TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº285_09_04_1978 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº285_09_04_1978Número da edição285Data de publicação9 de abril de 1978Número de páginas8GeoCoordenada -22.113632629218035 , -56.51789759834463 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº285_09_04_1978 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto TRIB OI fundador: Ivaldo Pereira ________ ;....;,._.:,;;.,;;;_;;;;_;;;_ Ano VII N.o 285 9al6-4-78 Bel Vista_l Mato Grosso do Sul FIRMI: TDU STI a 1 e Getullo Lino, do MDB, afirmou que o candidato a deputndo estadual, Carlos , Edy Sa de Medeiros, vai estourar em nos cidade. eguodo o vereador, "o povo buscará novas opções nas próximas olelções, pois está provado, que atê o momento O!I representantes da AREN.- na Assembléia, nada fizeram por B. Vista." PORTA VOZ DOS I" ·O os ,. 1s s ,. ,- LA VOUREIROS B FOI O Dr. Roberval BorgPs, mernbro da diretoria do Sindicato Furl de Bl Vis. ta, seguiu ontem para Brasiliu, onde avistar-se-a com autoridades do Ministé rio da Agrloullura buscando soluço pa ra os problemas surgidos com a estiagem que assolou a região. A situação dos la vourelro11 em nosso município exige um auxilio lmtidiato do Govemo Fec.leral, sob pena de tornar deee!'peradora. Acre ditamos que o ativo pecuarista e luvou retro leve a bom termo sua missão e traga notíol&.s auspiciosas à classe tão Hacrillcada. Ol!lse ainda que o popular Carlinhos "é polltlco de reallzacõ2s e não de promessas. Com respeito a oandldatura de arenis tas na região, Lino disse que a desunião é patente h11ja vista a sltuaç/lo em Bela Vista, com o Dire tório, falando uma língua e o Executivo outra. Isso é beneficio para o uosso partido, pois o povo já ão acredita nos lideres arenistas de Bela Vista". llgradecimento Aproveito as pá ginas da Tribuna da Fron teira para agradecer pu blicnamente ao Dr. Elv de Araujo Barbosa a dê dicaçüo e presteza no atendimento ao mt>u filho li vio Lopes, que sofreu ferimento grave produzi do por arma branca io tP.rn>tdo e operado de urgencia na madrugada de 1 de abril, Bela Vista Ms 7 de abril de 1978. Maria Rosa da Cunha Candidato a deputado estadual; Carlos Edy Só. de Medeiros, esteve em nosi;a cidade, revendo amigos e manten do contatos com correligionários. a FJE:O PELA , 1 Os funcionários de Câmara Muni- i cipul, apelar::.m Tribuua da Fronteira, 1 no sentido de interceder junto à Presi- 1 dência da Cârnarn e ao Executivo, vlsen- • do solucionar deri'!ltivamente o problem1:1. ! dos salários atrasados. Alegam o mes mos que "há três me:;es não recl'bem e , a situação a cada dia que passu. piora i VEREADOR PROVIDENCIAS 1 oportuoldado, Medelro11 lnformou,noi, que juntamente com os deputados IV'alter do Castro e Antonio Carlos de OIIvelra (federais) e Henrique Pires de Freltas o Valter Pereira (estaduais) e do ex-depu- t2do estdual Carlos Medeiros, esteve em Caracol, onde f.:>l fundndo o Diretório Mu nleipal do MDB. O ato foi prestlglnclo por grande massa popular e um lnuto churrasco foi ofereddo aos Jlustro11 vlsftuntes. N,1 c,por tunidado foi lançado o noe de Carlos Edy Sá Je Medeiros à candidato u depu tado estadual do novo Estudo. Carlinhos foi multo ovucloondo, numa demonRlrnçdo de sua populuri'Judo nu r'!gfilo. Flcou nn. pré'sldéncln do Diretó rio de Caracol o senhor Nteaelo Mendon çn. De Bela Vista, a caravana seguiu pa r Bonito. onde turbem foi fur.dado o Diretório do MDU. E o atuante Carlos Edy Sá de Medeiros fortaleceullo !luas buses e criando estruturas para se eleger. TE na e vai se h•rnanrJo Insuportável". É fato por demais conhecido que 011 auxiliares da Câmara exercem condignamente i;eus deveres, ão pais de familias responá vels e com obrlgc.çõ.'!s Inadiáveis. Espe ramos que providêocla11 Reais sejam to ma<:las e que esta situação Intolerável não se perpetue indefínltlvamente. GETULIO LINO PEDE EXECUTIVO AO . . 1 Segl!ndo o vere11.dor, "é lastimável O vereador Getulio, Lino_ da banca- estado em que se encontra cidade da do MDB, solicitou à presidência d s regras de higiene devem ser aplica Camara que oficiasse aso chefe do Exe das amiúde e Municipalidade deve cutivo proposiçao a rnspelto de inúme- exercer com meior regularidade o traba rcs problemas que assolam a comunidade lho de limpeza urbana". Enfocando vàrias deficiências no setor de coleta de lixos, conservação de ruas e limpeza dos terrenos baldias, o ere8- dor especHicou alguns Itens que consl- A Dissonante do Dia dera prioritários para melbor!ir o arpecto de nossa cidade. a) limpeza das ruas A apatia da classe política local, b) promover a coleta de lixo com mais ptincipalmente dos componentes do DI regularldade; e) conservação das ruas retório da Arena. Política é uma ativida d) incentivar os proprietários de terrenos de dJníl.mica e exige homens dinamico1. a efetuarem a limpeza dos mesmos; e) O povo continua na expectativa quanto roçar as matas que invadem as ruas ao "desabrochar da atividade pohtica em f) proibir a queima de lixos nas ruas I Beln Vista". IG-LAR "O Comercio Jovem de Mato Grosso do Sul'' Basta levar o seu documento. O seu crédito é berto pelo já Famoso Credi Blg. Sem Juro e sem Fiador e você tem 1 ano para pagar, eu disse Big-Lllr Conces aionárlo Ultragaz entrega automática plantão aos domingos e fe riados troca de botijão pequeno Assistencl11. técnica permanente Seção de peças especializadas Rua Vereador Romeu de Medeiros S/N Jardim Mato Grosso do Sul SERIO ROBERTO PERONDI ADVOGADO 3CRJ7O2)O- Rua 3 de Outubro (0 1DO D2 €)33133329) Bela Vista Mato Grosso do Sul Dr. Carlos Edy Sá Medeiros OAR- Mt. 616 Dr- Cyrio Falcão Advogados Causa - Civis Criminais Inventário. Trabalhistas Rua Rui Barbosa, 2?74 C/1 Fone 4-6683 Campo Grande - Mato Grosso Rua Sebastião Crispim do Rego 319 Fone 771 Bela Vista Mato Grosso CASSINO PARAGUAY Ambiente Seleto - Bebidas Nacle> nais e Importadas - O maior atrativo da frontdra - Diversões - Som. Visite Bella Vista (Paraguai) e conheça o RESTAU RANTE CASSINO PARAGUAY. Bella Vista Paraguai Bela VIsta MS. Tribuna da Fronteira 1 G bl ele certo de que, o tomar tidas Insinuações e ca vllnções contidas meu '',, 'do esforço qué vem reall- a referíía reportagem sr@ida a .mar!r "%}!""