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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXIV_Nº1705_17_02_1996
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TRIBUNA DA
BELA VIST A/MS ANO: XXIV N º 1. 705
ENERSUL EM BELA V
,
E uma vergonha!!! Um desrespeito ao e
O povo de Bela Vista
está revoltado. E com razio. Os
'serviços prestados" pela
ENERSUL. em nossa cidade
exigem uma tomada de posição
rigorosa, não dos políticos ou
administradores, mas da
POLICIA E D/ JUSTIÇA.
Não há mais o que
falar, nem a quem reclamar,
a situação está se tornando
caótica. Cortes, oscilações, são
constantes. Ontem (quinta
feira), por volta das 20 horas
até parecia brincadeira de
c.:rianças, o "acende e apaga",
"desliga e liga", transformou a
vida dos belavistenses num
exercício de maratona, correr
para desligar antes de ver
televisões, geladeiras, freezcrs,
etc, etc, se tranformarem em
sucatas, queimados.
Não, já não admitimos
mais explicações. n:lo ~e
justificam, as contas de energia
elétrica chegam todos os
meses. a empresa cobra
indevidamente taxas absurdas,
os serviços oferecidos SÃO.
PÉSSIMOS.
Pobres dos funcionários
da ENERSUL em nossa
-
CAMARA MUNICIPA.L
REA, II O .TRABALHO
•
1
1
1
,
(
Comandante do 10 RC Mec. Ten, Cel. Paulo. Vice Preteito Sydney Nunes Leite, Presidente da
Câmara Orlanda Freitas dos Santos 1 º Secretário Marcos Barbosa. Ten. illasanti. Cmt. da Polícia
'Militar e o Representante do Padre Willian. Pedro Paulo • Matéria na Página· 04
cidade, trabalhadores
obrigados a ouvirem queixas e
mais queixas, algumas até
agressivas, enquanto os chefes
permanecem nos gabinetes
desconhecendo a realidade da
Empresa no interior.
Recuperação
das odovia
Nossos parabéns aos
encarregados pela residnia
do DERSUL, em Bela Vista.
e Jardim, semana pasada
tecemos críticas ao estado de
abandono em que se
l·ncontravam ,IS Rodovias do
Sudoeste. As máquinas estão
a mil por hora, de Caracol a
Murtinho, de Guia Lopes a
Bonito.
Fica o registro e a
gratidão de todos aqueles que
trafegam pelo' "Corredor
Sofrido".
AVISO AOS CONSUMIDORES DA EMERSL
"O GOVERNO DA CIDADANIA QUE RUO Pista-0
7
RESPEITA AS LEIS E OS CONSUMIDORES"
fflCÜ® ®
No dia 2O de Fevereiro, nosso jomal comemorá 2-4
anos de circulação. Um dia especial, tera·feira de
Carnaval, é só festa. O povo comemorá com samba no
pé, muito axé e zbraio. Assim fazemos o nosso Jomal,
para nós uma grande festa, de civismo, de amor à verdade,
de lutas, o lema permanece vivo 'estamos fortalecendo o
mmncpalismo, mantendo , ovo em informado"
A verdade de um Jornal, o oal verdade, é espelho
de uma tr11rlição, 1RIBUNA JA FRONTEIRA é a
vitória da g.1rr.1, da detemiinação.
Ontem recebemos telefonema do ex-vereador
Norino Gonçalves, de Antonio joão, ele sintetizou numa
rase o espírito da TRIBUNA:
"Parabéns a todos vocês, a nossa luta, é a luta de
vocês.
Vocês estão 'escrevendo a história do Sudoeste e da
Fronteira"
Aniversário do 10° RC Mec
,
O 10° Regimento de
Cavalaria Mecanizado
Regimento Antonio João. estará
completando no próximo dia 22
de Fevereiro. seu 157°
Aniversário de criação.
É herdeiro das tradições
do Corpo de Cavalaria de Mato
Grosso, criado pelo Decreto nº
30, de 22 de Fevereiro de 1839,
com sede cm Cuiabá. em
resposta a ncccsidade e a
conveniência da presença de
efetivos militares na área.
Adotou diversas
denominações até chegar à atual
em 18 de Dezembro de 1985. 1
1
Mudou de sede ao longo de sua
existência. tendo estacionado
em Cáceres em 1847, Nioaque
em 1858, Miranda em 1903 e
chegando à Bela Vista em l O de
Dezembro de 1906.
Diversos personagens da
história militar do Brasil
integraram o nosso Regimento.
O Tenente Antonio Joào
Ribeiro, patrono do I Oº RC
Mec, tombou cm defesa do solo
pátrio. Hoje o Regimento
orgulha-se de scro guardião dos
restos mortais de PEDRO JOSÉ
RUFINO, seu Corrandante à
época das lutas pela manutenção
da oberania acional, em
jazigo localizado no
momumento central do pátio de
formaturas.
Atualmente o I O' RC
Mec integra a 4 Brigada de
Cavalaria Mecanizada. com
sede em Dourados/M ,
denominada BRIGADA
Ten. CL. Paulo do Silva May..aJhllts
- mt. do 10' RCMe
1
1
!
,·
n
[-
l"Sargento PPM Claudemar José overnigo, novo Comandante da
Policiá Florestal de Bela vista"
Há muito fazia-se
necessário em Bela Vista
um Destacamento da
Polícia Militar Florestal,já
que Bela Vista possui um
grand·e número de rios
piscosos e há um enorme
fluxo de pescadores e
pescados. . Conforme
Portaria Nümero O01/PM-
3 do dia OI de Fevereiro de
1996 o Comandante Geral
da Polícia Militar do MS,
'resolveu ativar o
DestacamentQ da Polícia
Militar Florestnl de Bela
Vista. sendo esta
::• subordinada diretamente ao
Comando da Policia
Florestal em Campo
Grande. Página - 02
GUAICURUS, por simbolizar
em nossos dias o espírito do
povo indígena que habitava as
terras matogrossenses, lutador
intrépido e incansável pela
liberdade de sua gente e pela
integridade de suas terras.
O Regimento Antonio
João ufana-se de seus laços de
amizade e de sua integração
com a comunidade helavistense.
que o acolhe desde o início do
século de maneira cordial e
cavalheiresca. O progresso e o
bem-estar da comunidade são
aspirações que o I Oº RC Mec
comunga. em seu dia-a-dia, com
o povo de Bela Vista.
PAULO DA SILVA
MAGALHÃES - TC CAV
COMANDANTE DO 10- RC M.EC
1 1
orro convoca
sociedade para
que o Estado
consiga superar
a crise
O Presidente da Assembléia Legislativa.
Deputado Estadual Roberto Orro, durante a
solenidade de abertura do ano Legisfalh'o. alertou
para a necessidade de a sociedade organizada estr
em permanene articulação com .ode
constituídos, visan ' buscar soluções para a at.
crise enfrentada pelo Estado. Página - 03
1
I
, l
'
b.. 2..i.. 'h., h,...t
flSIO'llRAPEUlA. cnuno 13081-1
Atendimento fisioterápico nas seguintes áreas: trauma to ortopedia, 1-
neurologia, reumatologia, problemas respiratórios, estética facial e corpornl
Rua Monte Castelo,750 'ir 255- 1382- BONITO]
VILMA DA SILVA VERA LOUREIRO DE ALMEIDA
OABIMS 2574 0AB 2573 • B
(CAUSAS CÍVEIS E CRIMINAIS)
j RUA CUIABÁ, S/N - CENTRO r
(067) 439- 1290
BELA VISTA/MS
S CÍVEIS E CRIMI
RATOS-EXECUÇÕE
) 251-1012 e 251-2424
» dato t»a.
'· ' . ,,
$ e não sente
%
1
DR. HÉLIO RUIZ E DR. HÉLIO TADEU RUIZ
_CAUSAS CÍVEIS E CRIMIÃIS>
['RUA 14 DE MAI0,470 - CENTRO]
~ (067) 251-1012 - 251 - 2424
.JARDIM/MS
, • «o 17DEEEEREIRO DE 1.99
- BE-SEMANARÍo
Ativado o Destacamento de
Polícia Florestal de Bela Vista
Ponte Fixa em Metal o Plática, Ponte Fixa· em Metal o
Cerâmica, Ponte Móvel, Clareamento Dentário,
Aplicação de Flúor, Raio-X e Facetas lam'.iadas
DR. LAUCÍD!O VALDEZ DE BAR.ROS
CRO 340-MS
RUATEN. BERNARDES,447 • 251-1436
, RES. AV. CEL. CAMISÃO - 3251-1039
' yDIys }
TRIBU A DA FRONTEIRA
• B!-SEINÁRIO
Fundado cm 20 de Fevereiro de 1.972
Propriedade da Rede llcluvistcnsc de Jornais
CGC.ilF tS.513.203/0001-59
DIRETOR· F.DITOR-CHEFE: lvaldo Pereira
SUCURSAIS:
-
JARDIM - Rua I4 de Mai0,342 - E (067) 251-1669
BONITO - Rua Monte Castelo, S{N
CA"ACOL - Avenida Brasil, SN
A1':I.TONIO J0.-.0 -'Praça Eugênio Pcnzo. S/N.
PORTO MURTINHO - Rua Coronel Ponee, r(067) 287 - 1239
TABELA. DE PREl,:0S:
ASSINAT.URA ANUAL: R$ - 60,00
ASSINATURA SEMESTRAL: R$ 30,00
PREÇO DO EXEMPLAR: R$ • 1,00
os ARTIGOS ASSINADOS NÃO REFLETEM
NECESSARIAMENTE A OPINIÃO DO JORNAL. ORIGINAIS
ENVIADOS À REDAÇÃO NÃO SERÃO DEVOLVIDOS.
AVENIDA TRIBUNA DA FRONTEIRA,564
? (067) 439-1410 - FAX (067) 439-1544
BELA VISTA - MS
.
FILIADO À:
ADJORI - Associação de Jornais do Interior
ABRA.IORI - Associa;lo Brasileira de Jomais do Interior
CNJI • Cadastro Nacional de Jomais do Interior - Periodicidade
verificada em Bras!lia - Registro no Cartório - 1.066
Jo1Jo Carlos Velasquez
Há multo fazia-se ne
ccc;nÚrlo cm Bela VIstn -
um Destacamento da Polí
cia Militor Florestnl,Já
que Bela Vista posoui um
grnnde número de rios -
piscosos e há um enorme
fluxo de pescadores e -
pescados. .
Conforme Portaria nu
mero OOl/PM-3 do dia 01
de Fevereiro de 1.996 o
Comando Geral da Polícia
Militar do MS, resolveu
ntivar o Destacamento da
Polícia Militar Flores
tal de Beln Vista, sendo
esta subordinada direta
mente ao Comando pa Pol!
eia Florestal em Campo -
Grande.
Foi designado no dia
06 de Fevereiro o 1g Sar
gento QPPM Clademar Jose
Sovernigo para o Destaca
mento em Bela Vista, sua
procedencia é do Setor -
de Operações da Polícia
Florestal de Campo Gran
de.
Sovernigo ainda foi -
Comandante do Destacamen
to da Polícia Florestal
de Porto Mortinho, Jar
dim, Taquarussu e Miran
da, está na Polícia Mll!
tar Florestal desde a
sua criação no nno de -
1986.
O Destacamento da P
lícia Florestal tem como
objetivo n fiscalização
ambiental, visando a con
servação do meio ambien-
te. A Unidade ainda en
contra-se equipada com -
uma viatura, 02 motores
de popa e 02 barcos ..
O Destacamento da Fl~
restal inicialmente atua
rã com 08 Policiais Mill
tares Florestais, atuan
do diuturnamente na pre
servação do Meio Ambien
te, pura uma melhor qu~
lidade de vida, ainda -
Guas atribuições, além
oo
• ., ..........
=E---e
k ;
r ---·--- ..,_ .
z@te I
- i
-t~
I >
de Bela Vista, atenderi
Caracol, Antonio João, -
Aral Moreira e Ponta Po-
ra.
A Polícia Florestal ,
oficial ativação sera - Jrdim.
posteriormente marcada. Segundo as palavras -
Qualquer informação - finais do Sargento Sove:
ou denúncia sobre a ques nigo "A preservação do -
tão ambiental podera ser Meio Ambiente, exige
3
-
encontra se atuando nes- feita pelo telefone - eterna vigilância de tg
sa região desde o dia 10 439-1159 ou dirigir-se - dos nós.
da BR-060 km 02 saída para pp., e a solenidade
Prefeitura Municipal de Bela Vist
PORTARIA NQ 049/96 - GABINETE DO PREFEITO
O Prefeito Municipal de Bela Vista-MS, ao uso
das atribuições que a Lei lhe confere;
RESOLVE:
-------
~,__, ~ _ _J ~ . - . - --- ·-· - . - - ~
Comida por ki/o - A la carte - lanches - Pizzas• Drink's
Rua Cel.' Pilad Rebuá,1883
255-2699 - BONITO/MS
Vende-se uma casa de alvenaria, com 12
peças, com 1 50 mts2 de área construída.
Recém refonnada (pinturas, etc .. ), situada a
Rua Sebastião Crispim do Rego, nº 22 7.
Aos interessados contacto no pf 1orio local.
• Também com possibilidade para luguel.
Retificar a Portaria ng 185/95 de 14 de Julho
de 1.995, Aline A, do Servidor ZENO IBANHES, 07
de se lê: 3.888 (três mil, oitocentos oitenta e
oito) dias, leia-se: 4.253 (quatro mil, duzentos
cinquenta e três) dias.
CM?A-SE
Bela Vista-MS., 12 de Fevereiro de 1.996
ABRAÃO.ARMOA ZACARIAS - Prefeito Municipal
. CASA:
VENDE OU ALUGA
1----------------------------------
FARMÁCIAS DE PLANTÃO
MÊS DE FEVEREIRO DE 1996
I S
prado
17 18 - Drogaria Drogavista......... r.
0
20 - Farmácia Moderna Dr.Su1iD"1
24/25 - Drogaria São Mateus -....Sra.Adalgis"
L
OS-: AS FARMÁCIAS QUE NÃO ESTIVERE DE ?"
TÃO DEVERÃO PERJ-IANECER FECHADAS E AS SOLICIT
ÇÕES EVElHUAIS SÕ PODERÃO SER ATENDIDAS SE :
CONSTAR NA RECEITA A INFORMAÇÃO DE QUE A DE
PLANTÃO NÃO DISPOE DA MEDICAÇÃO CITADA.
DR.JOSf: DE RlBAMAR CRUZ E SILVA
Sec.Mun.de Saúde de Bela Vist:J
";:::===================-
ANUNCIE E VALORIZE
O SEU JORNAL TF
JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA BISEMANARIO I7DE FEVEREIRO DE 1.99%6
Orro convoca sociedade ara
o Estado consiga superar a cri
Presidente da /L Deputado Roberto Orro
Arroyo solicita
implantação de
celular em Bela Vista
u
e
INDICOU
i Mesa, que seja enviado expediente deste Poder,
ao Ilustríssimo Dirctor-Prcsiden te da TELEMS, solici
tando verificar a possibilidade da inclusão do Mu
nic!pio de Bela Vista, no sistema de telefonia mo
vei celular, com a maior urgência.
EM SUA JUSTIFICATIVA:
O deputado disse que recebeu um abaixo-assinado
de moradores do Município de Bela Vista, com mais
de 400 (quatrocentas) assinaturas, solicitando cm
P<?nho no sentido de sensibilizar a TELEMS, para im
Plantar o serviço de telefonia móvel ceular naque-
la cidade. •
Por ser Bela Vista um pol·o turístico emergente ,
u,, comércio cm franco desenvolvimento e uma das re
giões de nlto potencial na produção agropecuária,há
por parte da população um anseio muito grande de
contar com esse moderno tipo de comunicação, finnli
zou Arroyo. -
Wilson diz que apoio
da AL na reforma
foi fundamental
O Prr1dento da As«mblfa Lcgf1t!va, deputa- Quanto à dificuldades conjuntura!s nftentada
do Roberto Orro, durante a solenidade de abertura por todos os podres, Roberto Orro d! se que a4 /a
do ano LcgIlativo, alertou para a necessdado de pração deles depende do Irmnto de arrecada;ás
a sociedade organizada estar e permanente art!cu- do anato ffn cetro, visando acabar com o di
laço com os poder constituídos, visando buscar fIcit pbltco. "Só assim os salário serão reco
soluções para a atual cr!se enfrentada pelo Esta postos, a área roctal atendida o desenvolvimento
do. A parceria entre as instituições públicas o vabll!zado", lembrou, reportando-sr ao coprom!s
populaçio, segundo ele, é a úntca forma xfstente so pelo atual retirfo stadul de Finanças, K!
para que seja garantida a governabIlfdade, com a cardo acha.
consequente superação das adversidades. Entretanto, Roberto Orro alrtou para a nwess!
