o Mercosul ultrapassa a estatura das relações comerciais e .assume a condição de porta-voz de uma das regiões mais ricas do plane ta e que não detinha, ainda, poder potitico e de negociação á altura de seus interlocutores, já alinhados cm bloco econômico A aproximação entre blocos representa um novo desdobramento da regionalização da Organização e administração: a fórmula da integração O Mercosul é administrado em dois niveis. A condução politica e a tomada de decisões cabem ao Conselho Mercado Comum. fonnado pelos presidentes, ministros das Relações Exteriores e da Economia dos quatro paises. O Grupo Mercado Comum tem responsabilidade executiva, incrementando o dia-a-dia das negociações: É constituído porrcprcscntantes das chancelarias, dos ministérios da Ecoriomiae do Banco Central dos países, membros. Durante o período de transição as decisões do Conselho Mercado Comum e do Grupo Mercado Comum serão tomadas por consenso e com a presença de todos os Estados-parte. economia internacional e estimula os acordos cm escala mais ampla. O Mcrcosul tem um mercado consumidor de 190 milhões de habi tantes, detém um PIB de USS 528 • bilhões e ocupa uma das mais privile- • giadas áreas de produção de alimen tos do mundo. As principais cstrati!gi as mercadológicas que se sustentam no tripcqualidadc, competitividade e bomprcço,aliam-sca mctasdccur to, médio e longo prazos prevendo eventuais e necessárias correções ao processo de integração. A partir da zero hora de janeiro de 1995, _um sonho sul-americano de 172 anos de resistência transfonnou-sc cm desenvolvimento e independência. BienvcnidoMercosur! Tím-tim! EXPEDIENTE SEBRAE « uma pbraço do Sebne-0$ar,o de poo à atea Errproa.ano Mato Groes.o do St C-,,.poC,.,.,../li.w,lrAilsoo.ro...o,.1M1 .. T e'-bc 312.lleG Da,,,ndl:,a .. Tal..Q1J».l1•Fac:C21.0164 CONlfLHO OEUltUTIVO ntts. lorpa2ata e Dad Baianw sTcAe.Pl $ Puni o Mutanwe htri Mt ti. .2o R Marra o Moei de $ou.a Cna ti..hakon M Fatoro.t e Doa Deomutuar de Mura F MAS , - Jo rrando Arte Rotaron ,........., ÉCaTKc-Wagner batel o ais R imane B.AS/A-R.....-.draM.deO,-,.eV"""' Caro de $oura h.Pado Ptany ah roteio A, Gonçalaa FE CM RIO - $«bastão V. t ta o» +ator Rodr F reri F Ats.ar $ Martuna e Meto Ma.ht SEIIR,l,,tNAOONAL-,emandDC...U ............ P-.IIIOM.Dedl. DIRETORIA cuTrA Dr. Sopreitheter Mura achara Gabino e 3oura Dor Tcaneco • Maasro tntt Vira Drotor ktm F arcara ..... ....._ ...... .UIIISOAIA 0! COMUWICAç.1O krlati aos.tnet' - Luc da. t lura 0g.Pt 723R5) arpa.M, diagramo.ào e- Pthae Estudo Grafo ~ •'9tlla.:Miwpndlla.a... ...... ."..-- -- roo» hog. real 7236R) F itg.. iram F otitia -- Análise identifi-ca semelhanças e diferenças inda desconhecido e por isso assustador, o M.ercosut tem uma es trutura central que iden tifica e analisa, do ponto de vista político, téaúco e econômico, as semelhanças e dife renças existentes entre os países- . membros com o objetivo de conhecer e harmonizar todos os conflitos de ordem legal ou aqueles estabelecidos pdllsdif=nçasrulturaisetecnológjcas e, ainda, os que forem identificados pelos respectiyos mercados dos Esta dos--parte. Ainstânciàcriadaparaquc estes conflitos sejam resolvidos é o T nbunal Mitral que poderá ser acio nado junto à Secretaria Administrati va do GMC para os devidos proccdi mentos legais Uma agenda de trabalho cmincn temcntc técnica cstá cncerrada. Entra em ação um complexo meçanismo que gerenciará, sob novos conceitos e _metodologia.a economia, as finanças, Cro~_qgrama 1 elimina É diferenças Três subgrupos técnicos ilustram a ênfase dada ás polilicas nacionais que poderiam afetar as condiç~es de competitividade dentro do Mcrcosul e são os que tratam da Politica Fiscal e Monetária, da Política Industrial e T ecno16gjca e da