TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº140_16_03_1975 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº140_16_03_1975Número da edição140Data de publicação16 de março de 1975Número de páginas8GeoCoordenada -22.099000759798155 , -56.53369889834669 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº140_16_03_1975 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto TRIBUNA DB FRONTEIRI FUNDADOR E DIRETOR RESPONSÁVEL:- IVALDO PEREIRA Redação, Oficina e Administração Publica-se ANO IV Rua Duque de Caxias S/N Bela Vista, 16 de Março de 197 N" 140 aos Domingos SINTI A Missão não pode ser uma coisa passageira e transitória, que termina com a partida dos mis sionários. Deus nos convida para o seu amor e para a sua misericordia, não só nas Missões, mas em todos os dias de nossa vida. Qual será nossa resposta? Jesus disse: "Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida", (j0 14.6 ). "Quem me segue não anda nas trevas".( jo 8,12). 1. Ela é um encontro com Deus através da Pa lavra de Deus: " Quem vos ouve, a mim ouve". (LC lo, I6 ) -É preciso escutar a Pulavr·o.. de Deus, e unir-se a Deus péla fé. 1 2. Ela é um encontro com De11s atl'avés da Liturgia: Eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos". ( Mt 28,20 ) É preci o participar dos acramentos, da Mis sa, da Comunhão, e unir-se com Cristo pelagra ça divina. 3.Ela é um encontro com Cristo através da Caridade; Todas as vezes que vós fizeste isto a um des tes meus irmãos ... a mim o fizestes".(Mt 25,40). E preciso fazer o bem ao proximo, especial mente pelo Apostolado, e unir-se a Cristo pela Caridade. 4.Ela é um encontro com Deus, através da Oração :-É preciso rezar muito ... muito ... "É preciso rezar sempre e nunca deixar de fazê-lo". ( Lc 18, 1) "Quem reza se salva; Quem não reza se condena". (Santo Afonso Maria de Ligório ). A Santa Missão nos facilitará este encontro com Deus Como graça extraordinária ela tem um tempo limitado, que devemos aprovei tar; na Missão devemos refletir sobre as gran des verdades eternas: A morte é certa!... O inferno deve ser evitado ... Somos· filhos deDeus e com este nosso Pai deve ser nossa morada no céu... " O que adianta ao homem ganhar ó mundo inteiro, se vier a perder a sua alma (MIt 16, 26). COMO VIVER li Sl!NTII MISSÃO A Missão é a maior graça que Jesus Cristo nos concede, neste ano, a nós, à nossa Comu nidade, - Missão é um convite de amor. Jesus, nosso amigo, conta com nossas orações, com nossos sacrificios e com nossa presença Jesus conta também com nosso tes temunho e com nosso apostolado junto aos pa- rentes, amigos e conhecidos. Sejamos após tolos e missionários! CMM O Vereador Osvaldo da cidade, colocando a Turini, Indica ao Sr. Pre disposição de seus alu feito Municipal a neces- nos para pesquisas, con sidade de ser dada Pu- suitas, leituras, etc. Jus blicidade ao funciona- tificando a sua Indica mento da «Biblioteca ção, o autor expôs ao Municipal», fazendo des- Plenário, que na situa sa forma com que aque ção atual aquela bem la Casa possa prestar montada Biblioteca pu os seus serviços aos blica, dá a impressão diversos estabe- de uma Casa de «Venda lecimentos de ensino de Livros». V I S O U E VENCIMENTOS D E T A X A S E EMEIIGI ELÉTRI€ O Vereador Afonso como exemplo à sua Dilon Nunes Leite, re- proposição, o fato de quereu à Mesa, que fos- que muitos avisos estão se expedido expediente sendo entregues no «Dia ao Sr. PrPfeito Munici- do Vencimento». Requer pal, abordando irregula- a atenção do chefe do ridades na entrega de Executivo, através da «Avisos de Vencimen- secretária competente, tos», das taxas de Ener- gia Elétrica, oferecendo para o problema. LIMPESAS NAS L RUAS O Vereado r José do mais objetivamente Glaucy Fk,res, volta a a atual situação das abordar, através de IN- Ruas Gal. Osório, Anto DICAÇÁO, ao Sr. Prefei nio João, e Guia Lopes, to Municipal, a necessi- no Trecho compreendi dade de serem efetua- do entre as ruas 3 de dos os serviços de lim- peza nas ruas transver Outubro até Benjamim sais da cidade, explican Constant. Clovis Marcelino de Oliveira Prefeito Municipal Bela Vista Lamento. Muitíssimo não poder comparecer data Inauguração Escola .Meu Nome, motivo triste per da grande amigo tendo eu de ficar em Brasília 1 Muito Honrado Agradeço Gesto Gentil e Cari- nhoso. 1 Senador Jarbas Passarinho E1E,LI. 3E@±E±E. 