TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXX_Nº2244_14_09_2002 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXX_Nº2244_14_09_2002Número da edição2244Data de publicação14 de setembro de 2002Número de páginas12GeoCoordenada -22.116177147210607 , -56.53357044350634 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXX_Nº2244_14_09_2002 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto ANO 30 • Edição: 2.244 E-mail: tribun calzonet.com.br 14 a 21 dos t~mbro d 2002 L BEA"VISTA-JARDIM-CARAGO:GUIÁ1O~ MUTiO ■Lf (Jl':lLATIVO Cllllra derruba VIII Ili Preleho • Prolelo lle lei que extingue a Taxa linlllll da água no lunlciplo Nasso orhmnin.a do ultimo hi.+ 02/09,0 Vete adore da nossa idade ,!.-1 ruh.11.1111, por llilJlllllli d.11k. o Hto do Prefeito M11111c1p.d t.in,1ldo Pmhci ro Murano ao Projeto de Lei n" ()() 1/02. 1k :lllltll i,1 do Vereador Julio L,:ilc (PSIJJl.folo) que dispoe obre a regulamentação e equiparação da Taxa de Consumo de Agua e Esgo to no Município,. d:í 011- ttas providências. O Pro jeto de Lei [>rcvc a cxti11Ç1od,1 Taxa Mínima de Con,umo de Água. rc fercnlc a 10 melros c1íbi co,. com 1sso os con,umi dores passarão a pagar a con1u de água sobre o seu C0lllllll0 real. 011 seja, • quc111 un,umir menos de 10 mctrn~ ,·í1bicos ir:i pa gar uma conta 1ncnor. (Pá,::. li) ■ESPORTE MS é medalha de ouro em natação Aconteceu em Brasília DF. no, d,.l, J0 e 31de agos ro. o 3º. Catnpt.'011a10 Crn- tro-Oeste de Natação, nas cnh.·gorias Junior l e 11 e Sc111or. ond,· Mato Gro,so do Sul dhpu1ou com Goiás. Distrito Federal e 1'bto Grosso, do qual, nossos atle tas voltaram pra casa com 4 medalhas de ouro, 1 meda lha de pr:1t,1 e J de bm111.é. A equipe de nada lon:s do Maio Gm,-,o do Sul. re cebeu o apoio e ino:nth o do Deputado Estadual Arroyo (PL). candidaro :1 1.-.:ki .10. quem faz. quc~1Jo <lc inccnti , ~,r a pnili a de esportes e .1 juventude do nosso c,tado. , c,tudanlc 1'1ariana Andrade foi de,taquc do Campeonato; atleta de 16 anos e estudante do 2".ano do Ensino l1ódio do lla e. conquistou as quatro meda lha, de ouro, vencendo o primeiro lugar em quatro mod.tlidadc,: 50m . Nado Lh n:. 50m • Pci10. 100m • Peito e 200m Mcdley. Pág. 05) 8 mil pessoas assistem Epopéia dos Dourados Bloqueio garantiu a segurança do ptíblico na maior produção teatral ao ar livre do Estado Vereadores preocupados com a qualidade da merenda escolar das creches e escolas municipais Através de indicação ver bal ao Prefeito Municipal e à Stcn,1:íria ll11n1cipal <le Edu• cação o Vereador Waldir Car do,o (l'T) pediu uma revisão no canJ.ipio <l.1 mcrcmfa c:-.co lar servida nas creches e nas escola, da n:de municipal de ensino. O Vereador disse que 1cm recebido muitas queixas e re- clamaçô.:, a red,pci10 <la qua lidade da merenda escolar das creches e escolas do munieí pio, no seu entender existe a necessidade de uma complcment:u;:"10 <la mcn:mJa com honaliça, e fruta,. "que mclu,i, e podem ser produzidas na., ;lrca! <l:1s própria.1,, esco la,. afin11ou". Pág. 05 Com animação da Banda Mf< (Marca Registrada) do Paraná Oia.· 10/10/02 -às 23 horas lngressós.· R$ 5.00 (geral) . - Mesils.; Rl.25, ÔO 3, ,e, ttlocal.· Cim16 Pei/id 'f<flnno ;9k :' % Fone.· 1/-39-1339 21952±s ri/o Deputado Federal Secretário afirma que as IH Estado estão organiza las «li llD em OJI 11B iser provar o e o O Sccret:ír,o de E,ra do <le Gc,tào de Pessoal e Galos Gilber10 Tadeu Vicente afirmou nesta ma nh:1 que as contas do Go 'crno Ela<lual estão equi-' hbrada, e de,afiou qual· quer pessoa, candidato ou não, a provar o contrário. "Devemo., lembrar, antes de mai, n::uJa. que este é a A nova diretoria do Grtê mio dos Sub-Tcn. e S21. Pedro Rufino. através do presidente Alvarenga. e 1:í com modernos projc10 de ampliação e reformas na "Sei que morro, mas o meu sangue e o <lc meu, companheiros servirão de protesto solene contra o, inva,ore, Jo ,ulo d,1 mi nha p,ílnJ". (Tencnlt: An lônio João R1he1ro) Um pLihlico e'1imatlu t'/TI X mil pessoas, de An tónio João e município, vi,.inho,. ª""tiu na lan 1 : tle ,:íbado {7) a mcga pro tluç;io ti:atral ri:.ili,atlJ pela Prcft:itura tle Anlônio Jo:io. em parceria com a 4' Brigada de Ca, alana Me cani,ada e Comando Mi litar do Oe,tc (C~IOJ. O teatro ao ar li, rc. conltlt.: rado o maior já rcal11..itlo cm Mato Grosso do Sul. primeira administração da história do Estado a cum prir:, Lei de Responsabili dade Fisca", afirmou. . De acordo t:om o Sccrc- 1:irio, llaro Gro,,odoSul cum priu tcxfa, a., ,e,, meta, <lo Pro grama de Ajuste Fiscal de 2001e isso foi comprovado pe lo, ticnico, <lo Tc,ouro aci onal, que aqui estiveram em ju- substituiu o tradicional d.::,lilt: cr, ICO de 7 de se lcmhro. A r-lS-384, que liga Ponta Por:i a Anlônio Jo;io, foi bloqueada na en tr.ttla da cidade e teve o tr,inS1to de,, iado por uma rua vicinal, para garantir a segurança <lo público. O cenário cinem..itogr:ífico, conwuído pelo publicitá rio Ademir Teixeira Braga - "Barba". da Sinali<-'C, re tratou a Colônia Militar dos Dourados à época. in clu" 1 e o rio Dourados e a ponl<: foram reproduLidos para dar mais emoção e realidade ao enredo. (PáK, 03) nho de-le .ino. "A L,:i de Res pon,JbilidJde Fi,cal g.:irnnre lambém a 1ran,p:1Ii'ncia das rnnlas pública, ao delcnnin:ir. alr:l é, do par:lgrafo .Jº do :ir- 11go 9ª. a realização qua<lrimesiral de audiência~ pública, p= apreS<:ntação do Relatório de Gcsião Fiscal", acrescentou. Pág. 07) Projetos do Grêmi o1ia Diret ia P o R fino área de laser e bnchonete do clube. par.1 melhor :11en der o sócios e ao público emger.:il. Além das reforas neces s:lri:is. ser:io adquirid:is nova- mente as mesas de jogos e em breve a lunchone1e do clube voh:1r.í a atender no período inregml. inclusive com a rea bertura da sauna p:ira os adeptos. JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA Política/Opiniáo 1 d a 21/09/2002 PAGINA- 02 'S-Pre Goldoní preocupado com a segurança de Ponta Porã O candidato a Deputa do r !!rlor,il pala Collgaçilo F rente Trabalhista (PDT o PPS) Ocar Goldoni salien tou, no teu escritório politi co quo pro1cnde plo110, r uma ampla discussao sobre a violência om Ponta Pora. O empresário Oscar Goldonl ologu n croscon10 onda do matqinalidado na clcln(Jo, /lórn dlSGO, as OU· 1orlt1ndoe, nóo consoguorn diminuir ou combater a vio lação da loi, por cauda da ausncia de policiais, que são poucos nas escalas de serviço ou nos plan1ões. Os poucos quo restam prestam oxcol ritos serviços do po liclamonto nas ároos pro• vontlvas o roprossivas cm doloso do cidadania dentro do suo lim1taçâo. Com Isso a dollnqüêncla que 6 frulo do possoas lora do àrnbllo da regra, aproveitam para propagar o terror o a inse gurança na população. Goltlonl aproveitou o ensejo e lembrou da 6pocn quo ocupou o paço munici pai, o localizou: "Naquela ocasião Ponta Porã estava cm pânico, os c11mes acon· teclam orn plena luz do dia. Diante destes fatos, conclarnol as entidades de classes. os sindicatos. ma· çonarla, enfim, toda o co munidade. o juntos fornos buscar a solução do proble ma na Secretária de Segu- . ( - - O cnndldato a Oepuli'ldo Federal pela Coligação Frente Trabalhista (PT e PPS) Oscar Goldonl rança Pública. Na oportunl• dado fomos alendidos pelo então Secretário, com gran de õxllo no caso. Hoje vivenciamos novamente o mesma situação. As auto ridados atuais, juntamente com a mobilização dos rnunlcipes deverão agir ur gonternonto contra estes desordeiros da lei, para que assim possa voltar a paz em nossos lares·. Segundo Oscar Goldonl, a situação da segurança pú· bllca é preocupante, diante dos roubos e assaltos que estão ncontocendo contenlernente na zona ru• rate urbana. De acordo a política da segurança pública do atual governo. deverão combater a violência com rnstrumen tos próprios, dentro da nor malidade e do estatuto do direitos sem causar danos à constituição.(AI) Pesquisa revela 2% turno nas eleições Presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul, desembargador Rubens Bergonzl Bossay deferiu re gistro do pesquisa de inten ção de votos para Governa dor e Senador, autorizando sua publicação no prazo le gal tio cinco dias do doforí• monto. O levantamento foi reali zado pela empresa Visão Pesquisas e Assessoria. Lida, com sedo em Campo Grande e abrangeu um univer so do 1.500 eleitores, nos Intenção de voto X indice de rejeição O fato mais relevante desta pesquisa não é a dite rença no campo de intenção de votos, considera Isolada mente. No caso dos candidatos ao Governo do Estado. sen- . do analisados considerados os índices de rejeição. corn paralivamente aos de inten ção de voto, ambas estirnu• !adas, pode-se considerar ine- municípios de: Arnarnbai, Anastâclo, Aquldauana, Camapuã, Campo Grande, Cassilândia, Chapadão do Sul. Corumbá. Coxim, Doura dos. Ladário, Miranda, Paranaíba, Ponta Porá, Rio Verde, São Gabriel do Oes to, Sonora e Três Lagoas. Foram utilizadas amostras representativas da população em estudo. estratificadas com alocação proporcional à does• trato e selecionadas amostras probabilísticas de conglome rados, em 3 estágios (Proba bilidade Proporcional ao Tarna- vilâvel a realização de segun do turno nestas eleições. A sorna de intenções de votos dos candidatos de opo slção ultrapassa, ligelrarnen• te, o percentual do candidaJo à reeleição Governador José Orcirio podendo ser conside rada urna situação de empa to técnico. O problema é que segun do a pesquisa, 15,9% dos eleitores consultados perma necern indecisos. Por oulro lado a pesquisa revela um Indico de rejeição muito elevado do candidato oficial: 23, 1% dos eleitores consultados responderam à pergunta• Se as eleições para governador fossem hoje, em quem o senhor (a) não vota ria de jeito nenhum? A res posta foi: Em Zeca do PT. A ui.A,ta !ode ' rano,car da Praír '· •~ P PTB) ao governo prometeuor ta r li dtoria no MS-Pru Q (Fur do de Prevdinca de M to Grosso do Sul) com o obyotuvo d sabit para onde tá indo o dnh ro que devera sr destr do a sua capta!zação Ao ser batmnada duran debate na F etems (Federação dos Trabalhadores om Educa çá0 de Mato Grosso do Sul), Mansa deu a garanta de promno ver urna verdadeira devassa nos documentos contábeis do orgao, uma vez que. atualmente, ele não está cumprindo com a sua função constitucional. Por causa dessa detcn cia, a deputada acusou o go vemo do PT de massacrar os aposentados que dependern do sistema previdenciário estadu ai paro sobreviver. ·Temos sim de fazer uma auditona no MS-Prev. porque os nossos aposentados, que tra balharn a vida inteira, nao po dern cont;nuar sendo mas.saem· dos. discriminados pelo gover no estadual", disparou, ao sor questionada por um dos protes sores da rede estadual de en sino presonlo ao debate. Varias denúncias de irregu laridatles estão sendo alvo de profunda investigação pelo M1· nisléno Público, que montou uma "torça-tareta para desven dar o rnisténo que existe por trás do sistema prev1denc1ârro do Estado. Por lei. cabana ao governo estadual cap11ahzar o fundo de pensão dos aposentados. mas A deputada federal Marisa Serrano, candidata da coligação Pra Frente MS (PSD, PM08, PRTD) ao governo r.st.a-dual isso, segundo essas denúnc- tada prometeu melhorar o salá ilS. não esta ocorr ndo como no dos professores. v1nculan• devera. do indces de reajuste, depen- Do acordo com as acusa- dendo do desempenho mensal çes encaminhadas ao MP, dos da arrecadação AS 78 milhões que o Estado Para a candidata do PSDB recebeu ad,anlado corno parte é possivel ut!zar os recursos dos royaltes da binacional destinados constitucionalmen ltaipu, R$ 11 milhões devenam te à educação em projetos via ser destinados a cap1lJIILaç..io veis, que vão desde a constru-' do M-Prev, mas o govGrno Zcc,1 ção de escolas fl rnolhona da, do PT não lena cumprido o quo qualidade do ons1no publico. ' determina à lei, ou seia. esses "Ternos do lutar lambem valores tonam sido ut1!1zados para que os 4° destinados a pnra pagamento do sala nos aplicaçáo na UEMS (Univers1-, Durante o debato com os dade Estadual de Mato Grosso professores, Mansa talou ain- do Sul), sejam efetivamente da corno de se ia colocar cm repassados corno manda a lei, pratica um projeto etcente na além de utilizar melhor os re área educacional. Entre outros cursos do Funde!, disse ao res-; aspectos irnportanlcs, a depu- ponder um questionamento.(AD) Casas do Previsul serão quitadas com 100% de desconto nho). Os imóveis dos 2.468 mu- Tarnbêm foram utilizadas tuários do antigo Previsul po quolas proporcionais, segun• dorão ser quitados com 100% do as seguintes va11áveis, de desconto, segundo propõe nos municípios pesquisados: a mensagem enviada hoje à sexo, grupo de idade e grau Assembleia Legislativa pelo de instrução.. governo, que está baseada na As ontrev1stas foram rea- .. Lei Federal 10.150, de 21 de llzadas por oqu1~es de , de.zembro<le2000. entrevistadores, devidamen- 0projeto tem por objetivo te treinada para abordagern cnar para os servidores mutua de_ste tipo de publico pela VI· nos da carteira imobiliana do SAO PESQUISAS. . extinto Previsul a oportunidade O intervalo de confiança ara quitarem a moradia finan e de 96% e a margem do erro ciada pelo Sistema Financeiro estimada é do 2. 1 •• para mais da Habitação por meio da liqui ou para menos. dação do contrato com a Caixa Econômica Federal utilizando as facilidades previstas na Lei Federal n• 10.130 ( ...), obser va o governador Zeca na expo sição de motivos que acompa· nha a mensagem. Os mutuarias do antigo Previsul passam a ter reco nhecidos os mesmos direitos assegurados aos rnuluános da CDHU e Caixa que assi nararn contratos antes de 1987 e que têm o Fundo de Variações Salariais como mecanismo de amortização Eleição para o Senado definida Em relaçào à disputa pe las duas vagas do Senado Fede mi. a pesquisa demons tra que o Indico de indecisos e quase Igual ao de votos para Gllvemador: 14,3% de Indecisos em relação ao Se nado e 15,9% para o Gover- no. Parecem consolidados os votos de Rarnez Tebet e Pedro Pedrossiarn, com lar ga margem sobre o terceiro colocado, Delcidio do Amaral. A diferença do terceiro co locado para o segundo é de nddo em 20 de Weverro e Is72 Tudor vadoPser3 Diretores. vao Pe a Vct Hug VW! dez Pereit M'3r E::ela Ve'2cez Perez3 d3 Tuna da Frtea 54.a VLuMs Fone (O'',439 '410 FAX(0"7)439.1544 Mt, 4sr1m, C3zoe Arreio Are wHon+ ASSINATURA ANUAL. RS . 