TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº182_02_11_1975 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº182_02_11_1975Número da edição182Data de publicação2 de novembro de 1975Número de páginas12GeoCoordenada -22.099064351020214 , -56.52646475766437 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº182_02_11_1975 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto FUNDADOR E DIRETOR HE:--PO'.'JS. VEL: /Vi LDO l 'fJ< l·.11{,- Hecliu;iio. Oficina l' ,rim! n!i-lr,1ção ANO iV Hua Duque fü•la 'istn. •> dt> No'emhn, de 1!)7:-, D'i->emaná rio '.' 12 <il' Caxlai- S/N - EEZ ffiJ illJ ~ ~ ~rPrill [L V 00 rnJ fID FIM $. F#LA Cerea de 600 pessoa, entre jnrnnli,tas, político-<' a111,,ri1l:1- ,It--!l, ('OlllJJart·("("rnnl 110 ~t•1,ulta nll'nto cio jornali,ta 'la, imir lfcrzOj!, nu 1·c111i1l-rin i,nll'li1n cio Butnntun. 110 k111 1;; 1111 rn clO in Hapo•n T11art••, Herzog. que era diretor cio D,•purt111111·11to ,l,· Jornuli<• 1110 ,la T' Cultur,,. d., {':tpi111l puuli:-tu, t-Uil·idou•!'C nunrn de (ll'llill'ncia <lo Ül'pllrlUJlll'lllll dt• Opcraç,k, l111t·rnu, do li Exfrcito, 1·onformc 1101:i ,li•tri lrn{dn por aquele comando mi litur. Ao , d6rio do profü,,io nul ,lc lmprl'll>a, 110 l10,pi111l ,lb,·n Ei .. tt'i11, 1•;1i,crn111 pn, i.entc:1 o ,-t•n:ulor Fnuu·o lon lnro, li«der do MDB no Sena ·lo, o ,lt-patuclo Ft'danl Air1011 oares; os <lt.·putatlo:- e:--cadu·1• i, Alberto ;olclmam (Ilda cln .I.DB na ,sfclllbléiu) •• llo,co ,lo Amarul; L' n•1,r1•-c111nnt,·s ,lu scen•tnrin ,lc- Cuhum do F.,tado, il qual t1 jornalista r· rn vinculado, por força do .-ar go que exercia na emissora de Í'V. O cnrdcal-arcchispo <ll' 'ão Pnnlo dom Paulo t,nri•· ta Arns, procurava consolar a viúva <lo llt-rzo:;. Clurif,a, que teve seguidas crises de choro, pois vira n corpo do mnri<lo no Instituto ,Iédico Legal e conseguira autorizacio para uma segunda autópsia, ptostcriormcnlc nq:udn. Com n chenadu tia mãl" de Wlndimir f.; inicindo n t·nnto dos salmos cm hcbrúico. Em seguida, com o consenti mento <ln familin, o padre Fr.mri-co Horha Guimaràt'S que veio do Rio para visitar a Cúria puuli•to pediu que to dos se de--em as nãos para rc:ur o HPui i'os~o", pe«litulo o descanso eterno pura n ,,lma ,lc ';'Jadimir. De ac,mlo co_u~ u tndiçào jutlnir-J. u:,; t-u1<·1 das são enterrados a um ean to do ccrnitério, o que não a· contcccu com o jurnuli:--111. O >cn,idor Orc:'tc,; Quérca (;LO· 13) o mais Hll!!elo ,·ru São Puu lo e do pai, t:11nbe111 corn_pa· rc.ccu no ,·clúrio fi.:u1ulo,. JUU tun,·nte com :lbato Golilmnn nté o fim ria l·crintonin. O pre-idcntc <lo Sindi~a to dos Jornali;tus Profis;10· 1aÍ< ele• E,1aclo de São Puulo, Audálo Dantas, fez o pronan •··ia111ento !i,cal "ºt'rn nome cl~ todos os que trabalham na imprensa, em uonu.· ,la _drrno· .. -meia - c1n ttut' arrc:-dllalllO.: em tome dos versos le Ca- tro Ales: ·senhor, -enlor Deus do- desgraçada-, dizei IIH· .. 1•nhor n,-u~. ;,-t' ,-. 'C,"rtl.t· de, -e é mentira, tanto horror J)crautt· Or- céuF··. . ]orn:di-i.1-- dt· t11dtt p;u-. :Hr,:n é .. tl,· .:11.1-- c:111id.11lt-.., ,l,· d., .... ,.• ,solidarizaram--e com Sinclirntn dos Jornnlistas l'ro• fi,,innnis do E-tado de Sãu l'auln, qu1• já t•tnitinun noln dizendo "aguardar os esclare- 1·in1t·nto1- nece;,,1-;rini-- e com• pleto-" e cll'nllnciamlo ,. rcclu mando das autoridades 'um fim a esta situação, m ()'JC º" jornalistas profissionais, no pleno, amplo e claro ext.·r· ddo dn profi:;;~ào' :-ão n1:1n tidos presos incomunicaveis. U 1•n•<itlcntc do Sin,licu to do, . umali~las ,!., Hio tlc J1111l'iro, José :lladiadu, além cio tdeg:rumn no eu colega pr,1111:-ta, ern iou 11111 nutro, ao ,.,•11L·rnl Eclnanl D',\'illa :lh·l• lo, 1·011rn111bnte do li Ext·rci• to, 1111111if1:s1nndo preocupn(i1u pelos jornalistas presos nas ,lt-pcnd,'nciu:; da,1ueln unidaclc 1111li1ar. Um manifesto, que ji couta com ccntcn::u• de ruh.·• ô, está, segundo a Agência Estado, percorrendo as reda çôc!'l <los jornais cariocas. O documento tem o guunte t'or: ·'ncslu hora de dor para todos os jorirnlis1us hru,ilci ro:-, chocacloi,; c,101 h morte ,lo colc":t 'ludin1ir Ilcrzu::, ma• fetamos aos companheiros de Sào Paulo, através de seu t=inclicato, que tào br-111 trm ~abido EC comportar lll":,.la ho• ra difil'il para u nossa profi,. ão, testemunho de um senti mcnto profunclo ,!-, ,olidarir• cladc: ,. ,le cspcr.inçu de que ,·e»<' n brutulidudé que no; .. ofpcin tão impiedusumcnte ha pessoa do companheiro morto_e dos companheiros presos. . Tumhém o pn•s,dente dn FrdcrJrào Nacional cios Jor li~tn5 Í'rofosionuis, Joezil ,!_e Barros, ssociouse as man festaçôes de pesar pela ocor rt'nciu. • A Associação Brasileira rh· lmprcn~a igualn.<'.11le euca minhou ao ro111anda11tc: do II Fx{•rcitn unt oficio u~~iuadu l;;,r ,,·u pr,.,i,lcntc, Prntlt•nte de Moraes, Neto, em que ma 11ifnta a nprc:~11,ào dn 1111· pn•nsn do país diante do eleva do nú111crn de pn~uc-s de J 0 f'-' alistas em .. fio Paulo e faz um apdo áqudu u~rtunúu,lc militar para que cja as;gu r.ul.> "º" prc,o, o direito de clde,u no:' tcrrnoõ da lc:1 •. () <>fício da A BI a--inala qH" e, .. nr:outl'CÍlllt"l)lO~ ("111 !,. ]aulo tornaram-se mais preu eupante com a morte de Wl.adi r llerzog pede que iT" rito ;n,unriado_ p,·ICI _t.•0111ant a_n «e do II Exército -j +com' nhado pelo Mini-t·rio Público d.a Justiça Militar c_com a -o da impren-a à- diligén" • . Bl u1.1nif,•-1.1 wrulwn• arenga de que divulga;+ 4, andamento do inquér entibiri par.a reideniF q11t• o comando do II Frei. to nàcl :ulmitt· arhitrari,·rl:ult'.; nem negligências, c o mo "a que podem ter dado ensejo à 111orll· do jornnli,ta ~ b,Jimir llt.•rzog''. Atnl (, .. do comunicado o firial. t.· :-t·gurulo o qual as pri :-c)t'"' eFtào "'l"ndo feita- cl1:·ntro elo,. prec,.-ito-. lt·i.:ai,, oh-.:n a u nfkio cln i131 <(lll' n<'nh1111111 da- prisões foi comunicada à autoriclnrlc jucliciúriu rnilitur compt:tcntc e <ftll" todoc. º"' jornuli:-tai. dt>cido .. e-.1ào ... uh n1ctídos ao regime da incomu nicabilidad,·, ult'.·m dos prnzos <(IIC determina a 1..-i. Como Ocorreu Scrun<lo o comunicacln cio li Exércilo, npÓ>' romp:irc ccr 'olunluriu111c111c para de por, Wladimir foi dci~;Hlo "após o almoço e por , uha das l5 horas, em uma ala, de ;:;arompanbuclo''. lnfonna (aru hérn o comunicado que o jor• nalista escreveu uma declara ção ctn que admitia ser mili 1untc do l'Cll (Partido Comu nista do llra;il, pro>'crito). I'ª rn o qual t~ontríhuia mcru•al rncntc .. ~ co111 quantia~ ,lc 50 e 100 cruzeiros. As 16 hora,, foi t'ncontra<lo n1orto. h .. ndn, eon forme o notn, utili7..atlo uma tira de p;rno para t·nforcur-,,·. Jornalistas Soltos Os jornali,ta,; Paulo St'.-r "iu :llnrkun, Jor;e Ducrue Es [ruda e Rodilfo u:arnldo Kon clcr foram libcr.11lolt (leio eu mando do II Exército. a !em po,lt·con1purecL'rnn1 ao :-rpuha mento. J:, lt•ndo pr<·stlldo depoi mentos con-iderados, suficien tr .. ,olturão a se apresentar de acordo com o combinado e/ o• ornã.o:- dt" H"~tlr.ln ... .l, quando ;aofici1ados. Também o jurnali, ta Luiz Paulo Cu:'ta. foi solto ;s 17 " :10, pelo mesmo 001 ,lcvendo voltar a prestar no ,os csdarccimcntos no D01':i quunrlo for intimado. jí na fo,., do inquérito policial. Ou tros jorna i.:-rns que prrmane <.-em prc,os potlcrJo ser hb,r.1 dos ainda no decorrer de-ta '"'t•m:um. Essas informações foram l!r<·stadu< /'d" Dln·_roria elo ~inclieato r o~ Jom~1Ü:-t.:1..:- Pro fi--ionais do Estado de >üo Paulo. priru·ip:ilmen1c pdo prc --identc elo l>r;:-.io. :u,lálio Dant.a.::, que foi rece birlo • jun tamente com seus companlei ho- de direção, pelo- generau ric-1 P.ll"l".I • 1La Fun-l·C'.1. <·o .andante da 2a região 1ili t.ar e Antonio Ferreira Mar que-. chefe_do E-tdo-Maior 1 o 11 E,·r,·i1n. O ;1,:1u·r.tl D ,,iJla ,1cI1,, 1·nt·c,ntr.1•••:. l'HI Hr:i,ili:<. (],,rn.d ,k llr.1-1ba1 DECLARAÇÃO A PRAÇA Solíeilamof' a todos clientes da For I Fi11.111 eia !ora poutualitlucle nos pag11rne11tos a nt•1·r111 efetuarl<,i,: nos bancos autnrizaclo:-. Avisamos que o nulo pagamento, ac:uTc>larú juros ele mow. maii,; dl'l:'!)f'~UH extras dl• !!O'>SIJS <'obr11clorei;. Esperamos colaborção sem ma[H Ford H11a11..:iudora Cuiabá será a sede tio .,., Cong1 esso :-:acio na l de ,clministração do IC;1I Impost,1 ~obre Circuh1ção de ;1lercado ria - a ser realizad•> na segui.lda quinzena ele janeiro do prcximo ::no. , informação é do Se cretário Octávio de Oli veirfl, ria Fazenda de .falo Grnsso e foi libera ela 11pói- eatendlmento rom o .linistru .lário Henrique Simonsem, Ja. Fazenda, <;ue tom,,u a deliberação. O primeiro conclaYe de àml>ilo □a cional, pura debutes da sistemática do IC.I, foi re:!lizu do em iio Paulo c,,mo se re:·orda .. es- c 1Jln de Cuia !Já para a realização dn i;eg:.i1ido, diz Octávio de Oliveira. Sf' deve uão apenas ··a um carinho todo esped al do Governo Federal para com .IT., euiio tam l>ém ao fato de ser este Estud(l um dos q11e a• presenta técnica bastante evoluida com rela ç!1o ao IC.I e ao proces !'O de arrecadador em ge rul". Além de todos os secretários de Fazeudas e Fina 11ças do Puíi-. reu nir-se-iJ.o na Capital ma togrosseuse, no 2" Con gresso Nucioual rio IC:11, técnicos de cada Estado e Te1itório rli!!ndos ao setor. .. Faça seu pedido de: Cartões de Natal. Folhinhas (' Cah·ndários para 1976 GElSEl AUTO MEIOS CO lltasilia. ,gencia ~:icio nal - O presidente da República· assinou tlf'cre 10 uutorizui1do as empre sas .' 