Fazendo breve retrospectiva das atividades da dade de rsolver os probln enfrentados pelos
Assembléia Legislativa no ano de 1.995, Roberto 0r Municípios, que mundo cle, "estão atualmente pr[
ro destacou as reformas implementadas que, com vados de instrumentos essenciais à vua sobrevIvn
transparência, ética e discernimento, "garantiram cia, numa dranitfca situação".
a otimização do funcionamento do Legislativo e des 'Nosso Estado precisa incorporar ao sistemas prg
tinacão eficiente e adequada ao dinheiro público", dutivo 10 nLIhos de hectares agricultáveis, mas
"Com n prcocupaciio de não cometer injustiças, - falta manutenção àss rodovias. Vivemos a xpectat!
mos vnlorizar os recursos humanos e aperfeiçoar a va fascinante do Mercosul e da conquIsta de ou
estruturo dos serviços, na que lo oportunidade extintros mercados, mas falta-nos como trafegar por fer
guimos mois de JOO corgos cm comissão, reduzimos - revias e hfdrov1as", disse o parlamentar, _ para
ponderovelmcnte o liralte de contrntocõcs por Gabf qum o Mato Grosso do Sul deve buscar condiçoes p.'
nete e iniciamos o censo funcional", destacou G ra "habilitar sua vocação industria1",
parlamentar. Ao finalizar, o presidente da AL lembrou que g
As rrcdJ.d:is resultaram em imedata e sensível eco- ses objetivos so serao alcançados atraves da atua
nomio orçamentária. "Por conta desse esforço é cão da sociedade organizada, "cm penn;incnt,. artic.!!_
que estamos avançando, o pesar dos dificuldades con lação com os poderes constituídos, parcr1a que a
junturais", disse o presidente da AL. No entanto , rontira o progresso C' o brm c>star • Pin:ili-
dcstocou, "ainda há muito o ser feito". zou Roberto Orro.
L
o
B
1
8
A abertura dos trabalho da quinto legislatura
da Assembléia Legislafiva de Mato Grosso do SuJ.
foi cercada por uma sessão solene realizada dia
15, com a participação do governador Wilson Ba~
boso Martins e vários outras autoridades civis,mi
litores e representantes do Poder Judiciário. Ins
talado pela primeira vez em janeiro de 1.979, com
a Assembléia Constituinte, composta de 18 deputa -
dos, otuolmcnte o Poder Legislativo é formado por
24 parlamentares, que representam todas as regiões
do Estado.
O presidente da Asscmblé~a, deputado Roberto Or
ro, do PSDB, abriu a sessão solene reafinnando a
fidelidade ao estado de direito democrático. "Deve
mos seguir a reta, elevor o compromisso de guardar
o interesse público e perseguir as transformações
que proporcionem melhoria da qualidade de vida p~
ra todos os cidadãos", disse o parlamentar. Com
uma composição de bancados bem diferente da que
foi empossada em fevereiro de 1.995, neste ano de
96 a AL vai apostar na governobilidadc e na retoma
da de processo de desenvolvimento de Mato Grosso -
do Sul.
"Gostaria de estar aqui só p:ira apresentar boas
novos, mas ·a responsabilidade e o comprard.sso com o
nosso Estado e com o nosso povo me obrigam a tra -
tar de dificuldades e desafios", disse o governa -
dor Wilson Earboso Martins cm seu discurso que du
rou cerca de 15 minutos. Ele apresentou uma síne
se dos ações desenvolvidos pelo Governo Estadual no
ano passado, e pediu união de forcas para supera
VA
çocs dos problemas sociais e ~conõmicos.
AS BANCADAS E COMISSÕES
Il
b _Na mens:igern que entregou oo Presidente do Assem-
leio Legislativa, deputado Roberto Orro, do PSDB,
0
governador Wilson Barbosa Martins, do PMDB, faz
hn_relato de que considera como sendo as principais A Encrsul (Empresa Energética de Mato Grosso do
"~
0cs do seu governo. Lembra que começou o governar Sul) terá que devolver o que _cobrou a mais dos con-
0
tstado, em 1.995, com pesados déficits no Tesou - sumidores de eletricidade distribuída pela estatal,
~º• tendo que pogar folhas atrasadas, dívidas venci cm moeda corrente e em doóro, segundo observou o de
as e compromissos antes postergados. putado estadual AntÕnio Carlos Arroyo, ressaltando:
"Nos momentos difíceis sobrcviwm os povos que se "caso contrário o empresa estará infringindo o ar
~ncm, p:ireccm aqueles que se apegrun ã cizânia e tigo 42 do Código de Defeso do Consumidor, onde es
a discórdia. Estamos cm período de economia, de con tá bem claro que o consumidor cobrado em quantia in
tenção de despesas. Se soubermos unir nossas forcas dcvida sem direito à repetição do ind@bito, por v
;;;-,,os Vl?nccr esse desafio", disse Wilson Barbos:i - lor igual ao dobro do que. pagou em excesso, acresd
ttins. do de correção monetária e juros legais, salvo htp
d O governador aproveitou para agradecer o apoio tese de engano justificável". -
fa Assembléi:i Legislativil, ressaltando que a posição Ele ingressou com UTlél ação pÜblica no Procon,rci
avorãvel da Cosa cm relação ao programa de reforma vindicando exatamente o que é defc.,fido pelas leis-
ad~inistrativa tem sido de fundamental importância e apela para os dem:iis usuários da Enersul, para -
Para que Mato Grosso do Sul posso se enquadrar na que sigam o.·mesmo caminho. "Qualquer pequeno ou
realidade de economia brasileira. Tem sido dias de grondc empresário que infringir o Código de Defesa
':'ito trab:ilho, de negociações e de busca de saí- do Consumidor, estar sujeito às penalidades lega
• n~• sem se descuidar das ações essenciais de Gove!_ is. Isso tem sido praxe. Ainda ssim, a Enersul por
r,° • afirmou Wilson, acrescentando que nos demais intermédio de seu presidente, afirm:i que n:io vai de
st
ados ocorrem as mesmsns apertura~ e idênticas - volver o dinheiro que indevidaente tirou dos coas;
Sr!ses. midores, mesmo após gastar milhares de reais para
OEPU ADO
ENERSUL
11
A maior bancada atualmente na Assembléia Lgis
lativa é a do PSDB, composta por 9 deputados:Akira
Otsubo, tdcr Brambillo, Jerson Domingos, Londres -
Machado, Maurílio Picarclli, Roberto Orro, Valdomi
ro Gonçalves, Valdenir Machado e Waldir Neves. A
segunda moior bancado é a do PMDB, com parlamenta
res: Celi= Jallad, lbsm Esgaib, Murilo Zonith,Moi
sés Nery, LcliteCiitc.ro, Jercé Eusébio de Souza e
Waldemir Moka. Na sequência vem a do PT, com J:A
nilson Prego, Eurídio Bcn-Hur e José Orcírio.0 PTB
tem 2 represent.:rntes, Antônio Carlos Arroyo e Pau
lo Estevão; o PFL 2, Cícero de Souza e José Teixei
ra; e o PDT tem apenas 1 representante, o deputado
Franklin Masrua.
As comissões permanentes da AL são :is seguintes:
Comissão de Constituição, Justiça e Redação; Comis
são de Finanças e Orçamento; Comissão da Agr!cul =
tura, Pecuária e Desenvolvinento Agr;Írio1 Comissão
de Educação, Cultur:i, Desporto, Ciências e Tecnolo
gio; Comissão de Saúde e Meio Ambiente; Comissão=
de Trabalho, Cidadania e Direitos Humonos, Comis
são de Serviço Público e Adninistração; Comissão -
de Acompanhamento e Execução Orçamentária; Comis -
são de Controle de Eficácia Legislativa; e Com!g
são de Turismo; Indústri.'.i e Comércio.
10
anunciar O.'.lS emissoras de rádio e televisão e nos
jornais, que iria promover a devolução", afir -
mou o deputado.
Arroyo assinalou que não somente o Procon, !!OS
outros setores respeitados e com credibilidade co
mo a Defensoria do Consumidor e a Promotoria d~
Consumidor, além do Ministério Público co~o um c2_
do., fiquem atentos para un fato: o dever que os
organismos públicos têm de· proteger o pequeno con
sumidor. Aquele que teve sua conta de luz aument;
da de R$ 4,00 para RS 10,00 e que por sua própr:G"
condição hu.~ilde tem medo ou não tem tempo, de
procurar os órgãos oficiais em busca do amparo
que a Lei oferece.
O deputado infonnou também que vai protocolar
um requerimento na Assembléia Legislativa, vis.l:!l
do a instauração de um! CPI (Comissão Parlamentar
de Inquérito), para acompanhar de perto todos s
movimentos da Encrsul voltndos pnra o ressare
to dos consumidor:. "Com a CPI fomada, h7e.
Possibilidade de seguir toda a operação de rcsti
tuiçno, fazendo can que processo scjn desenvolvi
do com exatidão", concluiu Arroyo;
'
' 1+
1
JORNAL TRIBUNA VAJ=RQNT.ElM_ __ Bl:5EMAN͵lli)
17 DE FEVEREIRO DE 1.9%6· PAGIA
Câmara Municipal reabriu os trabalhos
(João Carlon Ve Liuquez:)
Com a presença do Vlce-Prefelto Sydney Mune Lef Fez primeiramente o uso da palavra o vereador -
te (representando o Prefeito que encontra-se va • Nélfo Dtórfo Líder da Bancada do PMD, onde disse
Jando), do Comandante do 10? RC Mec Ten. Cel. Pau "Desejamo à todos os nobres colegas um excelente
lo da SI1va Malhes e sra; Ten, VIllasantt - Co- trabalho em pról de toda a comunidade belavi&tc1-
mandante da Polfcfa MIlItar de Bela Vista; dos Se se".
cr<!lnrior; da Saúde, Ribamar da SIlva e Cruz; da "Que os debates - prosseguiu Nê Uo - aqui aurgi
Educação,Paulo Mello; da Administração, EvIlãslo dos, sejam todos eles no campo das idéia:; e não nÕ
Nunes de Miranda; do Chefe de Gabinete, Ayre Cafu campo pessoal, porque este ano é um ano polÍtico,o~
re; do Assessor Jurídico, Kleber Loureiro de Medei de todos nos com certeza estaremos envolvidos em -
ros e do Tenente Mattos. um processo político".
Contou ainda com as presençcas da Vereadora Pre "Peço que o vice-prefeito Sidney Nu.ncs Leite,
s1dente, orlanda Freitas dos Santos; d9s Vereadores representando o Prefeito Abraão Zacarias, transmi
Marcos Barbosa, Joao Kalife, Nello DIoro, Roney ta a mensagem de nossa bancada, que ele continue -
Moraen Simões e Lufz ALexandre Palmlêri; do Dire - mantendo em dia a folha do funcionalismo, pois em
tor da Rãdfo Bela Vista, Alberto Benttes; dos re - toda regiio que andamos o nosso Prefeito é um dos
pórtcrcs Armando Loureiro e Júlio Cézar. poucos a estar com a folha de pagamentos dos fun-
O Vereador Marcos Barbosa, Primeiro Secretário cionários e dos fornecedores em dia e assim mesmo
convidou o Vice-Prefeito, Sydney Nunes Leite a fa- com poucos recursos ele vem fazendo obras importan
zero uso da palavra. • tes para a nossa populacão, tais como o asfalto -
O Vice-Prefeito Sydney Nunes Leite fez o leitu- nas ruas e o esgoto para nossa cidade".
ra da mensagem do Prefeito Abraão Armoa Zacarias -
11
t assim que queremos que o Prefeito continue,
onde diz: apesar dos poucos recursos e da séri~ crise finan-
"Senhora Presidente, ceira que atravessa nosso país, ele continue fazen
t com renovada satisfação que me dirijo à Vossa do melhoramentos para o nosso Município e continue
Excelência e aps ilustres membros desta Casa, para' também com os relevantes serviços que vem fazendo
apresentar esta mensagem, em cumprimento às dispo- na área da Ação Social, esta é a mensagem que.nos
sicÕes consubstanciadas no Artigo 51 da Lei Orgâni· sa bancada tem ao Prefetto Abraão Zacarias", fina-
ca do Município. - lizou Nélio Diório.
Campo privilegiado, com certeza, do exercício - Já o Líder do PSDB, Vereador Roney Moraes Si-
da democracia e da participação popular, esta Casa moes, após cumprimentar as autoridades presentes -
sempre oportunizou o debate de propostas no senti- disse "Mais uma vez iniciamos um ano letivo, mais
do de enfrentar os problemas da nossa beia Vista. uma vez damos o ponta pé inicial de nossos traba-
Nesse sentido, cabe-me dizer que a nossa meta lhos, é de lamentar.a ausência do Prefeito Abraão
de trabalho para o corrente exercício, para nao Zacarias, que por força maior não pode estar aqui
sermos redundante, é aquela prevista na Lei Munici presente ,para ouvir nossas reivindicações, mas que
pal NQ 993, que dispõe sobre as diretrizes orça - o Vice-Prefeito Sidney Nunes Leite, seu represen-
mentárias para o ano de 1996. tante, leve a ele a mensagem da Bancada do PSDB".
Para tanto, recomendei à minha equipe de traba- "Sabemos que o momento é de crise, por todos os
lho, todo o esforco para que aquelas metas sejam lugares do Brasil, mas não podemos só falar em cri
cumpridas. se, temos que falar também em ter criatividade pa
Quando da abertura dos trabalhos de 1995, rea - ra podermos sair da crise. SÓ a criatividade pode
firmei a necessidade de atuarmos com independência, rã nos tirar da crise".
mas em permanente harmonia. • t
Respondemos, Executivo e Legislativo, compres-
teza ao apelo. Daí resultou os trabalhos que esta- •j
remos detalhando em relatório minucioso, a ser en -,---'--:,,--,,...-.,..--,...>----J..:,...,..---_J-
caminhado à esta casa anexado ao balanço geral do
exercício de 1995.
Quero expressar os meus sinceros agradecimentos
à todos os membros deste parlamento que, convoca -
dos acolheram com interesse e discernimento as pr~
postas, com as emendas que as enriqueceram e que
propiciaram o necessário respaldo aos atos que nor
tcram minhas ações à frente dos destinos do Muntcí
pio. -
Repito o que disse em mensagem a este Legislati
vo: os problemas da nossa cidade são maiores e
mais importantes do que qualquer embaraço de natu
reza política ou ideológica que possa nos distan -
ciar.
T
Obrigado à todos".
Após o uso da palavra pelo Vice-Prefeito Sidney
Nunes Leite, foi a vez dos líderes de Bancada onde
deixaram clara a posição dos partidos nos debates
deste ano.
Vereadores João Kalife e Nélio Diório
Vereadores Luiz Alexandre Palmiéri e Roney_to
raes
"Falo aqui da saúde, falo porque todoi, aqui tem
conhecimento_das dificuldades financeirasque passa
o Hospital Sao Vicente de Paula, bem como os médi
cos residentes e principalmente a nossa população"
Falo tambem na Educaçao, pois as escolas estão
com falta de merenda escolar, como todos nós do Le
gislativo, ju~tamente na Última.sessão de 1995, vi
mos este plenario ser tomado por crianças reclaman
do da falta de merenda escolar". . -
"Queremos que o Prefeito Abraão neste ano, olhe
com carinho para estes dois graves problemas emer
gentes_em nossa cidade pois, o povo com saúde e
educacao enfrentam qualquer crise existente".
'Quero também nesta op rtunidade, já que aqui es
tao o Secretario de Adnunistraçao Evilásio Nunes:
de Miranda e o Chefe de Gabinete Aires Cafure, pa
ra que façam um calculo mais justo do IPTU, já que
a inflaçao de 95 e a mais baixa da história deste
país e o calculo do IPTU de nossa cidade foi lá
nas alturas, que os senhores façam um cálculo me
lhor e compatíveis com o poder aquisitivo de nossa
população".
"E para finalizar leve o recado ao senhor Pre-
feito Abraão da bancadi de nosso partido, o PSD
que em 1996, será novamente uma oposição onsefen
te, se rancores como fizemos no ano de].995, se
pre lutando em pról da comunfdade belavistense",
Por último fez uso da palavra a Vereadora Pre
s1dente Orlanda Freltas dos Santos
Ex? Sr. representante do Prefeito Municipal ,
Vice-Prefeito Sidney Nunes Leite
Exa? Comandante do IO? RC Mec en especial sua -
esposa
e der.iais autoridades
"É com Justo orgulho que Iniciamos mais uma le-
gislatura nesta Casa de Leis".
"Vin:os aqui enviados pelo povo e aqui estJr.:or, -
nesta nossa Últir.1a Legislatura, para desenvolver
mos um trabalho coerente, sempre cm pról dn ccmunl
dade".
"Desejo qÜe • este ano que ora inic!.ar.ios seja de-
senvolvido um excelente trabalho de relacionamento
entre o Executivo, e demais poderes e acic,,1 de tu
do com a coounidade, para que possamos estar seo
pre em harmonia, a fim de que nossos trabalhos ve
nham sempre de encontro com os anseios do povo be
lavistense".
Após as palavras a Presidente Orlando convidou
os presentes para um pequeno coquetel e deu por en
cerrada a Sessão Solene de abertura do ano de 1996.
Secretários do Prefeito Abrnão A.Zacar!a6 entre
outros e a Sra .Angela (esposa do Comandante do 109
RC Kec)
Oração à Santo Expedito
IMPORIANTE -_Este Santo Mártir é espccialr:.cnte inve>Qdo
nos casos e negocios que demandam pronta solução e que u::.:1
decora poderia cocproccte!· r: o Santo da décút.a-prir..elra
hora, aquele cuja invocação nunca é tardfa as que ta:bé
incita a fazer depressa o bem, a não deixar para o dia se
8"",E$,, a cu=rir se degra aqut1o que se ihe recete.
