TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXVII_Nº1976_02_02_1999 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXVII_Nº1976_02_02_1999Número da edição1976Data de publicação2 de fevereiro de 1999Número de páginas8GeoCoordenada -22.100133988684117 , -56.529813209629 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXVII_Nº1976_02_02_1999 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto Administração José Garibald' da Rosa Neto A mais ef 1ci do Sudoeste Escreve Pedro l'cdn·irn A barra está pesada. Pesada 111!0, pesudissfrnu. Nem é preciso falar n respeito do sufoco que os Prefeitos dos Municípios do Sudoeste passaram nestes dois últimos anos. Tarnbérn o comércio. a indústria. os produtores rum is e ... t.11nbém. a IMPRENSA Mas, comoo pés no chão, aproveitando equipamentos e "gente da casa", a on:lem é U'lll1<,-<"lr na tiragem, • r 110 cootcúdo e na co111L11ç:.1o de despesas, Tudo para manter os jornais circulando. lnteressa11tc, com a Administraçiiu de José Garibaldi ocorreu o mesmo, aproveitando os "prntas da casa", muita austeridade, controle, criatividade com os próprios equipamentos e recursos, colocou a casa cm ordem. pagando salários cm dia. fornecedores. cuid:rn<lo com carinho da saúde e da educação. Resultado, hoje, no Sudoeste elegem o prefeito de Bela Vista o MI:LI fOR DA IU:.OIÀO. com a Adinini.')(r,11,:;"10 MAIS FllCIEfJT .. Prá falar a verdade de veL cm quando no, desentendemos com 11 prefeito, nada a vn eo111 seus métodos. que d..:ram r..:sultado. mas com a no,,a pressa em ver os problemas Vista/M 2 Fundador - lvaldo Pereira 0 PI FIINTI@ Pt t.90- Pi ,%0 de Bela Vista solucionados. ás vezes, culpando o prefeito pela "oscilação do dólar". A cidade somos todos nós, precisa haver pareceria do poder público com J iniciativa privada. lk111, pd s:1hcr o que foi feito, como foi feito e qual o "mil,1grc". procuramos o prell:ito Garihal<li para uma entrevista. Leia na próxima edição. Londres Machado assume pela veza Presidência do Poder Legisla o Prefeito José Garibaldi ria Rola Neto Deputado Londres Machado, reconduzido à Presidência tia Assembléia Legislativa. pela quinta vez Reconduzido nesta segunda-feira ( 1° de fevereiro) à presidência da Assembléia Legisbtiva pela quinta vez. o deputado Londres Machado {P D8) ressal•ou "a forma democrática como foi conduzido o processo ekitoral". ao mesmo tempo em que cont.:stou a manifestação de alguns segmentos políticos. que classificaram com "continuismo" a sua eleição. A decisão dos deputados é soberana e democrática", argumentou. ao comentar a sua recondução à presidência através do voto de 22 dos 24 parl:u.nentarcs que compõem o Lcg.islativo Estadual A composição da Mesa para o biênio 99/2000 ficou da s.:guintc forma: Londres Machado (PSDB). pn.:sidentc. Nclito Câmara (PMDB). 1º vice-presidente: Maurício Picarelli (PFL). 2° vice prcsidente; Antônio Carlos Arroyo (PTB). 3° vice prcsidente: Ary Rigo (PTB). lº secretário: Sandro Fabi (PPS). 2° secretário: e krson Domingos (P DB). 3° S<.."Cret:irio. Dos 24 deputados, um votou em branco e um votou contra a chapa eleita. " ão considero continuísmo a nossa recondução à prcsidi'ncia pois cada eleição é uma história". disse Londres lfachado. ao lembrar que "para que chegassemos a esse resultado intensas conversações com os colegas e com os paniJos. dialogando com todas as correntes no mais elevado espirito dcmocr:itico". Secundo ele. o exercicio da democracia cst:i espelhado no fino de que "todos os atos da Mcsa ser.lo acompanhados pelo Plenário, qu.: possui autononüa para clcger e também para fiscalizar o nosso trabalho", Ainda na scssilo de hoje. Londrcs Machado solicitou às autoridades· nrcsentes "o apoio e a cornpJ"c-ensào para a tarefa que agora iniciamos e que pretendemos. .:m união com os demais poderes do Estado. concluir positivamente em favor do bcm estar e da tranqüilidade da gente de Mato Grosso do Sul". í· lc Prefeitura /,unicipal de Belo Vista// Portaria Nº OQ.2/99 O Sccrct:irio Municipal dc Administraçfo. no uso de suas atribuições. torna público a cxisti'ncia de O 1 ( uma) , aga para concessilo de c:1.ploração dos serviços dc moto-t:ixi ncsta cidade. Bela Vista-i!S, 25 de .l:.tnciro de 1.999. lbm:io Aparicio Arco Se-e.. 1lun. de Administração 11111 agradecimento especial a ' imprensa, "responsável pelo registro histórico da, atividad.:s do Parlamcnto". cuja crítica co11s1rut1,a. conforme argumentou, "há de continuar ::i nos oferecer valiosa contribuição com vistas ao aperfeiçoamento do proccsso dcmocr.ítico". O Go,·emador determina a formação de uma Comissão, com entidades da sociedade cívil, para analisar as conceções de regime especial e outra para eltudar af acu.sações de nepotisnw I= do I' 1 se defendeu no último dia 1 º, cm coletiva a imprensa, das acusações que vem sofrendo. O Governador alega que todos os nomes citados pela 1mpr"""'1 corno nc-po1ismo têm uma história de luta politica e de envolvimento com movimentos sociais, sendo que dez deles pencncem ao quadro efetivo do Estado de Maio Grosso do Sul. "Nepotismo prá mim e empregar mulher, pai. rnk. fiho e amante para ganhar dinheiro público e ficar em casa. Quem eu nomeio trabalha. porque se Não trabalhar vai c-mbora". desabafou. Página--08 V / I Zeca do PT - Go,·ernador de ft1S Polícia Militar 11preendeu 14 kg de "Maconha" no final de semana Em Caracol, Florestal apree . , peles, arma e um ve:cu .o e eac sações de t:1ot21 l!!lo Govcarno l!!lo E s t a d o d e ato Grosso d o S1 :1 1 • A situação económica do Estado de Mato Grosso do Sul e muito dificil. Essa dificulcbde está sendo enfrentada com dcterminaçJo e coragem pelo atual governo, que nào lem medido esforços para buscar a moralidade e a transpari:ncia no traio da corsa publica. 1. O Go,erno de Maio Grosso do Sul. desde a sua pos,e. nJo abriu m:lo de procurar o diálogo e o cnlcndimcmo que busque soluções para a crise e que seja eficaz no combale à corrupç.1o e a moralil.'.lçào da rmquina pública. E não usa desta bandeira de forma oportunista e com fins inconfessáveis. J. A conduta do então deputado estadual do PT. e hoje govcrrodor. José Orcirio Mirnnd.:l dos Santos - o Zt:ea do PT - sempre se pautou na defesa da transparência. da ética e da democrati,açào cbs instituições. sendo inclusive autor de projetos como o da extinção do Fundo de Aposentadoria dos Deputados. e legitimo aniculador da Emenda Constitucional que acaba com o chamado nt-potismo. 4. Considerando os fatos noticiudos pcb lmpn.-nsa sobre a pni1ica de nepotismo no governo do Estado distorcem a realid.:!de aclu por bem; O govemo resolve delegar a seu li der na Assembléia Legislativa, Deputado Lac:ne Tcrila. e ao Deputado Federal Ben-Hur Ferreira. para que coordenem urn Fórum de Entidades Representativas da Sociedade Civil para que apresente estudo e conceitue fornulmeme o que é nepotismo, e apreent Projeto de Lei a ser t:11,1ado com mensagem do Poder Executivo à As>anbléi:i L--g.islaü-,~ na abertura dos trabalhos legisl::tivos. no próximo dia 18 de fevereiro, ao mesmo tempo que o go erno corr-igirá erros ou excessos eventualmente cometidos .. Por fim o governo reafirma a transparência como principio e o di:ilogo enquanto instrumento para alcançá-lo. (Governo do Estudo de Mato Grosso do Sul) oral Trih 02 A 'J1 Contratos em dólar: Desequihbrio contratual e revisão de contratos À repentina mudança do iovero no que pweune à hbera ão do cimhio trouxe para todos um brutal de equilibro na rela e contratuais 11 t , ·•• 1111 q11c n III il ,.,dor .ul11L1J11 cst,,va trelado a atiço do dólar americano no meteado flutuante l preciso lembrar de inicio que os contratos celebrados, principalmente com as 1n,t1t111'ilc, l'ina11c1:11:I, de l,•,/11I).! 011 de empréstimos com o tepase de capital extero foram firmados num periodo de estabilidade da ecnnnmi.1 e principalmente de uma politica cambial de riido controle do Hanco Central do [rasil. pelo sistema de bandas, de modo que a llu111oçílo 1i11h,1 um leio m.hi1110. lanto assim é que as partes podiam fazer uma previsão de contratos indexados à moei.la americana porque a própria politica cconúmica era centrada no controle da inflação que era arantido pela estabilidade da taxa de cambio, u 11111:i•fio ,nharia t.lc imediato. contrariando toda a politica governamental. Prova disso é que us instituições !inanccira, contrata,am taxas de juros. sobre dólar. em patamares superiores a 12%, ao ano, quando se sabe que estas taxas no mercado internacional no miimo chegam a 8% ao ano. Assim. pn,1e~i.u11-<t' 110 conlrato eslipulando uma taxa anual bem superior à pralicada no merendo in1,·rn:1ri1111:1I. Por tudo isso a crise instalada em janeiro de 1999, com a liberação do câmbio. produziu para os contratantes um Jescquilihrio contratual. Un.s ganhando 11111ito. nagera,bmcnle; 011tms pedendo quase tudo, vendo uma divida crescer 60% em apenas 15 dia.s. quamh, a inllaçào i.' 7ero no periodo. Essa a razão da possibiliJade de revisão contratual, que se impõe diante do 11, o quaJm que , i, e a economia do l'aís. , jl>rnalisla Suely CalJas no artigo "V'amos sair desta", publicado no Jnrnal "O btado ,k Sào l'aulo". de 24.01 .99, C:mkmo de Fconomia. pág. ll:!. üplicou com propricdaJe que a partir de 1995 ;1Jotou-se no l'ais o timn.110 Je um llllO regime camhial baseado no sistcnu de bandas. que seria comandado e controlado ps,lu llanc" Crnlral. C1111 i, iam. por proposta de l iu,ta,o I ranw. Jua, hanJas - a larga c a C!