TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº286_16_04_1978 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº286_16_04_1978Número da edição286Data de publicação16 de abril de 1978Número de páginas8GeoCoordenada -22.113632629218035 , -56.50827941573467 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº286_16_04_1978 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto t 'TRIBUNO OI FRO Fundador: lvaldo Pereira I__A_· _n_o_V_Il____,__N_.o __ 2..;..86 -l-16a23-4-78-· -, o Mat ''Servem também ,, caça E 'P) j0 ' 9I ' +s° da j n· r l j '2 te fiO de te- rl% are sr% t· 1d» si 11 i%' sd% .de 'rd" 4" 85° ,e" % +re° » 'er 3 para os Animais'' EL no 7 • A eaç11, que ele mata com um tiro certeiro, tem o mesmo dlrell o de viver que o caçador. Sente da mesma forma a!I delicluis da vida no seu ambiente, é n ulegrla de saudar o sol nascente na madrugado flori, tal. de comer, de amur e de ensinar os SIUS filhoR a viver a sua curta oxlstencln em paz sem segurança .- Natureza oreclsa da sua fauna silvestre, pois esta é um fator indlspen Hóvel a estab!lidode de qualquer ambiente. E u fauna Rllvestre nií.o pertence ao Co cador, mesmo se ele é proprietá rio das teras, onde caça. Ela é proprle àade do Estado, e a lei 5.197 d.e 03 de Janeiro de 1967, estabelece claramente: "Os Animais de qualquer Aspécie, em qualquer fase do seu desenvolvimento e que vi vem naturalmente forn do cativei ro, com,tltnlodo a fauna silvestre, bem como os seus ninhos, abrigos e crladou-1 ros naturais sllo de Propriedade ao Esta do sendo proibida a sua utllizaçií.o, per seguiçã.o, destruição, caça ou apanha". Se o Governo ainda dá de vez em quando uma permissão para a coço tmodorista, enUl o sómente durante nc máximo três meses, tle dois em dois nos ou mais, em regiões qua comporta Tem uma curtu época de coça com Se veros regulu mantos, número e espécie de a.ulmols o matar bem ldenti[icotlos e com armas de caças registradas. ESPÉCIES EXTINTAS Neste caso o caço ainda é um direito do matador em potencial, vamos dizer do e aça dor n ü o ha dúvida. Mas pnra o E c ~ 1 o g I s t a convicto, ele já estava situado 011s fron teiras do direito, pois acha que horem nenhum tem direito ds mato:- consciente• mente animais silvestras em plenu pu Janço de sua exlstêoci11, ou sómente na defesa do própria vida ou de estar em perigo de vida por falta de al!mentoçào. Se Deus ceu ao homem o direito de rri nar sobre a terra, deixando a fauna e flora e as riquezas da terra aos cuida dos dele, achamos que o homem, enten• deu mul as r,alovras do Criaãor pois Ele nilo deu à aumanidnde direito de devastar e de destruir t:1do. Desde o prin cipio do Séc. 18 já foram extintas pelo ho mem 475 espécies da fauna silvestre, e cada ano se exterminam outrai::. A exterminação de mais 24o espécies silvestres ocorrerá untes do odvenio do ano de ~.ooo se o Governo não tomar urgentes providencias. O ministro Alysson Paulinelli, ao abrir o encontro nncional sobre cotucrvnçAo dn launa, e os recursos faunisti «os, disse textualmente E hora de partirmos para uma ação pró Uoa e realista, pois a preeI vnçllo da founa e flora não pode ser lnflnlta meo te só na líscallzação que é necessário. :nas o fundamental é criarmos uma COO d· ciência sobre a lmpor t1lncla da proteção da nos;a fauna e floro em todas as camadas do nosso povo especialmen te eutre os fazendeiros e e gricultores, tarefa que ollo pode ser exeluslva mente dos governos, mas de todos, Parabens Minlstr<>, é este o verdndeiro 9mi nbo a ser tomado por todos nós. e a caça amadorista, como a profissional, é proibida durante o ano Inteiro, com excesso de tres meses emn alguns Estados, de 2 em 2 anos. como pode elo ser jurí dicamente um Direito? O Governo brasileir<' proi be a caca quase total meote. porque? Simplesl mente nossa faunll es tá sériamente condeeada a desaoarecer, e os nos sos homens, consciente d11 a bi.oluta oeces,;idade de um perfeito equillbrio biológico para preservar no futuro proximo a e xistência humana na terra, to!;!larão _ eniim drástlcasresoluçoe!'t neste sentido. (Oulio Costa) ua Vov O Vereador Ely do Araújo Oal'hoi.n, 1 concorclnrl11 •'Ili prnmilll' t-sla 1.11 1 l'r11- _ena, quer homenagear e ru. Maria ta que foi durante toda a ua vida a Men Augusta Gomes (Vovó nhá) com non:e : sageira da alegria dos Lares Belavisten do urna rua. Apre sentou projeto de lei ses Vovó inha chou a Bela Vista tentando mudar o nome dn rua Ademaar procedente do Nioquo em I)o), ucom Soares da Rochn o que não contou com panuhando o esposo, Cabo ieola Cota a aprovação de seus pares e alguns a Marques transferido pura o Destacamen ch11m quo a homenagem é mulu do que to Militar de Hela Vista. Em 1937 foi ho justa. como disse o Vt:reador Carlos menagetdu pelo Club Helvlst nse como Centurião, mas não se deve trocar o que Mãe do Ano, quando era Presidente do já está feito. O Vereador Ely acha que Club o 3r. Elias Barbosa o 'lee-Presl. tal homenagem deve ser restada n denle o autor do Proje:to. quem dedicou toda sua vida oomc Par- O Vereador está no firme propósito teira à Asta cld1:1de e deve FOI' o mais de que se não conszuir u aprovuçdo do pr,ssivel realçada. Verlflcando, que ão 2 projeto de Lei, forá um terceiro rnu obterla os 2/3 cios voto11 necessários re- dando o nome tio t! ,lrro Vila Nova, J1a• tirou o projeto apresentando outro no- 1'11 Jl;ilrro Vovo Siohá u1eando a conhecido Praça Castro Alves, O 1 /ereudor Ely etá empenhado sem nome oficial, Praça Vovó Sinhá. neste sincero propósito porque Vovó Diz o verenc.lor à reportagem: "Castro Slohá que teve o carinho e afeto do Alves não ficará zangado porque o Poo- Povo dt> Bela Vista deve ter seu nome ta de Navio egreiro, se vivo estivesse perp<'luudo num lo~radouro público. Bela Vista 1 • Mato Grosso do Sul : BRA ILIA - O Presidente da Caixa I A exposição do presidente da Cal• Econômica Federa!, Ariovisto de 'lneidu x. lo e.do tu» sasfez os sendores informou ~m seu pronunciamento na co- do MDB. Da mesma forma, 011 parlamen mlssão de economia do Senado, que os tares não consídernm satít-fatórlas as rcs financlament<'s para imóveis novos deve- .postas de Ariovlsto r!e Alateidtt e de rão ser reabertos entre a segunc!a quin- três diretores da instituição às questÕP!:1 zena de maio e o fiuel do mesmo mês que lhes foram formuladas. A Arena. Ariovisto de Almeida Informou também através d o senador Virgilio Távora que a previsão de aplicações par1.1. 1978 deftmdeu a CEF e endossou us explica ºª área imobiliária é de CrS 13 bilhões. ções de sua dlt·t::torla Segundo o st:011rlor Leite Chaves que coo lderou desolador o quadro apre sentado pelos dirigentes da CEF, "não houve exagero dos joroa Is no noliclárlo referente à entidade e a atual situação é um escândalo, que em qualquer país sério se tornaria um caso de polí<:!a". De acordo com Leite Cbaves, os dados apresentados i>astam para levar a Câ mara dos Deputados a pleitear a iosta)u çáo de uma Comistiã() Parlument11r dt: Inquérito. No entant!.', as declarações do di retor de Habitoçilo e Hipotecll, Leo Lin· ce, sobre o (JOmprometlrnento da CEF'. feitas também na comissão de economia deixam margem a dúvldus quanto às in formações do presidenit, da entidade, Se gundo Leo Lince, a CEF j tem em an d&ruento, d e n t r o do sistema fiaan ceiro da babatoção (imóveis novos), pe didos de financiamentos relativos a 3.titl unidades, no valor de CrS 8,5 bilhões. Dentro do si<'tem:l hipotecário (lmóvelii usados), tanbém de acordo com as infor mações de Leo Llnch. a CEF tem em andamento pedidos de IinancJamento re latiVOli a 7.611 uuidadell, no valor de CrS 'í,7 bilhões. Ao todo, o comprometi. manto da CEF na área imobiliária já a tinge CrS 16,2 bilhõe11. Dessa faltarão recursos para, provavelmente, os imóveis usados. inhá D Para o senador Roberto Suturino no entanto, o pedido de umo CPI ou mesmo um convito para os ex dirigentes Carlos Rischbíeter e Humberto Barreto prestarem explicações à Comissão de Economia cio Senado e.inda dependerá de um exame rr.ais prcfundo dos depoimen tos prestados e de alguns dados comple mentar-es que requereu à CEF. SERGlfJ ROBERTO