TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº169_10_,08_1975 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº169_10_,08_1975Número da edição169Data de publicação10 de agosto de 1975Número de páginas6GeoCoordenada -22.101720489951326 , -56.528761322208624 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº169_10_,08_1975 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto lil o Ili 1 ro ~ o 1: - I! FUNDADOR E DIRETOR RESPONSAVEL:- IVALDO PEREIRA ANO i' Hcdaçüo. l)ficluu e ,dminlstr.,çflo Rua Duque de 'axias S N OSÉ ISIINílO D E O CD UUl OS P _EÇOS ftLTOS RYIR D 2º , 0 Z DE OSTO [[]i - t.C[]?f Últ-11 ,tarn, illrn Amrndnim, Lata CrS .!iO Leite Moça Cr$ 5.00 Leite nho CrS 10.il0 Cniahn,la CrSl,i., Trigo anti-ta Pacote I K Crs 2. IO I'. Macarrão Raineri Comp. pacote 1 K CrS ::l,GO Sardinha La ta 200 g 1,50 Oleo Mara-oja Super Oferta Cr$ 6,80 Segunda Feira, Onze de Agosto, Vá Correndo a Casa São José ... E aproveite pena comprar sem muito Gastar ... . 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Jornal "Tribuna da Fronteira" PRISÍO PRE VENT YA PllR 10 O major· 'alter Hi beiro, presidente do in quito policial militar que apura o envolvimen to clP pol1ticoti, e,;turlun· tes, operários e Jll'Ofi1-f-i- 011ai.· liberai·. a<'u-.,a lo<; pelos órgãos de segurat ça d.: tentar reorganizar o P,1rlido 'omu11it:1ta Bra sileiro 11a lluliía, e11c:a· mintiou ao juiz-auditor do Superior Tribuoul .li lílar; o pedido de prl üo preventiva para os !O presos políticos que es tão d •tidos 110 Quartel do Ex '•rcito, em Amara· lina, na orla maritima <le .'al'ador. (lli-S,•1111111íirin fundado ,·111 2.'>f-.!.17'2) lh•:,!i,tru nu Car16rit1 ele Titulo .. t· l)p('lllllt'lllo-- 11.11 10(>Ú Pl'Opl'iedncle ela Empresa Gráfica Trihuna da Fronteira CGC 032012/0001 Inscrição Estadual 13059232-3 Dirl'lnra: lurin E-11•u . l'l'rl'ira Expediente Diretor e Editor-Chefe • lvaldo Pereira COLA BOH. DOIIES: Ju..:l• Jouquin, F. Souto Dr. llaroldo Medeiros Euripi1h•-. F,·rr,·ira lo-ita lo-a Gome OFICINAS Gerente - @ilsen Sila &antes 111-'RESSÃO . Lll11i,,t,• d{.l,1ir (Cl,.-fr) COMPOSIÇÃO - 0dile 'quine de eu:a Chele) •]l';l,,,11 fl. !1_)111r,1, .J..'ui, C. !!.·dt. fdcr '/l;/,tiw ·A- opiniões emitidas nos artigos assinados não represen tam o ponto de vista do jornal. podendo até ser contrárias a l•;..tt•. A opinião do jornal, adrn- ... e t•XJlft•-:~a no$ Eclitoriai! e nos comentários não assinados' ,e,inutura Anual: Bda 'i,ta - 80.00 Outro, ~luni,·ipio, 100,00 Redação, Administração e Oficinas: Hu:i Ülll!Ul' d,• Caxias s/n - Ilda Visia '1u1<> Grosrn (Perto do Colégio Castelo Branco) Entre os 10 que tive ram suas prisões preVII ii'a.; ',(' Pn<'CJ11lr,1111 ,, , ,, reador ergio eiga t wna, rlil ··:.da jo, "IJI. do .!Ull baiano; o , l<'P-p!P sidente do Clube de En ircnlrnrla <la lblti,1. Lui, frando Contreiras de ,lmelda: o tambem dire tor· rio Clube de l',11/!C'· nharia Marco Antonio da Rocha Medeiros, o professor de fisiea Ro berto rgolo, da Univver idade Federal da Bahia, o fuucionório da FAO. orgüo dos Nuçõe: l'.nirl::is lleitol' Cuaes ~ Silva; e Hoquc Um negro velho, do 110 de uma granjinha do interior, foi abordado certa vez por um saccr dote, que o iudugou so bre a fé que professava O anciüo respondeu: -Puclre, llé. três camin ho parn irmos daqui à cidade: a e trada priuci pai, a da praia e a que t,trnve sa o banhado. Quando eu chego à cida rle, ninguém me pergun la que estrada tomei. A única coisa que desejam saber é se o trigo que trago, é bom ... De mão dadas, dia l0gando, andamos clivei· sos caminhos, rel'lelindo sobre o lemu: FELICI DADE. 