TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXIX_Nº2166_16_02_2001 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXIX_Nº2166_16_02_2001Número da edição2166Data de publicação16 de fevereiro de 2001Número de páginas8GeoCoordenada -22.107271133355592 , -56.52598904047994 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXIX_Nº2166_16_02_2001 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto Tribuna o OOYCílrlO Governo Lança Programa Habitacional 2001 O Gero ad J • - ' no band4 dgs 9d!)i veio a Bela /ta n ta t tora da 1 para dar posse à Com+ssAo Municipal 1o Pregam do Segurança Alentar e Mutuotinal que tem po obyetwvo a d tr t:, J .,.ao de cestas bastas de alrnem!0s :l famas comprovadamente car ntos Ztca tambem asrnou ccnvên1os com Prefeitura Murucupa! nas àreas de !1ab 1aç~o e Saude qu'!l lérn por ob1ctivo a c.onstru,ao de 70 unidades hab1tJc1ona,s destnadas à tarifas de bava renda a rav~s do Programa "Chc Roga-Mi" a ced~nc,a oe um aparelho ac uluassonogrn!,a forncc,mcnto de motcrio15 pcrmanf'nlcs destrnados ao uso e,ctus,vo no desenvolvimento de ações de combate às doenças se,<Ualmente 1ronsm1ss1ve,s DST O AIDS e dP rn;11e11a,s permanen1es destinados a ' 1mplantaç3o ou implementação do Progata de sauae da ram1ha (PSf) no Mancpro Acompanharam o Governador na vsta a nossa cidade a t D3ma o Coordenador a do Conselho Estadual de Gestáo de Poliucas Soc1a1s • COGEPS • Gilda Mana dos Santos o Deputado Estadual Anlon,o Braga, a represen1an1e da Secreta11a de Estado de lnfra Estrulura e Hab1taç~o. Mana do Carmo Avezan, Machado e o Superintendente de Art,culaçáo da Secretana de Estado de Governo Hetor Miranda dos Santos Também registramos as presenças O Goro +opulat lança no Pnloc,o PopuL:ir do Cultura, o Programo 1tao1tac1onol 200 t O governador retornou ao rorum Socol Mundlol reahrmando que cst.'.I CJdJ vez mars convicto de sua Governador dá posse à Comissão do Programa de Segurança Alimentar e Nutricional e assina convênios nas áreas da Habitação e Saúde op1n1M m pnonzar em seus programa~ o soc,al e que o CHE HOGA MI (Minha Cas,nhO) faz partt! d , um conjunto do ações do inclusão social do Governo Popular cm parceria com prete,turas e a Cai,a, para atender à necessidade hab,tac,onal das familias que n~o possuem morJd1a e que hab,1am barracos ou mesmo lonas ou beira de r,os de forma precária e em condições de risco ou tnSalubridado O Programa Hab,tac,onal que o Governo lança !em recursos do Fundo do Investimentos Soc,a,s (FIS). OGU, Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), Instituto Nacional de Colon,zaçtio e Reforma Agrána (Incra) e do Orçamento Mun1c1pal, contando com a parcena das prefeituras, Governo Federal e Ca,xa Econômica Federal PAG.-07 MISÉRIA Combate a miséria e exclusão social .....__ dentre ou!totot.dates covs mil.lares e e leastcas. do te'eito Mumcipa Gera1do Mturano dos representantes d3 Sociedade de Apo,o ao Mov,rnento Nacional de Luta pera Moradia Cte,ton Soares e Ed1mar Fernandes Cintra . Vereadores autoridades civis m,htares e ccles,asttcas e de s,gn1f1cat1va parcela da comun,dade belav,slcnse. que prest191ou em massa essa v1s11a de 1rabalho do Governador, realizada nas dependências do Grém,o Pedro Ruf,no Programa de Segurança Ahmentar e Nutric•onal D Governo Popular de MS, em parce11a com a 3o.edate C Orga ta. 1 que tegram o PI4g d ... Combate a Pobreza e a Exlusao Soua! gata'ts4o o acesso das tami as a a'mentos de boa q4a/date e taxo custo implantou o Programa do Seg 'arça AI n,entor Nutr c cr·a, contribuindo com o combate à desnut11çáo e reouç3o da morta'•dode ma!ern.J infarit.l estimulando o desenvolvimento da agricultura lamilrar. amoitando a produç~o de a'1rr.er.1os e gerando renda A coordenação do Programa esta a cargo da Sra Gilda Mana Gomes dos Santos Coordenadora Geral do COGEPS • em par cena com as et'ara de t tado de sssténc.a Soa Cdata a e trapamno e Socedade Cl Orgatvada Apos a 'orrr: ,ç:)C d 1 Mesa u Gove't ador lo e Qruno M ada aos Sautos deu posse a Cordenador da Comrss4o Mural do Programa de Segurança Alimentar e Nutricional Professor f/acr•,,•r,1 dos Santos A-,drace lag.? em seguida o Coord•:-rad:.r oeu posse aos éen-:a s rrh:m::;·cs da Comissão representantes de diversos seg';lentos da soc.edade e: ~.J a ... e s~o e'.es Pedro Bar.ccil Souza {Movir.enio Pocu·,sr, Ja:r Bispo Evangesta Clubes de n• a , ra,J 's!r/tu.das 8 cestos de Kgs atum as te arentes a c nadas a Comissão Municipal ora r.C:f' .JGbje' ~3"00 a orsto,A0 de 70 uridades naus em teta Vista .:11ra .. <•S do f>rograma H"c • o• ,• denom nado Che, Roga M ao Govert+u do Estado cor iecarsos do FIS - F undo de Investimentos Soas - for assinado pelo Govetadot J0se Orciro e'o Preto G,:,ral<Jo M,,rano pela repreertante da Secretaria de Es'ato de Ir'a Estrutura e Hat'aão o tampem pelos representantes da Sociedade de Apoio ao Movimento Naconai de Luta pela Morada aue partcpa atvnmcnle do Programa A Prefeitura Mu!"'1C pai dever a encampar a construç~o de outras 1 O un,dades totalizando 80 i..,i'"!id3:::!~ haD·tac,ona,s também dest nadas à famll,as COr."~ro ,adamente URI carentes A ordem ó ninguém passar foma Um os maiores desafios do Govemo Popular é o combate à m,scna e exclusao soc,at. De nada adranta o crescimento econ0m,co se grande pane da populaçao nao trver 'acesso às riquezas produzidas no Estado Seguindo o lema do ·gnto dos excluldos·. A ORDEM Ê NINGUÉM PASSAR FOME, o Govemo Popular assumiu a sua pane no combate à miséria desenvolvendo programas soc,a,s que já atendem milhares de familias no Estado. PAG. • 08 CAMA R A B E_L .A V I S T A Em sessão so~ene Câmara á início aos trabalhos legislativos de 2001 Nesta qu,nta fe,ra. d,a 15 a Cãmara Mun,c,pal real,zou a sessão solene de abertura dos trabalhos legslatvos do corrente ano. como trad,cional- mente ocorre a cada ,nic10 de leg,slatura o Prefe,to Munrc,pal part,c,pou da sessão e fez a ~,lura da sua mens,;gem ao Poder Legs/a!tvo Além dos 11 Vereadores e do Prefeito Geraldo P,nhe,ro Murano várias autoridades e conv,dados ' prestig,aram a abertura ofic,al dos trabalhos da Câmara Mun,c.pal. que também marca o ,nioo do pr1me,ro período leg,s!at,vo dos atuais Vereadores Pronunciamento do Vereador Nélio Diório na sessão solene de abertura dos trabalhos legislativos de 2001. PAG.-05 Xande defende a independência dos Poderes e a aproximação da Câmara_com a comunidade Quero dizer que esta Casa estará sempre pronta para acolher as in,ciat,vas do Poder Executivo. tenho ceneza que os 11 Vereadores tem um grande compromisso com a população de Bela Vista. como Presidente sempre ,rei defender a independência dos Poderes, por ,sso não podemos adm,t1r 1nterferénoas ou pressões • de qualquer natureza PAG.