TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº196_08_02_1976 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº196_08_02_1976Número da edição196Data de publicação8 de fevereiro de 1976Número de páginas12GeoCoordenada -22.10184194980393 , -56.52931596511217 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº196_08_02_1976 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto ENCIMPIÇâO DO HOSPITAL: - REUNIIO CONTURBftDI ... , (PIG. 08] FUNOA'iJOR E DIRETOR RESPONSAVL: - IV ALDO PEREIRA ANO lV Redação Oficina e Administraçào Bela Vista, O de Fevereiro de 1976 Semanário Nº 196 Rua Duque de Caxias / JAII Câmara Solicita Auxílio para Estudantes do Campus Avançado (Página 07) Vereador Pede Fornecimento de Agua ao Domingos... (Pág. 07) Patrolar a Ruas ela Vilas Angelica. Camisão e e Brasil Foi a Solici.taçãu do erP,ador Ernando Barbosa (Página 07) Vereador pede Serviço de Coleta de Lixo (pàg. 4) Biblfoteca Pública... Ernando Barbosa pede . Providências... (pág. 4) Jota Jota Entrevista Dra. Enil Pereira de Souza... (pág. 05) ESPORTES: SESSENTA É NOTIIA... (PAG 2) CRONICA DE ALENCAR ... ALTEVIR DE (PACi. 9) Gastão Muller: Arena a Favor da Divisão de Mt... (Pag 9) ·- -=== Governo do Estado Solicita 250 Milhões ao projeto de Mecanização Agricola (Pag 04) "Uma sociedade sem líderes é uma sociedade entregue à sua própria sorte, É uma nau em leme. E tal sociedade é um campo propicio para o desenvolvimento de todos os vicios Os homens desorientado em tal ocierJade são pre,as fáceis to uso dus drogas que se apresentam como sedutoras pro messas rte paz interior (Leia na Página 06 A- Drogas e a sociedade) Baile no B E L A ' T E S E . . . reportagem na próxima edição. O revigoramento do clubr, a nova diretoria, ainda e mau- uma vez. os «encrenqueiros» (Leiam na próxima E<lição) Médico Nega Socorro a Menino Acidentado, Motivo: Dinheiro na na Frente, Tratamento Depois... (Pag 11) Agradecimento do Dr. Roberval Borges Venho por intermédio da "Tribuna da Fronteira", trazer meu agradecimento público e de coração, a todos aqueles que na reunião da Beneficência demonstraram de maneira tão ca lorosa e expontaaea. numa atitude inequl·oca, o seu irrestrito apoio a minha pessoa, quando tomei da palavra em defesa de minha honra e probidade. A atitude de todos aqueles que lá compa receram me sensibilizou pela demonstração de estima, consideração e amizade; e acima de tudo numa prova irconteste de confiança. Agradeço tambem a todos aqueles que, quer nos encontros ou em minha casa, a toda hora, tem me procurado para oferecer seu apo io e solidariedade. Muitas vezes nos defrontamos com atitu des adversas a nossa conduta, e nos conforta, sabemos credores da confiança angariada nestes 23 anos de luta diária nestu cidade no exereicio du medicina, como pecuarista, chefe de familia e homem honesto. . _ Ap6s mais esta luta u contrn gôsto, - onde já pedi a abertura de inquerito artminis,ratirn para ap:!rução da verdade, e com o reconheci mento de voces tenho mais estimulo a posse guir fortificado, em prol de melhores serviços à nossa comunidade. MUITO OBRIGADO. "Com_ o equilibrio e a visão que lhe são habituais, o cardeal D. Vicente Sherer, arcebispo_de Porto Alegre, denunciou veementemente, a infiltração comunista no Movimento Internacional da Juventud> 'Operária Católica... (Pag. 06) bela Vista 00/02/76 Esportes CS BIUL de Leontina do Prado Ferreira Produtos alimenticios m geral bebidas, secos e molhados latarias em geral Rua 13 de junho Jardim 380 Mato Grosso INDICROR PROFISSIONAL DR. JODCIR M. MOREIRll Médico - Veterinário rnomco: Casa n.o 10 Vila Mililar ESPORTES B[lA VISIA MAIO GROSSO + EVERALDO A. ROCHA "VOCÊS AINDA SE LEMBRAM DO 60" KI)- RI 4 II Endereço: Resid. R. Cel. Ponce - 856 Porto Murtinho Mt. HAR0LDO MEDEIROS ADVOGADO OAB - MT 1183 CPF 008-295.870 Rua 15 de Novembro 177- Bela Vista - T Dra. Maria Aparecida Zanda Grella Cirurgiã - Dentista (CR0-387) . Odontopediatria Prótese em geral - Raio X "Consulta com hora marcada" Rua Cel. J uvêncio 237 - Jardim Mt Dr. João C. Palmieri CLINICA E CIRURGIA DE OLHOS R0.3: 323y1 02910 3)2A3)2 €02l0, a23 1.0 220218, ?0)3 3±&)DzNy&la. 33335 Campo Grande .Mato Grosso 1 -. -o it - ..:=.. - - -~;; , ,, ~ ~, -- _ Ui g É pois é, o Sessenta Esporte Clube vai bem obrigaria, com sua Dire toria trabalhando mais do que nunca em pró! dos eus associados e simpatizantes frequenta dores de sua nova séde social; estamos oferecen do uma quadra de ureia E2E:E;±!E OAÃO A NOSSA la para jogos de xadres, damas; dominós e mais » um bar e SENHORA DO PERPETUO refrigerantes e mais sal- . gadinhos para serem sa- boreados nas horas dela- SOCORRO zer de cada um. Breve- mente estaremos ofere- cendo também uma qua dra de bocha e um cam po de futebol de S(oito), para que seus associa dos e simpatizantes pos sam ter melhores horas agradáveis em sua vida cotidiana. e em troca de tudo isto que estamos e vamos oferecer, pedimos apenas o comparecimen to de um modo geral de todos em nossa séde so cial para se desfrutar o melhor possível do que estamos oferecendo. E si> ainda não bastasse, a Di retoria vai oferecer um magnifico churrasco no dia 22 (vinte e dois) do C'.Jrrente, na chacara do Sr. Goeth Escobar co- brando a insignificancia de CrS 15.00 (Quinze Cru zeiros] por pessoa e em pró! da uossa séde soci al para que possamos dar maiores divertimen tos aos associados e sim patizantes. Fazemos um apelo para que colaborem Para as iecessidades Temporais O lliie do Perpetuo Socorro, devotos sem nú mero acercam-se conti nuamente de vossa vene rável imagem, imploran do-vos compaixão. To dos Vos bendizem como seguro amparo dos mi saráveis. Todos experi mentam o beneficio de vossa proteção maternal Com confiança, pois apre sento-me Yó,:.. Vêde ter na mãe. os muitos pel-i gos a que estamos, quão numerosos as 1,ossas ne cessidades; • Angústias e sofrimentos nos afligem muitas vezes; os revezes da fortuna siio dolorosos com a nossa rampanba po is estamos certos de que melhores dias virão pa ra a familia sessentina. e a prova está ai para ninrruém botar defeito a nova sede em pleno fun cionamento. A.S. Santos e trazem miséria para os lares; encontramos a cruz em toda a parte! Tende compaixão de nós e de nossas familias ó Mãe compassiva; espe cialmente nesta necess1 dade [aqui menciona o pedido). Socorrei-me_ó Mãe, em minha aflição, livrai-me de todos os males; si for da vontade de Deus que eu sofra mais tempo, alcançai-me que eu sofra tudo com amor e paciencia. Isto eu espero de Vós com confiança porque sois nosso Perpetuo Soccrro. a) A.S.A. ,J . ,,, MOVEIS DELBII IIVENIDD MÓVEIS ESTOFADOS E ELETRO-DOMESTICOS EM GERAL SDNtO E ZANCINELUI LTDII. DUQUE DE CAXIAS 446 JIRDIM-MJ l Bel Vi.ta 08/02/76 Rotary é Notícia Hsgina .S [ " --- is l .érs O 0EJETTVO DEROTARYEA {Ç} . . 1$ã INFORMA(ÃO ROTARIA • . Sr GC'unane" Eduardo Florsheim nmASSAIIY MEL1O .. 1 O artigo dedicado no ria o papl'1l de pôr em objetivo da Rotary, blll prAtlca esta interpretu nossos estatutos, é de U· çúo. Por «Informação Ro ma clareza cristalina e tária» entendemos «o pro túo conciso que é multo cesso pelo qual os sóei fácll reter o seu manda- os. ficam ínrormado!'I a mento de « Estimular e cerca do objetivo, prin fomentar ideal de Ser- cíplos e desenvolvímen vil'». Ensinando os qua- to de Rotary e de suas tro caminhos recomenda- quatro avenida de ser dos para que este objeti- viço». (Glossário ). Não vo possa ser transforma nos referimos aqui à de do em ação, é um dos terminada comissão, mas artigos mais curtos da ao processo de ensioame magna carta rio Rotary nto em geral que pode Cub. Sendo muito cone!- ser ministrndo por t/ nós so, é ipso facto,. muito seja em palestras diante generalizado e logo su- de um grupo de interes jelto à iuterpretações. sados, seja em simp[es O estatuto padrão conversa com nossos vi serve para todos os Ro- zi'nhos dH tary CIubs do mundo e mesa. portanto deve ser possi- Muito se discute so vel aplicfl.-lo s~ja nu ln- bre quem deve recebet· donésia seja no Alaska, Informação Rotária. no Nepal como na Suí- e não são poucos os cu, em cidades grandes Rotarianos antigos que e em aldeias, em centros pensam poder dispensar -ie indústria como em á- estes ensinamentos. Mas reas agricolas. Mas as o- todos nó assinamos um portunidarles de servir compromisso, quase diria são diferentes nas várias pre turnos um juramento regiões; basta pensar em ao ingressar em Rotary, locais tão próximos um e nossa responsabilidade do outro, mas com pro- nos é lembrada· pelo ar blemas tão completamen tigo XJ, esse grande des te diversos, como é o conhecido, dos nossos es centro de ão Paulo com tatutos, -que diz: "O sócio parado com Embú. O de- aceita os princípios ele uominador comum para Rotary, conforme expres todos é o est!l.tuto pa- so em seu objetivo, con àrão, mas para adaptá-lo cordando e obrigando-se às circunstllncias especí- a submeter-se a cumprir ficas de cada localidade, os estatutos e regimento devemos ter a liberdade interno do clube, e sõ de ai:ilicar nossas inter- mente nestas condições pretações, nossas defini- tem direito aos privilé ções. A isto somos enco gios de sócio." Podemos rajados pelo próprio R.I. deduzir que mesmo o só qne nos diz: «As restri- cio com 100 o/ó d!:! rre ções estatutárias e nor- quência, mes que não mativas são mantidas a presta serviços, que não um minimo necessário trabalha ativamente pe para preservarem as ca- lo objetivo de Rotary, racterisllcas fundamen- não faz jús aos privllé tais e únicas de Rotary. gtos de sócio. Nesses dispositivus há Existe portanto a ne um máximo de flexibili- cessidade da informação dade na interpretação e rotãria, porque: execução das normas de 1º) nosso objetivo e R.L especialmente no ni- às formas de alcança-lo vel local.» (Manual 1973 süo explicados nos esta pág. 36). tutos em termos muito Existe a necessidade generalizados a fim de da interpretação, e R. i. poderem ser aplicados nos incentiva para tanto. em todos os clubes do Cabe à Informação Rotá mundo inteiro; casn VENDE-SE Vende-se a casa da Rua Sebastião Crispin do Rego. L5, com 21000 m 2 de área coberta, construida em ler reno de 30 x 60. Por apenas CrS I00.O0O,O0, preço até o fim deste mes. Tratar na Casa Imperial- Bela Vista. Mt 2º) O próprio R.I. O8 pe de que Interpretemos com flexibilidade; 3%) a fim de servir te mos que traduzir para casos Ei&pecíílcos os en Rinamentos genéricos; e 4°) os tempos mudam e nós mudamos com eles, os problemas de hoje não sãn os mesmos de dez anos atrás. No sos estatutos de vem portanto ser inter pretados e re-iulerpreta dos constantemente, de vem ser criticados e su bmetidos a exames rigoro sos. Se eles não resistem à,; nossas interpretações. devemos tentar muda-Ia pelas vias que R.I nos in dica para este fim. 