TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº170_17_08_1975 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº170_17_08_1975Número da edição170Data de publicação17 de agosto de 1975Número de páginas8GeoCoordenada -22.10210220669676 , -56.53013529395229 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº170_17_08_1975 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto Redução, Olícina e Administração ANO iV Rua Duque de Caxias S/ B•l:t 'ista, 17 cJ • ,goHlO de 197 lll<l'manárío N" 170 FUNDiDOll E OIRETOH HESP NS.VEL: - f'Af.UO PUU.lfL ra_ ---- '- ... i ! i l i 1 i m====--====== ~ i 1 OS P fÇOS lYOS -----Xt:J: :0r:- ---- t [?i( Óleo Maravilha Amendoim, Lata CrS 8,50 Leite Moça CrS S,00 Lciu· Ninho CrS 10,80 Goiubn<la Cr1,75 Trigo 5anti-ta Pacote 1 K crs 2.30 Macarrão Raineri Comp. pacote 1 K CrS 3,GU .çucar Cri-rui ,> h. 1 1 Cr 11,(Kl Sardinha Lata 200 g. 1,50 Vá Correndo à Casa São José ... E aproveite para comprar sem muito Gastar ... Produtos Alimenticios dà mais Alta Qualidade ... "HÃO DUVIDEI VÁ VER PARA CRER ... " - , casa s110 1osE Avenida 11 de Dezembro "A Esquina dos Preços Jardim 164 Baixo" Mato Cirosso Tribuna da Fronteira ela VI ta Mt 17 de Arosto de 1973 ESTIIDO DE MITO GROSSO PREFEITURA MUHICIP AL DE BELA VISTA - • (0 T S DO FUNDO DE PARTICIPACAO DOS MUHIC. , E 1 1 L O Prefeito Municipal de Bela Vista, Estado cio ?llatc Grosso, em atendimento ao que <li põe da Resolução n 118 de 6 de dezembro de 1.972, do Tribunal de Couta da uião. torna conh •ciment') geral, que a despesas realizadas com os recursos do Fuudo de Participação dos oxel'cí io de 1.974, foram as seguintes: I Demonstração do Movimento dos Recursos do FPM n) Saldo vindo do Exercicio de Ul73 b) C6tas recebidas no exercicio de 1974........ . ... Total c) Aplicaçii.o no exercicio de 1.974 d) Saldo nii.o aplicacto, que pa sa para .. o exercicio de 1.975 II Demonstração das Aplic.ações l - Aplicação C'm Despesas Correntes a) Administração Financeira Subvenção a Acarmt CrS Contribuição ao INPS •• • •······ • •••••••••••• •••••• •••••••••• CrS Contribuição ao FGTS •••• ··········- •• •••••• • ••••••• ••• ••• ·-·•··-···· "crS b} - Educação e Cultura ···•··•·······-····· --············-••-•······•···-··---·-··- Pagamento de Vencin,entos de Professores e Pessoal Administrativo da Secretaria de Edue. e Cultura, conforme relação anexa CrS Aquisição de Material Didático .... CrS Fornecimento de Merenda Escolar ••••••••••••••••• CrS c) • Saúde e Saneamento •••••••••• • ••• ••••• ······• Vencir,1eato clu J!otorista ela Ambulância Aquisição de Medicamentos i!anutençii.o do Convênio para Combate a Febre ,Hosa e Verminose Bovina d)- Assistência Social ,uxilio a Indigentes . e) - Transporte e Comunicações • ·····•··•·········· • .qui içii.o de Combutiveis e LubrHicantes CrS Aquisição de eis pneu de Motoniveladora ·····-···· •••••••••• Cl·S f) • Services Urbanos Energia Elétrica Aquisição de Combustiveis e Lubrificantes CrS Tota I das Despesas Correntes ·········-· C:rS CrS CrS CrS . CrS 37. 19,71 12.330,00 2- Aplicação em Despesas de Capital a) Educação e Cultura Construção da E cola Munic. do Bait'l'<• N. . de Fátima CrS b) Saúde e Saneamento ,q~isição de uma fábrica de tubos e conexões para const de Guias e Sargetas, Esgotos e Galerias de Aguas Pluviais CrS Pagamento _de Financiamento das Obras de Inst. do Sistema' dP. Caplaçao, tratamento e distribuição de áaua c-- c) - Transportes e Comunicacões b li:> Aquisição de uma Motoniveldora Huber Warco e um Caminhão marca Dodge CrS .quisiçüo de uma corrente de aço para transporte pesado Cis$ Total da Despesas de Capital CrS RESUMO: Torna público ainda, Fundo de Participação dos Despesas Correntes ·-·····--·· .. . CrS ~e? 1 esas de Capital - .. ···--·····crs o a . .. . .... -·· ·-··•·-······ ·-· • _ .~~~ers que no exercicio de 1.974 Municipios. João Este vão t.le Castro 349.351,36 193.937,22 543.288.58 12.000,00 2 .4 2,27 8.976,93 170.554,54 12.278,50 1.641,75 6.755,00 7.323,80 11.771,40 3.657,40 32.635,06 .125.868,51 3.167,00 não foram alienados 64 0 36 % 100 % bens adquiridos Prefeitura Municipal de Bela Vista, 30 r!e abril de 1. 975 CIovis Marcelino de Oliveira Prefeito 1 Municipal Cher e do Gabinete o artigo 35 público para Municipios, no Crs 48.529,79 CrS 543.9ôG,93 CrS 592.226,72 CrS 543.288,58 CrS 48.938,14 com 49.459,20 181.474.79 ) ~ 25. 50,20 1.667.50 50.149,71 37.74.9,96 349.351,36 28.609,25 36.292,46 129.035,51 193.937,22 recursos do P 1 Prefeito 'l'ri1Ju11a da Fr·ollll'ii-a , ROTARY E NOTICIA H,•1111i1o d11 din B '·P ro11lo11 cu111 a fHt• .. ,·11'll du .. -.1•;_!11i11• te- ·ócio-: Carlos- Ed, valdo, Loberal, ore«di, 1',·ol111. l:m·,·· lino, Aberto, Augu-to, Joaeir, Laurial, tlois, Gilberto, e- tor, Hortneio, ben llur, MErcio e Uuurndu. ('nn, id:ulu ., ·eei .il: :iiolllt') l•.•t·nh,ir. 1( lpó- a anda;ão ao- pavilhões ha-telo-, o Ire«ilente 'edro balir·ri iniciou os trabalhos convidando o companlei r11 C.urfo,.. 1·.d~ pura lt:r o resumo apresentado pelo loaeir a re-peito de eriço de Trinu-ito na 1 ' E,po, or:,!111111:ulo pt·lo lotar tClub. ·><··><:><· lera- melhoria- foram efetuada-e-tr anuo, e noa- pro l,!r,1111:1;,-,c .. j(1 1•--1:10 i-t·11clu 't)lut·,ula, c111 1•11111n. () ·1 rah.ilho 11.1 tis;ão. pre-ilida pelo_Joair foi soberbo merecendo aplanu-v dre todos o- pre-entes. begurança, inalizaçào, laeiona/zação, P'antas de Estacionamento-, foram alun- dos tópico- apre ·vt talos. ~-X-><·-- . O companheiro ben Hur, em breve- palavra- n·latou :,,lia 1,l!.!