Política Agrícola. Política Fiscal e lfonetária: Dividido cm seis grandes grupos, dc111!ha o regime cambial, o mer cado decapitais, o sistema finan ceiro, seguros, a promoção e pro teção reáprocadc investimentos e administração e qualidade da informação Regime Cambial: Descontos de IÍ!ulos a prazo entre pases membrosda A LAD!; pagamen- 1os obriga1ónos; operações em moeda estrangeira; registro de fi11anciame1110 de 1mporlação; movimentos de bilhetes e traveller cheques; movimento de capitais investimentos; mn gresso e negociação de dvisas, liberação do mercado cambial e segmentos da evolução dos sistemas cambiais. Mercado de Capitais: Regame dc im-estimento nas bolsas de valores-a meta e unificar crité rlos, flaib//i:ar e/ou eliminar restrições após a identificação dcassimetriasnosseguimesni veis: Regime Fiscal; Casas ou agentes de Bolsa; Requisitas para oferta pi- blica; . Comissão de Corretagem Operações: Entrada e salda de capi tais; Caractuisri= das tif'.Jlos: Moeda de emissão e cati:ação: as rebçbcs jurídicas e trabalhistas de temúnando uma nova personalidade geopolítica ao Brasil, à Argentina. ao Paraguai e ao Uruguai Após dois anos de levantamentos das assimetrias dos quatro paises, de avaliação destas dfe renças, de elaboração e análise de pro postas e deconclusãodeum dorumcnto Normatvas de controle e 1ransparênc1ade mercado. Sistema Financeiro: Análtse comparativa, habilitação de en tidade s autorizadas para ope rar no câmbio e cleortng intra;;:ona (liquidação 1111ema) para cheques em moeda estran geiro e moedas nac1011a1s com põem o centro deste assumo. Seguros: Anábse comporom·a e identificação de asimetria são as duas medidas deste tópico. Promoção e proteção recípro ca de investimentos: ldenfi car e classificar as diferenças e a elaboração de um convêmo mira e extra zona para poster or aprovação e encaminhamen- fra! encaminhado ao órglo máximo, o Grupo Mercado Comum, teráconclul do o cronograma dos onze subgrupos de trabalho técnicos que deva.ssar.un e trarsfonnaramums:gnificl:livolmitório sul-americano numa sofisticada árcade fivre comércio. Ajunçilo dos interesses de cada pais é tratada tematicamente, em onze comitês técnicos: I - Assuntos Comerciais; II - Assuntos Aduaneiros; III. Normas Técnicas, IV. Política Fiscal e Monetária; V - Transporte Terrestre; VI • Transporte Marítimo; VII- Política Industrial e T ecoo lógica; VIII - PotiticaAgricola; lX - Política Energética; X - Coordena.ção de Políticas Macroeconômicas; Xl - Assuntos Traballústas, Em prego e Seguridade Social . 1oao GMC. Administração e Qualidade da Informação: S1stemaeletró11i comterconectado, a identifica ão de situações nacionais e a unificação de cr/firíru são as metas neste assunto Política Industrial e Tcenologia: Hannonizar e diagnosticaras le gislações, os programas de quali dade e produtividade são as me tas deste subgrupo. " Harmonização das politicas de promoção e reco11Versão m dusma/, r.:gional ou se/oria/. conhecer as legislações nacio nais e estaduais dos quatro pa ises e o acesso dos bens origina dos do Mercosul /anto para as compras do Estado como para as bcuações 111/ernacíonais,; o objetvo deste tópico. Política tca,ológica comum: Leis de propriedade intelectual, losdetransferenciadetcaiologia; modalidades de apoio intelectual relacionadas com a vinculação do sistema tecnológico eo sctorpro dutivo; sistemas e redes de infor mação sobre tecnologia e interconexão dos mesmos: Fun dos, acordos e projetos interna cionais, laboratórios e centros de investigação que prestem servi ços as empresas-são estas as leis que deverão ser harmonizadas. Harmonização da legislação na cional e estadual. sobre Meio Arnbiente-Além do levantamen to da legislação nacional e esta dual dos quatro paises