TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXVI_Nº2095_25_09_1999 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXVI_Nº2095_25_09_1999Número da edição2095Data de publicação25 de setembro de 1999Número de páginas8GeoCoordenada -22.1053626286444 , -56.532854080436046 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXVI_Nº2095_25_09_1999 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto • Ano. XXVI • N" 2 095 - 25 e 2G Bela Vista sedia es,a semana o E tro de Integração Brasil/Pa o gu vos próximos dias )0/0'1 e 01/10. qui11ta e sexta-leira, Hela Vista c,1.11.í ,cdi.1ndo 11 l:ncon1ru de Iteração Brasil' Paraguai, oportunidade em que II Prefeito Mun1cip.d Jo,~ Garib,tldi e o Governador do Estado Jose Oreirio Miranda dos Santos estatào ri:ccpdonando v.iria, au101 idade, do, Governos Feckrais do 11rasil e do l'ar.,guai. Os ilinistros brasi kiros Jusc.: Snrncy Filho Meio Ambiente) e Rafael oreca (Esporte e lutl1110). ,1 1'1c,1dcnlc do ili :1, :larllia Ccrqut"1r,1. IJcrnJrdo Perieas (Embaixador do llr.1,il no PMaguai, l.u11- Gonales Aras (1 111h.1ix,1dnr do Paraguai no Brasil) e os li111stro, de Comunicação, Obras e de Agricultura do Paraguai, sàn a!--·• au1orid,1dc, que 1.kverJn p,1rticipar do Encontro. a ser realitadn no (irêmiu l'cdrn Ruíinu. Fntrc os assuntos a serem tratados nessa reuni.lo i111crn,ll1llnJI ..:111 llcl.1 11t,1. e,tiío a, reivindicações do asfaltamento da rodovia Bela Vista Norte ao Cruce. abertura de um., estrada ligando Porto '.V1urt111hn .i f·iladclfi,1110 1'.,ragu.11 e a preservação ambiental na reião de fronteira cncre os dn1, pJíse,. ,ncluindo-,t' ,, polémico projeto de reforma araria as margen, do rio ipn. m• lad,1 paraguaio, Como a própria denominação do encontro dz, es a importante reumlo bi nacional certamente ira promover uma Ol,IIOr 1ntq;r.iç,io entre o, Governos do Paraguai e de Mato oroso do Sul. especialmente entre o, 111unicirio, d.i regi.ln de fronteira dos dos países a foto ao lado o .linistrn do Esporte e Turi,11111 do Bra,il, lbíarl Greeca, que estará em Belu Vi,ta participando do Encontro de Integração Brasil/ Paraguai. Major Villasanti a o Comando da 3ª CIPM • UIDIU Capittio rllirio Vil/as(l11ti Romero(atual Sub Comandante do 3" Batalhão P,1/ de Dourados). Major Galicia (Comandante da 4" Cin.Eng.Comb. do Exército. setfitu/(1 em Jardim), Ct!I.Fra11ciffo Carlos da Sifra ,foreira (Cmt. Geral da PMMS) e o Major Hilto11 Vil/asa11ti Romero. agora Comandante da 3 CIPM de Aquidauana PANTANAL: Orro é favo rável e apoia mudança do nome do Estado O deputado Roberto Orro cm entrevista a um jornal da Capital. voltou a defender a mudança do nome de Mato Grosso do Sul para Estado do Pantanal. P:igina. 03 No último s:ibado. dia 25. c111 iquidauana. 11 Major l'11 lilton Villasa1111 Romero assumiu o Comando da 3' Companhia 1 ndcpcnd.:ntc de Policia lilitar. cm solc111dadc presidida pelo Comandante Geral da Policia :lilitar no Estado. Cel. Francisco Carlos da Silva i!orcira. , solenidade. realizada no quartel da 3° Cll'M. foi bastante concorrida. várias autoridades civis e militarc, se tizcra111 pr.:scntes. al~m de di,crsos familiar.:s e amigos do Major Villasant1. 4uc residem 1111, mun11:ipios da reg1Jo Sud .. e,te. como Ilda Vista. J.,rdim. Guia 1 ores da Laguna e Porto ilurtinho. , trtulo de infomwç;io. o lajor l lilton Vilbsanti Romero é im,iio do Capitão Jlirn• Villasanti Romero. que comandou com brilhantismo o 3 Pelotão PM de Ilda Visw pelo pcriododte cim:o anos. e do Capitão Mareio Villasanti Romero. atualmente lotado na 7' Cl!'il de Jard1111. Ao Major Villasanti desejamos sucessos cm sua nova miss,io. Semana Nacional do Trânsito RETIFIC ( .O '-·• matera entalada "[4Slo t II J'-. J 1< r >. C,11','-11 '>I Ili C., 11 ', 1 '>I 11' in< l I IH 1 , ~L 1 '- '-,( 10'- 1 l!<J IR \.I Jr 1 1 I Ili l , VISTA" veiculada na cdção d. u t na eta ara da Tribuna da Fronteira. pagma 04, het 1.' crr,, ,. • hto le uma<l,1' h1lth.nnc.k ,c lê "Prl'lt...1h• t.d.1 ta'rtur'± cmn,ata da Pátria" o correto e "Pretento tala :aabtr I en una Nacional do Iransto" a referida ateria tambem e-quem s de tez+strar a presença do Vereador Pedra Martins P'ires n o!midade de abcrturJ d,1 ',c:111.111.1 '.J!.'.1011.il J,1 1 r.-:. 11 , : ... , 111 111.1 11.1 sede do Rotary Club sábado passad Nossa nus» ao ilustre edil. que na ocasião represent.as Poder Lcgrslato Mumtcipal, do qual ele e o I "'- ..... h.:'.ir1, Dácio Queiroz lança projeto de Consulta Popular em sua administração no município de Anton:o João Gcr.tldo f·crrcir:,, 'P:tulo Roe aro O Pref.:ito d.: Antonio João. D:icio Qu.:iroz Silva. instituiu no 5mhito do município o projeto Consulta Popular. para ou, ir a população e manter os trabalhos da Pr.:fteilUra direcionado; aos anseio popular. O Prefeito e sua cq ui pc vão aos bairros. se n.:üncm cnm mor.:idon.:s e pro mo, em debates abertos com :i comunidade sobr.: o problemas do local. colhendo ,ugcstõc~. Pá;!ina - Oi CONSULTA POPULAR Faleceu Tigernack Godoy Faleceu neste domingo. dia 26. cm ampo Grande. o jornalisca TIGERN1CK GODOY. redator~ colunist,1 Jo Jornal Tribuna Popular. liodoy morou c.:m Rela Vist:1. foi S..:crc.:túrio do Sindi.:'110 Rur:il e um de ,eus funcl,1dorcs. colaboraJor cio Jorn:il TRIBU A DA FRONTEIRA. onde iniciou suas :itividad.:s de jornalista. S.:mprc inccnti, 011 a impr.:ns:i do interior. homem1 ponderado, inteligente, amigo d.:di ado. deixa centena de amigos e J'amilian:s. a irnpr,·th,l d,1 interior e,1:i de luto. Vepm como é f:ial comprar no Supermercado Arco Íns Alem do melhor a:endimento. do menor preço cil cid.1- dc e do pr.,zo de -lO dias ou 5% de dcscomns nJ.s comprJs J vasta, aceitamos os Tiqueres (Vale:k, Vale Alimentação, Che que tJrdjp,o Ahmcnt:içao, Ticket Alimentação, Correios Alimentaçã0) e C.,n.io de_Credito VISA (todos) À pJrtlr de hoJe. ,·occ e :i sua familia terão m;m uma faaltdJde j sua ~,spos,çiio JO fazer su:1S compr:is. você terá a opor tunidade de programar o pagamento das suas com pras. com a data que 'ocê recebe o seu s:il:irio. Supcm,ercado Arco Íris• sen-ir bem para.servir sempre. Rua Duque d,, Caxias, esq. cvm A~ Teodoro Sati,·a .'fl .f39-I958 'cnch. de !kbi das quentes e ge!adas: Brahma e kol lntres• u domicilio Afonso M.. RAO to 1)11 L O ' ito e a Comunidade l ) llq•,lilll:11- to Anto- 1110 .lo:10 e a l're r C 1 1 lira Mu111ei pal de !leia Vis ta reahza ra m nos dias 23 e 24 de Agosto d o e o r r e n I e ano. uma ",çiio Cívico Social" (ACISO) no / ,sen1amc1110 da Fazenda Caracol, foram dois dias de rntenso trabalho. onde a popula ção menos favorecida daquela localidade, foi assistida gratuitamente, por profissionais da :irea de saúde. Foram realizados mais de 200 procedi mentos odontológicos, aplicadas cerca de 150, acinas cm crianças e atualizadas as car teira de vacinaç:io. ! louve, tambi:m, a coleta de m:llerial para exame preventivo do cân cer do colo do útero, e atendimento médi co com uistrihuição de medicamentos. Campa a Estadual de Vacinação Anti-Rábica O I Oº RC Mec apoiou. 