'ão sei. lPilor ami go, se o trigo plantado, se o trigo colhido, foi bom. Console-se: a culpa não é sua. O meu coo ·hneicler f forlo ê este: As didivns de preço valem pelo que são. As pequeninas, pelo que repre entam: o cora ção! Foi de coração que escrevi e tas mensagens I ·so é ludo que tenho ti dizer. Pascoal P. Gorrese, brilhante conferenci Li. rematou uma de sua palestras, falando assim: -Ignoro se vos fui úlil. De qualquer maneira, nüo perdestes inullimea te vosso tempo. Na pior das bipóte es. ayui com parecendo e ouviodo-me atentamente, prestastes uma bomeoagenm à per severança. Obrigado. Na pior àa . bipóte ses, chegando até aqui, você prestou uma home nagem à perseverança. Parabéns ... e muito obri gado. de ,Juarez Rodrigues "Trabalhamos com perfeição para continuarmos a ser o modêlo no ramo de tapeçaria" Hdornrn qualquer tipo de m6vcis, Estofados, Cokhões de molas, Capotas de Jeep, e estofamentos de veículos em ;!t:ral. Atende-se Domicilio- Fazemos Orçamento sem Compromi:,:;:,. ,. Avenida 11 de Dezembro 126 - Jardim-Mt. CIIPRI HOTEL A:;orn com ovo Proprietário sendo Atcndirlo pelo me-mo Ambiente Estritamente Fnn1ilinr Quartos com Pias - Apartumentos Restaurante: "Comida Cas"eira" ·•.:No Cornção de Campo Çjrandc·· R. Rio Branco - 220 - Fone 4-2I05 - C. Granrle ~lt. o operário Carlos Augus lo 'l:11-i!!ht'l.1 Filhn t>, outro presos são Sebas u;rn . 1J1a r .il cio Couto, Mareelo Veiga antana. irmão do vereador Ser gio Santana, Pau!inh Vieira e José Ivan Dan tas Pugliesegm No Servi ço de Relações Públicas cln li'' f'l'g'I,lO mllit.1r. li lll:tjtJI' Airton Aleantara informava que ainda não sabia qui111clo o juit-autll tor iria cxa m i1111 r o pr did.01, dll8 J(} rreventÍ'U'i e as·gurava que os presos estão passando bem. Peroe,·rrar é um doa , !legredo • e.lo õxilo. ~luita ,, , coirn na vida. <lepen<le rlu conti11uidncle. Da per seYerança, que ludo ai cança. A perseverança fina! - não se esqueça jamais - é o bilhete premiado da ún:ca loteria, que co11 fere a fortuna das rortu na . TPsouro que dinhei ro algum do muudo con Regue adquirir: a felici dade ·em oc:!RO Para. C()nqui5tá-Ja, vale a peoa lutar sera suorecimen to. empenl.Jaodo a pró pria cabeça, s pre::iso for. Perseverar. a de ·pei lo de tudo e de todos é apanágio dos forte . do" humildes, dos verdadei ros sabios, dos jovens na idade, dos jovens de Pspírito. « A vida é combate, Que os fracos abalP, Aos fortes, avs bravos Só pode exaltar-. Perseverar sempre custa uma vida. Mas ,·a le uma eternidade. (do livro: Felicidade, On de Muras?) CBSB SUDOESTE Ferrros, Chapas. Rua Cel. 'T'ubos, ]'intas, Azulejos Vidros, Conjuntos Sanitários, Arames, E uma Infinidade Je Artigos para o Cliente Exigente. 3/±lo ?0 &s€02l gcll)2Ao Temos Cimento para prunta entrega em Grande Estoque Juvencio 815 Guia Lopes da Laguna - Mato Ferragens, Grosso 'º ~J:.0880 Tribuna da Frontelra Brln "1-.:a li. 1 íl de .'. rr1 lo rl l'Ji".1 RELIGlà D FRIITE o POS T VAS A.TVA Luis Goulart E tempo do vermos e ~enllrmoH como vurdu deira religião a Fraterni rlatle sem fronteiras e li mitrtções dogmflticaH. Pa rece-nos profundamente infantil contlicion:u a l'é u recursoH de origens Robrem1turais numa épo 0 ca em que u ciôncia ol"I eia! já supera de muítn o que outrora unegala va os olhos da Imagiua çilo, quando algum prf' gnrlor descrnvia as mara vilhns tio plano espiritu al. Se as religiões mgen temente niio caminharem para a unidade ct,, senti menlo l'Pligioso JJPJ'(I •rílo em IJrevo, su11 r-azão clll sr e de rxilir. E !nane ditável que po!-r<lllUOS a dornr ou venerar ai; 1·e velHçõeA da ciô11<·ia ohj • tiva, como, antes da elos cob11rta de Franklin, um selvagem se prostrava ao solo diante do troviío. Bem como sempre apare ceu aos ci·illz11dos do antigamente sonnos de louco cu<lu inve11lo ou ctescobertu da ciência. Hoje, latias os fenôme nos toman eu r s os na anúlh;e e silo levados eouta de rcu li d ades •m Briga do Touro Importado com o rio'o Fato Ocorrido nas Plagas Mato grossense e Dissertado no poema Seguinte: A chu,·a de inverno passou. Veio a estiada O sol, a pino. A terra, ainda molhada l'm Zehu compra,lo espPra no rodeio Outrc touro, um criolo guapo e feio Que :,:empre l"ora um clono ela 111,·ernada Encherga11clo o outro de passo largo Vem se aproximando. Ca,·utHIO terra chelrnndo chila e berrando To Forte que parece troYonda. O;; dois touros brigaram ":tlentemei1lC', Pois eram in-uais nu coragem no valor aquele entrechoque barbaro em ulvoros;;o O filho destemido aqui do Mato Grosso Começa a demoustrar que é superior. O Zebu importarlo bem conhece a luta La da India selvagem de