}mo do É«iadó, iglustve +o- de esquema montado ·»,çms @%gg #% a a colaboração da policia pau- visando ,Jeiimorullzar o Chefe da 'asa ICIa' • outro enfoque au assunto. Civil e enfraquecer a autoridade do Go, 1111 ta:.g;: 1 a V.S!I que II juste avorso verno. t Aclmn referido oro nada ''f;om um passado bastunte conbe- repor ag~m,, drulrn ãa por O GLOBO ciclo de trinta unos semeando e plantan- reduz a nossa " 'em detesa dos do. scré@ri@ ão isião yei avir@e vez, yg I""},%"E,,{" a ertéiio rettexo outros tantas presidente de autorqulas e mn 8 pur e • dirigem Receba sociedades de economia mista, federais dos homems que 0 ,os de considern- e estadual!!, enfrentando no decorrer de V.S" os ossos,Pr%};7' Madeira Évora uma vida laboriosa construída toda ela ção o apreço Aloy p 'bll .. ' na Juta 6 na Jl(lr.ul.!ade, os impacto& da Secretario de S~guronça u ca. bl'n e da má fortuna, nfío me vi jam11ls envulvidl, em slr,dlcânclas tJU inquéritos, nunca fui demitido, muito meno8 a bem do serviço público, e to pouco jamais vi contest11dCl, BP.Pão agora, e por quem não tem autoridade para faze-lo, o con ceito de homem de bem que granjeei ao longo du. Intensa vida publleu a que on eagrel para servir ao ireu Este.do, ao meu Pais e sobretudo à gente mais ds valldu que tem demonstmdo, como aln· da agora, em mim confiar. "Sem o propósito de um desafio, ma m ofo ' rn orno em rnn. cha único patrimônio quo possuo e pre tendo legar assim, Intacto, a meus filho'3, proponho a esse jornal e espeto, tratan- A. propó lto de reportagem publl- do-se de quesUlo de honra, seja aceito, cada na edição do Globo de domingo. erviar essa redação ao estudo proflsslo- 19 de março, sob o título "Policia apon- nal idôneo a cujo ditsp-ir me coloco a fim ta tmflcantes pela morte dfl assessor de de fncilltar uma ampla averiguação a Garcia NP,to", recebemos mensagem do respeito das maldosas insinuações con Governarlor do Estado de Mato Grosso, tidas na reportngem que estamos repe encaminhando declarações de i;eu Chi>fe líndc com o respaldo de uma opinião pú• da Casa ·c1vll, Arcblmedes Pereira Lima, bllca Indignada, prometendo. caso seja cito do no texto da matéria. Garci11 Neto Mrnprovado o mais leve comprom&itimen testemunha a "exemplar 1:Clnduta" de seu to do meu nome nas lgnominiot!as sus auxiliar e Informa que mandou estudar p •itas levantadas, demitir-me das funções "as medida! cabivels para apuração de de confldnÇ!i de Chefe da Casa Civll que re~ponsabllldade". exerço r:o Governo, hem como renunciar TELEGRAMA de maneira definitiva e irrevogàvel, á Diz a mensagem do Governador legítima aspiração a que me julgo Garcltl Neto, tincaminhanrlo a defesa de com direito e com que me acena u seu Chefe da Casa Civil, jornafülla Ar- opinião pública de pleitear una cadelm chiredes Pereira Lima: no Senado rla Republica. Pretensão las- "SE HOR DIBETOR: freada na intima certeza que deriva da- "Tomando conhecimento de repor- quela centelha que trazemos dentro de tagem publicada na edição de domiogo nós, que é o ideal de servir, e faz com p. passado dosse jornal. procurnndn atin- que nos i;lnlamos ante os mais desvaira- R glr um dos mais dtgnos auxiliares de meu dos agressores suficientemente fortes pa- e presentante: Governo, o j.ornal!sta Arcbimedes Perei- ra suportar as injustlça11, esmagar as ra Lima, de ouja exempl>i.r conduta sou calunillt>, superar a11 invejas, as incom testemunba. rleterminei, ante a gravidade pree11sões. das tnsinuncões oontidns naquelu publi- "A única condição pue exigimos é caQão, à Procuradoria Geral do Estado, que o emh1sário desse grande jornal não estudar as medidas cabiveis para apura- esteja, como o repórter que nos agrediu, çáo de responsab!l:d:!CC' ~::-!!~'.to !!.!e, c::-P.- su~-judlce, responrlendo, oomo provare flado nos principios éticos tradicional- mos, a processos na Gomarca de Corúm mente observados por esse jornal, a pu- b com o incurso em ilíclto11 penais blicacão detite, bem como a defesa que que noi;so!l advogados estão arrolando. a lei facullll aquele meu referido auxill- , Atenclosameute, Arcblmed;;s Pereira Li ar. Cordiais saudações. José Garcia Ne- ma". to, GovernaC:or do Estado". DEFESA. É a seguinte a defesa do Chefe da Casa Civil: ''Senhor Diretor: ·•San.ente ontem, de regresso de viagem, li perplexo, o grande jornal de lrlneu Marinho, que soube sempre, mr-s wo no calor das paixõer.< mais ucesas li que por vezes tem sido arrastado, respei tar a hunra alheia e preservar a digni dade de adversários ou desafetos cca, sionals, Infamante reportagem. publicada na ediçllo de domingo, 19, em que o per verso autor, revelando a face cruel do seu caráter, procura envolver me. a mim e a meus irmãos, em assuntos a que o mos totulmeute estranhos e atrlbuirnos fatos e int<·nções que só exl.item na lma• glnação envenen11da do ref1mdo repórtér. "Sem prejulzo de outras provldên• elas que a lei me faculta e que estilo sendo estudatlas por meus advogados, r-epllo de Inicio. com vePrnêncla, ilti pér- (Jornal o DE IL GLOBO) Tribuna da Fronte ira - SEMA Amo -- j, u DADO EM 20/2/72 Ins. E»t. 13095334 2 CGC-ME: 03.200.736/000 174 Redação e AdminÍ!trnçúo R. Duqur de Caxias »/n. Bel Vi« MI 'a.«>. i.» raqac a i.4k. s, tleln Vísta - ]foto GroHO Redator-C-hde I ,·al,lo P.-reira Adminis1ração: Mnria E,tela V Pereira Departamento Comercinl: Alvaro Pereira Departmento de Circulação Reg:mn Mendes PRODUCÃO Gerente - Helio Guedes . Impressão - ilson H. 5ouzae Petronio Leão Composição - Laucidio Medeiros, Liberacy Lino. Pompilío Jlliranda, Eliane Mendes , SI A,sinnturn Anual Demai• Municipios ATURA Bela Vista CrS Cr$ 20J,00 ?50,00 Tribuna da Fronteira é uma publicaç:lo dn ORJIVAPE- Os artigo publicados com assinaturas dos autores nã~ traduzem " opioião do jornal. Sua publicação obedece no prop6sito do debate dos problemas municipais e de refletir as diversas tendência• do pensamento universal. Nilo eef o que esta 0 conteceudo com os der;, porll!;t.r,s de Bela Vlstn, JA que ninguém AC movo pnrn quo n Mtiflll cldnclo tenha uma qualquer 1111· ,,tdado dos;'lOrtlva no1:1 fins do emana ou feria dos. Quo é quo há, mln• bn gente? VnmoH trnba· Jhar LER., o por flllnr em nossa LIga, ua so-Irmã do Parnf{Ual (80- 1 11 VIA ta) vai promover a partir ele amanhã muf,i um torneio proparaló· rio de futebol e estr. BC· rã o aquecimento d ·n turbinas para o rendo campeonato dn Llg11. de l, para este ano. Independente, Cam· peão do ano passado, De9portlvo Obreiro Vlca Campeto, Prguf, VIn te e um de Setembro e General Garay; são ai; agremlaçõPe, tradlclonaJ.i e disciplinadas, que e8- te tDO atralrllo multa gente boa até o Boque• r Desejo a todo 1 boa sorte e ao Valerlo Penha, Presidente da li ga, todo sucesso em sua geet!lo. DOCUMENTO PERDIDO Ponciano Mena Bar reto. Declara para os de• vldos fins que extraviou os seguintes documento~: Tllulo de Eleitor, Identl dade Carteira de Habili tação Carteira de Reser vista. Publicação que se faz para obter 29 vl3. J f 1 1 1 j t SECRETÁRIO rumbem o Secretário de Segurança Pública de Mato Grosso, Aloysio Madeira Évora, enviou mensagem a este jornal, f a proposito da reportagen. Diz o Secre- 1 tarios. l ·'SenhClr DiretC1r: 1 "Ao lermos a reprrtagem do diá HI do currente, sob u titulo "Policia apaut!l tr'ificantes pela morle de a~sessor de Garcia Neto··, não nos fi possivelevitr um sentimento de repulsa, ente as infe llzez afirmaçõe3 cio autor, que, em seu trabalho, projeta uma imagem deturpada da 5ecretari•J de Segurouça Pública de ato Grosso, por ele vista -o texto nos levr, á conclusão-como desinteres;.11da nu elucidação do bárbaro 11ss.u,11inato do que foi vitima o Dr. Levy Campanhã de Souza. "Visando a debater com o jornalista Daniel Lopes todos os itens de sua re portagem, convidei-o a comparecer em O MUNDO VEMA ..:.. ESPORTES SEM FRONTEiRllS Deocleciano de Vasconcelos O mundo é pequeno: ele cabe int • num grande jornal. E chega todos os dias à sua cidade. Ouà sua casa, se você é um nossos assinantes . ee?