TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº237_30_01_1977 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº237_30_01_1977Número da edição237Data de publicação30 de janeiro de 1977Número de páginas8GeoCoordenada -22.10685761066141 , -56.532850826731604 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº237_30_01_1977 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto !iEMANARIO INDEPENDENTE Fundador o Diretor Responsável Iva.Ido l:'creirn 3212 )15124 j Muto Grosso -' Ai! L'li Bela Vista 0 de Janeiro de 1977- 8 Paginas Jor :ul n1» l mita a i»for «• soa] v tan129r Adalberto San!' Anna UMi ]UST Em Clll'imonia simples mas bastante sfgnlflcatlva u Câmera de VerPadorei. no dia 24 de junelro, próxlmo-pru,sado s~ube fazer justiça à 'Prof ESTJ-IER SILVA, ou• torgaado a ela, o merecido titulo de cidadã bela vistense. Com a presença cto Sr. Pre-. feito ~[ualclpal, e das mais representativas nutorid!idPs do nosso município, e de per- 6000 lldade exponenciais do nosso mundo enonômlco social; em nmb!ente de rn111ta emoção, ouviu-se a filia do Presidente da Câmara, Dr. Pedro José Palmferl, uutor rlo Projeto de outorga d1.1 hombnagem à Profª E 'l'HER ILVA, que num brilhante e Ins pirado improviso, soube trazer aos presrn tes a vida e a ubra da Profª ESTHER IL· V A, rnaltecendo as virtudes de civismo ''cujo l'Xemplo serve de fachu iluminar cumlnhor-:". Logo após o diseurso do Pre, Biciente dl.l Cilmara, em nome da Profl! ES THER SILVA, falou o l!onsagrado profes OT e jornali ta, Professor Bal'ros, que dei xando transparecer n sua emoção agrade ceu a homenagem justa que se prestav naquela oportunidade, a um dos vultos mais nobre do magistério l>el<t.visten e, colorindo a ua fala de agradecimento, evocando, a luta da bomenaget1r!a, à frente do no so eficiente Ginó io. em época, em que 1) nos- u estabelecimento de ensino era aberto pelos ideal de abnegados professores, que tem boje à glória, de verem seus sonho se concretizado, em um,a realidade, que Já produzira, tanto: médicos dentistas ofi ciais do exercito, farmaceuticos, advogados ele. Ha poucos anos u Viação Cruzeiro do Sul ~omecou CPm HlUB ônibus a fazer U nha do Bela Vl3t11 para Campo Grande. Pou co tempo depvis já eslava com diversas , linhas o com vários horúr!os em cada ll uha. O progresso !'oi grande e rápido. Pa- 1 bens. . A Cruzeiro cio Sul tem proc11rndo ser vir da melhor forma possível, a despeito das més estrodat:s, quase intran!litó.vels du rante as chuvas. Os êeus Yunclonúrlos, motoristas, cobra dores, gentes, são dedicados ao serviço, suo ntenc10sos, pacientes e dedicados no trnto com o público. As populações servidas por essa em• (~~esa certnmeute silo-lhe gratas pela maior -1uanlldade ele truni-portes oferecidos. Naturaltuent a empresa quer sempre oferecer bons serviços. Daí a nos a idéia de tentm· colabo1 ar ftizendo algumas su gestões. ,. 1º - Seudo Bela Vi,tu ponto de par- • 1da e de chegada de diversos carros de !mas linhas Cl movimento já é con.,;lderú vel. Faz-se então necessária a instalação de_ um ap.irélho tllefõnico nesta ngêacia ahrn de que os 1½.Uilos usuários possam obter us rnformaçocs de que Pstüo preci ando, uns para ber o horário de i:aída de nlgum carro, outro para saber se já cbeg 1 i11 out1·0 carro, outros para saber , co:no proceder pnra fazer alrrum despacho .: . utros que precisam saber o b preço de al . 'ma passagem. b Este é um ponto muita importante so rs o qual o povo vem insistindo e que · esperamos seja atendido. 2 Melhorr a condições do mate- .tia! rorhnte propriamente • dito: paeumáti ~os em bons co--idições e com pelü menos uns rodas completas de reservn. • t Houve viagem em que furaram lret ramaras e o carro só tinha umu roda 11.e completa de reserva. 1 3a Pelo menos durante o tempo cbuvo o os carros dver1 ser equipados co:n :Uaterlal de sapa: npá e enxadão. Houve viagem em que o onibus [icou ~usse quatro horas atolado e não tinha nenhuma ferramenta adquada pra to me- 1los se tentar safar o veiculo. •· li h 4.!l Estabelec01· uru horário diurno na 0 li Bela Vista a Campo Grandeº d~ 0- ,nlbus Direto, parando só nfls cidades. (: ♦pq O_ preço das passagens desses carros a° ,z?deria ser mais elevado mns neles n!l.o """Vrin superlotação e o tempo de dura ~ 110 da vrngem seria grandemente reduzi º· .. a Na regiã~ u Lúme_ro de usuários já "PPntou muito_e muito mais certamente ~n:c,1Lrá dep::.!'. da entrar em vigor as ltedfdas de racionaliz11çã.o dos combusti 'eis. É o progres5 1, é o desenvolvimento Com as suas var .ages, mas tambem com s suas exigencias. V· Para a empresa que faz linha. de Bela '. ista a Caracol agradecemos cs seus es- 1 :cos para iu6talar e para manter e~s~ 1 ha em funcionamento. Fazemos votos " que tambem obtenhi bons resultados "Om desenvolvimento e sirva cada vez 8elhor os seus usuários. Bela Vista. (MT), 20/01/1977. HOMENJlGEM ... Prezado Senhor: Como é do conhecimento gerel, a rave itu.ção que o País atravessa, no que diz respeito a utfllz,-1ç:1'> de derlvarJc,s de petróleo, compeliu às Autoridades Públicas a tomar medidas drástlcds no sentido da racionalizção do consumo dos mesmos produtos. Assim e que, entre outras medidas. por nto do Poder Exe cutivo, através o Decreto 79.118, de 18.01.77, publicado no Diario Ollci11l de 19.01.7i, ficou e;;tubelecido: "Art. I.o - Nas ci<htdes, 03 postos revenclcdore~ de derivados . de petróleo ficam proihitlos de [unclonur a1s domingos e feriados, aos sábado~ das t!Jh às 24h e nos dia~ útel11 das 2311 às Gh do dia seguinte, exc,•to para as atividades rel+ionda8 com o setor automotlvo. Parágrafo 1 o - Nus cidades, os poi (oi; revendedores do derivados de petróleo es:Ao proibidos de p estar quaisquer ser viços a veiculos automotores no horário I stabelecid1..1 nest(! dP creto. Parágrafo 2.o - Para efeito do dispo to neste artigo serão considerado como uma ú 1k,1 cfdadt> o [ lstrito Federal, cada umas das regiões metropolituuas e uutraf. que venham a ~er lnstituic!us em lei. Parágrafo 3.o- A presente proibição abr nge todos o8 postos exIsteotes numa área de 20 quilôm,•tro~ dr ,ilstancia do p rime tro urbano das cidades r·lerdas neste artigo. Artigo 2.Q - Fica pr .. ibida toda e qualque '."r ,cilidade na venrla dos derivados de petróleo, ao consumidor, por parte dos postos re vendedores, através de crédito, cartões de crédito e qualquer ti po de promocao . Art. 3° - Os infratores deste decreto, incorro nas sanções Balancete da "Prestação "e con- I previstas nas norma,: legaia relativas ao ali:.J:'l''Cim~uto nacion•l U I do petróleo:· as" ta Casa da Amizade, quando . Como o não cumprimento das dispoeições legllil' sujeilmá d os mfratores ~ severas sançõe~, _incluc:ive fec:iamento d•J'l 1·,,sp·~ct1- a barraca da V fxpos(ção Pecuá- VOS estabPlec1mentos <'Omerc:a1s, levamos uo 6PU couh-'Cim!!nto que u partir de 1° de fcverelro próximo, as VE 1 0..S DE DERf- fia de 14 a g de Dezembrn lg li97 "Aos DE PETRÓLEO soeute rao.feitus A VISTA, confo:me estabelece taxativamente o Art. 2° do decreto acima transcrito. RECEITA Vendas de Hcfeiçõe& e Dcbidns 31.160,10 D±$22$2$ ilercndo .Fuknia, conforme notns cm n/ poder 3.3-1950 Cnsa Buzznoo, idem, idem 1.435,00 Bar anto Afonso, idem idem J.200,00 Com. e lnd. nnta Luzia, idem, idem 403,00 Cnsns. Pemamb~canas. _idem, idem 307,801 Padnrrn Centrnl idem, idem 205.00 C:a,n dn, Tintns, idem idem 80 00 Mercearia Globo, idem, idem 3.138,60' tllcrccarin uznnn, • idem ' idem 40'00 1 Comcrcinl Tcrezinha Ltdn., idem, idem 6í.00' Açou:;uc erve Bem, idem idem 35 00 1 A rmazem São l!afoel, idem' idem 35,00 Gnlcrin Presidente Medice, idem, idem 100,00 Casn lntcmncionnl idem, • idem 1686,00 Casa Tokio, idem, idem 2.328,00 Casa Tokio, idem, idem 76,00 Outrns Dcsp. de l!ecup de Barraca, idem ,l.60'>,00 Lenha . idem. idem 200,00 Lavadeira " Guarda, idem idem 350,00 SUB SOMA 18.119.90 Lucro Liquido • C'r$ 13.0-10.50 ' 500/o Casa da Amiznde Cr$ ô.250,25 300/o Rotary Clube de B. Vist.1 Cr$ 3 912 15 200/o Comunidade Redentoriotn CrS i608'.lO 13.0-10,50 . Soma CrS 31.160,-IO Bdn Vuta (ML), H de Jnneiro de 1977 Odila Mascarenhas Salamene ' Prtosidente Banco do Brasil SI A. BELA VISTA - ML EDITAL DE CONCORRÊNCIA O Banco de. Brasil S.A. (dz sr.ber q11e, estiio à venda em sua Agência desta cidade, na Rua Guia Lope;;, 917,. 2(duas) maquinas somadoras manuais n.os 1.712e 13, .S06. Os 1nteres11ados deverão apresentilr suas propostas, em ':!nvelopes lacrado,s até 30 ditas da data da publicação deste edital A administração ( Bela Vista (il!T) :?..7 de ,Juneiru de 1977 limo. Sr. AUTO PO TO ÃO CRISTÓVÃO POSTO IPlRA 1 GA LlillTADA POSTO NACIONAL POSTO RIO APA Presidente Cieisel ~ Solicita ração do Governo Garcia (oope Neto À Contenção do Consumo de Combustivel Cuiabí Após a reunião ministerial ocorrida em Brasilia,_o Presidente Ernesto Geisel solicitou ao Governador Garcia eto,a cooperação do seu Governo às medidas adotadas pelo Go, erno F cde ral, em _mensagem,_ cuja integra é a seguinte: Encareço Vossa E.--.celenci:i particul:ir e.mpt:• nho sentido cooperação seu Gnvcn.10 com 115 dire,ri• zes que nesta data defini, em pronunciamento reuni ão ministerial, notadamente com referência esforço nacional para contenção consumo combustíveis. Teto oficial daquele pronunciamento está sendo remetido a Vossa Excelência, embora já divulgado imprensa. r 1 Cordiais Snudn,;,õc;, Ernesto Gcisd, Presi. 1 dente da Repírblic.1". "' o :z: e .... r o = ·.::; e :::::1 e o "' UtJ t- "' ltJ .... ... rO tn Q. e e o - e ro ltJ e. ....,. "" "" CI.> ·;;; 4> ::s c: d "" - cu > .... C1> "" cu : Ao fazer suas cornp.