onde veio, Mas uio pole vencer por mais do que O luuro aqui da terra brasileira ,lê abatHlonar o Sf'U rodeio. E tri te machucado e :1batido Depois rle uma lula tão desesper_ada O pobre touro. além de ser vencido lnctn fui pelo outro perseguido .té sair de <leatro da inveruada brnYa, Dias dep<)i os corvos carniceiros Voejando por cima de um banhado Indicavam os Plho" cios campe1t~s beiros O lugar onde estava, entre espw O cada ver do touro derrotncl..i O QUt!I"itl O . f'U corpo que " sol acr riciaYa Parece que tranquilo dt,scansava do combate fatal, ompun<Yindo Eoquc1ulo em torno "ado todo e 'l 0 .., ·to comovi Cheiravam o chão de um e 1 E 'erravam tistemneate em luner,1. • Dentre a{1uela sentida -oré,ueSlraçilo ·cto •orle e arosso Destacou-se um mugi l aG Que reboou plangente no '. 10 . 0 Era o berro do touro brasileiro • • 1 estran"'etro L·1mentundo o destino < 0 º 1 .- • d do seu c MO. Oue quisera ser o ano Doroty Neves Teixeira poiveis realidades. A televisão, há vinte ao ou m<•rws, deixari.1 o po vo cRtupel'ato diante das imagens e dos sons re l:·unsmltltlc:i;. conio !:<' uni lllilugre ei-pl'taculat· lt1l':-i perolo +e operasse. 'o entanto. uluallltl'nte. as leis da eletrô11il'a 1, io cll cutirluH e estudaclaH com u n,rsma 11aturulida de com que Hl' ('0lne11ta a mo<ln, entre as senho ras, e o íutehol; e11tre os ranaz<'s. Tornou-se nalurai o co1ihedme11lo, e a sabedoria risonha e franca estende suas pá ginas esclarrcedoras u lodos os olhares serenos e calmos que po:-!'am en leuder su:1 mensagem. O conhcl'ime11to !'U µornu de muito os l'ha matos. Milagres. Toda gente sabe boje quP não existe el"eilo sem Cau:-a. He!lla, portanto. dilatar o sentimento de Amor ao próximo ao 11h cl <!tL Ciencia adquirida. Este. portanto, sPria o Ycrcbdei ro papel du Religi1•0 em 11os-:o dia!' já qur mi o cabe dignuP1e11te maii< f,tzer comérC'io de agua fluidificacla ou de t'reces. deorle que uté uesle clomi11io, c,,nlle cemos o motivo de eer tas cura e ,1 mzt1u po sitiva de rerto;; efeitos. 11esla escl,uecer. i. to sim, aos menos ilumina do . sem exolorá-lo:- na quilo que· de· mais purn eles possuem - . I',~! Toda a a '!nçiío é pouca no que co11c•en1t' ao Yercladeiro significa cio elas pulaHas. i·ma destas charna-1-e ··Espiri tualismo. Em seu nome muito se tem !"eito e cli to que em absoluto nüo condiz com a Realidade Keste ponto aeusumos a suposição tia crendice e da Bruxaria odieula que !'ubstitui, nas almas. o plano !'uperior du consciencia onde eleve mo1 ar a raiz de urna morlalidarle de - religião em e(]uilil.>rio com ~1 ele vuda Ciencia Oficial de noss<'s cl1:;.s. sempre its portas de nossas revela çõe - cada vez mais, cbamundo nossos cora ções à mu!or Fra leruicla de, que é o nume mais perff'ito pam a Religiiio ele nossos dias! Leia e .A:-sine Tribu- na • da Fronteira • O prekrto 111uníl'IJJ,d l:uhv11 d,· (' • trn 1'11110, nHrlifi"llU () a-:Jll'('[() tl,l ( i,'arlt· abrindo novas tua . ulargando outras, ou ... truindo p JII'' "· .li nlim,, l'U'. Os bairros da ,l{U,l Uoc e. una-Te-li e Ca:chu, sofrerão modificações raiicat, e ju se fala em cal çamentos, ete, ete... 1'0. l'I 1 , XX XX Doze dias sem luz, as casas comerciais estio HOfl"('/1(10 11a < ill'IJI' O prolllt•n•:1, l' ll1' i1.1.1,..,li ia, J'l l'I se fala. Nós que dependemos da Energia Elétrica par-a c•irc·ular o jornal. Ja estatos eu ,unrlo uma "paralizagão". I'ela Vistu na 'parte de cima" 6 uma e.~t·urirl;io total... .f•:G,Tl', ... XXX Com as novas sinalizações, o tuàr si'o na cida de ficou 'mais fácil'. Exeele! te lrall:illlo da l'1l'fPI tura ~lunicrpal. l'0:-1 l"i". . -· XX XX - !'esmo eon. indicações. tipo: velocidae n,uxinw pt>rndtida : (J l(u, ... al!!Ulib Fii1p,tlcfit- "um du' continuam desrespeitando ss 'eras do tran sito. NEGA;IA - XX TRIUNA DA FRGNTEIA ira colaborar co CIETHAN de naeira objetiva. {estacamos dois iuucion&rios paru ao!arem, us c!apus do corredores' que vete[ ei';1em as regras de tran sito e publicaremos a primeira pagitva com bustan le destaque ... 