100,00 red ato d tarta atar«gt«a.M3 t )724 00%.4] lo na ora i haa.al iena ia ata i ias«o.1. Flll.ido: AOJORI "A6RAJ0Rl h t om ateme atteoema#toar #a aaanog a0q too«toas ta«ta @ooaat-d a $.te 16,6%, o que significa que aquele precisaria receber mais do que a totalidade de votos ainda indefinidos, para empalar na luta pela segun da vaga Senatorial. (Transcrito J. P. 12/13/ 09) Lula cresce e Ciro cai, diz pesquisa Consulla aos eleitores do Instituto de pesquisas Vox Populi, publicada ontem pelo jor nal o Correio Brazilíense. mos tra que o candidalo do PT à Pre sidência da República, Luís Inácio Lula da SNa, esta com 39% das intenções de vo:o. 3 pontos percentuais a mais que na pesquisa anJerior. O candida• to José Serra. da Grande Alian ça, manteve o segundo lugar. mas tecnicamente eS1à empata· do cem Ciro Gomes. da Frente Trabalh:s1a. A consulta, feita nos dias1 O e 11 de setembro, apon ta que Serra rnan:eve 0s 19°da pesquisa anterior. dos dias 1 e 2. Cro Gomes caiu três pontos, passando de 20% para 17%. A mudança nos candidatos em segundo lugar, toma ainda mais rnaos confortavol a situação do candidato de Lula, Luiz Inácio Lula da SNa. Além dele. subiu também Anlhony Garotinho, do PSB, de 9% pana 12%. do saldo devedor A Lei determina que as ins tituições financiadoras do SFH poderão conceder aos muluan os que lenham firmado contra to com previsão de cobertura de even1ua1s saldos devedores residuais pelo FVCS. no prazo de ale 30 de dezembro de 2000, liquidação antecipada Nesse sentido. o governo des taca, na mensagem enviada a Assembléia Legislativa, que a partir da reforma administrativa implementada pela Lei 2.152. do 26 de outubro de 2000, pas sou a de parte nos contratos. A utilização do FVCS "per mitira ao Estado diminuir o vo lume da sua divida ao SFH e retirar da carteira imobiliária do extinto Previsul cerca de 1.200 contratos. cujos prazos de financiamento já termina ram ou os saldos devedores são residuais. contudo. estão na condição de inadimplentes, em virtude das politicas equi vocadas adotadas pelos go vernos passados que geraram prestações de valores insu portáveis pelos nossos servi- dores mutuarios, destaca o governo na mensagem. O governo pede que a As· ; sembléeia Legislativa também estenda a medida aos. 1nad1rnpfentes, observando que as condições para renegooação das prestações atrasadas se· antacpam à stuação idenf cada pela Caixa ·que aponta d.fcu'da des para liquidação de alguns contratos remanescentes da ex tnta CDHU "Tendo em vista o volume de contratos de financiamento que serão firmados e a neces sidade de ter maior mobilidade para administração desses ins trumentos e ag.!idade na cobrar>- . ça desses credr1os, esta sendo • contendo à Empresa de GeSlão : de Recursos Humanos e Património. supervos1onada pela Secretaria de Gestão de Pes- soas e Gastos. a competência· para gerenciar os contratos de. financiamento da inadimplência : e os remanescentes da carteira imobiliária do ex11n10 Previsur. informa o governo na rnensa·: gern enviada à Assembléia: legislativa(Agêncla Popular) EUA, o grande vilão do meio ambiente PAULO ROCARO A história do Dr. Frankstein. terna do filme que por muitos anos foi a coque luche do cinema mundial. con ta o feito de um médico cien tista que consegue dar vida a um corpo "montado" de pe daços do pessoas mortas. que depois viria a se revoltar com sua condição de meio humano, meio monstro. ma tando seu "pai". Era a criatu ra se voltando contra seu cri ador. Na atualidade. podemos dizer que os Estados Unidos da América são na verdade o criador, que gerou inúmeras organizações não-governa mentais (O Gsl e as colocou a seu serviço para "defender" o meio amb:ente nos países menos desenvol dos e até em desenvoMmcmo. como(: o caso do Brasil. sob pretex to de "defender a vida e o meio ambiente". So que nos dias atuais. ns • cnaturas .. custeadas pe los cofres arnertcanos. àsve zes me se rl?.oltam contra seu cnador. mas náo conseguem o mesmo efeito quondo se trata de comg,r um g,r.3e erro de decisão. Ou seja, são efi. cientes quando torpedeiam os pa!ses pobres com seus pro- testos. mas de uma incom petência grotesca quando de cidem agir com coerência. Foi o que aconteceu na reunião dos governantes na cúpula Rio+ 10 sobre meio ambiente. em Johanesburgo. Sob o manto do Tio Sam, che garam a um acordo geral so bre o uso da energia renovável, mas rejeitaram a proposta do Brasil de fixar urna meta de que ela repre sente 10% d0 total da ener gia usada no mundo até 2010. As nações devem promno "er um ·aumento substanc ... al no uso da energia renovável. mas não haerá metas fixadas. como queria o Brasil e a União Européia que também havia proposto a meta ae 15 %. incluindo a energia elétrica e O carvão vegetal. Os Estados Unidos e as naçoes produtoras de pe trÓieo se opuseram aberta. mente à proposta brasilera e à europeia. Na opinião de Steve Sawyer, Iider do Greerpeace que ja tez mil e uma penpeci as em defesa da natureza Po esie mundo afora. tanto 0 : amer,canos. quanto os saud tas e 0s japoneses con- seguiram o que queriam. Para ele. é pior do que se podia ter imaginado. Na hora dos EUA obrigarem os países que são reféns do FMI a curnpnr me tas ambientais. são bastante incisivos. Entretanto. ao que pare ce, todo mundo tem de seguir regras, menos os Estados Uni dos. Foi assim naquele famigerado acordo de Kioto. pelo qual os paises desenvol vidos deveriam reduzir a emis- são de gases poluentes na at rnosfera. Estados Unidos e ou tros quatro países foram con tra. Vale para os outros - 1n clusi e o Brasil. que assinou 0 acordo - mas não vale para os americanos. E como um pai dando péssimo exemplo aos filhos. se colocando con- tra a redução da pobreza e a preservação do planeta. E depois ainda vem dizer que nao entendem por quê Bin Laden e seus compatriotas são tão revoltados com o im penalismo americano. Vai ven do ... " Paulo Rocnro é escri tor e Jomallsta em Ponta Porà e escrevo regularem to neste espaço J()fitlAI. rnmurM DAI ílOIIT lf!A • GERAL i4 a21 de&;• •o de 20C2 • L',l'OIHL MS é medalha de ouro em natação Malu orr .t /1,,,.0l1ll'U'U tºIH !lr,1 11t.1 f)I, 11<h dt i, 10 e .l 1 de agosto, o 3 Campeonato Centro Oeste de Nata io, nas alegoria Jumot 1 e li e St'llior, 11111k M,11n (lto, -<> <lo ~11I t11,puto11 wm Got,h, 1J1,tr1tu 1-t·d ·r.d e 1'-l.110 (irl""'• cio qu,tl. nossos atletas voltaram pta cada com - medalhas de ouro, 1 mccl,tlha ,k pr,11., ,. tk bronze. A ,·quq,é de nadadores do Mato Grosso do Sul, recebeu o apoio e incentivo do Deputado E,11,d11al Artoyo (l'L). candidntu it rc,·lci1·:i11, 11ucnt fa, q11est:l11 ele incentivar a pr:ítica ele cspnt te, e a ju, .:11111dc do no,,o c,1.u.lo. A c,111<1,tnte M,1ria1111 Audradc foi destaque do ampeonato; atleta de 16 ann, I! c,tudanh.· do 2º.ann do En,ino Médio da t-lacc, conqui,1011 '" quntru medalha, ele 11111n. , cnccndo o pri111l'itn 111}!,lf l'lll quatro modalida,k,: 50111 • ado Livre, 5Um • Peito. 1 00m • Peito é 200111 - Mcdky. A medalha de prata foi para Evelize Riba - atkta do Clube E,toril pela modalidade I00m - peito. Flagmntc dn Equipo do M.S. A, nll'dalh,I de hn,111< lor,1111 conquistadas por Ihais Schosslex do C'c,!égin Dom Bth.O pcl.1 md.a!idade 2Om- Nado Livre, T:111i111'11:J:t [À'.l"I d., t-1.tlél'lll 50m Nado Livre e t-1.,nncl Gn111·.1hc, t.11nlx'111 <i1 t-1:ll'<. pcl.1 mo.J.,lid.,dc 51hn - Bmhilct.t D., c,t.1lk> p,u1irip.w.un atletas do Colégio M.ae.Colégio Dom Bn,,o. Cluh-, btonl e :nlct.l' do l{,idll> Clube. l 1,no lrn,,u do Sul tl.' C lt111,1 '1ti111.1 classificação no Ranking geral do campeonato, sendo o Distrito Federal o campeio, L"nm o m;1rnr n1imc10 de medalhas conquistadas. .. Todo no ... so esforço l.' 1n:in~1mcnto , :ikm a pcrt,l. quando antes de conqui,tarm<h a, mctl.dh.i,, n.·cchl'lTHl o apoio e incentivo de quem acredita nn no,,o 1.1k1110" agr,H.h.·cc .1 l.'JIO[>t",l ~lari.1n.1 A11dr.1<lc pdn carinho recebido do Dcp111,1do Arroyo. O, .1tlcta, d,1 equipe do nosso estado, ficaram ,atl',frito, com a colocação que conqui,taram para /lato Gn,,,o du Sul. ,cn<lo o Colégio Mace, o 6ºxolocado do Ranking Geral das c,cola, e clube participante, dn Ccntro Oe,te ( AÇÃO PARLAMENTAR U e r e adores [!D ~ mHID ~ llll [!D m1 rn1 os com a ml llll alidade d ml IIll1l ® ~ @Dll d a ckr das creches e escolas m llll 1111 ã © ã 1JD cBl Õ S Através de: indicação 'crb:il ao Prefrito t-1unicipal e à Sccrct:iria t-1unicipal de Educação o Vereador Waldir Cardo,o (PT) pediu uma rc, i-:io no c:trd:ípio d:.i mcrcndJ c,colar !-Cí ida nas creches e 11:1, e, ol:t< da rede municipal de cn,ino. O Vereador disse que tem rc ·cbi<lo muita, quci a~ e rcd:tmaçõc:-. a rcd,pcito da qu:ilid:icle de, merenda escolar das creches e escolas do município. no '-CU entender existe a necessidade de uma complc=1ncnt:1,:io da mcrr.:.nd:1 com hortaliças e frutas, "que inclusive podem ,cr produLid.1, n.h :ln::.:i das própn::i, c,col.1,. afirmou··. O Vereador Juho Leite (P DB) se reponou ao assunto dizendo que também tem recebido diversas rcdamaçõc sobre a qualidade da merenda escolar servida nas crechc:s e.: nas escol=Ls municip3is. pon:n1. ele entende que não é preciso a rc, isão do cardápio ma! sim que a. PrcfciturJ faça : aquisição de alimentos de qualidade e em quantidade )Uficicntc para atender as crianças e os estudantes. "Gostaria de saber também se a tão falada 11utricioni,1u da Prefeitura acompanha o preparo da merenda escolar ou então que ela fosse à creches e às e:-c..·ola=-- provar a merenda que está sendo servida", C"nf:i.ti7ou Julio. (AIC:I) . r.r,,J<•..-,.: li' 1.tcrnnc11l ~11 ,··,~t.téJ .... A...-.1.Q ... u1i Nrk,•,,r perebeuso Franau dfehente reverterá o q adro eleitoral, onde la eue favorito [ Jt!:..CIScO lembrar que não estamos mo Acre, onde o t t,,;nu J,1 motoerra ronda o seu Tnbuna! Repiona! Eleitoral. para delente de , clh,h oh~JhjUt,h E uí. qurin a:I(_, t,1·:.a no, tf t:1/l~ lk'i I tic1rnh .1 .. , podera ter que convver com o efeto do chabd D> Mil'tl} continuam "esquecidos" pelos candidatos ao SenJd0, wntr.mJndo J R~ ... ,uçJo 2098, ar. 5',82° o eleitor tem o direito de saber quem é quem. Com a palavra o Mnitro Ptíhltco l)U quem <le d1rr11" d.1 Ju,11,J Lk,u,r.l.] t i ?ofetiva!de pevqursas continua e J,t<X",l LtrnN"-nl slrJ bi do telefone E questiona-e: qual o cntéro para escolha do número do fone, da classe social e do baurro a ser entrevistado! E coro fia a ffJrt<le m.L,J qu~ nlo h:m telefone: e ntJ.., • ' :mw. Od.1dJo e<,(.l em l,L de ser promovdo na empresa. O colega concorrente )trnul.i um.1 pe,qu1,.1 por 1elefoi1e onde- o entrevistado opta por Lul.1. 0c P'""' da gr:i, Jçjn Jo PJP''· de '31 até .u, Lhc:fe e mostra eventual inconveniêna da promoção. AS UI OAG HA t'l • de algun, canJ1cL1os cont11nL11n gcnem"' nos fnlhctu, de propaganda distnbuidos nas nuas centrars de C.UnpoGr.md<e. Também causa espanto o etcesde propostas em todas as áreas. como se eles fossem super homcn, IL.ALO MAGGI PPS» está empatado com Anleru P.tcs (PSDB PMDB) no Mato Grosso. Irai França. mulher de Ro!x-110 França - prefeito de Cuiabá-é a nce de Maggu. que chegou ao E,wdocm 1976 e emprega I4) pessoas em suas empresas. TJ1SllOSO. fno. 1mpc-,,ml. dcfen-,or da -.OJ> trJilsgênrc.i. fundador da cidade de Sapezal . Magi é presidente da Associação Brasileira de E.,;portadore, de Al1mcnlO"I Ele quc:r acabar com a., ol1g:irqu1a..,. c1uc "-Cg_umJo de. ,ó mamam n.L, tcL15 ofic1a1, , DISPl[f, pelo Senado no ~rr c,tá d"putJdís'lm:i entrr Be,.erra. Dante e Jonas Pinheiro (aliado de Maggn. Vale lembrar que o 1'-IT tem 139 mu111cfpios . .l arnJa ""' ra,..., de instalação e est.1 pre"""' pkh1sc1to par.1 cna~io <lc: nu1s 20 .. unc.b cm 2.(Xl2 HÉLIO COSTA "o vozerio"- fo, cmre-pondcnte do "Fantásttco" noç .. Statc,". Na volt.1. tcnlou o Governo de: Mina._.:. e perdeu. Agora. é o segundo na prefrrênc,a pelo Senado. atcis de ,zcn::do e na frente de Zeé Perrela, presidente do Cnuc1ro. ó.CQB.lW N°"'°-' cmpn::-.jrins precisam rrpen.<:1r o lucro. sob pena de pn::juízo. Os argentino< oferecem um fill.ll de sem.ma ''vip"' cm BuL'nOS ,ares por 190 dólares. bem m..U, atr.!.C:n!e ou m:ii~ b."ll':lto que o, locais turí,ticos d.l tcrr.i "'made tn pernilongo:-.". SllRPREEWE a g:irr:1 dn vel'Cldor e locu1or Miltinho Viana. de olho na C. Fcder.tl. Ele lcmbm que nio tura voto de concorrentes. e s,m :ipru,cit.'.l a sua fam:i para motuvar o ckiror a nào vot::u-- cm br.lllco, como dcmon$tr.lill as pesquisas. Esse tem fôkgo ck g:110! ":SAIA ll"STA'". De olho no segundo rurno. tanto Marisa como Zeca tCm evitado crit1Ca.."i ao concorrente Kohl. Alais, é a mesma postura de Lula cm relação a Ciro e Serra. Quanto mais sangue entre os dois agorJ, melhor par:i. LÜla em termos de futuro. PROHLEl,S. Os petisru com dois problemas sérios que evitam abortl.,r. s.,us candidatos nujonr.1.rios nos Estados n;lo corre, pondcrn nas pesquisas e os postulantes ao Senado e Clmara Feder.il também com desempenho aquim das expccurivas. Sacou? PO LEITOR. " Pelo menos algun., pnvilcgiados n;lo tem o que n:clamardJ propo,,tadoSctr.1 cmaurcmpn::gos. Elb:t. Gugu. Ouwo __ e oull'OS cst:10 farur.llldo alto em sua camp:lllh;, milion:íru. O p:i'!rocínio vem do empresariado e banqudros, é cl.J.ro! ... O OUTRO LADO. A intenção d.a c.1mp:mha" t:'io vend.'