TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº252_19_06_1977 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº252_19_06_1977Número da edição252Data de publicação19 de junho de 1977Número de páginas10GeoCoordenada -22.11208204104998 , -56.531153549940036 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº252_19_06_1977 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto I RI B U r ---------------------------------------------------------- 10 1) OI ONT Fundador: Ivaldo Pereira N.o 252. 19/6/77 YEREBDOR CR ZEIR BFIRMII: IGÊ DO SUL SEM l O vereador Nlvaldo de Barros, da A-1 para que ela chegue até Beln Vista". ren, enfoeou no plenérlo a situação ca- Segundo Informações do deputado Ubaldo lnmltosa da Agência Rodoviária local. Barem, o problema entirgla eléh·lca estfl Afirmou o vereador que é "Inadmissível solucionado: Bela Vista receberá energia ver senhoras sentudns nas calçadas aguar- elétrica de Urubupungá ... dentro em bre- dnndo os onlbue, Isto porque a agência ve ... mult,, breve. da Vlaç!l.o CruzPlm do Sul possui apeuas um banco, insuficiente pura o movimen- 10 do mesma. Nem memo um saullúrlo possui 11 agência, e que chega a ser u ma aberração, polti uma médl11 de nove onlbus circulam diáriamente em nossa eldado". Disso ainda o vereador "que as lnslalações acanhadas já núo suportam o afluxo de possugelros. sendo de curá· ler urgente um upêlo ao .Dc;RMAT" No sentido de tomar providências Imediatas. "Nós perguntamos: E a Estaçllo Rodovi árh1? O terreno para a mesma foi doa do pelo senhor Abdalla Satn, e até o momento exl11te apenas a "idéia''. Espe ramos que se concretize. Sabemos que a construção da Estação Rodoviária exi gira lt1rgoe recursos e que no momento outras prioridades estfi.o nos planos do Ex?cullvo, mas ... c a iniciativa parttcu lar? A formação de um grupú econômi co belavistense poderia ser uma opção, ou melhor, uma eoluçúo. Diretório e Arena Dinâmico ... de -O ' » r Contam os poetas que o sonho é re !lexo da realldaJe. Afirmam os adeptos do pensamento positivo que o pensar grande atrai grandes realizações. Permi tam-me iJ0nhar e a pensar grande. Estas palavra" foram proierictas pelo vereudor Nivaldo de Barros. na Câmara lIunicipal. Bastante entusiasmado, o vereador, que é também Secretário do Diretório da A- - i:ina, tez um breve relato de obras pri oritáriss que o povo belavlstense tanto almeja: Luz, Asfalto, e até mesmo estrada de ferro, süo reivindicações que devemos diuturnamente encaminhar às autoridades. Nilo nos atemorizemos com as chacotas uu OH pessimismos. O Diretório da Are na, no caso do fechamento do Hanco 1- taú tomou conhecimento que se tivésse mos solicitado- uma intervenção do Ban co entral a agência não teria fecbado. Hoje, o BRADESCO prepara-se para a brir a sua agência, grande mérito per-. tence ao Diretório que enviou ofícios à Silo Paulo (Direção Geral) à Brusilia aos politicos da região, Senadores ltalivio Coelho e Rnchid Saldanha Derzi, aos De Putados Ruben Figueiró, Paulo Sal_danba, enfim, nosso apêlo foi longe e hoje ve mos a realidade. Criança qaaudo chora quer alguma coisa e como crianças, va mor- chorar, pois receberemos o que rei indicamos. A energia elétrica está para chegar a Fazenda lamarati, vamnos lutar O ex-governador divul gou a integra do telegra- ma enviado ao .. Jornal do Slncerumcnto, há qualquer coisa de Brasil", contestando no- Mal n'l Ci.Jsa do Pai. Hó. quttlquer oolsa de ttcla 1mvlada pelo corres- foi porque não podemor> conceber Em- pondente de Campo Gran baixadores de Cristo criados e vividos de que, segundo ele, não t>ntre os Fngradoi- textos. esconderem Interpretou suas declara- mensageiros do Mul, apóstolos da desor- ções com acerto. Els, na dem e da eubv<'rsllo sob o teto da Cnsa integra o t.Plegrama: do Senhor. Pastores cientes dos prlncipl- .,Redator uo jornel os elementares da Teologia Moral abra- do Brasil, Rio de anel- çam cegamente e divulgam filosofia mar- ro. Lí, surpreenclldo, no- xlsla, cujo principio fundumen1al é.a de11- ticlárlo seu jornal, 12 cor•• crença no Pai. "A religião é o ópio do rente, me atribui haver Povo". Nilo snberoos porque este peque- declarado AI-5 deveria no grupo de prelados comunistas e ou- ser aplicndo ex·governa- tros Inocentes úteis, mais úteis do que i- dor Pedrosslan. Pergun- nocentes não tonam n sério as plavras n entrada de uma casa de fomllin rcpnrem que tudo pelo repórter sua fle Cristo: "Dai a Cesar o que é de Ce- nilo ern na entrada cio um Convento encontrei, folha ero Campo Gr11nde sar e a Deus O que é de Det:s". Deixam em moldura de muito bom gosto, cate nviso: ''Fd· a cerca prócessos ine- de lado a Boa Esperança do Evnngelho lem Alegres, rindo mos sem ferir a caridade, nem n humilJadc, nem a discreção". gularidades e tos cor- para emltireru opinião sobre o direito da Agrada, ele inicío, o convite a ser •espontâneo, rupção teriam sido prntl- Terra, Inflação, Custo de Vida, direito natural, o convite n Calor e a rir ... Quando nos cados dr. Pedrossien no rio Judio, direitos humanos, etc. A úlllma sentimos à vontade, falmos pelos cotovelos... exercício cargos públicos, é expressão da moda, assim como estt- Quando temos qualquer problema com nlguém, o respondi apenas Isto: que veram em moda: 'Yankes Fora", Abai- quando andamos amolados, meu Deus, que difi- culdade para falar. Ficamos monossílabos: "Sim", acusações envolvendo xo o Imperialismo" e outras que em cor- Nü,,, "Talvez" ... As pnlavrn~ ficam nrran,:ndu~ n atos subversão e corru- ta época apareciam escritas oos muros sncarrolha. Que bom conselho o de não deixar pção interessam sempre brasileiros, rance8e8, nas paredes do que os outros paguem por nossas contrariedades revolução motivo pelo Harlem e até no muro de Berlim. A con- e nossos problemas pessoais. l 1 te 1dit i1 é ir ttr di Fnlnr sem ferir a cnriclndc. Jú repararam como qua n ° en en a no- fusão tanta que V mos ou ro a num rara é a conversa em que alguém não seja tesou- portuna denúncia sena- debate, na TV francesa, entre o soviéti- rado? E às vezes e muitas vezes, a tesoura desce dor Canal e contra ex-go- co Leonid PIyutch e o Arcebispo itin- fundo e rasga forte. ião raro a reputação alheia vernador Pedrossian, so- rante do Brasil D. Helder Câmara o so- é estruçalhndn com a maior leviandade, sem que bretudo prometi o sena- vi ético mo1,trar ao prelado, profeta do haja nenhuma certeza do ;!,ue e st á sr. n <lo dito. E dor documentar sua de- socialismo moderno onde estava o pecado. mesmo que seja verdade_plena, _quem nos autor púncia. Não pronunciei O fato aconteceu mais ou menos assim: zn a despir as criaturas diante doe outros? a E julgamos; condenamos, atncnmos como se fôs- 1,equer expressll.o Al•fi. D. Helder tocando D08 direitos huma- semos virtude total. sem sombra dr. folho. Como jamais pediria aplicação nos disse que nüo era possivel sua voz nprccio quem é capuz de conversar animada esse to contra qualquer ser ouvida em seu próprio país. alegremente, sem alfinetadas, em tesouradas e, cidadão particularmente Pergunta-)bA e diseidentEl soviético, claro, sem golpes de foice. Não é menos diflril - folar sem ferir a humildade. A conversa vai se visando sm,pender ativi- .. se depois de fazer essas declaraçoes animando e não rnro, cada um e cada umn vai con- dudes e direitos políticos em tt>lt>vii-ão estrangeira poderia voltar tnnclo suas vantagens, vai cantando os seus feitos qualquer homem público Jivrrmente à sua diocese. D. Helder res- se nos lembrássemos da gozaçilo a que_ são leva militante nossas agremiu- pondeu que sim. Diante da resposta afir- dos que vivem trombeteando os próprios ·itos... ,, ·tid{ri· Dese ti <. ri-Ih L id, depois e rimos dos outros e dos outras que se espalhai, j ções par! ar1as._ '' mativa inqu rrn- 8 eon , se - se exibem, como pavões que abrem a cuueln e mdo, interpretação dada poderia viajar novamente ao exterior e ficnm rondando, l- ingênuo pensar que no retirar- repórter minhas Cleclara- outra vez regressar ao Brasil. D. Helder nos da roda em_ que cstávao, não _seremos to pães, não correspondem teve que admitir que sim. Diz-Ihe então sados também. Falar não ferir a discreção, será _..-+y--·nt_ or iotj v )h :aro Arcebispo, compare mais fácil do qu: falar sem ferir n caridade e n m Direfor ao t'atrimonio; S llOVIe lCO. O c ·, humildade? ... Qnnl nada .. Nao é f:ícil encontrar P Relaçõet< Públicas: Ezio M sua situação com a minha que nlio quem saiba guardar segredo da verdade. . Às vezes, ç rfcio José de Oliveira. osao regressur à Múc Rursla, e disse até o que é confiado com n garontrn de não •er m !ais que qualquer dissidente soviético passado adiante ... O pr6_prio sigilo profissional as ternado nos Hospitais de Psiquiatria aqui e ali é arranhado. E o, três avims emoldu- d Cuba OU Moscou trocaria, de olhos rados na entrndn dn Casa da familia amiga, por mais importantes que sejam nin<la sào avisos ', lados, ua situação pela de preso po- para cvitnr faltas contrn n discrcçdo, contra a hu• çõ'i ico do General Pinocbet. mildade, contra a caridade,,. Mas é pcrfcitnmcnte E e prendeu D. Helder com o dissi- possivcl usnr º dom divino E e" .gr A #;" soviético ª Importancla do direito e aproximnr 08 irllÍÍOS, para al,.grnr n todos sem r. mm 0'3SO !li r,i_ ~mano de ir e vir. . a ninguem ferir, para sustentar VuÍi ii l } n anirunçüo <lo pnlcstro. dnndo vez aos mais hu- Graças a Deus temos direitos ao milúes e mais t.lmidos. Já lernm no Novo Testa- • ADVOCACIA EM Cio ·de cada dia oom trabalho honrado. mento o terceiro capitulo da Carta de S. Tiago? ----- iio há o problema de desemprego no Vale a pena ler e reler, ler e me<litnr o que • ele rasll. Há paises em que a taxa de de- escreve sobre a nossa lingua. O povo diz que há ( 0 / certas pessoas que viio precisar de dois caixões: » 3mprego atinge a quase '/o da sua um para o corpo e outro, maior ainda para " I Rua Volunuírios dn Pátria :>pulação. Não pode essa parte do povo Hngua. Feliz de quem merecesse escutar do Se- '' guir o preceito bíblico: "Ganharás o nhor. Us1111es n tua língua de modo udequado. d ão com o suor de seu rosto." em falastes n mais. nem a menos. Louraste ' Bela Vista Sinceramente, d('pOis dessa de D. teu Criador e P 4i. Fiz~•te de tua língua um ins• Cri [elder, eu estou convicto .. Há qualquer trumento de pnz e de amor ... (do livro: Um Olhar Sobre. n Cidade) ,olsa de mal na Casa do meu Pai.'' o e «0 + ·-41. o!' da .. r---------=-.:....