-05 O Presidente da Dim~~ Municipal, V~rcadorLulz Alexandre, cm seu v,br.lnta pronunc,:imcnto.. AVISO À POPULA ÃO O Corpo Clinico do Hospital São Vicente de Paula, em virtude do fracasso das negociações entre a Prefeitura Municipal de Sela Visa e a« Bcncficéncia Hospitalar de Bela Vista, para que sejam remunerados os plantões médicos de Pronto Socorro infonma à população em geral, que o atendimento será paralisad_o a partir do dia 16/02/2001, por tempo indeterminado ou até que os plantões voltem a ser pagos. Haverá no entanto, médicos de sobreaviso, ao alcance do telefone, para o atendimento às emergências. risco de vida e partos. Os médicos esperam contar co o apoio e a compreensão da população para o transtomo da situação, e esperam sobretudo a sensibilidade ctfas autoridades competentes para que voltem as ncgocraçocs e uma solução viável seja encontrada o mais rápido passivei. Atenciosamente, CORPO CLINICO DO HSVP ,t IH.ld 11' t, 1 H'dr»tera hvmp+onçales rtatuo«hI talo«de fuatao A Sua nhot+a a senhora (,l,Jn.l()J(LI 11\( 'Ili bvtorada II t astlolhr.ano Ih 1., 'i,1., l', EDITOíllJL Ctlilorlal rio Jorn,il tlc Antônio Jono Jri_buna com_pleta__29 anos Jornal Tribuna da Fronteira é o Pioneiro do Sudoeste Os anos se passam e durante esses intervalos o Tbuna da Fronteira muitas vezes passou por provações d1ficc1s mU1tas das veles fo, "'Jllst,çado agrcd·clo fo, alvo de perseguições nnssacrado por aque•es qlle queriam ver o Tr1b11na s1:11do derrolaJo lentando passarem por cima achando que a ,mprens:i do Grupo du Trit:una n~o era capacitada para fazer um jornalismo sério e compctcntL' Prns a, esta a TF ho;e possur uma equ;pe de Iornalismo ern todas c,dadcs do Sudoeste como António Jo~o. Ana,tac,o Dela v,st:i Oon,10 Jardim Gu,a Lopes da laguna Caracol Porto Murt,nho M randa e Campo Grande E agora passará a circular em Ponta Por~ com o responsavel do jornal de Antônio João, pelo reporte! Geraldo Ferreira IGegc) oue est3 fazendo a cobertura de reportagens daquele mun•c,p,o A T11buna sempre d,vulgou not1cIas importantes pnra os seus leitores. Politcas Scc.a! Polca! Denuncias. Cr111cas construt,vas Crôo,cas Ern Antón,o Joao 0jornal e o P1onc1ro sempre esteve na frente das oesqu1sas dos outros Jornais que circulam aqu no municipio, e o TF foi o unico a c;rcular desde o ano 1972 lta ma,s de 29 anos que a Rede Belnv,stense de Jornais. utruvés da Tribuna da rronte1ra vem atuando cm ntomo João Sentimos o nascer de u'll novo tempo pnr a a fronteira Aqui em Antonio J0ão a nwvel de administração murnc1pa! acompc:tnhamos os trJ!Jalhos de Genes·o Flores saudoso Ad~o Herodes Xav,er saudoso JoJo Fre,re de Ohve11a N,!ce Alves de Owweta e agora por dos mandatos Dàc,o Oucuoz Silvn Na verdade apenas agorn sentimos que lodos os sonhos poderão ser concretizados nlraves de um trabalho serio e dnmco do prefeto Dacio Queroz S:la Este Jornal que esta em suas maos nào e produto do acaso ou das orcunst,inc,ns n~o é um Jornal de campanha ou de propaganda polit,ca. e f:uto de uma rde,a que amadureceu. estamos editando vatos jornais de cada mumcipo citado acima semanalmente onra servir. de fato a população de Antônio Jo:io Quando f:i'an,os Populaçtio log•camente esta deva simbolo abrange diversas tendências e correntes Vamos continuar ed1tanco um 1crnal independente um Jornal repetunos para a População Isto ,mpl,ca num cornpromiSSo com a Verdade doa ela a quem doer Fica desde Já a nossa ouentaçáo ma or de que náo aam,t,rnos a po'.émrca a pasqu,nagcm ou ataque pessoal Vamos manter mesmo nveldos demas1rnas da Rede E você, leitor amga comemore o anversaro do Jornal neste dia 20. com seu apoio. cm forma de ass·naturas e part,c,paçào. para que possamos em curto prazo ed,tar um ;orna' cad.:i •e: me:~or. a al:ura do prest,g,o e da tradição de nossa ccadede António JcJo Geraldo Fcnc1r,1 rcportcr e colunista regularmente neste jornal rcprescrltante d;,. sucursal de Antõnio Jo:io-MS. seguintes 1- Não ha hberdade ,nd,✓.du;il n•am grupal 2 • Cancc;l,1m-se O'> direitos de opinào lalad.:i ou escr,t.1 3 N ío ex,<;t,: l1bt,;rd,Jd" rekgosa 4 N,nguém pode e locomover l,vr ernr>nh: 5 . Nào ex,ste ,111c,;it,,,a pr, ,ada 6 Não ex,ste a re,nv,ndrcação d<: classes 7 - Em pnumero lugar esta o Estado e em segundo a pessoa humana 8 - Não ex,ste a l1vrt? escolha de Governantes A t A VOZ DO POVO 'PorRubc Rede Belavistense de Jornais Ltda CGC-',F 15 513 203,0001-59 Avenrda Tribuna da Fron1eira 56.l - Bela V1sta'I. S 0067) 439.-14 1 O • FAX (O,x6i) 439- t 54-i DIRETORES I1/ALDO PEREIRA 1.'ARlt; ESTELA '.'ELAS UEZ ºEREIRI, '. ICTOR hUGO ELASOUEZ PEREIRA TRIBU A DA FRO TEIRA Fundado cm 20 de Fevereiro de 1972 Fundador: h a Ido Pcn·ir--:1 Dirctor-F.uitor-Cla'í,·: h :titio l'erdra Redação Acon n:slraçào e Comerc,al A en•~a Tr bur3 da Fronte ra,5ô4 . Be!a rsta i.'S 'S(0,,6il -l39-:410 • FAX (Oxx6') ~39-iS,!-l ASS~ "I!' J L: S S@,O RA E 'i1' OS OS DA rl !E:. vS 100,00 Reg slro ro Car.or"o de Titulos e Dccumen!os de Bel, ,,:ar. S sob o n• 105ô - L"-'º B /.seç ... b..--se"" ~~ ... ~-"~ .. . .: ",.,,.. r. r .. ).; mente aopm4o dn senas erespcrsaidade de ses autres Filiado: AOJORI e ABRAJORI comur li 111 co eqran E tado a todos e a' ! u e ,m d e c.r.u,1 ,ç.âo <.:o homem pelo í 1 1Jo c,J melhor d ,, r lo pv o f>,vt,do $,rn 1 r:.1 prat,c.J o pcd, r rcdo por um partd ur co o pattdo comunista Este dom,na oPas 1' 1 J:", dP um1 nova clase aC ass•.: dos burocratas d0 p::i'l,do c;ue manda e Ot..n andJ no povo. na prod:;çiio n;i 1 ,queza Nac1011dl Essa s:ruação cr·a uma ser,e de ' 'ea.os 1'JJ5 O verme.h ccr11 op0dr de nOS as forç 15 e Od!cros JS dor ,n ,,•1fTI os verme'o Que ta Deus Gue ronca se, 1 e ,aco 1 ·~ l: ~c•J,'t•.! em nossoPa s Rubica '/ccê empresar:o, comerc,an:e pro:,ss·oral beral CJer ender OJ comprar, presta· serviços Alugar cu vender? Se,a cbetvo e '7e una attude inte'gente Anunce cs 1oma.s da Rede Belav1stense de Jornais ''a or n_urnero de letores. maor agilidade, credibilidade e com re:omoga:ar.: do. Mars de 8 mrl le,tores por semana. Lideces de circulação: TRIU1 ;,, DA FRO, TEIRA(6e 1 a ,s:a-;.:itor..o J~ào-Caracc,J CORREIO JARDI ENSE (Ja:d ;:i- t~1caq~el JORNAL DE BONITO (Bon :ol TRIBUNA MURTINHENSE ( Por:o f.' Jninho) O LAGU I E SE ( Guia Lopes da Laguna). ANÚNCIO EM S JORNAIS ' PELO PREÇ9 DE UM . _ j Bela Vista na era Hitler Quem d,r,o• [ m pl<:no súc.ulo 21 nluun, Tup,n,qJIM da r-ront(•,r:, exercitando os metodos de 1I,ller Gestapo Tem deslumbra dnhos (as) agndo como " soldados (as) da Gu$1c,µu" (G st po cro o Pollc,a de H,tler que t,nha como pr,nc,pol 1,v,dado 111on,torar a v,da das pessoas) eroil}iç{)os Aqu, na fronte,ril "os soldados (as) da Gestapo Tup,n,qu,m" chamam a "vlt,ma da vez" e ordenam "Você está pro,b,do (a) de andar, de falar com fulana, com s,crano, de frequenlar tal lugar "A vit,ma na maior.a das vezes nem reage, po,s fica, pasma, embasbacada com tal at,tudel AruillJJJ__Mg_ll n (O; Será que você "soldado (a)" está acima do bem e do mal? Rememore suas at,vidades do passado e do presente e veia se ela lhe dá esse dire,to• Deslumbradinhos (as)· alguém va, bolar a boca no trombonel Coisa de pobre de espirito Manda- chuva pobre, de um lugar humilde suspeita que lo, roubada pelos seus subordinados. Até sua cabecinha é pobre de massa encefálica, quenda, ,nventa outra• lJ 1 O EUA inici do território brasileiro Em troca de um a'uque! de US$ 30 mnthes por ano, 0s arretcanos ,rnµuse, .,,n cl,iusulas draconianas no acordo como o ,rnpc 'i,me:nto do qualquer controle sobre a area pelo Brasil Par se entrar no Centro de Lançamento por exemplo s r • pr •c,so ;iulor,z ção do governo ampr,c,1110 Os brasile,ros ,~mb m f,corn pro,b,dos du f,sc.il,zar qualquer rn.ilcr,al que chega base O acordo está na Com,ssão do Relações Exler,ores da C,Jmara dos Deputados O deputado V,rgiho Gu,mar5es (PT MG) quer a convocaçào do m,n,stro Sardenberg para prestar esclarec,mentos d I Arnazón,J no u: mo c.J 15 na As oc çào Brasil ta de Imprensa (/OIJ A Associação de Engenheros da Petrobrás (EPE) presente ao encontro preocupada com perd d soberana nac,onal esta conc.larrwndo a todos os bras,Ie,ros a procurarem 0s deputados e senadores de !lCU5 Estados para ropud,ar este acordo O assunto merece também dscus5 o em cortes locas ja que a ,n,c,at,va do Presdent Fernando Henrique Cardoso sign,f,ca a entrega do Uras,I aos cstrange,ros Na palestro d AUI th•nr,que M,randa contou que são ant,gas as . ,..,, am 1nvasao f;C"fY ',r 4 'd. de em trast estao lo mister+os da estudo ria r poro prata pelo governo brasd ,ro dur,1nte a dtadura multar quando a denuncia veo a pabhco e o Congresso Nac,onJI ,mped,u a construçuo Mas tarde anda durante a dtadura mhtar veio a públ,co .1 