TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXV_Nº1901_17_01_1998 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXV_Nº1901_17_01_1998Número da edição1901Data de publicação17 de janeiro de 1998Número de páginas8GeoCoordenada -22.10508430288328 , -56.53496722554755 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXV_Nº1901_17_01_1998 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto ANO:XXVI. N· I9OI • MELA VISTA- IV DL JANLEIO DE 1,9OH- SÁ/ADO- FUNDADOR. IVA! DO Pti IRA hs0,o Vamos à luta Garibaldi paga E voltamos ao trabalho. Tinquém é de ferro, os quinze dias de paralizaçao renovaram as nossas forças, voltamos com multo mais entusiasmo e VONTADE. VONTADE - palavra mágica, é o que precisamos, em !}eia Vista, Caracol, Gula Lopes da Laguna, furto Murtinho, Jardim, Bonito, Antonio João e Nioaque, mas querer mesmo, com INTENSIDADE, vencer desafios. Se fürto Murtlnho e Bonito Já sacudiram estruturas e estão caminhando, graças, sobretudo, ao TURISMO, as demais cidades estão, ainda, em estado de CHOQUE. As mudanças no Brasil exigem também mudanças de atitude. O Brasil mudou multa gente. E nós, aqui na ORÁFICA APA e no GRUPO TRIBUNA também vamos mudar, adquirimos novos equipamentos, estamos aptos a executar quaisquer serviços gráficos, a cores, com qualidade, bons preços e aquela tradição de buscar transformar o cliente em amigo. Já no tocante aos Jornais a partir de Fevereiro GRANDES NOVIDADES, jornais mais ágeis, voltados para o turismo, prestação de serviços, visual moderno. E sempre com a linha que marcou a atuação dos jornais nas comunidades. E pensar grande. Vàmos à luta. Não posso deixar de registrar o "golpe dos gringos", era esperado, o HSBC Bamerlndus fechou suas portas em várias cidades da região. cabeça de "gringo" é assim mesmo. Até não critico muito, se não dá lucro FECHA. Se não funciona, raça funcionar, se não presta, ELIMINE. Vale para tudo, até para os políticos, lembrando, ELEIÇÕES EM OITTUBRO. É hora de mudar. (PP). 13º Salário Prefeito Garibaldi confraternizando com os funcionários no dia último dia 3I O Prefeito de Bela VIsta José Garbaldi da Rosa Neto. no dia 31 de Dezembro. pagou 013salário aos funcionários da Prefeitura Segundo functonrio da municipalidade que trabalha há 05 onos "esta é a primeira vez em 05 anos que recebemos o 13° Salário no mesmo ano. já que nos anos anteriores sempre recebamos o 13º salário em fevereiro do ano subseqüente. Este é um fato inédito para nos funcionários. principalmente em fino! <le ano" Pagina - 05 J0ÃO SIAt I to+ .h/o + MA! I ambienta! pua nr cm } larenda ào no, farpo de He!a V,s +Is No»fdterr+nado oe tato de impacto ambiental FLÁVIO VIEHII torna publico que t queteu a SIM DR SMS. autorização ambiental pata limpeza de pastagens em 150,0000 h, na I ausenta lyui do Sul, no Municipwo de Nioaque/MS ão foi determinado o estaduo de impacto ambiemal VALDECI ALC'AR,O l>A SILVA, toma pblico que requereu à SE MADES7MSa autorização ambiental para limpeza de pastagens em 42.0000 hu na Fazenda Nova Vitrine II, Municipio de Guia Lopes da Laguna. Não foi determinado o estudo de impacto ambiental. JORGE CÂ DIDO DA SlLVA. toma público que requereu a SEMADESMS a autorização ambiental para limpeza de pastagens em II0,000 ha na Fazenda Boa Vista. Município de Guia Lopes da Laguna. N5o foí determinado o estudo de impacto ambiental. Turistas Reclamações Vários turistas procuraram a Redação do Jornal Correio Jardinense (GRUPO TRIBUNA) em Jardim. alguns até irritados, com o despreparo de muitos proprietários de lojas, restaurantes e lanchonetes. cm Bonito, no tocante ao atendimento e ao absurdo dos preços cobrados. Reclamaram também dos preços cobrados para os passeios aos pontos turisticos daquela cidade. ão é a primeira vez, algo deve ser feito. Já um grupo que esteve cm Porto Murtinho, reclamou dos proprietários de uma Lanchonete, "estávamos tomando cerveja com uns amigos, na referida lanchonete, alguns de nós saíamos do local, várias vezes, para ir ao banheiro, foi até interessante, pois a todo instante queriam saber quem pagaria a conta, um clima estranho, no final, evidentemente, fomos embora constrangidos, além do mais a despesa foi insignificante, menos de RS 20,00, é pouco dinheiro para tanta preocupação. Da Redação da TF ligamos para a Redação da Tribuna Murtinhense, indagando sobre o tratamento dispensado aos turistas pela citada lanchonete, "todos reclamam. mas é uma das poucas da cidade, somos obrigados a frequentá-la na marra". Não vamos citar nomes, só esperar que todos. não só em Bonito, mas também em Porto Murtinho, se preparem melhor para receber os clientes, e, também, quando se trata de lanchonete ou restaurante, ao receberem grupos procurar saber discretamente quem será o responsável pelas despesas, fica tudo mais fácil e evitará constrangimentos. PREFEITURAMUNICIPAL ti·vro: ''Ca DE BELA VISTA/MS PortaPia Nº 212/98 Cabinete do PreFeito O Prefeito Municipal de Bela Vista/MS., no uso das atribuições que a Lei lhe confere: RESOLVE: REVOGAR, a Portaria N 047/98. de 05 de Janeiro de 1.998. UMJ>RA-SE. Bela Vista/Ms., 16 de Janeiro de 1.998 José Garibaldi da Rosa Neto - Prefeito Municipal Extravio de Documentos 'icodemos Lima da ilva, COMUNICA de acordo a Lei que foram extraviados seus documentos: Certificado e Histórico do 2° Grau e Diploma de 2° Grau do Curso Técnico cm Eletrônica do Colégio Centro Educacional Fluminense (Meriti) - São João de Merili/RJ. Bela Vi5ta/MS .. 13 de Janeiro de 1.998 Serra" é u O llvro do Jornalista e escritor Ialdo Pereira. "CARANDAZAL DA SERRA. Vícios e Virtudes de uma Comunidade" está obtendo sucesso de vendas e de crítica. Vários jornais editados no MS e alguns do interior paulista publicaram matérias a respeito do livro do "paulista-belavistense-murunhense"- Ivaldo. Com tira11em de 2 míl exemplares. em menos de dois meses mais de 1.000 exemplares foram vendidos. distribuídos em 17/18-DROGARIA sAo SEB,STIÃO- Sra. Selma $0 pontos de vendas. bancas. padarias lanchonetes e livrarias). o escritor está sendo considerado o que mais vende no MS. O próximo lançamento (em Março) de "ESTÓRIAS QUE AS QUENGAS CONTAM". com a apresentação do Jornalista e também escritor Oscar Ramos Gaspar. Editor do Diário da Serra. promete superar o sucesso de "Carandazal da Serra" (escreve Dupré G_arcia Coelho. Jornalista). Serviços do 88 trazem Garil ldi faz vantagem ao Servidor Estadual · • Os principais beneficiários com a Atlética Banco do Brasil balanco de um transferência das contas para o Banco do (AABB). Brasil; são os 52 mil servidores estaduais. A filiação obedecerá A primeira vantagem aos critérios de cada Clube, ~ funcionários do interior é o fato de que admitirá conforme ano Qil flDrnn poderem fazer parte e desfrutar de todos sua capacidade de_ . r Vlil l lil os beneficias oferecidos pela Associação atendimento. Página_ 04 Dicas do llovo Cbhgo llacomal ,q de Trânsito • farmácia de Plantão o Prefeito José Garibaldi da Rosa Neto. ao findar o ano de 97, no dia 3 I de Dezembro, fez um balanço geral de um ano frente ao Executivo Municipal. sendo que o primeiro ano foi de superar desafios e ultrapassar as maiores dificuldades para colocar a casa em ordem. Página - 02 1 -· E INEBRO DE 1.90 ) ,..•-11·11• • I l ., 1 THllH' ' J) l·H< ·" ·, -.: Garilbaldi faz ba anço de um a o ../ -. ,/ . ( ... ti',.. - .. cz > • ➔ ,. ' o l'nfcito José G.iribnldl da Rnsn Neto (foto), ao fi:ar uno e 97, no dia + ez·moo fezur. oranco :ai de um uno iro.. ao r.xccutivo Municir·', sendo que o prlmeirc ano foi de superar desafios e •.>'tr.1pnssor as maiores dific1. ,des parn colocar a casa cm ordem. Garibaldi disse: "muitas foram os dificu!JuJ.:s. Exerv7... -.. ir·iro lua4, com o ajuste do plano real sofremos redução da nossa receita, obrigando-nos a tomar 'árias medidas de contenção de despesas, para que fossem mantidos os atendimentos essenciais à nossa população. Em segundo lugar, r:c· ,•:1mos com os ru;.cionários o pagamento dos seis meses de salários atraSados pela Administração anterior, dos quais já pagamos mais de R$ 265.000,00 (duzentos e sessenta e cinco mil reais). Em terceiro, tivemos que R'Cupcrar com recursos próprios, todo o nosso maquinário, caminhões, velculos de transporte escolar e outros gastos estimados no período cm mais de RS 175.000,00 (cento e setenta e cinco mil reais). EXPEDIENTE Jornal Tribuna da fronteira 1 m quarto f t • " mande R 6500.00 n1a é UlitO nu! f .IJ'), ,J: c.Ji,H!. de contrapartida para saumm , <L, 11u,!,n,pltr.c1.1. Lm quinto, realizamos o concurso público para cumprir nomrr, do ·r ribun.11 ck Cr,r,:,,, TF- O que 0Je11horco11sidua como rnldo positivo neste seu primeiro ano de Gm·emu? Garíh:1ldi - Graças a Deus, apesar das dificuldades já ciwda, conseguimos manter os serviços essenciais em todos os )Ctnrc, d,1 no,,.i admini,tr.,i,:Jo; na área de saúde publica, nos orgulhamos de nossa equipe médica. odontológica e demais 1 funcíon.írios, mantivemos ativos todos os programas preventivos a exemplo do programa comunitário de saúde que mantém agentes em todos os Bairros. O boxcxo que garante a saúde bucal de mais de 5.000 alunos, adquirimos com recursos próprios. mais de de 65.000,00 em medicamentos. Compramos aparelho de ar condicionado para a sala de ultrassonografia, dez ventiladores de teto, aparelho de tdevisilo e vídeo cassete, bebedouros, compressor para o Centro Odontológico; canetas de alta rotação, aparelhos de pressão, termômetros e vános outros equipamentos necessários para o bom desempenho dos profissionais de saúde, e com oapoio do St."Cretário de Estado ele Saude e os Deputados de FUNDADO ™ 20 OE FEVERElílO OE 1972 Propriedade da Gráfica & Editora Apa CGC: 03.201166/0001-90 • ln1c. E1l 28.059.232-9 Diretora: Maria Esteio Velásquez Pcrcir.1 Editor: lvuldo Pereira Reportagens: Ubaldino Rodrigues, André Ávalos, Toninho Rui-i: e.l~!u Carlos Ve!:isqucz Reda~.., e A.d1r./nistração e Parque Gráfico: A,·cnidP Tribu.:, da F:-ontcir:i.564 • 8(067)439- 1410 - TA" 439-1544 - ta.ta Postal 23 • CEP: 79 .±1-09€ - Bel:. Vi-tMS ' .• - 'ui?.~ , •r;; • i..' nfls ;,.41/irias assinadas não represc11/J.!'' !:,·ce.Sariamenre a opinião do Jornal, sendo de resposa ilidade de seus autores REGISTRO NO CARTÓRIO DE TÍT LO E DOC - MENTOS Nº 1.066 l 1 M$UlA'il'Uf.'U.S: i Exemp'r: RS0!0 Assinatura Trimestra!