'e é vel'llade que as interpretações rnullifor mes dn objetivo geram forças C<:,ntrífugas, q:;e até certo ponto, são mes mo encorajadas por R.I por nutro lado, atuam também esforços em en tido contrúrio, centríµe ta. Isto porque as ma neiras de servir rotaria mente não existem em números ilimitados. A é tica profi sional é a roes ma uqui e no Japão: po de haver 1livergênci11s em detalhes, mas os prín cipios são idênticos, por serem baseados nos man da:22entos da nossa civi lização. A assistencia às vitimas de terremoto no Perú se processa da mes ma maueira como o i:o corio aos flagelados pe las enchentes no Brasil A experiência ganha por um clube, servirá aos demais, pois todos tem como denominador co mum a vonlhde de Ser vir. Ao comunicarem seus êxitos a R.I. este se torna assim um cen tro de trocas de expe riencias, tenham elas si do corou.das de êxito ou não, _acumulando um ca pital à disposição dos clubes, uma informação rotária em escala inter nacional, centralizada. A informação rotária é a ext.c:.ns-àt' e o complemento do objetivo de Rotary, ela dii vida às letras e aos parigra fos. O objetivo de lotar é a força centralizadora que mantém a unidade de R. I.; nossas adaptações e interpre- tações são a diversidade den tro desta Unidade, um prin cipio sadio que, fortalecendo os clubes, aumenta a pujança de R. I. Prefeitura Municipal de Bel a Vista - Mt. Decreto 8.o 02/76 de 05 de Fcv. de 1.976 Cria a Escola Mui pal - Jardim de Jnfuncia e Pré-Primário Castell nho Encantado". Dr. Huhen A. Abbott de Castro Pinto, Prefeito Municipal de Bela Vista ilt. no uso de suas a trlbuições legais e basea do no ArL 79, pare.grafo 1° da Lei Federal n 4.320 de 17 ele ilarço de 1.964 e no art. 4<! pa ragrafo 2" da Lei Esta al no 635 de 04 d De zembro de 19U4. DECRE'l'A Art. 1- Fica criada a Escola Municipal Jarrlim de !l,fancli-1 e Pré-Primá rio Castelinho Encata do. Art. 2º - A Escola fun cionará sob o regime adaptado n a s Escolas Municipais. Art. 3 - A Escola funeio nará em prédio próprio municipal, ,;ito à Aveni da Teodol'O Sativa, es quina com a Ruu Cui:1- bá. Art. 4° - A Escola é im plantada, de acordo com os tuais objetivos do Ministério de Educação e Cultura. Art. 5•1 - Este Decreto entrará em vigor, à par tlr de Janeiro de 1976, revogando-se as disposi ções cm contrário. Prefeitura Municipal de Bela Vista-Mt, 05 de Fe vereiro de 1976 Dr. Ruben A. Abbott de CuslTú Pinto Prefeito ilunicipal Decreto .o 01/76 de 05 de Fev. de 1.976 "Cri a Escola Muni cipal de 1 ·o Grau e de Iniciação Prorissional de Artes e Oficios - Enge nheiro Garcia Neto". Dr. Ruben A. Abbott de Castro Pinto, Prefei to Municipal de Bela Vis ta '.ll, no uso de suas legais atribuições e ba seado no .rt. 7·o pará grafo 1 ·o da Lei Fede ral no 4320 de 17 de Março de 1964 e ao arl. 4o parágrafo 2o da Lei Estadual n'o 635 de 04 de Dezembro de 1964. DECRETA Art· 1 ·o - Fira criada a Escola Municipal de 1o Grau e de Iniciação Profissional de- Artes e Ofieios - Engenheiro Gar eia Neto Art. 20 - Nesta Escola funcionarão os Cursos Decreto Dispõe Eobre a no va denominação da Es cola Municipal Jarbas Passarinbp. município de Bela Vista. O Dr. Ruben Alber to Abbott de Castro Pi.o to, Prefeito Municipal de Bela Vista, usando das atribuições que lhe são conferidas em Lei, etc. Considerando as no vas dennminaçõei> ( e II Graus) introduzidos pela Resolução n 23 do CE E; Considerando a Exi gencia da Secretaria de Educação e Cultura, pa ra autorização das Es colas Municipais. DECRETA Art. 1· 0 - A Escola lIuni Primários. Supletivo diur no e iniciação profissio nal de Arles e Ofício&. Art. 3o - A Escola fun ciumará n o prédio da antiga Escolas Normal Rur:1I, à Rua Barão do Lactário. esquina com Visconde de T,rnanay. Art. 4o A estruturação da Escola é fe!ta Je a cordo com a Lei de Di retrizes e Bases - lei no 5.692. de 11-08-71. Art. 5o - Este decreto entrará em Vigor. a par tir de Janeiro de 1976, revogando-se us disposi ções em contrário. Prefeito .'.lunicipal de Bela Vista-mt, 05 de Fe vereiro de 1976. Dr. Ruben A. Abbott de Casro Pinto Prefeito Municipal .0 03/76 de 05 de Fev. 1.976 cipal denominada d e Escola Jarbus Passari nbo • criada pela Lei o· 0 624fi4, passará a deno minar-se: Escola Munici pal de 1· 0 Grau Jarbas Passarinho. Art. 2° - Este Decreto entrará em vigor na da ta de sua pnblkaçilo re vogadas as disposições em contrário. • Prefeitura Municipal de Bela Vista-MT. 05 de Fevereiro de 1976 Dr. Ruben A. Abbott de Castro Pinto Prefeito Municipal Bela Vista. de preço deste Exemplar 2,00 ela Vista 08/02/76 Política Ia@ina 0l iiOVERNO DE MI SOLICITA 250 Secretário Bento Cuiaba O Gover- no de llato Cro o esti solicitando à úre .. federal financiamento ele 250 milhões de cruzei ros p/ o Projeto de Me canização Agricola do Estudo. dentro do Polo centro. O Governador Garcia Neto tomou a de ci ão dia 27 pp. uo des pachar com o ecretár1o de Planejamento e Co ordenação Geral, Bento Porto, presente também ao encontre o ecretá rio da Agr!cullura Ect mundo 'T'aques, quaudo assinou oficio endereça do uo Presidente do San co Central, sr. Paulo Lira, pleiteundo os re cursos. Idêntico ofício foi também encaminha do uo Coordenador do Grupo do Programa de Desenvolvimento d o s Cerrados, sr. Geralao Alencar. A olicitação de fi nanciamento é acompa nhada de cópia do Pro jeto de :lecaulzação A gricola. No oficio em que so licita fiuanciamento ao Banco Central, o gover ador Garcia Neto es clareceu que referido projeto prevê uma apli cação, em 1976, da or dem de 250 milhões de cruzeiros. d o s quais 154 milbões ôé constitu em no eu.préstimo plei teado e o restante co mo reinvestimento das receitas operacionais. Ressalta ainda que o Go verno Estadual, visando a execussào e organiza ção· técnico-administrati va do Projeto, criou re centemente a Cia. de Desenvolvimento Agrico la do Est. de Mato Gros so - odeagri. Porte Ministério do Agricultura dobro apoio o Mí De outro lado, o Go verno de ilato Grosso te rá este ano apoio dobra do do Ministério da Agri cullura, com rn!ução ao ano passado, para PIa nejr sua agricultura. E o que informou o secre táro Bento Porto, após reuuir-se com missão da Exmo. lndícoç:io N.o os termos do arti go 102 do Regimento Interno da C'àrnura ilu nicipal, após a apresen ação Regimental em Plenário, seja encami- nhada uo r. Prefeito ilunicipal expediente com a seguinte indica çilo: "IndicCl ao Sr. Pre feito Municipal, a neces sidade dn se estender o serviço de coleta de li xo até as ruas e aveni das principais da Vila Angelicu, principalmeute no setor comercial. J U S T l F I CAT I V A MILHÕES AO PROIEI DE MECANIZAÇÃO AGR!COLA Representando a Co missão Estadual de PIa nejamento Agrícola par ticiparam dos trabalhos o seu coordenador-geral e coordenador-substituto, respectivnweutc Eucário Antunes de Queiroz e AI varo Lucas do Amurai. Secretário Edmundo Taques Subsecretaria de Pla nejamento do :IA e com a coordeuadol"ia da Co missão Estadual de Pla nejamento Agricula, pa ra reformulacão de con vênio. Pelo novo acordo. o Ministério da Agricol tura deverá destinar 01 milhão e 900 mil cruzei ros à CEPA, a fim de que possa expandir suas atividades no Estado. A missão, integrada pelo técnicos C ar 1 os Luiz de iliranda e Ricar do ebastiüo Lourenço, cue vem prestando as is tência ao planejamento agrícola junto a todos os Estados brasileiros. con cluiu hoje os detalhes para reformulação do convênio. CE#IDEC De outra parte, ain da, chegou a Cuiabá, a vistando-se com o Secre tário de Planejamento. sr. Bento Porto, um re presentante do CENDEC IPEA, com a final.dade de entrevistar candidatos do setor público estadu al aos cursos de Elabo ração P Análise de Pro jetos e de Estatística pa ra o Planejamento, :::!J nistrados por aqueles ór gãos, ambos vinculados à ecretaria de Planeja mento da Presidência da República .. O emissário, sr. Pau lo Couto Teixeira, que é Professor C,,ordenador de Curso do Centro de Treinamento para o De senvolvimento Econômi co e Social. iuformou que cinco técnicos de Mato Grosso são candidatos aos dois cursos supra mencionados. Sr. Presidente daECâmcrra Municipal de Jardim -Mt. Req. N.O 02 75 EM3 01/75- EM2 por parte do Poder Pú blico, no que tange a higiene e fiscalização de salubridade. Nãú po de a administração per mitir que a população da Vila Angélica fique a mercê de contamina ções pela poluição do meio ambiental, ocasio nado pela