PEROHD! ADVOGADO Z$€G]1O3)0- Rua 3 de Outubro l) l2DO D3 (ll!fl!rl!Fl/J-!ro}) Bela Vista Mato Grosso do Sul Dr. Carl1,,. Edy Sá Medeiros OAíl- Mt. 616 Dr. Cyrio Falcão Advogados Causa - Civis Crim.inals Inventário~. Trabalhistas Rua Rui Barbosa, 2774 C/1 Fone 4-6683 Campo Grande - Mato Grosso Rlltl Sebaatiií.o CriBpim do Rego 319 Fone 771 Bela Vista - ' Mato Grosso ;.;.;;....;;;.;;..;;.;;.;;;.;-1. _ RESTIIURIINTE CASSINO PARAGUAY .mbiente Seleto - Bebidas Nacio na:s e Importadas - O maior atl"ativo da fronteira - Dtve:-sões • Som. Visite Bella Vista (Paraguai) e conheça o RESTAU RANTE CASSINO PAKAGUAY. Bella Vista Paraguai BIG-LRR "O Comercio Jovem de Mato Grosso do Sul'· Bnstn levar o seu documento. O seu crédito é aberto pelo já F1!moso Credl Blg. em Jure e sem Fiador e você tem 1 ano para pagar. eu disse Big-Lar Cooces sionárlo UItrgaz entrega automática plantão aos domingos e Ie riados troca de botijão pequeno Assistench. técnica pe~manu.te Seção de peças especializadas Rua Vereador Jardim Romeu de Mato Medeiros S/N Grosso do Sul / ela 'Vlta -- MS. - 'Trbunn da Fronteira ------------ COlUNA S(ICHO-H0-1[ ' ire d teu p:la rei 16-1-78 Era geral, os pls, deuejundo melhoror semi filhos, procuram desco brir neles !'Õmente parles negallvus e tentam .oor rlgl las dizendo: "Você é fraco nisso e naquilo .. •· E pelo poder sugc stlona· dor detisas palavras, ao Invés de m<:lhorar con seguem somente resulta dos negativos. Se nlio houver uma reforma nes se método educacional que ap1rntu. as f11llrns, no será possivel for. mar crianças excelente!j. As palavrus que re. preendem vendo ae pnr tes neg11ttvns n/lo são tão necef.sárlns para a EDUCAÇÃO. O melhor é elogiar. Assim, o ''mé todo de Educação da vida'' ·elogia todos os seres humunos como fi lhos de Deus··. Por exemplo, se o profossc,r ou os pais dis serem: "Você vai muito ·l em Ariliruética, não tem jeito para isso toda vez que a criança tirar nota baixa na matéria, essas palavras, plena mente aceitas pelo ah1- no devido o seu respei to pelo proíe!lsor, agirão como uma sugestão real mente forte. As palavras ditas pelas pessoas que re8peitamos, nós acredi tamos como ilendo ver dadeiras. Por Isso quan do os pais ou os profes sores dizem "você e bur ro", a criança acredita e se sujeita ao efeito do sugestlonamento: Eu sou Burro, não lenhe, facili dade. A mente dos pais ou pt·ofessores influi direta mente na criança. DOCUMENTO PERDIDO Foram extraviados cs documentos do Sr. Tercio Celestino Goncalvei:: Cer tificado da proprledade de RG Nº 0139 Mt 018 do carro marr.a volki./bra silla ano 75 cor laranjll, placa CJ. 0270 cbaso;is NO BA 196030 Carteira Nacional de Habilitação expedida por Aquidauu n11 sob o prontuario N!! 27.395 Mt Carteira de Identidade RG 6.088.578 e CIC 34091688/53 Título de Eleitor cxpedldo em Dracena - S.P. Publicação que se faz para obtençãu de 2 via , 1 D E E CIRIDIIDE O Caso de Chico Xavier Pe. Edvfno Fddericbs. do Clap de So Paulo (Parapsicólogo) Chico Xa vler é talvez o Pi-pirita mal" em evldôncl:.i ro Brusil. Tem mui& de 115 obras psicografadas, recebe cerca de 200 crsrlas por dia e atende umas 30 pessoas diariamente. Dá comida para u ma rnuHld!lo de pobres, sempre bumilde, respeitoso. booc!oso. Eu resprlto um homem que reali za tanto pelo próxlmc,, que pratica Ina ta fiiuntropl11. Contull.o, sem querer ofen der ou melindrar quem quer que peja, quero deixar bem definida a minha po dição como purnpslcólogo e l!OW() cató lico. Minb& atitude é a do grande mn dumento de Cristo: Amar 1.1 Deus acima de tudo e !lO próximo como a 8i mesmo. Combuler o erro, amando os que er ram. Pois, revelar a Verrladl' é uma Ca ridade. B'lPORTA CIA DA REENCARNAÇÃO Chico Xavier professa u doutrina de Allan Kardec ( espiritismo), que nega ercn de 40 verdades fun'm 'is da religifio católica. Um dos aPsunt->s mais o bor:lados por Chico Xn vler é a reen carnação ensiramento central do espi rifü,mo lntino e que atenta froatalmentt>, contra a doutrina de Cristo. o Início de um pi'ogrnm& de TV, ln tltuludo de "Pinga Fogo", o médium e pírlta citou bastante a carta de ão Pau lo Tito, falando do respeito que me recem as autc..r!darles legltimnmente cooil tltuídas. Ora, o mesmo Aoóstt>lo 'ão Pu ulo, íiêl <ii. cipuio de C, isto, escreveu os hebreus us seguinte palavras: "Es tá decretad<• ao homem morrer uma sé, vez; u depois disi,o segue o juízc," (Hbr 9,27) - Que palavra mais meridiaoaman. te clara se pode dizer sobre u não exis tência d:.1 reencarnação? E us palavru do próprio Cristo 110 bom ladrão na cruz: "Hojt· mesmu e>-ltu rás uomlgo oo paraiso"? 8 a paróbol11 do rico avarento e do pobre Lázaro onde se diz que cada qual, Jogo após a morte, vai pura o lugar ddinitivo? E toda uma sér !e de outros textos no Novo Testamento, que sempre fala no caráter rlefinitlvo e decisivo da vida pre_ ente? Realmente, quem crê r:11 reen carnação, se for lógico deve negar todo o ::>ovo Testamentu, todll a doutrina de Cristo, portanto, deixou de ser Cristão. Tullo l~so no deve fazer refletir se riatrete. Oi, casos citados nos livros espíritas como "provas d,1 reencarnação sào to dos explicáveis pela ciência como me ra;neota o::.turais. A reencarnecão e cha mada Lei do Karma, >l que Chico Xa vier se refne em seus programas e em seus escritos. são verdadeiros absur• ~o_s filosóficos. Ora, nada mais anti-c1en tifico do que conclusões apressadas su- perficiais. ' • E rrnlni.ecte laslimàvel que, junta meate com co1tm.!i tão boas e cristã, Chi co Xavier ~nsiue erros tão funestos eu: suas consequências. como u. reencarna ção_e a lei d1-1 Karma. Quero ad.nitir que subJehvamente, ele seja. àe boa fé. Obje Uvameute falando, tal lato é calamitoso Como é po.sível falar na bondade infinita de Deus, em Jesu Cristo que muda todos os aflito € ntrlbuludos vir a Ele, corno. é <·onclllil v2l, em Fâ 16glca falar enfntlcamrate em Divina Providên cia e ser reencurnusloulsta e pri>gur a !el Kurmu? 2) A Parapsicologia Explta a Psicografia Cíentlflcameote. Chico Xavier uno é um problema. A Parapsicologia tem ex plicaçõvs para o fenômeno da psicografia cnmo o tem para todos os fenômenos do e~plritismo. A p:-fcogrufla é um nutomu tlsmo do subeouscienh>. .. pPssoa entra em trn1J1<e mod-.?rado, Pm hipnose super, rtclal e começu a a bandonur-se a ileu subconsciente. ERte começa a PBCrever automáticamente. O lápis começa a dP.s llzar rapidamente por sobre o papel. Como sabemos pela Parapsicologia o nosso ti:.ibconscieute é um sábio prodl gioso. Ele registra tudo o que sucedeu, desde a muis tenra iafâncla até a muis extrema '.lnclanldade. corno um fideli11sí auo grada:. Ele uão squece uuuu e recorda tudo, como o leitor poc:!e estudar no livro. A Face oculta da mante de Oscar G. Quevedo o maior parãpsicólogo da América Latina nessa obra enco·itra rá muitos exen. ;:>los ilustratlvo11. Se eu perguntar a um bom sensí. vel: Quais são os seus autores prPdlletos na llter-ntura? . uponhamos qui:, eJP rPs ponda Machado de Assis, Humberto de Campos, Gonçalves Dias, Cassemiro de Abr<'!u e Cai-trn Alves. EntJlo o levo a hipnose e digo: Você agora é Gonçalves Dius e se ente com ótima iuspiraçiI o. Escreva urna bela e grande poesia de Gonçalves Dias. Então verémos que a poesia virá mais ou n.t1nos perfeit!l no estilo do citar!o poeta. Mesmo que o po eta ainda estive se vivo. O mecanismo psiq11!co íuaciounrla com a 111ein1111 pre cioão. Nãc, precisamos pera Isso de ne nhum espirito ree1,carnndo. O fenomeno da psicografia se pro cessa da me ma maneira como a dos copinho que se resvalam num tabuleta lisa e revelam por vezes coisas surpreen dentes. de acordo com a sensibllidade rio dotado. ão movimentos musculares provocados pPlo ubconsciente. As mesas "inteligentes" que dão respostas exatas às nos,;as perguntiis (por exemplo. se a través du mesinha desejo descobrir o idade de urnn pe•soa dotada de bou senoibi lldnde ), üo igualmente movimentos mus culares 1::ngendrados p?lo subconsciente. Esse mecismo psíquico funciona com admirável precisão. Cientificamente não hã nessa asser ção nenhuma dúvida. Todos os grandes parapsicólogos da atualidade o assegu ram. O fato de os espiritas e também Chico Cbavier atribuírem tud.; aos "espí ritos do Além" mostrá que lançam mãos da interpretação mais simplista Nós de flito não temos a possibilidada de influ enciH.r dir,:t11a:enie o outro mundo. O ma ior poder que temos é o da orEção: ".f-e di e recebereis ... 