- RS 25,00 As.sinal ra~- .. :,_ >s.;o,Uu . ..;hi.turn A,,.. :H,90,00 ' FlllAD..); , "1JOR! e ABRA~r ·, ., 1 l- - .-- -- • Sal Mineral aparelho de ultra para o Roto d J ••• >· Rcccntcmentr conseguimos uma me.a ortopé:d:cu r, ,: ,1 o !lo pi:J! .. , Viccr:ti.: de P.wl.i, qu h.i muitos anos era pleiteada pelo nosso Municipio r,rnumo, conenio na ordern cfr R J-13)5,00 com :i I und:ic;Jo Nrn:,on .. l di: Saúde e o Go1 cmo do Estado, para o pi.mo de erradicação do Aedes Aegyptu e aguardamos para o. próximos dias a liberação de recursos para a reforma c ampliação do nosso Posto de Saúde, para que possamos melhorar ainda mais o atendimento à nossa populaçilo. Na área de educação, temos hoje uma equipe altamente competente e organizada, reciclamos nossos professores, garantindo a melhora na qualidade do ensino municipal. Mantivemos durante o ano todo um atendimento personalizado às nossas crianças, investimos aproximadamente RS 38.000,00 em material escolar. foi investido ainda, na compra da merenda escolar recursos de convênio, na ordem de RS 125.533,00. Elaboramos vários projetos para viabilização de recursos para construção e ampliação de escolas, centro policsportivo, biblioteca, transporte escolar e banda CASA ~ VETE'RiNÁ'Ri - )~ ~ •• • Assistência à Fazendas • laboratório de Anemia / • ..... ~y;.../Floricultur:a Pel Sbopir,g Criação.{.;! lnfeceiosa Equina e Brucelose I i;f' Dê flores à quem rncê AiIA "-V!. ~ 1 • Tudo para Inseminação I Rua ouaue 11e caxlas.1298 - 'i:?439-1102 Artificial e Nitrogênio Liquido • Assistência à Pequenos Animais Carmem b.. lonliogo limo• Aid. V,L CRIV • 6-N' 0911 lérgio b.. loureiro limo• lid. V,L CUV • 6 H' 094 • GI A- 0 .' Go .. ( .t' ' 1 j• :J rarpente cs«o' .. r Quero fazer uma referenna c peca! aos meus companheiros da Se retara de Obras, que apesar das dificuldades de recursos, maquinário velho e a situação de emergência pelas fortes chuvas que castiga r.tm o no-,o Municipio mantiveram nossa cidade com as melhores condições possiveis durante (> ano todo. Resolvemos o probkma do lixo que era dcpo,it..1do à mJr,:c:m d.i IJR· 060 na entrada da nossa cidade, recuperJmos muitos quilümetros de c5trad.is vicinais. construimos e reformamos pontes. realizamo'> ~.iria opcraçüc:, tapa-buracos. construimos escola no Assentamento Tup:lc)Tctl. construímos salas de aulas no Assentamento da Barra do !tá, reformamos vários colégios. reform:imos todas as creches. iluminamos a praia do Apa e ti.remos o ano todo a manutenção das vias publicas de nossa cidade, que foram ultimamente muito castigadas pelas chuvas. Ti, e mos neste primeiro ario como grande conquist::i cm relação a obras. o asfaltamento do nosso aeroporto municipal lei!e de (obro • Queijo de Cobro Tipo f rescol - Você pode adquirí-lo pelo l.:t439-1533 ou à Rua Duque de Caxias, 1298 - Centro - Bela 'ista/i1 '1 ,, r ,.!n.1! ... , •• , Mroos A ... • t «e, ti» nvy ,r)l) lt.1'1 IH na'mn,ep de merenda do Dputad Questor na orçam to4 U'nula, a» une d429 d« onénto tom d e.',!>.,, l u,n(inii .1 1 c.:J, r,.I. no 1 .. 1,, de RS 400. 000.00 r;.ir, melhoria do sistema de K ,.rn,t.irio. Na área de Assistcni4 Social, mantivemos um4 equipe comandada pela uel, que é orgulho de nos4 ,dministr.iç,1o, c,t.: anq atendemos com todo c,mnho ~ dedicação mis de 200criança nas Creches, 60 cn,rnç.1> <lo Projeto Criança Cidadã. 3íJ crianças do Projeto Esperança e mais de 400 idosos do Projeto Conner e em atitude inêdica em nosso Municipio neste final de ano a Promoção Social, promoveu a distribuição de 1600 brinquedos às crianças do Distrito Nos,a Senhora de Fátima. Uairro Scrradinho. Vila Canaã. Vila da Serraria Talim, Di,trito de D.1macuê e Aldeia Indígena Píracuá. Destacamos também a distribuição das cestas do Programa Comunidade Solidária. neste: ano trnnsportamos com o apoio do 10º RC Mec, mais de 400.000 I,.ilos de alimento, para distribuição gratuita a mais de: 1500 familias de t,aixa rc:nda. Considero então que apesar dos obstáculos tive mos grandes conquistas em favor <lo nosso povo. podc:mos nos orgulhar hoje de termos uma imagem de tc:levisão de primeira qualidade a altura do telespectadores. Finalizando. o Prefrito destacou todos os funcionários pdo .:mpenho e dedicação no ano de: 97 e principalmc:nte qu:: no dia 31 de Dezembro. último dia do ano pode pai;ar o 13º salário ã todos os funcionários. e desejou um Feliz 98 cheio de: realizações e de novas conquistas. Apartamentos DUPLOS TRIPLOS QU!DRUPLOS l PESSOA 1 DE: P.A..CÍ~K.ac> 91lt'L "W" .A.. H.&lL .&. .A. 1 ft-JOT~L CÁNM., !IH) centro da cidade com 3(} .APartamentos todos cm ar condicnonado., frli!obar., TV em cores., telefone já infonnatlzado., b~1nheilros com finíssimo acabamento todos com bidê e ducha., . todas as· porta~ dO!i apartamentos decoradas., mobilias todas novinhas em cerejeira., estaclonan1ento coberto Ru Coronel Pilad Reblá PBX: (oh7) 200-1200 - 200-1'is vepoi d alpun, dias deu«amando e udando da saúde, estamos de volta ao batente, por tomendaao média peses prime~to meses do ano vamos toar o bato devagarinho, apresar de nossa vontade ter a de já omraI pegando pesado, escrevendo aqui ne sa coluna Inúmera verdades que precisam er ditas e que estão attavesadas na at#anta de muita ente na idade Como é do conhecimento geral, apesar de muitos não y0starem nem um pouquinho, desde que o Informe TE fot nado, há quase dez anos, seu único compromisso é com o povo, por Isso sempte pautamos por dizer a verdade, acima de tudo, doa a quem doer, e assim continuará sendo, podem ter certeza. Ponte sobre o Rio Piripucú continua interditada lnl'ellzmcnte ainda somos obrigados a conviver com fatos que não se justificam de forma nenhuma, a exemplo da interdição da ponte sobre o Rio Piripucú, na rodovia Dela Vista/Caracol, que já dura mais de 1rês meses, obrigando os condutores de veículos a desviarem por outra estrada, fazendo uma volta que aumenta cm mais de 35 quilômetros a dist[incia entre as duas cidades, além das precárias concllçócs da rodovia alternativa. onde até atoleiros existem. Os passageiros da brava e valente Viação Caracol. empresa de ónibus que faz a linha Caracol/Dela Vista e vice-versa. precisam fazer urna baldeação no rio Piripucú, transpondo a ponte a pé, por cima de pranchões e ainda carregando suas bagagens nas costas, para pegar outro ónibus do outro, lado e assim chegarem a seus destinos. Alô Srs. Deputados representantes da nossa regiao, as populações de Dela Vista e Caracol. usuários da referida rodovia, clamam por uma proviMncia o mais rápido possí'el, corno por exemplo intervindo junto a diretoria do DERSUL para que o conserto da ponte seja executado imediatamente, pois ninguém aguenta mais a enrolação, afinal de contas por aqui todos pagam seus impostos cm dia e têm direito, pelo menos, a rodovias em boas condições de tráfego. o que não acontece entre Dela Vista e Caracol já faz muito tempo. Obstáculo Incômodo Atendendo a solicitação de diversos condutores de veículos, pedimos ao órgão competente que providencie a retirada de um cavalete de madeira colocado na rua Santo Afonso. esquina com a Almirante Barroso, nas proximidades do estacionamento do 10° RC MEC. Ano passado o asfalto foi cortado naquele local. ao que nos parece para o conserto da tubulação de água, quando foi colocado o obstáculo. impedindo o trânsito no lado direito de quem transita em direção ao Paço Municipal. O que não dá para entender é porque até agora. depois de quase 1rês meses, esse cavalete ainda não foi retirado. juntamente com o entulho deixado no leito da via pública. Já que estamos falando em obstáculo, alguém tem alguma informação sobre quando será iniciado o já anunciado recapeamento asfáltico das principais vias asfaltadas da nossa cidade, que se encontram cm precárias condições de tráfego? Reduzido o preço da 2ª Via da Carteira de Identidade para toar obnead asermd adtsd r me·no que tesa não e e a sua vontade A a i! com o nevo pro, er ou n' doador de ót, aos, dependerá elusivamente da vontade e do desejo de ada um e não mais de ua ond+ao financeira Falando em Doação de órgãos Queremos deixar bem claro que somes totalmente favoráveis a doação após a morte, no entanto, o que precisa ser melhor explicado pelas autoridades competentes, à população em geral. sào as condições em que a retirada de órgãos será feita após a morte cetebral da pessoa e, principalmente, em que condições se caracteriza essa morte cerebral. Do jeito que está, a falta de informação leva muita gente a entender que pode rorrer o risco de ter seus órgãos rctlr;idos antes ntesrno de estar totalmente morta, fator esse q11c com tcrtcL,l foi o maior responsável pelo grande númao de opções pela não doação. Uma boa campanha de orientação ajudaria cm muito a conscientizar a população brasileira sobre a lmpon:lncla de se doar órgãos para ajudar a salvar outras vidas após a nossa passagem para o plano superior. E o novo Código Nacional de Trânsito? 