vcnc.Jn terr.is nos I rnazón,n n estrange,ros 'Cc n;:i d,todura m,I '•" nós consegu,mos barr.ir a cob,ça ,nternac,onal, não va ser agora que não conseguiremos estar que o pais ceda o seu terr,tono sem que nós possamos carga t d o ' e.to p ugul da rw'+gada cordo não r ,tl usado pelo tr 5il<·,IO desenvol n p'0gramna aeto q u c: v , nha s mpu'sonido na decada de 90 Segundo expectativas de esp<>c,a: stas a•e o ,1110 de 2007 o sorv,ço dl' lançamento <sem Considerar os s,te/tes m,l,tar ... s) dr>ve movimentar cerca de US$ 45 b,lhões Eles impedem a continuaçào das pesquisas aeroesr; 4c.as que v,nham sendo tetas t em sua força r 1ar o Plano Coldrba esta para se iniciar e o pro futuro secretario de Estado Colin Powe!l, ja disse que 0s Est.:ido~ Un,dos podern ,nterv,r n.:i Am.:izôn• , se for rn:cess.:ir,o .,.,,escentou Henr,que rJnd.:i Transcrita do Jornal CORREIO DO ESTADO, Coluna Diálogo do dra 1510212001. Não são poucas as reclamações vindas lá de Bela Vista, dando conta de que a situação está terrivel. Dizem que mu,ta gente não aguenta mais pagar, digamos assim, "proteção" para figurinha que está se tornando pra lá de canmbada. O caso logo, logo. deve estourar. mostrando quem é o d,to CUJO.Afe 1 TRIBUNA - 29 ANOS Estamos entre os iorna,s mais antigos do Estado. um dos mais lrad1c1ona1s, motivo de orgulho quanto part,c,pamos de reuniões da ADJORI ou quando revemos companheiros da imprensa interiorana Ou até mesmo nos Congressos da ABRAJORI TRIBUNA DA FRONTEIRA é um nome forte Cansamos de ouw a pergunta ·como é que vocês conseguiram manter um Jornal por quase 30 anos numa cidade pequena como Bela Vista? Nossa resposta sempre foi a mesma trabalhando e acreditando HoJe o Jornal está entregue à direção do Victor Hugo Velasquez Pereira, encarregado de efetuar as mudanças que a modernidade está a ex,gir, sabemos, sabemos que é preciso reahzar mudanças profundas, no v,sual, na impressão. na estratégia de vendas, é preciso sim. preparar o Jornal para os próximos 30 anos, mas estamos, a exemplo do Governador Zeca, efetuando mudanças profundas, vamos chegar là TRIBUNA só não é maior porque o fundador de Jornais· - lvaldo Pereira - não foge ao seu ideal municipalista de editar um Jornal para cada Município do Sudoeste e fronteira. Dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço, reza a Flsica, mas isto não cabe no Jornalismo feito com ideal e determinação. neste caso, o dos jornalistas e dos Jornais impregnados de ideal, dois corpos ocupam o mesmo espaço. assim como no ser humano, o corpo fis,co (mãqu,nas e equipamentos) e a ALMA, partícula ,mortal. isto explica a nossa caminhada, fazemos JORNAL com ALMA, vibração e talento Desafios? Obstáculos? Crises? Concorrentes? Ameaças? Os tivemos no passado, os temos no presente e provavelmente os teremos no futuro, po,s se assim não fosse. como chegariamos ao ano 29 de circulação? NÓS GOSTAMOS DA LUTA. Agradecimento? Ao povo, aos leitores e anunciantes. Prefeitos, vereadores. Deputados, senadores, governadores, os mandatos tem inicio e fim, a TRIBUNA DA FRONTEIRA continua. sempre, como um farol iluminando caminhos, exemplo e guia, enquanto o Anjo da Verdade, o Pai da Criação, esltver conosco, vamos avançar, continuar, acreditar e TRABALHAR. Obngado aos que nos acompanharam e nos acompanham nestes 29 anos de circulação em Bela Vista, na fronteira e do Sudoeste. TODOS NÓS CURSINHO y ,,J novo milênio Rua Barão do Melgaço. 111 W"67) 439.2020 - 9975-8222 Bela Vista - Maio Grosso do Sul VIAJE COM SEGURANÇA E TRANQÜILID Cruzeiro do Sul <, 1 li A D K «too J A O Inicia o ano letivo Vereador João Bala atende os moradores em Antônio João do distrito do Cabeceira do Apa 1 1 Gnr. '1!0 f, rr r., Sucursal de Antomuo hp0s longas e r sf ri , ,'d, ,,a:; , 110 fundorrl(>rl,II m9do e superior, cor çara dar mas uma vez colorido dfetente à pa agem da cudade, omn seus untotm+s e mochilas evidentemente equndo as tendencias da moda, completamente adaptadas ao verão Na fscola Estadual ra Moreira uma das mas conceituadas e conte adas da rego, os cerca de 650 ,,lunos malricul.idos 1i C O m O Ç a 111 rl I O m C.1 r co11hcc1montos de seus novos professores, curticulo, material ddàtco, etc E sse ano o chamado suplct,vo é 'atração' da ral Moreira que est abr,gando nada menos que 100 alunos que do111d.:imonto mat11culados no projeto Educação de Jovens e adultos pretendem conclwr o Ensino Med1o gratu,tamentc A Escola Estadual Pantaleào Coelha Xavier. outro conhecido centro de JARDIM N admintta conf1 f1r.rJo , professores eu5 emnen!3rios ut Jà nas escolas RE ME., Rede Muracra! Educação, os estudantes q::inharam urn 'rr.fr1J'>C0° adicional pa que por decisão da Secretara Mumcupa! o ano letivo começou segunda fera da 12 de r, 11 r,-,ro A nz.'o apont,Jda D lfoJ , ,sr• retardamento, e apontada pela sccret.'J11a munic I ti de cducaç.'o [vJ Lu,z,1 E chevera Penzo e da "Nossos professore5 estavam sendo capacitados' No que 5e r fere .'.l procura por matcrra: C'Sco'ar ainda e grande a movimentação nas principais casas da c,dade onde com o tradicional 'jeitinho brasileiro pa,s e alunos procuram fugir dos preços atos e adqu,nr matenas gastando o minimo posslvel Taxa de iluminação revolta moradores André LuizÁvalo D1Sucursal de Jardim Uma grande parte dos moradores de Jardim estão questionando o valor da tanta de manutenção e conservação cobrada pelo prefeito Márcio Campos Monteiro Na opin1no deles. o valor é considerado exorbitante e injusto Enquanto uma grande parte da pe11fe11a da cidade está desprovida de iluminação pública. mesmo assim terão de pagar uma ta11fa. "Há mu,to tempo minha rua esta escura e estou pagando a iluminação do centro da cidade. das praças e até a energia consumida pelo ar condicionado do gabinete do prefe,to, não é iusto·. reclamou um morador que não qu,s se 1dent1frcar Procurada pela Reportagem do Correio Jardinense. a assessora de comunicação da prefeitura. Jeanine Pathano, disse que "todo serviço dever ser cobrado. hoJe e a iluminação. o IPTU. o ISS e no fuluro como nas cidades grandes. . possa prculcrm1s en'ren 1 .ado5 d,u,amenlc pcloll moradorts O vere::idor enumera algumas dificuldades que precisam ser superadas SERVIÇO PUBLICO porque não? o esgoto. a limpeza. tudo deve ser pago para ser revertido em serviço de qualidade" diz a assessora A maioria dos moradores entrevistados afirmaram que concordam em pagar a tarifa de iluminação, desde que seja um valor Justo não como o cobrado pela prefeitura O vereador José Aparecido (Neno). do PT. disse que não e contra a cobrança da Ia11fa. mas é contra a forma que esta sendo fe,ta. sem nenhuma consulta popular "E um assunto que deve ser debat,do com todo o seguimento social. antes de ser colocado em práI1ca·. diz Neno. O ex- Vereador Wilson Leite, disse que o Prefeito Márcio Campos Monte110 está sendo 1111uslo com a população que o colocou pela segunda vez no poder "A cobrança é rnconst1tuc1onal e vou representar na 1ustIça contra a prefeitura. não concordo com a cobrança·. enfat,zou Lente ob exp'a Outro problema enfrentado daro9rente pelos moradores rJo d.tnto de Cabeceira do pa é o aba tecmento de agua Là não eunte o ez Dentre Iodas as carreias a do serviço publico e a mais nobre Seu objetivo nao é como na ,n,c,alIva pr1vada ligada a obtençao de lucros ou vantagens para grupos ou pessoas Esta d1rec1onado para a comunidade, para servir ao publico Nao trabalhamos para aumentar o ganho. a riqueza do patrão. mas somos remunerados para servir os outros. atender as demandas e necessidades da coletividade Esta situaçao faz do serviço publico uma carreira especial, ligada aos valores do novo seculo. do novo m1lén10 a solidariedade, a partIcIpaçao, o servir. Enquanto