3) UMA PAL, VRA SOBRE ;. PERSO NALIDADE DE CHICO XAVIER Ilfl quem diz que Chico Xn vler é um letrado, Como é pos:ivel então eere ver cvisus to belas em estilos tlo dife. rentrs. . Estão bem enganados os que tal a firmam, Frei B. 'hasseriuu 0P, esteve cinco veze8 üll1 Prdro L •opoldo paro c-q • tudar o famoso médium. Publicou em 'O DI rio" de Belo Horizonte, em 1 054, uma série de artigos, daudo as seguintes informações; "?'ez o curo primário e es tudou mais um uno com uma professora particular. Distloguiu-11e, com efeito. por sua iutellgôncla, 6Un lll<:!IDÓt'ia prodigloRa e ·ua aplicação o estudo, ó queria ler e PsturJar... O próprlt, Chico Xuvicr upresenta a s! mesmo no prcff.Lclo cio um de 6eus livros como um moço "e o m o mui!! pronunciado penauéor para a lltn tura" com r.. mdhor bou vontade para o estudo",que em casa 'estudou o que pode" Um padre da 11rquldlocese de Belo Horizonte forneceu, por escrito, o se- gIinte depoimento: Em 19 33, Chico Xn- v1<:r eswva eucunt11do com Augusto dos Anjoe. Já p01· aquela época, ele lia o espunhl e o francês. Assim me disse váris vezes. Conhecia bem a litemtura Rrusllefra e lfa multo". Chico chegou mesmo a publicar sonetos feitos por ele (Citação de "O Espiritismo no Brasll de Dr. Baaventura Kloppenbu;g, pug 239 ss). O s0bredito prova á sociedade que Chico Xavier é Inteligente, culto e poeta por lnclfnaçào. Port11nto está longe de er um Iletrado. Diante de tudo isso, o ''o caso Chlc'l XRvier" se torna multo menos ; lonante. Não vale a pena exagerar. E um cidadão iuteligente. poeta pc.r lacll· n11(;ão natural, muito lldo, capaz de re produzir, mediocrameute, em estilos di versos, inúmeras páginas que sãe rHlB· ta8 e corrigidas por outras pessoas mais competentes e me!h()r formadas. Da mesma forma, suas receite e in tuições não constituem mlst1rlo para a Paraptilcologlu. (Trancrito do Livr,, otlcla. nº 137-ano 1978 da. Editora Pe Reus da. Soe. Cult. e Benef. Pe Reue - R. Duque de Caxia, 05 - Porto Alegre - RS). (Ao) Clodomi ro Bauraque C i S ll D D PECUllRISTft DE Evaldo G. Larangeira PRODUTO<:; VETERINÁRIOS, ll"SETICI DAS, SAL BOIADEIRO e; MlNERAL, SE MENTES E GERAL. Os melhores preços da praça. Visite-nos. Rua Duque de Caxias. 1080 Bel a Vis la - MT. Sul I (i r, d i'r•; 'I . { I 1 O.., 1 e r 1( e t !,' c» J); ARMAZEn E CLIPER de lJma Organização AH:lAD H. HAIDAR p 1 • p p - ara servir ?cnta ?orü e Região. 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Com o mesmo eutu sismo de um Arquimedes da Era oder nu: ''Eureku", só que o stíblo linha a preo cupação com a experiência e somente externava a Bl!n euforia, juRtiflcada uil s, ante a comprovaç!lo cio acerto··. As sim o deputado Rub1rn Figueiró reagiu us denúncias do deputudo Walter Perei ra (MDB) de que o Governo estaria res tringindo as l11vesllmentoi:; no Sul de Ma to GrO88G. O lider do Governo Garcia Neto nu Assembléia Leglslatl'U det!tnentlu a 1 1 existência de maquinações para não constar explicitamente no orçamento a obrigatoriedade de 50% das despesas de capital no ul, acrescentando que os "receios" ria bancada do MDB na época eram Infundados e, também, não proce- 1 Llem u acusaçõe_s de Walter Pereira, se- j guodo as quu1H •·aqueles receios estavam ! se confirmando'·. i "C argumento é ridículo, nfio i;-ossuln- 1 do o menor ressaiba de verdade", atlr ma Figueiró. O deputado remexe numa • pa ta e vai seprndo documentos, pa- 1 ra logo anunciar: "Está aqui". Começa eaf1le1rnndo os lavestlmentoi- projetados para o ui. fazendo comparoçõei. em pC1r centagen dos recur os de tlnados uo Norte" E tirar w castnnhas do fogo com a mão dos outros, diz FJguelró para concluir: "Os investimentos estão sendo feitos de ncordo com umu polillca ~lobal, não se fazendo nenhuma discriminação entre I !fato Grosso do Sul ou Norte··. E ironiza - Será que o Wolter não quer é mu dar a geogmfia? Tnlvez ele pense que o recursos destinados á Aml'Zôn!a possam ser deHvladoR pv.ra o Sul ... Se ele conse guir Isso, dou-lhe meue: parabéns e me toraart-1 seu eleitor. afinal quant<, mais recursos para meu Estado, tanto melhor ... Duvido, porém, que o Governo Federal aceite u8 suas idéias sobre a configura ção geográfica do País. Dr. Joelson M. Peixoto -Advogado- -Veja bem, pu:-n saneamento está pre visto a aplicnçúo de 70 por cento d Verb: transportes 60%; educação. 55%: • 8 ln· obras públices, 70%; e energia, 36%. Co- ra { mo dar crédito, então, à decantada pre- terição de Mato Grosso do <ul? gundo Figueiró, o deputado Walter Per,,im anda mui informado, ou age de má fé, jã que as previsões .:;rçamentárias contemplam o ui do Estado com a ma ior parcela de investimento:. "Depois", H Voluntários cio Pàlrin. 376 - Fone '.<!10 conlia11a, ''a maior cnrga dos lnveilllmen- un tos é oriundd de recursos federais em Bela Vi ta grande parte ainda aão liberados. os re- 1 :..::..__;..;;,,;;,,; _ rasos ires ao %sai« tone ·o DR. FIO!I MURO parcela minima no cômputo total". , Al:-:da de acord(l coru Figueiró, Ma- - MEDICO- to Groc,so do Slll terá a maior aplicação Consultório, 7 às llh,, '' de recursos próprios do Governo em obras 16 às 19 horas de infra-estrutura, citando comv exem plo os 20() quilumetros de e tradas asfal- «IPEMAT e INPS» Posto tadas, enquanto paru o Norte está pre- de Saúde e Funrural, visto apenas 80. E acrescenta: 12 às 15 hs - O pronunciamento do deputado Wal-, . ter Pereira demonstra, tão somente, uma preoc pação eleiçoeira, já que não tra- Jose· Atanas·10 duz a reilidde óbjetiva.· Dr., . Figueiró faz questão de acrescentar Advogado que penas em dois prngramas contrata- Causas Civis, criminais, Comerciais. In dos de energia elétrlea será investido venta rios 0 Pãrtilhas, Regulurizaçóes de no Sul, de urna quantia de CrS 738 mil Terras Juuto ao lacra Etc. a percentagem de 80%. A mesma priori- . dude receberá n<1 expansllo da rede es- Av. Duque de Caxias. .o 788, Jardim • lIt. colar, onde serão aplicados cerca de Fazenda 2 de Ouro 55% dos recurso!' disponivals, que an- , Guia Lopes da Laguna dom pela faixa de CrS 490 mil. - O homem é muito Ingênuo ou quer -----------------::.,;_ _ _an0 lt. e ia.f ã»k -- 1 ra r sf ,, ,so J - ........-1 Causas Civis e Criminai'I Rua 1.o rle Mato S/N - Jardim • Mts Dr. Ivan ilf onso da Costa Marques ADVOCACIA EM GERAL Mato Grosso Sul Neto llt, CO E «Colossal PREÇOS NUNC Rua Paraná s/n J ROi ~ u o Sã o P ou I o 5/N L O LIDA 1 nauguração» VITO EM JARDIM Vila Angélica OSSO SUL r s. Móqu.~o de Beneficiar Arroz, o Socodcr poro Coreo1s Atocodo o Varo/o, l' 'J , o U o l /. A. l' O r A ll A EAIR ANfoNI IJ J ,, . O .t!. ll li UI .A t) Antonio João Dr. Pedro José Palmíeri Advocacia em Geral Orrlbt:i Hlbelro Jnsfran declara para os devidos fins que extraviou 11uu. Rua 15 de Novembro 17 1 Carteira Naclon&I d e 1 Habilitação, categoria BELA VI8TA MATO GROSSO DO SUL profü,1lonal expedida pe la 31ª Ciretran de üula Lopes da Laguna. Publl Dr. Laucídi,, aldez de Barro- cção que se faz para c:rurglão Dentista obteaçilo de 2% va. CRO - 557 ML Clinica de Crianças e adultos - Ralo X Atende-se com hora marcada Consultório ,v. Daque de Caxias, 508 (Ao Indu do Rinco Jorge Cartapatll, Declara para os devidos Fiais1 J23D)) - 3110 G0550 tis q u e extraviou os seguintes doaumentos Carteira de Motorista expedida pela 5. CI retran de Aquidauaoa CNH 14.96 PGU Rua 15 de Novembro S/N l t496 - Publlcaçã~ que Bela Vista - .lato Grosso do Sul , s~ faz para obteoçao da 2. Via. Rua 26 de Agosto, 384 - Sala 24 Fnae Dr. Késio Loureiro Pinheiro ADVOGADO - 4-0650 - Campo Grande MTS. ficero Gonçalves Costa. Médico Oculista Oftalmologista Rua Antonio João n.o 7 53 Bela Vista Mt Sul TI S MT Documentos Perdidos Foi extraido o« documen tos do automóvel Chevrolet CJ 1 JIJ;j l'ick up cor verde. Ano Fabricação • 74 ehassi n. C HIIJBlll/<JJOUP n.o TJIU 71159305 de Pery de Almeida Melo. Publicação que faz para obtenção da 2.a via, Arfo Pínbelro de:, Al meida declara que extra viou os seguintes docu mentos: Carteira de Ha bilitação. CIC. Inps, Incra CGC do Couércio, Iden tidade. Publicaçiio que se [az pura obteoçilo da 2' via. Av. Presidente Va.rgas nº 744 Guia Lopes da Lagnn.