'EEE RUA SUBUREMIA da Agua Doce Mais uma vez, o ve reador José Glaucy Flô res, através de proposi ção escrita, volta a so licitar do Sr. Prefeito Municipal a necessidade dos reparos na Rua Su burbana que demanda à "Agua Doce". Na situa ção em que se encontra atualmente aquela via publica, de muita utili dade para os moradores daquele bairro da cida de, não oferece as mini mas condições de tran sito à qualquer] veiculo, o que é bastante preju dicial, pois para se che gar ao centro da Agua Doce, é necessário fa zer a volta pela Rodo via BR-60, até o entron camento. NNVERSÍRIO DA 131302)24 DA 7 02y12)32 Moção de aplauso e congratulações, apresen tada à Mesa pelo Ve reador José Glaucy FI6- res, à direção da "Tri buna da Fronteira", pe la passagem do 3º ano de fundação, durante a qual, conforme se mani festou o autor da medi da, "vem cumprindo de forma soberba a sua fi nalidade, dentro de éti ca, e acima de tudo, do respeito à pessoa huma na. Conhecendo a situa çüo da Região, as difi culdades que todos o empresário aqui encon tra para desenvolver o seu trabalho, podemos conclúir que o trabalho proficuo desenvolvido por aquele Orgüo de Im prensa na cidade e na Região, ê digno_ da nos sa admiração e do nos so reconhecimento", en- fatizou o autor da pro posição. Tribuna da Fronteira Bela Vista 1Jt. 13 de Março de 197» T Sônia Maria Matos Garcia Sob um foco ele luz polente e roeleado de pessoas vestidas de bran co que conversam ale remente, aparece o pe quenino ser. E tomado por mãos euluvaclua, se guro pelos calcanhares, e virado de cabeça para baixo. Recebe palmadas. Colocam-no numa balan ça, em seguida abrem-lh1:: as palpebras e pingam colirio nos seus olhos. e carregam-no para o berçario, longe da mão. -Um parto normal. Tudo correu certo. -Tudo correu erra do! a opinião do Dr. Leboyer, através ele ob servações das reações do recém-nacido: seu choro e grilos desespe rados; o corpo arroxea do; as contorçõe ; a müos crispadas: os Lra ço e pemas agitados; a feição apavorada. Tudo isso são sinais evidentes de que o bebe esta sofrendo e o trata mento que lhe estão dan do nilo é o adequado. Segundo o ginecolo gista parisiense, o parlo, como vem senelo realiza do é uma sucessão con tinua de agressões. O bebe, até o momento de nascer, vive num ambi ente. cálido, imerso num liquido à temperatura de i-eú corpo. Sua pele está protegida, os choques süo suavisados, não pre cisa respirar. Os sons chegam muito fracos a seus ouvidos, Jiltrados pelas paredes abdomina is da müe. Na ocasião do parto todo esse ambiente é violentamente transfor mado. Da temperatura quete ele passa subita mente para uma outra mais baixa. Seus olhos, que estavam imersos na escuridão, recebem um jato de luz l'or·te direta. Os ouvidos sãs atingidos por sons de conversas, e ruidos de instrumentos numa altura acima da ex periementara até então. Sua pele super-sensivel é golpeada por mãos enveludaelas. E deitaelo numa balança àspera e fria. Separado totalmen te do ser que até aquele momento fora sua fonte de vitla. Não é de admirar aquelas r<"ações de • de sespero que todo recém nascido apreseu tu. O Dr. Leboyer pes quissou e chegou a varias conclusões de como de ve transcorrer um parto. O ambiente da sala é mantido em penumbra. sem ruídos. Os diálogos ção apenas snussurados. Logo ao nascer, o bebe é colocado sobre o ven tre materno e acariciado por mãos sem luvas. O cordão umbilical só é cortado no segundo minuto para permitir ao bebe adaptar-se à respi ração. Finalmente. é colo eado nu banho de água à temperatura de seu corpo, segundo esse m todo, os bebes apresen tam-se com expressões que revelam grande tran quilidade, mesmo alcg1'ia. Sobre influencias no restante ela vicia, ou um outro problema o par te, só o fato de livrar os bebes daqueles dcsneccs sarios sofrimentos já é por si um argumonto forte. CASTELO de Antonio Remo Penzo Compra de Madeira Bruta e Venda de Madeira ierrada Antonio Joilo Mt. CUMEN- PER· Sady Antunes Arau jo extraviou os Docu mentos de sua Rural. marca illis- Chassls 001396 - Ano 1968- Cor marron jeq.e cinza - Cer tificado no. 7761 - Chapa BH 0099. Publicação que se faz pura obtenção ele 2º via Bela Vista 13 02 75 - ML Foi extraviado o Certificado de proprie duele do autumóvel mar ca VolkiWagem - Sedam cor preto - Ano 1972 Chassis ou motor n, 277 233 458738- Chapa CI 0292 pertencente ao r. J!ário Batillani Publica ção que se faz para ob tenção da 2º via - Bela Vista 23/2/75 Nelson de Jesus Coe lho de J!oraes perdeu Carteira, contendo dive 3 sso documentos, be como; Identidade, Cartel ra ie motorista, CPF, cal teira Funcional. Publicaçü.o que se faz para obtenção de 2" via Preço Deste Exemplar Cr$ 1.00 'l'ribuua da Fronteira Bela Vistu-.:Tl. 16 de Março de 107 BALANCÊTE DA RECEITA E DA DESPESA DE GOSTO /74 N MARÇO DE 1975 Receita Pelo Seguinte Recebimento como Segue a Mensalidades Recebido da Srta. Maria Echeven-ia conforme ::locumentos de receita CrS 2.1013.00 Recebimento atraves do r. Zoé Loureiro Pinheiro, conforme documento Cr$ 1.550,00 Soma » 3.656,00 a Receitas Diversas Diferença da compra de » camisas pi laçadores. devolvida pelu Sr. Zoé L. Pinheiro Contribuição recebida do Sr. Dr. Cândirlo L. Pi- nheiro conf. cb 680427 de 1/11/74 Gregória a C/C - A Receber Recebido em devolução 250,llO » 1.000,00 » 1.250.00 de empréstimo, pelo Sindicato Rnral (3ª Exposição) a Títulos de Crédito Recebido valor de l NP emissão do r. Athanasio de Almeida Mello » 2.500,00 Recebimento parcial de l P emissão do Sr. Dr. Késio Loureiro Pinheiro Visto: » 30.000,00 » 2.000,00 Soma » 4.500,00 Total da Receita . ~ 39.406,00 Saldo de caixa vindo do mês de julbo/74 « 12.367,60 Soma « 51.773,60 Bela Vista - MT.em 8 de março de 1.975 Alvaro Monteiro lfascarenhas Tesoureiro José Loureiro Patrão DESPE li PELO$ SE~UINTES PllGIIMENTOS -COMO SEGUE: DE DESPESDS GEROIS Equipamentos Eletrónica Rádio, nf 693 Titulos de Crédito Extorno da NP emissão do r. Athanazio Almeida Mello Etorno da P emissão do 5r, Tales M. Mascarenhas Soma Total dos Pagamentos Caixa Saldo que pasa p/ a nova Diretoria • SOMA ..o0o,0o •) - ..00o,o 2.500.00 5.000,00 l9AI 1.20 2.3.'