--ln.:itJ. I:,pli,·a a jnrnalisla que: "Para o mercado. porém, a oscibção do real ,cria mínima. limitaJa a estrcite7a dn lxmdinhn. Trata-se de um sistema de câmbio adiministrado e comandado pelo Banco Central com o propósito de gar:ml ir estabilidade da tax..,. Por lr:is J:Ls duas O{)'iks eslava a escolha da prioridade da ec1>nnmia: a cslahilidadc a qualquer preço ou crescimento econômico com mrnr , 11lncr:1hiliJaJe e inllaçJo m.,ior. Esse monopólio do BC na politica cambial tamhem, foi analisado no mesmo jornal pro William Salasar (pg. B3 ): .. , mudanç:i Ul re~ime cambial brasileiro - antes engessado pelo monopólio do Banco Cc11tr.il tllC) e pela politica de minidesvalorizações, isto é. de correções de taxa le cimbio a intervalos frequentes- é mais portante que a maidesvalorização do real, l,: .. 11:orJ1 Cl'm tb,:h:rminaJ,>s inJic:idon:s de paridxde cambial. O Brasil passou, agora, ao regime de livre flutuação da taa de câmbio, no qual é a nuior ou menor demanda c oferta por dólar no mercado que determing seu valor em reais. ( ... ) Ni1u 1cra o tux,1 de r:unbio p.ir.1 colllrobr a inflação, valorizando a moeda para permitir que aumentem as importações de forma a reprimir nltas de preços, como foi íl'itu na época do Plano Cruzado, em 1986 e ll{'llí:t novnn11::111e. co1110 lica patente ao M: ol=rvar o gráfico que 11105tra n rclaçilo entre taxa de infla ·ão e saldo da babnçu comercial". A verdade é que ninguém esperava uma desvalorização cambial, o que veio a surpreender o próprio FMI e o presidente l·emando I knriquc Cardoso. Com efl!ito. di,,; u jorn:ilislfl Monica Ymml.uiew. soh o IÍlulo "Desvalorização abala imagem externa do l'ab", 110 mc,mo peri6dico. pág. 15: "Puru muitos. a imprcssno de que n Go,emo perdera o controle da economia se confirmou no dia 13. quando o Brasil mudou a politica cambial que tanto defendera e obrigara o Fundo Monetário Internacional II apoiar publicamente. sem quulquc aviso prévio. O secretário do Tesouro, Robert Rubin. estava furioso por só ter sido inform:.ido, uma vez que a decisão jú tinha sido tomada. dbse um banqueiro. "Ele fez papel de hobo: com o FMI, ele obteve para o Brasil um pacote de ajuda financeira muito que o espcrndo, partindo da premissa de que u politica cambial seria mantida". No mesmo sentido noticiou a Revista desproporcionais ou stua reio em razão de fatos upervenientes que as tornem excessivamente onerosa" A .CU ll,íllU. ü arti,:o 51. ~ l".1.11 e Ili. d1·,püc. "Art. 51. SJo nul 1., de ph:no <l1m10. entre outras. as clausulas contratuais relati as ao furnccimenlu de produtos e serviços que. $ I. Presume-se exagerada, entre outros casos, a antaem que. I- ofende os principios fundamentais do sistema juridico a que pertence: 11 - restrine direitos ou obrigações fmd.sentis inerentes à natureza do contrato. de ta! modo a ameaçar seu objeto ou o equilibrio contratual. 111 - se mostra excessivamente onerosa para o consumidor, considerando-se a natureza e conteudo <lu contrato, o interesse das partes e outra, circun,1:incia., peculi.1re, ao caso." A 1111li,bde Je uma cl:iusuln contratu:il n:1o a,alida o contrato. desde que seja possivela sua inlcgraçJ,,. na fonna do $ 2° do Código do Cnn,urniJor. de modo 4uc i: cahi,d a rc,i.s;1o da d:i11s11la c11m hase no artigo 6". VI. do mesmo dipl11ma kgal. ,s,irn pode o contratante pleitear cm juizo a substituição do indexador cm dólar pelo J(il'II ou INl'C. conforme já ,êm admitindo jui,cs cm lod,, ,, l'ais. olc-sc dc,tartc que as prcinria, taxas de juros praticadas nas Epoca. nº 36. de 25 de janeiro de 1999. soh titulo "O Real Balança". pág. 23: "Fcrnado I knriquc ensaiava comemorar unu tensa trégua enlrl! as partes. 5o estava tranquilo. "E tudo diferente do qu.: tínhamos progra111:1do", desab..,fou. O ministro da Fazenda. Pedro Malan. passou a scman., cm Washi111:1nn explicancln para o Fundo Monetário Internacional e para rcpresenla.ntes dos governos dos sete países mais ricos Jo mundo - Estados Unidos. Inglaterra. Japào. Frnnça. 11:ilia. Canadá e Alemanha - a mudança na polilica cambial brasileira. Até o dia 13 Jc janeiro a cotação do real cm relação ao Jóbr era regidamentc cnnlrnlad:.t pelo llanco Cen1ral brasileiro e estava em RS 1.21 por dólar. Passou a RS 1.32 naquele dia. e esle deveria ser seu leio. a sexta-feira 15 o governo perdeu o controle sobr.: essa flutuação e foi obrigado a cc<ler às pressões. ( ... ) Com o càmbio li,'TC. a cotnçilo do dólar diante do real oscilou ao ritmo de um cle1rocardiograma." Ora. diante d.:stc quadro e do conhecido objctivo maior. da estabilidade da economia a qualquer Pf'C'O, que era uma obscrss:1o da equipe econômica. quem poderia imagin.-ir a mudança Jo regime cambial brasileiro'! Tr..lla-se portanto de uma situação nova que até padeira s.:r enquadrada na tese já admitida na jurisprudência de r.:vi'sào dos contratos com base na teoria da imprevisão. Mas. com o advento do Códil!O do C<>nsumidor. nlo hi mais necessidade do evento futurn ser imprevisível. llasta que hnja o desequilíbrio contratual. Com efeito, dispõe o artigo 6º. V. da Lei 8.078190 (Código do Consumidor): "Art. 6°. Silo direitos básicos do consumidor: V - a modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações A Receila Federal ir:i cxduir cm 1:.110 Grosso do Sul por vedação. 2.007 empresas q uc nào poderiam ter se enquadrado no Sistema 1 nlcgrado de Pagamento de Impostos e Con1ribuições das l 1icrocmprcsas e Empresas de Pequeno Porto lSimplcs). Além dessas. estão ro lista de exclusào nuis 38 empn:sasque nào teri:im recnlhido impostos. como o INSS. ou que estariam inscritas na Procuradoria de Fa7cnd:i 'acinnal nn Esiado. O cnrtc dessas empresas faz parte de um trabalho iniciado cm janeiro pela Receita Federal. que visa reordenar o Simpks .. e verir.car a situação real das empresas que aderiram ao si..s1enu. Em 11:itll Grosso do Sul cerca de 14 .:!9:! micro e pequenas empresas estão inscritas no Simples. Segundo o delegado da Receita Fedéral cm Campo Grande. Jnrgc Aníbal David. a medida es1;i sendo tnmada para que haja um saneamento no Sistema. que unifica os tributos fcdcr;iis. facilitando o recolhimento para as micro e pequenas empresas. Jorge !)avida explica sendo feita através de ato declarallirios cm ia dos pelo Correio. inform:indo que as empresas serão excluidas. En1 rel:indo. ,i:gunJo o delegado da Receita Federal. :i.s institui financeiras ão superiores a l2 ao ano, ainda mais sobre o dl ir, o que contraria a legisla;a , p.ilfl.J lá que se ver, por fim, que é facultado ao interessado pleitcar a lutei 1 .:nrcc1p:1J.1 111> sentido de u-J.:i.r a rr.tll<J r.l e J lL 11nu...,d,l ,Hh, tais como a inserção de seu nome nos cadastros de protc Jo .:io t:rc<l1to (~1-RJSA. CADIN. lfrH . Sl'C. etc.) e ,1lc fTh.,mo pJr.l 11111 lir 11 protesto ou hu u e apreens o Jc hcn,. A Consignação em papemento, que tamhém pode ter feita. é f,1 uldadc do interessado. Isso porque existindo 11111 contr.110. há necessidade de um prévio conserto jurisdicional a propósito da cláu,ul.i especifica de correção pela vari ;ão camh1,il pelo dó!Jr americano. ls.so sig.nifica di,..:r que não estaria caracterit.Jda a justa recusa <lo crc..lür. o que recomenda o ajuinmento da açJo revisionai. fazendo-se o depósito, se for o caso e facultativamenle. pela viaa cautelar ou nos próprios autos da revisional, com o pedido de tutelJ antecipada. A imprensa tem noticiado com frequência a existência de decisões judiciais concedendo liminarcs nc o;e i.entidn. A polêmica será grande e se nlo houver consenso ou uma medida governamental forte. regulando a matliru_ o foro judicial é o caminho adequado para a solução do conflito dt: i.ntcrcsscs. (Correio du Estado) o imples pr empresas que nilo estiverem