1'O:-,JTI". r: >:a ;"' , - 1 (ut i ' ( : r· "-1 }1 ,1 i i u : a (7:- ? l • E! 1 _;.J 9 d e;regr ? ziiüs -ob a uieuça de se ver go· ern:ir!o por utr. triunvirato 111ilit:.1r-l"rma do por Otelo araiva de Can·alho. l'ostn Gom1:-; e Vasco Gonçalves-Por tugal ;;e mobiliz:1. rie uorte u sul. m comic:ios e µasseaias nos qu.:is . militantes do Pa rlido :-.o cialista e do Parlirio Po pular Uemveráticu. que reunem a muioria abso luta do ,·atos cio eleito radv. exigem que a re voluçiío retorie e s ca minhos do socinli ·:no com lib»rdade. -XX-".X-- iSabslita .a solidão da Casa Ros,1da. Tza bel Per e al"tJsla cada Ye1, mais de todos o;: que u poi aram Pro . ua e. ca1acla p:i ra o poder. Te-isa e esgotada. é rorn dil'it:ut àade que aparenta Iir meza. ··Estou doentP de ódio" (uma las ul'irma ções de lzabtc lita). -XÃ.'XX- ·-Spinofa Pub!icar)o pelo jor nal Le llooclf' do dia 25 de .Julho: "O ex Geue- ral Spinola coniirmo•i em lfras1li 1. que viajou secretamente pura Pa;is a em«na pasuda e que e,peran1 reto.-uar em breve. :-: ... ~undo o jornal iug-lês Gua1·.Jian, de OlllC'lll. >pi1,oia lafl'1- béin se avistou em Ge u.-b:·,1 ('.Olll um grupo de politicns i,,,rtugt:e.,e 11,io <.•r,mu:·ista;._ U au tigo presidente co fiou u sus inter'ocuores que esperava regressar a Lisboa antes do fim riu mês d ;1gosto. ü frente de um 1.ovo g1: verno português". X-X-X 15T Em palestra na E - cola uerior de Guerra o )li•listro í'irceu . ·o guei,". d s Trans.>ork .. trnç:1U um qu· rlro g-lnbul dr)s "ário programas iutegi-aclo do seu s tor dentro do li Pia n" . ·a cional r.e De euY01,·i rnento. . rnaior êníu;;e í"oi dada à$ ferrovius e ao problen.a elos tran. - portes urbanos. O )Iinis tro Dirceu Nogueira. l'ri sou que a Ferrovia de ,ço fieáró concluidu em mil din;; úteL. ainda na sua admiuistra<;:iu. 'I l'ibuna da Fronteira 10 de 'gosto de 1o7 INDICADOR SERGIO ROBERTO PERONDI ADVOGADO ' ESCRITÓRIO Ira General 0-6ri0. {825 ela Vista ato Grosso IND;cnooR PROFISSIONlll Dr. Pedro P almieri Advocacia em Geral lua 15 de Novembro 170 Fone 237 ,IT D. FIORI MURA O Médico Rua 1 de "ovembro, 75 - ílela 'ista - MT ===HAROLDO MEDEIROS=== 0AB MT. 118.3 CPF 008-295.1870 Rua 15 de Novembro 177 - Bela Vista Mt Dra. Maria Aparecida Zanda Cirella Cirurgiã - Dentista (CRO-387) Odontopediutria Prótese em geral - Halo X "Consultas com hora marcado" Rua Cel. Juvêncio 237 - )ar<lim Mt, D Késio Loureiro Pinheiro r. COMERCIAL I casa f LURES Advogado li - ·n.1 • 'f • Crw 10 - - nua tonto Maria Instituto Psicotécnico SUODESTE Exames Psicotécnicos para Motoristas Amador.,.. e Prnfi)--.ionai:- Prai·a ('cl Carui-.i:io no . 53 GUIA LÓ/Z5 D LAGUNA ++ 3f. Representações Cereal Ouro Ltda Fertilizando com amor o nosso terra Tratores Malmet e Implemento- Agricola- em Ge rul (Tudo para Lavoura) Hua 15 ,lc o•cmhro 512 Bda 'i,ra • ."Ir - LINCHO ETE SBCY l.1111cl11111ete <(llt' se irnpos pelo atendimento • Solgodlnhos - Bebidas Nacional Londres - hamburger • Bauru • Mote A Lancbonete mais completa da cidade Perl'eito Serviço de Atendimento lua Duque de Caxias S/N Bela Vista M. ( Em frente ao Ginasio Estadual ) Auto Mecanica lndependencia De José llipólito ,le i1.-lo Oficina Autorizado Ford Willis do Brasil "MPc.anicos com cur o de Especialização" Buo Cuiohu s·n e ,henidu 11 de dezembro 385 ·- Jardim - Mato Grossc [),, On -1,· 1 lorr, Eletro - domésticos, ( ça<lo'-. HijOUll't li.ti., gos parn o lri etnn. las, Tecidos, presentes uma infinidade de ar; , para Embelezar o seu lur. CA 'A FLORE: "A Cc:rsa de Sua Economia" Pilad Rebuá Bonito- Mt CftS NtH! FELIZ! Centro de tação Escolar Direção Prof. Maria Loureiro Pi nheiro Pré-Primário e Maternal Matriculas Abertos IIOHAHIO da, 8,oo II, às I l,oo li,. Aulas Particulares no período da Tardé' 1 1 u e I a V i • t a - Mato Grosso '-----------------~ CASA - SAO • : Vendas no Atacado e Varejo Coca-cola, Fanta, "Katira",, Skol em lata e garra'a, Trigo Tosca 10 x 1 Q , Ovalado Argentino, Arame Mota. Secos e Molhadó uerozene Jacaré, Arame Vedemo»s também o Oleo mais_ prefrido ds Região._ O Fanoo Óleo_Mar±soja o óleo d, 4,F",} Geral • Vendemos Realmente Barato e casa que .... bc º que quer Avenida ll de Dezem-hr-0- 164 Jardim _ Mt. ·------ ..... JOSÉ • • De • :José . Destefanl - 'l'rihuna cJa J•'rn11trlw Jfl d1• ,'.go w d• PR TO fT R DE L ' oito a exortar aos p0lilicos e a CJUantos te- 11hum co11tribuição a oferecet· ao aperl'ciçoame11to das i11,;titui~'.