>9,IO 517i:1,60 Adir Félix, rec. dé 6/8/7<1 CrS ,Carnlcho Espindolu, rec. 3/8174 Conjunto Panambi Verá rec. de 3/9/74 . 'foles Marcnrenhas, ref. a pa gnmentos Atlétns do Futebol Arlnn Brum, rec. 31717•1 5abin, Torres, rec. 9/7/61 Luis G. de ;.rnújo, rec. de 3/9/74 Conjunto Panambi-Verá, rec. do sr. Edson iloraes Empresa Trihuno da Fronteira rec. 19. 8. 7-1. Escritório Bossa Novo, NF 2520 Gentil V. da Rosa, NF 4783 Casa Sao Pulo NF 23335' . • • • 2357:, Gentil V. tia Rorn NF 4762 • • . • • 4768 • • ,17(,0 Adir Félix, rec. de 9. 9.74 Escritório Bpssa Novu, •no. 2422 • NF 2-119 • NF 2386 Ulm!:rindo Pinheiro (Espólio) NF 634 • Wolke F. Monteiro, rec. 14.9.74 Casa .No,·a, nf 708 • Elc.utério Mendonça, rec. 2I. lo. 7-1 Casa Luzitan, nf 157 Ulisses Pinto de Almeida nf 250 José Nune, rec, 20.9.74_. ' Edgar L v nrga• rec. de 3. 7. 7-l ~ Eleutério Mendonça, rec. 17.1.75 18. 12. 7J • 520,00 720,00 <,.1000,00 2.100,00 150.00 100,00 635,00 2.000,00 •I00,00 45,00 193,00 25,oo ·l0,0o 113,oo 1'18,oo 11'1,oo 500,00 15,oo • 39,oo do,0o •l-'l,2o 250,00 4o,oo l.olo,oo 4n,oo 250,00 3o0.00 • loo,oo 500,00 9'28,oo Sabino Torres, rec. 18. 12. 74 José Loureiro, div. not.n,, eh. 40857,l ,, , Luiz Ocáriz, rec. 9/10/74 . José Olívio Ajalu,' rcc. 14. 10. 74 ,, Almir Abela Ferreira, rec. 21. 10. 74 , Eleutério ilen<Ionça, ree. 18. 11. 7-1 . Almir Abeln Ferreiro, rec. II. li. 74 : Almir Abeln Ferreira, rec. 18. II. 7•1 " Bastião A. F. Leites rec. de 20. 12. 74 Tércio Celestino Gonç.alvcs, " rec. 18. 12. 74 ;)feu U. Gomes, n{· 136 Alfeu B. Gomes, n{ 878 Olympio do Amnrul Cardinal. rec 4.2 75 Tércio Celestino Gonçah·es, rec. de 17. 2. 75. 'Eléutério Me.ndonçn, rec. de 17. 2. 75 " Dr. Késio L. Pinheiro, eoní. doe. : Tribuna do Fronteira, rec. no. oo4_ Abri;:o os Desamparados, rec. de 5. 3. 75 Campll'nhu poro Construçilo da Capeln, rec. 5-3-75 Zoé Loureiro Pinheiro, recibo de 5-3-75 SOM1A Móveis Industrial e Comercial de Madei ras Battilani Ltda nf 090 Idem idem· idem nf (digo) co forme recibo Soma loo,oo 335,So 350,00 210,00 2.143,00 1.250,00 100,00 67,00 1.400,00 500,00 227,oÍ> l8o,0o do4,0o 80o,00 7o0,0o 22.000,0o loo,oo -loo,oo l.ooo,oo 4.300,00 3-1.051,70 862,50 Dela Vista Mt. em 08 de março de 1975 Alvuro Monteiro Mfascarenha« Tesoureiro VISTO: Jos(, Loureiro Patr-lo Obs. Os documentos do presente Balancete encontra-se na Tesouraria do r:1ube a disposição dos io teressados. TESOURBRHI Resumo do l3alanço da Receita e De pe a do Período de Março de 1974 a Março de 1975 RECEITJI 7.500.00 8.362,.'io Balancête do dia 31/05/74 CrS 4.353,oo Balancête do dia 30/06/74 CrS 18.494,oo Balancête do dia 31/067/74 CrS 71.8o4,o5 Balancête do dia 08/03/75 CrS 39.406,00 1 Total da Receita » 134.057,05 Caixa-Saldo vindo da Dirétoria ante- rior » 28.912,55 Soma » 162.969,60 DESPESAS Balancête do dia 03/05/74 CrS 25,865,oo Balancête • do dia 31/o5/ » 4.237,oo. • Balancête do dia 30/06/74 » 20.660,00 . Balancête do dia 31-07-74 )) 60.434.oo Balancête do dia 08-03-75 » 49.414,20 Totai das Despesas » 16o.61o,2o Caixa-SaldQ que passa para a Dire- 2.359.-!o toria Seguinte ,. SOMA » 162.969,60 Bela Vista--MT o8 Março de 19i5 Tesoureiro Tribuna da Fronteh·a Bela Vista Mt. 15 de Março de 1975 Palestra proferida pelo dr. Arthur d'Ávlla Filho na reunião do dia 25 de fevereiro último, por ocasião da passa gem do 70° aniversário do Rotary Club Interna cional: O Rotary Club de Campo Grande comemo ra no dia de boje o 70° aniversàrio de fundação do 1 Club do Rotary que se reuniu a 23 de fevereiro de 1905 na ci dade de Chicago. Para falarmos do inspirador de se gigan tesco movimento de so lidariedade humana, que foi o advogado Paul Herris, inicialmente di zendo que foi uma cri ança nascida de um pai perdulário e inconstante e de u'a mãe que prefe ria se dedicar mais ao mundo das artes do que ao seu próprio lar. 'Essa a razão porque c meni no Paul, aos 3 anos de idade, foi entregue ao seu avô, homem austero trabalhador. idealista, de moral rija, severo e bondoso, enfim, com to dos os predicados ne cessários e ainda acres cidos de dedicação e amor, para plasmar u'a individualidade que "ha veria de deixar a ua marca no mundo", co mo disse certa vez refe rindo-se ao neto já ado lescente. Paul Harris, ao se diplomar em advogacia pela Universidade de YWOA, resolve adotar o Conselho de um mes tre o de viajar e prati car a sua profissão em pequenas cidades para só então instalar-se em definitivo na de sua preferência. Desprovido de recur sos e_ já sem o seu avô, saiu á palmilhar terras estranhas, a conviver com gentes e ambientes desconhecidos. Atravessou pelo al to