-as exigi a Nota Fiscal. O CM, já incluido no preços da mercadoria. é Fator importante para o nos30 volvimento. desen _Participe. Drl:i. Vi IO - llt. Tribuna da fronteira P' gin 2 ------------ ---------------- U a LIÇÃO OE CIVISMO - nudr.. lnaml,itosa, a expres ·ão, "ln tru,w". ,Jó. eserovl, l'OpllO que uão vim por rmprngo, 00111 merr:ô do "pl!;lolão". Vlnt para participar, leal e eficazmente, nesta faina inegavelmente positiva de rensael mento de Bela Vista, e aqui me tenho, no vamvnte, o ou serviço, com a autentiei dude 'o civismo quo esse vigoroso senti do 11dml11htmlivo de evoluçllo motiva nos umlgoi; cle1ll1 lerru. Al11dn nllo eonclul meu regresso paro. Doln Vl!!lu, e nlndu uilo voltei n ser eleitor de Bela Vltilu, - du1111 razões que nos pruridos balrrrlsllcos do meu jovem e gra tullo "ndv(•1·t1f1rlo" (ulndo. o niio conheço ... ) lerão fornecido us promisns pnru negar mu o direito chi me ''Intrometer n I polillca de Bela Vista", R»zoes porém gostas, porque. SC' eu voltar a me "lotrome1er nn pollllca de B0 1 11 V1stu", o farei primeiro, 110 g zo ds franquns l gai deferidas nos que üo fogem da justiça nem se escon dem du uu1orl11!1 de, ( e posse jurídica é ti· tulo <IH cfüello ... ) segundo, como jornalista de n•glstro uucional; lerct,lro, com a sim putia do povo e o uval de1-,te vinculo afe tivo qu~ l.ló 35 anos subl111hn minha ldeo !Hlr.uçüv com ~ ·ta fronteiro. Qu1rndo INüUEM ousava lutar por esta cidacte, à qual tuclo oegavum la fora e meu têfego "contrário" ainda estava nos cuciruR. contro ns "forças ocultas" que nos b11stld1JrP.s da DITA DUH· e no des preparo sem ulternativas dos Rse8sores administrativos do então Ter, ltór10 Fede ral de Ponta Porll, J,-lgos de direito Inter nacional e do esta tulo legal da fronteira, se me opunham suoepticiamente, abri lu ta il. no siencio fecundo do meu ga· biete, mnclu-ive por PAO para o povo, pois até b11lucha eru !ncoodlcionalmente pr.ilbiclo p11ssar do Puruguul, qur.odu nem no Hc:-pitu I b11 viu pão, o 642 crianças bra +ileras iam pru ás escolas, jojuoas de pio ... (sabem disso o de então). E, posto que interrompida há 18 anos, sa luta nlo c,•ssou, porque me redisponho a dar lhe, como tnmLcm fiz cm l'orto ~lurtinho, dc,empenho con• n me,ma calma pcrsiHênria dos bons propósi tos que nindn me cst1mulnm, e os instrumentos lc ais dos 1-l TrntaduP, Com·ênios e Dl'ordos que di■• ciplinam as rclnçõc• rcciproCás destas fronteira■. O hnlnnço do pnssado ,cm rastros de vlti mas, alvo os meus próprios, nem atritos c-om a orclem legul, abre-me boldo de crr.dencinis pnrm me "intrometer nn polltica de Bela Vistn", e entào mi nhas n1i1udes ~erào, como sempre, obediente• a umn filosofia e n umo pollticn uniclos - a Cilosofim, gisnn do-me ( ) n pol11tc11, e o polltic,,, rcolizondo-mc n filosofia, cujos objetivos superiores serão apenas a fronteira. municipio e n cidade, e como outrora, sobcmlo compreender o povo, pnra que saiba com· pr,:endcr-ml'. Os urti:;os que e,te jornnl me tem publica• do nio denunc10m eHigmos subalterno, nem anun ciam lndolc d~ m,u cunhu, e ldo pouco achaques tempcn11nentnis ,6 próprios de mentalidade■enfer miças, sim reílc1e~1 culti'nda noção dos problemas éticos do nossa polltica eoruuni1árin, e a propósito visam a lembrar que cm nenhum momento hiH6ri• co dns nossa~ rcsponrnhilidndcs d'icu mnis relevan te se moflrou o dever de fozermo, da políricn "0 mdhor uso", como já escrevi, isto , uma polltica de coupcmçào de forçns ori•ntnda pela convicção de estnrruo~ diante de um de,nfio definit,·o que de afia resposta definitiva, e assim, se comporte den .. lro de urna. bnrmoniosn coojunção de energias rea• lizadoras e de contribuições úteis; sr.rn um ~•forço comum conscientizado de nossa, .·e&ponsabilidadca e nas realidades que até rigorn nos perseguem, 16 " novo,s de~accrtos, chegurcmos ... E Ilela Vi1ta não quererá voltar às amarguras dm mnr:;inalizaçào, por- I MI II J. Barros e Vasconccllos que tem condiçõe■p:ua uma nmpl~ rr3biliraçiio. t: a esru devemo" ir, nlorizando o trabalho comum do nosso povo, par11 enobre~r o mor do ,eu trabo. lho. Será c,111 a filosofia de minha política, au reoladn por e,ln inato 1,upcrioridade de ~•plrilo que me dita iudulgêncius pmra com os caLot1110,. Inimigo de Bela Vista ent/lo eu me tornaria, se buscasse perturbar esse traba bnlho construtivo dos noB.i0!l gov 1•rnantes, mediante o qual a admlul .. trnção se ern penha por melhores dias pum nosso povo. Cabelos brancos somam experiências que os cabelos pretos ainda não conhecem e minhas experiências, com a madureza de bonR 40 anos pelos dédalos da política i,artldárla, outrossim em Terrltódos, e su ces~lvumente 110b três regimes conslltuclo onls divereoe, ou contrapostos, Pt1slnam-me que também nas encruzilhadas conflltuo sall, Inclusive à mão urmad11, sempre há um denominador comum onde se alicerçam o bom-senso e 11 consciência cívica dos responsáveis peh> destino de um povo o pela dignidade dos seus coudutores. E en tão necessário se faz, lutroduzlrmtJs nas nossa!l atitudes o sentido dos interesses vltalti da nossa comunidade, cultivando sua sofrida vocação do futuro ... Voltando a me "Intrometer na política de Bela Vista", continuarei tendo e,n men te> que a educação política se mede pelo nível do respeito ao adversárío, e trarei sem pre a dlspuslção de aµeoas ajudar a cou ctuzlr nnsso povo ao seu destino, através de uma política de emersão e não de sub mersíio, e sob a égide das fidalgas tradi ções de cívlsmo dos que fizeram esta ci dade, e eó exemplos de tmbalho e de hon rudez legaram aos que viessem a ubsti tui-los condignamente. E entlio o meu jovem e árth .. go " adversáric," verá que Invocarei todas a■reservas rle eotirgiall Intelectuais que ainda me 1:<obrem, pura fazermos de Bela Vista um patrimônio di gno da nossa vigllia e merecedor do nos so trabalho consciente, resoluto e irrever sível, pelo 11eG agradecimento. E meu jo vem e arrebatado"ndversárlo", filho que é d11 Bela Vista, também virá comigo. Até lá ... ( ) - Em PORTUGUÉS. "gís" é com "s", e não tem plural. A Academia Brasileira de Letras deixou escapar "giz" com rnlsão de seu VOCABULÁRIO. "z'' na Dr. Ivan Alonso da Costa Marques ADVOCACIA EM GERAL Rua Voluntário da l'atria, 3i6 . Fone 210 Bela Vista Mato Grosso tinis ' S! Ral:! h Els' :ug) (De+envolvimento de _pro±sua dr,r?""" lr- da str_HIJ Eeldsd de ! ira) elo prof. sgpf.. o»o ai"" ' itaento ao estudo pelos alunos lo é riu.) a volta que estamos dando ao redor do mundo, nüo encontramo~ outro cérebro maior de maior iufluenci I no eipldto du humanidade que o de Aristóteles. eu co nbeeimento coordena-se uma sólida visüo do mu.do. A história lia ciCucia cor~eça com e, enciclopédico trub:illw tio e,;tag1!'lla. tanto cm /1lPxundrla como eru Homn. Seus escritos filoRóficos trazidos pelos mouros u. Europa, f Prt11lz:.1ram o de,wnvolvi,nf'nto da filosofia ei,,colástlca. Dante qualíflcou .. o muito bem quando escreveu" Mestre dos que sabem". Após a queda de Constaotl nopC1lo., profe,sor"B bJ.,anci,1os trouxeram os últimos tes,,uros de seu pe11s11mento uos estudantes da reua,;cença. Chl•gou ao fim, com a nuduciosu irreverencia de OCCAM e de HAMUS.: cm a ciência experimental de ROGEH.IO e com a renuvadura fllo6ufla do Francis Bacon. O espiritualismo, simultaneamente: monls ta e duulist finalista, mecanicista, com res quíclos hllozoístas e a base mPtafí-.Ica P mífl tica de platão seu mestre, passou a ser melo nulista da mesma ordem por Aristóteles, fundador t:.i;:;:ibém da história Natural, da política, da poética além da lógica deduti vo; a poética 1..ioje transformada e a lógi ca dedt!tivu an:.:luda, sendo seus padrÕl:'S de glória, a polHica e a história natural o insucesso de Aristóteles na filosofia. foi comum aos outrc,s filósofos ootulogistas. A razão e u impossibilidade de se conhecer o a1'~oluto, a essência. causa primária fl fi nal dos seres atê que vingue a teoria a tual da matéria. Filho de Nikomakhos, méa!co de A myotas 11, pll-i de Filipe descendente da i lustre fomi!ia _de Asclepíarles, que dizeJ.u remontar a füppócrates de Cos e a Escu lapi~, ~asceu Aristó_teles em Stagira colo ola Jônica de Chalcrdida<"x em 384 A e. Em Atenas com 17 anos foi aluno d.: Pla tao dur ... nte vinte anos, até a m:>rte do mestre, ressentido pelo legldo da direção <la escola a Speusippo retirou-se em com panhia de Xenócrates. paru Aternê na Ly dfa, retirando-se depois para Mitylenu on de esposou Pythia. Voltando para Atenas abriu uma _escola de retórica com tal bri lho que deixou lsócrates sem alunos Em 333 voltado novamente a Ateras, donde se havia retirado até a Macedônia, fundou e 11.brru _ uma escola, universidade coro a de Platão, na vizinhança da academía e templo de Apolo Lyciaoc,, de que lhe veio nome de Lyceu. Como ele ensinava andan do(penpate1n) no p11s:-eio(peripatos), moti vo porque também a chamaram de escola penµatetica. Ma~ matemático, astrônomo e físico B' logista. Psicólogo no idealismo. • JO- Seosuahõla e absoluto e do racio li mo puro e metafisico - místico ~a B· como jà foi dito da lógica dedítu criador estética realista, da poiílica. u va, da Moral1i;ta Jdealistd Alex d . M:acedonia, que soireu • a , .