<'111 IH·lu ~lil dn pai ... t•nfnrarnlo u prnhll·111:'ati1·n d.t--. .,,,ada .. -ua- infla·neias na- lavouras sulina-. ' ·X·--><' • O liro que o companheiro Ivaldo laçará à praça, ji es- 1.1 t.·ri,111110 pol,·mira .. () 1Í111ln ,lo mt .. ,1110: 'ia:,!t'III Fanla:--til':.t rm «despertando a eurio- idadc do .. h1·la, i-1 t.:IHt• .. l' º'" 1 01111 ianu .. upl.1u,lira111 !1 idl•ia til' !-l' i11i,·iar l'fll llt·la i-ta um "ambiente literário" Adiantares o- leitoe. que biagem lantá-ti 'a, rá um voo «do -pirito pelos céus do conhecimento Mhi IH.H111u, lnµia, Fit·~ún 1 t'h.· ... :gunnle111 ... •:X,·-><' ANIVERSÁRIOS Ih, :1 • 'i,·1-nn Dnunulo. i • :-Ít·•lor , l111ada 9 • llurnl,ln l3 0dila alamene ~() llt-rnarJa E-l'Uhar 26 1',·,ln, ll,·11ri,1uc l'aliui,•rc, 2 solange (e-po-a do companheiro Ben Hur) Dizem que Ele Renunciou a Hotary Boletim EditaJo pelo Rotary Club de ao Paalo J 1 j A verdade po:·0111, é que ele nunca estt!,·e Pn1 Rotnrv ' o tinha o menor conceito do que era 1-lola rr !})is qUc!, S O tiv .Be, COJlÍ'IUHi:.l S~ 1 I.:> I' llll l'J:ll10 Consillera-se um homem muito importante em eus negócis e julgou que a escravidão do hora To das reuniões e a presença obrigatória o colo cuvun1 nu 1-itu,1çüo das cl'iunçus às l'requêm:ius escolal'es. 1 .creditou que. quando assistiu a uma reuuiüo 1 'J seu clube. seria permitido dominar ª" conver- as, ref·nt .... Al li '· ,u Ul' o .,rado1· 111scnto n" programa. em ,"_Ud9, acha os programas sempre muito Ion t/· tniprct?~ ou demasiado sénos. Umu-se ao .clu 1 'r com .t intenção de ser agasalbado e servido. X flbalhar junt') às comissõrs? t~ unca! ... Então os dirigentes do clube n,lo sabiam l p. e_le eI a um cidad:1o muito importante e ocuµodo? eni ,l!u ele, Rotary em um clube social parn ser usacto ,,,,"d horas de lazer. Nuca compreendeu o de· .e, ue set·,·il·. lut1l·H teve o valor elas verda- 1 ,,,rira • a111izartes 11em ele 1'0111entú-las. Jamais ex- 'Ime;t, • ·-- ], - (' Yê!-I• _-~u a Yenturn rte entabular no_vas re acoes '°li, •IS llorescer em 'erdarleiras amizades atrH- s tia '"11n~ d • - , ·a v "t·a agem uas rcumoes rotan ~- foi 1 ~le se Uniu ;;imples111ente ao Rotary. Nuuca ]"; Roturtano ::,q re11u11ciuu a Roturv? Ele aunndouon o clube? k"?Ele nunca esteve dentro d@ Rotry! Oistrit O ,l. !-em1110.rio <11:l Liderun('a Rotann. do 0 4bt) COISIS Dll VID 'otc• já amou d<• vc>r·<l:.ult-. amigo leitor? e a rexposta é sim, ll' 111!0 certPza tle qur jú tll' ve ter chorado por ai umas vezes! lloje cu lr11go l{Jgri mas nos olhos e um n perto uo cor:ção. luz uI11 UllrJ hrljl·. (]li(' perdi par·;i S('lll(Jl'(I uma rri:ttll rinhs adoravel. 'i dias HCí)l:1 !'U ITl-lllll <irl preHCllÇil da mi11l1n (luerida rns •la E o pior dc• tudo, amigo, (• que JIUl!Cil llllliS torna rei a vil-la. Uisela ti11hu l'IIÇILO replelo de l,rna ternum li:io um cu amor-! grande por mim. qut·. u, , <'I" ~t'rr 1,1-111<• rm·o nodndo ('()lfl lunto t,ll"illhO IJe rnaullil, quando sa.a pa ra o rabalho, Gisela a companhava-me até a e qui11n 1n;1is proJo.ir1111 la f':ttif'frila ao meu lado, demonstrando a todo ins tant(•. a 1,ua at'1:1çüo por mim. Era u111 aIuor tür> puro. (!U(', tenho ('<'rlezct: 11iio •ai.lia iuwiro d •ntro daquPle coraç,101.inl10. Quade, (na esqui na), despedia-me dela, e andava u11s JO metros. sempre voltava a cabeça e contempla·,a aquela fi gura que conti11uava a Ministro Armando Falcão Adverte Ulisses Fortaleza ,<111ci- dentes deste tipo são in tleo,ejuveis. E bP111 que não se repilam!» Esta declaraçl1o l'oi clistribuicla em F::rtaleza pelo ruinistrn da Justiça ,rmando Fulrãu. a propú sito clu nota do presiden tfl do ~!DR deoutado Ulis ses Guimarf1es, ele críti ca ao pMnuuciamento do último dia 1" do Pre sideute da Hepública. Ao desembarcar em Fortale za, o mínistr1 1 dà Justiça conversou ainda no ae roporto com o jornalista Dario :'.!acedo. da Trillu na do r.eará., de quem é amigo e a ele enlregnu uma uota de sete linhas 11um ú11i<·o paní.grnro cuja cópias foram depois di tri :Juda li imp. ele Fortale za e aos c.:orrespondentl:ld de jornai e revistar; Je Rec:He. Hio e São l'aulo. Com o timbre do liuislé rio da Justiça, u nota é a seguinte: «Pelo cargo que e xert:E: e ig-ualme11te pelo homem que é. o presi dente Gei t-1. a µrdexto algum. poie ser alvo de oleu ·a· e agrn'OS dire tos ou indiretos. , ARE NA reagiu muito bem em defesa do chefe da Nação e incide11tP des te tipo ão inde eja veis. E bom que não se repi lam!» República Federativa do llra;;il Estado de Mato Grosso Podn Judiciário Comarca de Bela Vi:-la Cartório do Lo Oficio EDITAL DE LEILÃO O Dr. Valter José Radrigues Contrera, ,Juiz de Drretto da Comarca de Bela Vista, estado de Mato Gro;:so. a forma da Lei, etc. . Faz Saber a todos qnantos o presente Edital virem ou dele conhecimento tiverem, que, nu ·ede deste Jur1:1, _110 1trio Jo Forum. no dia 1' de agos to de 197.:i, as 9,ou horas, o seaor Porteiro dos Auditórios ,J oã•; líilario Pereira. levará a Leilão os bens_ penhorados no Processo de Execução, que ramas V'te1ra e C1a. Ltlla move contra Valdemar :'tlore)r:,1, em ~râmite Jllll' este Juiz e Cartório do li?