240_CORREIO_JARDINENSE_ANOV_Nº240_24_03_1983 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe Título240_CORREIO_JARDINENSE_ANOV_Nº240_24_03_1983Número da edição240Data de publicação24 de março de 1983Número de páginas6GeoCoordenada -21.478629309978384 , -56.137364476171335 Documento 240_CORREIO_JARDINENSE_ANOV_Nº240_24_03_1983 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto DR. ADHEMAR GODOY Advogado Causas c!veis e Criminais, PIO!m1s ele T rr .. ~. Imc:nMrios. Rua Cu±ab4 350 BELA VISTA MS E)l.11.or ChÕ!e: IvuldÕPêrolm - Ano V N.o 240 - 24 o si de ro &e Toa7 Semanário Jrdimn - MS - d .l p E EI DD nu M , A MUNICIPIOS OE MATO (jROSSO DO SUL li O deputado Ruben Figueiró (PMDB-MS) ;vôltou n apresentar. Projeto de Lei que na Le pilação passada no mesmo mês de março de 1979 o deputado FIGUElRô apresentou Proje to' i°dêntlcÓ que por determinação da Liderança • do Govêrno na Câmara ficou engavetado na Comissão de Constituição e Justiça nas mõ.os do se Relator ERNANI SATIRO - PDS - PB·, I · ~onto do 0<qW.amept• oomp"J,ód? doq"''' Mil AME NOS 1 Projeto com o término da Lcgislolura, o DcpU• tndo Ruben Figueiró volta a apresentá-lo na convlcçiío de que agora ele seja apreciado e VO• todo pelo Congresso porque atende umn nspira ço de Mato Orosso do Sul, como de todo Povo Brsllelro, Em sua justificativa disse o Deputado F!-. guelr6: "A Conslltu!çllo Federo.!, ao assegurar,· cm UATRO ANOS: tS o5: ] . o e ·s s9e er i- •º .... µ5• 18 ac? ,r· ais :,S, J r- , . as e P . Mesmo considerando duas dificuldades ~7' ~al.i;;ar o que poderá ocorrer na admi 'llln ração ~o ·PMDB • não é do partido e eretl Rig ente ainda não começou - o Deputado Ari estã°• 1.o Sec:etário da Assembléia Legislativa, utii aprec~vo: "o governador eleito montou pns 5eeretariado para contentar diversos gru á,,"?"}} sovemo hoje. assemelha-se a um con da O e todos sabemos que isso leva ao na ,,': Provocando a instabilidade admlnistratl- ~ ~ isso eu temo pelo Mato Grosso do sul, do+.," que nesse quadro instável o governa- . fiCUl= exerce o seu poder e pelas enormes di n es internas que diáriamente nota-se , to, que Wilson Martins !icará quatro anos ~ co ndi ções de assumir o comando do Esta- t ll.igo admite conhecer profundos descon $n!Amentos da parte de pzemedeblstas atuan- tes eom a maneira que determinou e. monta. gem do governo, "e isso nos de!xa ainda mais descrentes· nos resulte.dos destes quatro anos ao ponto de afirmarmos que nem 30 por cento das promessas feitas durante a cnmpanhn elei toral, responsáveis pela vitória do partido, se rão cumprldns". . O parlamentar demonstrou proocupe.ção com ns demlnclns nnscldas de destacadas f! guras do próprio PMDB, dando conta da csca- 1.adn comunista dentro do governo: "se torem verdadeiras estas informações estou cético quanto oo desenvolvimento do Estado e multo mais ainda diante d.a contribuição que dare mos oo aperfeiçoamento do processo demo orático ·brasileiro".•· - OPOSIÇAO AO GOVERNO Comentando o comportamento político que a bancado do PDS.deve adotar no parla- • menta sul-matogrossense, Ary Rlgo debcn bem claro o disposição dos deputados em se opo rem oo governo do PMDB, frisando que "não abriremos mão -desse direito, muito embora seja uma atitude coerente e transigente, em nenhum momento capaz de atrapalhar o cres cimento estodu:Jl ". Defensor da escolha· do pre feito da capita! pela via direta, "ünico meto 1e- . gitimo e democrático", Rigo não alimenta espe ranças de que atual processo (nomeação pe lo governador) venha· a ser· nltérado. Par ele a emenda do senador Mauro Be nevides e o iniciativa do Deputado Armando Pinheiro, ambos tratando da escolha direta dos pre!eitos dos capita.is, não passarão no Con gresso. ' • • • • ; ·- Certo da manutenção do processo a curto prazo, Ary Rlgo critica o governador Wilson Barbosa Martins por ainda não ter encaminha do 'a escolha do prefeito de Compô Grande, ! frisando que a cada dia que a capital fica sob { uma administração interina, será mais um dia a contnõulr para o crescimento dos problemas "todos sabemos que um prefeito transitório está impossibilitado· de dar as soluções dese jadas pelo povo aos problemas de ordem infra _estrutural ou social". • Segundo ele, ao PDS caberá a análise apu rada do nome proposto a Assembléia Legisla, tiva "e vamos exercer até. o nosso direito deve to se enterdennos que o· indicado não reúne as condices essenciais para resolver a gama de obstáculos com que se depara o administrado" de ma cldge como mpo Grande".... seu nrt. l!l a aulonomla municipal estabeleceu dois tipos: a) a autonomia pleno ou completn, quando o eleitorado do município elege os prefeitos, vice-prefeitos e os vereadores: b) a autonomla Incompleta ou imper!e.lta, quando a escolha dos prefeitos e respectivos vi ces é feita pelo Governador do Estado, conser• vando-se entretanto a eleição dos vereadores e 11 ndmlnislraçllo própria. A autonomia plena foi assegurada pela Com ptuiçllo aos munlc{plos, em quase sua totali dade, ressalvando-se, todovia os declarados de Interesse da segurança nacional, que tiveram a riua autonomia llmltnda .. ' Nos termos do art. l!I § l.o, b, da Constl t1-1lç!lp! serão nomeados pelo Governador, com pr6vfo aprovação do Presidente da República, QJI Prefeitos dos Municípios dqclnrados de ln tree da segurança nacional, por lei de inicia ttva do Poder Executivo". Ex vi. deste dispositivo constltulclonal os -,çunlclplos de Amambn.í, Antonio João, Aral Mo rctra, Bela Vista, Caracol, Corumbá., Eldorado, Igunteml, Ladárlo, Mundo Novo, Ponta Porã e Porto Murtl.nho, sofreram restriçes às suas au tonomias, hoJe, a, sua.s populações não podem rrmi• eleger os seus prefeitos, Entendemos que não há ma!s razão plausível que justifique tnl impedimento, Tals medidas rli. iu•ti!ic_avam, ?OS idos de 1969, quando a Na ção estava mergulhada numa crise política, o ·que n.'lo ocorre mais. A sltuação atual é de ple n restauração democrática. Projeto idêntico apresentei na Legislatura Tarsad que infelizmente ficou engavetado na CQ,'nlssão de Constituição e Justiça por quase qu~tro anos, até ser arquivado por força do ar -figo 116 ao Regimento Interno desta Casa (Ane XJ l). • Ademais, são recentes as afirmações dos Senhores Ministros Danllo Venturíne e Ibra hlrn Abl-Ackel de que o Senhor Pre;!dente da República já tem em suas mãos estud.'.l, percu cientes sobre a problemática dos municípios en quadraco~ na área de seguranç.a e, 1.nclusivc, o préprio Ministro Venturin! acrescentou que nprovadrunente cem município:; poderiam, de .: co:do com as exposições de cativo; !c'.tas a Su:i Excc'ênc:ia o Presidente da Repúb'.!c:a, serem excluídas daquela medida extrema. S· o Executivo est neste propés!to, espera mos venha o presente P.--o;eto, que er:J.ana do 1/.?gislativo - o i::oder do Povo - m~rccer a apro vação de rcus ilustre: Pzr;", .Eleita a nova diretoria da ffDJORI Diretor da Rede é o vice Presidente Cassaio o • títulu de Aluísio Coelho e crítica ' Pedross!an a Em reunião realizada na cidade de Nova Andradina, dias 19 e 20 pp, a ADJORI - AssÓ ciação de Diretores de Joranis do Interior de Mato Grosso do Sul, elegeu a nova diretoria que 'irá dirigir os destinos da entidade no biê nio 83-65. Foi eleito pre.sldente o jornalista .Jo ão Nataliio de Cliveira, do Joral da Praça, de Penha Porã, a posse da nova diretoria será no dia 16 de abril, em Ponta Porá, com a presença do Presidente Nacional da Associação, Nivldo Carrnzonc. O diretor da Rede Belavistense de Jornais, Jcnalista Ivaldo Pereira, fei eleito vi cc-p..