ª~ 1 re .J::'ilho da ensinos de Aristóteles l~ uencta dos a seus cu@4aos ãos !",,esteve ezesseis a- (Continua) s CCS 'y '· t li:m Cui.,b.'l ·( • ElmJ.. T). Todos servidores « taduais admitido. depois de 20 de junho de J.IJ,.i só perceberão eu-s venci. mentos no mês de jei. ro correut m«diante i apresentação do te+tu lo passado pelo reu uperi or hierárquico comprova. do a entrea da firha do censo à repartição onde trabalha, a fim de serem envidas às secretarias ,lc A<lmini-trnçJo, Fnun• dn e Casa Civil. A adrer lt'llcÍa é do Se-rntL.io José Ferreira de Freits com relação ao decrte 110 ws. de 29tlln6. r )I, teriormente regulam1..a. do aras, ds Pgri na Secrcrnría de <lrniui, traçüo. Kxplica ninda o -t creário que Secretaria de Administrnçào r·IJ firmcmenle em traçar a orientação pnra o r-ur.1. prirncn<o exalo do qe ,li.põe o decreto. "A i:t· <lida é enérg-ica, ma, t rcseária ,,ara o término do trabalho do censo do funcionaliFmo, elemcnlo Lá,ico para a implaouç.io do plano de classificação de cargos", concluiu. Controle orientação da vida dos vidores e ser· Cuiabá. (SEDIMATl A SccretarÍ11 de Adrnioi§ tração adotou medid01 para controle e orier.ts ção dos órgãos da adrai mstrnçã:> direta e indire ta, atinentes à vida ínn· cional dos servidores p6· blicos estaduais. Essas medidas deter minam a todas repa.ti çoes estaduais remessa mensal de boletim ps d;JO contendo ocorréin· eras fnncionois, de ncor do com o decrete; baiu· do pelo Governador do Estado, em 17/12/70. O boletim de,·:ri er encaminhado à See-e. tan:i de ,dministrac;üo até o dia 05 de e.ida rué,, sendu que o primeiro de· verá •:,r encaminhado tlll Ie,·ercuo .. l . } b l'l li N VD SUOU Maleriais _de Conslru~ão em Geral _- Telhas francesas, de Aluminio Amianlo. Brasilil e flernil liln!ns, conexoes calianiza~s e plashcas, ferros, chapas, linlas, tidros. arames, sal - Judo para sua YEKllEMOS QUALIDADE "A única que mantém um estoque permane-.nte para pronta entr ª ,, .Rua: Cel. Juvencio. n-o 315 ex. Postal 36 G • L "cga = i=:===±-: ±±-±° - S4 SiUIa lope s dgLaguna- ME "Vendemos qualidade" 'Hiil, A'is, tito Snt , constru~ão, verifique os precos. n. rrrios: e avulsos, -_F_u_tu....:..rª.::s:_:.:i º::::":!t;:a~] a~~" _ "oes em f t I_ r f,,111 Vi-i:, . M1. Trihurn <!, Frrr,!1·Ír.1 1 • RIM. io " C • f), vAggoro IUJ _:: INTl.)N!O JOÃO anos, nu opiol'io de Lego). csr;a lnOuGncia e1 1 ,·, D I 'f A L foi lmc,nsa e uclla que o exemplo de Ale- o r Rege- x:indi·o demo::lra u utilirlndo tla fllofwfia, O Dr. Wulto1· ,José g,odri:ru?s r,>n- Vareiro e Vitor urro p ri t;Lu con-l .1 l0 d· ',1 :11 · 1 '· . ' 1 '· pois que sI não foi Aristóteles, foi d pró- trera, Jufz d? Direto da canarcu de D.la tu:mn prolis-iu! unto de pzo lepvil4mente utoriz • prlu cultura ~:egn que O grnuclc CúIHJuls· Vista, Estado de Mato Grosso, na forma ainda r.u 1 G~1:do • f,·lu .d .. ;1:1,, • 1 i •:·, . , - 1 1 dt, 1> l , !t 1 1: ·~i •· tudo1· 11preucl1>t! urna lmeHSrl udmirnr_:üo pe- da lei, etc..... j qurr-so O seg-uime;ito d,, i:,i·L,,l:,rio uu :cu,-, 1 ::11lt r _Píl'l•r,1 ,u - la olvillzaçào llelênlcu, cllruudlado-u em f•'AZ SABEll aos que o pres~ulr.J lrfrmitcs nonnai.:;. !'crie dcY,:rin1:!ulo D. ' , • n1 1_ 1ll• 1 ... 1''10, 111> d~ lt1das us parten ond andou e tal forma EDITAL virem ou dêle conhecimento tive- 30 de juullo de tD7::; (u~) SN~;o ll. Poron l 07 ,·e 111-ir·,.·' clc l.!J,7 que a llngua e a cullura greg,i flcarnm tão rem, com przo de 1 (quinze) dias, qu..: <li - atlv.- OESP.CJIO: 'i,,lo, etc. Cit-•m !J , i-. 1 l'OD 1t ~-.1•• 11· dirundlduti, qu!I podemos cltur como exem- CITA Jui;é 8Ji.illo Pacheco, llari:.1 Luclua o, l1er,J·,1r0:, i,e :cionarlo nn pdiçJo clfl il-; !· do Regim!Q. po n. luscrlçúo nflxud11 nu cruz ele Crifllo Pacheco, hl'llslleiros, reR!clentes om luga1· 81 atr,ivé:, J.: Edital. nns u};rocH, elo l'!'U- ,,,l,, a pr-:iç:i C'! l que explicava 1 ~ caus!! dcl sua mol'te. E0- iucrrto e não sabido, para comparecerem o 21, i2ciso II do C. P C. PubliqtJ"·" o I', d1·0 Hnfi11n' rna tava t·~critn em g1'0go (u 11::iguu uuiverHul), crn JuizJ e manifestarem-se nos termos do Eital na (forma tl.:. lei. Iut. lh!la. Vbta, OH/ u :T•l nh:tlxo: ecn lullm (por no tratar de território roma inventário de ligue) Pacheco e ;lurla Ce- 07/75 (a,) Dr. Walter Jo~fl Coutr-;,ra - Juiz lll.'Hlfl ( ~ez 1:1il) no) e em 1l'!Lí)Uico (1:1 llngu I fahulu pelo zarlna Pa~hrco. e requerido por Perlro rir. Direito. O pri,s··nte edital ser i afixado saco d uni e u poYu). Gale,rn,,: tudo couro, me petição e despacio no lugar d. costume publicado na fornin Í PI • co mu• 11,ri •l J . . . abaiXJ t;anserlt., .. :- Exmi S·. Dr. Juiz d~ d.1 bl e ..;ou pri!ZO, que correr.'. rlnp,·íinrl·r r) /?(),>vo, 'L,(JU Ir,, , _C !nsl_clerand_o 11 importunem. do grna- Direito da Comarr:a r!C' Bela Vi~ta - ~.lato Ira publicaçlo, co::-1 .!"l'flr•R''·à tr-1nseo~rl lo, •1.·-1 ',,., l··:11::" 111 ' r,e ltl,holo, lu:1::,11rn11108 _ 11t·Ht~ num<•r, Ulll j Grns::io Diz, p,,,!r > Gleano. nos autos de assim qu' rlec ,rr..im os quiuz~ ( :;)) ,:li'>A fi I prt•v > . ru1•1HL" J_> ·q 1eno resuro dos pnnclpros e 5pee:os Inventrio de Miguel Pacheco e Maria Ce· xad,1s e assim puf,,:ta a c.:itnçà1>. IJJ<l > e, •11 l r3 (,vü Oíl , )OQ undvnentis 'a filosofia Aristotélica. S0 o[ 7++ina Pacieco, atendente respitve! d·-'passado nesta cilad d !ela Vi·ta. ts'ado (ce:) lutas vsz'1s /1.hv111uo e 1, ti. ro.[o o wd1v!r,uo é cons I clar:tw de f'R. 83, o seguine. a) no terno de '.fnt'l Gros O .~• i; ,,·ivP dia,; cb rcê tl. ,o p.eço 11.iI1I'T10 1tuldo tl·! um abstrato fundatm·utal e per-! rle lnventr·rinnte <· p!·imrir.•'l c1e,•l,trnçõ,•s, iulho do ano ... , m·I nov , Pnto,; e ,;rtt•11,,1 dC' 'JCO. -'l. 1. li (t•ur!ln n,alll't~l<' a l'U >Sl!lnch. t: d' qualirLides ad-! fls. 12, ris U, foi r •querido a C'ila~·ã0 11 s ê cin"o. Eu. Goeh Escola, unes, Esesi e cinee·nta] !!tr,J.• Vt:llli~lllB Reci ndó.rlus que l.l. d~lerm!na'U i termo- do ,.r,1go ~31, lI uo e. p e. rl s v/lo ;!n Sngundo OfHn, <) r:z rlalilng ·afar, 1 '! ,z;o;, U•J ;J,~Ç') e 3 os acideut >3. } herleiros José Bxsilio Pacheco o Maria subscrevo. l !Oll rl,l , . ,·. , . . . . _ . Lucin•• Parbeco. p,11•t,111to, 1e1tern-~e o pe. . .. ,,1:1,11<1 b) • C usa $tlo pincipio que rntlm sobre dfd:i· b) que igualrnenl,• à:., fls. 15, foi re- Dr. Wah r .J,>sé Co:itr ra ,Juiz els• D.reit .·o!eá sr vi to e :. "xislonc:,1 d~ um s:r. Há qu·ttro g~n~- aucritlo a Intimação dos herdPirr·A Santa X" mira lo pe! in.e ros do ,~aus : a m1tf'lri11l (<'eprJseutu u ena • r.• .,.ad"s de :!º- ., -f/ 1 téria rle q.1e a coisa é feita; a formal cons- irir I d,. s 08 () hr-i wsass.gessa s .ç EM{Q D$ IR,TEM7 El: "e' deter ai se esta ou aquela coisa:; a éfl { [ [ [% f i te # o_ta n.ç e> 1 ) ) LI ,__ -' j '.'. l J ,, ;., f. ciente represe ta uqut!le por quem on a• - - • - ·"" t-..;, ,•-r l.!Jíi'. p ±.2.: % :3/ g4,2G//79g "·ç92g ,eg" ;ms33/..223±.' do 1uso cota íeis. A'/fB, / ! ih) fcliu / ±A#3j"! -.. ceder, o +remata e) Os s·re num eu virude do ato e Bel Vista, 13 de .Janeiro d0 1.9771 sias j se encontram abertá, (r,gil+ade te sei c»vi!ado ci..1 potê H lu •• ,to e p.•rfeiçiiú, potê·1cia é 1 - Res •rvus de me:;us p1r11. o c:,r-1 e 11:x,) , (as) intere!'ti"l',1 s (a,) ,1:•v4:-.ã" ,1 ,·c<:o'b ·r .,' .mcdi 1 e pucidu e d' pe feiçil<>. TojJ murluuça u 1v.ll: Jª,'-1ª G" ,, ...;áb.Hlo, r:Ii :,ede do ClubP, 1 pr cu1 ar· a t.1 cre,a1·Ia '"' dub • à 2/4 6, to vinte pur cento Cl nmr. íl ss..:r:em ,'a potêncm il•J ato. dns HJ:::lO à- 21:30 horas. ! e bábado, das 19:30 às 21.3u t«s, Ião ha d» lrce 4e ar mi 2 Soli itamos os sócios que nã_ o I vrrá <'nbr•nça de txa. 'e <' cc,mp!, .. ,.,;· t• r" E:ta pas gem chama-se movimento, .lid: +i t opz, do g " " ~ , estilo "ID dm c.orn su 1s m ~ns•. 1 U',es rele- 1 . n e n 1 .:.1 - ·:> no 3nti lo rHliR lrrgo d•J expressão. Tu•.lo~ !.l G J • " • , ui , r2ntes ao an,, de 1 7, que prccurem a se- IIaverl Lmb~:... concur . .;o que upon-ir. ··3a'3', os r.eres b:: .--, eom1 ostos de polêuci•J e utu cretaria do ch.:he a rim ds: provitlcnc,arem tará o IoWio ,, a I Jio:rn do C''..iraaval 77 :,,; r. !'PC ,1.1<'r '., t:, .. 11 exe to DEUS 7ue é Ato Pur,J. 11 quitaçüo das Cil<'$illas. d» +ante d± imnerdi.o d) - A mud:lt~Ç!l , ugeriu a Aristóteles 3 - Uma vez exclu[do, n reinrlusiio O ,r.aterlal será teoria c!a s tria e da Forma. Em tnd;i 00 quartro social deJ•enderá d<' apresenta- SolicH'!mn" n0s renh'lr"s FÓ:!i0s que ent•·tgue, ao arn :11.-1. traasf~l·maçuo ju u l1 subslr-1to que se til· çãc, de out·n proposta e pagamento de no- p!lrlicipem d 1 ,.·arnavn.l o::-g 1□iza11dr, blocos, t::nte apos ,, re • Jhi tern O p'lSS'.l d - 100 etitado a outro ê a va jóia (atualmente ...602,40). cordões e increvedo-se tuo concurso de mec1to do total ,10 1 ), m:Ltérl--i. O que a m téria perde ou adqui- 4 - 1 ão esqueça de apres( 1 ntar sua f!lntasias. Animado bloco já e~tá s~ prepa- 1 ,nce m~ 1iautL ter ' ! e nr.s muct~ nçus é 8 forma. ,nles de re- carteira social ua portaria do clube. rando pina d.-i,frlzr 1,0 do:niago de car□a• mo d-' "n:r~ga. c bcr :i fo,-~1u. a matéri!. diz-se em po- 5 - Vencimento de Carteira ocial vai, junt:?-se o eles e p 1rticipe. Organiz~ Se o arrernatan tê ,c:a, e, drpvis de 1 ~cebe-Iu em ato. Os dependentes do sexo masculino ao com- sua batucada. te não recolher o pletarem 18 (dezoito) :lllos,terão suns cartei- rc~tanle do lance ras sem efeito. Aos mesmos é dispensado Na terça feira, após e malir ê, hav"- uo prazo ei,típulado. o pagamento da jóia. ró. sensacional desfile pelus ruas da cidu- perdera o Final do de, ornamente seu carro, faça sua fanltl~ia 20 % pago por oca e viva essa festa que retrata o colorirlo e sião do leilão. a esportividade do brasileiro. PARTICIPE. fü-Ja Vista, Mt - !8 de janeirn de 1.977 (Conliuuac;fto) Em o ~~5;,:iu o n 1 mero de nossa pu- , bliv:-çr. o pr<'s,;c:; ·irer:: .o.; u té a leu·& H, des trs l!Sp::>ct1s func .cmrntais da tilosofia A· ri3f')t ~l'ca e continuu ado ainia a decerrar lig·ir rent o viu, : cortina que escon c'.e tC'jo o seu s: ber. E<;la<l.o de Mato Gro-o - Comnrra dr Bi·h Vi.ta As inscrições para o conc:;ro de fanttl- Cartório do 2.o Oiie:n' ,' l'Jt:;rr=-:I0 no 'Lxr:,o II Éa.to J 9,q il[ ;! ~ O r\lU í ,. !.o D!VíS'ÀO OC CVALAIA »o r Com Novr.s instalações - no Antigo .Mercado Harada Secos e 1 folhaclcs - Verduras - Bijouterias - Papelarias - Brinquedos - Louças ·1___ Lz.ta-1 ias Aluminio em Geral. Visite-nos e comprove os nossos preços __ Uua: Duque de Caxias Esquin-::i Teodoro Sativa - Bela Vista Pedimos ao'> Compra.dores de Gudo não Adquirirem Gudo l'l!arcu "G" Proeedencia do Paraguay pois Truta-se de Gado Roubado. 