---------1 Apartamentos A.no VI Falar, Arte Difícilima D. HELDER CÂi1ARA com ar I €Colicioalo, Quartos 4 ·87 Fones 1277 e 16, . Rua Manoel Antonio Paes de Barros, 904 D! - E CGC 03.058.690/0001 Fragelli contesta Noticia Rela Vista Mato Grosso Os Dlreit s HumanIs e a Casa do Me Pai de ELY DE ARAJO BARBOSA Ventiladores e Serviço de PBX Endereço Telegráfico: HOQUIPALACE RQUIDll UINI '---------------------------':-, ...J MITO GROSSO 1 19677 Trbuna da Frontelr: SUPER ·Revendedor Motocicletas - lo;izalo Motores de Geradores • Assistência Marechal Floriano, Ponta Porã Mt ~±070E#E,»r0E=ozono» r Rua Acessórics para todos os carros N acio nais, parabrisas, escapamentos, rodas consoles etc. Instalações de auto rádios e toca fitas. 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Do mesmo modo, o número de Inlênclas e concordatas a<1sumlu aspecto desolador l--------------- porqua tudo gim em torno da falta de nu- merário. Onde e11tâ o dinheiro? Todos perguntam. Quais as causas de tanto deslqullibr!o flnancefro? É que os Bancos estilo fecha dos na sua grande maioria. Não se atrovem aos grandes riscos nem a outros tipos de tran1:1ações porque o futuro é Incerto e a inflação galopante afugenta as apllcnções de capitais a Cur to, a médio e a longo prazo. O Hanco Central baixa ordens e instru ções severas e anacrônicas que não po- dem ser observadas pelos eetabaleclmen- tos bancários que dela dependem sob os mais variados sistemas financeiros. Em consequência, por falta da dinheiro o País caminha a paesos trôpego&, porque eh, é tão m:cessárlo para o desenvolvi mento como o ar que respiramos, como a água para os sedentos ou como a saú de para os enfermos. Os financiamentos para a ngricultura são dlficels e onerosos enquanto que os produtos deles derivados são objeto de preços vis, de taxas e de. e11peculaçõe11 descabidas. Uma atmosfera de desconfi ança e de descrédito perpassa por so- bre a Naço ao mesmo tempo que os problemas pdít!rcs €ciódom de Norte a 1 ---------------- Sul ti-azendo a lnRegurauça das instltui çõee, a intranquilidade social frente às especulações imobiliária8 e às explora ções no que tange aos artigos alimenta res. O povo sofre na carne e na alma os desmandos doe inconoclastas e aos deformadores da ord11m pública. Os abusos aumentam eontra a popula ção indefesa ante a inércia daqueles que Unham e tem o dever de defendê-la. outras tipicamente lati mais outras, por fim, n , lura é um trecho de B· e guida, dom Héder com s lüm ocidental, un lat de E nesse ponto, atabaques r ma oração· do período. Grosso - Pausadamente, obser tervalos regulares entre pi outra, o arcebispo lê tr •o "A glj.erra se torna, ca - surdo. E verdade literal >- senta potencialmente, sui o humanidade Mas, ao lad O governo tem sido impotente para coibir esses abusos, quando tem .-im su- 8 mãos o Poder Supremo. que merece ser respeitado e aplicado sem temores quando está em jogo a sobrevivência da própria nacionalidade. (João Jorge • Amparo) BILÚ TETÉIII .Um novo ar para seu. e nf or to - Restaurante Iormitórit e ambi te s I er Familiar. Olimo local d estaci .amento. Rua Almirante B rroso 323 BELA VISTA MT. ADVOGADO &$3JI#l0 - Rua 3 de Outubro (ão ião a €)1a»Il Bela Vista Mato Grosso Dr. Oto Maracajá Branquinho Dra. Tazue Hara Branquinho Clínica Geral e Pediatria Funcionando em período integral para melhor atender os bela vistenses. Rua Duque de Caxias Bela Vista - Mt. T r i b u n a da F r o n t e i r a Propriedade da ORJIVAPE SE II. 1II! IM- Diretor Responsável: 0aldo ]reira 'Departamento Comercial: €mando G. @asco Diretar Comercial: claro prira A r t e : Hélio Guedes Corrca Circulação:Jane Velasques A C 1 o ':II P os 1 ç u o: Petronio Leão Lyberncy Lino tair Marques, Laucidio Medeiro 1 m P r e ssão: Nilson Roberto de Souza R Redação. Administração e Oficinas à ua Duque de Caias S/N Bela Vista. MI. Assinatura Anual Bela Vista D CrS 150.00 emais .Mnnlcipios CrS 180,00 ·----------- z s. RTI _Máquina de Beneficiar Arroz, e Sécador i UMA ORGANIZAÇÃO PARA pERVIR para Cereais Atacado e ANTONIO JOÃO E REGIÃO Varejo, Rua São Pau I o S/N Antonio João r ' . ... Bela Vista - Mt. -------~ T1ibun11 d!l Fronteira Hl-G-77 o 1 Sendo, neste momento, a primeira o portunidado quo uso enta 'Tribuna, neste ano faço-o com 11. maior ulegrlu, pois, teuho n oportuolclado do congrnlul11r-me efusivamente, com o Sr. Presidente Lr nesto Gelsel pela históricn o cortíssima decisão de orlar um novo E tudo, na Fe. deraço Braslleirn, o Estudo de Campo Grande, com o desmombramonto de uma pequeuu parnela do Imenso o rico Esta do da Mato Grosso. Eslá•HO lnfoi-mado que, brevemente, ch11garA no Congresso Nacional a roen angem concretizando a doc!Rüo raferldu em termos leguls, atrav(~ de Lei com plementar. O lntoressante que muítos :la• quales que, enfáticamente, diziam-se con tm a orlaç!ío do novo Estado. aqui mes mo• na Câmaro, hoje, arvorem-se até a ntluglr posições de relevo na Yl<ln política administrativa de Muto Grosso, dnudo u lmpreesllo que núo se recordam que até 3 de maio, agressivamente, manifostuvam s, contra a criação do novo. Estado. Os Anais da CO.mara e os pronunciamen tos publicados, não nos deixam faltar com a vordnd0. É Interessante, portanto, ver se a falta de coerência dos inusitados ci dadões. Ooteip eram contra e agora de sejam até, co:r.o já disse, num comporta mento iocoorentc n!ing!r po3lçõ:::s, q;,::.n do do lato eram, no momento, n!!.o süo mnis con!ra a política preconizada pelo Governo Federal. lloje é foto conaumodo, nilo há dúvida, a crio ção de mnis um novo Estado Ilrn,ilciro o de Cam po Grande. Tanto iluto Grosrn, com'> Campo Gran de devem ser liderado• pol!ticn o nclministrativnmen• te pelos lideres polltiros que desde n prime.ira horn, de públiro, som constrangimento, declaram +e a favor da medida, aliás das mais sábias do Presidente Geiscl. Pnrabéns, Sr. Presidente Geisrl, pela decisão fato dos mais importantes nn História Pátria des tes últimos tempos, com notáveis vantagens, no etor de Segurança Desenvolvimento, no só dos doí, Estados, como tombfm pntn toclo o Busil. Vivam os dois Estudos, Mato Grosso e Campo Grande, duas futuras grandes Potências, lo contex to brnsilciro no setor do progresso e desenvolvimen to da Pátria Comum. Senhor Presidente, Srs. Deputados, o princi pai motivo, no entanto, da minha vinda u este microfone, é outro, isto é, assinalar o fao dolo roso de saber-se que rnois uma vez, 11 l clrobras não toma conhecimento de !l1nto Grosso, do Ccn• tro Oeste de um modo geral e cspecinlmentc do Pantanal Matogrosscnse e Campograndense, para áreas de pesquisa, através de Contrato de Risco ou pela própria Petrobrás, que enu_saiba, de Petró lco. Já discursei, destn mesma Tnbunn, olertondú e protestando, junto Petrobrás, o Governo Fe dera] de um modo genérico, contra essa pré·indis posição, com referência n pesquisa do imenso ter ritório matogrossense e campo2randense e da re gião Centro Oeste, destncnndo-se o Pantnnnl, co· mo rea que deve possuir imen,ns rl'sen·ns petro· Híerns. Lanço-se n licitação, dez novas áreas, to· das menos uma, na plataforma submarina c a re i;_iào Centro Oeste, nada. Fiz, nqm, Sr. Presidente Srs. Deputados, longo pronunciamento, _ ':'" nno passado, juntando provas de que. e x1st e m indicios concretos da existenciu do '.ouro negro", na imensa plamGJe, rntitu- (" lntln Pantooal, ·ao Bruail e no P,iragual, chamada C1rnco. Já ao provou quo no Chaco que é o Panta11ul no Paraguai, há petrórno, mar-, no Brasil, ondo o Chaco. chama-ao l'antnnul, niio existe, o mesmo caso dá-se quanto a Bolivia. Há Petróleo nos nntcplanos bollvla• 1101,, bom como 110 Chaco Holivlano, mas no Brnsll, não existo, ou melhor nunca lle futo, fuz-se, polo menos que ou iba, um trnbalho sério de peaquh1a e proe• pecção na referida ruglào, antigo Mar dos xnráls, com aproximadamente 300. 000 kms. quadrados. A imprensa escrita, falada e tele visada, faz poucos dinas noticiou que o projeto radum, constatou manonclal pe trolífero, na Ilha do Bananal (rngiü.o Cen tro Oeste). Nü.o me consta que a Petro brás, através de Contrntos de Risco ou por ação própria, irá implantar naquela Ilha, aliás, a maior Ilha fluvial do mun do, uma base de perfuração, ou seja im plantação de uma 1nfrnestrutura du pe trobrás, objetivando atingir o l;,nçol, constatado pelo Proj6to Ra<iam. Parece. nos, que há uma certo. obceçO.o da Peh·o brás, quanto as regiões dn costa. atlânti co, num sistemático, posicionamento, de dnr fR costA.ll pti ra o interior brasileiro, quanto as pesquisas do 'ouro negro" fo ro. da plnta:forma· submarini1. Se o Pan tannl foi como se afirma um grande Mar interior no passado, por que, me "Deus do Céu", núo se pesquisar a grande área? Se a Petrobrá!! não possui condições de exercer esse traballo, por fulta da con dições próprias, que o fuçu, através dos Contratos de Riscos. O Supremo Arqui teto do Universo, não teria sido tüo pa drusto, para com o Brasil, determinando que a nossa Pátria, tona que ser uma Ilha, cerca.da de Petróleo por todos os lados. Hegietr,>, Sr. Presidente, Sr■• Deputados, mais uma vez, cm nome do povo matogrosvense e cam pograndense, o protesto, o desencanto e mesmo a reola, contra o-Petrobrás, peln sua atitude de dcoconheccr, Mato Grosso·, o pantanal e n região Centro-Oeste, como prováveis áreas de ricas pos sibilidades de encontrnr-se Pe1r6leo. Que Deus. ilumine n intcli"êncin dos técnocrnt•• e burocrn• tns <la Petrobrás" dundo-lhes mais ngilidnde, nçilo mais rápida, menos papéis e sutilezas jurídicas ao concretizor•se os Contratos de Risco. ganhando se tempo, na pesquisa e prospeção _das regiões ci tadas. E preciso lembrar-se que existem vezes que as primeiras impressões não são favoráveis, que através das pesquisas convencionas não existe o produto numa, vamos dizer, ineoerên_clu da pr6- priu nnturczn, que no coso, cm cspccrnl, aprcaen• tn-se de formo diferente, fugindo nos preceitos ci- entíficos rígidos pré csrnbelccidos. . . • 'üo seria o caso do Pantanal? Se Já se fez nl gum trabalho ou algo pnrecido e nà~ foram boas ns perspectivas. por que não se partir para outra formo, talvez, 