17 DE J . o Por determinação da diretoria do Instituto de identificação do Estado. a taxa cobrada pela emissão da 2 via da Carteira de Identidade. que era de RS 30.80 foi reduzida no início deste mês para RS 12,70 (doze reais e setenta ccnt.a'OS). Anteriormente havíamos criticado nessa coluna o elevado valor cobrado pelo fornecimento do documento. considerando-se principalmente a nova Lei de Doação de órgãos, sancionada pelo Presidente da República, onde ficou estabelecido que quem não fizesse a alteração na Carteira de Identidade, fazendo constar que não deseja doar seus órgãos seria automaticamente c,,nsidcrado um doador. Acontece que para fazer essa alteração. o cidadão é obrigado a solicitar a emissão da 2'via da carteira de Identidade, com isso as pessoas de menor poder aquisitivo, os pobres. c:iren;e,; e menos favorecidos pela sorte, que na ma.cria das vezes não dispõem de RS 30.00 o Cin nolÍCÍilS Estudo de impacto Ambiental da Hdrova é questionado O Minitério da Coopera o e Dvol iremo da Hol Comissdo Independente pata fazer uma aali o doí Pito Amnbntl da Hidrovia Paraguai-Paraná I se estudo, finando pelo Banco Inter Desenvolvimento. é uma das referdn s mas atilzads pelos defrote da ln!revia O objetivo da Comissão Independente. ompe ta per tneos. foi bee.ar os estudo pra ver se as informações são suficientes pata garantir uma twmada d prwçio, A (omtssdo constatou que em geral o estado de Impacto Ambienta! é limitado. No aspeto social ele é considerado superficial. Os dados sobre as populações locar ndo ao apresentados de forma satifatória. O Estudo mostra como a hidrovia pode afetar ne atiamenti 4 populações locais, mas não oferece altemativas de como as comunidade verão beneficiada pelo projeto. O governo da Holanda deve questionar o Bano Iterameris.ano de Desenvolvimento sobre a validade desse Estudo de Impacto Ambiental MSTVerde O Movimento dos Sem-Terra e o Movimento Ambientalista assinaram um acordo inédito no Rio de Janeiro. Os colonos prometeram preservar as matas e a biodiversidade. O Pacto Chico Mendes, em homenagem ao ecologista morto no Are, foi assinado no acampamento Sebastião Lan, próximo à Reserva Biológica de Poço das Antas. habitat dos mico-leões-dourados. Os assentamentos, assim como os lntifúndio,, h:in lij!ur,1d como um dos responsáveis pela destruição ambiental. o objetivo do acordo é dar uma imagem ecológica à luta pela reforma agrária, unindo sem-terras e ecologistas. Os colonos fluminenses prometem combater os desmatamentos e a caça de animais silvestres. No entanto, não aceitam abandonar os venenos agrícolas. Falam de uma agricultura auto sustentável que apenas não abuse dos agrotóxicos. Não se tem noticia de acordo, semelhantes ao Pacto Chico Mendes - assinado em dezembro - em outras regiões do Brasil. No Mato Grosso do Sul a ECOA. Ecologia e Ação, tem altertado para os problemas ambientais existentes nos assentamentos. Problemas como o desmatamento das reservas legais, a destruição das matas ciliares. o assoreamento de córrego e a caça ilegal. merecem a atenção dos órgãos competentes como o Incra. a Semades e o próprio MST. Nos últimos dias temos lido e ouvido repetidamente noticiários sobre a entrada cm vigor no próximo dia 23 de Janeiro. do novo Código Nacional de Trâsilo, que passou anos e anos engavetado no Congresso Nacional e ano passado foi votado a toque de caixa pelos deputados e senadores. Mais recentemente. tivemos a oportunidade de conhecer um pouco sobre o novo Código e podemos dizer com toda segurança que se todos os (tens previstos foram aplicados de uma só vez, a partir do dia 23. muitos motoristas vão preferir deixar o carro em casa e andar de ónibus, tantos são os artigos que nossos parlamentares fiz-eram constar nele e que até agora quase ninguém conhece. Como se não bastasse a total desinformação, também por culpa das autoridades competentes. faltando uma semana para a entrada em vigor da nova Legislação de Trânsito no País muitos dos artigos do novo Código ainda não foram regulamentados, outros, como o que determina que a fiscalização de trânsito passará a ser executada pelos Municípios. vão esbarrar na falta de estrutura e até de conhecimentos para a sua execução. Nessa edição publicamos ampla reportagem sobre o novo Código Nacional de Trânsito. bem como as principais alterações nele estabelecidas. Confira na Página-06 Articulista lesado por gatuno Há àlguns dias o titular do Informe TF vinha recebendo informações sobre o aumento do número de pequenos furtos durante o final de ano, praticados principalmente por gatunos conhecidos na gíria policial como "ladrões de varal". Pois bem. no último dia 13, foi a vez do próprio articulista dessa coluna receber a visita dos "amigos do alheio", que levaram do muro da sua residência um tapete de borracha do porta-malas de seu veículo. Felizmente. para o gatuno, ele não foi notado. senão a essas horas é bem provável que teríamos um "mão ligeira" a menos em circulação na cidade. Perdidos em Mongaguá Essa não poderia deixar-passar. dois belavistenses e um jardinense que passaram as férias no litoral paulista. foram convidados para irem até um balneário numa cidade próxima a Praia Grande e seguiram de carro atrás do camarada que lhes fez o convite. Mesmo com o trânsito calmo, acreditem, os rés perderam o amigo na rodovia e acabaram entrando na cidade de Mongaguá. Duas horas mais tarde. depois de rodar até outra cidade vizinha e voltar, a procura do trio, o amigo enconrrou-os - andando na praia. ao perguntar o que aconteceu veio a resposta: "Há, nosso carro é 1.000 e voce corre demais"!! Ambientalista Paraguaio denuncia o tráfico de lixo tóxico O Chaco Paraguaio, que é um ecossistema semelhante ao Pantanal. está sendo utilizado como depósito de lixo tóxico.' Essa denúncia está sendo feita pelo ambientalista paraguaio Oscar Rivas. De acordo com o ambientalista o Paraguai vive uma situação muito grave em relação ao tráfico de dejectos tóxicos. que estariam sendo transportados dos países desenvolvidos para os países da América do Sul. Oscar diz que tem informações sobre a existência de zonas, na região do grande Chaco, onde estariam sendo enterrados um número muilo grande de recipientes que contém dejectos tóxicos. Este tráfico teric1 sido feito entre os anos de 1.990 e 1.992, principalmente a partir da Alemanha. Segundo uma denúncia realizada pelo Greenpeace estava previsto que viria, somente para o Paraguai, um carregamento de 1.200.000 toneladas de lixo tóxico. O ambientalista alerta para a possibilidade do fato estar ocorrendo em todos os países da Bacia do Prata. Parque Nacional do Iguaçu volta a ser invadido O Parque acional do Iguaçu voltou a ser invadido no último final de semana. O Parque, criado em 1 .939, é o segundo mais antigo e considerado o mais bem organizado do pais. Com 185 mil hectares, soma-se ao Parque Nacional de Iguazu, na Argentina. formando a mais importante área protegida da Bacia da Prata. Esta área ganha maior importância porque as lavouras cobrem praticamente todo o restante das regiões Oeste e udoeste do Paraná, onde o Parque está implantado. Das florestas que cobriam originalmente o Paraná. restam menos de 3%. Os invasores querem construir uma estrada no meio do Parque. A justiça federal determinou pela terceira vez. em dez anos, o fechamento definitivo da estrada. uma vez que ela afeta negativamente a reserva florestal. Acionista Ecológico Os ecologistas mineiros encontraram um novo método para fiscalizar as indústrias poluidoras. A Associação Mineira de Defesa do Ambiente comprou uma ação ordinária da Vale do Rio Doce para poder participar das assembléias de acionistas. O diretor da Associação. advogado Afrinio {ardi, explica que o objetivo foi buscar novas estratégias para o movimento ambientalista de Minas Gerais. Segundo o ecologista. o pior problema da Vale do Rio Doce é a falta de um controle ambiental integrado. as minas de ferro existem problemas com o assoreamento do córrego e falta de reflorestamento. (Fontes: Rede Verde e Gaúcha Ecológica) vocabulário Alnbiental Biodiversidade - É a diversidade biológica (isto é de espécies) de determinada região ou ecossistema. É o conjunto de plantas, animais e microorganismos que sobrevivem na natureza. Segundo estimativas conservadoras. há de 5 à 1 O milhões c!c espécies de organismos no mundo. A preservação da vida animal e vegetal da Terra impõe a defesa da maior variedade possivel de espécies de animais e vegetais. Com a devastação das matas. muitas espécies de plantas e animais estão sendo extintas antes mesmo de serem estudadas. Controle Ambiental - Ação pública, oficial ou privada, destinada a orientar. corrigir e fiscalizar atividades que afetam ou possam afetar o meio ambiente. O mesmo que gestão ambiental. JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA 17DE JANEIRO DE 1.998 Serviços do 88 trazem vantagem ao servidor estadual O•; princípai•J h ntici4rios com a tansle téncia das contas para o Han codo Irail, lo os 52 mil ser vidores estaduais. A primeira vanlapem aos funcionários do interior é o l:itu de poder m Lazer parte e desfrutar de to doso beneficios oferecidos pela Associação Atlética banco do Brasil (AABD). A li I ia,ilO ohc<lcccrá critérios de cada clube, que admitirá rnnlbrm<.: sua capacidade de atendimento. Acesso a cartão magné- tico exclusivo para realiza /!-o de saques e transferências de valores nas apências bancárias ou em caixa ele tr0nirns do banco estarlo disponíveis aos trabalhado res do Estado. Os correntistas que tiv.:rern renda liquida superior a três salários mínimos terão acesso a cheque especial e a cartão de crédito, desde que satisfaçam as condi ções cad115trais. O banco se compro mete a instalar o BD Personul Danking no computador doméstico do hiente o do local de trabalho. Através desse serviço, o funcioná rio pode acessar toda: as informações sobre sua mo vimentação financeira, re alizar transferências e pa gamentos de contas e títu los, do UU ou de outros bancos. Para evitar filas na hora de quitar compromis sos. corno úgu,i, luz e tele fone, os servidores estadu ais poderão nuturirnr o dé bito autornúlico em conta rograma do ensino funda ental c_-e á lançado no MS 0 Minist:o <lJ Edu- , 1;,10. Paulo Renato Sou za, vem a Campa. Grande na próxima quarta-feira (:! l) para lunçur o progra n.l "Toda Criança ua Es cola".ent'eça à, l Oh no Palácio da Cultu ra, e terá a presença do Governador Wilson J. l:lrl ins e autoridades es taduais e municipais. O programa "Toda Criança na Escola" estabelece eomo prioridade nacional a meta de assegurar vagas na escola e todas as cri ança na faixa da escolarização obrigatória, de 7 a 14 anos. Aproveitando o lan amento. a ccreturia Es dual de Educnçilo e n 'elegaciz Regiona' io MEC prosseg:n, nos dias 22 e 23. com um en- contro voltado aos Prefei tos e representantes das Secretarias Municipais de Finanças e de Educação. O assunto central é a gestão do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magisté rio, além dos demais pon tos da nova política do en sino fundamental. A partir deste ano, a escola pública deve ter um gasto mínimo por aluno. cnhum Estado ou Muni cípio pode gastar menos que R$ 315 por aluno, por ano. O fundo também vai beneficiar os professores, que poderão ter seus salá- . rios melhorados. Dos recursos que v!io financiar o ensino :•mdamental. grande par ja está nos si temas es- taduais e municipais de ensino ou será distribuído com a implantação do fun do. Com cotas de recursos várias fontes, a conta de