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Pois ulucla há quem só ve ju aí di-senções, antagonismos e agro, nu vii e Insana tarefa de semeai· divls:o- nl-mos. 1 • A verdade é que, embora se prenun- , chu;sem, deRde meados de !173, ( ••• ) de ii::nlmadoras per,-pecttvas para u conjuotu : ra mundial, em ,odos os quudront1:s do globo munll'V'!·BC o Brail por longos me 8,( ... )lmune ÁI! presbÕCB de todu ordem que lhe urvlnh,110 de foru e pl'Ogrl'dll1 a taxas excepcio11ats de crt!sclmeolo !'< 0 onO- . --- - :nluo, escudado num otimlRmo sem dúvida Esta (,, u m,,ntiagem do presidente: "8ra-1 sadio e na crença inabalável ao futuro sih-irus, estn é a ll'rceirn vez que, ao Iin• desta açüo, que despertara para seu des- dHl'·Hl uno de porfi11do labor e unte as pers- tino de grande potência. pt'clivn:1 de 110 va etapa a vencer, venho o entanto, a lnfluç_üo própria gerada no encoulrn de meus concidado , no re- no País somava-se inevitavelmente, larga mnnso de seus lares, d fim dr lhes trazer dose de loflaçiío Importada através dos a palavra mig de cordlalld>1de de ,:on- preços asRust11dorumente t:resct>ntes de fne no futuro e dEI fli nos de»tl~o!! desta produtos adqu_lridos no exterior e ruês hou Pátria que estamos todos a construir. ve em que o mdlce geral dus preços ui• $ejá verdade, como sempre, a tón, rapassou o crt!scimcnto ulannunte de 5 C!l rlestn mrnsagem que me apraz dirigir por gento. ao povo liom de minha terra, dele espe- E, pois, ante o reconhecido agrava- rnnc.lo compreeus!lo EI ,;!ntonla. meoto da con1unturn. entendeu u govêrno Inicio eRta expotilçfrn por uma anâllse qu~ se empunha deste logo. dar ao País sumúria d situeçí» econômica do Pj Um salutar tratamento, no sentido de rea remontando nos primeiros dio.a de me~ 1usta-lo com u. realidade lntero11 cio o ui. Por governo, pela importaneia própria de qn ais doloroso que viesse a ser reconhecia esla 11 cm se n•veste e pelvR tortes rene se consCJentemente, que isto seria pr..-ferl xos quo l•m sobrP. os nos~os problemas vel a que se mantivesse superaquecida a pol1lleus e Socia1 . no conjunto do deseo- n?ssa economia, a qual mais dia, menos volvimento integrudo a que uspiramos. dia, teria de. adaptar se ti tanto mais brus- Reconb cencto a valioRu bt>raoça dos ca e depressiva, quanto mais turdiamPnte govern~s <11;1 revolução 011 primeira reunil! 0 às real!dades de uma conjuntura mundial do mlnH,t••rto, u 19 de março de 1974, assj eu rupida deterioração, segundo dimensões nlava eu que o Brasil se lçara a poj Imprevisive1. çiío de destaque no qunutro das nova po- Atingido que veio a ser, após meses 1ê11cin,-. emerg, ntes registruudo "principal- ?e u~ desg~stante combate cooth,uad,, à mente no governo do psidete Meáj6j_ IIlaçao, satisfatório pluto de _estabilização e, m o al_to drnumu,mo da economia ... os e de controle, mudou- e então a tônica maiores indicadores de prosperidade 4 das atividades governamentais para a de h1sló_m~_ do. P,lhi. '.lns, já então, acrescen. ma1or e renovado impulso ao desenvolvi tav Não e menos certo, porém que drá,;- meato econômico do Puís. injetandC'-se re ttC>i$ mudançn' uc1,rildt1s no cenário mun- cur~<;> substanciais p11ru a expsnsão do <.liul-comu a grn ve crise de Pnergia crédito em setores prioritários, relançttn u escasses de alimentos e illatéri 11 s.prim:is do-se_ programas de iove t1mento maciços eSyuciis. em geral, e do ptrole e sena ] as áreas dus indústrias de base e da in dt t l_u1,o,s, em parucular. a iostt1bilidude fra-e trutura, promovt.ndo-e:e a correção de no ,1stema monetério Internacional Rindu velhas distorções em tod:> o sistema d em dolosa busca de nova orden'açiío, ,,, transporte, reestimulando-se_o mecanismo iurinçiín qu~ se gtmer11llza pelo mundo da substituição de importações em uivei t?clo as tu~ª-" alurn,antes, as temões poli- mal~ exigentes da produção de bens de }"" ,sei«is, ex«cerb nas pelo fermeoto capital e da elaboração das matérias-pri . ~p lu, !rresroosüvel à violeocia e ~ue mas de base P. além disso uumentamlo-se intranquilizar a_ vida das nações, um ce- multo ~eliberadumente o poder da deman nirio de transição para nova ordem int+. da efetiva de bens e de serviços eil d· cónto;nos inda iídéfiia] ercado 1terno comprimido pelá sl ~l.!le.m1111'..m'> sé1·1a~ repercuções no pano- e vencimentos aioda excessivamente bai- rnma naci.,ut1I ( ... ) xos, em valores reais da '""ande • • · ul - ' mtor1a "Numa economia de merc d ua pop açuo consumidora. d f . . ª o, suce- Esta breve rezenba da e 1 ,. em-se fases distintas c até omia dó rssii, em is;i, i,""?%?, "o A • ,, t ' , a , s nos antagonicas mesmos . ermoil usados na época d E ser considerada quase um a ar po e ,% .1.2%/",";"g.cegpzgg, ·_[i@isi@ is,@5@@ s#k".2' setetbr le )esenvolvimento, em mia de mercado, em que O • 1 ç"22"},p;;",pgpi,@ij,_ @ié"í s [ ij@ i @ííidd6a"",,gg} dos ."Uar para otimismos ex/gera- Te8 estratégicos, se constitui em m seto i " .:. {%"%%$,iii±is[ijjsg,ji@@jfj± i @j. "1! tiica srrasa ior. i,]s-4o ecoo-1 d sgdo ss faz e se deve fazer sentir a priori t . · 11, con ormar-s1> em e es!l. do bem comum e a f à' ]!",""_is@@éíái@vis,sr#s] ri ié a, si«dá@à ã G, ,2,, roli t .. s, com um pessimismo der- um todo - el:,. serve para , 1 mo a.% {%;g,f iz@@ruis[ê is@fiz; @e 411K7,": iit i !' ",,gg4 já] f._s@oi@ir@serísi@ ró % %i sis"tc:.#[ z%::..4.22·.2"a2±e± , . p d t a 1v1 ades Essa posição cese· d .. roau oras, ora se force ama de1-acelera de serenidade e 1 Jdà de equillbrio, çao, numa sucessão irievitàvel de mi •• - entre exces< )ot-senso, de realismo, elos econômicos Diga-se d 01c1- ili'á".)%%,%jcisij,agi j@ ilij;i. jjfi@é si i&tua.." i;ua~ postur lB eslérí.: ~conseqn nela de e onals, como as que vivemos a alter â é ±jhfi i ]±zsis;;ssi?± dras que se compraz e ernas cassan- quase todos os países, e vc1 sios-1ev .4,,j}, mmacenar sa- lanç.1 ia si«o «coso«!" Ç; %,} m ba- Em 1976 recessão não ti vemo-· que se alientav 0 a.s, em d - :,, llexib1lldude v· ,uª• em primeira 1inha, a epressao muito menos IgUaate que a caracteriza e N um universo tio complexo, nem se dispõe de iudlcadores suticlentemente 11eu iveis das vurinações,que ai 9° rnanlfcstum, nem os uinda rudes' 111s1nimentos de ação permitem gradação do eforço ou atrl+ tória rapidez no. produçáo do resulladu, puru que se possa lnslltulr um sli1tema operuclonul lívre de locõmodus clefnsagen!l e à prova de qualquer o.halo. AssilJI, have rá sempre avanços ti retardos, tiuperposl- çl1o de aspectos 01,ostos entre fasAS dlío- encontro da Socle rente11. confundindo-se o aspecto do pro- Ct-BSO real, u ponto de aparecer que::n dado murtlnhense chegue a entrever aí como que estranho hibridismo de modêlos distintos disputando, entrP ~1. a primazia. Em 1975, regl~trou-se novo Impacto global, provocaclo por um aumento da or dem de 10 pur cento nos preços do petró leo. ob o signo de dificuldade na balança comercial e no balanço de pagamentos, com a queda da no sa reserva de divisas ioternncionnls o uno decorreu com tendcn cla à desaotleração que, ainda assim, per mitiu um cresciento da economia nacio- nal superior a taxa do aumento demográ- hco e. portanto, com aumento da própria renda per capita. Não houve desemprego anormal no Pais e, embora em pequena Usina de ~Ai· escalu, manteve-se a curva decrescente da mflaçiío. Destarte, pode concluir-se com certa f dose de cornpreeni;tvel sathifação: __ Justo mOSO em IJn• é reconhecer-se que o govêrno suube re- sistir a re~ções prematuraH de pflolco, ape- sar de estimuladas pdos exemplos que de donament0 outras bandas nos vlnham( ... )'-'evltou-se às empresas privada um tratamento de choque penoso, justamente quando elas mal emergindo de largo período de econo ruia ac_elerudn, se veriam multo mala vul nerá veis, Inclusive por total desprepar ps1cológ1co. 8 assegurou s - 6 ° balhador rasteiro ,, "!$ ,ge tra geral, ao longo deste popu uçao em de tranquilíd11de d s dois anos, um clima idade do trabeii,,"",Qreeso, de norma em que lá f e vida, ao tempo d ' ora, se acumulavam as ru e desempregados e l:III cas e serviço ·. se paralisavam fábri- Iniciar-se-ia ,, ano de 1976 nota de otimismo b • ' com uma @@vi@. s ao 4 %,77/9,sera sr clamava-se que teríos ,, "rs pro çoes ~ara enfrentar as dif!culd :s coodi despeito delas ma ~ es e, a economia. A6 ea de crescimento aa «eostrvi@sr ·!2,$",E,g",g° siso as de recessão depre n ~n<t as as proreci zero'. ' ssao e crescimento Pois em 1976 reees - • depresi<ão, muito m . • Sao nao tivemos: economi11 foi bem en?s, o crescimento da bastando dizer-se maior que o desejado, o s«ior ri@sG"$2,"erg rim9 expansão entre 10 e 11 rava um tnd1ce de servas de moeda int P?r cento. As re meados do ano hav· erna.ct?nal, que em • , 1am au ·d ' mais baixo, de 3,3 bili. g1do seu ivel tr«passarem a é,"{[, de dólares, ul perando não apena 08 ~,3 bilhoe11, su 1974. li o saldo de fins de O detlcit da b l da elevado (cerca ,"!a comercial, ain- res), fot entretanto b -,3 bilhoes de dolá de 74 e 3 5 b·11h- ' em menor que os 4 6 É ' oes de 75 • que as exp ta .: taxa elevada (1$ ,"?"coes cresceram a imporicões ti6a,,,," $g@) enquanto as fé i8is ô_eeri #,}"%: _próximas as ermo equp_ibrado. ance1ro chegou a O nivel de em O ano não ro· prego aumentou A e . - 1• porém nad tr • • 19-- xpan,,ao do crédÍt a anquilo. • ->, as condiçõ . . o em fins d elevaram em 70 es elimátlcas adven;as e ataca.do nos por cento os pre que çilo do 'op produtos agrícolas àços por projetos d e~ ma~ket•, o estimuÍo exclta- %i»1iáz:%jsi ssd.f. 4"%ig ti e $,z7/%jise1 Tribuna da ; , is " sr@ir4$st: t%..$"ri. « %Z%2; 4,is- Vá.rios m' l!ontlnuou su e s v,gorosos nn +.