110 terreno, nbnndonnndo a prática e a teoria, já conH1grnda? Não nos entra na cabeça. como so diz ,·ulgnr mente. que hn-..endo romprovoclnmente ~etr6lco no Choco Paraguai, repito que nada mais é que o Pnntannl, no llngun espa1.holo, não ex111a nu Brn· sil, diante de uma simbólica fronteira, m largo trecho, decorrente de uma linha imaginária. (Como a Petrobrás explica a descoberta do Petróleo. em Porto Esperrnça, Distrito de Corumbá, em 19.39, havendo ordem na época para lacrar o poço e n cerrar a atividade da Companhia, liderada por Mon teiro Lobato'? Fica, portnnlo, repilo, mois nmn ,·~z rc,.inrudo o nos•o protesto e desencanto, com re la&ao a Petrobrás, por ausentar-se da Região Cen tro Oc,tr. Deputado GaHílo Muller Com presença de mais de 30 pro fissionais de imprensa, que reuniram ·pe na tarde de ontem no salão da Câmara Municipal foi fundado o Clube de Impr(n sa de Dourados CID tendo sido eleita sua primeira diretoria que ficou assim cons títuida: Presidente de honra, Dr. ,José Elias Moreira; Patrono Armando da Silva Cnrrr.eleo, Presidente 'l'heodorico L. Vie gas; Vice Presidente, João Natalicio de Oliveira; 1 o secretário, Cicero Faria Li ma; 2.0 Sec. Valfrido Silva 1felo; T1:,sou reiro, Nello Kegler; 2.o Tesoureiro, Jor· ge Prata; Conselho Fiscal: Wlademiro Muller do Amaral; Jorge Antonio Salo mão; Júlio Almeida; João Ricco e Mar co Antonio Cunha. Departamento Social: Albino Mendes; J. Alberto Merino; Valter Lombarde; Carlos Alberto de Matos Oli veira e Vander Verão. Assessoria Juri dica: Isaac Duarte de Barros; José Mar ques Lulz; Ayrton Barbosa e Altair da Costa Dantas. Departamento Feminino: Imera Fedrizzi; Adiles do Amura! 'I'orres'. I Eliza. Rosn Ramires; e Isaura !erino. Diretor do Patrimonlo; Sidney Gomes. Re!açõei: Públicas: Ezio Moreira e Mau rício José de Oliveira. AGRADECI- MEHTO [ r . Ava onso d a €C a s t a Mares ADVOCACIA EM GERAL Rua Voluntários dn Pátria, 376. Fone 210 Bela Vista Mato Grosso Meus agradecimentos qmrndo o&llvc lutl'ruado no Hospital So Vicente de Paula pula atenção do Dr. RobervAl Borges, pelo. deúlcaçilo, cnriuhu e paciência da!! onfermui ras: Evn Hibuiro, Eliona Cnbrnl, Célia e do onfer mclro Ram1.io Ellchosr. Também meus sinceros agrucloclmen los 1101, uml gos Roberto A ornrllbn l:l Osc:ar que me socorre ram em tempo oportuno. ''Amo e honre a pro fissão que lho foi ccnfia do.". João Luls Ribeiro leia e assine o Joraal Tribuna d Foi'eira 1EMITO Li€IES O ponto da encontro da Soclo dade murtlnhnoso Rua Dr. Correa N9 56 Porto Murtinho Mato Grosso / flll [m Produtor do Calcário "Uma Empresa que • Escritório em Jo.rdim - Avenida. Duque Bodoquena km. 54 - Rodóvia Jardim - Porto Murtinho acredita no sudoeste e no Novo Mato Grosso'' de Caxias (ao lado do Hotel Orientei) Cx. Po,tal 08 126.7; .Bela Vli1tll • Mt. CD . ' ! 1 ·, t. :t t: [ ~ .. - 1> ' A agricultura só é forte quando é mecanizada. 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"Sy-S3à 2;;s;;;- %22±e± ±a#J%2M - S _ ?é5 ti"bêsffftssétff f ::;.,.~ ';--s.c•!.;-.,;, ; ~- • ...:', ~--.---.-: "7'.:;"cL, _ •. • _ -~ - • .. ·· • ° g-+. .__,_ · -~ " [J /1 [7 ·AMA ,..,, APOLJNAO MA UMA$ AGRKCOLAS LTDA. = ·- A l:Y Ma {] OO@WlID CE-EFT [wJJ S$87E7CM üEC ca mm Rua Teodoro Sativa S/N .. Bela Vista - Mato Grosso Matriz: Rua Marechal Fia;ias, Es. / 4.a &e Cutubre, Fone 139 - 424 Ponta ora = Mato Grosso Filiai: mambai Escritórios se "enlas %ntonie 5cão, Caracol e lral Moreira INS Máquina de Beneficiar Arroz, e Secador para· Cereais Atacado e Varejo. UMA ORGANIZAÇÃO PARA. SERVIR ANTONIO JOÃO E REGIÃO . t1,: 1 l:J l ) l A, (1 n ' ~ o h de Me Me )/ ( 1 1 ( Sh Jlv J d Áe ,_,. • fl o t, A 1•1 b, Jl to ' ro . lc ; 1 1 t ), (, f;• de de !!. 0Lt, (()_ . t<. F de lll te, l'/ •· • l Rua'São Paulo S/N A n t o n i o 'J O ã 0 M T. - - Bela Vista - ML. Trlbuaa ela Frrnntela 19-G-77 l O Jnsllluto Nacional do Colontz,1çã<, e Reforma Agrária - INCRA, través do Coordenador Regional no Estudo do Mu lo Grosso, com Indumento no artigo 3% do Decreto nº 7G,GU4, de 28 de novembro de 107íí, combinado com dltiposlo no1< ar tlgos 2 do Docreto Lei '.nº 1414 de 18 de ngoslo de 1975 e 5% da lei n0 4947, ae 6 de abril de 193, convoca Adolfo Sn. Jomfi'>, Alady Escobar Nunes, Alclllo Lo reno Schaurlch, Ataíde Marques da Silva, Ary Domingues Vieirn, Alicio de Souza, Altair de Souza. Alvuir de Assis, rruerl co Feliu, Almançor Ferreira Leltl:l, Anto nio Pedro Zardln, Armindo Pydd, Arnal do Paes Barreto. Antonio Cardoso AU· guslo, Acloly de Souza, Beltrão Lopes da Silvo, Crlstovão Ifran Costa, Clovis Pu lrn da Rosn, Clementina de Souza, Cindir de Souza, Celso Coelho Xavle1•, Deollnda Medeiros, Epaminondas Escobar, Edson iledelros de Mores, Eládio Rojns, Evl láslo Nunes de Mlrandc., Flori Murano, Gentil Vargus da Rosa, Gilberto Klrchner, lforáclo Marques da Silva, Hugo Klrch· ner. Irineu Amaral Cardinal, Inah Pinto Curdlnal, J oo Loureiro Pinheiro, José Slmplício da Costa Marques, Jullu de O liveira C1mlinul, João Fernandes Cano, João Eslfwão de Castro, João Francisco da Silveira, Juvel!Ul de Souza, Leandro Acloly _de Souza, L~zaro Correu da 11- rr va, Manoel Rodrigues da Miranda, Miguel Antonius Remacre, Maria Antonia da Sil va Arce, Nndlr de Souza, oacir Garcia dos Santos, Nicanor Lima, Oscar Araújo, Ollmplo do Amaral Cardinal, Oliveira Vi tor, Pncáclo Aréco, Pêgo Loureiro de Almeida, Paulo Coelho de Souza, Rõmu- 111 Pei·eiru, Rodolfo Gonçalves Terra, Ro berto Gcnçalves Terra. Sebastião Milton E Rosa, Sebastião Zacarias, Sergio Rober to Perondi, Tibiriçã Lour(!iro do Almeida 1- 'irgílio Pereira dos Santos, Zoé Lourei- ro Pinheiro e demvis detentores de títu- 1 los Nujeitos à ratificação. abrangidos. pe- 1: 1 , Memorial Desorltlvo a seguir transcri t ), a apresentarem seus títulos e demais :, cLcumentos relar.lonados 110 artigo 3.o da eus parágrafos do Decreto n.o 76.6!:!4 1 ele 28 de novembro de 1975 polo prazo de 6O (sesenta) dias corridos, contados partir das 8,00 boms do dia 20 de ju- nho e até às 17,00 hs. do di 19 de agos to de 1977. A apresentação dos citados documen tos deverá ser feita na Séde do Projeto Fundiário de Jardim, à Avenida Duque de Caxias, 989 em Jardim MT. A não apresentação dos citados docu mentos importará em ra6trições· legais relativamente aos imóveis cujos detento res nã.o se habilitarem ao processo rati ficatório uo prazo acim,a estipulado. riu uo :'lluníclpío de Dela Vi@ln )lt, com uma oon· formação irregular, abrangendo aproximadamente 129.000 hectares (cento e vinte e nove mil hecta res),estando compreendido quase na sun 101.alirlu de, encre os rios Piripucu, Apa, Córrego Sombreiro e São Lui. Partindo da confluência dos rio Pi ripucu com o rio Apa, eguindo o rio Piripucu nc1mn mnrgeu1 C►<JUl'rdu ·em vários rumos e dis tância 016 11 coníloêncio com o córrego Siio Lniz. Segue dn( córrc::o São Luiz ncimn pela . margem esquerda em vários rumos e dist.inc1as uté encon trar o córrego Santa Vitória. Segue por este aci mu peln margem esquerdo ot6 u confluêncio com o arroio Sucuruy• Pelo arroio Sucuruy acima margem esquerda até a sua cabeceira. Daí segue por uma linha seca com rumo de 83.oo NW oté en.contrnr o córrego Silo Luiz. Seguindo, por este acima margem esquc-rcln nté sua cabeceira. Deste ponto defletindo o direito segue acompanhando o e•pigilo diYi~or dos 6;nas dos rios Apo e Mirondn num(l di,1üncin oproxunodo ele ,33.500 tu até encon-: trnr o cnbccciru mais oha do rio Piripucu. Daí por estr. Rio nboixo cm suo mor~cm direi• ta até o ponto mnls pr6ximo da cabeceira do cór rego Sombreiro. Daí, por amo linha seca numa dis• tüncin de 1.100 m rumo 33º 00' N E,. oté encontrar u cubeceiru mais alta do córrego Sombreiro. Daí por este córrego abaixo em sua margem direita até sua confluêm·in com o rio Apa. Deste ponto sc-gue rio Apo oboixo pelo sua margem direita eu vários ru mos e distâncias 11té o ponto inicial.do referido llle• morinl. na borr.t do rio Apu com o rio Piripucu. A óreo contida nos limites acima descritos é dtl oproxi rnadurncnte 129.ooo ho (cento e vinte e nove mil he ctaresl, tomando-se como reíerêncio Corta ilo Ser viço GeogrMico do Exérci10 na Escala de l.lpc.ooo .. Obs. Deverá ser excluído o área que compreende as zonas suburbanas e urbanos de Bela Vista MT com área 7153,3050 bo (sele mil, ccnlo ,e cinqu 1 ;, to e tres hectares, trinca m:es e cinquenta centia rcs) cio área tlcscrltn no presente lllC!IJO•·iol. Cuiobá 26 de iunio 77 Cel. Clovis Hodriguts llo.rbosn Cuordcnodor Regionnl do Incro • ,IT. Dr. Laucídio Valdez de Barro;:; Cirurgiã.o Dentista CRO 557 Mt. Clinica de Crianças e adultos - Ralo X Atende-se com horo morcudo Consultório Av. Duque do Caxias, 508 (Ao Lndu cio llnnco Financial) Memorial Descritivo Refere-se o presente_ memorial à área para ratificações de títulos na faixa de fronteira situa- Escritório : de "üliançcn" ., . ., ,. Declaração de Rendas-Pecuarlsta-Contràtos t i t « Registro de Promissórias - Recibos, etc. Rua Moreehnl Rondon, 419 • Jardim • llT, '.Iinlslério do Agricultura lnsrituto N11.clooal de- Colonlzrição e Re forma Agrária Incra Coordeuadorla regio nal de '.11tlo Groi- o CR (13) Projeto Fun diário Jardim CR (13) T (07) / DI:-'. Ratificação de allenaçlo ou cooce são de Terras já feitas pelo Estado de Mato Grosso na Faixa de Fronteira. D O C U ME N T O S , N.E CESSAR 10S Requerimento do Interessado dirigido ao exmo. Sr. Presidente do I CRA sollcl• tando a ratificação no termos do $ 1° do Artigo 5• da "t1:1I nº 4-.947,de 06 de ·abril de 1966, unexando os seguintes ducumen tos: I Do Imóvel a) Titulo dPfinltivo expedido pelo Esta do admitida fotocópia autenticada ou Cer tidão passada por autoridarle competente b) -- Certidão de tra'µscrição e, se fqr . o caso Cadefa Sucflssória completa; • 1 c)- Planta e memorial descritivo do imó vel, tirados por profissional habilitado em (3 vias), devendo a, planl.!1 ser· apre .sentada em, uma vi original (papel ve getal) Fotocópia da Carteira, do CREA (do engenheiro) e comprovante do paga mento da. anuidade do engenheiro: obs. 