110 dia 19 d..: se tembro próximo pass:1do. :i Secretaria .. • u nicipal de Saúde. 11:1 execução da Campanha E. tadual de Vacinação /nti-R:ibica. Naquele sábado. foram vacinados, gr:11ui tarne11tc, uma infinidade de cães. gatos e maca cos, trazidos pela população nos quinze pos tos montados nas escolas do Município. sen do 8 na zona urbana e 7 na zona rural. 1-,.1 1a lote m t fi s + + -- RI /1 VIO', f < l IRO_HL' iode"LOIE AME IOSO II SI_>.. 10 SAJVA". to!f"l)ICcndcuclo RI A 1.0111), 11/ 673.00rn'. Si",11 MA l)f 1 //1 ll ! 0IIUlfh 1 ARRUAMl·N I O. 10 559.00m'. u,•1!o1m, ;o d,· ,lf11· , .,ç.10 c"p d ido pch Pr~ÍC11Ur,1 lfo 11, p I d t 1 d d cm I de Setembro de 1 999 Havendo impugnações estis deverão rate ata das dentro do prazo de I5 dia contados da ultima pubh a ão, neste Keistro Imobilino. dur ,intc o epedente L>udo e passado nesta tidad.: e Comarca de Bela Vi,tn. do E,1ado de Mato Gro,,o do Sul. ,1<>- doe ...:i, dia~ do 111ês de setembro do ano de hum mil nm c~cnlt» v 11O,cnta e 11O1c. [u, (JOSÉ AV[· l.!NO [: SILVA). Oficial do Rqjstro de Imóveis. a digitei e a,,iao EM TESTEMUNHO DA VI:RUAfl[ O Oficial do Registro de Imóvei José Avelino e Silva Planta da Situação do Loteamento r r ar , ..... , ""'"ª ,..,. / A111111cie e Valorize o Jomal de sua Cidade! Jornal Tribuna da Fronteira AV Produtos Agropecuários em Geral Vacinas - Sementes - Ferragens • Selaria Veterinário de Plantão IMPORTADORA E EXPORTADORA Fax: (067) 439-1234 • Res. (067) 439-1933 , R. Barão do Ladário, 1755 • Centro • Bela ,Vista -_ MS Qualidade, bom atendimento e experiência Casa Veterinária Criacão .) 1 ~cr.1 =liz,.Hlo cm Bda Vi,t,1 um Cul'ou de lnscmina,Jo Anilicial, cm bovinos de 22 a 26 de Setembro, com aulas teoricas à noite e aulas práticas nos dias 24.25e 26. Informações pelo fone 439-1533 ou n:s Casa Veterinária Cri:iç-Jo Curso de Inseminação Artifi_çialJ DROGARIA DANIFARMA ( LÍDER) - ~.. , 1 ' 1 1 Aplicações de Injeções· medicamentos, perfumana em geral VOE CLIENTE IM ! 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Nalco Perera Deoar:arren:o Comerc a Victor H , e. =g2 'easçe:+e Administração e Parque Gráfico: _ • Bela Vista/MS _ A Tnbuna ca Fronteira., 554- 439.1±10-Fa.<331E5: Cx Pastai 23. Cep. 79.260.cc:i - Jardm MS. Rua i.: de .la•:, 3-:, (o- 7 _ " '-- V5)251-1669 1Sede Prr: - Porto Murtinho IAS Pra:;a Thomás La·an 1 , si - (era, sn,- 287.1239 1Scde Prc • Bonrto!MS . Rua Mote Caste! ~ o, s n (Sede Pro;,r a) • Antonio JoãafMS _ Rua Bela V sla. 660 • Caracot!MS _ Av Bras,, s•r. (Cô?) 49 _ 3-1198 (Se :cra! A.ss,r a:Jras Anu~I: RS 100,00- Semest cios·mugisa«m. Ial. RS 50,0Q... Mensal: RS 1 s,0° ··se +si.ÇÇ?""" v os.urro· E~li;d 'onatas&e e as ate ,a o: ADJORt e ABRAJORI mudança do o o 'vele 1o Esta o l>l'plllut/,, Holurfo Urro ( l <kpu<ado l<oberto Orro cm entrevsta a um jornal da Capital. , ol1ou .t defender a mudança do nome de Mato Grosso do Sul para Estado do l'.1111,111:11 Segundo ele. "uma das consequências de :1lt.11111por1,i11ci:r é que, cnrn 1111 nu, o 11on1e· poderemos juntos, numa tarefa coletiva de todo,,,., que h.,bii.11111:,IL' q11,· h,Jjc é li. 1:itu Grosso do Sul. reescrever :1 própria história. • cm dc,mcrceer o passado, ao contrftrio. rcsgat.rndo-o e preservando o que sobrou". Orro aeredita que a mudança cio 11u111c d:i o c11scjn para :1cabar com as práticas demo! itloms da história e da rnnfu,:1o com ed. ,~inplu lil.11 e.: t: e: o a 1uc 1.•o do «I, li 1111 o h tórco- ultura . e. p.ir ., o . !mente:. u m.11, •rn ,,110 - e .i qu 111 d de de produto, Jr<jUlli:tlÍ11u;o, litcr,líllh C J.: UUILI, p..:Ç.! memoriats que e detentam -"Quera que o mesmo furor verbal que eu respeito- das pessoas que manejam "razões históricas" para atender o Estado do Pantanal fosse também u1ili,.11lo P-V·' p101c,1,ir rnn1r.i J fJl1,1 de prio11d.1Jc 11a rcrnpcr.1:l1 ,. por cli:mplo. do C'a,ano do l'orw. cm Cornmb:i. hoJc. infelizmente. bastante descaracterizado. E alta de dinheiro porque falta uma politica cultural densa. Isso vale para o poder público e a inici.111.1 pri,ad.i". Portanto. dit Orro. "di~c111ir nu1<lançn do nome do Estado é discutir nosso grau di.: compromi,so com nossa própria pcrsonali1fadc hi~tórica. é e clarcccr dúvidas num nmbic11tc sereno e dcmocr:'itico. é assumir. de forma rcspon~:i .:1. o d..:, ..:r d..- forjar nossa ser Cei depois da l l U 1ii11t cOt 1 t ,do. hc.111111, u 1110111 l,onit1nh11. 111.: mf:lo e élll JXr-,on.d:J 1,! • que sabia andar e desaprendeu para continuar engatinhando. mesmo com 22 anos de idade" ANTAGENS-Intreas van' vens que o Estado do Pantanal proporcionar J. n, , i~O do dqn11JJ0 J<olxno Ono. "e o ganho conjuntural". as alerta "precisamos prestar bastante atenção no aspecto do marketing, csta mola que impulsiona a economia e onde se encana. n:ío como r.:•ndulo. nns como fl"-.;J n1J, l.-.,r. o jargfto 'qmlid.,dc de vida', que é a geração de i:mprego. é e. goto. é habit.'.lçJo . é ensino, enfim. tudo que depende de inH' timcnto". Orro disse, ainda. que "o item emblemático di, o tudo é o turismo. Na l'll i.: .:1 uge toes que era lav retornar mas tarde n im tavoravel para o amplo debat condições de inteiro esl reem tora, cyo que a dea volta 1 1 tun u cu 1.11 or I J ,, 111r,1 lirr 1, de um Governo, as manfetasões. tanto pro quanto contra, ganham as tua ,· de enha ,..: o méllH r 1,;,11111nho .• 1 1,.il11.!~ju dc 11rn pkbtscito. f>rc~,·d1<lo. uh,,.,, 1u .: J.: um debate popular. o mais amplo L esclarecedor posivel" (A.IP') Arroyo quer informações sobre o multas registradas pela !fiscaliz·ação e etrô , mero de o ca O ,kputado inlonio Cario, iroyo (!YrB). autor do pro1cto que deu origem il lei qu, pr,Jibe a in,talnç~o e manda desativar os lotos,-11,orc. e lombadas ektr(micas nas vias publicas de Mato Grosso cio Sul. quer ljUC o Departamento E.