#; .2rwnsi%»..E,"{%..,2 • mo±ã» .." ~ ?jgye ii »&d?2: :e q o a tax d n os mais do ue o Pais teimava a a inllaç.ão. · que pod111 com 011 r em crescer ecursos • pró- (Continua) RECINTO LANCHES O ponto de Rua Dr. N Porto Mato Correa 56 Murtinho GrossJ experimental ú <. Cuiabá (SEDIMT) egundo Informações da" centrais Elétríc&I Matogro!isensei; está previsto para março de 1977, o lunclooa mento comercial de finitivo da Usina de Mimo110, cuja capa cidade será de 30 n,Jl qullovata e o custo atingiu mala de 80 milhões <le cruzeiros. Informa ainda que ª Usina de Mimoso encontra-se em fun• clonamento experi mental desde O iai clo deste mes, com arremates de servi ços e conclusõts dos testes em uma segunda máquia ora rnstalada. Com o funciona· meato deUnitivo ela• quela usina, a Ce• mat apresentará um crescimento no sis tema sul de 20 mil quilovata, triplican do_ sua capacidade, pois anteriormente a capacidade era de 10 mil qullovata, Leia e assine fronteira O JORNIIL ela VI«ta - MI. Tribuna da Fronteira pagina 5 30-1-77 (Continuação) GOVERNO PEDE APOIO PIIRII ' prlos dlsponlvels, acrescldoH dos que em proporção moderada normalmente provém do exterior. Is+o poderia resultar em justamen- tos a posterlorl extremamente penosos, l envolvendo o risco de, grnvt1s <lia torções e danosos fracassos. A contenção da dlepararla da Influção 1 reclamava prontns medidnus. A sllunção do { balanço de pagamentos, com o crescente 1 endividamento externo, também. Assim a , partir do meados do ano, Yárlas medidas de contenção começaram 11 ser tomadas, sobretudo na área monotária. O primeiro impacto, bastante favoravel a credibilidade externa do País, foi u recuperuçlo das reservas Internacionais. As inevitáveis defasagens, no entanto, só permitiram que a Inflação viesse a ceder no últimuo trimestre Por outro lado o panorama mundinl adquiria novos contornos preocupante, até mesmo ameaçadores. Não se tratava, apenas, do anuncia do aumento do preço do petróleo para o ano de 1977, o qual veio a ser [lxndo em nivele excessivamente elevndos para nós. Desde o choque inicial de 1973, qua e atordoante, reflexos sucessivos se fize ram sentir, com real prejuízo das econo mias em desenvolvimento, como a nossa, as mais sacrificadas de falo. Nem havia chegodo, nfndn, a proces S11r-se o necestiório ajustamento à pertur bação to brusca de toda a economia mundial. Era, contudo, algo que jú se es- parava : lmprõvlstn, ao contrário, foi a ten 1 áêncla á estugneçiio que afetou as econo mias propulsoras do mundo ocidental, pur llcularmente os Estados Unidos da América após uma recuperação brilhante no inicio do ano. As previsões para 19i7, nesse qua dro, não silo promissoras. Houvessem aqueles países lideres da economia mundial podido manter, sem pausas a retomada expansionista de sua Produção, impulsionando o comércio inter nacional, com repercussão benéfica em to da a sua ampla periferia em que nos insere vemos nós, e teríamos [quem sabe] alcan çado o extraordinário prodigio de traves r, praticamente incólumes, a onda reces ;;> ftva prolongada de vários anos que se abateu sobre- o mundo. Prosseguiriamos galhardamente, em nosso desenvolvimento com vistos, sobretudo, a tornar nossa estru tura econômlctl menos vulnerável a con lunturns assim desfavoràveis que do exte tior viessem novamente a nos ameaçar. As circunstllncias, infelizmente, evo luiram em sentido diverso. E, pois-embo ta não caiba, absolutamPnte falar-se em cri se - é meu dever convocar todos os brasi leiros a uma tomada de consciência obje tiva e serena, da realidade mundial que hoje nos,comprime, pa_ra, que , em redo brados esforcoR e com a ncettnçiio de Bacrificios que, afinal, ainda serão a penas do secundário, quando não do supêrrluo Pàssamo1S superar a quadra que nos está reRervada nestes anos da década dos 70. l mo lei sobre o uso eleitoral do rilio e telerisão cnproF-e $al.lar entretanto o País a salvo da depressão e do desemprego. Estou certo de que compreensivo. o povo brusllelro entenderá a necessidade dus medidas que forem adotadas rigorosas e incômodas que sejam, e prestarà torio o seu apolo a um governo que timbra em não pedir sncrlrlclos- desneaessários, nem Impor ônus que desatenda à equidade e á justiça social. No que concerne à estrutura udml nistrativa e jurídica, tem o governo prosso guldo em sua tarefa modernizada, sendo dignos de menção especial u elaboração da nova Lei das 'ocladudes Anônimas e da los tilulçilo da Comissão de Valores Moblllà rios, jt aprovadas pelo Congro so Nacio nal e sancionadas; o projeto de emendas con&tltuclonols para u rílforma do Poder ,Judiciário, ora sob exame no Legislativo e que reputo de relevD.ncla para uma me- 11.J.or dislrllmlção da justiça no País e, ootu dnmente, para a mais rápida tramitação dos proces&os judiciais. Cabe citar, pela importancia de que se revestem. 08 encontros que tive com C'hefes de Estado e de Governo de países amigo8. - Os resultados d a s conversaçoes mantidas e dos atos firmados foram alta ruente prov<'itosos, tanto do ponto de vis ta de nosso muior relucionamento político, como do desenvolvimento da cooperação econômica e cultural A grande repercussiio púlilica desses encontros dispensa-me de fazer aqui um rela to minucioso a re peito. Dest1iCo, lambem, a colaboração sempre pronta e valiosa que o Executivo recebeu do Poder Legislativo, principalmen te na análise i! aperfeiçoamento de projetos de lei, num ano caracterizado por s u a grande atividade polltlca. Por último, devo falar dos eleições municipais a~ 15 de novembro realizadas em louvável clim de segurança e ordem. Feriram-se após movimentada cam panha que mobilizou a vontade popular em todos os quadrantes d') Pais e q n e teve a virtude de Inspirar o compareci mento maciço dos eleitores, numa real demonetração do interesse politico, a con trastar-se, mais uma vez, com o absenteis mo apático e descrente que se está verifi cando em países até muito mais adiantt1.dos. A nova lei sobre o use eleitoral do rúdio e da televisão comprovou-se salutar, impedindo insa1Jável disparidade que o uso daqueles meios de comunicação, em tais eleições, impõe injustamente nos candidatos. Coibiu, lambem, o transbordar em proveito de agitações simplesmente demaa gógicas, quando não até mesmo subversi• vas, para alem das corretas motivações de uma campanha eleitoral. O contacto entre candidatos e o eleitorado, face a face. em comícios e ou tros tipos de reuniões ciicas, animou a campanha e constituiu um fato auspicioso por permitir autenticidade maior da esco lha. O mesmo não ocorre"u, por certo, nos grandes centros populosos, fazendo-se sen tir aí a influência dominante d e outros impulsos, menos legitimas por seus funda mentos, na escnlh!l de nomes a sufragar. Estranho é que, em face dessa rea lidade que salta aos olhos, se queira atri buir significação e autenticidade maiores ao voto nas capitais e grandes centros urbanos. Como quer que seja, vencemos bri lbantemente mais uma etapa na vi d a política da Nação. Quanto à racionalização do uso ' de combuslivels, impedindo-se de toda for ma o desperdicio-que hoje, mais que lamen tável, se torna criminoso-, o governo estu da ponderadamente alternativas passiveis e Procede a:1 gestões junto a seus fornecedo tes de petróleo para avaliar corretamente 0 Impacto efetivo das decisões tomadas Pela OPEP, há poucos dias. No quadro mais amplo da econo tnia nacional, estilo sendo ultimadas dire trizes e prioridade bem definidas para 1977. Algumas jâ Rão do conhecimento Público. A idéia mestra ainda a mesma. é 11 de conciliar, dentro das possibilidades reais nossa estratégia de médio prazo-expan- 8ão das exportações e_sua diversificação em natureza e destinação e a substituição de importações atravée da implantação ou l.lllpliação dos setores de produção de in 1 Utnos básicos, inclusive energéticos-com as imposições imediatas, decorrentes da. conjuntura atual e que se centram numa desaceleração da economia que mantenha, • • • verdúdelrnmente autêntico , são clrnmados a haurir inspiração e enelas estimulantes, ao contacto mais íntimo com o eleitor e as necessidades vitais dessa célula fundamen- A Moda ou outono tal da sociedade que é, afinal. o municiplo, iaerno 77, está lançada O resultados das eleições estão sen- e isto aconteceu no tul- td ésimo primeiro alio do cuidadosamente computados e ostud j Prt-à-lorter no que dos; opiniões e informações, solicitadas a e dia para o eior destacados próceres polllicos; comentários feruinino, em Pnris, 11 de analistas credenciados, devidamente qual em como evolução conAiclerados . tudo Isso como elementos os temas importantes da t Jidude by última cotação: duas li- objetivos e fidedígnoi! da a ua O e Tl phas uma reta e outra sileira e com vistas a desejada promoção i,»tant ampla, obede de um sadio desenvolvimento politlco do e«ndo características de Pais, om clima sempre da estabilidade e conformo e maleabilida- de, dentro de tri's linhM 8eurança. chaves de destaque: Creio. sem quaisquer dúvidas que J . o ·•ESTILO essas eleiçõe11, alem de se polarizarem em DANDY", clássico e re torno de soluções alternativas dos proble quintado tendo como t mnns 0als circunscritos as comunidades mosfera os taides, elu- l dos, flanelas, mr,hair•, locais, representam claro e insofismáve padrões e6coce,ca e in- pronunciamento da grande maioria do povo gleses e os tons bege. brasileiro a favor de meu governo - mais marrou, amarelo, verde talvez flells propó1!1tos honestos e ao esfor- oliva e vermelho. Sua Ço Incansável que di8ptmde com f~ e es- forma Yede~ é O taílleur lt r que pode ser coordenado perança no futuro, apesar das mu u8 ll com calças retas e mas- mltações circunstanciais dos homens, da colinas, bem como mo fase que vivemos, dos recursos disponiveis delo« e +ol' +ia-cal;a, e do tempo, do que mesmo ao que tenha- ·aia ju., retas e plis- li, té sadar: numa verão 'mais mos podido efetivamente rea zar a agora. jovem", temos o etilo Que me ajude Deus e me apóiem colegial inglês. rom pn- 08 brasileiros de boa fé para que poisa tra lct6•. gravatas e bermu duzir, em concretaA reaUdade11, grande par das em core mais vivas. j Por complementos as cela do .que ao governo parece se am as ecbarpes de lã coordcna- justas aspirações de nosso povo, em ter- das às roupas e o colete, mos de superior qualidade de vida, maior o comprimento du 1aias justiça social e melbor segurança. cobre apwas os {·oelhos: Tais os votos que faço a todos os bra as bainha das calças ba- tem os tornozelos e as silelros, desejando - lhes que 1977, apesar aias calças e her- das dificuldades que nunca me permitiria mudas ficam na altura esconder ou conscientemente subestimar do joelho. uma etapa positiva nessa marcha incessan II- O temn maio te para um futuro melhor-nosso, de nos importante do in,,erns no entanto é o folcl6rico 808 descendentes e de nossa Pátria." 