'documentos estes autenticados e com fir mas reconhecidato. d) Prova• de quitação com o Imposto ·terrítorlel Rural; e) Certidão negativa de litígios posse11s6rios::, • li De Pessoa Física: a) Prova de td,mtidade, de quitação com .o serviço -milltar .. e. de atendimento com as _obrigações eleitoral@; t>) - Cartão, dé fdentificação de contri buinte (CIC) c) - Certidão de casamento. III - De ·Pessoa Jurídica a - Estatuto ou contrato social e 11uas alterações passadas' por certidão dá junta· comercial ou Registro civil das Pessoas Jurídicas; b) - Docu·mentos·yessoais dos diretores mencionados no item, II, . que deténham poderes de representação da firma. c) - cartão de Inscrição no cadastro Geral de Contribuinte, CGC OBS:· - Os documentos poderão ser apresen,tados .nós oj,Jg:ináíà ou em foto- cópias autenticadas.' ' Dr. Ivan Manso, da Costa Mares ADVOCACIA EM GERAL' " Rua Volont.ários do P.itr:io, 376 - Fone 210 Bela Vista Mato Grosso (Continuac;:ào) Fragelli pretende • ' deter corrupção com punição de Pedrossian pelo Al-5, , Sobre as den(molaa tel tai; pelo, Senadol' Mendes. Canalle aontra o Sr. Pe. dro Pedrosslau, o Sr. Fra galll• assegurou ,que apó ia o parlamentar arenls ta, "pois o Governo não • deve, em hipótese lgu- , ma, permitira presença de corruptos, sejam .da, Arena ou do MDB, na I da .pública". Julgo con venientc ,o Governo.pro11-, seguir com a1 oper11çõesr de preJerêncla. .atradM de um orgão oficial.e.i dõoeo, como 11. CGI (Co missão Cieral de Investi:. • gações) As lnvestJgações rea lfzadaR pelo Governo so bre o. enriquecimento do Senador Orestes Quércia (MDB-SP.), -na ·oplnlllo do,: ex- Governador, ''mos trem que a Revolução está fazendo o possível para· banir da vicia públi ca. os corruptos. Por I8so, deve-coÍ>tinuar, na,· sua, missão, sem. observar Partidos volítico11: ,Se., (). · Sr. Pedro Pedrossin er rou e corrompeu preud sa ser punido com base no Al-6. • ' ' " " As lideranças da Are na oofirmaram que. na próxima semuna dever ser divulgado. documento contendo uma série, de prova. que incriminam, 1 o ex-prefeito, de,, Campo. Grande, Sr. Levi Dias-- do grupo Pedrossan,e.a colocam como pessoa, "que enriqueceu mais,, depressa e em, menos tempo_, que Orestes Quér- cia."" ex-Governador Peuro PedrossÍÀÍl ~o,lpJ encontrado _em sua, res±- dência, no bairro do Jasr dim dos Estados. Uma em pregada repetiu, apenas, informações anterioras "Ele. viajou para o inta rior". E IMPOR·IIDORB BELl YI.S.JI, tTDA • --: • " , ; .,. J.,- - - • ~:.: Sementes RUA Seletionadas· I L OSORIO S/N - Lubrificantes •)' .,. ' , BELA VISTA· - Inseticidas I MATO GROSSO Bela Vsta - Mt. 19-6.77 -------=--- -- Triuna d Fro!"t --------- DCONTECEU O Deame com Charme no Balle da Rosa oom Amor DI 9 sábado foz 0 3 Ano Magistério sua entrad mapistrul no primeiro semeelro cio nno social cio 1977. Animou u fosl1L um mngalflco conjunto musical que honra lho seja feitn esteve inpro a ltu de todas us pedldu, do todas IH! aollcltuções animando o umbl ente, dando tunto o sabor moderno tão a o8to da mocidade, como nquele tom de velhos lompos que os velhos e os ma- • Is maduros sompn, gostaram. Logo upós o tempo rnuslral ex<:cutndo vem 110 microfone a flgm·a sempre que rid do GIUrn Lino, pura a nossa lntiml du.de, mas p111·n o O.mbllQ oflclnl u Exmu Srf•1 Delegudu l{eglo1111I ele Ensino upofun do o trabalho das jovens 3° aista do Magietérlo em suu bellsslmu "uvanl pre miar". e ela que nos fula conduzindo o desfilo: "Ainda bem que no Brasil só fuz frio, mesmo, no Sul. No r(•sto d 11 pais, pratl oamenle níio existe Inverno, pelo menos não o daquele frio Intenso bem europlclu, que a gente se uooslumou a ver nos fil mes, daí não ter seflllcio, nfio fnz1>r sen tido montar um guarde-roupa pesado Imi tando a mod11 Européia Escolha roupas leves como estae, prá • Uons e gostosas de usar. Nos dias mais frios, um Blnzer ou um Xale é o suficiente pura proteger você querida amiga e de um jeito muito femi nino, "Ná.dia Boutique", fazendo presença nes ta resta de luzes, de sonho e de amor, representados na flor que você deu a sua namorada, sua ftlha ou sua esposa, e ó. esta muito em particular, porque recorda e relembra os puros dias db sonho, suge re no decorrer desta festa esses e outros tantos modelos bonitos para serem usa dos neste Outono/Inverno de 1977. Toda ria, apreciemos os nossos mode los, todas eles senhoritas da nossa socie dade, e que não sendo maa.-quins profis sionais, desfilarão com todo seu jovem "charme" com sua elegancia descontrai da dando br!Iho à apresentação dos mo delos e às quais o 3º Magistério e ,.Nádia. Houtlque•·. agradecem scnslblllzudamente, pela colaboração tão u altura do encan to do momento. Com todas as mud110ças da moda. que ora valoriza o ,.terninho" e l)ra co• loca em evidência uma outra peça, u saia nunca pareie ponto. Feminina por definicllo, apresenta-se sempre com diver sificação de 1,stilos, vestindo .. bem" as mulheres de qualquer idade, ei-las que surgem: Luclene Galli em saia xadres. Aqui mulheres de sala reta. Ali mulheres de saia pregueada, lembrando a década de t960. Mais alem, pernas urgindo atravéz da fenda de uma sala ,.semi" fechada por botões e presilhas. Afinal qual n. saia da moda? todae, não há uma só, um sõ tipo. Há muitos como este que Luciene nos apresenta, em lii escocesa xadrez colorida, tendo acaba meoto lateral em franjas e presa por um alfinete dourado. Acompanha blusa ,preta" e botas. Maria de Fatia Arguelho, sa ia e blusa Cheias de pregas e plissadus em tecidos leves, mas que aquecem, ns saias ue Inverno i::1lo super versáteis. Vencem o frio, facilitam os movimentos, valori zam a silhueta. Clássicas ou informais das são elegantes a qualquer hora. ' Seu andar se transforma uma dan ça, num vôo quunrlo voce se entrega à sua doce e irresistível caricia, Fátima veste, &companhando essa belisslma saia, blusa branc!l em nlgodilo sanfonado. Elizabete Araújo, saia e blusa. Beth, nos motra uma saia de ve ludo gel: com blusa em malha v11rme lha, tendo como detalhe prata, muita pra ta. Antes da uprer-;enlaçilo de mais do is "manequins" a múslca tocou e houve muita leria n0s corço0.. ,, Nunes Depois parece Dora Alice (Jcous) O jeans é sensacional! o jeans de "montão" pura alegrar a juventude Jeans é sensacional mesmo. fantf1stlco, um r::how de moda. ,Jeans. mas é cluro: a lndlspen. ável, irupagflvel, surrudn e dl'sbofada calça jeans. Que voce vai usar. Para vestir com e la oamlsetlnb11s bem esportivas formam es 1 eo gracioso conjunto que Dora Alice nos traz ... Slrlene Nabnn (macar./lo) • É a vida, {I a cor, é aquela dcscontra çfio mnravllbosa de poder vestir Jeans e estor eleganlérrlma. E voce pode. Sabe que u sua juventude permite. Purn voce selecionamos o brim verde-oliva, com a botoamento em zlpcr. Reparem os dela· lhes nos bolsos e pala em sutache doura,lo Depois do dt>senvolvltnento gracioso desta jovem apresentando seus modelos um pouco de música (e que musica! muito bôn música!) tivemos novnmcntc Luciene Galli apresentando-se em Dlusilo com cnpuz. Ounndo o pnpo é trnbnlho ou estudo, elns na garotas, querem curtir mesmo inteira liberdade de movimentos, sem deixar de ludo ,.nquele· chor• minho,. c•pecinl dos <letohe,, tilo carncter!stico& do modo jovem. Daí, tontos írnnzi<los e cavas enor• mes e os capuzes nos blusõe8 que os garotas ve tem com calças compridas, Deixando-nos lembrar as roupas <los esquiadores das montanhas suiças, Luciene nos apresento eslc lindo moclelo de blu silo com capuz, em molho trnbnlhodn, tendo como detalhe fitas de veludo em amarelo, uzul, verme lho e verde num rítimo espectro poli.:rômico. Scguindo-Fc•lhc Neuzinhn Borges, cm colçn e blusa. Caqui. Porn os Europeus, o côr se npro ximn dos verde• mmgos e olivo, mas o Caqui "inventa" uma tonnlicln<lc maia amarelado, com t6ques de mnrron e beije, muito mais adequada no tom moreno da pele brnsileiru f: ponto comum no Brasil de 'orle e ui o cúqui entrou com forço total no terreno da moda jovem e esportiva. Esse conjunto que Neusa, a graça feita ,gente" nos apresento é em calço <le brim delnvée e com is ela cum motivos apache Agora o duplo em ,.rer,rise., de apresentação ilorin de Fotimn Argnelho cm teminho. Peço elegante e requintado por definiçilo e origem, nasceu dos weekends" da nobreza bri tãnica, o ,bluzer" está no rigor da moda, fruto do estilo dandy" que colocou o ,..mulher de terno,, e camisa" e ,gravata", tudo tudo cem por cento como .,eles., ... !:;6 que muito mais lindo. Sendo clássico, pode atravessar várias esta ções e alguns anos, modificando-se naturalmente por evolução, apenas n mnneirn de usá-lo. Fátima nos apresenta em tom verde esse conjunto com detalhes em sutuche duurado e blusa vi nho com lumé dourado. e ao mesmo tempo ... ELJZABETE ARAUJO apresentando-se em conjunto. Esse .personagem é agorn o duae-peças surge em cena pa1·u ser usado em conjunto ou descnmbinadamen te reforçando também a volta do veludo. Nesta. e11tacão ele está desempenhando um papel clássico que não depende de aplausos para «ser sucesso» Assista tudo e escolha para voce es se lindo conjunto em veludo que a gra cl0Rldade juvenil de BETH nos apresen ta. Pertlmos desculpas imeas11s ao públi co, os nossos habitues do «Pedro Rufino» as nossas lindas modelos siio poucus dai sucederem-se as apresentações em pri ma seconda i terça vez, mas também loto não atrapalha. nada até é um colírio para muitos olhos presentes ver sempre e outra vez mais aquelas de que mais gostam. Falei. E para não mentir, aí estão ·outra vez E novamente Beth, Neuzinha, e Fa tima, a primeira, Elizabete Araújo em macacão. O veludo de algodiio Us:> ou cote~ lê nas mais diversas texturas é o: tecido que mais se destacou nas coleções do todoe· os fabricantes de modas do país. O macacão continua presente nes te Inverno, e aparece mais . ajustado, cheio de detalhes, ideal para ser usado em qualquer ocasião. Este modelo em veludo cotelê ver de que Lleth ,;e nos aprt>senta, é fecha do por grande ziper, que se r.epete ao fechamento dos bolsos na blusa e na calça. Neuziha Borges em vestido, • • de corte vestidos, »ot46, TO%%; nod de mas pertgito; @ mesmo "!}"i ão uno Inverno. E ainda que "O" copie esta e.i?{% a.cite.4o «se • :.