1·thur Len· :-5oat . ·en·ic:p Incor.por:1 tion. norte-am<•ri<":111.1. e .r· thur T,p,·y do Brn,;il. :--er vi~•o,a .ln ri timo,;; Limita- da. para execut:1rem Ira bailios dP perfuração de priços no mn~ 1erritorüd llO llr:1:-i!. :1 :it'!'"iÇO d;: Prtr11h:-ú,:. :-ertl Uiiüz, d., u embarcação de per!u ru<,:üo ··Gulf .-:en llor,:,, ... d i nat'ionu!id;: dt> nt,rtl' n mcrir·:111:i. Tribuna da Fronteira 2 de Novembro de i97» ela Vista MIt E N IRÁ À INGlATER A E À FRANCA: . , CONFIRMADO o Londres, AFP O presidente brasileiro Er nesto viajará à Grã Bl'e tanhu e à Frauçu 110 próximo uno, confirmou ontem nesta Capital o ministro clus Relações Exteriores do Brasil, ,n tonio Azeredo da Silvei ra. O chanceler brasilei ro terminou ontem a pri meira parte du sua via- gem pela Europa, que continuará hoje em Pa ris, onde se enlrevif,la rá com o presidente rrnn ces Valery Giscard D'Es taing. em Pari . ACORDO Paris, JFP - A cri ação de uma grnude Co miesüo lllistu fruuco-bru ileira e um acordo ma- Instituto Psicotécnico SUDOESTE Exames Psicotécnicos para Motoristas Amadore.; e Praça Cel Camisão GUIA LO2Z; 9A LAGUNA Profissionais no. 53 +a Mt. Representações (ereal Ouro Ltda Adubos "TREVO" inseticidas, sementes Fertilizando com amor o nosso terra Tratores almet e Implementos Agricolas em Geral (Torto para Lavoura) lua 15 de Novembro 512 Bela Vista M gora com ovo Proprietário sendo Atendido pelo mesmo Ambiente Estritamente Familiar Qunrtos com Pias • Apartnmcntos Restaurante: "Comido Caseiro" "Ne Corado de Care 9rande" R. Rio Branco - 220 - Fone 4-2105 - C. Grande Mt. Auto Mecania Independenia De José Hip61ito de .Melo Oficina Autorizado Ford Wlllls do Brasil ·Mecanicos com cursos de Especialização" lua Cuiaba s-n e Avenida ll de dezembro 385 Jardim - ato Grossc ritimo entre os dois pai ses. eerão decididoR pela França e o B r a s i 1 ammclou- e Esta Capital de fonte di- plomática francesa, A fonte acrescentou que por motivo de sua visita oficial a Paris, o Mi n i s t r o Aze redo da Silveirn firmará com seu cole_ga frances. Jean Sauvagnargues, elo is documentos. Funcio nários do Quai D'Orsay (ilinislério da Relações Exteriores), assinalaram lambem que o pre iden le dtt República fl'unce sa, Valery Giscard D'Es laiog, r e c e b e r á o mini tro b r a i 1 e i r o Préviamente, o clJanceler brasileiro se entrevistará com seu co lega 1rances Jean Sau vagnargues, dando inicio assim às conversações relativas à assinatura dos dois protocolos de acordo. O ministro france das Relaçõe Exteriores, oferecerá uma ceia no palácio do Quai D'Or,say, a seu colega do Brasil. Depois de se en trevistar sucessecivamen te com os ministro fran ceses da Indústria e do Comércio Exterior, Mi chel D'Ornano e orbert Segard, o chanceler brasileiro terá uma segunda entrevista com seu colega fraoces. Ao término dessa entrevista serão assinado os dois protocolos entre a Fran ça 0 o Brasil, um rios quais prevê a criação de-uma grande comissão mista de dois países e o outro versa sobre um acorrto marítimo. Preço deste exemplar CR$ 1,50 DELEGACIA RECilOHAL DE POLICIA DE JARDIM Em 23 de Outubro de 197 Circular N" 17 DRPJ 7 Do Delegado Regio nal de Policia de Jardim Ao Sr. Delegudo de Policia de Bela Vista. Ass:.;nto: Transcl'i ção de ofício (Faz) Para conhecimento dessa DELEGACIA e de vida exeeução, lrnnscre vo abaixo e seguinte ofício: "Estado de i!ato Grosso Secretaria de Se gurança Pública Depar tamento de ordem Poli tica e Social - Ao Ilus tríssimo Sr. Delegado Regional de Policia do Município de Jardirn-ilt. Assunto: Esclarecimento (Faz) - Circula"r nº 022 75 DOPSMT., Sr. Dele gado Hegional: A l'im de melhor regularizar o processamento para a expedição de "Registro e Porte de Arma" se guem abaixo os seguin tes esclarec!ml:utos: o) Requerimento b - A arma a ser registrada, quando já a possuir, acompanhada do comprovante de sua aquisição, ou declara çüo sobre a posse da mesma; c - Atestado de con dutu e residência; d - Comprovante do pagumento da respecti va taxa; e - 2 fotos 3x4 de frente, sem chapéu, de paletó e gravata; ' f - Tratando-se de registro de arma de ca ça ou tiro ao alvo e so licitado pelo interressa do a licença de· trânsito da mesma, necessitará de mais duas fotogra fias idênticas das acima mencionadas, quando se rá cobrada a taxa devi da para sua expedição; O processamento pa ra obtenção de "Porte de Arma". de uso per mitido, t'Ontinuará obede cendo à mesma apre sentação dos documen- 1os exigidos, inclusive Cerl1dao da Justiça Fe- deral", que será 1orne cida 11esta Capital, para o que, necessita ela apresentação da Cr teira de Identidade e o CIC cio interessado, ou fotocópias autenticadas dos mesmos e a taxa de C!'S 10,00 (dez cru zeiros), para o referido Orgo. Sómente o processo para obtenção de "Por te de Arma", continuurí a ser encaminhado a rs te De:partamento, para ser vJstorludo, enquanto que, pura revalidaçilu do mesmo e para o 'Re gistro''. nüo serão ne cessários o encaminha mento. Outrossim, deveis dar ciências desta Cir cula1·, u todos Delega dos de Polícia jurisdicío nados a essa Regional. 'em outro objetivo, sir vo-me da oportunidade. para renovar a Vossa Senhoria os meus pro testos de elevada consi deração(a) Bel. Joaquim Ramalho dos Santos, Diretor. EM CONSEQUENCIA: a - Requerimento com firma reconhtcida na cidade onde reside o requereu te; b- Atestados de con duta e de rei-idéncia, fornecida pela Del. Pol. onde reside o requeren te; c • Pagamento da taxa feito na Exatoria <la ueàe da Regional, tudo se a "Registro" Com referencia ao "Porte", os documentns exigidos devem ser for necidos na cidade onde reside o requerente, com exceção do recolhimento que será feito na Exa toria da ede da Regio na! respectiva. Sendo só para o momento subscrevo-me atenciosnmente. Francisco Vieira de. Campos Curado Delegado Regional de Policia de Jardim 1 CASA - SAO _. JOSE De José Destefanl Vendas só no Atacado. Coca - cola, Fanta, "Katira", Skol em lata e garrafa, Trigo Tosca 10 X 1, Querozene Ja . Ovalado Argentino, Arame Mota, Secos e Molhados em Gerar €aré, Vendemos também o Ólee mais preferido da legião, O Famo Óleo Mar4soja ·O O1 q, y "A Casa da Tradição" "" 4 4os d« os que Avenida 11 de Dezembro 164 Jardim ;..... _ Arame sabe o que quer. MT. Tribuna da Fronteira J Cl!la há/;lT Em, 22 de outubro de 1975. or. Cit·o. 1" 02/75 limo. Sr. Diretor do .J oruul «Tribuna da Fronleirn» !leia Vista 1:i.lT. Senhor Dil'etor: Em atenção especi al temos n honra de en caminhar u V. Sa.. paru efeito de publicação nes se conceituado Jor nal cópia da Indicação de minha autoria apro vada por este Poder Legislativo em 20. 10. 75. Sem outro particular, aproveitamos o ensejo pum reiterar a V. Sa .. os nossos protestos de esti ma r dtstt111n conBideração. Atenciosamente, Deputado Henrique Freitas Líder da Bancada do DB. De autoria do Depu tado Henrique Freitas a Assembléia Legislativa aprovou a seguinte pro posição: Requerimento à i1e sa, ouvido o Plenário, CO"ll n p oi ame n to no urtigo 30G do Regimento Interno da Casa, seja encaminhado expediente indicatório ao Exmº· Sr. Presidentr.:, ·do Conselhc Regional de Medicina em Cuiabá, Estado de lllato Grosso, solicitunclo providências enérgicas com relação a atitude do medico monstro Fernando Bertojn. Sala das Sessões, 20 de outubro de 1975. Justificação Que mais ou menos a um ano apareceu em Nova Denise, o médico de nome «Fernando Ber loja», e ali instniou o seu consultório e come çou a atender a popula ção, tão logo obteve a canfiança do puvo, come çou a mostrar os seus instintos bestiais, agre dindo a Sra. Maria do Carmo Silva, praticando atos obcenos a indecoro sos mais tarde agrediu e caluniou a Sra. Arodi Ribeiro e depois foi no vamente processado por Cl'imo de agressi'io e hmeuçu de JílOl'((; Ia pes soa do cldudfio lvo de Souza Lima. Niio sa ti ti fel to com os três inquéritos já ins taurados contra suu pcH soa vern agora amea çando de fechamenlo das duas furmácin:; ::ii.; tentes na localldude, e prometendo de expulsar o único dentista existen te no lugar; com o ex posto acima esperamos providt:nclas das mais enérgicas por parte das nossas autoridades por tau ta bundnlbeil'a e bar baridades praticadas por um cidadão que se diz médico, que no entender da população do Denise muito lhe falta p/ um bem cten. dimento a um aminal irracional. Deputado Henrique de Freitas Líder da Uancada do MDB Cine S. Cristovão [rogam;o da Suma D0111. ,. 