,, 'CÃO: Que a Intercessão do glorioso Mãrtlr Santo Ex€
f~o d nos recomende, o reu Deus, junto a Vossa bondade, a
1
e qu~ com ~Wl proteção obtenhamos que os nossos pró
P'98r!tos sao impotentes para caçar. Assi se]a.
a],","uP14caos senhor, que tgs!rets co vos a sra
contres "2?"os pensaentos e ações, para que eles e
Santo r;x d seu princípio e sejar:1 por intercessao de -
dão ""!"E, levados, con goras,ftde1t4ade e pronr'
' po proprio e favoravel, a boa e feliz f~. Por
";",g"e use. «s +ena.
quele que'i""?pedir9!_Honrado pelo reconheetento ±
gentes nós , invocara a ultir.i..J hora e par.3. negócios ur
rtcGraío±a q"";"UPItcanos que nos obtenha da bondade ee
(ou em tal dt) us, por intercessao Maria Imaculada, hoje
aos da vona&C' ~}?j" gue o toda suttssão, se1te!ta
Pai.
4 Pai Nosso, Ave M.:tirtt e Gloria ao
Agradece as graças alcançadas por sua intercessão, coa
a necessaria urgencia.
(R.R)
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Dois Irmaos do Buriti. Guia Lopes da Laguna, Jardim, Bela Vista, caracol e Porto MurtinbO
til
de
AO ROMANCE
aos_ e __ 0S HOMENS E AS MULHERES
D A e R O N I CA
Françoise Giroud é uma das super.1d,1 princip,1ltTI'ntC .Hr.'('.,
· maiores francesas, autora de de livros como este, em que um
grandes livros, dentre os quais homem e uma mulher com
as biografias de Alma Mahler e pensamentos bem anicul.ldo,<,
Jenny Marx (esta última com não tem mais medo de pôr, nu
publicação prevista para· o as suas dif,·rcnc:,s.
primeiro semestre de 1996, pela O resultado é
Editora Record). Bernard-Henri surpreendente: no fundo do
Lévy, por sua vez, é um dos abismo, quando existem uma
maiores intelectuais da França, verdadeira aceitação e um
tendo pertencido com André respeito autêntico, as pontes
Gluckzman e outros à corrente começam a ser estendidas. A
dos novos filósofos. "fala feminina" e a "fala
O editor francês Olivier masculina" podem fi.mente
Orban resolveu juntar esses dois libertar-se de suas neuroses e de
pensadores num diálogo sobre a suas inibições, permitindo
condição de homens e mulheres construir uma fala do ser
na atualidade, conseguindo um humano propriamente dito.
fato inédito: ambos chegaram a O tema discutido neste livro
uma linguagem comum, é o da relação homem-mulher,
descobrindo abismos com todas as suas consequências
insuspeitados entre os dois -o que os homens e as mulheres
gêneros. pensam do amor, desamor,
Esses abismos foram até inveja, casamento, infidelidade,
hoje ocultados pelo senso desejo, sedução, etc.
comum, porque homens e E a importância de OS
mulheres nunca se HOMENS E AS MULHERES
comunicaram realmente num está justamente em mostrar que
nível intelectual mais profundo. essas concepções são quase
Só agora, em fins do século sempre divergentes e muitas
XX, essa incomunicabilidade vezes opostas, contribuindo,
foi de~n;d~ começa a ser assim, pará i~r inregrá-las. l
É muito comum, entre os que se iniciam na Arte de Escrever (principiantes)
não saberem exatamente como classificar seus escritos.
Uns trazem suas produções literárias dizendo:
- Quero que o senhor faça uma apreciação nestes contos que escrevi faz muito
tempo.
Lidas tais produções, muitas vezes até bem razoáveis, vai se ver não se
enquadram como contos. Como crônica, sim. É que a crônica, o conto, a novela
(literária) e o romance têm suas características próprias, não se confundindo um
gênero com o outro. É claro que de quando em quando deparamo-nos com escritos
que quase se confundem. Por exemplo: uma crônica com um conto ou mini-conto,
uma novela com um romance. Onde estão as diferenças, onde termina e começa o
outro gênero? Eis a questão.
1 •
Crônica é a narração por vezes minuciosas, seguindo a ordem cronoogica, é o
comentário jornalístico de um fato atual, sem que se possa distinguir, no escrito,
episódios distintos. A crônica é sempre de tamanho limitado. Raramente passa de
uma página e meia, datilografada, espaço 2, em média.
O conto (estou falando do conto clássico), é a narração, a história, a obra de
ficção, sintética que apresenta uma linguagem própria dividida em três partes
distintas: o pincipio o meio e o .fim, cada uma dessas partes se articulando com as
outras, de tal forma que a história - quase sempre fictícia - fica parecendo ao leitor
que os fatos narrados aconteceram mesmo. Esse conceito já era ensinado por
Aristóteles uns 350 anos antes de Cristo e perdura até hoje como o melhor.
Modernamente o conto tem sofrido investidas de autores que não respeitam o
conceito antigo e o resultado tem sido infeliz. O leitor não sente quando o conto
moderno terminou. o conto clássico o final surge sempre trazendo o elemento
surpresa. que pode ser cômica, pitoresca, fantástica ou simplesmente uma mensagem
que faz o leitor terminar a leitura e ficar pensando ... pensando ...
Um escritor brasileiro, o conhecido Mário de Andrade, certamente em tom de
gracejo, aohou de definir o conto como "tudo o que o autor diz que é conto". Gracejo
ou não, ô fato é que a definição de Mário de ,A ,1drade pegou e é citada até por bons
autores. um outro escritor disse: "Conto é tudo aquilo que, pela leitura, reconhecemos
e aceitamos como conto, ainda que o próprio autor nos afirme o contrário".
O conto apresenta uns poucos episódios, por isso é uma história curta. A novela
jà apresenta um número maior de episódios e o romance, por fim, apresenta um
número ainda maior de episódios. Em termos de tamanho, o conto é uma história
curta, a novela, uma história média (quando publicada, enquadra-se num livro de
I00 páginas): o romance, quando publicado pode ir a um número bem maior de
páginas.
este ponto é válida a lembrança de que as televisões apresentam corno nome
de novela, histórias longas, com 15, 20 episódios em franco movimento que não se
enquadram na novela literária, eis que esta tem poucos episódios. As histórias da
televisão bem que poderiam chamar-se telenovelas. o início da televisão até que
certos autores tentaram classifciar suas histórias como telenovelas. O povo,
entretanto, sempre desejando simplificar as cq:sas, passou a chamar as histórias de
novelas. A palavra pegou, restando-nos a obrigação de dizer que as novelas das
televisões não são a mesma coisa que novela literária.
Resumindo: crónica e uma narração rápida onde o fato narrado precisa estar
alicerçado em palavras de boa linhagem. Crônica escrita em linguagem fraca ou
ruim, ninguém aceita.
Conto é um breve relato de episódios quase sempre fictícios, geralmente
transmitidos ao leitor como fatos verdadeiros. "Não é um gênero arbitrário - disse
0
grande critico brasileiro Araripe Júnior - nem é, como muita gente pretende, um
extrato, um esboço, urr. ;ornance resumido, mas algo que nasce das disposições
Particulares do espírito que o produz e tem uma forma imposta pela natureza da
Própria concepção". E Faulkner - escritor norte-americano - sintetizou: "No conto,
que eu coloco logo depois da poesia, quase todas as palavras devem -estar em seus
lugares exatos. São histórias que exigem uma exatidão quase absoluta". ·
A novela e o romance têm os episódios .ratados e analisados, em inicias.
Têm seus episódios apresentados no tempo e no espaço, reagindo uns sobre os
outros, cosntituindo trama mais ou menos complicada", - como disse R. Magalhães
lünior. •
Conselho: os principiantes na ar; ao escrever, ó ie aconselhar-se, mg
reino, este caminho, que é o mais natural de todos: tomem-se bons cronistas, passem
Para o conto, depois para a novela e, por fim, para o romance. No final terão chegado
ªºPonto a que, se refere Machado de Assis: "Esta é a glória que fica, eleva, honru
consola". (Correio do Estado)
Este trabalho reúne
depoimentos de pessoas que
foram tocadas pela presença
angélica em situações
dramáticas. A própria autora,
alguns anos atrás, ao ser
hospitalizada para submeter-se a
uma cirurgia, sofreu forte reação
alérgica a uma antibiótico. Depois
de rezar a Deus, foi visitada por
um anjo que a envolveu em sua
luz. Uma hora mais'tarde, seu
restabelecimenco começou.
Eileen deduziu que seu
visitante tinha sido Rafael o
• 1 '
arcanjo da cura, e que sua
aparição tinha também o objetivo
de estimulá-la a divulgar a
presença dos anjos em nossa/
vida.
Ela começou então a coletar,
histórias de vivências angélicas e:
agora nos apresenta testemunhos'
ao mesmo tempo fascinantes e:
comoventes. .
CURAS ANGÉLICAS fornece
também um guia prático para·
fazer contatos angélicos através
da mentalização e da prece, para ,]
atingir o crescimento espiritual e }
auxiliar na cura coletiva do nosso "
planeta.
Quem
sempre lê,
continua·
jovem,
N
nao
•
importa
a idade"
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• 1 • ·,
i· .. -
Para o Desperta
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o#:sr" 5.-
1410 e 439 - 1565 0u Avenida
Tribuna da Fronteira, 564 {
• BEL VISTA - MS
, ' 1
"A boa leitura enriquece o cnhecimento e ala"
m BL.SEMANÁRIO. 17DEEEEREIRO DE 192- PAGINA c
JORNAL TRIBUNA DA FRONTE1= ± t l l
N eg ui n h o e o Senhor do Mar-li
Saíram de manhã. Dois carros. Num viajavam os - Rodrigo, olha aquela ali, que gata! É um avião!O - Estamos sim, Neguinho. Você vai lá nas pedras,
d
• • r •e aproximando da água todos os dias vai ver que leva alguma menina.
pais de Rodrigo,as duas filhas e a empregada; no outro amigo sorria, foram 5t ' " " ", ., a.. , e
Biriba (motorista), Rodrigo, Neguinho e todas as - Neguinho - disse Biriba - a água do mar é salgada, -Nada disso Biriba, vou lá conversar com o Senh
bagagens. sob o protesto de Biriba. não vai beber. do Mar.
- Pxa, desse jeito o meu carro vai pesado demais, -Eu sei que é salgada, aprendi na escola, pensa que Ele falava sério. De um jeito diferente.
não vai dar nem para correr. A resposta do pai veio seca. sou burro. -E o que conversa com ck? perguntou Rodrigo.
- E não é para correr mesmo, não estamos com Foi chegando. Rodrigo e Biriba saíram em - Falamos da vida. dos peixes. das matas. das
t d
'"" • disparada, mergulharam. Cadê o Neguinho? Lá estava queimadas que o homem faz nas fazendas. da
pressa, estamos te ler1as.
Durante a viagem, Neguinho sequer cochilou, era ele não entrava estacou como se tivesse uma barreira, sujeiras nos nos, dos Jovens que usam drogas, das
todo prosa, olhos grandes, observando a paisagem, impedindo-o de entrar na água. cachaçadas, dos carros que poluem as cidades, das
comentando sobre os carros que ultrapassavam a mais Rodrigo voltou. - Vamos cara, entra. torres de petróleo no mar, das caçadas das baleias
de 130 km por hora, ria de Biriba, fazia piadas. Só quietou - Ainda não, espera um pouco, estou rezando, das focas, da miséria nas grandes cidades. Falamos
na descida da serra, segurava no que podia, as curvas da pedindo licença para o Senhor do Mar, afinal ele é o dono. da VIDA.
Anchieta assustam os passageiros de primeira viajem. Foi - Que é isso? Esse negócio de Senhor do Mar é Os dois irmão surpresos, admirados, não
a vez de Biriba e de Rodrigo caírem cm cima dele, falando história do Talão, foi só para mexer com você. acreditavam no que estavam ouvindo, o jeito de Neguinho
de desastres na serra, nas centenas de carros que - Nada disso. É verdade. Eu sei. falar, seus olhos brilhavam, muito estranho.
despencaram, nos dias de neblina, quando filas imensas Ficou ali .., dez minutos, depois entrou. Mais Os pais iniciaram o processo de arrumar as malas.
(mais de 20 km) se fonnavam, e as batidas! Neguinho contente que lambari cm sanga. ajeitar aqui e ali, abastecer os carros , deixar tudo
permanecia mudo. Foi uma farra. preparado, sairiam de madrugada.
- OIha lá, Neguinho, olha, lá em baixo, está vendo? Neguinho era a alegria, a descoberta das ondas, o Eram quase 6 horas da tarde. Neguinho já não estava
É Santos. • vai e vem, criou coragem, procurava as ondas mais fortes, com os irmãos.
Ele arriscou um olhar, rápido, e viu a cidade, uma aprendeu depressa, afinal era bom nadador. - Rodrigo, vamos segui-lo?
paisagem maravilhosa, o mar, longe, os prédios, as praias. Nem pensavam no almoço, beliscavam um petisco - Bobagem. Deixa prá lá.
E olhou para cima, a estrada parecia uma serpente aqui, outro lá, só voltaram para o apartamento às 05:00 - Não, vamos sim, vamos ver quem ele está levando
deslizando pelo morro. Os carros mais pareciam formigas. horas. • lá nas pedras?
Ficou, novamente, em silêncio. De vez em quando Foram dias e noites maravilhosos. Fizeram muitas Rodrigo respondeu, baixinho, voz inaudível.
arriscava olhar para os lados, os carros passavam em alta amizades, Neguinho trocava de namorada, ou melhor - Não está levando ninguém. Alguma coisa estranha
velocidade, motoristas acostumados a descer a serra. "ficava", cada dia com uma menina. As paulistanas está se passando.
Biriba não, ia devagar, cauteloso, olhando sempre pelo branqueias procuravam aquele menino simples, mas de - Por isto mesmo, vamos ver o que é.
retrovisor, o pai vinha atrás, sentinela, orgulhoso do uma cor que chamava a atenção - "o moreno cor do Andando pela orla chegaram até as pedras, tiveram
filhote. pecado" estava fazendo sucesso. que nadar uns 50 metros, ondas altas, o mar estava revolto.
- Esse guri dirige bem, comentava com a esposa. as rodas, na lanchonete preferida, ele era a atração, Depois caminharam por uma trilha, a mata do Xixová
Viajaram menos de uma hora, saíram de São Paulo com suas tiradas, e fazia questão de dizer que era era orgulho dos moradores, ouviram vozes, foram se
às 09:00 horas, às 10:00 horas estavam na porta do prédio descendente de índios. Um sucesso! aproximando, sem fazer barulho.
onde tinham apartamento. Bastaram quatro dias para ele conhecer tudo, os Viram Neguinho. Estava sentado, olhava para o mar.
A rotina era a mesma de sempre, descarregar, limpar melhores pontos, os locais mais frequentados, aprendera Conversava com alguém.
o apartamento, arrumar as coisas, cada um fazia a sua a rotina da praia. Os macetes. - Bem, amanhã vou embora, vou voltar para a minha
parte. Só um fato, estranho, deixava Biriba e Rodrigo terra, fiquei cont:=:nte cm conhecer o Senhor. ode ficar
Rodrigo chamou Neguinho para ajudar. N2guinho preocupados, mzis do que preocupados, apavorados. tranquilo, vou fazer do jeito que ensinou.
sumiu. Onde está o ieguinho? Preocupados saíram à sua Todos os dias, por volta das 6 horas da tarde, quando o Biriba deu um escorregão. Uma pedra caiu, fazendo
procura. Nada. Sol iniciava o seu recolhimento para surgir a Lua barulho. Neguinho se voltou, rápido. Viu os amigos.
- Vai ver que foi conhecer o mar, falou Rodrigo. majestosa, Neguinho sumia. Mas sumia mesmo. Saíam à Olhou para eles e para
O
mar. Assustado.
- Sozinho? Não acredito. Respondeu Biriba. sua procura, perguntavam aos amigos, às meninas, mas Biriba gritou:
- Vão procurá-lo na praia, esse guri vai dar trabalho, nada, ele desaparecia. Quando voltava, recebia as broncas, - Com quem você está conversando?
disse Rogério, o pai. respondendo simplesmente - estava por aí, andando. ' - Você me seguiram. Vocês não podem conhecer o
Não foi preciso procurar muito, Neguinho estava Era muito estranho. Sempre na mesma hora. s nh d M
e or o ar...
na mureta que circundava a praia, perto de uma barraca, - Vai ver que. arrumou alguma mulher casada, sei Biriba não viu. Mas Rodrigo sim, viu um movimento
quieto, olhava longe, muito longe, lá onde as ondas lá, alguma menina, que pode se encontrar com ele só nas ondas, um vulto, uma sombra, não sabia explicar.
iniciavam a sua viagem em direção a praia, olhava nessa hora. Os irmãos comentavam. • 1 d
mas viu a go, que rápido desapareceu nas profun ezas.
admirado, então aquilo era o mar! Meu Deus; parece não ão acredito Rodrigo. Aí tem coisa. Se fosse Peixe?
' ter fim. Quanta água! negócio de mulher ele contaria.