& !lato Grosso do Sul 4o USINA BODOQUENI a cãrio Rodovia Jardim - Bodoquena Porto Murtinho Km 54 Escritório de Vendas Administração: JARDIM ------ Avenida Duque de Caxias Centro MATO GROSSO DO , _;;;;;...- S(JL 16-4-78 Bela VIsta MS. --d!U !d_doDd""c CLIUOlft, 1 1 L D Foi Hobbes quem, pela prlmeiru vez, no Levlatii, comparou o todo social a um gigantesco organlsruo com aH ca ructeriticas do corpo humano. Apear de recoalrnrermos o perigo da aceitação sem reservuR de tal orgu nicldad~, temos por outro luclo, cle admitir que o.s subsls temas sociais implicam e e integram de tal forma que, 11 não ser pura efeitos roeramente cleotíflcos, téculcos ou didá ticos, não se pode dissociar uw do outro na realidade concreta. E, ccmo o corpo humuno, o8 int mus slo meros reflexos do que 1 na verd11de é resullnclo da dis funçllo pane ou doença de um subsiste ma especifico qua, a descoberto, não tem ne-nbuma ligação aparente r.oru o órgilo lesado. Essa reflexão nasce 11 propósito do fato de que os leltvres bra lleiros de E ClóVIP Jú!llor nossos principais jornels estão descobrin do, entre aturdido e estupefatos, que nos últimos anos, praticamente em cada cl dade que teve como caructeristlca o r pido progresso e a vertiginosa acelera ç1o dc enriquecimento materiul, upare ceu morta, depois úO brutu~lzada, sevici ada e violentada, uma menrna ou uma menimL moça, cuja única dP!lgraça e pe cado parece ter ido a grça e u bele za que Deus lhes deu. E óbvio que em todas as soteda des humanas organizadas, tais aberrações ão detectadas. Mas, o que no caso bru sileiro se torou estranho, é a impunidade que como uma aura protetora, parece rodear aqueles que publica e notóriame te são os reRponsàveis pelo tos crimi nosos. No caso, por exemplo, da memaa Aracelli, u libertação por intermédio de 1 ll Cuiabá ( edimat)- Com o propósi to de lnceativar as empreus que pos suem de um a dez empregado::; e cujo faturameato nau o I seja inferior a dois mil salários mlnlmos, o governo Garcia Neto encaminhou à Assembléia Legislati va projeto de lei instituindo o :?undo de Apoio Técnico t, Flnuacelro à Microrm presas. A iniciativa do governador vis proporcloaar tanto ao8 empresários j radicaoos em Mato Grosso como ao re cém.vindos, mecanismos de ajuda capa zes de ensejer à prosperidade, em coa. sonancla com o priucíplo de que deve a a o politica atender a fioalidadE' p;-ecípuo de valorizar a pessoa humana de promo ver o bem comum. A criação do Fundo de Apolo Téc nico li financeiro às Microe::npresas virá . reforçar outi as medi elas de incentivo às cios es produtoras já adotadas pela ad mimstração estadual tais como 11s geti tõ<>s que lograram a equalização, com os demais Estados, da tarifa de energia e létrica e do preço dos combuslíveia; es tudos e providêncius para a iastaluçüo de distritos e núcleo indu trinls e a cri ação do Centro de Assistência Gerencial do Este0o de Mato Grosso UEAG-MT, a geute do CEBRA8, e que se encontra tecnicumentt: qualificado puru -ub51diar as Microempresas. O fortalecimento das pequenas em presas é ainda. um fator de real lmpor tllnr.ia social e ecoaômir.a poi,1 revertt> rá em nova;; oportundodes de emprego mormente à mão de-obra menos creden ciada, concorr.,ndo, ossim, para a dlslri· bulção da renda aos setores mais humil des da poJJulaçilo. Francisco D. Carvalho Rua Teodoro Rondon, 9667 - Fone 135; llQUHll!UIUU! MITO GROSSO DO SUl Peças Orlgtnais: f<'ord. Wlllls, Mercede;;, Wolksvagem, Chevrolet: Acessórios, Material de Pintura, etc ... Especializada em Tratores Massey Ferguson, C BT, FIat. Breve Auto Peças Universal em Nioaque. am hbil "habeas corpus" dos implicados em sun morte ueabou sendo eomemor da, pura espanto da entes de bem, com "corso", curnuval, cnnfe(H e i;erpt•11tinu. Dos caso de Londrina e de Bauru nem é bo,11 fnlar. E qua11to ao c 11Ro /na Lf. dia de Brasi!Ia, tais e tio poderosos i tereses se conjugaram no eu abafa mnento" que é no míolmo um risco abordá lo. De to::los esleH caR<>B lamentá veis, o mais grave, tocl!!vla, é o que vltlmou u moça Cláudio lloch'lgues porque, 1.10 con trário das demais, ela não era uma Ino cente e pusslvu vítima. mus parte Inte grante ele um dr.ama dantesco, que repete cotidlanumente, e que tem or ce ná'."IO o outrora belo bu!rro carioca de Ipanema, tão decantado em prosa e veriio. É ali, naquele pedaço de terra eo t:-e o Forte d~ Copacabaua e o Leblon, :le lacornparàvel belez11 natural, qu11 o dlubo e.;colheu para instalar o seu ca<ll nho do limiatn do Mal rierondo 1 pnluyU" Utl uma jUVi'lltUd - outrora id!'II· lista com cacos de velhos poetas e ar tistas transformarlos em lúbt!cos @tiros e faunos de tapetes, tudc isso temperado com o cb!imp•rnba e a cocuían financia- d pelos 'novos milionários" nascidos das marobras d bolrn e do "opn", da e,ipeculação iruobillãrlu ou da falência fr'ludulenta. teia e nssine o lornai Tribun da Fronteira Esporte para Todos ), i Serviço de Havegação da Bacia do Prata e o m L a n c b u O II i !:J u s ·1 s e u r1 i sp0 :· Horário -- Saída de Corumbá - Ladário para Porto Murtloho 1º segunda feira de cadu mês. chegada em Porto ,[urtiuho quar ta feira, Saída de Porto Murtiabo para Corumbá - Ladário as 18,00 horas do mesmo dia. de E Sérgio Henrique Martins Apartamentos com ar condicionado, quartos com ventiladore~, amliiente familiai: refeições fartas HOTEL FLUMIAEIISE SEU HOTEL EM SQUUHlUINJI Rua Teodoro Rondon 586 Aquidauna MS DE EI o DE RUBENS PAEL LOPES Madeireira Campo Verde tem para você: Materiais: para Construção, CI, Telhas, Tijolos. 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Com tempe ratura ulta e multa umidade, o fungo tem condiçõe, ótimas pura di fundir se; as manchas tem uma colu1 ução inicial pardo a v armelhada mas tiempre fl'.la um anel dessa cor em voltu do ponto de infocçllo, bem ctlslluto <•ontr·u o verde normal das folhas; o centro se vai esmaecendo, branqueando. Em todos os cason, nu página Inferior a colol'!lçao é mais intensa que nn supe:·icr. Essas m'l.ncl.ru& tem forma circular mns •s vezes ú fungo t,,m d1!iculdade em vencer O!l tecidos das nervurni,i que limitam suo óreu de ação. As nnvuras prl:1cípal1< súo menos ulfngldas mas as mais 'iellcadus i;ofn·m como os tecidos normais das foll.rus. Em geral, E>pó~ o conlnminoçii.o total das folhas, o fungo ata. c:u hastes, o que ocorre 110 fim do ciclo, qu1rndo as áreas atingidas súo de mnlor tamanho porque ua tecidos Hão menos resistente!' ao ataque; us manei.Jus poden:; envolver a l.ruste, de modo que nessa área elas 1lcnm deprimiC:&;;. As vagens também rodem ser infectadas, especialmente ao fim do ciclo, quando o orvalho facilita o desenvol vlrnento do agente. Em h•dos os tecidos, os mnnchns, rlc centro de prlmldo, lembram os olh(J de rus. Nus semsnteR, o mal se munife ta pela ausência de brilho nas cascas e deprdssõe ; podem-se observar c.J.ois tipos dA desccloração: clnzeuto papllada e pardo pap!luda, sstm denominadas por aµre sentarem pequena protuberfincla de forma cônica. A baixa tempera tura do ar e o orvalho na superfície das plantas facilitam desenvol· vimento do fungo. vento e sementes concorrem pare. u difusão da dornça. A mancha purpilrea ou c~r,~03 porlose, provocuda pelo fungo Cercospora Kkuchii, deve ser re~p•in-;ável pela alto. porcentagem de fulllas nua sem~adurus; o fango é Of}rmalmente encontrado nos teci, dos das folhas novas, onde cs sintamos são mais frequentes, repre- sentados por manchas róseas, púrpuras e párotru securas, que atin zem frequentemente toda a casa da emente. Eeontrum-se também [requentes rachaduras na caca, no sentido transversal e mais con centrndns no !Jilo; ao:; eusos mais graves, notam se os sintomas nos cotiledones e embrião. Sementes infetadas «õmnnte na casca podem dar origem r1 planta>1 s::ulla~, o que não Plimna o I>r·opc11so m.tl du rante o curso veget!ltlvo- Dos cotiledones, as manchus e estendem às hastes, provoenn do manchas escuras, que progridem e provocm a morte das plantas, uma a duns semun,1s apóil a emorgêrwia. surg,•m nr,~ torldoA nuvas manchas aveludadas. branco cinza. Nas pginns das folhas primárias e se2undárlas, ocorrem manchas púrputo vermelhas, com üngulo11. Essas manchas tomam conta dnus plantas, povoendo suna morte premo lura quando coalescem ou se juntam. A eptospirose ou manchn parda é provocdu pelo fungo Srptorl:i licine; provoca nas folhas mcha- angulosas e de cor cnstanl.ra ou pardo nvermelhudaH. O ..iti:que H' proce118u, portur,to, d !sele o Inicio do deseuvol·irnPnto da-1 plu utas ,H alla'i l•1r:1peraturas e elevado idice de umídaúa rlu ar favorecea o deHl!DVoivJrnento dv fungo. 