Ões. a CJUe prestem o seu co11c:irso, a tentos aos imperativos dos tempos atuais CJUe im põem vigililncia em defesa dos val~t~s espirituais e morais de nossa culturn clemocrut1ca, ameaça dos até mesmo uns sociedades mais desenvolvidas. :-;ão bastariio as meras a0strnções. desprovidas de opcmcio11111idade. pois. utrus das vistosas apare11ci as, geralmente se escon:lem os sintomas das c'..'n tradições e impasses insanáveis. As formulações .. ~ unuet·ônicas :,;en·em muito m1tis ils rnn·slt tas sub- "' versivas do que as bva,; prátieas do regime de mocrático. lllinando as in,;tituições pt>lo nta(Jlle so lerte. os inimigos da democracia terminam por eles trui-la. General Ernesto Geisel Os serviços de informações acompanham atenta mente a infiltração comunista em orgàos de com nienção, órgãos de classe, na administração publi <'a, pal'lil'llla1·111P11ll.' ua úr<·a do l'J1,i111, e t,llltl11•111 nos paI·Lirlo11 pol1ti<-mi". Comprovou-se - disse- participação de ate- es subversivos nus tlepredavões ocorridas u!tina mente em trens de subúrbio do Rio de Janeiro, examinado e a provavel hipótese le que ti se tl'tillaíll pi-atit•,tdo atoq de '-;tbOlilg'Plll. flpghtrou .,,, também a ação desses elementos por ocasião da recente inundação em Recife, veiculando a falsa 11otid:t de ruptura da hana!!Plll J"apa,·u1,i. ,. que provocou pânico na população. -XXXX. "O GnY<'l"lt<> n,11i ahrint müo dos po,len•,.; l':Xf'l' ;;dnnais de qu,• di,;pôe. lll'lll admiti:'. soh qua1,quer disfarces, prestações de facções ou yrupes de in teresses visando artificialmente, a queimai· etapa>' 110 prncesso de dCSl'fl'OIVillll'lltO politi 1·0-soci:tl. quP se requer. ao contrario, lento. meditado e progres si,·o para que seja seguro. n°ulme111e duradouro, construtivo e socialme111e justo". -XX-XX- Os órgãos ele segurança pros,;eguiram nas me diclas preventivas contra as arti 1 • 1.1laçõPs. inclusivP prcparatórins CJUe pos am concorrer pura a sul> Yersão interna. Em rliven,a-; regiõe,; tem sido pre sos e sul>metidos a in(Juérito« policiais eu po ·tcrior ação judiebl, como incursos na Lei de Segurauçu. XX-X-XX ,pós esta longa e possi,·elmente ra tidiosa ex posiçiio, dP.scjo ainda, antes de concluir. al>ordur terna polilico relacionado c,)m o que se ,·ê cha mando de "c.listensúo". A palavra esta no l'inal do discurso de 29 de agosto de 1974, aos dirigentes da ,reua. ;>;ele me referi ú miss11o CJUe cube ao Governo de pt")mo ver o máximo de clesenvolvirr.Pnto possível e. a propósito, aludi ao proc"sso de le11tu. gradatiYa e segura diste11 ·üo requerida. -XX-XX- -XX- 0 util trnhalho dP coustruçilo politica deve incluir. semp!·e. a lucicl9. previsilo. dos resultnrlos. numa co11ju11tun• internacio1wl marca<hl por dt>s concerta11teR deseCJuilihri,, e tumultos. O constante e progressivo aperfeiçoamento do regime é o ideal que ob tinndumente l>uscamos. sem açodu mento contraproducentes. Por isso, o _ Governo niio al>rirú mão dos poderes excepc_10_oa1s de que dispõe, nem admite, ob quaisquer d!slarce~. pres sões de facções ou grupos de interesses visando, urtfüciulmente a queimar etapas no proces!SO de de envolviu,ento politico - que se re,,uer, ao con trario lento, meditado e progressivo para que se ja seguro, realmente duradouro, construt o e socialmente justo. Que se queira e ,;e saiba unir esforço?. de_di cações e vontades. despidos. t1,dos de m_otwaçoes egoístas, intenções 1-u1Jaltern~1s ou propos1tos . de magogicos, para que solidarios possamos, cida dãos de todos os quadrantes d~ territorio _l_)a~no e de todos os setores da sociedade brasileira. impulsionar decididamente este grand~ e P:ºº!!s sor pais nos alt'ls destinos que lhe est;10 re!Ser a pos. -XXX- Acredito que, em meu governo muito já se e uo sentido de uma diste usa o na prop_rtu ,11 e.1 poltll ca. Para comprová-lo basta ver o clima em _ que se exercem a atividade dos partidos e o funciona mento do poder Jegislal!"