putdferação de lixos e detritos nas vias públicas; uma vêz que, os quintais das re sidências nii.o mais su portam armazenar os lixos e detritos. Senhor Prefeito, a presente proposição in dicatórta visa contribuir com a Vossa Administra ção e salvaguardar o interesse da salubridade da saúde pública; baseio. se nas solicitações e re clamações dos morado res da Vila Angélica re ferente a coleta de lixo analisa:::do tais pedidos reclamações, confirma mos serem procedentes dado o quatum do au mento populacional e de edHicacões Jaquela Vila sendo inclusive o segun- Ernando Martins Barbo do centro coperciul de sa Jardim. urge portanto, um melhor utendimento Certo de que o Sr. Prefeito Municipal não olvidará em atender a esta legitima aspiração e direito do povo da Vila Angélica; pondo assim mais uma vez a prova o sua vontade em servir u população de Jardim. Sala de Sessões da Càmara llunicipal, 28 de janeiro de 1976. ·Vereador da Arena Req. N.o 04, 76- EM Indicação No 0376- EM os termos regimen tais requeiro a Mesa, a pós ouvir o Plenário, se ja encamin!Jado expedi ente ao Chefe do Execu tivo, indicando a neces sidade urgente de colo co.r em funcionamento a a biblioteca pública i'l·Iu nicipal, para melhor aten der aos alunos do Cam pus Avançado, ministra do pelo CPA. nos perio dos de férias em nossa Cidade. Justificativa Senhor Prefeito. em hora sabemos ser inume ros os incentivos e apoio de V. Excia .. para o se tor educacional de Jar dim, se faz mister e em caráter de urgência mais uma contribuição, que é o funcionamento da Bi blioteca Pública :lunici pal, por que o eurso em referência exige acura . das pesquisas, e nilo te mos em nossa cidade uma capaz de auxiliar estes alunos que serão amanhã os professores de nossos filhos: por que en tão, se temos condições de oferecer-lhes maiores condições de preparo, não oruporciona-los? Te mos um acervo enorme de livros sem utilização temos um posto cultural do Mobral com um par co acervo de livros fun cionando diáriamente com uma· funcionária pa ga pela Prefeitura, prati cumente sem maiores a proveitamentos. Porque então, nao se transfere esta servidora para a biblioteca Pública Muni cipal e faça funcionar junto a esta uma estante do Mobral? O problema esta fá cil de ser solucionado, tenho a certeza que o Senhor Prefeito compre enderá a µrorunúidade e necessidade de minha in dicação e saberá com Iu minosidade solucionar e servir ainda mis os alunos jardinenses e de alhures :..nuniclpios, que sem medir esforços. se empenham em preparai melhor para melhor ser vir a nossa Comunidade. Sala das Sessões, 28 de janeiro de 1976. Ernando Martins Barbosa Vereador da Arena j ela Vi»ta 08/02/76 Entrevista I'igins o a í 't: Nosso propósito é levar ao conhecimento dos leitores da TRIBU A os fatos que ocorrem em nossa cidade e muniei plo no que tange seu desenvolvimento no se tor economlco, social e polltlco, pois só assim multas pessoas poderão ficur inrormudas do que promove o homens Importantes d e nossa terra, na industria, co mercio, agricultura e ou tras atividades. • Como atualmente a méta da problemática na cional é o HOMEM-sua valorizaçãc num concei to positivo, justo é que comecemos a fazer nos so trabalho pelo q u e diz respeito a cultura e e educação do povo, e lo que tornou-se obriga tório entrevistarmos a ilustre Delegada Regio nal de Educação e Cul tura de Bela Vi ta, Dru. Enil Pereira de iouza, que, com a sua prover bial gentileza uos aten deu, concedendo-nos las seguintos informações sobre o ano letivo de 1976, respondendo nossas perguntas com muita firmeza: 6 Oro. Enll, qual o pro gramo cultural p/ o ano letivo de 19762 R- O Programa Cultural ou técnicamente dizen do "Calendário Escolar 1976", elaborado pela Delegacia Regional de Educação e Cultura e enviado para todos as as Escolas. Estaduais pe,rtencentes a ,Jurisdi ção, assim como à Pre feitura Municipal a titulo de colahoraçilo, é bas tante extenso para ser detalhado e entrevis ta, porém posso adian tar que o mesmo reiere se aos níveis de I e II Graus onde inclue-se: 1)- Normas Gerais Administrativas que com- preende o período de ma tricu Ia; classtrlca çlo de Alunos, distribui ção de turmas, turnos; horário Escolar; Lotação do Pessoal; Regime de funcionamento; dias leti vos; Carga Horária anu al; emanai e diária. 2)- Orientações Se mestrais e observações Gerais «4 bimestres»- p/ cada bimestre, a deter minação de Inicio, térmi no. avaliação, entrega de notal:l à ecretaria e aos alunos, Reuniões de Associação d e Pais e Mestres, Assoiaçüo de Professores, datas a se rem comemoradas, além orientações especificas e nece Párias p/ cada bimestre, como. Período de ondagem de alunos, parada das aulas para elaboração do Planeja mento Pedagógico semes ti-ai, pelos professores, Recuperação emestral e Longa, Férias dos alu nos, Férias do: professo re , etc ... Lembramos ainda que na I Reunião de Pais e lle tres, marcada p/ o dia 8,03/76, 'deve rão o: professores, da rem conhecimento aos pais dos sem; . alunos do referido calendário. E o início dos aulas? R- Conforme já dis se, consta no próorlo Calendário e o pessoal administrativo de cada Estabelecimento de Eusi no deve divulgar àqueles que s e matriculam. O inicio deste· período se rá dia 8 de Março do· corrente. - A Delegacia Dispõe de Corpo Docente com pletos para todos os ts tabelecimentos de Ensi no da sua coordenado ria? R- O quadro docente deste ano será o mesmo do ano anterior, com as variações normais de n de aulas, distribuição de séries, aumento de alu nos e possíveis substitui' ções para pessoal que se transfere, entra cm licença etc .. E o material Fscolar e Didático? R- Recebe·mo-lo gra dativamente da Secreta ria de Educação e Cultu ra, através do seu de partamento de Adminis tração Patrimonial, para este ano, por exemplo já temos destinada p/ esta DREC, 320 (Trezen tos e Vinte) Carteiras (solicitamos o envio de mais 200; para suprir as necessidades da. Esco las) 2.000 (Dois Mil) ca dernos, livros didáticos para todos os alunos de nivel a IV do I Grau, material de consumo e de límpeza suficiente para os meses de março e abril. - A ecretaria de E ducação dá pleno apoio em tudo que concerne a educação da juventude como em particular a V. Excia,. no cargo que exerce? balhamos para atingi-los e sendo assim só há motivo para sermos a poiados. Quanto escolares: em boas truturals'? aos Prédios Todos estão condições es- R- Não, temos pré dios em estado bom, re gular e precário porém a situação física do mesmos é ele conheci mento dos nossos upe riores' basta dizer que foram incluídos no pla no de obra primelramen te: P.P0/72, P.P.0/7374 e posteriormente no pia no de obras 73/75. Isto significa que as provi dências que atribui:.t a esta DREC, for&m torna das. Fala-se na cidade sobre sua transferência p/ relevante cargo na 'ecretaria de Educação e Cultura, esse comentá rio é assunto real? R - De fato já recebi convite assim como !.am bem manifestei vontade de tranferir-me pois te nho por norma a reno vaçãc. Só não vou pre ctmr a data da transfe rênciu. Capital, n o qual está registrado a atuação criteriosa e inteligente de Dra. Enil, pelo que mereceu referencia elo giosa do Chefe. Encerramos com es tas noticias a entrevista concedida pela ilustre Delegada, concluindo que o seu merecimento realmente faz jús a um cargo de maior relevo. Felicita mos Dra. E nil pelo que pudemos observar em seu desem penho na direção desse complicado Órgão d o Estado, como tambem pelo que vimos na orga nização da sua Reparti ção: funcionários disci plinados, trabalho in tenso e produtivo. Agora, as constan tes fofocas sobre sua pessoa, ficam para as que gostam d? fofocas. Vamos fazer o Brasil crescer! Jota Jota Cortados todos os R- A ecreturia de Educação e ·Cultura, a través do Exm·º Sr. 'e- Muito bem. Damos rretário d e Educação por satisfeitos com a Dr. Lou.remberg :Ribeiro declarações da Dra. E Nunes Rocba, dá e sem- nil, achando eue tudo pre deu pleno e total a- corre normalmente no poio à Educação, apezar Currlculo-que será exe- Por falta de pre ta da dificuldades que se cutado. ainda mais to- . ção de contas e relatório encontra. Trata-se de mando· conhecimento a- de atividades de consu pessoa altamente gabari- travéz, de ofícios e outros mo de medicamentos à tada, escolhida pelo Dr. documéntos do esforço Coordenção de Cuiabá, José Garcia Neto, Gover empregado por essa jo- a CEME decidiu cortar nadar do Estado, muito vem Educadora em tudo a quota de medicamen acertadamente pois traz que diz respeito o supri tos que fornecia ao Hos consigo todas as quali- mento de tão impertan- pital São Vicente de Pau • dades necessárias que te setor que é o Ensino Ia. Estão prejudícados as a pasta requer. • com tanto interesse. sim todos os enfer- Quanto a mim, rece- inclusive quanto as re- mos pobres de Bela Vis bo assim como todos os parações de predios es- ta que não terüo mais demais Delegados Regio- colares que é seu cuida os medicamentos, por nais o mesmo apoio que do desde muito tempo. desidia da Diretoria da dedica à. Educação. Co- Tivemos oportunidade Beneficencia Hospitalar mo Delegados represen- de ler o «Diário de Cu- de Bela Vista: Esta é a tamos S. Exa., nas re- iabá», que traz noticia informação. prestada pe giões. Os objetivos edu- sobre- uma reunião de to- lo Sr. Hamilton Dutra de cacionais da DREC, são dos os Delegados Regio- Andrade, Supervisor du os mesmos propostos pais de Educação com FUSMAT ao Prof eito pela SEC, e juntos tra- o Sr. Dr. Secretário, na Municipal. - . . ..... ... . Medicamentos que, a entral de Medi camentos fornecia ao