o mercado funciona sob a óhca de que todas as pessoas sao egocêntricas, fazendo da ambição e do individualismo a sustentação do sistema económico, o serviço público deve e pode funcionar com os valores que todos ind1v1dualmenle buscamos, em proporcionar um desenvolvimento compalivel com a qualidade ambiental a inclusao social e uma do Serviço Público v,damelhor Podemos utilizar meios que o velho mercado aplica para 0IImIzar e melhorar o lucro Se concordamos e ale defendemos a eficiência gerencal para empresas privadas. nos curvamos à ela quando trabalhamos nessas 1nst1lu1ções Por que nã o defendê-la e garanti-la no serviço publico, cuja finalidade é mais nobre? Visando o lucro, as organizaçoes privadas lém na economia dos seus custos um fator. para estabelecer a diferença competitiva Conseguem organizar suas atividades. de forma a obter o maxmo resultado com o maior custo Para o serviço público. essa lição do mercado. significa que o Estado deve gastar o imposto que arrecada com austeridade. Quanto custa para os contribuintes que o recolhem? Acho que podemos queslronar· O que o serviço público pode ensinar ao mercado? Primeiro, que o interesse público está acima do interesse particular e o altruísmo é o negócio do século De falo. o modelo de desenvolvimento. baseado apenas no que nr-g rF ser ,.,tor,o A±sm. a gua va d reto para as torne r o qu aumenta o consumo Cons:an•ernen!t:1 e p· c o 'gar a bomba qut muntas vezes acaba pitando porque não é adequa0 egoismo e na compet,çào esta proxmo do seu esgotamento Curiosamente. tomou conta do mundo O modo aluai de produção e consumo demanda agora os recursos naturais do planeta. segundo informa a WWF. uma Organização Não Governamental ambientalista, mundialmente respeitada. A Cúpula Mundial de Alimentação dos paises ricos. realizada em 1996, fixou na meta de reduzir pela metade o número de famintos no mundo. sendo que até 2 015 havera 400 milhões de pessoas miseráveis Tornou-se emergencial, portanto, a disseminação de uma nova ética social. pela qual a satisfação do individuo depende não apenas de quanto ele consome. mas de quanto economiza. e de quanto é solidario. Sobretudo. que as pessoas e organizações passem a trabalhar pensando na dívida social e no compromisso com as futuras gerações Muitas empresas já estão descobrindo o novo mercado da ética e f mora or s r.UilS rocess.d.ades Penso que el não ta criar nehum oby/taulo para qu $o ocorra afrmou o reador da cooperação. porque cada vez mais, pessoas quc,em saber como são fabricados os produtos e o que consomem Dispõem- se a pagar mais por produtos cuia ongem não prejudique o me1o ambiente. ou não explore mão--de--obra semi escrava Por isso, entre todos os trabalhadores. o serviço público é o que mais pode contnbu1r com a construção de uma nova ética das relações socIaIs. pois o seu trabalho é altruita por definição. servir ao público. Não há profissão ma1s sintonizada com as exigências do Século XXI. que a do servidor público Ela poderá tornar-se conhecida. batizando o nosso tempo como Século da Etica A única exigência para que o serviço público exerça a liderança dessa revolução dessa revolução é que seja produzida por índ1viduos. trazendo para a administração pública a eficiência gerencial e o fortalecimento do compromisso com o coletivo. Gleísí Helena Hoffman Secretária Extraordinária de Reestruturação e Ajuste Dra. Vilma da Silva OAB/MS 2.574-B E 9,, ,,e Dei Escudero Pe feio_g sggegg , Rua Tenente Bérnaides,602 • Centro Fônê: ctflfi!iif)_:,251-1501· Teletax: 251-1685 ' Cel.: 998&:5353 - Jardim- MS CEP: 79 .240-000 . e JDVOüADOS Joe/son Martinez Peixoto 04B/1s 10.36 Daniela Fernandes Peixoto Coinete 0AB/+19 7760 Causas Civeis, Criminais, Trabalhistas e Contratos t!ua I' de Halo.431-rone: (Oia67):?51--1451 Jardlm/~1S .. ":"ªU:danre1apelxoto@zlpmaltcoml>r Marco A. Loureiro Palmiéri ADVOGADO FIL: (0$7) 43%-113 m.cemnor-1112 Rua JS de Novembro, 505 - Centro. Bela Vista/htS 341t B±mo @b sr Do,as - csea @3 @-321@3 Av. C-cl Stu::k 25 • fa::-'tt.--:'lfM5 CE? 79240 □00 Fne 251115 .l:ADV0GAD0 Kleber loureiro Medeiros 0lll/MS 2697. CPF 006.12 4 . 031 _ 72 Rua Barão do ladário, 1620 Bela Vista - Mato Grosso do Sul u r I A 'I , ', r A Em sessão solene Câ aos trabalhos legislativos de 2001 • ara , , a 1n1c10 1 J,,,,t J '1tJ,Ol I r 1 à. 1 15 a CAmara Mur p J' realou a se 40 solene de nt;orturn do, tr1JIJ,1l110• lc,q,-.I:i1,vos do com•, !-, "''º corno trud1c1onnlm,.nte ocorre 11 c:HJa ,nit o <lo• 1 g,•,I,itura o P1r·f1 Ito Mun1<.1pol pnrtI1.Iµ01J ,J, S&U~O e frl i1 te,tur,l d,l SU,J rnens,1ge,r1 no Porlf.'r Lrij•Sl<JhVO Alem oos 11 V rcJdoros o do p,.,i, ,to Ger,1ldo Pinheiro Murano v;r,as autorrdadrs e convidados prest,gIJram a abenura oficial dos trubalhos da Cômnril Municipal, ,iue também marca o InlcI0 do p11meiro perloclo legislativo dos ntuals Verondores Reg,strnrnos as presenças das seguintes pessoas Cap Cav Reno Ocampos Alv •s • Representando o comandante do 10° RC M[C Tenente PM J,cfcvaldo de Souza Lima - Comandanle do 3° Pclotao de Pollc,a Md,tu1 Sargento PM Maurlc10 Guedes da Silva Representando o Comandante do Oes1acamento PM Ambiental (, V,. Aln Pr, u, 1 Ma dJ ,. o Or , V,~·~ Pa•a'.Ju,1 "r ·, •. , .'1,:,s [m sua rr•.n J•; m ao Poder l .qIslat110 o Préfe,to Gerildo P,nheiro Murano ressaltou O momento e d,t,c,I todos J"' ' 10 > 1 r u,•pa ,;,or, ,. Wald:r Curdo o e PT J Prefe,lo Gera/do M11r.1no l.11 .1 le,turiJ d,J sua mens,,gem ao Lcglsl3l1110 A ahertur,1 dos trabalhos da Camara foi prestgada por autonda J I vc om,,d1HJ0-t. Xande defende a independência dos Poderes e a aproximação da e â mar a e o m a e o m u n i d a d e Mesa o,mora da c,mara /Aun<c,pa/ o o Prefeito Geraldo Mura no O Presidente d;1 CJmar., Mumc,pal, Vereador luiz Alexandre, cm seu vibrante pronunciamento. Por últ,mo o Presidente da Câmara Municipal. Vereador Luiz Alexandre Loure,ro 'Palmién (PFL) agradeceu as presenças de todas as autoridades e conv,dados. lembrou que a sessão solene marcava o inicia oficial dos trabalhas da atual legislatura mas desde o inlc,o do ano a Câmara manteve-se atenta e pronta para analisar os Projetos oriundos do Poder Execut,vo, os quais foram votados em regimes de urgénc,a urgentiss,ma nas sessões extraordinárias realizadas anteriormente. "Quero d,zer que esta Casa estará sempre pronta para acolher as iniciativas do Pooer Executivo, tenho certeza que os 11 Vereadores tem um grande compromisso com a populaçao de Sela V1st:i. como Presidente sempre ire, defender a independência dos Poderes, por isso não podemos admitir 1nterferéncias ou pressões de qualquer natureza. do Executivo no Leg1sla1tvo. é assim que ire, nonear as m,nhas ações nesses dois anos como Presidente desta Casa de Leis", afirmou o Vereador Luiz Alexandre Loureiro Palmer Xande ressaltou que a Càmara estará sempre mu,to atenta as reivind,cações e aos reclamos da população. "não iremos aceitar de forma alguma perseguições contra os funcionarias públicos", observou Com relação a esse assunto o Presidente do Poder Leg,slativo Municipal, aprove,tando a presença oo Prefeito Geraldo P1rihe1ro Murano, foi taxativo· "Temos recebido muitas reclamações de professores formados, que passaram quatro anos em um banca de Faculdade e agora estão perdendo salas de aula para professores leigas Nào conseguimos entender os motivos e o Poder Legisla!tvo. em sua grande mar0na, jamais vai acetar e jamais vai concoroar com esse tipo de co,sa, que sem dúvida é extremamente prejudicial ao n,vel de ensino e certamente sera um desastre para a Educação do Mun,cip1a' assinalou Xande O Vereador lambem informou que o Leg1slat1va ,ra real,zar sessões nos bairros da cidade. como forma de aproximar mas os Vereadores do povo e fa.cer com que eles s,rit;:im melhor o:, anseios e as necessidades de cada comunidade Outra medida anunciada por Luz Alexandre foi a ,nstalação de uma linha telefônica na Câmara destinada ao recebimento de denúncras e reclamações da comu111dade. facilitando dessa forma o acesso das mun,c,pes aos seus representantes polit1cos "Entendo que com in1c,at,vas como essa poderemos corresponder melhor a confiança que nos !01 depositada µelu:. munIc1pes belavistenses· sel,entou Xande. Aos seus colegas Vereadores Xande disse que eles terão nele um H'residente racial amigo, ccmpanheiro e de condut:i exemplar, mas lambem enérgico quando for preciso Pronunciamento do Vereador Nélio Diório na sessão solene de abertura dos trabalhos legislativos de 2001 • Beta Vs'a presentes ti! ',J F•·.J· r.11 O D•·;: .. t sessão g ene e cuvnte da e s do PSD Rato be sta t e r 5 umJ v!