8 tendência principal co- mo sendo os motivou "JACOUARD DO moro AERICANO" (a+ajo+. peruanos e mexicanos), rndependentemenle de formas ou linas pré-de termlnadns, o qae mpor ta é que sejam estampa doe nos tecidos trabalha dos na malharia. 0 "fol clore ruuo" lambem in, pirou alguns estilistas que re.-ivem, através das biasas "'bufante, e saint franzidas", um rerdadei ro balé folclórico e finalmente.. Ill - A "Linha E portivo" que é estrema mente jovem e inconfor mista, brinca com 1odu as cores, usa e abusa dos materiais flexíveis e ma cios, como as malhas de alaodilo e lã. esponja ele idos plastificados. Suas formas-redetes são os modelos derivados da prntica do e•porte, como, macacões, blusões, ano raks. swest-shirts, casa cos com capuz e tudo mais. Por hoje é só, na próxima edição deste jor nal continuaremos a de talhar mnitas coisas que oce, caríssima e elegan te belavistense deverá continuar usando como atnalmente e maia al,,<Ftl• mas coisas que frio o "r:úfinement de sua ele gincia. TRIBUNA OA FRONTEIR4 Fundado em 25-02-72 Redator-Chefe - .Joaldo Putira Gerente - dtdai niceto Sub-Gerente - .Jeilio Corria COMPOSIÇ,O - Regina lIendee, João Vicente, Lucio Escobar, Pet,onio Leão, Ninn Hazime IMPRES AO - Carlos Tadeu . Nilson Roberto "As opiniões emitidas no, artigos assina dos não representam o ponto de vista do jornal podendo ser até contráriasa este. As opiniões do Jornal, acham-se expressas nos Editonaia e nos comentúrios não assinados" "Tribana da Fronteira" é umn publicação da GRÁFICA e EDITORA APA Diretora Proprietária • Maria Estela V. Pereira CGC. MF. 15.201.266/ 0001-90 1as. 13059234-5 Assinatura Anual Bela Vista Cr$ 150,00 Demais Manfcipios CrS 180.00 Redação e Oficiou - RUA Daque de Carias S/n Cx. Postal 23 - Belaistu - Mato Grosso Par as tlqat es... Falemos em Moda Aclieu Os resultados das eleições estão sendo cuidadosamente .estudados E ao povo, porque acorreu às urnas com ordeiro e entusiástico finlmo civico e, ademais, porque deu ampla e indiscutível vitória ao partido do governo eu sou pes soalmente grato, tanto me empenh11ra na campanha eleitoral a despeito de assober bantes preocupações e afazeres adminis trativos. Na verdade, quis dar e dei públi co testemunho da fmportancia que 'meu governo arrlbul - e acho que é mesmo Consultório • Hua Quinze de Novembro, 481 - T•l 203 de seu dever atribuir - aos prélios munici- BELA VISTA pais, onde os partidos que desejam ser 1 ..,_ _. LE DUC Dr. José de Ribamar Cruz da Silva Partos, Ginecologia, CJ.iB.ica Geral CRM RJ 17.937 - CRM-M1' 439/1 - CPF 058043377 l 5Rama l» [a LJ . , • I .__:, ..:::::7 ~~ lj,._, -~ H , mais de 16os fabricamos Temos a maior linha de tratores H4inúmerasgy'ma""?7?? " u t l para você licar o no::;o a o e tratores e !mpkmcnlos agi.=olas agrk~las para que voce I on lil ª continuar ganhando mesmo na no Brasil e desde então, milis da m.1quma certa para qua qucrd d hora da t.roca, pois os tratores metade dos agricultores brasileiros tareia ±tamanhgdcPgP;j"2%% issey Ferguson são os que esta • 0 do nosso lado. e 260 reven as em to o? ras1, I d t d alcançam o maíor va or e Isto graças ao esforço que somp_re_pcr O _e voce, com ievenda. Fique sempre do lado lemos leito para proporcionar m~can1cos tremados n1fí1@Ja o do mais forte. seguwnça ilOS que investem - • • ,,·.= propna fábrica e r,,;::i~.t;'n'i';'I na compra de nossos produtos. #9, im@po,,, {2e COI {.. • _.,:. esloq~': e poças e "rss [lassey Ferguson e. ». ) i± ,I - r.; 1 • ... , • ;,f , ,, ,. . ·-~ , : .rl •, ·1,' ... ; • • t 22A - AFOLA!ARMO MACU'MAS AC!COLAS 'TA. UM NOVO COCEJTO EMA ASSISTêMA TÉI.A Rua Teodoro Sativa s/n Bela Vista Mato Grosso Matriz: Rua Marechal Floriano, Esq. e/ 1.o de ÜutL bro, Fone 139 .. 421 Ponta Porã Filial: Amambai Escritórios de Vendas: Antonio foão, Caracol e Aral Moreira ;==========================-·--_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-:..-_-:..-_-:..-_-_-_:-_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_-_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -::-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-..=--- ti 1 . ln 1 eh CC f 1 e! (l i,J d 1) . ; -e 1 J1 P· l t Ir .. , v Sl r€ n - 1ih. ~ 00 ün 00 ~ tID (ID (ll FIE :J , de Esmilda Proença (Didi) Aitigos finos paro Senhoras e Senhoritas, Bolsas, As últimos novidades da moda brasileira. Compra diretamente das fábricas das famosas marr::as: Gledson, Cori, Bayard, Deblu. C-t,arrn Boutique uma Palavrinha sempre em moda. Rua Antonio João 256 (em frente ao préclio Banco Itaú) - Bela: Vista Mato Grosso ====----------· Vl Sementes Slacionaias , RUA CEIE lL GS! I9 S/II - Inseticidas. 9 OSSO ·-7 l1 l Vista - Mt, Tribuna da Frontclm !t0/1/i7 -------------------·----------------------------- j A!t0vir de Alencar Nll ] O cnrn que lnvenlou trabnllto nfin tinha o que fazer, 'Todo o mundo sbe disto. f Sério, um tremendo pilantra, era vacinado ooutl'a tudo quanto é eHpócie dB trabalho, Dizia-se "funcio11úrlo tle Dt'u,;•·, ["gerente da cída_ d'água". Para não se dizer que janis deu um din de serviço e ["seu" ninguém, o maior suplicio de sua }vida foi servir o Exército. Serviu porque era obrigo do por lei. Mas por causnu de sua preguiça crônica, de indisciplina em Indisciplina, ló. no. casornn passou i;ols me ses en liberdade e quatro fazendo ''cu!'so de lofto". Cínico, do um cinismo invulgar, costumava dizer a seus compunheiros de • farda, nuquele tempo, quo "t•U, gentP, quando estou solto sou trista. Quando estou preso, seu hóspede do governo fede ral". Tinha disposlçfto para tudo, menos pura trabalhar. Prn coawr, por exemplo, em um esmeril elétrico. Em sua cretinice, SÉRGIO viviu repetindo uma fruse bíblica: Procurai e aclrnrols! Seu negócio em pllanlragem, cabe lo grande, transa alta. Vlviu doido alrús de uma mulher que fosse viúva, velha, podre de rica. quo pudesse casar com ele. e ele pudesse mató.-la com uns tres sustos. Um dia, não snbe l!Clrno, conhPceu uma garota bem distiutu. Na mesma oca Elilo ficou 1mbendo que a moça era fill.la de abul.ltado pecmlrlstn. O volho morava y 'a fazenda. Ela, estudava aqui mesmo. começou o namoro. O bicho tinha um pa po que nfio era molezu. Ingênua, a menina caiu como um patinho na lábia do Don Juan de tertúlias. Deu-lhe cieucia de que seu pai eru médico, mus troeara o bisturi por alguns mlhares de cabeçn_s de gado selecionndo. Era filha únicu. SEllGIO "ar rochou os pt1rafmos. sem rachar a madei ra". Deu para tomar banho (pelo menos uma vez por semana), co:tar o cabelo, lazer a barba, apurar 1:1s • unhas. O "amor" la crescendo. Certa ocasião o "velho·' reio à capital comprar medicamentos ve terinários, ração balanceada e dar, tambem, ura balanço em suas contas bancárias. V;nha tumbem, e lógico, visitar a filha. ;;,1 +~mdes, morta de encabulada, levou Sér l,,~o para conhecer o seu paizmbo. Nesse dia Sérgio tomou um bunho de loja. Esta va jóia. No diálogo o pecuarista notou lo go de saidu ( que níio tem mais ninguém burro neste 1lundo) a vigarice do rapaz, sua pouca cultura, sua burricie, seu inte l'esse nas fazendas, em suma, manjou 0 golpe que estava ali armado. Convidou 0 ''pretendente'' para pa::.sar alguns dias numa das f-1zendas, adaptundo·st:l Des e dedicar-se, também à pecuária, ubandonan dLo suas ativ'idades no ramo· do "turísmo". na fazenda o velho teve uma seria Conversa com o aspirante a genro. O pilan !ta hlvia dito "Sou doutor em gado. Man- 10 do treco às pampas. Criação de gado Para mim não tem trêtu. Nasci em cima de leite. Posso sacar qualquer bronca bo V1na, sacomé?". O velho pensou: vou fazer um teste. Conversando à noitinha, na portei ta do curral, o velho acertou: "seu" Ser glo, aqui estão um balde de ordenhdor, ., Um banquinho e um pedaço de corda. Vis ' to aquela vaca holandesa ali no estábulo? - Visto, doutor. - Pois bem. De martrugada o Senhor vai tirar-lhe o leite. Quero ver sua Pericia. gritos, carreiras, là vem "se" Sério cXanet o, todo sujo de estrume (tinha co cô de vaca até nus olhos), camisa rasga da, a mnrca ele umu chifn,ún. no r1;slo ... com o balde, vazio, na mão. - Qm~ foi que houve, rapaz? Núo tem leite? Leite tem multo, doutor. Acon teco que estou brigando a senvergonha desta vaca há quatro horas e não conse gui fan·r ela sentar no diabo <leste ban quinho que o senhor me dou ... DE-SE UJB C Sll 3 DE OUIUBRO 201 • O. PROP IE- • 1$ 027 I. Estado de Moto Grosso - Secretaria de Educação e Cu1tura Delogaclo Regional de Educação e Cultura do Belo Vista Notas Educacionais - Matrículas Estamos publicando pura conhecimento dos 1 intcres<nilo• 11, imtruçocs <lc matricula para o 1,110 letivo de J 97i. 1-Tabela de Caixa Escolar - lfouve niodifi cação baseada no numcnto <lo solário mínimo que é de Cr$ 602,10 (seiscentos e dois cruzeiros e qua- rcntn centavos). 