-csidcntc. Na reunião da AD.JORI, o atual presidente, Teodorico Luiz Viegas, falou das dificuldades da imprensa interiorana, criticou O governo Pe dro Pedrosian e, com aprovação unânime do ple nário, cassou o titulo de Sécio Honorário conce dido a Aluísio Coelho, ex-secretário de Coru nica;ão Social, (Pigiaa 2) y IDJORI (MS) ELEGEI NOVI DIRETORI E CONCLIMll OS IORNIIS INTEIIDRINOS I SE UNIRE Em reunllo real}zd na cldade do Nova Andradin, tendo como nníltrlt1o o jornali:;ta Pedro Alzoll, do Jornal D'Oeste, daquela cida de. os diretores de jornais do Interior de Mato c:os-:o do Sul, !lllndos ADJORI (MS), rcu n!rm-e m Asembléla Geral p/, lelço da no va diretoria e tratarem de nssunto1 at'·entcs a classe, O prosldcntc dn ADJOnl, jornnll.,la Tco,lo• J'lcn Luiz Vlcg:n, da l•'olhn de Dourndos, na O• porlunldnclo, conclnmou os diretores dos Jornnls Interior;nos n "se unirem da vez mnls vlsan do o fortnlcclrncnto da classe." Com a presença dos diretores (e represen tnnt.es) Joilo Nntnllclo OHvclra (Jo:nnl da Pra a, Ponta Por); Ivldo Perelra (Tribuna da Fronte'r. Bela Vista); Dupré Garcia Coelho (Folhn Rcgl~nnl, Cnmnpuà) j Dlrcélln .Aires (O Democrata, Caarapó); Avaro Pereira (Trl bunn Popular, Jardim), Izollnn Oliveira (Tri buna Murtlnhen~c, Porto Murt:nho) i Afonso Marln (Correio Jnrdlnense, Jardim); Cnrlos Tadcu Mamede (Jornal de Pnlto, Don!to), Pe dro Arlzoll Correa Batista (Jornal D'Oste, No va Andrdlna), Ubaldino Rodrigues (Jornal de Antonio João, Antonio Joilo) e Teodorico Luiz Vlegos (Folha de Dourados, Dourados) a AD JORI reuniu-se na Càmnra Municipal de Nova Andradina, gentilmente cedida pelo presidente do Legislativo, às 17 horas, tendo !!Úmero legal e obedeceu os Estatutos procedeu a eleição da nova diretoria. O diretores de jorals flcaram hospedados no Primavera l'nlncc Hotel e fornm homenn ,ieado~ com um almoço e jantar fetivo no res t:.urante Ki-Dellcla, pelo prefeito de Nova An drdIa, Getúlio Gldeo, Impoz!bttado de com parecer Gldelo, fol representado pelo vce-Pre feito e o Assessor de Relçde Públlcas da mu nlc!p:illd:idc A noite todos 05 dlrctoreg pnrtlclpnram do Jantar festlvo no KI-Dellc!a, que contou com a presença do Presld. do Câmara Municipal, Vice• prefeito e o assessor de Relaçõe~ Públicas. Na ocnsl1io fizeram uso da palavra o Jornallsta Du pr Garela Coelho, Ivaldo Pereira, João Nala- 1Jclo Ue Oliveira e o representante do prefeito que agradeceu a presença dos diretores de jor nals em Nova Andradinn. DUPRE GARCIA COELHO O jornalista Duprê Garcia Coelho, da Fo- 1ha Relonl de Camapuã, saudou o povo de -Nova Andradlno, o prefeito Gldeão, e disse es tar ADJORI "em boas mãos," com a· eleição de João Natallclo. Falou o respeito de Teodorico Luiz Viegas, 'pr<!sldente que conseguiu unir a Imprensa do interior sul-matogrossense. Disse também que "Nova Andradina estava de para bens por ter em Pedro Arlzoll um representan te a altura das tradições da cidade" Dupr~ !oi eleito l.o Secretario da ADJORI. IV ALDO PEREIRA O diretor da Rede Belavlstense, eleito 1.o 1 Vice-Presidente do jornal bterlorono, disse que Teodorico plantou a semente que germinou, deu frutos e João Nalaliclo dará continuidade n seu trabalho. Falou também "os que assistem a série Cosmos . de Carl Sagan, veêm a magnitude do universo, com milhões de estrelas que integram o grande c6smlco. Assim é o jornal do interior, uma es trela entre as muitas do mundo da comunica ção, uma pequena estrela, mas tão Importante quanto uma galáxla, pols faz parte do grande todo e est6. sempre brilhando.'' CHAPA UNfCA A reunlão transcorreu num clima descon trnfdo, sendo que foi npresent.adn chapa unlca. Assim ficou constituida a nova diretoria da Associação do Jornnls cio Interior: 1 Presidente • Joo Natallclo de Ollvelra - Jor nal da Praça • Po.'lta Poril. , 1.o Vlee. Pres. Ivaldo Perclrn • Tribuna dn Fron teirn • Belo Vhtn 2.o Vice Prcs. Pedro Arlzoll Correia Bntistn • Jornnl D'Ocste • Novn Andrndinn l.o Secretario • Duprê Garcia Coelho • Folha Regional • Cnmapuã 2.o Secretario • Elias Vieira - Correio de Co rumbá • Corumbá l.o Tesoureiro • Dircélla Aires - O Democrata Canrap6 2.o Tesoureiro • Orlando Alves Martins • O Zangão Diretor Cultural - Irineu Ferrari • Jornal da Cidade • Miranda Diretor Patrirnonlo - Munir Alle Darrage • Folha de Rio Brilhante - R. Brilhante Diretores de Relações Públicas • Alvaro Perei ra - Tribuna Popular - Jardim Diretor Jurídico - Jesus Hemandes - Revista Atualidade • Thês Lagoas CONSELHO FISCAL Presidente - Thcodorico Luiz Viegas - Folha de Dourados • Dourados Membros: Vlademiro Muller do Amaral • O Progresso - Dourados João Ferraz - Jornal do Bolsão • Paranaíba SUPLENTES Arnaldo Bastos - Jornal da Princeza • Aqul daunna Delgado Martins • A Noth;la • Amnmbai José de Oliveira Valadares • Jornal de Navlral • Naviraí MAIOR 1)1NAMISMO Após a eleição, os diretores de Jornais de hater:un vários assuntos, entre eles uma fisca lização maior dos chamados "Jornais Picaretas" a escolha da cidade sede do próximo Congres so, de início foi escolhida CORUMBÁ, o aumen do definir prioridades e implantar um dinamis t.égia a ser desenvolvida pela ADJORI, buscan to da mensalidade e estudos sobre a nova estra mo no relacionamento entre os jornais filiados. Nesta Assembleia a diretoria filiou, na Ad jori, com aprovação do plenário, Alvaro Perei ra (Tribuna Popular, de Jardim) e Delgado Mar tins (A Noticia, de Amamb:ü.) Ficou deefinido também a indicação de um representnnte da associação para atuar em Cam po Grande, junto ao Governo do Estado c deci dida que a próxima reunião da diretoria será na região do Bolsão, provavelmente Ttés Laças JOAO NATALICIO Agradeceu as homenagens prestadas nos di retores pelo povo de Nova Andrad!na, disso de sua satisfação em dar prosseguimento no traba lho de Teodorico. Disse que cm sua posse, em Ponta Porã, esperava ver os presentes e que a ADJORI lgressava em nova fase, de muito tra -balho e contava com o apolo de todos os com- pa.'lhelros. . 'PROTESTO CONTRA PEDROSSIAN Nesta Assembléia da ADJORI, todos os di retores !oram unânimes em protestar contro o descaso do ex-governador Pedro Pedrosslan que sempre precisou da Imprensa Interiorana, mas nunca reconheceu a sua lmportancla den tre do contexto lnfonnallvo do Estado. O presidente Teodorico Luiz Viegas distri buiu um ma.'lifesto a todos os diretores, agra decendo o apoio e a confiança recebidas duran te a sua gestão e falando a respeito do ex-go vernador e do ex-assessor de imprensa Alulslo honorário, que foi concedido em Assembléia Lcssa Coelho, que teve cassndo o título de sócio realizada dla 22 de março de 1981 "por julgar o detentor indigno da confiança dos diretores de jornais do interior." Teodorico, cm seu manl!esto, diz venho pa rn csto -Congresso com o espírito dilacerado, 11 magoa; o pessimismo tomar:un conta de minha mente, por não ter conseguido os frutos preten didos no final de meu mandato". Não .Teodorico, os frutos foram colhidos, a ADJORI prossegue, os jornais do interior, A PESAR DE TUDO, continuarão a circular, a lu tar e a reivindicar. O seu trabalho ficará nos anais da nistoria de nossa associação, não é Pe dro, muito menos Aluisio que turvarão o seu trabalho. Que culpa você tem quando pensou que estava lidando, no Governo, com homens, e não com moleques? O "cano" do Governo Pedro Pedrosslan nos jornais intei;ioranos UM DIA terá resposta, po is as pcaras sempre se encontram nos caminhos dos rios, e temos absoluta certeza: é mais fácil Pedro (ou outros da mesma espécie) precisa rem dos jom::is do que n&s deles. Quem viver verá, Felicidades, Teodorico, luta continua. PRONmiCIAMENTO DC TEOOORfCO Jlu. trt"!; Companhelro!I lnlcfalmen!