º• . em toda_parte. e ler os jornais e outMs orgaos de divulga çao, com ,l volumosa matéria política que publicam. ~' partir de então. e principalmente depois da eleições de 15 ele _no,·embro, mcito se tem pu blicac.lo e discutido sotre a ·•c1istensCw". atribuin do- e no Go,·eruo e notadamente ao presidente ela Hepuhlica - i11lt>11çõe •. objl:'tivos, a,·anços. re cuos, submissíto e pres. ões, etc. que - uu e ou tros absolutamente não corri' pondem à realidade ma constituem fruto ela imaginação e. por veze . a :ém do que contém Je intriga e de ação nPgati vista. representam apenas o desejo intimo de seu· autores. -XX-XX- A distensão é ai apresentada com a conota ção, exclusiH1mente politica. visando, pelo que se diz, 1.10 indispensável restabelecimento do l:lrnma do ·•estado de direito•·, mediante a pura e simples supressão do AI 5 e, completamente, a revogação do DL--l77, a revisão da Lei de 'egurança. a con cessão de ampla anistia. Preconiza-se. também re, forma da Constituição com a redução .:!os pode res do Executivo. considerados excessi,·os, e a ampliação das atribuições do LegislutiYo. Sente-se 111,ssas proposições. um indisfarçável saudosismo pelo passado não muito remoto, P.ID que amplas disposições, livres constavam do papel. nele esta van; escritas, obedeciam ao aspecto> teôrico e for mal do sistema, ruas, de rato. iludiam a boa ré de muitos, pois não eram praticadas, servindo ao in ,·és. apenas, aos apetites e ao poderio ele poueos, em detrimento dos Yerd:vieiros interesses da Na çüo. que se_ de~a_tia na pob~eza_e aa de ordem por que aquelas disposições estavam dissociada- da realidade. Mas di (l'll!i'iO 1, ,, deve !'t'l' ,l}H'!I l'- pol1I1 1·,1_ rt<·:.i pn·do1.1111:1 1 ,lf' ll t'1lt( i,•1li'i1•,! () (! l(• ,1 i Jll!•j Ltn1,, p Ir 1 .1 ;,-. JI,' lt1 ('1)1tl<>!tll<' ti<• (Jl)(,tlll'Í t!,1 1 t• ld•• "tlil'lll,11· l'lll 1111 , 'l!!t' n que dirigi Ao ogre-so Nacional, Ul!I ril'• '!,1 oh ll'd Ili•• Íll• terral e lututnstco, ct ,,,IZ jl<I!'[ Lli((). d;• 'illllhi ll'll" OJ'..,!dl lt l f flfl'llft!,!P IeaI!tule to[os os e[o rt'"' - po11 i, 11 • ._ H ial Pt'O lllJ!ltll'O 'lõl l'!Jli!Ulll•ladl' ll,ll'io11:tl. l°<>ill l't,,._,, d,• servo]vime1!o e que al cançaremu a distensão. isto ó a atenuação, +e ão eliminação, us tem p l' i- ta li ,, , mullilor11Jl•~ sempre ;e1ovadas, que tolht>rn o prn(!J <•,--;.o da Nação e o IJl:'lll t••:tar do lHJ"'•· Ih· Li10. ron-ri1ui ,li-1,·ri --.iu a avio que -e realiza na ;ir,·., .. onal. .. 11w1a .. do li P:I) 1r:ulu1c·m. t·r11 "'llfll,1, 11111J politira de di .. 1t•n ... io. No t'ffft• --es de distren-ao- per doem-me a enfa-e em repeti-lo a de·-, innil•••:dH d,, -,d.'1rio • ulÍ vimo de impliaçàe- tonta ria-. propon·ionJndo-llw majo ração de {{ por cento e-tr ano; a criação de e-quema pua ra a ca-a própria ao- hra .. il,-i ro- de menor niel de renda: a distribuicio gratuita de re médio- ao- mai- neee--ita«do ao l:ulu de: oulrJ-- proiden e-ia-. ,lo maior ak::uwr no Jllt hi10 do J: p:;, :i r«·r•--1ru1un1 ção do PI; «e Pa-ep, de fora a propiciar 111.ii.. 0111 alario mínimo anual ao- que perc ht..·111 ,ltt'· t·Ír.<.·o -nUrit,.. mini 1110--. f.: di .. tt·n-Jo o ,•un-q?uir -e a regularização do aba-te t'Írur:rtln cL1 popul.1,;;1v t'III !!Í: nt·ro .. alimentic·io ... nüo 111ui ha,c·n1ln n-- irrit:rnlt• .. íil,1-. «JUt' por :100 ... <. 0 un-1i1uin11t1 ,r,.11ó rio ,· .. pc.-rá<.·ulo na.. no•:"a.. ci ,ladr,. Con ... 1i1ui di--tcn--üo o rn caminhamento da -olução «do problema- c·rõnicn.. t' cn·•C't'O te da- regiões urbana-. nota damente da- metropolitanas-. Con-titui di-tt"n-.âo o nct•~:-o de maior numero de jon ao ensino superior. Pratica o Governo Federal di-ten-ão ao atrihuir p:1rtc :--uh-tnncinl ,tr :--ua-- n·nda- aos E-ado- e Mu nicipio-. art:ndinw1110 ~1- n<' ce-idade- dos menos de-en ,ohid,,:- .. nüo ob-tante as difi t·ulcbdt"'- rconrn11ieu .. da hora prt:·-cntr. XX-XX Heitero, uma vez mui-, os propt. -ito-, de perseguir o de e-en,·oh imt~nt<• polirico.. ~em C(lmpromi -os de t:-p(·cit" nl uma e IJ OI f O r Ili U J U ., u I t rap u :-- ,- o ti a 1o • e C"•)nt pro arbmrntt.