%7,a? 4se °o° do os 'i O EST~DO DE S.PAULO, t.'l:~ ;~~;..,:,~:_ PJiE 1 OPINIAO PARA LEITOR2E GAI .Z:. 2UZ12%R. o.ser" "... · ·.a °-. se ... f;, b (i 11 at t ra to t ~tt a L to, a, te 3e 3a, ,, a », ~ r.!e d ° « t e. ta " ~ 1 Bela_"Ia !! Tu ia Fronteira 0.478 Documentos Perdidos <t· aba- t FUI e- a I 9 10· d'3 de r 1 .n• 'o, .-OJ , Vln· B 5 Ili es· ili 1e: lo rio . li 's 1 eDI Foi extraviado o documen- 101 do autom6vd Chevrolet OJ Hí)S Pick up r.or verde. Ano Fabricuço. 74 chassi n. C J1UDBR0910DP o.o THU 7115911:105 de Pery de Almeida Melo, Publicaçllo tJUC ,e foz par11 obtençllo dn 2.u via. 3r dr trjQU to nú· nili· s' 4 ris Orrtb~ Hlbeh'o Insfran deol11rn para 011 devidos fins que extraviou uu Vimos no lnlclo que u tlrefa básica Carteira Nacional d e da Cmura Municipal é a do leglslnr so lfobllltnçllo, categoria b1·e os m!ltérl11E! de competência do Mu proflsslonul expodida pe- 1 nlciplo, Isto é, sohra aqueles :lssuntos la 31n Clretrun de Uulu que cabem no Munlcfplo, por eshirem Lopes da Laguna. Publl- dentro de sua ulçadu. Poderlamos dizer cnçlío que se faz para que quando o Município exerceu sua au obtençllo ele 2!l VII. tonomla legislativa, exerce-a través da CO.maru hlunicipal. No ,rntunto, a tarefa de produzir leis requer também a participação do Prefel• to atru véR da sançllo ou veto. No pro cesso legislnllvo, porém, a vontadi, maior é de derrubar o veto do Executivo. Gcralmeoti,, as Lols Orgânicas reliiclo nam as matérias obre as quais CA mara disporá medlunt~ apreciação pelo Prefeito. Outra função da amara é 11 de fü callzar e controlar o Executivo. Essa fa culdade tem o sentido de Impor tu.mbém à Admlnlstrnção esse dever de todos, que é o de cumprimento e respeito à lei. Vlsnodo a segurar a moralidade admi nistrativa, a füicnllzaçilo Ilnancrira e orçamentária resulta. em última análise. em melo de defesa do patrimônio pú blico da comunirtade . A. Câmara detém ainda o poder de julgamento político. O decreto lei nº 201 de 27 de fevereiro de 1967, dispondo so bre 08 responsabilidades dos Prefeiloe o Vereadores, derioe em seu at. 4 as ln frações político-administrativas dos pre feitos, !'Ujeitas ao julgamento pela Câma ra dos Vereadoree e sancionada com perda do mandato (casi-ação). Observa-se que a Câmara é julzo polllico do Prefel· to. do Vice Prefeito e dos ~eus próprios Vereadores. Compete também à Câmara a ta refa de sun organ!zaçúo Interne. Essa função compreendi, a elaboração do seu regimento Interno e o controle da trami te.çii o dos projetos, a organização e ad roioistroção do'I seus serviços, i,cluslve o provimAoto de seus cargos. • Essu é uma ~intese da11 principais atribuições das CO.marai. lluniclpais. A Lei Orgfinicn dos .Municípios de cada Es tado detalha minuciosamente essas fun ções. Por exemplo, o art. 58 da Lei Or gfinica do Estado do Rio de Janeiro enu mera as competências privativas das Cà mara . Isto é. aquelas que se exercem tão somente pelo Legislativo, sem a par ticipação do Prefeito. O art. 59 estabele ce as competências da Cfimara que re-• querem a apreciação pelo Prefeito. Em resumo, ,1s luações precipuas dn Cfimara podem ser agrupadas em. u) funções legislativas; b) funçõr::s fiscalizadrm1s; c) funções julgadoras (j~ízo político); d) funções administro.tivas (de orga nização Interna). CML.UI? SEACHO-AIO-1E VIVA EM IIARMO IA COM A PESSOAS AO SEU llEDOR O, "º'"º" êxitos tem u dever à confianç11 que o• ou tro• deposftom em n6s e no estímulo e ajuda que eles nos dão. Por mais que as pessoas tenham valor, elas nilo pode rão realizar umo obra grandio »a se os outros nlo reconhe - ccrcm a suo capacidade e niio colobornrcm com cio. Por iso, se queremos al cançar êxito na vida. precisa mos viver em hurmonin com 011 outros. E prcdsnroos. tom l>ém, possuir grnndt: nuto-con. fiança. Se nilo tivermo• confiou a m n6s mesmos, os outros 1nmbém nilo dcpo•itorã,, coa• fiança em n6s. A nuloconfian• a e transmite oos outros. e confiarmos em nós ,nesmos, pensando: "Eu sou filho de Deus e tenho grande capnci dnde para tudo", os outros tnmbém coofiarilo cm nós e •• colnbornrão no realiznçilo de nossos trabalhos. Quando umn pcssou possui antoconflonço e fé reolrnente grandes e inabaláveis, ela con eue sair ilesa das muais pe rig:o,as eituoçõcs. Aquele que confio cm si foz os outros confiarem nele un cxprcssilo decidido, ,cu olhnr lirmr, suas palavras chei as de autoconfiança tudo isso exerce um poder mngnético e induz as pessoas a colaborarem l cow ele. • ' Assim é o poder da ver- dndeirn fé e 11utoconfinnçn! F - A RONDD SINISTRA T ES LI estarrecido, uma corrl'11pondl!ocla da Bauru e Culnbá, publfcnd11 nn Im prensa do Rlo, obre o bórbnro crime de que foi vitima Levy Campllubã de Sou za, setor especial do Governo de Mnu to Grosso. A longa reportagem envolvo sem pé, nem caboçn, Archlmedei; PerE>lru Llmn, Chefe da Casa Civil do Govern11dor Gar cia Neto, homem que é um Pilo de A· çucar de hone!tláade e dignidade. Nilo entro no mérito do bárburo uReai;sfnnlo, praticado na noite dl' Natal conta um jornafüta do 38 anos, no apogeu da vi. da. Tão levo em conta as histórias quo correm PID Culabá e Campo Grande so bre a vida, por ventura desregrada, do lnfor!uoado Levy Campanhã. Um morto ollo pode se defender e deve-se respei tar a dor de uma viúva e dos filhos ór f!los. Nada justifica o monstruoso crime, praticado na nPlte dr Natal, quando um h1r, em festa, reunia a fumílla para co memorar a data rnáxlma da Crlstandade. O envolvimento de ArcblmP.des Porei ra Lima na trama sinistra é fruto de u ma campanha nascida na sarjeta, com o fim exclusivo de prt·judicar a indica ção Jo seu nome ao Senado Federal. Tudo é püdre neste epsódlo. :iiais do que podre. Ê um eE:goto do "busfoad''. Tendo ocupado toda, posições de des taqu na vide públcs em Gols e Mato Grofl.iO - sô não foi Goveruador e Aispo além de Presl lt•nte da Fundaçl!o do Bra sil Central, onde realizou obra meritória comparada á de Couto Magalhães, tendo pasado, por suas mos, bilhões de cru zeiros, mora em casa de aluguel, num subúrbio de Cuiabá. Pr ter um lrmilo envolvido num trá gico acontecimento, uma ratalldade que espreita qualquer ser humano por mais pacato que o seja. 11 órgã:: dirigido por Archlmeàes Pereira Lima, numa prop•il/1· da fita de gruveçfio, a Casa Civil, apa rece como u111 novo Waterga,e. Aponta-se, agcrn, o Inditoso Levy Cam paoh!i. de Souza como alcog!iete do Ser· vlço Nacional de inrormai,:ões e, conse güeotemeute, da Polícia f.edersl, A diz se que de há muito estava condeuado à morte p o r t e r levantado, p o r conta p r ópr I a, o t r á f e g o d e entorpecentes em Mato Grosso, via Santa Crnz do La Rl;•uo e Corumbá O que ninguómn compreende ' que um informante desa nnturez, com fun. çlh• pública juntu ao Oovcrnntlnr (111 Ma to Grosso, não tonha eomunindo sua 11prPt!11oÕes o o tráfico no S. N. r, e à Pol!cln Federnl. Os pollci:ils quo tratam cln lnvMtl· goçllo, segundo n roportugcm, d!zi•m quo o morto ocultou os [atos aos seus supe rioros, tentando fazer chantagem contra os envolvidos no trMlco dt• coeah1,1. A viúva teria entregue 176 ftus miicasse t, gravadas, com fatos certamente cor relatos à Srgurnnça Nnclonul, docunrnn tos que deveriam estar cm poder da Po lfcla Federal o do S.N.