- Pó cara! Você sumiu, ficamos preocupados, O fato se rerotiu. Todos os dias. Ficaram na praia
Rodrigo falou, asperamente. 15dias. Todos os dias, às 6 horas, em ponto, Neguinho
- Não sumi não, tanto que você me encontrou. sumia. Podia estar jogando voleibol, conversando com
- Tudo bem, vamos ajudar a mãe, depois que as meninas, com os menos, numa lanchonete, de repente
trocarmos de roupa pegaremos umas ondas. dava um jeito e desaparecia.
Neguinho sorriu para o amigo, riso maroto, Tentaram segui-lo, não deu certo, ele conseguia
pensando - esse Rodrigo tem cada uma! Quero só ver despistá-los.
como é que ele vai pegar uma onda no mar. Rodrigo e Biriba r.,mentaram
O
fato com os pais
Biriba~ com cara de poucos amigos, repreendeu: eles os tranquilizaram:. '
- Aqui não é. a nossa cidade cara, é perigoso, você - Talvez tenha arrumado uma aventura e não quer
não conhece nada, pode até se perder, não pode sair contar.
sozinho. N.
. a véspera do retomo para casa, estavam os três
Neguinho só olhou. Não falou nada. Depois saiu sentados, jogando conversa fora, na praia, ao longe, o
resmungando. . morro Xixová, o verde contrastava com o azul das águas,
- Até parece, tiro de letra, vou mostrar pai a ele. • e _m~1s longe, " mar quebrava nas pedras. Um lugar de
Tudo arrumado. Em ordem. Cada coisa no seu lugar, dificil acesso. De repente, Neguinho olhou para os amigos
a mãe de Rodrigo, Nena, sistemática, só deixou eles • e para as pedras. Falou, com voz serena. .
sairem depois de ver as roupas no guarda roupas, o - Olha, estão vendo as pedras? Lá longe. Pois é, lá é
apartamento limpo, aí sim: • que, todos os dias, às 6 horas, me encontro com o Senhor
- Podem ir, disse ela, mas cuidado, nada de querer do Mar. Todos os dias. Hoje é
O último dia, não vou mais
ir no fundo, e cuidem desse guri, olhando para Neguinho. vê-lo, só quando voltar aqui, ou onde tenha praia, do mar.
Falava como se falasse a meninos, afinal já eram . Os amigos olharam surpresos. Para ele e para as
homens.. • pedras.
- _Toda mãe é assim, apesar de homens, os filhos
sempre seriam meninos. - Como? Senhor do Mar? Então você vai todos os
Saíram. Neguinho olhava as dezenas (ou eram: dias_ naquelas pedras para falar com o tal Senhor do Mar?
Lá é perigoso, cara. •
centenas?) de meninas,· fio dental bikinis velhas . . .
matronas, jovens jogando volei, outros correndo, } ""am muito. Estava explicado o mistério. Sabe lá
andando, para, ele uma loucura. Não tirava os olhos das. oque ser..:ava pela cabeça dele. Mas tudo bem.
meninas. »o que, realmente, era pengoso.
- Vocês não estão acreditando, não é mesmo?
- • - -- - ---
Não, não era peixe. O que Rodrigo viu foi o vulto
de uma forma humana, mas. estranho. viu a cauda. parecia
um homem-peixe. Metade ser humano. metade peixe. Isto
mesmo.
Uma sereia? Então o Senhor do mar de Neguinho
era uma sereia? uma Senhora do Mar? Loucura!
Voltaram. Biriba ria muito. Rodrigo e Neguinho
calados.
A viagem de volta foi rápida. Nas paradas Biriba
falava para os pais, todos riam de Neguinho.
Ele também sorria. Mas sorria de um jeito diferente.
e quando sorria olhava para Rodrigo. Cumplices.
Dali para a frente, a vida dos dois não seria mais
mesma. E Rodrigo passara a gostar mais e mais do amig°
e respeitá-lo.
• Depois de vários meses, numa tarde quente, a beira
do Apa, na roda do tererê, Rodrigo olhou para Neguinh
0
•
perguntou, baixinho, duvidoso: .
Ne • h - - • • ou foi
- gumnc, 1a na praia, eu vi mesmo
imaginação, coisa da cabeça?
- Sabe amigo, na vida a gente vê o que quer ver:
sente o que quer sentir, nós criamos os nossos anjos e
0
0
gente, o meu continua lá em casa, mas carrego com!S°
agora o meu protetor, um talismã que o Senhor do M
me deu.
Falou e mostrou para Rodrigo uma medalha. corn ~
imagem de Iemanjá. +a
Rodrigo ficou pensando... pensando... O AP
continuava a sua viagem, suave, tranquilo, em dire"
ao Rio Paraguai ... para o Mar.
f'A(,1. ..
AVISO AOS CONSUMIDORES DA ENERSUL
"'O Governo da Cidadania não respeita as Leis e os ,Consumidores"
"Art, 2 do Código de Defesa do um Govrno pod ex!gIr d c!dado o d dr para l0 reafs, que por suo gruvror!co«contes... (0 ATUAL MO
conun1dor" Parágrafo hnfco - O Cony cumprimento das LeIs, sr le próprto próprts condição humilde "tm medo" - VIME'TO).
tdor cobrado m quantfa fndov1d: tn afronta os dispo!tvos leais contra ou não tm tempo, por forca dr npre- II- cu!_nm?±F3!"_d?P!_!d'
drefto à repetfçio do Indóbfto, por os Interesss da população! Como a go ou outros afazres, d procurar os vtdulou_coletivo. (MAIS DE. I MI-
valor Igual ao dobro do que paou cm ENERS'L pode x1Ir que o consun!dor órgãos oficial« mm busca d o a m p a r o - fois pnR@iis @oi@Dos I L E G A LM E N T E )
excesso, acrescido de correção moneti paur m dia sua conta do luz se la, qu a L! lhes oferece, Ou com medo III - Dissimular-e4n1turra!
rl.:l n Juros 1caís, salvo hlpóte de nnt<'clpnrJ,111<'nt,,, jÕ tonou
O dinh<'lro dr F-U'l luz cortada. Esse são a nafo- lfett. do procrdim. nato. (TENTATIVA -
cnguno justiflciivcl. drm:;<' mrr.mo conr,unidor? Cono o Covr-r- rw, e estão desprotg!dos, Inclusivo DA ENERSVL DE DAR LEGALIDADE A Sl
1
.
Após rH• aproprfar 11,,gnlmr,nt<' do no pode exigir que o pequeno comer!- contra a maciça propa.anda governam COBRANÇA INDEVIDA).
i d id
:intc p,1guc i;ruo illlposto5 ,,m din, sr, t;::l paga con sru,; p-rôprlos t"CUCF:•r, IV - Qu :,,d 1 C'I'":< ti Jt,1,:
dinhc ro os conum' ores, promovendo
Jumcntor; e cobrnnç;iG lndC'vldor; nas cli• próprio infringe a Le1? Que auto- Convén citar mais alguns pontos do a) Por v!d; P&blfc0,_ou_ per
rtdade moral tcn um governo fora da CCdlgo do Defesa do Consumidor: peoyujGaT. foge!r
contas de energia residencial, a ENER -- -.
SlfL, por forca de dmíncia frita juntÕ Lei, parn rxigir do1; 1;eui, concidndãos Art. 41 - No caso de fornecimento al sj.a mm1ff d .. ~,.•n:r •,1nnir .!_:I.::_
no DNAF.E, é obrigada a devolver !llnfo que a respeitem? O que está cm jogo. dr produtos ou serviços (El'!:RC!A) ,;u- vÚin1. (DIHETl,,< DA F.NJ:11 'Ul.).
de
15
milhÕes de reais, Não fosse a não é m.:iifl simplr>Sm<'ntr uma decisão - jdtos ao regir.11" de CONTROLE ou dr b) En dr•trlr,,·nw <li- oprr.iriu ••• -
dr.núncln,o cmpresn C'Ht.iria ;ité hoje ;idministrativo do DNAEE, mas o fato tnbclnmC'nto d,.. pr<'ços, o•; fornrcrdo - n,11or d<• !!O ,mo,· •• , (J l1AJOJU/ uos
da ENERSUL ter contrariado os Direi - rcs (ENERSUL) drvrrâo r,·sp1•itnr os CO:-iSt: tIDORES ltLS!DJ;NCIAIS SÃO PI:SSO-
lavando os consumidorC's,
• tor; dos Con,;umidorcs prC'vif;tos n.i Lei 1 imltPS oficfois sob pena dC', n.io o AS HL'Mll.lJES).
Qualquer pequrno ou grande empresa
rio pode infringiroCÓdigo d<! Defesa dos 8.078. O QUE ESTÁ EH JOGO É O PRÓPRIO fazendo, responderem pela restituição v- Serem praticados cm optaçr
ConsumidorC'r., ci.tnrõ sujeito às pena- ESTADO DE DIREITO. d;i qu:>ntia rC'cebid.1 rm excesso, monr- qur envolvam alimentos, medicamentos
lldndc,i; prcvistns na LeI. Isso tem Os ..:onsumidorC's rcsidencinis d;i tar lamente- atualizada.,. ou qualquer produtos ou serviços os
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ENERSUL dcvem procurar os seus D!rol- Art. 56 - As Infrações das noras sncLafs. (ENERGI ELÉTRICA é um ver
sido praxe. A Dcfesn do Consumidor
· Í tos junto aos Órgãos de defesa dos dC' drfcsa do consu.-:iidor fic;Jm sujri viço r-s!Jrnci.11). -
pnssou a sc-r quC'Atao dr. cxcrc cio de -
Cidadania. consumidores E EXIGIREM O CUMPRIMENTO tns, conforme o caso, às seguinte-li - ART. 77 - A pena pecun!árLa pro-
DO ART. 42. s.:inçÕcs administrativas, sem prejuízo vista nesta seção scri fixoda rn
das dr, n;itureza civil, prn;il r- da,; de dias-nult.i, corr0r.pondr-nt<• ao m!ninn
finidas cm normas rspcc!ficas: " e ao nixLmo de dLas do duraç:io d.J p<'
!tem VII - Revogação de concessão na privativa da liberdade comin.:1d,1 ::
!tem XI - Intervenção administrativ.1 ao crimr.
Art. 59 - Pariigrafo JQ - A pena do Já acfonoi formalmente a Procura-
CnssnçÕo da concessão será aplicada à dor1a da Justiça do Estado c o PRO
concessionária de serviço público, CON, srndo importantf' qur outroG sr
QUANDO VIOLAR OBRIGAÇÃO LEGAL ou con tores organizados d" noss,1 soci,.d.1d~
tratual. cobrrm do Covrrno do Est;:ido uma dr
Mesmo a::;sim, e oatcntando o slogan
de "Governo da Cidadania", .i ENERSOL
por intermédio de sru Presidentc-,nfir
ma que não vai devolver o dinheiro ::
que indevidamente tirou dos consumido
rcs, mesmo após g;istar milhnres ~e re
ais para anunciar nns emissoras d~
rádio e televisão, e nos jornnis, de
que iria promover a dovolucio.
o uestion.l r como
t importante que não só o PROCON ,
mns outros setores respeitados e com
credibilidade como a Defensoria do -
Consumidor e n Promotori.1 do Consumi
dor, e o Ministirio Público como um
todo, fiquem atentos para um fato:
dever que os org;inismos públicos têm
de proteger o pequeno consumidor.Aque
lr qur tf'V<' sua cont.i dC' luz aunenta::
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CE!J995!00-CAPO GRANE -MATO GROSSO o sut-as
Art. 75 - Quem, de qualquer fonn.1,
concorrer para os crimes refi>ridos
neste Código incide ros prnas a <'Sses
cc>~irodas ro medida de sua culpabili
dr.de, bem como o diretor, administr.1::
dor ou gerente da pessoa jurídica que
promover, permitir ou por qu.1lquer mo
de> nprovar o fornecimento ofert.1 ..• e
prestação de serviços nas condições -
por ele proibidns. (AUMENTO ILEGAT, E
COBRANÇA INDEVIDA).
Art. 78 - são circunstâncias agra -
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,+-, -ar,- g ]][] _
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v-.ntcs dos crimes tipificados
:ódigo:
I - O crime cometido rlll cpocn
1 ,
' --=-e- eh d l
de
eis.lo imC'diata p.1ra o assunto, ou o
GOVERNO SE CONSIDERE i MARGEM DA
LEI, s(•m nrnhum.i condiçiio d<.> exigir
de qu.1lqucr cidndiio o cunprimcnto do
sou dever.
"Qur o exerc!cio d,1 cid.1d,1nia niio
srja ap<.>nns uru retórica publicit5 -
ria do Governo, mas a garantia dos
princípios básicos,.. el<'mentarcs de
cndn cidadão".
ANTONIO CARLOS ARROYO - DEPUTADO ES
TADUAL. (Autor da drnúncla contra .i
cobrança e o numrnto ilcg;il dns con
tas de energia clétrica feitas pcla
Eli"ERSUL).
'·. Consumidor da Enersul: antes de pagar sua éonta procure o PROC0N,.
_ 'e-se informe $.Obre os seus direítos..Exiju devolucão do-seu dinhei-rÍi-
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JUR:lJ, IRIBU A DA FROTH IRLi - BISEMANÁRIO 17 DE..f,E_VfREIRO_l2.LL92.5. PÁGINA 28
Hosne assume lideranca do PMDB
I
0 d putado estadu!
tlon. Ira!h a.ssunfu, na
,: h, r tu r ., cto• traba!hw ...
1 1,996 da As:mblf.a -
J., 1latlv.a, a IIder..nç
d bmncada do PMD, :ftr
indo que a rpre++;ta4o
ol{tlc socIedad
,1,v,-11 tr,Jb,111!,,r )une.ir: , dlr;no ,, rr-r,p<'it;ido,culto
pol, "gsgIn vncermos r competente, ma!s justo
n crise rap(d.amonto", Pa e mafs humano",
r 1 lonv, "a tarefas 0 parlanrntar lrrsbrou
qur L• 1•10;, pr>]n frr>n:,, - que o ano de 1.995 ",;ub
!npuin excluí, pols e meteu os Poderes doe Mato
trata de preparar um Exs Grosso do Sul a duro,,
t:do todos alnu }amos p rov,1!1, "X 1gindo gra ndt>
za, unLão o cspIr!to pü
blJco para dr-rrocnr ao
advt>T nidnder,". Sr•gundo o
1[dr da bancada pecmedg
bioco, a pr6prio governo
dor Wilson lfartins ofir=
mou cm rccf'n t" soll'Tl ido
dr qur a fas~ mais difí
cil foi vcncJdn, encomi
nh:mdo-sr o Governo para
um prr!odo profícuo de
realizaçÕrs r soluções",
O deputado ressaltou
a importâncin da partic_!
paço do Poder Leztslat!
vo n.1 r; coluçõ,.,; dos pro
b1mas do Estado, crrto
d qu as bancadas, {nd
prndr-nt" d" partido poli
tio, "oferecerão noel
srssào lcgiclativo toda
nua forço, snbcdorio,. -
conhr.cincnto para apres-
monto estadual. No ano
passado, cxrcru a l!d
rança da bncada do PFL,
portlc1pando d.J C:nio&::o
de Constitufção e Justi
ço, urn.:i dt:ir, u:iir. l .. ;,or -
Cana int rrupc5o
Dirf't6rlo !/acional
do
do
ser nosso c-ncontro con o pnrtido no con.1ndo rrgi~
futuro, que há de ser - nal, Hone acitou o con
digno~ generoso como o vit<' do Govrrnndor Wil~
fé, do cidadão nos seus son Barbar.a M.:1rclns p~
rc-prescntnntcs". rase filiar ao Pl1DB,sr>n
LIDERANÇA do L~cdiatanrnte conduzi
Eleito em 1,994 para do à lideranças da banci
o primeiro mandato na da, incegradn pelos dep~
As6embléia Legislativa , tados estaduais Waldt•mJr
upresentnndo Ponta Porii Moka, Jr.rcé Euzébio, Mo_!
e o fronteiro do Estado, sés Nery, Nelito Cêmara,
Hosne Esgnib tem uma atu Murilo Zauith " Cclin.1 -
ação dcstacada no Parla- Martins Jallad.
Na sua primir.. m.n!
foz±çio na abertura dos
tr 1b.1ilw,; l<'i,!• l 1tivo
o parlamentar condenou ±
intolerância de un grupo
de professores que Inter
ropu o pronunciamnt
do evridor Llen Mr
t!n. "A crise x!te, -
n!num rega, o próprio
gov,•rn.Jdt'r p(•dr unitio p.:
r.1 i;olucion.i-l.1 rui,, r.í:
pldo r o,i prof,,,- orr~ , ,
quer prften esta man!
fetação com gestos e
brados Incompatfve!s -
com o espírito demo
cr:Ítico do Poder L,,:
gislativo que os aco
lhru", criticou Wllson
Darbo5n Martins.