devendo os tributos.. ou que se sentirem lesadas pela notificação e no direito de reclamar. poderão fazer uma rei ificaçào na agência da Receita Federal em Campo Grande do ato declaratório. trazendo documentos que comprovem que a empresa está regularizada nas suas obrigações e se enquadra nas exigências do Simples. Mudança Anles para se enquadrar no Simples. as empresas de pequeno porte deveriam ter faturamento ali: RS 720 mil ao , ano. Agora.. a Receita Federal sas mudou a.s exigências e o limite subiu para R$ 1.200.000 ao ano para a adesão das pcq uenas empresas. As regras para as microempresa.,. por sua veL. cominuam as mesmas. ou seja para aderire ao Simples elas devem ter faturamento de até RS 120 mil ao ano. A Receita Federal deverá excluir no Brasil. cerca de 186 mil empresas do Simples. O pí:17..o parn ad<.,sõcs ao Sis1ema. para empresas constituídas tenninou em dezembro. Mas as linnas que estão sendo abertas agora poderão fa7.er a adesão ro Receita Federal. hXPEDHENTE Jornal Tribuna da fronteira~, ,ó• «".... RJNDA00 EM 20 DE ffimBRO DE 1972 •••,'' Propriedade da Grâfica & Editora Apa n 6 03.201.26/0001-90- l ɱ 28.059232.9 Diretora: Mana Estela Velásquez Pereira Editor: h'aldo Pereira Redação e Administração e Parque Gráfic·o: Avenida Tribuna da Fronteira,56 4 - ( 067 )4 39 - 1-t l O - FAX 439-15-t-t - Caixa Postal 23 - CEP: 79.260-000 - Bela Vistu/MS As opini,jes em~ridas nas matérias assinadas nã representam neces:sar1anumt.: a opi • - d .l . . "'ªº o or11a1, sendo de responsabilidade de seus autores REGISTRO NO CARTÓRJO DF. TÍTULOS E Tos N"' I.066 • nocu:,,1r.N-I ASSINATU'!'A AIIUAL: RS 60000 . ~ILIADO A AD]ORI _e ABRAJORI Regi Iro no J CE:1S 3-t.l000.15306002 ........ Trtlte■• •••• ,.... ..... - .... , ••••• - ws 02 e OJ oo fev ••ENIJAS. SIEXVAl"ENTE ...... ",ssiwus o Rotary. na o NU Perigos do SEXO · · · sem preservativo , /li>~ e a pior de todas as doenças transmitidas por relação se,ual. 111;1s e,isle111 v:·1ria:-; outras. la111hé111 muito graves, como a hepatite IL llsar camisinha ain<la é a m.:llwr maneira úe preveni-las. O );!.i1tecnl11g.ista Carlos /lhcrtn Pctla, da llnivcrsicladc de Campinas ( ll11ic:1111p). k111hrn que é importante e:-;tcndcr o tratamento :io parceiro para e,·itar nova c<111ta111i11a<,::io. l atamento •••••••••••••••••••• j •••••••••••••••••• i,. ••••••••••••••••• Cl:1111iilia l"urri111cnt11 e E a 111 e ,11tihio1ieos Não hi1 dor durante as e I i n i o- ua oral. Em sintomas sangue injeções ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••····· ( 111util11111:1 pode se 111.'rt .'fllll 1r.111st.,rmar cm uma knlc llc m e s e s iner de colo aumento e durante dois de utero biopsia anos •••••••••••••••••••• , ••••••••••••••••••►••··············· Trico muniast: J lll,l~l.'.'il111..'ll{1,.l, di.ur.'i.1'-·,1n,t:111tl' e infecções 11p,1rt1111i,1.1..:.. .' " 111 ,, tuberculose e l'lh.'ll11hllll:t relações sexuais 1 111 algun, casos, nlo hi < ·.,11,a,la r,·ln paril .. 111:1 , irus. ,, 111''. a dnl·n,·;i J' r ,, , ,, 1,.· a etruas na região genital tquando elas lo muitas, surge o i:,,rrimi.:ntn) '-' 1 Jlllc' d.: sangue para dc1,·crar a presença do lru, Ili V analisa•:-.1,.• o colo do 111,·w .: Jc l'apani,·,1b11. teste de s,·hillcr. uloscopia colpos0pua, ,·,ame d:1 n,hJ.: Jn du tem cura. F , i, 1 ,. 111 ''-'l1k.'diu, qui.: ,·n111ron1a a ai i, idad.: dn 'ir u, graves 111 ili,am-s.: ( ·:uucri,a,·:ln das leses e remédios de 1 " i111r.a,agi11al. lkrui, d" tr:.il;.111;lllll i_: pn.·dso ir ao ginecologista a 'ada q11:11m Conlato l'Ulll ~ªºt!º'-' 1..· ,c,cr.:,·<'lc, <:on1ami11allJ., (: difkil. mas o eon1:igin rnll.: nenrr,·r ror cnnt:lln com toalhas ou roupa" í111im:1:,, i11ll·l·taJa.._, l'or Í:,,:,,u l· 1'4.1111 li.:r n1idadn l',,rrimcn1n Fxam.: c'Sl'rJ.:aJ,, ,·<>111 l:ib<>ra1,,rial consisténeia da secreção bolhosa e cheiro rnrh .. • ·······································~················· mpr acompanhou a historia Nu tguid.ade, os lmpettos constituiram-se nessas sociedades. O Impero Romano toi "'·' ' I I o IHtle Sífilis lkqH'S (;,•ni1at l Hrim..:ntn l' F x ~ 1n e ardor ao urin;tr. lahnratorial Mas. em 70" da secreção '"'" ."a.,;n .... 11;1,, grandes lábios. "-1"'-' r...-grid;111 ar<>s Jc, dias. Depois surgem 111 :1 n e h a s raspagem Jas l..:sh.'"· ;XJlllt.: ,k s:mguc ..: 1..k· 1 i 4 u u r 'leeraçóes E a m e dolorosas na dink,, 11ll.l-..;.I ':l~ltl) l".. em alguns t«o, um corrimento aqlh•,,, () contato so an,11h.'..' qu:1rn.h1 as leses estão ,i:-.ivcis ,nl ibi,i1 ieus ,·ia oral ou lo.:al N:1o há ,111ihiú1icos N:1o há , ia oral i:. cn, ca-..os gr.1'l'S .. injetáveis h.1 ,inir,m:ts •••••••••••••••••••• , ••••••••••••••••••►·•··············· , I' a r e e.: 111 1: :-. a m e, ,111ibiú1i,ns Nào h,i uki:ra,·li.::,: llt.'S ,· 1 i n i e n.. ,·iu llral ou in_i,:tÜ'i.:is. Casos graves .' X j g l' l1l i111.:rnaç:1o ,t1·r11t...·lh;1dasnn t rctir:t-s,· corpo.lmasos liquido Ja ,;r." cs. a cln.:11':t m e J u I a I' r ,, ,. ,, e a csrinhal) llll ahu:in:..i,·,11..·s c t-.·rc..:.irn r r " t, 1 ,: m a s ,·stági<> ~·ar<l1ac-us ·········~········••◄•••••••••••••••••• l ',,111primidos que inibem a 11111hiplica,:lo .J,, irus nu mhicmnntos d,: u<o l<>cal. O h.:rp.:s genital não tem cura ................. Nilo há o qu.: se destacou na listaria. .:011H1 ,, '"' ,:u,.-r1111 d1qw11do :io ,,rnti11, d.1 l'uropa ,. ,..-11, kl,'.adn, i111r.ri,1i, dcudi11du .:111 11<1111,· do Império. l iaram famosos. por estarem relacionados com a historia de l'rist ... " lcgad11 i111p.:ríul d.1 iria. <.>11i1 i11i11, l'11hli11,. ,: o pri1,·urad11r da l11dci:1. j•,.11,·i,1 l'ila10, .la, o lq:adn imperial tinha todos os poderes, para d..·l·ulir ,·111 IHH111,.• llt1 i111pl'r:id.,r l>ur.111t~ ,l.•..'tilo, n l111p'-~rio l{o111anu. ,.,,,n ,ua ,·,1n1111ra p,diti..:o-;11J111111i,1ra1i1a. ,IIU<HJ ,nbrl' "' ptl u, l'OlllJUi,t:td,1-.. por suas lc;:ii•,·, -..:.1 ld.11k te«dia. até a ketorma. foi papado a sociedade de nações. Basta o 'i''"'di,, d:1 par1i,;:i11 d,, 111u11d11 Jc:"·obcr10 j'Pf t • "'"'''""· ,·111rc: 1. ,pa11ha ,. l'11r1ug:d. pelo 1 ra1adn d,· 1 ord.:,ilha, . .: a 1>11/,1 Inter e·.,,.,,.,..,. d.: · k·:1111lr.: 111. para ,.: t.:r, ish el ;a ,n1..·i,·d:hk tk 11.1't'°ll.º' tjll.' ;T;.J O rapado. (',.111 a l{dor111a e a R.:, olu,:io l rance.A or :r:1r:1111-,1,,.• no mundo grandes ranstrma+es. mas. depois que as :..:11"·rr:1, n tpPl.·«·•nÍ.'a, (;rlllÍ11ara111. o Congresso de iena. reunião das potencias vencedoras do grande guerreiro, istalou-se e funcionou como 11111:i 11.:i,·llaJ,· de, Na,;i•.:,. l .:r111i11at.la a c°llc'lf:I ,1,• l')j.J.j<IIX. <> i'r,•,iJ.:nl<: Woodrow Wilson criou a Sociedade de aics. para ruir sob uma so institui.io as na0es que haviam feito a guerra ou que a h:l i:1111 ,urrillo. llalng.ruu ,cu intelll<>. c,a1a111.:n1.: por ln-Ih.: r:dlJdo o apoio dos l:staJns Unidos. o ,cu Pais ou a sua na,·:1o. / So..:icdaJc llas :1i,:ô.:s foi 101:tlml."Ull· ÍtHH.:ua rara i:,,nh.:r a a~cc11-;:io do" tn1:1li1ari-..1nn, do ,i:....-uln XX. l'alhar:1111 .. la111ht.:1n. tudt1-.. O!'- Pal.'tns .:i.:khr.ulo, '-' -..ok11;1tl...:11h: a,.._i,w<los ...:ntrc na,·,·11,,.-..__ para impedir no a, guerras. o de+nadava a mans terrel de todas as ,·11111.1,•r,1,o,·, que J, nrru111.1r.1111 e J,,f•ra,·.11,1111 ,,IJ 1wh1,· t .:rr.1. l)ur.1111.: '" ano, lor:1rn hrnnh,JJdc.JdJ, 11,1~úe, d~ 1 11ror:1. dn /lri,a e d.1 /,i:i. ,h<.'f•,rndo 11 .n1J,u:1 do, t,,•l,gn.1111.:, ,tl1: j, pratas do llr,1,il. l'ar1ic:ip.1n11" J.1 t!u,·rra. e 1..:11111'> 1 no"ll q11i11h~o de: ,.:n,cdcir,:,_ Ma, o niundo qnc ,111.:q.!Íu d.1 Ulll ll:11trn,· .ln foi n111ro. totalmente diferente do r1111erior. Namente. for111011-,e 11111;1 ·········~·····························~················· llr11:11i1.- U l'd,· :111L11daJJ c 1 :11111: ll.: lh·puuso e Cnn1:i10 C<>III sangue fraqueza Ao se sangue alimentação contaminado fpor tr:.ut.'if1.t.;.;;1,, torar tem.L o a k·qua<la ou nt.mipula·Uo) fiz do pke par.u t: Mm -1-___.:. __ .J._~ _._ --L. ......J __j Qual é o papel do rotariano? 1 111 meio aos problemas de ,nm1p,·Jo.: 111,·:ip:1,·idad.: aliadns :'t .:nmnclid:id.:. qu.: abalam a S<>ci.:d:id.:. d.:n.:grindo. prin"·ip:tlrncnt"-·· ª" irnJgl.-n.._ do, po<l..:rt:s 1 ..:;!i,l;11i,o '-' l:,1,.•t:1.1ti,o .. .IUl.' papi.:I desempenham os rotarianos que segundo a filosofia «da instituição têm o seu embasamento nas wtro lrases: E a verdade' E justo para hltl1" '" i111l·r,•,,:1cl1),._, Criar:i ht.1 ont:iLle e: m_-!h.,r.·, a111i1:1d.:,·> S.:r.i t,,•ndieu par:1 todos ,,.,. int~n.-,,a<lns'.' Sah.:11u,, ljlh.' !t11110..; urn g.rupo_ ou urna unidade social, composto por lidcrc5 com conta interativa baseada em cxpc:cl.:.itiva.s .:P111t1r1-.. d-..