í, o não num oo fro particular. Dentro deste quurlro de podridão, que acusação poi;lllvu existo coutru Ar chlmedes Pereira Llmn? E triste fazer pulltlca no ln~erlor, quando u. lnfllml.'.1 s11rvo do arma eleito rl. Não é só triste. É sórdido. É sim plesmente nauseabundo esse poce68o, sobretudo quando utlnge um homom de bem do porll' de Archll!ledei; Percl• a Lima. o curso du s li, vestfgu çÕ~b jó. fo ram "nomeados" vários mandants e crl minosos. 1?-Famníliu do sogro, gunto Ia portante e arquimilionyra 29%--Marginal que vivem no ''basfond". 3º--~Iaridos ul trajud.s pelo morto sempre às voltas com7 venturas 8morsas. 49Prostitutas da fronteira cor!stuntemente vistas com o lnfotuoado jornullota. 52-Tr11flca11tes de entorpocentes. Um homem de bem nilo vive no egoto social Um cidadão que mora nos grandes centros com as populações ltamente po litizada, lendo a reportagem, ente nu seus, em ver a ronda lnlstra do abutres em torno de uma cadeira de senador. Não rl!str. dúvida que o repórter prestou ia estima vel serviço, motrundo que tipo de polltkag,im i..lntla predomina o o Interior do Brasil. DcsgraçarJamente, tudo isso ocorre às vésperas de eleições! ... (Correio do Esta d o) Não ., e para Vender É um agradecimento aos Clientes e amigos que conosco labutam diuturna mente parn o dP.~envolvimento do Estado de Mnto Grosso do Sul. Tipografias e Livrarias Ruy Barbosa e N. Sra. iparecida ~ ISSO QOE VOCE MERECE Rua 14 de Julho, 1981 - Fones 4-2221 e 4-663'1 Rua 14 de Julho, 2266 Fone 4-307 CAMPO GRANDE MATO GROSSO DO SUL L ' ARMAZEM E- EXPORTADORA CLIPER de AH MAD H. HAIDAR uma Organização AHMAD H. HAIDAR para servir Ponta Porã e Região. Secos e Molhados, Latarias, Panelas de pressão, Lampião a Gás, Triturador de milho, Ferramentas Agricolas e A1uminlo11. Produtos de Exportação das mais afamadas marcaa. 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Entre us moléstluA uma dus mais comuns é ntrucnose, pro- vocada pelo fungo Coletofrlcum deumolum, variedade truncHdu. 2ssa doença passa despercebida por atingir prlnclpulmonte os tecldoi1 da base das plantas, ficando, portanto, t1ncoberto pela folhagem. Nesse ambiente 6mldo e quente, o fungo Pnoontru r.ondlções favorávtls pa ro. gua 1;ob:evlveocia e multlpllcaçfio. Ataca todos os órgllos, prlucl palmeatc os que eslíio em Inicio de d•!f.envulvlmenlo. O máximo de lnfecç!lo ocorre no fim do ciclo du planta, quando se formam us vn genfl. As hastes atlogldat1 apr:>sentrun Inúmeros pnnto!l ei;curutl, en quanto em folhas e vagens h coloração C'scura tlns tE"cldos. ro dos esses pontos s!ío dlstrlbuldos ao acuso, o que d!btlogue ess:::i mal do crestamento dull vagens .:i das hastes. Quundo us sementes dos tungos atingem os tflcidos, notn-1:1e em cada pouto de ataque a formação de uma monchu escuro, de cor parda, que provoca u mor te dos tecido;;. A fu!lüo das mnnrbus tem como contlequ(lncla 11 des truição dos tecldo1:1. O fungo resp,rns{lvel t,1mbém podu concorrer pa ra a queda das vagens e, óbvlome11te, ausência de sementes. Q u a a d o a t i n g e as sementes estas não se prestam pura o cultivo porque difundem o mal. As mudas teriam pequeno desenvolvimento e a presença de pequeno cancros. A difusão t.iu mui s"' de·,o à eçüo dos ventos, assim como as gotas de chuvaH que transportam os eoporos ou se;nentes para outrns par tes do vegetal. A tamperatura entre 2!'i e 30 graus e a alta porcen- 1agem de umidade do nr concorrem para ráplda difuso do fungo. Outra doença muito grave é a seca des hastes e vagens, provocda pelo fuugo Diaporte fasoloruta, vatiedado soja. Essa doença se manifesta com muls fuel!idade ns hastes das plnntas e nos pecíolos, • !'Sim e mo nos vagens, provocam1o a morte promatu l'íl. dus pffrnlu , qu perdem em média cerca de 1%, d produção. Esse ponto se distribuem em linha reta o longo da haste, o qu a dlforencia da molé11tta unte,ior ou untracnoflo. El:l Aurge no fim do clero, ou soju, no término do verão, per que também se desenvolvo mol. em condições quentes l' úmldas. Nesse ruomPnto, u11 llu<itea dn VAtn estar com u motuclo dn dlJunvolvlrnonto norruul. As plantas lo de menor porte. O mal tem melhores condições para progredir no Interior da plantas, oo•le o ambiento é mais (unido. De lulclo, 00 pontos estllo no8 pecíolos, mas dopis pasm para os ramos hastes e f!nalnH·nte pnru 1lfl vngen : os ramoR Infe riores podem quebrar devido o peso das vagens. Depols de utlnr,I· rem us vagens o fungos penetram nas rementes, Rt·m quo o ngrf cultor desprevenido possa constatar o ral. Este raramente ataca as folhas; quvndo Isso ocorre, os sintomas surgem uue1 margem, ou nos úplces. ,te o!lde progridem pnra o limbo, ou Heja, para. 1H1 ne1- vurus. Quando germinam, us seruentC's lnfectaduR apres,•ntam teoldus de cor avermelhada brilhante, muitas vezes n casca das ementes fica uderente ás prquenas fol!Jus ou cotiledones. A doença é <:o ruum tt.trnbem em feijão miúdo, amendoim, felj!lo de lima, tremoço 1:1zul, pimenta. cebola, alho e quiabo. Como 1101: ca,os unlecedP.nte;;, o ml tem ótimas condições de des!'nvolvlment0 qunndu o ambiente está úmido e quente, sendo 1111 s1:mentes severamcnto atingldaR pelo fuugo. AIPm disso, o fungo po• de sobreviver nos resto do cultura por doli> anos, o que justlllca n rotação para reduzir a quantidade do lnóculo ou seja a quantida de de s::imeutes que provoc,,rão o pr~julzo ~enerallzado. Já ee en contrvu o mal até trê,; anos a oós a cultura. CONTINUA ... ' ( ) 1 - Esffo rr.ocbno o funcional. - Ti!c 'a ar scco. - Site:a E:± ulio m grande C"-,:c:it!ode ·.ki lavante. - T ransmissõo com G vd0Cid::: ,$ à frema cucsàrá. - Po:,d de Íl".s!:°'J?rF-ntcs Humir.ado. ttc d;age]E-!- J- E?e--,e !- 79y -,,·, V, itt i t·>f +'''íf'; G - nt:cagam dui reforçada. - ::g E..'ulia. -c:tzz2:::2:%/ ur6tio d>tolas - Blc-c;v.:~ ~ drrera:;&.:'. (cpcioncD. AMA Apolinário Máquinas Agrícolas L TDA Um Novo Conceito em Assistência Técnica J 1 1 Tu, 1 ' t€ . /, ) t , . i Matriz: Rua Marechal Floriano, is. c/ 1."° de utubro, Fone 139-421 Ponfa Pnrã - Mato Grasso FILIIHS: Rua Sebastião Crispim do Rego S/1I Fone 161 Escritórios de 'Vendas: Mundo Novo BEL VISTA e mamtai - MT lntonio João, Carac], ra! Moreira, mambai, Iggatemi, Elforalo e • ' Beln Vista -- MS. Tribuna da Pronlelrn. 