de muitas montanhas desceu aos vales onde se mm1cavam pequenos burgos, dormiu nos cam pos, passou fome mui tas vezes. Esteve em São Francisco, como re pórter num periódico. Foi para a Califórnia onde trabalhou em mai de uma fazenda, depois numa. industria. de passa de uva e assim percor reu grande parte de seu pais como que numa an sia de conhecer gentes e co lumes. Resolveu ir à Ingla- terra. Para tanto, enga jou-se como tratador de boi num navio de transporte de gado. Ao fim dos cinco anos de andanças, ei-lo avistando Chicago onde chegou, alugou casa e pendurou a sua porta a placa de advogado A clientela era es cassa, mas era enorme a sua vontade de ven cer, de se relacionar, de fazer algo de útil. Perdido naquela Chica go, então cidade do jo go, do crime [e dos des mandos, cuja sociedade se agigantava rapida mente ao mesmo tem po [que se degradava em deformações varias acudiu a Paul Harris - a idéia de reunir um gru po de homens de bem de profissões diferen tes. Assim nasceu Rota ry na idéia de um ho mem solitário, desejoso de amizade e compa- nheirismo, preocupado com o destino da comu nidade em que vivia; Na noite fria e de ventania do 23 de feve reiro de 1905 numa pe quena sala do Edilicio Unity, na rua Dearborn 127, reuniram-se o ad vogado Paul Harris, o hoteleiro Silvestre Schi ele, 'o comerciante de carvão Gu tavo Loebr e o alfaiate Hiran Sho rey. ia emana seguin te, acrescido de mais dois companheiros e só na terceira, já com oito sócios, definiu-se o no me daquele Clube ex drúxulo, extravagante, original - Rotary, por se reunir cada vez no escritório de um sócio. Tão logo os locais de trabalho deixaram de comportar esses encon tros, passaram a reali zá-lo durante um almo ço num restaurante. ão passados 70 anos daquela reunião de 4 homens quando se lançou a semente de uma organização que já se aproxima dos 750.000 sócios espalhados em 150 países e distrribui dos em mais de 15.000 Clubes. Onde quer que esteja mos somos parte inte grante dessa fabulosa força de ação e, porque não dize-lo, de opinião pública no mundo intei ro. São mais de 700.000 profissionais que coman dam, que decidem, que influem e que lideram nas suas respectivas comunidades. Entretanto, há uma pergunta inquietante lan çada por um Presidente de Rotary Internacional: "Que fazemos com esta fabulosa organização"?. Na verdade, somos portadores de um obje tivo estimulante "O IDEAL DE SERVIR" e nele parece que às ve zes quedamos realizados Mas o 'IDEAL" não é estático, antes é di nâmico. Move-se conos co á proporção que nos movemos e nos adian tamos na existência. As realizações coletivas ou pessoais, os marcos al cançados na profissão nas ciências, nas artes, nas letras, na politica, nas multiplas atividades do homem, são apenas parte de um alvo muito maior, mas sempre ina tingível. Alvo que cami nha conosco a nossa frente, sem que nunca possamos alcança-lo. Por isso, ele e re nova todos os dias na reafirmação dos seus propósitos, na refor- Eis porque acredito mulação dos seus que tanto o Rotariano, objetivos imediatos, na como Rotary, estão per conquista de si mesmo manentemente engajados na adaptação às mnta- nessa renovação de si ções da sociedade em mesmos. O rotariano no que vive. reavivamento do seu en E porque é dinâmi- tusiasmo, re-exame de co o seu ideal e dinâ- sua atuação, na reavalia mica a sua existência. ção de suas possibilida incontáveis são as opor_ des' na busca constante tunidades de servir, que do ideal. Rotary, se repetem todos os tary, no rodizio dos dias da vida de um ro- cargos administrativos. tariano. SERVIR, portan na reformulação de suas to, no conceito rotário. metas e objetivos, na não _pode ser um nego- modificação de suas nor cio de uma só prestação mas e regulamentos, no com a qual se obtem anunciado dos seus "slo o recibo de sócio remido gans" e no aperfeiçoa Ao contrário, é uma tran mento a revisão dos sação de prestações in Seus programas de ação,, termináveis que se repe tem todos os dias em ca Cada um de nós não da uma de nós, com Vive numa época isola satisfação de missões . da, mas várias épocas cumpridas, realizadas. dentro de um contexto logo reiniciadas. ' histórico. Na capacidade Por isso mesmo não é o Rotariano. nem pode ria ser, um homem des hgado da reulldude que o cerca. Ao contrário alista-se no pelotllo dos atentos e dos que estüo conscientes e interessa dos no microcosmo que o cerca. . Consequentemente, não pode ele pregar um ideal abstrato, vago ou inoperante. A sua moti vação há de ser prática e objetiva, reconhecendo especialmente, que a so ciedade dos nossos dias se modifica rápidamente à luz de uma tecnologia simplesmente galopante e em que pesem as des concertantes contradi ç0es e os dolorosos con flitos que a desfiguram, reconhece a obrigação de não apenas nela viver mas, por ela, interessan do-se' procurar modifica la para melhor. (Continuo na Página 4) CASA SÃO Avenida 11 de Dezembro JOSÉ Vendas só no Atacado Coca-cola, Fanta, "Katira", Skol em lata e garrafa, Trigo Tosca 10 x 1 , Q