.l seu ,·oto .. é valid.a. ~1a.."i. o cidad.Jo. sem comida na panela, sem emprego e sem perspectiva.,. n5o vende apenas o seu voto - vende até a alnu pJ.r"J sua sobrevivência e dn família. Ou n.lo? VIA INTER1"ET leitor desabafa.: "O Brasil é o mesmo. Dentadura. avi:unenro da n:ceita médica. m.1terial de construç-Jo, botina. óculos. passagens de ónibus e cesu bi.sic:i. Srm radicalismo, esse é o Bnsil de verdade, e n:lo aquele do FHC •• ALGUS slogans usados por c:mdid:uos choc:im - se comp:=dos aos respectivos personagens. Gente que nunca trabalhou, falando em trabalho e apoio ao trabalhador. Da 'Onl!lde de nuncbr esse pessoal faza cafuné cm c:murJo. '-S;ll'ta incoerência". A TÁTICA. Sob a tcSe de que a capital seria uma terrJ sem dono. os nndid:no" do intC"rior investem pt..--s:ido no cont;ito de famílb.~ oriund.J..,ç de s11:i..s respec:tlv:is cid"J.des.. E c.:lll:i membro delas, acaba garimpando outros votos cm seus re1Jcion:1mentos. O MAPA de votação das eleições têm demonstrado a forç:,. do elc:itondo cb cnpital onde :i.!guns h:úrros s!io nu.is populoso que mu.it:1..0. cid: dt:S. E como tem muita gente de outros Esodos sem ,ínculos politiros. isso ,cuba fncihtando, obrcnç.lo do ,·oto. FOl,CLORE. JK. c;indíd:no em Minas e tinha fama de "Don Juan". O jom.~1 ·-o 'eneno·· publicou: "Meu filho, rúo se e=. com mulher que IL<:l leque: são IOOJ.> c:om:da.s 'dh:is do b: íl:uino Kub,tschet.:'". Ele leu o roo. riu muito e g:mhou :i ekiç.io • ASSISTA O JORNAL D. TV. MS. RECORD. YOCE É NOSSO CONVIDADO ESPECIAL. ! .JOAl◄AI. HMIJNA OA rnomc IHA t1e21de SUi - Servlçe lutono (11010 FIADO . MATO w0 tt AfllVN IIAt HJ (J 04IIJ IA!,( A J l -:f.t.1111 PAC A-04 antro de Ptages de abroa de n debruado tttllt 11 .ÇA.,.CJ.!IIIY. ,ty II fJCJSTA VQ MCJ)l1'/A 00 NA.V::tMfwro.. Qe h de wn Ma, o MOVO AUIÓoMo D .Á(Jt/A I! l•G(JíO • IIAAtAJV M1.,-•)'"1dlu ,kdlrdo, ""cr••.o<IU ~ ... Qoi&b<. lll, e:.,,,,._"' ddtlc!cdio lln.A Vl'l'TA. ~,di:I V-loO'l.lMdia wl. i,_.,,._,._,. (MPJ b» nero, (TIJ61,jJ4f.J0:)1.(JJ, "MIi!• .:o t rüdo s;,!.I S, IW , 11 kl Vk LI•• Otlt:b' ft ~•••rá, 0-P ti UL,,ltOA 1-$), nenado atroa.w dna Dento de 1 1.-,,1 µ..,;-lt.pd r, 1.0}1,01 (bo.,.. ~- 1 •~<:.• ::e Ct'Nl'I.A1'A.nit., • pew D1iUO !a.do. UU!TAVÓ MUJl►IA íX> HA!Cl),(l:}/"10, t' l;b t» • ._ da lkbl. VW..,. t..t,rl.Jd,, M.-.,O,.,.,t06,J$ul. '..-MAJu Ji,,.""1.:Jdo L,,d.t,t.1,r, 1719.,c.:.uuo. ,09 l 4';tl, ( J..JI' 79..w>-000, ~ ,'6 ai' ••.ll11l •ffl JJ. li 4J l OI • lUI r'f )ll.tO<IS~P/MS - "" -- COHil<AT AI)()· AODm! AAkJ.lAOAOOII. ..,,_ J e nodo o praento otoa, h .. btula dittt: C.:.,rn, para Cota de fota, de ando coo aa d.orlas e ad.ibea que matute otos r e etau tLU/LA /'ME/RA 0 Agato Arrotador nsarrear ao-d de reli neto de c-.ochl i.i.t pr:n AUl/llV/1'4'4 • ~ ~ ~ dirdo M e.. ..:a•'- de frol.lr ia joio odelo4 hnn parte itep/wnr» io pmcrt_ot ~ ...u PAR GRAFO UNIDO -Qual4or »ter»,do que 0 S4A E9V/M venha a bsvodwu nol bMilJ.r'°' ,.,. 1!a1a-Wb à. um::.daç!o ou ll:111..ft:tbr.1:1 de. na.na UTC'Ctdadaer. ' oomtarido o kate Arreodader trecdpadre te, pera rua snabarca stnas de ooreaponone l a qopearl a baer pertinta te tese Contrata, independentemente, da httva ou de foral CI.J.USl/LA ~OOUNDA - 0 8AA.Mllli"t1'i na1:!crl r-.a dt.adti de um Vbll - MS. Jur-.:.u t ttuh ele hmentoe banslris, cota torrente ertuahnadora, ptr1 at:uOffff o, nddt tau areada'es cU1ri-a. Cl..ÁUSUt.A TF.RC111MA - O r:,odl.tJJ ü r.m:c-a1b;~ d...AriA deYtt! ~ cnd.t.l!.I an SAAl'JDWM3 no )da .:,J1 Nb..cc;ll."IU i cdn.nça pdo A,•.-i• "-rnod-.dor. PAAÁGRAfO ÚNICO .. O. t«.-pn,.t.!-:1 c!.o SAA.F/UVl)t.'i 11 •riso~ Wb.l •~ 6-:vttto tc1t a d!.tpMç.So do SAAYJJl'V/M! m prhr.A.lru d:'.a tifl c.pé:t • ~ o d'Jrla,. ,cn pr(jl.lit.o da, ~ sn"futu no aJ1itp 17 d:1 l.cl fWCrll r, U6619l. • COtttQ.da &.&d nód:. u w:r.dnk.t pcnalld.ar.!u~ ~id.l 11 Pfhil dc.fc:a.a. J.I - Mka de IO'K ldu pct Cff.!n) IIOl:r• o total aura'do no mos era «ro pele b:t~ p.N.!.aJ eJou loul t pdn r#i:J cu:r:;,rl:nr:r.to 4: qg~1.c, ooodlbn Jo Coftn:u; l..l - ApU:.da • Cllt1,, • mrtrca.<ú 1.~ .11. ... da 1-rl:ridro ~ qw r~ • «r.ln!Jda. Q6, • "" lq,oúçJ<,; J.J - Cuo a Dentada ndo ter.ha rala pagaremo a Íciccbc:!. u OU:W devidas Mero aotndu &â::1:..!:1-.t«m.-,m e ,o fur DODl'Jll,lnO Judk:W.om:c; lA - A an.!:a prtrllt:a rrcta ite-:nr, rb k:r:1 a:-lt:r coa'.pccu:ócb,, ~ mon~io e ~ cz:::c:r:u o pgarerto dela no u:imc • Cowauta la ~ Ao de: ~ l• dUUr, padu ou prejulroe qa eu ado puetvele.ha ICL"T't".:a.t a Contar, l.l - Em euo de reincidia, a Cot:m.:an: roclnJiti o C~.o. mtJb.~ 1,'UQ p-6,io de lO (lri:,!a) dlu. CI.ÁUSU!.A QUARTA Ma hptse de pruro caas'o a ,.,..,.=ldo, p,, =<h-. &t10s>.1hcl r.u:lualn.::xru ao A.cutit Arf"lad&e.lUf' ou ~ SAAL'U'~~ na JTp,nÇJa abri to n11pcwwhd pelo ta lavrdo raperna''de concorrente, antes as pG1a rpoder lo solidar urre te a..ÂUSl:1..A QUINTA - A c:otn.~ coc,nxil. .. ..-.d.l • • '"-"?:l!r.rtnci.a pca «r...a c:a:rnlmdi.n da qf:da b&td.na. ea:a:-to bC':'t:u do coa.alio ou ta, bem como, a parda de trrtrio, desde o nc:cblmef'Ll d • prH'-!ç.U). de ccc::.J Plt-" o SAALYMS, ri de itrina resposa!lida!e do Agrte Arratader, inare t.uda • llknl ~ Óil caso kirtw!.D ou bç:a c:.dar, caa!o:r...: t:rwdro& ro -.,.1, llaloo do Art. I .Q)I do CM'.,,, Ctwl U.u!Slm. CLAUSULA SEXTA- ha prato de mio de ira';ta oteo do pesete Cl:U,,,:!O_ o SA.UIBVIMS ptt;Wi lO Azto:ta Arnndadçr, a "W de 1U CU0 (Yr.U Çca&ffll de Jtait). pir a:e.:.. rootbld.a. Q.ÁUSt..n.A SfTMA- Ao Aate Arreadader, t a:utrivo divulgar, em qw.lqla' ~14 p.-. a S.UP.JnVM5. que: uâ IIOri.tado a~ CCltC: ot,jcio d.ou Cbr:t.'Cl rpetardo ea i!c:oll, entes Arreadores. ' ct.J.USUt.A OiT AVA -· Nb acri prnt.hld.t • dtó.ç.!.o !'l:ll roce.~ ~ , C,.C, SAAJUBV/M.S. d0t cheque reoebida pelo Arreta Arrwadador ea paaneto da coc:ut'l"'r...:..i,,.,Mdo,p<lolJoocoua:lo,n,li:r.:>s<l..Lr.W,.Jo=.;.o,. CI.ÂUSUU. NONA-Op-u,o:,,Coàn:o •l:,,n.-i, pu1!,,tc 01,og,,,.oo:, • )l,<nnOOl, podml, ter reachadiboaqalqar teca, per ixtst!a d qakzur ds parta, rndate nbojffiiolcl-O(oiz<a)d!Lo. PARÁClllA!O ÚNICO - A raó.1o do C0Cnl0 l,,!.7<,d,rl do I""" lwo ao:, Ul&Wl. pcrdo-se tutcri arte, o o A:.m,ta Arnud.ador t~."t cr:1 ~ de i:eolb.i:I ou blb.:!a o a!rda 4:b.1: te~ q~ clabu.!.t da";: Cccn:o. CLÁL'SULA DÉCIMA - Au despesas preoreirzs dera Coro ert cus.±d olcnc:odellapm ll07U212.01-ll~9.00. ctAusuu otaMA PRIMEIRA • ""' dir'.clr d,.,= • - 'l'-" p:. ... .,,.., pom::, ocam:r no o do - • q-,c elo mo;u= "°""";;,o ciG,l,cl !i<o to o fro da Cera de Bela Vau- MS reado u para de quulzur os per ais prilez'do qu j' E asai per entres jatos e ocrnada, na brrua ais uuiaoparrtetstrt e (07) das vias de lua! tear e forra a praeça d (02)as estruhu idas qa -E=- imuõ íiiiwo tAJ..00 se. ) Cff'6l..460.4.ll•ll TAl SUE- ervfço f r'ADO D# A19.»O Do L uauru e»t at, ato o (O#a1o Mo»'net 8 •r:,,- ú ,.,.,,,,,,., ú Cbroas da Late brado ,-., u ,AADllVM' • J(LN'fA CKJ.lll J>P. )'(ATOS E /.f/lCAD Y l'AGLNOl.'ó DC MATO- Qo~ t_. do ,.. !c,!o. o IJ)(VJÇ(l AlnÔt (»40 OH ÁC.UA 6 UOOJO • SAAIV.Mi,, pesa Jrlbs a de direito pilo o ode M kaa isbd !/l, entra, a r' te JHl..A Vtff.A. r.-.. CC llAII (1-..c, do W. -, t.""NJIJ ,.,_,. ..O. 01167114-11-0J,,_,. ..,...-.,p,1os, i.ile~ V 0-. Diretor da Mtata P $2440 4#1$1, reada as de Dermo da Eu«etio M-,,.J rf l.017111, -- - ,..,.,_ Oll-rntATAXl1l. • por ..,,. bdu, KDIYA CAC>.JIF-1 DR MAlOS • hflJ(AllY fAOVNO:.., rrn MA10S. tabele idos a idada dt Dela Vista, Esuado de Meo Groao 4o Sol!. •"-"61 1 a.,, o-nJ Ooltb rf JOI, Só•~~ Cf"J' 711-, ,.,...nw ra 0'1 ._., ,.,._,, 919971.711_., • 009.n!Jll-"10 ,..,..,i--... JL0. rf 112<1'1/ l'IMS • 112-C1'61!>Sl'llo<l ""l>«Ú'........_ _,. ,:.o - Ul. JlLTAOO • ACDt7ll AJJltt:ADAl)()t(. W'll Jwtn e ardads o pructtlD aa,,u:>_ o,;, teroo deste DCatroe para hnse de Conta, de e mn»si@oda» e que OL:.0f'CJ.Ot :.a:n,, CLÁUSUIA 11UM□RA - O A(,ott A• -- •~ ,.., do rocw..-...-=- do GOrUJ cm!tlt.e;J pelo ÉAAE/VIMA e wewenadas pars ppare rt o diee no Dlixl. 1.:nffl da lônnu11no nl.;ae modclln l'xwn ~.e 1:1.~ dO prnt'IU lr.tt11eercn. l'AAÁGRAfO (/l"IIUl- Q>aüq"" ....,_ quo o SM.Y/IIV/Vi :u l·wdutú - nwm~ ti.a ,b:c..u.l.1 de arrcadedo ou t:'ml1b-tnc:!• dDt n,uno• Ul'IIOada.1.-. 1ott' corra kado o Aets Arreadadr ente ipdente, pana rasa snotoca anvds de ço,~ • que pitJnri • f.u.c.r part.t b:cJT&.Ya detw Contr-1~ tndcptooed,~. de 1-dkJYG1 oo de frms.lirioa CLAUSULA SEGUNDA - O 8A.A.E/BVl·1S ~ l"..a c.k!.atc te ln~ Vbu - ).tS. ju.T.o aot otabe krlentos heatroe, tonta corrente oentrLadora, paro .h.on-,, n1 rtdta das urecadaçem tlJrb.1, CLÁUSULA Tl:.RCC!RA - O pn,d..so cb •~ dwt.. d.,,-a, 1tt md.tada a,o SAAEBMS no I dias til rteqerae l crua pe.o Anota Arre»dador. PARÁORAJO Ú!'ilCO O, aic,pmn.r·.ta do SAAr./UV/l-15 e n·,-, to IOl>J &malbd.o &ttrlo nur , a,~ do S.Uf/HV/MS. no primeiro dia 11:J apó,t a aradado tuna. mn sn,o dn ...:nçõu priYUUJ m L'1.f.o t7 tJ Ld r«L~ rf l.66li,'9'l. • coc-.:a!..14.1 tb.-i 14}c...t.1 u ci:r.nttL., pc,-..ilidw:k::I. ""-.r.tida 11 p-i'r.a ddb.&. ).1 - Mt4ta te 10% (da por ttt'Ul} IOhro o total um:adado no mh ,m e-uno pc-1.a W.o.:,cu;J,"1 pvt"bl dou iotal 11 pdo cio Nm;,rl~ de q:°'bq~t c;oodlçõet l:, Cmin..:u;; U - Apl~ • ou!u., a 00dnWU: dc:scooa.'i do prime ro paaurto q t'l.ut • ~ op/,1. ""l:n;,ooç!o; l.l - Cuo a Cortrts'a tk tc.""!.ha tnl.b S--St--.r:".!o I rcoc.bcr. u m...!w d~, K'fio coh:wal at!oinutnit.in:oc.":!e e •~ Ccr DC<ad.:io Jwkl.at:x:t:e.; JA - A Ql.l!w pn•bU OCJ.to i:::t:J,, n.io t;:o UJiu:r ax::i.-:ma!.ÕfÍO, pattm ~ e corJtqlCCUCUO:e- o pa.,gaff'r.i:n dd.a ~ a.ime • Con::ra!Ad.a d.t ttf'L"..;Ao l• nc-t:,;ah dana, perdas ou prr,juros qo tu ato pubel ehu acartar a Contratar, 1.$-- E aso de reindhnsa, a Corta rsi!ui e Carta, redite a»ao prévio tc JO (u;a.) dlu. cL4.USULÃ Qt;AR.TA -N:a bip6:.c.t.t de- pn:Jláo catr.:.da • Cl'Jr.a~~:1:>t por ~'°° :ibdve! «ala.reate to Ai;:c-c.t. Arrocu1ador ou ao SAA.E/BV/MS. ..- ~ abcri 10 faj)Or.S.i'fltl pelo fita. Hrvnado respore.blidate ocorre te, c.cbu u puw rrepondero litriue te. Cl.AUSl..1.A QUO..IA - coreana conenaiar.da o 11 tn:'ll~!.:x.ia p-u2 cor.:> a:::-:'.nlt:udon d» agiu tora, errlo isetu de co=i:t.t.'.lo ou tau. bco co~ 1 p.a:W de 1:--:rirk dcsdci o r:ceb:ocr.:o d • J'l'U"..IÇ:0 c!o CU".!&.I pen SAA.F.JOV/M.S, ,.:ri dt: acln. rupore.tbll~ do Ar1:111, Ama.d.t.dor, in:h:itvr qum:o • Lira corrrtrs e cua bti.ilo ou fra raio, cofre defzidoa ~ ro Oak:o da Ar. 1.0!1 do Côd!,:i Ol>CI Br..ulc.i.-o. Cl.AU5ULA Sl:)."TA - Pc-t. prcr~ to 1c:n-fy0 d:i ~ objeto r:o ccru.::o. a SAA.t/UV/M.S p~.l 10 ~tt Arnud:ador. o 'or &e R$ 020 ( CCC:.S'°OI d,-itea!J.). par 000 rccchlt!.I.' ' , • '' 1 ' 1 • •' •. • ' CLAUSULA SÉTIMA Ao A 0t» Arradsdr, 4 ativo dvdar, ena qakqar ba pi.., o SA.Al:/UVIM:. quo er~ aucrl:.&6 11 rucbcr ar:t.u, c!rjrto i!a->.11 Coc:rs:.a. ripe±ado os ders Azzs Arraiora a.ÁUSULA OITAVA - h":.3 .ai pc-2,!?..í.:!a. 1 c!t:da;.10 na toras rrratados de &A..U.IDVJMS. toa ch0qut, Nea~ p Acua Arn:cat1da:r c::o ~ t• ooa:u o Cil• 'nm dc-'CMdna relo D.eco ntdo, na farra d.a tct,,.!.tç.l.:,a:J ~. Cl.ÁUSULA !IOSA- O prta«:U O:::::::n.:.:, yl,õOC--i a pr.:tr óe 01.oit"l00:2 t )L,V7nooJ. podendo er ri!ido a qualqurr trepo,por Wci.:t!n do qui.l.,"Ur tau partes, tu uúo inv'.o dt JO (lt.o) ii!ba. PARÁORA.t:'Q ÚNICO - A rot.!.L.1:> éo Ctt Lxdepenri ds paro Luto na claras, cperdoas autora.iarria cuooAets Arreada dar cteregire de laolvbc:i.a ou hltne iaeunto deburdear.zqalar clarula deite Co::."'r!:l a.J.USUL ot.ctMA - ~ ~ ~ ô:c-.:a Coc:ra:o 1a1 ~ =-- m ~ dt 0cpcs.a t.107Qll2.0l - ll9QJ9.00. a.ÁUSULA ~ PR.D.filIR.A - PI., 1!.:ri::l!r ~,lt&t • ~ «r,e pona-,_n, JQ&::ll oo::r.U' podoprerre (i..C rb ~ ~ ~~ &a eleto o 1::o d.s. Co:,_-:a c!t Oo.!a Vio.-!.!S. ~ t.J puta de qaaiquer ta por as prhlegad» q ja E urine per atar patas eocrta, ufa aira,tniuopracctrinrrrro ~(tll)<b,,lut,t.,.,J_, t=,rr-~ ~ lden:u<r"' ~ ~ ~ '-= ai• i.r.a , lci;U o l ecpriro - hei Vians dtdertrd2a1 jí:ti.í3 Uí'.iiliio VIBU, mt .wx> • 1), i o d a o ata o ÚC , l ' 1 (i. 'i f. IU f ,r:1 .1 (li l..cJ tiC FAZ SABER, aos q n os o prevente Ehtal virem ou dele onbecuento tuverem, expeddo nos autos da A'ÃO D!:[ Xl..Cl'ÇÃO P,lu l:.'-/TRl,{j/1 Dl'COl'>A L .( f R'TA n" l 70/<JS, requerido por A N ro:-, 1 O LI; IA tn1 1 e d· l,l íZ O1.L', ro PJ){l,.'1 t.OJrnJ: ,. ROSA MARIA MOREIRA CORRE A, em trâmite por este Juízo e Cartório Judicial. que 110, di:., JI! @,l')0l :l/l,Q<J,71)f)Z. r, ;wd11 J.1n<11te J; .J or· •. ll0 éddid0 d,, r-,,rurn hx..J, erá levado à l'RA· , A, a quem mais der e maor lano oferecer, ao seguinte imó, .. I ''.>1LOTEDC1U<RL.'-OlJlWA, O,d t·nt.1, ln ,ob o nº W. Quadra 49, situad o na kua fato Ciru,,o, Únllo, n., CtdJ<k d· C,.r.,~ol-~ts. wm áre-:i de J 200 lfle'.lm, qu.Jdr,ido-. com d,mc1h<I<', de 10.00 metros de frente por (>(),()() rnc1roi. dJ fn:mc .;o, futiJ,h cm nmbo< o, L>Jo , wnft0nL1odo-sc ao norte, com o lolc nº 11. ao sul Ru.1 Mato Grosso, a lc,tc com o lote nº 03 e parte do lote nº 16 e a oc-1,, wm o Lote rf' 07. mJtnrnl.,do ,ob o nº 1.716, no RGI dc,la Com.lft:,L O refendo ,mó, cl enconlrn-~ bem localimdo no cc,uro da idade de Ca1Jrnl e po,,ui como h.,nfe11ona, n construção de uma casa de alvenaria e Tábua,. cohenu ele etcmite, piso de cimcnlo, lajot,1 e a11dejo, om ete repartições, sala, e cozinha, com três quartos e uma varanda, com aproximadamente 120 metros quadrados e uma pequena casa de Jjbu.i, colxrt,1 de ctemit, piso de rnnento qucinudu que serve como depósito e áre:1 de sen iço, com pavimentação asfáltica encanamenlo de água. luz clé1rica e 1elefone, conlderndt1' toda, as benfci1orias, d,10 imó,cl foi avaliado em RS 15 000,00 (qu111LC mil rcnis). Con,la do, au10, que o n-fcndo imó,rl, encontra-se cm uéhi10 com a F:w:ndJ ~1umcipal de Car.icol. refcrcnle aos cxerc/cio de J 996 a 2001 e que a1é a data de 03.06.02. rufo foi lançado o IPTU, do ano de 202. A a, ahaç:lo é datada de O-l.05.2001. e será corrigida monetariamente, cinco dias an1es da primeira praça. Na primeira pr.iça o imóvel não poderá ser alienados por preço mferior ao da avaliação, sendo que na segunda que só ler. oportunidade se resultar ncgati, a a primeira, os imó,ei, scrJo vcnd1du, a quem mais der e mnior lanço oferecer, ainda que por preço aba,xo ao da avaliação. N:io ha'cndo expediente forense em qualquer das d:ilas :icima dcsignad:is. a hasta se realizará no primc1ro dia útil sub,cqticnlc, no mesmo hor:lrio e local. Caso os executa dos LUIZ OUNTO P!BES CORREA E,< m ROSA MARIA MOREIRA CORREA. não SCJ'1111 in111nados pcssoalmcnlc para as pr.iças. ficam desde J:l lNTilllADOS, atr.i'és deste Edi1al. das da1a._s e horános acima designados. E, par., que ninguém alegue ignorância, foi expedido o pn:scntc Edital. que será afixado na sede des1c Juízo e publicado na fonna da Lei. Dado e passado nes1a cidade e Comarca de Bela Vista, Es1ado de Mato Grosso do Sul, aos cinco dias do mês de agosto do ano de dois mil e dois. Eu, (Nilson Félix da Rosa Junior), O.S nº 03. 