-e quero nrrrn.deccr o npo!o e a onfinca que recebi, durante todo o esnco de tempo. ave tive a honra de imn!antr e dJ. rlr os dt!nos da Aoclaco de D!retores de Jornal3 de Inter!or de MAto GrO0 do Sul. Utlllzel todos os recursos ouo csl!vr.rnm no meu alne para corresponder n onfn. ca d0s senhores. Tenho cert.ew cm'l trlunfet em almns setores, mas tul mnos fel!z m ou tros. talvez por excesso do zelo no empenho de minha funo. n aul tentei dirifl e or! entá-la segundo os dItmes de minha consc!n cia em heneflclo de C..'ldn nssoclac:lo, por menor que n f<o VENHO PARA RSTE ONGTRll'IITENDJDOS NO FINAL DE MEU MANnATO. Acredite! até no último Instante no Gover no .Pec:lro Pedrosslan. emhom ndverUdo por companheiros mais experientes e conhecedo res. daii vfborns nne os Jornais do Interior es tavnm nlJment.ando. Em 29 de abril de 1981 nosso conn:inhelro Stenlo Congro, do Jornal do Povo. de Três IA pgoas, em uma carta de polo e estímulo li. P<:te oresldente, afirmou: "O Senador Flll!nto Mul ler ao morrer estava rompido com o governa dor de Mato GroSISO. por ter sido traftlo por Pedro Pedrosslan. afora outros restricões ciue fazia ao ex-diretor da N.O.B .. pois semnre se serviu dos amigos. dei.xnnd0-0s na chuva e no sereno ou na curva da estrada, pois semore mau amigo, não respeitando as velhas nmiza des qué serviram de escala para ele (Pedras- PIORE deixa a Paroquio Como missionário, mais uma vez o Pe. !ta. lo é chamado para a sua sublime tarefa evan gelizadora. Desta !cita para: dlrlgir um dos Se- minárias, na cidade de Brusque, Santa Catari na. Nas missas de Domingo, dia 06, cedo e a noite, despedlu-se da Comunidade católica, a gradecendo a acolhida que teve em Jardim, du rnnte o tempo que aquJ permaneceu na direção da paroql/.ia Santo Antonio, slan) subir na vida, tazend su carpira pll. tea". F'«ta dvern!a elo tarde, dei n!se4. mn!o os m companheiros. preterira prditar r evrn?dor e m Is n » Jhh {4 )avrroe rnd'd tit' ' "TO HOn(TIO" no ntio rt{rio !d Com:n!rio Sol! Sr A!O! Ir«1 Iho, nrovrdo em As«emb'ia Gera! d+ 22 marco do 1%1, cu titulo eu nrn! n! n{rio sela revoando, por I]ar O (deter! Ind'mno da continnn do Diretores d Jorl4 do Tterr d nos«o Estado. Porauo não n«sumi ns lutas ns rlv!n. dices dos !ornais Interioranos e findo nt distante dos momentos ma!s d1fils 'a {mpr1 sa do Interior de Mato Grosso do Sul. Te!xo o snaco nra outro comanheir, ' entrego um nssoc!aco leznlmento cor«t'ti4. da, nom estatutos reristrdos persondada Iur{dica leal. Participamos ativamente do to. dos 05 congressos e reuniões de trabalho n n! vel nclonnl mant!vemos nudincias com o Presidente da Repübllca e diversos m!n!stros d Estado. Fnunto do governo Pedro Pero3 slan nnda conseguimos o tentamos várias ve zes manter um nudinia e nos foi ""!?ada. Somente com multo esforco, quehrnnrlo riro.. toc61o. entregamos um documento cont.cndo relvlndlC'.ncões dn classe. o nual não mereceu a tencão do então ovornador. . Termino a estão com a conscfc'.lncla do. dever cumprido e nrodeço o opolo e n con fiança dos comoanhelros. Multo Obrkndo Nova Andr:ullna MS, 19 de Março de 1983 Theodorfco T,ub: Vieiras Presidente da ADJORI-MS E Sconto Antonio ' Nós é ue aor~decemo~. Pe Ita!o, pela sua prestatividade religiosa, lnldaUva.s e realiza ções sempre acompanhada de seus amáveis sor• . risos e uma humildade ::cm par. Para onde quer que vá, leve nossos agrade cimentos admiração e respeito pela sua intell,, géncia e culta capacld.ide religiosa ,em_pr.• ~~ serviço de Deus. .a lmobiliaria Jardim ltda. paga a prestação de seu lote Cliente Amigo • A IMOBILURIA JARDIM L'I'DA. lança o exclusivo SDV" (Sistera DomésticO de eodas) visando lhe proporcionar um excelente lucro extra, através da quitação da suas re"% oeorou eu 1e e srreo. as de e=etete nee&o se é "1f? A valor!zBção; a segurança; a tranquilidade do futuro nlicerçado em b:i.ses Melhor que isso é delar que nós paguemos sues presto.ções através do SDV. OOMO FUNCIONA O SDV • • •• 1 ·~ v. nos apresenta um parente, amigo ou vizinho interessado em adquirir um 0 os melhores e mais valorizados loteamentos de .Jardim. e para cada lote ~do. a !MO I I BILURIA .JARDDl LTDA., através do Sistema Doméstico de Vendas, quitam m~ te uma prest.açio para você. A!, !lell amigo nos n;,resenta outro amigo e também a- 1 uma prestação paga pelo SDV. A!, o amigo do seu =i!go nos apresenb O't1tro e ••• IMOBILIAJUA .JARDIM LTDA. CRECI 161-J Rua TeDente Bernardes, 100 - .J:irdim • MS. V.ALE Cr$ . Através do SDve (Sistema Doméstlco de Vendas) como papmento de prest.ação(óes) do ~ ...•...... Quadra · COntr:l.tO . ·ao ~ to . ..... ./ /...... . . DATA DEPTO. DE VENDAS Est.e é o ftle que Ihe dará direito a quitação de sua prestnção. AD nos apresentar "" miro, arrue ee mal mr preenchimento. • r c .. :c ste~t .... se:c:z: e "g .. - -- a r -- "3 i C',()RrtUO JAllDINf., !,m (Fundndo mn 10/00/70) C.0.Cl'.fF. l!Ull3.2O nn MATO GROSSO DO SUL l'ODl!lt JUDICl,mIO COMAJlCA DP. JAllDIM • MS CARTôRlO JUDICIAL ' 1'.DlTAL DE. PRIMEIRO E. SEGUNDO Lclltlo(s) slgnado para o dia 210383 e 0404} As 1:00 horas O Dr, Otto Dlttcncourt Neto, Juiz de Direito dn lea Vra Clvcl desta Comarca de Jnrdlm Es• do de Mnto Grosso do Sul, na forma dn lei, F A Z 5 A D E R todos que o presente e- ,~1 virem ou dele conhecimento tiverem que fornm arcados os 1lns 21--03-83 e 040483 As 15 :00 horas ,rn n rcnllzaç5o do Lell5o designado nos nulos N. 0 ,/82 de Aç5o BXECUÇllO POR TIT, IlXTRAJUDI• IAL que IDEM RODRIGUES SALAZAR. move con• a ANDRELINA VERA CAMPOS LEITil referentes is bens penhorados nos nutos nclmn mencionados baixo cnrncterlz.ndos: Umn casa de madeira, coberta, e telhas, com S6 ms, de construção e respectlva fra ão do lote de terreno urbnno dctcnnlnaclo pelo nú• cro 130 (cento e trinta) da quadra n.e 16 (dezcs ~ls), medindo n dita lraçõo 20 x 3C metros ou se nm, 600m2, situados na Vlln Ccl. Cnmls5o, nesta cl, l lndc, devidamente mntrlculndo sob o n.° R.22.838, .lvro 02, Registro Geral, licha 001, do CRI dcstn Co narca, Avaliado em Cr$ 550.000,00 (quinhentos e cln- 1 1ucnta mil cnu.clros). : para que ninguém possa alcl!llr !gnorti.neo, deter ninou o MM. Juiz que se expedisse o presente edltnl ue ser: publicado e r"ado na tonnn dn lei. ado e pnssndo ncstn cidade de Jnrdlm MS nos 22 dias io mes de fevereiro do nno de mil novecentos e ol- 1 entn e tr~s. Eu Olslcne J. Nc,·cs Esor. Jud. Q subs, TCl'll, O Juiz de Direito Dr. Ollo Bl1tencour1 Neto ..ESTADO DE AIO 6R05O DO SUL Pf>DUl Tt;DICU.RJO COMARCA DE JARDIM • M9 CARTó!UO J.,DICIAL EDITAL DE FRIMTIRO E SEOU!DO LI) dcignado pra dl 213€ 44 1 14.39 horas. Calcàreõ O rcr cor tio par o S0o PRODUTO DE ALIA QUALIDADE M.nrçlo DOdoqurna Ltd.. UE!ra: Rdoa Jardim a Porto Murunho - Km 4 Ecr!trio: Av. Duque de Car'as-99 - Jardim MS Dcurdo4: R Joqu!m Te'reir A! 17a5 "Ns creditmos m Mato Grcao do Sul e estamos trabalhando uge f ------------ _,, a it"' ..f.., O Dr. O!to Bittncourt Neto, Ju!a de Dirl!o da 1M VAr Clvel dct Comarca de Jardim. Is. tado de Mato roo do Sul, na forma da ll, FAZ SABER a todos que o prscnte c dital virem u dele conhecimento tiverem que foram mnrcndos os dlas 210381 e 404) As 14:30 horas para a reli7aço do Lil!o designado nos utos N? 48/82 de Aç5o OE EXl:.CUÇJlO que lllMÃOS STOC CO L1'0,, move rontm TOLEDO E SILVA LTDA. e rrfert'ntcs no, bens penhorados nos nu101 acima men clonndos nbalxo carctcrlzados: Dez pares de p· tins; 2°- Cinco mesas de centro; e Um parelho de Circulador de ar, que se eocontrnm dcpo~ltndo, em rn5os do Deposltcirlo Judicbl "adhoc" Wnltrr C:lcc res Marçal, vllados cm Cr$ 98.000,00 (noventa e oito mil cruzeiros). Outrossim, se n5o np:irccer Jicl, tante, desde J fica deslmnado o dla 040483 As 14:30 horas, ro m:smo local para o 2° Iel]0 público n quem mals der. E para aue n!rmu'm possa alezar lnorlcia, deter minou o MM. Jlz que se cxpdise o prese te edital que será publicado e nixdo r forra d lei, Dndo e pMsado nesta cidade de Jardim MS aos 22 dias do mes de feverrir do rn de mil noentos e ol tento e trcs. Eu Glslcnc J. Neves Escr. Judu o subs, crcvo. O Juiz de Direito Dr. 0110 lllttencourt Neto , .E.STADO DE MATO GROSSO DO SUL PODER JUDJCLRJO CO'.IARC DE JARDTht - AS CARTôRIO JUDICIAL t EDITAL DE PRIMEIRO E SEGUNDO LilIo() lcslgnado pnra o dia 21-03-83 e 040483 As 1:30 horas O Dr. Otto Blttencoun 'cto, Juiz de Direito da t.