2.n feira • O Pistolei ro que Mudou o Oeste 3.a c ,l.n frira • Ilriocando de Amor 5.a ,. 6.a feira- O Ilornc111 que Descobriu o Invesivel Sabado - O Homem Cobra Dom. vesp. dia 9 • Tara r.ontra os Trapaceiros ge ESFEAI S#TO Espiríto Santo você .que me esclarece tudo. que ilumi na todos os caminhos "F; que eu atinja o meu ideal, você que me dà o dom dii no de perdoar e esquecer o mal que me faze.n, e que e-Ia rá comigo todos os istantes de minha ida. eu quero neste curto diálogo agradecer-lhe por tudo e eonftmar maus uma vez que eu nunca quero me separar de você por maior que seja a ilusão material, nà.l :- e r á ·o m 1 n 1 !no, du ' o li t utlc que eu smto de um dia estar com voe e os meus irmãos na gloria perpetua. Obrigado mais uma vez. mandado publicar, por ter I::.P .• O Presidente Ernes to Geisel convocou u Arena para Integrar-se no governo, defender a Revoluçfio e ganhar ui; eleições de 7G e 78. Num pronunciamento po lítico perante os convcn cionuis do pnrtido na sede do Congresso, o che"e da naçiio afirmou cutegóricamente que ·•cJe vós espero tenat'i ·Jarle na reogamização r:1rtidú ria que se impôs fazer desde as bases munici pais, tanto na estrutura com o nos meios ele ação, dentro do quadro ideoló gico progrnmado". Em vós confio-disse o presi dente dos arenistas-para as árduas campanhas de rnobilizoçün do eleitora do numeroso, disperso sobre o território imenso campanhas que já se a vizinham. Estou ce1 to que sabereis dar. nas urnas, cabal e irretor quível resposta às meias verdades negativistas que se propalam sobre a cMse que o partido a travessaria; à técnica cediçu da afirmação gra tuila de vitórias da opo sição, lidas como segu ras: à critica l'é.cil. par cinl e irresponsável; as provocações de toda or dem que deverão rece ber, na hora devida, ré plica merecida". Falando sobre a Re volução de 31 de Março disse o presidente que "anos passariam até que aos poucos, a Revolução fosse, como caudal irre sistivel, cavandc fundo o seu caminho e .:ons t:-uinJo, com seu futuro próprh•, o próprio futuro da na ção. Deve reconhecer-se que nesses 4 anos. mul tos e valiosos esforço se despenderam mas in vestiguções de toda or dem empreendidas con tra • u. currupção, para chegar--~e, afinal. a redu zido numero. de atos comprovadamente lesi vos, sendo evidente hoje que escaparam à repre ssão legal, por falta de provas efetivas de valor juridico, muites dilapidado res de bavei·es públicos premiados até com um atestado. embora falso, de probidade administra tiva. A verdade, a triste verdade. imanente à im perfeição de condição Irnmnna, é 'que a corru pçã.o é diátese comum dos organismos sociais fa e que se manifesta com O virulenei maior nos periodos de tensão ueres cida, como. por excm plo, os de inutlação des contrnladrt, ou ela !Jipe rinrlaç:ão. nem ci-pL•rança de remissão a curto pra zo. Em situações como essas. um tratamento eli caz da corrupção exige austeridade exemplar elos governautes. ut:,·a vigilancia em loclos os niveis da administração ;,úlJlka, pron'ta puniçfw dos responsáveis em to dos os ,:a:;os cm que a currupção for evidencia da. E de esperar-se que nosso arcaico mecanis mo judiciário, reconheci damente lento e ia eficaz ás chicanas e procrasti nações. ~e venha a aper feiçoai· finalmente, com a cola boraçüo dos tres poder es da República. para que se implante o tipo de sanções adequa das a tais crimes. evitau do-se o recuRo-eu.bora com aplauso generaliza do das pessoas de bem deste pais a medidas de exceção, úuicas efic:;zei;;, na verdade, por mais em si m.=smas lamentá veis (Ato 5 para punir Cumprindo determi nação contida no olicio n° 18/DRPJ,75, datado de 29/10/75. o expedien te desta Delegacia ele Policia, será no horurio seguinte, a partir de 1!! Nov. 75 a 28 Fev 76: De 2ª a ffl feira das 7.00 às 12,00 hs Sábados, Do miugos e feriados não· haverá expediente. Nota: Em casos espe ciais. a segurança públi ca desconhece horários. =~= Considerando que já os e;nrruptns)". No 'Tocante à sub versão o Presidente Gei sel afirmou que 'o ud versário, embora neutra lizado não oi destruído. E, continuamente reuli mentando, inclusive com meios vindos do exte rior e com a 11lilimç•Tr> de iusidlosn prnp:1;f1ntla e, assim continua em u tividade, exigindo que se lhe anteponha persis teutc ação preverdi·a e mesmo repressiva para muutPr-se o clima de orctPm e traballio indis pensú vcl ao nos..;o de senvolvirncnto". :.faii- a diante o Presidente a!ir mou que a Revoluç,lo. frita conlrn a 1,ubver são e a corrupção, evo luiu para uma doulriua, consulJstrwciadn no le ma "Desenvolvimento e Segurança", que tem norteadn a ação dos go vernos revolu<:fc,r,ários. Esse o progrnma a ser cumprido pelo governo e desenvolvido, no plano politico e deito- . ral, pelo Partido da Re vo!uçã0, a Arena. Falos & Fotos Jota ,Jota Delegacia de Policia de Bela Vi-.la - 1'-11'. se tornou um J1[ibíto, ci vis prejudicados em su a segurunçn, procurarem atendimecto no quartel do 10° RC., esta Dei Pol determina que seja ela a procurada de vez que. existem para tanto d-Ois telefones de ''Plantão Permanente", ou seja. o de n 116 e o de " 258.. Garnnliel Stumpf Delegado de Policia Dela Vista - :.lt. @sr0 são CRISTO/ão de Theobaldo Amaral - Lubrificação • Tróca d·c Óleo Balanceamento de Rodas lavagem Borracharia - Rua Conde ele Porto Alegre s,. n Mato Grosso Bela Vista Faça seu pedido de: Cartões de Natal. Folhinhas e Calendário;; Tribuna da Fronteira 2 de Novembro de 197 Bela Vista Mt PROJETO DE MECANIZAÇiO AGRÍCOLA O CiOVERNO CiARCIA NETO DEVERA ENVOLVER UM MILHÃO DE HECTARES Governador Garcia Neto Cuiabá, - O projete, de Mecanização Agrico la do Governo Garcia Neto, já em fase final de redação, será irnplau tado em quatros área DR. JOÕO C. P41LMIERI CLINICA E CIRURGIA DE OLHOS Rua: Antonio Maria Coelho, 423 - Lo andar. Fone Re idencia: 4-4385 (Campo Grande anos um milhão de hec tares, que serão rlefiaill v um ente incorporados ao processo produtivo, assegurando a Ma t o Grosso aquela posição de relevo na economia na cional, esperada inclusi ve pelo Governo Fede ral. Mais especificamen te, o projeto atingirá os pólos Campo Gr a n d e Três Lagoas, Bodoque na, Xavantina e Pareeis. Segundo revelou o se cretário Hento Porto, do Planejamento e Coorde na çüo Geral, a Comissão Estadual de Planejamen to Agrícola, recentemen te criada através de con vênio entre o Ministério da Agricultura e a e plan-Mt, está com o Pru jeto de lecanização A· g r í c o la práticamente coacluido. Apoio Técnico Científico De outro lado tendo em vista os recurso alo cactos à ecretaria de A gricultura pelo linistéri- o da Fazenda, para exe prioritárias do Estado, cuçüo do Programa In- sob a rnfluêucm dl) Pr~- . tegrado de Apoio Técni grama de Desenvolvi- e Cientifico ao Desen mento dos Cerrados-Po- volvimento Agropecuá locentro - devendo envol- rio de Mato Grosso, o ver nos próximos cinco secretário Edmundo Ta ques (fosignou a enge nheira agrônoma Thie nes Mariu da Costa Nas chenveg, diretora do De partamento de Pesquisas Agropecuárias, como e xecutora do Programa. 'Taques também desi gnou o médico veteriné. rio alvador Antunes Monteiro Maciel para e- xecutor . do Prcjeto de Mato Grosso Inseminação Artificial, o médico veterinárto Joa quim Augusto da Silva, como responsável p e I o prosseguimento dos tra bailios Je formação de núcleos de criação do Cavalo Pantaneiro e o engenheiro agrônomo, Manoel Gonçalves Tor res Filho como executor do convênio firmado en tre necretaria da Agrlcul tura a Associação dos Empresários da Amazó nia e a empresa l1utum, para a realização de pesquisas agropecuárias na Amazônia Matogros sease. Plano Diretor Através do Departa mento de Coordenação Regiona) e Articulação com o: Municipios - De cram a ecretaria de Planejamento firmou con vênio com novas Prefei turas visando à elabora ção de E:us Planos Dire e tores.·, egundo a direto ra do Decram, sra. Tere zioha Porto, essa assis tência do Governo do Estado se estenderá a todas as municipalidade matogrossenses, dentro de programa que objeti va racionalizar cada. vez mais a administração municipal e harmoniza-Ia com o processo de de senvolvimento do Estado. Preço deste Jornal Cr$ 1.50 COLUNA JURIDICA Haroldo Medeiros PREFEREN CID DE ·LO CATARIO O Inquillno tem pre ferência para aquisição' do prédio locado, e . ~ proprietário deve notifi cá-lo de que pretende vender o imóvel. Entra tanto a alienação do imóvel, sem que o inqui lino tenha sido notifica do, não possibilita a es te anular a venda, pois o direito de preferência é meramente pessoal, o que lhe permite apenas ingressar com ação piei teando perdas e danos. Existe uma lei, que entrou em vigor este ano, que permite ao aposentado voltar a tra balhar sem perder direi to à aposentadoria an terior com uova inseri ção no INP . iIas, se es sa aposentadoria tiver sido concedida por ln va- i dez, será cassada com a volta ao trabalho. DOCUMENTO DPOSE JJHJO PERDIDO 1,;:,i,c;.