2- Fichas de inscrlçào: A :'llntrículo serú feitn cm duas vias, uma para a DHEC e outro fica nn escola, devendo ser t'UCaminlrnda u SEC s6men • te ns fichas resumo. 3 • O Plano de Aplica~àc, deverá ser clnhora do baseado nos nnos nntcriorcs, acrcEccndo 200/0 rnhre a previsão. -l - Trat:mdo-sc de Escola norn, o Pluno de verá ser basrndo 1)11icamcntc nn mntrícula. ou seja pcl uficha resumo, com os dados reais, Quanto a intrrpretnção de despesas, informa mos que houve nltcra~·ücs. Está scnrlo providenciudn ncunfccçào dos liretos: "Interpretação de Despesa " que serão remetidos brevemente. 6-As matrículas nas Escolas Estaduais de lo e 2o Graus dos municípios pertencentes à DREC de Bela Vista, serão realizadas no p e r í o d o de 28/01 a 28/02 de 1977. 7 - A Delegacia Regional de Educação e Cul tura, receberá ns fichas ds Matricula juntamente com as fichas resumo dos Estahclccimcntos de Ensino, até o dia 16/03/77, 8. Os i'dunos que desejarem ser transferidos de,·crào deixar o seu requerimento de transf,•rcncia assinado. 9 • As Escolas rccebcriio todos os alunos ele lo Grau que desejarem ser mntriculndos. Há vngas pura todos. JO • No Ensino ele 2o Grau. n :llntriculn de· penderá do número de vagas, uma vez que nào constitui um nivel de ensino obrigatório. 11 - No ato da mutrícula não será permitido nenhuma cobrança de taxa, sob qualquer pretexto. 12- Os documentos de identificação do aluno s:lo de renl importância para o con trole da Escola. A não apresentação de um ou mais donument0s, exceto a Certidão de Nascim~nto (translado) e o Título do Eleitor, não con_i-tituiriio motivo de impedi mento da matrícula, no entanto, deverão os alunos completarem as documentações exigidas, até ·O dia 15 de abril de 1977. 13· Os Dirotores das Escolas Estaduais nü.o deverão aceitai· documentações incor retas. Observação de toda documentação de trans[erencia a fim de evitar irregulari dades na viria escolar do aluno. 14- B de exclusiva responsnbilidade do Diretor a observancia às documentações do aluno. 15- Cada Diretor deve fixar o número de vagas para o seu Estabelecimento de Ensino, de acordo com o número de car teiras e salas existentes. 16-Para efeito de classilicação de alu nos em relação uo número de vagas em cada Escola, seguiremos os critérios abai xo: 1º LUGAR: alunos já pertencente,; ao qua dro da Escola, que residem nasproximidades da mesma e que estejam dentro ela fabrn. e- Pode deixar comigo, doutor! Dia seguinte, lá para as oito da matina, sol alto, depois de coices, murros, tárla de 7 a 14 anos. Alunos já pertencentes ao qua dro da Escola, mesmo que não residam nas proximidades du mesma, mas que estejam den tro da faixa etária de 7 a 14 anos. 3o LUGAR: Alunos novos, dentro da. faixa etária. de 7 a 14 anos. 4o LUGAR: Alunos do quadro da Escola que estejam fora da fatxa etá ria de 7 a 14 anos. 5o LUGAR: Alunos novos, fora da faixa etária de 7 a 14 anos. Para tranquilidade dos rr.uniclpes infor mamos que caso haja nec<::ss!dade, para o atendimento de toda Clientela es8olar, De legacia Regional de Educação e Cultura proporá à Secretaria. de Educaç!ln _EI Cultu ra as possiveis formas de aproveitamento dos espaços ociosos, através de convênio com outras entidades, contrato de locação e oferecimento de outros meios necessários 2° LUGAR: - Bela Vista, 03 de Janeiro ele 1.977 Dra. Eil Pereira de Souza Delegada Regional de Educação e Culturn EDIL n.O Chamada de Crianças de 07 a I4 anos para matricula no, E:nsino de 1'·. Grau, para 1977 O Serretano de Educoçao e Cultura, usan do de suas ntribui~ües legais, e em cumprunento ao Decreto n"- 1266, de 24 de novembro de 1972, Torna Público que: . . , I . Os Pais oa Respos4veis por cranca Q,} tenham de 7a 14 anos, estão obrigados a matriculá las para o ano letivo de 1977, nos periodos indicados para esse fim, nas Escolas Estaduais, Municipais ou Particulares, para que, conforme o cnso· comecem li frequentar o ensino de l- Grau_ou o completem; II . Os Pais ou Iesponsáveis por cranças com idade de 07 u 14 anos nodeIL procuru.r as Escolas ruais próximas de suas casas para matriculá-las, a fim de fucilitar-lbes o acesso ás aulas;· II[ . Os Pais ou Responsàveis por crianças de 07 n 1-1 nnos, que deixarem ele matriculá-las, estiio sujeitos a ter seus vencimentos suspensos, sem pre juizos das providencias subsequentes. que tenham cabimento, bem como as sanções previstas no artrgo 2-16 do Código Penal Brasileiro, se deixarem sem yus UJ causo, de" prover a insrruç.ão do filho em idade escolor; • . b IV • Aos Pais ou Respons:íYei1 JDCU~ e npresentar no mês de outubro de 19i7, aos. Úrgao• Pa.1>adores a. Certidão de Matrícula, gratuitamente expedida pelas Escolas do Sistema Estadual de Edu- c:içiio; . . V . f: dever de todos comunicar ns autoridade, locais, a existência de crianças que tenham de Ta l anos que não estejam frequentando o ennno de I • Grau. d L976 Cuit1b:í, 25 de novembro e Lon.rembcrg Ribeiro Nunes Rocha Secretário de Educar.ão e Cultura Publicado no D.O. do dia l7/l2176. (D] Produtor do Caláreo Bodoquena km. 54 - Rodovia Jardim - Porto Murtinho "Uma Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso•' Escritório em Jardim- Avenida Duque de Caxias (ao lado do Hotel Oriesh•) Cx. PoJtal 08 Surto de llf 1 em M. Grasso BRASIL.LA:- (FSP) A Central de Medicamen tos envio » mil dores de vacines antifia para Xeretaria de Saúde de Mfato Grosso, visando a , uciu,1ç.1o <ln )JOpulaçilo do extremo wul do esta do, vítima da» enchente do Ii, Paraná As vacinas foram solicitada + pelo Grupo Especial de poio lw Ca huuidade• Públicu r.ea• cnp, do Ministério do In terior. Os medicamentos ,fa Ceme, e»tocados na Se. crrtnria de aúde de Ma to Grosso, ão o resulta do dos convenios sina dos entre aqnele 6rgão e as secretarias de saúde ,le iodo o País. Confor me se informou também, o estoque existente em Mato Grosso já começa a er utilizado tendo em vista o aparecimento dos primeiros casos de tifo Com a remeta da» do·".··e antifica para aera»r »s popula ões do extremo sul da quele estado, cpera-se facilitar o lrnbalho da vacinação que vem sendo efetuado pelo posto Guai ra, ,ituado no Paraná. cu jo atebdimento +e ctava estendendo nos mumc1- pios vizinhos localizados no extremo Sul de Mato Gros,o, A Vacinação contra. o tifo ns região atingi <las pelas enchentes do Rio Paraná teve inicio no dia 3() de Dezembro quando n Secreuu-in de Snúde constatou alguns casos da doença na ilha Grande. Por esea Razão foi inst.nlada,na localidade de Porto :Figueira. 1itun• da n 110 qcilometro1 de Guaíra um posto de va inação isando prevenir os locais atingidos pelas aruas do Rio Paraná contra qualquer ameaça de tifo. Segundo alguns técni cos Governamentais, não há condições de que o 1ifo se nlaFlre pela região atingida pelas cbeiu, ten• do em vista a campanha de vacinação inicwda e os medicamento, que se rão aplicados no trata mento dos casos que vem aparecendo e preo eupando a população ri beirinha, 414 mil livros para distribuir às escolas Cuiabá • (SEDIM.A1) • A Secretaria de Edncaç-io e Gufruni recrbcrá 41-1 n,il livros did.itico, no valor de sete milhões e 38 mil cruzeiros. adqni ridos através de eonvênJo firmado pelo Governo do Estado de Moto G-rou" e a Fundaç-io Na-do.na! d,e Material Eseolar do Mi nistério da Educaçào e Cultura. Esses livros, que se riío distribuído~ gratuita mente • 134.222 aluno■ de 1.223 escolas de 40 município, cm t.odo o E, tado, D.o ano letivo de 1977, 1erio recebido, •• solenidade que eontari cnm a presença do Secre tá?:io de Edncai:-lo' Lou remherg lNUJ1ea 1t o • • Ivaldo Pereira Onde 6ti vos n fe (Mateus, 8 23) • !J'-,(:cX) lLm lhorcfi dl11, para Bolfl 'i lt:. f~ a i:,i: p rança e u crença do povo belavist nse.. Vamos upunrdsr (sempre aguar dando) stes llll lhorl'll diaR ... Vereadores eleitos do MDB e da AílENA irão Cuab paru conh cerem mtlbor a problematten do Legislativo. U+ curso se- 1•( dado pt•la Sccrot'il'lu elo Han<·Jamento do Govoruo du Estado ... o«4 Devido a nlta tl1• pfJpel-jnrnril. a direção d:t Tl'lbunn Yol nbdgadtl a ;:umPnlar os pê; as assinaturas, ropngundas, edi tais ... E-pe1·amoR u co11pret,osilo dos lrllo- 1es e ununcluntes ... (><.':)<'<) Algumas ru-:s clfi nossa cld,. de o~tllo pr11- tlonm .. nte intransittv is... e após us úll! mas chuvas... o egóeo ficou feio... Faz m is, por inter1,édio deste colunn, um pelo uo senhor Governa or G rciu teto. O povo belavi-tens-e uguvrda w instalação do Interubuno, prometido por V Excia pol' ocasião d instalação do Governo do Esta do em n1issa cld'ide ... 0? O povo l'SpPrn u compreensão do Govêrno elo l•:Rtarlo rmra n soluçilo dos inúmeros p11blemas que usi,olam n comunidade ... é a crençu e u fé .. no mui;; alto mandató.