%%± mInina, delicada, qU',, em veludo c2- te que a Neuza vee. 4 es com bolsos urematalos tele marinho, d As fivelas pratea- em sutache branco, ua • letur das amurram o cinto, e para comp ""%;na em calça preta e bus ta- bém preta ·ti "Nadla Boutique" também quer pari cipur de f-ua el'lorla, escolhendo para você o que há de mais bonito para le var na mala rumo Norte, rumo sul. Preto, sempre o preto... é o que Fã,.. Uma nos traz em calço. de veludo preta o uma encantadora blusa também preta em "lurex prateada". Acompanhn um ca saco como você gostu: tipo japona, man gas raglã, bolsos lnterais e cupuz com pele. Outra vez múslcit, de)[clando a tods sútll e como um sonho preparando o am biente para a contlnuaçiio do espetáculo. ...eo encanto se repete; ' Agora Slrlene, Neuzlnha, Dora e Luciene. Ainda que o Inverno esteja quase che gando, bom mesmo para a mocidade, é a moda livre, não rotulada com estações ideal para a dlversl!o. Slrlene Nabhan em conjunto ele veludo É inverno. e antes que você se Imagi ne envolta em longas peles, lembre-se que, num país tropical cs frios e cinzen tos dias de Inverno, não são assim tão frios e cinzentos, e que portanto, a mo da eacolheu, entre as tpndências nacio nais, os tecidos e modelos que mais se adaptam o. este clima Indeciso. O resultado Está aqui: Slrlene veste um lindo conjunto marroncafé em sáiu e bolerv, tendo como detalhes, gregas, numa linda combinação de cores. No interior blusa beije; nos pés o acom panhamento indefectível de botas. euza Borges, deslumbrante em calça de veludo azul. Junho, férias... Inverno? Bolas para esse frio úmido e cinzento. Neuza, nos mostra o conjunto apropri ado, calça de veludo marinho e urna "chi quérrima blusa, também em "marinho'' pala Inmê dourada com ciuninhas mari nho para não fugir do tom e gregas verticais douradas. Dorn Alice unes, um deslumbramento em Ycr melho de um conjunto moderninho. Um conjunto como você gosto, com mangas rn"lã, bolsos obJi. quos, muito confortável nos detalhes. Muito ele gante no curie. Dora vete um, moderninho e cm vermelho, de covas caldas. As mangas estão chegando, e, quan do longos, pedem sempre muitn nmplidüo. Completnndo•o, culça comprida e blusão com as listras da grande moda e com fendas laterni1 nmnr rodns com rolete. Finalmente nesta seleção de peços a presença sempre simpática de Luciene Gali, num vestido "Folk", Dentro das tendências básicas da moda, as con fecções brnsile1rns desenvoh-crnm os temas folcl6- ricos e tnmbém os linhus mais eoíisticndas com "brilhos" e saias amplos. A sua preocupação: o vestido certo paro uma festn. Você o quer mnrnvilboso, personnlíuimo cheio de charme, então, procure um "vestido ccr~ to" como ente que Luciene veste, 'conjunto em estampado, saia em pregas, barrada com flores que se repetem nu mangas. Bolero preto, enfei tado com gregas rosa. Para com pletnr o todo, botns marrom. Aqui houve a pausa mais que necessária, mo menta sofisticado de música bem brasileira, um sumblnhn <laqueies <le verdade, che1rnndo a praça II, bem carioca, foi realmente um 11contecimento Últimu npre,eutnções: Dora Alice Nunes, ve tindo um longo ... Os jerseis moles e as suedines têm um caimen. to maravilhoso e possibilitam ·mil variações d modelos. • Assim caminha o mocidade, envolta em tecidos molengos, que acentuam o corte superfeminin, dos modelos. Em tom brilhante e vermelho é o longo veat do_de Dora, que tem sua saia ampla._toda mn• tada em panos franzidos, e por detalhes: cin alta arrematada com _gregas e sutacbes }, ura o decote e mangas alem do que bota "m como Encerrando tivemo a oportunidade de ver também no mesmo Ins tante, Sirlene Nabhan, desfilando sutilmente. Ain cfornente num loago-:,r robali:.dor. O tão sonhado vesti!o de festa tem mesmo qu ser o mais lindo. Talvez por ser 11 mlG!ura Je to das cores o branco, é que o branco se mls• tura a toda!! as cores. Slrlene nos apresenta um vestido-túnica que pode ser usado com clrrto. Tem como detalhe fit de veludo em preto, su• taches prateados e tra balho em grega, urrema tando o decote e para realcur tudo. Voce no tou, Sirlene estava des calça. deslizava com u vidade pelo anião em forn ... em nosso pleno Inverno, como si fora em noite de verão. Depois disto tudo e a· pesar disto tudo o "ílalle uma rosa com amor" continuou mais animado do que nunc, e o cro nista deste pequeno re Hnto, viu lá moços e ve. lhos unidos fraternalmen te num apoio comum, a!e gres, sorridentes e de es pírito vivo e entusiasma do, dançando, dançando e eontinuando a dançar, depois o que vos escreve estas linhas saiu e isto Já beirando as tres e mela duma madr:igada com u ma lua já no ocldentf! la mlot1da e quase sem luz, mas com o céu corrus cante de estrelas satl.sfei· tas pela alegria que reina· va naquele pedacinho da terra, ali no Gremio, aqui em Bela Vista, nesta nos~ sa fronteira. Façam outra como es: ta e lá. estarei. Le Duc. FRAGELLI PRETENDE DETER CORRUPÇÃO COM PUNTQ.Ã.O DE PE DROSSIAN PELO A 1-5 Campo Grande (MT) O ex- Governador de a to Grosso, Sr. José Fra gelli, disse ontem que o Governo federal deveria complementar as investi gações sobre casos de corrupções praticados pe lo ex.Governador Pedro Pedrossian no período de 1966 a 1970. "suspeoden· d o seus dire-ito!' polílíco! por 10 anos, com base no· AI-5 para evitar que ele retor.ne a vida públi· ca e volte a corromper'·. O ex-Governador José Fragelli salientou qu2 nos últimos meses com a e fetivação da cÍivisão do Estado, 0 Sr. Pedro _Pe drossian faz o possível Para aparecer como um líder carismático em Ca po Grande "fato que não pode ser lévado em con- 6ideração, porque o Sul de l'lato Grosso é rico em liderança politica e possui eltitorado ind 0 - pendente. (continua ...) r l ' • VJ•ln • Mt. ai!.::..--------------- ',:..I'I!.:.l~h~u~ _E!ôfJ(r Íf•----'--------~-----------1:..._ 1 ._r,_.-_,1 l • LC llHfílilIDITJnf ~~; AUTOMOTRiZ MÁQUINAS Qa]~ OLHEM LUCROS Indústria Brasileira ,-------------------··- --------------------· r-~.,....---~--,--~,~~----~-------,.-~ ~-------~-.,....,=-~~ • < I . ~ ,,----.,,.......,......_ • · é5i·6. . ,,_ . ti@j2± -elsrs ifel@é<elas . ' ·. 1 . -· . . . - 's. . • ·~......:. • J Ter uma Colheitadeira Autornotriz SLC é pos suir urna máquina que colhe lucros e também representa a conquista da tranqUilldade e se gurança na hora da QOlhella. Pois com a SLC está urna eficiente retle de Concessionários, à disposição do homem do campo. Gente 11uc, como ·oci:', está preocupa da cm assegurar a sua colhclla. Assistência Técruca com profissionais alta mente especializados, treinados na fábrica e sempre presentes na hora da colheita, com peças originais que asseguram a garantia e qualidade SLC. Você que planta soja, trigo, arroz (mesmo em terrenos alagados, para colher com esteiras), milllo (para colher com a :1ov11 Plataforma de 3 ou 4 linhas> ou outros g1 ãos, encontrará um modelo de Colheit:ideira Automotriz SLC (do tamanho de sua lavoura) e seus opcionais, que lhe proporcionar:io tranqilllídade hoje e a certeza no amanhã. Por tudo isso, os que já c.onfiararn a sua co lheita a urna SLC acreditam no que plantam porque sabem com o que colhem. [2l ~IURCl!l CU4VIR4 lID4 ...... - r - 1. !-· L-·-· 4 :. •-tl·_ ,.· , , » e ~":~ :, ;,,._',. .... 1 ?i . [ s,o • 35E. j ?-' .... ,.,.. . ... ..... : % ·±%±h?s itism o-r-. Tratores Valmet . Colheitadeiras SLC - lmplementos St!lecionados_ ~ Assistência Técnica Permanente Matriz: Rua Marechal Floriana 2049 - Fone, 28$ - Cx. Postal 180 - Ponta Porã - Mt. FIU IS : l##ti WEL, V,tT ..... J 196.7; Btln Vi h • 1 ft. 'Trbun d Fronte!ra HII CONTESTD SECREJ'RIO DE ENTREVISTII 9 EDUCIIÇBO D O DESTAQUES Culabá • O Deputado Paulo Saldanha criticou a entrevista que o s-,cratárlo da Educa.cão, professor Louremberg Nunes Rocha concodell à imprensa campogran denso defendendo a Implantação d Fo culdodn de Agronomia nnquela cldndo. "Hespello multo O secretário da Educa ção" . disso o deputarlo Paulo Saldanha . "pos1rna a quem reputo, um dos mnls 1 competentes auxllinroH do governo Garcia ! Neto, entretanto, dlncordo t~talmeate do S. Excia quanto à localizaçio do Curso de Agronomia que, ao nosso V,?r dove ria ser na oldnde de Dourados • Salda oba refutou todos 01 argumentos apre sentados pelo secretario à imprensa cam pogr,mdenso uss<werando quo não via 011· trn região mu.ls propicia à lnstnlnçúo do curo de que n Área du grande Doura dos quo possui "lnsofismá vtl vocação a~ grícole.". "O professor Louremberg - disse o de putado . alegn que a relvlndtcuçiio dotJ radense é novn mas nós discordamos de- 1,n. u.flrmntlva uma vez quo o. lei nº 2851 de 30/9/1Hb8 já criava. o curso de agro nomia em Dourados. Os deputados Cttlso Amarnl e José Corveira, apresenta vum emenda à lei que restrutura va diretrizes e bases do Ensino Superior revigorando n criação da Faculdade de Agronomia de Dourados". "leso demonstra - prosseguiu Paulo Sal- lIA.TERTALISMO O homem da civilização do consumo em massa está perdendo n guerra para o 1nhteriulismo. O conforto exagerado do corpo deoflbra. n alma. O conforto do cor po dá o ilusão de felicidade. É ilusão, mesmo. Em pua carne, o homem sente que lhe falta algo superior, que vern de cima e quo a tecuologia não lbe dá e nem lbe pode dr. Infelizmente, são pou cos (IS homens quo reagem. Por parado xal que pal"eça. quem reage violentamen te, é a tecnologin com medo de perder o freguês. Sempre e sempre mais, a téc nica mntciriulista cria novas fórmulas de comodismo e de- fel!cidude material. Está provado: ninguém. no mundo da tecnolo gia materiulist11., pode, hoje, dispensnr o pão e o vinho da religião. Só a religião não tem a nem deve ter compromissos com n matéria. A religião faz sorrir o es pírito. A religii'io faz crescer a criança in terior que todos nós devemos ser. A re ligião é fonte de libertaçüo perms.nente pnru uma vida feliz. Sem religião e com mnteri;ü1amo. o destino do homem será oste: Quanto mais comodismo exterior o ho• mem procura o alcança, tanto mais ele oe materializa a inslgntiicante se torna a vida de suu :i.lma. liberdade rio homem, como um boneco. A liderança não cria ódios e não se har moniza com a fórmula ditntorh1l: dividir puru reinar. O at:têntico líder trnbalhu sem bajulação. Porém, trabalha, aceitando a coopera ção de todos: o seu trabalho é importan te, mus o trabalho dos outros é mais im portante ainda. O conceito do líder pode ser sintetizado assim: Se queres ser lider de tus comunidade, procura com humildade, com respeito I e com sabedoria ser o melhor servidor de teu próximo. i l dlco.