·: r..:.,•, os ,.m fJ:J ? i•r•r,crt.i• :• ,. , :•·.so,J.1.;,10 e: J 4.:••nt(:t,•,1. .. , t:•,1s ; .. ,,,J r• o PuCer Lr·; slJ! vo cu .J !,i• 11a t. J bL·rJa,:r' (J;;(_• /fl/CJ.J f11JrS IJ'II ppr,odo de r,.,n,ilflo V•'lf.',1Ú;)'(. 1S ('fr:'t::Js '! ff!f''t.·, :;s nossa m1.ss,-io f.' m111ra ,mpor' ante cad1 vera.tor e V('ft',1C:,.Hd r1.:;,1t•SL'fl! J Jr.Ja .t :/ 1 r:o cr,pri,sr:u rJJ rr:; r·•: '.!cmocrJt,cu somos representantes do povo dos mnavs varadas segmentas ntj.; somos r.;ma ,,ti,1 l'sr:,mos s,r:!.:;n:.:adJs Jr.tL•'JJCos cem o cr.a•nJnh..'r;:o Co p:::,v:J .1 nosSJ r·i I s s j o '.l n o s s a· tesa0nsabae Arados do Pn',.: ·o Dr G"","J'J:>f/.,ran.; do PD T o v,c,_i Prcfe,to Eng!:nhc,ro Lu,z C.:ulos Tt.!b1Ch1Yranc ó do nosso artdo somos parte atva e ccmp 10'11t..'!,c.!J con: os pro,uos e p1anos pregados na ca·•10 1"'1J oci '::a t;Ji! nos dc::.1 a vtcna nas umtas O PMDB ,11• t,1nt.1< latas tantas traddes ver mostrando a ua'ta Aqur t•ttt Bt..:!a V,srJ temos o . ce 1011cm E11yº C:c 1...u,•,µcrt!,,c..,., comprovada quando teve op0run:Jade de mostrar hoe t4 a dsvsrç4o da a2uva!rodo comotata' oval <.10 D,r-.:t~r.o V,,n1c:pal do µ,.1•t•do to.J wun,c;:, o A nwel de tad0 o w vom mostrnnao sua torça re.1,e:anao novas deres pol ·-::os co.'11 d na,..,,s;no e• con ;.>t:.'t.n: . .1 p;:u:, aC-n,n,str.Jr üS CO S~iS pvb',Ci3S C'Olll S('t11..•::.JcM f• h:tnt!::J,d3de rnmn ptOJ:JtJM ntt e.tciç,ln atenat tee/grudo-se Data CO/!!ll!UJrnm díJ!TI n,~ra."lc10 OS seus .~;.1::•~ p.os com o ilvot do ovo das Suas sr:C!d cidades à exemplo de 'adm Antôri,,:> JCJdo T'.• s Laço.1.s. Coam u uatras mntena de Estado terras onda em nossos q.;Jd•os o Prelv,:o de Capo Gru•tde Dr And:e r'u-cc:~-.!!.i. de ,r;t:;c; .. : .CI 10e•~,,.,~, PO 1:.:;::;:1 cm lodo o e;:;'Jâo ele ,>.1.J:o Grcs.soaoSJ/ :',t.'(:',.,,..ct ~.-ft_.,.., o P !. :1e--:'L' a St!" .;:., =t.:~'"' Senador Jades arta/no c2roda com apw ia das mais J"'l.JrIJS C'Of""c :,:s otzas ca nação onde temos o mas expressa Senador que <--_..,,. .... r:4c ..O. ô .. ,.,a:-,3 a~ Est.ldc. r"J -~.:. ,i;;!)ct OJ lt;.),. Jd ,.,.7:,J papam7as da a ça que d ,lff ,r 1',- J 1 rr :. 1 ,....c:r 1J:.ucJ0Cn'.J'edo rJ r.'ura dado a ,. , l ',1.-r.! • 'ti t• tr, ,1 ç.,··•<.. ;, .. .; 1 t 1 • '• J _: ~ pê e cnde te m, H·;,rc'"'.:' ·uteode; !tott a a'demr Ma q+ 0 25$.0 terra a'em de ar que integram a antoda peemedet.s'3 O M5 é um partd0 de deus e s fortes pregamos sempre matanças pos acredtam0s Gue 50 e pcss·,!:I um.J C, mo:.r e., r,'(.-'1J e· ".'l p.•_:.'1.1 IC•-•f:.fcJG•• (' ::,,r.•:..,•1,J .;:,,n us scnncs é:J ;;r; ,: e m as nr css ..:aaes CJ r p!J.'1;:io sobrt. ~JêO CS r.-'.J 5 r ..,,,_,r:/r•s VS ~•Clu·Cc.s A C.Jmar I dt.: vereadcrs não e a as uma r, buna cr:ce se C::..::.._,•._,.~1 .d•_ cJS e rr.;J s e u!"l'tJ ~ .. • .. 1 .;-• '..-':,..J~ Que undas pCX:cr-.;::; ..;.'r:ue .. SJ' os va'us do :wct smo d,I inse:1s.b. 1 .éJd'J ( a:J ,. d 't. '!'r.p ;.. hCIJ e CS!J Bc,<J V s'.1 p!._,,sa de todos nos n:::,s s ,i • cs a e r:J:;Je a cdade sv~ ..... s 1:vs :-cs !' que C:amos a !1..1,,,., e: ., ,_,z ,J 11;.;.SSa OdJd!.', ~t.~ CiJCJ :..1dJ;JJo po!:!,co o:, r..1o en!end(:r Qu!> o Ili .. w 'e-nia e prenunt:,o ae t.Jm,1 nc;vd cr..J :,c.:,•.i rlQUt c:111 Bt.•:,J /1s!J SJo PiJu!o fJul hlos-::ou ou Londres seja cnd ta vara 1.. a 111 , 11 li cJ , ê µ rec I s o er1te:a r1c-n-:.J cem rcsoe·:o C' to'erJ.'1..,,a A;:.. ,r.d, cor _. ":'l ---c-ho C:!'''l1ÇO i..l C';.! l.:J=.jt:ÇJ CC..ldc m:e:,o,u.-,1.1 do Es:JéO d~ SJo P3'2 que "cada cosa ó ma coisa CiJCa cc,sa ·em o seu ruyJr" C lic:::,liJ sm ;,.Jl,C1C:JG-J C.JOôcJa eSJdaf'.oso'ad?que D cada ur:, e olt:rec,da a oportu.'1rdade ce par:,:::ruu lc~!:JtJndo q:.~ a v•JiJ e urn Dor: de Deu:, i: u homem to, 7atado" para e paz a'a crescer cvo ur e ndo para a yutra $eya ela qual tua Cou, J.'.) munhas rudes e os meus detetas vou ccntnuat a ma atunhgda Canntrs antu Q;J rrcu l!JCO fo::i:>5 OQ/JC. cs Q~C a'me;am uma e'a vista menor uma cidade atrata Um lugar !J.om p.Jr.J se ar o p:Jr.J se trata./ar N~ !>ul'htJ ltid:.S do c;uo '-'"' sor'to !V'l C'!"S!',O d:! ,,,e, Se.'3 V..s!u ser uma grande IJ~ .. .l_ y,CC nil e SCU~ ":,, /'I.J Cf-•s= .,-,ç;,s_ rr:.Js no r, na/que é l."' ,JC.d:..,r-,:-e é u i!:JtJ,.,u r'",l: n,v as ccb e varas t Ç.J'" 8 ca luta temas muto g .. c-1 .. :er o te urge nlo wans to d.S e.s:T';.l.S d.J (,~) r•3S ,.J....,o.s ~'"':Y."CCC" f!J !<:":'êJ OS hc;.~er:.s E,, e.~ . { r r, .. r,1,Jo MJtano. 11."1 !.-" í,, • 1 •,..., 'v ,,. pt:c,a. 1 com rela49 ao a:sentados da Tup yretd s4o aµro,1!'1,1 1 J'l:t''•''-' es famil as que g1!am seu dnhero no muncpro de Jardm conde tem n,1..•lhor ,Jr .. • (,,Sr> t-.'mbora o assentam, 'c ste;a local ado no mu, p.o dv BetJ Vtsta e. na n.·,.,u r:r.!'.!•'lt.f•·r, l.)U mf!/hor. n~ nosso entender devem gastar r. 1 nc:s;, e dJOtJ os recursos 'r; 1,1r::::~ r,:.r, rJJe rc:ccocm E só y Erca se empenhar 1ur.!u'Tiv1!n c..=vn o g:uemo do Estado que e :i Jdo do l'CS!:.O ~ar d::J r, .. •J :;:.I! s.t J a r.c1o so•,!. ,~.:i ~. ''.Jr.!.1 que t:J.'l!o a '7:(,:.o'f'I Ler:traqu que no da a2 d•.- p.• ero prumo passado no Grémio Pedro Rufo, o Vice Go11'Jrrl J'.lor -.: s e em eu '.!sscurso :J~'-' t J .1.a mulfO d,r:he1ro p:ua os ~equenos gncutores para aqueles que ',},_ SCJ,l!:.S• •:; ,""l,1e5f,r em M:Q:.tt->r ~ 1r1.•70C:cs mas para mnha surpresa fu informado pv0 propr0 rente do /janco du 8t.J • G.Jt: r.d':J hlJ d 1,he,ro o.ira f,nan,;,amentos do PUNA Essas w&as eelo ,.;.,'!.• cr.~.,.,:-.,;i CcJ..,samdt:SCJéd,to nJ poo.,:Jy:,o CJJt:! '.e.a sem entende e em sabe: qual é d -...crc.1dc e onde estd ao d ntic,ro quf! prx:_ ~cr a:;; cado no nosso 11•:... uc p o O mwirc.,;;.o preosa mato quo isso roa/monte l.ll.A.)ll!t:C.~ dºr,'JC~CO"l!ã.'). OllC! CS:10 :ir:."'t.•f.J,....J•J U:.pt."l..{'1.1!."IIIJ" J.";'</f ;'.-r ~· :o:? u u·s:r._-c, ce tw,SS?. Scnnc;,.., C!e Fa1111,1:1 v~ itere tara do 4ta e c:a . .n.."OI º"'·''ª C.:tU, ~ :.J.~ ta Sapuea oi-lsut Cait:ro= ~ runtO:J outr:a µI.JCtJJJ. e.·" ,rng, 11-d aa ao mun ,:l~,c;, lug-::.r!!.! QJe n.=r-o-n .. .,, r.;r .. oro c-o.n.;,cera ae egz.et..s touatorrs grr! consequentemente mg crr;,r-e::gr-:. m .J- fj,;llfSJI! p312 o toa? trancipg idc r 0 fJ:, zonut prguts qus tt 41 --r c..t0m "' A::-:ac :o em ~! o', -j. _..,,_-:f:d J ll(J !,l., J p<JVU rMtz vetas nas ng (...J-•d'.: f."J"-:...;,.,:f JJr:~.3 e•.!! t.:JII L, ,-,v::t-.1, ~ ... t.lt . .JTIVu :.J!lC .JS :1~ no:.sc.s reina ae e e nrssr ,.,. __ '-.!,e· Que Deus acerte em cega um de nu o po te supera.3erre". ,. I J- 11 ,., r I l A O Zec .. a empossa Semy, Anizio e Nereu 1 •IJ,1 <1'1 /g. e_,;,,. . f mpreendmnentos AArwzio i I llJO l· O <1llt !OI• pre«dente da Sanesul Neteu F ont [ tavamn pre ·ntes o secretato de Estado de lnf1c1-LsI111tu1,, u Habitação Vander Luz dos •,,Inlot l oub,,t o secretatvo de Mero Anib,t·nl!'