0 digi1ci, . , . , . , . ··..+" ""·''· Samira Lopes , Direi ora de tart6rio nss. P/ ordem do Jl,L',,1. Juiz de Dircilo. Poder Judic1:lrio do Stndo de Mato Grosso do Sul Comarca de Bela Vista Edital de Sentença de lnicrdiçiio de Ana Cnstina Lourei- ro Pinheiro . . O Doutor Alexandre Antunes da Silva. MM. Juiz de D1mto da Comarca de Bela Vista, Estado de Maio Grosso do Sul. na fonna da Lei. erc ... Faz saber aos quan1os o presen1e edital virem ou dele conhecimento tiverem, expedido no autos da Ação de Inter diçjo n -1 36199 _. rcquenda por Maria Loureiro Pinheiro cm face de Ana Cristina Loureiro Pinheiro. cm trimitc por este JUlZO e canóno JUd1c1al. cm seu cumprimento e atendendo às provas dos autos por sentença proforid.1 por este Juízo cm data de 15.07.2002, em seguida trasncrita. decretou a mterd1ç:lo de Ana Cristina Loureiro Pinheiro. brasileira. casada, do lar, portadora do RG. n• 6-1 6 . 3 l 7 -SSP/MS. re.s,dent~ e domiciliada na Fazenda Pé de Cedro, ncs1e Municipio, por ser JUigada incapaz de reger a sua pessoa e d<' administrar seus bens, pelo que serJo nulos. de nenhum efeito todos os contratos ou negócios realizados com o refendo interditando, sem assistência de sua curadora e ~ré,a, au1onznçao deste Juízo. tudo em confonnidade com 3 sen1ença de 16p1co final seguinte· m interdiç.ão de Ana e · - Lo : ' . e O _exposto, docrero a casada. n,tural de nstuna ureiro Pinheiro, brasileira. de Késio Loureiro ~eli '.""L<!a-MS: nascida >os 31.03.71. fillu n c1ro e ~fana loureiro Pinheiro declarando-o nbsolut:1men1e incapaz d • os atos d:1 vid:1 civil n:i forma do arti eo c:c~~ pessoalmente Código G"il. e de acord . g 5 , inciso Il. do o com o artigo 454, d C6d; CAI no meio-lhe curndor:i h '' , lo hgo vti• Lavre.se o termo d. e: sen o~ ~fana Loureiro Pinheiro. as crts n,]"?""» couso o reto no disposto no artieo 1 1 ~ de h,po:eca legal. Em obediência no aniso t2, m. & c] S"hso de Posso cl e Registro Civil e publiqu il, inscreva-se a prcsenle no e-se na imprcCLQ I I . oficial, 3 vezes com intervalo d l O d. oc:i_ e rui imprensa çilo. Após arquivem-se os . ias entre cada publica- s 1 s autos. Sem sucumbê • PRIC e 3 VLStn. 15 de julho de '00> . nc1n, • Silv, - luiz de Direito. E. - , a- (a) Alexnndre Anruncs d, eia, foi cx"""ido ~ que mngutm alegue ignorln- 1""~ o pn,,,eme Edital r.1 desle Ju!zo e publicado na fomu que ~ afixado na sede nesta cidade e C01!'-'lre:l cL: Bela da Lc,. D:ido e p:ISSlldo Grosso do Sul :,as oito dias do V':'t"- Est:ido de Maio dois mil e dois. Eu ".'"S de agosto do ano de O.S n• 03. 0 clig,1ei_ • 'li on Féhx da Ro a Junior). . Snniir-.a Lopes Dn't'lor., d-. C:in6 • no ll.'-S. por onltm do MM Jul:I dr Dir,,iJo. • JOntlAL líllOUtlA OA FROIIT[IAA • ANTONIO JOÃO 14 à21de Srbro de 2002 PAGI A· 05 ■[POPtlA DO'., OOURAOO:J 8 mil pessoas assistem Epopéia dos Dourados Bloqueio garantiu a segurança do público na maior produção teatral ao ar livre do E ·tado 1 Chegada dos primeiros habitantes à Colônia Militar dos Dourados 0fie ial redige informe ao comando rm Nioaque sobre a invasão paraguaia (Fotas: Neu:na Pereira) "Sei 1111c morro, lllll n JllCll Sl111):IIC C O de meus companheiros servi riio de protesto solene con tru os invasores do solo da mlnhn p(itrlu". (Tenente Antônio .Joiio Hihclrn) Um piblico estimado em 8 mil pc,,oas, de Antônio Jo:io e munidpios viLinhos, assistiu na tarde de sábado (7) a mega produção teatral rco lizada pela Prefeitura de An tônio João. cm purcc..·ria com a 4' Brigada de Cavalaria Me canizada e Coman'do Militar do Oeste (Cl10). O teatro ao ar livre. considerndo o maior j:I realizado em Mato Grosso do Sul. substituiu o tradicional A estrutura foi garan tida pelos gerentes municipais A llS-38-1, que liga de Obra e Serviços Urbanos. PontaPorii:1AntônioJoão.foi José Aldem,r Pereira bloqueada na entrada da cida- (Maninho) e de Desenvolvi . de e teve o trimsito desviado mcnto Econômico. Edgar por uma rua vicinal, para ga- Martins Peixoto. O palco das : r:mtir a segurança do ptiblico. autoridades foi montado pelo O ccn:irio cinematográfico. Exército, que também enviou construído pdo publicit:lrio para o local um grupo tio Pe- Adcmir Teixeira Braga - lot;.io de Operações Especiais "Barba". da Sinaltcu;-Yetrhtou ,, .. (Pclopcs), que desfilou na , "Colônia Militar dos Doura- abenu~ ao lado da Ba nd a • d à - - 1 - . Municipal .. 'ovos Tempos·· e . os epoca. In usve o no da fanfarra. Dourados e a ponte for.,m re produ2idos p:1r:1 dar m:ús emo ção e realidade ao enredo. A peça obédeceu da dos históricos produzidos pelo próprio tenente Antônio João. em 1864. Entre as autoridades presentes estavam o prefeito D:icio Queiro2 Silva. o com:m dantc Brigada Guaicurus. ge neral Yvan Luiz Madruga Varjão e os comandantes do l lºRCt.k·c,coronel Elmardc Azevedo Burity (Ponta Por:i), ,10" RC Mec, tenente coronel 'Paulo Gerson Camargo Scrafini (Bela Vista). do 9º GAC. tenente coronel Mari- dc,lile cívico de 7 de setem bro. nho Pereira K.:,cnde Filho e também das unidades de Nioaque, Jardim e outra, ci dades. A saga do tenente A111ônioJ05o Ribeiro, herói da Guerra do l'araguai. que em presta o nome ao município, foi montada pelo capllao Kmgcrson Manos, pesquisa dor hbtórico do I O" RC Mec de Bel Vista, com apoio do diretor de artes Watson Mattos. A coordenação do corpo de atores e figurantes esteve a cargo da gerente municipal de Educ;ição, Eva Lu(za Pcn20 Jacquet Echcvcrria e auxiliares diretos. O drama ao ar livre. , ,,lo n maior parte dela e do confronto entre os "soldados paraguaios" e "militares bra stleuros" Para isso, for tun damental a participa ão dos cavaleiros do 'lube do L.ao "Florêncio José Pereira. Durante a "batalha", o Exér cito deu mais realidade fa tendo disparos de canhão. O de,fechu da Epopéia emoci onou as autoridades e o pú blico. apresentado em três atos, foi ensaiado cm apenas duas se manas. segundo o capitão Krugerson Mattos. Um siste ma de sonoriwção com mi crofones sem fio permitiu ao público ou,·ir todos os diilogos entre as tropas paraguaias, em esp:mhol. e o tenente Antônio João Ribeiro. no linguajar fiel ao da época. Os 150 atores. figurantes e cavaleiros, esta vam trajados de ucordo com o período da história. Nenhum incidente Ao final dn te.,lro, todo,"' p.,nidpante, ,e ren nirnm cm frente ao palanque para ,er<'ll1 parubcni,ado, pelas autoridade, e nplandi do, por mais de } mil pesso as. No papel do tenente An tônio Jo:io atuou o ,argento Davi Nunes Robalo. atual comandante do Destaca- foi registrado durante a peça. apesar da locomoção a ca- Roteiro foi baseado na história reál ChrKada dos piouriros foi rc·trotada /itlmtnlt à hüt6ria rtal ugi.strada prlo &lrcito (Foto: Nua Pereira) Todo roteiro da Epopéia do, Dourados foi baseado na história real vivida pelo tenente Antônio João e seus comandados cm 186-1. nos seus mínimos detalhes. Os figurantes retrataram fielmente os acontecimentos. inclusivr: a rotina do dia-a-dia na colônia brasileira. Do confronto entre brasileiros e paraguaios. apenas um soldado sobreviveu. Ele havia sido enviado para observar a movimentação das tropas paraguaias. "Todo filho de Antônio João e a população da fronteira pode agora ter uma idéia da impon:incia do feito histórico de Antônio João. Hoje. as vitórias conquistadas pelos povos mento da Colónia Mltar dos Dourado. A locuao ete e a ato de um pfaa do EB. oradores da idade. mnluse ratas, atuaf a!n como figurantes do grande te.,tro. El'Ol'ÉIA A dispo:ação para a lut,,. o jur,unenlll de ckfender o solo da p.itri., e o bilhete wm a mensagem de António João no dia 28 de dezembro de 186-1. furam a, p.111c, que m.u, emo- cion.u,un o público. O prefeito D.icio Queiroz disse ao final d.a apresenta ao que o teatro mn sere definiti1 .unente o municí pio de Antônio JoJo 111> ccn,l rio turístico nacional e que no ano que I cm o teatro se repe tirá, "melhor e maior, com a colaboração de todo, ... irm:io, do Brasil e pelo Paraguai, não são através da guerra, mas com paz e convi'ência harmonio!a··. afirmou J;)kio Queiroz. A execução do Hino Nacional Brasileiro. pela Banda do 10º RC llcc fechou a ,olcnidadc "Este teatro enriquece ainda mais nossa cultura e= insere Antônio João no roteiro turístico cultural brasileiro", apontou o prefeito de Antônio João. Segundo de, a Epopéia do, Dourados 'ai se tornar tradição no município n:io apenas pela sua ,mponãncia no contexto histórico, "mas principalmente por dcspenar em cada brasik,ro um pouco mais de civilidade e amor à Pátria'". ■PARCERIA Maquinário do Exército vai recuperar estradas General Yvan arjão assina protocolo observado por Dtício Queira: Durante a solenidade de abertura que antecedeu a apresentação da peça teatral Epopéia do, Dourado,. o prefeito de António João. Dácio Queiroz e o comandante dJ -1' Bngad., de Cavalaria Mecanizada Brigada Guaicurus. general Yvan Madruga Varjão. assinaram protocolo de intençõc, para locaç:io do maquinário do ,etor de engenharia do Exército, para rccupcr.,ç:io de c,trJda,, e rua, do município. Em contraparnda. D:ício Queirot. anunciou o arrendamento de uma área desde a nascente do rio Dourado,. onde está localizado o Dc,tac:unento do faército na Colônia Millt:u- dos Dourados. para construção de um museu histórico, balneáno e uma extensa área de lazer destinada à visitação publi ,L "O povo de Mato Grosso do Sul precisa conhecer nossa históna mais de pero", disse o prcfello. Ele agradeceu o apoio que vem recebendo do general Carlos Alberto Pinto S,ha.comandmtc .ll11t.1Ido Oeste e dn general Yvun Madruga Varjão. da Brigada Guaicurus, "que através dr;:-,t.1 parceria con,oltd.1m o desenvolvimento do país através do Exército, o braço forte e mão arga dos brasileiros". O m.lquin1rio vai recuperar a') rua, da cidade e estradas vicinais do municipro a partir desta semana. CAUSAS CÍVEIS E CRIMINA Is Fone: 9994-8192 Rua Antônio João, 900 • 1 • Andar Centro 1 CEP 79260-000 • Bela Vista - Mato Grosso do Sul . Deputado Estadual DEPUTADO ESTADUAL I/IBEllTO ;EIRA 45460 DOMINGOS 17122 ,JOHtlAL TIIIBU14A DA HlOtHílílA • GERAL ·----------------'---- ----------------------- • POIHAPOAA Câmara Municipal aprova moção de congratulações a jornalista A c:,n,.,r.t. lu111Lip.,i de l'unt., l'or ;1 apro1 ou por un.111i1nrd ,dr. na sessão da última quinta feira, moção de (.Ollj!J,IIU laç,,c, :,o e,c1 ttor e jorn,1- li,1t1 l',1ulo Rocaro. pelo l,tnçamcnto do livro "A Tcrnpc,taúc". que aconte t:c dia 27 de setembro próximo. no Paço Munici pal de Ponta Porá. A moçfio foi aprc,c11111da pelo vereador Marct:linu . Nune~ (PT): vicc-prc,i dcnlc da Cf1m,1ra, líder do prefeito e do partido no l..lf'I l.,ttl) 0Jl,111,1111< ntar drse que a obra, que será colocada à disposição publica ú1,12!!. é um importante marco para a cultur,.1 do bt.,do e para benizou o autor pela 111ic1,1t1va de abord.tr "com rcspon ahilid,1dc os basti dores dos organismos da ,cgurança pública d.1 rrontcira". A moção foi assinada pelos IJ vcrca dorc, que integram o Poder Lcgi,lativo de l'onta Pora. ADOR PROFISSIONAL ( Dr. Marco A. Loureiro l'almiéri ADVOGADO T Dr. Fernando Lopes ele Araújo i "="J!..-=- • ADVOGADO ' : ~ua XV de Novembro, 505 - Centro - Fone: ) .. 67) 439-1143 - e-mail: palmieri@catzonet.com.br ' CEP 79260-000 •• Bola Vista • Mato Grosso do Sul L... •• ·- DR. ELDER LEMOS CRM 3151 li' V • ] + «ta te e«z etc :to Psicóloga-' CRP 1402007-1 ,., CONSULTÓRIO: Rua Dr. Corrêa, 710 DISI< > 287-1749 :.. 9%, se ,4e • ,e, Escudero Pe A«t11 ouvs.4e g. 3tt: roga Rua Tenente Bernardes,602 - Centro . Fone: (0n67) 251-1501 {.feíef.vt:, 251-16~85 • cel.: 9986-5353- Jardim- Ms cP; 79.246.@ • tf ±" Dra. Vilma da Silva OABiMs 2.574-B Wilson S. S urita jr.' J{leber Loureiro lviedeiros 0AB 1 MS 2697 • CPF 006.824.031-72 Rua Barão do Ladário, 1620 Bela Vista - Mato Grosso do Sul • tnCA loester vai pedir que "os inliéis" seiam expulsos do PDT o exercício do egundo mandato d deputado te tadual o médico ginecologista Dr. Loster unes d Oliveira (PI esta indignado com a falta de tia nJ politia A eustnca de Lúllth<l.,!o, li-1 d, .p .. , elo f r, 1 '< Trabalhista pedindo voto pata a reeleição do governador Jo,é Orcírio f-lirJnd,1 do, Santos, o Zeca do PT, é alo que C-JU>-t rl!pul"' 1101.kput.,do pedetista. Ele anunciou que , ,ti pedir .,o D1re1óroo Rqoon.,1 do PDT que 0» infiéis sejam expulsos do p;,ruc.lo. Indignado com a 'trairagem", Dr. Loester está disposto a ingressar com uma rcpresenta1·ãn junlo ao Tribun.11 Reg.ional Eleitor.11- lTlE. p.u-a pec.lir a C:h>-.1çâo do 1egl'tro dos opo11uni,t:is que mfé,t.un o palanque da Frente Tr.ibalhista. "A ,erucalw,ção n;io fui editada exat.,mente para coibir tais abu,o,'!", questiona o deputado. O encaminhamento d:i rcpre,entação ainda n:io acontecc:u. ,cgundo ck. simplesmente porque o quadro de candidato, a deputados estJc.lual e fec.ler.tl n:io pode perder um nome sequer sob pena de não ekger ninguém. Situação cst:i que teria sido provocada pelo não cumprimento da palana anteriormente empenhada pela direção e.lo Partido do, Tr.ibalhadorr, (PT) antes da oficialização da Frente Tr.ibalhista em f-!ato Gm,so do Sul. "Fornos traídos pdo PT', denuncia o parlamentar. "Eu sou fovor:lvd à eliminação purJ e simpks dos tr.udorcs que estão f:uendo jogo duplo··. declarou o deputado Dr. Loester de Oliveira, acrescentando que a ,-ida ética pn,cisa ser nunticb.. lamentando que o PDT ainda não tenha tomado qualquer atitude com relação aos nomes que estão simplesmente jogando na lama a história de um partido M!rio. , a condição de militanlc histórico pcdetista o deputado disse que n:io se recorda de nada igual. "A polític:t tem que ser ética. Eu nunca vi uma eleição como esta. Tanto, candidatos traindo os partidos que nos a@a ao, desabafou o pardamnen ar. prometendo l ' r com todas as fota par limpar o partido ds ras 1.L,:muu, kelei,ão Afirmando que as chances de consuir maus um nundJto c.lc ,.kput..d,, 11.1 A,,crnhic'i., l..t·f1,l.111 J c.lc M.ato Grosso do Sul ao reais, Dr. Loester disse que a rc,eptl id,,c.le é lruto do tr.,b.lfho que ernpr<..