será ne cessário o conhecimento do grau de sua aplicação efetiva. Harmonização das politic:.u de qualidade e produtividade-Idn tificar os programas sobre quali dade e produtividade, examinar Suas diferenças e adequá-las aos padrões internacionais, crilnda um Programa Mercosul sobre ',1v1o 10A' ' qualidade e Produtwdid pro plta para mro. pequena t dias empreas •Catactena ps no imbto do Meroul p»agnóstico da competitidade trialem nivelde Mero»l Politicaagricola-neste subgrupo, aadtemas prontanosforamdefi idosa saber ·Harmonização, reestruturação e reconversão das atividades agropecuárias e agroindustriais, , llnr111onizaçno de poht1ra tecnológica para as atividades agropecuMiaseagroindus1ri,1is, Harmonização da politica ar coln . definidn< as politicas prioritárias para harmonização, seuro yricola, irrigação, insumos equipamentos agricolas, crédito rural, pagamento de compensa ção, armazenagem, estoques pu blicos; programas sociais, forma çãoprofissionnl e educação rural, preços mini mos e de garantia da atividade agropecuária e eletrifi cnção ruml; crédito fundiário, cré dito cooperativo; produtividade e qualidade, sistemas de comer• cialização da produção agrícola , Harmónizar as divergências Campo Grande e o resto do Brasil acostumaram-se coma pen pcus vdas pelos sacoleiros • que cornpr.un no Poragull e contrabandeiam para o Brasil Em Ponta Pori, as enas explicitas de desespero por perder os produtos adquindos, são por demais conhcCI• das. Em Pedro Juan Caballero, as lojas têm nos brasileiros seus prtnCI• p.us cl,cntcs Do outro lado do mun- d,>, cmprcsanos corcJnos calculam lucros e foslcJam o ParaguJt como o mau rmpor1antc entreposto comer• cal do mundo Pois bem, estas cenas de alega e desespero chegaram ao fim A parir de 31 de dezembro de 1994, Brasil e Argentina mouguram a pn• mena parle do Tratado de Assunção o cm l' de janeiro de 1996, todos os produtos terão livre circulação e scr:i o fim dos sacolc,ros cm pânico. Eles . e todos os consumrdon."S • poder3o comprar produtos, merca donas, S<l''IÇOS, cmpn.-gar capitais e pessoas sem pagar nenhum tipo de imposto ou sofrer barreiras não al fandcgirias cm Pedro Juan Caballcro, no Paraguai: cm Posa das, na Argentina, ou cm iueva Palmira, no Uruguai Paraguaios. :ugcntmos e uruguaios, por sua vez, poderão abastecer-se no parque in dustnal brasileiro com toda hiberda de e drgnitbdc cmprcsanal Os coreanos estarão amda mais fcl,zcs porque o cntrcposto comerc al iruugurado no Paraguai. atravcs de uma tnangulação típica do livre comcrc,o. sccstcndcri. natur:1!011.-"11· te. paro os demais poises do Mcrcosul Scr.i o fim cbs fronteiras las. com, T,nfa E.stcnu Comum. a TEC, as alíquotas de importação Diagnóstico de competiti vidade selorial em nlvel de Mercosul, Estudos sobre barreiras a livre circulação de produtos agropecuários; • Estudos sobre a incorporação de pequenos e médios produ tores ao processo de integração; Estudos sobre a sustenta bilidade dos recursos naturais eproleçào ambiental no setor agropecuário, Estudo sobre o registro de agroquimicos - conformação de uma lista positiva de defen sivos agricolas e a implemcn- • taçãodeumsistema transitó _ri2.)l_ara estes produtos [E [l<E}$ õ o serão redadas progressivamente A reumão de 1" de julho de 1993 transferiu para o ano de 2O0l a aplicação da TEC definitiva, atun g111do todo, os produtos e p:u,cs• membro Este bcndic,o podz ser percebido no scguíntc exemplo a indústna têxtil brasileira precisa modermzar scu parque e va impor Lar maquinário dos Tgres Asiáti e.os, e se, como pn::Jtndcm os go,cr• nos. a tanfa de 1mpor1,çJo for de 20%, os dcrnJIS pai ses do Mercosul adotado a mesma tanfa HoJe. cadJ pais adota alíquotas diferentes pJra o imposto de unpor1ação As pohucas