suprimentos tem o objeti vo de corrigir disparidades regionais e sociais. De acordo com um documento do MEC, é uma questão de canalizar receitas com o objetivo de _cumprir as metas. O MEC quer oferecer ensino de qualidade aos 2.7 milhões de crianças que ainda estão sem estudar. O programa é composto de 1 O sub-programa - TV Escola, Aceleração de Aprendiza gem, Alfabetização olidá ria, Livro Didática silo al gumas - para garantir ins trução pública eficiente, com 'melhores instalações, merenda, livros didáticos e orten'. O tunronáros d» l:stado 1c1mbtm potkrJn participar de programas de d contos junto a hotéis. pou sad.s e restaurantes, com o qu:iis o barco venha a firmar convénio Empréstimo pesso al poderá ser con edido, me di:inti: conign.:iç:io em folha de pagamento, de nté dois s.1- l:rios li4uido~ p.1m n.:posiç;1o em até I8 meses. Outra vantagem com a transferência das contas, é o foto de que o B passa a atuar professores qualificados, que garantam a permanên cia dos alunos estudando e com bom desempenho. egundo estatísticas divulgadas pelo MEC, no Mato Grosso do Sul em 1996, 25.164 crianças em idade escolar, 7 ,06%, não frenquentaram a sala de aula, ou 7,06%. A média nacional de criança fora da escola é 6.42%. Os ín dices nos Estados vão de 17,73% em Alagoas a 2, 17% no Rio de Janeiro. O Governo Federal ressalta, ainda, que para o programa alcançar seus ob jcti vos é importante que haja participação de toda a sociedade - Municípios, es colas, empresas, universi dades, organizações gover namentais e não governa mentais, cidadãos. poderão usufruir d-s aula no Centro de Irei to do Bano, instalado em Campo Grande. para realiza ão de treinamentos, emuna rio e rcuniõc,. , iul.J, 1r• ,L, DUTUR. a agencia de turis mo do banco, que funion.a nt para os Iunvire e0 ri,o d bano qu Is€ ale alimwn ao ou te! " aos r»dores das mt da admmni a Jo publa h reta ou indireta, enquadrada mo Programa de A!imenti d do Trabalhador (PAI). através do sistema Valetik Eclusa de Jupiá consolida transporte hidroviário A inaugura.lo da eclusa da eclusa da usina hidreletrrade Jwp+4. n tre Castilho (SP)e Iréslagoas (M), conolda o ctesunto do transporte de carga pela hidrovu Teté-Paraná, que agora passa a ter um tteho de 2.A ml quilômetros naeaeis A atado do ssstema aconteceu na quinta feira(IS) e contou com a presença dos governadores Miro Covas, de Slo Paulo, Wilson Marins, de Mato Grosso do Sul. e l).1n1c de UlirlfJ. de Mato Grosso Espécie de elevador que apuda embarcações a transporem hidreletn case vencerem os desniveis dos nos, a eclusa foi concluída com reursos do governo feder3l, cerca de RS 50 milhões E a primeira obra do programa Brasil cm AçJo a ser entregue cm 98 A cdu,a mede 21 O metros de comrp1men10 por 17 de largura. mas toda vez que alguma embarcação pas sar pelo local s.erá neces,âril a intcrrupçlo do tráfego pelJ llR-262 por cu ca de 40 minutos Com a inauguração, a hidrovia Tieté-Parans passa a ser navegável num trecho de 2.4 mil quilómetros, beneficiando cinco Estados brasileiros e intensificando as relações comerciais do Mercosul Com a ativação da eclu sa. os setores de nmsmo e transpone de cargas terão forte estimulo, barate ando o custo dos fretes. gerando e,p.in~o e aumentando a receta dos Esta dos. Estudos feitos pela Agência de Desenvolvimento do Tietê-Pará (ADTP). apontam a mJcroreg,~o que en,ohe as cap:tais • Cunt,ba SJo l'Julo Rio de Janeiro Belo llonzonte'llraslhJ.'Campo Grande Curitiba - como de tentorn de 73°, do PIO nacional. cerca de RS 450 milhões. O poligono for mado por essas captais também reune cerca de RS 25 bilhões de JCMS anualmente e tem wna capacidade hidroelétrica instalada de 33 mil MW, pouco mais da metade total nacional que é de 60 mil MW Outro ponto que deve acclcrnr o desenvolvimento da reg,ao é a construçJo do Gasoduto Bolila•Br.ml. paralelo ao da hidrovia A ADTl' acredita que dentro de dois anos o volume de carga trans ponada na h1druvia Tiett!-Paranã. passará dos atuais cinco m dhôes de tone ladas/ano. para cerca de 10 a 12 milhões de toneladas ano Mesmo an:cs dc estar totalmcnle abena à h,- cgaçjo, a hidrovia Tictê-Paran:i. atraia mume ros investimentos. principalmente nos setores de agribusmt:s agricola e flo restal. os últimos trl!'S anos, o total investido pelos três setores em negócios ao longo do percurso da hidrova foi dc USS 500 milhões. • No setor agnbusiness ílorestal, a Champion Papel e Celulos.e esta instaladando em Três Lagoas, uma fabrica de processamento de papel e celulose. com investimentos de cerca de RS 1,8 bllhao No sclor de 1ranspor te, também há várias empresas com operação, num lotai de n:cur,os in,esll· dos de cerca de RS 200 milhões_ /1. ~cretnria de Est:ido de Cultura e Esporte, eu FundJ~,1 dcCultur: de Mato Grosso do ulja tem plar adas as aivi@ade c os projetos para cst ,mo. Mu e".aanlhz !sscrio uma cr inuida de do que aconteceur. o. do. Em 97,a9 "ia :i. Fundação roe ram desemvol ver 1rob::lhos que incentivasse • as áreas da nrtc regio:ial: dança. teatro, mú , nema, artesanato e artes plásticas. Foi o anl .s- tauração do Teatro Aracy Balabanian, do ,eto Pixinguinha através da Rede Nacional de .sica e de muitos shows populares pelo interior do Estado. O Programa Açl!o de Governo levou 30 ap•escnta çõcs de artísta.s regionais p:lr:l vlirios municípios. Foi o ano da integração musical entre os pai ses do Mercosul. O Festival do Chamamé desta vez foi realizado em duas fases: uma cm novembro e oulr.1 cm dezembro. Cerca d: 1 O :-ni! p=:is d:inça r2m ao som dos melhores chamamezdros do Mercosul. /1. continuidade vem aí. Em 9&, a Sccre t:lria, ai lançar dois CDs: um do l e outro do U Fes ti, ai. A previsão é de que sejam lançadosji cm fe vereiro. Em parceria com o Ministério da Cultura vai doar instrumentos para 6 bandas de música do Estudo. Para os Municípios do interior. 97 lllmbém foi um ano de boas noticias e importantes realiza ções culrunis. A Secretari3 e a Fund:i.çào au.xilia ram as Prefeituras na implantação de Casas do Ar- t :,,Jo, cstimul:i.r:im a produção do artesanato regio nal, ministrando cursos cm parceria com a Secretadiao do Trabalho c cadastrou bens culturais,' ntando sobre o tombamento cm mais de 60 mu " ipios. Corumbá é uma das cidades que mais rcce ,eq incentivos. Lá foi realizado o Festival de Arte.: Cultura Latino Amerlcana e no final do ano pass. do a ccretária !dara Duncan e a Presidente da F..n daçào de Cultura, M:iria da Glória s.i. reinauguraram a Casa da Cultura Luiz Albuquerque, com a presen çado Ministro da Cultura, Francisco Com:a Vcffon e do Governador Wilson Barbosa Martins. A Casâ da Cultura foi construida cm 1918, com uma arqui tetura do início do sécuo e a restauração que come çou em janeiro manteve as car.icterlsticas originais ·do pn.'dio. Este ano, um dos projetos da Secretaria de Cultura e Esportes-MS e da Fundação de Cultu ra é revitalizara Casario do Porto. A Secretária !dara Duncan ji está conversando com o Ministério da Cultura e com o BID para viabilizar os recursos nc ccss.irios. O projeto para Fátima do Sul, Nova Alvora da do Sul e Novo Horizonte do Sul prevé a implan tação de bibliotec:IS pública ainda este ano incenti vo à cul111ra também através de tombo.mentas de imó veis. Este mês ji foram inst:1urados processos para tombar a Igreja da Tia Eva, a Igreja Nossa Senhora do Canno e o Sino em Miranda, a Casa de Cultura Luís Albuquerque cm Corumbá, o antigo Quartel da Policia Militar em Ponta Prl e o acervo artistico de Lidia Bais. A Secretaria tem :m: 2 anos para con- • cluir o processo de tombamento e enquanto ele n:lo terminaras bens ficam provisoriamente tombados. Em 97 foram tombados o Museu José Antonio Pc- reira e a Escola de 1° e 2° Graus Maria Constança de Barros Machado. Além de manter os projetos mais significati vos, como a Arte nas Escolas. a Revista M Cultu ra. a Mostra de Dança. o Salão de Anes Plásticas. o Festival Sul-Matogrosscnsc de Teatro e o festival de Música do Mercosul, cm 98 a Secretaria e a Funda ção devem crinrum concurso de conlos e implant.Jr o projeto Cena e Som. Este deve ser lançado na pri meira semana de março. O Cena e Som é um projeto que via abrires paço para a cultura regional. Toda quinta-feira. o Teatro ArJcy Balabanian scr.i cedido sem custos para apreseatações de dança. teatro e música para adul tos e toda terça-feira à tarde será a vez do Cena e Som Infanta Juvenil. Para estimular a formaçào de público. os ingressos terão preços populares e a bi lheteria scr:i do anista. Nas próximas semanas se rão divulgados os critérios p::1r:1 a solicitação does paço e a J)31'tÍcipação dos arti.sms.. A Secretária de Cultura e Esportes. !dara Duncan reforça que para dar continuidade aos tra balhos iniciados e começar novos projetos vai conti nuar buscando parcerias com o Govemo F cderal e: com empresas públicas e priv::u:I.JS. Segundo a Se cretária. 11 Lei Rouanct tem permitido a participa ção de empresas nos eventos cultun.is e ajudando a divulga a nossa arte. Ainda este ano também deve entrar cm vigor a lei cswlual de incentivo à cultura. O projeto é do executivo e em breve deve ser encaminhado à As sembléia p::1r:1 'Ot:lçilo. 9 mil pessoas devem prestar concurso do Estado O concurso público promovido pelo Estado deve ter 9 mil candidatos. segundo estimativas da Escola de Fonnaçào do Servidor (ESP). que vila concorrer ás t AJO vagas disponíveis na Prod.1.sul. Lotesul. Sanesul. Enel. Codems. Agrosul e Empaer. Mesmo com cinco dias disponíveis para as inscrições, de 12 a 16. de ma nhã e à tarde. os interessados deixaram tudo para os últimos dias. o que resultou em espera de duas a três horas em longas filas. As pessoas que anteciparam a inscriç;Jo nos di:!s 12. IJe 14rootiveramnenhum prublema.jáquehou-.e um número reduzido de pessoas nos ponõ,:s 8..9 e 10 do Estádio Moremo. O valor das inscrições, ari:iv:!!TI de RS 15.00 a RS 50.00 para cargos de 1°e2°graus e nivel superior. Ate quinta-feira (15}. de acordo com a diretora da ESP. que es1á coordenando o concurso. Sandra Ferrano Pimenta, cerca de de J.500 candid:itos da Capital estavam inscritos e a média n:,.s cid:ides de pequenos pone era de 180 r=oas. . Dentro de duas semanas, segundo a drretorn. ser.i pubhcada no D1:ino-Oficin.l a li ta com 05 no:nes do, candidatos que tiveram suas in criçõcs defrric!:is Sandra Femano explicou que muitas fias poderio conter erros ou estar incompletas e, por esta razo, se rJo indeferidas. . •os candicb1os ter:io que conferir seu no:ne ~.:J l lSU e, caso não encontrem, de, c:m cntr.l.r com recL:TSO para a Comissão de Concurso.s". afirmou ela Também no mesmo dia, o Diário Oficial irá informar a d±:±. horano e local das prov->..s, que semo apliod:is scr:i~l- 1:mea:nente para !odo3 os ca'1:os Pana estar aprovado no concurso. o cad.duto deve acenar no mín'i:r.o 50º' d 1 • • • • 0 o total das provas escri- tas e nlo poderá zerar em nenhuma delas. Caso apre viso d ESP seja confirmada, a relação geral de cun didata vaga será de 6,29. Gariltaldi paga 13 lo4o Carlos Vdás«quer oP'refeito«de ela V+ta. J,, e· C urt!1.ild1 d.1 Jlu, .. 