Hospital ao Vieen- te de Paula 1 MINERDÇÃO "Produtor • do aláreo Bodoquena" km 54 Rodovia jardim Porto Murtinho "Uma Empresa que acredita no Sudoeste e· no Novo Mato Grosso" BODOQUENA Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado do Hotel Oriente) Cx. Postal 8 ela Vi-ta 0/02/76 Nosso Tempo e Política Cont. do nº Anterior III - Estruturas Convulsionadas Se volturmos o nos- E sentlmoi>. pol' to- so olhar p/ a nossa so- da parte, u falta das ciedade contemporânea, verdadeiras liderança8, veremos com espanto Nos das lideranças que, em todas as latitu- carismáticas de caráter dee, em todas as nações, puramente passionul. us grandes estuturas es- ão das llderunçns m1s tão convulsionudas Pa- ticas que podem por al rece que vivemos sol> gum tempo polarizar o o signo da incompreen- entusiasmo daqueles que são. Mulllµlicum-r1e os l>uscam alguma coisa congressos internaciona- mas que não sabem o is, reúnem-se ª" assem- que querem. Essa lide l>lóia p/ õiscussão dos ranças nüo levam a na grandes assuntos dos da, porque as suas o destinos da humanidade. bras e esboroam qunan E, apesar de tudo, os do diminul o passional homens não se entendem. e se arrefece o entu ias Nesse torvelinho ar- mo momentil.nec dos in rasdor e nessa tumultu decisos. Essas lideran ante· fermentação de çus surgem aqui e ali, lcltins a impre silo que agravando ainda mais se tem é de que a hu- o problema. manidade perdeu o se- O de que precisamo us objetivos. ão sabe- parém, é das li.deraaça mos p onde vamos. esclarecidas e inspirado- Em cada ser huma- ras alicerçadas na inte no encontramos a per- ligência e nas vontades plexidade diante de um de feno. Esses líderes mundo q no desafia em nüo encontramos. E es todo: os setores da vida. se lideres são aecessá- Com o equilibrio e a Y1suo que lhe ão habi tuais, o cardeal D. Vicente herer, arcebi po de Porto Alegre, denunciou, veementemente, a infiltra cão comunista no Movimento Internacional da Ju ventude Operária Catóhcn, arirmaudo que o seu novo programa. aprovado no Congresso de repre sentantes unidos, em Lintz, a Austria, evidencia, sem sombra de qualquer dúvida, a marca frisante da ideologia comuni tu. Ainda mais, frisou esse ilu tre purpurado da Igreja Católica, o Brasil, que as conclu õe do óinto Conselho Mundial da Juventude Operária Católica afastam-se totalmente, da linha e das di retrizes do seu fundador, o que é, na verdade, uma pena, em face da atuação tendenciosa desses falsos católicos. Substituiram o ideal do homem que se orienta segundo e. luz dos Evangelhos enfatizou D. ihe rer. por conhecid;;s pontos de pregação marxistu leninistu, aceitando-se e encampando-se, de manei ra c1am, u critica da sociedade e da economia própria do marxismo soviético ortodoxo, calando, capeiosumente, acerca da vocação-transcendente do homem e atribuindo a Cristo "os titulas allisso nantes que lhe conferem os negadores de sua grau deza divina". • • Por outro lado, desapareceram as referências aos assistentes eclesiásticos que se consideravam a alma do movimento, ccmo formadores da perso nalidade eristü dos jovens trabalhadores. Par a e s s e s forja d ore s rle grilhões pu.ra a c 1 u s s e o p e r a r i a, a dig nidade e o valor da pessoa humana não se tornam realidade sem a abolição da propriedade particu lar, embora sem se darem conta, esses reformado res, de que a liberdade não passa de mera formu la vazia de sentido, quando não inclui a possibili dade de reinvindicar os direitos individuais. . . Segundo D. Sherer, a declaração de Liiz pre coniza a luta de c!asses, definindo-a como a. cou sequencia das contradições eutre a classe dominan te e os cperarioi:, propondo como ideal a socieda de sem cla.sses. Mas até onde o comunismo extinguiu as elas ses? Até onde o comunismo valorizou a criatura humana? Até onde reconhece os seus direitos? Se rãa porventura. iguais em posição, em dinheiro, em conforto, em usufruto de bens na terra o cama marada Bre1.enev. todo poderoso e o pobre "cama as rios p/ definir com jus tnza os nossos proble mas e p/ nxur com co ragem os nossos objeti vos. Esses lideres silo imprescindíveis para a presentar à sociedade as soluções das dificul dades que nos acabru nhom e p/ conduzir, re almente, oa homens a essas soluções salvado- , ra. Uma sociedade sem liriere é uma sociedade entregue à sua própria sorte. É uma nau sem leme. E tal sociedade é cumvo pl'Opicio p/ o de- envolvimento de todo os vícios. Os homens desorientados em tal so ciedade são presas fá ceis do uso dut- drogas que se apresentam com eclutorns promessas de paz interior. . A necessidade d e verdadeiros lideres para curar os males da so ciedade ressalta bem o papel das instituições escolares nu construção de um mundo melhor. pois é missão de,;sas instituições formar esses líderes. Da.s nossa es colas, das nossas univer sidades é que devem IV - Posição de Contestação Outra característica de nossa sociedade é a contestação. E l a se toma bem clara no fe nômeno de todos os tem pos que é o conflito de gerações, mas que em nosso dias assume pe culiaridades bem defini- das. A novas gerações contestam simplesmente os valores das gerações passadas e procuram novos caminhos. Destro em o antigo e não en contram nada p/ substi tuir os ídolos destrona dos. Sabem o que que rem. mas não abem ainda o que querem. O primeiro dever das geruçõe antiga - INFILTRA€AO J CIEADE sair e+ses guias que, dentro da noite, hão de estar vigilantes anuuei ando os perigos e indi cando os caminhos. em relação às gerações jovens é o do exemplo. Compreende se a revol ta do jovens diante de um figurão que pregu moralidade, que fala de seu carâter impoluto, mas que os jovens su bem que vive de frau des e de golpes. que 8o nega o imposto de ren da e que viola o direito rios mais fracos. Com preende-se a revolta dos jovens diante do sacerdote que prega a justiça svclal e que com bate as opressões, mas que paga ao seu sacris tio um salário de fome. Os jovens raramen te se servem dos erros das gerações antigas pa ra melhorar os dias pre- entes e p/ evitar os mesmos erros no futuro. Contudo, muitas vezes procuram justificar suas próprias falhas com a ralhas dos mais velhos. ruela" que trabalha ao campo ou na indústria? Pos sivelmente, numa coisa são iguais: na vigilàacia que é exercida em torno de todos eles. do maio rui ao mais humilde: na idas e vindas dos cornu nistas ortodoxos ou heréticos; nos gestos, nas pala O segundo dever das vras, no olhar - tudo vigiado, espionado, anotado gerações mais antiga para as decisões do futuro. em relação às mais no- e a JOC, acrescentou o Cardeal herer, (a vas é saber compreen- JOC Internacional), resolver e conseguir . levar es der. O que vemos, en se programa de ação demolidora à exeéução, en tanto, é, muitas vezes. tüo estará selado o destino da di.nãmi.::a organiza o exagero em ambas as ção de gloriosa conquistas e opulentas realizaçõe5 partes. O que as gera em favor dos jcvens trabalhadores e do operaria ções anteriores levam a do mundial, encontrando-se, assim, numa eneruzi um extremo, gera na lbada •lecisiva. - sociedade o vicio opos- 0 que se aplica a.,s opP-rários de todo mundo, to levado também às aplica-se igualmente à sociedade esluàanti.l, que é suas ultimas consequén uma das boas presas nas garras desses mistificado cias. res. Mui orientada; sem o es.::larecimento político, que lhe deveria ser ministrado; boa e generosa; A vida social nos julgando que é a verdade que sai d'ls lãbios des apresenta uma série de sas sereias vermelhas, vez por outra faz o jogo dualismo que para se das seus futuros opressores, i:ervrndo, simplesmen rem superados exigem te de isca pura esses pescadores de águas turvas. equilíbrio e ponderação. Foram muito oportunas as palavrl!.s do cardeal nuances muitas vezes arcebispo de Porto Alegre; e tanto mais oportunas sutis, mas que ract.icali quanto todos sabemos que o momento tem que ser za:!! em extremismos al de sérias advertências por parle de todos os po tamente perigosos. Po vos, que vivem permanantemente ameaçados na demos citar como exem sua liberdade e no seu inalienável direito de auto pio desses :lualiFmo!': o determinação. dt.reito e o dever, a au- Não se têm cansado as Forças Armadas de toridade e a obediência, chamar a atenção de toda a gente para esse a o capital e o trab,llho, meaçador ativismo, q u e n o pretendido o individualismo e o co rcspaldo dos jovens nperi'!rios, d o s es letivismo, a líberdade e: tudantes, dos católicos desatualizados, dos como a opressão, o respeito e distas e até da própria Igreja, iludidos, todos, pe o medo. lus doutrinas demolidoras de anti-marxista Marx, buscam o Poder por todos os meios. Vitoriosos, as promessas desapareceriam; e a Igreja iria por sua vez para o triste destino da i greja do silêncio, que, hoje, agoniza no mundo oriental. Mas, a essa esclarceida e lucida Voz do Pastor, outras vozes se juntar-ao. E o brado maior já. vem de Santa Fé, que deu. pela palavra do S!tn to Padre a definição que o cuso merece. ·,. Talvez estejamos, agora, no ini:cio da reviravolta. [Jornal <lo Comércio-Recife, 5 de Dez de 75] Os jovens que con- • testam e que não en contram nenhum eco de seus gritos, nenhuma compreensão por parte das gerações antigases- tüo dispostos a seguir todos os caminhos, in clusive o caminho som- brio das • d r o ~ ~ s. lldn V i,la 0H/02/76 âmara é Noticia E){mo. Sr. Presidente da ' l ' > Edmilson Brum Escobar Edmilson Brum Es cobar. bra ileiro, casado, Vereador, residente nes ta cidnde; vem mui res peitosumente a presença lle V. Excia. . que apos provado por este pie nírio seja encuminbada ao Ex111º. Sr. Pr e rei to :lunicipal u ludicuç:lo se guinte: 1 [ lndicac;ào INDICO uo Exm. Sr. Prcl'eito ilunicipul a pos sibilidnde do b'xecutivo úonceder um auxíli" de CrS í.00íl.0ll ( Sete i1il CruzeirPs ) uos Estudan tes do Campus Avança do que estão l"azendo o referido Curso em nossa cidade que aqui não re sidem, vindo de cidade,; vizinhas de ncsso Esta do buscar luzes de Ensi no em nossa cidade, que são em número de 35 ( trinta e cinco ) alunos que estudam nos horári os de 12,O0 hs. e 30 mi nutos ás 1 G,30 horas e dus 18,00 horas às 22,15 horas e no periodo da manhã fazem as respec tivas tareras e trabalhos em conjunto. Jusfificativa É de corheciaento tle todos os senho:·.