-no.Jc llJ -'ICJ c.L, JÚ<l<.-. prin, 1p,iln,e1.1". O depu1ado t.unbém ampliou sua base de atuação e por 1sso os resultado estão começando a fluir de forma bastante produtiva. Conforme ded,,rnu. sua reelciç:io c,1.1 ,endo husc.1cli em rn11,1 o.Je um trab.1iho cm prol de todos os ,egmcn10, d.1 'OC1ed.1de. Admitiu que teve participai0 au, J no Govemo do Estado até o momento em que te e c.lc romper com a Aliança .luda ,IS 4ue ·""-'l!urou a , itória na, urna, do governador Zeca do PT n.,; e lciç,ic, de 1998. Enqu.mto médico Dr. Loe,ter afinnou que jamais deixou de atender as comunidades mais carente,. H 28 anos exercendo a medicina cm Campo GrJndc. a ,aúdc é uma das especialidades do político. Fruto do ,cu trabalho conseguiu concluir e inaugurar () Ho,pital de Guia Lopes da Laguna. te, e participação deci,i,·a no funcionamento do llmpotal Regional Rosa Pedrossian. embora também reconheça que no geral a ,:iúde pública sul-mato-grossense ainda deixa muito a d,sejar. Com exceção da Capilal. no interior prJticamenle falta de tudo um pouco. De acordo com o deputado. além da falta de medicamentes, raramente o paciente consegue ser atendido como merece. Loester defende mais investimentos p:ira o setor e torce para que Ó eleitor elejJ uma bancada que tenha vocação em promover aúde públic:1. (AIP) ; r ta@portonet.ms 11(0**67) 352-4374/2B7-1460 .campo Grande/Porto Murtinho-MS ADVOGADOS Joelson 1IIaninez peixoto .... 0AB MS 1036 Daniela Fernandes Peixoco Coi11e1e 0AB/MS 7760 Causas Civeis, Criminais, Trabalhistas e Contratos Rua lº de Maio, 431- Fone: (067) 251-1451 Jardim 1 MS c-mail:dan_ielnpeixoto@zipmail.com.br Deputado Federal 2510 JOIHIAL TnlDWlA DAI ílOtH[lílA PAO ,A· 07 ------------------------------------------------------ • GERAL 14 21 de S.:.. bro de 2002 ■PAOGílAMA Moacir Kohl quer policiais civis liberados para a Investigação de crimes () candidato a governador pela Coliga40 I tente Trabalhista 1'1)1- 1 )'.'>), Mn.tt11 K<,hl,rnm,·111<,11 que a atual administração do Estado nao conseguiu, em quatro anos, apresentat ,nl111·nn p,,r,, por fim :i prohlr111.,, ele lona data enfrentados no sistema p'11llc11ci(lno de M.,10 Or,)O do Sul, responsáveis por prohl m.1' comn a superlotação das carceraens nas dele a1a» A stua,ao obra policias civis a d ... • , 1,1h. 1 11 ti pnnepal foco de atividade velar prela eurana pública da população. Kohl deixou laro que em seu ove1 no n papel do policial civil erá o de investigar e apurar os entes oordos e não fiat cuidando de presos, enquanto a criminalidade toma conta das nuas'',avaliou, destacando que a Policia Civil conta hoje em 'u quadro com 1.$ mil agentes para cuidar de 1,6 ml presos Ele afirmou que quer o poliu.11' CI" libcr.1rlo, par 1 J',, iiHc.'llf',1 C, C () multares para o trabalho de prevenção, iniciativa de fundamental importância e que, cru ,u.1 ,1d1111111,tr.1ção, contará com asoes integradas envolvendo a comunidade civil. Para isso, uma das aõe propostas é o de fortalecer as ■DESAFIO Secretário afirma q e as finanças do Estado estão organizadas e desalia quem quiser provar contrário O Secretário de Estado de Gestão de Pessoal e Ga,tos Gilbcno Tadeu Vicente afirmou nesta nrnnh:i que a, conta, do Govcrn1i Estadual ,·,tílo eqilibradas e desafiou qualquer pessoa, candidato ou não, a provar o contr:írin. "De, cmo, lembrar, antes de mai, nada, que este é a primeira udministr:,ção da história do Estado a cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal", afirmou. De acordo com o Sccrct:írill. fato Grosso do Sul cumpriu todas as seis metas do Programa de Ajuste Fiscal de 2001 e Isso foi rnmprovado pelos técnico, do Tesouro t'lacional, que aqui estiveram em junho deste ano. "A Lei de Responsabilidade Fiscal garante também a transparência das contas p1íblica, ,lll dctc1 minM, através do parágrafo 4 do artigo 9º. a 1c:ili1:tç;'io quadrimestral de audiências públicas para apresentação do Relatório de GcstJn Fiscal", acrescentou. Para o Secretário as recentes críticas e suspeitas acerca das contas do Governo ,:,o feita, por pessoa, de,informada,, que não tiveram o menor interesse em discutir o assunto no foro e no momento adequado. "R,:alizamo, diversas audiência, pública, p.1ra a discussão das finanças do estado e nenhum dele, apareceu para discutir, contestar ou perguntar n:tc.Ja. Por Olllro lado, n:io podemo, subverter o princípio jurídico b:í,ico de que cabe a quem acu:,ia o ônu, <la prova", declarou. P.,ra Gilhcrtn Tadeu, a pupulaçJo nJo c,quccc que a atual administração recebeu o c,t.1do quebrado e sucateado, com 4 meses de sal:írio, atra,aclo,. 300 milhõc, cm precatórios a serem pagos e uma dívida mon,tnm,a. hoje t.iupcrior a RS 4.7 hilhüe,. para admini'1rar. "O re,ultado dessa herança é que hoje pagamos mais de RS 20 milhões por mês cm encargo,. embora esta adrninistra1·:io tenha con1raído apenas o empréstimo de RS 19 milhôl'.':-. para a t.:on:,,truçào da pontl! ,obre o Rio Paraguai". afirmou, concluindo: "mesmo assim, ainda conseguimo investir no bem estar da população e no desenvolvimento do Estado". ni Miranda -Joroalistn pollc1 1ç, recuperando a defasagem nos quadros t'!tt1 (J' ... P r,1 1, ,<J, Kohl propoe o estabelecimento de políticas públicas que sejam elaborad em patena com ementos c,pcdf,cos dJ áre,1. A participa ão e o envolvimento dos mais variados segmentos da sociedade na defini lo de pulf1kJs públic, ,cr:! utn do prinCJp.11> dife1enciai, de sua admini,traç:1o. • PROGRAMA Marun quer ser o "João-de-Barro" da moradia sul-mato-grossense Mal~ Grosso do Sul tem um déficit de 60 mil moradias e o aumento dessa demanda é de I O mil unidades habitacionais a cada ano, conforme constatação feita pelo SimJicalo da Construção Civil. A ,olução, corno não poderia ser diferente, derxnde de recursos financeiros. O candidato Carlos Marun (Coligação Frente Ampla) pretende con,truir em quatro ano, de admini,tração 40 mil casas populares e assim beneficiar o cquivalenle a 200 mil pessoas em todo o Estado. Ele sabe que habitar é uma condição pretérita para que as pessoas possam educar-se e proteger-se das doenças e, portanto, é incongrucnlc que o Estado se obrigue a des1inar recursos para a saúde e educação, e não priorize a liberação de recursos para moradia e saneamento básico. Em sendo a habitação uma priondade do governo, pra1icamen1c haverá recursos orçamentários com origem e des1inação rigorosamente clara.se livres da possibilidade de ou1ros destinos. É como o candidato a governador prclendc trabalhar a partir de Iº janeiro de 2003. Ser "o João-de-Barro da moradia su! mllo-grosscnse", segundo ele, não pode ser interpretado como utopia, algo inatingível. "Vou provar que é possível cxccu!Jr o que está sendo prometido", assegurou. Para viabilizar a construção de 40 mil unidades habi1acionais e promover :r geração de 60 mil a 80 mil empregos, considera 1 r J 1 Kohl rcebea da drtona da Associa, ão de Dele. de Polk1J do LstAd,, (/dt;><>II documento relatando a situa ião da Polícia Civil no Estado. As propostas estão vendo avaladas pela equipe de governo d Coligação 1-ientc Trab.1lh1,w. Recurso~ - Knhl kmbrou a atuaçjo de •UJ candidata a vice, Luiza Ribeiro. quando este, e à indispensável à manutenção de esforço conJunto envolvendo Estados. Municípios, União e o setor produtivo da construçJo eh il. A con,trução civil. conforme já é do conhecimento da maioria, é a grande absorvedora da mão-de-obra disponível no mercado de trabalho sul-mato-grossense. Portanto, precisa de tratamento c,pecial. No entender do candidato a governador Carlos Marun, é fundamenlal que a política habitacional seja abrangente a todos os segmentos da sociedade. ão importa o poder aquisitivo do cidadão, o importante é que todos possam ter acesso à casa própria dotada de toda infra estrutura b:lsica ncccssiria. Marun é defensor ferrenho da política de juros baixos e até subsidiados para a construção da casa própria. Às famílias que estejam vivendo abaixo da linha de pobreza. ou seja. sem condições mínimas de transformarem o sonho da moradia cm realidade, é pensamento do candidato buscar recurso a fundo perdido para a construção de conjuntos. O uso de recursos da poupança é outra possibilidade que o candidato a governador Carlos Marun considera plenamente viável ampliar o número de morarias nos 77 municípios sul-mato grossenscs. Ele csú disposto a buscar todos os meios• possíveis para viabilizar o projeto cm questão. Citou a Caixa Econõmica Federal 'Tok de Illágica Telemensagens ENVIE MENSAGENS E EMOCIONE OUEM VOCE AMA! Mmsaoms para todas ocasi õcs .Rom,jntlc:a •-ln Ido de namoro -Evang{fü:a -013 das MJes -AnlllB"sárlo .ora dos N,morados -Na!al -l>aqua'a z2. %. t%2 %.. Rua Campo Grande, t65 Anlônl o .bào -1.15 r•pen onêmt» Federal qu h1bera.ao d contrus ão atenderiam a parte problemas enfrent. pelo [.:-1.,Jv r:llJt'l•h l/ <' 1 ll tiveram contnd.ade s.J<.l.i d1 '<:ll<I CIJ tAwessoria de Imprensa da Coligação» como sendo um grande p.m:e,ro do desenvol irn,nto de Campo Grande e de outras importante, cid.,de, do Estado de Mato Grosso do Sul Outru, fontrs - Fundo de Investimento Social (FIS), que arrecad,1 em qu.,tro cercJ de RS 360.000.000,00 (trezento, e -.,se11t.1 m,lhõn de reais), ou se preferir RS 90.000.000,00 ( nn1 cnla milhões ao ano). ,crJ uma d," bases de sustentação do programa habllacional na admioistraç:io de Cario, Marun. O FIS, segundo ele. sus1enta atualrnenle algun, programas ao seu , er difuso com o Bolsa Escola e o Segurança Alimentar. Reputa como sendo mais importante dar trabalho que e,timular a proliferação de m1ser:h-ei, pelos quatro canlos do Estudo. "Sonho em construir um Estado que a, pessoas não precisem receber ,:icnlii.,Ç, desabafou o cJ!ldidato :i governador, adepto da remuneraç;Jo digna para que o trabalhador possa prover o sustento da própria familia. Dos R5 360 milhões. conforme o Programa de Governo de Marun. RS 200 milhões serão reservados para construção de casas populares. A complemcnt:Jção virá através de parceria com os municípios e a CEF atra, és do Programa de Arrendamenlo Rc,idencial (PAR). Pantanal - De acordo com a agenda do candidato a governador Drlos J Larun, neste domingo de visitou os municípios de CorumM e Lad:irio, duas rcg10cs consideradas iri.portantes para a difusão do Programa de Govemo e o fonalccimento das candidaturas a Assembléia Legislaúva e amara do Deputados. "Nossa coligação dispõe d.:: nomes anb!ern..'lticos. politicamente bem cooccituxlos e com chances n::ús de s.,n::m eleitos", comentou l l:!run. .s,:m ciLJr nom:s.(,I) 7 rga z õeSJB - Caracol METORPECAS I MECÂNICA TORNO • PLAINA E SOlOAS EM GERAL MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO EM GERAL ,------------::. ... , -- - - DOR DE CJIBEÇ1I , NÃO DEIXE A CASA CAIR. S CONCOBJU:NTI:S. DI O "RRIII DROGllLIDER -----·- ----- Av. 6mil 120 • Trl fax: O'67 495 1 63 Centro CEP 7 270 J0 ~CARACOL MS l. moa vmwsomo"" ·BELA VISTA " me "u% % /00.