ovalado Argentino, Arame Mota, secos e itoiiad ,""$N,, "acaré, Arame Vendemos também o Oleo mais preferido da Região, O Famoso Oleo Marasoja "O Óleo da dona de É casa que sabe o que quer "A Casa da Tradição" 164 De José Destefani Jardim- Mt. Tribuna da Fronteira Bela Vistn Mt. 15 de Março de 1975 - CONTINUIIÇIIO D 10° 1 de sentir e agir objetiva mente, 'dentro de cada uma delas, buscando tor nur-se, não parte dos seus problemas, mas par te de suas soluções, resi de também uma imensu rível fonte da oportuni elude de ERVIR E esta prestação de serviços se faz tanto mais necessáriu quando sentimos que nem todas as mutações de nossa é poca são para melhor. Eis porque maiores são as responsabilidades daqueles que' como nó rotarianos, tem a re: pon sabiliclacle de opinar, de dh;cernir, e de liderar, pre etvando valores mo rais qe formam os ali cercere da ordem, da lei, da segurança e cio bem estar de todos. esse programa de ação, quer pela atuação coletivo. do clube, quer pela atuação individual, está o rotariano ali tudo e permanentemente en gajado. Quero crer que ao criar o primeiro Rotary Club, há 70 anos, não tinha Paul Harris em mente cferecer solução cristalina ao eterno pro blema do homem. 'ão pretendia, como não de vemos pretender nós, h·an formar nossos com panheiro em santos' heróis ou gênios. Acredito mesmo que Paul Harris nunca che gou a avaliar, naquele momento, e só mais tar de compreendeu, o fabu loso potencial do movi mento que desencadeou. o do clube de serviço. Creio, sim, que pretendia apenas despertar um pouco de amizade a um grupo 'de homens deno minados pela algidez dos negócios. Acreditava, sim, co mo acreditamos nós, no prodigioso potencial da amizade organizada em torno ele um objetivo. Eis ai Rotary na simpli cidade de sua filosofia. Mas que fabuloso potencial pode ele des pertar, surpreendendo-se a si mesmo e nos pri meiros companheiros, ao ver que a idéia captava a imaginação do homem de te século atribulado e, rapidamente, e e: pa Ihava por todos os conti nente,. A "fórmula" era simples: dignificar a pro fissão, dando-lhe novo sentido ético e social. Compartilhando da amizade de companhei ros imbuídos do mesmo ideal, o homem tra;:;spõe fácilmente as barreiras do seu egolsmo, vive os vários muudos de sua é poca, convicto de sua nobre missão de ser útil útil à sua profissão, útil a sua familia, útil à sua sociedade, úlil à sua prática, e útil, enfim a comunide universal. Aceitando o desafio de "servir", o profissional rotário leva a· idéia, quer pela palavra quer pelo exemplo, aos vari os mundo em que vive: ao eu mundo nal profissional, ao seu mundo social, ao seu mundo familiar, e ao seu mundo íntimo, especial mente a este último, de Brasília Lsdird) último pleito: "a eleição -- O Senador Helvidio de 15 de novembro não Nunes (ARE'A/PI) apon- registrou vitória esma tou "a exagerada men- gadora nem derrota fra talidade tecnocrata" e a gorosa, pois a ARE A marginalização "dos continua majoritária nas que têm o dever de us- duas Casas do Congres tentar politicamente 0 so, embora o MDB ten Governo", como os fa - ha cre cido alem das tore determinantes do insucesso da ARENA no suas próprias previsões. Auto Mecanica lndependencia De José Hip6lito de ;leio Oficina Autorizada Ford Willis do Brasil ·Mecaicos com cursos de Especialização" lua Cuiaba s·n e Avenida Il de dezembro 385 Jardim- Mato Grosso onde emanam. dentre todas as suas dúvidas e indagações as suas deci sões, a sua convicção o os propósitos. Fazendo desse ideal a ponte entre o coração e o cérebro, põe em mo vimento aquilo que cha maríamos de "cidadão ideal", altruista e objeti vo a um só tempo, pe dra de toque de uma so ciedade melhor. Com efeito se o ser humano é uma máquina onde o cérebro atua a frio, como já disse ai guém, só o espírito ame niza e aquece. Sózinho, o intelecto pode produzir monstros. Assim, acreditamos em Rotary como força capaz {de aglutinar ho mens de ~boa vontade es tabelecendo entre o ce rebro e o coração a pon te do equilibrio, inspirun do um e suavizando o outro, para. us inarre dáveis brefas de todos os dias, na trilha fascinan te porque verdadeiramnen te humana, de nossas vi das. E por estarmos reu nidos hoje, em Rotary, as nossas homenagens e o nosso muito obrigado a Paul Harris. (trans. do Jornvl da Manhã) Instituto Psicotécnico SUDOESTE Exames Psicotécnicos para Motoristas Amadores e Profissionais Praça Cel Camisão no. 53 GU)A L0z$ DAN LAGUNA 31. TE€MI MEL de Juarez Rodrigues "Trabalhamos com perfeição para continuarmos a ser o modêlo no ramo de tapeçaria" Reforma qualquer tipo de móveis, Estofados, Colchões de molas, Capotas de Jeep, e estofamento, de veículos em geral, Atende-se Domicilio Fazemos Orçamento sem Compromisso. Avenida 11 de Dezembro 126 - Jardim-Mt. " ,, " Financiamento próprio, carros novos e usados Peças Origina.is FORD Lubrificantes, Acessórios, Equipamentos para Qualquer Tipo de Carro "Fordcar, a Firma que veio para Ficar" Rua Duque de Caxias 1285 Bela Vista Mt. CASA RODRICiUES ... 