-s 'e readores e de lôda a po palação ·'ardinense que uqui se faz um Cm· so ele Campu;: ,vançado, (curso equivalente a su perior) no periodo de fé rias Escolares, o que co loca nossa cidade em al to nivel de Educação do Estado de Auto Grosso, beneficiando em grande parte o alunos de nos sa cidade endo que di tos aluuos de todas as cidade do Sudoeste a togrosseusc aqui estào fazendo o mencionurlo Campus, nada mais jus to de o Executivo dar o apoio a ditos almnos que tanto necessitam pois de acõrdo com o horário u cima mencionado os Se nhores Vereadores já po dem imaginar o sttcrifi cio de ditos alunos do que tange a alimentação. o que vem sendo com auxilio de comerciantes ele nossa cidade uns con trillllindo com sacas de arroz. outros com diver sos mantimentos 01 assim por dinnte. tudos tem co laborado e nada mais Câmara Mur.ic. desta Cidade justo q o Representan!l' leg-al de ue,ssu cfdncle também c!ê a 1,ua parce la de colahoraçiío. poi8 até a C.E.H.!I, colaborou com beliches, cumas etc. e como dilo Curso Ao mente terminará ll'J fim de Fevereiro nada mais justo que n Prefeitura dar o auxilio acima ei-pe ciíicado pois assim J'uzen do estarfl mais umu vez l'O!aborando com o Pro hierua de Edueuçtio em nossa cidad~. f' cumpriu cio umas das melas do nosso Presidente Geisel, que é u Educ:11,:ão em pri meires planos de Gover no. '@estes Termos Pede e Espera Daferimento ,Jardim, :!O de .Jan. !!17(i Edmilsoa Brum Escr,bar 'ereador da Arena e_. Exrnn. L r. t o Presidente Câmara da Munic. de Jardim-Mt. Indicação N.o Nos !emos reg-imen tais e e::n defesa dos Interesse<; do povo, re queiro a Mesa. feita presentação regimen tal <'nt Plenário. seja encaminhado ao Sr. Pre !"cito .lunic•pal expedi ente com u eguinte in dieaçilo: Indico uo Exm'' ::-r. PrPYe'.lo .luriicipal. u necessldude urgente dl' mandt.r putrolar e recuperar as ruas d:ts Vilas:- Angélica. Ccl. Cami,;;io e Hr..:sil. por esrnr<:m em estado de intrafegabilitade REQ. N.o 01/76 - EMB. Requeiro nos termos JUSTIFICATIVA regimentais à Mesa Dire O Presente requeri- tora da Câmara Muniei- mcnto Psteia-se em re pal, após feito ouvir o clamações da população Plenário, seja encamiaba de Jardim, pelo brusco do expediente ao Chefe iuterrompimento no for da SANE.iAT em Jardim. necimento d'agua aos u solicitanfio informações suários nos dias de do das razões do nJo ab!lste mingo, sem nma justifi cimento crugua. aos usuâ cativa ou aviso prévio à rios nos domingns. con- população para que os forme vem ocorrendo ui- usuários pudessem se pre timamen,e. caver no abastecimento Nestes Termos d'agua nos seus lares aos P. E. Deferimento sábados; normalmente a- Jardim. 28 JAN 1976 gora em pltmo verão 02/76 Emb. ,J USTI F I C A TI A Senhor Prefeito, a- !Jernos do inlerP:<!-it' d e V. E x e i ·'. t'lll manter as Yius pú bicas em perfeito esta do de conscrvaçio, 1-1:: bemos das dificuldades com qü(• lutii, w>r rult.a de recursos. materiais humanos e fina11c·eiros, porém (• fll't:es,:áría nws mo com esforços sobre !Jumu:ios. retardando u tros serviços que nio sejam de tão pree n:eute 11t·cessiduc!". parn :itenr!nmos e durmos um minimo, de condições desejável de trúfeco p4- ra as nossas ias rba •• Cuins ias citarias fora;1 recentemente i sitadas e inspecionadas por f:'Ste Edil. Oll'.JP podemos olJ,t rva:· In Lo co, as desa;rud@veis e intransitáveis condições le suus ruas. e ainda. u ma:1Hestu insatisfo ç:1o dos moraclores eles as Vi!as; em mrnha vi l'ih hfpoteqneí-lL!t>.s o meu erupenho em tn, zer no couhecímento de V. Exci". atravéz de;;ta Camara de Vereadores. e a certez:l de qr.;e 'os sa Administração te ria satisfação em atendê-los pronta.mente, m e sm o com a paralizuçfio de outros serviços na , ona rural. que sabíamos es tar a patrolu no morPeu lo executando. Snla das Se,;sões. 28 de janeiro de l!J7ü. Erando Martins 13aruosa Vereador d a - -~---·•-·- quando o consumo- nas residências é naturalmen te aumentado. Entende este Verea dor que os usuários me recem um a satisfação por parte da direção dµ_ SANEMAT, portanto, é a licerçado na intransigen te defesa do interesse maiur do povo que re queiro informação. Ernando Martins Barbosa Vereador da Arena Bela Vi-ta 0/02/76 Hospital Concernente o palpi tante assunto "encampa çúo" do 1-Iospltul Silo Vicente de Paula pelo Sr. Prefeito Municipal, muito cornentúrlo foi fei to a respeito essa medida salutar tão bem explica da em sua justificativa ao apresentur à Cilmara de Vereadores o projeto de lei que recebeu apro vação unO.nime dos Srs. Edis, os legitimos repre sentantes do povo. Houve nos dias se guintes, uma euforia ge ral e até elogios fazia-se à medida to:nada pelo sr. Prefeito. Mas, alguns cldadíl.os feridos em seus interesses pesrnais, hou veram de discutir o as sumo por diversos pris mas, com razão ou dis torso da finalidade a que se pretende levar a eleito a encumpação, ge rundo disso tu:lo uma tomada de posição da Diretoria da Beneficen ciu H. de Bela Vista que resolveu convocar à Assembleia Gerul efe tuada a 1 de Fevereiro co'lente para rleliberar sobre tão magno proble ma. O repórter fora coo vidado para comparecer como sócio, se estivesse com a situação legaliza da, mnas ali compareceu unicamente pura anotar mentalmente, de pé, na porta de entrada. sem prnnunciar uma só pala vra sobre o que conte cia, escutando ludo com muita atenção para po der transmitir aos nos sos leitores, com fideli dade, o que oconteceu. E isso • que vai l!nbas abaixo: Sabe-se que antes houve um aliciamento perfeito de associados para a condução dos trabalhos da Assembleia com votos contra, canse guindo os efeitos con tristadores que a todos . d e r a ru oportunida de_de assistirem com a devida tristeza que nos cabe registrar. Comparecerum pou cos associados registra dos na Benelicencia. Os trabalhos foram conduzidos pela advoga da Dra. Martlza Carneiro Pinheiro, presidente. que portou-se com muita ele guncia no cargo, condu zindo os trabalhos com sobriedade e firmeza, sem afetação ou exibi cionismo, acolitada por dois escudeiros de con fiança, Dr. Kesio Pinhei ro, conselheiro e Dr. Carlos Edy Sá Medeiros, secretário, mais o r. Avelino, tesoureiro. Depois da exposição fita por ela sobre a fi nulidade da Assembleia; foi dada a palavra ao r. Prefeito Municipal Dr. Iluben de Cu tro Pinto. autor do projeto de lei que encampou o H. S. Vicente de Paula. ua Excia. <.liscorrendo com os propósitos positi vos como é muito conhe cido através de seus pro nunciamentos em publico e pela imprenso. ares peito da melhoria que • encampação traria para o hosp. c/p' a população mais necessitada de auxilio dos poderes públicos. citando mesmo a dificul dade por que atravessa aquela entidade, por dei xar de receber as ver bas oficiais, porque há muitos anos as Direto rias passadas deixaram de prestar contas dos dinheiros recebidos co mo é de lei. Acrescen tou que essa dificuldade foi-se acentuando mais com as mvdificações in troduzidas no Estatuto que se tornou o Hospi tal uma entidade dificil, inacessivel aos pobres, além do deficti em seu balanço, aca::-retando prejuizos à administra ção, donde a medida de solicitar ao sr. Governa dor de então, José Fra gel!i. o auxilio de CrS 20.000,00 para equilibrar os gastos acontecidos há dois anos passados. De- clarou mais as vanta gens que a encarnpaçã.o traria c o m o retorno das verbas oficluls, In clusive até, a organlza çào, pelo Estado, de um Hospital Regional, trans formando- o em órgão oficial, dando mais va lor a sua obra encetada sem nenhum onus a nin guém com a encampação. Disse que é uma institui çil.o fundada e mantida por gente pobre para a prática da caridade aos necessitados e com essa finalidade deve voltar ús mãos do povo que, o construiu. Seguiu com a pala vru o Dr. Kesio Lourei ro Pinheiro que depois de alguns conceitos cabi veis, abriu-se inteiramen te contra a medida toma da pelo Sr. Prefeito e a provada pela Camara de Vereadores. Chamou-a de lei monstrengo, lei to talitária, que só a União Soviética ou em Cuba, pode-se fazer coisa i gual, própria de países comunistas, que eles da Beneficencia não silo es cravos. lacaios pura re ceberem essa lei. d!sse. [houve aparte e protes to veemente do Sr. Dr. Castro Pinto, que real mente nada tem com co munisrno] Continuou seu discurso com ênfase, re verberando os autores da lei de encampação e no final concitou os as saciados a votarem con tra a lei por ser ubsur da, inconstitucional, con trária aos interesses da Entidade, um monstrengo na sua_ opinião. Em seguida tomou a palavra o Sr. Dr. Carlos Medeiros que teceu co mentários sobre a encam pação; que acredita.ia numa administração cor reta enquanto estivesse o Sr. Dr. Castro Pinto à testa da Prefeitura mas e depois? perguntava.'