%7. Vereadores uerm saber se pro!bido fornecer me111u- Cestas Básicas para serem dis r u das pelo mHtH n• centra da saúde durante o perlodo 11I011era1 conselho TU1elar à lamillas carentes través de requeni tento enkereado ao Juíz Eleito ral da Coar«aos Vereadores.das bancadas do PHLe do PSDE na Câmara Municipal, olieit.aram ·mana passada infonx0e s o be a proibi,ao do forecimento de meh.atentos no C..cnl10 de S.ade Munipal em vrude do período eleitoral. O Vereadores justifi caram o requenmento salientan do que de acordo com infonn.1- ies de pesoas carentes elas n.io estão sendo atendidas com medi camentos no Centro de Saúde Municipal devido ao periodoelei toml,')10rl, 1 gu-t.uí.uno,ck 1,·r conhecimento sobre a existência da Leque determinae a proibi ão, e é que ela existe",ressalta ram os dis Juiz Eleitoral r ponde l.111 >e p,;> 1,1 a c-,-,e 11> q11r111nen111 ll Juf, Lleuoml d,1 orara, D. Alexandre Antunes ,L, S1h:1. c,x.uninhou ofkio ,,o Pesidente da Camara Municipal, Vereador luiz Alexandre Loureiro 1'.1hrnéri, irifonnando que a Lei Eleitoral nio proíbe o Ente Fede nativo de manter os serviços que o de blJ,J oompc1êncin. ''muito pelo contrário, os serviços e ,cnríals, como no caso da smídt•. s:iu mntlnuos", íri.sa o rnagistr:.ulo Construção do salas do aula na Escola Pedro AJala Em expediente en caminhado ao Prcfci10 Muni cipal, com cópiu i Sec,ct:íria Municipal de Educação, o, Vereadores Orlanda Freitas do, Santo, (PI..) e Ramüo Paredes (PFL) reivindicaram a construção de Ires ,ala; de aula na Escola Municipal Pedro /julu. localilada no bain-o Água Doce. Eles ressaltam que a dcmundn cstudanLil naquda região da cidade. que abrange o, bairros Águn Doce e os conjuntos Canaã e iova Es perança, é muito gr.rnde. f:t zendo com que muitos estu dantes tenham de se deslocar r,or longas distancias até a es- ,. cola municipal do bairro Espí rito Santo para poderem estu dar. "F:v.cm-sc ncces,;.'ias prt> vidências urgentes nesse senti do para que j: no próximo ano a E,cola Pedro Ajala possa atender essa demanda", enfatizam Orlanda e Ramão Paredes. Implantação de escola agrlcola A Vereadora Orlanda Freitas do, Santos também encaminhou indica- ção ao Prefeito Municipal pe dindo a realização de estudeis ,·isandoa implamaç;1otk umll.: .. escola agrícola cm llcla Vista com o objetivo de qualificar princip:,lmcnle os nossos Jo vens para o trabalho na terra e ao mesmo tc:mpo pruporcio nar à eles a oportunidade de continuarem seus cMudos. Orlanda lembra que muitos jovens belavistenses encontram-se ociosos devido a falta de oportunidades de estudo qualificado, ressaltan do que cm nosso município existem v:'uios locais apropri ados para a instalação de uma escola agrícola. como nas Es colas Municipais São Geraldo (bairro Agua Doce). José Mania Palmiéni ("Nunca-Te Vi"). Assentamento Ba.rr.i do 11:1 e Godofredo Gonçalves. Gelllllo quer a criação do mais um ponto do moto-tálll Em indieaçào ao Prefeito Municipal o VercadorGctulio Lino Filho (PI..) reivindicou a criaçiio de mais um ponto de moto-táxi em nossa cidade. assim como a revb.:io da Lei que regulamenta esse serviço no município. Segundo ele. a intenção é melhorar a qualida de do atendimento à popula ão e 1ambém ofrrc.."Ccr mais uma opção de trabalho aos Consuução de escola na fazenda ,Morrinho Nélio Diório. Verea dor do PMDll. e.ncaminh u in dic:,ç.:io ao Prcfe.i10 Munidpal. com cópia à Secretária Munici pal de Edu ação. p.1r.1 que en trem cm contato com os propri etirio, da fazenda Moninho com o intuito de viabilizarem a con;truç:io de uma escola na quela propric'Cbde. O Vereador ressalta que os propricr:5.rio, da fauncb Moninho jj 1ronif c,crr.1m inte resc na construçã.o da refe rida escola, poi c.ntcndcm que dessa forma podem con tribuir com a melhoria cb qua lic!Jtle do ensino oferecido ao, alunos daquela região. Lem br:i ainda que :1 construç:io A Vereadora L,bcr,,cy L.rno IJ.111tl,1111 (PSDE) endereçou e:pedien te ao Presidente da omissão funicipa! de Segurança Ali mentar solicitando que um.a determinada quantia de cestas básicas do Programa de Se gur.111 a Alime.nt:ir do Gover no do E-iJdO seja fomecid.1 mensalmente ao Conselho Tutelar dos Direitos da Cnan ça e do Adolescente. par,1 se rem cli-iribufd.,- :1 famílrn, CJ rentes que possuem crianças pequenas. Cica ju,rifica a mdi cação observando que o Con• ,clho Tutelar do, Direito d,1 Criança e do Adok,ccnle têm condiçõe< de detectar com precisão ª" ' família~ lnformacão sobre a eleição para diretores das escolas municipais Através de requeri mento ao Prcfrito Municipal a Vereadora Cica Lino solici• touque seja infom1:1do ao Po der Legislativo quando será realizada eleição para dirclores(as) das escola; rnu- Clca pede Informações sobre os valores lnves Udos pelo Estado na segurança em Bela Vista / Vereadora Cica Lino tam bém encaminhou l!qucrimen- 10 ao Sccre1foo de Estado de Justiça e Segurança Pública solicitando que informe ao Legislativo lunicipal qual o valor investido pelo Estado no setor de segurança pública cm nossa cidade. Ela justifica o reque nimento afirmando que n,scgu ranço pública cm Belr Vista de.-sa e,cola também irá ofe rec·c-r maior confono e como didade aos alunos e profes o res, considerando que atualmente a escola que aten de es a região está funcionan do provi.1oriameU1e na Fazen• d.1 p .lllorama. Em indicação ao Prefeito lunicipal o Vere ador Jair Bispo (PDT) so licitou que seja determina do ao setor competente o término da con trução do muro da escola municipal Pedro Ajala. localizada no bairro Água· Doce, bem como a colocaçào de areia no campo de 'Olci da rcfe• rida unidade de ensino. Ao Secretário !lfonicipal de Obras Bispo reivindicou a colocaç:io de luminárias na rua N 1 s• Aparecida. bairro Espírito comprovadamente carentes que possuem crianças sem amparo ahmcnlar adequado.citando como exemplo urna f.tmíli., do b:tir• ro Água Doce que ape,ar de ter vários filhos pequeno, e a mJe c,tar ge,tanle nào é :,rendida por nenhum progra ma ,ncial. nicipais, considerando que o Estatuto do !agistério apro vado pela Cámara Municipal d:í o direito de e,colha dos dirclorc, de e,colas aos alu• no, e pai; de alunos das res pectivas unidades escolares. está cm tOlal abandono, "hi muito tempo não h: aumento do eíctl'O policial. a crimin:,lidadc l'êm crescendo sistemáticamente e a nossa população está c:1da 'CZ mais insegura. pois é sabedora que a nossa polícia pouco ou quase nada pode fazer devido ao re duzido efotirn policial e a limi tada cola de combusúvcl dis ponfvd". 'n:ssnltou Cica Lino. Término do muro da escola Pedro AJala e colo cação de lumlnárlas Santo. cm frente a rc::sidên c ia da Sra. Tomisia Figueiredo; no poste AK- 57. bem como na rua Rosalino Lino. em frente ao Bar dos Amigos. lsabella pede a Instalação de Morelhões" Em indicações endereçadas à TELEMS/Br.t sil/Tdccom a Vereadora lsabclla de !lloraes Pinhei.ro Murano (PDT) rei,·indicou a instalação de aparelhos telefônicos tipo "orelhão" na rua Cel. Dias. n" 484, bairro ltavcrá e em frente ao termi nal rodoviário recém construído. na rua Bar:io do Melgaço. cm freme a Escola Stadual Estc.r Silva. llumlnacão em frente a Casa do Aiteta Ao Secretário Municipal de Obras a Vereadora lsabella de Moraes Pinheiro Murnno reivindicou n colo cação de luminárias em frente a Casa do Atktn. entre o Gin:isio de Esportes Municipal e o csl:idio Otávio Fontoura. Inspetor da Receita federal convidado a comparecer 11 Clmara ~ Expediente sub,crito por todos os Vereadores da nossa cidade foi encaminhado ao Inspetor Chefe do Posto da Rcceitn federal local convidando-o a comparecer à uma ses.são ordiui• ria da Cimara Municipal com o objetivo de prest:u- informa ções obn, a fiscalização realiz.1du nnqudn unidade adunneira. rreador Grtulia no Filho - u',,,t u • ,, Pefeto unipal, com cópia ao Seretino de Obras, que determinem o cas alhamento e patrolamento das tua do b;urru J.udun llw ', L,~ ten<l•rxlo .i peJ 'o J,, mor adore As Secretarias Municipais de Obras e Eduaa Culrur,1 e D porto,. Getulio reivindicou a cosstruao de urn campo de fu1ehol com pista de atletismo na área a 111.ugcn, do rio Apa, onde anteriormente eustta uma pta de motocross, "para que os munícipes em peral posar praticar cooper e jopgarem futebol, sendo este um pedido antigo da 1101 J popu!J jo". alirmou .llil.l"-"-'J.Jo...LJ.1i.U"-"...,,,'-"-'-"'-Y.._.~-U - l:.t>cJminhmt expediente à operadora 021 (EMBRATELJ rei 111<l,cJ1t<k1 1 instalação de um telefone tipo "orelhão" na localidade de Damacuê, considerando que esse pedido jí foi feito várias vezes à TELEMS/BrasilTelecom mas até agora não recebeu atendimento: Ao Prefeito Municipal o Vereador Flavio Godoy solic11011 que detcnnmc a pintura do nome da Sra. Salvadora dos Sanlos."Dona Shaló". no Centro Cornuni1.1rio d., Bai,,1d.1 Corinthiana, dando cumprimento à Lei aprovada recentemente prla CJmara Municipal. Também ao Prcfrito Municipal Flavio Godoy pediu que estude com carinho a possibilidJdc de viabilizar o asfoltamenlo da rua 07 de Setembro. con,rdcrando que estão chegando mais recursos para a execução de obras de asfaltamento em noss:i cidade. o Yerendor Néljo Di6rlo {PMDBl - Re11erou ao' Prefeito Municipal e ao SAAE indicação anterior de sus autoria solicitando a J)C'rfuraçào de um poço arle"ann no Distrito N' s• de Fdtima, o "Nunca•Te•Vi" e a exp.rn,:io <la rede de 5gua ao, moradores, lembrando que rnclus11e J.i colocou a di<posição do município uma :ea na chácara de sua propriedade naquele Distrito para a perfuraç:io e implantação do referido poço arlcsiano. Ao Secret5rio Municipal de Obra; Ného ,o!rci1uu a recuperação da estrada vicinal que dá aces;o à Fa.undJ S,rnla Leopoldina e às demais propriedacks adjacentes. bem como da estrada de acesso à reg_ião do Alto Sapucaü. Em nome da Câmara lunic1pal Nélro D16rio solicitou o envio de uma Moção de Congratulaçõe, ao< funcion5rios da agência local do Banco do Brasil, ao Pastor da Igreja Metodista em Bela Vista e ao Executivo Municipa parabenizando-os pela realização de mais um curso dd alfabetização de adulto e de formação de educadores, através do Programa BB Educar, do Banco do Brasil. 3 ereadora Oranda Freitas dos Santo Solicitou ao Prefeito Municipal que determine a colocação de luminárias na rua Pedro Ajala. que passa em frente a lg.n:j:f São Geraldo, no bairro Água Doce e ao redor da Associacãq de Pequenos Produtores do neferido bairro. considerando qu muitos alunos daquele bairro estudam no período noturno transitam por essas ruas cm total escuridJo. ~ Orlanda também reivindicou a instalação de§ luminárias no trevo da entrada da cidade.cm frente a receptivo 1urislico e nas ruas do bairro Jardim Boa Vista; que estão totalmente as escuras. _: A Vereadora também solicitou o envio, em nome da: Câmara Municipal. de uma Moção de Condolências ao $(,: Paulo !rala. extensiva aos demais familiares. apresentando· lhe profundos sentimentos de pesar pelo falecimento de sua sogra. que ocorreu no sábado passado.. s . Vrreador Waldir Cardoso cr:o • Encaminhou prclido à Sccret5ria de Estado de Educação e à Reitora d' Univer,;idade Estadual de Mato Grosso do SUL - UEJ!S ." para que intensifiquem os esrudos visando a implantação d~ uma E..iensão da UEMS em nossa cidade. considerando quç, a demanda estudantil por cursos superiores em nosso município é b:lSLlnte grande. Vereador Iulio Leite CPSDB} - Solicitou acr Depanamcnto Municipal de Tr:l.nsito e ao Secrct;íri~ Municipal de Obras que viabilizem a colocação de redutores,' de velocidade na Avemda l'eodoro Sativa, para ameniznr perigo causado pdo aumento do trafego de caminhões n referida via pública. Verradoc Inir Bimo IPOD-Solid1ou a0 Secretirió Municipal de Obras que determine a necuperaçãoe a limpeza das valet.aS da rua Dionízio Areco, no bairro Planalto li. bem. como a colocação de luminm.'lS na rua Fermino Rodrioud de Miranda. bairro Costa e Silva. mais pn:cis:imemee e.;, - freme ao Bar Popular e nas ruas N' $' Aparecida e Ros:iiin • Lino. no b.:tirro Espírito Santo. '· - Vereador Luiz Alexandre Loureiro Palmi&ri PEL - Informou aos demai colegas que u Cãmar.i Mumctpal recebeu um abaixo-as in~do com ma.is de 15 (c;n!o e cin~uenta) nssiootura do morador-e, do Dístrit • N S de Fitim, o "Nunca-Tc•Vi ... onde reiteram O pedido de perfuração de um poço artesiano e expansão de rede. de ág~a. Xande informou que o documento seri encaminhado, em nome d:i C.lmarn !llunicipal, a.o Prcfcit Municipal e uo SAAE. com o pedido para que O sell' atendimento seja viabiliudo com a maior brc,·idade' po sfnl. L 1 J : p, - F~ ~/il vlq ):!u ias Jer i ! ac das • a v ~ l'nal de le, P9 "ler datz pula ince llleri de e rnai, O, JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA GERAL 14 à 21de Setembro de 2002 PAGINA· 09 Prefeitura entrega 80 casas em Bela Vista l Bela Vista- A prefeitura de pela Vista entregou nesse l1nal ~e semana 80 casas do Projo o Cho Roga Mi (em guarani Minha Casinhal no bairro Cos q e Silva, na solenidade do 1 Jerson Do 1 • entrega das residências osle ve presante o prefeito de Bela Vista, Geraldo Pinheiro Murano (PDT), deputado estadual Jerson Domingos (PSL) e o secretário de Governo, Marcos ., l!!I COmAC estad Alex, secretários municipais: Letizia Murano (Assistência Social), Alice Aranda (Saúde), engenheiro responsável pela obra Marcos Câmara do Moraes (Duty), mestre de obras gts faz maior rnl[füi) @J® utado m Dela 'sta Bela Vista O candidalo a reeleição, deputado estadual Jerson Domingos (PSL) reali zou dia 7 de setembro, o maior tomicio de um candidato à de 'pulado estadual no município de Bela Vista, distante 314 km da capital do Mato Grosso do Sul, •e fronteira com o Paraguai. ' Milhares de brasileiros e raguaios superlotaram a Avo- t Duque de Caxias, em fren escola esladual Castelo nco para assistir a presta de contas "do meu manda lo popular a população belavistense, desafio os de mais parlamentares sul- g togrossense a realizarem as as prestações de contas a pulação belavistense", men cionou Jerson Domingos lnter rompido varias vozes pelo ap'aus0 do público presente no howmício. ! Antes do parlamentar fazer uso da palavra. foi exibido um deo tape com 20 minutos de uração em um super telão com las ações desenvolvidas por t rson Domingos no Estado. . A população fronteiriça L .. mpanhou os depoimentos cas personalidades, entre elas a vereadora mais votada da ap/tal, Teresa Name "Jerson e meu irmão, um homem hu mano que tem força de vonta e de trabalhar por nossa gen le, incansavelmente". O /dolo f,lraguaio Romento disse que , Jerson é um amigo de longa data que tem respeito pela po pulação paraguaia e sempre lriccntiva o esporte", o parla mentar do PSL joga na posição de goleiro na seleção dos masters do MS. O showmlclo com uma sonorização profissional com 10.000 wats de som, teve a ani mação do radialista recordista mundial em radiodifusão. Lile Corroa (Guinnes Book 96/97), e a participação especial da dupla revelação do Centro Oes te, Kleber Júnior e Janaina que distnbuíram sorrisos e centenas de autógralos. Nos pronunciamentos da noite, o vereador e líder do pre feito na Câmara Municipal de Ve readores do Bela Vista. Flávio Roberto Godoy (PT do B) abriu a parte politica da festa popular recebendo aplausos e uma ba teria de fogos de artificies, ·o Jerson Domingos já viabilizou duas viaturas para a Policia de Bela Vista. disponibilizou junto ao Orçamento do Estado recur sos na ordem de RS 33 mil re ais para a construção de um Centro Comunitário no bairro ltaborai, e também através do projeto Sorria atendeu gratui tamente mais de quinhentos belavistenses com atendimen to odontológico·. o ratinho do Mato Grosso do Sul acrescen tou ·estou com Jerson Domin gos pois ele é como um irmão que já tem serviço prestado por Bela Vista. mesmo sem nunca ter recebido um voto sequer de Laudlnel Barcelos, diretor do SAAE, Hélio Crtstaldo, assis lento Social Zilda Barroso, re presentando o Movimento Na cional do Luta