'-----'
RUA LOMAS VALENTINAS - 367
-~038-221 - BELLA VISTA/PARAGUAI
âpostam no equilíbrio
d s Poderes e na Democracia
Líderes
Jã a abertura dos tra
bolhas legislativos no
Último dia 1S-02, o lí
der do PMDB, deputado
Hosne Esgaib, disse que
como deputado no exercí~
cio do seu primeiro man
dato, acredita que o par
lamento estadual é ui
dos poderes mais democrã
ticos porque " transpa
rente e suas decisões a
contecem a luz das dis
cussões". Sobre os difi=
culdades porque passa o
Estado, o parlamentar a-
credita que com os ojus
W
liS) A ailr_LER tes que estão sendo fe
• ~ U'11U tos e consequentemente o
enxugamento dn mãquinn -
ZOOMP administr,'ltiva, o gover
-· nO vai deslonoar,
p3/7/ (@ II MI..J][eI JgEn Pars svt-tas+ as
VIII ISL A IU" IG LI r, Antônio Cor los Ar-
AVES SAINT .AURT ±!: ; .%$%
. ,. ·;
fes para homens,
ndhercs e crianças
HAALDREN
LEECOOPER
Representante:
'e$i@ sr°
ilimIIDlID ~~,.;;..~~,~~~ .....
o equilíbrio dos pode -
res e suo participação -
srrã através da discus
sêo de propostas e solu
çÕes. Segundo o parlamen
tora sicuacão do EstadÕ
neste momento ê ca6tico
e a Assembléia tem dis
cutido os problemas e a=
presrnt;ido as soluções ,
li •
porem, o governo nem
sempre tem atendido es
sas proposicÕes", para
finalizar, o deputado -
Arroyo disse que é muito
importante a manutencão
d0 diâlogo e estendê-lo
à sociedade.
O líder do PSDB, dep~
todo Akira Otsubo, acre
dica que a Assembléia Le
gislativa, nessa Legislã
tura, teve uma participã
cão efetivamente muitÕ
importante porque foi di
ferente das outras, "te;:;
do em visco que as mud:m
ças econômicas se canso=
lidaram no País". O depu
todo, líder de um parti=
do aliado ao governo,diz
que não está somente pa
ra elogiar, mas sim, cri
ticar os erros cometidos
poro que sejam atendidas
as metas de desenvolvi -
menta nas áreas prioritã
rias, como a educação:
saúde e saneamento bâei
co.
"O novo líder do PT ,A
nilson Prego, que subis
titui Ben-Hur Ferreira -
no rodízio partidârio",
salientou que a socieda
de não pode continuar pn
g.'.llldo pelos erros dos di
rigen tes. Segundo o pe :
tis ta, a AL-MS tec "de
monstrado sobejamente -
sua vocaçiio para o diâl~
go e sua corngem para en
frentar os probleoos,d~
do guarida às vozes da
sociedade, roas o governa
no precisa agir râpido e
corrigr o rumo".
-----"";:-:':f=.~·--- '. '
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ENERSUL EM BELA V
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E uma vergonha!!! Um desrespeito ao e
O povo de Bela Vista
está revoltado. E com razio. Os
'serviços prestados" pela
ENERSUL. em nossa cidade
exigem uma tomada de posição
rigorosa, não dos políticos ou
administradores, mas da
POLICIA E D/ JUSTIÇA.
Não há mais o que
falar, nem a quem reclamar,
a situação está se tornando
caótica. Cortes, oscilações, são
constantes. Ontem (quinta
feira), por volta das 20 horas
até parecia brincadeira de
c.:rianças, o "acende e apaga",
"desliga e liga", transformou a
vida dos belavistenses num
exercício de maratona, correr
para desligar antes de ver
televisões, geladeiras, freezcrs,
etc, etc, se tranformarem em
sucatas, queimados.
Não, já não admitimos
mais explicações. n:lo ~e
justificam, as contas de energia
elétrica chegam todos os
meses. a empresa cobra
indevidamente taxas absurdas,
os serviços oferecidos SÃO.
PÉSSIMOS.
Pobres dos funcionários
da ENERSUL em nossa
-
CAMARA MUNICIPA.L
REA, II O .TRABALHO
•
1
1
1
,
(
Comandante do 10 RC Mec. Ten, Cel. Paulo. Vice Preteito Sydney Nunes Leite, Presidente da
Câmara Orlanda Freitas dos Santos 1 º Secretário Marcos Barbosa. Ten. illasanti. Cmt. da Polícia
'Militar e o Representante do Padre Willian. Pedro Paulo • Matéria na Página· 04
cidade, trabalhadores
obrigados a ouvirem queixas e
mais queixas, algumas até
agressivas, enquanto os chefes
permanecem nos gabinetes
desconhecendo a realidade da
Empresa no interior.
Recuperação
das odovia
Nossos parabéns aos
encarregados pela residnia
do DERSUL, em Bela Vista.
e Jardim, semana pasada
tecemos críticas ao estado de
abandono em que se
l·ncontravam ,IS Rodovias do
Sudoeste. As máquinas estão
a mil por hora, de Caracol a
Murtinho, de Guia Lopes a
Bonito.
Fica o registro e a
gratidão de todos aqueles que
trafegam pelo' "Corredor
Sofrido".
AVISO AOS CONSUMIDORES DA EMERSL
"O GOVERNO DA CIDADANIA QUE RUO Pista-0
7
RESPEITA AS LEIS E OS CONSUMIDORES"
fflCÜ® ®
No dia 2O de Fevereiro, nosso jomal comemorá 2-4
anos de circulação. Um dia especial, tera·feira de
Carnaval, é só festa. O povo comemorá com samba no
pé, muito axé e zbraio. Assim fazemos o nosso Jomal,
para nós uma grande festa, de civismo, de amor à verdade,
de lutas, o lema permanece vivo 'estamos fortalecendo o
mmncpalismo, mantendo , ovo em informado"
A verdade de um Jornal, o oal verdade, é espelho
de uma tr11rlição, 1RIBUNA JA FRONTEIRA é a
vitória da g.1rr.1, da detemiinação.
Ontem recebemos telefonema do ex-vereador
Norino Gonçalves, de Antonio joão, ele sintetizou numa
rase o espírito da TRIBUNA:
"Parabéns a todos vocês, a nossa luta, é a luta de
vocês.
Vocês estão 'escrevendo a história do Sudoeste e da
Fronteira"
Aniversário do 10° RC Mec
,
O 10° Regimento de
Cavalaria Mecanizado
Regimento Antonio João. estará
completando no próximo dia 22
de Fevereiro. seu 157°
Aniversário de criação.
É herdeiro das tradições
do Corpo de Cavalaria de Mato
Grosso, criado pelo Decreto nº
30, de 22 de Fevereiro de 1839,
com sede cm Cuiabá. em
resposta a ncccsidade e a
conveniência da presença de
efetivos militares na área.
Adotou diversas
denominações até chegar à atual
em 18 de Dezembro de 1985. 1
1
Mudou de sede ao longo de sua
existência. tendo estacionado
em Cáceres em 1847, Nioaque
em 1858, Miranda em 1903 e
chegando à Bela Vista em l O de
Dezembro de 1906.
Diversos personagens da
história militar do Brasil
integraram o nosso Regimento.
O Tenente Antonio Joào
Ribeiro, patrono do I Oº RC
Mec, tombou cm defesa do solo
pátrio. Hoje o Regimento
orgulha-se de scro guardião dos
restos mortais de PEDRO JOSÉ
RUFINO, seu Corrandante à
época das lutas pela manutenção
da oberania acional, em
jazigo localizado no
momumento central do pátio de
formaturas.
Atualmente o I O' RC
Mec integra a 4 Brigada de
Cavalaria Mecanizada. com
sede em Dourados/M ,
denominada BRIGADA
Ten. CL. Paulo do Silva May..aJhllts
- mt. do 10' RCMe
1
1
!
,·
n
[-
l"Sargento PPM Claudemar José overnigo, novo Comandante da
Policiá Florestal de Bela vista"
Há muito fazia-se
necessário em Bela Vista
um Destacamento da
Polícia Militar Florestal,já
que Bela Vista possui um
grand·e número de rios
piscosos e há um enorme
fluxo de pescadores e
pescados. . Conforme
Portaria Nümero O01/PM-
3 do dia OI de Fevereiro de
1996 o Comandante Geral
da Polícia Militar do MS,
'resolveu ativar o
DestacamentQ da Polícia
Militar Florestnl de Bela
Vista. sendo esta
::• subordinada diretamente ao
Comando da Policia
Florestal em Campo
Grande. Página - 02
GUAICURUS, por simbolizar
em nossos dias o espírito do
povo indígena que habitava as
terras matogrossenses, lutador
intrépido e incansável pela
liberdade de sua gente e pela
integridade de suas terras.
O Regimento Antonio
João ufana-se de seus laços de
amizade e de sua integração
com a comunidade helavistense.
que o acolhe desde o início do
século de maneira cordial e
cavalheiresca. O progresso e o
bem-estar da comunidade são
aspirações que o I Oº RC Mec
comunga. em seu dia-a-dia, com
o povo de Bela Vista.
PAULO DA SILVA
MAGALHÃES - TC CAV
COMANDANTE DO 10- RC M.EC
1 1
orro convoca
sociedade para
que o Estado
consiga superar
a crise
O Presidente da Assembléia Legislativa.
Deputado Estadual Roberto Orro, durante a
solenidade de abertura do ano Legisfalh'o. alertou
para a necessidade de a sociedade organizada estr
em permanene articulação com .ode
constituídos, visan ' buscar soluções para a at.
crise enfrentada pelo Estado. Página - 03
1
I
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verificada em Bras!lia - Registro no Cartório - 1.066
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ccc;nÚrlo cm Bela VIstn -
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cia Militor Florestnl,Já
que Bela Vista posoui um
grnnde número de rios -
piscosos e há um enorme
fluxo de pescadores e -
pescados. .
Conforme Portaria nu
mero OOl/PM-3 do dia 01
de Fevereiro de 1.996 o
Comando Geral da Polícia
Militar do MS, resolveu
ntivar o Destacamento da
Polícia Militar Flores
tal de Beln Vista, sendo
esta subordinada direta
mente ao Comando pa Pol!
eia Florestal em Campo -
Grande.
Foi designado no dia
06 de Fevereiro o 1g Sar
gento QPPM Clademar Jose
Sovernigo para o Destaca
mento em Bela Vista, sua
procedencia é do Setor -
de Operações da Polícia
Florestal de Campo Gran
de.
Sovernigo ainda foi -
Comandante do Destacamen
to da Polícia Florestal
de Porto Mortinho, Jar
dim, Taquarussu e Miran
da, está na Polícia Mll!
tar Florestal desde a
sua criação no nno de -
1986.
O Destacamento da P
lícia Florestal tem como
objetivo n fiscalização
ambiental, visando a con
servação do meio ambien-
te. A Unidade ainda en
contra-se equipada com -
uma viatura, 02 motores
de popa e 02 barcos ..
O Destacamento da Fl~
restal inicialmente atua
rã com 08 Policiais Mill
tares Florestais, atuan
do diuturnamente na pre
servação do Meio Ambien
te, pura uma melhor qu~
lidade de vida, ainda -
Guas atribuições, além
oo
• ., ..........
=E---e
k ;
r ---·--- ..,_ .
z@te I
- i
-t~
I >
de Bela Vista, atenderi
Caracol, Antonio João, -
Aral Moreira e Ponta Po-
ra.
A Polícia Florestal ,
oficial ativação sera - Jrdim.
posteriormente marcada. Segundo as palavras -
Qualquer informação - finais do Sargento Sove:
ou denúncia sobre a ques nigo "A preservação do -
tão ambiental podera ser Meio Ambiente, exige
3
-
encontra se atuando nes- feita pelo telefone - eterna vigilância de tg
sa região desde o dia 10 439-1159 ou dirigir-se - dos nós.
da BR-060 km 02 saída para pp., e a solenidade
Prefeitura Municipal de Bela Vist
PORTARIA NQ 049/96 - GABINETE DO PREFEITO
O Prefeito Municipal de Bela Vista-MS, ao uso
das atribuições que a Lei lhe confere;
RESOLVE:
-------
~,__, ~ _ _J ~ . - . - --- ·-· - . - - ~
Comida por ki/o - A la carte - lanches - Pizzas• Drink's
Rua Cel.' Pilad Rebuá,1883
255-2699 - BONITO/MS
Vende-se uma casa de alvenaria, com 12
peças, com 1 50 mts2 de área construída.
Recém refonnada (pinturas, etc .. ), situada a
Rua Sebastião Crispim do Rego, nº 22 7.
Aos interessados contacto no pf 1orio local.
• Também com possibilidade para luguel.
Retificar a Portaria ng 185/95 de 14 de Julho
de 1.995, Aline A, do Servidor ZENO IBANHES, 07
de se lê: 3.888 (três mil, oitocentos oitenta e
oito) dias, leia-se: 4.253 (quatro mil, duzentos
cinquenta e três) dias.
CM?A-SE
Bela Vista-MS., 12 de Fevereiro de 1.996
ABRAÃO.ARMOA ZACARIAS - Prefeito Municipal
. CASA:
VENDE OU ALUGA
1----------------------------------
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MÊS DE FEVEREIRO DE 1996
I S
prado
17 18 - Drogaria Drogavista......... r.
0
20 - Farmácia Moderna Dr.Su1iD"1
24/25 - Drogaria São Mateus -....Sra.Adalgis"
L
OS-: AS FARMÁCIAS QUE NÃO ESTIVERE DE ?"
TÃO DEVERÃO PERJ-IANECER FECHADAS E AS SOLICIT
ÇÕES EVElHUAIS SÕ PODERÃO SER ATENDIDAS SE :
CONSTAR NA RECEITA A INFORMAÇÃO DE QUE A DE
PLANTÃO NÃO DISPOE DA MEDICAÇÃO CITADA.
DR.JOSf: DE RlBAMAR CRUZ E SILVA
Sec.Mun.de Saúde de Bela Vist:J
";:::===================-
ANUNCIE E VALORIZE
O SEU JORNAL TF
JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA BISEMANARIO I7DE FEVEREIRO DE 1.99%6
Orro convoca sociedade ara
o Estado consiga superar a cri
Presidente da /L Deputado Roberto Orro
Arroyo solicita
implantação de
celular em Bela Vista
u
e
INDICOU
i Mesa, que seja enviado expediente deste Poder,
ao Ilustríssimo Dirctor-Prcsiden te da TELEMS, solici
tando verificar a possibilidade da inclusão do Mu
nic!pio de Bela Vista, no sistema de telefonia mo
vei celular, com a maior urgência.
EM SUA JUSTIFICATIVA:
O deputado disse que recebeu um abaixo-assinado
de moradores do Município de Bela Vista, com mais
de 400 (quatrocentas) assinaturas, solicitando cm
P<?nho no sentido de sensibilizar a TELEMS, para im
Plantar o serviço de telefonia móvel ceular naque-
la cidade. •
Por ser Bela Vista um pol·o turístico emergente ,
u,, comércio cm franco desenvolvimento e uma das re
giões de nlto potencial na produção agropecuária,há
por parte da população um anseio muito grande de
contar com esse moderno tipo de comunicação, finnli
zou Arroyo. -
Wilson diz que apoio
da AL na reforma
foi fundamental
O Prr1dento da As«mblfa Lcgf1t!va, deputa- Quanto à dificuldades conjuntura!s nftentada
do Roberto Orro, durante a solenidade de abertura por todos os podres, Roberto Orro d! se que a4 /a
do ano LcgIlativo, alertou para a necessdado de pração deles depende do Irmnto de arrecada;ás
a sociedade organizada estar e permanente art!cu- do anato ffn cetro, visando acabar com o di
laço com os poder constituídos, visando buscar fIcit pbltco. "Só assim os salário serão reco
soluções para a atual cr!se enfrentada pelo Esta postos, a área roctal atendida o desenvolvimento
do. A parceria entre as instituições públicas o vabll!zado", lembrou, reportando-sr ao coprom!s
populaçio, segundo ele, é a úntca forma xfstente so pelo atual retirfo stadul de Finanças, K!
para que seja garantida a governabIlfdade, com a cardo acha.
consequente superação das adversidades. Entretanto, Roberto Orro alrtou para a nwess!
Fazendo breve retrospectiva das atividades da dade de rsolver os probln enfrentados pelos
Assembléia Legislativa no ano de 1.995, Roberto 0r Municípios, que mundo cle, "estão atualmente pr[
ro destacou as reformas implementadas que, com vados de instrumentos essenciais à vua sobrevIvn
transparência, ética e discernimento, "garantiram cia, numa dranitfca situação".
a otimização do funcionamento do Legislativo e des 'Nosso Estado precisa incorporar ao sistemas prg
tinacão eficiente e adequada ao dinheiro público", dutivo 10 nLIhos de hectares agricultáveis, mas
"Com n prcocupaciio de não cometer injustiças, - falta manutenção àss rodovias. Vivemos a xpectat!
mos vnlorizar os recursos humanos e aperfeiçoar a va fascinante do Mercosul e da conquIsta de ou
estruturo dos serviços, na que lo oportunidade extintros mercados, mas falta-nos como trafegar por fer
guimos mois de JOO corgos cm comissão, reduzimos - revias e hfdrov1as", disse o parlamentar, _ para
ponderovelmcnte o liralte de contrntocõcs por Gabf qum o Mato Grosso do Sul deve buscar condiçoes p.'
nete e iniciamos o censo funcional", destacou G ra "habilitar sua vocação industria1",
parlamentar. Ao finalizar, o presidente da AL lembrou que g
As rrcdJ.d:is resultaram em imedata e sensível eco- ses objetivos so serao alcançados atraves da atua
nomio orçamentária. "Por conta desse esforço é cão da sociedade organizada, "cm penn;incnt,. artic.!!_
que estamos avançando, o pesar dos dificuldades con lação com os poderes constituídos, parcr1a que a
junturais", disse o presidente da AL. No entanto , rontira o progresso C' o brm c>star • Pin:ili-
dcstocou, "ainda há muito o ser feito". zou Roberto Orro.