ção niio é uova dnha que a ro "fo. Os ropresem como nfirmou o secreIaT) • ,, tentos tantcs da áruu sempre estiver .. ~ u . " o problema «oftitatido essas providg?}, Saldanha prosseguiu em seu PQ"UI ldé meoto dizendo considerar ubam f1. ªr lt ia de se formar Agrônomos de as a. o, relegando segundo plano toda um8J' veutude de formação nitidamente agr1o "sentou ainda o deputa do Saldunlrn que u a Faculdade nüo visa atender apenas ao u,unleiplo dr Dourados mas, toda a região da Grande Dourados e, enfim, to. do o novo Estado que o Presidente Gei sei pretende criar no sul de Mato Gros- so. "O fmportunto é poEtsufr uma Fuculdn de de Agronomia funcionando emn uma áreu agrícola". Finallzaado Saldirnba d1s se "eslur11i ao Indo de Campo Grande na reivindicação da cursos que caibam aa quela cidade mas, o Curso de Agrono: mia tenham paciência, esse é nosso. Per tence à região da Grande Dourados com preendendo 29 municípios, o Celeiro Agri cola do Brasil". nem provoca doença nevoru. A neurose que gra ça na comunidade. é produzida o.o contrário pelo. precipitação do.s atitudes e pel11 prática. de o.tos impensados é folt.n de controle de si mesmo. E triste ver que, hoje, a nossa criança e o .nosso jovem vem desaprendendo n controlnr-ec e o. do minar os seus insti11tos e paixões. Será que eslÍI irritação à flor da pele e esta violência do mun• do atual não têm sua origem n falta de contro• lede si mesmo? O controle de si mesmo exige hábito: quem não pratica, não o.prende. A família preciso. ensinar. E também, é m1ssào fundo.mental da escola. O controle de si mesmo requer que o homem na comunidade seja nssim: Autêntico consigo mesmo, sabendo coope• rnr sem esnobismo e sem publi..:idude e decidindo as situações d~ vida diária sem explosões de rai va ou de violêndn. Flagrante <ln vida que valem llnnchete; Opinião de um filho sobre sua mãe; O sabiá cnnlo. e a mãe foz as melodia, agora eu se, porque todo. mãe sabe tantas e tão linda, ca.ntigns de ninar! LlNG'!!A COMPRIDA Saber falar é prata, mus saber calar é ouro. É multo mais fácil falar do que calar. Está. certo: a linguagem é arma po derosa que o homem possui. Basta conii tatar da eficiênci11. da linguagem nos me ios de comunicação. Na televilsão. No rá· dlo. Nos jornais. Nos livros. É, através da palavra, que nos comunicamos com nosso semelhante, na vida comunitária. A palavra tem um poder fora do comum. Pode agravar ou ferir. Pode convencer ou desesperar. Pode trazer a paz ou le var à guerra. Pode educar ou deseducar. Pode leuvar ou criticar. Porle construir LIDERANÇA ou destruir. Por isso, saber falar no mo- Cuida este dia' É d .li . . mento oportuno é a chave para a solu- Ele é a •a • . . . . d ld · lícil ser líder numa comunidade. ção de muitos problemas comunitãrios: o E Vl a, a propria essência a v a esmo nas poquenas comunidades. A li- pelxe morre pela boca. Uma língua com- m_seu breve curso, derança está se tornando penosa. Os ho- prida fere mais que veneno de cucavel. Estão todas as verdades e realidades mens, em regra, desconfiam tia seu se- Sempre é vâlldo O provérbio: da tua_ existência; . melhante e não acreditam muito _em seu A palavra é prata 8 0 silêncio é ouro: A bençao do crescimento, espirito desinteressado de liderança. Nin- aprender a usar a língua é uma neces- A glória da açao, guém leva a sério que o líder possa rA• 1 sldnde, mas saber calar no momento pre- 1 O esplendor da realização. solver os grnnd1.-1s problemas da corou- ciso é um 11 ouperação de si mesmo Po1s o dia de ontem nao é senão um nidade. , 'orá um sinal dos tempos? É cer- ' • sonho to: o mundo vive sem lsgítlmou lideres. E o o.manhã somente uma visão Basta lançar-se numa viola panorâmica: CONTROLE PESSOAL Mas o dia de hoje beom vivido obre o governos das nações civiliza- Há pessoas importantes na comuni. transforma os dias de ontem dus ••• O quo se vê? Liderança nú.o 89 faz dude que são incapazes de controlnr-s Num son.ho do ventura., de es- co~ fo!QU o com violência. Liderança niio diante de um11 situnção menos normlll. Fnhn con- E os dias do manhã numa :visil.o 10 imi:ioe à. ba.ioneb e à pri11li.o. Lidnran- trole de si mesmo. O controle de si mesmo é u. perança. ois. do dia de hoje! o xz respeito ao homiom. Liderança a irds rouca. consteij4 o mgids d± rrci- S""° _"?}d à alvorada. islgmfica. confiar uo grupo. A liderança pilação em que vivemos. O controle de aI mcamo ~orto Mnrtinho _ llT. maio 77 verdadeira. n!io mnsoucrn os diroltos hu- exige o domínio da Vontade: refrear _de«jos_e p yro Luiz manos. Lidoranca nunca foi subordinar a xões em prejudicar u nossa personalidade. O eon- Vi trole de si mesmo nlo recalca ninguém TROVA PARA MEDITAÇÃO 'o inyeruo os galhos ressecam A alma triste da plo.nt.i a vida ns flores se secam E a chuva chora e não canto.. Saudação à Alvorada "Umu dia se compreenderá +erviso que procurei prestar«e pelo qual fui punido com una pena que a mim mais distin. gue do que desonra, eu do que preferem stender a mlo uo , crwi<lu do que curvar a ca beça ao vencedor". Curlu, l.ncer,IJ _Lacerda foi o gênio político que ousa r. I'or isso, muito acertou. lor is+o uio erra. Vivia lutc,ndo. Fui ('<•ll'trutor e ,le+uulitlor... 'r Dep. Alencar Furtado Vim como brasileiro, prestar homenagem ao grande ciducl:io que serviu tanto à pá tria e tanto fez por nossa ci dade. Venho, coo pastor d diocese, pelo cristão que é chamado à casa do pai. E homenagem do pastor a eu filho,.. Oom Eugênio Sullei Com u morte de Cario, Lacerda desapareceu talvez 11111ior liderança civil de ura, época . .Foi um hom,·10 qut se aproximou dos gi:nio,~. Senudw Dinartc )briz Sinto u sen,nçio de estar findo só. Juscelino. Jus rez Lo.cerda ... Até o Adi.remar me' foz falta"· Jinio Quadro; Carlos Lacerda Foi divulgado um pe· queno bilhete do ex-go vemador para sua mae, no dia em que embarca· va, exilado, para Cuba. logo após o golpe dlldo pelo .Maracbal Lott, eDl 1955. A carta foi escrí!D ainda na Embaixada de Cuba, no Rio, num cader no de autógrafos que é uma verdadeira reliqui de família. O bilhete e 0 seguinte na íntegra: "Rio 16 de novern· bro do 1955. Minha ma· mãe, que lhs posso pe dir que a senhora Já nu.o me tsnha. dado? A vfda, o ex~mplo, n. inspiração, o amor, n:i.da me falto_u. Sou um homem feliz. Tenho por mim a fé e a esperança. Deu-me, a se· nhora, a caridade vinrlll das mãos da Deus. N'Ele j estA o seu consolo e a sua recompensa. Tada a sua vida te!Il sido a conformaçiio colll 1:1 brutalidade dos fatos. Hoje, mais uma vez eles se impõem à nossn von· tade. O chamado gc;var· no do povo pelo povo e para o povo está trans formado no governo dos traidores, pelos traidores e para os traidores. Vou eontinuar a lu ta.. Conto com 11 sua pru dêneia, a sua confiança, ª sua certeza no seu fi· kg,gue ii d@ia este ,,l]9 de amor e de gra l "º· Qarlos'' . (' I r r Ç, d ra { e ÇI um à D• , i lu ql o Cai o 1, to V t4 aos n h i g as C U( Z v do E PI le co cr , tif N, Pa la aD de ba'' les lll.1 3E ·º• lor u a S toe ?o 1 h e 8e x tu % de o ta 'a do Bela VIta - Mt. a Trbun da Fronteira 196-77 As comemorações do Din da Impren a no Brasll, no dias quo transcorrem tem o sentido do convocação das forças vi vas da ocloddo para uma unlüo de von tades determinadas a preservar a lberda clo de informar e do opinar através dos veículos da comunicação social. No fal tarão os que desejam o retorno a uma situação vencida no Início do Governo do prenldento Erneuto Guinei. Os jornais naquolo momento, roouperumm a fula de pois do período de conslrunglmcntoll de má memória para a nossa Históriu. Gr ças à voz reanimda dos jorais foi mu dado o ambiente político nacional, alte ro.ndo-se a sua evoluçúo, almla que man tidos os instrnrnentos oaructerísllcos da excoçilo. O jornal foi a dlstena/lo alcan çada, o grande agente da murlunça da ambiência polítlca. A distenso deveu-se à recuperação do debate livre, à dit;cus são ousnda e crítica das decisões gover- namentais e dos fatos da vidn nacional. .A dlstens[lo hoje posta em cnusu foi o 'l jornul liberado puru o exercício de sua ~ função, indispensável numa sociedade que se quer democrática e pluralista na organização do Poder. Para que a dlsten s!io eontinuo sendo alguma colsn slgnlU outiva, terá de respeitar, notes de tudo o jornal livre de qualquer pela que ul. !rapasse as exigências do comportamen- to responsável. No sistema em que tenos vivido nos últimos anos, a imprensa es tá naturalmente chamada o. ucresct?utar aos seus deveres de informar e de 0pi nar, a obrigação de praticar o poder de )nvostlgaçfio . .ê essencial esse papel do Jornal na sociedade do mussus e nos re gimes dos governos agigantados em su as atribuições lil poderos. Reduzido o Oongresso pelos frlllos aplicados à sua ação, é fundamental à sociedade organi zada dispor do jornal como poder de in vestigação, de vlg!lfinciu e de controle do processo decisório govtirunmental. Este processo é a própria soberania em prática, e, sem alguma forma de contro le público e aborto, o processo decisório converte-se em demonstração de poder com pretensão à onipotência. Nas horas de crise, ativada8 por lnte- reses políticos radicalizantes, crescem as dificuldades do jornalismo orientado pelo respelto ao fato e à verdade. Os interesses contrariados pela expolção es crita. do 0011riitos cerrnm fileiras para obter do Poder da República o cercea mento da divulgação, <, sllcncio da cri tica o a erasculaçio do jornal como lnstrurnonto de inve ligação. Quem quer que possua poder. público ou privado, precisa entender que a vocação crtlea e investigadora da imprenso. moderna dave ser respeitada e estimuluda. Som jornalismo com tal vocação, os poderes se exacerbam e frequentemente violen tm os limitos impostos pela ordem ju rídica estável. Ao divulgar a agitação, o jornal não faz ngltaçüo. Ele, no contrário, mobiliza as vontades que valorizam a ordem. Ao divulgar a corrnpção, ainda • que uvan çundo juízos, elo faz recuar os poderosos, que assim encontram oportunidade de se corrigirem, quando não [or o caso do serem chamados à responsabilidade pá blica. As soeiedad('S do Ocidente, modela res porque cultivam os valores que esti. mamos, desfrutam estabilidade política mesmo quando atravessam crises i;oclals. Elas dispõem da eegurança trazida por jornuls se:npre dispostos o colocar bar reiras a08 excessos