. pondo dúvidas no futuro da entidade. Pediu a palavra o Dr. Ely de Araújo Bar bosa que em fulminante alocução, apresentou fo to-cópiaR de documentos de contas da Benefi cencia comprometedoras ao Dr. Roberval Borges, que teria delapidado dl rheiro d a Beneficencia em proveito próprio, gas to em passeio pelo Rio de Janeiro, onde tem domici lio, se bem que reside a qui. Citou outros descalá brios cometidos na en tidade hospitalar, quando mencionou o consumo de CrS 15.000,00 que dari am para cobertas de ca mas, outros utensilios e leite para as criancinbas hospitalizadas. Deu a entender o critério ado tado pela Diretoria na condução d a entidu<.le fundada pelo porn, ter minando sua oração re verberádo contra aquilo que acontece no Hos pital. . Tomou a palavra o r. Dr. Robervel Borges que em espetacular de fesa da sua íntegridade moral e da administra ção, explicou porque os gastos mencionados por Dr. Ely, dando con ta da sua ação na Bene licencia, da justeza dos gastos e acabou corajo samente por denunciar públicamente seu adver sário Dr. Ely sobre um cheque de CrS 1.500,00 que não havia sido pa go pelo emitente, rece bendo por duas vezes salvas de palmas, (hou ve aparte rleste, dizendo que pagou). O Sr. Dr. Fiori Murano pediu a palavra e c/rápi da exposição explicou porque o défict da Be neficencia na sua gestão necessitando recorrer ao Sr. Dr. ex-governador José Fragelli pi cobrir os gastos, com vinte mil cruzeiros citados pe lo Sr. Prefeito, Dr. Cas tro Pinto. Seguiu-se com a pa lavra o Sr. Dr. II e l i o Loureiro para dizer que pertenceu a untiga Dire toria e sempre notou que n a administração da Beneficencla as col sas iam beUl, mas quan- do alguma coisa aconte cia de anormal era pro vocado pelos médicos. que apernr de pertence rem ao corpo clínico, técnicos portanto, sempre traziam as dificuldades que aconteciam E, num gesto de exaltação tal vez devido ao que esta va presenciando naquela. sala, extravasou «infeliz menle» dizendo, com re ferencia a o s médicos: "só se pusessem em um saco e jogasse-os no Apa. A esta altura, houve o aparte resoluto do Sr. Dr. Castro Pinto dizendo que há muito tempo es tava afastado do Hospi tal devid<• ouas !unções de prefeito Municir,al, mas que sabia do que acontecia na Beneficen cio. e sua ação entre co legas sempre fora p/ harmoniza-los em seus desentendimentos ocasio nais, não merecendo tal destino. A essa altura dos a contecimentos. a atmos fera já estava bem ten s. os circunstantes ner vosos, alguns lamentan do o fato deplorável qu estava a.:ontecenJo. e outros com muchochos, davam a entender que desejavam ver o "caldo engrossar" atitude pró pria da população quan do esquenta o ilnimo e começa a fugir a razão, a perda do respeito à ao lene Assembléia, a perda da ética e compostura de todo o individuo bem educado. As vozes altas tornaram o ambiente car regado e ato continuo ir rompe uma ameaça de agressão de médico coo- (Continua na Página 10) / 0 €II REVENDEDOR AUTORIZADO VOLKSWAGEM Rua: 1 de Maio - 563 Jardim -- Mato Grasso 1 r l 1 Dela Vista 0/02/76 Nosso Tempo E'igina 09 TIRADO POR U EBOL Alte vir de Alencar ULLER, OR DA E MT l Comer bola também é uma espécie de tara. Partindo dessa premissa, podemos dizer que JU VE ..L ficou tarado. O homem era do Maraca nú para General ieveria no. No Escritório onde trabalhava, consumia o expediente todo com um radiozinho a pilhas cola do ao ouvido. Achando pouco a transa, comprou um elefante branco a pi lha e corrente ... e car regava o trê: quilos de rádio para aonde ia. Ga nhava pouco como Es criturário. llal dava pa ra a manutenção de ca sa. Ainda bem que, com quatro anos de ca ar!o ainda não havia apare cido filhos, de modo que a despesa era relativa mente pequena. O pouco que sobrava Juvenal em pregava na aquisição de jornais locai e de ão Paulo: Gazeta Esportiva, Revista Placar. Critica Esportiva. pagava nos es tédios ingresso: de ami gos mais íntimos. e com prou uma cadeira cativa. Toda semana jogava de zoito cruzeiros na Lote ria Esportiva - provando que, além de doido era também burro. - Adqui riu uma tal de "Enciclo pédia do Futebol Brasi leiro", apelação de pica retagem esportiva. Sabia de cór e salteada a vi da de Pelé, Rivelino Tos tão, Paulo César, Mari nho, Edu e de mais uma infinidade de "astros'. do chamado " esporte bre tão". Almoçava e janta va bola. Acordava com Jairzinho na cabeça, já tendo ido dormir com Gerson na cuca. Por ül timo, vinha escrevendo uma biografia de Garriu cha, a que deu pomposo título de "O Grande In justiçado". Esgotava a paciência dos chefes e dos colegas ele trabalho. Segurava a gente pelo braço, na rua, para vo mitar futebol em cima. Andava com o olhar es gazeado (com o olho rú tilo, como diz Nelson Ro drigues). chegava ao es tádio três horas antes do inicio da partida. Dia de jogo não almoçava ( ou não jantava, se a peleja fosse a noite ), mas co mia sanduíches lá mes mo nas arquibancadas ou esturrado em sua cadei ra cativa. Deu para fal tar ao trabalho, a firo de assistir treinos coletivos. Não tomava mais banho nem cortava mais cabe lo. Deixou a barba cres cer, pora ficar parecido com Brito e ficou pare cendo com ... o diabo. ó falava em futebol. Com prou também um unifor me •do Flamengo para vestir nos fins de sema na e sair esnobando pe lo bairr,,, palbuçando de bodega em bodega. Em seu quarto de dor mir, era bandeira, chu teira, camisa, calção, meiüo, joellieirn (não jo gava, mas e fantasiava de jogador. ora por ou tra). A sala-de-visitas de sua casa era uma ga leria em fim, um mu eu: de de LeôJtitlas a Pelé. de "raspão". Como todo mundo, fazia, todas as semanas, 11 pontos, trar quilamente ( os 13 que é bom, bulhufas! ). Pergun tado sobre o que faria se acertasse o " bolão " respondeu sem hesi t a r "Mandarei o Escritório para o ralo que o parta. Construirei o Juvenalzão, com capacidade para 200 mil espectadores. Orga niznrei minha patota e arruinarei os cartolas que estão arruinando o Flamengo. É. . . cartola comigo come ria banda podre. Eles vão ver o que é bom pra tosse quando eu estiver por cima da carne seca! ". No dia do amistoso Brasil e uécia, inconror mado com a derrota da " aleção Canarinha", Ju venal baixou no " Que bra Costela", buate da péssima fama, e tomou ali o maior porre do mun co, misturando cachaça, cerveja, conhaque. uis que, cinzeno, campari, A turma de gozação em martine, vinho de mesa, purrou corda nele. Juve- moscatel, um tal de "Sam nal pôs de lado a biogra ba em Berlin" e aquele [ia de Garrincha e come- vinho afado que vem ou a ler, decerande para em barril, do Rio Gran responder, aqui na Gua- de do ul. aiu de lá pe nabra mesmo, sobre Fu las quatro da matina, tebol Brasileiro de Todos morto de bêbado, resol os Tempos, no Progra- vido a dar o maior cou ma de J. Silvestre, o ro na oêmia. já que es qual j: nos ameaça com tava inflexivelmente con sua volta, agora na TV vencido de que ela ba Globo. Juvenal a n d o u via feito macumba para uns dias falando só. A- o selecionado brasileiro cardava de madrugada perder. para estudar futebol, e Saltou do ta xi às conseguiu um colega de- quedas. la num pau só. :,ocupado; meio lelé da Chegou à porta de casa. cuca, para confidente. Do Estava com ódio, decidi na NOEMIA. como era do a "quebrar as cadeias natural, ficou super-ner- do destino". vosa, preocupada com o _ descanso que lhe vota va o esposo permanente mente voltado para o fu tebol. Pode-se dizer, seu: medo de errar, que Ju venal jogou âona Noê- mia para escanteio ... e ela, mulher ainda jovem e cheia de viço, digo, de Cadê a Noêmi:t, a- vida, não se conformava quela vaca? com isto. Na " Esportiva " co mo todo mundo que jo ga ali onde o Governo é no banqueiro - só vivia l A empregada, apavo rada, veio abrir a porta e foi logo dizendo: Quero as minhas coo tas agora mesmo, " seu" Juvenal. Não· fico aqui nem mais um minuto! Dona Noémia fugiu coma aquele paraibano da mercearin ali da esqui na ... e eu não fico a qui nesta casa nem pra ir pro céu! O deputado Gastão Muller (Arena-Mt) é, ao lado de Antônio Carlos [MDB-Mt) e outros parla mentares de ambus os partidos firmemente favo rível a uma reaivi.ão territorial do Estado de Mato Grosso. O primeiro argumen to para os que são favo ráveis à divisão do Esta do são as disparidades regionais existentes. O orte de Mato Grosso, a partir de Cuiabá, repre senta uma imensa área práticamente despovoa da, com um potencial de riquezas naturais que se ·upõe ser enorme embo ra virtualmente desco nhecido. A parte Sul do Esta do é razoavelmente po voada e dotada de infra e trutura. Ai se encontra u região do Pantanal, de notável fertilidade do solo f tide. como maior pa. to natural do mundo. De acordo com a pro posta de Gastão lluller, o atual líato Grosso se ria dividido em dois es tudos: "O novo E tado de !lato Grosso cio ui, ou de Maracaju, denomi nação que há muito tem po está no consenso ge ral, cuja liderança cabe: rá, por certo à prosç.era cidade de Campo Grande deveria ter como capital a cidade de llaracaju, pois sua localização é a mais central possivel, dentro da área do novo Estado". Maracaju está coloca do no eixo da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, servida pela BR- 267 e possui terras das melhores, com altitude de 500 metros, ubundân eia de rios perenes, ener gia elétrica de Urubnpun gá etc. Assim, nas palavras do deputado Gastão lIul ler. Maracaju tem todas as condições para ser ca pital do Estado do mes mo nome, ou de Mato Grosso do Sul. A parte norte do Es tudo permaneceria com o nome que tem atual mente e conservaria Cuiu bá como sua capital. Na opinião de Gastão Mul ln, u mudança de nome deste Estado não passa ria de uma pilhéria de mau gosto; "O povo do norte de Mato Grosso ja mais se conformaria