L
o
B
1
8
A abertura dos trabalho da quinto legislatura
da Assembléia Legislafiva de Mato Grosso do SuJ.
foi cercada por uma sessão solene realizada dia
15, com a participação do governador Wilson Ba~
boso Martins e vários outras autoridades civis,mi
litores e representantes do Poder Judiciário. Ins
talado pela primeira vez em janeiro de 1.979, com
a Assembléia Constituinte, composta de 18 deputa -
dos, otuolmcnte o Poder Legislativo é formado por
24 parlamentares, que representam todas as regiões
do Estado.
O presidente da Asscmblé~a, deputado Roberto Or
ro, do PSDB, abriu a sessão solene reafinnando a
fidelidade ao estado de direito democrático. "Deve
mos seguir a reta, elevor o compromisso de guardar
o interesse público e perseguir as transformações
que proporcionem melhoria da qualidade de vida p~
ra todos os cidadãos", disse o parlamentar. Com
uma composição de bancados bem diferente da que
foi empossada em fevereiro de 1.995, neste ano de
96 a AL vai apostar na governobilidadc e na retoma
da de processo de desenvolvimento de Mato Grosso -
do Sul.
"Gostaria de estar aqui só p:ira apresentar boas
novos, mas ·a responsabilidade e o comprard.sso com o
nosso Estado e com o nosso povo me obrigam a tra -
tar de dificuldades e desafios", disse o governa -
dor Wilson Earboso Martins cm seu discurso que du
rou cerca de 15 minutos. Ele apresentou uma síne
se dos ações desenvolvidos pelo Governo Estadual no
ano passado, e pediu união de forcas para supera
VA
çocs dos problemas sociais e ~conõmicos.
AS BANCADAS E COMISSÕES
Il
b _Na mens:igern que entregou oo Presidente do Assem-
leio Legislativa, deputado Roberto Orro, do PSDB,
0
governador Wilson Barbosa Martins, do PMDB, faz
hn_relato de que considera como sendo as principais A Encrsul (Empresa Energética de Mato Grosso do
"~
0cs do seu governo. Lembra que começou o governar Sul) terá que devolver o que _cobrou a mais dos con-
0
tstado, em 1.995, com pesados déficits no Tesou - sumidores de eletricidade distribuída pela estatal,
~º• tendo que pogar folhas atrasadas, dívidas venci cm moeda corrente e em doóro, segundo observou o de
as e compromissos antes postergados. putado estadual AntÕnio Carlos Arroyo, ressaltando:
"Nos momentos difíceis sobrcviwm os povos que se "caso contrário o empresa estará infringindo o ar
~ncm, p:ireccm aqueles que se apegrun ã cizânia e tigo 42 do Código de Defeso do Consumidor, onde es
a discórdia. Estamos cm período de economia, de con tá bem claro que o consumidor cobrado em quantia in
tenção de despesas. Se soubermos unir nossas forcas dcvida sem direito à repetição do ind@bito, por v
;;;-,,os Vl?nccr esse desafio", disse Wilson Barbos:i - lor igual ao dobro do que. pagou em excesso, acresd
ttins. do de correção monetária e juros legais, salvo htp
d O governador aproveitou para agradecer o apoio tese de engano justificável". -
fa Assembléi:i Legislativil, ressaltando que a posição Ele ingressou com UTlél ação pÜblica no Procon,rci
avorãvel da Cosa cm relação ao programa de reforma vindicando exatamente o que é defc.,fido pelas leis-
ad~inistrativa tem sido de fundamental importância e apela para os dem:iis usuários da Enersul, para -
Para que Mato Grosso do Sul posso se enquadrar na que sigam o.·mesmo caminho. "Qualquer pequeno ou
realidade de economia brasileira. Tem sido dias de grondc empresário que infringir o Código de Defesa
':'ito trab:ilho, de negociações e de busca de saí- do Consumidor, estar sujeito às penalidades lega
• n~• sem se descuidar das ações essenciais de Gove!_ is. Isso tem sido praxe. Ainda ssim, a Enersul por
r,° • afirmou Wilson, acrescentando que nos demais intermédio de seu presidente, afirm:i que n:io vai de
st
ados ocorrem as mesmsns apertura~ e idênticas - volver o dinheiro que indevidaente tirou dos coas;
Sr!ses. midores, mesmo após gastar milhares de reais para
OEPU ADO
ENERSUL
11
A maior bancada atualmente na Assembléia Lgis
lativa é a do PSDB, composta por 9 deputados:Akira
Otsubo, tdcr Brambillo, Jerson Domingos, Londres -
Machado, Maurílio Picarclli, Roberto Orro, Valdomi
ro Gonçalves, Valdenir Machado e Waldir Neves. A
segunda moior bancado é a do PMDB, com parlamenta
res: Celi= Jallad, lbsm Esgaib, Murilo Zonith,Moi
sés Nery, LcliteCiitc.ro, Jercé Eusébio de Souza e
Waldemir Moka. Na sequência vem a do PT, com J:A
nilson Prego, Eurídio Bcn-Hur e José Orcírio.0 PTB
tem 2 represent.:rntes, Antônio Carlos Arroyo e Pau
lo Estevão; o PFL 2, Cícero de Souza e José Teixei
ra; e o PDT tem apenas 1 representante, o deputado
Franklin Masrua.
As comissões permanentes da AL são :is seguintes:
Comissão de Constituição, Justiça e Redação; Comis
são de Finanças e Orçamento; Comissão da Agr!cul =
tura, Pecuária e Desenvolvinento Agr;Írio1 Comissão
de Educação, Cultur:i, Desporto, Ciências e Tecnolo
gio; Comissão de Saúde e Meio Ambiente; Comissão=
de Trabalho, Cidadania e Direitos Humonos, Comis
são de Serviço Público e Adninistração; Comissão -
de Acompanhamento e Execução Orçamentária; Comis -
são de Controle de Eficácia Legislativa; e Com!g
são de Turismo; Indústri.'.i e Comércio.
10
anunciar O.'.lS emissoras de rádio e televisão e nos
jornais, que iria promover a devolução", afir -
mou o deputado.
Arroyo assinalou que não somente o Procon, !!OS
outros setores respeitados e com credibilidade co
mo a Defensoria do Consumidor e a Promotoria d~
Consumidor, além do Ministério Público co~o um c2_
do., fiquem atentos para un fato: o dever que os
organismos públicos têm de· proteger o pequeno con
sumidor. Aquele que teve sua conta de luz aument;
da de R$ 4,00 para RS 10,00 e que por sua própr:G"
condição hu.~ilde tem medo ou não tem tempo, de
procurar os órgãos oficiais em busca do amparo
que a Lei oferece.
O deputado infonnou também que vai protocolar
um requerimento na Assembléia Legislativa, vis.l:!l
do a instauração de um! CPI (Comissão Parlamentar
de Inquérito), para acompanhar de perto todos s
movimentos da Encrsul voltndos pnra o ressare
to dos consumidor:. "Com a CPI fomada, h7e.
Possibilidade de seguir toda a operação de rcsti
tuiçno, fazendo can que processo scjn desenvolvi
do com exatidão", concluiu Arroyo;
'
' 1+
1
JORNAL TRIBUNA VAJ=RQNT.ElM_ __ Bl:5EMAN͵lli)
17 DE FEVEREIRO DE 1.9%6· PAGIA
Câmara Municipal reabriu os trabalhos
(João Carlon Ve Liuquez:)
Com a presença do Vlce-Prefelto Sydney Mune Lef Fez primeiramente o uso da palavra o vereador -
te (representando o Prefeito que encontra-se va • Nélfo Dtórfo Líder da Bancada do PMD, onde disse
Jando), do Comandante do 10? RC Mec Ten. Cel. Pau "Desejamo à todos os nobres colegas um excelente
lo da SI1va Malhes e sra; Ten, VIllasantt - Co- trabalho em pról de toda a comunidade belavi&tc1-
mandante da Polfcfa MIlItar de Bela Vista; dos Se se".
cr<!lnrior; da Saúde, Ribamar da SIlva e Cruz; da "Que os debates - prosseguiu Nê Uo - aqui aurgi
Educação,Paulo Mello; da Administração, EvIlãslo dos, sejam todos eles no campo das idéia:; e não nÕ
Nunes de Miranda; do Chefe de Gabinete, Ayre Cafu campo pessoal, porque este ano é um ano polÍtico,o~
re; do Assessor Jurídico, Kleber Loureiro de Medei de todos nos com certeza estaremos envolvidos em -
ros e do Tenente Mattos. um processo político".
Contou ainda com as presençcas da Vereadora Pre "Peço que o vice-prefeito Sidney Nu.ncs Leite,
s1dente, orlanda Freitas dos Santos; d9s Vereadores representando o Prefeito Abraão Zacarias, transmi
Marcos Barbosa, Joao Kalife, Nello DIoro, Roney ta a mensagem de nossa bancada, que ele continue -
Moraen Simões e Lufz ALexandre Palmlêri; do Dire - mantendo em dia a folha do funcionalismo, pois em
tor da Rãdfo Bela Vista, Alberto Benttes; dos re - toda regiio que andamos o nosso Prefeito é um dos
pórtcrcs Armando Loureiro e Júlio Cézar. poucos a estar com a folha de pagamentos dos fun-
O Vereador Marcos Barbosa, Primeiro Secretário cionários e dos fornecedores em dia e assim mesmo
convidou o Vice-Prefeito, Sydney Nunes Leite a fa- com poucos recursos ele vem fazendo obras importan
zero uso da palavra. • tes para a nossa populacão, tais como o asfalto -
O Vice-Prefeito Sydney Nunes Leite fez o leitu- nas ruas e o esgoto para nossa cidade".
ra da mensagem do Prefeito Abraão Armoa Zacarias -
11
t assim que queremos que o Prefeito continue,
onde diz: apesar dos poucos recursos e da séri~ crise finan-
"Senhora Presidente, ceira que atravessa nosso país, ele continue fazen
t com renovada satisfação que me dirijo à Vossa do melhoramentos para o nosso Município e continue
Excelência e aps ilustres membros desta Casa, para' também com os relevantes serviços que vem fazendo
apresentar esta mensagem, em cumprimento às dispo- na área da Ação Social, esta é a mensagem que.nos
sicÕes consubstanciadas no Artigo 51 da Lei Orgâni· sa bancada tem ao Prefetto Abraão Zacarias", fina-
ca do Município. - lizou Nélio Diório.
Campo privilegiado, com certeza, do exercício - Já o Líder do PSDB, Vereador Roney Moraes Si-
da democracia e da participação popular, esta Casa moes, após cumprimentar as autoridades presentes -
sempre oportunizou o debate de propostas no senti- disse "Mais uma vez iniciamos um ano letivo, mais
do de enfrentar os problemas da nossa beia Vista. uma vez damos o ponta pé inicial de nossos traba-
Nesse sentido, cabe-me dizer que a nossa meta lhos, é de lamentar.a ausência do Prefeito Abraão
de trabalho para o corrente exercício, para nao Zacarias, que por força maior não pode estar aqui
sermos redundante, é aquela prevista na Lei Munici presente ,para ouvir nossas reivindicações, mas que
pal NQ 993, que dispõe sobre as diretrizes orça - o Vice-Prefeito Sidney Nunes Leite, seu represen-
mentárias para o ano de 1996. tante, leve a ele a mensagem da Bancada do PSDB".
Para tanto, recomendei à minha equipe de traba- "Sabemos que o momento é de crise, por todos os
lho, todo o esforco para que aquelas metas sejam lugares do Brasil, mas não podemos só falar em cri
cumpridas. se, temos que falar também em ter criatividade pa
Quando da abertura dos trabalhos de 1995, rea - ra podermos sair da crise. SÓ a criatividade pode
firmei a necessidade de atuarmos com independência, rã nos tirar da crise".
mas em permanente harmonia. • t
Respondemos, Executivo e Legislativo, compres-
teza ao apelo. Daí resultou os trabalhos que esta- •j
remos detalhando em relatório minucioso, a ser en -,---'--:,,--,,...-.,..--,...>----J..:,...,..---_J-
caminhado à esta casa anexado ao balanço geral do
exercício de 1995.
Quero expressar os meus sinceros agradecimentos
à todos os membros deste parlamento que, convoca -
dos acolheram com interesse e discernimento as pr~
postas, com as emendas que as enriqueceram e que
propiciaram o necessário respaldo aos atos que nor
tcram minhas ações à frente dos destinos do Muntcí
pio. -
Repito o que disse em mensagem a este Legislati
vo: os problemas da nossa cidade são maiores e
mais importantes do que qualquer embaraço de natu
reza política ou ideológica que possa nos distan -
ciar.
T
Obrigado à todos".
Após o uso da palavra pelo Vice-Prefeito Sidney
Nunes Leite, foi a vez dos líderes de Bancada onde
deixaram clara a posição dos partidos nos debates
deste ano.
Vereadores João Kalife e Nélio Diório
Vereadores Luiz Alexandre Palmiéri e Roney_to
raes
"Falo aqui da saúde, falo porque todoi, aqui tem
conhecimento_das dificuldades financeirasque passa
o Hospital Sao Vicente de Paula, bem como os médi
cos residentes e principalmente a nossa população"
Falo tambem na Educaçao, pois as escolas estão
com falta de merenda escolar, como todos nós do Le
gislativo, ju~tamente na Última.sessão de 1995, vi
mos este plenario ser tomado por crianças reclaman
do da falta de merenda escolar". . -
"Queremos que o Prefeito Abraão neste ano, olhe
com carinho para estes dois graves problemas emer
gentes_em nossa cidade pois, o povo com saúde e
educacao enfrentam qualquer crise existente".
'Quero também nesta op rtunidade, já que aqui es
tao o Secretario de Adnunistraçao Evilásio Nunes:
de Miranda e o Chefe de Gabinete Aires Cafure, pa
ra que façam um calculo mais justo do IPTU, já que
a inflaçao de 95 e a mais baixa da história deste
país e o calculo do IPTU de nossa cidade foi lá
nas alturas, que os senhores façam um cálculo me
lhor e compatíveis com o poder aquisitivo de nossa
população".
"E para finalizar leve o recado ao senhor Pre-
feito Abraão da bancadi de nosso partido, o PSD
que em 1996, será novamente uma oposição onsefen
te, se rancores como fizemos no ano de].995, se
pre lutando em pról da comunfdade belavistense",
Por último fez uso da palavra a Vereadora Pre
s1dente Orlanda Freltas dos Santos
Ex? Sr. representante do Prefeito Municipal ,
Vice-Prefeito Sidney Nunes Leite
Exa? Comandante do IO? RC Mec en especial sua -
esposa
e der.iais autoridades
"É com Justo orgulho que Iniciamos mais uma le-
gislatura nesta Casa de Leis".
"Vin:os aqui enviados pelo povo e aqui estJr.:or, -
nesta nossa Últir.1a Legislatura, para desenvolver
mos um trabalho coerente, sempre cm pról dn ccmunl
dade".
"Desejo qÜe • este ano que ora inic!.ar.ios seja de-
senvolvido um excelente trabalho de relacionamento
entre o Executivo, e demais poderes e acic,,1 de tu
do com a coounidade, para que possamos estar seo
pre em harmonia, a fim de que nossos trabalhos ve
nham sempre de encontro com os anseios do povo be
lavistense".
Após as palavras a Presidente Orlando convidou
os presentes para um pequeno coquetel e deu por en
cerrada a Sessão Solene de abertura do ano de 1996.
Secretários do Prefeito Abrnão A.Zacar!a6 entre
outros e a Sra .Angela (esposa do Comandante do 109
RC Kec)
Oração à Santo Expedito
IMPORIANTE -_Este Santo Mártir é espccialr:.cnte inve>Qdo
nos casos e negocios que demandam pronta solução e que u::.:1
decora poderia cocproccte!· r: o Santo da décút.a-prir..elra
hora, aquele cuja invocação nunca é tardfa as que ta:bé
incita a fazer depressa o bem, a não deixar para o dia se
8"",E$,, a cu=rir se degra aqut1o que se ihe recete.
,, 'CÃO: Que a Intercessão do glorioso Mãrtlr Santo Ex€
f~o d nos recomende, o reu Deus, junto a Vossa bondade, a
1
e qu~ com ~Wl proteção obtenhamos que os nossos pró
P'98r!tos sao impotentes para caçar. Assi se]a.
a],","uP14caos senhor, que tgs!rets co vos a sra
contres "2?"os pensaentos e ações, para que eles e
Santo r;x d seu princípio e sejar:1 por intercessao de -
dão ""!"E, levados, con goras,ftde1t4ade e pronr'
' po proprio e favoravel, a boa e feliz f~. Por
";",g"e use. «s +ena.
quele que'i""?pedir9!_Honrado pelo reconheetento ±
gentes nós , invocara a ultir.i..J hora e par.3. negócios ur
rtcGraío±a q"";"UPItcanos que nos obtenha da bondade ee
(ou em tal dt) us, por intercessao Maria Imaculada, hoje
aos da vona&C' ~}?j" gue o toda suttssão, se1te!ta
Pai.
4 Pai Nosso, Ave M.:tirtt e Gloria ao
Agradece as graças alcançadas por sua intercessão, coa
a necessaria urgencia.