· .'l'mponarn..:n1,1 onde: a r.:uiio de: ,ua ,·,i,1,'nci.1 ~ a forp :1glu1inador.:1 ch:unalla interesse Interesse no companheirismo e nos problemvs de nossa sociedade. D)os rotarianos, 90 ou mais, estão no carro +!o ngóios, segmento em que Pau] l larri, ·e baseou para a criação d . .t i1htituii.;:in .. na certeza de que era a ferramenta que pcnni1iri:i I:! ·ililar as rnml.-tnç:is COlu1ivas que ocorrem em tudo, inclusive nos procedimentos sociais coreriais. l'ur qui.: .. c111;1t'4 11:in i:nnS;!.!uirnos inl111.:nciar a nossa sociedade. aiudanllo a purµ:u '-' purificar aquelas impurezas i: lr.m,n1111:1-la" par:-t 111111.,1adn lh:nlro daqudas 4uatro frase.·~'"! Acomodação? Falta de liderança? Ou ,o.:i,·dnd.: d,: 11.1,·ü,·,. por 111i,i:tll:i d, 1 r:11d,li11 Ddann l{oo,l.'.'cli. pn:sidcnl.: Ju, 1 ,1.1dn, llnido,. Con,.:,·uu con1 m.:111,s J,· ,11 na,ôc, e lioj.: acolhe quase 200, lkntr.: a, rq•r,·scnlaçiic:~. !vi t1dmi1ido o Rotar lub. como instituição in1crna,io11al. ,olrnda para o ideal d,: ,cn ir. de agr.:111iar ..:111 torno desse ideal tnllo, os homens - e mu lhcrcs • d, hoa , nnladc. que,.: di,p11nh:1111 a , er o próximo ,omn ir111.l,1. e: procurar idc111ifiear-sc cni11 .:k e com todo os demais. para a pa,. a ,uprc111a a,pira,.lo da l111111a11idad,. t l11ic:a c111idall,: rri,uda cnrn asscnln lla ON 11. o lotar esta no augusto cenário para contribuir com sua eperiéneia quase ,·cnl.:naria. ,ua glnbalidad.: hoje pralic:a111c:111.: ,011,agralla. com seu programa de: .:r 110 ho111crn 11 ,nmranh.:irn. Jigr111. ,..:rnprc. de apoio Jc rc,iprnciJad.: na, 111a11ifr~1açõcs llos ,,n1i1111.:11111, de: ;1111i,adc,. l{,conhl·,eu a li li '" ,cn iço, que o l{ulary prt:sla. rnunlli:ilmenl.:. dcrois qu.: caiu o Muro d.: lkrlirn e outros ohs1:iculos for:im afas1ados a todas as socicdad.:s. corno o superior ohjclivo de concorrer para a paz. O Ro1ary é uma ONG. a mais destacada . ,ont a rnaiur soma d.: serviços prcslado, it pa,. essa 111s1:incia pela qual tanto <lc:-.cj:..111111', (.fu:Ju dr S,·~1llimhur:;:o. aulor. mrmhru cb Ac-:.ull'mi:..a Jlr~udldnt d~ l..efr:n l" .. ·,cio Ju Hutary Cluh ,1,• :-i~o l'uulo/SI'- l>A61 O) r.:,.:iu u.: urna partieipai,:ilo d~1i,:i? D.:vcmos ,onscicrlli7.ar-no d:t pnssihilid:Hk de cri:trl·nndiçci~-.; par.:i atuações crn açc'..:~ inh:n.-cntor.:i...-; ,,;:;~•gur;is_ ..:m todas as a1i, idad.:s: é nnssa missão inspirar. guiar e ajudar a ou1rc:m com a akgria de um sc:rvÍ'O rrcs1:1do. J>do .:,,·mplo. nos diversos segm.:nlus proli'5ion:iis uc:vem os rotarianos criar ,nnlliçiks d.: ajuJar a sociedade brasileir..t . unindo-s.: c:111 progrJmas cnm realizações fisi..:as ..: i111elcc1uais. fixando-se na rocha cxi.s1cneiJtista do nn111c do Rn1ary. lentanuo mndilicaro <jllc: :1chamos e comrrovamns que é mal~íico à nossa área. pdn menos à terrilOrial. Ern nns~:ts rcunil>«:~ muito, ão n_<; ~onlCr..:m:i-..1as cem, ida tios .... e a.· <lt'monstr;u;tt(.."li:i d,· conhc:ci111,·n10 ro1:irio. d.: fri1os no p:1.-.s.Jdo: parce,: que n:io nos lll ·amo, de que uma rcol11ç:i11 ~'<l:io scndn tkscnc:n.l..:.1d:i ..: que o mundo. cm conscqü~ncia. ncccssil:i da ajuda de grupos especiais. como os ro1:irianos. para mudar a <11.1 face e prrorlu,ir novas id.:ias. nm ns rrincipios e no,n ida. l~ preciso conscicn1i1-annc>-nos de que a1ravcssamo.-;.. agora. um período de grande rnud:1nça.s .: .:ahc :t c::tcb um llc nós for,;ar aJaplaç;io l" uniJo dos nossos clubes, do nosso l>is1ri10.. a ludo isso. (Jo<r AnllDill F,,.. .. ., >Ócio do Rotuy Clubdt S.,!im-NZTart. PA (P .. 47!0) t Orro: "Não basta encarara ,.f11f,'J.V" do duro r/11 J),p11ft11fo /(11/,,·rtn Orro, 1/lll' {lft//11//11 Íllll·l' 1111 fllll l', t/11 h11111·111la1: PSOJJ/l'MJ>IJ <' J>l." De antemo quero aptad ,,r ., 1,r, 1,a ,J, h 1,,, <iJ hvy qut ompat t ,li f I' r ndo t I l ,o 11 Pud ·r I t.:,'1 l.111,11. 1111, 1 1,11111 1,1 • p,,r ' .tw 11 u nl1 ,ln lt.1,j,, 111 t111i...m11.i1 tlt, 1. llu ,h 11hH,,1,tliu, ()Uc!ll l'~ Ili Ir l.1111, Ili l' íl 11hort1d rn11..111c. 4.l 11f'{11u e ,1 1 lf 11up.l1lo d.t "'tlt edade que foi as 111n.1" p.iri1 l.t...1.:olh1..r dh ll:pr 11 1 tllh.,, A k, 111im.1, to d,· l, ,011 t.llh.· n 10 \' 1.: ·l•o1(111110 ,,., d vo lar Viemos tum pro ' th L.I ~l.'lilt, lllj 1,.lllhlll.l!lt.l h tl11.1d.1 pela ampla partieip+40 popular, é que • ,li 1111t11! ) dt.1111. rata almeja«d por te«dos tnJ ,-. ,,.,, 1,.. 1! i-, t 11h 1 1..:111..·1.tr l lt fllt.lP ck 1m1.11..1 'l· llllll t l'it'l11.· 11 i. 11.1 quales I 1 t, ú .... ,tt1111 d~''-= 1......,lh.'ll,H Ili prn• flC''I 1111.ll!C, il"- '(li "Pil I ú'I 11.'/,I d- ljl!I.' tUl..1..lt.ill . li11i, 1 1L.., e di ·rn+sr p!a- 1 i.:1t',ll 1 ! d.1'~·h li li 1 1.. •,111 ' » 11.l•lli.l 1 1, r I l 11 i..:11 f li ,1 • r 1 1 :• 1 OI h' .. 1 ' Hhco htime oltv ,t-r,i.k" t 11t1b..:1•1 .111 Ih' hrc---. i111t:~r.1111c ... d.1, h 11i..:,1,! , ,1, PSD, ± qual pertenço, PMD e PI... qui.: 1111: ctmli.ir:1111 a hu11n",1 - e: nJ" r....:i ,e: 1111.:n..".'iLl.t - in~lllH· hênc:i.1 Jc fJ7cr t:"111.! pronum:i - 111L1110. l.,1cj.1111 c1.-rhh: ,.;o p.1 1 ra, que sintetizam o grande sentvnen to popu.r que l!Ui1..,u fhh,'' ..::,,m promi.,"ilh de palanque, n. r1111,trt1· ç.Jo d: 111U poah.: ~t,111i;ld t..:11 1rc ,, rw<lcr púhlk·o C ,1 Ul Únh.', b.1,c d~ ~U'.lClll.ilçJO: ll P,0 , Sr. Pn .. °"idc111c: Srs. Deput.1d," O ultimo ,111;, d,"c-.:ul,1 > i:~t:i kg.ando :h pró,im.,, gi:r:i t.;Õt......, o, mais angustiantes desafi '" da hi<tória d.1 hununid.1d.:. ,, pona, do terceiro milênin. ckpJ• r.Hmh com alguma~ c,..'ntr.1J1çlk-... corossais., A maior dt.:la,. 4ucro crc:r~ n:pous3 n:t. incapacidade do homem cm fa,cr dl.! !-.UJ ndt.h d intcligêncL1 um esteio pata a cdilicaç:lo de ,oci,,J.id,-; j11,1a, e ig.u:ilítâria~. omk a p:u e a qu.ali dade de vida ,ejam ekmenw, comuns t.k todo, º" p..wo,. Convivemos, assim, com imprc~sionantcs mil.ig.rc:s tccnológ.icos e obsurJos tetre 'es o, no p.1drào de , ida d.ts b'.ran dcs m:tss:is. Perduram bo1'õcs d.: miséria e dcscmpn:go. fom~ e dC' cnç..1s. g.oodnci:i e ceticismo. num tempo ,:m que o ,impks apertar de um tio é c:ip.1z de n:unir too.1., I~':'> .: ini' 11 .~ J., pi.ui.:- "-la" Deputado Roberto Orro l 1 1111,11 11,!1,,(l .1111h1..:11tc: l+e hi tum camnho seguro , ,, 1 u , , • h (111.1r.1d1,·1.I(.·, l.' ttonto» arvoredo d.a •1 }, l,P.l.l !rlll•'' jl,ll,I 1, tias,todos osrds, tod1s e ! ocammhs dr dm - - 1.1 1 11 , j 1,.: 11,. ">.li ,t,."l,.'f r 1 l'/1 I• use is aquilo que de Aristoteles a Ronsit, de Gmndi a /utb, de 1 ,l l h11.,' k1.J .. ,. i: de tolo 1..-...k l 1 .1rl.11111,.·nh1. ,i: c,,m l1ll'.hl!IOll l'.h .. 1111.,r dl· J11,t1,·.1 ,lx:i:d 1 c .... l.' o 1111pc:1 .lltO do J1~1- .?-d,. d.: l,,,!,h l'"I dl.'llhl(r.11;,.,. l.,tL' 1.. li '-l·11 n1..·th•. 11:11.1 L·unli,..,Jo Lh: fi11i1 , ;1 J1..· ,..:u 1..'1.'i11PlllllÍ\,) l:(.lll 1,.l ~CllH:,1.tr l.t "1'l:l1..-<l.1Jt.! ..:m que ,1,c. !'..:11hum llncrno. lll.'nhum P.1rl.1mi:11!l1. ni:11hu111 1 rib1111al .1111pl1.1r.1 1.1, lh'íl/lllc", di: <,UJ randea sem conterur absoluta 1id.:1d .. d.: ,H1, c"t.1tullh J.1 i:t1c.1. da probidade, de n.:,pcito , plur..11J.1di: ,1.xi.1I. () Jl."!llOCíJl,1 J,1111,li:... ig.no r.t .1 (1.1mprl':ll'à1., <li: que e um in,:ru11h::1t1.1 colctiH1. atc.:nlo :i: rc p1.1n,;1hil1tLldc: de.: combater as atrs±s dos abismos sócio-econó- 1111clb 1..· c.:nfn:nt:u ; inju~tiças. <lcnutKi;111do-a, e procurando erradica-la, na esteira de posturas serens, mas lirm'-""· intr.1nsigcn- 1e, na guarda das a,piraçik, co muns de seu povo. Sr. Prc,idcntc.: Sr,. lkplllado, A dimcns:lo da crise que fu-.tiga 0 Pai, e cria C:.pcctati,as prl'tlcupanl('" n:io po<li.: ser des pre,ada. Mas o pessimismo é par ceiro d:i ..::,curidjo, Nosso Estad,> di, nJo ,lll p<..-...sinw .. mo. Rcpudi:i a leia dos tatos consumados. 1 c.111tJ-,I..' LP11tr.1 n d1.:rn111lllll e C: 11,1 1mh1krn:1.1 dt1.., ce1icoi.. um .... i11tom.1 J~ ifh.'.(llllprtência 4ut: é p.1r.1 ,cr l'purµ.1do. O pn1.1 ... u1-m.1h,g.ro"cn"l1.' n,11 ,1.·r,1 1..·umplil'l' Jll ,k,.1k11tn. Pt...'1'1l d.1 lll:licil11ci:1. lllllllll nll'll<h 1,.t, thrn , ... up..:rli(1.d 1.k 111l'.Í,1"I ,)., hi,·i..-... P1ljljl)I.: . .... l tll.~·11 ... , . .-11 (,tltll nll- q111..-r íllllh> ,1..1,:ur1, .1111J.1 qul' "-l.'.j,1 !1,111,!.1 .1 ...:.1111inh,hl.i 1.t.. 11.io ;1hrir.1 111.lo dl 1 11h_i1.."i.Íll m.1Íl'r que (· o desenvolvmento, a tr,1du;ir-,c cm tod.1 conqt11,t<1"i m.ii, ~ 1 l'111l.'n taí.·:,,, p.1r.1 , i, cr Cl'r11 Jii.!nÜl.i<lc:. '-:jo b.1,1.1 cnl.'