_ 011c10. e uao lla vendo licitante foi desirraado o dia 2' de _gosto de IH75. á 9.oo horas pára o ·e guudo Leilão, sendo o seguinteo bem µenborado: Um torno modelo d-12.!liG, cujo bem rol avaliado em CrS 15._ooo.oo (q_~i□z~ _mil cruzeiro ). valor por quan to sera IPva?o a Le1lao. para ser arremat:1do, pa t quem maior oferta o l:lrecer, acima da Avalia çao .. sendo feita a ven.lu à vista ou n,edian!e na dor 1doneo pelo prazo de 3 dias. Por inlermér!io do presente rica Citado ,, executado Valdemar Moreira do clia e bor,l desig,rndos para o Leil,1o le seu bem penhorado. E. para que ninguem ale gue ignoruneia. expedi o presente Edital que será afixado e publicado na lorrna da lei. O qu, Cum pra se, com rnterra vbservaoci:1.s das pr·escrições legais. Dado e passado nesta cidade e Comarca de Bela Vista. Estutlo rle '.lato Gros o, an ,·inte e sers dias do mcs de .Junho do ano de mil nove centos e seteut.a e cinco. Eu Pedro Vergilio da Si.l va. Escrevente ,Juramentado. o datilografei e assino Dr. Valter José Rorlrigues Contreru ,luiz rle Direito Ly ... <1!11 Ir llll' <'Oll os olhos languidos e cheios de uI11:i d!•dlc ,1~·,io t'!ll !1111 Quando o sol ia e es condendo, e regressava p I1,l t':lS!l. !p,·arHf(J tlPII Iro de mim a certeza de P111·c11Itrar 01. Plt1 110 l'ur tlio. ,lam11i:-. n1c• ••11ga1H•i 11migo l<'ilor! {JJ Pia ali t'~lu 1 ,1. .:aucloi-,1. cli,lri huindo muito c·:11 iJJ!to e amor. Seus olhos de mo11s!I·a vam a)(·gria ao Vl'J'-Jllt' JIO'i1111('llte. l)p manhsi, era sem pre acorda<!<, por Gh,cla Ela não p ·nnitia que t·u fi<•ast-e nem um minut(l a mais. al(•m do IPmpo regulamentar. Era acor dado aos l>Pljo:, e carl cius de Gisela. Eu d •s per·lnrn um pouco nervo Hu, I11as depois o ho111 senso fazia-me compreen der que eu estu va erra do e qce era amacio ('OITJ tanta ternura, que che g-ava a-.. raias cio imposf.l vcl. E a vida ia tendo a ua sequencia normal. ll1n di:•. amigo, a conlet fU o ine,;perado e er-u<>I. Cheguei t'l!l c;i1,a e 11.10 e,icontrei Uisela. An 'ei pela sala, cosinha. quartos e até o banhei ro. grilamlo e chamando Gisela. Será que ela me ubandonou? . cabeça fer vilhava com os mais de seueoIJlrarJns pensam 11 tos. lustantcs de sofri meut.o e aflição. ma~or: ram meu cornçiio opn m!do pela dor. Enquauto e,:tava mergulhado nu uu,·em cinze11ta da inde cisão, alguem acionou a C'ampainha da porta. Cor ri como louco, pensando que ro se Gisela. Era a penas um g-aroto rte UIJtl 1;; élnos de idade, que entre afobado e curio o. pedia-me p~ira que PU l'os se correndo até a a ,·eni da mais proxirna üo hesitei um ioslan te. Lá cbega11 de, notei um amoutoado de curio scs. Prendendo a respi ração. e, tirando da mi nba l'raqueza a coragem nec,..ssaria, rompi brus carnPnte o ar,, humauo E no centro. notei o cor po estendido, dilaGera.do cbeio de sangue de Gi e la. Apenas massa cii for me, misturada com san gue ainda quente. Gisela fora atropelada e ... l'llor ta. O motorista assas_ino havia fugido co,·ar<le mente. om os olhos em lan-rimas. consegui tocar o corpo de Giselc1. Quf1□ do percebi a exte□ção da perda, cbeo-uei as raias do desespero. Minha tristeza aun;entou. quan do lembrei-me qve den tro de 2 ou 3 dias Gise la seria mãe de 2 lin cio~ cachorrinhos. Nüo é triste amigr•'? 'Tribuna da fronteira Bela i ta M. 17 de Aro to de 1975 z o N 1 F R a N e Por Adalberto R. de Sant'Anna / 1rrnoclaçíio 'omet· cial de Dela Vista (em Orgu11iznção) rncchou pe did »s paru promover uma reunião a fim de tra tar da possibilidade e da conveniência de tentar conseguir Zona Franca para Bela Vista. O amigo Dcocieci ano, trocando idéias eom outras pessoas, che gou ,l conclusão de que o a8unto deve ter estu dado. De fulo essa idéia é muito importante e é de interesse de toda a coletividade. Eu, em março de 1970, provendo já naque e tempo o futuro do e .. mércio desta cidade, fiz uma sugestão a respeito Naquela 01:asiúo escrevi o seguinte: de infra-estrutura, ineen tivos :'I. iniciativa privada Nns caHos locaíi. mais raves: Zona Franca. Nesta região fronteiriça, do sul ele Mato Grosso, governos anteriores hze raro grandes tentativas. Foi criado o Território Federal de Ponta-Por, mais tarde extinto por oneroso, chocante e ino perante. Foi cdada a Superintendeneia de Va lorizuçiio Econf>mica da Fronleirn Sudoeste, com sedo em Porto-Alegre, Abrangendo faixa muito extensa, que também nüq conseguiu melhore!< re sullados. Apesar de que esta zona é encroada, aeredi tamos que os mesmos fa tores, que tio bons pro veitos deram noutras re giões, produzirão aqui lambem progresso e de senvolvimento. De muitas e dilata das regiões, de inúmeros e variados aspectos. de múltiplo e diversifica dos problemas. Problemas dP dificil solu ção, quer pelo eu eleva do número, quer pelas suas avnnlajadus propor ções. Os Governo , bem intencionados, lutam bra vamente, realizam vereia deiros milagres, tanto no setor educacional corno , no energético; tanto no de colonização, de ocupa ção. Merecem os aplau sos e a g r a t i d ã o do povo brasileiro. Fie a, uo entanto, faltando ainda um pouco de tudo, em parle, e em algum lugar faltando qua se ludo. Há regiões, en tão, que são encroadas, distantes dos grandes centros, faltas de reclll· sos próprios, incapazes de produzir em escala considerável, que couti nuum atrasadas. que não progridem, que se não integram no acelerndo rilmo de desenvolvimen to do Brasil de hoje. Para êsses c:isos de estagnação crônica a sá bia visão administrativa descobriu remértios que tem dado resultados ver cladeiramante admiráveis Nos cass regionais. além <le obras públicas Muito acertadmen le, o governo Fede ral ja m a n dou con lruir aqui uma ponte ôbre o rio Apa, a qual estará pronta dentro de alguns meses, fazendo a união de Bela Vista, Brasil, com Bella Vista, Paraguay. Há uma rodovia em execução ligando Brasí lia a Assunção. E u liga ção entre povos irmãos, é um maior intercâmbio de amizade e economico. ZONI! FRRNCD Franco Progresso Concedida a condi cão de zona franca a Bela Vista, o intercâm bio comercial e o turis mo darão a esta região o progresso e o desen volvimento que tanto al mejam, uecessitam e me recem . os brnsileiros que hf'.