~ :,e,:;~ -;:t!C-::8:!,~ ::3:i*::;;(~ ~ ~~"8::-,)ijC-,)ijC-~ ::,;,a*::;;c•~ -~ )8(-~::€(-~ ~"~~ ~~~ ~i>i<-)SC~ ;.,5,(;,,ac~ ~ ~ ~ BAR E HOTEL são FRANCISCO 1 f Lanches, Bebidas •m geral, Sorvetes Miudezas e Bljonterias... 1 8 Hotel Suo Francisco ·O Hotel da Cidade. Ambiente Seleto "Atedido pelos Proprieár," $ $ é6s é éNÉpon { % _Carne Fresca_a_Toda Hora_ _Higiene e Rapa, % } BORRACHRí, iiiéi nERiis ; $ . 4tende-se Dia e oi" I "Organização Bonifácio Jaquet e Filho" j zen.erg i &. os.ssassas.sassa.aasso Foi extraviado o fabricação 1973, cor ve certiflcado de proprie rde chapa C J 0009 cha dade n2 126036 em no ssis LA7DMT-07510. Pu me de Ulissses Pinto de blicação que se faz para Almeida, expedido em obtenção de 2a. via 18/03/75 pela 18% Cire Bela Vista . 24 de Outu tran, do automovel mar bro de 1975. ca Ford F600 ano de 1 FUNDADO EM 0I DE MAIO DE 1975 "Eu, Sou o Caminho, A Verdade e a Vida" (0sas riste) __ I_le_l_a_,_'1_·s_1u l'--_N_o_v_e_m_b_ro I N" 07 j RUA; S ESTER E: DE ATE ' Ano I J) Em nossa ílibliogra fia há uma frase que si tua bem a Escola de di rigentes no movimento, e que, chama muita à atenção: " O movimento será o que for a Escola de Dirigentes". Hó. outras expres sões sobre as Escolas de Dirigentes. muito repeti das nos Cursilhos de Di rigentes: "o motor··, "o cerebro orientador", "o testemunho vivo do sen tido comunitario." A ideia que oferece· mos hoje procura sinte tizar as linhas teologicas do movimento em geral, que pretende, cm algu mas 3 fases. a conver- É O objetivo impor tantissimo do movimen to onde se localiza a perseverança no ser cristão. os postulados essen ciais, diz bem alto 0 que deve ser alcança"; afirmando que O po; · Conversão Fermento-Uon vivencia-Comunidade. r. esse caminhar nos 1eva considerar e} o seguinte: a p_essoa la esclarecida e dispos!4 . 1 do cursilho, partir. par a sua continua no pos são: Conversão integral e progressiva a Deus e aos homens. • A busca dessa con versão se dá na viven cia e no testemunbo pes soal e comunitario (con vivencia). Isto quer di zer: cada um de nós concretize o que procla ma." A Escola de Dirigen tes tem, perante o mo vimento, essa responsa bilidade. Ela não se restringe, como a alguns pode pa recer. a formação de Ro listas. " Constitui-se, isso sim. o nucleo dinamiza dor das linhas teologicas básicas do movimento em sí. Não devem se limi tar à formação de diri gentes de cursilhos ..... Devem fornecer "oistas" p/ sua converção pro gressiva, na vida diaria, orientações vivenciais. A Escola de Dirigen tes que não tem em sua linha de trabalho esse objetivo - conversão in tegral e progressiva- p 1 todos seus componentes (Corpo <:l.oceote e Corpo discente) é estruturamen te Deficiente. conversüo que é uma "mãos dadas pelas mes trajetoria. sempre. pro- mas estradas" nos coo-. gressiva e que vai co- duz a compreender e vi nosco até o fim. Fruto ver comunidade, onde o dessa conversão é a a- nucleo cristão. que é o titude presença de Fer- grupo, ambiental ou não mento, contagiando e san que se .confunde tambem tificando a si mesmo e com o paroquial faz con aos outros; o que so o nosso cristianismo seja pode acontecer na con- vivo e operante; ou en vivencia - no viver com tão, poder-se-ia dizer, não só e principalmente que o nosso oivu sc;a uma na familia mas descobrin vivencia autentica real e do e "convivendo com objetiva clara e ativa os demais." do fundamental cr1stao. • Este caiIJlnhar de que é o AlJOR. Uma palavra, um ;;orriso am(tvel L>:Jf'ta muitas vezes parn um coração triste e ferido, basta um sorriso paru comunicar um bom hu mor, dar Paz a alma, despertar bons pensa mentos, embelezar o sem blante. Sorria até abran dar o se:1. próprio cora ção, com esses raios de sol coloque uo serviço de Deus e do próximo. O sorriso será o teu a postolado e lhe dará um encantado especial ne cessario pi poder trans mitir aos outros o ines timável dom de graças de Deus. Sorria aos que so frem, aos tímidos, aos tristes, aos jovens, aos amigos, teu sorriso po de levar esperança e a brir os horizontes aos angustiados. aos oprimi dos e aos desesperados. Seu sorriso pode ser o primeiro passo p levar o pecador a Deus: E porque não? Sorria sim a Deus. Porque ELE é o Pai. bondoso e de misericor dia. Aquem devemos de positur toda nossa. con fiança a aceitar com a mor tudo que ELE nos enviar: para merecer no CÉU o deslumbrante sor riso de Jesus uma e ter nidade: Sorria sempre e voce será muito feliz. llaria Baldo Giansan to JARDIM--MT Estais abrindo comi nhcs novos; não vos . de salenteis. Se Cristo se lançou como um gigante no meio do mundo, pode remos nós, cristãos. ser infiés à nossa vocação?"· . , 6 do Cristianismo. Não, não está velho. Nilo silo nada sessenta gerações nu Não, não te queixe . . . . - • N·- 0 0 Cristianismo não está em crise! Está vivo e novo. Em crise estão as vi . ue é eternu. iv» ma Igreja q tos - dos cristãos. O Cristianismo - o único poder que pude dar e dará a paz ao das de alguns - de muito Cristo e contmua a crescer pujante como erva boa, atê que chegue o momento da mundo - nasceu em '' ceifa. O C MINHO 0EBRO 1975 BELA VISTA T ÍRCULO 4 BÍBLICO Ili E SAUE "Sinal de um cora- grias da vidn: ia à festa ção feliz é um rosto a- de casamento, onde mu legre" (Eclo 13,32). dou água em vinho (cf. Jo. 2,1-12). Ele mesmo bebia o seu cálice, o que lhe me receu a crítica de "co milüo e beberrão" (MT Texto II9). "Não há maior rique za do que a saúde do corpo" (Eclo 30,16). Leitura do da Vida: Um Foto do Vida de hoje "Riqueza do pobre é a saúde do corpo". "Corpo doente e co ração triste é como mo tor em gasolina". São frases do para-choque de um caminhão. Não me posso quei xar. ou pobre, mas, gra ças a Deus, tenho saúde e alegria na vida", dizia o pobre que dormia de baixo da ponte. Dona Carmen rla ela e alta ensinava higiene uos oradores da [ave la e di e: "É o que eu mais gosto. Esse povo tem uma alegria na vi da que me faz inveja e que, francamente, eu ão consigo encontrar. Eu gostaria de saber qual o segredo da ale gria deles". Um Foto do vida do tempo do Bíblia: Já velho acabado, estando preso em Roma, S. Puulo escreveu p/ o seu amigo Timóteo: "De hoje em diante, Timóteo, voce não deve beber só água. Tome um pouco de -vinho por causa do seu estômago e das suas frequentes indisposi ções" (1 Tim 5,23). Pau lo estava preocupado • com a saúde do amigo. Sabia que sem saude a gente não faz nada di reito". Jesus estava preocu pado com a saúde do povo, pois curou muitos doentes. Aumentava as sim a alegria. Ele mes mo participava das ale- Aprofundar o fato da vi do, Poro ver se existe também em nosso vida: Dirigente: Tem gente que acha que o cristão só deve pensar em Deus, em su crificio e na vida eterna. ão se preocupam com a saúde nem com alegri a. Acham que o trabalho de médico e de enfermei ras é um trabalho mui to bom, mas que isso não tem nada a ver com Deus e com a religião. Acham que uma boa pi ada que causa alegria não tem nada a ver com Deus. Vamos ver isso de mais perto: 1. Conte um fato da sua vida em que voce percebeu que não é o dinheiro que dá a verd a d e i r a a legria do coração. Diga por que. 2. A dona Carmen ficou com inveja ela ale gria dos pobres. Queria saber onde está. o segre do dessa alegria. Que resposta voce daria à dona Carmem? 3. Tem gente que, quando escuta uma pia da, coloca cara de sexta feira santa. Em vez de ficar. alegre, fica triste. O que voce acha disso? 4. Os crentes monta ram um posto de saúde. Imediatamente, os paro quianos se reuniram p/ fazer um posto de saúde da paróquia. Nüo quise rum ficar pl trás. Bri garam até com os cren tes. Qual teria sido a melhor atitude? 5. Voce acha que investigar as causas das doenças do povo, ensinar ao povo a higiene, ins truir os pobres sobre a alimentação. Voce acha que isso tudo nlo tem nada a ver com a sua fé em Deus? Por que sim? por que não? 2. Leitura do Texto da bíblia Ouvir o que o Bíblia en sinava ao Povo daquele tempo sobre este proble mo: Canto ou oração, p/ pedir a ajuda do Espiri-. tr, auto. Dirigente Todo murdo sabe que a alegria do cora ção é um do melhore reméâios p/ curar certa doenças do corpo. Não tooas! Essa filosofia, a vida a ensina e o povo da Bíblia, vivendo a vi da a descobriu. Deus fez questão que ela fos se escrita. Vamos ouvir o que Ele nos diz: Leitura do livro Eclesiós tice 30,14-17 e 30,22-27 Eclesiástico 30, 14-17 14. Mais vale um po bre sadio e vigoroso, que um rico enfraqueci do e atacado de doenças. . lo A saúde vale ma- 1s que todo o ouro do mundo, . Um corpo vigoroso maus que uma fortuna Imensa. 16. Não há maior ri queza que a saúde do corpo Não há pra zer que se iguale a alegria do coração. l7. Mais vale a mor te_que uma vida de alliçao. O repouso eterno é preferivel a uma ma léstia sem fim Eclesiástico 30,22-27 22. No permita que a tristeza tome conta de voce, - 3 Não se deixe levar ao sabor de pensa mentos pessimistas! 