04.78 l NAS( ; y CONTJ:'JUAÇÃO 1 1 t vas perspeclv11s. Em vúrlos lugares do mundo, técnicos eapecl11llzudus udüplam se à vldu 1rnhmarlnn, para 11 pesquisa do petró!c,,. Aos poucos, o uruaulsmo marinho deixa o campo da mera utopia. Um século ntr.'!s, Jullo Verne imagi nou u cidade fluttJnute. com c11pacid6de para 10 mil pus1rngelros m11s tratava-se no fundo, de uma especle de supertrnnsu tlO.nt/.co. Elli 189n, Verne criou então o. llhu. u belke. uma conHtruçiio de uço uponda em imensas arcas flutuntes e povonda por milhões de bub!tnntes, mo rando em luxuosas mansões. /'. llhu, mo vida 11 elelrlcldadP frnrlu deslruldn por um ciclone. !V[os será re,.onRtruldu um dia • se11tenci11vu Julio Verne • quando os contlnenled estiverem superprvondos. Durante u Segunda Guerra Muudlal, técnicos norte-americanos propuseram substituir os porta-a vlõe,, vulneráveis à nçuo dos toipedos, por aeroportos flu tuantes espécies de icebergs; o gelo se ria permanemementc recon!'tlluido por máquinas frlgorlrlcns gigantes. A vitória sobre os alemães e japoneses fez com que o projeto cnfsse no c-squ~cimenlo. llus novos planos fornm lançados "Em 195 ·• escreve Aichel Ruagon especialista em Urbunismo futurista • "Kll1:tnkê f'll'opunh u:a cidade mrinha sobre ac·s ['utu nts (no Jpo); lo ::!twu a iusitir 1u ida c:u 197!, desta vez duptudnu pura o Ifovní. Em 1959. o francês Paul Moymont. entüo resjdeute no Japão, propôs II rxtenç!lo de Tóquio sobre o mar, num sistema do vilas côni cas flutuante&, unidas entre, si". Projetos de llbus flutunnt"s já foram concebidos: Thulssa, ao l,ngo de Mon tecarlo, projetada por P11ulo :laymo,,t tl962): Ilha de Alberto (19li6); Acro-Oce an City, projetada por Andreri, Cousteau e Marotll (1970); 1'halussopolis II, de Ja cque~ Roug.-ris (1972). "A invci;tlgaçüo do fundo do ma1· não revela apenns fatos curiosos; talvez ncs rn sobrnv1vêncla dapendo. dela". A pro !ecia é do falecido presidente Kennedy, Já se vão quase vinte 1100s. Tudo agora parece dar-lhe razão. A era dos pionel ros ml cotaeçou, já que aludu. restam Ires quartos <.lo pluneta por explorar. Vale apena recordur, portunto, o que disse Victor Hugo, "Homem livre, sempre 6S<'<"lher ás o mar. lPlaneta Nov. 77) --------------------------·- --- de PAULO EUGENIO P. JACQUES Abate Duas Vezeo ao Ola - Ulglenc Ótimo Atondlmento Uasa UQ Carne 1'radlcionnl da Fronteira ANTONIO JOÃO MT do SUL .OT L-- rle JOÃO FREtaE DE OLIVEIRA Ambiente Seleto • Refeição Ct1selru O 1-eu lar em Antonio Jolio - O Hotel da Fronteira - hospede-se no Jeunc Ho- td <' 8lnta-se 11m sua Casa. Puútllo de qualidnde Rua 4ambaí comn Bela Vista Antonio ,Jr,/io - Moto Grosso do Snl de 1 d PACIFICO SILVA BLTA Apartamento • ,r conlliehuado • Q,Ml'luR para casais e Solteiros Iefeições a qunaiquer Hora Hotel Classe «A» BONITO -- MATO GROSSO DO SUL C AFÊ LAGUNAO O café que mnl,i i;e toma em todo o SUDOESTE. 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Figu iredo disse que gos ta de correr com gen te 110 lurio. "Correr só zlnho é melo ruim'' • do cforc. u. RESEilVA Numu converBa bntJ• tar,tr) descontrulda que manteve em seu gabine te, no Palácio do Planalto, com os jornnllstas cre denclados nn Presidên cla da República e que foram cumprimentâ-lo pela sua prcmoção, Ft gudredo afirmou que passará para a reserva lã.o Jogo seu nume seja aprovado pela Conven ção do partido e que não sabe o.Inda onde f. râ Instalar o seu escri tório. Preço dtsle Exemplar CrS 4,00 J 1 , 1 USINA Rodovia Jardim 1,11p57 7.# 1 . · • J '·i 1 1 1 • ri 1 1 t _, - •• & i V'DSJ'geri-lés cária Bodoquena Porto Murtinho Km 54 Escritório de Vendas Administração: Avenida Duque de Caxia,; Centro JARDIM M ATO GROSSO DO SOL E.3EME E RUBENS E PAEL LOPES Madeireira Campo Verde tem para você: Materiuis: para Construçüo, Cal, Telbas, Tijolos, Cimentos, Madeiras de todos os tipos: Taboas, Ripas, Caibros, VigamAotos, Balau3tr~s e ou!ras variedades: :-- Se_ você esta pensando em construir procure a Madeireira Campo Ver de, pois eles tem cond.lQões de fornecer o seu orçamento na hora e fmancrn rudo pelo tempo que você pedir. Madeireira Campo Verde há 30 Anos Trab~lhando pelo _l>!_Og!_esso de Jardim e Região 0-4.78 l3ela Vida MS. TrIbuna da Frotelra Na Afinal, que mistério os mares ceu d No dia em que extraterrestres nos observarem e que jí não ··to fazendo iss o, certame"? penarão que o nosso é um 'planeta aquático' perto de tres quartos da Terra esto cobertos de gua, e esta massa líquida é onze veze superior à mnsa wólidn dos continentes. A maioria dos cientistas considera hoje que a vida começou na água. O organismo vivo mais antigo que u conhece é o Corycium enigmoticum, um antepassado das algas. Milênios e milênios pasaram, mas nós conti- nuamos ser um pouco peixes, poie o feto b6io no liquido amnl611co, nn ventre do mfie• O homem, pnrém, que j conhece a uperffcie terrestre quase inteira, ainda tem informaçóe a penas rudimentures sobre as profundeza do mo rea. Mal conhecemos o relevo das fossas abissais, exi8lente1 no fundo dos oceano, menos inda 01 formo• de vida que &o ndaptnram 11 elas. o ano po1aodo mesmo, doi, explorodores descobri ram um pequeno crustáceo que se acreditava de. Hpmrecido há lio milhões de anos. UMA CIDADE LONGE DO CO TI E TE Toda umo mitologia se de»envolveu em torno d e cidade» e continentes submersos. A cidade de»parecida de Y», por exemplo, j6 nlimentou o irunginoção de hi,toriodores e escritores. Conta umo. lenda européia que, no srculo 4o. a cidade de Y • estava protegidú do mor por um grande dique. este dique hnvia umn porto, sem pre fechada, cujo única chave ficava com o rei Gradlon Umn noite, enquanto o sohernno d,,rruio, ,ua filho, o princesa ilohu, roubou n chn,·e e n ofereceu oo nmonte. Ele pensou que.- ntr6s do grande porta houvesse um teouro, e quis nbri la: as guas invadiram e de,truirnm o cidade. Segundo outro ver,ao, Ya ern cidade santa dos druidas os sacerdotes celtas onde 01 hobilanles celebravam o culto do conhecimento univeual, do poder motc.