e às paixões. Essas flociedades (!zerara urna escolha entre do is riscos: o d(I terem uma Imprensa. llvre, · com o risco de irresponoabilidndes que poderu e devem ser corrigidas, ou de terom uma Imprensa muãa e cega com o risco de toda a sncledade toronr-se irresponsável por lhe faltar espelho im presso onde ela se vê como ela é. A situação brasllelrn só comporta mudança de orientaQfío que nmp!ie a função descrita dos jornais no encnmi nhamento das questõee que nos assober bam. Tais questões existem e só medi ante o reconhecimento público e aberto de seus desafios ficaremos em posição de encontrar respostas adequadas a o s nos&os propósitos de ordem com liber dnde (F SP) [l Pt2 Em nome do MDB. o senador Lázaro Barbosa emprestou ontem "total solidn riedade" ao Manifesto dos Jornalistas à Nação,' divulgado terça-feira nas princi pais capitais do Pais com 2.557 assinatu rns, e pediu a Inclusão do documento aos anais do Senado. O senador Eurico Resen de, na qualidade de líder do governo, re bateu os conceitos emitidos pelo mani festo, mas nilo foi contra a lnclusilo do mesmo nos anais da Casa. Antes d3 ler a integra do ::nanifesto, no qual os jornalistas expressam seu incon [ormlsmo pela "censura prévia em alguns jornais e pela censura total a que estão sujeitos o rádio e a televisão", Lázaro Barbosa afirmou que "a Nação está-can sade e aflita, esperando que o Brasil seja recolocado na democracia que protege governantes e governados". Ressaltando que entre os signatários, Incluem-se destaque dos homens da im prensa nacional, Lázaro Barbos queixou se da revolução, "pelos seus 13 anos do iXistêncla «< apesar desse tempo, conti nuar utilizando os mecunismos de exce cio", em contraposição ao que qualificou de "ideais democráticos quo a inspiram • O representante oposicionista afirmou que "a plena. lfbardade é dlroito negado pela violência dna censura, Instituciona lizada de tal modo, que chegou até às escolas de comunicação do pais". Refe riu-se também, à "ameaça do AI'5, para publicações sujeitas à censura prévia". RESPOSTA Ao responder ao pronunciamento de Lázaro Barbc-sa, Eurico Resende fez vee mente protesto contra o manifesto dos jornnUstai>, argumentando que o documen to "fala inverdades ao dizer que o povo brasileiro não sabe o que· ocorre em seu próprio País", face ao cerceamento da informação e da expressão. O líder do governo afirmou que "os grandes jornais que podem influir no pen samento nacional, como a "Folha de S. Paulo", o "Jornal do Brasil", ''O Estado de S Paulo", "O Globo", e outros, publl ear diariamente, o que ocorre no País, e muitas vezes, até abusando". Eurico Resende disse que "os jornais tan to publicam· e têm acesso a· documentos, os quols muitas vezes devei-Iam ser man tidos em sigilo, que: por exemplo, no de bater em plenário o caso Lutfalla, o se nador Brossard valeu-se do noticiário da Imprensa, para fundamo n tar o seu pro nunciam ente". COLUNA DO ACiRI- PAULO CULTOR D EHÇAS . O ARROZ IAC/47 SALDANHA NUYA PRORRO- Dr. José Alberto Cotrim Há 4 doenças principais que infestam os arrozais dosln nossa regíão sulina. E são elas combatidas no campo pelo ogricultor usando defensivos caros e u pllnação paciente tudo fazendo p11ra sal ver sua colhelL-l. O controle natural dessas doenças, mais econômico fica requerendo apenas um pouco mais de compreen!ão que o con trole empregando substâncias quimices u ma vez que nem sempre uma ou duas a pllcações conseguem debelar a doença. Temos a1:11:lm a Bruzone, a Helmlntos poriose, a Cercosporiose e o Oidlum. Deo sas a de mais fácil dlstlnçào para o téc-· nico de campo são: Oidlum e n Cercoaporloc,e que atinge principalmente as variedades tardias po rem constltue uma doença de não fácil distinção. Das restantes a distinção técnica entre uma e outra não é fácil uma vez quo os sintomas se assemelham na planta ataca da. Havendo necessidade de distinção se ria melhor enviar amostras infectadas a um laboratório de fitopatologla e aguar dar os resultados. O fungo da Helmintosporiose é mais resistente do que o da Bruzone e parece que este ataca mais a planta afetal'.ldc a produção das espiguetas dando grãos chochos do que a Helrnlatosporiose que se manifesta nas folhas e consequente tambem na formação dos cachos mais tarde. Portanto tomando por base os livros que abordam este assunto, pode-se dizer que arrozal infectado por essas doenças apresentando grãos chochos é bruzone pe los seus sintomas. No entanto classificação correta sómen te um laboratório pode apresentar atra vés do seus mestres e aparelhos. Todos eles são Deuteromlcetos e sua classificação pode ser baseada nas fruti ficações de acordo com a tabela esporo- . lógica de Sacardo. Todos pertencem a mesma ordem sen do que 2 deles pertencem a familia dos Moniliacae o os restantes são Dematíacae. 2 são fragmosporos, a da Bruzone e Helmintosporiose, temos um amerrosporo e finalmente um e1:rnolecosporo o da Cer cosporiose. Portanto pode ser diat!ngnido com al guma facilidade sob a lente de um mi, croscópio de algum laboratório e aos o lhos de algum arguto observador técnico. Siio tambem 1mas frutificações diferen tes uma vez que nos primeiros elas são livres e claras enquanto aquelas da fami lia Dematiacae são tabera livres porem escuros. Neste ensaio feito nesta cidade com ini .. cio em 28/10/76 foi registrado dia 7/1/77. "Presença de Helmiotosporiose e Oidium, plantas bem perfiladas porem não se de senvolvendo bem apresentando alto grau de infestação Portanto aos ô7 dias do vida estavam os canteiros contaminados e as plantas apresentando deficiência de desenvolvi mento normal no campo já havendo que da na produção. Sabendo que o arrozal não está apenas sob a infiaência de doenças e que as pra gas constituem um fator maior de queda de produção, no final do ciclo o rendi mento é pouco e o agricultor se deses- , pera culpando suas terras e a região que é imprópria ao planUo ou ao no que não é de arroz. No próximo comentário abordarei o as sunto de como conseguir um controle n tural dessas doenças e outros seguirão a bordando as pragas que ssolam o arrazol Gnçio SE NECES- , SARIO Assembléia Legi , l II t i v a de Mato Grosso resolveu prorrogar os seus traba lhos até o dia 30 de ju nho e se fôr necessário haverá outra prorroga ço", a afirmação é do deputabo estadual Paulo Saldanha, presidente do Lesgislativo mutogros- 8ense. O parlamentar are nista lembrou que estn prorrogação não vai one rar o Tesoureiro Estadu al, pois ot1 deputados ss tadualo adotaram esta medida unicamente parn atender 2.011 interêsJes do Estado, considerando o grande volume de men- 8agens enviadas pelo go vernador José Garcia Ne to. Como estas mensa gens são importantes pa ra a vida administrativa de Mato Grosso, os do pulados esêad11ala decidi ram sacrificar o período de recesso parlamentar regimental, que vai de 15 de junbo a 15 de agosto. Entre estas mensagens existem algumas que i teressam a funcionários da Secretaria da Fazen da, ao Mioistério Público, ao Tribunal de Contas e à Auditoria .Militar . Mes mo com esta prorroga ção, explicou o deputa do estadual Paulo Salda nha, a Assembléia Legis lativa de Mato Grosso Astará reunida regimen tal.mente no fim do reces so, o que aoostitul uma decisiva colaboração do Poder Legislativo às ati vidades admínJatrativas do Estado. Preço deste Exemplar Cr$ 3,00 E FOQUE (FATOS E S SEREIJ,TA AGRADECIMENTOS ,' oln de Verônlr-a L. Mcllo recebeu por ocnlo Os lunos da_7. série da I"",de- de seu nt, uma alegre orest que eun. 1.o e .o ru Castelo Branco 'h", tou 'com a presença de inúmeros cnmais cem _a todas s pessoas que """, ', do Movimetito Faltar. entre os quts colaboraram de uma forma, o %",,,,{ destaque! pela nimção contuglante; AI- ra a concretização do trub:.dbc berto - Orlllu, Gerí!y • Salomé, Antonio. Nu- Bela Vlstu. Ir, Clóvls • Ana. T 0/6+1090 0 a Fr nteira • / o da 1 RrgíJ,, a rt ' JANTAR Nn resldõnclu do Sr. Fernndes Alveu Oom<'n aconteceu um juntar intimo, on de o prato principal ora curn<>h·o assado Compurecernm: Comndante Ederney Sil va o Sra, Diretor d CIretran Fernandes A. Gome11 Fº, Empresário Alfeu Hut!Ht11 e Sra. noompa11h11dos da fllhu, a menina• moça Evunlr e seu namoradinho, os pe curistas Belinho Barbos e Nego Z«ca rJns, oomeromnlo Clóvls P. Rosa e Sra. Jurm111Etu Jvuldo Pereira e Sra, u Srtns. 'l'llnlfl e Fútlmu ooru pua m!le, Sra. Hll dn. Em ambiente dl cot·dlulldudé prosse guiu o delloloso juntar, regado de multa bebida. , OHURRASCO Sr. Gumercindo e sua espo~a, Sra. Mou ra. proprietários da boulla fuzenda Sucu ri, comemoraram o dia de S{o. Antonio oom um suculento churrasco. Grande nº de convidados fizeram-e presentes. Na ocasião foi também comemorado o 1% a ninho de Marco .ntonlo Velusquez. Foi servido um gostoso bolo, decorado com motivos juninos (aJIAs, bastante elogiado pelo sabor) feito pela Sra. Salomé Melo Sll va. A os anfitriões nossos elogio~ pela festa e os parabéns ao l1arq11inho. toiro#3 A "'IVERSÁRIOS O casal CJ.óvls e Iná, avós de Douglas Rosa Gomes comemoraram o nat do lin do garoto com um bem servido almoço, onde não faltou um lindo e delicioso bo lo. Ao ucontecimento compareceram inú meros amigos do casal. Parabens Douglas O ANIVERSARIO do 1º uninbo de Pedro J osê Palmleri Jr, também foi festejado com muita ale grl11 pelos seus pais: Pedro e Leda. Os convidados (que eram muitos) foram re cepcionados com um jantar. Ao gurotão votos de felicidades. VAIA É o noma que recebeu a tinha, filha do casal Amaurl e Eva. A ca.mura munlclpnl de Uola Vista, reu nlu-se ontem ("graças a problemas Infra estruturais a coluna e21!á suindo com to que de atualidade ... ") com a presença doe vereadores Afonso Dlllon, Ntvaldo de Barros, Ely de Araújo, José Marques, Osvaldo 'Turint, Noedl Laranjeira, Ildefon so Pinheiro e Gelúllo Lino. Faltou: vere&· dor Carlos Centurlilo. +-0%08309 Inúmeros assuntos foram debà tldoe ,1e~tacnndo-se a ntunç!io do verea dor Nivaldo de Barros, que através de sollcltaçúo pediu a criação de uma Co missão pura levuotamento do patrimônio rla Câmara Municipal. .. Mttls notícias da Cmru na prlmrlra página ... eles mere cem. 839006%3 O leltnr da Tribuna a partir do próxi· mo número sentirá uma mudança. radi cal no aspecto do jornal. .. cada vez que o nosso Diretor vl!1j11 parn Silo Paulo "a parece" com idéias novas visando sem pre aprimorar o jornal. .. A edição de 20 de Julho circulará mesmo com 80 pA ginas ... sem interromper a circulação normal. .. é dose. .. vai ser uma "Edl ç!l.o !Hstórica·• ... os pecuurlstae da regi ão estão colaborando, numa·prov1:1 cabal que a Tribuna é o "org!!.o que represen ta o pen11aCI'ento beluvistenae" ... o resto e:ilo meteurot1 que pae:sam, iluminam um pouco a estrada, mas não deixam o bri lho permanente" queremos ser a luz constante ... • PEDRO PEDREIRA Pedimos ao presidente do Gremio tr oro Rufmo que não esqueça o Papelab:. 