-.tnduul d,· Tr,in,ito (Dctran) informe a As,, . ·mbléia Legislativa. qual ,, número t.lc multas impo,tas através da fisc.1li1aç:lo eletrônica. desde a sua implatanção, em 1997. O parlamentar requereu a Mesa Dirclllra do Legislativo que s,·ja encaminhado ao diretor-geral da rcpartiç,io de 1r:insi111. Dagoberto Nogueira Filho. cm car{llcr de uq;r:ncia. um p..:clido d..: informações sobre o funcionamento do sistema de harreiras eletrónicas. O requerimento foi aprovado na ,essào do dia 22/09 e as respostas .dcvcrào er dadns no prazo legal de 30 dias. sob pena de responsabilidade. J lém de querer conhccer o volume de infrações registradas atravé do fotosscnsorcs e lombadas. mesmo porque a nova lei estadual (Lei nº 1992/99) manda devolver aos propriet:irios de veículos o dinheiro das multas. Jrroyo vê como neccss:iria a individualização desses rq;is1ros. por sistema de tiscalizaçào. ou seja. quantas foram lançadas atra és dos Deputados pedem empenho do governo para desocupação de fazendas invadjdas (), ckp111ados Cícero de 011z.1. líder do PTB. ,. Zé Tci"'ir:1. líder do PFL. voltaram a cobr.1r lo governo ação mais enérgi ·a p:ir.i garnnl rr a dcsocup.1ç:io de :ireas prod111ivas que foram m adidas por familias ele sem-terra. Este un<' s,gunclo Cícero de Souza. até julho, ocorram 68 invasões. "Ou ::,e cumpre a legi lai,:ilo. garnntindo o e tado de direito, 011 e a,ai::,lha. Se o gtlcrno n:io cumpre a lei é melhor nós irmos embora". disse Cicero de ouza, ao criticar, nn sess:io de quarta-feira. a indiferença do governo cm rcbç;io às ordcn de rci111egraçJo de posse. ) dcpu1ado Zé Teixeira infonnou que n:-, noite de terça-feira sem-terra sequestraram o adminis1rador da Fa1enda Aus1r.ilia. de 2 111 il hcct::tn .. ·,. 110 município de DcodáJ><lli~. Di~c qui: ph_1curou ;,. ccrct;uia de Segurança Púhlif.:'_1 nt.15' :1 próprin Policia Militar avisou o-,. <cm-1crr.1 do pedido de dc::,pcjo. A seu ver. h.1 um ccrt1.> temor da própria polida cm C1't:eUl.lf ordens de despejo de sem-terra, em função da posição do govemo em relação a rcfor111.1 :i.g.r.iria. !':.i F:1..rt·ncb .rntu Jntü!ti,,. em ltaquirai, j foram ab 1tit.b-, 11,ll s de 400 fo1osscnsorcs e quantas pelas lomhada,. /rro) o quer. também. que a rcp:1rtiçào de 1ránsi10 informe. oíicialmcntc. se existe isenção a determinados tipos de veículos no registro das infru,õcs. como por c:cmplo. as motos. Para 1anto. ,olicitou que Dagoberto Nogueira aponte se das 111ul1as impostas pdo sistema de fiscalizaç:io eletrônica. nos ano de 1997. 1998 e 1999. quantas foram aplic:ida, cm motocicletas. A rc,posla do órgão deverá conter o numero de veículos desse tipo que estilo licenciado. no Estado. Ao justificar o seu reses. scgundo Tcixcir.1. O deputado Jerson Domingos (PSDB) apre·cnlou oficio do jui1 Jo é Couro Vieira Pontes. da Comarca de Bandeirante . que pede ao go,crno apoin policinl para fazer cumprir mandado de dc,pejo dos sem terra que invadiram a Fazendo S:io Jorge. em Rochedo: "é incon1cst:ivcl a periculosidadc dos invasores". observa o juiz no despacho. alicnlando a rêincidCncia dos Sêm•l~rr:1. "Se o governador quer manter a ordem e ser c:111didatõ a prc idc111c ela República. é prc:ciso obedecer e fazer cumprir as ordcn, judiciais". obscf ou Domingos. O depurado An1onio Cario Arroyo iambêm cri1icou o que chamou de "inêrci:i" do governo, lembrando que a própria policia tem recomendado aos motoristas de caminhões com cargas para que e, iti:m pa:,:,:lr n:is :lreas de concc:ntraç.Jo de ~cm-ti:rr:i. p:iru e, it.:1r os saques. "Ao invés de coibir o: saques a polkia orienta para mudar o c:iminho. pasmem, estamos retens pedido de informações. o deputado do P l'B destacou que. com a edição da Lei 1.992/99. mui1a polêmica tem surgido. principalmcrllc. através do próprio diretor geral do departamento. Dagoberto vogueira, que inicinlmcntc dcu "desastro as dcclaraçôcs" a impren,a obr, a que tão "Sabe-se lá por que razões. ao que tudo indica. o inconformismo ainda cst:i aflt•rando. pois técnicos do Dctran insistem cm dcílagrar insidiosa campanha contra a lei E tadual. afirmando que houve aumento de acidentes. etc ... ". disse irroyo. No entender do deputado. é fundamental que a crítica seja c,ercida.. mas com fundamcn1os f:i1icos e não mera supo,ições. eéo que moti ou o seu requerimento, através do qual e pretende obter. de forma oficbl. número, que possam 1 ----- Deputado .-t11to11io ('arfo, ,.frroyo alicen;arumaanáliscprofumla r•'" nJ, ,e .idmilt: cm e, também, verificar se não qualquer tipo de fiscalização ocorre.. por fa!hJ. do ,i,tr..:m:i Jtc.: de trimsito, que certos tup 1 '.:t c.k então utilizado, isenção a eiulos este;am imunes. prs detennin.Jdos ,dculo,. o duc. as n rmas sa as mesmas por si só,é umJ. mcongruCm.:1.1. pJr.1 1,,J, ,, RAMEZ TEBET PROMETE RIGOR NA APURAÇÃO DE DENÚNCIAS Brasília - A CPI que invcsliga denuncias de rrrcgularidadcs no Poder Judici:irio vai apurar com o rigor ncct..~S3rio as denúncias do juiz as assinado Leopoldino /<.!arques do Amaral contra o Tribunal de Justiça de Mato Grosso. A promessa fo, feria pel pnsidenlc da comissão. Senador Rame, Tebe1 (P 1D8-1 ). ao chegar em Brn,dra depoi de passar dois dra.,, cm Cu,:ih.i ( 1 I") A comi ti a da CPI do Judrcrarrll. que e te, e em Cuiaba desde a noite da segunda feira. chegou a 1arde cm Brasilla Alem de T ebct, p:irticiparJm dos trabalhos cm Cu,aha o vice-presidente Carlos 'rl,on (,cm part,d,> PE). o rela1or Paulo Soutü (PFL-B-) e,,, enadores Jose Eduardo Ou1ra t PT-SI 1 l>bguito Vrlela PMDB-GO) e Amur Lando (PMDB-RO). Nos dons das de trabalho em (urab2. a comitiva daCPl onerou com representantes da sociedade e recolheu diersos documentos. que serão analisados detalhadamente pelos senadores e assessores da omiss.± Ramez Tebet testemunhou que a população de Mato ; Grosso esta dignada pedindo a.spurasa das denuncias contra o Irtunal de Justiça do Estado e a eluda± do assas>mate do juiz Leopoldino Marques do Amaral O senador mnformos que no ultimo compromisso da PI em urata, a sita ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, todos os desembargadores disseram estar dispostos a colaborar com os trabalhos da comissão O e-presidente do tribunal, Emnam Verra de Souza, entregou documentes aos senadores, sando faltar as investigações. Advogado .:J;. E..,u·itót io de Advocacia Heron dos $unto I d/,,, » H ,1, l Juan Paulo Medeiros dos Santo !ll: I',, 11'' ,. IINq, .. d, t:.U.lu, 6111· o,n.tro. r;t;,n.i cll411ZJ1-1 I ,a t.l"" 19 40,000 • erdi,,,IM! (067) 251-1012 Rua 14 de Maio 470 .f9rdrm -MS Joe Greoro de Bnnos Ana Lua Gomes dos S1111/o., p 1I Causas Civeis, Criminais, Trabalhistas e Contratos ,v. Duque de Catas. !2I- Fundos • t·ntlo ,l.rrd1111 - MS . Fone ((08xi7) 251.3101 ;-_. Escritório de Advocacia O i1 V,tn.1 d 1 :., , <l f, Dm 1 <JCI t P o C,,i •• , '. '(;.fl 1 I. A Rua Cuiabj, 418 • Centro • (Ot1) <IH • 1210 ____ ...Bt.ll.~~MafQ.GmuodQ..lld_ -!-Advogada 5h4l kina lopes htra O.AH. v·, 64'11 Escritório de Advocacia faent. DOusue e a d79 4+173-ft veto M n tore ementa 2.4721 item M - •-C:- ..... 151'·lla~ '-ftllFual-1'21-- ·UI .. Exames Oft::Jfmofógicos Ad::Jptaç5o de Lentos do Contato Cirurgia Ocular Dr José /Vana de Calazans Ramos CRM-MS 27 53 - CPF • 017 7! 5 1 '11-65 251-1694 Rua Tenente Ser,nardes, 608 • Centro • JardlmfMS ) Dr. GusIavo Ra'ael ~I Boccra -D' Renato de Souza Rosa Ultra-Sonografia Abdommal. Ultra-Sonografia Transvagínal. 