-óicamente povo am este rincão. Incentivos á iniciati va privada darão conti nuidade e solidez a êsse progrosso. E então teremos lambem esta região in tegrada no desenvolvi meuto que nos úllimos r:os tanto tem favoreci do a população brasilei ra. O progresso desta região de fronteira não só é necessário para proporcionar civilização e bem estar à população e conseqüentQmonlA a. paz social, mas lambem indispem;ável por impli car na questáo de segu rança oaciooal. O povo de Bela Vis ta quer trabalhar, quer cooperar na grnndiosa tarefa de brasilldade, quer progredir junto com o resto do Rrasil, quer fazer parle da integra ção nacional. Eis o que eu havia escrito naquela ocasião. Há tempos Ponta-Po rã fez grande esforço pa ra conseguir zona Fran ca. Agora Corumbá e Foz da Iguaçú estão ba talnando seriamente pa ra ver se conseguem. Certamente será a hora de se tentar lambem ai go nesse seulldo. ei que ão será facil obter es su concessão, mas as vantagens serão de tal ordem que vale a pena lentar. SITUACÃO , ECONÔMICft DE BELA VISTA Foi detruida grande parte do suporte básico da nossa economia. Se a situação j andava ruim, agora cotilo setor nou péssima. Se já não havia negócio para o ga do gordo. muito menos o haverá para. o magro. Produção agrícola, só para o outro ano, se Deus assim o permitir Verdade é que o Go verno está alento para o problema e promete o imediato e nece, sá1·io a poio. Esperamos que se ja ele em forma de m pio e prolougado fínan ciameno, com bom pra zo de carencia. Isto se concretizan do uílo h11verá razão pa ra desânimo, e sim moli vos para enfrentarmos de nodadamente a batalha. principalmeule a luta pe la produção e pela pro dutividade. Ontem, hoje e sem pre, a crises econômicas foram e serão.debeladas pelos iucenlivos à produ ção e sru consequente desenvolvimento. Em nossa reunião anterior o liustre Dr. Pe dro Palmieri bem referiu que a crise de Bela Vis ta é ~ma crise de infra estrutura econômica. Não lemos a neces sária diversificação de atividades. Não temos um corlu me que aproveite a far ta matéria prima em pe les e em taninos existen tes na região. Não temos uma indústria de moa gem nem uwa fábrica de cimento que utilizem a inesgotável reserva de calcáreo do município. Não ten,os uma fá brica de arreios, não te mos uma fábrica de es- FIIXB quuclriaR melúlic::u;. :,io temos artcz:rnalo em "•' cala comercial. Não temos nem gran jus nem olarias suficien tes. Se compramos no mercado umu galinhu, um ovo, um tomate: vi raru de Stlo Paul0. 8e compramos tijolos, vie ram de Dourados, de Tres I ,agoas. Tudo tem que vir de fora. Assim tam hem não é possivel. É absolutamente necessá rio que se faça um esfor ço para aumentar e. prin cipalmente. para diver i ficar a p r o d ução . Helllvistenses. Va mos lutar. ,Juntos. unidos Levantemos o nosso bra do de alerta. Levante mos a 11 os s a voz em uníssono por um ideal. Pelo ideal de progresso Nós precisamos de Zona Franca. Nós preci samos de uma Agencia da Banco do Estado. 1 ós preci amos de Am plo: e prologados F i n a n c í a m e 11 l os. Nó preci amos de Ener gia Hidroelétrica. Nós precisamos de Uma aída Asfáltica que nos ligue a Ponta Porá - Dou rados - Parana vaí - Pa raaguá, saida mais pró xima e mais natural p/ os nossos produtos. O comércio é o ter mômetro da coletividade ::,ente lhe imediatamente as mudanças de tempera lura. 1 essa condição po demos hoje afirmar: Es tamos na época das va cas magras. • Há dois anos que o movimento comercial vem caindo pauatiua mente, e é de prever-se que de agora em diaute a situação deverá gra var - considerálvemente. A queda do movi mento comercial é pura Bra-ilia, 09-08-75 (SEDIAT»- Tendi :., . . . . simplesmente o reflexo cidade financeira da- Pref·, 'o em vista a incapa da queda de todo o o Ire-idcn«e d ik,,[""ura- da Faia de Fronteira-., o :, d; .: aprovou ontem. proposição do chefe vimento econômico do la 'eeretaria de Planejamento da He +abl " ". tunicipio. taque de recuro- no valor Crs 3{},""a. autorizando de-- favor do Conselho de Se« , +000.00, do orçamento em O . . 1 F e,..urança .,,1<-10nn) r111e o. . 1 . • "º s prejuizos causa regiões de ronteira. " « ' apara na dos pelas 'geadas foram _,,zundo a propo-içao do Mini-tro Joo de Paula do- Rei catastróficos e imediatos i""?"g"? "cm -d: d.écr«ar@ Grã i cn- 1 1 ;, r.mça "n<:ion·1 oi ·daria • • ) 1 pelo que o gelo matou dos recurso- para os setores a."" Pordade na alocação em animais e em vego da Amazonia, inclusie p ' saúde e -anemento, na regi4o tais, as suas consequén à ·on-truçi de pon·" "quanto no u!, deu-- de-taque • a ],_ , indo em vista , pa el , -égi cias-maléficas se proion r !çyp;"+mi o_·o«@assa«s ds áS", {3,7;;} raro p it as reduzindo a- ten-e- d r. ,'j ':' •• 'd oT mUlios meses tara local. " ' recorrente- da deficiente infra-e-tru Belavistenses. também somos grossenses, nós também somos brasileiros. Bela Yisteuses: união faz a força Belavistenses: nós mato- a Uni- dos pelo Progresso DE FRONTEIRil Tribuna da f'ront 111 l' 1 I , • I/ () l'l1SÍIIO pr(•-1•~t·o lar ,. llsC'ali;,adu l' di1'í gido pelo Governo Fede ral, através do !i11bt(•. rio de Educação e Cul- tura. A técnica do 1es mo (, p.1drP11í;,11do p.ira lotio o llrn il endo que nús lnl'lusi 1•, rPc'P',p 1110.., do E~t.ulo oriP11ln- ,·e lia, <'I' 11111 011 mai-.. po-..to-.. tio Mobral • Coso não existo ulndo procure o .. • 11lcipol do MOBRAL A j problema loslrc•-st• l (' ajudP 11 ! Comissão Mu- i' 1 solucionar o j 1 lídPr na 1:1•:rn.o. POSl@ $ij h,-rtn cli;t ,. 