.1rar a cri,c E prt.:c1~0, cnc(·-la. o qt1c n.io cd pll"IÍH'i c11qt1J!ltl1 u produtor pa- 111J111..':cr 1.k"ia"l,1,t1do. º" municí pio, e,hulh:idn,. a, elr.1d.is dc,trui<las. º" rl.'cur ... os naturai"i degradados, os doente sem aten dimc.:nto qualitkatlo. o, L-..,tutbn h .. ...., 't.:111 l..'"ICOLl. ,cm professor, o profess or s..:m ,aláno,. o 1rab.1lh..1- dor sem trabalho. 'ir. l'r,--.idenlc Srs. OepuiJdos lodos sabemo, que njo teremos dias tran11üilos na nossa economia. A c-stat,ilidade do Pla no Rl!:11 produLiu 'cridas profun da, na popula.;:io. porconla do alto custo ,ocial do moddo ,-.;:onômico cm , ig.or. A cota de sacri fici05. C imc:nsa. inJU!,lJ :.itC. Nào se p,.:nnitc mais dar Ol e Cl apcn.,~ a urn praw da balança. A estabilid:idc d.1 m0<.-da é tão prioritária quamo a c':>labilidadc da cidadania. durJ m,'111C golp..:acb pelo dcs,mprc-go e pela falta de pt.'f'SP,..':ti, a. Democracia. Sr. l'rcsiden lC. Sr,. Dcpulados. de,e contem plar o intL'TCSSc soci:il e o intcrcs !loC cconüm1co. 11..:ndo comtJ mimos. E um contexto m que digmidade e ctia n4o sejam pala r.t, para adornar o OL,1h1Jl,in .. 1. 111.h qi1.: ,c..:J,rn1 .1 fi11n.1 l.t.:<'llhl· ud1 de.: tod,K ,~ podi:r..."' "-" 111 11- 1111d(1"1, ;:11h:lltH..:..1d t pd.1 u1111i.111- a€ ,1 p.trlk IP 1 ·'º J l ,01..IL'tl 1Jr..· 1.1ld t,ro,,, l,i ui J ... 1 .. • dar sua proprta teto La a @te () turismo, nas d.1liJ.1 k ,J -111 a, e de lazer, e a cxpler s m ' cultura+s «lo e ,t. l•J;.nll.' dt.: ,uJ--. r 1qut:11,. '" n1 prcJUI/ 1 t! , r, . .-1..Ur-.u, r,4t, f,lh, 1.. ,n,111u em tambm imp, rt..tr,t.._ lk,1lio·, 111h.lH!l·r r..1.t t.' J ln tade d que representam os p krc.:.., f ,blu .. o, 1.· ,1 in:CI.JIIJ m,l Ir :,H.1 a. segundo, pela renovada d p{, 1 .,.. 0 ,k "º 1ntc: r,u1tc.:, Je ,r:h.rprt.: H ,h 1r.J1 dr 11 1 11.h ,> ,r.:, que brotam do grande e a grado patrão do poder o povo Muito obrado .., • , rr b , 241- 3838 439-1368 255 1161 2511&41 242,1206 2g7-1000 PM anreendeu14Qde • Considerando as notas de que houve um aumento simiticativo na produlo da ubwtinia entorpecente Canabis Nativa, popularmente conhecida por "maconha", na repilo de fronteira co111 o Irasil, no lado patayuato. a l'olill.1 ;»lilit.ir de lkl.1 ,,1o1 i111t.:,ilirn11 no, ultimos dias o poli ·ia11,-·ntn p1e,cntiH1 ,i1,.1ndn o comh.nc ao lr{llku e111 ['.er.1I. lsse trabalho, segundo informações do Cu111and.111ll' do Pelotão PM. Tenente lkrn.1I. c111hi,1,· 1t11,.1li1:ii;ào de up.:raçilcs de fi<c.dvn 5o 111:11mnen1c 11~,, i.r de t:nl1ad,1 e •,ah.l.1 da cidade. 1111 l',,si,1 d.1 Hc,·cita l'e,kral e 11.i- R11do,1:t, que do cesso o funicipios vizinhos, abrangendo nlo «os eienhs, com automeise caminhões, mrstambém motocicletas, ciclistas e até pedestres em atitude suspeita l.<<.:1 i11ici:iti,,1 da l'oli..:i.i :-.1,1i1ar de lida Vta vêm apresentando resultado h 1,t,11111.: povotivos, a exemplos da preensão de l2 quuls de maconha realizada na ultima sexta feira. d:a 29. no l'o· to d.1 1(.-u•íta l nh.ral de lkl.1 V1 1 ,. em poder do individuo /sauri Avalos Varas. 33 :1110. 1ni1.k11lc m l(u,1 Ccno Lcào. 11" 1 K7ú. na cidade paraguaia de Pedro Juan Cah.ilkrn. Segundo as inform:u;õc,. /~~,111ri foi abord,1dn e pre,o c111 l1.1i;ran1e quando 1cn1.n,1 cruzar a pé pda ulf:imkga d,1 Rcccil:i l'cdc1 :,1. os policiai-, que fa1i,1m policinmcnto de rotin.1 no local suspeitaram do mesmo e rc-,ohcr.1111 rt' i,tar urn:i 11 rhilo1 que estava em seu pmkr. onde acnlv.u.1n1.l:11co111ra11dn n.1cl:1 mcn,i- que I '.! kg da drona. Assauri foi conduzido à l kkgaci.1 de Policia Civil sendo autuado em flagrante 1wlo crime dc,~1.iticu de entorpecente. n,1 lkkg,1cia c.ll' aindn alegou que n~o •·r.1 EmCaraco o peIXe :S:a noite do último ,:ib.Hln. di:1 30. apis ,, recebimento de denúncia :1111,r11ma. pnli,iais do l)e,tac:m1,·11tn l'i'>l l'lnrestal de llcla 'ista. n,m:1111.lad,,s pessoalmente pelo Sub- i cncnte S,n11l1. se dcslncara111 a,, , i,inh,; :'>lunicipio de Caracol onde, após diligénei.as. efetuaram as apreensões de apn1'i111ad:1111e11te 1 '.!0 quilos de pescado, uma arma de il>go e uma camionete E-M)) De acordo com as 111i'nrn1a~•,1,•, nbtidas pela reportagem da Ronda l'olicbl. a denúncia k,ou os Policiais :i Caracol. onde o l)cstacamenlo da Policia tlilitar t:1111hé111 h.l ia recebido infnr111a~iks ,obrc a pr.it ic:1 de pesca ilq;al no Rio Apa, logo em seguida os florestais levantaram informa~·õ,·s dc que os rcli:rid,1s pc~cadorcs ha, iam ,e deslocado para a cidade tlc Caracol. Em dilig~ncias pela .:idade os policiais locali1auam a camionete F-1000. cor ,em,clha. placas /Pi 0010. :me, 93, cegada com cerca de 1 :w quilos de peixes.. a maioria das espécies l'acú e llour.11.Jn. O Ciculo era condu,.ido por feron Elizio 1111111111ski. c11mcrcian1c. 35 anos. que estava acompanhado de Cario, Lopes Santos. foncionúrio púhlicn. 3 7 anos e de F valdo l l11li11.111 Jtminr. /dl,gado. 32 anos, todos rc,idcntcs na cidade de l'rudcntópolis. E,tad,, do l'aran:i. /lém do pcscad11. também foram arrccndidns o ,ciculo u1ili1:1do existe uma série de restrições. previstas cm l.ci. que dcvc111 ser ohscn adas pelos pescadores. a exemplo dos locais onde a pesca é permit id:1 e a limita,~" tl:1 quantidadc por pessoa. Peixe malhado então. ncm pensar. afinal de contas. r,-dcs. tarrafo..<. a,v.óis de galho. espinhéis e oulros petrcchos ptopretiro da dora li , ~lt 1 lt: lk!i.Hlf1•!;t( .. t':.'.'f fJJt.k.l Grande e que deveria recber a qu 500.0) pelo serio no transporte dos peiese uma arma de fogo. tipo Pistola. Secretaria de biado marca Taurus. calibre 380, de. de Meio /mbicntc 111:1111cve o proprkdad..: de Mcron Elizio- ·11timo dia 31 como a <laia de l'nmousl.i. que esta'a com 0·{ ~nccrramcnto do períod_o de documento da amu ,cncido c.,.Jlckso dos peixes. também foi autuado pelo crim.:; ~ opulam1cntc conhecida como de pone ilegal de anm de fogo, Piracema. com isso a pesca cst,í "p, 1d.- 1, I Os pescadores foram .era a nos nos.. agos e agoas c·ondu/idos pelos policiais• ,do Estado. com exceçêio J;Ls tloresais até a Delegacia de arenas consideradas como de Polícia Civil de Bela Vista. reservas de recursos onde r,,ram autuados cm flagrante por dcsobcdcccrcm o /ri. 34 da 1.ci 9.605/98 e os /n. 18 e 33 da Lei 1.826/98. Ê 1mm ressaltar que o fim da Piracema no Estado ocorrido no último dia 31. nêio significa a liberação geral da pesca. Criança de dois anos morta ilOi @nvenenamento No ultimo dia ::>.5. na Colünia ·gt Josi: Félix Lopes. 1<,,ali,aJa,k tamb.:rn c,rnhccida como l'uentc7inha.. no vizinho Pai,; Paraguai, foi registrada a morte de uma criança J..: apenas 02 anos de idade. de nome 1.uci Marilene Gonzales Maidana, qu1..· ,..._·ri., .,.jd~, vitima c.b ingestão de substância lôxica~ : ,1<·t1rr~11cia foi atendida por Policiais da 15' Comiss.,ria a··no 1)1111,1 JJ'fl'l.'ll'JI ((1111 ,1 l,1< fll caratertias for realizada no ultimo hia ?$ «unda- luta, quando ficais da lep tora d.a Receita l ederal tluraramo adolescente R ' ll. Ili nn,". 11,11,,p<11t:rnd11 rcrca de 12011 ~1.,1. ,h d,· "111.1ln11h.i''. o qual foi detido e ent.111:int ,J., a Delegacia de Policia Civil e posteriormente c1H:.1111111h:1do ., l'ru111olor1.1 de Justua da Infância e Juventude para as provdénias cabieis O menor é residente na cidade de q11id.111111.1 1'-. a 1<111 lkr11.1r.!11111 1 ,,p,· . bairro Santa lereinha e. segundo as i11lnri11.1,,ie,. rr,·ll'lllli.1 tr.rn,p,•rt.ir 11 entrr·vente ate aquela cidade /gcnt..:s da Polícia F..:dcrJI apreenderam semana passada mais 900 quilos da s11hs1~ncia cntorpeccnle conhecida por Maconha. na região· da grnndc Dourados. a droga estava adicionada no fundo falso do caminhão tkrccdcz Dc,v __ pbcas KSQ 6495. de Umuarama/l'R. / aprcc1t«ào deu-se por volta das 17:00 horn.< da última quana fcira. dia 27. na 13R-376. no utilizado m pesca predatória, ão tot/rente proibidos. em qualquer perido, e quem for tlagrado fazendo uso desses materiais pode ir se preparando para arcar com ª' consequências, que hoje são bastante pesadas, abrangendo multas. processo na Justiça e detenção. de Policia e conforme os levantamentos, a mcni1K1 foi intoxicaJa trc'O que liga esta Rodovia ao com veneno que seria usada para matar formigas. Os pais da, pistrito de Culturama. criança, o chegarem em casa, encontraram as duas li lhas.. Enilcc Município de Fátima do Sul. bc-ir~ 11 a ( ;,,n,aks t--laidana. de 03 anos e Luci Marilcnc.: . / • • • · d, oi . . 1 1 • ... 1 • • ntenormentc os Gonzales Maidana. le vg anos. passanto ma, _polS J:l _,:1uim olici:iis Fcdcrnis haviam i,,., erido o ,cncno. :unhas as meninas ainda forain atendidas noz "'· b'd • r _ _, =- . .. •· -. , _. 