1"ir.ulmentP, o cancro das hastes é outro mal, provocada pelo fungo Diaporte faseo!oru, variedade culivera; carateriza-e pela presença de folhas mortas inda presas ; planta lumbém morta. A lesão é vista a proximidades ílo ;colo, mas u<·orrC; também aclrnu de se ponto. No quadrn observado em Cascavel, PR, di/icllmento se podo dizer qual a principal moléstia, pois os i-intoma,, &egundc, oR ugrO numos reg1onuI~. BP rnesclüm; sómenld em cultura de lctborutôrfo se poder.,:; lndentiticar os agentes. AMA Apolinário ·, Máquinas - Esti!o moderno e funóonoL - Fifh"o de or seco. - Sistem~ !-::i:fr=iuíioo com gronda • ccpaids e lavante. - T ronsm:~sêio :cm C •:d:.-cidades à frenta 0dva.;à rá - Pa:nel de instrumento! iluminado. - Motor diesel Perkins c:i-~ 4 d'indlOé, de 79 OI. - Em':2yc.7: 2p' re'orçada. - Dirc-ao hidráulica. - Roas !rczircs con cj::'e a:'onétio de b:to!as. - B!oque'o de d!'.'e.:?..cial (opdo.,cD. Agrícolas LTDA 1 l Novo Conceito em A s s i s t ê n cia T é c n i c a Matriz: Rua Marechal floriano, Esq. e/ 1. º de Outubro, Fone 139-421 Ponta Porã - Mato Grosso FILIJIIS: Rua Sebastião Crispim do Rego S/N Fone 161 BELO VISTO B ma bai - MI. Escritórios de Vendas: antonio João, Caracol, llral Moreira, Aniambai, lguatemi, Eld:>rado e Mundo Novo Um .,}a Vista MS Tribuna da Fronteira ) F U T U R O D A Documentos A G R I C U L T U R A PERDIDOS a>EPEHDE DO AVIÃO A lmpo1·Ulnclu doR modernos mé todoi! agrlcolus ua proctuçüo de ullmen to11, llbrae e madeiras, é extraordinário no :nundo atual. E, nesse sentlc.lo, o a vlilo ocupa um lugar de destaque. Em pulses adlantodos, 95% dos oullurus silo semeadas de a vião. No Brasil, e em ou tros em deseovolvlmi>nto. a futuro da a~I trullura depende da a viação agrl ooln. PLANTAÇÃO Já está prov.iclo que a capacidade da aviação ugrlcola de reuliZ'lr operações vlals i,upera, d~ longe, a utilidade dos eq!ilpamentos terrestres. A:; sememes lançadas de avlllo podAm germinnr wals rapidamente; us plantas crescem unifor mes e atingem a muludi.lade slrnullaneu mente. o utilidade do avião são a fer tilização do solo e o controle das pra gas da lllvouru. Derge da Silva Leite Declara para OR devidos fins que extraviou os se guintes documentoR: Titulo de Eleitor, rar:el ra do Identidade, Cader neta de 3u, Carteira de Habilitação, C11rtelra de Monte Piu, Documento de um Jeep 72. Publlca çl'io que se1 laz para ob ter 2 Via. CO TROLE DE PRAGA Os produto,; químico são apresen tados hoje em fórmulas, vérdadelrumen te revoluc!o11érias. lnsE:ticillas allamente concentrados e de volumes ultra-baixo i,odem sn lançados de avlüo, com pou ca ou nenlrnmn ullliznçüo rle diluente corno veículo. Graças a seu morleruo e qulpumento, o aviüo poda hrnçur gotas de aerosol com tamanho de mil micro (miléslmu. parte do milímetro). APARELHO E PECIAI A medida que o avião foi sendo in troduzido nn agricultura, a fóurlca pas saram ll criar novos modelos. Também foram aperfeiçoados os métodos de lan çamento das semt>nles, ft:1·ti!izuntes ou produtos de co:nbatl' às enfermidades e nos lnsetC's. O aparelbo rleve ser, espe clalmente, concebido ou adaptado p!!ra finalidades agrícolas, p•>is a mniorib das operações é feita a babm altura. cnsn on PEClUlRISTll DE Evaldo G. Larangeira PRODUTO"- VE'l'ERINÁRlOS, llSETICI DAS, SAL BOIADEIRO E lllNERAL, SE MENTES E!1 GERAL. Os melhores preço da praça. Visite-nos. Rua Duque de Caxias. 1080 Bela Vista - MI. Sul Ponciano Mena Barreto Declara para 1)8 devi, dos fins que extraviou os seg11lntes documentos: l'itulo de Eleitor. Identi dade Carteira oe flablll tnçiío Carteira da Rese, vista. Publicação qua se faz para obter 29 via Foram extraviados documentos do r. Tércio Celeslloo Goncalvef.': Cer· tiricndo da propriedaàe de RG O 0139 Mt 01 do carro marra volk'/bra· sitia ano 75 cor JJ.1ranja, placa CJ. 0270 chss is º B 19fl030 Cnrtt>ira , 1,cional de fü1bilituçüo expedida por Aquidaua n1.1 sob o prootuHrio º 27.395 Mt Carteira. de Identidade RG ü.O .o, e CH.: 3-10916 153 Titulo de Eleitor cxpedldo em Drucena - S. P. f'ublicação que E" raz para a obtenção de 2 via Pronunciarnento Cerzósimo, da do poder . . aniversario da Arena Hoje, 1 de março, dia do décimo quarto aniversário da Hevolugo Bra-ileira, revolução que erviu de exemplo a todas as demais naçoe do mundo, porquanto _em derramamento de_·an gue, amadurecida e adulta, vimos até est tribuna recordar os fatos históricos que lhe deram origrm e prestar-lhes a devida homenagem, o devido re conhecimrnto, bem como relembrar as figuras hu manas, incontestáveis e corajosas que a fizeram. Em 1963, a aço brasileira e-tav mergu lha,la no 1l~•e,1ullíhrio <' nn confu,iío. A inílnção havia chegado até a To. Greve pelo-s centros maiores do país, movimentos e subversôes da or clem E todos sabem que aço alguma jamais po dcrin sohrcviq,r rm !ai situação e 1,?rcvcs, rc•pr<'· senlotn nnoi; de otrUE:n ,-ocinl e econfiruico. Ilomem do gabarito de um Dri:.:odeirn E duardo Gomes, de um Juarez Távora, de um Cor• deiro de l•arÍli,., rir urn ,dhrrnar dr Barros. tio 1.enernl Cns1t•lo Urar-co, rio General :lourão Filho e tanlM ou1ros da úrt-a ci, il .- míli1ur, tomurnrn n si n grande re>pon,uhilidadc de por 1.-rrno a tais <le,mundo• e colncnr a no•Fa Naçiin no lugar rir pátria líue- e ,obranceiru, ern lermo• dr iguoldn de com ,,, poise• rn1>is porlero'>• .- d.- maior lide rança do lobo terrct:e. A He,olução que eclodiu em 11 d.- março de 196-1. foi um imperoti,o emanado do espírito idealístico e patriótico de que estavam imhuido, os nossos patrícios acima referidos, além de outro de igual valor, de formação oUlêntírnruente drmo crátic•. que, cônscio- ,Jc ,ua, re<poA•auilidadt-• na conjutura política administrativa daqurln épn. co, não podenal'l olhenr-•e de que. inoiinlmenlr o povo bmsileiro irin sofrer, diante da• otirucle• impensadas de governantes que apenas e pro cupavam com o presnte, esquecendo se do dever muior que i-erin r11.rruturur-P~ i-m:inl e cconôniica mentf a fim de e<JUllCionnr meta"I onde g:eroçõe-8 futuros pudessem. rfe maneiro feliz e sem opr.-s. sões externas, desfrutar de nosso potencial, rece• bendo condições de vidn e rrabalho, e entregan ,lo-lhes n6,, do geração atual, o incun:bêncio de oferecer rnmbém sua contribuição altaneira e inde· pendente em fa,·or de uma posição de cl.-,1aqur do Brasil entre as demais Naçõ~il do mundo considemdns poderoso• e 1lesenvolvid11,. O dístico de nosrn pavilhão nori,,nal diz: "Ordem e Progr.-srn" 56 forem'>• jus : primeira polo,·ro, com disciplina e re•peito. E à ><"!!Unrl:i onde se ,:xercite o lraunlho e o luta por dia- me lhore,. não em fovcr de urna parcelo de noFFo popnlnçào, mos que o fruto desse labor •enho beneficiar nos brasileiros no ma totalidade evil.Jln• do assim a desigualdade de vida entre as diversas regiõec do nosso p n is, P r e u e u p a ç ã o cnn5tante dos g:overnos que ascenderam ao muito oito cargo de chefia de nosso Pátria. opó, u ,., en to de 3 l de março de 1961. Hoje então, graças a essa Revolução que mar· cou u lh.ióna do Brasil, lemo,< o oreulho de contemplar a nossa ação sendo odmireda e re• peitada pelas grandes ações do mundo, que aqui vem, nao sõmcnte nos en:,1nar ou nos ex. plorar, mas principalmente aprender conosco li çors de democracia, segurança, equilibrio e re:- ponsab,ll_dnde, pois n Re,·olução que UJnto pr<,pa• lamos, não revelou apenas uma necessária ação uuh~nr, mas l'rmc,polinente. reTdou o verdadeiro sentido da palavra revolução que é: transforma çao, renovaçao, o nto de F:?cudir ,·clbns e obsole tas estruturas e partir parn no,·as meta,; de evo. luçào econômica e ,ocial. Adotando '!SSa filosofia de governo, continua mos com passos firmes e , igoro:oF. poi~ n t.::refa que aceitamos e abraçamos, continuará ainda por muito tempo, até atingirmos o objetivo ideal pa ra todos nós. Ao. término do. meu pronunciamento, incluirei 11 nrugo tt110Fc1 no <"m um editor-inl do nosso EHodo, cujo titulo é '"Ilre'e Reflexão Soure • R.