• Vnrn C(rcl dcsln Comnrcn de Jardim. I'.s tndo de Mnto Grosso do Sul, no forma da lei, p Á Z S A B E R t1. todos que o presente dltal virem ou dele conhedmento th'crcm que foram mnrcndos os dias 21-0J.83 e 040483 As 15:30 horas ,nr:i a rcnliznç!!o do Leillo designado nos autos N° ?66/81 de hç!l.o E.XE.CUÇÃO POR TITULO EXTRA IUDICIAL que NELSON CHAGAS. move contra ON PINA ROSSATI DA SILVA, referentes nos bens pe,. 1 iliorndos nos autos ncima mcncionndos abaixo carac ,criz.ndos: Um anel de ouro com uma pcdrn comum, valiado em Cr$ 20.000,00 (vinte mil cruzeiros) que le encontra depositado cm mãos e poder do dcposit5. . rio Judicial desta Comarca, penhorado As fls. 09, dos 1utos n."266/81 de Exccuç.1o Extrajudicbl. Outros- sim, se não aparecer licitante, desde jí fica designa- } 4lo0 o dia 040483 às 15:30 horns, no mesmo horário e local, parn o segundo leilão público a quem mais der. E parn que ninguém possa alegar ignorância, dcter ninou o MM. Juiz que se expedisse o presente edital [ue será pubic:,do e afixado na forma da lei. Dado e passado nesta cidade de Jardim MS aos 22 dins :lo mcs de fc'crciro do ano de mil no,·cccntos e oi lcntn e trcs. Eu Gislcnc J. Neves Escr. Judu o subs zrev0. 1 O Juiz de Direito } Dr oruo Bitencour Neto ,..__ AUTO POSTO DODOQUENA AUTO POSTO CAlIPAO Colaborando com o desenvolvimento de Bodoquenn, informa aos mlzos moto rlslns que tacam na rc;!:-:.0, par:. tor narem suas viagens mais tranquilas pas sando por Bodoquena, que já está liga da por as!nllo no resto do país. ODOQUENA - MS Nelson Chagas O grande p!ntor havia concluído uma de su:1.~ obrns, olhou-a clc-morndnmcnto: "Que Im!taço perfeita da real!dde...!" O apate!ro, que passava observou: -Ilustre amigo, parece-me que há um1 la ment6.vel defeito nos sapatos ... Indignado, o grande pintor quase repeliu :i. sugostáo. Notou, porém, que os sapatos des toavam do conjunto, maculavam a harmon!a. Umas pinceladas másculas, seguras, logo puseram termo n irregularidade. O sapateiro sugeriu ainda: -Seria conveniente retocar, também, o queixo. N:lo está multo bom. Desln !eltn, o pintor ruio se conteve: -Sapateiro, não vá além dos sapatos! Eis que tentamos abordar uma questão npalxonnnte, eivada de divergências: Sugerir 6 privilégio de alguns dotados do conhecfmen. tos especlallzndos ou todos, indlscrlmlnada mento, podem oplnnr? (sugestão nqul, é toda proposição felln com o Intuito de proporcfo nar melhoria). A sugestão, mola propulsam do progres, so, enriquece o espírito, rasga perspectivas. O sentido da parllclpação existe em toda a ta refa do pensamento. Mulln gente descobre coisas, verl!lcn que elas parecem boas e são más ou parecem m:is e são bo:is. Despertam intelectualmente, emergem das trevas do ime diatismo. 1 l Não convém a neutralidade, a lndl!eren ça, que faz do homem mero espectador do rit mo vertiginoso do progresso. • Se a realldndc apres~nt.a problemas, mo- Mussi inabil'aria ltda. .-1 CRECI 17 • J "CIDADE VIRGINIA" ADMINISTRAÇÃO DE IMóVF.IS E VENDAS DE LOTES CASAS· APARTAMENTOS • CHI.CARAS E FAZENDAS Filiais: Aquldaana e Jardim Matriz: Avenida Tiradentes, 59.: - Cnmpo Grande Caixa Postal 91 • Fones 382.19i9 • 382.19Ó2 Diretoria: Fone 382.0134 Campo Grande • Mato Grosso do SuJ "O MELHOR NEGôCIO EM JARDIM" "JARDIM RENASCENÇA" Local: 300 metros do Aeroporto Lotes à prestação em sté 36 meses "GRANDE LANC.UIENTO DA MUSSI IlIOBILIARIA Informações e Vendas Rua Ary Coelho de Oliveira 660 Fones: 2247 e 2248 ªSEDE PRôPRIA• • JARDIM • MS d!IqUm1o-!a. Todos nós, porém, cometemos erros. Ninu': dom!na verdade integral, e ta é uma das caracter!t!As da cond!ç0 hum na, um 'ribto que deve parar o homem, por er o "Te! d crç10". A!m & mpre consoe-. Ihável forma de convio de !d!as que é pon derar. O erro é tcnuado. Dltin um cético: "o homc-m nlto b115en n verdade, mas a comodaço. Procura as quo no atrapalham sua v!da, as que no Impedem que ele goze cl:iqullo que lhe nprnz. II:1 o ma. rasmo, a apatia - detxa como está para ver co. mo é qua !ica". A proporçll.o que correm os anos, o h0o. mcm vê enriquecida sun e,ro"rlCncla. qunndo depara com as mult!plas contingências que v!dn lhe Impõe. Hd, porem, pessoas que so locomovem po los arredores 1l condlçll.o de cegos • andam, an. dam, andam.tateiam, nada vêem. Por esta motivo na vida no se conta cm anos vividos mas em expcrlêncln adquirida, Isto d, na !or mn como o tempo !oi preenchido (há os quo "matam o tempo"), na maneira como o ho. mem o aproveitou. A experiência nã.o ao Imediatismo. Eis um processo de paclvidade. O sacrílego rcsoln aderir à corrente (no é que o cético dn cltn.Ção estava certo). Acomoda-se. Fossili za-se. outro rob0 fo! proliferado. Subaltemn! dade. conformista. Devemos nos es!orç:ir continuamente, combater os elementos negativos, conhecer nossas qualidades (e deric'l!ncia~l. F.m caso contr:1rlo m~da se conseguiria a não ser n cria ciO de complexos de frustração de desân!mo de pessimismo e de amargura. Esta totalldade rle comolexos tem um efe! to degradante - contagia a outros, aumenta a1n da mais a contribuição de erros e desajuste.5 que LTnpedem o gozo de uma felicidade fate gral. Não nos esaneç:unos jamais de que a roer. endoria mais ralios do universo n5 tem es. timativa - não tem preço • chama-se idéia. Não fujamos à realidade, não enclausur& rns o pnoronto nãn nos furtemos a uma posição de!inlda. O indefinido é o canõnimo, o que não ~ esforça (racionalmente) p:ira ob ter o seu lugar ao sol. Demos rédes a imaP.ina:;ão. Acatemos as idéias alheias. Não façamos ouvidos de mer cador as ponderações. Tah·ez o queixo do retrato estivesse, mesmo merecendo tmS retoques.. Quem sabe? AGORA TAMBÊM CONSTRôI A SUA CASA, trrILIZANOO os MELHORES MATERIAIS E DANDO o PRAZO QUE VOCE ACHAR MELHOR. DO ALICERCE AO ACABAMENTO, TUDO PARA SUA CONSTRUÇÃO, VOCl: ENCONTRA EM - JARDIHAO MATERIAIS DE CONSTRUCAÕ , LTDA. t 1 ••. -r TUDO PARA SUACONSTRUÇAO AV. DUQUE DE CAXIAS, 269 - JARDIM - MS. * * * * A ascenção 1 mcJhorin'.l concrct:i:; par:t a rn·J hcr • n•:;n•11:l F6lia Remberg, A; taxas de colaridd então, aumentaram, ms as mulheres continu- 1 d " r o--·· 1>·c ram a isolar-se nos chama1os gu - , , • -· r;arnndo-:-:c, em sua imensa maloria, para o ma lstrio. Quando ela chega à universidade, fatalmente escolhe, com rar[l'; cxccçóeã, o tnl• i3trio, carrelra, sabidamente desprestigiada", Paralclnmcntc, neste rne::mo peno<lo o nu mero do docentes mulheres, no 2.o grau aumen tou rJgnlílcativnmcnte. Na época, vcrificou-:e grave deterioração salarial na área. Os dados levantados pela pesqulsn referem-se à década de 70: "Em 1967, no Estado de S:lo Paulo • diz Fúlvla . os profossores de 2.o gr:1u ganhavam 13,7 vc1.es o snlario-mlnimo; em 1979, ganhavam 8 vezes o snlárlo-mínJmo. Ao mesmo tempo, a taxo de pnrticlpaçllo dos mulllcres no magist:S rio de 2.o grnu numentnva, cm 1906 havla 54 pro fessorns pnra cada 100 docentes; em 1979, 02''. CRECHE E PRÉ-ESCOLA Fólvla Roscmbcrg considera "absurdas" as estatlstlcas dlspon[vels na árcn da pré-cscoln e de creches, neste perlodo: os dados sõ.o COI• prof issionol M A ' Vulher ,,. e lena A mulher brilelra tm igrcszado na c- 1 mero crecente, no; últmos anos. No co n cm nu_: , ' ' , l 1 to F,C"undo pc~qul~:i:1 rcnllz:id:u por fu • n an , , " J' 1 vin Ilo:.crnbcr[l, Itrr,inn Foln Pinto e ~:.mcrn • da Negrio, da Fundação Carlos Charas, e:se nprente proreso e:conde a manutencã do" chamados "guetos femininos", nos quu'» ti i Ihcres continunm