1 'do. n<> ri, 1 l l d,· 1 )ocn1h111, p tJ'llll o [3 salino aos funcionário, da Prefeitura epundo funcionáno da 11,u111l 1p.1lid,Hk q11c 11.il,.tlltJ h: l)'i ,111/h, ", .. ,1.1 ..- a p1imcit.1 l'I em 05 anos quse recebemos o 1 I'' S,d,rio no 1111.!IIIO ,11111, j{i que nos anos anteriores sempre recebíamos o 13" salário em kwrcir-1 do n110 ,uh,cqllcntc. Este é um fato inédito para nó funcionários, principalmente tnl J ;u JI di.! .,no". O i'"l'·111It11to du 11'' •. ,i,',r,o J.1111li, 111 foi mutto para o comércio, visto que no último d1.1 do 11110 lm i11jd,n!o 1111 Muni, lpí11, ,,11.16 do 1 " ,alúrio. 11 muntant<: aproximado de R$ 120.000.00 (CCJllO e Vtllll' mil rc.,i~). l',,1.1111uito·, funtion{trio~ o paamento do 13 Salário em docmhm foi uma agradá, cl surpresa, visto que h:'l tempo não viam os papamentos de <lcLA:mbro e o 13" sal4rio e que puderam fo,cr uma cl!iu I7 DE I EIO D melhor e ommauor vare«dade J\J hm d ano, alem da q'a,ao de debtos cundo o P'retesto José Ganbalh da Hoa Neto,e pe ,r das dfruldades em que t'.JlU11llrt'.I ,1 Prefeitura estou mantendo os sal«ros em da, isso através de esforços concentrados, como contenção de despesas por parte da Sccrctnri.1 do: l· inanp,. ilcm disso neste inicio de ano já p,it:amo~ a priim:ir.1 e ~-·gun<l.1 etapas do mês de dezembro de 97 e neste dia 20 ,air.í o J l 1 -" ,, I d., ( , r>1 ·ia Munipal" ara mutos a wonsn apeamento do13° 4rio e da primeira e eunda tapa de ,,!.'trio de dezembro e a e :-1.:1.1 de que o Prefeito Jose Ganhaldi demonstra a sus reredade c honestidade com o trato do dinheiro publico, procurando ~emprc g.1r,1ntir o )>.JL.rio dn funcionalismo, visto que hoje um dia não é todas a Prefeituras que prezam por b',O Cultura de Mato Grosso do Sul p tombamentos para o patrimôni o A Secretaria de Cultura e Esportes do Estado. realiza este ano mais tombamentos para o patrimônio histórico estadual. De cento e cinqüenta propostas de tombamento. cinco serão instaurados ainda este mês. explicou a Secretária de Cultura e Esportes, !dara Duncan. que recebeu dos alunos do Curso de Turismo da Universidade Católica Dom Bosco. 150 propostas além de outras que estão sendo trabalhadas pela equipe técnica da fundação de Cultura, a lgreja da Tia Eva. no Bairro São Benedito na capital: I11reja ossa Senhora do Carmo e o Sino. doado por Dom Pedro li. no Município de Miranda. a Casa de Cultura Luiz de Albuquerque - !LA. na cidade histórica de Corumbá. já tomada pelo Patrimônio Histórico e Artístico acional. será agora tombado a nível estadual: o acervo da primeira artista plástica do Estado. a pioneira Lídia Baís. que se encontra no Museu de Arte Contemporânea - MARCO: e o antiQo Quartel da Polícia Militar, no Município de Ponta Porã. cuja proposta foi enviada pelo Prefeito Carlos Fróes e será transformado em um Museus e Arquivo da reQião. como pólo da cultura fronteiriça. Após a publicação do Diário Oficial ainda este mês. estes patrimônios terão a chancela da Secretaria de Cultura e Esportes que tem a competência de tomar de direito. o tombamento a nível estadual. com base na Lei Estadual de Tombamento. !dara Duncan. disse que a parur de agora estão abertos os processos de tombamento dos patrimônios citados. o que siQnifica que os beps estão tombados provisoriamente. por 2 anos até que o processo seja totalmente instruído e declarado definitivo Ela lembrou que as propostas apresentadas pelos alunos de Turismo da UCDB está bem elaboradas. acompanhadas de farta documentação. levantamento histórico. arquitetônico e fotoQráfico. faltando a complementação que será realizada pela equipe técnica da Diretoria de Patrimônio Histórico. da Cultura, que irá instituir os processos para que sejam enviados ao Conselho Estadual da Cultura. que após parecer e encaminhar para a Secreiaria de Cultura que irá oficializar os tomtiamentos. Roberto FiQueiredo. responsável pela Diretoria de Patrimônio da FCMS. observou que um patrimonio. dependendo da importância poderá ser tombado a nível Nacional. Estadunl e Municipal. Ele citou como exemplo. a Casa de Cultura Luiz de Albuquerque. tombada pelo Patrimônio Histórico Artístico Nacional. pela sua importância e porque participa do entorno do tombamento nacional do Casario do Porto. de DDF aoreen quantidade Corumbá. é um bem de grande importância para o Estado, agora será tombado e dcstil torma existe o fortalecimento para impedir qualquer descarncterizaçüo ''Ni:io pode ser descarnctenzudil de lormu nenhumil porque sotrení sanções a niel nacional ou eswdual" dbsc Roberto fiQw.:ircdo e O Departamento de Oprr.11;<iC's dt• Fnrnteira-DCH: realizou apreensão de outra grande quantidade de maconha. Porrnlta das !Oh da manhã do dia 1-1-10-!I .. uma das Equipes do DOF realizava policiamento na região conh1'Cida t'Olll0 "Passa Cinco". ocasião em que perceberam que um caminhão e uma caminhonete rctornarnm antes da barreirn. Os policiais sairam em perseguição e, alguns quilômetros depois, avistaram a caminhoncll' D-:W, wrde, placas l!QQ-(il l.J-jlararaju-.1~. CSL'Ondida em oulrn cstrnda de acesso a fa7,(•ndas. Ao 'istoriarl'm os H·irulri, o, P11lil'iai, cio DOF encontraram um fundo falso no camiah.io ao qual estava 2r8 (duzentos e oito) tabletes grandes de maconha prensada, pesando no tota.1 í09 K~ (setL'CCnt.os r nove quilos) da droga O caminhão e lava cndo conduzido por ELVE, LI)!., DOS SANTOS, 29 anos. e a caminhonete. que latia rstmdas parn o tráfico, estara sendo conduzida por IUlBEITTO CEZ..H DE OLl'EIIU. :;(i aur1.-.. ambos residentes na cidade de Ponta Por:i. Elws. quando o caminhão foi locali1,.ido, ll•nr11u 1·1 adir- e embrenhando em matagal, mas foi perseguido e prt•so. O l'nt.orpect·ntc• e· o~ pn•,-11., foram rncaininhado à polícia Fedrral de Dourados e autuados cm fla!;fautt•. El1·1•s 1· llohí:'rto informaram que o entorpecente fora pego em Ponta Por:i e tinha como destino a idade de A si , P. l)oumdos-.11. •. /./dr J,11u•in, r/1• / .. 9./J:í Ahmdimento Personalizado Responsabilidade ~eixe o seu veiculo nos nossos cuitlntlos LA AGIA Ll)IIIIIFIC&t;ÃO · .&U&llTEClttEllTtt Cc,rrêa - Centro - PORTO l1URTINHO/~1S u, .. 1233 FAX (067) 287-1163 . ., . . l 7 O E J ANLIRO DE 100 JOH. JL THJISt:, '/ DA FRO TEIA n • DicAs do Novo Códiqo NAcioNAl dE TRANSITO í' INFRACÕES intra,e serão divididas em quatro grupos, conforme a natureza da ua pravhi de A cada uma delas á atribuído determinado namero de pontos Toda et que o infrator atmnpur o hmte de 20 pontos no prazo de 12 meses, terá a ua hiena para dirigir suspensa e recbera uma multa equivalente ao valor de 100) UI IH. Vefa o quadro das multas quanlo o sua 11/ltureza e vllforcs: NATUREZA VALOR EM UflR VALOR EH RS PONTOS ACUMULADOS (; ravl"inrn 180 l 6J,'J-l 7 Grave 12) I0'J,2') S MMía 811 72,86 4 Leve 50 -15,54 3 OllS: No valor cm RS, Sol considerada a UFIR de Outubro/98: 0,9108 Multas de natureza gravíssima Avanço de semáforo (art. 208) • /1 multa pra quem atravessar o sinal vermelho ficará bem mais cara pata o infrator no novo Cdigo, O mesmo valor para quem transpor, sem autorização barreira policial. Condução de motos (arts. 55 e 244) • O ,:ipa•.,t;H•, cnjo U,1 ;, é ohrigntório, tem que ter viseira ' ou óculos de proteção. Fazer malabarismo, cquilibmr se r uma toda e tnm,ponar crinnça menor de sele aos também é proibido. /lllm da penalidade, ocorrerá a ,u,.pcn io do direito de dirigir. ( 'rian1·:1 ao bnnco da frente dos autom6vc s (arts. 64e Is,} - Msmo que estejam com cinto de segurar· tewmiantem e proibido levar · ·as mer;:de H)a o hnco da trente do veis.aio, seja no zola cu :ao assento. Dirigir sem hab. litaç,<> (urt. 162) • Conduzir o wiculo sem Caneira Nacional de Hubilitação ou Permissão para D 'ir é infração que sofrerá mult1plicudor de trés vezes o valor estipulado para mulm de natureza gravíssima. Se a carteira estiver cmadn ou suspersao tu!tiplicador será de cinco , ezes, Nos deis cases haverá apreensão do veiculo. sendo tumoem 1t ·rimuat Embri.,guez (nrts. 165 e 277) - Dirigir bêbado passa a ser crime, tul como roubar ou matar. O motorista que se recusar a fnzcr o teste do bafômetro. que passará a ser obrigatório. será encaminhado ao Instituto Médico Legal para exames clinicos e de teor alcoólico. /1 muhn será de cinco vezes o valor da infração de natureza grovisima. O motorista poderá ser condenado a detenção de seis meses n três anos. além de suspcn,ilo da Cancira de Hnhilitaçào, Estacionar cm local proibido (nrt. 181) - O artigo prevê vários tipos de infrações rcl:1cionadas a estacionamento. Elas vão desde a de nalurez.a leve.. como éS!llcionar afastado da guia de calçado (mcio fio) a partir de 50cm, até a natureza gn.víssima. como por exemplo estacionar na pista de rolamento das estradas, das rodovias, das vias de trânsito r.ípido e das vias dotadas de acostamento. 'os c:tSOS de natureza gravíssima ocorrer: a rzz oção do veiculo. Exess G eloziG.ale (an. 218) - valor da multa irá veria a codo com a velocidade do veiculo, sris'usrharas, cxc até 50%0 limi· J:,. via; e n,~ r,.,do, 1ns, circular com velo dad, suor ar ?70% da m ima permitida, i.mplh.. ..... uta 1 • ..l .. • :.