-alidade Brnsilcirn~: ' Edital N. 02/78 SEC. ADM. Em 05 de ablil de 1.978 De urdem do Exmº Sr. Prefeito Municipal de llelu Vista, Dr. Huben A. de Castro Piuto, pelo pre sente Edital, fica notifi cuda a proprietária Sra. Avelina Constancla de Souza, para comparecer nesta Prefeitura Muncipal no p,!lzo de 30 (trinta) dia,; a contar desta data a fim de tratar de assun to seu interesse. Prefe!.tura !11.uninipal de Belu Vista 05 da 4 de 78 Joilo E:slPvào de Castro or. de Gâbinete. do deputado Homenagem ao Revolução Representando a Bancada Legislativo Natogrossense: '"hrrrt o borrr t·Hf~ndint<'lllll rl,·•ta rd1Pxr111 precisamos saber quem a fez, a cireu-tànueia em que foi feita, e a nalidad· qwr por9. "Pronunciou-e o Presidenfe da lepública por oca«ião do quarto aniversário de sua administv ,·ão. rlan,lo conta t-u<·intnm,~nte ,lo tJUt" fc-1, • , rrulitl111I" di1ern O• fíl6-n{oa. lr,rn•bnrrl<l do ,·onceilo ll1n~ coi•a f connhrr irlfin•, outr,.l 1r,1- dui-las em fato-; uma coisa lançar no pap .l programa de trabalho, outru curnprl-_lo ir~tr•;:rnl• mente; uma coisa pensar, outra agir r)gorra mente de conformidade com o que e penou A mente humana move-e em um território qu dr<conhece limites,_por que opera no plann , n nb•troçõo . .las quando os conceito+ e mate rializam, limitam-nos as contineias da nos+a própria condição de seres humano. O Previdente deixou Implícita em sua reflexão a velha di-puta entrP. o querer e o porh·r. .Ne,_11 sempre e pode fazer aquilo que e quer, J' por causas das nos»as limitações pesoar, J por caU<J <ln 611pene111.-m·1u -te ~ª'º!''' rnrpreVlf• tos ou inda por que nenhuma idéia esgota no lernpo toda a essência do seu conteúdo. Foi consciente desta verdade. que o Presidente Kenu nedy, ma ca discurso d: posse, depois rle enu. merar a, linhn• rn e trs do • e 11 governo, disse; "I «t o n ã o s e r la ·oneluido em cem dins nem em mil diafl, nem na vi·ncia do meu Governo, nem talvez enquan haver humanidade neste planeta. Ma ainda que alguém concentre em suas mão na focnldade, do qurrer e do poder, P."''[UC me,· mo uF-@Írn corre o risco de- não exercita-las com proveito, porque há diferença entr o poder e o mnclo de podn V .. jarno• um exemplo. Era conlu·ci,ln a ,,norme força física de Davi, que, Fl'j!llnrlo no• relala 11 E,criturn, de,queixn,a ursos e leoe+, quando estas feras atacavam o . rc· banho• que ri.- pa>lorea,·a· A_pre•entotM~ Da, 1 ao Hei Saul paru rnfrrnrnr o 1!1/!"tnlt" ~ol,o,, e 0 Hei, temendo pele segurança do rapazinho, o ve tiu rle sua, própria• armas. para que ar campo. Com aouefa, armaduras, entretanto, Davi não deu um passo; daquele modo não podia a minhar. Os desafios que se erguem diante de cada um de nó•, são 0111ros lanlo• {!li!ªnte• <1ue prec1· somos ,•omhater. :la• ,6 pwlemos fazê-lo bem .º" nosso próprio modo, com n• no~ea• própna1- armos. fiéis 110 no-•o próprio e•tilo. O grande saldo do atual Governo é a! menir a ob•tinoç:lo com que procurou imprmr oo Bra•il uma perrnnalidode própria. A imagem de um Pais que sabe o que quer. e que defende princípios ajustados í sua própria realidade. Vi,·emo• durante muito tempo ,rnolnhzados porque mal podlarno• c,•minhar lolhidoa pela, pesadas vestimentas que nos recortavam lá fora. O rugido dos tigres e dos leões á nossas volta nmedrontnv.a•no~~ porque no-s encontrá,•omos 1m· potente!-. Não podfomo1- raminhnr, npenn: nos arraei· tavomo•· Tínhamos principio< próprios, lmensa.i riqueza• um ponr operoso, Mas nem podíamos su«tentar nossos princípios, nem tirar proveito adequado de nus.o• riqueza•. nem defender, como convinha, os suyeriores interesses do nosso povo Uoje 1:stomos fazendo turlo i~10 porque no• dr;f1zernos das armaduras alheias e pa,;,omoq ~ lutar com as nossas própria• nrruns. Ás de Dai foram apeno• urna funda e cinco pedrinhas re• doodas e limplsaimoe que ele apanhou na torrente mais próxima. e umu •Ó lhe ba,tou par-..1 cumprir :1un mis!lão Também a nós acontecc::rá o mesmo continua.rmof- n trilhar o cu.r1ou ern que no• colocou a política da re,•oluçii•>, enfreoundo pragmáticamente todas as dificuldades, procurando impor soberanamente a per,onnlidade do Brail no conct'rt0 internacional, n1aic no tnt"smo tempo tentando conviver 6lidariamente com todo>' quantos nos tr,larem em j,,ualdade de condições pois, afinal. como dis-e'um grande estadi'! deste século. "um País tem interesses, não amg9 Cuiabi~ 31 d., wnrço de 1978 Deputado Roracio Cerz6~imo em r-lnicliz Feria aquele que con~egni-ei-c realizar tudo o que pretendia, p_ois são pobres de espírito os que limitam seu honzontc apenas naquilo <JU" 8-ao capazes de fazt:r'"'. Horocio 14. 0 ' t J í '" 1 !, ±, ... J), JIJ t, .. 11.i llli ''" D. RODOVIA BR.- 419 KM 1 DUTO POSTÓ SEU CllRRO M E R E C E MfUDii CllRINHD Gasolina, Óleos Lu~r_ifica~tes, úleos Diesel Filtrado, Lavagens, Lubrificação e Borracharia Atençllo Motoristas, Agricultores e Usuários de lubrificant.-s em geral _ !.•ut p , ll - promovendo a campanha do Lubrlf1cante • 0 os,o irandão avisa Lubrificantes a preços especiais da marca lpiranga Especial Texaco Lubnficantes a preços de Fáb.ricas GUIII LOPES Dll UGUNJt - a todos que está MITO GROSSO 1 ' II: K e e1 to:, que Jl) le p r l-fn di, 4U TV 01) Pa J>e +e+ I>c lo s- las a Pr.- Pe, ch ':'-,., 78 - [elu VI+t o .o lo por aista. la do ·u trn- apl zrul. rosa noti 1t6riu plnao mote• nos.a exo Nem •- 1cjn tja r.previ,. a. nu Foi Ken. ,!e enu. e II S CT á tn Oíl ·,.quanto e com o o Davi, queixava n os re Dai ao e o o e isse a Dai ,ia a de cad pre" em r6pria REPAROS DO BISPO DE UAPOS AO DOCU- MENTO DE PUEBL,A TT T5 Ele. T pensa, D. Antonio de Castro Maryer, Bispo de tampo-s (IJ, teceu a» guintes considera s +obre o documento p° rado pelo CELA MI (Conselho Epis.1•opnl Larin" 11111tricnno), que deverá ser examinado na próxima As+emblia do Epis. ropn,lo lnriuo • unicricanu o reuliznr•s•· •·rn l'urbla (México), cm outuliro pr6xi1110: "Julgo o documento pre parado pelo CELA M, para ser examinado na Assembléia do Epi~copudo lutíno umericnno em Puebla, falho cm muitos pontoe" "0 documento é frequen temente vago'', acrescentou D, Cn@tro Morer. "Por exemplo, quonrlo crllicd os ntuui• estru• turns economico Jo1ocinill, qut• julga inju,tus, nào opre•cntn argumentos em que funda mentn c,tu nprccínçiln nq:ati YO, O mesmo e dia, quando ncdtu n possihilidnrlc rlc um socialismo que ajustasse no catolisuo . E prosseguiu o Bispo de Campo( Denrlu o documento explicitar em que consistiria eiit-:c tiodaliilmo. umn vez que l'iu XI <lcrlnrou todo rncin limo, mesmo o <JUe mais e nproxinrn••c dos postulndc,g s,,ciuis católicos, opostos li Doutrina Hcvcladn. De minha porte. nüo .-onhcço nenhum "ocinliuuo íptc não pleiteie u .. ma sociedade sem classes, e não se baseie nua filosofia mnterinlistn, rlois p1.1ntos in • compatíveis com a Doulrinn <la Igreja" "Nilo ohsrnntl.' • c.:incluiu D. Castro ;lnycr . o docu rnrnto de Pucbln evidencia o nrcnçào de trilhar um comi. nho que evite rudicnli1...açõcs extremas. lndiqut ele, de mo do clnru, 1..01110 entende a nova civilização que apregoa, a no , a cultura. o novo crlstinni~mo ><·rá poseh·d um rliúlogo fc. rundo". TV PROVOCA MIOPIA EM CRIANÇAS A mlopiu não é mais •·privilégio" de estudan tes e adultos. egundo pe.;quisa rea lizada D!! llbn de Formo so, cerca de 33010 das criunçus com menos de cioco anos d e idade tornaram-se míopes por que assistem regular mente programas de te levisão. A pesquisa efetuada pelo Prof. Yin-·Tso-Cbien em mil crianças do jar dim dt: infancla concluiu que a luminosidade da TV era prejudicial nos olhos dos pequenos. Os pais, que Ignoravam o perigo, permitiam que , ~eus filhos se sentassem por l..gos peri;;dos, juo to aos aparelhos do TV. Esse hábito. tão comum uas familias de todos os palses dJ mundo, acabou prdjudicando a visão dos pequenos telespectadores chineses. (ABIM) Tribuna da Fror.telr11 ------------- 16-4.7! Gaúcho Amigo Adall.Jeto R. tle Saul'Auna Gaúcho amigo, velo lá de longe, dos pampa!! do mo Grande do ui. Trouxe u cuia, a bomb3, a rva mansa para o chiarão; velo para Mato Gros,w porque tem o mesmo céu uzul. Trouxe a !