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Representações Adubos Cereal Metálico Ouro Ltda "fertilizando com Carinho a Nossa Terra" lua Seba-tio Cri-pim do lego 50l (cm frente a Receita Federal) Bela Vi-ta • ,lt. Restaurante e Churrascaria « TAMOIO» «O Ponto Certo para as pessoas de Paladar Exigente« Hodizio, Comercial, Ambiente alegre - ótimo atendimento Visite-nos e seja mais um frequentador assíduo do "RE TAURANTE TAMOIO" Rua Antonio Joilo Bela Vista MT. (Ao Lado da Agência da Cruzeiro do ul) INERCIO PROFISSHORL Dr. Pedro Palmieri Advocacia em Geral Huu 15 de ovcmbro 170 Fone 237 Dela Vistu T R. FMIRE U,KG#O Médico Rua 15 de Novembro, 75- Bela Vista - iIT =HAR0LD0 MEDEIROS-= ADVOGADO Rua General Osoriv, 541 - Bela Vista - Mt. Dra. Maria Aparecida Z.anda Cirelha Cirurgiã - Dentista (CRO-387) 0dontopediatria Prótose em geral - Raio X "Consultas com hora marcada" Rua Cel. J uvêncio 237 Jardim Mt, G.9 /CM#NI ADVOGADO ESCRITÓRIO Rua General Os6rio, 825 Bela Vista Mato Grosso Lanchonete que se impos pelo atendimento Salgadinhos - Bebidas Nacional e Estrangeira Londres • o homburger • Bauru - Mate A Lanchonete mais completa da cidade Perfeito Serviço de Atendimento Rua Duque de Caias S/N ( Fim frente ao Ginasio Estadual ) CISINIII FEL?" Centro de Orientação Escolar Direção: Profa. Maria Loureiro Pinheiru Aulas l'ré•l'rimário e .laternul Matriculas Abertas HORÁRIO das 8.0o Hs às 1loo h-. Particulares no perio<lo Bela Vista da Tarde Mato Grosso Relatório da Visto, etc. Hassun Abdalla Dau aidar, representando 'o seu filho menor OMAR HASSAN ABDALLA, in gressou nesta comarca, Tesouraria Período de Março de 1974 a Março de 1975 Doação do Clube do Laço ' Abrigo dos Oesumparndcs Cr -l00,00 Campanha ela Capela Esp. janto Cr$ 1,000,00 Doações Recebida. pelo C. do Laço Sr. Geraldo Corrên 1 Bezerro 'elore r. Melchiades Corrêa 1 Bezerro Nclore r. Acelino fiobcrto Fern:ira l Bezerro elore r. Oshiro Tntsuo 1 Bezerro Nelore 'r. Arino Jlor,ira 1 Cavalo pi Hodeio Obs: Estes uuirnni encontrnm•:-e n dispo,i<;ão da Nova Diretoria na Chácara do Clube, cxeto o Bezerro <lo r. Gerddo Corrên, que já foi leiloado. As contribuiçõe recebidas em dinheiro du- rante a Exposição figuram registradas em nn/ Balanços Realizou atrnvéz de Comissã suu lll Exposição Agropecuaria de Bela Vista em Julho de 197i Melhoramento Efetuado Aquisição de mni de uma Chácara no valor de Jlclhornmento e ampliação do Restnurnnte Aquisição de Mesas, adeiras e espetos Aquisição de l amplificador e 2'cornetas. Aquisição de jogo de camisas para laçadores' Aquisição de 1 jogo de cami- sas para polo Aqws,çao de 1 Jogo de camisa para futebol. Participações Esportivas Participou do Campeonato de Futebol de campo da cidade Participou [de competições de laço em Maracajú, Ponta Porã Caracol e Alto-Caracol-, Contas a Receber pela Nova Diretoria Mensnlidu<lcs ntrnzadas uproxi- madamente CrS 26.000. 00 Prorniss6rins à liquidar ' (u favor do Clube) ._ . 17.ooo.oo Dinheiro em Cnixu transferido a nova Diretoria • SOMA Contos à Pagar Não há contas à pagar até esta data. Bela Vista - M enn 14 de março de 1975 CrS 7.ooo,oo 17.ooo,oo 15.200,00 2.359,10 15.359.10 Alvaro Monteiro Mascarenhas Tesoureiro José Loureiro Patrão PR&CESSE CWI N° Pedido de Retificação • de Requerente: Hossan Dauaidar SEITEII com pedido de Retifica çao de nome de seu fi lho Omar Hassan Ab dalla, alegando que: seu filhu nasceu na cidade de Bela Vista onde !'oi 15/75 NOME Abdalla registrado 110 Cartório do 2 0ficio às folhas 47-verso do livro n" l(j. A (doe. IIs. A). Alega ninda. que uo momento de el'etunr o registro o 0ficial por equivoco não constou o nome dos avós paternos, DAUAI DAR, pleiteando do Es tado-Juiz a retificação na certidão de nasci mento a l'im de que ve nha ser adicionado" ao seu nome, o nome de seus avós paterno , a saber: DAUA!D, Iiean do o nome do menor registrado como OMAR HAS A ABDALLA DAUAIDAR, na forma correta. Lançou no presente pedido, o ;liol!,lério Pú blico da comarca. a sua abalisada cota de fls. (i e 6 verso, eudo favo rável a concessão do pedido. É o relatório. Passo a decidi: Preceitua o artigo 71, do Decreto n 4.857 de 9/11/75 que: "Qual· quer· alleração posterior de nome, só por (exce• ção e motivamente será permitida, por um des pacho de Juiz togado à que estiver sujeito o re gistTo, arquivan fo-se o mandado quando fõr o caso e publicando-se pe la imprensa. [Decreto nº 5.318, artigo 1º] Evídentemente, co mo demonstrou o reque rente, ao ser lavrado o registro, não consignado no nome do menor o nome dos seus avós pa ternos, a saber, Dauai dar, nome tambem do seu progenitor. Assim sendo, pro ceitua o art. 74, pará grafo único, do Decreto 4.857 de 8/11/39. Deverá entretanto conter o registro o "no rne do pai ou mãe quan do qualquer: ãeste fôr o declarante" todavia, conforme se observa na inclusa certidão de nas cimento, o Oficial de Regisil·o, inão observou o parágrafo único, do art. 74, pois que. sendo declarante do nascimento o pai, deveria acrescen tar ao nome do menor o nome do seu progen!