(R.R)
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Dois Irmaos do Buriti. Guia Lopes da Laguna, Jardim, Bela Vista, caracol e Porto MurtinbO
til
de
AO ROMANCE
aos_ e __ 0S HOMENS E AS MULHERES
D A e R O N I CA
Françoise Giroud é uma das super.1d,1 princip,1ltTI'ntC .Hr.'('.,
· maiores francesas, autora de de livros como este, em que um
grandes livros, dentre os quais homem e uma mulher com
as biografias de Alma Mahler e pensamentos bem anicul.ldo,<,
Jenny Marx (esta última com não tem mais medo de pôr, nu
publicação prevista para· o as suas dif,·rcnc:,s.
primeiro semestre de 1996, pela O resultado é
Editora Record). Bernard-Henri surpreendente: no fundo do
Lévy, por sua vez, é um dos abismo, quando existem uma
maiores intelectuais da França, verdadeira aceitação e um
tendo pertencido com André respeito autêntico, as pontes
Gluckzman e outros à corrente começam a ser estendidas. A
dos novos filósofos. "fala feminina" e a "fala
O editor francês Olivier masculina" podem fi.mente
Orban resolveu juntar esses dois libertar-se de suas neuroses e de
pensadores num diálogo sobre a suas inibições, permitindo
condição de homens e mulheres construir uma fala do ser
na atualidade, conseguindo um humano propriamente dito.
fato inédito: ambos chegaram a O tema discutido neste livro
uma linguagem comum, é o da relação homem-mulher,
descobrindo abismos com todas as suas consequências
insuspeitados entre os dois -o que os homens e as mulheres
gêneros. pensam do amor, desamor,
Esses abismos foram até inveja, casamento, infidelidade,
hoje ocultados pelo senso desejo, sedução, etc.
comum, porque homens e E a importância de OS
mulheres nunca se HOMENS E AS MULHERES
comunicaram realmente num está justamente em mostrar que
nível intelectual mais profundo. essas concepções são quase
Só agora, em fins do século sempre divergentes e muitas
XX, essa incomunicabilidade vezes opostas, contribuindo,
foi de~n;d~ começa a ser assim, pará i~r inregrá-las. l
É muito comum, entre os que se iniciam na Arte de Escrever (principiantes)
não saberem exatamente como classificar seus escritos.
Uns trazem suas produções literárias dizendo:
- Quero que o senhor faça uma apreciação nestes contos que escrevi faz muito
tempo.
Lidas tais produções, muitas vezes até bem razoáveis, vai se ver não se
enquadram como contos. Como crônica, sim. É que a crônica, o conto, a novela
(literária) e o romance têm suas características próprias, não se confundindo um
gênero com o outro. É claro que de quando em quando deparamo-nos com escritos
que quase se confundem. Por exemplo: uma crônica com um conto ou mini-conto,
uma novela com um romance. Onde estão as diferenças, onde termina e começa o
outro gênero? Eis a questão.
1 •
Crônica é a narração por vezes minuciosas, seguindo a ordem cronoogica, é o
comentário jornalístico de um fato atual, sem que se possa distinguir, no escrito,
episódios distintos. A crônica é sempre de tamanho limitado. Raramente passa de
uma página e meia, datilografada, espaço 2, em média.
O conto (estou falando do conto clássico), é a narração, a história, a obra de
ficção, sintética que apresenta uma linguagem própria dividida em três partes
distintas: o pincipio o meio e o .fim, cada uma dessas partes se articulando com as
outras, de tal forma que a história - quase sempre fictícia - fica parecendo ao leitor
que os fatos narrados aconteceram mesmo. Esse conceito já era ensinado por
Aristóteles uns 350 anos antes de Cristo e perdura até hoje como o melhor.
Modernamente o conto tem sofrido investidas de autores que não respeitam o
conceito antigo e o resultado tem sido infeliz. O leitor não sente quando o conto
moderno terminou. o conto clássico o final surge sempre trazendo o elemento
surpresa. que pode ser cômica, pitoresca, fantástica ou simplesmente uma mensagem
que faz o leitor terminar a leitura e ficar pensando ... pensando ...
Um escritor brasileiro, o conhecido Mário de Andrade, certamente em tom de
gracejo, aohou de definir o conto como "tudo o que o autor diz que é conto". Gracejo
ou não, ô fato é que a definição de Mário de ,A ,1drade pegou e é citada até por bons
autores. um outro escritor disse: "Conto é tudo aquilo que, pela leitura, reconhecemos
e aceitamos como conto, ainda que o próprio autor nos afirme o contrário".
O conto apresenta uns poucos episódios, por isso é uma história curta. A novela
jà apresenta um número maior de episódios e o romance, por fim, apresenta um
número ainda maior de episódios. Em termos de tamanho, o conto é uma história
curta, a novela, uma história média (quando publicada, enquadra-se num livro de
I00 páginas): o romance, quando publicado pode ir a um número bem maior de
páginas.
este ponto é válida a lembrança de que as televisões apresentam corno nome
de novela, histórias longas, com 15, 20 episódios em franco movimento que não se
enquadram na novela literária, eis que esta tem poucos episódios. As histórias da
televisão bem que poderiam chamar-se telenovelas. o início da televisão até que
certos autores tentaram classifciar suas histórias como telenovelas. O povo,
entretanto, sempre desejando simplificar as cq:sas, passou a chamar as histórias de
novelas. A palavra pegou, restando-nos a obrigação de dizer que as novelas das
televisões não são a mesma coisa que novela literária.
Resumindo: crónica e uma narração rápida onde o fato narrado precisa estar
alicerçado em palavras de boa linhagem. Crônica escrita em linguagem fraca ou
ruim, ninguém aceita.
Conto é um breve relato de episódios quase sempre fictícios, geralmente
transmitidos ao leitor como fatos verdadeiros. "Não é um gênero arbitrário - disse
0
grande critico brasileiro Araripe Júnior - nem é, como muita gente pretende, um
extrato, um esboço, urr. ;ornance resumido, mas algo que nasce das disposições
Particulares do espírito que o produz e tem uma forma imposta pela natureza da
Própria concepção". E Faulkner - escritor norte-americano - sintetizou: "No conto,
que eu coloco logo depois da poesia, quase todas as palavras devem -estar em seus
lugares exatos. São histórias que exigem uma exatidão quase absoluta". ·
A novela e o romance têm os episódios .ratados e analisados, em inicias.
Têm seus episódios apresentados no tempo e no espaço, reagindo uns sobre os
outros, cosntituindo trama mais ou menos complicada", - como disse R. Magalhães
lünior. •
Conselho: os principiantes na ar; ao escrever, ó ie aconselhar-se, mg
reino, este caminho, que é o mais natural de todos: tomem-se bons cronistas, passem
Para o conto, depois para a novela e, por fim, para o romance. No final terão chegado
ªºPonto a que, se refere Machado de Assis: "Esta é a glória que fica, eleva, honru
consola". (Correio do Estado)
Este trabalho reúne
depoimentos de pessoas que
foram tocadas pela presença
angélica em situações
dramáticas. A própria autora,
alguns anos atrás, ao ser
hospitalizada para submeter-se a
uma cirurgia, sofreu forte reação
alérgica a uma antibiótico. Depois
de rezar a Deus, foi visitada por
um anjo que a envolveu em sua
luz. Uma hora mais'tarde, seu
restabelecimenco começou.
Eileen deduziu que seu
visitante tinha sido Rafael o
• 1 '
arcanjo da cura, e que sua
aparição tinha também o objetivo
de estimulá-la a divulgar a
presença dos anjos em nossa/
vida.
Ela começou então a coletar,
histórias de vivências angélicas e:
agora nos apresenta testemunhos'
ao mesmo tempo fascinantes e:
comoventes. .
CURAS ANGÉLICAS fornece
também um guia prático para·
fazer contatos angélicos através
da mentalização e da prece, para ,]
atingir o crescimento espiritual e }
auxiliar na cura coletiva do nosso "
planeta.
Quem
sempre lê,
continua·
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Para o Desperta
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1410 e 439 - 1565 0u Avenida
Tribuna da Fronteira, 564 {
• BEL VISTA - MS
, ' 1
"A boa leitura enriquece o cnhecimento e ala"
m BL.SEMANÁRIO. 17DEEEEREIRO DE 192- PAGINA c
JORNAL TRIBUNA DA FRONTE1= ± t l l
N eg ui n h o e o Senhor do Mar-li
Saíram de manhã. Dois carros. Num viajavam os - Rodrigo, olha aquela ali, que gata! É um avião!O - Estamos sim, Neguinho. Você vai lá nas pedras,
d
• • r •e aproximando da água todos os dias vai ver que leva alguma menina.
pais de Rodrigo,as duas filhas e a empregada; no outro amigo sorria, foram 5t ' " " ", ., a.. , e
Biriba (motorista), Rodrigo, Neguinho e todas as - Neguinho - disse Biriba - a água do mar é salgada, -Nada disso Biriba, vou lá conversar com o Senh
bagagens. sob o protesto de Biriba. não vai beber. do Mar.
- Pxa, desse jeito o meu carro vai pesado demais, -Eu sei que é salgada, aprendi na escola, pensa que Ele falava sério. De um jeito diferente.
não vai dar nem para correr. A resposta do pai veio seca. sou burro. -E o que conversa com ck? perguntou Rodrigo.
- E não é para correr mesmo, não estamos com Foi chegando. Rodrigo e Biriba saíram em - Falamos da vida. dos peixes. das matas. das
t d
'"" • disparada, mergulharam. Cadê o Neguinho? Lá estava queimadas que o homem faz nas fazendas. da
pressa, estamos te ler1as.
Durante a viagem, Neguinho sequer cochilou, era ele não entrava estacou como se tivesse uma barreira, sujeiras nos nos, dos Jovens que usam drogas, das
todo prosa, olhos grandes, observando a paisagem, impedindo-o de entrar na água. cachaçadas, dos carros que poluem as cidades, das
comentando sobre os carros que ultrapassavam a mais Rodrigo voltou. - Vamos cara, entra. torres de petróleo no mar, das caçadas das baleias
de 130 km por hora, ria de Biriba, fazia piadas. Só quietou - Ainda não, espera um pouco, estou rezando, das focas, da miséria nas grandes cidades. Falamos
na descida da serra, segurava no que podia, as curvas da pedindo licença para o Senhor do Mar, afinal ele é o dono. da VIDA.
Anchieta assustam os passageiros de primeira viajem. Foi - Que é isso? Esse negócio de Senhor do Mar é Os dois irmão surpresos, admirados, não
a vez de Biriba e de Rodrigo caírem cm cima dele, falando história do Talão, foi só para mexer com você. acreditavam no que estavam ouvindo, o jeito de Neguinho
de desastres na serra, nas centenas de carros que - Nada disso. É verdade. Eu sei. falar, seus olhos brilhavam, muito estranho.
despencaram, nos dias de neblina, quando filas imensas Ficou ali .., dez minutos, depois entrou. Mais Os pais iniciaram o processo de arrumar as malas.
(mais de 20 km) se fonnavam, e as batidas! Neguinho contente que lambari cm sanga. ajeitar aqui e ali, abastecer os carros , deixar tudo
permanecia mudo. Foi uma farra. preparado, sairiam de madrugada.
- OIha lá, Neguinho, olha, lá em baixo, está vendo? Neguinho era a alegria, a descoberta das ondas, o Eram quase 6 horas da tarde. Neguinho já não estava
É Santos. • vai e vem, criou coragem, procurava as ondas mais fortes, com os irmãos.
Ele arriscou um olhar, rápido, e viu a cidade, uma aprendeu depressa, afinal era bom nadador. - Rodrigo, vamos segui-lo?
paisagem maravilhosa, o mar, longe, os prédios, as praias. Nem pensavam no almoço, beliscavam um petisco - Bobagem. Deixa prá lá.
E olhou para cima, a estrada parecia uma serpente aqui, outro lá, só voltaram para o apartamento às 05:00 - Não, vamos sim, vamos ver quem ele está levando
deslizando pelo morro. Os carros mais pareciam formigas. horas. • lá nas pedras?
Ficou, novamente, em silêncio. De vez em quando Foram dias e noites maravilhosos. Fizeram muitas Rodrigo respondeu, baixinho, voz inaudível.
arriscava olhar para os lados, os carros passavam em alta amizades, Neguinho trocava de namorada, ou melhor - Não está levando ninguém. Alguma coisa estranha
velocidade, motoristas acostumados a descer a serra. "ficava", cada dia com uma menina. As paulistanas está se passando.
Biriba não, ia devagar, cauteloso, olhando sempre pelo branqueias procuravam aquele menino simples, mas de - Por isto mesmo, vamos ver o que é.
retrovisor, o pai vinha atrás, sentinela, orgulhoso do uma cor que chamava a atenção - "o moreno cor do Andando pela orla chegaram até as pedras, tiveram
filhote. pecado" estava fazendo sucesso. que nadar uns 50 metros, ondas altas, o mar estava revolto.
- Esse guri dirige bem, comentava com a esposa. as rodas, na lanchonete preferida, ele era a atração, Depois caminharam por uma trilha, a mata do Xixová
Viajaram menos de uma hora, saíram de São Paulo com suas tiradas, e fazia questão de dizer que era era orgulho dos moradores, ouviram vozes, foram se
às 09:00 horas, às 10:00 horas estavam na porta do prédio descendente de índios. Um sucesso! aproximando, sem fazer barulho.
onde tinham apartamento. Bastaram quatro dias para ele conhecer tudo, os Viram Neguinho. Estava sentado, olhava para o mar.
A rotina era a mesma de sempre, descarregar, limpar melhores pontos, os locais mais frequentados, aprendera Conversava com alguém.
o apartamento, arrumar as coisas, cada um fazia a sua a rotina da praia. Os macetes. - Bem, amanhã vou embora, vou voltar para a minha
parte. Só um fato, estranho, deixava Biriba e Rodrigo terra, fiquei cont:=:nte cm conhecer o Senhor. ode ficar
Rodrigo chamou Neguinho para ajudar. N2guinho preocupados, mzis do que preocupados, apavorados. tranquilo, vou fazer do jeito que ensinou.
sumiu. Onde está o ieguinho? Preocupados saíram à sua Todos os dias, por volta das 6 horas da tarde, quando o Biriba deu um escorregão. Uma pedra caiu, fazendo
procura. Nada. Sol iniciava o seu recolhimento para surgir a Lua barulho. Neguinho se voltou, rápido. Viu os amigos.
- Vai ver que foi conhecer o mar, falou Rodrigo. majestosa, Neguinho sumia. Mas sumia mesmo. Saíam à Olhou para eles e para
O
mar. Assustado.
- Sozinho? Não acredito. Respondeu Biriba. sua procura, perguntavam aos amigos, às meninas, mas Biriba gritou:
- Vão procurá-lo na praia, esse guri vai dar trabalho, nada, ele desaparecia. Quando voltava, recebia as broncas, - Com quem você está conversando?
disse Rogério, o pai. respondendo simplesmente - estava por aí, andando. ' - Você me seguiram. Vocês não podem conhecer o
Não foi preciso procurar muito, Neguinho estava Era muito estranho. Sempre na mesma hora. s nh d M
e or o ar...
na mureta que circundava a praia, perto de uma barraca, - Vai ver que. arrumou alguma mulher casada, sei Biriba não viu. Mas Rodrigo sim, viu um movimento
quieto, olhava longe, muito longe, lá onde as ondas lá, alguma menina, que pode se encontrar com ele só nas ondas, um vulto, uma sombra, não sabia explicar.
iniciavam a sua viagem em direção a praia, olhava nessa hora. Os irmãos comentavam. • 1 d
mas viu a go, que rápido desapareceu nas profun ezas.
admirado, então aquilo era o mar! Meu Deus; parece não ão acredito Rodrigo. Aí tem coisa. Se fosse Peixe?
' ter fim. Quanta água! negócio de mulher ele contaria.
- Pó cara! Você sumiu, ficamos preocupados, O fato se rerotiu. Todos os dias. Ficaram na praia
Rodrigo falou, asperamente. 15dias. Todos os dias, às 6 horas, em ponto, Neguinho
- Não sumi não, tanto que você me encontrou. sumia. Podia estar jogando voleibol, conversando com
- Tudo bem, vamos ajudar a mãe, depois que as meninas, com os menos, numa lanchonete, de repente
trocarmos de roupa pegaremos umas ondas. dava um jeito e desaparecia.
Neguinho sorriu para o amigo, riso maroto, Tentaram segui-lo, não deu certo, ele conseguia
pensando - esse Rodrigo tem cada uma! Quero só ver despistá-los.
como é que ele vai pegar uma onda no mar. Rodrigo e Biriba r.,mentaram
O
fato com os pais
Biriba~ com cara de poucos amigos, repreendeu: eles os tranquilizaram:. '
- Aqui não é. a nossa cidade cara, é perigoso, você - Talvez tenha arrumado uma aventura e não quer
não conhece nada, pode até se perder, não pode sair contar.
sozinho. N.