1 ·b · . B ~·t L tu.."CI..' 1 o a m1onn.:1ç-Jo uc que Hospital S.o Vicente de Paula. em Bel 'sta rasil. mas uT,pyrande qu:mtid:1dc d,· ,n.,eonh:1 1arikru: n:1n n sstiu e veio a óbito. • ·stava saindo da frontcirJ e Ac idente de trânsito·.• p:i.<&,r-:m a vigiar as Rodovias ,da rc-g1ão. '"' opcrnção tor.im i-; 0 último 1fü '.:6. foi n:gistrndo um acidente de tr.insito • 'nresosdois homcrts moradores en,olwndo os ,eiculos F-4000 de Dclla Vista Paraguai e urna cm Coronel Supucaia. que l.lotociclcta t londa CG Titran cor ,crmclha.. pl:ica HRB 9955. ocupavam O caminhi!n condwid:i por Claudcmir Dcniz Orosco. O ocidente d..:u-sc no carregado com u droga.. a qu:il cru1.amcnto das ruas Euzébia Martins dos Santos e Marinho tinha como destino os g.randes Fernandes. nn l.l;iirro J:is Prima, ·ras. Do acidcntt: não rcsuharnm centros cort<umidorcs do País. , itima.s. apcn:is danos materiais cm arnhos os 'CÍculos. Toda a maconha aprcendid:i foi e pesqueiros. onde a proibição da pesca s termina no proxtmo ha 28 de fevereiro. SJn consideradas áreas de: rw.:st:r'JS c.h: r...:cursns pesqueiros. os trechos de até 200 m,·tros acima e abaixo das barrJgcns dos rios. corredeiras. cachoeiras. cscad:i.s de peixes e embocaduras de riose ' +hias. , partir de agora a Polícia i o o k encaminhada à Ddcgaci:i da l'olicn r,•,.kr.,I de L)ouralos. 01>.k <'S dois pnos foramn autuados em flagr.mtc pelo crime de tráfico irncrrocion:,I de drogns. Esta C.,i a terceira grande aprecns:1u de maconha oriunda tio Pais , i✓inho l'::i1Jgu~i. nos último< dias '.!2 e '.!3 próximo passados. no Posto da Policia R,,d,n i:iria l'ederal cm (iuia l.11pes da I agun:1. j:i haviam sido apreendidos dois carregamentos da droga. 1ambi:111 1r:insportados cm funde>< falsos nas carrocerias de cami11hiks.. o primeiro com R(,2 1.g <' o sc-gundo com 897 J k,;. sendo amhos os condutores dos , c-iculos residentes na cidade fronteiriça de Coronel S:apucaia. de onde l:1mlx'm tcrb s:iido o terceiro cam,gan1en1,, aprc:cn<liúo. No mesmo período. cm outras Rodm ias do Est:ido. a Police 1'1.xk-r.tl apreendeu ncis 189 quibs da droga. que cst:i':u:n sendo trnn,pon:idos cm , ciculos de ('l.'"'-'icl. Mais dois quilos apreendidos pc a PlI n, 1 • 1, • t , 1 e li,.. 1 ti,, 1r,1[, Ih• que vem endo desenvolvido p la Poli ia M+ttar de h ta Vi ta, no ultimo sabado, da 3lemrevrta de rotina em um óniba q l.11 .1 lrnli.1 ll,-1., , t.t 1 l .inlJl<l (,r 111 lc. 1 º'" 1,11, dn ,. Peloto PM surpreender Ili 11 ,,J.1d,io H 11111111,.Jo 1 <'fll,!lld , 1k '-0,11:i • 11 ;1: '"· rc,11lc111c ,1 ru J // "· 11" 07. c111 lu 11.1 i'>I l. transportando cerca de 02 quilos da era maldita karmundo foi pr,· 11 l' encaminhado à Delegacia de Policia Civil. para ser autuado em tarante Vale lembrar que o crime de trafico de entorpecente é IIJ ti.111~ J d ate acabo e a dona e ts:;1 ui111n.1 q11.1n.1-kir:Ltl1.1 '.!7. por ,nh:i d . .s 21 ,IIJ hora,. :1111i, solicita,i» ia telefone 19), foi preo pela Policia Militar o cidadão Inicio Vieira Jara. 37anos de idade, residente no Bairro Itaborai Ili: acordo com informações. populares comunicaram a Policia qu" ln.i,i11 ,·,t,la aµredindo ,1 sua esposa. Sra Scrja /h e,. rc,idcntc nJ Rua Cario, Doht·,. loµn cm "'!!"ida. :1 ~uarni·:in J,1 l''.l luc.11111111 o marido violento. que após dar um passeio de camburão. foi "guardado" em um dos apartamentos da pensão do governo. A ,i11111a foi cnndu✓ida ao l lo,rital So Vente de 1'.1ul:1. onde rnd1Cu a1cnd11ncn10 111é·dirn e posteriormente orientada a procurar a Dckgacía de Policia Civil para registrar a ocorrência. lililar rlorc,1al pa«ar:i a concentrar a fiscalização nesses locais para evitar que os cardumes sejam ah os dos pescadores inescrupulosos. os quais estão sujeitos a apreensão de Lodo o material de pesca e ao pagamento de pesadas multas. Vale ressaltar qu.: mesmo com o enct:rramcnto do período da Piracema. a lcgi,laçào c,tahckce paro os pc::.coJorc°' um;1Jorc5 o limite de 30 quilos de pescado mais um exemplar por pessoa. bem como a proibição da u1ili1.ação d.: redes. wrrafas. an7óis de galhos e outros pctrcchos de utiliação não permitido no Estado. cm qualquer época. nha ·a Federal De acordo com kvantamcntos da Policia Í'l-dcrnl atu:illllCnle o lunicíp;., de noior produção de rnaconlu no Par:iE_:uai ,êm sendo Capitan Bado. cidade qut: faz divisa com Coronel Sapucaia. no lado hr.isibro. Só no prírreiro m.:s do aro :is aprct.--rm:s de n-oconl,a no Estado 1otalÍT.lm mais de duas toncl:xbs. simt de qu: houve um aurren:o signific:11ivo d., produç;'!o da dmg_a ro 'ÍZinho Pais. alcru'Tl as autorru!::s. !mp1nndência ao volante leva adolescente à morte Um acidente na estrada vicin:il que dá acesso à um balneário no Município de Bodoquema causou a morte da adolescente Simone Frajdo de Oliveira. 17 anos de idade e deixou outro pessoa ferida. • Por volta das 16:00 horas de domingo. db 24. Denis Luiz Rodrigues dos Santos. 23 anos.. residente em Bodoquena/MS .. conduzia o ,·ci u!o Sa,ciro. placa.< HFL 8935. de Campo Gr.i.nde. cm dircç;io ao n:ilne:rio. transportando seu irmão n:, cnhinc. a irm:1 e um c:1s:t1 de amigos estavam na carroceria. Em determinado trecho da estrnda. quando 1cn1a, :i ultrnpa- r outro veiculo. a roda dianteira do Saveiro bateu cm um buraco e 0 ,eículo rodopiou no cas :,!ho vindo a capotar virias ,e7.cs.. atirando par.1 for.1 os trés ocupantes da carroceria. A vítima. que era amip do condutor do ciculo. morreu no locul do :icidcnte, outro rnpaz. identificado por Odair. foi lev:ido par:i o Hos;,itnl de Aquidau..,ni onde rccehcu atendimento médico. Detalhe. o condutor do ,cículo aeid ·nt:ido n:10 po· ui :i Carteira Na ional de l lahilit:ição. e lt) fÍl), f d r,. , • ., 111< p, ra a retirada do Seguidores do fl ver ndo Moon, da cidade de J. rdim e, Hui de Direito da omarca de l;trd1111. Ah adre Antunes da Silva. concedeu o prazo tina de uma ,,111,111:i p.1r,1 a reurada dos seui«dores do keverendo Moon, da lazenda ova Esperança, na De acordo com o 1'10111otor ck Meio Ambiente, também da Comarca de Jardim. Roério Auusto Calábria de Araújo, que deu parecer lavorável. n pra10 lhi concedido 1 .:111 l1111ç:10 1h1 dilic11ld.11k de dc,rn;11paç:1o da /área ate a data de 28 de J:111dro. jü que seundo a Administração da Fazenda as 1 1 p,·,,0.1~ que c,t.11> no local 11:111 retomo a~rco previsto para a d:11a ck OJ a04 de feve reiro e que seria difieil a acomodação das mesmas ..:111 outm lo,al. "l cmln cm vista, ainda, que o problema principal que era o despejo do esgoto nos Rios t-.liranda e Prata. cst:í 1110111cntanca1m:ntc rc,uh ido. conforme i11fom1aç(k, do DOI'". rc,,altnu o Promotor. 1 Laudo do Departamento de 1 Obras Públicas de Mato Grosso do Sul constatou que não há mais 1 despejo de esgoto no Rio Miranda itcmkndu a uma solicitação do Jui,. ide l)in:itu da Comarca de Jardim. Ak:1.andn: /nune. da Silva. o DOI' • Depar1amcnto de Obras Públicas do Estado rcali,ou uma , i,ita de in,peç;1n às instalações prediais da , A,sociaçàn da, himili:t~ para Unilkaç,1o e Pa, Mundial· a ,cita do Rc<:rcndo Monn. Segundo o laudo apresentado pelo cng.cnhcirn. l lélio Loureiro Banilani. está 1 ,endo pro, idcneiada urna medida pakatÍ'a. que é a construção de uma barra. cm (aterro) oh,truindn o canal de esgoto o que impedirá que o, dcjctos escoem diretamente para o rio. E,t:i ,cmlo pro, idenciad,, t:1111hé111. uma ha<:ia de dcc:mtaçào onde se ocomodaria este c,g.oto. prn, i,oriamentc. Encontra-se já cm i c~l·cuçào uma Fstaçào dc Tr:tlarncnto de E ·goto. modelo RAI.F (Reator Anaeróhíco Ide Lcito Flutu'.111tc). que ir:í climinar os problemas existentes ou pelo mcnos l minimi,:i-los cm mais de 90%. , Encontro Internacional em Hav,ma, Cuba, irá discutir "Gerência Agrária, Transferência e Inovações Tecnológicas" De 6 a 09 de abril. dcstc ano. acontccc na cidade da l la, :ma, cm Cub:i. o Encontro '--- l111crn lclllll li 'º(icrc11,11 1-1r,111,,•· lranslerena e Inova'os lecnolora (om o objetivo de aprofundar e oferecer uma panorâmica atualizada das tendências sobre a oereneia Ariria e a l ransleteneia e Inovações c ainda promover <> 1111,-rc:unbio 1k 1:,pcrkncia, e wnL!lc.r, entre os interessados, o encontro será direcionado a profissionais, cientificos. técnicos e instituições que desenvolvem e aplicam a estão empresarial e a tecnologia agrária. J>,,rn maion:~ infi,nnaçt)c. co11talu, com o Dr. Rafael Ojeda Su:irt:1 • Sccre1:írio 1 1~xcc1ní,o pelo, telefone,: 53-64-6 OI :l ext 21.J: fax 537-2-10 1 1.J:! 