· tor, nos termos da ex:i gência_ legal. Isto pôsto, dou pela procedencia do pedido rnaugural, determinando ao Oficial do Registro que proceda a retifica ção adicionanrlo ao no me do menor o nome de seus, avós' paternos DAUAIDAR. ficando colll o seguinte nome. OMAR HASSAN ABDALL-. DAUAIDAR nos termos ··TREVO" - Inseticidas - Banheiro (Cont. na última Pági11al Tribuna du Fronteira Bela Vista-Mt. 16 de Março de 1975 BELII REEET . CLUBE DO LAÇO ISTI MITO RO SO E DE PESD D E DE J HO E 1974 Receita Pelos seguintes recebimentos como segue: Ref. a 7 NPs de diversos, no vr.de CrS 2.500,00 cada _.CrS 17.500,00 Conh-ibuição p/o Rodew, rec. do Sr. Edson M. Moraes » 1.500,00 Idem Idem do Sr. Pêgo L. de Almeida Idem Idem do Sr João Victor Vaz Guimarães Idem Idem do Frigorífico Fricurdo Q Idem Idem do Frigorífico Rio Negro Idem Idem do r. Lázaro Corrêa Recebido pela venda de ingressos para o Rodeio Recebido pelo arrenda mento do Restaurante do Clube Renda liquidá. recebida do etr iocial [Sr. Amaury M. Mascarenhas) TOTAL DA RECEITA « 71.804,60 » 3.000,00 » 1.500,00 )) 1.000,00 « 1.000,00 1.000,00 )) « 22.006,00 « 20.000,00 » 3.298,05 Saldo vindo do mês de junho » 997,55 OMA » 72.8)1,60 Despesas Pelos seguintes pagamentos como segue: Ao Sr. Zoé L. Pinheiro, por- seu pagamento pela cons trução da varanda e rama- da do Restaurante,- conf. rec.. » 10.000,00 Idem Idem ao Sr. José Lo- reiro. Idem Idem » 5.ooo,oo Sr. Tércio C. Gonçalves,- ref. ao carreto da tropa à- P. Porã - l1t. dia 22-6-74,- conforme recibo « 2.000,00 Sr. Gaspar Barbosa, por- fornecimento de refeições- a trabalhadores na ampli- ação do Restaurante, - conf. rec. » 350,00 Pálace Royal, ref. a aqui- sição de camisas de Fu- tebol conf. NF 10196 « 180,00 Rosalino Coene, ref. servi- ço de reforma de cêrca, conf. recibo de 22-4-74 » 70,00 Ramão Torres, mensalida- de 17-5 a 17-6-74, conf. recibo » 450,00 Ulisses P. Almeida, 4 sacas de sal, nf 1998 de lo-9- « 8,oo Ramão Torres, 8 dias de serviço, recibo de 25-6-74 » 120,00 Bastião A. F. Leites servi- ço de Escritório, março a julho 74 « 1.000,00 Sr. Waner A. Ferreira. ref. a 5o do custo da amplia- ção do depósito do Rest. » 3.500,00 Sr. Mário Loureiro, ref. seu pagtº par cial ao conj. Pananbiverá c onf. A E. LEVANTADO rec. de 31-7-74 « 1.100,00 Pagtº de lIont. do Rodeio « 2.010,00 Desp. de restaurante, da Comís. de Julg. e peões Rodeio » Sr. Luiz G. Araújo, aluguel « da trópa e despesas de Peões » 14.990,00 Pagtº de prêmios à Ginêtes conf. balancête » 1o.2oo,oo. Puprobel, ref. a ingressos para Rodeio Pagamento à Dupla de Gaiteiros Gaúchos Empréstimo à 3ª Expo sição Agro-Pecuaria de Bela vista-l1T. ,conf. eh. nº ll5859-Bco. do Brasil S. A CrS 5.000,00 Total dos Pagamentos » üo.434,oo CAIXA aldo que passa para o mês de Agôsto Balanço Observação: Os documentos que com põem a presente demostração, encon tram-se na Tesouraria do Clube a dispo sição dos interessados. Bela Vista-lIT. em 31 de julho de 1974 Alvaro Monteiro lIasca.ranhas Tesoureiro José Loureiro PATRÃO Z@o EM 31 DE JULHO DE 1974 416,00 )) 1.930,00 )) 2.ooo,oo )) )) 12.367,60 72.8ol,6o . Página Contas Débito Credito Página Contas Debito Credito Página Contas Debito Credito 1 Caixa 12.367,60 3 Exposição de tos A Receber 12.500,00 Bela Vista-Mt. 30.000,00 7 Mensalidades 3.847,00 2 Despesas gerais 55.696,00 ' 8 Taxa Social (Jóia) 4.ooo,oo 4 Bens Imóveis 75.500,00 9 Receitas Diversas 55.o96,oo 3 e/e - À Receber 5 Bens Móveis 6.880,00 10 Títulos Patrimo- niais 130.000,00 Empréstimo á 6 Títulos. de Crédi- Balanço de Contas 192.943,60 192,946,60 t CASA FLORES de Orestes Flores Eletro - domésticos - Calçados - Bijouterias - Artigos. para o Inverno - malas - Tecidos - presentes e uma infinidade de artigos para Embelezar o seu lar. CASA FLORES "A Casa de Sua Economia" Rua Pilad Rebuá 566 Bonito Mt. ENFOQUE TRIBUNA 0ft "Órgão Independente a FRONTEIRA Serviço da Região" Ano IV ela Vista MT. 16/03/75- N" 14 !....-------------------- • ' (f 111OS, FOTOS, SOCIEDDDE ... J ±20-30986-9 5±5-±- 8939±96±3389-$ K k Esta Coluna é Patrocinada pelo', $ Bar, Lanchonete e Restaurante' i "O BATIDAO" } t Expressão Máxima na Arte de 1 } Bem Servir. $ s #R } $ ~ "Ü Local onde se reune a Fomilin Belnvistense"' 1' i j } ao lado do Clube Esportivo Belavistese) $ assoo>so co<sss scossos<assas.