agrícola. mdustn· ai, liscol, monct:lna. cambial. de capital e serviços. aduaneira. de transportes e comun,c.:içõcs, cntn: outras, devem scr gualadas assu rando cond1çocs de concortência entre os pa,ses-membros Isto s1gn1• fica que as poliucas macro-econõ micas e sctori::iis de comácioc'(lcri- or dos quatro países serão 1gua1s. adotando posições ünrcas em d1s• cussões e ac'?rdos •-conômi_cos. co merciais, regionais e intemacionas. Prcvalccer:i unu posição de interes se do mercado comum A harmonização das legislações devera fortalecer o processo de intcgr.iç3o Evtar prvlgios a um deterunado pais-membro em prcJuiro dos dcnuis é o objetivo desta medida e as cmpne sas de cada pais ter.ia condições idn hc:is cm rcbção ao resto do mundo Al~m de garantir codiçdes adequa das de concorrência, pretende-se for talecer a posição cmpresanal do Mercosul no cnno ,ntcmacional Além disso, a harmonização prou murá o contudo ds dnveras ls d, in=t l.."COOÔnllt:l Prospecção de Mcrcatlo: estratégi as e tenclências on to do Me. rf7 - ~ . ( A. '1' },, : };-; r, cosa! Posa ex!ente solo e clima para acn ação de , do, plantio de trigo, cevada, mu lho, oliveiras e.frutas, classificando-se como ótima fornecedora mundial de produtos prímârios Suas rela ções com a Espanha, membro da Comunida de Econômica Euro- • péiapenrntirão?.oDra sil chegar ao mercado europeu, numa triangulação que favo recerâ, indistintamente, países e consumidores O ingresso na Ar· gentina pode ser pelas gotratade áreasdelvre províncias de comércio e uniões al- Mendoza, Córdoba, e fandeganas e trafego Santa Fé ou pela capi- ' fronieiriço Se ele for tal Buenos Aires. A adotado, se csrnb lcce• estabilidade econõmi- rá a criaçJo de um gru· cado pais estimulará a pode trabalho para ve- polarização de mcrca• nfica.r se as regras do dos,emdoisrúveis so- L..JL.1...----'-----''-'-....l..-'-..:....:.-..:....--'----'------'----'--' Mercosul s~o coinci ftsticado com preços ai los e popular traru.pone twestreconcentra a maior dentes como GATT Os americanos com preços baixos, a indústria local faixadefronteiraentreoDepanamen• deverá incorporar padrões mais ele· 10 de Amambay e o nosso Estado vados de qualidade, aumento dopo- A rndustria turtstica é a que mais der aquisitivo dos consumidores, esti- cresce no Uruguai Lã. ahmentos em mui ando o crédito e consumo dos geral, produtos químicos. derivados artigos importados de leite e de trigo são os produtos que O mercado internacional não tem este pais exporta para o Brasil Seu segredos para o Paraguai cuja experi- maior mercado consumidor,esta con ência em importação e exportação. centrado na Grande Montevidéu, a em pequena ou grande escala, pro• capital federal porcion~ á sua economia uma dinãmi ça propra e privilegiada A hidrovra Paraguai-Paraná beneficia este paise o Estado de Mato Grosso do Sul e o R,slrições Em 1992, houve uma discussão sobre os metodos a serem adotados r, > f--..t, - tal ao passes m senvolmento na questões rela+oradas ao comercio mtmnaa) nal A polémvs.a surra quando os Estados Uns dos, apoiados por ou- trospaises, contestaram ucorurol<"do Mercosul e quermn que ele seja avaliado sobre o artigo 24doGATT E5tear11- alegam que pela dimensão do novo mercado comum. com 190 milhões de habitantes, há a necessidade de um exame delalhado do GATT A dife rença entre a cláusula de habilitação e oar1igo 24 (; que a primeira permite ao pais que está sendo lesado que prove seu prejuízo e a segunda. aprova deve ser dada ao país que está sendo acu sado Fontesdachzncelaria brasileira afirmam que rodas as infonnações a respcit o do M ercosul serão fornecidas ao GATT, sem abrir mão da cláusula de habilitação • POPULAÇÃO: 147 milhões de hab. PIB - Produto Interno Bruto: OS$ 157 ,8 bilhões anuais (1991) SUPERFlCIE: 