. Culturd (l Turismo, Egon Krakhecke S A N C A M E N T O Empresa saneada: mais água tratada e esgoto para a população I ornprosn de saneamento do Estado, a Sanos11/, ó um bom oxomplo do como uma reforma administrativa bem conduzida pode apresentar resultados em pouco tampo O Governo Popular assumiu r1 S.:rnesul numa sI1uaçao d1ficll Com a rcestruturaçao renhzada no ano passado, a empresa entrou na rota da modernização e eficiência Segundo o Direlor Pres1dcnte /lnlllo Tiago a emp,esa já e~ttl retomando G OVE R NO . gna ndré ,ut, 1 •l..J <,v t ·te senta rn 1,; p ,. , , ,6es do Govemn tranqulo e tenho a que o Ftad0 wwe urn novo momento para poó• r '. . encontrar com sun propr,a h,sto na". afamou o Governadot O governador Zeca rclerindo·'>I' ;:io Semy disse que ele é o homem de sun conf,anç;:i. de outor,dadu ,ntE;rnJ no P r e que conhece o o Popular sua capac•d<1de de InvestImento Oenlro do Plano Orçamentár,o p<1r,, 2001 J~ estao assegurados RS 10 718 000 00 de recursos propnos para investimentos cm diversas rey,oes do Estado Com os Inves11mentos prevIs1os a Sanesul lem o comrromIsso de aumenlar o número de fam,llas atendidas com tarifa soc1.1I que deve passar de 4 mil para 5 mil familias. subir o ind,ce de .1tcnd1mento com agua tralada de 91.85~ para 95% e de esgoto de 6.5% MORADIA Inscrições para o Tijolo por Tijolo já começaram O Governo Popular. por me,o d3 Secrctana de lnlra-Eslrutura e Hab,taç~o. abre amanh:'.l as inscnçôes para aquelas pessoas que ainda nao têm casa própria mas possuem um terreno quitado e tem renda familiar entre do,s e seis sal/mos mínimos E o projeto Tijolo por Tyo'o,mncluido no pro,eto Che Roga M, A Caixa Econômica Federal va, abnr uma hnha de crédito para financiar imaterial até o valor de RS 3 800.00 O Governo Popular paga o custo da mao de-obra em torno de RS 750.00. alem de fazer o projeto e providenciar o arquiteto e engenhe110 para acompanhar a constru~o A arreg,mentaçao dos lraball1adores será feita pelo smndcato da categona. que Já firmou convôn10 com a secretaria O financiamento sera pago em cinco anos. com prestaç!lo in1c1al de RS 82,00 por cmco anos. ou em oito anos com prestaç!lo 1nIc1al de RS57.00 Ala,adejurosede 6% ao ano com reajuste pela TR (Taxa Referenc,al) As O governador José Orcino elogou o prefeito de Cornpo Gr.rnde. lndró Puccml'h /PMDB) J quem chamou de amugo Vau conversar com André como maior caninho ele e um prefeito competente sou amigo dele, fui 01to anos deputado com ele. partilhamos dn mesmo tribuna, das mesmas ideias, ele e preteto eu sou governador, e preciso super ar as d vergênc1as. tudo em benefcio da população esse e o pon:o centrar·. d,sse o pelista Orcirio e André s o cons1dcrados os principais advcrs.irios políticos do Estado. A proposta de paz lo, Iust,hc.ada pelo secrcumo de Governo. o Ben Hur Ferreira pela defesa de uma relação ,nst-1uc1onal mJdura O governador esta conversando com o Andre não quer fazer poltca com magoas quer superor a questão eletora! e ter um relacionamento comn o preteto que perrte equacionar tanto n ques:à;:, d3 rOCov,ána quanto das creches e outros assuntcs Ele n.ào quer Que .:i questão <le i.:drcnt:irr.erto ele1torol ddtcullt.: o ref:Jc..cran"er:J cJC'TI fl,Strmwo com a Pretetura de Campo Grande dsseBemHur 4. P{4 M , 1A / 1ag l r, J C. • e et J r ,:J , Ar;,.n<. 1 d• I tJIUí.J j1 <.OO' r ,l N reu Fontes 1 ± que ele e ur profissional com caracteristicas necessatas para dar cont,nu dade no pro,Pto 1n,c,,1do pelo Scmy Ferraz e rec"b,do menção técn,ca P' •lo An z,o T,ago pata 9 Outrd medida foi estabelecer a tarifa diferenciada de esgoto Antes tara urna taxa urua que corre pond,a a 70% do valor da ãqua Hoje leva-se em unta o numero de ligações e o custo de operaç~ o do sIslema reduzindo o cuslo para o consumidor em ale 35',', em algumas cidades Os resultados alcançados mostram que a administração da Sanesul esta no carrnnho certo ,nsc11çôes poderão ser fe,tas na sede da Agénc,a Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul). na Avenida Afonso Pena, 3 547 No InIer1or do Estado. o programa sera desenvolvido em parceria com as prefe11uras. que entrarão com os terrenos Segundo a arquiteta Mafla Tereza Palermo assessora de Habitação da Secretara o projeto e padrtlo As casas terão 31.58 metros quadrados sala cozinha e banheiro Serão entregues com reboco interno externo para a pintura e lelha ceram,ca Para part,c1par do programa o c,dadtlo precisa ler lerreno (escritura ou contrato de compra e venda). ler renda fam1har entre dois e se,s salanos. ser ma,or de 21 anos ntlo ser propr1etano de outro 1movel res1d1r em Campo Grande ha pelo menos dois anos, não ter restnções cadastrais (SPC. Serasa) Os interessados deverão comparecer no local de mnscnço (Agesul), com HUMOR rh 1 , ,..::c3:'" V b !,A::,"~ PROJETO o MS-PREVem linha PANTANAL direta com você , O program,J é dddo eri tr uafpu» missionaros las adad s que compreende barros e v.las nos à sentarentos ? r,os •! <:rn 1,JZ•md~~ onde o d.z0 otteri!e e russivel <llí avt de tranpott te:teu Os voluntario aler da enwsryem eligt0a promov1.:m otendinwn10 mediu e tet!tio Conforte Wilson D arreto Monte+to coordenJ<lor do projeto as atii0.de, Sa ealtzada> por voluntats Cluswv. de outrcs p.'.l1_cs Amcr:cJnvs Em dez d1,:~ ccr._,J de quatro ml pessoas sao atcncJ1Cd::, pt.?lu:i vulu11télri(J::i A organIzaçóo rcceoc de-ações de mãos bata americanos principalmente do Canada u e'IUjCICJ Jª COllld com dois barcos O pnme,ro adquirido comporta 7 pessoas e cm breve será inaugurado uma nova embarcação com capacidade para 26 pessoas documentos pessoais (CIC RG) cert,dao negativa do SPC. que pode ser rellfada gratuitamente na Rua 15 de Novembro. 390, documento do lerreno e comprovante de res,dénc,a O Governo trabalha com a expectativa de cons1ru11 1 000 casas ate o final do ano O Programa Hab,tac,onal do Estado prevê a destinaç!lo de RS 800 m,I do Fundo de Investimentos Sociais (FIS) para projetos voltados para a construç!lo de moradias Além desse pro,eto em que a Caixa financia o matenal de construç!lo. está prev,sla a construção de 600 unidades no Barro Nova L,ma. em regime de mut,rao O Governo adquiriu a area e a vai comprar uma cesta de ma!enal de construç!lo de RS 3.3mil As familias entrar!lo com a contrapartida da m!lo de-obra Com recursos do Funresp (Fundo de Reequipamento da Segurança Púbhca) devem ser construrdas 300 casas para pohoa,s ov,s e m,lttares CI e! 'ee pense» o/ p 11 rnen•o . ,. 2. Por que o MSPREV (Fundo d Previdência de Mato Oro,,udu 3ul) 101 <.rldóu? A Cor·.:•. ão Federal alta redr ia Pabhc obngaram o Est do ..i cnJr um fundo de Pr , Clénc:o pa<a os seus ser»dores com a finalidade de preset +ar o equilibro faeo e a'usvsl (spuenteadoru te peeses futuras) A outril ex g ncIJ e•,t.1b• I!"C8 que o I ur·tlo de Prev,dénc,J funcione separadamente da Assistência Médica evitando ass,m que as contribuições para a previdência sejam desviadas para desa$ or saude J. Por que, a lei da Prov,déncia Publica exigo o equilibro financairo e, atuarial? Tornou-se lugar comum o dttero das ontnouções r,rPv1dPnc1nr.as ser uli'•zado para ou:ras fnalida les, como aconteceu ro caso da con$lrução de cas..is financiadas pelo Prev,sul Também costumava ocorrer o desvio das contnbu1çóe~ prev1denc.,dnd5 pclra a c.obertura das despesas de a<<ustnria ma O talhos planos de saude acabam aumentando o déficit do sistema previdenciário, desencadeando suces,,vas fraudus e <1csperd1c10 das despesas com pe,soal pagas pelo Tesouro Essa Stuacão Iustfca a razão para o Fundo de Prev1dénc,a ser const1tu1do com objetivo de funcronar separadamente da ass1sténc,a méd,ca Pors. não basta ex,s!Jr o Fundo com uma gestão exclusva da previdência social, se