-rinl obtido sobre todos 01 coi•ns através da "pedro liqnidn", uma espécie de pedro filo•ofnl. Quando o princcsll. Mnbu - o nome dela parece nas duns lendas - e converteu ao cristianismo, a,:rediton hoaror a Deus destruindo os meni,·es (monumentos de pedro) de Y s. Que infelicid3de! O que o jovem considerava p o gil o s eram 01 pilare• que fixavam a cidade ao continente. A1 águas entil0 cobriram Ys, ma nilo a destrui rom. E Ys continuou existindo no fundo do oceo no, e sua populnçào vi~endo normalmente, pro tegid pelos nrtiflcios dos onipotentes druidas mas para sempre sparada do resto do continente. O GRANDE MISTf!RIO NO FUNDO D 1J ATLÃNTlCO Segundo 11lguns geofísicos, sobr11- tudo Alredo Wagener, há mais de 70 milhões de anos, a América do Sul, Áfri ca, Madagáscar, 1ndi;i, Anstrálla e Antár tida eram um só contlmrnte, chamado Gondwana, que se teria dividido durante a llra secundári!l. Os blocos continentais formados estariam, desde entiio, à deriva. Esse movimento permanente dos eontinentes, responsável pelo fin de Gon dwna, explicaria um cius muitos enigmas do mundo marinho. Sabe-se que as en guias da Europa viio desov11r no mar dos Sargaçoe, depois de longa e catJsa tlva viagem. Pois bem, se em determina da época a Europa e a América foram contluentes vizinhos, o At!O.utlco terá si do um pequeno mar. Porém, devido á deriva e ao consequente afastareento dos continente.s, as engulas foram obrigadas a percorrer distâncias cada vez maiores. escondem'? , (Pesquisa de plnneto) A Atlântldu é outro enigma, outra história. Onde ficava Atlátld? Sobraram vestlglos do l<'gendárlo CClntlnente na su perficle do ooeuno? E mais: é poss[vel que, graças ,rn avanço de sua ciência, os atlante:; tunham sobrevivido e criado cidades subaersas? "Sim, é possível", respondem muitos sem vacilar. Mas fal· tatn pro-vas. Pesquisadores jà acreditaram ter encontrado vesliglos da Atlântida em to das ag regiões rio planeta: Na uécla, na África do ui, na Amerlca Central, E pa nhna, Palestina, Ilhas da Grécia, Açores... egundo o norte americano Augustue Le Plongeon, o maias possuíam relatos es critos sobre o continente desaparecido. A hipótese aproxima-se da tese dos dis cipulos do austríuco Horblger, para quem as ruinas de Tihuannco, a mai11 de 4 mil metrcs de ultlturle aos Andes bol!vianos, síl.o 011 resto!! de um porto utlante. estl' caso particular, a ciência pode contribuir com algumu luz. Saue-t!e, graças à cha mada "prova do carbono 14'' qul' há eer de l 1.500 anos 88 águns subiram brusca mente de nivel ali de menos de 145 me tros para menos de 50 Fenômeno sufi ciente para provocar a submersll.o do multas regiões costeiras. Pois bem: a é, poca aprrntada pela clêucia coincide com a época em <}UO 11 Allânlíu.1 desa pare ceu segundo as velhas lendas e in clusive os cálculos d~ Platãc. UM MISTÉRIO: ILHAS "VIAJA DO" Nosso planeta está vivo. Transfor mando-se. Algumas Ilhas, por exemplo, "morrem", outrai; "oaocem". Geralmente sob o efolto de um fenômeno vulcânico, um terremoto, ou qualquer outro aciden te geofísico. Mas as ilhas viajam? Os relatos de navegantes estão repl tos de ilhas fantasmas, navios qun somem sem dei xar vestlgios, sons de sinos vJndos do fundo dos mareR. Esses relato11 são mul to numerosc,s, para que sejam coosidera dos apenas enganos ou alucinações. O "holandês voador", que inspirou a Richard Wagner a ópera o Navio Fan tasma, apavorou g e r a ç õ e s e gerações de marinheiros. E o q u e uconteceu às lrlpulaçõei,; dos nuvios Jame B. Chester, Elleo Austin e Maria 1 Celeste, encontrados entre 1855 e 1881 na 1 egl!io dos Açores, todo11 naVt'gando, mas sem uma só alma viva a bordo? Outro mistério. Um livro de Charles Berlitz, suce,110 em vários Idiomas, contribuiu para popu lurizar o temido l'riungulo das Bermu das. Desde 1945, dezenas de aviõe11 e barco• simplesmente dcsoparecerom naquela zo na, sem que nenhuma explicação fc,sse eacontrada. D pois de estudar todas as hipóteses e os informes disponíveis, Berlitz lançou a sua explicação, uma bomba! Para ele, não hã dúvida: os a tlantes, de origem extraterrestre, dispu ham de uma tecnologia altamente a- vnçada. Sun principal fonte de energlt, situada no mar das Bermudas, era UI cristal solar gizante, O cntaellsmo que Rubrnergiu ll Atlfintldn deixou-o lntucto, o ele repousa há milénios no fundo do oceano, lnutlvo. J'ifut:l quando um !,arco ou avião pusa em sentido vertical, o magnotismo provocudu pela d apru elba• gens rentlva perigosamente a energia do gigantesco c-rlRtal. Ch<irlee Berlltz não conseguiu nenhu ma prova para calar os que duvidam de sua teoriu. De qualquer forma, sua urença no cristal Polar nilo o faz esque cer outras posslbllldttdes. como u da ln, tervenção de tXtruterrestre11. Para apulur esta última tese, revela um fenômeno perturbndor: a mãe de um dos fJilotos desaparecidos tem a lmpress[lo d~ rece ber mensagens telepAtlcns do filho, como 8e ele ainda estivesse vivo em algum lugar elo espaço. Por qu~ nllo?, pergunta Berl!tz, e cita una declaração do dr. Manson Va lentine, outro homem de ciência lnteres ado no mistêrlo do Trlangulu: Os desa parecidos ainda esU!.') entre nós, numa dimensão diferente criada por um fonomeno magnético, que pode ter sido provocado por um Objeto 'Voador Não Identificado. O ohamarlo Oval do Diabo compete co: o Triaugulo das Deuuudas, em matéria de enigma. Trata-se de uma zona entre as Filipinas e n Japão, palco também de conE<ide1ável cúmero de de saparecimentos lnexpllcAvds. Ma11 não i:Jão apenas mistériod dessa natureza que o homem terá de re olver, um dia quan do finalmente enfrentar o desafio de co nhecer as profundez is dos oceuno8. As riqueza ubrnersas A sociedade Industrial consome mais e mais metais. Já se sabe que us jazidas começam a esgotar-se e, na altura do ano 2000, preve-so uma série crirn. Mas o fundo dos oceanos contem mercurio, cobre, cobalto, níquel, manga nês, alumlnlo e ferro, a malorle. sob a forma de «nódulos», que seremos obri gados a explorar. Nossa alimeutaçiio, lgualwente, po deria ser encontrada cb as águas. JA se desenvolver, em multos países proces so de aquar:ultura, com o cultivo de verdadeiros prados de algas, sobre as plataformas submarinas mais rasas. Tais plantações permitirão, tambem. a criação de peixes e outros animais mllrlnho1:t. Essa nova geração de fazendeiro terá que aprender a viver sob as Aguai, O prllneiro teste, dirigido pelo coman dante Cousteau, realizou-se em setem bro de 1965, sobe o nome de Preconti nrnte líl Seu objetivo: fazer seis mergu lhadot·es viver e trabalhar a 100 metros de profundidade, durante um mês. &jto total! O triunfo da experiênci11 abriu no- CONTINUA DOCUMENTOS PERDIDOS Jorge C'nrinpatll, Doelura pru os devidos fins qu e extraviou oR euintes documentos Carteira de Motorista expedida pelu ó.n Cl retran de Aquidauarn C H 1496 POU t49G - Publlcaçllo que se faz para obtenção da 2." Viu. Arlo Pinheiro du Al, mcldu declaru quo extra viou os seguintes nocu mentos: Carteira de Ia. bllltaçllo, CIC, lnpR, Incra CGC do Cúwérclo, lden, tidade. Publlcoç!Jo que 11e faz para obtenção da 2 via. 4v. Presidente Vargas nº 744 Gula Lopes da Laguna Ma to Grosso do Sul oi à imprensa Mobralteca Retorna a Mato Grosso do Sul O Agente Cultuar al da Coor dena;ao Estadual do Mobral MS, Sr. Francisco Assis Diniz acaba de relornnr de Cuiabí, onde participou, juntnmcnte com o Agentes Culturais de Mato Grosso iorte e S. Paulo do Encontro Iegiotal de Mo brollecos IIEMOB. O Encontro realizado naque la cidade reve111iu •e de grande importãnciu pum na Coordena. ções participantes, já que ah foram definidu os programo çó da Mobralteca par tua çüo em MT do orte e do Sul hem como, proporcionou um enriquecimento profis•ionnl, através deste intercabio entre ns três Coordenações. Em Muto GroSfo do Sul n unidade m6vel permonece1!i a dias em cada um dos egain tes município•: Bataguassá, Fátima do Sul