çve Aeima desse pere1:11tual, :. pea~ será de 3 vezes a multa de natureza gravissima e o condutor terá a sua Cancira éc Habili:ação suspens:i. Não durpreferência ao pedestre na faixa (art. 214)-Cpiado do cdigo atual, esse um dos deveres dos mo, ristas que nunca 'i c:"vpido. lo novo Cdigo, -.,sua ri, : 2ar uram'a bastante salgada p:o não-cu.a. da nora Prcvo acidente n faixa a ecrreu a infi-aç lo. "Pegas" ou manobr.:s pcrigosus (art .. l ·, .1 175) • lesmo que ni!o provoque acid.:r•t<·,. os adeptos dos "racha" poderão ser obrigados a; gar nos cofres públicos tr,'.;s vezes o valor da n , lta de natureza gravíssima. pelo risco que ofcr ;ém a t.:rcciros. O carro será recolhido e a c, ,leira, saspen:.n. A quem promover "pegas•. aLz reserva uma puniç;!o de até cinro vezes o valor da multa de nanm:za gr:i, ís,ima. Arronodz bruscas e manobras perigosas re ultnriio cm mulm. além da apn:cnsilo do , cículo e su p,,n-.i!o do direito de e írigir. Retorno proibido (art. 206) • Ccnar o caminho pela calça.da. passeio. j:irdins ou canteiros. faixas de pedestres ou onde a sinalizaçio proibe é um c-0mportamcnto p:i.:.sivd de multa.. ..:ujo valor é bem ~upcrior ao atu:ilmcnte prntirado. Além d.: prejudicar a circulação, fazer retorno em local proibido é uma amneaça à seguran a no tr.insito. Tr.insit:.ir sobre calçadas e C!ln.-ciros (art. 193) • É umna das multas mais altas de, novo Código, O valor da penalidade para quem1 traf,-g;:r cm c.1lçad:i.s. passeios. passarelas, ciclovias. cidofaix.as. C.'lnteiros centrais, acostamentos. gramados e jardins público sofrer:i pcn:ilid.lde de :rcs vezes .i dor Jll'lbuido a mulu de natureza gravíssima Em jge a vida do pedestre. Transporte de passagiro em veiculo de carga (urt. 230) • /1 multa será bem superior à prevista pelo código ntual. Quem cirrnlar com pc"o.1, n,1 caçamba de qualquer tipo ele cu111io11eta ,crà penalizado. E considerada infração gravíssima e o vckulo será apreendido. Multas de natureza grave Defeito em equipamento ohrigutório (art. 2)0) • Gmnde p.,rt.: da frota nacional é compmta por , clculos com bastante tempo deu o, que circulam cm pés..imas concliçôes de scgurnnça. Andar com ln rema. luz de freio ou farol queimado é infração. O proprietário scr:i obrigado a ficar atento à manutenção do seu vdculo. Distância later.il de bicicletas (art. 201) • Colocar cm risco a ,egurança do ciclista tora-se infração. O novo Código prevê que o motori,ta e obrigado a guardar a distância lateral de um metro e cinquenta centímetros do ciclista. Estacionar sobre a calçada (art. 181) • Será multa de natureza gra,c estacionar o carro sobre passeio, faixa de pedestre, ciclovia. canteiro ccntrnl. gramado ou jnrdim. ilo dar seta (nrt. 196) • Dirigir é como entrar em campo. O motorista nunca está sozinho. Razão pela qual, quando ele não der seta, indicando qual será a sua próxima jogada. poderá fazer gol contra. 'iio manter a distância mínima de segurança Inter.li e frontal (urt. 192) -OnovoCódigoproíbc. mas não define a distância mínima de segurança. A 601..m/h, e em condiçõ.es climáticas favoráveis. os especialistas cm trânsito aconselham manter uma d i,tüncia acima dos 22 metros. 'ão sinalizar u via (art. 225)- Deixar de sinalizar qualquer obstáculo a livre circulaç.ão na via. de fonna a prevenir os demais condutores. é passivei de multa. Exemplos comuns dessa situacão: quando a carga for derramada do veículo e não puder ser imediatamente retirada ou quando se fizer necessária a remoção do veículo cm pa.ne pela.Rodovia. Omitir socorro (art. 177) • O condutor que se envolver cm acidente e deixar de prestar socorro à vítima ou ainda atrapalhar ou impedir o socorroe sUtrã cometendo infração e rcccberâ multa. além da suspensão do direito de dirigir. Ultrapassagem pelo acostamento (art. 202) Essa infração será punida com o dobro do rigor atual. J falsa esperteza de alguns motorista< causa, anualmente, inúmeros acidentes com esse tipo de manobra. Use o cinto de scgur.inça (nrt. 167). o uso passará a s.:r obrigatório em todo o País. O não .:umprimcnto da norma, além de multa, implicará a rctc'11çi!0 do veiculo até a colocação do cinto de infrator. Multas de natureza média Atirar objetos pelo nículo (art. 172)-0 Códi 0 proíbe am:mess:tr ou jogar água ou detritos nas r.:S. c-on,ocigarro. saco plistico e latas de refrigerante, ete. Também é punida a "brinC.1d.:ira" de jogar espuma de extintor em pedcstl.' .. Ciclistas (arts. 59 e 255) • O ciclist.a terá que trafegar no mesmo sentido dos carros e fica sujeito à multa se conduzir a bicicleta cm passeios onde não se;a pcnnitida a circulação desta. O ciclista agressivo ou que circule em locais de grande movimento de pedestres também será penalizado. E mais: a bicicleta será recolhida até o pag.amento da multa. Falta de combustível (art. 180) - O condutor desatento será penalizado se, pela falta de combustivel, • o veiculo sofrer pa.ne na via pública. Além da mulu ocom:rá a remoção do veículo. Uso do celular e fones de ouvido (ar. 252) E proibido o motorista dirigir com apenas uma das mãos ao, olanre, motivo p,!lo qual não se pcnnite fal:ir ao celular. Tambêm fica vetado o uso de fones de ouvido. A penalidade vale ainda para quem dirigir com o braço do lado d.: fora do veículo ou transponar pessoas, animais ou volume à sua esquerda ou entre os braços e pernas. Multas de natureza leve Atravessar fora da faixa (art. 25)-0 pedestre que csti,er a menos de 50-mctros (aproximadamente utilizar-se da a em atuam 1as «a; perturbar o trânsito, ou para aprtua de q " atrdade (esportes, desfiles e sitiares) em casos €pernas e com a deda l autoridade com, t nte OUTRAS DICAS idado (arts. 72 e 73)- Todo cidade podera pedir, por escrito, mais sinalização ou fiscalização e sugerir alterações nas normas de trânsito, Os órgãos competentes terão o dever de responder o pedido. Fabricantes e empresas (art, 10S)- Ioma-se obrigatório o encosto de cabeça, tas·grafo em carros com mais de dez lugares e cinto de segurança em todos os veiculos, inclusive escolares e ônibus intcrcstadu.ii, (e,ccto urbanos). Biciclctos terJo de ter campainha. sinalizaçilo noturna dianteira, traseira, lateral e nos pedais e retrovisor do lado direito. Fca proibido construir shoppings. giná~io, ou qualquer outras edificação que atraia público sem local de estacionamento ad.:quado O catalisador foi d.:rrubado. GI - 1) ( 1 d[e oetro nano I tados ai!ar ão do lniannt de iuls (art. IMoy e habhtaào de m»tortas (art. 1) Mtortas- fra amos dfisl Murar arta d mtorta Onoatofra uma lena d uma+ para dirigir (art. 14) Se meter infra,0. 1ara novos exames O condutor tera que ter aulas de d.reio defensiva e puros ocorro ,·c1ocid.,de (art. (il) • A velocidade m4 t1 pemitida para a via será mdrada a!tae d snalzação. Onde no houver o sinal regulamentar, era obedecido o seguinte I- Nas vias urbanas 8)km h, nas vas de transito rap:do, 601-m h, nas vias arteriais, 4km h. nas ias coletoras. J0l..m h. n.h 1i.h luLJh II- Nas vias rurais a) na, Hodo1 iu,: II0kmh, para automóveis e camionetas, 901-m h, para ónibus e microómibus, 8km h. para os demais veiculos b) nas estrada: 60krn/h -DUDA !E 'ü'(Q)$ J missão do Exército Brasileiro fundamenta-se em suas tradições e vocações, definidas e con,olidacl,t, ao longo do processo histórico cultural da Naçiio l raJiçÕl.'.s de bra, ura. ,:icnlício. dc,pr~ndmcnto e participação para conquistar e garantir a sobcrJoia. a umd.ide e a integração nacionais e paz social. Tradições dc culto e respeito à Pátria. aos seu;, símbolos. aos chefes militares do passado, aos heróis nacionais e ao, momentos históricos da fonnaçào. emancipação e afinnação da Nação Brasileira. Vocação democrática. de-corrente de solida fonnação, com base nos ideais de l1hcrd3dc e de dignidade da pessoa humana e repulsa aos e,trcmi,mos, as ideologias e ao, regimes autocrallco, de quaisquer origens ou matizes. J vocação democr:itica do Exército é reforçada. por rcprc,entarem seu, membros um todo e homogêneo, sem se constituir cm casta milit.:ir. compo'1o por brasileiros oriundo; de diferente etnias. classes sociais e credos religiosos. pela igualdade de oponunidadi: de ace»o .. carreira militar e por sua fidelidade ao compromisso pcnnanente com a liberdade e com a democracia Vocação de solidariedade. manifc,tada sobretudo na as~i,tência as populaçõe, mai, carente:,, em cspL-cial àquelas situadas nas regiões mais longínquas do território nacional, bem como em ,1tuJçõe, de calamidade pública. Vocação para ens1b1lizar-~e e sintonizar-se com as mai,; legi1im1, a,piraçõc, nacionais, mantendo-se imune e desvinculado da influência de qualquer organização politico- partidária. por se colocar acima de eventuais disputas entre grupos sociais, económicos ou politicos, caracterizando sc por uma trajetórin de atuação orientada por sua destinação con,titucional e comprometida somente com os interesses e com as aspirações .itais da sociedade brasileira. Vocação e re;pcito. amizade. solidaricdJdc e cooperação com as demais Forças Armada e com as de outros paises. A ConstituiçJo Federal. as Leis decorrentes e as diretrizes do Presidente da República. comandante: Supremo das For a.. Annadas. definem as ações a realizar _para o cumprimento da missão constitucional do Exército. AC:OIES .Bil ll!IE.l!llLDZAR .. Defender a Pátria: ,.. Garantir a lei: .. Garanrir a ordem. ,.. Guranflr os podere. constitucionais: .. Cooperar com o desenro!vlmenro nacional: "Cooperar com a Defes Civil: ,. Participa:- de Operações de Pa: CARACTERÍSTICAS INSTITUCIONAIS DO EXÉRCITO BRASILEIRO Instituição acional - Por ser de âmbito nacional e. sobretudo. por ser integrada por cidadão de todas as regiões do território pátrio e por estar comprometida com os, ai ores da cultur.:t brasileira e com os superiores interesses e aspirações da sociedade brasili!ir.:t e com os superiores interesse, e aspirações da sociedade brasileira. lnstit11ição Permanente- Por ser imprescindível pa.ra a sobrcvi, cnci:i da Nação brasileira. respaldando as d.:cisões soberanas do Estado, desde as origens de seu processo histórico. sempre comprometida com as aspirações e com os anseios do povo brasileiro. lnstit11ição organi::ada com base na ftierarq- . .lÍa e disciplina - Por se constituín:m em verdadeiros pilares da própria coesão da Instituição. alicerçados que são no culto da lealdade. da confiança e do respeito mútuo entre chefes subordinados e na compreensão reciproca de seus direitos e de, eres. Instituição Regular• Por possuir atribuições. organiz.aç.io. subordinaç:io e efeti, o, ddinidos na Constituição ou em Leis específicas: por utilizar unifonnes e equipamencos próprios e padronizados e ter caráter ostensivo. A Constituiçfo Federal estabelece os fundamentos e princípios que definem a missão do Exército e noneiam seu.cumprimento. Ar- 1 • A República Fcdernti, a do Brasil. form:id3 pela uni:io indissolú,el dos Estados e MunicipiQ< e do Disujto Federal. constitui-se em Est;:do Dcmoc:nitico de Din6to e 1é:in como fund:!men!os: 1- :t soberania: li - a cidadania: Ili - dignidade da pessoa humana; IV -o ,alores socinis do trabalho e da livre iniciativa: e V. o plur:tlismo político. Art. 4°-A República Fcd=iv:1 do Brasil rege-se JUS sms rc~ in!emxiorois pel x.