. a véspera do retomo para casa, estavam os três
Neguinho só olhou. Não falou nada. Depois saiu sentados, jogando conversa fora, na praia, ao longe, o
resmungando. . morro Xixová, o verde contrastava com o azul das águas,
- Até parece, tiro de letra, vou mostrar pai a ele. • e _m~1s longe, " mar quebrava nas pedras. Um lugar de
Tudo arrumado. Em ordem. Cada coisa no seu lugar, dificil acesso. De repente, Neguinho olhou para os amigos
a mãe de Rodrigo, Nena, sistemática, só deixou eles • e para as pedras. Falou, com voz serena. .
sairem depois de ver as roupas no guarda roupas, o - Olha, estão vendo as pedras? Lá longe. Pois é, lá é
apartamento limpo, aí sim: • que, todos os dias, às 6 horas, me encontro com o Senhor
- Podem ir, disse ela, mas cuidado, nada de querer do Mar. Todos os dias. Hoje é
O último dia, não vou mais
ir no fundo, e cuidem desse guri, olhando para Neguinho. vê-lo, só quando voltar aqui, ou onde tenha praia, do mar.
Falava como se falasse a meninos, afinal já eram . Os amigos olharam surpresos. Para ele e para as
homens.. • pedras.
- _Toda mãe é assim, apesar de homens, os filhos
sempre seriam meninos. - Como? Senhor do Mar? Então você vai todos os
Saíram. Neguinho olhava as dezenas (ou eram: dias_ naquelas pedras para falar com o tal Senhor do Mar?
Lá é perigoso, cara. •
centenas?) de meninas,· fio dental bikinis velhas . . .
matronas, jovens jogando volei, outros correndo, } ""am muito. Estava explicado o mistério. Sabe lá
andando, para, ele uma loucura. Não tirava os olhos das. oque ser..:ava pela cabeça dele. Mas tudo bem.
meninas. »o que, realmente, era pengoso.
- Vocês não estão acreditando, não é mesmo?
- • - -- - ---
Não, não era peixe. O que Rodrigo viu foi o vulto
de uma forma humana, mas. estranho. viu a cauda. parecia
um homem-peixe. Metade ser humano. metade peixe. Isto
mesmo.
Uma sereia? Então o Senhor do mar de Neguinho
era uma sereia? uma Senhora do Mar? Loucura!
Voltaram. Biriba ria muito. Rodrigo e Neguinho
calados.
A viagem de volta foi rápida. Nas paradas Biriba
falava para os pais, todos riam de Neguinho.
Ele também sorria. Mas sorria de um jeito diferente.
e quando sorria olhava para Rodrigo. Cumplices.
Dali para a frente, a vida dos dois não seria mais
mesma. E Rodrigo passara a gostar mais e mais do amig°
e respeitá-lo.
• Depois de vários meses, numa tarde quente, a beira
do Apa, na roda do tererê, Rodrigo olhou para Neguinh
0
•
perguntou, baixinho, duvidoso: .
Ne • h - - • • ou foi
- gumnc, 1a na praia, eu vi mesmo
imaginação, coisa da cabeça?
- Sabe amigo, na vida a gente vê o que quer ver:
sente o que quer sentir, nós criamos os nossos anjos e
0
nossos demônios, só é preciso vigiar, e ter Deus cor:i
0
gente, o meu continua lá em casa, mas carrego com!S°
agora o meu protetor, um talismã que o Senhor do M
me deu.
Falou e mostrou para Rodrigo uma medalha. corn ~
imagem de Iemanjá. +a
Rodrigo ficou pensando... pensando... O AP
continuava a sua viagem, suave, tranquilo, em dire"
ao Rio Paraguai ... para o Mar.
f'A(,1. ..
AVISO AOS CONSUMIDORES DA ENERSUL
"'O Governo da Cidadania não respeita as Leis e os ,Consumidores"
"Art, 2 do Código de Defesa do um Govrno pod ex!gIr d c!dado o d dr para l0 reafs, que por suo gruvror!co«contes... (0 ATUAL MO
conun1dor" Parágrafo hnfco - O Cony cumprimento das LeIs, sr le próprto próprts condição humilde "tm medo" - VIME'TO).
tdor cobrado m quantfa fndov1d: tn afronta os dispo!tvos leais contra ou não tm tempo, por forca dr npre- II- cu!_nm?±F3!"_d?P!_!d'
drefto à repetfçio do Indóbfto, por os Interesss da população! Como a go ou outros afazres, d procurar os vtdulou_coletivo. (MAIS DE. I MI-
valor Igual ao dobro do que paou cm ENERS'L pode x1Ir que o consun!dor órgãos oficial« mm busca d o a m p a r o - fois pnR@iis @oi@Dos I L E G A LM E N T E )
excesso, acrescido de correção moneti paur m dia sua conta do luz se la, qu a L! lhes oferece, Ou com medo III - Dissimular-e4n1turra!
rl.:l n Juros 1caís, salvo hlpóte de nnt<'clpnrJ,111<'nt,,, jÕ tonou
O dinh<'lro dr F-U'l luz cortada. Esse são a nafo- lfett. do procrdim. nato. (TENTATIVA -
cnguno justiflciivcl. drm:;<' mrr.mo conr,unidor? Cono o Covr-r- rw, e estão desprotg!dos, Inclusivo DA ENERSVL DE DAR LEGALIDADE A Sl
1
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Após rH• aproprfar 11,,gnlmr,nt<' do no pode exigir que o pequeno comer!- contra a maciça propa.anda governam COBRANÇA INDEVIDA).
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:intc p,1guc i;ruo illlposto5 ,,m din, sr, t;::l paga con sru,; p-rôprlos t"CUCF:•r, IV - Qu :,,d 1 C'I'":< ti Jt,1,:
dinhc ro os conum' ores, promovendo
Jumcntor; e cobrnnç;iG lndC'vldor; nas cli• próprio infringe a Le1? Que auto- Convén citar mais alguns pontos do a) Por v!d; P&blfc0,_ou_ per
rtdade moral tcn um governo fora da CCdlgo do Defesa do Consumidor: peoyujGaT. foge!r
contas de energia residencial, a ENER -- -.
SlfL, por forca de dmíncia frita juntÕ Lei, parn rxigir do1; 1;eui, concidndãos Art. 41 - No caso de fornecimento al sj.a mm1ff d .. ~,.•n:r •,1nnir .!_:I.::_
no DNAF.E, é obrigada a devolver !llnfo que a respeitem? O que está cm jogo. dr produtos ou serviços (El'!:RC!A) ,;u- vÚin1. (DIHETl,,< DA F.NJ:11 'Ul.).
de
15
milhÕes de reais, Não fosse a não é m.:iifl simplr>Sm<'ntr uma decisão - jdtos ao regir.11" de CONTROLE ou dr b) En dr•trlr,,·nw <li- oprr.iriu ••• -
dr.núncln,o cmpresn C'Ht.iria ;ité hoje ;idministrativo do DNAEE, mas o fato tnbclnmC'nto d,.. pr<'ços, o•; fornrcrdo - n,11or d<• !!O ,mo,· •• , (J l1AJOJU/ uos
da ENERSUL ter contrariado os Direi - rcs (ENERSUL) drvrrâo r,·sp1•itnr os CO:-iSt: tIDORES ltLS!DJ;NCIAIS SÃO PI:SSO-
lavando os consumidorC's,
• tor; dos Con,;umidorcs prC'vif;tos n.i Lei 1 imltPS oficfois sob pena dC', n.io o AS HL'Mll.lJES).
Qualquer pequrno ou grande empresa
rio pode infringiroCÓdigo d<! Defesa dos 8.078. O QUE ESTÁ EH JOGO É O PRÓPRIO fazendo, responderem pela restituição v- Serem praticados cm optaçr
ConsumidorC'r., ci.tnrõ sujeito às pena- ESTADO DE DIREITO. d;i qu:>ntia rC'cebid.1 rm excesso, monr- qur envolvam alimentos, medicamentos
lldndc,i; prcvistns na LeI. Isso tem Os ..:onsumidorC's rcsidencinis d;i tar lamente- atualizada.,. ou qualquer produtos ou serviços os
-
ENERSUL dcvem procurar os seus D!rol- Art. 56 - As Infrações das noras sncLafs. (ENERGI ELÉTRICA é um ver
sido praxe. A Dcfesn do Consumidor
· Í tos junto aos Órgãos de defesa dos dC' drfcsa do consu.-:iidor fic;Jm sujri viço r-s!Jrnci.11). -
pnssou a sc-r quC'Atao dr. cxcrc cio de -
Cidadania. consumidores E EXIGIREM O CUMPRIMENTO tns, conforme o caso, às seguinte-li - ART. 77 - A pena pecun!árLa pro-
DO ART. 42. s.:inçÕcs administrativas, sem prejuízo vista nesta seção scri fixoda rn
das dr, n;itureza civil, prn;il r- da,; de dias-nult.i, corr0r.pondr-nt<• ao m!ninn
finidas cm normas rspcc!ficas: " e ao nixLmo de dLas do duraç:io d.J p<'
!tem VII - Revogação de concessão na privativa da liberdade comin.:1d,1 ::
!tem XI - Intervenção administrativ.1 ao crimr.
Art. 59 - Pariigrafo JQ - A pena do Já acfonoi formalmente a Procura-
CnssnçÕo da concessão será aplicada à dor1a da Justiça do Estado c o PRO
concessionária de serviço público, CON, srndo importantf' qur outroG sr
QUANDO VIOLAR OBRIGAÇÃO LEGAL ou con tores organizados d" noss,1 soci,.d.1d~
tratual. cobrrm do Covrrno do Est;:ido uma dr
Mesmo a::;sim, e oatcntando o slogan
de "Governo da Cidadania", .i ENERSOL
por intermédio de sru Presidentc-,nfir
ma que não vai devolver o dinheiro ::
que indevidamente tirou dos consumido
rcs, mesmo após g;istar milhnres ~e re
ais para anunciar nns emissoras d~
rádio e televisão, e nos jornnis, de
que iria promover a dovolucio.
o uestion.l r como
t importante que não só o PROCON ,
mns outros setores respeitados e com
credibilidade como a Defensoria do -
Consumidor e n Promotori.1 do Consumi
dor, e o Ministirio Público como um
todo, fiquem atentos para um fato:
dever que os org;inismos públicos têm
de proteger o pequeno consumidor.Aque
lr qur tf'V<' sua cont.i dC' luz aunenta::
LTON
UREIRO
RUA ANT0:>-10 1114S ADORNO, 9, • TV MOR.F.:sli
: CEP 79051-030- ? (067) 7-ll-50ll2 • C. GRA:'1DE- ,!ATO GROSSO DO SVL- BRASIL
-.
4117195, 10 J,.c PM
1
O
-
RUA .ANTONIO DIAS AOORNO, 93 • TV MORENA· V(067) 741-5002
CE!J995!00-CAPO GRANE -MATO GROSSO o sut-as
Art. 75 - Quem, de qualquer fonn.1,
concorrer para os crimes refi>ridos
neste Código incide ros prnas a <'Sses
cc>~irodas ro medida de sua culpabili
dr.de, bem como o diretor, administr.1::
dor ou gerente da pessoa jurídica que
promover, permitir ou por qu.1lquer mo
de> nprovar o fornecimento ofert.1 ..• e
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em geral, eletrônicos;
bebida'S, motores de
popa, caça e pese.a.,
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v-.ntcs dos crimes tipificados
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I - O crime cometido rlll cpocn
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de
eis.lo imC'diata p.1ra o assunto, ou o
GOVERNO SE CONSIDERE i MARGEM DA
LEI, s(•m nrnhum.i condiçiio d<.> exigir
de qu.1lqucr cidndiio o cunprimcnto do
sou dever.
"Qur o exerc!cio d,1 cid.1d,1nia niio
srja ap<.>nns uru retórica publicit5 -
ria do Governo, mas a garantia dos
princípios básicos,.. el<'mentarcs de
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ANTONIO CARLOS ARROYO - DEPUTADO ES
TADUAL. (Autor da drnúncla contra .i
cobrança e o numrnto ilcg;il dns con
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Eli"ERSUL).
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qur L• 1•10;, pr>]n frr>n:,, - que o ano de 1.995 ",;ub
!npuin excluí, pols e meteu os Poderes doe Mato
trata de preparar um Exs Grosso do Sul a duro,,
t:do todos alnu }amos p rov,1!1, "X 1gindo gra ndt>
za, unLão o cspIr!to pü
blJco para dr-rrocnr ao
advt>T nidnder,". Sr•gundo o
1[dr da bancada pecmedg
bioco, a pr6prio governo
dor Wilson lfartins ofir=
mou cm rccf'n t" soll'Tl ido
dr qur a fas~ mais difí
cil foi vcncJdn, encomi
nh:mdo-sr o Governo para
um prr!odo profícuo de
realizaçÕrs r soluções",
O deputado ressaltou
a importâncin da partic_!
paço do Poder Leztslat!
vo n.1 r; coluçõ,.,; dos pro
b1mas do Estado, crrto
d qu as bancadas, {nd
prndr-nt" d" partido poli
tio, "oferecerão noel
srssào lcgiclativo toda
nua forço, snbcdorio,. -
conhr.cincnto para apres-
monto estadual. No ano
passado, cxrcru a l!d
rança da bncada do PFL,
portlc1pando d.J C:nio&::o
de Constitufção e Justi
ço, urn.:i dt:ir, u:iir. l .. ;,or -
Cana int rrupc5o
Dirf't6rlo !/acional
do
do
ser nosso c-ncontro con o pnrtido no con.1ndo rrgi~
futuro, que há de ser - nal, Hone acitou o con
digno~ generoso como o vit<' do Govrrnndor Wil~
fé, do cidadão nos seus son Barbar.a M.:1rclns p~
rc-prescntnntcs". rase filiar ao Pl1DB,sr>n
LIDERANÇA do L~cdiatanrnte conduzi
Eleito em 1,994 para do à lideranças da banci
o primeiro mandato na da, incegradn pelos dep~
As6embléia Legislativa , tados estaduais Waldt•mJr
upresentnndo Ponta Porii Moka, Jr.rcé Euzébio, Mo_!
e o fronteiro do Estado, sés Nery, Nelito Cêmara,
Hosne Esgnib tem uma atu Murilo Zauith " Cclin.1 -
ação dcstacada no Parla- Martins Jallad.
Na sua primir.. m.n!
foz±çio na abertura dos
tr 1b.1ilw,; l<'i,!• l 1tivo
o parlamentar condenou ±
intolerância de un grupo
de professores que Inter
ropu o pronunciamnt
do evridor Llen Mr
t!n. "A crise x!te, -
n!num rega, o próprio
gov,•rn.Jdt'r p(•dr unitio p.:
r.1 i;olucion.i-l.1 rui,, r.í:
pldo r o,i prof,,,- orr~ , ,
quer prften esta man!
fetação com gestos e
brados Incompatfve!s -
com o espírito demo
cr:Ítico do Poder L,,:
gislativo que os aco
lhru", criticou Wllson
Darbo5n Martins.
'-----'
RUA LOMAS VALENTINAS - 367
-~038-221 - BELLA VISTA/PARAGUAI
âpostam no equilíbrio
d s Poderes e na Democracia
Líderes
Jã a abertura dos tra
bolhas legislativos no
Último dia 1S-02, o lí
der do PMDB, deputado
Hosne Esgaib, disse que
como deputado no exercí~
cio do seu primeiro man
dato, acredita que o par
lamento estadual é ui
dos poderes mais democrã
ticos porque " transpa
rente e suas decisões a
contecem a luz das dis
cussões". Sobre os difi=
culdades porque passa o
Estado, o parlamentar a-
credita que com os ojus
W
liS) A ailr_LER tes que estão sendo fe
• ~ U'11U tos e consequentemente o
enxugamento dn mãquinn -
ZOOMP administr,'ltiva, o gover
-· nO vai deslonoar,
p3/7/ (@ II MI..J][eI JgEn Pars svt-tas+ as
VIII ISL A IU" IG LI r, Antônio Cor los Ar-
AVES SAINT .AURT ±!: ; .%$%
. ,. ·;
fes para homens,
ndhercs e crianças
HAALDREN
LEECOOPER
Representante:
'e$i@ sr°
ilimIIDlID ~~,.;;..~~,~~~ .....
o equilíbrio dos pode -
res e suo participação -
srrã através da discus
sêo de propostas e solu
çÕes. Segundo o parlamen
tora sicuacão do EstadÕ
neste momento ê ca6tico
e a Assembléia tem dis
cutido os problemas e a=
presrnt;ido as soluções ,
li •
porem, o governo nem
sempre tem atendido es
sas proposicÕes", para
finalizar, o deputado -
Arroyo disse que é muito
importante a manutencão
d0 diâlogo e estendê-lo
à sociedade.
O líder do PSDB, dep~
todo Akira Otsubo, acre
dica que a Assembléia Le
gislativa, nessa Legislã
tura, teve uma participã
cão efetivamente muitÕ
importante porque foi di
ferente das outras, "te;:;
do em visco que as mud:m
ças econômicas se canso=
lidaram no País". O depu
todo, líder de um parti=
do aliado ao governo,diz
que não está somente pa
ra elogiar, mas sim, cri
ticar os erros cometidos
poro que sejam atendidas
as metas de desenvolvi -
menta nas áreas prioritã
rias, como a educação:
saúde e saneamento bâei
co.
"O novo líder do PT ,A
nilson Prego, que subis
titui Ben-Hur Ferreira -
no rodízio partidârio",
salientou que a socieda
de não pode continuar pn
g.'.llldo pelos erros dos di
rigen tes. Segundo o pe :
tis ta, a AL-MS tec "de
monstrado sobejamente -
sua vocaçiio para o diâl~
go e sua corngem para en
frentar os probleoos,d~
do guarida às vozes da
sociedade, roas o governa
no precisa agir râpido e
corrigr o rumo".
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