011 pelo l·niaíl: 1 rojcda 111 main.i,ch.c:du.cu Crea do Rio de Janeiro' Contesta Relatório de Impacto I Ambiental da Unidade li da Usina Nuclear de Angra 1 O CREA - Conselho Regional de Engenharia e /rquitctur.t do Rio de Jan.:iru ,~ti apn:scntarao lh:una-ln<,1i1u1013milcirodc Meio /mbkrllc e dos Recursos Naturais Renováveis de Brasília. na próxima quar1a-feira. uma eontcswç:1o con1ra o Relatório de Impacto Arnhkntal • RIMA da Unidade II dt CcntrJJ l.ll.:lcar Almir,mtc Ál,aro Allx:no (Angra 11). A decisão foi tornada pcla Cumi,-.,1o 1 de Meio Ambiente do CREA/RJ que par1ícipou no último dia 16 de janeiro. da 1 scgunda Audiência Pública. n:ali1ada pdo 1 lbama. ixua discu1ir o RIMA e a OpcrJçào da Usina uclcar de Angra 11. 1 'egundo a 3 Tesoureira e mcmhro da comissão de meio ambiente do CRENIU. I engenheira civil. Regina Muniz Ribeiro. a pnnc1p10. a co111,-s~ç:111 se b:t,ear:i cm_ tcnnos 1 de sq;ur:.mça e registro d: profissionais. A cngcnhcir.t afim1ou que além de o, projeto de evacuação da obra apresentar virias lalhas - falhas baseadas cm procedimentu,' milizados pela cngc·nharia dc segurança. ainda não for:1111 rcali, .. adas análises de n:siduos 1 (como por exemplo. ton.:is de ese~rcl localizados em galpôes no interior da Usina). de: cllucntcs jogados sem trmamcnlo no mar 1 (cílucn1,-;; compostos por amónia) e de solo 1 (acomodações de solo com falhas para o projcto). 1 1 a contcstação o CREA/RJ também 1 cr:1 solicitar uma relação dos profissionais que trnbalhar:im tanto na elaboração do EW RIM/. quanto na obra. j::i que alguns não 1 possuíam ncm regi,tros. nem vistos no rcl'crido órgão. o que para a engenharia 1 impossibilitaria responsabilizar qualquer 1 profissional par.i futuros d:mos. Senador Ramez Tebet buscou a redução das desigualdades regionais /{ elator-geral da lei orçamen ir, f tÍr'fl.C /1 rm rtou ri,1 (1 / rt/1:ti1 ,/ dt "/glt l,.f f cidad ,, hr,Hilelfll '', 11111 1, 11111111'/lfll tlu, , trhu, ,Je,111111tÍu ,w ~i<r,·,.,,J I ni, ,, de Sade J cJ 11, l de.a, ualdades reionan for UJ:<.l d.,, prmnepats metas ll'll' nurtc r,1111 J ef:tbor.1~.111 tln Orçamento da Iniio para e ta ano, disse o senador Ramez 1 chcl (f' IDH-1SJ. rc!J!llr t'cr.d d,1 lt:i or,;amcnt.iri,1. Dclcndrndu seu relatorio da tnburu. dur,.mtc J ,,:,,io do Congrc,,o que aprt)OU J lc1. l ebet afirmou que, na tentativa de "igu,d,,r os cidadãos br.1-.ilciro,". aumentou as verbas destinada, ao Sten l 'mco d.: S,,údc (Sl 'S;. 1 tC e O Orpmcnto que, pela primeira , ct. tC e ,1 coragem de injetar RS 350 1111lhô" no !'>l 'S -· di,-.c. acrcscc:nlandn que: ,:~,a medida beneficiou 2I estados. Ele ressaltou que o presidente do Senado e do Congresso acional. senador Antonio Cario, 7 lagaJliX-;,. te, l'. um "dcci,iH1 papel" para pos,ihilitar a alocação desses rccursos. O relator destacou turnb.:rn outr.is wrlu:, dc-stin:tdas à área ~ocial. como RS 70 rnilhõcs para as uni, cr..idadcs fedcrJis e R 100 milhõL"!> parJ o projeto de garantia de n:nela mínima. Para o senador. o governo federal não de, era prorno, er eonc, ncs,c, dispositivos. "porque c.·or1ar seria eor1ar a própria carne ... Esforço - Tdxt lcmbmu llllC o ürç:un.'lltn d.-ste an.> lui apru, a.lo cm tcmpo n.-coRle. cm WTI c.t,,ryo tal CL nunca obeservado no Congn::sso Nacional. Disse {eL procurado. na elaboração do n.:btório. OUÍr os plci1os dc todos os parlamentares. bancad:1s' e govema dores - incluindo os reem cmposs:idns. O relator dcfcndeu a inclusão. no Orçamento. dÓ imposto sobre combusthcis. ainda nào apro,ado pelo Congres,o. quc acrescénta r,-;:citas dc RS :!. I hilhõcs. Para ck. trat::i-sc de preservar a participação do Conl.!rcsso Nacional na dcstinaç:lo das 'crtias. pois a c:1.clusão do to t A mator inovação no )namrento de te ano, porem foi a inclusão da obratonedade de (l governo pte ntar te toro trimestrat de suas contas. afirmou karez eh t ssim, ob,,:r, l>U. o l ,n J'."' .. , • .>e1<11 1 pod.:r,1 mclhor fi çJIJ1,1r o1 eu,ao do Orçamento. Arma • 1 m pntlllllKl,llllCnlO feito logo depois da ll rllk ,,u;. o de: fume, f e: ·l. o pn.:,ídcntc Ja ComL,-,.10 fi,1.1 Je l'Llik>"- On,.,un.·mn, l'uhli.:u, L l«.lza,ão ((CMO de , . .k• 1 cl '.ucli PH-MG lembrou a obstas.lo de 1'11111: •I 11 ·u. p u., q:,l.'111 ,, ()1,,111 111(1 C un l podLllh,I arn11 de controle do Poder Executivo pelo Poder Legislativo, Ele destacou taml em o alto nivel do, d 1-..,t,.._ n.t colllr .10. f<c,-..1ltut1 aind.1 que ,> presença do senador ntomo Carlos Magalhães na preside na do Congresso da a t.cno..:i Je que:: a j11-.ti,,..1 poJc -..:r encontrada em todas as decisões do kgi L1tlo kdcr.,I. Orçamento prevê saldo primário de R$ 16,3 bi proposta nrça111e11t/ÍrÍII aprovad,,- ffflo CongreH11 ontem fixa um superavit nas contas do governo (excluídos os pagamentos com juros), estima queda do PIB em 1%e a inflação anual abaixa de 2% O Congresso Nacional apru,ou no uhim., diJ 27. n<l'> tcJTTY.1' de substitutivo da Comis.'>iio lc,ta. a pro(Jllsta orçamcnt.:ri:J p;i.r:t 1999. rrontcndo a prc'Í.~o de um super.hit prim.irio (que exclui os gastos com jum, da divida publica) dt: RS 16.3 hilhôcs. fixado l1J ><.:gun<l.1 ,cr..iio do pmjc::to dc lei do OrçamcnCl para 1999. Na Cãmara dos D.:putado,. o suhstituti,o do relator-geral. s.:nadnr Ramc✓T cbct ( 1'7lOfl--lS ). rt:cdx-u 301 votos favoraver e 81 contrários. além de uma absenção. Entre os senadores. a lci on;amcn1ária foi aprmada com 59 ,o tos fa,ora, ci., c 9 C<intr.irio~. primeira ,er ão. cm iada ao Congrc,so no prazo con,titucional. no linal de agosto de 1998.•coincidiu com o anúncio da moratória russa e a consequência das taxa, tlc juro, no Brasil. que levaram a ahruplo aumento du dclicit nominal da, conta, púhfica, (c:,1imado cm 7.7% J, 1'1 ll cm 1998) e ao programJ dc aJu,tc foc.., 1. an,n t'i, • Por outro lado. o próprio su~tiluti,o do Congrc,,,o. con1 .. t'e O rda1ório final do senador Rama I dx:t. nàll integrou as !X'""º''' rcpcrcu,-,.ôc~ dJ elcs,alori1.ação cambial sobre os prcço, e.,, r,·cclla> orçamcntarias. ,h,irn. o rclator apon;a quc. cm contrap,"1çào a, hipótc,es quc su,tcntam as principais e>timat i, ~ n: .. ,. tinancciras do Orçamento para 1999 • queda de 1 ° o no PIB e mt!Jç:1o anual media de 1.57° o-. '"alguns anali,1a., a,aliam quc a inílaçàu pndcr:i alcançar 7% nn ano de 1999". 1:-.m relação ao índice de crescimento da produção nacional l chet acrcdita que clc scr:i maior do que o prc, isto no próprio sub,tituti,o. dada .. a queda mais pronunci:1da dos juros e a gcraçJo de cxccssos de arrecadação". O Orçamento para 1999 pre, ê receitas e despesa:, de:: RS 5-15.9 bilhõ.:s. dos quais RS 255..J bilhões scrJo obtidos com a emissão de títulos de responsabilidade do rcsouro Nacional e com r,-cursos oriundos do Orçamento ela Sc!.!uridadc Social Jcstinaelos à rolagcm da di,itla pública inl.:~ e cxcma U encargos financeiros da l ;ni:Jo somarão RS 91. / 1-,ilh,,c,. ·, A .. ·ame Belgo Mineiro 1 1 l PRODUTOS IMPORTADOS EM GERAL ' :. Temos VIA61'A Produto Americano .. TO MURTINHO/MS Zeca se defende de acus ç ~ es 0governador determinou a formação de uma Comissão, com ·ntidades da sociedade civil, para analisar as concessões de regime especial e outra para estudar as acusa@es de nepotismo Zeca do PT we de fendeu ontem (01), em coletiva: 1111prc•n111l, da acusações que vem so frcndo. O Governador al<.'gu que totloB os no mes itados pela im. prensa como nepotismo têm uma história de luta política e do envolvimento com movi mntos sociais, sendo que dez deles p •rt nccm ao quadro efetivo do Es tado de Mato Grosso cio Sul. "Nepotismo pra mim é empregar mulher, pai, müe, filho e amante pura ganhar dinh iro pú blico e ficar em casa. Quem eu nomeio trabalha, por- . que se niio trabalhar vai embora", desabafou. O Governador dele gou a seu líder na Assem bléia Legislativa, deputa do Luerte Tetila, e ao de putado federal, Ben Hur Ferreira, para que coorde nem um fórum de debate co111 rr•prl'F, ntnnL<'l4 cio C B, OAB, Fetems, CLT, MST e outras en tidades representativa da sociedade civil paro que apresentem um es tudo e conceitue fornrnl mnte o que é ncpol ismo. O estudo d • verá se tornar um Pro jeto de Lei a ser encami nhado à Assembléia Legislativa, na abertura dos trabalhos, no próxi mo dia 18. O objetivo é fazer com que toda a sociedade par ticipe e conceitue o que re almente venha n ser nepotismo. "É fundamen tal que o governo tenha tranqüilidade nas suas ações. Não cometemos ne nhum equívoco, mas ao contrário estamos sendo vítimas daqueles que Deputados tomam posse pregan ação em favor do MSe da população o Os representantes das Coligações "Muda MS". "Pela Vontade do Povo" e "Frente pela Renovação" reafirmaram a necessidade de uma ação conjunta entre Poder Legislativo. as de mais instituições e a popu lação para que a democra Ícia se fortaleça e haja o ver- dadeiro desenvolvimento para o Estado. Os deputados Maurício