-guin:;;;;, pr.,~[;,:;,s: 1 • indcpcndencia nacional: II- prevalência dos direitos humanos;_II- autodeterminação dos povos: IV- niio-intcl'cnção: V- igualdade entre os Estados: VI· defesa da paz: Vil - ,olu;:ào pJcífi~ dos conílitos; VIII - repúdio ao terrorismo e ao racismo; IX - cooperação entre os po, os para O pro:,;res 0 da humanidade; X. conccssi!o ée asilo político. • - . Ar.I42- As Forças Aradas. constituidas pela Marinha pelo Exército e pe!:i Aeron;iutica, -.1 0 Instituições nacionais. permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e disciplina, sob 2 autoridade suprema do Presidente da Republica. e d,-snn:,m-se a defesa da P:itria. :i garantia dos poderes constitucionais e. por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem. (Extraido da Revista "Exército Brasileiro", edição especial de 1997. l.'ditada pelo e. 1 d Comunicaç.iio Socilll do Exército). . en'ro Exército Brasileiro - Braço forte -Mão Amiga "Ltbkee a planta Genna de Valore»para o exricio de 199" C>l'H I f 1.11 O MUNICll'AI, 1>I. llf.l.A VIS IA, ESTADO DE MAIO GROSSO DO S L, no uo de suas atribuições leais, e onderando o disposto no art. Hl, da Lei Municipal N"996, de 20 de Dezembro de 1993 DECRETA Ant I". Fica aprovada a Planta Genérica de valores lnobiliário pata o exercício de 1998, on forme anexos, I, II, III, IVe V. rt. 2"- Para os imóveis localizados na área rural, que apresentam caracteristicas de destinação à exploração aricola, pecuária e extrativista qual quer que seja sua área, serão avaliados pela pauta imobiliária, expedida cm conjunto pela Prefeitura Municipal de Bela Vbta e Secretaria de Fazenda do Estado e tributos de acordo com amortização conti dn 110 anc·xo 11. Art. Jº • Este Decreto entrará cm vigor a par tir de 1de Janeiro de 199, revogando-se as dispo ;içõcs cm contrfirio. Bela Vista-MS., J0 de Dezembro de 1997. JOSÉ GARIBALDI DA ROSA NETO Prefeito Municipal ANEXO 1 Valor do Pdrlo de Rua para o Trecho01, - Trecho compreendido entre os seguintes perímetros: 1 - Sebastião Crispim do Rêgo (inclusive), Coronel Camis.foo (inclusive), 13 de Junho (Inclusi ve)e Avenida Teodoro Sativa. li - Avenida Conde de Porto Alegre (Inclusi ve) trecho compreendido entre Barilo do Ladârio e Teodoro Sativa. 111 • Rua Banlo do Ladário (Inclusive) trecho compreendido entre a Rua Voluntário da Pátria e Fernando Fernandes Leite. ' IV • Rua Duque de Caxias (Inclusive) Rua Alceblades Bobndilha da Cunha (Inclusive) trecho compreendido entre a Rua Voluntário da Pátria até a Rua Tiradentes, Rua Tiradentes (Inclusive) trecho compreendido entre a Rua Alcebiades Bobadilha da Cunha até a Rua Cândido Mariano, Rua Visconde de Taunay (Inclusive) trecho compreendido entre a Rua Cândido Mariano até a Rua Barão do Ladário e a Rua Barão do Ladário. Valor do Pndrlo de Rua: 11,504372 Unidade Pa drão Fiscal do Município de Bela Vista/UPF. Para o trecho 02: - Trecho compn.-cndido entre os seguintes pe rímetros: I- Rua Duque de Caxias (inclusive) Avenida Teodoro Sativa (Inclusive). Avenida Conde de Porto Alegre e Rua Barão do Ladirio. II- Rua Duque de Caxias (Inclusive) trecho compreendido entre a Rua Alce biades Bobadilha da Cunha até a Rua imão Coelho (Inclusive), Rua AI vares Cabral (inclusive) Rua Afonso Loureiro. Valor do Padrão de Rua: 9,391335 Unidade Padrão Fiscal do Municipi de Bela Vista/UPF. Pum o trecho 03: - Trecho compreendido entre os seguintes pe rímetros: } -Avenida Internacional (inclusive). Rua Co ronel Camisão (inclusive), Rua Sebastião Crispim do Rego e Avenida Teodoro Sativa li- Avenida Internacional (Inclusive), Aveni da Paraguay (inclusive), Rua Cuiabé (Inclusive) e Rua Coronel Camisão. ylt do Pdro d_Ru» R,470444 Unida! Padrão T ia! do Muricipo de Bela V+ta/tUPf P'ar o.tu«ho: Trecho compreendido entre o» eumates per- mtrrs I- Rua Afonso Pena (Inclusive). Avenida Teodoro Sativa (inclusive), Kua Duque de Caxias Rua Bar)o do Ladirio (Inlusive) II- Kua Afonso Pena, Rua [ardo do Trun fo (Inclusive), Rua Alaide da Silva Correia, Rua Alcebiades Hobadilha da Cunha (Inclusive). Ili • Rua Conde de Porto Alegre, Avenida Teodoro Sativa(Inclusive), Rua T errando F erandes Leite (Inclusive) e Rua Barão do Ladário. Valor do padrão de ru3 3,916977 Unidade Padrão Fiscal do Municlpio de Bela Vista/UPF Para o trecho 05; • Trecho compreendido entre os seguintes pe rimetros. I- Rua Afonso Pena (Inclusive) Rua Coronel Dias (lnclu ive), Avenida Internacional (Inclusive) Avenida Teodoro Sativa (lnclusi1·e). 11- Rua 13 de Junho, Avendia Paraguay (in clusive) e Avenida Teodoro Sativa (inclusive) e ,vendia Internacional. Valor do padn1o de Run: Unidade Padrão Fiscal do Município de Bela Vista/UPF. Para o trecho 06: • Trecho compreendido entre os seguintes pe rímetros: I- Rua Duque de Caxias (inclusive), Rua Ba rão do Ladário (Inclusive). até a Rua Fernando Fernandes Leite e Rua Afonso Pena (inclusive). Valor do padrão de Rua: 9.616450 Unidade Padrão Fiscal do Município de Bela Vista/UPF. Pnru o tn.-cho 07: Trcchocomprccodidoentreosseguintesperimc:tros: l • Rua Afonso Pena. Rua Adão Godoy da Silva (inclusive), Rua Catarina Senturião da Silva • (inclusive) e Rua Barão do Triunfo. II- Rua Alalde da Silva Correia (Inclusive), Rua Euzébio Martins dos Santos (lnclusíve} e Rua Dinarte dos Santos. • Ili • Rua Afonso Pena, Rua Alcebiades Bobadilha da Cunha. Rua Alaide da Silva Correia e Rua Senhorinha Lopes. IV • Rua José Lemes Bugre, Rua Senhorina Lopes, Rua Alaíde da Silva Correia e Rua Dinarte dos Santos (Inclusive}. Valor do Padrão de Rua: 2,637327 Unidade Padrlo Fiscal do Município de Bela Vista/UPF. Para o Trecho 08: - Trecho compreendido entre os seguintes pe rímetros: I- Rua Atanásio Gomes de Mel lo, Rua Barão do Ladário (Inclusive) Rua sem denominação (in clusive) e Rua Rio Grande do Sul. lf. Avenida Senador Pinheiro (lnclusi,•e). Rua Coronel Dias (saída para Ponta Podi) (inclusive), Rua sem denominação e Avenida Teodoro Sativa (In clusive). lll • Rua Fernando Fernandes Leite. Avenida Teodoro Sativa. Rua sem denominação e Rua Barão do Ladirio. Valor do Padrão de Rua: 2,983171 Unidade Padrão Fiscal do Municipal de Bela Vista/UPF. ANEXO li FATORES DE GLEBA .,, .. ÁREA fM2) FATOR ÁREA (M2) FATOR 16.000 0,798 75.000 0,469 16.000 0,684 80.000 0,461 18.000 0,663 85.000 0,454 20.000 0,646 90.000 0,449 22.000 0,633 95.000 0,444 24.000 0,617 •100.000 0,436 26.000 0,606 820.000 0,419 28.000 0.595 140.000 O,404 30.000 0.585 160.000 0,392 32.000. 0,576 . 180.000 • 0,381 34.000 0,560 200.000 0,372 38.000 0,553 250.000 0,355 40.000 0,545 300.000 0.342 42.000 0,540 350.000 0,331 44.000 0,432 400.Q00 0,322 46.000 0.527 450.000 0.315 48.000 0,521 500.000 0.310 50.000 0.517 600.000 0.302 55.000 0.505 700.000 0,296 60.000 0,494 800.000 0.291 65.000 0,48-4 900.000 0,299 70.000 0,476 1.000 000 ou + 0.288 t!:>Pí,CII ICA(,AO i , l 1 1 I Nrm! Ae10o Roh0o AI,., .:h> EAIORDL 1OEXGRALIA 10 .° 0$ 0.7 ____ _J Plano Aclive Declive Irregular EAIORDE SIÃO 10 (l () 0.x lJ,7 [ f:SPLCII ICAÇAO Esquina/'duas frentes Urna frente Encravado Vila f ,-]()X I,:! l.O 0,9 0,8 ANEXO IV TABELA DE PONTOS POR FATORES SITUAÇÃO l:.STRUTURA COBERTIJRA PISO ! Isolada 5 1 Metálíca 16 ILage 10 1 fat. Lsperal J(I 2 Conjugada 3 2 Concreto 15 2Telha x8 2 Taco 6 3 Geminada 1 J Ahcnaria 10 3 Cimento Amianto 5 J Ladrilho/( Hlll"nlo 2 4 Superposta o 4 Madeira 5 4 Palha o 4 Chão Batido o FORRO E VESTIMENTO INTERNO REVESTIMENTO EXILRNO 1.1.[VA(.-O 1 Lagc 6 1 Mat.Espccial 10 1 Mal.Especial 10 I Alvenaria 6 2 Estuque 4 2 Pintura 7 2 Pintura 7 2 Mista 5 3 Madeira J J Reboco 3 3 Reboco ) 3 Concreto 4 4 Sem Forro o 4Sem o 4 Sem o 4 Madeira 3 BANHEIRO INST. ELÉTRICA fNST. HIDRÂLlLICA FOSSA ! Interno 8 1 Embutida 7 1 Embutida 7 I Séptica 5 2 Externo 4 2 Aparente 4 1 Aparente 3 2 Negra 2 3Sem o J Sem o 3 Sem o 3 Inexistente o ANEXO V FATOR DE DEPRECIAÇÃO ESTADO DE CONSERVAÇAO ANOS EXCELENTE BOM REGULAR PESSIMO Até 05 1.0 0,95 0.90 0.85 De 06 à 10 0,9 0,85 0.80 0,75 De 11 à 30 0,8 0,75 0,70 0,65 De 31 em diante 0,7 0.65 0.60 0.55 ANEXO VI Tabela de Classificação das Edificações quanto a sua categoria CATEGORJA NºDEPONTOS VALOREM UPF Luxo 96 - 100 32.914703 Alto 88-95 26.819388 Bom 76- 87 20.724072 Médio 59- 75 18,285958 Modesto 08 • 58 7.314378 DECRETO Nº 984/98 DE 13 DE JANEIRO DE 1998 "Dispõe sobre a forma de lançamento e pagamento do IPTU e taxas para o exercí cio de 1998". O Prefeito Municipal de Bela Vista. Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, e tendo em vista o disposto no art. 297 da Lei 966, de20.12.93; DECRETA: Art. I O - O Imposto Territorial Ur bano, IPTU, e as taxas do exercício de 1998, serão lançadas através de moeda corrente no País, RS, (REAL), tendo como base de cálculo a UPF (Unidade Padrão Fiscal do Município de Bela Vis ta/MS) valor em RS 9, 11 (nove reais e onze centavos), correspondente ao mês de dezembro de 1997. Ar.2° - O lançamento do Imposto Predial Territorial Urbano, (IPTIJ), e as taxas do exercício de 1998, será da seguin- te forma: e I-O contribuinte proprietário de 01 (um) único imóvel. com atê 60 (sessenta) metros de área construida. é isento. II- Até o valor de RS 30.00 (trinta reais) - pagamento em parcela única. para o Imposto Predial e Territorial. III - Acima de RS 30.00 (trinta re ais), tanto para o Imposto Predial como o Imposto Territorial. Parágrafo l º - O i::ontribuinte que op tar pelo pagamento à vista/cota Única terá como vencimento o dia 06 de março de 1998. Parágrafo 2°-O contribuinte que op tar pelo pagamento parcelado, os vencimen tos das parcelas serão os seguintes: I-1,2e3 parcelas. dias 06 de mar ço, abril, maio e a última parcela terá venci mento dia 05 de junho. Ar.3° - Será concedido desconto de 10% (dez por cento) para o pagamento à vista, ou em parcela única. Art.4° - A UPF para cálculo dopa gamento à vista, em parcela única. ou parcelado, é a de que se trata o Artigo 1° deste decreto. Art.5° - O contribuinte que optar pelo pagamento parcelado. não gozará do direito ao desconto de 10% (dez por cento) quando do pagamento das par celas. An.6º - Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Ar.7- Revogam-se as disposições em contrário. Bela Vista-MS, 13 de Janeiro de 1998 JOSÉ GARIBALDI DA ROSA NETO Prefeito Municipal P GLNA-O CULTURA. /VARIEDADES -1 Pai Nosso, com as palavras de Jesus Tradução do aramaico revela a linguagem usada na época HUMO·to oooI te Moo t'aulo Jesus falava aramaico, um linua semita nascida cerca de 6 séculos antes c cujo nome deriva, ao que se sabe, do pa turca Aarão (Aaram). A ri quera de expressões presente no aramaico é um tesouro que teve perdido ou limitado a apenas alguns especialistas du runte muito tempo. A maioria das traduções do, ensinamentos de Jesus foi fia a po.rtir do _rego, uma lin gua muito Hifcre te dc .