1111i1«· llo1Tachari11 - Lubrificantes Diesel 11n.o: l .a111·lionct<' .w11ida 'isen11cll' c!P Tam111.,·. I·:squina Flori.1 - no Peixoto (.iasolina Pt·rtn du B.111n1 d11 Hra--il Guia Lopes da Laguna lt. t 1 1 l Jornal "Tribuna da Fronteira" (Bi-:--.l'lll.111.trin fundado ,·111 :!.)l:Y721 legistro no Cartório de Titulo- ,· 1 )t•c·11111t·11to--. n.11 lOhll Propril'clnLle da Emprl'sa Gr.Hiea Tribuna da Fronteira Ct:c 0.1:!0l::!oti Olllll ln,l'ri,;.io F,,.,Iu.d 1.IOW~l'.!-.1 Dirc11,r.,: Iari:i F,1,•ln . l'cn·ira Expediente Diretor e Editor-Chefe • lvoldo Pereira COLABORA DORES: Jo .. ê Joaquim F. :"outH Dr. lbrnl,lo l,·d,·iru, Euripide. Ferreira losiia La.a Gome- OFICINAS Uerente - t ilsen Slsa antes IMPRESSÃO_«nas dar Chefe! COMPOSIÇÃO - 0kls cais d: Seu±a Chefe) 2'len ô. para.. !..'uis C. Y.·d,·. (:'da 'Rib,•in• •·. .. opiniõ~ ... cmitid.i .. nn, arti••o ... :1 <sinado- nlo repre-en am o ponto de vi-ta do jornal. podendo até ser contrárias íl t''t(•. A opinião elo jornal. adta- e epre ..... :1 no-- Edirorini .. nos comentários não a--inados' .,,inatun, Anual: !) .. la i,1n - 110,00 IJiuru, [uni<·ipin, - 100.00 1 Redação, Administraçiio e Oriciuas: us Duque de Cia. sn Dela Visa Mato Gros-o Wcnu cio Col(·::io Cn-tcl" Br:111,·u) ~•ílp dei l'I lll•'.i,11,1 •n[o ,1 llll,ll rlo ,·ur o. :' tfl po deios fugir do roteiro JH'•' eslab<'IP1·l<lo p1 a escola é um todo, que de·:Pru !-PI' o quu11lo maiH po,-,;in•I. 11nif,,1•rnp . prnnlidiio parn alla lll'liz,H,:â•> i· !'1111ç·."io <la JH'('-(:'-..eola. !'ara a (·1·1a 11 c;a tc•r um ni'(:'I sulic-it•n ll' para ini!'iar na !Pitu ra e na escrita ó que Sl' raz n p1onlid:io para ali,! hPliza'il o. I criança a ser a! fabetizadnu deve ser eon Hidl'l'tHla no-; f.eus Y1Í rio:-: a,;pe<'l0s ele rlescn ,·ol'illlPlllo l', por essa razt10. de'l'mos (",lar 1ltL'lltos para .!cridênL'i· as clc orcll'lll gPrnl <' P:<· P<'<'i:tl <)li<' i11l'1uelll din• larncnte súhre a all'c!IJP· lizaçiio. . prt-paraç·üo para alt'abéti;,aç;-lO pode ser, ini<'iada aos -l an~H C'0lll pletos. como. tamlll'lll. pode Sl'l' t'eita H('CIL'rncla 111c111e aos 7 anos. To davia, devemos Sl'l' sem pre atentos co1l! os vú rios aspectos. int<:'lectu al. areth·o. social. íísiLo. da criança. ,l(•m dos asppc•to:- gerais deveios estar ntPntos para a PYoluçiio das funções espeeiricas 11eC('s,-árias ú prepara çilc, para a 111t'abt-tlza çi'iu. , preparac;i'io ela crianç:1 para a aHalleti zaçiio e aprc11dizag-em em geral depe11rtem de processos ncurolúgic·os e funções espacil'icas. Deutre as últimas :is mais importantes são: u linguagem, a percepçüo .Q esquema cnrpural. a orientação espacial e temporal e a luteralida de Vejamos cada um Particularmente: !.o Linguagem aos seis anos u criança deve saber pronunciar cOJTPtamente todos os sons da nos u liuguu. 1ão se deve iniciar a aHabetiwçüo de umu criança 11ormal enquan to nfto souber ralar cor retamente. e :; ' j-"' fll 'li,, ( 0 I),'jl", .ti !•, " 1•111('11 i:11;l'flt<1 lo pl'llprio {'()I J, >: jl,U 1l •'· fllt)llll'lll0 . i ,r<llll'il• t' at1t11 !,•, .. c·;·111 ,. 1 ,·,,1,1 !JOII! <ll''il'll ')J lfl)Pf !O T!IIJUl' (·<•11lirl'<'I Ú 1,, í l 1 seu própri (' 11l'Jll1, all'liYid·:dP, I'º' -.u·t •·1 . c·:qJtillle ,p alraY(•~ !,1 po:-lllra. ,J;,s ,itilu ft,, l' dos 1•1111J(l1J1·1,1111e1.tr , .. criutçu de i anos que 11iln il er :idquini!o u1n·1 boa noção do seu e=que ma ,·orp,1ral st•rú ·de·,· jeita l" e sua leitura e escrita, que são funções 'ÍS0-11lf>l()ra,; P~tal'Ú l>l'l'- iudir·ada. • 4 Orientação Esp1- eial l' TL•mporal Orientação L'spa1·i ti 1· Yer-se P, t>ras eoba,- ,!lf1 l'Spaço em relaç::o a ,.j próprio, (• cliri.~ir-,-,'. (, 1L':,Jii1r o,; lllO'i!llt•:1tos l' aclaptú-lo,; no espaço. Ori rota<;>ilo tPmporal (, ~ituar o presente em relação a um untes e a um <iL'pob é dblinguir o rápido do lento. A plPna capacida de ::oó eonseguirú ao.; seis anos eom o desen YOl•:imento d" lingua gem. 5" l.alt>rnlidadP É o us, preierente que se faz de uma das duas partes do cerpo. tLJO hú dextros absolutos ou eanhoto totais. . ia te mlidade é uma qu<:'c::tüo ncuroló~iea. e percep ç·ão da mão atiYu da criti nça é facilmentf per cebida aos 3 anos. :làes desavisadas tentam '·dextraliznr" os filhos ocu ·iouan<lo translol'!los sérioc: pois a lateridade fuz parte do complexo rroces o de integração do esquema • corporal. da orienteção espal'ial • P temporal e das p i' cepçõe,,. I evolução harmoniosa erá rr,mpi da. os esquemas perde rão ·ua integra('ão e u criança poderá ficar prejudica da em aços que se relaci. de e q tu t d o pode pretende1 !',tf1l'll'III'· 1• <'IJlll l IIH' rot, ' i '! ll l' IJ111: <'1'1,ll 1,1 I o • 111 IOl' l le Pl' 1 1 1 ett, l 1,'lrlll : 1 j ). 1 ll1 (' nn fot IIJ,!. lllll:t (' 11:11 f,'.I til' i telignvi 1 'or rJ, . t'º , 1•r 1 't°"d' ll!r 1 ·, .t ,t'c;u·td 1 1 l.1 li!I I I:• 1 .,. I' 1 ,., l lllO!II 1 das 'unções espevitic;+s, : :, ., tlt• I' 11.1 ·1 11' :t :t!l.t l·ti 1çà» te '1 !''li, llli,'.11 •',l b- flt cri!neus [u t{e;r He ny• llf f> Jl Ífl· ll'II~ •,wia .1, '''!ll'' ':1 ,1:t lllili,: l'O'l"":!IJll'ilO :lfll'Pll dl'J' a lt·r ,. P"'<'rt''t 1r fll•l''ll,ifl,~• ldt• tl1•Jdo a causas !efetivas, Jesões t'l'i!'l1;-ai-. IIIÍl'ÍIJõ:1:-. Ílll:J· turilade neurológica }0 ,',·111 prvJli lit·ar a p,·r,Iu • ção nora! das funções t'SJ)t'<'Ífi(':t '· () papel da escola ptt'•-prim;!ria ,. ju'-'t·111,P11 ti' prt>parar a 1Ti;11,, .. ,. t' lr<:ina -la ali'!! d<' qu • adquira os instrumentos básicos indispensáveis, (JUP ('l)ll-..tÍtul'fJI a pro· ti dCto para a alrabl'li/'.1- ç·iío. O li I'" adotar!r1. ri 1 ,;t"•rie ".