<11 bedorla da la vrur a tc·rra em gmnde extPnsão, a clêuclu ele manejar a muquinárla que ronca corr,o trovúo, o costume Je mourejar o dia Inteiro no relento do sol, de fazer imensas colheitas de entupir o paiol. Tribuna da Fronteira -- SEMANÁRIO -- i,· 1 D A D O E i[ 2 O / 2 /7 2 Ins. Est. 130953312 CGC-ME: 03.200.736/O00 174 Hedação e Administração ll. Duqne de Caxias +/n. Bela Visa MI Oficius: Rua Duque de Coxias s/n 8cln Visto - Moto Grouo Hedotor-Chefe hnldo Prreira Administroçilo: Mllrin E,teln V Perrira Depnrtnmento Comercial: Alvaro Pereira Departmento de Circuloçfio - Hc~ínn Mendes PHODUÇAO Gerente - llelio Guedes lmpressão Nilson H . .3ouzn ~ Perronio Leão Composição- Liucidio Medeiros, Liberncy Lino. Pompilio Miranda, Ellnne Mendes A ATUHA A,sinntura Anunl IJelo Vista CrS 200,00 Demais Municipios CrS ?50,00 Tribuno da Fronteira é umn publicnçilo do OIUI VAPE- Os artigos publicados com assinaturas dos autores não traduzem u opinião do jornal. ua publicação obedece no propósito do debate dos problemas municipais e de refletir as diversas tendência~ do pensamento uan•ersal. INDICADOR Velo também; para as grandes vaquejadas, para a doruu do potro chucro, ou por reado, o uusca de bombacha lurgu. bo ta chlleua, tirador de flecos, enfeitado, abotoado oom deulo de porco e patacão, boleadelrn cnleudn na cintura, o trnnçado enrodtlbtHlo ua f!ruupu do pingo rt>domilt o lenço solto no pei;coço, o cho péu qu • brado na tesla, e ud:igu atraves ada para fiar alguma dlscusslio. Inrl:o gaudérto, grande antlorllho. no rodeio é pe1lo que faz lindo rP.toço, ginete firme no· lombllho, risca. o potro da anca até o pesco{:0, 1 Xlru a::nlgo, e.legre, brlncnlhllo veio paru Mato Grost<O fazendo sucesso porque o matogros,;ense c'i seu Irmão puxa parelho a canga na trllba do pro gres&o Nas noite de fo!ga, ao pé do· fogo, nos acordes do vi:>lllo, da gaita de fole, ele curte a saudadE 11um compasso mole, ou festeja a ult:grla em rápida melodia. Nas suas C!inções gaucheseus cheias de dolrncla, afoga a lembrançf<s dos pagos dos fandangos, procura esquecer o rabicho dalguma china que ficou na querenda. O gaúcho porle até ter trazido alguma coísa atoa, mas, em compensação trouxe multa pren da. boa, ''êta" barbarid&dP "tcbê" ! Ua punhado de loiras de raça alemoa. Bela Vista (illS), março, 1978 = Miltoe Loureiro filho - 9)0GA0 Rua Ary C. de Oliveira. 262 Cep 79240 Jardim Mato Grosso Sul COMERCIAL ==. ncougue Vencedor== de PAULO EUGBNIO P. JACQUES Abs.te Duas Vezes ao Dia Higiene Ótimo Atendimento Casa de Carne Tradicional da Fronteira ANTONIO JOÃO MT do SUL --JEDNE HOTEL-- de JOÃO FREIRE DE OLIVEIRA Ambiente Sel~to • Rerelção Caseira O seu lar fica Antoa!o João - O Hotel da Fronteira - hospede-se no Jeans Ho- tel e sinta-se em sua Casa. Padrão de qualidade Rua Amar.aba! com Bela Vista Antonio João Mato Gros110 do Sul Canaã de Hotel e Churrascaria 1 PACIFICO SfLVA BALTA Apartamentos - Ar condici:>aado - Quartos para casais e Solteiros - Refeições a quaiquer Hora - Hotel Classe «A» BONIT 1J MATO GRO.S~O DO SUL CAFÉ LAGUNÃO O café que mais se toma em todo o SUDOESTE. Empacotado eJetronicamAnte a vá cuo - Processos Modernos OLIVEIRA e FLORES • Rua Pedro Rufino, 218 - GUIA LOPES DA LAGUNA - M·f S!!!: EDITIL PROCESSO CLASSE V N" 1807/78 Podido de heisiro do Diretorio Muniel pul do Movimento Democratreo Irastlel-. ro- MD.B de Caracol - M 'T S. Relator: Exo. Snr. Dr. Odiles Freita Sou=a. De ordem do Excelentlsimo Senhor Jesembargudor Presidente deste Trib. na! e cm cumprlrm,11to uo dlrrno to no urtigo 81, da Resolução n 921272, do 'l'.S.E, faço públleo para ei·nela dos in teressadot, que foi requerido o registro do Diretório Munteipal do Movimento Demo criítlco Bra;,llclro - .1 D.H. do Cara.col --M.T.S., ssim constituído. MEMBROS DO DIRETÓl-i 10: 1 • Nlcaclo .Jend<rnça 2 - Rognlo Paiva 3. Ramão Se!,a» tlão Oodoy 4 - Hafaol Lolio Godoy 5 - :larlo Oodoy G - ,Juvlno Godoy 7 • Noedlr Ferna11de11 du llva 8 • Rarnáo FeruundeH da S!lvu !J . Teodoro ílodriguc11 dos Santos 10 - Diuurnerlco Lino Garcia Jl - fdlvar Ferreira Gomes SUPLENTE' 00 DIHETÓRlO: 1- Nilson erreira Leite 2- Arcenlo Alonso 3 - Sllvuno Gutlrres 4 - José Roctrlgupi; dtJfl Santos Filho DELEGADO: Manoel Rodrigues dos Soutos SUPLENTE Lu!s Carlos Poltevln Pereira COMISSÃO EXECUTIVA: Presidente: Nicácio :iff,ndonça Vice-Presidente: Rogfrlo Paiva SecreUrlo: Adlv::ir Ferreira Gomes Tesoureiro: Ra.não Sebul!tfãc, Godoy STJPLENTES DA COMISSÃO EXECUTIVA: t - Ra 11ão Feranndes da Silva 2- 'Teodoro Rodrigues dos fümtos 3 - Mário C-odoy 4- Rafa»l Lo Godoy .:iecretariu de IJoordenaçlio Eleito• ral, em Cuh,bá, 30 de março de 1978. LuitJ Delliuc, César Diretor da S.C.E. Substituto. EDITAL SEC. 04/77 ADM. Em 29 de Agosto de 1977 De ordem do Exmo Sr. Prefeito lluniclpal de Bela Vista. SR. ,José Sim plicio da Costa Marq es, pelo presente Edital, f1cn notificado o Pedro Paulo Rojas, para comparecer nesta Prefeitura Munld~al no prazo de 30 (lrintu) dias a contar desta, a fim de :ratar de assunto de seu il,teresse. Prefeitura )Iunlclpal de Bela Vista 29 de Agosto de 1977 Jo!io Estevão dP Castro Of. de Gabinet1:1 HOTEL DQUIDBUIINI PJILDCE Suite, Apartamentos (Cisai e Solteiro). Sala de Recepção O Hotel mais luxuoso HDP do Sudoeste Hotel ffquidauana Palace "O Cartão de visitas de Aquidauana " AQUIDAUANA MATO GROSSO DO SUL - 1 ENFOQUE FATOS E SOCIEDADE Vlslttl Aqui ns redação o movimento foi intenso na emnna que passou, 'lodos os alunos do pri. mário da E5colu l28tn Silvn vieram n fim de ver o processo de montagem de um Jornal, Notamo» que ficaram satisfeitos com mais es»e conhecimen to, pois via-se em cada olhar uma grande curiosi cladc, "Dnlade de nprcrulcr um pouco mui,. NooFO• parnbrns àqueles que tiveram a idéia de trazer os aluno, em nossas oficinas, pois u maioria dos e tudantes belavi»tenses (l,o e Z.o graus) nem se quer sabem que existe um Jornal na ciduclc. f.: n renlidnde ... quem duvidar fuça uma pesquisa pnru crer ..• 9rrr;irra Chá Beneficente Foi rnnlizndo na residencia do r. Meco Mirunda chá hcneficente da Cu,n dn 1n1izudc. Houve to1r.bem o Uuznr da Casa da Amizade. on• de estava u venda lindos trubolhoij manuais. Esse chá contou com a presença da bdavistense Zulci• kn Gabinio. moruwlo at11•lmentc cm Pontn Poríi e dn Sra. Labibe Esgaibe Kajatt, PreFidente do Clube dns Miles cm Ponln l'or:1· Nu oc•~iílo a Srn. Lubihe explicou us presentes como é que funciona o Clube dus ~liles cm P. l'orií e as suas atividades, Deu-nos muitas sur;cstõc•, rnbre o que nós tam bem poderíamos realizar. Foi ótimo. Acompa nhando essns Srn•· 'iernm ,, sr. Alceu Gnbioio• le~poFa da Zuleika) e o noFF0 inesqueclvd ex vigfirio Pe. Brnndiío. 'esse chá foi cnntado parn· bens às anivereari11ntes do rlin Sras. Beatriz Maca renh11s e Nazir Pinheiro. Ere;o; Mais Aniversariantes A 1anncildo de Souzn Onofre Carneiro l'inhr.iro Ana Maria Mello iliranda Pêgo Medeiros Loureiro Jlario Loureiro Anivcrrnrinntes de Campo Grnnde Din l.o Mayos ogueira reuniu os omirros cm ua residencia pnrn comemorar nrnie uma pri~nvcrn. Dia 7 Glnucy O"ocirn ofereceu um lauto Churrasco na cabana Gaúcha aos amigos mais che gados. EfilsB.Wl Visitantes Visitaram a Princsa do Apa as Cearenses Denize e Carla Gonçnh-es ambus estudanilo cm Campo Grande· Denize foi hóspede de Léu Dion· chi Cardinal e Corla de Roselhc Lima Peixoto. s cearenses ficaramn encantadas com este pedu cinh,> de chilo fronteiriço. 