Gl6rta do Dourado,, Teren<>a Anastácio, Aquidauana, Miran do, ◊••rumbá, Lndário, Coirim e Pedro Gomes, no período de 15 de maio o 28 de junho, Traio •e Je mais um beneficio do Mobral ao povo deste no,o Estado, ,·ez que marcha para a errndicaçiio do analfabetismo e po.ra tanto o apoio de todos é imprescindível. .. _ 197 Década da Erradicaç.ao l98o » 1 1 • tr 1 SERRARIA BD MADElR.AS BRUTAS E APARELHADAS Uma Industria que acompanha o Rua Santana da Paraisa Nº 1 ex. P TO LTDft. VfüAMENTOS - FORROS Progresso de ASSOALHOS BATENTES GUARNIÇÕES 1 Bonito Mato <irosso do Sul 1 , l 1 1 1 Hei& Vista • MS. - Tribuna da Fronteira ----------------- 94-78 Associação de Proteção HIOAQUE Balanc.efe Geral de Exercido de 1977 e Assistência ESTADO DE Maternidade e à infancio CiR ~SSO MATO de ____________ R_e_celta L Despesa~----------- ADMlNI TRAÇAO: Pesaoal Fixo llfnteriol de Coruumo (Alim~nluç:lu) Material de Con1111uo 1Medican1rnto1) Material rlc Conrnrno lltoup•) Material de Cornmo (Pura Lirupcu) SUBVENÇÕES: Da União; Do Ministério de Educaçfio e Cuhuro Auxílios: Do Funrurol Da L.D.A; Donativos: Ue Particulurcs DE Socioa Total de Hcccita 51.ooo,Jo 51.ooo,oo Cri 450.000,00 19.ooo,oo 1IB9.ooo,oo l.000,00 l.000,00 2.ooo,oo 522.ooo,oo ADMINISTHATIVAS: Gaz. Luz e Força Manutençlo da Ambulancia Material Cirúrgico Correio e Telégrafo 1211.000,00 o 0oo,0o 231 ººº•ºº Jo ooo,uo Jo.uoo,oo -151.1)00,nn 21.ooo,oo 35.ouu,oo )0,000,00 ~-ººº·ºº 71.ooo,oo Total das Dpeva 522.ooo,oo :,n s 1 Nionque MT., 31 de Deumbro de 1977 Eunice Dehn Freitas Te1ourciro MOVIMENTO ESTATISTICO DA ASSOCIAÇÃO DE PROTEÇÃO E A ISTENCIA À MATERNIDADE E A INFANCIA DE NIOAQUE, ESTA.DO OE MATO GROS O (A P A M I N) EXERCICIO DE 1977 ------------- Atendimentos Ourante o Ano de 1977 Do exo Masculino Do Sexo Feminino De O a 7 anos 5.565 De O a 7 onos 5.608 De 8 a 14 anos 835 De 8 a 14 anos 1.290 Oe 15 11 18 nnos 156 De 15 a !8 anos 487 De 19 anos acima 818 De 19 auoe acima 6.122 Total 7.374 Total 13.516 ,l; Do sexo masculino Do sexo feminino Total do ano 7.374 13.516 20.890 . Coor # ral aia ·bí, 1 te - de 1 lo do +a 1 ia" • t • ali r% tu sol oDI sl u 1 sal ' l" 1 sol ·ea 1 4r+"% 1 ·i° <- 1od 0 e. iis s" s" i ""j» O r- • r.: os" Atendlmeuto no Gripe Verminose Desinteria Impaludlsmo Oftalmtas Moleetlas dlverens Em tratamento Total . ambulatório 3.894 1.423 1.476 00 350 3.714 3.753 14.214 Atendimento no Êxame de urina Exame ele fezes Total Laboratório 1.401 364 1.765 Atendimento no Lactário Lactentes e o.biacalente 3.120 Ge11tantfls e nutrlzee 720 Total . . . 3.840 ------------- Transporte 19.819 ATENDIMENTO NO CENTRO CIRURGICO Cezo.rio.nae 20 Apendlcites 04 Hernias 03 Zeno n .. ~tel Presidente Total 27 ATENDIMENTO NA Gestantes Parturientes Tolo.! MATERNIDADE 746 298 1.044 Atendimento lotai do exerclcio t.9í7. . . . . . 20.890 Nloaq11e - MS. 31 de dezembro de 1.977 Zeno Restilei - Diretor Apamin. ESTATISTICA DA MATER IDADE DA APAMIN Exercicio de 19í7 PAHTO. HEALIZADOS ormaia Cirurgico•: Cesareanas Forcep1 ToLal 255 2o 23 7w Parto, gratuito• Parto• ,:ratíficadoa Total 295 o3 277 Notureza dos Fartos A Termo Prematuro Abortu• Te.tal :l92 o6 00 Porto único 295 Parto gemelar o2 Porto trimelar oi Tal 77 :..::..::..;_ _ go Adalberto R. de Sant' Ana Gaúeho amigo, velo lá de longe, dos pampas do Rio Grande do Sul. Trouxe a cuia, a bomba, a erva man sa para o cblmarrAo; No• e i m e n to o: 167 Velt:> para ~19.to Gro11~o porque tem o Do aclCo muculíno Do sexo feminino 135 mesmo céu azul. 4, 3 Trouxe a sabedoria de lavrar a terra Total " :..::.;;.:.:.._______________ em grancie extensão, a ciência de manejar a maqulaárla a t i - 111 u r l o s: A termo o-1 que ronca como trovão, Prematuros <>1 o co11tume de mourejar o dia inteiro Toa! ,g no relento do sol, ::.:;.;;;;.;... . de ftJzer imen3as colheitas de entupir o paioL ÓBITOS DE NEO-NATOS Velo também para as grandes A termo 0 vaquejadas, Prematuros oo para a doma do potro chucro, ou Total. ..... , oo aporreado, _____ _.;.. ""------- O guasca da bombe.cha largo., bota, ÓBITO ~TEü.NO chilena. Durant11 o parto 00 tirador de I!escos, en!eltado, Durante O puerpérlo 00 abotoado com dente de porco e patacão; Post-aborto 00 bolearteir& enleada U!l cfolurs, 'l'otal. . . . . . . . 00 o trançado enrodllhado n:i garupa do pingo redomúo, o lenço solto no pescoço, o chapéu quebrado !la testa, a adaga atravessada para finar algu- ma dlscusFão. ÍOdlo gaudério, grande andarilho, no rodeio é peão que faz iludo reteço, ginete firme no lombilho, risca o potro da anca até •> peaeo90. Nloaque -MS, 31 de dezembro de 1.977 Zeno Resetel - Diretor Apamln ' f ' 1 L -----------------------------------------------~-------------; r.. -1 1 I· l p o • . i HOTEL liQUIDIUINll P LICE Saite, Apartamento (Casal e Solteiro). Sala de Recepção O Hotel mais luxuoso do Sudoeste - Hotel §lquid.:rnana Palace •· O Cartão de visitas de Aquidauana ' AQUIDAUAHA MATO GROSSO DO SUL :::- _.,,. !5 s J,;·•- ~ p o HENRIQUE PIRES DE FREITAS 1 .1 _,. .. : 1 As uifeuldades materiais e huna ns para combater o trnflco de drogut! é difícil e angustiante no Brosll. Dessa for• ma, a opção lder.l é reduzir o consumo, prapnraodo oi; jovens pnru o papel que desempenham ns sociedade, porque este Pais depende deles. Existe um órgão de repressão ao tráfico de drogas: a Polícia Federal, subor dinada ao Ministério da Justiça. A des peito de sua função desempenha um pa pel lnslgoifirantA, porque prende o Indi viduo que na realidade é grande vítima do contexto Hocfal. Um dependente. Via de regra porti, C'Onslgn pequeua quantl dade ara consumo, as nunca se che gou ao traficante, à rede, às malhas do tráfico. Os Inquéritos silo na maioria das vezes falhos; eivados rle nulidades; mui tas vezes os dep0fmentos são formalizfl dos na ausência do detido para averi guoções. E silo assinados. no ufil de se encontrar justiça. a justiça ano se tem noticia de prisão de teaficontes. ão ul gumas vitimas. Intermediário: e usuários atraidos pela riqueza fácil. E as cadeias passam a ser povoadas por dependentes de drogas. São os jovens atirado!