- C'asi11lw feliz". ba,eia·,:-l' l'lll ('.fH'l'll'll ('Í.I:; lJUe la Ol'l'("tlll O clr;,en'11l'illl"llt<J "" ,u :t,:- poteudali•!:t<!(•s e ,1U to-realiza1;iio , i:::unrln sua integruçilo 11,J meio em que YÍ em e atuam. A di'icipli11a Comur:i t'açüo e expres~iio utili zando u leitura. a co1?1u nit'açi'iu oral P Psérita leva o aluno a expre, sar-,e com :larez:, P correc;ilo O Programa de Saü de leva o aluno a entPa der necessidade de cuidar desu·1 ,-uútle. , EducuçJ o :!oral e CíYieo ol'eret·r situur,õe:s e ôportunidude..; de pra ticando a ,·ida tlemocrú- 1ic:1 em 'Ct.: ambientl' es .ola!'. Pº""ª u (·1·i:111- ça educar-se mora I e l'i YiCdmente para sua fu !ul',I cidadania Fernos. Chapas. Cel. J Tubos. Tintas, Azulejo,: Vidro". ConjuutM Saniturio·. Arn.mt>:-. E uma lnfinidodo Jo Artigos poro o C!ient:? Exigente. ATENDIDO O ±0AL ZZC)ALIADO Temos Cimento nara prunt,1 cntrl'!!:l eró. Graud~ Estooue ,lu,·encio 't:i Guia Lopes da Laguna' Mato 17 de goto d • l 1 1'i:í '1'1'il,1111a da Fronteira INDICIIDOR COMERCIAL ADVOGADO ESCRITÓRIO Atua General 0-6ri0. 825 llch1 ViRla Mato Grosso l Dr. Pedro P almieri Advocacia em Geral lt1111 1;; d,· l'im,·mhro li!I F1111,· :?.li Hun 1:-l de Novembro, 11.·la i-ta IT Médico 75 - Bela 'ista - '.IT ====HAROLDO MEDEIROS=== ,l)UGAUO ll. li • IT. 1 Ili:! C I' F ll0H-:195.ffiO Rua 15 de Novembro 177 - Bela Vista '.lt. Dra. Maria Aparecida Zanda Grella Cirurgiã - Dentista (CR0-387) Odontopediatria Prótese em geral - Raio X "Consultas com hora marcada" Hna Cel. Juvêncio 237 - Jardim Mt. 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Dela Vista Mt 17 de Agoto d PREFEITURA MUNICIPAL DE DELI YIST SETOR O Pl'efeilo ?.lu□icipal de Bela Vista, uo uso rle suas atribuições legais, J'az saber que se acham Inscritos no Livro de lnscl'ição du Dívida Ativa Municipal, por débitos vencidos e não pag0s, os Contribuintes abaixo relaí!lonados, que deverão providenciar a liquidação do referido débito, com os acréscimos le gais, no prazo de 30 dias a contar da publicação do presente Edital, sol) pena de cobrança ,Judirlal. icelino Jranda Vieira Cr$ Adão Vasques « Aderlto Pistori » J[onso L. de A. Sobrinho « AgustinJrn ,réco » Albrrtino Ilodrigues Russo » Alberto Loubet de Almeida « Alcir de Souza » Aldn anta Leite da ilva » AHeu Rocha Barbosa » , Alice Ribeiro unes » • A]manda da Rosa « Almeriudu Ribeiro unes » Alvin da Silva Belmont » Amarando Viégas « Aml:lrósia Torres » Angelicn Leite Monteiro « Almiro Souza de Matos » Anila Corrêa Alves « Antonio Cuêvas » Antonio Recaldes Villanova « Antonio Ribeiro 'unes « Atanagildo Cavalheiro « Armando de Almeida Barros » Annaucl1t Arguelllo de ouza « Armando Boeira » Athaide Pereira « Benigno José Pereira » ...., Bento Fernandes Leite » Bento Zavala « Cacilclo Pucheta » andida Mendonça « Caramurú L. de Almeida « Carmem Balbuena » Cassimira Afonso » Cecilia Pereira « Cesar Julião Gonçalves » .Clemencia Brites » CiotUde G. de Mendonça « Clotilde M. de Moraes e ,,ntero Moraes » ,%is Marcéiino_de Oliveira « !9Vis Paim da Rosa « Paelio Gonçalves %! da silva Barcelos » ,Olinda Freitas «· !Pedes s. de Avila « {"Oizia Benites Lopes « {"}} Lopes iíedes > a d ia Freitas Cardoso » l 1 76,57 01,28 141,67 282,24 57,10 19t.20 72,00 31,50 40,:iO 106,42 1,00 6,40 57.6!) 23,Ci7 67,83 2G.17 99, 11 51,4 49,80 37,00 54.00 27,0o 225.40 123,70 74,60 55,00 107,3 217, 2 1'16,46 74,09 113,03 46,70 126.01 73,14 62,02 s57'is 168.30 34,40 65, 7 51,34 126,45 140,20 59,46 53,69 24,00 98,19 39,38 77,22 78,85 DE - TRIBUTIÇBO Emailiano Ramão Arce « Emiliano dos Santos « Eny Fernandes da Silva » Epaminondas Nunes » Ermlnia Mendonça » Euzébia ?.lartins dos antos » Evu Alves Duarte » Evina dos Santos Gomes « Ezequiel Villamayor " Fabrilicio Guimarães « Fermino Afonso » Florençia Caceres « Florindo Uenites » Florisvaldo A. do Nascimento « Fortunata C. Cristaldo » Francisco Antunes Maciel » Franci co Nunes Rondo » Francisco Sola□o Lopes » Gay Cardos<• Galvão » Gedeão Marcelino de Oliveira » Gilberto Lino Leite « Grnciano Franco « Hamilton Moraes » Hercuies José Talini « Heitor An.aral Lagea□o » Hilda Amaral « Hugo Coene Iracema Proença Rocha » lrncy Gonçalves Barbosa « lrandil· de Azevedo Ramos « lraty Ferreira da Costa » Ireuo Arguelbo " Irene de Azevedo Baez « Izabel Arguelho de ouza « Izabel Vargas Rolão » Izabel Centurião « Joana da Silva de Oli ,•eira « Joana Fernandes » Joana Irene Gomes « .João Amadio Vieira " João A. José M. Caporossi • João Aoto□io Ribeiro » João Delacruz D. Zevalles « ,João Godoy da Silva » João Jara » João Moreira » João Nabor C. da Silva » João Ramão Spindola « José Dino da Silva " J ovino Vi tos Narcizo » Julia Rocha Xavier « Juliana Lescauos » Julio Ferreira de Moraes « ,Insto Rodrigues » IGeber Loureiro Medeiros « Leonarda Medina » Luciano lfartins Chimenes » Laucidio Rios " Luís Marques da Silva " Luiza Aida Aristimunba » Manoel Aparício rle Moura « 29,58 19,43 49,70 80,47 43,:í 132.92 i 9-1,50 23.00 éí.is 36,50 (i8,!)0 8!),47 70,77 72,00 210,58 28-1,51 45,45 173,83 111,00 193,ilU 79,14. 18-1,-1.6 123,12 7G, O 41,b8 44,89 40,50 58,50 85,38 116,06 24,30 100,81 96.05 -14,94 4 ,00 173,r,3 29,9 73. 