$ DNIVERSÍRIO ___ [:] [:] [:] _ RECADO Dia 8 p.p. Odila M. Salamene Dia 9 p.p. Amaurl Mascarenhas Ana l'Jaria Ocarnpos, Raquel, Rosiley Iiranda, Ge tulio Arguelho e Sbirle Aquino de Souza. Ricardo da Rosa cur sando faculdade no Rio de Janeiro, ainda circu lando pela city... , . Voce,. que se diz cristão, integrado na comu nidade, participando do desenvolvimento de Bela Vista; voce que demostra ser juiz dos atos alheios; v.pce que aparentemente mostra fortaleza (por vai dade ou- complexo?); voce que foge da "verdadei ra realidade,,; enviamos este Recado: "Veja as coisas não como são, mas sim como poderão vir a ser. A Capacidade de visualizar valoriza tudo. , Quem pensa positivamente prevê sempre o que pode ser feito no futuro. Tão fica empacado no presente". Assim, "meu amigo", estamos construi ndo uma indústria grafica, uma empresa jornalis tica, e o que é mais importante. Partimos do nada sem medo do futuro, sobrepujando as adversidades. as incomprensões, os pensamentos derrotistas e assim meu amigo, mesmo se amanh.ii por um capricho da natureza ou mesmo por erro. (somos humanos) formos cbrigados a começar tudo de no vo, começaremos com um largo sorriso, pois a nossa força não procede de cargos ou de situaçõ es, procede da mente e da vontade de realizar algo em beneficio da comunidade, seja onde for. É o poder da fé ... ___ [:] [:] [:] _ ___ [:] [:] [:] _ TRE FATOS EGATIVO 1- Serviço de Energia lação belavistense será Elétrica não possue mais obrigada a dispender condições de funcionar. verbas para a aquisição Ou a CEMAT encampa de Zlampiões. D E Z dias logo o serviço de ener- sem LUZ, é demais. lnte gia elétrica, ou a popu- ressante é que na visita do Governador Fragelli, ninguem lembrou à .Excia os problemas.de Bela Vista ... O CALADI HOS ... ETXX- XXEI 2- Dia 12 p.p, a noite, nas imediações do Hospital um funcionário da TRIBU A deu carona para uma senhora com uma criança no braços. Até ai tudc bem, o que há demais? las, leitores, a pobre mu lher estava completamente "desnorteada" e a crian ça... a criança havia sido operada bá pouco de um tumor na testa . . . ANTO DEU DOS MI ERA VEI ; As 2o.3o hs. após a pesada chuva que abateu sobre nossa cidade, uma pobre mãe carregando sua filhinha nos braços ( talvez ainda semi-anestesiada) andava a êsmo nas ruas procurando sua ca a onde poderia cuidar de sua pobre criança. MEU DEUS, quem em seu juízo perfeito poderia dar alta àquela criança e OLTA LA pelas ruas, sem agasalho,com fome e ainda em recuperação. Não poderíamos omitir um fato des sa natureza, esperamos que a Diretoria do Hospi tal tão competente e. humana, apure os fatos e PUNA OS RESPONSA VEIS ... ETXX-XXE Recebeu amiguinhos para comemorar seu nat a garota Nádia Marçolla a Lanchonete O'· Batidilo" de propriedade do popular Catureba, às 4ª f. àquela peixada, e nos sábados a famosa ) feijoada carioca. É uma exelente pedida. Almoçando no Res taurante 'Tamoio o cn sal Aloisio Mendes e Rosinha, acompanhados pelaSra. Aracy Mendes e a graciosa Lucinha. As "Missões" se re vestiram de pleno suces so. Muita gente que se dizia "Anti - Religião'' conscientizaram-se de que o CRI TO é fator pri mordial para a fe!icid!l de no lar, nos negócios, enfim, de que o Cristo évida e sem vida ninguém vive, ape- nas vegeta. CLUBE DO LACO .. No dia 8 próximo passado o Clube do Laço empossou sua nova diretoria, escolhendo uma pleiâde de homens idealistas afim de levar avan te o Clube que já se tornou uma tradição no Su doeste matogrossense. Tribuna da Fronteira, caminbando lado a lado com os idealistas que proeuram construir algo em· beneficio de nossa cidade, envia seus votos de pleno sucesso aos novos componentes. Patrão Volk Fernandes Monteiro, Capataz: Tales M. Mascaren- has. Sota-Capataz: Luiz Gonzaga de Araujo, Fiscal Campeiro: Antonio Xavier, Secretario: Bastião F. Leites' Tesoureiro: Zoé Pinheiro. Orador: Dr. lrineu Cardinal, Conselho Fiscal: João Mascarenhas, Dig no Aristides Gonçalves, Celso Blta, Edson Moraes, Mario Bátilaie,,Bepto de Esportes: Olimpio Cardi nal, Comissão de'Julgamento do Laço: Sidney Mas carenhas, Alvaro Mascarenhs_e Amauri Mascaren has. É de admirar como as pessoas "Competentes" (assim se intitulam) p/ escolher professoras e fun ionários que trabalharão no corrente ano, fazem o que querem ( sem respeito as regras ), cometendo inúmeras injustiças, d ando seriço a quem não precisa (apenas por «hobbie), e aos que realmente necessitam, entregam as migallas, isto é se qmzerem. "COMPETENTES" ... cuidado, lembrem se do velho ditado": Quanrto estiveres no alto não Continuação do se esqueça dos que ficaram embaixo, pois quando estiveres descendo, poderás encontra-los subindo" Processo Civil "E TEM MAIS... assim como é horrivel o , costume que muitos funcionários e professoras no 15/75, adquiriram por INV&JA tramam FOFOCAS' falam ••• das companheiras, dos chefes, enfim, dos que não se encontram presentes, isto para "LEITEAR" Ganhar Ponto, e por incrivel que pareça "AS E OS COMPETENTES" acatam FOFOCAS ... ai dá uma tremenda salada e muitas vezes sem sal (O assunto ENSINO está empolgante, desconhecia amos os meandros do nobre setor em nossa cida de" e prometemos voltar em breve, com ampla reportagem ... ) ___ [:][:][:] _ É; pois ê... D° 16-A. IlIs. 47 do Car tório do 29 Oficio. Cus· tas judiciais pelo reque- rente. Publique-se a pre sente na imprensa local nos têrmos do Decreto nº 5.318. P. R.I Bela Vista 26 de fevereiro de 1.975. Dr. Walter José Rodri Estudando em outras plagas a cocadinha Ilda Maria Murano, filha do médico e vereador Fiori Murano... gues Contrera Juiz de Direito Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº139_09_03_1975 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº141_23_03_1975 Voltar para a lista de itens