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Alemeit!a Clinico Gc·ral • Especi:oli:wdo em Odontologia estética - Restauração Prótese em geral- Tratamento de canal Rua: Presidente larga, N 480 Guia Lopes da Laguna .l/S--CEP i9:!30--01Jfi , 1 .;ttbtr 'l Soc,edJd~ Brasileira de,vbltar;ão Oral • .._ • e,· .t.C,,.:· ,·. !'. :era zat •••oo••• ••• (!). ••• 008 • o • e •oo ooo OOC> 000 •••oeooo NIPO ED Sem carência Sem limite de idade Assistência Médica e Odontológica Tratamento digno por preço justo ~ (O __ 67) 439-1917 (Enir) • __ --.,--~ ~- (~ __ 67) 784-4955 (luclone) sa Veterinária Criacão Médicos Veterinários: Dra. Carmen Aparecida Santiago Lima CRMV/lt1S N" 0911 Assisiéncia C.í,:1ca à pequenos animais com rncinas e cons,li,a.; ü domu iiio. Ba .ho e Tosa com hora marc rio e Exam1: de ,remia infecciosa Eauir:a. Dr. Sérgio Augusto Loureiro Lima CRMV/frfS N" 0947 Projetos para o au;1:ento de produriuidade pecuària, Came andrológico em ro1,ros e Exarnes LaborOioriais. . "_.·Cruzeiro do Sul ,, f;frf t-W Mato Grosso do Sul São Paulo e Paraná Campo Grande - MS Rua Santa Arnél s 104 CEP 79 005-240 Fone· (0xx67)721-4008 Fax 724-9190 Home p.age http //wwwvacruz ccrn br E-mat vacruz @zaz corn br ~ *** * Cruzeiro do Sul l licro e pe e a presas ganham es Ecoturis o ' Plenário do Senado apro (I (' ('li 1(1 d san@o presidenciaw projeto d José Sarney que dará tratamento jurídico diferenciado, simplificado e facili talo aos cerca de quatro milhões de pequenos empreendedores do País Vau a sanção predental o projeto de ler aprovado pelo ple- 11,1110 de autoria do senador 'º'l' ',,IJIIL (l'MDll-/1') 1.11;111- do o l statuto da Microempresa ,· d,1 1 111prt.:a dt.: l',.;qu1:nn i'or te Referindo-se a rapidez com q111.: ,1 tlllCl:tll,1 for ;1 C':1111ara C 1011011 p:ir:i 1olat;i'io no St.:nado. em forma de substitutvo, o pre ltil:111t.: da Casa, senador Anto nio Carlos Magalhães, disse que essa e uma demonstração de que o Congresso trabalha e produz t!ÍICÍL'lllClllClllt.! lJl111110 a falar nos debate, que antecederam a vot:iç:io. Sarnt.:1 foi clog,i ado por quase to dos os senadores que se mamtfes- 1ara111 na trihuna (ver mr11rnn nbn/, o). St.:u projt.:to 11om1a111a princr pios constitucionais e dá ils micro e pequenas empresas tra tami.:1110 jurídico difercnci:ido. simplr ficado e favorecido. Com isso. -1 milhões dcsscs emprt.:cn chmc1110s. rcsponsávcis por 60% da oforta de emprego no 13rasi 1. podcr;'io ter trnt:imento difrrcnc1- ado no pagamento de imposto. contr1bu1ções. tax:is públicas e lmpo,to de Renda. / lei aprovada consider:i microempresas as firmas indivi duais ou pessoas juridicas com faturamcnto anual de até R$ 244 mil Ja para t.:nquadramcnto como fl CJUUI 1 <:fllJtlc ,1 li f •l•JI 1 1 n: 1 11.10 podera ultrapas ar R$ I 111- Ihão Alem de aumentar os valores para enquadramento de mero e p ,. qucnas empresas, o c tatuto sim pld1c;i O rrncccl1111ull<l hurOlf,1· os patd o ICf'J!lll dt.: ,.;, t.:,t l· belecmmentos, assim como as c 1- génc1as para seu enquadramento no repume de declaração de tnbu tos denominado Simples Ao comentar o momento de alera vvido pelo Senado. Jose Sarne fez um apt.:lo par.1 que o Mrmsteno do Desenvolvimento cric logo o torum permanente das micro e pequenas empresas. em sua op1mão. de extrema im portanca para o atendimento das demandas que vão surnr fam bem disse que espera ter ayuda do o 13rasil a mel hor:ir a ,t1uaç,io dos pequenos cmpri.:endt.:dores. E lembrou que duranli.: st.:11 govt.:r no o país teve o menor indrce de dcscmpri.:gn: 2.75% Conforme Sarncy. sua 1n1ci ativa não consistiu num gesto 1so lado. mas traduzia uma vsão que resume toda sua carreira política. scmpre preocupada com o proble ma social. "Eu tcnho sido um gran de critico da Constituiç,io cm vi gor. mas no que se refere ao soci al reconheço que ela tem grandes e necessários avanços". observou o ex-presidente. • Quando o ministro Alc1rle,- T;ípia;:. do De si' n,·ol vi men to, diz que d i mi n 11 tr o desemprego através ria recuperação das pequenas empresas é uma prioridade do Gov<'rno. que acredita que o setor é o que maior número rle pessoas pode empregar (em épon1 normal. 70% da popul:ição economicamente ativa estava empregada na:a micrn e pequenas). anunciando até linhas e pe.-iais de crédito cio B DES. esquece-se de que os juros altos e a retração rio mercaclo provocaram no segmento. Era o efei10 casc:,ta: para cobrir um banco. a pequena recon-ia a outro e assim por diante. até se esgo.,lar e ir parar na Serasa, engessando suas atividades. • Penduradas na lista negra da Serasa. as pequenas não conseguiam nem mesmo desconto de duplicatas. Quebradeira geral. demi;;sões em massa e o que sobrou dessas pequenas. certamente quando for se candidatar a um empréstimo no BNDES para tentar se recuperar. sofrprá dos males rle estr na Serasa. mesmo que esteja tentando renP<>ociar suas dívidas com os bancos crerlo~·es. Para se ter melhor idéia: metade das 1.5 milhões de micro e pequenas que ndenram ao Simple;: esrüo hoje inacl1mplentes. segundo a própria Receita Federal. E ninguém tem mais nada: quem tinha carro. 'endeu. Quem tinha imóvel. vendeu. Ficou com um único. que ninguém pode tomar. egunclo :i l.e1. • Homem de banco. Tápias imag111a que pos::-::, criar saída-extra em meio ao imbróglio. uma espécie de anistia temporária da Sern,;a. para as pequenas concorrerem aos empréstimos do BNDES. :las, há aincla o lnclo dos impostos: as pequenas que não pagaram bancos. não recolheram imposto~ Sarney pediu qwe governo crie loto o forum permanente das microempresa Sarney lembrou que na mensagem em que, como prest d..:ntc ela Rcpúblic:1. rn111 ceou a Assembleia Nacional Constttu- 11111:. salicnl:lí que :i 11:ição pre cisava de uma Carta que ofere c..:ssc ma1, cliri.:ilo poliltCOS e sociais Também rt.:cordou que. no governo, preocupou-se com as micro e pcquert:i empresas. ressalvando contudo qm: o csta tuto não é obra ..:xclu,i amc111c sua. "Agradeço as rckri:ncia a meu nome. mas quero fixar que muito devemos a /fi í Domingos c ao Scbrac. que dedicaram grande apoio a cssa iniciativa". informou o senador. Elt.: elogiou tambim o trabalho do deputado Custório Mattos. relator da ma téria n:i Câmara Tápias vs.Serasa e impostos atrasados ([NSS rio Indo da empresa. PIS. Cofim e nas ciclacles. ISS. além rle outro,;). E todos esses blocos taxativos estão Lenlnndo e-obrar a,;: pequenas asfixiadas. GItt - OH00k NsIos l.'1 lh.n.11f.,1 1 P 1111111 nE .IULIIO OI A 15 21.09.1999 16 , 31 23.09.1999 ,GOSTO OI, 15 28.09.1999 16 A 31 1-U0.1999 SF.TF.MBRO 01 , 15 19.10.1999 16 , 30 21.111.1999 OUTUBRO 01 A 15 26.111.1999 16 A 31 18.t 1.1999 NOVE:IBRO 01 A 15 22.11.1999 16 A 30 2-U 1.1999 DEZE:IBRO OI , 15 l-U2.1999 16,31 16.12.1999 .JANEIRO OI A 15 21.12.1999 16 r31 28.12.1999 FEVEREIRO OI, 15 13.01.2000 16 A 29 18.01.2000 ilARÇO OI A 15 20.01.20011 16 A31 2-t.01.2000 ABRIL OI A 15 26.01.::?000 16 A JU 10.02.200IJ '.!AIO OI A 15 15.0::?.2000 16 A 31 17.02.::?000 JU.'1-1O OI , 15 22.02.2000 16 A 30 2-t.02.2000 J 'omo afirmou ·Joio M Pre·dente do ln tatutode Eco ur mo do Br.1 .qj (J EB). "rn cotur mo a álula de escape na grande me ropole. o da cidade de São Paulo calcula- e qu fuyam, em um fnal de emana norm il. mas de 500 mil pe ou. em bu ca do lazr e do relaxamento junto a na ureza oferecido no mero rural. A Associaçao Braslera da Indústria <lc llot«:•1,: (/htd). ai l'lll a ,O l ~unto, n1u-:Lou com o Hotels Envronmental 1 n i l Ia I v e•. p rt•,: i dida p c· 1 u p I i IH' 1 pe Charles, um programa para sensbhzar os que trabalham no setor turístico em relação às questões de meio ambiente No Rio Grande> elo Sul. a Secrt>lnrrn de 'Turismo promoveu. na cidade do Ho Grande, de 26 a 28 de maio. um scminá.no sobre o ma. Em in eressantes painéis. os expositores rev,,laram as bel zas de suas cidades e o que ,·cm sendo feito para incentivar essa nova fonte de renda. No P a r agu a i . o M t n ist é r i o da Educação e 'ultur:1 1ncremcnt:1 o turismo ambiental interno. com a divulgação dos alrntivos de cada uma d sua,; rcgiõe:<. por meto da publicação Repor/age ai Pais. É preciso não esquecer que essas boas iniciativas exi~l•m muito e:, udo. Não se admite mais que o meio ambiente seja sacrificado em nome de um suposto pro:!re so econômico. Os novos empreendimento,, têm de ser absoluto pela n..ilureza. conciliando o progresso à preservação. ,té porque. se assim não for feito. o turismo sucumbirá. A lei 6.513/77. da C'onstituiçfto Federal. prevê Areas de Especial Interesse Turí. tico. que merecem proteção e reconhecimento da Ünt:io e dos Estados. :-.Jo Paraná. a Lei Estadual 7.91918·1 reconhece a zona da Serra do :lar. entre Curitiba e o litoral. como Area Especial de Interesse Turístico A construção de um complexo turístico exige que se faça um prévio Estudo de Impacto ,m h1ental ( EIA). Caso os efeitos do empre!'nd1mento ~l' revPlem nocivos. a autorização t!'ra d,, ser negada. A ausência desse estudo ou qualquer dano causado ao meio ambiente podC'r.Í sujeitar o infrator a sançoes administrativas. c1 ,·1,- ou a ti· mesmo cr1muna1s. Os agentes de tun:,;mo ecológico devPm conscientizar-se ria necessidade de preservar os recur:;o:; natura1~ ho ·tóricos e culturais. Qualquer ofensa a esses bens, que são patnmómo comum de todos os brastle1ro,;. denir:í ,-er comunicada aos órgão,- ambientais. como o lhama e a Policia Flor,•,;tal. ou ao l1111sténo Público Afrnal. segundo a C'on,;tttu1ção. somos todos responsáveis pela pre,-,ervação do meto ambiente. para esta nos,:;a e para as futura,- gerações. o r a d R, ,.,.,dd11 apre ntou mndaça0 a IJH'' J Dlll ltlf,I li / emblema Ierslata ne da ão de quinta tera soltando o t.:.11· amnhamento d pe dente ao Mmistro da ade Joe Serra e o- 111,1 ,, 1/Jta• 1 t'lfLJJ,1 dc Castro. Seretano de Estado de Saude sole1- 1,1ndn 11111.•di:1!.1 pro,,. d·nas no sentido de feajustar os valores atu ars da tabela de procedi mentos do SUS - S1ste ma Umco de Saudc. Segundo o Depu tado Remaldo, a área de saúde dos Mumeip1- m,. do Estndo e do l'ni, cst.i 1111mn c.tlnmidadc públ11:a h:i muitos :mos e nada melhorado. prin- tes na tab pula ao br alera d um atendimento efi.rente na arca de aude. vendo 1 1 ,11de :,n , ,o de aparce- l mats carente que tem na tede publa o uruo meio de recorrer as nesstda d..:, ha,1La, c urgc111,-., 11.1 oluao aos problemas da aude da sua famiha, pro idade numero um de qual quer "Chefe de Familia" '1 cmo, :1 111íorn1a ç:io que a tabela de pro- edmmento do SUS, so frcu 11111 1111111c1110 ,omen te de 2 %. dcstc julho/ 9-1. e 110 período do pla no rc.il. 01/07/9-1 ii 30/ 06/99 a m!lação acumu bda pelo índice I PC/ FGV foi de 76,7%. por- níl l< ti l :ou (Jt. r ro d,· 1 19 o 11 d1u: 1.he ou a 109.742% Ainda, e enficou que quando houve a con , u,:io dc lJIW/Rc:il cm O 1 /1)(,J') , houve uma de fasagem de 9,56% no se lur de <audc. proport10- n.111do pon.:m uma dcfa a gem de l 99.302%. que ,ubtramdo o, 25% cone hdos temos 11111.1 111ílaç,1o liquda no setor de saúde de 91,302% até fever uo deste ano ( 1999). Fica provado e cla ro que os recursos deve riam ser repassados ao setor nrnis carente do Pais. porém, o governo fcdcral c,tá 111scnsivel. rcduLindo imensamente a quantidade de recursos, Som para festa, aniversário, propaganda de rua e som em geral Rua Murilo Godoy - S.:", - Ttl. (Oxx67) -195-120-1 • Curucol-MS FALAR COM ROBSON (DJ BOLA) Produção de rações para: . Bovinos em semi-confinamento; . Vacas leiteiras; . Bezerros mal otes e desmamados; . Equinos; .. ~ ~ . Aves <. -:orte e de Postura; Concentrado para: . Bovinos em semi-confinamento 1,.._. ( m lOrn l rea) por d, 1. 011 ..:p 1 •n , ~,daJ.110 . Ir ,r lo 1 -.:e a se d ompa so ta ta bela, vem propeando a matona dos hosptars com enados a uma ave obra financeira dr que os 1 hospitars po to o Depu dual Reginaldo J'cr1cir.1, ,nl14.J1,1 ,10 Minstro Jose Serra Dia 13109. nesta segunda-feira compl> tnm 25 nno, que C<;IOll SCIII IIICU pai. tcnbo íl sorte de lembrar dele todo, osdias n es anos todo Fiz em sua prc cnça e do pai celeste no PRONCOR 'clho" de José Antônio um juramento que pertence a nós três e que te nho a HONRA de ter cumprido Penso hoje. quase com sua idade. como meu querido pai rcngjria as "noti ias" que pi n tam sobre nós. produtores rurais, todos o clia, na midia e na média das con.crsa do nosso Brasil ultrajado, vendido e barganhado por mi galhas de "30 dinheiros" n.-ccbidos pelos "ini Jnigos" do capital internacional Desafetos se unem, viajam juntos. vi sitam pantanais da Disneyl:india. aprendem o significado de "is up to you" e negociam nossas capivaras. matas, crianças, futuros de nossos rios e suor de nossos cidadãos. Vol tam felizes e de lumbrados.. porém sem pro jeto, sem fomm. sem e pcrança. Hoje meu velho pai. vale mais o que os "gringos" pen sam do que a palavra empenhada. a digni dade e a liberdade dos que trabalham. Se fez seca e o fogo aparece. são os produtores rurais os culpados.. n:io a incom petência dos órgãos respon :,·eis pdo meio ambiente. Daqui alguns meses seremos res ponsáveis pelas enchentes.. 011 pela estiagem "e voccs produtores rurais perderam suas safras; quebraram o comércio. a prestação dos serviços, a inadimplência da sociedade. a arrecadação dos impostos e taxas". Porém. sabemos dos produtores que aos milhares se unirnm para apagar os mui tos focos de incêndio do nosso Estado e no braço ena fé, pela chuva. conscg.uiram 1 fllll l r., ou,rrtr, podcrcn,u ter um colapso dentro de pouco tempo 25 anos sem meu pai "Por que você ac:Jw que está errado. Fui eu quefiz".' Av. Brasil, 240 Caracol-MS CEP 79270-000 A notes mal dormidas, os prejuízos incontáveis, o clarões das madrugadas mn teipadas pelo fogo das pastagens, e das 1t1Jta, em agosto e setembro conente. do maior Estado produtor de ame do Urn,il re,:peirndo por no, li.! notícia,, meu amigo pai sio ''dirig,id.1,'' wbre nó!