e:colhendo profisz63 1.:nvs respeitadas r.oclalmcntc e que pngom on m~n'l• rcs salários. A pcr.qulsn !oi c!:lcomcntl::.dn pela Unlce(, óri:5o da ONU dcdicatlo ll ,infunda, pu bllcndo no Drasll, pela Edilorn G.ob:il e ~ob o t[lulo "Educaçúo <ln Mulher no Brasil'. Scrrundo Fúlvla Roscmbcrg, nulora de. di verso:; trabalhos de relevância obre a realida de cln mulher bra,ilc!rn o n Educaç:io, h:i mul tas dificuldadcs em se coletar dados estatísti cos !;obre a escolar!'de do sexo fm'nino, no Pois, nlém de niío cxlsllr roHll:a glob::l on espcclfíca no sentido de se co.r!g'r as dlscrlml nnçõcs exls len tcs . "MILAGRE" A expansão da cscolaridc' " '.l época do cha modo "mllogrc brosllclro'' n11o se rc!lçtlu cm , As mulheres são menos aUabetizadas do que· os homens, lembrn a pesquisadora. Uma nnállse feiln por ela sobre o Mobral mostra que o órgão nunca chegou a de!1nlr pol!tlca alguma. em relação ao problema, estabelecen do conduta.espec!flca pnra a mulher. Isso se ria aconselhd.vel, uma vez que as matriculas de mulheres, no Mobrnl, sempre !oram infe riores numericamente b.s dos homens. "De .1940 a 1978, verificou-se melhora nl Udn na aUabetização dos homens e mulheres. Em.1940, 34.por cento das mulheres eram alfa betlzadas. Em 1978, a ta.xn passou para 69 por cento, segundo essa fonte. Dos homens, em 1940, 42 por cento eram alfabetizados; em 1978 71 por cento. . Fulvia. enfatiza a qunlldade de vida das mulheres analfabetas: As 14 milhões e 800 mil analfabetas que Unhamos em 1978 estão alijadas do processo de·parUclpação·polltica, em primeiro lugar. Ocupam;além disso, os piores lugares no mer cado. de trabalho, com salários baixíssimos, dns nssalariadns 97 por cento ganhavam ape nas até dois salários minimos. O rato - continua ela - é consequência da relação direta entre o grau de instrução, que não afeta apenas· o trabalho, mas também a natalidade. De acordo com várias pesquisas, o annl!abetismo tem relação, ainda não de to do conhecida, com o número de filhos. A esse respeito, Fúlvia lembra que em 1977, o número médio de filhos nascidos vivos do mulheres analfabetas era de 4,24. De uni versitárias, era de 2,36. Acresça-se a isso o rato de que grande por centngem de mulheres analfabetas é chefe de familltI. Por exemplo, para o Estado de São Paulo, em 1976, 32 por cento das mulheres anal!nbetas eratn chefes de fnmilla. 'Elas tem, então, um grande número de fi lhos; ganham os piores salários e sustentam M,IS FAROS E GANHAM MENOS -- " ...••• i!, sua familia. Niío pode haver problema maior. Observamos que, na trajetória da vida, os ho mens tendem a alfabetizar-se !ora da escola. Um dado Importante é o serviço militar. El sempre tem mais oportunldnde de se alfabe tlzar, provávelmente pela pressão do emnrep.o ou pelas possibllldades de ma.ior diversldntle em sua experiência. INFORMAÇÕES Para a pesquisadora. esses dados estatís ticos sobre a escolaridade são multo pouco informativos a respeito dos fenômenos que vêm ocorrendo. Ela entende que· é necessário compreender os dl!erentes slgnl!lcados dn es colaridade para o homem e para a mulher. Para o homem, prepararia para a vida, para a mulher, agiria mais como instrumento de proteção. Essa suposição, confirma-se em parte, pelos dndos colhidos na área do supletivo: De modo geral, a mulher tende apenas a !requentar os cursos supletivos, mais que se submeter aos exames. O [requentar escolas apresenta significados diferentes para o ho mem e mulher. Em palavras mais vulgares, para a mulher significaria controlá-la contra a ociosidade, contra a "vagabundagem" e tu do o que isso pode significar, em nossa cultura. Finalmente, Fúlvia Rosemberg, enfatiza que a transformação que vem sendo verificada na vida da mulher, em termos de Educação, não tem implicado transformações fundam:m tnis. Um exemplo disso é a da carreira de m'.! dicina: o afluxo de mulheres para esta área tem sido cada vez maior. Paralelamente, en tretanto, a profissão vem deteriorando-se não só em termos salariais, como também em re lação no seu valor social. Antes, inteiramente liberal, a carreira passa agora a contar com números cada vez mais signl!icativos de em pregndos, (Folha de São Paulo) - Nüo, eu nlo posso ir, ncsza hora cu t2- nho ginásllca. Est::i frase virou roti::: n'.ls ;::::::1- c!es centros e aos pouco:; está fazendo pn=:c c;o cot!diano dos habitantes, principalmente do ::: xo feminino das cidades do in!crior. Fcrr.ini:-:o, pois os homens sempre foram mn'.s uniclo3 .:., seus !utebolzinhos dos finais de tarde. :z, cl3 ainda não cderirm as Academias de Gin;,·'.'. ea, embora já cxl:;!l!m os horarios "para e::::c•J tlvos", inclusive nas academias do intcri:ir, e, é no bterior que encontramos um n'.'.im::ro r.,·i or de barrlguinh:is masculinas pois poucos pra l:cam as corrida.:; e giná:tics cm grupo:; . .A!i: ~. quem corre cm cidade do in'.erior, na m::.!or!a das vezes corre sozbho, e quase pára o t,Jn s!to, seja à noitlnhn ou be:n cedo. Mas poucos pensam que innst:r no ccr:;o é uma czrtcza quando o di:iheiro 'ale po;;.:o, c::da dia menos: a poluiç.io, cs rcm~dios e a'1 a comida envenenam. Quase ningu6m sabe e:plicar o por qu? de;ta corrida doida para as ac:idemias. Nos anos GO, a viagem foi muito pra dentro, foi a descoberta do mundo interior. Agora parece que os brasileiros estão descobrindo que, se vo cê não está bem com seu corpo, não pode se sentir bem de cabeça. Aos poucos foi se constatando que as res soas que praticam exercícios físicos vivem bem c/ suas profissões e não achavam a vida t.fo c!ifí cil, para eles tudo é mais "na c;;:iorth·n" E cs ~::s constatações foram tomcndo form:i, e a70- ra parece que tcdos est5o descobrindo o su.:do rito de boa forma, do corpo e ~cus etcceter::ts. "Mens sana in corcore sano". diz o ditado !::tino conhecido acredit:l-!ce, desde o:; tcm:pcs primitivos, quando a dana e o rito do corpo taha um poder imenso. Hoje, o ditado virou E!ornfia de ,ida. A dar.c;a, rara o:; primili'CS r..:'.o era um e: Fct:culo que um pequeno grupo arrcsentava, mas sim, uma celebração em que todas pessoas c expressavam, estabelecendo uma ligação en t:-e elas e a natureza. Era uma forma c!e viver. Na época atual, o rito ao corpo ,voltou a ser con:ider;dcs poderoso. Inclusive os zcxológo~ firmam que o exo faz bem para o corpo e pa ré a mcnl~, com afirmações atrevidas (sc.r;Jo?) c!e que um s:mplcs beijo pode prolongar seu tzmro de vida, enquanto que o desejo contido pcds n?o fazer bem para determinados órgão3 do nos:o corpo. Ainda que de uma maneira di fercnt3 da antiga, sabe-se que a dança modela o co:-po, r;·oporciona eqúilibrio, ilcxi~llidadc Q c±ida; c li nina tensões e r!a:a; cu.cn!a fz aflorar a sensibilidade a cr!z!vidclc; Ivz:ta o tn.ro; desperta a a· lcr.a de vvr; c, pcde zté rodi!lczr certos a3- pcc:; da prcnalid:de. ?.fn..;, houve un intervalo de milhares de zn135 para qu3 a hur:nid:de retorna:se às o:' zn:, cl!ando a ve:a dança em sua forma ma· !:; pu:a e p·!mitivn, c fac1do com1 que muitos a pratiquem também porque virou mania. Isso acontece ccm a dança contemporãnca ou ex- d " presiva, também chamada de "a nova 1ança Na verdade ela é una das poucas ativida des em que o Eer hum:J.no vive como um todo ccmposto de corpo, nlma e mente. Durante cer ca de dois mil anos o corpo foi desprezado e parece ter sido redescoberto só agora, há pouco tcnpo. p:incipalmente no Brasil, ele é visto pe los ob:cr'adores como uma fuga. l!cs cm s-i;m:i. está provado que a dança a ~r,~;ca. o jazz, o ballet clássico, as corridas d'iria:; pedem melhorar a vida de uma pesso:i szdia. Fazcmos um convite aos nossos leitores de tcdas zs idzdzs para que frequentem um curso onde se possama beneficiar com esta a'i vidade maravilhosa. Corra, exercite-se, mea- • 1 í se, dance, sua vida v.:i melhorar. .. 