que sua terra, rica de tradi ções, de constante e pe noso trabalho. dP heroís mo, de sofrimentos, te nha uma designação ur gida na mente leviana de algum utopista irres pousável". Contra a Divisão O deputado Vicente Vuolo [Arena-Mt) mani festa-se contra a divisão te seu Estado. Como ou tros representantes do norte mato-grossense, VJ cente Vnuolo considera que sua região seria ir remedia velmente prejudi cada caso fossse trans formada em Estado uni tário. O parlamentar argu menta que não se pode admitir, "em hipótese ne nhuma. qualquer iniciati va desta natureza en quanto não for dotado o Norte de obras de infra estrutura, que chegaram antes ao sul, dada sua proximidaile maior com o litoral e com os esta dos de São Paulo e Mi nas Gerais. DOCUMENTO PERDIDO Foi extraviada a No ta Fiscal n.0 051, Série B 1 de 28/2/74, em no me de José Joaquim Fer reira Souto, referente a venda de 1 moto marca IAMAHA, chassis 05399 Ano 1974 - cor laranja 14,5 hp - 1 cilindro - Ti po Super Esporte. Publicação que se faz para obtenção do Certüi cado de Propriedade. Mel Vista 08/02/76 Hospital - (CONTINUaçao Dll p vo • PllGINll 08) TRI O ... tra médico, porém, que a valente e inigualável "turma do deixa disso " uclono11 com n máxima presteza os seus disposi tivos de segurança e nin guem sofreu danos fisi cos, apesar das provoca ções próprias do momen to "quente" do ambien to, conseguindo serenar os llulmos. Digno de no ta foi a atitude corajosa e de grande elevação moral tomada por uma ilustre senhoru. em defe sa de sou esposo, entre outras coisas reverbe rando certo cidadã<>, cu jo comportamento, consi derou ofensivo à classe médica do hospital. Depois desse "pega" em que a franqueza ru de dos contendores na dialética serenaram, a ". Dr. Presidente anun ciou a votação e depois a contagem dos votos por dois escrutinidores indica <los. conseguindo o resul tudo de 39 votos contra a encampução e 10a fa- vor, com 1 voto nulo. Dado conhecimento do resultado aos presentes, o Sr. Prefeito Dr. Castro Pinto dirigiu-se à Mesa requerendo certidões das datas das inclusões co mo sócios da Beneficen cia da atual Diretoria, bem como da Assemblé ia que a homologou. Pa rece que vai prevalecer a lei da Cll.marn de Ve readores, aliás como es tá prevalecendo, porque pelo visto. o caso irá pa ra o judiciário. Com o último ato, desceu o pano da apre sentação de tão "quente" peça. Nosso Comentario Apesar dos pezares acontece em Bela Vista coisas incriveis que dão para exaurir a re[lexão do individuo, e é nessa ocasião que se perde a tramontaua e pratica-se atos n a d a condizentes com a personalidade do cidadão que fica insensi vel ao que ocorro ao seu redor, como se o espiri to do mal dominasse n:o mentaneamente nquele a glomerado de homens e os compelisse a deseja rem aquilo que não de veria accntecer, o desa cato e desprestigio da As embléla e autorida des presentes. O que assisti na As sembléia convocada pe la Diretoria da B. H. de Bela Vista, foi uma des sas experiencias deplorá veis que não se d e v e permitir a repetição, sob pena de seus protagonis tas perderem a soma do respeito que se lhes dis pensam e por circunstan cias do momento, ir a guas abaixo todo o con ceito mais nobre que e possa creditar a cada ci dadão, até m e s m o no querer inadvertidamen te criticar seus amigos mais chegados. Esse in cidente n/ deve se repetir em nossa sociedade; tem que haver a ética, o res peito. É de se presumir que o ilustre advogado Dr. Kesio, asando de um es tratagema todo, especial para emocionar os pre sentes, em sua oratória, fez 11.lusão ao caso União Soviética e CUba, mas como um truque p a r a surtir efeito psicológico, o que de fato surtiu nes se caso da Assembléia da Beneficencia, porque o povo brasileiro tem me do do comunismo como o diabo da cruz, levan do em consideração ain da que os votantes já es tavam bem trabalhados com o aliciamento que citei acima, como pela peroração imperativa do jovem advogado. E possivel que o re pórter tenha deixado de anotar alguma " passa gem" interessante dessa memoravel Assembléia, o que é natural, mormen te em um ambiente ten so como aconteceu, pro- curando evitar a~ravos. Vamos aguardar o resultado, os juristas es tão ai, os interesse se chocam, mas a Benefi ceucfa de fato pertence ao povo que construiu seu patrimoafo. A Cilmu ra de Vereadores votou certo, o Sr. Prefeito Mu nicipal tambem agiu no interesse da coletividade, por Isso. o título desta reportagem: Povo Con tra o Povo. Jota Jota DOCUMENTO PERDIDO Benedito Ortega, de clara que extraviou seus documentos do Funrural Carteira de I<lentHicação e o Caroê do mes de no vembro de 1975 Publicação que se faz pa ra obtenção da 2 via. preço deste Exemplar 2,00 FR "IMPRESSOS DE JlLTD QUDLIDJIDE" EIR Talonários, cartões de visita, impressos a ores e carbonados, c +ite d onv1 es e casamento etc ... "PERFEIÇÃO E RBPIDEZ SERIO DO CLIENTE EXIGENTE" Rua Duque de Caxias Bela Vista Mato Grosso 3 llelu Vi,111 00/02/76 Hoje [ r - ORACAO DO DIVINO , . ESPIRITO StlNTO QUE LE E OI HE RO QUE DIZER S • CO DOE E T Esplrllo anlo, voce que me esclarece ludo, que Ilumina lodos os ca mluhos para que eu alln ga o meu ideal, voce que me dá o dcm cllvl no de perdoar e esque cer o mnl que me fazem e que todos os instantes de minha vida está co migo, eu quero neste cur to diálogo, agradecer-lhe por tudo e confirmar mais uma vez, que eu nunca quero me separar de voce por maior que (., 1. Reja u ilusão maler'ial níl.o será o miuímo da vontade que sinto de um dia estar com você e todos os meus Irmãos na glória perpetua. Obrigado mais uma vez (A pessoa deverá fazer esta oração 3 dias e será alcançada a graça, por mais dlricil que eja). Pu bllcar assim que receber a graça. (Publicado por ter rece bido uma graça). S.E.A.c.. ) o ox@o&o& o& ;-< x 1; * -- . . .i;,l i C a sa P e e u a r i s t a Ltda l x } i Produtos .:. 4.: ( 1 F ' } d s eternaros e Agrícolas, Ferragens, f i .-rti::os de Mo111aria e ~lnleriais de Cor.,1ruçilo ~ i em Geral. ~ Av. Duque de Caxias, 606 ! i c. P. 2 - Fone: 157 .Jardim ..71(.'[_ f ifsos so ossos.ooo<o>-<o-soa s,}if TRIOUHA DA fRONfflRA Editor - Chefe • ..Jooldo Pueira Gerente - Çjilso11 c5ilvo c5a11t,•s 01€1N)25 Chefe - dl11iwo dtdoir Paginação • ,!}dilio dt. .5ouw Impressão • .l!uiz Carlos !Dedé Composição - Nagib G'azime e QUilsen 9. !Dutra Departamento de Circulação • João Vicente Ocampos Departamento de Cobranças Chefe • Pompilio Miranda Colaboradores José Joaquim Ferreira Souto, Dr. Arohlo Medeiros, Rosita Rosa Gomes, José Glauecy Flo- re, J. Hefrey • Diretor Responsável - .Jualdo Pereira TRIDUNA DA FHO 'TEIRA é uma puhlicnçào dn Empresa Gráfica Tribuna da Fronteira. llt. lf, 112$ 10151 II IS IS5zau! Diretora - Maria E-tela V clasque:r: Pereira lledaçiio, Administr~çào e Oficina, • Run Duque de Caxias S-n- Bela Vista - Mato Grosso "As opiniões cmitidns no!il nrti~os O!>Sinndos nào rcpresen 1am o ponto de vista do jorn:1.1., podendo nté •cr contrnrin, a este. A opinião do jornal, acha-se expressa nos Editoriais e nos comentários não assinados" Simplesmente lncrl vel o que aconteceu 110 dia 28 último, às D horas da manhã, quando um humilde entregador ele jornais, com J;í anos de idade e já trab!llhando para ajudar em casa, foi vitima de um pequeno acidente quando estava em serviço. Ao preten der arrebentar com a mão o embrulho dos jor nais q u e devia entre gar, o barbante entrou na carne e houve um corte profundo. Isso a conteceu em Dourados, numa manhã bonita e ensolarada, depois de to dcs satisfeitos com os últimas chuvas e a cida de sentindo-se feliz. O menor que entregava jor nais é o José Gilmar Fer reira, um meniuo alegre e trabalhador que ficou atordoado ao ver o suo gue. saindo em quantirla de. Levado à pressas para o Hospital Evangé lico onde foi atendido prontamente e l'ellos os- primeiros curativos, fo ram tiradas radiografias para verificarem se hou ve fratura. Mas, enqnan to esperavam o resulta •lo, foi chamado o médl co especialista em orlo pedia e traumatologia, para atendei· o garoto. Então Começa o Drama do Menino O méd co chamado foi o dr. Tadasbi Kami nice. que tem seu conul tório na Rua Hilda Ber go Duarte 441 e costu ma atender o8 casos de sua especialidade tam bém no Hospital Evangé lico. Iniciou o seu traba lho e enquanto cuidava do paciente perguntou lho o que fazia, onde tra balhava, como aconte ceu o fato. Nesta altura o dr Ta:lashi perguntou à enfermeira se já tin barn feito o pagamento sendo iuformado pela dl reção do Hospital que is o não seria . problema porque os eus sen·iços Reriam pagos logo fosse inf.Jrmudo o patrão do menino, que trabalha oes te joroal. O médico sus pendeu imediatamente o trabalho que fazia e dis se que só recebendo a- dla11tudamente é que cui daria do acidentado. Pri meiro o dinheiro. rlepois o tratamento, disse o dr. Tadashi. E deixou o ga roto gemendo de dor in teiramente sem as. isten da médica. As Providencia Chegam a Tempo É .