>. que a:pc r de tudo. n,iu deixamo, de produzir com dificuldade e oragemos a!i mcmos que o brnsi.leú o, con --ornem. Vamo tentar contar a ''noti ·in;," pnra "estimul, r" os homcn, e mulheres que lotam no campo! 1 Faixa de fronteira ( 150 Krn)" 2 Produtos Tran.gê.nico : J. fondersul, 4. Invasões por indio, 5. Invasões por "Trabalhadores": 6. Serra da Bodoquena. i. Parque do 'a bileque. 8. Reintegração de posse: 9. Endividamento Rural; l O. falta de renda n.a agropecuária. Lembro boje e sempre de você, meu amigo. quando mostrava seu trab:ifüo e sua luta para sua primeira nora em sua fazenda e dizi:i. "O que rncê adiar que está errado foi cu quem fiz". e a • m justificava seu esforço em tom de brincadeira. Porém pai. srus amigo seu pa'.rio tismo. seu trabafüo. sua honradez e sua índign.. ç ão aos desmandos audaciosos dos "governante " permanecem no coraç.io do, seus filhos Sinto muito sua ausência., mas re conheço que se entre nós fisicamente estives se_ nósoveriarnoscom tudo isso e correríamo, o risco de você morrer outra vez.e de desgosto oqueniioqucro. LeiinciodeSouz:i Brito filho 1 Lp OSTO DOS FR NTERAS 1 Fone: OXX67 495-131'7 Em tempos de real o negócio é economizar comprando com qualidade Ganhe 65% no pr_eço da gasolina (mais barato) e 35% no preço do óleo diesel (mais barato) É isso mesmo, abastecendo no Posto Dos Fronteras essa é a diferença do preço Seja inteligente, essa é a diferença POSTO DOS FRONTERAS Bella Vista-Paraguai ~ 038286 (Bella Vista-Paraguai) -+ Gasolina Super e Comum - Filtrado -+ Óleo Diesel - Filtrado CLIENTE AllGO: Vamos ser objetirns, vale a pena abastecer no Po. to Dos Fronteras. ,·oce pagará menos 65% no preço da gasolina e 35% no preço do óleo diesel. 1 ":ife a pena 110 preço e na qualidade POSTO DOS FRONTERAS - No Km 1 e meio - Na saída para Assunçãr, - Pertinho do centro - Lácio Queiroz lança roi eto de consulta popular n sua administração no município de Antonio João lodo os moradores da Vila Arabela Freire, ouvindo a propostas do prefeito municipal bicio Queiroz Silva Geraldo Ferreira/Paulo Rocaro O prefeito de /rrtorrio Joio, Dácio Queiroz Silva instituiu no âmbito do muni cipio o projeto Consulta Po pular, para ouvir a popula ção e manter os trabalhos da prefeitura direcionados ao anseios popular O prefeito e srra equipe vão ao hair tos, se reunem com morado rcs e promovem debates abertos com a comunidade sobre os problemas do lo cal, colhendo sugestões A maioria das reivindicações apresentadas são soluciona rln, 11a hora O lançamento do pro jcto foi feito 110 corrjurrw habitacional "Arabela Freire". !r(j, 191 L com a pte sença de todos os diretores - inclu ivc a secrc.'11Íri:r-gcrnl. Dr Vem /lba Peixoto Martinez - dos creadores Wilson M:'11io Gorrçalvcs.. Jamir Fuchs e :r esposa do vereador Lcony Nascimento. Toninha Nascimento, que Suspensão de distribuição de cestas bási cas em Antonio João provoca problemas Assessoria de Imprensa Municipal- Pau lo Rocarol Geraldo Ferreira A Comissão Municipal de Alimenta ão de Antonio João. o prefeito Dácio Quein,7_ lidcrn11ças comunitária. e represen tantes de organismo. assistenciais estão se mobilizando na tentativa de sensibilizar o go verno federal sobre as conseqüências da in terrupção da distribuição de cestas básicas do programa Prodea cm Antonio João, que há três meses foi suspenso em praticamente todo e, Mato Grosso do Sul. Antonio João atendia 580 familias carentes com as cestas básicas, de11tro de um cadastramento criterioso feito pela Coordenadoria Geral de Ação Social. Desde a interrupção a cidade passou a sofrer os efeitos da falta de alimentos. re gistrando um aumento considerável de pes soas que procuram os órgãos de assistência do município cm busca de alimentos. As au toridades policiais vêm regi Irando um au mento no número de pequenos funos na ci dade. e temem que isso possa ser um dos reflexos negativos da intemupção do progra ma. "Estamos tentando reativar o programa antes que coisas mais graves aconteçam", disse o presidente da Comissão Municipal de Alimentação, Nereu Butskeicius Nantes A fome é a preocupação de todos os segmentos do municipio, por que pode levar muitas famílias ao desespero. o prefeito D:icio Genldo Ferreira/Paulo Roa1ro O atleta Rosenilclo Leite Riquclme. um dos destaques cio pedestrianismo de Antonio João, venceu terça-feira a tradicional Corrida Rústica da Independência. uma mini-maratona preparatória para as elimi.natórias da Olimpíada Estadual. Com o tempo de 46 minutos e 26 segundos, o atleta percor reu o~ dez quilómetros da prova. depois de sair da en trada principal do Parque Hisionco ColõniJ rnilitnr dos "sgamos somando esfor0 busando ideias".t ktou [aio Outros banos vão tecber ar 'ada com" a da prck,tur,1 nodccmrcrdo rn: cnt,,:d,: oJardnn l'ion.:,ro. la Penso Vla Nova o en troe o ditnto do (Campestre pos os nonttos a comunt dade sera convidada a dsu tiro or.,.,11rrm10 do 111tmic..1pio Jogos Estudantis em Antonio João tiveram número recorde de atletas Cerca de 420 atle ta . divididos em 80 equi pes, partkipararn dos Jo- Presidente da Comissão Municipal de Alimentação, Nereu Nantes -Queiroz está providenciando um documento assinado que será enviado à Companhia Nacio11al de Abas1ccimc1110 (CO AB) cm Mato Grosso do Sul e às esferas superiores do programa, apontando as consequências da suspcns.'io do fomccimemo de cestas básicas a população mais pobre. "O que podemos fazer estamos fazendo, mas só com a retoma da da distnbuiçào poderemos atenderos ca rentes":, fiisou Dácio Queiroz. Prefeito Ddcio Queiroz em uma das reuniões na Hla trabela Freire da e querda para direita; presidente do Diretório do PMD Ailon de Matos, vereador Jamir Fuhs, vereador Selon Lozano e a presidente da Vila Aurore Oliveira o E scolares da Inde- pen ência. realiLados pela Prefeitura Municipal de Antonio João. Se gundo o prefeito Dácio Queiroz Silva. trata- e de um recorde na hi tó ria dos jogos e tudanti. do município. Além dos alunos das Rede Muni cipai . Estadual e Parti cular de Antonio João. representantes da E co la do Di trito de Cabe ceira do Apa - municipio de 1'0111a Porà. partici param das disputas de futebol de salão. volei bol, pedestrianismo. en tre outros. Por causa da forte ventania, as di putas do voleibol de areia e pipas foi transferido para o fi. nal de semana que passou e os resultados oficiais não