não houver património suf.c cnte. para garantir o pagamento das aposentadonas e pensões atuais (equ1hbno financeiro) e das aposentadonas e pensóes futuras (equ,hbno atuarial) 4. Quais as vantagens da criação do MS-PREV, para o servidor? O Fundo oferece maior segurança sobre o dreto de receber aposentadona e pensões como garantia no futuro a1ravés da conquista do equrlibno atuarral Tarnbem, permrte ma,s transparência pela oportunidade de partrc1pação dos servidores na adm:nistração do Fundo, garantindo o pagamenlo de quem Ja esla aposentado. ou em fase de se aposentar. através do equ1hbrio f,nance,ro 5. Por que aumentou a contribuição, e qual será a alíquota? A contnbução foi fixada com base em cálculo atuarial. que leva em conta a expec1atrva de vida. tempo de pagamento dos beneficros. remuneraç!lo do capital. evolução da massa salarial e eX1ensão dos proventos. garantindo assim. d1nhe110 para pagar aposentadonas e pensões A alíquota de contnbu1ção do servidor para sua prev,dênc,a soube de quatro para 9%. nos primeiros dois anos. e para 10%. a part11 do terce110 ano A alíquota do Estado começa com 14% e evolui à ratiio de 1% ao ano. até chegar em 20%. Ou seja. o Estado pagará o máximo permrt1do pela Le, Nacronat da Prev1dénc,a Pública. que determina a contnbu,ção estadual pelo dobro do que é cobrado aos servidores Além disso. o Estado contnbu11á por 20 anos com 20% a ma,s sobre a atual folha de aposentados e pensionistas. como forma de ajudar o Fundo 6. Quem serão os beneficiários do MS-PREV7 Os segurados e seus dependentes, além dos pensionistas do extrnto Prev,sul 7. De quem será cobrada a contribuição previdenciária? Apenas dos servidores em at1vrdade nos Poderes Executivo. Legislativo, Jud1c1áno e Ministério Público. 8. Quem vai controlar o MS-PREV? O MS PREV será gerido por um Conselho de Servidores da Admrn,straçào e um Conselho Fiscal. formados por servidores públtcos. representantes dos Poderes, e de diversas ca egonas. através de sindicatos e associações. 9. Qual vai ser o critério para a escolha das pessoas nos Conselhos? Por rndicação do Execunvo. dos demais Poderes e das enndades representativas dos servidores O conjunto dos servidores indicados formara um co!ég,o ele1toral. que escolhera por votação secreta. os membros dos Conselhos Admrnistratrvo e Fiscal. A O,retona-Execul!Va será composta por três membros do Conselho de Administração, e tera mandato coinciden1e_ 1 O. Como eu me cadastro no MS.PREV? Todos os func1onanos efetivos jâ estt!o cadas1rados_ 11. E sobre o atendimento à saúde? O atendimento à saúde está separado do MS-PREV. Os serviços de assistência médica estão a cargo dos própnos servidores. através de um sistema de aulogestão Ficou eslabeleada uma contr.bu,çao de todos os servidores de 3% da remuneração salana! O Estado também contnburrá com 3%.Ate dia 27 de fevere110 o Prevrsul conunuará a pres:ar os serviços de assrs!ênc,a médica. sendo descontado do servidor neste perlodo. 2% da remuneraçao. O Governo Já publ.ccu Decreta estabelecendo regras para um novo Plano de Saude A part,rde m:irço. ele passa a vigorar. (Folha ln:erativa) Mt I r, O V f rt ►l <) Manoel Vitório: PT Fortaloccu~::;c na r,lciçào d.:i Cãm.:ir:i. O depurado federal Manoel M/toro (PT/M) ava a que ape' ar da denta 11, /•lfl,,•fl M<:rc,irJ.11dr, sucessão na Càmara f (• d 1 1 r a 1 '> o I vu pata aprofundar ainda mais a unidade interna do artdo em torno de seus e o tn p , o nt 1 $ $ 0 s programáticos "Estamos dentro de um prow•,-.u ern que a para a marota dos psrtdos o pano fundo é a sucessão presidencial de 2002 /1 d1lercnçu ó quo o PT lançou cnndtdaturn do Morc.1ócJ11to. um pI1mcrno lug;ir. pora porsogu1r objetivos institucionais claros de fortalecimento do Legislativo e de qualtcação do mandado parlamentar em rcloção :'J democracia o às lutas populares". frtsou Para Manoel, o PT não lançou candidato com n pr ocupação de ter papol pr1vilogiado na sucossiio presidencial"Não ficamos de olho no trampolim, nlé porque o debato interno do parltdo sobre as elc1çõos evolui dentro de um processo mais ab1angente. que envolve pr101itar1amente o nível e a capacidade pelista de ,nserção e de luta, amadureceu mutto e sempre teve a coerénc1a de não ser cúmplice de jogo de cartas marcadas". Banco do Povo libera mais de R$1 milhão e5 t abita [ 'nanc e' No ano pa Bano do Povo Jt, 1 279 00 para o credo' popular atendendo <J I teta me ,, t e 940 ITIICrCll mr;r(:e,nrJ,,,Jore~ e benetcando mas de 'J700 pess0as com 1r r,u• nç3? r, CIIJÇOO dt! <>mprc:905 e geraçAo de rena Em março de 2000 toram Aberados 63 credtos J em uez •rr,bro do mesmo ano. esse numero aurrentou para 212 A projeção técnica e que o Banco do Povo democratize o acesso ao credito a uma média de 320 m1croemproendedores por mês em2001 Desde que foi cnado em dezembro de 99. o Bunco do Povo deu acesso ao crédito hab1tac1onal p;ua 1072 m1croempreendedores e beneficiou indiretamente cerca de 4300 pessoas AI/! a ultima semana de Janeiro. o valor liberado pelo Banco do Povo chogou a RS 1 4 72 286 00. ou seJa. s6 no 1nic10 de 2001 mais RS 192 306.00 foram 1nvesl1dos em pequenos negócios (a maioria familia). atendendo a mais 132 de J l> p ar a 586 rwcroeempreendi ano passado No rr:esr .. ~ p ,,'J1o 1,m Sõo Pau o o Banco do Povo paulista Lbercu apenas R3 15 rr I pa'a 17 c;::.,.,.içôes de cred !o a c:orr-r,ar ,ç0o entre os numero& p r I n c I p a I r1 e n t e cons derando-5P JS d lerenç as entre as duas capitas demonstra o compromet1mrnlo de Mato Grnsso do Sul coCT, poh!:c.JJ publicas que possibhtem a geraç!lo de emprego e renda corno o Banco do Povo Resumo dos créditos concedidos em 2000 tidades financiadas Atividades f1nnnci.:idctt; , Comê, cio 50 54 Serviços 26,84%. Prdução 22 53%, Mistas 0.10% Ut1hzaçao do Crédito Giro 65.37%. Fo 22 27% Misto 12.36% Clientes por género Homens 52.15%. Mulheres 47 85'/ !3_Q_!LLT _o Brava Gente Brasileira O filme Brava Gente Brasileira, a saga Kadiwéu gravada nesta cidade e em Corumbá, da cineasta Lúcia Mural. entrou em cartaz: em São Paulo. sendo que. ainda não tem prev,são de estréia no Estado. As gravações da obra teve inicio no ano passado e a produção fo, orçada em RS 2,5 milhões. onde reuniu atores brasileiros. portugueses e conta a saga da colonização dos i ndios Kaduwéus na reqião do Pantanal. em 1778 No elenco destaca se a presença dos atores Sérgio Mambert,. Leonardo Vitlar. Buz:a Ferraz:. Diogo Infante e Luciana Rigueira Esta última faz um dos papé,s centrais da trama. A personagem é uma brava representante dos indios cavale,ros. tr,bo caractenz:ada pelo amplo domino sobre cavalos e por algumas tradições marcantes. como a pintura de traçõs assimetricos. especialmente no rosto Seus descendentes, os Kad1uwéus. não somam mais de que 1.3 mil representantes e vivem em uma reserva localizada entre as cidades de Bodoquena e Bonito A interpretação de Luciana foi tão boa que ela recebeu o prémio de melhor atriz: no Festival de Cinema de Brasila, em dez:embro do ano passado Segundo informações o filme será exibido em Campo Grande depois do Carnaval Governo lança Programa Habitacional 2001 O Governo Popular lança no Pa'oc·o Pcpu:ar da Cultura o Programa Hab1tac,on::il 2001 O governador rPtornou ao Fórum Social Mundial reafirmando que es!à cada vez mais corv;cto de su3 op:não em pr,onzar em seus programas o social e que o CHE ROGA MI IM1nhil conJunto de ações de inclusão social do Governo Popular em parceria com prefeituras e a Caixa para atender à necessidade hab1lac1onal das fa'Tlil:as aue nao possuem moradia e que habitam ba,racos ou rT'esrr:o lonas ou be,ra de nos de forma precarIa e em condições de risco ou 1nsalubr1dade O Programa !