0 jornal Promovo e co ,j%" idades so«tis ,e cura de Bela Vl11ta e Merece o Oev1d(1 Respei to quanto ao tratumentó nilo vamo!' esá@cr que "«duccão é inerente %g""%} uer clduóúo com um mínimo de cu ura ~uoca Pedimos Favores A lfnguem ••• se a Imprensa merece uma mesa permanen te nos clubes da cidade, uuo é por ques Uío de favor. e Rim, por respeito à at!• vMade. Se não Interessa au clubl.! a dt· vulgação de t:uas promoções: ProbletJ?a do Clube. Se a Diretoria uclm que nao merecemos uma Mesa nos o·iiles: Proble ma do Clube. Cobrem a mesa do (s) envia do (s) da Tribuna e quando precisarem do jornal ... procurem o nosso Departumen- to Cc.,merclal é justo. é lógico, é a voz da razão o que não podemos e Nunca adlmítimos é a Falta de Respeito À Nossa Profissão ... vamos ao Gremío não só por "dever social" mns, multo mais pelo Dever de Procurar a Infor mação ... mesmo as ·•sociais" ... 0808$093 Um leitor perguntou-me por ocasião da visita do Secrntário de Saúde se ''houve algum atrito no Aeroporto entre o vere ador Ely de A mujo Barbosa e o senhor prefeito mnnicípnl"... Rrsposta: Houve Um Sério Atrito mas a Direção do jor nal Vetou a publicação da matéria pelo bem da Arena(sic) Senador D rzi diz que Divisão de Mt. Poderá Quintuplicar Produção Regional 0809%8683 A l'LTREYA FESTIVA deu-se numa 5ª feira no salão do clube Paroquial. Contou com grande n? de pes soas. Deram palestras sobre a família (por sinal bastante interessante) o Cfisal Genil • Enoly e Pe. Haroldo. Na ocasião foram cmnprimtintados os novos casai:; cursilhistas: Pérsio - Elva, Reinaldo - lfoí sa, Alvaír - Catarina. Ten. Medeiros e Sra, Julio - Veronica, Laurindo - Iracema o Lur• des Nabhao, que também recebeu os cumprimentos pelo seu nat. Para en cerrar a reunião !estiva toram servidos deliciosos salgadinhos e bolo. k<o&$083 BELA "1 TA está de parabens, mais um casal de Médicos p11ra e1::rvir nossa. comunidade. Dr .. Oto e Dra. Tazue vieram para ficar. Desejamos-lhes uma feliz estad!11 entre os belavistenses. linda garoti ?lfascarenhas 6-r±83& D8308-93 Por motivos alheios a nossa vontade Meu amigo: Reserve seu espaço na e nüo pudemos compareeer a Inauguração I dlção ei,;pecial de 20 de julho ... vai ser da TELEMAT... nos11as congrorulações um e,;petáculo ... 50 páginas já estão a.o Dr. Guido Fregapaní e ao senhcr Pre- sendo "impressas" o jornal vai circular feito l1unicipal. .. Bela Vista ingress a em Oif-Selt ... legal pacas ... até a pró- "de fato" na era das comunicações... xirua se der. 83839383 Gostamos das pala Vras proferidas pelo vereador Nívali.lo de Barros enfocando o tro bulho do Diretório da ARENA ... real mente o partido d situação, em Bela Vista, tr!.'.balhou para tornar realidade inúmeras melhorias que hoje estão apa· recendo ... Há poucos dias ntriís, conversando com um amigo, advogado e polltico, e amigo de foto, disse à ele que estava lendo as reminiscencias de Car. los Lacerda e que eslll leitura estava ruarcando minhn mnneirn de ser. Respondeu me ,·om um sorriso nos ltlbios: Você é milito emocional. Mas como niio emocionnr-se vivendo e sentindo a lu ta do grande brasileiro. Lncerdn não morreu, Dis se um jornalista, da revista LIFE. .. o jornalis• ta, C• ,·crdadc,ro .Jornnhstn, é o que distingue his t6ria da eternidade". Carlos Lacerda passou a ser pnrn num este tipo de jornalista... o que distin<>ne hisc_ócia d11 eternidade. E lendo .. , relendo ... chetuel a diversas conclusões a respeito do papel do jor• nnl na soc,ednde. tlo bnsta fnzcr um 1ornnl boni• to, com belas fotos, com boas receitas culinárias e umn coluna social hnsl.Jlnte comentada· o verda deiro_ jornal vive de vida, Ter vida um jornal, é po11c1onar-sc perante os acontecimentos, com alto esp(rito cinco e çômpletnmente nlbeio ils contin gências da profi•silo. Trnduzindo em miúdos ... DESF'[LE I o j o r n a l i s t 11, m a is d o q u e t o• O desfile realizado por Nádia Boutiquo los. precisa ter Coragem. Jornalismo pigas che- w io de relese" é um mero bolenm a serviço das foi do agrado geral, porém, O que é de- classes domiantes. "Não pretendemos ocultar no sol&dor e que tu·a todo o incentivo de qual sn~ ínlbns e erro,, nem ser invulneráveis o, criu quer um, é a falta de participação do pú- cu, sobretudo as honestas. Mas também não 4%% blico n t U ·til [ l Ú remos que a opinião pública continue a er Is- .,resen e. m pu co r o um P • torcidn, luvacla 11 ncredii,,r cm coisn• que não ollo bUcn que não vibr11. com nad11, lol o que verdadeiras, formando julzo c.rrõneo· sobre os ~o-• notamos. Será que o. falta rle palmas foi vernantes, de diverso;; escalões, que tem a rcspon pcrque o desfile n!io agradou (cu duvido sabilidude dos atos, Desejamos, isto sim, estabe que seja) ou é a vergonll. de expandir leccr a Verdade em muitas áreas, eliminando a aquilo que setem? Agradou e muito ir. disse;ão c n intriga, para que o povo tenhefeti- b o vamente conhecimento real da situação brasileira Iene caolar. Patabens, lol o. mais nOVa -disse o Presidente Ernesto Geisel-. O compro revelação belavltense. misso do jornalista com o povo é o de Sempre -< BELA VISTENSE: Prestigie e colabore com o Clube Esportivo Belavistense é a tra dição e o urrojo de uma diretoria dinâ mica que estão elevando o patrimonio esportivo, social e cultural de nossa ci- dade ... força Abrão força Arciley ... estamos com vocês . RELATO (UM JEITO DOE CONVERSA) lvaldo Perera mostrnr a verdnde e mostrando-a colnborar nn for mação de uma opinião inteligente. Realmente, meu cnro nmigu, sou muito emocional. e todas às vezes em que viajo parn São Paulo volto ma is Emocional, Mai. Vibronte, mois jornafow, o amigo me emende. Há cinco meses não folo com o senhor prefeito municipal, parece impossivcl num lugar tão :pequeno como Bela Vista. Muita gente gosta e vibra com esta "falta de diálogo". t; um pequeno grupo ... diminuto ... carregados de ódios e de mn.ldades., . e mais uma , ez-, com Lacerda, afirmo:" ... se a razão que me leva ll fazer inimi.,os é •6 o interesse público e nada runis, quan~o no interc_ss<; público cou,·ém que me entenda com os inimigos, me entendo pela mesma razão. ,- Do contrário, os inimigos que fazemos não por in teresse público e sim_por vaidade, ódio ou onutro sentimento particular". Não quero com isso dizer que o senhor Prefeito Municipal era ou é um ini migo, muito pelo contrário, é omn pessoa com imensa vonu,de de servir, um homem com inú meros serviço• prestados à Pátria, como militar e como civil e ainda mai, num homem que está vi snn<lo exclunvnmente o mtereue público. Já pro curei o senhor prefeito. am<>• dialogar, cortar as arestas, somar, por Beln Vialll, por nossos filhos. Aos "verdadeiros helavistenses" esta atitude será compreendida, aos"outros", os que comentam que Interesses econômicos estão em jogo" digo penas o seguinte: Estamos con três jornais, uma revis ta (Integração) que a partir de gosto terá sua circulação normalizada (trimestralmente), impressa "!n nff.,eu: estamo• elaborando umu ediçiio com oitenta páginas, tambem em off sett, montamos e está em plenuo funcionamento uma ráfica em Porto Murinho. A situação da empresa é tranqui- ao há dúvida alguma de que diviso de Mato Grosso em dois estados virá beneficiar bastante tanto 11 rt'!(lílo norte quanto a do sul salientou à reportagem, em Brasilia, o 3e. nador Saldanha Derzi. Solicitado a ,lar maiom detalhcP, assim falou o 1e11J• dor matogrossense da Arena •Com a rlivi•uo o apoio do governo federal para ar gião deverá aumentar convide. rávelmentc e consequcnteme.11, te, u proiluçào regional pode rá até mesmc•, quintupl,cnr. A industrialização te con ,olidará pelo refurç!> imrdin to das empresas exi+tentes e pela crinçilo de novas peque na, médias e grandes indá trias, principalmente no setor agro-pecuário, através de fina ciamentos e incentivos oficiais. O imenso potencio! clt: rique zas naturais do ~uh solo, co· mo as jazids de ferro, manga nês, cassiterita, cobre e outrol minerais, passará a ser xplo rodo de moe.lo racional e com moderna tecnologia. A estru tura administrativa se organv zará visando total eficac,a na busca dos objetivos dvs dus regiões. O setor de ser1ços será moderni7.lldo. No,·as 0 • portunidades de empr_ego Fll;· "irilo. O processo nugratóno poderá ser orientado e II par· ticipação da região para o rre,· cimento do Produto Intern? Bruto deverà ascender cons+ deravelente, permitindo o aumento do poder aquisit1 da população•. Dai afirmarmos, coo, Et· gurança que o desmembrameh to se fez para reorganizar ese forços e paro quintuplicar re curo e produção e não pa rn dividir. Fez-se na esperan- ça de que a médio prazo, o, futuros Estados possam ofere cer 110 Pais n grnndc rontn· 1 baição que, há tempos se ecs pera da região... <a- E assim couclurn o 3ena dor de llato Grosso· "Os re cnrsos que para lá estuo indo hoje, amanhã teriio um retor· no inigualável para_o desen volvimento nacional . la... dificuldades são inere tes às firmas que buscam e pandir-se e com isso mostrO que as cassandras. mais uma vez. perderam n batlllba. Finalizando ainda coID Lacerda "juntamente coID a idéia de missão, que nada tem de carismátiC 8 no eeatido de mistifico· ... çü.o própria ou alheia, mas é ligada à providên· eia na medida em que ela nos dá a torça e a opor tunii.lade de resolver 8 decidir, tenho a idéia de dlliculdade. Nada do qie fiz ou faço, for ou é"% • cil. Em geral, minha v _ da tem sido uma coas . tante natação contra a col'l'ente sem sabe,r na dar .. PREÇO OESTE EXEMPLAR GRS S,00 Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº251_05_06_1977 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº253_26_06_1977 Voltar para a lista de itens