Picarelli (PFL), José Laertc Tctila (PT) e Roberto Orro (PSDB) usa ram a tribuna logo após a posse dos parlamentares ocorrida na manhã do dia O l /02. para a 6ª Legislatura. O deputado Maurício Picarclli, falando cm nome da Coligação '~Pela Vonta de do Povo" afirmou que a missão do Parlamento é muito mais difícil de exer cer. Isto porque ao Execu tivo, que embora cumpra importante missão. cabe apenas cumprir a lei. seguir o que está estabelecido no orçamento e na lei de dire trizes orçamentárias. Ao Judiciário. poder sobre o qual está a n:sponsabilida de de sanar e resolver os con flitos sociais, basta também seguir o bom senso, frisou. Aos parlamentares. segundo afirmou. cabe a mais difícil das tarefas, ou seja. "interpretar a vontade do povo e traduzi-la cm leis que serão aplicadas. sem discussão. pelo Ex.:cutivo e pelo Judici:irio". Picarclli se utilizou de passagens bíblicas para ressaltar apre ocupação de um parlamen tar visando ofere.cer leis que realmente venham a atender as necessidades, cm sua to talidade, da populaçào. O deputado José Lacrtc Tctiln. que discursou representando a coligação "Movimento Muda MS" afirmou que o Legislativo é a maior conquista de demo cracia. "E por isso aqui estamos para respeitá-lo e buscar formas de qualific:i lo e aperfeiçoá-lo. Aqui estamos para dar provas de que a verdadeira grandeza de um parlamentar consiste cm reafirmar sempn.: o seu compromisso com os inte resses sociais e com a dig nidade da pessoa humana". Disse que, como ban cada governista. "entende mos que a regra básica de um parlamento é a de não pedir a ninguém que abjure de suas convicções ideoló gicas, de sua forma de pen sar". Afirmou que as criti cas bem formuladas que "nos tornam mais sensíveis e humanos e lembrou que "é sempre manipularam o interees do E tado", afirma. Ele acredita que as per voas não podem fa zer de fatos como e e um Instrumento de luta poli. tica. "Nesse momento é um equívoco e má fé, se priorizar essa questões porque de,,viarn a atençiio da opinião pública sobre ll prec:'tria bituucuo ('COIIÓ· mica e financeira do Es tado", conclui. Regime Especiais - Na entrevista coletiva o Governador também 11111:nciou u publicação rle um rlecreto que dispõe so bre a competência para o deferimento dos regimes especiais e dá outras pro vidências. A partir de ago ra passa ser compctêncin do Secretário de Estado de Fazendu e do Superinten dente de Administração Tributária o deferimento da tensão e do conflito fra terno que brota o novo, a criação. como bem disse o mestre Paulo Freire. A opo sição é algo imprescindívc.:l. É como o ar que respiramos". J:i o deputado Roberto Orro. cm nome da coligação "Frente Pela Renovação" disse que a ligitimação con quistada nas urnas não se esgotou no alo de votar. "Vivemos um processo mais exigente. cuja consis tência. balizada pela ampla participação popular. é que vai nutrir a democracia al mejada por lodos". Salien tou que o último ano do sé culo XX está legando. às próximas gerações os "mais angustiantes desafios da história da humanidade des tacando que há um caminho seguro para corrigir as con tradições: o da democracia. pedregoso. sem atalho. "mas o único· capaz de res tabelecer. plenamente. aqui lo que. de Aristótcks e ou aroatvaço de reuni ( j,Ct li O pro vos a pedido e.pai+ ou d çao devem er ubmeti dos a apreciação de um Con elho Con ulti o. composto de represen tanto de entidades eco nomicas e de órgãos pu blicos ligada a ativida des do contribuinte. O conselho será composto por um representante das seguintes entidades: S •cn•tanrs de Fazc>nda. Federação da Agricultu ra, Associações dos M u nicí p ius, Sind,caws dos Frigoríficos e Jcri ul. Os representantes são os res ponsáveis para dar um pa recer a respeito da conces são de regime especial no Estado, acabando com toda forma de especulação sobre o assunto. >;; Ate,uüm,en,to Veterwuirü, e. pequenos e grandes animais; . 3 4sistêcic Técnica e Fazenda±» Grande estoque de sal mineral; ,J:.inha completa de rzações • Rua Uarão do Ladário. 1363 Tele/Fax(067) 439-1167 - - --- - ------ Rousseau. de üandi a lum bi. de Marçal a Chico Men des. e de: todo este Parla mento. se convencionou charror de justiça social". Posse - A sessão de pos se dos 24 deputados cll!ilos cm outubro de 98 contou com a presença do governador José Orcírio dos Santos, do presi dente do Tribunal de Justiça, ildo de Carvalho. e outras au toridades. Os parlamentares fi. zeram o compromisso solene: de trabalhar em beneficio do Estado e da população. O deputado Londres Machado (PSDB) presidiu os traba lhos. Ás 11 horas ocorreu nova sessão des1a feita pre sidida pelo deputado mais idoso. Akira Otsubo (l'SDl3). para eleição da nova Mesa. Londres Macha do ·foi eleito para presidir a AL no biénio 1999/2001. Escritório t: A Dra. V!ma da lva OAll/M 2.:i74 li • a e D)ra. Lunar I'.Vesga OAB/MS 7.454 Rua Cuiabá, 458- Centro - (067) 439-1290 Bela Veta e, Mato Grosso do sul r. Nelson Chagas (Advogado) OAB-MS- 2491-A OAB-PR 7312 CAUSAS: Civeis. Criminais, Administrath·a l' 'l'rahnlhista ESCRITÓRIOS: ?a Duque de (ena, 79, 431-1173- Belo V11lo//lJ; lua leenle bem±dé+, 2- 2251/2- Jrd/#ó RESIDÊNCIA: Avcn1do(oronel(om11ôo,65/ • Ccnlro fone e fe, 251172l Jardim alo 6ruo do Sul / CRO-MS 1255 Membro da Sociedade Brasileira de Reabilitação Oral (067) 439-1087 - Res: (067) 439-1624 Celular: 9758160 Internet: gerardoboccia@uol.com.br. r..df Feliz.horto DE il iãt - 1e tis a CRO-MS 2277 Estágio em Endodontia e Odontopediatria na Universidade Jederal de Pelotas Toldos: Coberturas; Faxadas e LumiruEos rç e r:c_se c::om pre>JlliC1t lllSSe> Dr.gerardo loccia cavias II#E0, las:titut Eia, Plena de Saiu el- Srria cun Slide. Qualidade:SÃO PAULO ALPARGATAS S.A AMC. ATENDIMENTO MASTER AO CONSUMIDOR: 0800-557166 ~ 10&11441-3203 Rua~rmacu.lada Conceição, l l 39 - Nova Andradina/Ms .. , ' ' - )Vlais um ano p+ ou »1amos [ur tô t>OV ,m• nte,ne mo qur romete er int aquecível para todoo nó», por er o último do mléruo. v 11 p,1r a os policiais de C.1rJr.ol !'tio e,ulc11t1 t• •l•,1 lho que vem prestando à toda população, fazendo as mo quc nt, J rn. ti, I,~ ~ tJ,I,, •, Avov• 1 •FiJ' 1lcr1 1! "Entr Aspas" tlunca julqu para não er julgado. O julgamento só 1 cJl• ,1 urn,1 forç,1 !iuptr wr e,11,t 1 moda Deu ,. ri 11• ,. 11it "º· i 1 Quebra-cabeça É o aur acvcria ser a vidiJ, onde c;Dd.:I prç11 pudc,,,;e se cnciJt><ar 110 r,cu ocvido lu- 1 gur, tnD!> infelizmente ,1;Jo é assim porque cxistem certas pccinlwr. que insistcm em não ficar no seu devido lu1lar e adentrar ao nosso cpaço. Cara de pau imitem-etmtaranh tt;:i 1V br;:,silcirJ (Globo) D nov.:i m,nissséric C/1/ctuí,;/1.1 Gonz..1rp, pra quem gosta de cultura brasíleir;i vale a pca ar.sist ir todos os c..ipít.ulo!i. oa.n.d.rzo cR_odr:z.ig_ue~ Ir lf)) li r~ .//etque da emana I' r Que perf un,e usar (Todos são um luxo) Jurgle Tger-Kenzo (fem); Angel - Thierry Mugler (fcm.); J;nz Live - llcs St. L..iurcnt (masc.); Bluc Jeans • Gianni Vc:wce (masc.); Blond - Gianri Vc:wce (fcm.); Chancl nº 5 - Chancl (fem.); Scapc. - Calvin Klein (m.:tsc .. fem.); Fantasmc - Ted L.:ipidus (fom.); Tocade - M.ruson Rochas (fem.); Dolcc li . ll""""" F·tire manices taco. que reside cm teta Vista 1·,ra -Cnsti.in [',or (fcm.): Ounc • Crisuan Dior (masc., fcm.). Os homens nunca vila dt.:ix.1r ck ur,ar te, no. Nem a~ mulheres. (B.,/ 131.1,:;;; c,ci/ista corr.cmror,lnco. Americano) visit;,ndo a nossa cida de foi o jovem Marcelo Godoy, o mesmo foi llrrovado cm dois C"t.irul,1rc,:, 11,l cid..idc de C.:im· po Grande. UCDB e UFMS. À vocc parabéns e boa bortc!! quem se deu bem cm dois ,cstibularcs fo, a minha amiga Fernanda Ocampos Godoy. Fela Fcdecral aprovada no cur so de Letr.is e pela UCDB no cuso de Psicologia. Parabén&, vocc mcrec:cll a Noite do Pijama. uma no,t<: para vcc se divertir mui to. com um chiquérrimo desfile de langcrie. Aguardem! l;,tiqueta Não cmprcst<: nada con tra sua vontade. Se voce é do tipo que fica aflita até o momen to de receber o objeto de volta, dê um.a desculpa gentil e encer re o ,:issunto. ( Célia Ribeiro • A1.1to;.:1 de Etiqueta na fi-ár.;ca). Aconteceu No dia 19 pp. ra faz da 5lo Manoel de propriedade do Sr. Ho ac o Godoy u--1.a 4rande es! par comemorar a pa6agem de eu aniversá no, onoc mu Lot> om r.ios e /,.1- m,liarc!:> !JC f,u.r.::J>T1 pre&tntco. Ao ad,t.rião d, fota muita Paquera Dance Acont<:ccu nor, úli..mo& doi9 finais de c.cm;ma,, na L,1n· zhonete 3ky Lanches onde ,nwt;is pc!'>'.,oas curtiram boas mú!:>icilb c ui too rec:,JO r1h0<.; pr;i l!i de apD1<or1..idos. 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