foram divulgados a imprensa pelo Departa mento Municipal de Edu cação e Cultura. No fu tebol de salão o campeão foi o time do 3° Ano da Escola Pantalcão Coelho Xavier, que jogou com Jackson, Welton. Vagner, Alfredo, Wellington e Márcio. Com a inclusão do jogador Laucidio. a equipe também conquis tou o primeiro lugar no Atleta de Antonio João Rosenildo vence corrida de dez quilômetros Dourados, localizada na MS- 384, entre Antonio João e Ponta Por:i. Os vencedores recebem troféus, medalhas e prêmios cm dinheiro. Q tiro de largada foi dado pelo prefeito D:icio Queiroz Silva, que acom panhou a luta dos atletas pelas melhores posições. Veiculo batedores dos De panamcntos de Saúde e Educação deram seguran ça aos corredores, que ti vernm postos de apoio ao longo do percurso O tre cho incluiu. alem da rodo- vill MS-38-1, a avenida Eu gênio Penzo - passando pelo centro da cidade - Vtla Guarani e retomo até o Gi násio de Esportes "João Frere de OIvera" A che gada teve o acompanha mento do médico Dr. Ribamar da Cruz e Silva Em egundo lugar, com o tempo de 42mim06Seg, chegou o ant 011 iojoanense Jenn Carlos Silvestre de Olivei ra. A disputa mais acirrada ficou pelo terceiro lugar. levando a melhor Marinho fernandes Roa (-1-lmin) sobre Jo é Mário dos San to (-1-lmin02Seg). Entre os dez melhores classificados, também cru.znrnm a linha de chegada os corredores Paulo Preto - com tempo de -15min l 5Scg (5º), Emerson Soares Duane - -l 7min 13 Seg ( 6º), Valdccí Gomes dos Santos -47mim 1 7 Scg ( 7°). Alfredo Lescano - 47mim 37Scg (8°). Emerson Almirón Duane- 50min 16Seg (9°) e Jorge Cavalheiro Filho - 52mim 07 eg ( 10°). A equipe da Escola Pantaleão feminina de ,·õlei, recebe11do o troféu das miios do prefeito Dácio Queiroz Silva Prefeito Ddcio fazendo entrega do troféu para a equipe de salão, 110 Gi11ti,io de E5porte voleibol. Em egundo lugar do fut ai ficou a 6' Série da E cola Maika Sanábria Pinheiro, forma d a por Alexandre. Jorcileu. Gilberto Valdir, Valderi. Sebastião. Edmar. Luís Carlos. Rudiney e Pablo. O vice campeão do vólei mascu lino foi a Escola Polo Rachid Saldanha Deri que lutou com Marinho Alan. Roberto. Francisco. Gabriel e Alex. o volei bol feminino o troféu de campeão foi para o 2'' Ano da Escola Pantalcão Coelho Xavier. que jogou com Ana Lúcia, Josiane. Raquel, Camila, Érica. Simone e Carla. Em segundo ficou a 7' Série da mesma escola. formada com Julisandra. Antõnia, Helenir. Clcidinnc e equipe. O futal categoria 7 a 12 ano te,·e como cam peão a 7' Série A da Esco la Aral Moreira, que jogou e ,·enceu com Dcn is, Diego. Robson, Lincoln. Rodrigo. Tiago e Leandro. O ice campeão foi o Distrito de Carnpc::st,c.qucte-.e cmSéu elenco os garoto, Anrsio. Antônio. Vandcrki. Comclio. Mariano. Ehis e Valdecir i 5' Serie da l·scola /rnl Moreira ficou em terceiro com Magno. Dalmo. Rodrigo. Cinian. Sérg.io. Jo,irnar. Edgar e Wanderlci. ; entrega da premiação (troféus e me dalhas) foi frita pelo pre fr,to de ,rrtonio João. Dacro Queitor Silva. pela chefe dos programas Hra sl Criança dada Vale Cidadama e rehes lu c1a Regina da ruz utkevius pela diretora do Departamento de fdu cação e Cultura, professo ra Eva Luza Penzo J2que Echeerra. vereadores Jamir Fuchs e Wilson Gon çales.ainda os direto res do Departamento de Saude. Dr Jose Ribamar Cru/ e Sih a e da 'igilãn cia Sanitaria, Dr Henrique Komi, ama A coordena ção geral do e, ::nto foi do professor Ari liguei de Souza e na chefia do Ce rimoniul atuou e-vereador Paulo Rodrigues (Paulo l JVROS A Dama do Cachorrinho e outros contos A. I'. 1. llhtklJo, Esta nova cdão dos contos de lchekhov é uma versão refenta do volu me mural de 1959 O lvro anda teve mars duas cdres, de 1985e 1986, mas esta quarta é uma nova tradução de Dons Shnatderman, provdénca mnhspensa vel, segundo cle, após um periodo tão rande entre uma c outra edição O pre fico foi substituido por uma nota bio ráfica e anexados um posfácio e um apêndice escntos pelo tradutor Os contos do rande escritor rus so incluídos nesta coletânea procuram refletir as diversas caracteristcas de sua obra e as diferentes facetas de sua per sonahdade. Alguns textos foram elimi nados pelo próprio autor da cdiç;io de suas obras completas, como "Nos ba nhos". "Pamonha", "Fantasiados" e "Um dia no campo", mas para o professor Doris. "o colorido e a vivacidade de suas estórias da primeira fase. quando Tchekhov era ainda Antocha Tchekhonté, têm um lugar importante no conjunto de contos tchekhovianos" "Pamonha", por exemplo, traduzi do para árias línguas, teve considerá vel percussão e "Um dia no campo" e cer tamente um dos contos cm que aparece de modo mais evidente o impacto das 1déas tol toanas na obra de Thkhov Uma pequena obra-pnma, que por s vale o volume. da titulo a alet a"A dama do c...;t<.hornnho'' nK> tia iodo o otdano da mntehguéntza russa. que se sufocava sob o peso dos preconceitos e da falsa moralidade. Sobre ele Gorki escreveu "Li sua 'Dama" Ninguém pode es crever com tamanha s1mphcidade sobre coisas tão simples Depois do mais mn significante dos seus contos, tudo o mau parece grosseiro e escnto não com pena, mas com um pedaço de pau E, pnn cipalmente, tudo parece não simples, isto e, 111vcrid1co. ( .. ) Você realiza uma obra colossal. com seus pequenos ontos. despertando nas pessoas uma repulsa por esta da sonolenta, me1o mona. A sua 'dama' causou-me tamanha impressão que. apenas a conheci. quis trair minha mulher, sofrer, brigar etc". As melhores obras de Tchekhov. tanto na literatura quanto no teatro, es tão impregnadas de compreensão e com paixão pelos humilhados e ofendidos da vida. Tchekhov, no entanto, jamais se pennitiu qualquer upo de pieguice ou sentimentalismos. Atento a tudo que acontecia com o homem e com a soci edade, ele nunca foi um homem politi co mas sim um humanista. dor so, nem mnd ferente" dra ele "quero apenas dizer aos homens com hon t1- dade e franqueza observar-vos, vede como e detestável a vda que levais' O mais importante é fazer com que o ho mens compreendeam 1 to, pos aso 1sso aconteva hão de cnar, necessanamente, uma vda d terente, uma da melhor " Sobre Thkho.p Tatiana Behnky (extraido do livro O homem no estoyo) Antón Pavlovtch Tchekhov nasceu em Taganrog, sobre o Mar de Azov. em 17 de Janeiro de 1860. o tcrc<!1 ro do~ seis filhos de 11111 pequeno comercan te. cu,10 pai fora servo de gleba Observador arguto da Ida e de ludo o que é humano, Tchekhov foi um homem de muitas vencias A mnfãncra penosa, a adolescência dificl, as duras neces,1dades e a realidade urbana em Moscou e a doença- ele foi tuberculoso desde: a juventude; o período como mé drco rural e a experiência adqumda em diversas viagens, tanto pela Europa quan to pela própria Rússia. tal qual a que ele empreendeu em 1890 para a IIha Sakhalína- uma long;ijomada através do país. de carro na ida. por mar na volta - e o quede pre eneiou e sentiu naquele 1u- Racismo e Anti Racismo no Brasil Bancos funda does- ntor e mpnmu a marca da e de na suas obra mas importante [chekhov deou obra cten a cn tenas de contos, vartas novelas muntas cartas, uma imensa coleção de autent cas óas hteránas E a sua obra como dramaturgo não e menos importante muitas peças curtas, de um ato, a maioria com.as e satinw.as, e ano obras-pnmas da dramaturya /vanoy A Garvota, To Vima, Três rmàs e O erejal, verdade1- ros lássi s constantemente represen tados no mundo 1n1eiro. Em 1989, quando sua saude piorou. Tchel.hov for vver na Cnmeia numa casa que adquunu em lalta, com a mulher. ajo vem atnz Olga Kmppcr. 