1 33,oo •J '>o is» 116,9 108,00 19,71 120,24 82,57 52,G7 172,37 27,00 98,19 67,38 76,50 loo.73 124,oo 36,22 42,06 64,o5 4o,5o 34,66 16 ,-11 Maria Con or ·ia Ovando « 131,1.1 Maria Estela de ouza » 40,0 Maria Ester Beuiles « 10'.!,0::í .!aria Herminia Benites » 33,17 Maria Luiza Vieira » 5546 ;Jaria Rita Lourelrv ,. l>li!l,70 :laria 1 ereza do Tlego " 300,11 Maria Cardoso » 37,00 Martiliano Ferreira Barbosa « 97,62 l!ushashiro Fukaia « 77,53 .lelina Ocampos a: 50,IO Miguel dos Santo!! Filho » 81,8G .liguela Sório " 53,Gl .Joacir Lopes » 72.00 Nadir Echeverria « 98,40 air Caceres ,, G7,-1G Narcizo Gonçalves » 28,59 Nair .!ena Barreto « 38,9l atalicio Mendonça » 29,98 Nelson Gomes de .!elio u 3:í0,37 'estar Nogueira 252,98 'ilza Barcelos Jaque » 87,fJO Nilce Domingues Rocha » 37,08 Ofelia Florentim « ll2,37 Olmiro Correa ela Silva « 87 39 0swaldo Lino Aranda « 197,92 Pauli□a Alves dos Santos » 125,50 Pedro Moraes Custodio » 36,00 Pedro PIinio Gil « 48.57 Pery de Almeida Mello « 167,5!1 Porfiria Jardim de .leneze,; " IOG,95 Ramãv Aurelio Palácio u 54.00 Ramão Conceição Almiron a 15, 7 Ramão Pire « 46.69 Reinaldo Campo: Azevedo » 43,45 Rodolfo Icassati .Iolina " 30,51 Rubens Medeiros « 72.00 Rubens Pael Lopea a 72,uO Rubens Silveira da Cunha « 27,08 altacion Acosta « 92.12 Serafina Villalba Leite « 3 ,00 ergio Lopes » 57,60 Sergiu Valdez » 22,00 Shara da Cunha Colina « 90.69 indulfo F. dos antos » 116,25 Shichiro Michikawa « 8478 Seon Jonathan Owrtron « 51.75 Simoteira Caceres « IP,00 Tarcilio Ramão Ramires » I07.08 Tecla Sorrilha » 195.11 Teodorico M. F. Lobo » 4136 Ten,za Coêlho Vieira » 95,42 Tildo Duarte « 28.02 Tubalkaim de Almeida .lello" 120.00 Yalentina Gomes de Lima « 27,00 Veronia R. do ascimento « 40.12 Xisto Ocariz FiIho » 284. 2 Xisto Santandel » 56.38 Bela Vista, 8 de agosto de 1975. Dr. Ruben Alberto A. de CastTo Pinto. Prefeito Municlpa 1. Curitiba, 05 /08175 rezado Editor Ess o».3"o que esta en- lo, ""? gozado da me s,,2"de junto de sua At e _do Júnior. e~,""Yés desta venho "ze 'Sa. que atua e ui4;""erego constan te lllon-a Mo até o presen ento. tendo em CDRTll vista que a partir do corrente mês o assumn te passará a receber su as correspondências no seauinte enderêço: Rua Presidente Faria, 141. Galeria Andrade. Apto. 12. Edifício Anua. 80000 Curitiba Paraná. REDDÇIO um leitor consciente as dos pelos redatores do matérias publicadas em jornal assuntos do pas Tribuna da Fronteira as sado que de certa for quais re[letcm um saudá ma deixaram de ser no vel sentimento de amor à nossa terra e à nossa geute Belavistense. Con- e outros. sidero também muito sim .. ll 'd pática a maneira cari- Aproveito a oportun1 a- d . mo nhosa como são trata- de para aplauhir co ticiu. Refiro-me ao ··Clu be Belavistense'', LEB. Nu certeza de merecer a devida atenção de V. .a. subscrevo-me. CordiaJrnente. Alceu Edson Torres. NR: A atualização de seu endereço já foi providenciada junto ao Departamento de Circu lação. Agradecemos os elogios. Disponha. B LUZ DPBGOU ) belavistense está mesmo +ómente para /o- frer as con equeneias de intromissões de leigo ('ll) as. lllllOH lúc•nitOH, COIIII) (• () CU"O "ª JJO!--,;a c•ncrg-ia olút1·il'a H(•11Iprc l'alhall'IO. Sabe-se de fonte certa, que no uno passado, a Prefeitura havia acertado com a EMA'T, dada a intríereneia do 'omando deta guarnição junto de • Exa. o General Villar, cmt. da Ja. RM, que ('(lllHC/?Uirn (!Olll () c•nfflo ÜO'l'l'lll.ldí)I' !->r. .l()hl.! Fruelli a remessa para Bela Vista, de dois mo tores doe 00 Hl PP cada, os quai seriam udqi 1·ídoH I,·n11tiporta<los e i11Rlalndos, o qu • podcl'ia rc solver a situnução de maneira satisfatória. dada_a dil'l<-11idadt· em que se encontrava a iluminação do" 11Hu{1rloH t• a cidudP larnhe111. la8, Hl'lllll'C Ulll lllUH ... :1 politica entrou e O 11holiludfl do dop11tarlo Barém l('lPgrnl'ou e' foi pu lllie·atlo n<'H e jot'llnl. que ó viria um motor de 'it) 1 wa, que ele havin conseguido nas 'entrais Ele lrh.:llH cio ~io Paulo. lealmente, dias depois o trampolho chegou e coI11 que.: dil'iculdadP a PrPfeítura paHernu parn con seguir por em funcionamento aquilo depois de quatro rn 'ieH nwis ou menoH. E as raltaH de peças, de t(•enicos que Hc iam o vinham at< 1 que <'hcg1urneI1t ús tnlH Jll'ÇHK. Com iHfiO, o Go,·crno e n CEl.'I' se encolheram no fornecimento do primeiro proje to. lcsullnrlo: A droga que era velha está ui quebrada sem peça ele rr.posiçüo e u popula~·iio SL'm luz. O pior. é que h:,;lemunhumos uma rle-;l'açalez incomum às autoridades que haviam planejado u vinda dt-- ,!ois motores. além cio rlespre:-ligio ú i11terl'er('11cia cio Exmo .sr. Gal. Cml. da fla. R quo sol'rc.:u a ele ·corte::;ia cio político com sua :11tcrve11- çi.lo. Isso trouxe sério revés uo povo ele llolu Vis lu, que n estas horas deve estur lhe rogando pra gns, corno i11imigos nº 1 do 1tosso :progresso. A lição é bôa para "Ele" não se mi.'ler mui cm coisas de que nfto entende. Poure Bela Vista, logo ugornu que estava recebendo um bafejo de melhoramentos lle'ido o dinamismo do nossn Pre t'eito, aconteceu o imprevisto Joia Jota TRIBUNll º" FRONTEIRA CONVITE ti Pede o Clube Belavistense Um grnpo de amigos de Bela Visl11, resolveu reconstruir o Clube Belavi tense, entretanto, para que po.ssa levar avante essa nobre intenção é pre ciso que outros amigos de Uela Vista e do Clube cooperem com e· e pequeno grupo. A C0:11 'SÃO conta com u boa vontade de lo dos os BELAVlSTENSE e apresenta a nova DI RETOR!,, abaixo