23. E na alegria do coração que está a vida do homem, O bom humor pro longa seus dias. 24. Voce deve gostar um pouco mais de voce mesmo! Dê um consolo ao seu coração e mande embora a tristeza! 25 Pois a tristeza já matou muita gente e ela não traz pro veito algum. 26. inveja e raiva abreviam a vida, As preocupações tra zem a velhice antes do tempo. 27. Um coração ge neroso sempre tem bom apetite, por que se aprovei ta daquilo que come! 4. Ver se todos en tenderam a leitura do texto. 5. Um momento de silêncto p/ deixar ca lar na alma as pa lavras da Bíblia. Descobrir a que a Bíblia nós hoje: 1. Qual foi a frase de que voce pensou. "Isso mesmo! Sem pre pensei assim" Conte e diga por quê. 2. Voce não IJasceu ontem. Já tem muita ex periência da viaa. Por acaso, nas frases da Bi- • biia que voce acaba de ouvir, há alguma coisa que não combina com a sua experiecia? O que? Diga por que e discuta o assunto com os outros • 3. Alguns acham es- tranho que Deus aqui se preocupa tanto en dar conselhos sobre a saúde e a alegria. Dizem: "De us não é nem enfermei [Continua na última pag.J Mensagem tem para O CAMINllO iOIE;IJDHO BELA VISTA MT 0 Pa tor David Donfim de Oliveira Este nosso mundo está sempre fervilhando de gente num lufn-Iura constunte .... é gente que vai e que vem, que co me e que bebe, que ri e que chora que nasce e que morre. A maioria das pes soas Je nossu época es tãc sempre presas a pro gramas cada vez mais cheios.... compreenden do atividades cada vez mahres e mnis vuria das ..... e o ritmo parece uumentar cada dia mais. Há as que não aguentam e entram em colapso ner voso. Outros procuram refúgio nos calmantes p/ dormir, e outras ainda na bebidas alc()ólicns. o tempo é a mer:·a doria mais cara no mer· cao.lo desta civilização de rodamoinhos. Quem é que tem bnstnpte tem po? mviuria ao.Jmite de pronto a falta de tempo p/ se entregar à reahza çáo das coisas realmen te importantes da vida. o entanto, muitos de nós temos bastante tempo, mas parece que nunca conseguimos . co meçar a fazer as coisus que sabemos que devia- mos fazer. . • lluitos se decidem a ler n Biblia cuidadosa mente p/ aprender as verdades que contem, seus mandamento:! e su as promessas - _mas 0 volume sag1·ado so rara mente é estudado ou até mesmo tirado do lu gar ..... exceto na hora d! p:.ssar • o espanador n _ na sala. Não sobra tem po. • o Muitos expressam desejo- de se tornarem cristãos, mas contin:!am sempre longe de Cris9- Estilo ocupados demais. Não lhe sobra tempo- Muitos pais desejam ficar mais tempo perto dos filhos p/ conhecê-lo~ melhor e orientá-los me lhor... mas acabam s%"" pre vendo eles de gar tos c;e transformarem em homens, nã.o se repe tindo mais us melhores oportunidades p/ compt·e ensüo mútua e camnra dagem. Sempre ocupados dem•lis. Não sobrúu tem po. A B!blia foi escrita p/ o presente. Ninguén sabe o que o amanhã no· reserva. Há- uma coisa que a Bíblia niio p1·omete u niuguÉm, isto é mais um dia ou uma hora a mai ou até mesmo mais um minuto A missão mais im porlantM do homen na vida é aprender a vontn de de Deus, é submeter se completamente a seus ensinamentos, e deixar se governar pelos valo res espirituais eternos e niio pelas coi as passa geiras da vida material. Este é o desafio mais importanta que temos de enfrentar. Voce taro tempo p/ ficar conhecendo Deus? Voce tem tempo p,' obe decer a vontade de De us e assim, de render elóriá a seu Criador? todos terão tempo p/ morrer e p/ serem julga dos por Cristo. É neces sário tempo para nos prepararmos. Uma vida se'11 tem- po p/ Deus é ao mesmo tempo tola e trágica. A um fazendeiro avarento dis5:e nosso Senhor certa vez: "Louco. esta noite te pedirão tua alma; e o que tens preparado, pi quem será''? «Lucas ·12:20» ··Feliz, pois, daqaele q ue pode todas as noites adormecer, di zendo: Nada tenho contra o meu próxi ,, mo I No artigo intitulado "De us em ete Cores", recente , mente publicado nt•<ta coluna dissemos que o dilúvio durou cinco meses. Um atencioso leitor, re sidente nesta cidade, que e a+sina G.M.. estranhou essa a firmação por achar que o ,li lúvio tf!rin um ano ou nrni.:. .. Que .. (ào C"lHttroven,a•uma cncre outru, a re,pt•ito elo <li luvio que tem consumido mui ta tinta e papel. Sentlo <JUe o dilú,•io bi blico tem o entido de ,ub 111er:-ãn total.. poi._ cobriu a terra. e não v ::entido parcial e vulgar de uma enchente pro vocada por chuvas, o dilúvio pr6priu111ente ,lito lt''t' a dur.1 ção tle 150 dias, tenpo em que pérmaneccu 15 r ô , a d os acima dos mais altos montes: "quinze côvados acima preva leceram as águas; e os montes foram cobertos". 150 dias ou 5 meses do nosso calendário sem qualquer cogitação (Gene is 7:20) aqui sobre se o nno hebreu era lunar ou miar. Em re,;umo: o dilú'io foi precedido por um movi mento de fluxo: enchente. Terminado estt', ele ntiu giu o seu ponto mais alto, unde consern,u uma linha de <"<lllhilidatlc, <]Ué se prolon<'ou por 150 d ias. "' E prevaleceram as águas brc: a terra cento e cinquenta dias" (Genesis 8:24) Findo este período, ini ciou-se o movimento de reflu xo: ,·azante. No momento em que e mergiram os primeiros picos de muntnnha. já não h::iYÍa di lú'io. Dilú,·io no sentido Bi- hlico. De •ubmn"-üo !Ofril. Tudo não pas-ava de uma en clente em declinio. Ema en chente de grandes proporçõe-. Algue: dirá que. no fun do, turlo era dil(n io· a111<•·, nu Jllt"Íu, e depois. Por t'Xten-ão de ,t'11tido. Ou porque o acessório deve acompanhar o principal. t: o que fazer e-•u rli-cin ão sutil de cronologia parece uma bizatinice, como aquela dos monge> que queriam a hcr qu:rnto,; u11jo- poclem cu• hc:r na ponta de uma agulha. Poderia ser se a proprie dadc n:io fos;l' uma virtucl, para quem fala ou e,cre,·r. l'ropri.-dad,·: vestal do e,tilo. U,o do termo pr6prio parJ. uu1 dt:ter:uina<lo conceíro. Do termo ex a lo Q u e n ã e, diga mais nem diga menos. Pura nüo cairmos naquilo que Descartes cla-ificava co mo abu-o de linguagen, que pode culmiuar nurn êrro, cc:,111 prometendo o cricirio da er dade, pda n:io conformidade da inteligência como o que é. Assim. dilúvio é urna coi sa. e enchente é outra-: E-ta é parcial; aquele total. lJilú,io lliblico, Que du rou 5 ntc:-c:-. ão voltaremos ao Assun to porque seria arriscado: diluvio é rnuita á;:ua. Pode afogar e c,,ta eoluna é para desafogar. P/ respirar. Inspirativa. E tambem procuraremos evitar os números. !'úmero5 d:í. problema: este é o segundo. )lesmo por'.Jue o nutor con fesse que não e furte em rál culos. Só e,n c:ílculoe? O CAMINHO ·Noticiário Religioso de Bela Vi-a" EDITOR: haldo Pereira OFICINAS COPOSIÇÃO: aib 1ai«e PAGINAÇÃO: Wile Geraldo Dutra 1PRESSÃO: Aniceto Adais Aux. Luiz Carlos Dele Redaç:io e Administração: Rua Duque, de Caxias ;Jn Bela Vista - Mato Grosso (Compo,10 e Impres,o na Gráfica Tribuna da Frontdr:i) O ClMINHO Bela bhista - Novembro- N.o o7 • dtne --------------- Novo Horário das Missas Matriz de Snnto Afonso Diúriamcnte às 18.oo horas, exceto aos Sábados Quarta feira: Novena à. 16.oo horas Missa com Novena às 19,oo horas Domingo - às 730 horas e às 19,00. Capela do Espirito janto Quarta - feira Missa com novena ls 6.30 horas ovena . 1s 16.30 hora, (,ba<lo às 18.00 horas Domingo às 18.00 horas ilinistros Extruor<linúrios <ln Eucaristia: ào pessoas que, por causa dn carencia de acer dotes e tamanho territorial da Paróquia, receberam do Bispo Diocesano, autoriznçilo pnrn distribuir a Ss111u. Eu caristia na Paróquia de anto Afonso <le llela "iSln. Silo os srpiintcs os ministros <la Eucaristia: lr111ilo Frnnc1sco 'choll C. . . H. Irmã Ludn<lu Galvão <lc Cestro lrmà Angelina lrmu Clotilde Sue ias+aki lrm Eva de Jesus Batista Wilson Nabhan e Raimundo dos jantos NoiH>,) Cir. Bíblico•. • I3 Escola de Dirigente. I4 Via Sacra. 15 Dia de Rt:flexüo Joven•. • I6 Missa em Agua Doce. Primeira Comunhão 19 Terço Meditado Cancha Circulo Bíblicos Setores 20 Escola Dirigentes. Ultréia. • 21 Via Suem 3 Retiro Dirigente-. Missa na Cancha. 26 Terço Meditado Cancha. Cire. Bíblicos Setores. 28 Curso de Batirnw. ia ·acrn. • • 30 Curso de Batismo. Curso de Noivos. Desfile In- fantil. 0b-=. Novembro é o mes das Almas. Hezemos por to- doí' eis falecido,!. f: o mes em que toda, a, capelas é celebra do o Dia de Ação de Graça. ro nem nutricionista!" O que voce acha disso? Por que será que Deus se interessa tanto pela saúde e pela alegria de voce e da sua familia? 4. O que a Bíblia di ria ao pessoal que bri gou por causa do posto de saúde? 5. Agora que voce ouviu as palavras da Biblia, qual a resposta que voce daria a dona Carmen? Qual é o segre do da alegria do povo? Combina com a resposta que voce deu antes~ 6. Olhando a nossa sociedade, o que é que mais mata a alegria no coraoão? 7. Olhando a socieda de em que voce vive, o que é que mais causa pre juízo à saúre do oovo? Será que os padres e os cristãos devem pre ocupar-se únicamente com a Alma? Tem gente que diz que a religião é p/ ficar na sacristia. O que voce àcha disso? Isso está de acordo com o pensamento da Bíolia? 