011dcc..onnnuo11 .i trabalhare onde se cn ntrm:i c..om fob:01. Górlo, Bunin, Krupmn e outros grandes es cntores seus contemporâneos. Mas a tu berculose recrudesceu. e cm Julho de 1904 ele foi-se tratar em fü1clen\C1lcr. na Alemanha, onde veio a falecer em 15 de julho desse ano, aos4-I, em plena floração do talento e da cnatidade Centrais: Antonio Sérgio Alfredo Guimarães • p t e Fundação de Apoio à Universidade de São Paulo "i Teoria e ra 1ca ais. sociais e culturais a partir de diferenças tomadas= como naturais. A atitude na qual se baseia o racismo Alan S. Blinder - Apre esta presente quando se considera que alguém, porta- sentacão de Pérsio Arida dor de uma certa identidade racial ou regional (como Tradução de Maria um baiano. por exemplo), deve reagir a condições cli- Abramo Caldeira Brant máticas ou sociais de uma certa maneira predita: ou ainda "As conferências quando se acha que um Estado ou Federação é menos do professor Blinder desenvolvida que outro porque o pnme,ro e povoado demonstram exata por mestiços; ou quando se considera os naturais de um Estado mais musicais que os de outro Estado. em razão do sangue negro que corre cm maior quantidade cm sua veias. Em todos esses exemplos. encontra-se presente, de modo explícito, a idéia de urna natureza geral que detemina aspectos individuais ou socioculturais", escre o sociólogo Antonio Sérgio na introdução do livro. A partir disso, podemos concluir que cada racis mo é diferente do outro e só pode ser compreendido a parir de sua própria história Panindo • 1cssa premissa, Racismo e anti-racismo no Rras1/ procura, cm primei ro lugar, desvendar o concei açac de racismo para, depois, entender a lógica maus geral do racismo brasi leiro e parir da formação de nossa identidade nacional • e regional. Assim, o autorincursiona pelas diferenças e interesses culturais regionais que ajudaram a formar a identidade brasileira neste século. Faz urna analise cri úc.a da interpretação que as ciências sociais desenvol veram sobre as relações raciais no Brasil, demorstran do que a 'cor' é um conceito racial. "A ordem hierárquica sobre a qual se fundou a sociedade escravocrata no Brasil não foi inteiramente rompida. nem com a Abolição, nem com a República., nem com a restauração democrática do pós-guerra. tampouco com a República Nova. O racismo brasilei ro está umbilicalmente ligado a uma estrutura estamental e as de igualdades de classe se legitimam atrave: dessa ordem estamental. O combate ao racis mo começa pelo combate à institucionalização das de sigualdades de direitos individuais. Ainda que ora cismo não e esgote com a conquista das igualda des de tratamento e de oportunidades, esta é a precondição para extirpar as suas consequências mais nocivas", diz Antonio Sérgio. tária é o principal ins trumento da estabiliza- ção macroeconômica . e, em um número cada vez maior de países, ela está nas mãos de um banco central mente de que manei- independete. Daí a ra a clareza intelectu- premência deste título. ai pode melhorar a Saber como os bancos ação prática". centrais operam é uma Richard Layard questão oportuna, prin- Bancos centrais: cipalmente nos dias de teoria e prática é o se- hoje, quando, no Bra gundo volume da Co- sil, a importância das leção Economia Políti- atitudes cotidianas do ca Internacional, inici- Banco Central tem-se ada pela Editora 34 em evidenciado e cada vez 1998 com o título A mais se discute o grau primeira crise da divi- de independência con da /atino-americana: veniente do BC. a City de Londres e a o bolha especulativa de macroeconomista Alan 1822-25. Tendo em BindleréprofessrdaUni seu conselho editorial versidade de Princeton. André Lara Resende, '-presidente do Fede Edmar Bacha, Luiz ral Reserve Board, o Carlos Bresser Pereira, Banco Central America Pedro Malan e Pérsio no, de 1994 a 1996, in Arida, a coleção preten- clicado por Clinton, foi de trazer a público o braço direito de obras relevantes para a Alan Greenspan, pre compreensão de perí- sidente do banco cen odos históricos marca- trai mais influente em dos por importantes todo o mundo. transfonnações econô- Os três ensaios micas e sociais. aqui apresentados - A política mone- produzidos original- mente para as Confe rências Lionel Robbins, em 1996, profendas na London School of Economcs - constitu em uma reflexão sobre sua experiência no Fe deral Reserve Board e, combinando sua emi nência acadêmica com a prática. provocam um diálogo entre a te- oria macroeconômica e a prática dos ban- cos centrais. O primeiro texto apresenta a clássica abordagem de metas e instrumentos, ensaian do a definição da poli- tica monetária a ser adotada. O segundo, deslocando a análise para as questões con cretas da escolha do instrumento monetário, conclui que esta dever ser a taxa de juros, em vez de qualquer outro agregado monetário; coloca também em pauta o debate regras versus discernimento, isto é. se é possivel adotar uma politica ba seada cm regras ou se, ao contrano, deve-se proceder de modo mats flexível. atentando para as constantes mudanças no cenano econômico E. no ter ceiro, finalmente, dis corre sobre a questão da independência dos bancos centrais nos dias de hoJC. Blmder esclarece as razões e vantagens de se ter um banco central inde- pendente e como. nes se caso, deve ser sua relação com o poder público e com os mercados financeiros obre o autor: Alan S Blmder nasceu no Broo·lm Y, em 194. Gradua do em Pnnceton cm 1967, com mestrado na London chool of Economcs em l 96 e Ph.D no M I T em 1971. Em 1993 e 94 pertenceu ao Councl of Economc Advsers do presidente Clmton. e entre 1994e 96 assumiu o cargo do vce chairman do Federal Reserve Board amcnca no. É titular da cadeira Gordon S Rentschler na Universidade de Pnnceton de de 1982 Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXVI_Nº2094_24_09_1999 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXVI_Nº2096_01_10_1999 Voltar para a lista de itens