8.511.996 km 2 MOEDA: Real PRINCIPAIS PRODUTOS EXPORTADOS: 'Alimentos em geral e Siderurgia POPULAÇÃO: 33 milhões de hab. PIB - Produto Interno Bruto: US$ 76,S bilhões anuais (1990) SUPERFÍCIE: 2.766.889 km 2 !IOEDA: Peso Mercosul traz especialistas ao JEsltado [] • terceira edição do semi nário" A participação de Mato Grosso do Sul no Mercosul", realizado pelo Sebrae - O Serviço de Apoio à Pequena Empre- sa no Mato Grosso do Sul - e pelo Banco do Brasil, revelou o grau de interesscqueoempresariadosul-mato- grossense tem em relação a novara tidade econômica que vai se instalada em 1 • de janeiro próximo, com a vigênciadoMercadoComumdoCone Sul. O evento serviu para o repasse de infonn~ções através de especialistas em comércio exterior, empresários dos OS demais paisesmembrosetecnicos em P~NCIPAIS PRO~UTOS EX~ORTAD economia rural que responderam a Alimentos, bebidas e la questões estruturais e conjunturais. analisando, ainda, as possibilidades reais e oportunidades imediatas de 1 negócios, ,. tacam o câmbio livre flutuante e o Asduasiniciativasanteriores fo. reduzido ônus tarirario. "A integração ramrealizadas no interior do Estado comercial transformara patrõeseem Em Ponta Porã e Dourados. o número pregados em sócios conva-gentes e o departicipantessuperouasc.xpectati-<t. Par:il!uai ser.ia chave do Mercosul"' vas. sendo necessária a realização da comemorouo diplomata.' • terceira edição, desta vez na capital. A Lei 365. de 25 de junho de Na cerimôrúa de abcrrura. o presiden- 1990. publicada no Diário Oficial da te da Federação das Indústrias do União, que abriu o mercado brasi Estado edoConselhoDeliberativodo leiro para o comércio internacional. Sebrae de Mato Grosso do Sul, em- foi abordada pelo coordenador de 1 presárioJorgeEliasZahran,destacou Assuntos Internacionais do Sebrae anovaconfigurnç.ãogeo-e<:onômíca de Santa Catarina, Celso Eduardo internacional eafinnouqueno Estado Flores Lino A partir d estalei é que as o empres:uiado deverá ultrapassar um periodo de adap1ação para sobrevi ver e crescer O superintendente do Banco do Brasil Raimundo Maciel de Oliveira, mfonnou que a instituição financeira conta com linhas especiais de financiamento para facifitar a entra da de empresános na realidade do comercio exterior edo Mercosul Diante de uma platéia empresári os. de representantes de diversas ins tirwções públicas e privadas. atuando nasarcas de importação. exponaçào, rndustnais e produtores rurais, o côn• sul do {'araguai em Mato Grosso do Sul, Luis T om:s Pessoa, ressaltou as pCOJliandadesevantagens de seu pais. reconhecidamente o mais experiente com sua longa tradição em comércio internacional e suas claras e estáveis regras de livre mercado, onde sedes-- Paraguai l'?PULAÇÃO: 4,3 milhões de hab. PIB: Produto Interno Bruto: US$ 4,8 bilhões anuais (1991) SUPERFÍCIE: 406.752 km 2 H MOEDA: Guarani PRINCIPAIS PRODUTOS EXPORTADOS: 1-limentos, madeira e couro Uruguai POPULAÇÃO: 3 milhões de .hab. PIB: Produto Interno Bruto: TIS$ 7,93 bilhões anuais (1990) SUPERF!CIE: 176.215 km 2 MOEDA: Peso PRINCIPAIS PRODUTOS EXPORTÃDOS: Alimentos, couros e· calçados tarifas de importação tiveram redução gradual, principalmente nos setores oligopolizados Ele revelou que em presários de outros pai ses não tiveram lanto tempo para se adequar ás novas regras "No Chile, o empresário foi donnircom seu mercado resguarda do por 40¾ de alíquota e acordou com impostode importaç.