1 ... 1 l - - - -- -- ir7 7Tf EXS:'ilPLAft rn::-10.r.o E 1 E s ~]- ~ += ~ ,1G) ~ :' Gp ±3 µ, ' ~; í !:: ... +•+ • 1 ~ _,_ [ig l '~;.: .j · , ; z. f.• ...;:, i 3 ' n ·-·1 :3 <! 043 [3_j e) C:) " ; j ..... °::J ,,. ---. .... . ._. , _ _,...,_: 1 • .AGROSSOL DIIBEL LTDA.. (TRR1Av. Duque de Caxias, s/n JARDIM - MS. 2 • ABASTEC AC-.ROSSOL DE COMB03 T1VEIS LTDA. (Posto) BR 05-:l - Km. O JA.RDDI - l:S. 3- AUTO POSTO AGROSSOL DE COMBUSTtVEIS LTDA. 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AN• TONIO CF.RETTA (Proc. n.o 000;11:n que ne pr()C{'~sou per:mtç ,c:sto Julzo e Cnr.drlo do Judo. Otlclo, • quo cm ~eu cumprimento e n, t.cndcndo :t0 mnl!'l quo dos autos consta, pelo prcumt.o cdltn que ser! flril!.ndo na !lcdcr deste Julzo o publlr~wo na rormfl dn lei, fica CITA· DO COM PRAZO DE TRINTA DIMl n nes,'lO:l de FRANQUF.I.IN ANTONIO CERETTA, brn sllclro, cnsado, nr,rfoultor, rcs. lgnornao paro. responder os termos <ln rcrc'rldn nç;o, oolJ pé-' nn de so prossorrulr 1 sua revelia. Pctlçüo: . Exmo, Sr. Dr. ,Juiz do Direito da Como.rcn .<lo Jardim, Estnclo de Mnlo Grosso CÍo Sul. O DA'NCO DO BRASIL SA., com sedo em Bra. sllln <DF) o ng~ncll n:i cidade do Guln Lopes da Lngunn-MS, l.nsorllo no Cndnstro Gorai do Contribulntcs dÔ Mlnlstórlo da Fazenda sob , o n.o oo. 000. 00OI051.3·G1, por seu advocndo. que esta 1;ubnsslna, mnndnto junto (doo. n.o •. 1), COJll escritório I'l cldnd() o r,omnrcn do CnmpÕ Gro'nde(MS), nri'Run 13 do Mnlo, • n.o 2691, 3.0 nndnr onde recebo Intimações, vem, rcspeltosomente, ti I,?rer,cnç( d!) V.~~- ..JlTO· ' . ' ' ' -· ) : . , .r. l ,._ ..------------•-,......,..-----:,---•,;;:-r~,. DR. FERNANDO DE FnEITAS ELIAS· Médico - CRM 351 Çllni~ MMlco. e Clnlrglca .. : : ~ ~• - .Rua Guia.Lopes, 826 - Fone: 42!l 127Q_ BELA.'VlSTA- MATO GROSSO DO sur..', •" ... J' O pO • un IVAN AFONSO DA COSTA. MARQUES , Advogado . • .•• ·, -.- , Causas Civeis Q Crlm1nnill . .. Inventários, De.squites,- Dlvórcl.011.-0 I.eaalizaçüo de Terras. . Escrit.: :Rua Antonio Maria Coelho, 428 •. .Fone. 439-1305 Residência: Rua Culabl., 468 BELA VISTA - MS_. . ESEmYTonlo 5viTDTco" e ', Nelson Chagas Advogado Causas Trub3.lhlsta, Crl:nlnnl, • • Comercial, Civel (problomas;I.runilla) .. . • útrms; ~ventár.ios. c:obrançhs, etc. Rua Dr. Arf co.eRlo Oliveira. 860. . Fant: 2121- JARDIM - M&: C:$ !: 190.00 (Ccn!o e clqun:a mil c: ±! ro:.}. c-:::.t!d.: t:n 02. 'l 81 e d ;~;!,·.rr-.t:;t~ .. ;t-;.. tradano CRI '·' COA/: Crédito destin d o financfmcn!o ' aqu!!ç'o de um ar. elo marca Mn·; juros a tar de 73, o nr.o; c;nc rrn::. !in.:::n:c!ro·; ~~!'!:do;. c-m virtu de d Id.mn.plmn:0 do d : or. para 2 ::o ::ir.o do J·iros, tn.'.li;; c-'.l:-rc,~o rr.onctML1 liC.!'.ll no !r dlcc pc rc:::nttt:il da .l.r:nr,.::o 1- ros nlt.erndos cm virtude do inndlmplcmento do devedor, para 2% :io ano de Juros, ma.Is correç!io monetária !gunl no !ndlce p~rcentuo.l da varlaçlio das ORTN'S; Juros de 1 ¾ no ano; 'forma do pagnmento cm parcclns, conformo prevista n:i ctrtula; titulo com vencimento marcado para 10.6.86, vencido nnt.eclpnda, mente por !orça de que dispõe o nrt. 11 do De• f S S a iQ!>. 1:1 l ·ereto Lei n.o 167/07; saldo devedor de Cr$ .. 1 #8%it 896.411,42 (Oitocentos noventa e se.is mil. . ·H,·..,, . • •. -~, _l'•~. • , _· quatrocentos e onze cruzeiros, quarenta o ~ _ ~ '.Q • dois centavos) - does. n.o 7-; d - Nota de _.. . ·. crédito .rural, do valor nominal de CrS ..... t":-" ·> • .• ,.,: •• 804.000,00 (Oitocentos e quatro mil cruzei• . 1.·:.-::-• ,,_,. .;,-·i·, • ----~ , ros), emtttda em 03.9.81 por Jo11.o VitéUo Cc· Feri«indo Fretas retta e o.vnlizado pelo executado, crc!dito dcs- Jul.lão ·de •Freitas . tlnado· ao custeio de 60 hP.ctnres de lavouro de !rlete p -do Freitas . , • milho: 111ros 1 taxa de 45º'º nri ano; encargos Gilclelde M. s. Alves fino.ncelros olterndos em virtude do !nndimpla • · · .. , ADVOGAT.'OS :mente do devedor, para 2% ao ano de juros, RwrMlrliciljtl nº:1161 • : • .• _ ~~ mais correção monetária lirual ao tndlce per- ls. (1l67) ·624-4380 (0871 62477087 • . , . eentual ela variação das OrtTN'S; juros de Res.: Tel. 624-7021 ·" :--: • • moro de 1 % ao ano, mals 5.5% ao ano devirl.os • Cnmpo Grande Mato Grosso do Sul. no PROAGRO; t:tulo vencido desde 31. 7 ,82; Escrltórto•em''Jútillnt: Av: !lato Grosso S/N salda devedor de CrS 1.493.610,33 (Hum mJ. . . . . - Iho. quatrocentos novenln e oito mil, selscen- ·tos e dez cruzeiros e trinta e tres centavos) - docs. n.os ·8/9. 2 - Para os títulos descritos nos- Itens "1-o.", "1-b" e "1-c", retro, !oi cons tttuldo. cm garantia, penhor cedular do tra tor e implementos agrlcolns a seguir descri. to:;: - Um trator CBT 1. 090 A Motor Perkins, N .o 6. 357. 357.B2 8079; Umo. carreta agrícola Fannvla, capacidade para 4 toneladas; Uma p1an t a d e I r a E g o. n e o m ,3 cnbcas. por 6 linhas, de arrasto; Um:i. -r.rnde globe, marca Baldan, 20 discos, aradora, e arrasto, ano de fabricação 1972; e um ara do. marco Menegassl, 5 discos, ano de !abri- . ', ~ '-, • '· ~ ' l .- .cnçil.o 1974; 3 - Contados e contabilizados os Tr6II0 E 7D 0.7.,"== cnacaregcs ttnancelros ate esta data C7.01.83), MANOEL nDRiGUEs NEGRAO -:. · Advogado.· . .·--:-· _,.:~.,CEP..,79..140 .~.JARDIM : MS. + % qr. Pedro José Palm!ri .'Lgalzação de Terras; I.Õventi1rtos .é , - · . : • • • " .I_; • Causas Crimtnais Jur)' '-' Rua 15 de Novembro, 1o j Fone: 439-1132 BELA VISl'A - MS. • Dlt. ~052-ATANASIO ~ETO:~ ,-_- -1 Advogado . OAB - MS- 1579...-. . A~da Duque de • c~: •;foo • ·: _,,:. cabcn Postal 31- JARDIM- MS. • 'era O:dto !de Erqunte A quntta d C:$ 4.354.905..57 (Quatro m!tu ·a, trennt c.'..nqucnt.1 o q ·tzo mi!, nocento o!s cr. !ros e cinquenta e sts cntAs), contorm provam os extratos ds contas ineu!d quls t!tu'os (dos. nos 10/32) 4- Ven!. dos Os t!:u'05 cmO Se €' ar: e corno no ! {0I possfve! receber zmn'. relmente o cr&!ito, o Ex quc.-it.c requer a V. Ex. n CITA('AO do C'1C:ccutatlo. por mandado executivo, para qu, no paz0 de 24 h0: < p3 O pr!!pal, Juros de oprajas de mera. adiciona!previstos nos ti tulo:;, m:!'ta de 10" p /V!sta n ar: 71 elo De, e o!/.!! r:.o 107/ú7, ru<lr..s proecs..,unf,;, lh1n0- rtrtos advocatles corro monetária e demal e'. r.::çõ!.'~ d dl lto, :;ob pt-n~ dr, n'.lo o !J::.c-nclo ser fel'a a penhora de tantos bens qumts bas. tem para nsurr a o:.ccuç:'o, 5 - Requer, aJnd:i, s!'jtl o:-dcn.1da n rcnllwç.1o lmrc11 tn d., c1tnç1!.o e penhom, nos termo:; do ltrm II do nrt. liJ c!o Cód!r.o c!.c Procc~so Civil; G - ne. quer, ma!s se o devedor r.~o for rncontrodo r,arn Cll::!çdo J)C'!o.'.;O!l.l, , Ja !cito o lltl'('S'O de ,:;cus bens na forma do art!go 657 do Códl,:-o 'o Processo Civil. 7 Por fim., feft n nho. ra ou aresto, requer desde J4 o Exquente o dlgne V. Exa. ordenar a cxpd!ço de manda. elo d~ l"Cf"J;tro na respectiva matr!cul,l. Nesi.C:l termos. dando casa o lor de CrS . 4.354.S0G,57 (Quatro m.llhõcs, trez.cnlos cln quent._1 e qu.:itro mll, novecentos o sc!s cruzei • rcs e c!nquc:n:a e sete C, D. e A. c~tl com os Inclusos documrntos. P. Dc'fcrlmcnt.o, • JnrdJm • MS, 17 de Janeiro de 1033, 1Jsslnado Monclr Félix ~rrclra :idvognclo. OAB MS n.o 714, CPF-MF. n.o 090505CG1-20. Tudo con!or. • me cle.sp::icho pelo MM. JUlz de Direito !l..1 !l.11. n.o 46 dos autos rctros mencionados do scguln • te teor: Cite-se como requerido com o prnw de 30 dias. Expressa-se editais. Intime. J::ir, • dlm-M'S, 03.03.83. Assinado Dr. Otlo Bit.cm• court Neto. Juiz de Direito. E para que chc(l'Ue no conhecimento de todos e ninrruém :ilea-uo lgnorâncln, expediu-se o presente Edital que sera publlcndo e o!lx:ido na forma dn Lei. D:1- do e pass:ido nesta data na Comarca de Jnr, dlm, Est:ido de Mnto Grosso do Sul, aos nove dJas do mês de março de hum mil, novccen.