Pela Moradia, Cleuto Soares. nossa gente' O prefeito "da Solidaneda de", Dr. Geraldo Pinheiro Murano velo logo após para o seu pronunciamento, recoben- • do uma ruidosa salva de pa! mas, e bateria de fogos de artificio. disse ·estou feliz por estar na presença de tanta gen te maravilhosa que sabe que a melhor receita do amor é a so lidariedade, hoje temos uma saúde que é referência no Mato Grosso do Sul, estamos cum pnndo com a nossa população, e em apenas 18 meses da nos sa administração jà fizemos muito mais do que as outras administrações fizeram, já construímos: Receptivo Ueze Zahran, Terminal Rodoviário, revitalização da praia do Pompilio e /monumento Nhandipá, adq'uirimos três am buláncias, cinco motos, cinco PSF -Programas de Saúde da Familia, pavimentamos mais de 75 quadras de asfalto, Instala mos Rede de água para o Fuguà, reformamos todas as escolas da REME, mais de 3200 metros de Rede de esgo to ...', acrescentou o prefeito Murano "o Jerson é um amigo que esta Investindo em Bela Vista adquirindo terras em nos so município, o seu gabinete esta de portas abertas para os belavlstenses e jà ama a nos sa Princesa do Apa, hoje lidera as pesquisas para deputado estadual e Já tem serviços pres tados a nossa gente". Apolo à Jerson Domingos O deputado estadual Jerson Domingos_(PSL) recebeu apoio a sua candidatura a deputado estadual por parte dos radialis tas: Eli Souza, Odair de O!ivet ra. Edson Lacorte e Ademir Mendonça; também apoiam o parlamentar no municipio, o di retor do SAAE- Serviço Autóno mo de Águas e Esgotos, Hélio Cnstaldo; o Chefe de VigilAncia Santtárla, Júlio Fretes: secreta ria de Assistência Social, Letizia Murano; secretaria de Educação professora Isabel Nogueira Bar bosa; Afonso Garcia Lete -pre sidente da Associação São Patrício; Roque Colman - pre sidente do Assentamento Cara col; secretaria de Saúde, A!lce Aranda; Diogo Murano; Luciano Nogueira Hayd; Nicodemos Fílguelras Júnior (Chefe do De partamento de Esportes); Femando Morinigo e o prefeito de Bella Vista Norte Paraguai. Dr. Rigoberto Cabalero. (AIP) "osso goverro é 1npa rente e comprometido com a populaçao da nossa ter. por isso disponibilzamos para o Che Roga Mi, um terreno pla no, seco do tra qualidade a poucos metros do asfalto que vai chegar anda na minta ad ministração aos moradores deste bairro", mencionou o pre tento Murano e acrescentou nossa administração não co locou o povo encima de lxão, temos compromisso com o social e essa parceria da pre tontura com o Governo vai d minuir o defict habitacional do municipio7. O secretaria de Governo, Marcos Alex garantiu que "o Governo quer continuar parcei ro de Bela Vista, queremos ta zer mars cem casas no mun cipio em parceria com a prelei tura". As famííias carentes que viviam om situação de nsco na penforia da cidade toram bene ficiadas pelo projeto do Gover no Popular do MS em parceria com a municipalidade O projeto toi tento em sis tema de mutirão entro os mo radores com alimentação sen do disponibilizada pela prefei tura de Bela Vista, sendo 70 casas pagas polo Governo do pe'a municipahid d pagamento de doz an de t0 d tone m ror Cl, to final ah- carà em to 00 s Socaal tez o cada tra 1ar/as que eto artur em consegut urna casa pró pna, todo municipio foi percor rido para a realização do cadastramento, a maior parte das pessoas quo necn..trt,1m residam em barracos, onde a edfcação é proibida por leis. As 80 familias beneficiadas t veram a oportunidade de cons tru:r a própria casa que ó de al venana com lajes pré-molda das A agua potável de ótma qualidade toi disponibilizada através do SAAE- Serviço Au tônomo de Águas e Esgotos O Che Roga M faz parte do contexto de combate a po breza e a exclusão social e se destina a atender as familias de baia renda em condições de risco ou insalubridade, den tre elas a população rural e ut bana. Encerrado Curso de Geração de Renda no Jardim Boa Vista Ademir Mendonça· A Secretária Municipal de Assistência Social que vem desenvolvendo o projeto mu nicipal de geração de renda e que tem atendido a população dos bairros e assentamentos de Bela Vista está comemo rando mais uma vitoria. desta vez foi o Bairro Jardim Boa Vlsta que concluiu o curso de corte e costura em malha e moleton. Com recursos oriundos do FIS, já foram realizados pela , secretaria municipal de assis tência social vários tipos de 1 cursos, que foram escolhidos. pelos próprios moradores em reuniões comunitárias e com a participação e parceira dos , membros da diretoria das As· , sociações de Moradores. A prefeitura municipal en tra aim a lnfra-estnrtura como a contratação de instrutoras que são da própria comunida de e cada uma recebe um salário mínimo. com isso va loriza os profissionais e ao mesmo tempo incentiva-as a repassar seus conhecimentos para outras pessoas. cada curso dura em media 03 me ses. As alunas não tem ne nhum tipo de gasto, o maten ai e fornecido gratuitamente e não tem taxa de inscrição. Duran:e a re:aíização do curso e feito visitas e reuni ões penódil:as para acompa nhamsn:o e ava!'.ação de cada aluna. A proposta d.a secreta na municipal de assistência soca! Letizia Gouvea Murano e dar oportunidade as pesso as de estarem se profissionalizando e aprenden do uma profissão e com isso poder confeccionar peças para comercializar e e ajudar na renda familiar. Os produtos podem ser encontrados em Exposição anual (Expobef), no espaço assegurado no recptivo turlstico e casa do ar tesão do municipio. Com a presença do pre feito Dr. Geraldo Murano, Pn meira Dama Letízia Gouvéa. Assistente Social Zda Barro so. Presidente da Associação de Moradores Francisco Sales, Instrutora Joana Arguerro Burgo. foi encerrado o primeiro curso de corte e costura em malha e mo!eton do Bairo Jardim Boa Vista, que teve a duração de três meses e com a participação de treze alunas. A Secretária Mun:cipal de Assistência Social Let1zia Gouvea Murano comentou,· fico feliz por vocês. porque vencemos mais uma etapa. acredtamos nas pessoas. por isso estamos proporcionando essesctscs e com isso toda a famíha e benefrc,ada, para se vencer e preciso muita união e isso vocês mos1raram aqui. todos estão de para bens" fnalzou Letizia. O preteto Dr. Geraldo Murano disse, "Estou muito emoc,onado em ver pessoas humildes se preparando e aprendendo a arte de cstu rar. e com isso elas estão se ajudando a Ter uma alternati va de ganhar um d,nhe.ro ex tra e a;udar na renda da fami lia" fnscu Murano JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA Geral 14 a 21/09/2002 PAGINA· 1 Rii,õ fala para mais de duas mil p [m plMa Cc')undél•fCI· r,1, o deputado tadual e presidente da Assembléia 1 (·fjl',lativ.i Ary RlrJO, candi· d,1to . roolo1ç,io, rou111u mats de duas mil pessoas, num comício cons1dorado do melhoro,; j/.l ocorrido cm Porto M11rt1nllo. Na verdade o comício foi organlzndo pelos seus amigos, nos qunis voto vi· nitar e, como estamos m plonn campanha eleitoral optou-se por ronliznr um pcqu no comício, quo polo nú moro do possans surpro• cndou. Dentro os amigos de /ry Riga, destaque para o professora Ninfa Ovalar, viuvo do saudoso Artur Heyn, comadre cio deputa do. Além de Ninfa, desta· cum-so tambóm um dos políticos mais antigos de M11rtinho, Felix Hermínio Feres. o popularmenfo co nhecido "Bidú", o o ex-pre feito Luiz Augusto "Luluca· Miranda Codorniz, outra li- carta Aberta num poputnr e qua:.o lcnd 1 rta no municfp,o. Ary R,go, quo ~Jrnp10 foi 1nu1to b m votado 110 muni• cfp10. roccb1do do forma c.a loro'.:.a, oxp6:i zua<: pl:1t;,for ma de campanha e roa!ir meu GCU co1np101rn:;so com Porto Murtinho. Valo lem brar quo, corno presidente da Assembléia Lvgislativa do Estado, o ató ont !, d•s so, tem apoiado todos os projetos elaborados a favor do município, o cio próprio foi autor do nl~uns destes projetos. inclusive destinan do recursos de emendas pessoais a que tom direito como deputado, destinan do-os para Murtlnho. Fruto mais recente des tes projetos e emendas possoais que beneficiaram Porto Murtlnho estão as ambulâncias destinadas para servir a população rnurtlnhense e viaturas po liciais, três motos, barco com motor de popa entro Amigos do Sudoeste, Através desta. venho pedir um pouco da sua atenção para o momento Importante que nosso Es tado vive. Estamos em ano de eleições para Go vernador, Senadores, De putados Federais e Depu tados Estaduais. Particularmente, en· tendo que o voto de cada cldadão representa mui to para a estrutura politi co-administrativa de Mato Grosso do Sul e, este .mesmo voto, irá cadencl• ar o ritmo do desonvolvi m e n to que queremos para nossa terra. Neste processo, gosta· ria de me apresentar àque les que ainda não me CO· nhecem e também, levar aos inúmeros amigos do Sudoeste o da Fronteira, minha bandeira de luta. Sou Álvaro Pereira. empresário, residente em Jardim onde tenho a sede de meus em preendimentos (Gráfica Bodoquena,JornalTribuna Popular e Revista Via Pan tanal). Através da coligação PTB-PST-PFL-PPB-PT do 8-PHS, sou cancfidalo a De putado Estadual com o nú· mero 18.TTl. Preciso do seu apolo, do apoio de sua familia, para que possamos de senvolver um amplo tra balho de redenção do Su doeste e da Fronteira. Mas esse trabalho terá que acontecer dP. forma outros beneficios. A recep ção oferecida a Ary Hugo, cm !.IJJ e stada m M,Jfl nho cm plena •,oound, -feira (O'll09), 101 1,10 efu,;,v,1 o o comparecimento de um pu bhco expressivo. No palan quc, 1oc1ipç1om1ndo-o o µr cl , to /bc I Pro, r,ça (PT), o vereador Darley Loubet (PT). a prol ssoro Ninfa Ovelar, o sccrc-timo do Sdú· do do munícíp10 M,JICOS Rolon Romero, o cx-prclo1- to Luluca. entre mais uma legião do amigos. "Aqui eu mo srnto cm meio de ami gos, numa cidade que mo 6 muito querido" resumiu Ary Algo cm sua fala <10 público. Este pensamento foi corroborado polo prefet· to Abel Proença, "Ary Riga 6 um amigo pessoal nosso e de Porto Muninho, e um deputado que nunca faltou com os compromissos as sumidos e sempre atendeu o município em tudo o que lhe foi solicitado" finalizou. diferente, porque partirá das bases rumo aos órgãos responsá v e I s . Como De putado, pretendo encabe çar as lu tas e rei vindica ções que me forem aponta· das pelas comunidades, levando então suas vozes até para serem ouvidas pela Assembléia Legislativa e pelos Gover• nos Estadual e Federal. Quando digo que será um trabalho diferente, é porque o amigo ou ami ga do Sudoeste e da Fronteira, terá na minha pessoa um elo de ligação com os poderes constitu• idos. Eleito Deputado es tarei montando um escri tório no Sudoeste que será nosso ponto de en contro, onde a população terá oponunidade de dia logar, trocar Idéias e rei vindicar diretamente com seu representante, por que não vou alterar minha rotina. Quem quiser ou precisar falar comigo sa berá onde me encontrar. Os Vereadores e Prelel los da região, da mesma forma terão no meu man dato uma grande arma na defesa dos interesses de seus Municípios. Essa é minha vontade, meu pro jeto de ação com uma ampla visão sobre as medidas necessãrias para resgatar o desenvol vimento deste pedaço do Mato Grosso do Sul. Atualmente residindo em Jardim, tenho uma h:stória de 30 anos de atu ação na região da qual nunca me afastei. Sema nalmente, desempenhan do meu trabalho visito as cidades do Sudoeste e da Fronteira, relações estas que pretendo manter com maior intensidade para revener meu mandato em benefício de seu povo. Para isso. preciso do seu voto. Vamos fazer mais pela nossa região e pelo Mato Grosso do Sul! Prezado Conterrâneo e !Eleõtor Antes do mais nada, me deixe dizer meu nome: Oronaldo Dei Vallo Palhano. Sou natural de Jardim, no interior do Es tado, e de origem humil• de. Aos 40 anos, posso dizer som modéstia que sou um profundo conhe cedor de Mato Grosso do Sul. Estivo à frente de inú meros projetos para o Es tado e fui um dos idealizadores do Progra ma Pantanal • que tem como objetivo o desenvol• v,mento sustentável da região Panlaneira. Sou membro perma nente da Comissão da Hidrovla Tietê-Paraná: Paraguai e atuei com o Governo do Estado junto ao Fonplata para o De senvolvimento da Bacia do Praia•, em que tenho atuado no desenvolvi mento de inúmeros pro jetos. inclusive da libera ção dos recu,sos para a conclusão da ponte sobre o Rio Paraguai, como também trecho da Rodo via António Jcão/Beln Vis• ta/Caracol • BR 262. Participei ativamente também da implantação do Monumento • Projeto de Conservação do Patrimônio Histórico do Estado de Mato Grosso do Sul• e te nho certeza de que meu trabalho foi decisivo para a moderniza ção do porto fluvial na ci dade de Por to Murtinho. Com compro vado trânsito nos mais di· versos selo• res da Indús tria do turismo. eu partici pei ativamente da elabo ração e conclusão do Prodetur Sul • Projeto de Investimento de Turismo da Região Sul. O turismo, a industri• allzação e. conseqüente mente, a geração de no vos empregos em nosso Estado, estão entre as principais propostas do programa que pretendo desenvolver no exercício do meu mandato parla mentar na Câmara Fede ral, visando o crescimen to econômico para que de forma mais justa e dig na se estabeleça um me- lhor distribuição de renda para a população do Mato Grosso do Sul. Por tudo isso e muilo mais me sinto muito à vontade para dizer que conto com o seu voto. pois tenho a certeza de que vou desempenhar um papel parlamentar al tamente eficaz e produti vo. pois tenho um grande compromisso com Mato Grosso do Sul o com você eleitor. Aceite as minhas cordiais saudações. Rumo à v,rória. Palhano • Deputado Federal • PSL • 1737 •11V sc,c.,.. ,. .. IN. 1 •; ••í~- o - .. a ee wo[o -;:::;..~ - 1 ~-, .. •-1 /1.• » 1 , .. 1 , .. , •• ,. 1 ... 1 ..., .. •• , .... 1 eu»{ ••I ... ,· •• - .... 1 ,r. 1 .... , , .. ur ... «tate h« 1 as] e, ,. .. •• tau. ai .. 1 ... 1 .... , • 1 ... "'" " .......... '-ui'•;.;• " 1 . ,. , '"'i 4e! ... ... ,.,ru,_ 111' , ... , ... , ee/ ·- lltt.'!:lt 1 ... 