ãozero. No inicio da década de 80 era tniste veri ficar que o parque industrial chileno estava desmontado E isso só aconte ceu porque a índústrianacional,pro tegida da competitividade. não assu miu compromisso com a qualidade", alertou. Para ele, a nova realidade que será vivenciada com a consolidação do Tratado de Assunção não colo cará em risco o comércio exterior. Os espectadores ouviram o especia lista relacionar fatos desin tegracionistas históricos e traçar segu ras estratégias de atração comercial "O Mercosul não vai ser fácil. Eu acredito que a nossa ir.teligencia. inte resse, diligência e garra nos pennitirá resolver as nossas diferenças"', assi nalou Celso Lino. O especialista acen tuou que, se vivemos de costas para os países latinos e não estamos prepa rndos p.ira uma política ínleg:racionista graças estratégia dedominação uti lizada para nos mantermos separa dos. :. I IA, T IM! A DA FONTE!A- mM 1o w,IA. .Qualidade nos produtos v exemplo cotumeiro de '!o Lino t o das bito las dos trens A malha fenov4ria braulirauti lza bitolas menores, n quanto que os trens ar pentinos usam bitolas largas, prejudi cando uma transferência automática de vages "Na Europa, eles chear na fronteira e transferem o valo para o outro trem, cconomi.zando dinheiro e tempo",ilustra Conhecer ospaises vizinhos eos demais latino-americanos nos pcrmi tirá aprender, afina o especialista cm Comércio Exterior Ele listou nas áreas de tecnologja alimentar lideradas pela Argen1jm1, UruguaíeChileeenfati,.ou o lugar de destaque que o Paraguai deverá ocupar no futuro, pelo potcn cial de infra-estrutura de que dispõe como, por exemplo, sua oferta energética Mudar o comportamento empresarial apostando em educação participativa e eliminar desperdício, aplica.ndo o lucro em tecnologia e treinamento, resultará em elevação da qualídade dos produtos, atingindo os padrões íntemacionais • esta é a sinte seda receita de sucesso no âmbito do . comércio exterior. E no Mercosul nllo será diferente: "Teremos muitos problemas nos pri meiros seis meses. Para isso contri buirão nossas assimetrias e uma dei as, no caso brasíleiro, e a carga tributária que recalem cadeia cm todos osrúvcis da produção. Na Argentina, a tributa ção é menor do que a nossa. A briga vai ser muito grande. Não tem mais volta. Cruzamos a ponte e a dinamita mos. Precisamos encarar esta realida de. Quanto mais rápido, melhor", diz CelsoLino. Outros blocos têm interesse no Mercosul. O Japão, através de uma entidade empresarial aJetro, mantém um escri16rio cuja tarefa é enviar, bi mensalmente, informações atualizadas sobre o Mercosul. A União Européia destinou USS 25 milhões para estu- +'A ' Mato Grosso do Sul tem uma agropecuária reconheci dúmente eflclen/e., arbr.1te Mar cos Sawaya Jank, engenhero agrónomo e consultor de Poli ticas Agrícolas e Comércio In temaclanal em diversas insti tuiçõe s nacionais e internact onais. Mas o pequeno e o meé dio produtor do Estado preci sam utilizar areceita de suces so obtida atravü da i111e gração vertical produtor verJus agroi11dús1ria, i11vestl mento em tecnologia, adminis tração e coordenação da ca dela /ndusrrial em escala, de senYO/vimenro e qualidade e negociação em bloco. Um dos problemas que a ótima produção de grdos tem que enfrentar no Centro-Oeste é o transporte, informa Jank Mas as soluções também já são conhecidas e ele aponta o excelente resultado que a hidrovia e a ferrovia podem apresentar. "Nilo adianta ter um sistema de produção de alimentos competitivo se ores to for ineficiente e novos con ceitos nito forem assimilados". Jncorporaçdo de valor por área, rentabilidade por área, • alternativas de diversificação da produção e pressão po//tlca para que a rributação seja re duzida denrrodo fX1ls silo medi das, entre virias, que pautam o exilo do produtor rural preocu podo em ampliar mercado, Mato Grosso do Sul um parceiro ainda desconhecido mnb dose projetos de iteração do Mer ado Comum doCone Sul Já coutem três mil parens brasleio arpyentina que atuaru de maneira adulta perfei ta Este indrca1ivot 1mpcmantc para que