· tos e oitenta e trcs. Eu Glslene J. Neves Escrl• vá JudlcijrJa que o dalllogm!el e assino, O JUIZ DE DffiEITO Dr. Otto Blttencourt Neto Juiz de Direito • = 1 .Ahri:ins rcspintirri:15, :Demulológlu~ -=. Oftnlmo.!óglciu e, alimcnlnres· •z - "Testes Alérgicos o Vacinas" .Rua Js& Antonio 1256 . Foe 383- 3290 . . . . - -~ . : .. _ -. DR. JOELSON MARTINEZ PEIXOTO Advogado .· Escritório: Rua 1° de Mlo, 357 . JARDIM - MATO GROSSO DO SUL • • -. ·- f • • • ... : ...:. - .. "r"~ ..).: -·::-..:--; .... ~ •• :-3 :::::: .:T te d Bdoauena ponto 1o no+-o ' queles que apreciam o melhor. BebldaS, !>2.lgadinhos e um corcd .. :ll a~nct,rnc:u:.o. Prefira e recomende par:i os amigos "Bar e L1nchcnet.c Cotarlncnse". Av. Prlr.clpal - Bodoqucn:1 - MS A IgR Z e fgsai $ =tA2.é Si Classe, Beleza, {onf t E!egiri» ESTAS SAO AS NORMAS QUE REGEM A MODA NA Rua Gula Lopes 871, Fone (067) 431-2820- Ponta Poril - MS !'' Elegância a ceda passo' ESTA TRAZENDO UMA MODA ALEGRE E BONlTA JliAS CORES E NOS MODELOS PARA SE IDENTIFICAit COM VOCr , -- :.:-·.::-DR. RICARDO REGO :. a Advogado " '; • ·u • .---- • ·Inventários·..:.: I..egrulznção c1e·Terras , - • · Antonlo João MS. ARARELL ESTADO DE l'tlATO GROSSO DO SUL PODER JUDICI.ARIO CO!llARCA DE JARDilI EDITAL DE CONVOCAÇAO 1 respectivos documentos probatórios. Tudo O DOUTOR OTIO BITI'ENCOURT NETO, conforme despacho pro!erido pelo MM. JuiZ . JUIZ DE DIREITO DESTA CIDADE E CO. de Direito do seguinte teor: "J. aos autos da MARCA DE JARDIM - MS; NA FORMA DA !nlêncla. Expeça-se edital de convocação aos LEI, ETC... credores para que se habilitem, querendo, no FAZ SABER a todos os credores e te.rcei- prazo de 20 (vinte) dias a contar da primeira ros interessados que por este Juízo e respectl- publicação, que de,er:i ocorrer na imprensa , vo Cartório trãmitn o processo de F~NCIA loc:i.l e no D.O. do Esodo. _. (a) Dr. Otto Blt- 1 (300/81), no qual figura como requerente tencou..-t Neto, Juiz de Direito". O presente e SADY BORGES e como requerida n Firma dit:al será publicado e nfixado ru sede deste FRIMAT SUL - FRIGORIPICO. l~'DUS- Jui::o. ilido e passado nesta cidade e Comar TlllAL MATO SUL LTDA, ficando por este ca de Jardim-MS., aos 08 de março de 1. 983. Edital e. na melhor fonna de direito CONVO- Eu (Gislenc Jura Neves) Escrivã que datiler CADCS TOCOS OS CREDORES DA FALIDA gr,l{ei e assino. para, no prazo de 20 (vinte) dias, apresenta- pr. Otto Bittencourt Neto Tem suas declarações de crédito, juntando os Juiz de Direito CORREIO IIIDINENSE ,, .. , ,- t kit • J 1 SOCIEDIDE DE São Vicente de Paulo Quando o filho do homem ver cm nua plórl, o todos 05 an)os com Ele, entareá no eu trono de lórla, e reunir-seão em un presença todas s nações, Ele separará um dos outros, como o pastor tepara ns ovelhas dos cabritos, e porá s ovelhas h sua direlta e 05 cabritos a esquerda. Então dirá o rel aos ao r«to sua direlta: Vinde benditos de mu Pal. 'Tomar pose do reino preparndo rr • ·v«e dedo n rine;o do mundo, noraue tiva fomn o rrio dc~tos do comer, tive sede. n me destes do beber; ful peregrino, e me colhestes: ostnv nú, e me vestistes; enfermo, o mo v!Rltnstcs: nro~o. 11 vfrsles me vnr. E responder-lhc-llo .m; Justos: Senhor, qunndo tol que te vimos tnmln IM n to nllmonlnmos. sedonlo e lo demos de bo hPr? ounm1o tol oue lo vimos enformo ou no r:1rccro, e tomos vlsltnr-le? F. o rol .dlr-lhcs-:i: rmn vnrdnde vos dIo: todas s vezes aue fzes. ta le w r<ses meus lrm!os mnls peque. n!nos, n mim '-«tes. D0p0Is Ele dlrd nos da r?5<1uerdn: Apnrtnl-vt,• ,1,, mim. mnldltos .. no foo terno preprdo par o dlnbo o seus nn Joa. Porque tve fome e nlo m estes de co mer; tive sede e no me destes de beber; fUl peregrino n no me nlolastes: nstlve n! e no me vestiste: rnfermo e no o'rote e não me visitastes. Então eles respor'oro dizendo: Se.nhor; qunndo foi 011P te vimos fnmlnto ou dento, pereprnlo, enfermo, ou na prlsl!.o, e nllo te servimos? Ele resnonderá: dizendo: Em verdade vos digo: qunndo deixastes de fa er Isso a um destes pequeninos. n mim nlío o fizestes. E eles Irão para o suplicio eterno. e os .1,1stos narn n vldn eterna, (Evangelho do S. C~rlssfmo Irmão, ngorn que voce já leu este Mntcus 25,31-46) Eynnrrnlho, Fazemos o Sef!l!nte Apelo: . . . . .... Nós Vlcentlnos da Paróquia Santo Antonio de JardJm, estamos precisando urgentemente da sua h_umann colaboração, da sua eenérosl dnde para socorrermos os nossos irmãos mais necessitados; Se voco já é o nosso colaborador que Deus lhe pai,ie. Se alpda não é poderá co laborar através dos nossos confrades e consor tias Vicentinos (Nelson, Adão, Joaquim, Salú, Elias, Paulino, Dna. Sllvla; Dna. Ana, Dna. Le nlr) ou ninda poderá entregar a sua ajuda na Igreja Snnto AntonJo, por ocasião das 'rnJssns (Ofertório) ou na Casa Paroquial, ou até mes mo nos visitando em nossas reunJões todas ns quintns-!eira na Paroquia Santo Antonio às 20 horas •• Voce será sempre bem recebido. Con tamos com a sua Colaboração, . Gaivêas: austeridade • d E C O M I C -- C O I T I N U I R 1 Brasilla - O Brasil vai continuar pratican do a au.ster-idodc cconómlca mesmo depois de vcnddil n atual crise de liquidez - dlsse o Mi nistro da Fazenda, Ernane Galvas, ao receber, no último dia O, em audiência o presidente exe cutivo do Banco Nocional da Carolina do Nor te, nos Estados Unidos, Thomns Storrs. - Vamos manter o nlvel de Jnvestlmenlos pâbl!cos baixo. No h nenhum grande projeto previsto pnrn os prximos trs ou quatro an1os Nllo vnmos mnfo aumentnr o PIB (Produto ln terno Bruto) às custas do endlvldnmento ex terno celerado, É nossa lntençllo reduz.Ir a de pend~ncln do pais com relação o mercado fl nancelro externo • enfatizou o ministro. Antes destas aflrmçes, Galvas fez ao banqueiro nortc-nmerlcano e _nos sewt represen• tnntes no Brasil uma breve exposição sobre as causns ·das dHlculdodcs econ6mlcas atuais do Brasil. Citou o primeiro e o segundo choques do petróleo, ocorridos, respectlvnmente, em 1974 e 1978 e os efeitos da alta das tnxns de jun,s sobre a economia brasileira ocorrld~ paralela mente à Interrupção do fluxo dos recursos ex- ternos para .o pais. . Segundo Galvêas, a situação que o país atravessa está prestes a ser equacionada graças ao apolo da comunidade bancãr!a lnternnclonal privada e de instituições como o FMI (Fundo Monetário Internacional) e o BIS (Banco Inter nacional de Pagamentos). "Podemos nas cons!- . derar preparados, com o o.polo da comunidade financeira internacional, a atravessar o ano de 1983, e já temos o terreno preparo.do para 198-4'', acrescentou o ministro. O banqueiro americano, por sua vez., comen tou_ que há uma grande expectativa com rela ço à recuperação da economia dos Estados U nidos, que deverá repercutir positivamente 1 em toda a comunidade internacional. Segundo o banqulro, as prejeções Iniciais sobre essa recuperação são ainda modestas, mas CJ ADJORI (MS) Em-reunião .realizada na cidade de Nova An- dr a d I n a, dias 1 8 e 1 g p p Associação Diretores d e J o r n ai s do Interior de Mato Grosso do Sul . ADJORI -elegeu a nova diretoria para o b!