- 1fo estucJuul ± "Crengn e Fé" também no Chefe do Executivo hel11 v!stense ... pois reconhece mos n •·ei-plnllosu" mi~são da bem conàu zlr os di-s1ino;, da "Princesa do Apa". Sal ha V. Excla. i-enbor prefeito municipal, que o POVO CO FIA e espera de V. Excitt. medidas construtivas para o "ver d@iro" despertar belavistense ... c;;c-::,,o SabPmos u luta que trava a Municl pnlicla<le pa1·a !!ll nar determinados problemas 1l0 município, m11s o importante no mo mnllo é estar de "cabeça fri" e confiar, te, pois CONST·íU,R ex ge HOES cons cientei;: d11s difi,ml:lades e pronto, para unfrenta1· «qualqun» circunstância lneren• te a estas di!iculdadcs ... r±9#3 "Tribuna da Fronteira'•, que espelha otimismo responsável, esperR que cada um CU.IPRA o seu dever na grnnde tare fa ·de fuur deôte rincão uma comuna mai':l próspera... E o chumanento da Nação... o8±-0 em sempre a mudança de homen é o suficiente. mas, quase empre, 11 mu dança de métodos é K;s•Jncial... Dil(,i)!j;) Esse DC>góoio de fozer do jornaliemo unrn arma Pl':<soul, ó próprio de ''picare ta", a nus~l mh,a.o encerra umn filosofia que l' tempo r.:conhecerá como JUSTA: n de "Coust!Uil' e Incitar a Coostr11ção", pni,;, o ldeal que nos move é o 8cm Estar e u. Fd1ci<lu.de du Povo. -<±09d F'alando em povo: O vereador mis vo!ado no último pleito: ELY DE ARAUJO BARBOSA, réd;co e jorualista, foi "cau ~a pr111ciual" pura a reforma do Posto de Saúde. Ele (rebolhou incessantemente pata esta rfoma e seus esforços foram co, oados c!e êxito .. : -83 Aviso aos Novogantes: . O .. t, m. foi oot• m. passou, cnm Puas d1•có; cl ns. Ct•m s1>us dt·sencuntro. e foi ONTE, PA-SADO; o que nos importa, realmente, é HOJE, como base de um amauhu nJhiS pró"!' •ro, mais harmôciro, mais construtivo... 893 MC)tori.sta: Colabore com a Pátria Nil1• vti. <h: carro onde' posea Ir a pé ... r,,,peite o limite dos 80 km nas estadas... é uma "guuru" e o Brasil preci.,;u. Vence-la Leia - T rib1ma da Fronteira O JORNAL - FATOS E SOCIEDAD 2JPY23A3JAI1±5 0 MZ5 Dia 2/1 - 'ice Costa Miranda 3/I- Ananas da Silva I/I- Zuleika A. da Costa Marques 6/1 - Joyce M. da Co-ta Marques 7/1. José T. da Costa Marques e Nercilio Clanclino da Rod,n 16/1 - Lídia B. de Vdasquez e Ü;wnldo l'íu- nes Mello , ]7/1 • Ivete Hodigue e lbrin Dornliu:1 • 19/1 • Almcri11da Sc1111 Hrilei • 20/l Odonel A valo 2Vl • Huhc·ns M. dn Costn llfarquea e Hober• to Coelho Trindade 23/ 1 • Gcnlil Sou:w Andruclr. ±/1 • João Carlos elasquez 25/1- Higobero Velasquez 26/t • Clovis M, de Ol1ve1ra f' Datisia A, F. Lei1e 27/J • Homilo Dnrboso ITnyd 28/l • Irm~ Dnti•to e Homono L H. obban ~/l • Frnnclsco Silvo 30/1 Manoel~ Aparecida Toires 93293 Visitas Silvinho ompoio, proveniente de Volto Redon cla-HJ. visitou,,n' Princ~M do Jpu como I semprr, •• im que "pega uns dias de folga, dá uma chegada paro rever velhos omigos. o«3 Visitou no'"n Redaçilo n ra. iec . iirand:1 em compnnhia de mas sobrinhas: a ndvui:ndo ~orcolina e n Jornnlie1a Diva, ambas residente em llrosilio DF. Promoção Porabcnizamos o Ten. Ccl. Dr. Joilu Cnrlos Pai mlcri filho do trndicionnl familia belnviolca,e que foi promovido a Coronel e trnnofcrido pun Braailia, ;;,ao:; .. Agradecimentos Cn,n dn mizndc agrndecc ao Po,·o em gernl pelo colnboroçfio obtida por OChsião do fuacionamcn to de aun Barrncn na V Exp. Agro-Pecuária. c0e: A~radccemos o• votos de Bons Fcstn• recebidos de: Scn. Marco, Freire - Drnsilia Elas Barbo+a Bel Vista Dcp. João Dnntu Filgueiras e Flio. • Cuinbá Elmo Vieira • Jui~ de Fora !llg. cn. Tcotonio Vilela • Brasilio cn, Jarba, Pnunrinbo • Drnsilin i:8::-::e:! Casamentos Agradecemos convite para o enlace matrimo nial dos jovens olange e Mnnocl realizndo nu dia l,l/1 na lgrcja Matriz j. sra. da Candelária cm Co rumbá. Deeejamo•-lhcs uma vida-a dois de muito amor e compreensão. !:e:!"8() Luiz Cnrlos dn flio. forio R. Annncs e rtlnria Olinda flia. e111fim Baptista diHcrnm o Ili! no dia 1/J. Po.ra brindnrcm o acontecimento. os noivo• receberam grande n• de com;dados pnrn um oucuJento chnrrns co no Club Paroquial Apesar da chuva inesperada tudo saiu a contento: muito churrn.sco, muita bebida e muilll gente ... Ao novo caanJ desejamos felicidades o093 No dia 8/1 as fomihu Salomão e Borg.,, comc morarnm o enlace de Edvaldo e Ycr11 Regina. A Igrejn Matriz de Santo Afonso, todn ornnnient.ada, reccbru Vera Reginn muito J;n:la cm ecu dia D" nssim como o jovem noivo. Foram domas: Sandrn P. Salomão, Ncu~inha Borges e Ana Maria Brum. Cera de mil com;dados foram recepcionados no, salüe• do Gremio Pedro Rufino. De parabeD8 ns duna Familias por ■crcm excelentes anfitriões. A fatura dos .. Comes e bebes" agradou a todos. Ao DOTO c:ual desejamos muito amor e harmonia. i:e:!Dec; Segredinhos Cenoura faz Cantar DII ,. fROtlTEIR Não é só coelho qne ,:ost.a de cenourn. canário lambem. E canta melhcr, fic:i mais alegre. com pe nas mais bonitas e coloridas, com um pouco de ce noura ralado cm ena nlimentoção. 8$30%& Sobras de couve-flor A conve-flor q_ne sobrou do almoço pode Fcr aprovci1a<la parn o J•ntor, eobertn com molho brn.n. co e (Jneijo ralado, ou à milanesa, i:1!(;;)8!! Vidros quebrados E P ·oJESTO Cartório do l.o Oficio Eu Jo-é Avelino e Silva. Oficial Do Ie iro De lei« E Protr«to Desta Cid+de E Co f! D ll 1 'i·•ta Do t: •tado De Maio Gro• o, marca ' e 1 • .., 'u Forma Da Lf'i, Eir ... Faço Saber aos que o presente edital ri rern nu drle liverrm conberimrnto 41,r sr enconlrn'!l em Corlório, ; Hua Coronel Via~, n.o 9lll, nesta c1• dade, para protesto por falta de . pagamento e 011 aceite ou devolução, o seguintes titulo. l- Apre·ntado Pelo Banco Do Brasil S/A. a) Duplicata n.o 128/76/8, Vencimento 07/IVi6. Vnlor Cr$ 26 .502,:18. Emi1ida _pela í1rn1n Mecânica lrnlu•1rial Ltda., contra r.rrari:a Af!ro ln• du,trinl íldo Vi,tn Ltcln. _ . b) Duplicata n.o 1::8.' ,6.'5; Vencuncrll?• ffl/091i6, Valor CrS 26.502,Jll. Emitida pela Mecini r.u lndu,trial Ltil ,; conlrn ~arnria Al!ro Induslrcul Bela 'i,1a l.tda. d Duplir•,f. n.o J.!'.li617; Vencimento. 07/10/ 76. Valor Cr$ 26.502,38. E.Aitida pela firma Mecani cn Indmtrinl Lt,ln; conlr1 : 1 •rruru, A~ro Indnti!rrnl Bela Yi,1a Ltdu. d)- Duplicata n ,, l IV76- C. Vencimrnto 30/10176. :'in v1lor CrS IJ.762,00. Emitida pela firml Conwrcial Exportadora lmporladora Ayub Lda Ceinlú. contrn Agro lnclu•tial Belo Vi.i.a. e) • Duplical.1 n.o 128/76/6. • Vencimento 0i/l0/i6 .• no ':ilnr CrS 26.502,38 .• Emitida pela firma ;,Jecànica lndustrinl Ltda., contra errnrin A· gro Indu~trinl Bela Vina Leda.- O • oi.li Promi.-brin Rural. o.o D.4600. Vencida em 30/09176.- no Valor Cr$ •12.000,00. Emi tida por Cundido Roclrii:ues de Miranda .. n favor de Guslnvo Adolfo Pa,·el.- 2) • Apresenlados pela firmo Brinka Indú. triai e Comércio Ltda. n • Duplicn1n: n.n 1032 • Vencimento n Vista. - no Vnlor CrS 390,71. • Emi1ida pcln Firma Drinka - lndústrin e Comércio ltda. Contra Hnroldo Peixoto Zat••rre - E,nitório Coiote. 3) • Apresentado• pelo Banco haú SIA., a) • Crcdicbek: n.o 0118.234021.0IJ.4: Ven cimento: 02/12/76, • no Valor Cr$ 706,4l . Emitida por Tirço Ferreira Leite. A favor da Comp:inbia hoú de lnve11imento, Crédito e Financiamento. b) • Autobank Direto. n.o 4324.239155005. Vcndmemo: 29/o9'76 • no Valor CrS 7o7,6!., Emiti- da por João FranclEco Ocnmpos .. favor da Compa nhia Icaú de ln.-cotimento Crédito e financinmcato. e) -AUTOBANK. n. 4224.234266007 Vencida em 02 /12/76. - no valor de Cr.$ 4.954,62.- Emitida por Noel Bispo Do& San tos a favor da Companhia It.lú de Investi mento. Credito e FinanCiamento. d) - AU1'O8A K: n. 552016G0008 Vencida em 03/12/76 no valor de Cr.$ 3.oú; 25 - Emiti(! a por Nlson Orma.y. a faver da Companhia Itaú rte Investim~nt,, Credi- to e Fin:.:nciamento. ' 4)- APRE ENTADOS FlNANClADORA 8/A. a)- Três notas promissorias na 2/24, 23/24 e 24/24 no valor de C'rS 2.160 - QO t:ada uma emitida em 28/06/76 por Ce3 zar Florentin Arredondo, a favor da FORD F1NANCIADORA S/A. POR O oficial do registro de FORD INTERU • E por ter sido impossível encontrar os devedores ou seus paredeiros, pelo pre sente edital, qu_e sera atixado no locu.l de co~tume e publicado pela imprensa local !~timo-os para pagarem a importância de~ vida ou darem razões de sua recusa e ao mesmo te_mpo na falta de pagamento ou comparecimento, notifico-os do competent protesto no praz? legal. e publicaçi:AZO:- 3 (Três) dias a partir tla Bela Vista - Mt 30 de janeiro l.977. protesto. flgradecimento A limupera do casco de vidros quebrados lia mais fácil e segura com jornal úmido ou um chu. , maço proso de algodio, que deixarão o chilo limpo • e em vestiios de ,·idro. : ----------_J z.,a.":..2e e ±sons toe manifestações de unsibilizadoa a 5 ocasião seu pa.a.,", receiãos por Bela Vista. Janeiro de, 1977 BINO .. O pe-1dente du Câmara Municipal d Bela Vista, Pedr .José Palmfeir! rece beu do senhor Serv Tulio Prado, Diretor d:t TELEMA'r o Rt· gulnte orlei o: "Em ater.çfio uo Oficio em titulo, o qual recebsu a nO!!Sll melhor aten. çáo, vlmo11 lnrormar u. V.Sa que prol>Jc. mas técnicos de al gum vulto vem l•n. pedindo a conereti zação da llgaçlio Be la VJsta • Campo Grande. Adlclot1JI• mente, como ó do conhecimento de YS1. tanto a estação tra•u mlssora como a re ceptora estão sem e, nergln. elétrica per queima dos trundor• matores de distribui ção dessa cidade us aréas abordadas. Ea treurnto, a 'l'ELP., MAT vem procuran• do de toda a forma resolver o impaue, esperando para bre ve uma solução que atenda aos legitimo interesses dessa co- ·, munidade. Sendo ao o quanto +e nos apre senta nessa oportuni dade, aprovelttimos o ensejo pra ape sentar cordiais @llU· dações." A iniciativa da Cilmara em tomar providências para iJ 011.r o problema I TERURBA O é Iou vavel e opo1·tuná, h!. ja vista as ''promes· sas" feitas em pra- ça públlca por orn elão da l.nstalaç!o do Governo do Esta- ., do em nossa cidade. É extremamonte r.e• cenário uma acele ração dos trabalb os sob pena de sentir os homens que com põe a cúpula arénis· ta do municpio um desgaste politico, o qual. no momento, (• altamente inoportu· no. Documento Perdido Foi extraviada a 1 Via da nota fiscal em nome de Sebastião Zacarias, da SocleC:a, de Auto Pastoril da compra de uma Camione ta marca Chevrolet Ano 1977 cõ~ Bran ca Chessis C 14428 G 00151 Com 149HP 07 Cilindro Nota Fi~ cal nº 889 série· B-1. Publicação que faz pa.ra requer 2!! Via. ter deste reala Cr$ 3,00 ª' (u, l Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº236_31_12_1976 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº238_06_02_1977 Voltar para a lista de itens