5viera Rotarianos F: g1andc n rnovimcmnçilo cm torno dos preparativos que uma caravana de cnsois rOtnrinnos farão nté Corumbá. Que n caravana belavistense faça Sucessos no Cidade Branca. siio o, nossos votos. lo Secretário; >gt lae Braga Carpo° 2.o Secretário; Sgt Paulo Jun Yao l.o 'Tesoureiro: Ngt Mrio elo Iara 2.o 'Tesoureiro: gt Dilnei Hibeiro Marque° Orurlor Ofici(II: Civil A(hlber10 li. de Sant':rna Bibliotecário: Sgt Krugerson Muttos l.o Suplente: gt Jairo de Souza Hodrigues 2.o Suplenle: !:i:(t Antonio Alves CONSr.JJIO FISC' AL Helator: 3gt José Altredo de Aruujo Secretário: Sgt José Magyr de Souza lo Vogal: Sgt Sidney José Vidal 2.o Vogal: Set Onofre Dias da Silva "CONSELHO TÉCNICO Diretor: Sgt Edward Vieira Secretário: Sgt Ubaldo Luiz França Lo Suplente: Sgt Helvécio Marques Bahia , 2.o iuplente: Civil Salvador Iodrigues de A-is - A nossa meta será administrar o G. ·.s.l'.H. com "RENOVAÇÃO E THAllAI,HO", para que o Clube po«s cumprir, integralmente, as uas finalidades preclpuns e se manta no mais alto lndkc de prcferêncin em nossa comunidade, Estas foram as chapas concorrentes para a Presldencia do G.P. R. sainde a vencedoru, ll chapa encabeçada pelo Sar, gento Hélio Gomes Teixeira. CHAPA ~BELA VISTA" -A concorrer para a eleiçi'io da nova Diretoria que regerá os destinos do "Grcmio dos Subtent:n• te• " Sari:entos Pedro Rufino" no biênio 78179 por ocnsiilo da Assembléia Geral Ordinária a er realizada no dia o9 abril 78. à, o9,3o horas, na ~edc do Clube. - A kChnpa BELA VISTA'" estará assim conuitulda: DlRETORIA Presidente: Sgt Hélio Gomes Teixeira Vice-Presidente: Sgt Antonio Quirino da Silva 2.a Chapa Presidente: S:;t HT Claudio Dias Alves Vice Presidente: Sgt João Knlife 1 o ecrctnrio. Sl!t Nagib IJuzirne 2.o Secretario: 3gt Vaner Abclln Ferreira 1.o Tesoureiro: 'gt Dnmnsio Arce 2.o Tesoureiro: gt iergio Gonçalves Viana Orador Oficial: Ch·;( hnlrlo Pcrrira Bibliotecário: gt Guerino lroatlu l.o Suplente' Sgt lvo Antunes Coitinho 2.o uplente: Sg, Olmiro Tddeu Lozano CONSELHO Fl CAL Relator. gt José Darci da Ho,n Secretario: Ur er:;:io RoberlO Perondi l.o Vo~nl: ci'il Eviln,io l"fonee ele i'lironda 2.o Vogal: civil foãu llatiFtn Ferreira • CONSELHO Tf:C ICU Diretor: Sgt Luis Carlos Barbo•a de Melo Secretario: i,:t Pnulo ·ergio Arévnlo Lo uplente' igt Pedro Pereira da CG.tn :!.o Suplente: t;i,·il Nntalicio Vieira de Lima - Esiubilizar n situação financeiro do Clube e estreitar mais os laços de amizade entre civis e militares, será a nossa ueta Notícia Falsa motiva íllastamento de Jornalista Por abuso de confiancn e injúria a nutoridndes nclireçilo de "U Globo" demitiu, o Jorna. lista José Daniel Lopes que no dia l':l de março último, em controvertidu matéria, implicava fun cionúrios do Governo do Estado de Mato Grosrn e empresários no episódio dn morte do acl,·ogndo Levi Campanhã de Soo,a. Com o titulo Policia aponta trnnficantcs peln Morte de assessor de Garcia eto, o mntutino cnrincn publicuvn cm edlçào dominical ampla re• portagem, onde o autor, que ut=n a nsFinatura pro .. fissional de "Daniel Lopes,, fazia crer que o nssas• •lnio foro perpetrado pnrn e,•irnr gra.-es denúncias de corrupção no Governo A mntéria mereceu ,·,emente rcpúrlio do Governa<lor Garcia 'eto e do chefe da Casa Civil Archimcdes Lima. que se dispuseram a receber outro jornalista de "O glo. bn' parn prestar todo e quaisquer esclarecimento Até agora, o jornal não ~e rnnnife,tou so. bre o fato, o que era esperado com certa unnie .. dade em Cuiabá. Porem, através de con tnto telcfonico n direção de "O globo" ioforrunva que o jornnlistu José Daniel Lope• forn exonera• do por abu.o de confiaoç,, do jornal "O l?lobo" ao publicar motéria injm iosa e caluniosn no Governo e nltn personalidade de Mato Grosso. O nutor do comunicado foi o diretor daquela em pre,n jornalística, jornalista Arnaldo Nogueira. VENDE-SE CHÁCARA UBERABA, junto uo Par que de Exposição, com 25 bas. ~Trcrtar com o Dr. Helio ~~ Loureiro .l. TRIBUN oa FRONTEIRO POSTOS - FUNCIONQR ·O D 4.0 UE MAIO Bru!'-llia (Sucur;;ul) Os postos revende dores da ga&olfu11 deveruo fundouar du ruate a purte da ruanhã cio ~la 1° de maio. para evitar 11 lnrerrupçao, por um período rle 5!-1 horas. de abastecimento de veículos que fazem o tran,portt> de produtos perecivel.i. Ef la seria uma d_ns opções sugeridas pelo Conselho Nacio oal do Petróleo, em estudo encaminha do ao ministro duE Mloon e Euergia, Shl· genki Ueki. O presidente do C P. general Ozlel Almeida CoHta, confirmou ontem CJUP os estudos a respeito já foram realizados ear.amlnbados a Ueki, deveodo a decisão ·r tomado naimn sm7na. O general Oziel concordou que a me• dlda i:e adotada irá contrariar o dispos to oa Portaria '.!2. do próprlc CiP mas argumentou que "os poi;tos de gasolina não podem ficar fechados durante tuato tempo". Ele não quis informar as opçõ es apresentadas uo ministro Ueki para "contornar a situação". No dia 21 ele a· bril os postos fechdrão normalmente, i;e gundo a Portaria 22. Ga olina: Consumo obe 2 0/0 em Março Fio {Sucursal) Em março último, pela primeira vez no ano, registrou-tse !ID au mento no .-::oosumo de gasolinas automo tivas: de 2% sobre fevereiro. Foram a bsorvldos e::n cada mês respectivumente, 7.663. 1 mil e 7.512, 7 mil barris do de r! vado, srgundo iniorm11m esta tíst 1 cas distribui das pela P e t r o b r á s. Com paraóos março de 78 e 77, o aumente verificado foi de 1,3%. De janairo a março, foram consumidos 8 .144.~ wil barri;; de deriv11doR de pe tróleo, contra 81.309,2 em Igual parícdo do ano passado, o que representa um aumento de 4,5°fo. A média diá1'ia absor vld1.1 pele, mncado, no trimestre, foi ele 6.160,4 mil barris, enquanto ew março ela foi de G.304,4 mil barriR. Oeos Diesel e Combustível O consumo de óleo .. dlebel e combus tirel tambem foi maior em março com· parado ao mesmo mes de 1977. De óleo diesel Toram absorvidos, em março de 78 8.046,l mil bar~is. Mnlra 7.516.8 b!lrris, o que representa aumento de 6,4 o/o. De combm;tivel. consumiu-se 9.086,5 mil e 8.897,2 mil, ou seja mais 2,1 o/o. Apenas em março. r.onsumiu.se um total de 3.071,9 mil barris de:'ivados de petróleo, mais 4 o/o cto que em 1977, qutiudo i:e atingiu W.6'39,3 mil barrf,;. Considerando-se o comoortamento de todos os deriv&.dos de pêtrólau no mes passado, verifica-se que apenas os sol ventes alifáticos, os querosenes iluminan tes e pra jato. o óleo combustivel ·•c", e os asfaltos foram menos consumidos do que no mesmo mes do ano passado. EDIT ll D E PROTESlO CARTÓRIO DO 1.0 Of CIO José Avelino e Silva. Oficial do Registro dA Protestos desta cidade e Cnmnrcade Bela Vlsla, do istado de Mnto Grosso, na forrnu da Lei etc ... Foz saber que e en cootrum em seu Cartório, à Rua Coronel Dias nº 948, nesta cidade, para protesto por Falta de Pagamento, os tltuloR abaixo relacionados:• 1) Um cheque n" 012657, valor CrS 1.500.00, emitido por Jaol::- Ajalu Neto. a cargo do Banco BrasJleJ:-c, de Descontos '.3/A., apresentado para protesto pelo Sr. Ramua do José Campos. 2) Duplicata n° 189715 valor CrS 15.000,00- Ven cimento 3o.11.77; emltldu pela Firm'l 8eozenex S/A. contza o sr. Angelo Ze oi, apresentada para prc testo pela firma Beo· zenex S.A. E por não ter sido po8- sível encontrar os deve dores do,- títul:>J rela· cionados, pelo presentE (-,ditai que ,-era afixado no local de costume e publicado pela imprensa locul, intimo-os para pa• garem a importancia dos mencio:::ados tttulos acrescidos dos juros e despesas legais, ou du rem a razão da recua e uo mesmo tempo na falta de pronuociamen!o a respeito, noUiico-os do competente protesto, no prazo legal. Bela Vistli l!T., 12 de abril de 1978. Noelson Leite La rangeira. Oficia do Registro de Protesto Substituto. CONFIE SUi DECLBRIÇiO DO IMPOSTO DE RENDI A A UMAS DAS 907 AGENCIAS BRADESCO Ê Só Falar com a Moça 07-04-78 para quem tem imposto t ' f r 1 1 1 j ' r Atenção poro os a pagar ou restituir prazos de de 20-2-78 entrega de 20-02-78 a a 10-5-78 para quem é iselo. » r c 8 1 b. ria 24 o: da e b1 uz Au :-,.,. 1 l f o s• 6! rl c • Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº285_09_04_1978 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº287_23_04_1978 Voltar para a lista de itens