discriminada que t'oi eleita por aclamuçüo, que irá reorganizar o Clube. Para Presidente: ilajor Danilo Fontoura üenllry ice Pre-ideute: Osr:ar Rodrigues de Aruujo 1° ecreturio: ,Jairo 'a concclos 2° » Augusto da Silva Castro 1 ° Tesoureiro: Odilon 1 une Leite 2° Te ou reiro: V ilor Vieira "Conselho Fiscal": DeoclPciano Vascon<!elos Alvaro i'.11. ilascarenbns, Pedro G. de ilelo Ht!lio Bnlilnui, Horacio H. Bruru "Conselho Diliberativo Ul.isse • Pinto de Almeida, ~vilasio 1 . de iliranda ilarlo Antunes, Julio Fernandes Diretores Sociais Vicente Delvalles, João Pereira, Ana M. R. Vas concelos. ilaria E. Antunes, Auro Piagette, Alfredo Franco de Melo. ORADOR Dr. Carlos Edy de á iledeiro. Diretor Esportivo Mario Euripedes ilamedes . Diretor Artistico Armando Braga A nova diretoria espera o apolo total dos soei os e forças vivas da cidade para o reergulmento do Clube Esportivo Belavistense; "Orgão Independente a :-,; 1 íO , o Vereador Fiori urano, apresentou à Mesa Mensagem ao Executivo, solicitando maior rigor no serviço de coleta de lixo e juslifieaodo a inechda n trn vés ele co11HidNa~·õeH em que diz que, tem se eril:ode grande nmere de latas e caiets de detrites je. gad11s uas calçudas. e ali permanecendo sem que providencias sejam tomadas. - Este Expediente foi endereça lo ao Chefe do Executivo. F !IR A 9G TEE,O l·O Aprovado c.>m "regime de urgencia" o Prnjeto de Lei 11º O:! 7iÍ, ele autoria do Vereador ,José Glau cy Flôres, que di:;põe sobre a Doação de imóvel à Liga Esportiva Bclavistcuse. As dimensões do ter rena. que servirá pura a <:onslrução do Ginásio de Esportes (Belavi ·tão). tem as dimensões de 120 X !)5 e é parte da quadrn em que se enc<rnlra o Estádio Octávio Foutnura. cuja ureu de 120 X 120. conti nua a se con::.titui,· como putrimonio do Municipio O Teneno doado para us Obras pretendidas pela LEB, revnterüo ao domínio do J!uaicipi0. ca o em 3G me es. não sejam cumpridas u obras pretendi das. O Imóvel doado é parte cio lote 1 do Setor 3 cuja rlimensõr.s são de 215 X 120. ' É a seguinte a íntegra do requerimento apresen lado à 1les~t pelo_ Vereador José Glaucy Flôres. te cendo considerações a respeito da implantação do Nstema I adruo Cemat e .que foi ~1prnvarto unâni memeute dentro das formalidades regimentai • t:, 18. SR. PRESIDEIIE . Regueiro ~ Mesa, ?Uvido o Plenário na forma regimental, seja encaminhado ao Sr. Prefeito M G gtal. considerações à respeito da implante'{{ 1stema Padrao Cemat, ~xi,.1encia tornada ç_ bl' através de Edital pubiicad pela Prei,,,PUeo. cipal. e1 :ura J!u Desejamos deixar patente, através deste requerimento, que nos move o interesse de sal vag11ardar o executivo municipal de possiveis mani!P.stações l!egatlvas em decorrencia da medi da e assim_ também, res guardar o interesse poli tico da questao em fóco Pela "carência" do serviço, queremos crer que a coutiaui:'lare d~ atual sistema é o mais ade quado e o mais sensato se considerarmos que o usuário, para o cumpri mento da medida, dispen derá infrutiforamente de uma despesa da or dem de Crs 2.500,00 a 3.000_.00 para consh·uçáo do sistema exigido e não terá a compensação pois. O Serviço de Eer gia Elétrica não il'á me lhorar ... Por outro lado, o usuário que não cum . a exigi .. prIr ..-encia no prazo es tipulado, pagará por Iam ~adas, aparelhos e toma ª.~ ~te., fator que muito e1girá da fiscalização e nao proporcionará au ~ento de_ arrecadação . até muito pelo contrá r1o, acarretará prejui p • , IZOS, "r4 mito ráen ao usuario, registrar efeito d . para e pagamento , ' A Igreja Eva; Qu dra 11!.!Uh r (Cru Corl ida o povo geral para ussstur , cultos todos os dl s to,shs, para e vra de ll,•u..:, J e• t·li , 11 libertação de t seus problemas, no t ualho P 1•111 l'urnih t mente o poder de 1 poderá liberta-los. l: müo,; não clt•tx dt' fu1. •r uma visit, Rua General Osório Dela ista MT. apenas dois frl<'1h 1,, Luz na sua resideru i 1 ,. e a 11oitc, iluminar cn discentemente a sua a ·a, utilizando-se ele toma das, Bejamins, ete, mate rial que apóH cada I1oite d uso, será retirado. Is to eddcnten!f•nle, /l<: ,r relará a mesma solw carga acs grupos m 1 rudo res, sem que sejam te gistrados resultados eco norn1cos ao serviço. e abordarmos o la· do politico da que ·f.iío, verernoH eutüo a ncce~·· sidade de se manifestar a Bancada ,renistu, pe- la grande promoção ne· gativa que a mt-dida irá J)l'OVOCar. Encerrando, lembra· mos também d•J proble· mu du F:L T: DE LCZ. por períodos longos ou mesmo curt,Js. perguntnn do em deresa do usui rio, em que situação li cará aquele que paga j por Jampadas e T0mada; e se hoverá desconto de Taxa, pelos dias ~m que f não houver energia el triea. Reitero à Jfesa ª aprovação desta pro[e sição e o seu encanl hamento ao Executi J!unicipal, poi couno plenamente no "bom sen so·· daquela autoridade. que pelo trabalho quJ vem desenn,)vendo ntl ua administração é .! esperança de todos no,. 'ala tle es ões 11 de agosto de 1975. e José Glaucy Flores - reador. DOCU .ENTO PERDIDO º Jarcirlene PalagllD!l Canto, extraviou . 5 ~e 1 Carteira de Ide!j%;, registrada sob o nul1l 5424. f(!Z r Publicação que s;~ ,iJl ( para obtenção da 1 -- de Bela Vista, Agos O l 1975. ATENDIMENTO Horé.rio: _ bOl'íls Posto de Saúdti.: ' EI" as 11 horas Dr. • Posto de Saúde: :i.l Ambulatório Funrur 12 horas às 16 bo!'ll 5 Dr. Fiori !!urano Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº169_10_,08_1975 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº171_24_08_1975 Voltar para a lista de itens