-ntilo que o dire tor de "Folha de Doura dos" toma conhecimento do que estava acontecen ct,, e dirige-se Imediata mente ao Hospital, mas não pode encontrar o dr. Tadashi que tratou de desaparecer e ninguém soube informar onde es lava. Levado ao conhe cimento do dr. CJssano Arakaki o que ocorria. t" -te médico, que diretor do Hospital, imediatamente deu atendimento ao caso, para o qual não ra necessário um ortopedista, ficando o pacirn te ob seus ,cuidados l POSTO SINTB CftTIRINll LTDII , berto dia e noite Borracharia - Lubrificantes Diesel Gasolina Anexo: I .anchonete Avenida Visconde de Taunay/Esquina Floria no Peixoto Perto do Bnnco do Brasil Guia Lopes da Laguna Mt. POSTO siio CRISTOVÍD de Theobaldo Amaral Lavagem - Lubrificação - Troca de Óleo Borracharia - Balanceamento de Rodas Rua Conde de Porto Alegre s/n Bela Vista Mato Grosso O Juramento de Tada-hi Quando recebeu o eu diploma de licenciado para o exercício da medicina. o dr Tadashi Karinice deve ter fei to um juramento solene, do qual se esqueceu muito deprs a. aturalmente ele pensa que jurou receber na frenre memo +endo um caso urgen te. Está claro que um prófis ional leve receber o pagamen lo de eu trabalho, ma, um mé dieo, cuja receita não é de Jário mínimo, que vive confor tavelrente e é distinguido com o respeito de todos, no pode ficar tão cravo do di nheiro e chegar no ponto de= negar tratamento quando al guém precisa de ser atendido con urgência, principalmente dep_ois de j:í t.er começado, o pacente, uma criança, entre ~uc ao desespero por s.rntir e abandonado. Isso é mons truoso, desumano, porque o menino nada tem com alrum . .. ressentimento que posa exis tir por parte do mt:dico que o atendia, um covarde que não teve coragem de apresen tar-se quando procurado para explicar-se. (Folha de Dourados) COMERCIO DE CEREAIS UNIÃO IGRICOLI LTJI. 11 Uma Firma Que Ajuda a Construir a Nova' BELA VISTA " Crescemos de Mãos Dadas com o AGRICULTOR e O povo Belavistense Perto da Ponte lnternadorral 1-------------------- Avenida Teodoro Sativa 11 CÂMIRII E I ENCAMPIÇÃO DO HOSPITAL Para que terceiros menos avisados, n!io des creiam do gru de zelo da Cllmara Municiou!, no trato com as coisas ntl nentes e do lnterêsse do povo de 1ela Vista, e para que dúvidas nüo palrem sôbre o critério democrático dos senho re vereadores, tlemons trado na discussiio da r.oatrovertlrh Lei nº G49/ 75 cuidamos ser acon selhável esclarecer a po pulação sobre o momen toso assunto, pela fórma seguinte: Encampação ou Desapropriação? Quando nos chegou às müos o projeto n.o 8/75 do Executivo Muni eipal, causou-no e: tra nhezu a terminologia ·•encampaçüo" contida no referido instrumento, Isto porque mais apro priado nos sugeria, fos se r,moregado o têrmo "desaproprl:H,:ilo". Contu cio, ll dúvida quanto a limpidez jurídica do vo cibulo utilizado pelo E xecutivo ilunicipal, foi nos atenuada, ao recor rermos no "Novissimo Di cionário Juridico Bra l leiro" de autoria do fes te-judo jurista, Pedro Or !ando, que de forma sa tisflltória e convincente, concedeu-nos ba ses téc nico-jurídicas, para o u o de da arepção de "encan;' pur por rlesupropriar". O dicionário meneio nado, diz o seguinte: "Encampar: E o mes o que... Modernamente tem adquirido o sentido dt> "clrnmur a si a res onsabilidade de um ne gócio áté Pntão dirlgido por outrem". (,Julio Pires. in R.L.P. v. 55), como nota eluciduli vu, acrescenta: O Gover no encampou a Compa nhia de Beberibe, o que deve significai que o Governo cburnou a si to do ativo e passivo da Companhia, passando a dirigi-la" Pelo que se viu aei ma, muito embora. o têr mo ·'encampar" não se ja empregado com a a cepção clássica para o que se propunha o Exe cutivo Municipal de Bela Vista realizar com o Hospital, por outra par te não é iujuriilico, pôsto que modernamente. co mo nos ensina Pedro Or lando, com exemplo ilus trativo da Companhia Beberibe que fora en campada pelo Govêrno os vocábulos se asseme lham. O que estaria er rado seria se o Prefeito reccrresse ao judiciário sem a distinçúo clara das duas terminologias. pela unanimidade dos O Projeto de Lel N.o 08/75 seus membros, com pa- do Executivo Municipal recer q u e recomenda de Bela Vista e sua que, na encumpação rio Votação: Hospital S. Vicente de O 1 t de Lei e Paula S"jam também en- pro e o - , - d t d ti manado do Exmo. Sr. campa as e as as en - dacles mantidas pela Be Pref eito Municipal, com neflcencla Hospitalar de a finalidade de "encam jela Vista: - Hospital, par" o Hospital São Vi- Ambulatório. Escola cente de Paula, recebeu de Enfermagem e Mater acurado estudo e caloro nld'l.de, ouvindo-se prévl sa dl cuss!lo no plená amente a Assembléia rio da Câmara, te nd o çerl daquela Institui- sido põsto a debates em d b duas sessõe1_1 ordh,árlus. ção mautene ora so re as medidas tomadas atra- A exposição de mouvo do Proj. de Lei. do Sr. Prefeito, calou- Com a providencia nos, profundamente. P sugerida, estará o Exe lo qual demonstrava a cutivo Municipal, respei intenção do Executivo {4ndo o disposto nos de dinamizar os serviços Esta tu tos da Beneficen daquele estabelecimento ela para em seguida. de saúde em beneficio d gulimentar a lei e ini povo, empregando iuú- ciar o progresso de en merns verbn11 orçamEln- campação pretendida tárias muail'ipuis e ou- pelo municipio de Bela tros auxílios de fontes Vista. diversas, razões que nos Que esta arrojada fizeram aprovar o rele medida, seja um marco rido Projeto de Lei. histórico da V adminis- Contudo, ao apro- tração e que alcance varmo o Projeto de Lei, ela os seus obJ'elivos recomendamo: ao Sr. Prefoito lluaicipal. por em benefício de toda a oficio, que aqui, para a nos a comunicude. id Cordiais Saudações. que não mais se duvi e Dr. Pedro José Palmieri do grau de zêlo da Câ- Presidente marn ~lunicipal, pelas Osvaldo Turini 1° Secre causas dos muaicipes tário. de B..-Ja Vi ta, 0 repro- f:ste eram os esclnreci duzimo na integra: •·e >f. 129/75 mentos que a Câmara Bela Vista, Mt, 4 Municipal de Hela Vista. nov. de 1975. deveria ter feito perante Do Presi,ieute da à A sembléia do dia 1.o Cilmara ~Junicipal de fevereiro de 1976, más Ao: Exmo. r. Pre- que se reservou, para fa feito Municipal zê-los de forma oficial Nesta e por escrito, em defesa Assunto. comunica das boas intenções dos aprovação de proj. de nobres vereadores, a que Lei e sugere medidas. temos a honra de presi r. Prefeito dir, nu questão da en Tem O presente a campação do Hospital fiaalidude de encani São Vicente de Paula. nbar à V. E.-..-:ia. o Pro jeto de Lei no 8/75 de 20-lo-75, que foi aprova- Presidente da Câmara do em sPgunda discussão de Bela Vista. Pedro José Palmieri TRIBUNA OI FRONTEIRA "Orgão Independente a Serviço da Região" Ano 1V - }tela Vista MT.-- 08,02/76-- N" 196 ENFOQUE (FITOS E SOCIEDADE) BAILE Tribuna da Frontei ra deu um furo nacio al ao publicar na edi cão de 13/7/75 n" 163, uma noticia a respeito da intenção d o ator matogrossense D a v i d Cardoso de filmar em Bela Vista "A Fetirada tia Laguna" de Viscon de de Taunay. Confir mado a noticia, a revis ta VEJA de 7 de janei ro do corrente ano publi ccu uma entrevista com o ramoso ator; tendo o mesmo s e referido a filmagem na região de Bela Vista. Foi um furo nacional graças ao ami go Gay Cardoso Gal vão ... As promoções feitas pelo popular Catureba, são de alto nível. Saba do pp. mais uma de suas promoções, no tr adiei o nl Clube Eesporlivo Be lavistense. Conjunto musi cal agradou a todos. Foi animação total. um ambiente sadio e de muita alegria, jo vens casais sambaram; entre os presentes {lesta quei: Marilene-Adonai, Antonio Pedro-Hilda lla rin, Carlos-Teima, Corel Beatriz, Torraca-Ju sara Gão-Tati. Felix-lk lide fouso-Oeto, Guto-Bilu, J o sé Ronaldo-Laura, Preto- andra, l auro-Carmeli, assim como os casais iloacir Barreto e ra. Getulio Lino e ra. -- cG Animados prá valer: Leila, Roberto, Eliza lla ria, Dinbo, Ritoca, Chico Mariangela, Couvara, A na Maria, Julinho, Flavio Nelis, Helinho ti Rosalva VIAGENS Deu uma esticada até o Rio Granfo do Sul o jovem Flávio Pinheiro. Tambem Janes Velas quez que voltou encanta da com a Cidade Mara vUhosa (R.1) -...-« CASAMENTO Dia 31 pp. casou-se em Campo Grande nossa Mis Célia .Mello. o# O RADIALISTA Arcellno, com seu animado programa no horário das JO às II hs na Rádio ZP 23, com grande n!! de ouvintes e sendo bastante elogia do, pois o rapaz merece mesmo!!! D-... ANIVERSÁRIOS Dia 29 - Marcos Silva e Rosane Rossi. 30- Hermelinda D. Mira da, 1 - érglo Flores e José Luis Loureiro 2- Perciliana P. Masca renhas e Rita C. Pinhel ro, dia- 4 Hortencio R. Es cobar e Marilza Fernan des. DESMftlüDORJl Bela Vista MS Serio de esmatas, Istoa, lutes e Ieaphy. firma alanne cai/ta e itiea Trai ar com o Sr. Ialter [sratar lutes pso Rio Mato Grosso # E, POIS O deputado Sérgio presente a reunião no Cruz será mesmo candi- Hospital, c o m o diz o dato à Prefeito de am- bom baiano ... "O pau do Grande, com amplas comeu solto". Nosso en- possibilidades de ser o . . . mais votado. Em prévia iado especial registrou raalizada rer.entemente - todos os ratos e traçou na cidade llorena, o de um per!il objetivo da putado recebeu 50% da «reuniüc» (sic) Leia votaçlio e segundo os "P p .. com,mtàrios ele poderá ovo contra ovo . ser eleito, pois o 'M.DB. 9oG.. cresce dia a dia e um Falando em Hospl- dos politicos que mais tal, o Dr: Roberval Bor se destacam é o deputa ges, foi nomeado Dire do Sérgio Cruz ... E, pois tor-CJínico p1.>Ja nova Ji- é • •• retoria. Ele merece, pro >>- fissional competente, Infelizmente, ou fe- homem íntegro, passado lizmente, o redator des- honrado, é de rato e de ta coluna não esteve direito um dos mais des tacados médicos belavis tenses. O dr. Roberval recebeu em sua residên cia dia 4 p.p. o Conse lho Diretor do Rotary Club de Bela Vista que foi levar seu voto de apoio e solidariedade pelo lamentável acidente ocorrido na reunião do Hospital Nós da TRlBU NA acompanbare:nos o "caso hospital" impar cialente( como de costu me ), pois o que n!io de ve ser feito é esquecer o principal: O POVO. Preço deste Exemplar 2,00 Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº195_01_02_1976 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº197_15_02_1976 Voltar para a lista de itens