- ptlra o caótico sistema celular de noss11s pri sões. Daqueles antros mais um marginal se escolarizou. Alimenta o vício, cresce suo. revolta, congollda suas frustraçõe'3. E o dependente ser sempre um dependente. E a Câmara dos Deputados elabo rou um parolmonloso ante projeto de lei que hoje é a norma reguladora do uso e tràiico de substO.ncins alucinógenas. Atende a lei às recomendações da Orga nização Mundial de Saúde e às experi êncius de estudiosos e juristas, determi nando tratamento ambulatoria I em esta belecimentos oficiais. E naui vem a per gunta: Onde estão esses estabelecimentos para recuperação de toxicômanos exigi dos pela lei? Em lugar algum. Aqui em Cuiabá, por exemplo, ~ão )evado& para o Adauto Botelho. E o cri tério de tratamento, sem crítica ao Hos- pilai que nos merece respeito, 6 a Baola de Pllatoíl como qualquer sunatórlo no Brasil. Não podt>ndo deixar o deµeuden te em crise de abstinência, que é uma rase dtricll de superar, de ser contida, passam-lhe!! a aplicar sedativos barbitú ricos, porque nessa rase vital pura o In dividuo, há enorme necessldadA de tóxi co. É o que o dependente chama de tor tura de toxlprlvnçúo, o Inferno. e ngita ço e a angustia da abstinência. Nesses hospitais deveriam estar as assistentes socla!s cujo mercado de trallalho é de salentador. Mas era hora delas presta· rem os serviços a que se propuseram, convocadas aos 11mbulatórlos, acompan hand0 os Internos. contando-se com faml liures, avaliundo-lhes as causas do ?n volvimento no uso das drogas. Impotentes para atendar aos dependentes, o indiciado e liberado das prisões. Os cofres públicos 8lo ressarcidos em dia~ multas. A Nação não perde com 11 prisão do dependente. E a sociedade o que ganha? O povo que contribui com ~!'US Impostos, trlbutoR de toda a naturez!l, o que recel.Je? Lhes é en tregue un, criminoso em potencial; mais revoltado que antes; marginalizado por que é um E>X•detentu? Recusado porque fora apanhado vergonhesamente consu mindo droga. É rotulado de "viciado". E não lhe resta outra fuga. Só f drogs.. O circulo vicioso e Intermitente da droga. E o que fii zem os Ministérios respon sveis: da Justic a Educação e da Se úde sabedores ade que os viciados de hoje e!l.o os homens de amanhã? Pare ce-nos que onda. Ouve-se falar em re pressão. Mas. o tratamento ohrlgatórlo por lei é Inexistente. Não ternos 1Jotíclas de que estejam sendo construídos am hulatórlos no BraMll parn tratarem de dependentes. Parece que as autorldRdes brasileiras não estão preocupadas com o problema das drogas. Ainda no 8e conscientizaram de que surge providên elas audá veis nesse sentido. De-necessário analisarmos a usas que levam OE- jovens ao vício. É mister se aponte &lgumas: Temperamento ou i11clioação. Há Individuo!- com predisposi ção congênita. Para o uso de drogas. ão atraídos irrEi-ll'tivelmente para o tó xico. B preciso parar e pen ar. Filhos de toxlcômaoos estão enchendo alguns hospitais. São crianças concebidas sob efeito de tóxicos. E Isso ocorre em qual quer leito. Os cal mil ntes de E'feitu letal que muitas mulheres ingerem para Iugir à realidade do dia-a dia. Wioker, pesqui sador do problema, cita uma criança que veto ao mundo, filho de toxicôma nos, apresentando os sintomas de su pressão brusca do tóxico e só se sal vando do êxito letal porque lb.:?s a plica rum forte dose de ópio . sim a mãe passava para o sc.u leite o alcolóide de qu' necessitava o filho. A morfina é tsmbén eliminada pela saliva. pela pele e pelas glândulas mamárias, assim, a criança vai se uutrindo do leite materno, ab orvendo certa quantidade Je tóxioo ao qual elas são multn sensíveis. Entre tanto, o aleitamento, da mlíe viciada (: quase sempre dUfcil, porque a l!ltoxlca- çlo morfinlca crônica exerce uma 0- quencla obre o seu produto do seoroç/lo que logo desaparece. As crianças come cam a nascer viciadas, E para onde eaminha n humanidade? Curiosidade. Ela limenta os passos do individuo. o coruprrnhelrlsmn, o grupinho. E de repente, um vtclado. Fua dos Pro blemas, A familia, a sociedade levam o 8 sofrimentos de ordem moral e espiritual aos jovens. Ilusões. Desilusões. Injustiça Desjutn.ento do Lar E a desigualda de social. Incerteza. Angústia. Solldúf) Desespero. Cooflllot! lotlmos. Então vem a válvula de escape· u droga. O vicio. fmltaçllo e modismo. Estar na onda. Participar de uma geraçllo pra rre11te e, para não ser bllolado, nem quudrudo, a dere aos movimentos do embalo. obres pars, vamos acordar. Vamos acudir a8 autoridades. Cuia bá eHtá pn plexa díaott> cie um crime prntlcado com requinte tais de perversidade, que nln gvém ignora o estado ide dPmencl11 e ulucinação em que se encontru.vam o al gozes que tiraram a vida do ex verea dor João Alves Guerra. _ l'rào preso3, quando lde.ntiflcados. Processados e Julgados, acontece que se provaram o estado de dependencla f i s I c o • p s i q u i c a am que se encontra v.:im, serão declarados lnimputá vei na Justiça, porque nfio tinham dfi. ceiIaio p-ia o cr.e que esl,'ata perpetrando. E imputáveis lhes ser~ im posto um trotamento especial. Pergu11to a V. Excelências: Onde? sabemos que de repente estaremos convivendo com os mesmos homens que chocaram nossa sensibilidade. Vamos tomar proviclênclae, minha gente. Vamos sair numa cruzada, exigiudo das autoridade& competentes as providên cias rigorosas, enérgicas. Específicas para o combate ao consumo e tráfico da dro ga e recuperação ao dependente. Parece que a estrutura dR. sociedade es tá voltada para o uso da. droga. Hà uma inclinação individual de noss'l clvil!zaçã(J para o abuso de,Ja. Vamos combatê-la. Precisamos nos levaot!lr para prestigiar mos os movimentos que surgem com esse objetivo. Hoje lanço desta Tribuna <lo povo mal11 um repto: Recuperação e Caminho Saudável para a Juventude. E quando o povo está criando entidade para resolver seus problemas sociais, é porque o gover no que deveria ser o responsàvel pela solução desses problemas está deixando muito a desejar. Que as autoridades brasileiras ou çam o nosso brado, já que a incidênçia da droga no seio da juventude é de 80% l e m b r e m o-n o s: Os jovens de de hoje são os homens de amanhã. E que país é este que cruza os braços no momento tão cruciante de sua hitria?... Comunicado Con,unfcun1<lA u quem possu interessar que o Sr. Noedl Lelte Lnranjel ru, não mnntcm nenhuma sociedade com o Aimará fücrltórlo Contabll Ltcla, e que, não ussumlmoH nenhuma responsbillda de pelos atos que o mesmo venha a praticar em nosso nome. Bela Vista, Ms, 7 do abril de 1.978 Uuroldo 13ruga Cl, valhelro e Eva Floreutl• no Fernandes Brasif em Wembley Lotação já esgotada Londres. Abr. 0» (AFP) Brasil e Inglaterra jo garão em 19 de abril em Londres antfl 100.000 es pectadores numa partida amistosa prévia ao Cam peonato Mundial da Ar gentloa. As 92.500 eotr.L· das para o encontro já forem vendidas e a Fer':i ração inglesa de Fute bol autorizou à televisão a transmitir direto do Estado dtl Wembley. A Associação de Futs bol aceitou uma oferta de mais 90.000 dólares feita pela "BBC" para a transmissão da partida Normalmente, a televi são rllreta para partida está estritamente !!.mltado porém, desta vez a Fede ração dea seu acordo devido ao fato de que nesse dia não seré dls• puta do nenhum outro en • contrO. Essa partida será a última dos brasileiros em sua viagem pela Eu ropa ôepols de ter en frentado a França, a Alemanha Federal co DECLIRIÇÕ A UMA DAS 907 ACiÊNCIAS BRADESCO É Só Falar com a ivoça - 07-04-78 para quem tem imposto Ater.ção poro os prazos de a pagar ou restituir de 20-2-78 entrega de 20-02-78 a a 10-5-18 para qm é isento. l e l • Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº284_02_04_1978 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº286_16_04_1978 Voltar para a lista de itens