9. Conte algum fato da vida de Jesus. em que Ele se preocupou de dar alegria ao povo e em tratar da saúde dos outros? 10. O que vamos fa zer agora de concreto, p/ colocar em prática a palavra que ouvimos e meditamos? • Um canto ou oração para encerrar e agradecer PRINEIMME#TO PIROQUL (Mes de Novembro) Diu 1 Encerramento do Mes do Ro•ário • 2 Misa no Cemitério. Missa em N. T. V. • 3 Reunião do M. F. C.g.l • I Reunião do M. F. C. g. 2 5 Reunião do li. F. C. g. 3 Terço Meditado - Cancha Ass. Geral Coord. Anil. 6 Eleição do Cursilhv. • 7 Via Sacra. Comunhão Doentes. Hora Sta; Vocações. 9 Dia de Ação de Graças. Missa em Caracol. Primei ra Comunhão Dia 11 H-,união cio Clero em Bonito. • 12 Terço Meditado Cancha. M.F.C. (Prep. p/ Curso Escala das missas para o mes de novembro €ASAI 90 3.%.€. Matriz Santo Afonso Dia 02 Domingo «noite»- João e Nazir Dia (09 « »- Jerci e Salomé Dia 16 « » Athanásio e Jacy Dia 23 « » - Antônio e Nair Dia 30 « » Wilson e Ramona Obs: 1) As missas no Domingo pela manhã ficarão a cargo de Irmã Lucinda. 2) Os folclores das Missa na Matriz e Capela, são dirigidos por «Dedé», iIaria José e o Grupo de Jovens. Capela do Espirito Santo Dia 01 ábado - «noite» - Alberto ~ Odi!d. Dia 02 Domingo » - Bastião e Gercy Dia 08 Sábado » Tranquilo e Teófilo Dia 09 Domingo » - Hideck e Leida Dia 15 ábado » Miguel e Faustina Dia 16 Domingo » Raimundo e Josefa Dia 22 Sabado » Ramão e Isabel Dia 23 Domingo » Helio e Carmem Dia 29 Sábado » Genil e Enoly Dia 30 Domingo » - Raimundo e Josefa «Missa é a celebração da Familia» Se queres curar as tuas feridas ELE é médico: e tens febre ardente ELE é forte: Se és oprimido pela iniquidade ELE é Justiça: e tens necessidades de ajuda. ELE é ·vigor. Se temes a morte: ELE é vida Se desejas o céu: ELE é o .caminho Se queres evitar as trevas: ELE é a luz Se procuras sustento: ELE é alimento OH! PAI Senhor do céu e da terra quero lou _vá-lo porque o Senhor escondeu estas verdades daqueles que se julgam muito sábios. Eu o louvo. Porque o Senhor as revelou as pessoas simples e humildes. Para nos ensinar a se::- humildes e com essa sua bondade atraiste os corações p/ bem perto de nos. Faça-nos Senhor também dignos dessa graça (M1T 11.25) • lLi.RIA BALDO GIANS.-N'tE Jardim-MIT. "Creio não no no Deus que fêz os homens. e Deus que os homens fizeram" Trihuna da Fronteira 2 de Novembro de 1973 GEISEL ACEITOU CONVITE PIIRI YISITIR O PllRIIGUII Presidente Ernesto Geisel Brasília, Agencia Na cional - O presidente Ernesto Geisel aceitou o coavite para visitar o Paraguai nos primeiros rias do mes de dezem bro, atendendo a convite formulado por carta pe lo general cio Exército Alfredo troessner, Pre sidente da nação amiga Em sua carta, ao presi dente Geisel, o chefe ele Estado paraguuio ressal ta que "a grandeza dos empreendimentos conjun tos que nossos Governos iniciaram,· no amparo de acordos internacionais conscientemente acerta dos e desejados, assegu ram aos 1ossos povos relações a um uivei de grande amizade e recíp ocra cooperação, que es treilaram cada dia mais os vínculos entre Para guai e o Brasil". Lembra ainàa o presirlente Stro essner "as evidentes coíncidencias que, inter na e externamente, apre sentam as políticas de nossos Governos assina laudo caminhos que coa correm para foriar um destino melhor para am bos os_ países, em mo mento que sérios proble mas afligem outras Na çõos". A<> convidar o pre sidente Ernesto Geisel e sua familia para visitar sua Pátria, em data que estime oportuna, diz o governante paraguaio que "vossa esclarecida presença viri a confil' mar a decisão de nossos Governos de prosseguir no empenho para lograr a prosperidade e a feli cidade dos dois povos uo mesmo tempo que servirá também para que o Paraguai renda home nagem, em vossa ilustre pessoa, a nobre Nação que, respeitosa de nossa história, alerta agora co nosco os caminhos de um venturoso porvir' RESPOSTA Em carta datada do último dia 10, o presiden te Ernesto Geisel agra decen o amabilidade do convite para que visite o Paraguai, destacando que "essa visita será u ma nova oportunidade para estrei_tar ainda mais as relaçoes entre nossos povos de cuja fra temidade os grandes e diversos ernpreendimen tos era em andamento constuem u111 eloquwte testemunho" Adianta o chefe do Go verno que "somente Go vernos plenamente im buídos de seus deveres e responsabilidades po deriam lirnçar-se a uma tarefa conjunta de ex traordinárias dimensões" BELI VISTA VII BEM SIM SENHOR A coisa mais Impor tante num ser humano, é ele ser útil ao seu se melhante, procurar aju dar sem pretensões noci vas ir de encontro àquilo qua realmente precisa de um trabalho conjunto, e mostrar o seu valor. Se a gente vive em um certo lugar, esse lu gur deve ser respeita do, porque está nss man tendo, nós deveme~ aju dar a construir dias me lhores. Mas como? Pu cha! ius é tão fácil. Questão de tempo? Não acredito, o tempo u gen te consegue, é só querer. Minha gente, é como diz certo slogan, " O mo mento é de trabalho ", vamos uair nossas forças, como se unem as vuzes de um coral, e trabalhar? Um exemplo; Bela Vis ta com maior ctivulgação teria autro aspcte, mas divulga» ão construtiva, não essa divul gacãe que muita gente laz, dizen dizendo que a cidade es tá nas últimas e outras coisas mais. Não senhor! Bela Vista está muito bem, obrigado. Constan temente está chegando Brasilia, Agencia Na cional ...:... O ministro Ar ando Falcão, da Justi ça, dirigiu a todus os go vernadores de Estados e Territórios o seguinte te legrama. Senhor Gover nador - A fim de pre servar devidamente, aci ma de quaisquer circuns tâncias, o clima de or dem e tranquilidade rei nante em todo o territó rio nacional, fundamen tal para a continuidade do esforço de desenvol vimento que o Brasil re volucionário empreende, tenho a honra de solici pessoas do sul do pais para investir aqui. A no! a lavoura aumentou Das tarte esse ano, já temos secador ie cereais e mui tas outras coisas refere tes a lavoura, que a bem pouco tempo não tinha mos. Bela Vista Vai 13em Sim Senhor. pois 0 Po. vo Esta Unido, veja co mo soa parece aquelu ca sinha vermelha com ja nelas brancas, no melo de um verdor progressista Sr. Prefeito. nós os estudantes do 2 grau da Escola Té:cnica de Con tabilidade e Esccla Nor- Muito obrigado por tudo que o colega tem leito pelo nosso modesto trabalho na Assemtiléia. Tenho recebido regu gularmente a "Tribuna» e tenho notado o interes se d-, prezado companhel ro em fazer um jornalis mo sério, difundindo essa Fronteira. esquecida dos tar a Vossa Excelência o especial obséquio de baixar ordens às autori dades estaduais compe tentes no sentido de não permitirem, sob preteste algum, passeatas, comicies concentrações ou autras manifestações publicas capazes de provocar agitação, perturbando o trabalhe ea ida das pessoas e da coleti vidade. Será conveniente que tais medidas preven tivns adequadas tenham sempre preferencia sobre as ações repressivas, en quadrando-se, outrossim mal, a turma que e tá cursando as 3 séries, es lá lutando mui(0 par n conseguir realizar o seu grande sonho, que é fa zer uma Excursão pas sando por 3 Estados da Federação, e vamos cem seguir haveremos de por em práttca todos 0s 1os 8OS planos, e O IUCl' 1 ) SC· rá garantido. Aí sim, te remos condições de che gar em V. Exa., e 0fere cer-nos para divulgar Le la Vista lá fora, pois es tamos empenha d o A no Bela Vista Vai Bem Sim Senhor. Adão Carl,- Bati-ta poderes públicos. Eetou anexando có pia de um trabalho nos so, proposição que, se atendida, muito benefici ará, não só a Bela Vista, mas todo o Sudoeste. Cuiabá, 18-10-75 - Sergio Cruz -úeputado- desde logo, nas disposi ções legais permilentea quem porventura traís gredir as normas estabe lecidas em favor da paz de que desfruta o pcvo brasileiro. 'andações a tenciosas, Armando Fal cão. Ministro de Estado de Justiça. Preço deste E xempJar 1,50 casa SUDOESTE 1 de ele 0. @leilat Ferros, Chapas, Tubos, Tintas, Azulejos, Vidros. • Conjuntos uma Infinidade de Artigos pora o Cliente Exigente. 2A 7±0)M239910 202 22ss0l ±&?±cllr?2o. Cimento para pronta entrega em Grande Estoque Guia Lopes da Laguna Sanitários, E Rua Cel. Temos Juvencio 815 Arames, Ferragens -- Mato Grosso - 'Tribuna da Fronteira Expulsão de Praças do W" RC Toram entregue pelo I0,o I por cpul4· da- filei ra o seguintes; ietorian Golo, P'atricio Domingo- Gol mn «e Francisco ales I t•r raz, por incapacidade Moral. bel Pol, foram devidamven te registrados no livro com Jll'lt•ttlt", Furlo de Veículo Foram recebidas vomuni caçoes de furtos de veienulo através de rádios como rgure. 