o, miuo, pequu,os e médios produtores procurem novos nichos comerciais Pesquisas ja concluiram que o sistema de custo é redundo através de consórcio,, associações e cooperativismo Isso vai permitir, como 1e$11hado direto, o aumento do conjunto de oportunidades de negóci os em escala com maior volume de produção. E se o investimento for dirigido a produtos especiais em pequenas àre as- frutas finas de alto valor agregado, por exemplo - aliado à tecnologia de ponta com padrão de qualidade inter nacional, é impossivel não obter êxito contabilizando lucros Estaé a linha do pensamento de Alfredo Zilberstein, que exerce, entre outras funções, a de consuhorinternncional do Sebrae do RloGrandedo Sul em Buenos Aires. Para ele, o Mércosul é a primeíra oponunidade doutrinária para os pa ises da América do Sul e, em particu lar, os Estados do Cone Sul. "O Mercosul é uma pora de saída para o mundo, um aprendiz.ado protegido", garnnleZílberstein. E o Sebrae pode ajudar na integração da pequena e média em presa, através do Programa Anual de Rodada de Negócios, segundo Luiz Ganz, produtor rural e díretor técnico do Laboratório Pasteur, do Uruguai Grandes parcerias de pri meiro nível podem ser firmadas nos setores alimentícío e turístico, além de implementar a idéia da complementação indústria/agro-pecu• ária.E aqui, Ganzrevelauma situação delicada: não existe e é impossível conseguir dados desagregados sobre a produção estadual. "Nós precisa mos de informações diferenciadas e específicas sobre o Estado", simplifi ca Ganz. ocalizado estrategica ' mente no coração da América do Sul, o Es- tado tem limites territoriais ao Norte com Mato Grosso e , Goiás; ao Sul, com o Paraguai e Paraná; a leste, com Minas Gerais, São Paulo e Paraná e a Oeste, com Paraguai e Bolívia. Maíor que o Uruguai, sua superfície é de· 357.471,5 quilômetros quadrados onde se concentra o segundo maior rebanho bovino brasjleiro • e o pri meiro cm erradicação.da aftosa: A capi1al, Campo Grande, ó um privile giado centro prestador de serviços e os principais centros urbanos são Dourados, Corumbá, Três Lagoas, Ponta Porá, Aquidauana e Paranaiba Mato Grosso do Sul é a bússola na rota mercantil de toda a área oci, dental da América do Sul e da costa do Pacifico. Sua fronteira com o Paraguai e a Bolívia ampliam-se pela BaciadoPrata,quelhedáacessoao • Oceano Atlântico. Os grandes cen tros produtores, consumidores edis tnbuidores do pais são seus vizinhos. Sua malha rodo-f erro-hidroviária re presenta, potencialmente, um dos seus trunfos mais imponantes. Setorialmente, Mato Grosso do Sul ços complementares de primeira linha turista incidental. Correntes de água já participado Mercosul A Argenti- - e alguns já operando no exterior, alucinada, apropriadas à prática de na é tradicional imponadora de mi- como a LocalizaRent aCar associada canoagem. Encostas ousadas e: are nériosextraídos em Corumbá. Óleos à Macri argentina, para locação de produção daespécieàcéuenoaber vegetais tambémjâ estão neste pri- automóveis naquele pais-, constituem tos no único espetáculo da piracema. meirogrupodeemprcsasqueinau- . foneapcloao1nvest1mentonestesetor Em Campo Grande estão con guramasnovasregrasdoMercosul. queaindatemmuitoespaçoparacres- ccntradasquarentaecincoporcento· AprincipalvocaçàodoE.stadoé cer. dasagênciasdeturismo do Estado em 0 turismo ecológico e os 160 mil Safarifotogr:ífico.pescaamadOQI condições de orientação e quilõmctros quadrados de tcrritó- e sub-aquática em rios cristalinos de redistnbuiçãodo fluxoturistico. Ser- • 1 •• • 1 'd t • onadas por viços especializados e a'eficiente rio pantaneiro, com exccpc,ona aguas co on as en re-c beleza e variedade da flora e habitat cachoeiras íngremes; grutas naturais rede hoteleira da capital