«o, ke ;« verdadc, os ensina+entos de Jecus foram todos em nrnmaico uma ,ingua popular e que era falada tam bém entre os comer; ates que chegavam de outros países. O fnto de as trnduçõcs de Jesus terem sid feitas uo gre o, trouxe isto lógica e os significados da cai ..a mcga. 1 loje, muitos estudiosos acham que esse fato nilo chegou ades- virtuar os ensinamentos de Je sus, porém muito do significa do mais amplo de suas prega ç11cs, contido n:1s palavras de sua própria língua, deixou de chegar até nós. Nu verdade, o grego foi introduzido no Oriente Médio após as conquistas de Alexan dre, o Grande, porém jamais tornou-se a I lngua oficial e po pulnr da regiüo. Durante muito tempo o aramaico continua sendo fnlndo, até ser substitui do pelo árabe, com o advento do lslnm. 1·u1 ser uma língua popu lar, o aramaico é muito ligado à terra., cheio de conteúdo as sociados às plantas, ao florescimento e às tradições mJsticas dos nômades do deser to, que olhavam o cosmos (pa lavra grega) de um modo mui to peculiar. Desse modo, mui tas palavras no aramaico têm significados que precisam de muitas palavras em nossa lln- gua para explicá-lo~. Céu (no sentido bíblico), por exemplo, significa luz e som brlhando atravé de toda a criação Existe hoje um movi rncnto mundial para a preser vação e difusJo do aramaico e dos ensinamentos de Jesus em sua língua. Tem sede nos Esta dos Unidos e é liderado por um profundo conhecedor da lln gua, Neil Doug.las Klotz. Suas idéias estilo no livro Prayers o/ the Cosmos, editado pela 1 larper Collins e ainda não tra duzido para o português. o Brasil, o movimento tem sede em Nova Friburgo, Estado do Rio (Caixa Postal 96947 28615-239). Uma das passagens mais interessantes do livro é o Pai osso em aramaico, com tra duções de vários estudiosos, inclusive o próprio Klotz Aqui vai ele, reproduzido fonetica mente. Lembre-se de que a tra dução tem significado apenas intelectual, poi ma oração não é uma repetço automáti ca de palavras, deve ser um 1 prece que brot• <!o ,:,oraçJ , independente das palavras. A intenção, com esta re produção, é apenas indicar os sons como eram pronunciados por Je~us, e tentar aproximar se do signilicudo intelectual místico das palavras. As indi cações fonéticas tentam ser o mais próximo possível do por tuguês. Lembre-se de que o eh é gutural, pronunciado na gar ganta, mas se voce não o con seguir, pronuncie como rr (de cachorro), que o som será bem aproximado, embora não exato. Mateus conta que Jesus estava rezando em algum lugar, sozinho. Ele geralmente orava em colinas e pequenas monta nhas perto de Cafamaum, com vista para o Mar da Galiléia. esse lugar, quando ele parou de orar, um dos discípulos lhe dss. " mhor, «nsine-nos a rezar, como João ensinou ao scus dr«ipulos". E, então Je sus lhes disse. "Quando vo es rezarem, digam: Ahvum d Nashmáia Pai -Me. Respira.ão da Vida. Fonte do Som, Aio sem Pa lavras, Criador do Cosmos. Faça sua luz brilhar entre nós. fora de nós c que a possamos tom:ir útil). Netcádash shimóch (Ajude-nos a seguir no<.ws ca minhos, rcspirando apenas o sentimento que emana de Voce). Te/Í! ma/c111úch Un:1 (Nosso cu nosso com o Seu. para que nós possamos cami nhar como reis e rainhas c.om todas as criaturas). Nel111ê lcnianúch aicana d'bashimáia af h'arha (Que o Seu e o nosso desejo sejam um só. em toda lulas sim como em todas as formas. em toda existência indi idual r m todas as ti 1::,! .J: ) 16tan d wn man tomara(l a nos sentir a alma da Iema dntro de nós, pois a sim sentiremos a Sal dona que existe em tudo) 'ashbo an hdubein uahtehin aicana df quuran hbuocán l'haabéinNaio per mita que a superficialidade e a aparência das coisas do mun do possa iludir-nos e nos hiber te de tudo :iqutlo que impede nos-.o crc,c1men10). U.;ft1 1uh/1111 /'nelilÍ,w Ela patwan mim bixa (Não nos deixe sermos tomados pelo es quecimento de que Vocc e ,, poder e a força viva do mun do, a canção que se renova de tempos cm tempos e a tudo embeleza) ,fetzíl dtláhte malwt,í uahála uateshbücta l'ahlim almín (Possa o seu amor ser o solo onde cresçam nossas ações). Amém. ., . oras policiais da lit ratura Como as ações interativas, elas nos atraem e emocionam TERE:ZIHA TAGÊ - Colaboradora "Não podemos esquecer que a violência faz parte da natureza humana" (George Orwe/1) Os romances policiais sempre ocuparam um lugar privilegiado entre as leituras mais procura das dos leitores modernos. Isso se não considerar mos como temas scmelhar.tes as histórias de as sassinato e outros crin:zz descritos na Bíblia. nos clássico: g:-os, as obras de escritores como Charle:.Dikens: o' s mneists".E mais co mum rar:rc ·nico deste gênero·escritos, a parir l obrado escritor c.te-ameriano Edgar Allan' ivcialme;te's As 'aos da Rua Morgue, picac.n .1. Mas, po que este tipo de narrativa exer ce sobre os seus leitores uma atração especial, a ponto de conquistar até mesmo pessoas que não gostam de ler em geral? Quais os elementos que aparecerr cm to<l:i, :l!. c~ro..s, fazendo com que. 2o inicie o proces d lura. leitor se torne um part'ante ir'- do em desadar a sequência de toda a uai.a ap:nas delinea la nu .. rrimciro momento·. Fala-se muito em interatividade, em par ticipação ativa entre criadores, criaturas e o pú blico receptor dos produtos criados. Entretanto, os que se preocupam com os pontos de referên cia das relações entre comunicações e cqmunicadores esquecem de um ponto impor tante desta questão. Tomar algo inteiro, isto é, complementar partes, supõe uma atividade hu mana básica: o jogo, a troca de experiências, a capacidade de compartilhar, de sentir-se maior ao tocar a atenção do outro, As ações interativas, sejam quais forem os meios, antigos ou recen tes. como os das novas tecnologias, são mais intensas e completas. Estas ações estão nanar rativa de suspense e mistério, ou seja, no ro m:mce policial. Ele nos atrai porque nos obriga a entrar em cena e a atuar com os personagens. omos detetives, ou, investigadores por impo sição dos escritores. Jogamos com eles. in uém fica indiferente ou tranquilo durante a lei :ra. em adianta pular as páginas para chegar ogo ao final e conhecer o desfecho. O percurso, o processo é indispensável quando a obra ér- almente boa. • O jogo interno que se estabelece na narra tiva policial, como é costume nomear esse gê nero de histórias imaginárias, tem uma fórmula mais ou menos fixa. Poderíamos chamá-la de regras determinantes do seu processo de cons trução. Um exemplo poderia ser o modelo do investigador amador {para identificar-se com qualquer um de nós) que possui poderes extra ordinários de dedução. O escritor Arthur Conan Doyle foi um destes criadores ao introduzir o personagem de herlock Holmes. em 1880 apro ximadamente. Mais tarde, surgem as escritoras Agatha Christie e Dorothy L. awyers, presen ças femininas que criaram personagens seme lhantes, como o elegante inspetor Poirot e Lorde Peter Wimsey, respectivamente. Em parte subs tancial de suas obras, infelizmente, estas escri tores de grande ta.lento, entretanto, deixaram-se levar pelo sucesso e tomaram-se um tanto repetitivas. eus livros seriam mais brilhantes se elas tivessem elaborado com mais originali dade as formas de seus textos. Há um excesso de conteudismo que enfraquece sua produção em geral, mas, conserva a característica de en- tretenimento. Em um estudo sobre este assunto realiza do por Julian Symmons. com o título de Blood Murder, o pesquisador afirma que a grande pro cura por romances deste gênero se de, e ao pro gresso material dos profissionais lib.:rais e da força policial organizada.. sobretudo na lngbterrj e nos Estados Unidos. Os livros británicos es tão nas blibliotecas da classe social de bom po der aquisitivo. Mesmo na Europa. onde encon tramos o simpático Maigret, de George Simenon. vemos que estes livros articulam sentimentos e emoções. que liberam o medo da violência en tre a classe burguesa e os que acreditam na pro teção policial. Os detetives aristocráticos., ao contr:írio. simbolizam a crítica dos que não con fiam no trabalho de policiais. Em geral estas obras revelam a necessidade humana e social do estabelecimento de uma ordem capaz de pro teger-nos dos males de nossa natureza quando desordenada. São jogos de imaginação, que as sensibilidades dos escritores criam para nos con solar. Pode ser esta a razão do prazer que suas leituras nos causam. IA.AI #4 4lMIIII.A troe - e?s=te - _yrscele»ele ... , JARDA A $% $ERRE - Atenção individualizada, sem necessidade de professor particular, atendimento integral. - Recuperação paralela e contínua, conforme as necessidades da criança. - Nú_,itero limitado de alunos - Atenção especial à potencialidade da criança - Desenvolver o espírito patriótico - Incentivo ao esporte - Aulas de Inglês e Espanhol - Catequese aos que quiserem. e escolar não pode nunca repor, iar ao ambienie de casa" 'l!lAtriculAs c2bertAs ir 439-1356 - Horário das 7:30 às l l :30; 13:30 às 16:00 Rua Guia Lopes, 81 O - Bela Vista/MS Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXV_Nº1900_15_01_1998 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXV_Nº1902_21_01_1998 Voltar para a lista de itens