ênJo 83-85 Foi eleito presidente o jornalista João Natalício de Oliveira, do Jornal da Praça de Po..'l.ta Porã. REPRESENTANTE DA REGIÃO A nossa região está representada na nova diretoria da ADJORI, através do jornalista Ival do Pereira, eleito Vice-Presidente e do empre sário Alvaro Pereira, eleito Relações Públicas. Há de se destacar- que o jornal Tribuna Popu lar de Jardim, propriedade de Alvaro Pereira foi filiado à Associação, abonando a ficha de inscrição o nosso diretor, jornalista Ivaldo Pe reira. REDE BELA VISTENSE DE JORNAIS lô a empresa jornallstica com maior núme ro de jornais filiados, não só à ADJORl, mas também à ABRAJORJ. O nosso diretor propôs também a filiação do jornal Retirada da Lagu na, do jornalista Oi Piero, que logo receberá a ~ sua ficha de inscrição, Contaremos com Di Pie ro na próxima reunião da ADJORI. JORNAL DA BODOQUENA Com multo orgulho comunicamos o nasci mento do caçula da Rede Belavistense JOR NAL DA BODOQUENA, que circulará ~uinze nalmente, tendo a frente o bravo combativo jor nalista Fermin.o de Barros, o chefe de o Jornal de Bonito. Esperamos que o Jornal da Bodo quena cresça forte, saudável e que ter,Ji, ida 1oga, " " POSSE DA NOVA DIRETORIA DÁ ADJORl A posse da nova diretoria está marcada pa ra o dia 16 de Abril na cidade de Ponta Porá (data ainda a ser confirmada). ESTRADAS De Bela Vista a Ponta Porã,,com ~ fus ca • "ttntor"rompe matos, o motorista (sendo bom) leva quatro horas, Sinal dos tempos? PERONDI ATUANDO NA REGUO O advogado Sérgio Pero:idi, um dos mais conhecidos na região, abrirá escritôrio em Jar dim, Bonito, Porto Murtinho e Antonio João. E. intenção do advagado atender os vários cli entes que procuram o seus serviços através de terceiros ou cartas. Com escri tório nesses loca is ficará bem mais fácil as atividades do jo vem advogado. Em Jardim o escritório-de Pe rondi será anexo a Redação de o Correio Jardi nense, o mesmo ocorrendo em Bonito. E a nossa região; Governador? Pois é, Barbosa Martins assumiu, o seu se cretariado já está trabalhando, muitas promes sas de "normalização" das coisas públlcas. Es tá na hora de reconhecerem que a nossa região . é a mais carente do Estado. Só quem viaja pe lo interior de MS, poderá reconhecer este flito: estamos relegados ao abandono. E as estradas? T. A. M. EM JARDIM Segundo fontes, não oficiais da empresa, a TAM • Transportes Aéreo Marília vai implan tar uma linha em Jardim. Este fato vem com provar o progresso e crescimento de nossa cida- !ie- •· • • • • . . . - .. - • . .:. .. , . já e pode obervar um pens!vel Im plemento em etores da ecanomla cor siderados chaves ccmo o de conztrução civil e automobilbtfeo." É vis!vel também o aumento do consumo e a. redução dai estoqueo. Thomas Storrs também indagou do min!s tro e a redução da captação exter- na por prte do govemo braileiro veria compennado por una mlr Incentivo as Investimentos erteroa direto Galvas respondeu que o Brasil um pa. ts que se caracteriza por um !gilação i. vel no que se refere a investimentos str 4. ros (capttal de rl0). O Brs!l - concluiu - p. de ar ecns!derado um país brto a e tlpg de cap!tal. Se há áreas onde le sfte restrh m outras como a de mineração, agricultura, ca mén!a e tnddstria nia Encontra qualquer cola. ttsulo, Democracia . . não ~só política, mas · também econa.mia No é yllclente que os Ideals cri±tos, do tratemnldade, e' justiça, vicejam dIre!tos polft! cos: cumpré com o mesmo 1mpeto, reolJ.mtt.m os direitos ~nõmleos, ou seJà, o desenvolvi mento oqm:iiemocrncln. Nem basta que ae im• ponham .entre os cidadãos e dentro de cada Estado: urge que, atina! prevl!.leçam também entre os iEa"t_adoo, pois, a todos a soberania. 03 Iguala, Independente do seu estágio de desen volvlmento No halérploração de um bornom por ou tro homem, no haja exploração .de um grupo social por outro; não haja exploração de um Estado por;'olltro F.stado. Repelimos o dilema • direito tndivldual ou bem estar econômico: a ambos nós o reclo mamos como erpressões de um sd instinto • .o. da llbe~~em si. OU com a democmcla oconômica.:j! • completa.mas a democr.ichi politlca, ou e!in!Uvamente sucumbimos bs miragens de um totalltar!imo qualquer • de dire!ta ou de esquerda, não importa. A -tl.lgnli:lá'de do nosso ministério • o da d vogacla - no-la confere o indormido batalhar pela lei, pelá ordem, pela pai. Pela lei, como expressão das necessldade4 coletivo.a, da buca do bem geral, nunca do cA prlcho, nej11 do quem tor, ou melo para a satlM ~ de egolsmos peS50ais ou de grupos. Pela ordem, como estado de cols:l.S con, !onne t,.s lel.5 da Justiça, e pela paz que, tam, bém ela, só é obra da Justiça • "opus Justlae, par". Hoje temos a plena consclênc!a de qu0, !ora da democ:racia, nl1o só política mas tam. bém econõm.lco., a lmpera.r dentro de cada Es» tado e ruu relnç&3 entre eles, sem essa demo, cracia, simplesmente, nl1o havera ordem, n1a rui.ven1 Just!çn, paz nl1o haverá. .. SEM essa d.emocrnc!a, n paz ,mdxlma que pode alcançar-se é a. paz do cárcere, o paz das senuila& e dos pauis, a paz dos grandes cem! tdr1os, a paz roma.na, paz dos conquJstndom dos quais disse um colega. advogado: "solttudt. ru:m .rnclunt et pace apelant", Fzem desertos e lhes chamam de paz, •' · · A d9tnocrnc.1a é, pois, a nossa última esi pernça, o hruxo!e:ir can$ada, mas .flUe, ao !!li, tinguir-se, fatalmente atear4 o Incêndio dera deito, RIQUEZI MDB • .• Está : na diversidade, diz Deput@do • A maior riqueza do PMDB consiste er- acentuar que os peemedeb!stas "não tem && tamente na diversidade de nossos quadros, no nhores ou che!etes a cujos humores e interes- dl!erenciaçíó' de nossas Ideologias, na plural!- ses tenhamos que sacrificar nossa dignidade dnde de nossas origens de clà.sse, na desigual- da! a razão pela qual "o povo se Identifica CO- dnde' de nosso pensar e na desemelhança de nosco•, enfatiza. nossas interpretações da vida", afirma o depu- CUMPRIR O OOMPROMISSO tado Nelson B.mlnaln, concluindo por isso que Resumindo nas expresses "moralização o seu partido é um retrato do P.()VO brasileiro: dos negódos públicos• e •ctemocratlzação do deslguàl diferente, variado, ms agindo unf. poder•. o compromisso do PMDB com o povo tariamente em busca de um tlnico ideal. a liber sul-matoçossense, Nelson Buainain, assinala dade. de orga,nl.mçiío social e para construir que a proposta será C1.llllprida e que pode c- um futuro má1s feliz e radioso•. meçar a ser cobrada em todos os- setores de Entende o parlamentar que as di!erenças ndministração. de pensamento desaguam no fortalecimento Reafirmou a dlsp0s!cão de szerêncla do go- ela unidade po'. lítica, tanto que as últitmas elel• 1 TI?mo com probidade; deirando patente que ções atestaram a superioridade do PMDB. ª_dist.o n'nv.uém tem direito de duvidar". Muito embora exista variedáde de ideolo- OPMDB não vai admitir que os gestores da no -partido, Bualnain assegura que •nfn. dos parcos bens de nossa população so!rida guém é coagido a nada, senão a ser honesto e sejam classificados em espertos e _otários co- coerénte com os compromissos ássumidos por mo a cada dia se generaliza em largos setores nós iriC8mos frente ao povo•. Foi Incisivo ao da administração nacional". ,,. ' EDITAL DE PBOTF.STO ,ÊI)Mll.SQN BRUM: ES00BAR, OFICIAL EFEI'IVO IX> REGISTRO DE PROTESTOS DA COMARCA DE JARDIM, ESTADO DE MA. TO GROSSO IX> SUL, NA FORMA DA LEI, ETC...-i 1 .FAZ SABER cme ~ encontl"a em seu c:a.nó rio do 1.oficio á Avenida Duque de Crias, 742,/para serem PROTESTADOS por falta de ' pagamento os TttuI.OS abaixo relacionados á saber: 1°) NOTA DE CRmITO RURAL - n.Ior: Cr$ 450.000,00 Saldo devedor: Cr$ 893.014,91 - CREDOR: BANCO IX> BRASIL S/ A 2°) NOTA DE CREDITO RURAL - Vlor Cr$ 272.000,9() • Saldo devedor: Cr$ 489.112,'7'7 CREDOR; BANO DO BRASIL S/A S°) NOTA DE CR!'.:DlTO RURAL·· Valor: Cr$ 763.200,00 . alo devedor;: Cr$ 1.110.51.8.96 CREDOR: BANCO DO BRASIL S/A TODAS DE EMISSÃO DE: JOVERTE GO MES DE SOUZA. Sendo que por ,meio deste fica desde Jll. intimado o Sr. JOVERTE GOMES DE SOUZA d comparecer em C'art&rib para efetuir o pB• gamento dos referidos Títulos ou d'àr-me as razões de sua recusa. ficando desde já notifi cado do respectivo PROI'ESIO, nos termos da Le!, caso não compareça. Jardim, 02 de Fevereiro de 1.983 . PJ:mICLES BRUll ESCOBAR Ol@! Sub!!#ut9 gg Jrisrg e Pr49!5 Continuar navegando 239_CORREIO_JARDINENSE_ANOV_Nº239_07_03_1983 241_CORREIO_JARDINENSE_ANOV_Nº241_31_03_1983 Voltar para a lista de itens