· inadequada- à realidade brasileira. CDMPOS: TRIBUNA OI FRONTEIRA Orão Independente a ervço da legião' ,110 !' ela Vista JT. 11) O ., ' 1t ' ; REVO UCÃO FOI DA CLASSE MEDIA , "COISOS ºª VIU 9» LY ... {oberto Cmp08, embaixador do [rail na Gri-Bretanha. expli vou, de forma esplendi da, aos ingleses o mole lo de distensão politiea brasileira, em conferén eia pronunciada no 'un nig House, de Londres. Nuna análise brilhante da situação acional e dos mecanismos de po der instalados pela levo lução, Campos, indo ao fundo da questão, afirma que o movimento revo lucionário de 64 no foi apenas niaiii umu quarle ladu 110 estilo latino ame rlcuno, porque nu verdu de constituiu-se num le vante de cusse médiu. que forma a opiuião nu cionul. contra os abusos <lo governo Goulurl e a tentativa de osquerdiza ção do pais. Nilo i::e ve ril'icou, naquela época, um movimento político ultraconservuclor, pura proteger interesses das "classes dominantes", co mo as esquerdas brasilei ras tentaram rotular a Revolução . A classe mé dia, na qual as Forçns Arndas se iutegram, tem uma inclinação refor mista, embora 'ideologien mente conservudora. Es se reformismo é que nu triu os lecnocrnla con vocados para prestar ser vlços ao governo no mo menlo em que a taxa de inflação atingia a quase 0 por cento e o proces so de desenvolvimento estava puralizndo. elasse média, que leu lastro politico à levo lu('iio rtc lil. Hoje, com os esforços dC' libPrnllzuçüo politica. os politicoH estão se11do chamados lesempe nhar um papel cada vez mai- importante no pro ces:,;o pohtico 1111cio11u 1. A bordando a disten são gradual do Presiden te Geisel, o Embaixador Roberto Campos nrirma que quando os oreilo • positivos e {negativos são cuidadosamente pon derados, é justo con cluir que os riscos de liberaliznçilo Rão ri ·cos aceilóveii::, se pesados P-onlra o perigos da Viaturas Municipal de Campos foi o grande condutor dessa re[or mas pleiteadas pela elas se média e estimuladas pelas Forças irmadas. cujos lideres mais emi neutes subiram ao poder Iniciou-se, então, o pro cesso de modernização da economia hrusileira, alacando-se a inflação e promovendo-se simullane umente o crescimento eco nômico. ADós uma década de evolução, disse, Cum pos em Londres, o modelo de desenvolvimento bra sileiro cc,meça a desper lar interesse nacional. Campos explica aos bril:l.uicos que os milita res brasileiros atuaram muito mais como uma elite modernizante do que como uma guarda pretoriana. Não temos, assim, um regime milita rista, mas um regime com lideres militares. E esses lideres militares pertencem à pervensão inerente a teimes autoritários. lém disso, aA i111ilit11ic,:õns económicas brasileiras adquiriram [suficiente realismo e maturidade para resistir ao {ataque da demagogia. Para o embaixador, a deciFão do PreRide11te Grisel, de iniciar um processo de gradativa e prudente liberalização do processo, destina-e justamente a proteger os êxitos do passado, preservando, ao mesmo tempo, a Ylexibilida•te para o futuro. Fatos e Fotos da Prefeitura que foram Recuperadas no período 03 de Maio a Agosto de 1.975 estes três meses da Administraçã0 Castrn Pi11 lo, o prefeito Municipal recuperou as (oito) viutu luras que enconlrnu <:,m estado precério, inservíveis ão estas as oilos viaturas recuperndus, que jà se encontram em serviço ativo: Chevrolet C-10 Chapa - CJ-0001 Chevrolel C-GO Hecondiciona mento de motor Ch. - CJ-000-1 Recoud. do motor e lutarias ilerceclez Benz- 1111-Rasculunte Ch. - CJ-0005 Recond. do motor Volkewagen-kombi ch. - CJ-000 Recond. do motor Volkswagen-kombi ch. - CJ-0007 Recond. da lataria Carregadeira-93'.l-Caterpillar Retificação da transmissão do motor Palrola Huberwarco Reparo da bomba '.cJ'agua Trator Fiat Recuperuçãll da bomba d'agua Alem dos veiculos recuperados encontram-se em recuperação as seguintes viaturas. ilercedez Beuz-1111-Bas cuante ch. C+-0006 Rel. do motor, caixa de cambia e diferencial. Rural Willys-Perua eh. CJ-0009 Recuperação das copulas de rodas e Cremalheira. Assessoria de Imprensa da- Prefeitura. Câmara Municipal de Bela Vista OFICIO Nº 60/75 Bela