73 placa DC065l. cor azul da nuhio jmnintlar. <·lia'-•I~ 11.u I L.H19I2). Carateristica- meia t+la, roda tipo e+trela de pro priedade do r. Aldemir oa te« Brandão, re-ilente e-ta c·icla,le d,• Caar,,pó. !'c•rli11111, u• preensão do mesmo onde for encontrado, 51/71:í/SRF de lli-0-Ti l'n·nth•r vrknlo clw, rn· h·I C-10 ano T, eor amarelo trigo, placa AE J536 chassis u.o IM/EBI-218) P proprie dade de Celo Hoberlo. l· urlu do neta idade 1111 noite ,lc 15/09/75. Capo Grande Mt. 8275 de 1 '-9-7fl Apreender Pi-Up C-I0 cor amarelo granfri Chasi n.u H 1-CUl67-17, .lotnr 11,n 199 li P de propriedade de Guintcr lluppcr, nc,tn 11111,lru gala furtada de a residen ~iu t·m Hio Brilhantr. 5li·7ii/DP;SPF rle 3- to-75 'olici(umca- F<· for pu--1- , ,·1 ,·omuni,·ar I o,lu~ t•i,lntl,•s furto de veiculo marea VW li !'º llrnsilia uno 75, cor lara•_a· ja outono, plae 107, cha-si 1A-I76231. propriedade sr. O wahdo Ferreira Barros, furtado m·,tu .-iduilt' 1,• Cumpu Gru11- de na noite de 02 do corrente. 55/75/DP, SRF de 25-9-75 Apreender veículo Mar ·ca VW sc,lam nno 70 l'lata , D.8820 chassi,- B-69111, cor bege de propriedade do sr. Litolfo Mario, fartado na noit<• ilc 21 parn 25 ,.,,. Campo Grande. , 1 de 26-9-75 Foi furtada esta guilu, Urusiliu uno 71 madru Mutlclo 1)() 10º RC 11 esta Delpol Informo foi roubn,lo no ,lin 19 de .larço uR 18.00 ho ras em ,quidnuuna um cor ccl belina cor vermelho, ano 75 plucn UJ-U026, de propricrln de sr. Mauricio Anderon. Trrl F,•rnun,lc:< Cmt 9.o UE C.IU. ' 58/75/DP SRF de t5-10-7fl VW tipo l.lru,ilia :mo 75 ,·or mnrron rarnn·la laln placa A F :l 102. chus~is n.o BA 1681- 2.'> nwtor n.o 13, 171119, pro· priedade de Felicidades Esou ruti Sabti U. Beri:u e VW 11 po Brusilia cor azul caiçara, placa_ AF 2922, motor BA 16- 23 95 ano 75, chassi- BA 15- 7898, propricdnd•· de Tcrczi nha de Jesus dos Santos. Am l,os furtados nesta cidade de Campo Grande '"' noite de 1-1 ,lo corrente. Gamaliel tunpf. Delegado de Policia 1 $ERG#3 AME.TB FERES#S ADVOGADO E 'C'lUTÓRIO Rua General O ório, 825 Bela- Vista Mato Grosso Dr. l(ésio Loureiro Advogado Rua Antonio Maria Coelho Bela Vista Pinheiro llt. Dr. Pedro Palmieri Aavocaria em Geral H11a 15 de Nmcmbro 170 Fone 2.'17 o s<>u modo de vi ver já educa. Também sabemos que e mmla !'alta do nmor quu11do se deixam cre cer O.i! filhos sem corrigi-los e disci plinó.-los. Ninguém consegue ser ulguem, sózin!lo .. Nlu guém aprende a viver, fazendo sómente o (}Uf quer. AH videiras se de envolvem melhor depois de podadas. A8 uvas não se transrormam em vinho até que sejam es premidas. Uma criança, um jovem, nilo se torna adulto fnquanto não poda1· or:J maus llábitos, o c>golsmo a ri!ENTIRA. O Poder latente pu ra poder produzir víve re encontra-se na terra, mas se o agricultor ne gligenciar no trabalho de arar, crtpinar, ele se torna um delinquente ju vc>nil no campo da agri cultura. Assim existe deli11- que11cia pedagogicu quaudo os pais, nem os filhos, h•rnver alguma formas de disciplina e de dor. Quanto rnuii,, cedo houver o mal extirpado, menos sofrimento se faz necessário. A. palavra ''Educar", vem, salvo en 221 l:lelu Viota MT DR. fHHU MiJRftNO Médico Rua 15 de Novembro, 75 - Bela Vista - MT gano . .ta pat.wra lo.ti11a "cd ucere" e si••u itica: ex trair algo que prejudiga ou extrail' do coraçao aquilo que náo é bom. t;ómenle u iuYormu çfto nilo educa nem na e. cola nem 110s lares, mas sim, u formação de caráter e força de vonla tle. • O espaço é pequeno pnru abordar cultos u~ pectos e queremos termi nar com alguns ditados: Quem aplica um castigo quando et!lá agitado não educa, nem CGrrige, vin gt-se. A ofensa é o ar- Cuiabá, 20 de Outu bro de 197:i Ofício-Circular 01, 75 • ,o Exmo. Sr. Dire tor do Jornal •TRIBUNA da FRONTEIRA» Prezado Senhor: Apraz-me, com o pre sente, levar ao conheci cimento de V. Exa. que acabo de assumir nova mente o cargo de 1 Se cretárlo da Ordem dos Advogados do Brasil Sec l =HAROLDO MEDEIROS= AD'OGADO O, 13 - MT. 1183 t:l'F 008-295.870 Rua 15 de Novembro 177 - Bela Vista :IL nº. Dra. Maria Aparecida Cirurgiã - Dentista Zanda Cirella (CR0-387) Odontopedü1.tria Prótese em geral - Raio X "Consultas com hora marcada" Rna Cel. Juvêncio . 237 - Jardim M. LABORAióRIO OE ANÁLISES CLIIHCAS Dr. Ciro Benhur Torres Gallo Rua Antonio Maria Coelho - 339 Bacteriologia - Bi<•quimica - Hematolo!?ia Parasitologia - Sorologia - Urinálise "' Pré - Nupcial Pré - Natal D L) ... gumento daquele qu {iao tem razão. Pena qu srntimos falia d" juiz quund,J já é bem tard quando já nlarno8 dcf1 tos. Pen é que multo esquentam a cabeça em ver. rio usar u cabeça. Nilo poderá ajudar aos homens de mnncin.1 per manente, se fizeres P'>l' eles aquilo que eles po dem e devem fazer por si proprlns. Feliz é o Ii Iho que tem no corçao a lembrnnça de pais llon dosos, lleJicudos e com preensivos. ção de lIatO Grosso. Colocando-me à dis posição daqueles que ne ct--ssltarem dos serviços desta Secretaria e, por outro ludo, convicto de que no exercicio desta relevante função cstard contribuindo pela valorí zação da nobilitante pro fissão de Advogado, a lém de poder também co1aborar com os Pode res Públicos, principal mente o Judiciário na solução dos problemas afetos ao aprímoramen lo, ainda mais, do direi to e da Justiça, é que torno a liberdade de so licitar de V. Exa. o apo io indispent!ável ao de sempenho satisfatório do honroso cargo que aca bo de assumir pela se- gunda vez. . Aproveito do enseJO para apresentar-lhe os protestos de alta estima e elevada consideração. Atenciosamente Amaral Auiusto da Silva 1 °· Secretário Tribuna da Fronteira encontra-se a venda na Distribuidora de Revista •·Princesa do Sul" Preço dest~ exemplar . CR$ 1,50 Tribuna da Fronteira ------ Bela Vista . lt Dosenvolvlmcnlo Brasil - Paraguai Ocupando a ll'lbuna da Camara dos Deputa dos, o parlamentar ma torossense, lançou, tam bém, apelo ao presiden te ela República no sen llrlo de que determine estudos vlsanclo a elabo ração de um programa clp desenvoJ vimento da região rronteiriça entre Mato Grosso e a vizinha República do Paraguai .J ustil'icando sua solicl taçüo, alegou o deputado Ubnldo Barém, que aque la vasta área, de signil'! cativa importancia para o país, ri€ hú lllUito vem se l'essenti111.io de maio res alençõe e de um melhnr tratamento por pane do governo fedr ral no sentido ele uti var o seu progresso e de ajusta-la ao desenvol vimento nacional. ( Correi<' do Povo) Deputado Ruben nosso Partido, como contrato de risco, di nos, deputados estudais m!torosene, sob 0 comando do eminen' governador Garcia Net condições de prossegu na luta cm J'11 vor· cl completa emancipação do homem brasileiro do desenvolvimento ee nômico-sot'fal cfo .lat Grosso. Respeitosas u claçõPs. DPf,ulado HubP11 Figueiró, llrlcr do Gove no e du Areu::; dcr-uta dos Airton Hei e EIson Pires, vice-lideres", Figueiró r de ,Juarez Hodtii,;ues Trabalhamos com1 perfeí çüo para contiuuarrnos a ser o modelo no ra mo de tapeçaria" UBIILDO BIIREM: CONTRITOS DE RISCO: CRIAÇÃO DE NOVOS DEPUTADOS IIRENISTII~ MUNICIPIOS • SOLIDÁRIOS COM CEISEL O Congresso Naclo o calendário pata rea uni acaba de receber, pa lização de plebiscito. l'U fins de apreciação, projeto de lei comple mentar enviado pelo senhor presidente da Re pública permitindo u cria ção de novos municípios dealrn de um período compreendido entre de zolto a Slsls meses nute rlores à data dus ele! ções munlcip,is em todo o país. A medida que em l'u turo hem próximo será lrnnsl'ormadu em lei, re presenta a conquista de antiga a piração do de pulado Ubuldo Barem que interpretando o jus tos anseios rle inúmerns comunidade: Matogros sen es, empenhou e em longa e ince sunte lula que, l'inulmenle, chega ao eu fin!ll vitoriosa. Acre cenlou ainda o deputado Ubaldo Barém du represenluçiio da A rena de Mato Grosso, que, como re ultado ele seu trnbalhc, os distri to de Deodápolis. Mundo ovo, (!ldorado, Uedrn /]rda, Documento Per<li<lo huscimeira, angará da Serra Rio Branco, Mira.ssol do Oeste, Juty, Angelica e Vila Vicentina, entre ou lro , terão cu u d i ç õ P • de adquirirem n sua e mancipação política: com a sua elevação a catego ria de municípiot:., desde que satisfeitas as exigen elas para esse fim conli das na lei co111plw1c11tar nº t e no ato complemen tar n 1 e no ato com plemelllar nº 46, e tão logo aprovado pelo Tri bunal Ii.egional Elei1C1ral bro de 1975. Foi extraviado o certificado de proprie dade nº 12H0:-l6 em 110- me de Uli. ses Pinto de Almeida, expedido em 1,03/75 pela 1,3%, Cire trao do automóvel mar ca Ford F60 ano de fabricação 1973, cor Ye rde chapa C J 0009 cba ssis LA7DMT-07510. Pu blicação que e l'uz pura obteuçúo de 2a. via Bela Vi ta - 24 de Oulu Cuiabá [ edimu t) Motivada pelo recente pl'Onunciamento do presi dente Erne to Geisel so bre os "contra tos de ris co", a· Bancada da Are ra Estadual endereçou ao Chefe da Nação men sagem nesses termo : "A fiancada Esta dual da Arena de lJato Grosso manifesta total solidariedade à decisão de Vossa Excelência de manter monopólio estalai do petróleo. pela Petro brás, mas permitir, atra vés de contratos de ris co, a prospecção por empresas e pecializadus que desejem colaborar com o