completam natural da mais diversificada e rica emoldurando cenários milenares for- umroteiro recheado deuma cultura fauna panamenicana, não deixam mudosporestalactites eestalacmites nativa, de um artesanato peculiar, d• • das Rios navegáveis, locais>, caprichosas a despertar fascinio e cn- de músicas e trajes típicos que rclle- uvi • . • • ,, • • • ( q ·não?)ao tema força deum Estado emdesen- históricos e uma significativa rede de canto apnmerae,por que " hotéis-fazenda cinco estrelas servi- ultimo olhar desprevenido doa""o volmo ♦CAMPOCAAHOE ■OOURAOOS -..... - Como estaremos a partir de janeiro de Pregrma;lo de Libera lo nero de 9$rtravgra?na Lar(o r oo, ou a ndo haverá maus barreiras tarfura: z não trifana ztrs o braile a MA ntu» Jaem 9es ehrreir extt tambem tre o brasi, Uruguaio Pata • Tarifa Extra Comum - grufia que s M.r estabelecerá tunfas um»ficadas para talo de Preditos d Tercc:tos Mercados, ap!adas n mportaio de tos Essa medida vsa tabelet uma tanfa omum para produ tos importados De inicio, sete mlenstrâo Tarda Etrna Comum entre zro e 20% Para bens de aptal, bens de formata tle.omu nica&es a um±lo aduaneira parcial, o Mrosa! traz rras d1ferenciad:u: < Bras1VAr,;.-n1m:i Bc,u de C:i.pnal Dras/Uruguai Bens de < Br:,,,,VArgcrt1inJ Informática e 16% ate 200 Telecomunicações Paraguai/Uruguai A partir dessas datas serão taxados entre zero e 20% Os dez mandamentos para obter sucesso no Mercoaul [l) Designe uma pessoa para 11atar do assunto [I] Reúna o maior número de informações [1] Analise e defina produtos e serviços para competir II] Avalie os mercados mars 1nteressan1es 0 Avalie a imagem de seu produ1o 11] Avalie as modalidades de exponação/ imponaçáo mais adequadas [I) Analise normas técnicas, marcas e patentes ) Elabore catálogos em espanhol e planilhas de preço para exportação [!] Escolha eventos e oponun,dades 70) Esteja atento às mudanças e transfor- me ameaças em oponumdades Regue Geral de Orugrns- refere-e a ttfia a da produtos fabricados pios pauses-membros Para umpr sr conde rado yenuamente produzdo pelo Menu zoe!teri que bedr a vera:te tera Valor Aergd bens de Capta!- ir de otgem naanal Outros produtos • no munimo 60 de orgm na.soral Ainda para o io de 1995 sera pub!ada uma lghalo exclusra para o Mrosal, is normas de aplicação pan controle de recebimento de arpa, norma de bagym e pontos integrados de cata Informações gerais sobre o Mercado Comum do Cone Sul, Banco de Dados; Bolsa de Negócios e Subcontratação; Missões Comerciais, Rodas de Negócios, Panicipaçlo em Feiras Nacionais e Internacio nais; Promoção de Cursos de Importação e Expona ção; Promoção da 4' Feira da Indústria de Mato Grosso do Sul, no período de 13 a 18 de junho de 1995 e Roda de Negócios nos dias 14, 15 e 16 de junho de 1995. Viação Cruzeiro do Sul I N F O R M A - - HORARIO DE ONIBUS ,! BELA-VISTA A CAMPO GRANDE: 05:30 15:00 23:30 HORAS BELA VISTA A CAMPO GRANDE COM BALDEAÇÃO EM JARDIM: 09:00 es te horario nao corre aos DOMJNGOS e FERIADOS BELA VISTA-A JARDIM: 05:30 - 09:00 - 15:00 - 23:30 HORAS BELA VISTA A CORUMBÃ, passando por Jardim, Guia Lopes, Boni to, Bodoquena e Miranda: 09:00 Não corre aos DOMINGOS e FERIADOS BELA VISTA A PONTA PORÃ, passando por Antonio João: 06:00 .e 16: 00 HORAS BELA VISTA A DOURADOS, com baldeação em Antonio João: 06:00 não corre aos DOMINGOS e FERIADOS . Transporte de Passageiros e Encomendas com rapidez e segurança! I Entrega de encomendas com hora marcada. -- •• - - • '- - - . - 1 JARDIM/MS FONE: (067) 251-1327 CAMPO GRANDE/MS FONE: (067) 384-4008 - FAX:384-4931 SERVI DE COLETA - FONE (067) 382-2472 Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1592_18_01_1995 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1594_24_01_1995 Voltar para a lista de itens