~ab:lac1onal que o Governo lança tem recursos do Furdo •·.k· lri,est.mertos Soc1tl s 1FI$/ OGU Fundo de Garanta por Tempo de S1"v ço (FGTSJ lnst,tulu Nacional de Coonzação e Reorma Ag•:ma (lncraI E do Orçamento Municipal contando com a parceria 1as 'efetuas Governo Federai eCara Econômica Federa! Este aro o Go,ern'.l 6 3 5 5 u n d .a d e s hab1!a:::c.,na1s :cta!rza ... do 1nvestImen10 de RS 11 273 560 00 ateMenco os municipcsde Dos Irmãos do Burty Manda A;udauana Anastac10 Bodoquena Pon:a Po,a Arto,,.c Joac Aral Moreira Lacuna Caarapâ eCampo Grande Oc;ntrc ao Plano Hab11ac,onal serao desenvolvidos cs seguintes pretos Conyntos Urbanos - Construção de Casas - Tolo por Ti o'o - f' Inanc.,Jf"'f !o de M.i'er .:il de Corstruç:to - Lotes Urban1Lados - Ofer!J de Casas de Assentamentos Raras- Casa do Indo - Habitação para População lnd,gena - Cidade Legal - Regularizaçllo das Hab·taçôes e Areas oue se ,rregu!armec!e Hab,tar1BID - Uroanizaçao e Construçao - Casa de A'ugue: - Cons:ruçao de Casas1apartamento de PAR. somente na Capital A renda das famil,as atend:das pelos programas vana de três ases sa'anos minmos Com o lançamento do Programa Habtacona! 2001 o Governador Zeca cumpre com a sua proposta de 1:-,ciusao soc,al que é uma das marcas do Governo Popular ECO IA 'METOR Mcc. Torno Peços e Acessórios MECÂNICA - TORNO - ,fa 9aottac de odiento Av. Brasil,120 TELEFA.,,X: (0xx67) 495-1163 PLAINA E SOLDAS EN GERAL Materiais de Construcão em Geral .> Centro - CEP: 79.270-000 -Caracol/MS r Em 28 de fevereiro venc.e a 2 parcela do IPYA. Pagando em dia, você evito muh□e ainda estimula o progresso do nosso Es1odo. Você sobe: metade do orrecodaçõo vci poro a cidade onde o corro foi emplocodo e a outra metade incrementa as programas de desenvolvimenla ' do Governo Popular. Fique otenlo ao vencimento da 2° parcela do l?VA: 28 de fevereiro_ Nõo perca tempo. Pegue o seu IPVA, dentro do prazo, em qualquer agência boncoria credenciada. % z:, pufàr MATO GROSSO DO SUL li , .. p 'O u ade de Prat1' Boas Vindas /o no~ o v,gar,o P , (, trio riu•• rHomou ap0s metecidas férias' JO A Con midores denunciam O Grii,nlo Podro Rufino Dando mncentvo e valotz ando Prata da casa Para a Festa do Rc, Momo. contratou o Grupo Musical /nuor111h,1 !Jando Show que completou o Bando com rna,s elementos e que no da 10 pp o Grupo todo Ja deu umo demonstrnção de corno anirn;,rà as 5 no,te, e 2 mat,nes de F ol,a pesar da chuvo o Clube f,cou lotadissimo de animados foliões e· Andor,nha Banda Show to, Realizou em Jardim O mun,cip,o de Jard,m real,zou o 1 ° Encontro de Desenvolv,mento dia 08 deste mês O encontro visou ,ncent,var a implantação de novas indüstrias e fomentar o setor turist1co na região O assunto principal foi o Programa de Valorização de Empreendedor (Pfomove/MS) O encontro aconteceu na Universidade de Mato Grosso do Sul BJ Natação O colega de imprensa André Luiz Ava lo responsâvel pelo Jornal de Jardim "Grupo Tribuna" promoveu neste ultimo dia 09 na BJ Natação. um mega desfile que foi eleita Garota Imprensa Eu estive lâ para conferir e prestigiar o trabalho do meu amigo Só Avião Participe do Carnaval em Bela V,ta (, parente 0 /p.1 g r fl rm,to e; re Quem ta é você' Sua armação e alegra contagiarão os outros' Clube epaç0s0 con I mu til t.l'<JlH d'lÇJ aqu, n;i rcg,;lo eh 1!11 -se Grêm,o P(;dro HuLno 1 Desejamos Sucessos ao Pe,eco, novo propr,ctàno do l lotel dos V,a1antes Pe,eco está fazendo uma reforma geral no Hotel Terá ba11he,ros em todos os quartos com ar cond,c,onado e demais comodidades Até Julho o Hotel dos V,aJantcs estará tin,ndo de novo para receber com hugene e conforto seus hospedes Ao novo empresár,o de Holelar,a nossos ,ncent,vos 1 O Jurado levou um sufoco para analisarem as gatinhas. so tinha av,ões de pr,merra. Parabéns André pelas belas gatas que você e os outros colegas de nnprensa scubram escolher men,nas 1,ndas para part,cipor do Garota Imprensa Fizeram-se Presentes Na no,te do desfile vár,as pessoas ,mportarnes da sociedade esteve presente em J:irct,ni Gostana de de,xar 0 meu agracteomento ao pessoal da Pousada Ipanema. que nos receberam com muito carinho e atendimento not3oez Miss Simp:,tia A m,ss s,mpat,a ficou para a gata M,ckaelly de Mattos que representou o Jornal de António João Ela entrou na passarela esbanJando o seu charme e conquistando a mesa de Jurados Sindicato O nümero de associados do Sindicato dos Servidores Pübhcos Já está em 96 Segundo a pres,dente Irene Joaquim dos Santos, a tendência é de aumentar ma,s este ano E os assoc,ados estão contentes com seu trabalho que vem desempenhando PastorEdson O novo Secretário de Saüde Municipal é nosso amigo Pastor José Edson de Carvalho Segundo o novo secretá no de Saüde "A saüde será fiscalizada dia a dia. não vamos admitir os funcionários tratarem mal a população. quero seguir o que o prefeito Dàc,o Queiroz S,lva determinou" enfatz0u nersul ao Procon Cãmara Municipal de Antônio João O presidente da Cãmara Municipal de António João, Dico Nunes. disse que vem fazendo o máximo de esforços para cortar despesas no Leg1slat1vo Segundo ele. devido a Lei de Responsabrl1dade F,scal (LRF) teve que trocar um funcioná no que recebia RS 800,00 por outros quatro contratados pelo salâno minmo Dco Nunes disse que o repasse do duodéc,m.o caiu e é preciso haver um controle rígido da situação O vereador fala que os repasses feitos pelo· prefeito Dacio Queiroz est:io ngorosamente em d,a. ua gente , nem um pouco 0s usu 1os da Enersul, que r u.:t.a mm um fatura bonita porem com V.Jlor r••ort,,t,ml' Um,1 grande parte dos 6 341 clientes da Cne,sul oo mu111c1p,o dP J,11d1m JJ procurou o posto de atendimento da empresa para teclamar do valor alto MISERIA A ordem e minguem passar fome Um as maiores desn!10s do Governo Popular e o combate ti m1ser1a e exclusão social De nada adianta o crescuncnto econôm1co se grande parte da população não l1ver acesso as riquezas produzidas no Estado Seguindo o lema do grito dos excluidos" A 0RDEM E NINGUEM PISSIR FOME. o Governo Popular assumiu a sua p.::irte no combate .l m,ser1a dt:senvolvúndo programils soc,a1s que Ja atendem milhares de ta mi has no Eslado Um dos grandes programas e o "Segurànça A!,mentar". que consiste na distuburção de cestas de alimentos âs familias comprovadamente carentes e que tenham renda familiar de até mero salar1o mi r,;mo por pessoa O programa teve inicto em dezembro, com a distribuição de 12 mil cestas cm todo Estado /Is cestas contem produtos como arroz fc,1~0. óleo. fuba e le,tc Todos produtos de qualidade Outra preocupaçtio do governo e evitar o uso po:rt1queiro das cestas por isso o governador determinou que as comissões mumc,pa1s com part1c1pação e controle da sociedade ··combate à fome sim, mas sem polWcagcm", disse o governador Zeca do PT. s se r à O rcarr,nada ao Pron e a Anel empresa que fica!aa as atvdad da f"rr-1 ,ui O gerente de serviço da Enersul Volrnar Delaveche, tentou na ultima semana um acordo e ao mesmo tempo justfcar o aumento das contas er A E qe a ava todos os m rec! atam <1presen ,1:J,1,; J:.Jf to ao ab xo assinado p omovdo pela Rádio Laguna que apresentarem aumento de 30, , tamtlém scr:lo afendas sem ônus ilO usuário Conforme o gerente de serviços dil empresa, os consumidores Oe acordo com 1:ttores ' de ano o aumemt r mera e qu a Enersul r CP.he tantas rec! ,rr.1;;;.õc s ■ r • a m1ser1a o social Com a gente, sua empresa vai longe .. .. :' Cruzeiro do Sul Rua Santa Amélia, 104 - Campo Grande/Ms Fone: (0""67) 721-5010 • Fax: t0"'67) 724-9190 viacruz@zaz com.br Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXIX_Nº2165_10_02_2001 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXX_Nº2167_24_02_2001 Voltar para a lista de itens