Vista, 05 de agosto de 1075 Do: . Presidente da Câmara 1Juniflipal Ao: Exmo. Sr. Pi-efeito ~lunidpal Assunto: Congratulações Através do presente felicitamos V. Exa pela brilhante iniciativa quanto a regularização de cerhdoes de nascimento do povo de Bela Vista. o que por certo somente beneficios trará ao Municipio. Aproveitamo-nos ainda do ensejo, para ma nifestar a V. Exa., os nossos protestos de rlistin ta consideração. Atenciosamente Dr. Pedro José Palmieri - Presidente Osvaldo Turini - 1º Secretario Será que o amigo leitor c:onh cc o Carva Iho Neto? Eu tenho quu se certeza qua não. Eu o 'arvalho N to éra mos grandes amigos e colegas, quando dos ve lhos tempo· de ratiiali · ta nua Z. Y. F-9f, Radio São ,foaquím Ltda. ar valho eto é um cara alegre e ponderado, ati go e inteligente. 'Todos os días eu ouvia um seu programa que antecedia o meu. Eu gostava da sua voz. Eramos tão amigos que quase podia mos considerar-nos co mo h·mãos. Um dia, aquele mes mo Cat·valho 'elo que chegava sempre alegre e distribuindo otimismo chegou de olhos verme lhos e inchados. Ele ti nha e tem essa particu laridade que linha me esquecido de 'Contar. Choravu por poi.;ca coi sa, às vezes. E depois de varios arrogos meu ele disse-me que o João linha morrido, depois de muito sofrer. O João era um grall de amigo nosso, sabe a migo?. Era dono de um coração, que. nunca che gou a conhecer o ódio nem a vaidade. Perfeito pai de familia, que sem pre acordava cedin llo. preocupado corn b. manu tenção da casa, Os seus filhos e es posa eram a razão de ser da sua própria vida. João era um sujeito pobre. porem, o que era • mais importante: honesto para com tudo e para com todos. Entretanto, um lutador incansavel. Por tudo isso, é que a gente gustava dele. ão havia crise na vida do João. Se li cus to de vida subia, o João pensava no trabalho. Jo ão nãú perdia tempo com futebol, cinema e coisas assim. O interes sante é que o João sem· pre foi perseguido na vi da. Quantas veses a mor te passou perto dele, sem contudo :atingi-lo. Um dia, tentaram até prendê-lo sem ne nhum motivo. Felismente a armadilha dos maus não conseguiu tirar a li herdade dP João. Não tenho vergonha de confessar amigo, que quase .chorei qU11Ddo sou be da noticia da morte de João. Ambos ficamos pensando no sofrimento que V&i PII.Bsar a famill- a do João. A viuva terá que trabalhar arduamen te para sustentar os fi lhos pequenos inocen tes. Aquelas criaturinhas orfãs, haverão de onh. ·er dias amargos sofri do·, pela falta cleYirdliva rio pai. ,. vida, caro lei tor, tern coisa8 dlricel de compreender e acei tar!. A morte quando a contece, cunprindo uma lei natural e imutável. deixa o coração de quem l'ica, derramando lugl'i mas de sangm. Porque o João foi morrer justamente ago ra?. O desejo dele sem pre foi o de ser proprie tá rio de uma casa ... Quantos sacriflcios ele fez para ter uma casi nha humilde, mesmr, sem conforto. mas que fosse dele ... Queria, e, no final. ainda conseguiu deixar um teto pura os seus. O .J ofio cinba medo de mor rer, rleixando a familia ao desabrigo. Embora distante da cidade, a hu milde <'boupana do Joán é um ale lado de lraba lho e perseverança. Mas. quem somos nós para penetrar nos misterios insondaveis da morte?. Tudo aconte ceu porque linha que a contecer ... Nã0 queria diur na da. amigo; mas o João .. o João na verdade, foi assassinaclo. Covarcle· mente assassinado. Que a justiça recaia sobre o culpado. Uma traiçoeira pedrada de estilingue, a cubou com a vida ino cente do João de Barro. E agora, amigo, vo ce pnr caridade pegsria um filhotinho??? Bela Vista, 2 de Agos to de 1975. - limo. Sr. Flori Murano D.D. Presidente do Oire tório Municipal da ARENA Nesta Prezado Sr: Venho por intermé dio desta solicitar-lhe, em cu.ráter irrevogãvPI, a exclusão ele meu nome do Diretório Municipal da ARENA. Aproveito a o portunidade para reite rar os meus protestos de distinta consideração. Ivaldo Pereira l l » Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº168_06_08_1975 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº170_17_08_1975 Voltar para a lista de itens