extraordinário esforço brasileiro no sen tido da obtençüo da a u to-suficiência do petró leo. Sómente aquele que desejam a perturbação da opinião pública para ob ter, mediante processos impatrióticos, vantagens eleito,·ais futuras, maquia vélicamente não desejam entender a corajosa c,uão altiva decisão do GoYer no de Vossa Excelencia Atitudes firmes e Resolu tas de Vossa Exceleocia Chefe da Nação e do Heforma qualquer tipo de móveis, E-tofado-, Cal. chies de molas, Capotas de Jeep, e estofamenutos de eícu lo-s mn geral. Atende-se a Domicilio Fazemo )reatento sem Compromi-+o. Avenida 11 de Dezembro 126 - Jardim-Mt. POSTO snNTA CllUlRINO LTDfl , bcrto <lia e noite Borracharia Lubrificantes Diesel Gasolina Anexo: I ,ancbonete Avenida Visconde de Tuunay/Esquina Floria no Peixoto ' Perto <lo Banco do Brasil Gula Lopes da Laguna llt. Dr. Helio Loureiro de Almeida Cirurgião Dentista - RX Rua Antonio Maria Coelho, 221 Bela Vista Mt Horário: 8 as ll horas Fone. 1-5-2 14 as 20 horas IUTO PEÇIS sao Joio ele João Batista Flores -- Perabrisa colocado na hora Peças para todo o tipo de Veículo "Aaradece a preferência" > Rua Pilad Rebuá 789 Bonito Mato Grosso CIS FLORES , 9>c0-x9+--o9c0&±-c- - . * Em todos os bairros da sua cidade ae K I ~ ve haver um ou mais postos do Mobral j } j i Caso ncio e,clsta ainda, procure a Comisscio Mu- j j nicipal do MOBRAL e ajude a solucionar o. f f problema, Mostre-se líder na REGIÃO. i # }o-<- 90-c0<6<< os&o .zk Eletro - domésticos, Cal-• çados. Bijouterias. Arli gos para o Inverno, ma las, Tecidos. presentes e uma infinidade de arligos para Embelezar o seu lar. CASA FLORES "A Casa de Sua Economia" Rua Pilad Rebuá 566 Bonito - MtL 1 • I , , .... / Neste momento em que as hostes politicas conll'al'las à Hcvoluçao reúnem esforços p der rubá-la, é útil tecer co jcclurns sobre aquilo que sustenta_o poder e qual a missão daqueles que o detêm. Os governos nuscem de circunstâncias politi cus, econômicas e sociu is, para o cumprimento de umu função social. posllivu ou negnllva. Enquunto não se exaure sua runçãc,; permanecem de pé contra , lodus as ivestidas das !orças que lhe silo conlrúrius. • o que garante o po de, é a função social, Ora, a Revolução ainda não terminou a sn mis são precípuu, que é lns • utuir um novo n.odelo de democracia. AI/ que tudo ludicu, essa no·,a forma de governo deve rá constituir-se da fu são do princípio da cen tralização e <ln descen tralizução do poder. A democracia expan diu-se pelo mundo oci dental cm consequência de seu elevados ideais ou de seu liberalismo que não é só econômico. Entretanto, hoje. em vá rios pontos da terra, E la está em crise e nós que nrofrssamos o credo de :Uocrata ii:1o sabemos como conciliar suas Yir tudes com necessidade de cerceamento das li berdades abusivas e dos arbítrios, ainda que le gais, do Estado. Mas, parece que os fatos ei-tiio a nos dizer que o novo modelo de democracia, que está pa ra surgir no Ocidente, re sullarà ria fusão dos prin cípios da centralização e da desceutrnlizaçüo, • se consideramos que es ta é umn conquista ir reversivel e aquela uma tendência universal hoje observada. DizPmos fusão pela impossibilidade de coe xistência de dois pode res, sendo um centrali zado e outro descentra lizado. Esses prinriptas se alternaram, através rla História, nunca um con eguiu suplantar o outro • definitivameute. Ambos sempre existiram, quaurlo um era máximo o oulrn era mínimo. ;'ão bá noticia, na história da humanidade, ele um povo que tenha sabido combinar os dois JH'ÍIJCÍJ)los, Os estados, organizados sob a égide de um só desses princi pios, sempre apresenta ram um desenvolvimen to hipertrófico do poder. , ultorn/.ncia contmuu tem acarretado desequl librio constantes no or ganismo social. Somente a conJuga ção dessa binômio <le forças será capaz de criai· um organismo, do tudo de um mecanismo que estabeleça uma per feita colaboração tio princíplp da a1Jtoridade, encarnado pelas oligar quias, e aquele da Hbe rude, represent:.do pela democracia. Assim é que os princípios que regem os estados autocratas, oh go.rquicos e dernocratás não são, propriamente, opostos e irreconciliá veis, mas inversos e complémentares. Se al gum dia ocorrer comple tameute essa fusão, por que parciamente ela já esta ocorrendo em a1gu HS países, _ então, terá vindo ú luz a Nova De mocracia. Quando esse fenômeno ocorrer, oli garquias e democracias uüo mais se combaterão TO Roberto Piquet Martin mas Fe Hf'rvin1o mutua mente. Combater a demo- eracia é um absurdo. O principio democrático nada mal:; é que um princípio naturnl, que re ge as relações entre o homens que vivem em sociedade evoluídaH Combater, por· outro la do, as oligarquias. como ultrapassadas, é outro contra-senso, vez que têm, ainda, sua funçilo sor.lal. o Governo Revolu cionário, por ser um po cler, no mesmo tempo, centraliwdo e descentra lizado, pode ser conside rado como o prototipo da ova Democracia, embora esteja ainda li gado á sua gênese. Den tro dessa ordem de idéias, se llguem dese jur saber por quantc tempo a Revolução per manecerá no poder, po derá assim responder ú sua iudagaçll.o: Até o dia em que. cumprida a sua função social lance no mundo os principies básicos de uma nova ordem demo crática. (JORNAL DE BRA ÍL!A) Jardim, atualmente oportunamente denomi nada como a cidadP pro messa. Oferece-me o pri vilégio de escrever o que- a minha inspiração confessa. Sentindo per feitamente o valor deste nobre Tenente Coronel... Excelso militar que está empreendendo realiza ções à granel!!! Vencendo os obsta eu l o -s e ull1·apassando as inúmeras barreiras ... .Irradiando progresso com sua idéia mais que verdadeiras... Conscientizando seu povo à. se adaptar por um Sudoeste maior e melhor.... Encurtando distância p trazer mais amigos ao seu redor ... 1 otabilizando se e , lo seu semblante amigo e contente ... Toru!}ndo possivel antever melhores dias para a nossa gente ..... • Este é o retrato fiel do Tenente Coronel ·'Jo sé Vicente .. !!! • Duque de Caxias tem nesta cidade o ;-e,u dileto e real seguidor Evidenciado cora destemot· esta '·Obr;! .. maior de intrinsseco va lorl Somados os esforços em conjunto com os Eeus ::liciplinados coman- Nascimento De parabens o casal Marques e Elizabete na semana pp. que pesou vinda do garotio. « • 650 gr. --- O lar do casal ,ncelmo (Peninha) va está em festa com o nascimento da Teln.a dia 31/10/7 : - Aniversários Dia 30 Zeóbia O. Gomes Dia 30 Loureiro (Pretinho) « « Emerson Akamatzu « ,, Ildefonso Loure!ro - pela -lk t• t-;ra. Sol "herdeira' BAILE Será dia o sensacional Baile pr_omovido pe- lo Gremio Pedro Rufino, com anlmaçao do conhe cl<lo conjunto Os IntocAveis =- CHÁ Foi dia 31 pp. o último chà em beneficio . do Natal dos Pobres realizado no G.P.R. Na próxima semana maiores cietulbes ===·Xé::·=== Quermesse O Vigário da Paróquia de Santo Afonso, Pa dre Brandão agradece a todos que colaboraram para o sucesso da mesma. A renda liquida foi de 18.000,00 e alguns "quebrado.s". A todos os mais sinceros agradecimentos. : - 10.o Regimento de Cavalaria COMIICDO 0 10 RC comunica vistas no referido Códi que a partir da presen- go, inclusive apreensão te data os proprietários da Carteira de motorista. de veiculo que inflingi- _ Quartel de Bela Vista rem os números I. 11 e llt, • 31 Out 75 llI do urtigo 89 e Capi- Regis Ildo Rossi Maj tulo x do Código Nacio- .» na 1 1e Trânsito, sofre- rão as penalidades pre- Che(e R. Pública - ± Paróquia de Santo Antonio - Jardim Funcionários Público:; Nossos cumprimentos a todos os Funcionários, Públicos de Mato Grosso, em especial os de Be- la Vista. pelo seu dia que transcorreu em 28 pp. Nesse dia o Governador Garcia Neto entrou com proposição na Assembléia Legislativa. para um aumento de até 40%, sore os vencimentos dos Funcionárfos Público Estaduais de :!ato Grosso: civis e militares. Bola branca. : - Casal da Semana: JeHerson e Ana dados; Alicerça o MT gi gante c•;m feitos rodovi úl'i'1s bem estruturados. .'.orteando seus fir mes propósilos rumo à aspiração do povo que o aumira Colocando em cada cora ção um sentimento de ~ratidão que ninguém re lll-U. 'l'ingindo com a ban deira da perseverança o ideal de quem ainda mui to espera Introduzir em <.:ada, consciencia a vontade que em sua alLUa impera . Soerguendo com te uac1dade esta região que nenhuma outr:1 a A PEDIDO 1 (rcróstico} supera!!! Predicados infindos. existem p/ este poeta expressar em forma de poesia; lnfindas quBlidades deste brioso militar que sempre teve em su_a com panhia: "Reais manifest-a· ções para lutar em pró! do bem-estar do seu se· melhante" Entendendo que a feli cidade do próximo é ' sua meta constante Suavizando os sofrimen tos., multiplic:ando as ale grIas e assim por dia te .... Manoel Arcelino Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº181_26_10_1975 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº183_06_11_1975 Voltar para a lista de itens