1 ... 1 ... , ... ... llltv1 nhl t ~ 1,. .-.r, 1 , .. 1 ... , ... , ... , , .. aatttorogggieoase í ••1 .,., ... , ,., ., . a «Proa«ao o4 1 ... 1 te] '""i ••I '"' °"9'.n•• .u-, 1 ... 1 ""I ame, .... 1 ... Jl~•"{:l.'l;),.,t.•~ 1 IT. j ae ""', s u: t ,. et 1 '"" , '"'I a ... , "" tato? eDetet 1 as] , ... , .... 1 ... , ,... ~ I ltUtb1 '7"º J'l:sf í ,.,,, , .,,,, te] "'"/ ... ~tU!;f "'"° P-111! , e[ '"'I «ar! e, •= retes to@wt , ..,,, '-"I • e ""'I '"' llltt•t.lfl ..... fl'""IMTfY,; ... 1 '-""I IHICj ""1 a=] ""' tau«ataguogtats«la 1 , .. 1 ""'I ase] tu] •• tarte#e,ao 1 .,., =i ... , '"'i ,,. te,toe4 1 ... 1 .,,., ot .... , "'' .... ,~; ..... .,.,.,...~ . 1 ta] "-=I e] '-"I ,.. p atota; he9 1 "" 1 ,,., ] ""i '-"' T1v,:t.,I IUO'lll-tQt 1 "'' 1 •=í =I 1 .,., '"' p#tortos 1 a] '-"I u:, 1 ... 1 ,,. n,,..,,,,c:n u e_._, 1 ,,. 1 =I a=, 1 ""'i , .. 0tme.esse « 1 tc= 1 c..:.:1 '""I 1 ,..,, ,.., tose4roteies 1 '-"I ""i a=, 1 ... ...,, ,,, wte ,"e«ora"s í ,..,, ,..,, = 1 '""I a.:-: "ttl..'.»0:10. í "" 1 '-"'í =t , '-"'í u: ,.,u,u,o,.,,u 1 ""' 1 '"'i a=] , '-"í ""' ...... " .. e.a- 1 ..... , =e tz 1 , 7 te"estetotce 1 :aj 4a=] t=, 1 '""Í "" 0ptmhsteto@pairarmo 1 •=1 1] •-=1 1 u:• "' ._,,_ __ ,_c::ac-,,.:, .. .Jot<tt .... 1 '-"'I =í •-=í 1 ""'' = ..... •-•~o...n,ca,,.::u 1 '"'I a> E, 1 t.:r.! '" 0empeno,hosta@tu w 1 •= 1 •=1 .... , 1 .,,,, "" pe.'assa@putos 1 =[ =1 :..=/ 1 zm=] '"" .-.:,,. .... , ... ,,4. , .... , '-"'I =1 1 .... 1 ,;o »,testei 1 .., 1 ... , ... ...,, 1 '"'' "" ,letal«aios 1 =i ""i =í ±> ,..,. ...-,.-..u:h ,:, ,_,..._.. 1 =1 e] a, .... fO'-.'T! Lrea 0à M. :!'?iO cc ~LA v•~ A. Pfl.Aro,,;O F..fil.H"..DO O>. EECçO ç TA !çO ç» TP O OP;>JlEHTOi rGW? O"- S?~ SOCA-. JN'U.0 A AGO'.i1012CC2 E at2.nntausrter»ia4 +rt 1wt IUCi'T-.. ,crr.1.1,,1.0 ,-q-,•.t,(o -..,:c---.a•~ '"'"""' ~C' ..... "ata ,a. ,lhor-t.TIQ.1 'C!QJ .fI:!'ll.,.~Z::l~- 'li, sG tresrt te tra = ,., = = = repte"ri p«pro <C 1 =1 '-"'i =1 1 = tprtmatem;teu:n =1 =1 e=/ <E 1 :.= T'lv1-"l·t 9;ta '-"I ""'' 43=] =í 1 ::: T:-1-lh•u...tft(Cl'U:11 =1 =1 =í '-"'í í ::: tetcmt te 9 ""' í =í =t =í , :.::·. r eens teta;ex =t =t ±=, cm, 1 =.::· repa»lu te.a "-"'I =1 1=] =i 1 :z rea l ta Dopem.toro t =1 =1 =1 •==1 1 = 0....-n •1ctQI (.1 ~ Ci"rVt.r1 =1 ·=] =] =í 1 = OCD.IÇÕH 0,LI ~ ,U =1 :=/ =1 E=, 1 O.::..: itzlruoe tola '-"'í =1 =1 e=l 1 = ,,:r-aca;.I~ tt1 ll1u.!;1 Ult':I:..> ._...,í =í =1 =1 í :.::=: M.SlOtl1&. e -:1 :1 1 $fj 1 '-"' 0(101 - 1 'º'"" -- Cl70ll = omtstaeeot;la4De late .. 3 3 ELA TA "5.Al'Olle '-EPJ<DO CA Cx,O OçNT __... A',0 0çM "O ~~Dr.O~ n;c..:..ec.-.~~ ?;00,A,l. J+0AGT /2C W . ..-t. 2.r IJntU ressr»te$nert tau oc,,,c,<o 0 A"ALA t ia±tua CXIJ>C&A.11~ NCW..al '" ~ .. ~ --· t1 ,oorrr» ±age Z7 - ................. m ...,. 1s] "·"l ,=.,, ''·" Jr>.O) •t..:ij ,ru:w.1t..'-C,,f,11.001100,.:1 1 .. uq U.:t) «] ., .. ~ m. ""'1 "'"I ..... 1 AJACIIISCAltOCICA~ 1 a =1 t=] :.=; m ; =1 cu] ~ ccanw CC,UUH'Ttl 1 3a] , .. .,, +a=] •=! as; ,..,,, =1"·"1 aa::l'RM ca; C""1'AL , ''-'1 a.. 1.0] ... , '-9 .... , =í ,.,,, mvrsra 1 a»] a., .. , .] '-''Í '-9 c.J•í :.nJ J:r.111 ratone aa 1 c.=j =1 =1 =! c.=j ] =t =t uA "J O A MA 1 c.=j =1 4=, a =-=l =1 =1 =1 -~- 1 =-=l =1 =1 . ., c.=j =1 =í =1 tetices ea eta eeh c.=j =1 =] :.=; =-=l =j =t =1 etco o ta ra ta =-=l =] =í '9 o.::( =1 =1 '-"'I 0a e, hra 1 =-=l t=, =í 3 c.=j =i t [ -----CKCCIITIIQCa::IIA 1 u:j =I =í c.=j = ... , =-=t :.= -..n,u,1. ......... ora ....... .., H.J'l .. ..,. :o:.,, l .cO 3 A 5TA MA"IC MO 4D.2 3ç007a -zg%2:3332é=s t,att,,nstauu.Ae+=t 4tz0 GT3 /2L2 . ., ... nu un a [e - =-c:ll"UAI ~ ,,......,............,.. "' k,me ato ...,,. 1 Jq ......... ~ mago 27e ajas. ...., ,__.,_ 1 ·••...e: rv,I - «z e3 - ,--, ...., =· $ tara ..... "Tyy .,.,, z . .,, 3u: 'z2 MM mar. a To' a = :..= ·- =- = = = = .... r.,,;. 1 ..... , ru,f e.:,, '"'"' ...,, JrUJI •= !ou: r1 ......_,...~ . pi C( fe li• e B .....::::-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=----=----_-_:_,~- ---=-----=-,....J __ .,__ __ JOIHIAI l íllOIJtll Ili 1 110tl íl.'1111 -----------------------------·----- • GERAL. • AÇA() PARLAMrtHAR Câmara derruba veto do Preteito à Proielo d que extingue a Taxa Mínima da Agua no Município 1 .1 •.~,,.1oorJ1n~ria q11w1 ~omumir 111cno, de LxcLUltO, /oi ,t.ido pelo Lei n" OOJ/0:! n ,o 101 ,to último dia 02/09, os I)metros cúbicos irá pagar Prefeito Geraldo Pinheiro sancionado pelo Prefeito no Vereadores da nossa cidade uma conta menor. 'Também Murano e devolvido à prazo de 4 horas .,p/, u ckrr11b.,ra111. por 01i11j'UC ;, tohrnnç.1 da, C.:i1111ara Muni,1pal. Por dcrruh,1d,1 do Clt> llil unanimidade, o veto do taxas de conservação de entenderem que as Câmara, conforme Prefeito Municipal Geraldo hidrômetro e de religação, alterações na cobrança da determina a Lei, ele foi Pinheiro Murano ao Projeto assim como a cobrança tarifada água e esgoto irão promulgado pelo de Lei 11''001/02, de autoria diferenciada da tarifa de beneficiar uma significativa Presidente da Câmara do Vereador Julio l.citc 1i;11a e c,go10 entre p.irccla da população MunÍl1p.1l. Vc,cJJor Lu1l (l'SD!l-f'oto) que di,põc con,t11nidorc, ,c,iclcnciais. c:ucntc do 111unidpio. além /lexnndrc Loureiro ,ohrc a rc~ul11mcn1aç1 <> e comerciai, e indu,triai,. de tomar mais justa essa Palmiéri, na sessão cquípnrnçJo da Taxa de adotando como única base cobrança, todos o, ordinfo,1d,1 última segunda Consumo de Agua e Esgoto de cálculo a tabela Vercadorcsvo1ar.:11nconLra feir:i.di:i09.tomandoforçJ 110 Município e dó outra, rc,i<kncial. ,cndo que a o velo do Prefeito, atitude de Lei. /gora o S//1:: • proviclê11cia,. ta~a de c,goto nfto podcr:í que 111erc cu elogios ele Servi ·u/u1óno111otkÁgua O Projeto de Lei ,er superior a 30% (trinta significativa parcela da e E,gotos de Bela Vista • ptevi: a cxtin~·ílo da Taxa por cento) do valor ela conta comunidade belnvi,tense tem upra/0 de 90 (no, cnt,1) Mínima de Consumo de 111rn,al da agua. em geral. dias para se adequar as ,ua, Á!;!ll:t, rcfm:ntc a 10111c1ro~ O Projeto da Água, di,po,içõc, e dar ctíbku,. com isso o, como ficou conhecido, Projeto foi pro11111l1,:ado c11111primen1u a, mudança, con,umidorcs pa,sarão u aprovado ms passado pela pelo Presidente da c,1abclccida, na cobrança pagaracontudc(tgua,obrc C!'tmara Municipal e C/imarn dastarifa,de:íguaccsgoto o seu consumo real, ou seja, encaminhado ao Poder Como o Projeto de no município. (AICI) ,, ■ELEIÇ.ÕES/2002 Equilibra~ as e imttas do governo será o maior que ira11 @ll1lU~®IlllRa11~ a artir do ano que vem, diil O candidato a governador pela Culig:,ção Frente Trabalhista (PDT/ l'PS). l'vlo:1cir Kohl. disse que o maior desafio ,erá o de cquilibrar a, contas do governo para que ,ejam retomado, os investimento, no Estado. "Mesmo lenlando passar à sociedade a imprcss:io de que e lá tudo cm ordem, que a casa está arrumada, o Zeca do PT deve estar 1ambém preocupado. pois sabe que irá nos entregar a administraçào numa si1uação bas1an1e difícil", dis e o candida10. Para Moacir Kohl. a declaração fcila por Zeca do PT - de que de o salário do vice-governador nào irá atrasar -. "não reprcscnlu a verdade.já que lambém os sal:írios dos • AÇÃO PARLAMENTAR mais de 50 mil servidores já estão a1rasados. pai, por força da legislação o p:q;amento deveria ter sido feito ontem. quinto dia ü1il do mês". De acordo com o candidato da Frente Trabalhista, o fato de os ,al:írios não estarem sendo pagos na data correia "demonstram rcalmenle públicas desarrumadas ... as que contas estão No enlan10, ressaltou que "a partir de janeiro iniciaremo, um lrabalho visando solucionar esse e outros problemas. como a renegociação da dívida e a revisão do volume de recursos do FPE repassados ao Eslado''. Com relação aos fornecedores. que estão sem receber há alguns meses, Moacir Kohl disse que o governador deve se: esforçar para solucionar esse problema. "A Lei Rcsponsabi I idade Fiscal de tem que ser cumprida e ele não pode deixar dívidas para o seu sucessor, já que se isso ocorrer, com certeza irá responder por seus aios na esfera judicial. podendo vir a ficar inelegível por um período de ali cinco anos". destacou. Moacir Kohl voltou a desafiar Zeca do PT a provar que as contas do Estado estão equilibradas. "Não adianta o governo se defender apenas com o discurso de que a arrecadação s íü) íl WVallir e Cica pedem providências para e -ia~ @füma;hamento da Extensão da UFM em llntlDSSa cidade Na essão ordinária desta semana os Vereadores Waldir Cardoso (PT) e Liberncy Lino Ballilani (PSDB) fizeram um apelo ao Prcfci10 Municipal e à Secrc1:íria llunicipal de Educaçà para que tomem providências imediatas com vis.tas a evitar o fcchamenlo d:i Exiensào d:i Universidade Federal de Maio Grosso do SUL • UFMS - em no,sa cidade. •• que indiscutivelmente foi uma grande conquista na área da Educaçào para o "º"5º município ... frisou W,ldir. A Vereadora Cica Lino e reportou ao assunto dizendo que os estudantes universitários da nossa cidade estão pedindo ~ocorro. "há tempos lutamos para :iumcntur o número de l.:Ursos unh cr!->it!lrios p:irJ Bcl:t Vbtn e agora estamos na eminência de perder a nossa Faculdade por falta de pagamento··. observou ela. Cica sugeriu a formação de uma Comissão de Vcreadocs com o objctivo de manter cntcndimcntos co vistas a e,·itar que a Ex1ensão da UFlvlS de Bela Visla venha a ser fechada dcfinith·amcntc, o que scria rcalmcnh: uma perd:i lament:lvcl para o município como um todo. • Vale lembrar que no sessão ordinária do tiltimo dia 19 de ,gos10 a Vereadora Orlanda Freitas dos Santos (PL) e seu colega de bancada Gctulio Lino Filho j:1 haviam manifestado preocupação com relação ao assunto. na oportunidade eles fizeram um requcriml!nto ao Execu1ivo Municipal solicitando informações sobre a siiuação do pagamcn10 da contrapanida do Município à Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. rcfercnlc a Ex1ensão Universitária da nossa cidade. (AICM) aumentou, já gastos Lei A Ju liç eitora complacente com os corrupto 1 que o, tamh.'m aumentaram e a sangria continua por conta do pagamento do, juro, da dívida com a União, que deveria ter ,ido renegociada". "Quando o Zeca do PT assumiu o govemo, a arrecadação gir.1·.1 cm wmo de l{S -15 milhõc,. Hoje arrecada-se, em médi:.J, cerca de RS 120 milhõc,. Se a ca,a está cm ordem. para onde está indo esse dinheiro? Cadê os invcstimento!!t T'. indagou foacir Kohl. (Assessoria de Imprensa da Colii:ação Frente Trabalhista) A mexi~ 1.1 l.lJJ , 1,h:i de esclarecimento e revotn da,óes ao eleitor, veiculad 1 pela Justiça Eleitoral através da telesão é muito mole± e'inocente",O n.adores dos textos exibidos parecem des conhecer que ainda tém mui to o que comgsr, ao abordat tcm,1 , u>mo por exemplo, os l.nrnr:"i dettor,th Um dele s. quer cham . .r a atenção sobre a compra de: votos, oisa nojenta e despte ivel, que está acontecendo a "nx.Jn'" ne,1.1 cunpJuhJ e quc-r nos parecer que ela, somente ela • a Justiça I.:.ki1or.d - n.io c-.t:1 Cndo! Sua Inocência' no as ,unlo é tamanha, que agora estamos vendo, t'n1 uma de ,ua., diversas inserções, aque la que recomenda ao eleitor que n.io venda de forma ne nhum.t -.eu , nto. poi, 1,to e.; crime... Ora amigos! Se a pró prú ju,liça. leva ao publico essa advertência é porque ela mc,ma tem L:iênc1a dê que: existe comprador' A falta de: inrcrC:'-'<! t'lll punir o comprador de , ottl, fica caractenzada e acaba por se con,tituir em 111:11.., um <lo.., motivos que d::ío origem à to ial incrcdulid.1d< tu ju,IJÇJ deste país e fica cl.i.r..t .1 com placéncia dessa justiça para com o, corruphh. tose Itorupis que a Lanar as asas mar hunukdes ll(h t, .. , ll" d.1 rnu k. ,!..- om.k cm a tenor dúvida. temam em mãos, matetal e informa es suficientes para punir e banir do cenano polittco uma centena de candidatos oup h1'. q:.c: e-, .. () por ::í. p1 ,ltlC.lO· do atos nada recomendáveis e roubando om eu poder fi natero, a hgmidade do elei tor Os piores exemplos , t'111 ,Lqudc:~ que: hu,i...1111 rt'.' eleiio. Tem dinheiro e !avo res oportunistas de todos tipos .u,:<,r.tt"c..en<lo n,, ,.unp:• de ba talha. Muita ora teia, con trar:ando os dispositivos le gais estão acontecendo e a complacente e despreparad.a justa, nada faz para corrigir e pumr (h lllfrJl(lfc.', FJ.11.1 de forç.1. JJh.1 de pessoa! ou falta de , ont.u.le. N.io "-1bt.·mo, o que <.11.:ontcce, mJ, o qut!' n:in podemo, nc J.!,lí é qut: nJdJ e.,t..í '-t'n<lo ft:i to para coibir a ação daqueles que desafiam os ditames da lei e da justiça' Ser., , crd.«k que o di nheiro . ..Jém de comprar o tos, compra também a justi ,·.1. É o po, o que pensa c..mpo Grz;"dHiS • iti;.a Suá Anil:, 124 - CP73.25-240 (17)312-47® • Fax: (87)321-0212 • .,..,..;a,ll: •-=e= =-u::ú:r JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA • Bela 'r1sta 14 a 21 de Setembro de 2002 PAGINA - 12 Eurnil: hurnbenoírarno,(n hoLrnm Felicidade A Dcnlt' Bedcrrn 1111 que Lornpktou m,11 um ano de vida, a ela muitas fel idades, sucesso e claro saúde, um grande abra0 dc,te Colur11l,1 Ao Jornal da Praça, da ida de d,: Ponta Porá, pelo convite q11t: rt:Lch1 pJr,1 .:!O' h·,t.1 do Jor n.d da Praça. que esta com 23 anos de exsténa na tronteira, a testa será no Umão Téms Clube. nopn11mnd1,114ck,ctcmhro. j Flllf;YfllJ/t! tio C/Jd Um coraçtio fe/i:, t' n rt•.mlratlo de um coraçrin bem amado. O ~01111.·111 1uio foi feito paro ti derrota. o homem pode ser tlt"stn,icla. mas não vencido, Eu irei, não importa 01ult..·, cmzumro que .uja ptzr,: fn-ntc'. Uma colerlmca de pe,u·amento.s é uma farmácia moral onde se en- contrtmt h'llzédlos pt.1ra rodos os male.r. • St•m o c:ncontro conJ.ign mt'smn nenhum honu-·m reali:.nrd O se;, en contro com Dt•us. A.víw Caros leitores à partir d:, semana que vem, voltará o quadro intimid:1des agu:u-dcm... • Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXX_Nº2244_25_08_2002 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXX_Nº2245_05_10_2002 Voltar para a lista de itens